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ntrodução: Nesta secção o salmista recorre novamente a uma metáfora para contar a situação do povo.

O salmista lança mão de uma comparação já bem conhecida e aceita pelos seus contemporâneos de que eles eram a videira que Deus havia plantado nesta terra e que por isso tinham segurança de que o Senhor estava cuidando da situação. O que isto tem a ver conosco? Teria essa imagem da videira aplicação para as nossas vidas? É sobre isso que o Senhor que nos falar nesta manhã. I – Lições aprendidas com a imagem da videira. “Do Egito trouxeste uma videira; expulsaste as nações e a plantaste. Limpaste o terreno, ela lançou raízes e encheu a terra. Os montes foram cobertos pela sua sombra, e os mais altos cedros, pelos seus ramos. Seus ramos se estenderam até o Mar , e os seus brotos, até o Rio”(Salmo 80.8-11 NVI). Existem lições preciosas que podemos aprender neste exercício pedagógico que o salmista realiza ao trazer a memória do seu povo um princípio que não poderiam esquecer mesmo em tempos de dificuldades. Você quer saber por que é importante esta parábola? 1) A metáfora da videira é comum na literatura israelita e judaica. Através desta história o salmista relembra como o povo chegou na terra da Palestina, se estabeleceu e se expandiu pelas montanhas até o rio Eufrates e o mar Mediterrâneo. Ele começa fazendo uma retrospectiva da história do êxodo, usando para isso a figura de uma vinha que por sinal é uma comparação já bem conhecida e usada pelos profetas: a) A videira é um símbolo do povo de Israel. “Cantarei para o meu amigo o seu cântico a respeito de sua vinha: Meu amigo tinha uma vinha na encosta de uma fértil colina. Ele cavou a terra, tirou as pedras e plantou as melhores videiras. Construiu uma torre de sentinela e também fez um tanque de prensar uvas. Ele esperava que desse uvas boas, mas só deu uvas azedas. “Agora, habitantes de Jerusalém e homens de Judá, julguem entre mim e a minha vinha. Que mais se poderia fazer por ela que eu não tenha feito? Então, por que só produziu uvas azedas,quando eu esperava uvas boas? Pois eu lhes digo o que vou fazer com a minha vinha: Derrubarei a sua cerca para que ela seja transformada em pasto; derrubarei o seu muro para que seja pisoteada.Farei dela um terreno baldio; não será podada nem capinada; espinheiros e ervas daninhas crescerão nela. Também ordenarei às nuvens que não derramem chuva sobre ela”. Pois bem, a vinha do Senhor dos Exércitos é a nação de Israel, e os homens de Judá são a plantação que ele amava. Ele esperava justiça, mas houve derramamento de san gue; esperava retidão, mas ouviu gritos de aflição”(Isaías 5.1 -7 NVI). Temos aqui um cântico de amor que revela o prazer que Deus tem no novo povo escolhido; e no fim mostra a ingratidão daquele povo para com o Senhor. Israel era a videira verdadeira de Deus no Antigo Testamento mas se revelou degenerado e destruído. Falhou na missão de produzir o fruto desejado por Deus. O que vemos aqui é uma seqüência desastrosa ocorrida na vinha de Deus: Israel foi escolhido por Deus(v.1); Israel foi preparado por Deus(v.2); Israel foi objeto da esperança de Deus(v.3-4); Israel foi destruído por Deus(v.5-7). Na realidade Deus desejou juízo e só achou opressão e quebra da Lei. Deus quis ver realizada a justiça e só viu clamor e gritos por socorro. b) Jesus é a videira verdadeira e nós somos os seus galhos. “Eu sou a videira verdadeira, e meu Pai é o agricultor. Todo ramo que, estando em mim, não dá fruto, ele corta; e todo que dá fruto ele poda, para que dê mais fruto ainda”(João 15.1-2 NVI). Cristo que é o verdadeiro Israel substituiu a nação na missão de trazer salvação ao mundo. Cristo ao assumir esta condição de a videira verdadeira de Deus o faz por amar e para restaurar algo que se havia perdido. O agricultor que cuida e maneja essa videira é o Deus Todo-Poderoso assim sendo tudo deve estar no controle do Senhor. A videira tem nos seus galhos, que somos nós, a maior parte dos seus problemas porque quando não revelamos os frutos de santidade, justiça e evangelização o Senhor corta o galho improdutivo e o lança fora no fogo. O agricultor disciplina a igreja lançando fora os que atrapalham o crescimento e a produtividade e limpa, santifica e aperfeiçoa os produtivos para que sejam melhores ainda. c) Jesus nos ensina sobre essa relação com a videira de Deus. “Eu sou a videira; vocês são os ramos. Se alguém permanecer em mim e eu nele, esse dará muito fruto; pois sem mim vocês não podem fazer coisa alguma. Se alguém não permanecer em mim, será como o ramo que é jogado fora e seca. Tais ramos são apanhados, lançados ao fogo e queimados. Se vocês permanecerem em mim, e as minhas palavras permanecerem em vocês, pedirão o que quiserem, e lhes será concedido. Meu Pai é glorificado pelo fato de vocês darem muito fruto; e assim serão meus discípulos”(João 15.5-8 NVI). O Senhor Jesus fala da união vital existente entre Ele e os cristãos. Tão íntima, estreita, fundamental, como a que existe entre a videira e seus ramos. A vida e a vitalidade das varas, sua capacidade de produzir frutos são determinadas pela permanência na videira. Reconheçamos a autoridade que Jesus tem sobre cada um dos seus discípulos. Ou seja, Cristo tem autoridade sobre nós porque foi Ele quem nos escolheu. O fato de termos sido escolhidos aponta para a realidade do envolvimento e compromisso que nós(os seus discípulos) temos com ele. Revela-nos também que a escolha de Cristo é antes de tudo uma convocação. Uma convocação feita por quem é o nosso Salvador e também nosso Senhor. Reconheçamos a urgência e a objetividade da ordem de Jesus. Uma vez escolhidos agora devemos cumprir o propósito da escolha, atingir o objetivo para o qual foram chamados e escolhidos por Cristo. O Senhor nos escolheu para darem lindos frutos. Frutos que permaneçam. Por outro lado o galho que não dá frutos ele corta(v.2) e lança no fogo(v.6). O Senhor deseja que sejamos produtivos e assim o seremos se permitirmos que a vida plena que emana de Cristo produza em nós frutos abundantes e assim mereceremos o nome de seus discípulos. Reconheçamos o convite à mobilização. Mobilizados(envolvidos) no serviço cristão, a IBJI glorificará aquele que a alistou; tendo compreensão clara da necessidade do mundo, que precisa ver no cristão um autêntico discípulo de Jesus Cristo, não desperdiçaremos as oportunidades. Produtivos e com qualidade no serviço prestado agiremos como bons mordomos e testemunharemos ativamente confrontando assim os pecadores com o Cristo salvador. 2) Deus é o agricultor que planta, faz crescer e protege sua videira. “Do Egito trouxeste uma videira; expulsaste as nações e a plantaste. Limpaste o terreno, ela lançou raízes e encheu a terra”(Salmo 80.8 -9 NVI). O verbo plantar e seus derivados são muitas vezes usados metaforicamente com referência a Javé, o grande plantador em Israel. Deus levou uma videira, o seu povo, para fora do Egito(Êxodo 15.17) e plantou-a(Salmo 80.9) com suas próprias mãos(Salmo 80.16). a) Deus arrancou o seu povo do cativeiro egípcio. A história de Israel nos mostra a maneira sobrenatural e prodigiosa como o Senhor arrancou o seu povo das mãos do Faraó sob a liderança de Moisés. Assim também ele tem agido em nosso favor nos resgatando do cativeiro do pecado e quebrando o poder de Satanás. b) Deus transplantou o seu povo na terra da promessa. A história de Israel nos revela como o Senhor levou sua vinha do Egito à Canaã, uma terra fértil e prospera onde a videira poderia crescer e ser abençoada. Nossa nova vida em Cristo tem sido fértil e produtiva e as mãos de Deus têm ligação direta nesse sucesso. c) Deus limpou bem o terreno expulsando os inimigos. Lendo os livros de Josué e Juízes nós vemos como o Senhor foi preparando o terreno para que seu povo pudesse se estabelecer e habitar na terra da promessa. Nossa jornada neste mundo rumo a terra prometida também necessita dessa intervenção divina para que os inimigos não prevaleçam contra nós. d) Deus abençoou o seu povo fazendo com que ele crescesse. Eles que eram doze tribos, foram crescendo e vieram a tornar-se a grande nação de Israel ocupando assim um vasto território. Quando lemos o livro de Apocalipse João revela que a multidão dos salvos que estará na Canaã celestial é uma multidão incontável! 3) Toda benção que desfrutamos é resultado direto da graça de Deus. “Os montes foram cobertos pela sua sombra, e os mais altos cedros, pelos seus ramos. Seus ramos se estenderam até o Mar, e os seus brotos, até o Rio”(Salmo 80.10-11 NVI). O Senhor tem prazer em abençoar os seus. Quando vemos as bênçãos de Deus sendo derramadas sobre a vida do seu povo lembramos que Ele é generoso e gracioso. a) Observe aqui a descrição daquilo que foram os limites do Império de Davi. Israel, pela graça de Deus, cresceu, tanto quanto os ramos de um cedro. Observe que é dito que os galhos(rebentos) de Israel se expandiram e o verbo shalaµ é usado num sentido mais suave de formalmente permitir que um hóspede vá embora(Gênesis 18.16) e no sentido mais forte de libertar cativos.

a) A primeira conseqüência é que ficamos desprotegidos.1 4 NVI). ó Deus dos Exércitos! Dos altos céus olha e vê! Toma conta desta videira”(Salmo 80. a) O seu amor leal o impede de dar as costas para os seus servos. A sua santidade e sua justiça exigem que Ele puna o pecado. Ainda que o salmista se queixe do abandono do Senhor. “da raiz que a tua mão direita plantou. a distância de Deus produz um senso de revolta e acabamos por agir contra nossa própria integridade. igrejas e nação nos recordemos de que Ele é generoso.b) Esses limites do império sinalizam para as bênçãos de Deus para o seu povo. Nunca se esqueça disto: você é alvo do amor de Deus em Cristo Jesus. Na realidade isso foi tanto uma prova de amor do Pai quanto do Filho por pecadores como eu e você. vem o arrependimento do povo que apela para um novo líder que irá conduzir a comunidade. Paulo afirma que Deus entrega o corpo do crente desobediente para que satanás o discipline(1 Coríntios 5. d) A quarta conseqüência é que somos devorados pelos inimigos. mas o povo come lágrima como conseqüência de seu pecado. Os sofrimentos podem ser grandes ferramentas didáticas que nos educam e nos fazem retornar ao caminho da obediência. “Por que derrubaste as suas cercas. que também são os inimigos do verso 6. c) Apesar dos nossos erros e pecados somos filhos amados por Deus. 4) Em tempos difíceis uma promessa esperançosa é revelada. c) Supliquemos para que o Senhor cuide de nossas vidas. Se alguma coisa não vai muito bem com sua vida é por causa da queda ocorrida no Éden que trouxe prejuízos em nossa imagem e semelhança. permitindo que todos os que passam apanhem as suas uvas? Javalis da floresta a devastam e as criaturas do campo dela se alimentam”(Salmo 80. Na oração bem curta que Jesus fez na cruz percebemos que ele sentiu-se desamparado pelo Pai. tratar. A idéia de que Javé foi abandonado e também abandona o seu povo entregando-os aos inimigos aparece aqui e após isso. Nunca se esqueça disto: você é amado por Deus. o pedido é para que o próprio Deus volte e não mais que faça o povo voltar. Nós afundamos nos pecados e comportamentos que desagradam a Deus e esta semeadura gera frutos indigestos. não somente uma visita. 1) Se Deus tem abandonado o seu povo é porque este o abandonou primeiro. No verso 15 aparece a palavra kannâ (dar um nome de honra. honrar) de difícil tradução e um conjunto de outras palavras que nos levam a pensar na idéia da esperança messiânica. então. A visão é de total e completo abandono do agricultor pela lavoura que havia sido tão bonita e produtiva. A primeira palavra é usada para se referir aos inimigos de uma forma geral. não é uma simples contemplação. Há uma ênfase no ver. Correndo riscos como todos aqueles que abandonam o Senhor também estão. 2) Se o povo de Deus o abandona é normal que sofra as duras conseqüências. Em meio às lutas podemos alçar nossas vozes e gritar pedindo-lhe socorro! a) Supliquemos para que o Senhor volte para perto de nós. Nunca se esqueça disto: você é produto da vontade inteligente e criadora de Deus. Está sem cerca de proteção e foi comida pelos animais do campo. b) Supliquemos para que o Senhor olhe para as nossas necessidades. do filho que para ti fizeste crescer!”(Salmo 80. Aqui os animais. Nesse momento quando nós procuramos por restauração em nossas vidas. Portanto. famílias. a saúde e até a dignidade. b) A segunda conseqüência é que somos saqueados e roubados. Via de regra. contemple. Esses inimigos('oyeb) são também as nações(goyim) que foram removidas da terra e os vizinhos(shaken). b) Apesar de nossos erros e pecados somos pessoas por quem o Senhor Jesus deu a sua vida. II – Riscos e perigos que o abandono ao Senhor provocam. No verso 14 predomina o imperativo e o pedido agora é: “Elohim Tsebaot volta. Por nos afastarmos de sua presença poderosa e gloriosa acabamos por escolher caminhos e lugares que não nos abençoam. b) Jesus ficou desamparado lá na cruz como prova do amor de Deus por nós. de visita. Assim como estendeu os termos de Israel também tem muitas e escolhidas bênçãos para derramar sobre aqueles que o amam e fazem a sua vontade. É a preocupação de alguém que examina com detalhes e constata que essa pessoa(ou povo) é motivo de preocupação. assim como Jesus lamentou também na cruz.12-13 NVI). Não é ver de qualquer maneira. Se alguma coisa não vai muito bem em sua jornada lembre-se que o sangue do cordeiro derramado na cruz é suficiente para perdoá-lo e purificá-lo de toda injustiça.15 NVI). Não podemos negar que até mesmo a morte visita os servos desobedientes de modo implacável. sabemos que Ele não desiste nem abandona aqueles a quem ama. mas também na maioria dos casos ela refere-se aos inimigos político-militares povo de Israel. Quando Deus é o sujeito do verbo paras descreve sua atividade punitiva sobre o próprio Israel. nomear. veja e visite. têm o que comer. . favorecer. com o máximo de atenção. Os versos 12 e 13 revelam a situação atual desta vinha. O pecado cria uma distancia bem como uma separação entre nós e Ele. mas no sentido de examinar com cuidado. outros a moral. Alguns perdem a vergonha. por favor”. a) Apesar de nossos erros e pecados somos obras da criação divina. Sim as cercas de proteção da presença de Deus ao nosso lado são retiradas. c) A terceira conseqüência é que somos devastados pelos predadores. mas de visita no sentido de cuidar. “Volta-te para nós. Estes versículos contrastam com o verso 6. Um abismo vai chamando outro abismo e os predadores vão atacando tudo àquilo que temos recebido de Deus. Mas também é pedido que Deus. Se algumas injustiças ou prejuízos se abateram sobre sua cabeça lembre-se de que Deus te ama e que não vai deixá-lo na mão.5). 3) Em meio aos sofrimentos devemos clamar pela ajuda de Deus.

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