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PACOTE DE TEORIA E EXERCÍCIOS PARA TÉCNICO DE NOTIFICAÇÕES – TCE/RJ

Aula Demonstrativa

1. Apresentação Pessoal

 

2

2. Raciocínio Lógico para TCE-RJ: Objetivo do Curso e Público-Alvo

2

3. Programação do Curso

 

3

4. Mensagem Final

4

5. Aula Demonstrativa – Introdução à Lógica

6

5.1 A Lógica. Proposições

6

5.2 Conectivo

E

8

5.3 Conectivo

Ou

10

5.4 Conectivo Se

Então

11

6. Exercícios Comentados

13

7. Memorex

24

8. Lista das questões abordadas em aula

25

9. Gabarito

27

PACOTE DE TEORIA E EXERCÍCIOS PARA TÉCNICO DE NOTIFICAÇÕES – TCE/RJ

1. Apresentação Pessoal

Oi, tudo bem?

Meu nome é Karine Waldrich. Nasci Blumenau, Santa Catarina. Sou Auditora- Fiscal da Receita Federal do Brasil, aprovada em 39 o no concurso de 2009.

Depois comentarei um pouco mais sobre isso, mas, por hora, vamos aos detalhes do curso.

2. Raciocínio Lógico para TCE-RJ: Objetivo do Curso e Público-Alvo

O objetivo deste curso é ensinar Raciocínio Lógico para os aspirantes ao

cargo de TÉCNICO.

Meus cursos aqui no Ponto seguem duas premissas principais:

1) Eu não sou teórica da matéria. Sou uma aprovada em concurso que estudou muito para passar e tem uma boa ideia do que as bancas cobram e como cobram. Por isso, não me aprofundo em teorias desnecessárias ao entendimento e que não caem em concursos. 2) Acho que mais explicação é melhor do que menos, portanto procuro esmiuçar o conteúdo, pois na época em que eu estudava preferia professores que fizessem isso. Nada ficará subentendido.

O curso se propõe a ser desenvolvido com base em teoria e questões

comentadas. O objetivo é ver tudo desde o começo. Mesmo que não possui conhecimento algum na matéria possui condição de acompanhar as aulas.

A banca deste concurso é a FEMPERJ.

Não encontrei muitas questões da FEMPERJ disponíveis.

No entanto, vejam que coisa “engraçada”. O edital do concurso de Técnico do TCE-RJ é igual ao que a FCC costuma usar em seus concursos para Técnico Judiciário.

Vejam o edital do TCE-RJ:

RACIOCÍNIO LÓGICO:

Estrutura lógica de relações arbitrárias entre pessoas, lugares, objetos ou eventos fictícios; deduzir novas informações das relações fornecidas e avaliar as condições usadas para estabelecer a estrutura daquelas relações. Compreensão e elaboração da lógica das situações por meio de: raciocínio verbal, raciocínio matemático, raciocínio sequencial, orientação espacial e temporal, formação de conceitos, discriminação de elementos. Compreensão do processo lógico que, a partir de um conjunto de hipóteses, conduz, de forma válida, a conclusões determinadas.

PACOTE DE TEORIA E EXERCÍCIOS PARA TÉCNICO DE NOTIFICAÇÕES – TCE/RJ E vejam, por exemplo, o edital do concurso de Técnico Judiciário do TRF 2a Região, realizado este ano (2012) pela FCC (omiti a parte de Matemática Básica, que foi cobrada neste concurso, e não será cobrada no concurso do TCE-RJ):

RACIOCÍNIO LÓGICO:

Raciocínio lógico-matemático: estrutura lógica de relações arbitrárias entre pessoas,

lugares, objetos ou eventos fictícios; dedução de novas informações das relações fornecidas e

avaliação das condições usadas para estabelecer a estrutura daquelas relações. Compreensão e análise da lógica de uma situação, utilizando as funções intelectuais: raciocínio verbal, raciocínio matemático, raciocínio sequencial, orientação espacial e temporal, formação de conceitos, discriminação de elementos.

). (

Por isso, vamos usar questões de várias bancas nas aulas, mas, especialmente, da FCC. Afinal, pelo que parece, se a FEMPERJ se “inspirou” na FCC para montar o edital, é possível que também se inspire para montar as questões da prova, não acham?

Todas as questões vistas na aula serão comentadas.

Ao final de cada aula, será apresentada a lista de questões abordadas na aula, bem como um esquema dos pontos mais importantes – uma espécie de Memorex – para que vocês revisem o assunto de forma rápida.

3. Programação do Curso

Estruturei o nosso curso para possuir 3 aulas, mais a aula demonstrativa (esta). Agrupei os conteúdos nas aulas de acordo com sua semelhança, para que seja mais fácil de eu explicar e vocês o assimilarem. O cronograma encontra-se na tabela abaixo:

AULA

DATA

ASSUNTO

AULA 0

Introdução à Lógica

AULA 1

07/05/2012

Estrutura lógica de relações arbitrárias entre pessoas, lugares, objetos ou eventos fictícios; deduzir novas informações das relações fornecidas e avaliar as condições usadas para estabelecer a estrutura daquelas relações. Compreensão do processo lógico que, a partir de um conjunto de hipóteses, conduz, de forma válida, a conclusões determinadas. (PARTE 1)

 

AULA 2

14/05/2012

Estrutura lógica de relações arbitrárias entre pessoas, lugares, objetos ou eventos fictícios; deduzir novas informações das relações fornecidas e avaliar as condições usadas para estabelecer a estrutura daquelas relações. Compreensão do processo lógico que, a partir de um conjunto de hipóteses, conduz, de forma válida, a conclusões determinadas. (PARTE 2)

 

AULA 3

21/05/2012

Compreensão e elaboração da lógica das situações

PACOTE DE TEORIA E EXERCÍCIOS PARA TÉCNICO DE NOTIFICAÇÕES – TCE/RJ

por meio de: raciocínio verbal, raciocínio matemático, raciocínio sequencial, orientação espacial e temporal,
por meio de: raciocínio verbal, raciocínio matemático, raciocínio sequencial, orientação espacial e temporal,

por meio de: raciocínio verbal, raciocínio matemático, raciocínio sequencial, orientação espacial e temporal, formação de conceitos, discriminação de elementos.

4. Mensagem Final

Pessoal, como falei no começo desta apresentação, sou de Blumenau.

Me formei em Engenharia Química pela Universidade Federal de Santa Catarina (2008) e em Administração de Empresas pela Escola Superior de Administração e Gerência da Universidade do Estado de Santa Catarina (2007).

Quando saí da faculdade pensei nas coisas que poderia fazer, no que queria trabalhar. Depois de muito refletir, vi que, acima de qualquer aspiração profissional, minha maior vontade era simplesmente ser feliz, com qualidade de vida.

Em 2009, quando saiu a autorização para o concurso da Receita Federal (mais precisamente, no dia 24 de abril de 2009), comecei a estudar para este concurso, para o cargo de Auditor-Fiscal.

Claro que eu tinha um pouco de base das faculdades, mas não sabia nada dos Direitos e comecei do zero. Estudei muito. Em setembro saiu o edital e em dezembro foram as provas.

Fui aprovada em 39 o lugar, dentre os 70.000 candidatos. Atualmente, exerço este cargo na Inspetoria da Receita Federal de São Paulo.

Quase gabaritei a prova de Raciocínio Lógico deste concurso, acertando 19 das 20 questões. A única questão que errei defendo que deveria ter sido anulada (inclusive já debati esse assunto em uma coluna no site do Ponto). Gosto muito da matéria e, por isso, hoje em dia dou aula dela no Ponto.

Falando sobre meu estudo, Blumenau é uma cidade de 300.000 habitantes, sem muita opção de estudo para concursos. Estudei basicamente em casa, numa escrivaninha velha do lado da minha cama. Utilizei alguns cursos do Ponto, especialmente depois do edital, e foi o que salvou, por serem específicos para o concurso que eu estava pretendendo (naquele caso, o da Receita).

Independente disso, o que foi determinante para a minha aprovação, sem dúvidas, foi a força de vontade. Foi estudar muito. Eu queria muito passar, queria muito sair daquela escrivaninha.

Concurso público não pede foto para inscrição. Não importa se você é bonito ou feio, preto ou branco, rico ou pobre, gordo ou magro. O que importa é se você:

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1) Quer passar; 2) Estudar muito para passar.

Se você quer passar, e estudar muito para passar, já tem 90% das chances de ser aprovado.

Meu objetivo aqui é ajudar você nisso, mas tenha a certeza de que o principal você terá que fazer sozinho, estudando.

Espero que possamos ter um excelente curso, e conto com vocês para isso.

Agora vamos ao conteúdo desta aula demonstrativa, propriamente dito.

PACOTE DE TEORIA E EXERCÍCIOS PARA TÉCNICO DE NOTIFICAÇÕES – TCE/RJ 5. Aula Demonstrativa – Introdução à Lógica.

5.1 A Lógica. Proposições

Já vi algumas questões de concurso com a seguinte definição de Lógica:

Lógica é o estudo das relações entre afirmações, não da verdade dessas afirmações. Um argumento é um conjunto de fatos e opiniões (premissas) que dão suporte a uma conclusão.

Isso não significa que as premissas ou a conclusão sejam necessariamente verdadeiras; entretanto, a análise dos argumentos permite que seja testada a nossa habilidade de pensar logicamente.

(Fonte: Fundação Carlos Chagas)

Assim, em resumo:

1) A Lógica estuda relações entre afirmações, que são chamadas proposições; 2) As premissas e conclusões não precisam ser necessariamente verdadeiras; 3) O objetivo é pensar logicamente.

A primeira coisa a aprender quando começamos a estudar o Raciocínio Lógico

é o que são proposições.

Proposição é uma frase, ou uma equação, ou uma expressão, cujo conteúdo pode ser considerado Verdadeiro ou Falso.

Há dois tipos de proposições: as simples e as compostas.

As proposições simples são afirmações. São frases bem no padrão que aprendemos em Língua Portuguesa: formadas, no mínimo, por um sujeito e um verbo.

Exemplo de proposição simples: O Brasil não ganhou a Copa de 2010.

Sabemos que a frase acima é Verdadeira. O Brasil, efetivamente, não ganhou

a Copa de 2010 (quem ganhou foi a Espanha).

Já as proposições compostas são aquelas formadas por duas ou mais proposições simples. Elas possuem conectivos, ligando uma proposição à outra.

Por exemplo: A Espanha ganhou a Copa de 2010 segundo.

e

a

Holanda ficou em

PACOTE DE TEORIA E EXERCÍCIOS PARA TÉCNICO DE NOTIFICAÇÕES – TCE/RJ Percebam que, na frase acima, existem 3 proposições:

Proposição 1 (proposição simples): A Espanha ganhou a Copa de 2010 (sabemos que é Verdadeiro).

Proposição

2

(proposição

simples):

A

Holanda

ficou

em

segundo

Verdadeiro).

Proposição 3 (proposição composta): A Espanha ganhou a Copa de 2010 e a Holanda ficou em segundo.

Na Proposição 3, as duas proposições simples estão ligadas pelo conectivo E. Vamos estudá-lo mais para frente, mas, para uma frase com o conectivo E ser Verdadeira, as duas proposições simples que a formam devem ser Verdadeiras também.

Como as duas proposições simples que a formam são realmente Verdadeiras, a proposição composta também é Verdadeira.

Mas, se disséssemos:

O Brasil ganhou a Copa de 2010 e a Holanda ficou em segundo.

Nesse caso, teríamos uma das proposições simples Verdadeira, e a outra Falsa (pois o Brasil não ganhou a Copa).

A proposição composta, é, portanto, Falsa, pois, como disse antes, para o Conectivo E as duas proposições simples devem ser Verdadeiras para a proposição composta ser Verdadeira.

Podemos utilizar outro conectivo. Se trocarmos o conectivo E pelo Ou, a frase

fica:

O Brasil ganhou a Copa de 2010 ou a Holanda ficou em segundo.

Nesse caso, também temos uma das proposições simples Verdadeira, e a outra Falsa (pois o Brasil não ganhou a Copa).

No entanto, a proposição composta é Verdadeira. Por que? Porque, para

o conectivo OU, basta que uma das proposições simples sejam Verdadeiras para a proposição composta ser Verdadeira.

Como a Holanda realmente ficou em segundo na Copa, a proposição composta com o conectivo Ou é Verdadeira.

Não existem só esses conectivos. Mas a sistemática da coisa é assim. De acordo com o conectivo usado, as mesmas proposições simples podem resultar em proposições compostas Verdadeiras ou Falsas.

PACOTE DE TEORIA E EXERCÍCIOS PARA TÉCNICO DE NOTIFICAÇÕES – TCE/RJ Voltando a falar sobre as proposições, já sabemos que elas são afirmações de que podemos extrair um valor lógico (uma “alma”, digamos assim). E este valor lógico tem que ser sempre Verdadeiro ou Falso.

Dessa forma, não podem ser proposições:

Sentenças interrogativas: “O que você comeu hoje?” – (não podemos classificar em verdadeiro ou falso).

Sentenças imperativas: “Vai lá e depois me conta como foi” – (também

não podemos classificar em verdadeiro ou falso).

Sentenças exclamativas: “Que legal!!!” (como classificar em verdadeiro ou falso?).

Sentenças sem verbo: “Casa azul” (lembrando que “A casa é azul” possui

verbo

e pode ser classificada em verdadeiro ou falso).

Sentenças que podem mudar de significado. Por exemplo, uma equação formada apenas por incógnitas.

Agora, vamos ver a fundo cada conectivo. Começaremos pelo conectivo E.

5.2 Conectivo E

Nome: conjunção Símbolo: ^

O que significa: a proposição composta só será verdadeira se ambas as

proposições simples forem verdadeiras.

Por exemplo:

A Espanha ganhou a Copa de 2010

e
e

a Holanda ficou em segundo.

Se a primeira proposição (A Espanha ganhou a Copa de 2010) estiver correta,

e a segunda (Holanda ficou em segundo) também, a proposição toda (a frase toda) está correta. Senão, ela está errada.

Ou seja, se V

e
e

V = V.

Da mesma maneira, se uma das proposições estiverem erradas, a proposição composta estará errada. Portanto:

V e F = F Por exemplo:
V
e
F = F
Por exemplo:

O Mano Menezes é o técnico da Seleção Brasileira

da Seleção

e
e

o Rogério Ceni é jogador

PACOTE DE TEORIA E EXERCÍCIOS PARA TÉCNICO DE NOTIFICAÇÕES – TCE/RJ PS: o Mano Meneses é realmente o técnico da seleção brasileira, ou seja, a primeira proposição está correta. Mas o Rogério Ceni não é jogador da Seleção Brasileira, então a segunda proposição está errada.

Portanto, o valor lógico (a alma da proposição) é:

V e F = F
V
e
F = F

(ou seja, a proposição composta é Falsa)

Mais um exemplo:

O Zagallo é o técnico da Seleção Brasileira

Seleção.

e
e

o Alexandre Pato é jogador da

PS: o Zagallo não é o técnico da seleção brasileira, ou seja, a primeira proposição está falsa. Mas o Alexandre Pato é jogador da Seleção Brasileira, então a segunda proposição está correta.

Portanto, o valor lógico é:

F

proposição está correta. Portanto, o valor lógico é: F V = F (ou seja, a proposição

V = F

(ou seja, a proposição composta é Falsa)

Último exemplo:

O Zagallo é o técnico da Seleção Brasileira

Seleção

e
e

o Rogério Ceni é jogador da

PS: o Zagallo não é o técnico da seleção brasileira, ou seja, a primeira proposição está falsa. E o Rogério Ceni não é jogador da Seleção Brasileira, então a segunda proposição também está errada.

Portanto, o valor lógico é:

F e F = F
F
e
F = F

Assim, em resumo, o conectivo E se comporta da seguinte forma (a tabela abaixo é conhecida como Tabela-Verdade. Não se preocupem com esse nome agora, mais a frente falarei mais sobre ela):

CONECTIVO E

V

e

V

= V

V

e

 

F = F

F

e

V

= F

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F

e

F = F

5.3 Conectivo Ou

Nome: disjunção Símbolo: v

O que significa: Se uma das proposições simples for verdadeira, a

proposição composta já será verdadeira. Dessa forma, ela só será falsa se

ambas as proposições simples forem falsas – em todos os outros casos, a proposição composta será sempre verdadeira.

Por exemplo:

O Mano Menezes é o técnico da Seleção Brasileira

jogador da Seleção.

Valor lógico: V

ou
ou

V

ou
ou

o Alexandre Pato é

Como falamos, a proposição composta só será falsa se as duas proposições estiverem falsas. E, nessa proposição, as duas proposições estão corretas. Portanto, a proposição composta é Verdadeira.

Ou seja, se V

ou
ou

V = V.

Da mesma maneira, se uma das proposições estiver correta, a proposição composta estará correta. Portanto:

V ou F = V
V
ou
F = V

Mais um exemplo: O Mano Menezes é o técnico da Seleção Brasileira Rogério Ceni é jogador da Seleção

Valor lógico: V

F = V = V

ou
ou

o

(ou seja, a proposição composta é Verdadeira)

Terceiro exemplo: O Zagallo é o técnico da Seleção Brasileira Pato é jogador da Seleção

Valor lógico: F

V = V = V

ou
ou

o Alexandre

(ou seja, a proposição composta é Verdadeira)

Último exemplo:

PACOTE DE TEORIA E EXERCÍCIOS PARA TÉCNICO DE NOTIFICAÇÕES – TCE/RJ

O Zagallo é o técnico da Seleção Brasileira

Seleção

ou
ou

o Rogério Ceni é jogador da

Nesse caso, temos duas proposições falsas. Agora sim, a proposição composta terá valor lógico falso (único caso).

ou
ou

Valor lógico: F

(ou seja, a proposição composta é Falsa)

F = F

Assim, em resumo, o conectivo OU se comporta da seguinte forma:

CONECTIVO OU

V

ou

V

= V

V

ou

F

= V

F

ou

V

= V

F

ou

F

= F

5.4 Conectivo Se

Então

Nome: Condicional Símbolo: O que significa: A primeira proposição exprime uma condição para a segunda. Se a primeira frase for Verdadeira, então a segunda também deverá ser. Se a primeira frase for Falsa, então a condição não se cumpriu, ou seja, tanto faz se a segunda frase for Verdadeira ou Falsa, porque a frase toda será Verdadeira.

Por exemplo:

o Mano Menezes é o técnico da Seleção Brasileiraou Falsa, porque a frase toda será Verdadeira. Por exemplo: jogador da Seleção. Valor lógico: Se

jogador da Seleção.

Valor lógico:

Se
Se

V

V = V = V

então
então

o Neymar é

(ou seja, a proposição composta é Verdadeira)

Mais um exemplo:

o Muricy é o técnico da Seleção Brasileiraa proposição composta é Verdadeira ) Mais um exemplo: da Seleção. Valor lógico: Se F então

da Seleção.

Valor lógico:

Se
Se

F

então
então

F = V

então
então

o Rogério Ceni é jogador

(ou seja, a proposição composta é Verdadeira)

E

PACOTE DE TEORIA E EXERCÍCIOS PARA TÉCNICO DE NOTIFICAÇÕES – TCE/RJ

Se
Se

o Muricy é o técnico da Seleção Brasileira

Seleção.

Valor lógico:

Se
Se

F

então
então

V = V

então
então

o Neymar é jogador da

(ou seja, a proposição composta é Verdadeira)

Reparem que, se a primeira proposição for falsa, a sentença será

sempre verdadeira. Afinal, se o Muricy for o técnico, então o Rogério Ceni pode ser jogador e o Neymar também. Gravem isso: se a primeia

é falsa, a sentença é como um todo é

proposição do Se verdadeira.

então

Último exemplo:

Se
Se

o Mano Menezes é o técnico da Seleção Brasileira

jogador da Seleção.

Valor lógico:

(ou seja, a proposição composta é Falsa)

Se
Se

V

F = F = F

então
então

o Rogério Ceni é

Esse é o caso mais importante, e é dele que vocês vão lembrar toda vez que fizerem uma questão sobre o assunto.

A sentença composta Se

verdadeira e a segunda é falsa.

então

é

falsa se

a

primeira proposição for

Ou seja, para uma sentença composta, cuja primeira proposição é verdadeira, ser verdadeira, a segunda proposição deve NECESSARIAMENTE ser verdadeira também.

Da mesma forma, se a segunda proposição for falsa, a primeira proposição deverá ser falsa também.

Resumindo, a situação

Se
Se

V

então

F é PROIBIDA.

Assim, em resumo, a estrutura Se

então

se comporta da seguinte forma:

ESTRUTURA SE

ENTÃO

 

Se

V

então

V

= V

 

Se

V

então

F

= F

 

Se

F

então

V

= V

 

Se

F

então

F

= V

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6. Exercícios Comentados

Questão 1 – FCC/TCE-GO/Téc. Jud./2000

Uma proposição de uma linguagem é uma expressão de tal linguagem que pode ser classificada como verdadeira ou falsa. Com base nessa definição, analise as seguintes expressões:

I. 3 + 8 < 13 II. Que horas são? III. Existe um número inteiro x tal que 2x > -5.

IV. Os tigres são mamíferos.

V. 36 é divisível por 7.

VI. x +y = 5

É correto afirmar que são proposições APENAS as expressões

(A)

I e IV.

(B)

I e V.

(C)

II, IV e VI.

(D)

III, IV e V.

(E)

I, III, IV e V.

Analisando as sentenças da questão:

I. 3 + 8 < 13

3 + 8 sabemos que é 11. A questão afirma ser menor do que 13, ou seja, a afirmação é verdadeira. Como podemos classificar dessa maneira, a sentença é proposição.

II. Que horas são?

Já sabemos que sentenças interrogativas não são proposições.

III. Existe um número inteiro x tal que 2x > -5.

A questão afirma que existe um número x tal que 2x > -5. Ou seja, ela pode estar verdadeira ou falsa. Nem precisamos resolver a equação para saber se a sentença é verdadeira ou falsa, pois o simples fato de poder ser classificada de uma maneira ou de outra já a torna proposição. Ou seja, a sentença é proposição.

IV. Os tigres são mamíferos.

Nem precisa lembrar de biologia. Sendo ou não mamíferos (para quem não lembra, os tigres são sim mamíferos), a sentença pode ser classificada em verdadeiro ou falso. Ou seja, é proposição.

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V. 36 é divisível por 7.

Mais uma vez, nem precisamos resolver a conta proposta para sabermos se a afirmação é verdadeira ou falsa, para saber que ela pode ser classificada assim. Ou seja, a afirmação é uma proposição.

VI. x + y = 5

Será que x + y = 5 é verdadeiro ou falso? Depende. Por exemplo, se x = 2 e y = 3, a afirmação será verdadeira. Já, se x = y = 3, a afirmação será falsa.

Ou seja, não podemos classificar a sentença acima em verdadeiro ou falso, pois, a cada valor das incógnitas x e y, o valor lógico da sentença muda.

Gravem isso: não existe “depende” em relação a proposições. Elas devem ser verdadeiras ou falsas, e isso deve ser definido, constante e imutável.

Assim, são proposições as alternativas I, III, IV e V.

Resposta: letra E.

Questão 2 – FCC/TRE-PI/Ana. Jud./2009

Considere as três informações dadas a seguir, todas verdadeiras.

Se o candidato X for eleito prefeito, então Y será nomeado secretário de saúde.

Se Y for nomeado secretário de saúde, então Z será promovido a diretor do hospital central.

Se Z for promovido a diretor do hospital central, então haverá aumento do número de leitos.

Sabendo que Z não foi promovido a diretor do hospital central, é correto concluir que

(A)

o candidato X pode ou não ter sido eleito prefeito.

 

(B)

Y pode ou não ter sido nomeado secretário de saúde.

(C)

o

número

de

leitos

do

hospital

central

pode

ou

não

ter

aumentado.

(D)

o candidato X certamente foi eleito prefeito.

(E)

o número de leitos do hospital central certamente não aumentou.

Antes de qualquer coisa, vou deixar claro um conhecimento que usaremos durante todas as aulas.

Uma das afirmações do enunciado é a seguinte:

PACOTE DE TEORIA E EXERCÍCIOS PARA TÉCNICO DE NOTIFICAÇÕES – TCE/RJ

Se o candidato X for eleito prefeito, então Y será nomeado secretário de saúde.

Essa afirmação (como todas as outras semelhantes) pode ser dividida da seguinte forma:

Se o candidato X for eleito prefeito,

então Y será nomeado secretário de saúde.

PROPOSIÇÃO SIMPLES 1

PROPOSIÇÃO SIMPLES 2

PROPOSIÇÃO COMPOSTA OU SENTENÇA COMPOSTA

Quando eu disser “proposição 1”, “primeira proposição”, estarei me referindo à proposição inicial começada em “Se”. Da mesma forma, se eu disser “proposição 2”, “segunda proposição”, estarei me referindo à proposição final começada com “então”.

A sentença ou proposição composta é a frase como um todo, ligada por uma

Estrutura Lógica, o conectivo Se

então.

Se você souber muito bem como funciona a estrutura Se

chances de acertar algumas questões de qualquer prova de Lógica.

então, tem grandes

A chave para resolver esse tipo de questão é procurar uma afirmação com

valor lógico conhecido. Uma afirmação sem conectivos, que traga alguma informação do que é considerado Verdadeiro pela questão.

Essa afirmação, às vezes, é fornecida sutilmente, sem que percebamos. Reparem na seguinte afirmação do enunciado: “Sabendo que Z não foi

É uma informação absoluta: O

promovido a diretor do hospital central”

Z não foi promovido e pronto. Não há nenhuma condição.

Dessa forma, já sabemos, pelo enunciado, que Z não foi promovido. Agora,

para descobrir as

verdades sobre as outras afirmações. Fazemos isso colocando um “V” ou um “F” em cima das sentenças. A última já sabemos que é verdadeira, por isso, sobre ela, colocamos um “V”.

utilizamos os conhecimentos da estrutura Se

então

PACOTE DE TEORIA E EXERCÍCIOS PARA TÉCNICO DE NOTIFICAÇÕES – TCE/RJ

Se o candidato X for eleito prefeito, então Y será nomeado

secretário de saúde.

Se Y for nomeado secretário de saúde, então Z será

promovido a diretor do hospital central.

Se Z for promovido a diretor do hospital central, então

haverá aumento do número de leitos.

V
V

Sabendo que Z não foi promovido a diretor do hospital central,

é correto concluir que

Se Z não foi promovido, todas as sentenças que disserem que ele foi estão falsas. A 2ª e a 3ª sentença afirmam isso. Ou seja, falsas. Completando:

Se o candidato X for eleito prefeito, então Y será nomeado

secretário de saúde.

F
F

Se Y for nomeado secretário de saúde, então Z será

promovido a diretor do hospital central.

F
F

Se Z for promovido a diretor do hospital central, então

haverá aumento do número de leitos.

V
V

Sabendo que Z não foi promovido a diretor do hospital central,

é correto concluir que

Agora devemos avaliar os conectivos acima. Temos 3 “Se fundamental deste conectivo é:

Então”. A regra

A situação

Se
Se

V

então

F é PROIBIDA

PACOTE DE TEORIA E EXERCÍCIOS PARA TÉCNICO DE NOTIFICAÇÕES – TCE/RJ Já o enunciado diz que todas as proposições são verdadeiras. Ou seja, se a

segunda

obrigatoriamente ser falsa. Só assim a frase toda será verdadeira.

deve

Se

então

proposição

do

for

falsa,

a

primeira

A segunda proposição do enunciado apresenta um caso como esse. Completando esta informação:

Se o candidato X for eleito prefeito, então Y será nomeado

secretário de saúde.

F F
F
F

Se Y for nomeado secretário de saúde, então Z será

promovido a diretor do hospital central.

F
F

Se Z for promovido a diretor do hospital central, então

haverá aumento do número de leitos.

V
V

Sabendo que Z não foi promovido a diretor do hospital central, é correto concluir que

Com isso, acabamos de descobrir que Y não vai ser nomeado secretário de saúde, informação que também está presente na primeira afirmativa do enunciado. Então, completamos com um F a segunda proposição da primeira afirmação:

PACOTE DE TEORIA E EXERCÍCIOS PARA TÉCNICO DE NOTIFICAÇÕES – TCE/RJ

F será nomeado F
F
será nomeado
F

Se o candidato X for eleito prefeito, então Y

secretário de saúde.

F
F

Se Y for nomeado secretário de saúde, então Z será

promovido a diretor do hospital central.

F
F

Se Z for promovido a diretor do hospital central, então

haverá aumento do número de leitos.

V
V

Sabendo que Z não foi promovido a diretor do hospital central,

é correto concluir que

Novamente, na primeira afirmação, temos um caso igual ao anterior: segunda

. Isso significa que a

primeira proposição não pode ser verdadeira, senão incorremos no caso proibido. A primeira proposição deve necessariamente ser falsa. Completando essa informação:

proposição da frase falsa, com conectivo

Se

então

F

F será nomeado F
F
será nomeado
F

Se o candidato X for eleito prefeito, então Y

secretário de saúde.

F
F

Se Y for nomeado secretário de saúde, então Z será

promovido a diretor do hospital central.

F
F

Se Z for promovido a diretor do hospital central, então

haverá aumento do número de leitos.

V
V

Sabendo que Z não foi promovido a diretor do hospital central,

é correto concluir que

A única parte do enunciado que ficou sem ter seu valor lógico descoberto é a segunda parte da terceira afirmação. Isso significa que não sabemos se ela é falsa ou verdadeira, ou seja, assertivas da questão que pedirem para confirmar se ela é verdadeira estão falsas.

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Então, apenas para organizar as informações obtidas, sabemos que:

X não será eleito a prefeito;

Y não será nomeado secretário de saúde;

Z não será promovido a diretor do hospital.

Não sabemos se haverá ou não aumento no número de leitos.

Analisando as alternativas:

A) o candidato X pode ou não ter sido eleito prefeito. (Falso, sabemos que o candidato X não foi eleito).

(B) Y pode ou não ter sido nomeado secretário de saúde. (Falso,

sabemos que Y não foi nomeado). (C) o número de leitos do hospital central pode ou não ter aumentado. (Verdadeiro, ele pode ter aumentado ou não).

(D) o candidato X certamente foi eleito prefeito. (Falso, sabemos que o

candidato X não foi eleito).

(E) o número de leitos do hospital central certamente não aumentou.

(Falso, não sabemos se aumentou ou não).

Resposta: Letra C.

Questão 3 – FCC/TCE-SP/2010

Certo dia, cinco Agentes de um mesmo setor do Tribunal de Contas do Estado de São Paulo − Amarilis, Benivaldo, Corifeu, Divino e Esmeralda − foram convocados para uma reunião em que se discutiria a implantação de um novo serviço de telefonia. Após a realização dessa reunião, alguns funcionários do setor fizeram os seguintes comentários:

“Se Divino participou da reunião, então Esmeralda também participou”;

“Se Divino não participou da reunião, então Corifeu participou”;

“Se Benivaldo ou Corifeu participaram, então Amarílis não participou”;

“Esmeralda não participou da reunião”.

Considerando que as afirmações contidas nos quatro comentários eram verdadeiras, pode-se concluir com certeza que, além de Esmeralda, não participaram de tal reunião

(A)

Amarilis e Benivaldo.

(B)

Amarilis e Divino.

(C)

Benivaldo e Corifeu.

(D)

Benivaldo e Divino.

(E)

Corifeu e Divino.

A

absolutamente Verdadeira.

frase:

“Esmeralda

não

participou

da

reunião”

é

uma

premissa,

PACOTE DE TEORIA E EXERCÍCIOS PARA TÉCNICO DE NOTIFICAÇÕES – TCE/RJ

Colocamos um V sobre esta afirmação:

“Se Divino participou da reunião, então Esmeralda também participou”;

“Se Divino não participou da reunião, então Corifeu participou”;

“Se Benivaldo ou Corifeu participaram, então Amarílis não participou”;

V

“Esmeralda não participou da reunião”.

Analisando as demais proposições, reparamos que a primeira proposição também fala em Esmeralda, dizendo que ela participou da reunião. Isso não é verdadeiro. Já sabemos que com certeza ela não participou. Então, vamos acrescentar um F sobre o respectivo termo.

F

“Se Divino participou da reunião, então Esmeralda também participou”;

“Se Divino não participou da reunião, então Corifeu participou”;

“Se Benivaldo ou Corifeu participaram, então Amarílis não participou”;

V

“Esmeralda não participou da reunião”.

V

Na primeira afirmação, temos o conectivo Se

proposição simples é Falsa, a primeira também deve ser, sob pena de termos a situação proibida Se V então F. Voltando à tabela já apresentada,:

Quando a segunda

então.

Se V então Se V então Se F então Se F então
Se
V
então
Se
V
então
Se
F
então
Se
F
então

V

= V

F

= F

V

= V

F

= V

PACOTE DE TEORIA E EXERCÍCIOS PARA TÉCNICO DE NOTIFICAÇÕES – TCE/RJ Podemos perceber que a única possibilidade de uma proposição deste tipo ser falsa é quando o último termo é falso e o primeiro é verdadeiro.

O enunciado diz que todas as proposições são verdadeiras. Ou seja, elas não podem assumir a forma:

Se
Se

V

então

F = F

Como o último termo da primeira proposição é falso, o primeiro só pode ser falso, para que a proposição composta resultante seja verdadeira. Dessa forma:

F

F

“Se Divino participou da reunião, então Esmeralda também participou”;

“Se Divino não participou da reunião, então Corifeu participou”;

“Se Benivaldo ou Corifeu participaram, então Amarílis não participou”;

V

“Esmeralda não participou da reunião”.

Se é falso que o Divino participou da reunião, como extraímos da primeira proposição, então é verdadeiro que ele não participou. Já sabemos, então, que é verdadeiro o primeiro termo da segunda proposição. Vamos completar:

F

F

“Se Divino participou da reunião, então Esmeralda também participou”;

V

“Se Divino não participou da reunião, então Corifeu participou”;

“Se Benivaldo ou Corifeu participaram, então Amarílis não participou”;

V

“Esmeralda não participou da reunião”.

PACOTE DE TEORIA E EXERCÍCIOS PARA TÉCNICO DE NOTIFICAÇÕES – TCE/RJ

Agora chegamos a uma situação semelhante à anterior. Se a primeira parte da proposição condicional é verdadeira, a segunda tem que ser verdadeira, obrigatoriamente. Com isso, chegamos à conclusão de que Corifeu participou

da reunião, o que podemos completar também na terceira proposição:

F

F

“Se Divino participou da reunião, então Esmeralda também participou”;

V

V

“Se Divino não participou da reunião, então Corifeu participou”;

V

“Se Benivaldo ou Corifeu participaram, então Amarílis não participou”;

V

“Esmeralda não participou da reunião”.

A terceira proposição também é condicional (com o Se

percebam que o primeiro termo desta proposição também apresenta uma proposição composta, a disjunção (com o “Ou”). Basta um dos termos da disjunção serem verdadeiros para a disjunção ser verdadeira:

então). Mas

V

ou
ou

V

= V

V

ou
ou

F

= V

F

ou ou
ou
ou

V

= V

F

F

= F

Assim, como já sabemos que se o primeiro termo da condicional é verdadeiro, o segundo também deve ser, temos:

PACOTE DE TEORIA E EXERCÍCIOS PARA TÉCNICO DE NOTIFICAÇÕES – TCE/RJ

F F – “Se Divino participou da reunião, então Esmeralda também participou”; V V V
F
F
“Se
Divino
participou
da
reunião,
então
Esmeralda
também
participou”;
V
V
V
– “Se Divino não participou da reunião, então Corifeu participou”;
V
V
– “Se Benivaldo ou Corifeu participaram, então Amarílis não participou”;
V

Com base nas frases acima, chegamos às seguintes conclusões:

Amarílis não participou;

Corifeu participou;

Divino não participou;

Esmeralda não participou.

Quanto a Benivaldo, não sabemos. Em termos lógicos, ele poderia ou não ter participado, pois isso não afetaria a correção das frases do enunciado.

Mas já podemos responder à questão. Vamos para as alternativas:

além de Esmeralda, não participaram de tal reunião

(A)

Amarilis e Benivaldo (Amarílis não participou, Benivaldo não sabemos)

(B)

Amarilis e Divino (Amarílis não participou, Divino não participou) –

VERDADEIRA

(C) Benivaldo e Corifeu (Benivaldo não sabemos, Corifeu participou) -

FALSA

(D)

Benivaldo e Divino (Benivaldo não sabemos, Divino não participou)

(E)

Corifeu e Divino (Corifeu participou, Divino não participou).

Assim, a letra B é o gabarito, pois temos certeza de que nem Amarílis nem Divino participaram da reunião.

Resposta: Letra B.

PACOTE DE TEORIA E EXERCÍCIOS PARA TÉCNICO DE NOTIFICAÇÕES – TCE/RJ

7. Memorex

 
 

ESTRUTURAS LÓGICAS

 

CONECTIVO

TABELA-VERDADE

SÍMBOLOGIA

NEGAÇÃO

EQUIVALENTE

 
E
E
 

V

e

V

= V

       

V

F

e

e

F

V

= F

= F

p

^
^

q

→

~p

p

v ~q

~q

conjunção

F

e

F

= F

 
 
Ou
Ou
 

V

V

F

ou

ou

ou

V

F

V

= V

= V

= V

 

p

v q

v q

~p

^
^

~q

 

Disjunção

F

ou

F

= F

   
Se
Se
então
então
 

Se

V

então

V

= V

   

~q

~p

Se

V

então

F

= F

 
 
→
 

p

^
^
   
 

Se

F

então

V

= V

p

q

~q

Condicional

Se

F

então

F

= V

   

~p

 

v q

PACOTE DE TEORIA E EXERCÍCIOS PARA TÉCNICO DE NOTIFICAÇÕES – TCE/RJ 8. Lista das questões abordadas em aula

Questão 1 – FCC/TCE-GO/Téc. Jud./2000

Uma proposição de uma linguagem é uma expressão de tal linguagem que pode ser classificada como verdadeira ou falsa. Com base nessa definição, analise as seguintes expressões:

I. 3 + 8 < 13 II. Que horas são? III. Existe um número inteiro x tal que 2x > -5.

IV. Os tigres são mamíferos.

V. 36 é divisível por 7.

VI. x +y = 5

É correto afirmar que são proposições APENAS as expressões

(A)

I e IV.

(B)

I e V.

(C)

II, IV e VI.

(D)

III, IV e V.

(E)

I, III, IV e V.

Questão 2 – FCC/TRE-PI/Ana. Jud./2009

Considere as três informações dadas a seguir, todas verdadeiras.

Se o candidato X for eleito prefeito, então Y será nomeado secretário de saúde.

Se Y for nomeado secretário de saúde, então Z será promovido a diretor do hospital central.

Se Z for promovido a diretor do hospital central, então haverá aumento do número de leitos.

Sabendo que Z não foi promovido a diretor do hospital central, é correto concluir que

(A)

o candidato X pode ou não ter sido eleito prefeito.

(B)

Y pode ou não ter sido nomeado secretário de saúde.

(C)

o número de leitos do hospital central pode ou não ter aumentado.

(D)

o candidato X certamente foi eleito prefeito.

(E)

o número de leitos do hospital central certamente não aumentou.

Questão 3 – FCC/TCE-SP/2010

Certo dia, cinco Agentes de um mesmo setor do Tribunal de Contas do Estado de São Paulo − Amarilis, Benivaldo, Corifeu, Divino e Esmeralda − foram convocados para uma reunião em que se discutiria a implantação de um novo serviço de telefonia. Após a realização dessa reunião, alguns funcionários do setor fizeram os seguintes comentários:

PACOTE DE TEORIA E EXERCÍCIOS PARA TÉCNICO DE NOTIFICAÇÕES – TCE/RJ

“Se Divino participou da reunião, então Esmeralda também participou”;

“Se Divino não participou da reunião, então Corifeu participou”;

“Se Benivaldo ou Corifeu participaram, então Amarílis não participou”;

“Esmeralda não participou da reunião”.

Considerando que as afirmações contidas nos quatro comentários eram verdadeiras, pode-se concluir com certeza que, além de Esmeralda, não participaram de tal reunião

(A)

Amarilis e Benivaldo.

(B)

Amarilis e Divino.

(C)

Benivaldo e Corifeu.

(D)

Benivaldo e Divino.

(E)

Corifeu e Divino.

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9. Gabarito

1 – E

2 – C

3 – B

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Português para o TCE-RJ (teoria e questões comentadas)

Olá!

Saiu o edital do TCE-RJ !!!!!!

Meu nome é Décio Terror Filho. Sou professor concursado na área federal

e atuo no ensino da Língua Portuguesa para concurso público há doze anos, estudando as principais estratégias de abordagem de prova das diversas bancas.

Deixando de lado as apresentações, vamos trabalhar neste módulo todo

o conteúdo previsto no edital do TCE-RJ, de forma simples e com bastante

exercício. Todas as questões serão comentadas.

Veja o programa do edital 2012:

Elementos de construção do texto e seu sentido: gênero do texto (literário e não-literário; narrativo, descritivo e argumentativo); interpretação e organização interna. Semântica: sentido e emprego dos vocábulos; campos semânticos; emprego de tempos e modos dos verbos em português. Morfologia: reconhecimento, emprego e sentido das classes gramaticais; processos de formação de palavras; mecanismos de flexão dos nomes e verbos. Sintaxe: frase, oração e período; termos da oração; processos de coordenação e subordinação; concordância nominal e verbal; transitividade e regência de nomes e verbos; padrões gerais de colocação pronominal no português; mecanismos de coesão textual. Ortografia. Acentuação gráfica. Emprego do sinal indicativo de crase. Pontuação. Estilística: figuras de linguagem.

A distribuição dos assuntos nas aulas foi feita de maneira a abordar mais facilmente o entendimento da matéria e a resolução das questões, por isso não seguiremos fielmente a ordenação programada no edital, mas todo o conteúdo será visto e exercitado.

Críticas ao material e à abordagem do professor são sempre bem-vindas

e não há qualquer melindre em recebê-las, mesmo porque o FOCO é seu aproveitamento e VOCÊ TEM TODO O DIREITO DE SUGERIR, QUESTIONAR, SOLICITAR MAIS EXPLICAÇÕES, MAIS QUESTÕES etc.

Como há poucas provas da banca examinadora FEMPERJ, nosso curso ampliará o número de questões com outras bancas, a fim de praticarmos bastante. Ressaltamos que bom número de questões desta banca será trabalhada nas provas comentadas, como aulas-extras no final do curso.

PACOTE DE TEORIA E EXERCÍCIOS PARA TÉCNICO DE NOTIFICAÇÕES – TCE/RJ Agora chega de papo e vamos ao estudo!!!!!

Conteúdo Programático:

Aula 00: Emprego de tempos e modos dos verbos em português.

Aula 01: Mecanismos de flexão de verbos e de nomes.

Aula 02:

Sintaxe: frase, oração e período; coordenação e subordinação adverbial. Pontuação.

Aula 03:

Sintaxe: termos da oração; subordinação substantiva e adjetiva. Pontuação.

Aula 04: Concordância nominal e verbal.

Aula 05: Transitividade e regência de nomes e verbos. Crase.

Aula 06: Processos de formação de palavras. Ortografia. Acentuação gráfica

Aula 07: Morfologia: reconhecimento, emprego e sentido das classes gramaticais; padrões gerais de colocação pronominal no português. Aula 08: Semântica: sentido e emprego dos vocábulos; campos semânticos; Estilística: figuras de linguagem. Aula 09: Elementos de construção do texto e seu sentido: gênero do texto (literário e não-literário; narrativo, descritivo e argumentativo); interpretação e organização interna. Mecanismos de coesão textual.

Haverá provas comentadas no final do curso!!!

Então, vamos à nossa aula demonstrativa. Nosso assunto nesta aula é:

VERBO

O verbo é a palavra que se flexiona em número (singular/plural), pessoa (primeira, segunda e terceira), modo (indicativo, subjuntivo e imperativo), tempo (presente, pretérito e futuro), e voz (ativa, passiva e reflexiva). Pode indicar ação (fazer, copiar), estado (ser, permanecer, ficar), fenômeno natural (chover, anoitecer), ocorrência (acontecer, suceder), desejo (aspirar, almejar) e outros processos.

O que são formas nominais?

Muita gente se pergunta por que o infinitivo, o gerúndio e o particípio são chamados de formas nominais, se eles são verbos. Bom, o motivo disso é porque muitas vezes se comportam como nomes (substantivo, advérbio e adjetivo). Veja:

Infinitivo: termina em “r” (cantar, saber, partir). Algumas vezes se comporta como substantivo em construções do tipo “Amar é viver” (Amor é vida); “Estudar é bom” (Estudo é bom).

Gerúndio: normalmente termina em “ndo” (cantando, sabendo, partindo). Algumas vezes se comporta como advérbio em construções do tipo “Amanhecendo, vou a sua casa” (valor adverbial de tempo: quando amanhecer); “Estudando, passarei no concurso” (valor adverbial de condição:

se estudar).

PACOTE DE TEORIA E EXERCÍCIOS PARA TÉCNICO DE NOTIFICAÇÕES – TCE/RJ Particípio: (normalmente termina em “do”: cantado, sabido, partido). Algumas vezes ocupa valor de adjetivo, em construções do tipo: “Ele é abençoado”; “Janaína foi demitida”.

Veremos em nossas aulas que essas formas nominais podem estar numa oração reduzida. Além disso, veremos ainda nesta aula que essas formas nominais podem fazer parte também de locuções verbais.

Questão 1: TRF 2ª R 2007 – Analista (banca FCC)

Julgue esta afirmativa como CERTA (C) ou ERRADA (E)

Ora, por mais que se queira eliminar a liberdade do mundo humano, ela teima em aparecer, desafiando constantemente as previsões “científicas”.

Considerada a frase acima, em seu contexto, é correto afirmar que a forma verbal desafiando expressa noção de “tempo”.

Comentário: O gerúndio é uma forma nominal que, em determinado contexto, pode transmitir valor adverbial. A noção de tempo é adverbial, porém o contexto mostra uma circunstância de modo. A liberdade teima em aparecer como? Assim, o gerúndio “desafiando” transmite circunstância adverbial de modo e não de tempo, como pedia a questão.

Gabarito: E

Questão 2: TRF 2ª R 2007 – Analista (banca FCC)

Julgue esta afirmativa como CERTA (C) ou ERRADA (E)

Vencer tais limitações tem sido um desafio constante lançado à espécie humana. A frase acima, em seu contexto, abona a seguinte assertiva:

Vencer constitui emprego do infinitivo como substantivo, emprego também exemplificado por “Recordar é viver”, que equivale a “A recordação é vida”.

Comentário: O infinitivo é uma forma nominal que, em determinado contexto, pode transmitir valor substantivo. É o caso do infinitivo empregado nesta questão. Podemos entender o substantivo aí empregado como “O vencimento de limitações tem sido

Gabarito: C

Questão 3: TCE PE 2004 Procurador (banca CESPE)

Fragmento do texto:

1

5

A informação está cada vez mais ao nosso alcance. Mas a sabedoria, que é o tipo mais precioso de conhecimento, essa só pode ser encontrada nos grandes autores da literatura. Esse é o primeiro motivo por que devemos ler. O segundo motivo é que todo bom pensamento,

como já diziam os filósofos e os psicólogos, depende da memória. Não é possível pensar sem lembrar — e são os livros que ainda preservam a maior parte da nossa herança cultural. Finalmente, e este motivo está relacionado ao anterior, eu diria que uma democracia depende de pessoas capazes de pensar por si próprias. E ninguém faz isso sem ler.

Julgue esta afirmativa como CERTA (C) ou ERRADA (E)

Pela construção textual, depreende-se que, apesar de serem formas verbais, os vocábulos “pensar” e “lembrar”, ambos na linha 6, estão empregados como

PACOTE DE TEORIA E EXERCÍCIOS PARA TÉCNICO DE NOTIFICAÇÕES – TCE/RJ

substantivos.

Comentário: Sabemos que o verbo no infinitivo pode ser empregado como substantivo, principalmente quando vier antecedido do artigo, procedimento que chamamos de substantivação ou derivação imprópria, como nos seguintes exemplos: “Como filósofos, devemos pensar o viver das pessoas.” Note que o infinitivo “viver” foi antecipado do artigo simplesmente para enfatizar seu uso substantivo. Assim, houve simplesmente o nome da ação: “o viver”. Poderíamos simplesmente ter substituído por substantivo. Veja:

“Como filósofos, devemos pensar a vida das pessoas.”

Agora veja que a questão pede ao candidato para observar se a estrutura textual admite ler estes verbos como simples substantivos, isto é, nomes das ações. Isso não, pois ele nos induz a perceber a ênfase nas ações. Veja que o texto defende que “devemos ler” (o autor quer uma postura ativa do leitor), “ninguém faz isso sem ler” (sem realmente agir). Assim, segundo o texto, não é possível “pensar” (ação, atividade intelectual) sem “lembrar” (sem resgatar o que havia aprendido com o ato de ler). Esses dois verbos fazem parte de orações subordinadas reduzidas, pois podemos desenvolvê-las, preservando o sentido. Veja:

Não é possível que se pense sem que se lembre

Assim, o texto enfatiza a ação, só por isso não podemos dizer que os dois infinitivos estejam sendo usados com valor de substantivo.

Gabarito: E

1. Estrutura das formas verbais e alguns conceitos básicos:

Há três tipos de morfemas (partes da palavra) que participam da estrutura das formas verbais: o radical, a vogal temática e as desinências.

a. radical – é o morfema que concentra o significado essencial do verbo:

estud-ar

vend-er

permit-ir

am-ar

beb-er

part-ir

cant-ar

escond-er

proib-ir

b. Vogal temática – é o morfema que permite a ligação entre o radical e as desinências. Há três vogais temáticas:

-a- caracteriza os verbos da primeira conjugação: solt-a-r, cant-a-r

-e- caracteriza os verbos da segunda conjugação: viv-e-r, esquec-e-r

O verbo pôr e seus derivados (supor, depor, repor, compor, etc)

pertencem à segunda conjugação, pois sua vogal temática é –e–, obtida da forma portuguesa arcaica poer, do latim poere.

-i- caracteriza os verbos da terceira conjugação: assist-i-r, decid-i-r

O conjunto formado pelo radical e pela vogal temática recebe o nome de tema. Assim:

tema tema tema cantar vender partir
tema
tema
tema
cantar
vender
partir

1ª conjugação

2ª conjugação

3ª conjugação

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c. Desinências – são morfemas que se acrescentam ao tema para indicar as flexões do verbo. Há desinências número-pessoais e desinências modo- temporais:

cant á
cant
á
sse mos
sse
mos

Desinência número-pessoal

Indica a pessoa do discurso (1ª, 2ª, 3ª) e número (singular ou plural)

Radical

É a base de sentido do verbo.

Vogal temática

Indica a conjugação (1ª, 2ª, 3ª)

Desinência modo-temporal

Indica o modo (indicativo e subjuntivo) e o tempo verbal (presente, passado, futuro)

Essas desinências serão fundamentais para notarmos em que modos e tempos os verbos estão e com isso sabermos empregá-los. Mais à frente em nossa aula, faremos a conjugação do verbo e você terá discriminado cada morfema para entender melhor o processo de conjugação.

Uma das desinências aponta o modo verbal. Mas o que é MODO VERBAL?

Podemos entender os modos verbais como os divisores dos tempos verbais. Cada modo possui tempos verbais peculiares. Os modos verbais são:

o indicativo, o subjuntivo e o imperativo. Entendê-los é importante para sabermos seu emprego no texto.

Veja:

Indicativo: transmite certeza, convicção:

Eu estudo todos os dias.

Subjuntivo: transmite dúvida, incerteza, possibilidade:

Talvez eu estude ainda hoje.

Imperativo: transmite ordem, pedido, solicitação, conselho:

Estude, pois esta matéria é importante para a prova.

Então vejamos a flexão dos verbos em cada tempo e em seguida o emprego do tempo verbal.

Para fins didáticos, vamos notar algumas letras com contornos diferentes para chamar sua atenção quanto à estrutura do verbo. Isso é apenas para facilitar seu entendimento da conjugação. As letras marcadas em negrito são vogais temáticas, as sublinhadas são desinências número-pessoais. O morfema entre a vogal temática e a desinência número-pessoal é a desinência modo-

temporal, marcada com

.
.
estuda s radical vogal temática desinência modo-temporal desinência número-pessoal.
estuda
s
radical
vogal temática
desinência modo-temporal
desinência número-pessoal.

PACOTE DE TEORIA E EXERCÍCIOS PARA TÉCNICO DE NOTIFICAÇÕES – TCE/RJ

Vimos o que é a raiz (radical) de um verbo: cantar, beber e partir. Agora veremos que, quando a vogal tônica está no radical do verbo, temos as formas rizotônicas (rizo=raiz/radical; tônica=vogal de som mais forte): estudo, compreendam, cantam.

Há também as formas arrizotônicas, isto é, a vogal tônica está fora do radical: venderão, cantarei, conseguiríamos.

Outros conceitos importantes são os seguintes:

Regulares: verbos que mantêm a mesma base (radical). Perceba que na flexão do verbo “cantar” se mantém a base “cant”:

eu canto

talvez eu cante

se eu cantasse

Irregulares: verbos que não mantêm a mesma base (radical). Veja que na flexão do verbo “saber”, a base “sab” se modifica:

eu sei

talvez eu saiba

se eu soubesse

Essa variação da base (radical), quando mudamos os tempos, mostra que o verbo é irregular. Naturalmente, são justamente eles que caem na prova.

Os verbos ser e ir, por apresentarem profundas alterações nos radicais em sua conjugação, são chamados anômalos.

(ser) eu sou (ir) eu vou

talvez eu seja talvez eu vá

se eu fosse se eu fosse

Perceba que não mudamos só o radical. A palavra está totalmente modificada.

Defectivos: não são conjugados em determinadas pessoas, tempos ou modos.

Abundantes: apresentam mais de uma forma para determinada flexão.

Agora, vamos reconhecer quais são os modos e tempos verbais de um verbo simples e composto. Nesta aula, trabalharemos a conjugação dos verbos regulares, reconhecendo esses tempos e seu emprego.

Questão 4: TCE - SC Auditor 2006 (banca FEPESE)

Fragmento do texto: Sua importância é ressaltada pelo fato de que a Administração Pública somente pode fazer aquilo que a lei permite, enquanto nas relações entre particulares vige o princípio segundo o qual estes podem fazer tudo aquilo que a lei não proíbe.

Julgue esta afirmativa como CERTA (C) ou ERRADA (E)

O verbo “vige”, na linha 3, tem como infinitivo vigir que, segundo um verbo defectivo, não tem a conjugação completa.

Comentário: O único erro da questão é a afirmação sobre o infinitivo. O infinitivo do verbo “vige” é “viger”. O restante está certo: este verbo é defectivo, pois não é conjugado na primeira pessoa do singular do presente do indicativo, nem no presente do subjuntivo.

Resposta: E

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MODO INDICATIVO

Paradigmas dos verbos regulares - Tempos simples

 

MODO INDICATIVO

 

PRESENTE

eu

estudo

vendo

permito

tu

estudas

vendes

permites

ele

estuda

vende

permite

nós

estudamos

vendemos

permitimos

vós

estudais

vendeis

permitis

eles

estudam

vendem

permitem

 

Este

tempo

indica

processos

verbais

que

se

desenvolvem

simultaneamente ao momento em que se fala ou escreve (Estou em São Paulo), (Não confio nele.). Também é utilizado para expressar processos habituais, regulares, ou aquilo que tem validade permanente (Estudo todos

os dias.), (Durmo pouco.), (Todos os cidadãos são iguais perante a lei).

 

PRETÉRITO IMPERFEITO

 

eu

estuda

 

vend

eu estud a   vend permit  

permit

 

tu

estuda

s

vend

tu estud a s vend s permit s

s

permit

s

ele

estuda

vend

ele estud a vend permit

permit

nós

vós

estudá

estudá

mos

is

vend mos

vend

vend mos vend is
vend mos vend is

is

permit mos

permit is

eles

estuda

m

vend

eles estud a m vend m permit m

m

permit

m

Perceba as desinências modo-temporais “-va” (primeira conjugação) e “-ia” (segunda e terceira conjugações).

Este tempo pode transmitir uma ideia de continuidade, de processo que no passado era constante ou frequente (Estavam todos muito satisfeitos com o desempenho da equipe.).

 

PRETÉRITO PERFEITO

 

eu

estudei

 

vendi

permiti

tu

estudaste

 

vendeste

 

permitiste

 

ele

estudou

vendeu

permitiu

nós

estudamos

vendemos

permitimos

vós

estudastes

vendestes

permitistes

eles

estuda

eles estud a m vend e m permit i m
eles estud a m vend e m permit i m

m

vende

eles estud a m vend e m permit i m
eles estud a m vend e m permit i m

m

permiti

eles estud a m vend e m permit i m
eles estud a m vend e m permit i m

m

Exprime os processos verbais concluídos e localizados num momento ou período definido do passado (Os primeiros imigrantes italianos chegaram ao Brasil no século antepassado.).

 

PRETÉRITO MAIS-QUE-PERFEITO

 

eu

estuda

 

vende

 

permiti

 

tu

estuda

s

vende

s

permiti

s

ele

estuda

vende

permiti

nós

estudá

mos

vendê

mos

permití

mos

vós

estudá

is

vendê

is

permití

is

eles

estuda

m

vende

m

permiti

m

PACOTE DE TEORIA E EXERCÍCIOS PARA TÉCNICO DE NOTIFICAÇÕES – TCE/RJ

Perceba

a

desinência

modo-temporal

“-ra”

átona.

Note

que

essa

desinência, na segunda pessoa do plural, varia para “-re”.

Este tempo exprime um processo que ocorreu antes de outro passado:

(Já amanhecia quando ela percebeu que ele partira).

 

FUTURO DO PRESENTE

 

eu

estuda

i

vende

i

permiti

i

tu

estuda

s

vende

s

permiti

s

ele

estuda

vende

permiti

nós

estuda

mos

vende

mos

permiti

mos

vós

estuda

is

vende

is

permiti

is

eles

estuda

o

vende

o

permiti

o

 

Perceba

a

desinência

modo-temporal

“-ra”

tônica.

Note

que

essa

desinência em algumas pessoas do discurso varia para “-re”.

Este tempo é usado normalmente em processos tidos como certos ou prováveis (Chegaremos lá amanhã cedo).

 

FUTURO DO PRETÉRITO

 

eu

estuda

 

vende

 

permiti

 

tu

estuda

s

vende

s

permiti

s

ele

estuda

vende

permiti

nós

estuda

mos

vende

mos

permiti

mos

vós

estuda

is

vende

is

permiti

is

eles

estuda

m

vende

m

permiti

m

Perceba a desinência modo-temporal “-ria”. Note que essa desinência, na segunda pessoa do plural, varia para “-rie”.

Este tempo expressa processos posteriores ao momento passado a que nos estamos referindo (Muito tempo depois, chegaria a sensação de fracasso.). Também se emprega esse tempo para expressar dúvida, incerteza ou hipótese em relação a um fato passado (Se ela conversasse menos, teria facilidade na matéria.)

Questão 5: MPE RJ / 2001 / Médio (banca NCE)

RACISMO A imprensa brasileira vem noticiando uma proposta milionária do Lazio da Itália, que pretende adquirir o passe do zagueiro Juan por 10 milhões de dólares. Este é o time cuja torcida já agrediu o jogador brasileiro Antonio Carlos, do Roma, e perdeu o mando de campo por incitamento racista em pleno estádio. Aqui fica uma sugestão a este jovem negro, atleta brasileiro de 22 anos, com um brilhante futuro profissional: recuse o convite e não troque o Brasil pela Itália, pois moedas não resgatam a dignidade. Diga não aos xenófobos e racistas.

O Globo, 13/7/01

Considerando que a ação de agredir o jogador brasileiro Antonio Carlos ocorreu antes de o Lazio perder o mando do campo, ação também passada, o verbo agredir deveria estar no:

a) mais-que-perfeito do indicativo;

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b) imperfeito do indicativo;

c) futuro do pretérito;

d) imperfeito do subjuntivo;

e) presente do subjuntivo.

Comentário: Como o verbo “agredir” expressa uma ação antes de outra também passada, o tempo a ser empregado seria o mais-que-perfeito do indicativo (agredira).

Gabarito: A

Questão 6: Defensoria Pública SP 2010 - Superior (banca FCC)

A memória ajuda a definir quem somos.

O verbo flexionado nos mesmos tempo e modo em que se encontram os grifados acima está também grifado na frase:

(A)

para que possa interpretar

(B)

Cientistas brasileiros e americanos demonstraram ser possível apagar

(C)

tornou-se uma preocupação central nas sociedades modernas

(D)

que as células do cérebro não se regeneravam.

(E)

O experimento indica que

Comentário: Os verbos “ajuda” e “somos” encontram-se no tempo presente do indicativo. Na alternativa (A), “possa” está no presente do subjuntivo, o qual será visto adiante. Na alternativa (B), o verbo “demonstraram” encontra-se no pretérito perfeito do indicativo. Na alternativa (C), o verbo “tornou-se” também se encontra no pretérito perfeito do indicativo. Na alternativa (D), o verbo “regeneravam” encontra-se no pretérito imperfeito do indicativo. A alternativa (E) é a correta, pois “indica” também se encontra no presente do indicativo.

Gabarito: E

Questão 7: Prefeitura 2007 Superior (banca NCE)

“Esse comportamento ocorre quando um cidadão age de acordo com aquilo que os outros pensam”; as formas verbais que não substituem de forma adequada as formas verbais sublinhadas nesse segmento do texto são:

(A)

ocorria/agia;

(B) ocorreu/agiu;

(C) vai ocorrer / agir;

(D)

ocorreria/agisse;

(E) ia ocorrer/tinha agido.

Comentário: Note que os verbos “ocorre” e “age” combinam-se, porque estão no presente do indicativo. A alternativa (A) está correta, porque levou os dois verbos ao pretérito imperfeito do indicativo, mudando o sentido, mas preservando a coerência. A alternativa (B) está correta, porque os dois verbos agora estão no pretérito perfeito do indicativo, passando a transmitir um sentido de ação acabada. Como dissemos, muda-se o sentido, mas se mantém a coerência. Você poderia ter ficado na dúvida na alternativa (C), mas ela está correta. Perceba que a locução verbal (vai ocorrer) transmite valor de futuro, podendo ser substituída pelo tempo futuro do presente simples: ocorrerá. Assim, é natural combinar com o verbo no futuro do subjuntivo (agir). A alternativa (D) também está correta, pois vimos que é normal

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usarmos o futuro do pretérito do indicativo (ocorreria) combinando com o pretérito imperfeito do subjuntivo (agisse). A alternativa (E) está errada e quem nos aponta isso é o verbo auxiliar das locuções verbais “ia ocorrer” e “tinha agido”. A locução verbal “ia ocorrer” transmite uma hipótese, aquilo que poderia ocorrer no passado. Para que haja coerência, o segundo verbo não pode ser “tinha agido”, mas o pretérito imperfeito do indicativo: agia, pois transmite um processo habitual no passado. Veja:

Esse comportamento ia ocorrer quando um cidadão agia de acordo com aquilo que os outros pensam

Gabarito: E

Questão 8: SEFAZ - SP 2010 - Fiscal de rendas (banca FCC)

1

Conheci ontem o que é celebridade. Estava comprando gazetas a um homem que as vende na calçada da Rua de S. José, esquina do Largo da Carioca, quando vi chegar uma mulher simples e dizer ao vendedor com voz descansada:

5

Me dá uma folha que traz o retrato desse homem que briga lá fora.

Quem?

Me esqueceu o nome dele.

Leitor obtuso, se não percebeste que “esse homem que briga lá fora”

 

é

nada menos que o nosso Antônio Conselheiro, crê-me que és ainda mais

10

obtuso do que pareces. A mulher provavelmente não sabe ler, ouviu falar da seita de Canudos, com muito pormenor misterioso, muita auréola, muita

lenda, disseram-lhe que algum jornal dera o retrato do Messias do sertão,

e

foi comprá-lo, ignorando que nas ruas só se vendem as folhas do dia. Não

sabe o nome do Messias; é “esse homem que briga lá fora”. A celebridade,

15

caro e tapado leitor, é isto mesmo. O nome de Antônio Conselheiro acabará por entrar na memória desta mulher anônima, e não sairá mais. Ela levava uma pequena, naturalmente filha; um dia contará a história à filha, depois à neta, à porta da estalagem, ou no quarto em que residirem.

 

(Machado de Assis, Crônica publicada em A semana, 1897. In Obra completa, vol.III, Rio de Janeiro: Nova Aguilar, 1997, p. 763)

Considerado o contexto, está correto o que se afirma em:

(A)

 

(linha 1) Estava comprando indica, entre ações simultâneas, a que se estava processando quando sobrevieram as demais.

(B)

(linha 12) dera exprime ação ocorrida simultaneamente a disseram (linha

 

11).

(C)

 

(linha 16) acabará por entrar expressa um desejo.

(D)

(linha 17) levava designa fato passado concebido como permanente.

(E) (linha 18) residirem exprime fato possível, mas improvável.

Comentário: Percebemos que um dos empregos do tempo pretérito imperfeito do indicativo é para exprimir o processo que estava em desenvolvimento quando da ocorrência de outro. Justamente isso foi cobrado nesta prova. Houve ocorrência de ações simultaneamente no passado (“vi”, “chegar” e “dizer”), enquanto outra estava em desenvolvimento (estava comprando). A ação continuada do pretérito imperfeito (estava) foi ampliada pelo uso do gerúndio (comprando). Note, assim, que a alternativa (A) é a

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correta. Na alternativa (B), o verbo “dera” marca ação que ocorreu antes de “disseram”. Ações simultâneas são aquelas que ocorrem ao mesmo tempo. Por isso, há erro nesta alternativa. Na alternativa (C), “acabará por entrar” não expressa um desejo, mas sim uma possível consequência. Na alternativa (D), perceba que o pretérito imperfeito do indicativo transmite processo em desenvolvimento no passado, mas não como permanente. Na alternativa (E), há fato possível e provável.

Gabarito: A

Questão 9: SEFAZ - SP 2010 - Fiscal de rendas (banca FCC)

Se o cronista tivesse preferido contar com suas próprias palavras o que a mulher disse ao vendedor, a formulação que, em continuidade à frase quando vi chegar uma mulher simples e pedir ao vendedor com voz descansada, atenderia corretamente ao padrão culto escrito é:

 

(A)

que desse uma folha que traria o retrato desse homem que briga lá fora.

(B)

que lhe desse uma folha que trazia o retrato daquele homem que brigava lá fora.

(C)

que lhe dê uma folha que traz o retrato desse homem que briga lá fora.

(D)

que me dê uma folha que traz o retrato desse homem que brigaria lá fora.

(E)

que: Dê-me uma folha que traz o retrato daquele homem que brigaria lá fora.

Comentário: Note que a fala da personagem (“uma mulher simples”) encontra-se no presente do indicativo. Os verbos estão sendo usados nesse tempo para retratar o que está em desenvolvimento naquele momento. Este é

o

chamado discurso direto. Porém, o pedido da questão faz com que a fala da personagem seja

contada pelas próprias palavras do narrador. Perceba que o que ele vai contar ocorreu no dia anterior (Conheci ontem). Então aquilo que era presente para

o

personagem (a mulher), para o narrador será passado, pois o fato ocorreu

um dia antes. Assim, no lugar do presente do indicativo (utilizado pelo personagem), o narrador deve usar o pretérito imperfeito do indicativo, pois o emprego deste

verbo marca aquilo que se encontrava em desenvolvimento em determinado momento do passado (ontem). Então a reconstrução correta é a da alternativa

(B), com os verbos “trazia” e “ brigava” no pretérito imperfeito do indicativo (marca certeza no passado), e o verbo “desse” no pretérito imperfeito do subjuntivo, o qual marca incerteza, pois foi feito um pedido que pode ser

negado (“pedir ao vendedor”

).

Gabarito: B

Questão 10: Prefeitura Itaocara Superior (banca CEPERJ)

Rita

1 No meio da noite despertei sonhando com minha filha Rita. Eu a via nitidamente, na graça de seus cinco anos. Seus cabelos castanhos – a fita azul – o nariz reto, correto, os

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olhos de água, o riso fino, engraçado, brusco

 

5

Depois um instante de seriedade; minha filha Rita encarando a vida sem medo, mas séria, com dignidade. Rita ouvindo música; vendo campos, mares, montanhas; ouvindo de seu pai o pouco, o nada que ele sabe das coisas, mas pegando dele seu jeito de amar – sério, quieto, devagar.

10

Eu lhe traria cajus amarelos e vermelhos, seus olhos brilhariam de prazer. Eu lhe ensinaria a palavra cica, e também a amar os bichos tristes, a anta e a pequena cutia; e o córrego; e a nuvem tangida pela viração. Minha filha Rita em meu sonho me sorria – com pena deste seu

15

pai, que nunca a teve.

 

(Rubem Braga)

A

ideia de hipótese está contida no tempo verbal empregado em:

 

A)

“No meio da noite despertei

(l. 1) B) “Eu a via nitidamente

(l. 1/2)

C)

(l. 7)

D) “Eu lhe traria

(l. 10)

E)

“Rita ouvindo música “

que nunca a teve.” (l. 15)

 

Comentário: Os verbos “despertei” e “teve” estão no pretérito perfeito do indicativo, o qual é empregado para marcar uma ação já desenvolvida. Assim, as alternativas (A) e (E) podem ser eliminadas.

 

O

verbo “via” encontra-se no pretérito imperfeito do indicativo, o qual é

empregado para marcar uma regularidade no passado. Assim, a alternativa (B) deve ser excluída.

 

O

verbo “ouvindo” encontra-se no gerúndio para transmitir ideia de ação

em desenvolvimento. Assim, também excluímos a alternativa (C).

 
 

O

verbo “traria” encontra-se no futuro do pretérito do indicativo, o qual

é

empregado para marcar hipótese. Assim, a alternativa (D) é a correta.

Gabarito: D

 

Questão 11: Prefeitura Catu - BA 2007 – Assistente Social (banca AOCP)

Prefeitura Catu - BA 2007 – Assistente Social (banca AOCP) A tira apresenta três verbos. Qual

A tira apresenta três verbos. Qual das alternativas utiliza verbos que estão no

mesmo tempo verbal que os verbos da tira, sem importar a ordem em que

aparecem?

a) Eu pensei que seria um sonho para nunca esquecer.

b) A oportunidade bateu uma vez na porta, que você saiba. Abrir a porta na próxima vez?

c) “Desconfiar” seria o mesmo que “você duvida”, ou eu errei?

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d) Mariana sonhou que sua irmã sabia voar.

e) Quem poderia pegar esta sacola para mim?

Comentário: Os verbos da frase da questão são “disse” (pretérito perfeito do indicativo), “podia” (pretérito imperfeito do indicativo) e “colher” (infinitivo). Na realidade, infinitivo não é um tempo verbal, mas uma forma nominal. A alternativa (D) é a correta, pois os verbos “sonhou” está no pretérito perfeito do indicativo, “sabia” está no pretérito imperfeito do indicativo e “voar” encontra-se no infinitivo. Na alternativa (A), o verbo “pensei” está no pretérito perfeito do indicativo, “seria” está no futuro do pretérito do indicativo e “esquecer” encontra-se no infinitivo. Na alternativa (B), o verbo “bateu” está no pretérito perfeito do indicativo, “saiba” está no presente do subjuntivo e “Abrir” encontra-se no infinitivo. Na alternativa (C), “Desconfiar” está no infinitivo, “seria” é o futuro do pretérito do indicativo, “duvida” está no presente do indicativo e “errei” está no pretérito perfeito do indicativo. Na alternativa (E), “poderia” está no futuro do pretérito do indicativo, “pegar” está no infinitivo.

Gabarito: D

Questão 12: TCE PI 2006 Assessor Jurídico (banca FCC)

Que tinha emprego

O mesmo tempo e o mesmo modo da forma verbal grifada acima repetem-se na frase:

(A)

e se avoluma ano a ano.

(B)

mas foi um desenvolvimento seletivo.

(C)

os que estavam fora do mercado de trabalho

(D)

o País saltou para a 8a posição.

(E)

onde se concentraram os investimentos da indústria.

Comentário: O verbo “tinha” possui a desinência modo-temporal “nha” (variação de “ia”), por isso se encontra no pretérito imperfeito do indicativo. O mesmo ocorre com a alternativa (C), pois “estavam” possui a desinência modo-temporal “va”, também marcando o pretérito imperfeito do indicativo. Veja os demais verbos: “avoluma” está flexionado no presente do indicativo, enquanto os verbos “foi”, “saltou” e “concentraram” estão flexionados no pretérito perfeito do indicativo.

Gabarito: C

Questão 13: Prefeitura Pinhais-PR – 2007 – Assistente Social (banca AOCP)

 

Atrás da porta

 

Quando

olhaste