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-PÚBLICO-

N-76 REV. G 02 / 2013

CONTEC
Comissão de Normalização
Técnica Materiais de Tubulação para Instalações de
Refino e Transporte
SC-17
Oleoduto e Gasoduto
2a Emenda

Esta é a 2a Emenda da PETROBRAS N-76 REV. G, que incorpora a 1a emenda, e se destina a


modificar o seu texto na(s) parte(s) indicada(s) a seguir:

NOTA 1 A(s) nova(s) página(s) com a(s) alteração(ões) efetuada(s) está(ão) colocada(s) na(s)
posição(ões) correspondente(s).
NOTA 2 A(s) página(s) emendada(s), com a indicação da data da emenda, está(ão) colocada(s) no
final da norma, em ordem cronológica, e não devem ser utilizada(s).

- Tabela 3:

Incluída a padronização Ea classe 600 FJA, Norma Básica ASME B31.4. (2ª Emenda)
Alterada a padronização Ec, de classe de pressão de 600 RF para 600 FJA. (1ª Emenda)
Incluída a padronização Eh classe 600 FJA, Norma Básica ASME B31.4 / B31.8 (2ª Emenda)
Cancelada a padronização Ob classe 600 RF. (1ª Emenda)
Incluída a padronização Oa classe 600 FJA. (1ª Emenda)

- Padronizações:

Incluída a Folha de Padronização Oa. (1ª Emenda)


Incluída a Folha de Padronização Ea. (2ª Emenda)
Cancelada a Folha de Padronização Eh. (2ª Emenda)
Cancelada a Folha de Padronização Ob. (1ª Emenda)

PROPRIEDADE DA PETROBRAS 1 páginas


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N-76 REV. G 12 / 2012

Materiais de Tubulação para Instalações de


Refino e Transporte

Procedimento

Esta Norma substitui e cancela a sua revisão anterior.


Cabe à CONTEC - Subcomissão Autora, a orientação quanto à interpretação do
texto desta Norma. A Unidade da PETROBRAS usuária desta Norma é a
responsável pela adoção e aplicação das suas seções, subseções e
enumerações.

Requisito Técnico: Prescrição estabelecida como a mais adequada e que


deve ser utilizada estritamente em conformidade com esta Norma. Uma
CONTEC eventual resolução de não segui-la (“não-conformidade” com esta Norma) deve
Comissão de Normalização ter fundamentos técnico-gerenciais e deve ser aprovada e registrada pela
Técnica Unidade da PETROBRAS usuária desta Norma. É caracterizada por verbos de
caráter impositivo.

Prática Recomendada: Prescrição que pode ser utilizada nas condições


previstas por esta Norma, mas que admite (e adverte sobre) a possibilidade de
alternativa (não escrita nesta Norma) mais adequada à aplicação específica. A
alternativa adotada deve ser aprovada e registrada pela Unidade da
PETROBRAS usuária desta Norma. É caracterizada por verbos de caráter
não-impositivo. É indicada pela expressão: [Prática Recomendada].

Cópias dos registros das “não-conformidades” com esta Norma, que possam
contribuir para o seu aprimoramento, devem ser enviadas para a
SC - 17 CONTEC - Subcomissão Autora.

Tubulação As propostas para revisão desta Norma devem ser enviadas à CONTEC -
Subcomissão Autora, indicando a sua identificação alfanumérica e revisão, a
seção, subseção e enumeração a ser revisada, a proposta de redação e a
justificativa técnico-econômica. As propostas são apreciadas durante os
trabalhos para alteração desta Norma.

“A presente Norma é titularidade exclusiva da PETRÓLEO BRASILEIRO


S.A. - PETROBRAS, de uso interno na PETROBRAS, e qualquer
reprodução para utilização ou divulgação externa, sem a prévia e
expressa autorização da titular, importa em ato ilícito nos termos da
legislação pertinente, através da qual serão imputadas as
responsabilidades cabíveis. A circulação externa será regulada mediante
cláusula própria de Sigilo e Confidencialidade, nos termos do direito
intelectual e propriedade industrial.”

Apresentação
As Normas Técnicas PETROBRAS são elaboradas por Grupos de Trabalho
- GT (formados por Técnicos Colaboradores especialistas da Companhia e de suas Subsidiárias), são
comentadas pelas Unidades da Companhia e por suas Subsidiárias, são aprovadas pelas
Subcomissões Autoras - SC (formadas por técnicos de uma mesma especialidade, representando as
Unidades da Companhia e as Subsidiárias) e homologadas pelo Núcleo Executivo (formado pelos
representantes das Unidades da Companhia e das Subsidiárias). Uma Norma Técnica PETROBRAS
está sujeita a revisão em qualquer tempo pela sua Subcomissão Autora e deve ser reanalisada a
cada 5 anos para ser revalidada, revisada ou cancelada. As Normas Técnicas PETROBRAS são
elaboradas em conformidade com a Norma Técnica PETROBRAS N-1. Para informações completas
sobre as Normas Técnicas PETROBRAS, ver Catálogo de Normas Técnicas PETROBRAS.
.

PROPRIEDADE DA PETROBRAS 151 páginas, Índice de Revisões e GT


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N-76 REV. G 12 / 2012

1 Escopo

1.1 Esta Norma padroniza os materiais para tubulações metálicas nas classes de
pressão 125, 150, 250, 300, 600, 900, 1500 e 2500, tubulações de PVC, tubulações de PEAD e
tubulações de PRFV a serem utilizadas, nas instalações de Refino e Transporte da PETROBRAS
relacionadas na norma PETROBRAS N-57.

1.2 Esta Norma se aplica a projetos iniciados a partir da data de sua edição e também a
instalações/equipamentos já existentes, quando da sua manutenção ou reforma.

1.3 As classes de pressão definidas em 1.1 correspondem às das ASME B16.1, B16.5, B16.11,
B16.24, B16.47 e ISO 4427.

1.4 Esta Norma contém somente Requisitos Técnicos.

2 Referências Normativas

Os documentos relacionados a seguir são indispensáveis à aplicação deste documento. Para


referências datadas, aplicam-se somente as edições citadas. Para referências não datadas,
aplicam-se as edições mais recentes dos referidos documentos.

PETROBRAS N-57 - Projeto Mecânico de Tubulação Industrial;

PETROBRAS N-75 - Abreviaturas para os Projetos Industriais;

PETROBRAS N-108 - Drenos e Suspiros;

PETROBRAS N-111 - Hidrantes Industriais e acessórios para conexões do tipo Storz;

PETROBRAS N-115 - Montagem de Tubulações Metálicas;

PETROBRAS N-1693 - Critérios para Padronização de Material de Tubulação;

PETROBRAS N-1710 - Codificação de Documentos Técnicos de Engenharia;

PETROBRAS N-1931 - Material de Tubulação para Instrumentação;

PETROBRAS N-2546 - Critérios para Utilização de Válvulas Esfera “Fire-Safe”;

PETROBRAS N-2629 - Tinta de Acabamento Epóxi sem Solvente;

ABNT NBR 5648 - Sistemas Prediais de Água Fria - Tubos e Conexões de PVC
6,3, PN 750 kPa, com Junta Soldável - Requisitos;

ABNT NBR 15827 - Válvulas Industriais para instalações de exploração, produção, refino e
transporte de produtos de petróleo - Requisitos de projeto e ensaio de protótipo.

ISO 4427 - Polyethylene (PE) Pipes for Water Supply Specifications;

ISO 10434 (API 600) - Bolted Bonnet Steel Gate Valves for Petroleum and Natural Gas
Industries;

ISO 14313 (API 6D) - Petroleum and Natural Gás Industries - Pipeline Transportation
Systems - Pipeline Valves;

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N-76 REV. G 12 / 2012

ISO 15761 (API 602) - Steel Gate, Globe and Check Valves for Sizes DN 100 and Smaller,
for the Petroleum and Natural Gas Industries;

API SPEC 5L - Specification for Line Pipe;

API STD 594 - Check Valves: Wafer, Wafer-Lug, and Double Flanged Type;

API STD 599 - Metal Plug Valves - Flanged and Welding Ends Fourth;

API STD 609 - Butterfly Valves: Double Flanged, Lug - and Wafer - Type;

ASME B1.1 - Unified Inch Screw Threads;

ASME B1.20.1 - Pipe Threads, General Purpose (inch);

ASME B16.1 - Cast Iron Pipe Flanges and Flanged Fittings Classes 25, 125, and 250;

ASME B16.3 - Malleable Iron Threaded Fittings, Classes 150 and 300;

ASME B16.5 - Pipe Flanges and Flanged Fittings;

ASME B16.9 - Factory - Made Wrought Steel Buttwelding Fittings;

ASME B16.11 - Forged Fittings, Socket-Welding and Threaded;

ASME B16.14 - Ferrous Pipe Plugs, Bushing and Locknuts with Pipe Threads;

ASME B16.15 - Cast Bronze Threaded Fittings, Classes 125 and 250;

ASME B16.20 - Metallic Gaskets for Pipe Flanges Ring-Joint, Spiral-Wounds and Jacketed;

ASME B16.21 - Nonmetallic Flat Gaskets for Pipe Flanges;

ASME B16.24 - Cast Copper Alloy Pipe Flanges and Flanged Fittings: Class 150, 300, 400,
600, 900, 1500, and 2500;

ASME B16.36 - Orifice Flanges;

ASME B16.39 - Malleable Iron Threaded Pipe Union;

ASME B16.47 - Large Diameter Steel Flanges (NPS 26 through NPS 60);

ASME B18.2.1 - Square and Hex Bolts and Screws;

ASME B18.2.2 - Square and Hex Nuts;

ASME B31.3 - Process Piping;

ASME B31.4 - Pipeline Transportation Systems for Liquid Hydrocarbons and Other Liquids;

ASME B31.8 - Gas Transmission and Distribution Piping Systems;

ASME B36.10 - Welded and Seamless Wrought Steel Pipe;

ASME B36.19 - Stainless Steel Pipe;

ASTM A 123 - Standard Specification for Zinc (Hot-Dip Galvanized) Coatings on Iron and
Steel Products;

ASTM A 264 - Standard Specification for Stainless Chromium-Nickel Steel-Clad Plate;

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N-76 REV. G 12 / 2012

ASTM A 530 - Standard Specification for General Requirements for Specialized Carbon and
Alloy Steel Pipe;

ASTM A 733 - Standard Specification for Welded and Seamless Carbon Steel and Austenitic
Stainless Steel Pipe Nipples;

AWWA C207 - Steel Pipe Flanges for Waterworks Service-Sizes 4 in Through 144 in;

BSI BS 1868 - Steel Check Valves (Flanged and Butt- Welding Ends) for the Petroleum,
Petrochemical and Allied Industries;

BSI BS 1873 - Steel Globe and Globe Stop and Check Valves (Flanged and Butt Welding
Ends) for the Petroleum, Petrochemical and Allied Industries;

CEN EN 13789 - Industrial Valves - Cast Iron Globe Valves;

MSS SP-70 - Cast Iron Gate Valves, Flanged and Threaded Ends;

MSS SP-71 - Gray Iron Swing Check Valves, Flanged and Threaded Ends;

MSS SP-80 - Bronze Gate, Globe, Angle and Check Valves;

MSS SP-83 - Class 3000 Steel Pipe Unions, Socket-Welding and Threaded;

MSS SP-88 - Diaphragm Type Valves;

MSS SP-95 - Swage(d) Nipples and Bull Plugs;

MSS SP-97 - Integrally Reinforced Forged Branch Outlet Fittings - Socket Welding,
Threaded and Buttwelding Ends.

NFPA 1963 - Standard for Fire Hose Connections.

3 Condições Gerais

3.1 Esta Norma abrange várias Folhas de Padronização de Material de Tubulação, conforme
discriminado pela Lista das Folhas de Padronização de Material de Tubulação.

3.2 Cabe à Projetista a correta seleção da padronização em função das características do fluido,
requisitos de operação e condições de projeto, tendo o campo de serviços somente caráter de
orientação.

3.3 Caso as Folhas de Padronização de Material de Tubulação desta Norma não atendam aos
requisitos específicos do serviço, cabe à projetista elaborar Folhas de Padronização de Material de
Tubulação, obedecendo aos seguintes critérios:

a) para preenchimento do formulário, utilizar a PETROBRAS N-1693, bem como as Folhas


de Codificação de Material constantes nesta Norma;
b) como designação de cada folha, deve ser utilizado o procedimento descrito em 3.5, com
exceção da 2ª letra, indicativa de cronológico, que deve ser substituída por um número,
em algarismo arábico; além disso, a identificação da padronização deve ser sucedida
dos 3 dígitos referentes a origem do documento e definido na PETROBRAS N-1710,
entre parênteses; exemplo: B1 (PPC), corresponde a padronização B1 do CENPES;
c) os formulários assim constituídos são válidos apenas para um determinado projeto e
devem estar sujeitos à aprovação da PETROBRAS; devem receber numeração
independente como documento de projeto e serem citados em NOTAS GERAIS como
“Não Padronizados pela PETROBRAS N-76”, nos diversos documentos que constituem
o referido projeto mecânico de tubulações.

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N-76 REV. G 12 / 2012

3.4 Eventualmente uma determinada especificação de projeto pode se tornar uma outra
padronização desta Norma, recebendo, entretanto, outra designação conforme definido em 3.5.

3.5 Cada uma dessas Folhas de Padronização de Material de Tubulação é designada por um par de
letras (ver coluna “Espec” da Tabela 3) sendo a primeira maiúscula, indicativa do material básico dos
tubos e a segunda minúscula, indicativa da ordem cronológica. O critério de identificação está
mostrado na Tabela 1.

Tabela 1 - Critério de Identificação das Padronizações de Material de Tubulação


(Primeira Letra)

Classe de Aços Liga e


Aço-carbono Ferro fundido Diversos
pressão inoxidáveis
25
50 A J
125 T X
150
B L
175
250
C M
300 U Z
400 D N
600 E O
800
F P
900
1 500 G Q
2 000
2 500
3 000 H R
4 000
6 000

NOTA 1 As letras K, W e Y devem ser utilizadas para casos não previstos.


NOTA 2 As letras I, S e V devem ser usadas para Padronização de Material de Instalação de
Instrumentos (ver PETROBRAS N-1931).
NOTA 3 A letra minúscula l não deve ser utilizada como seqüencial.

3.6 Além das abreviaturas apresentadas na PETROBRAS N-75, são usadas as seguintes:

AER - Ambas Extremidades Retas;


AFO - Aço Forjado;
AFU - Aço Fundido;
AL - Aço Liga;
Calc. - Calcular;
CE - Flange Cego;
CSO - Castelo Soldado
CSP - Castelo Selado à Pressão
CWP - Colding Working Pressure;
DN - Diâmetro Nominal;
Ench. - Enchimento;
Exc - Excêntrica;
ES - Extremidade com Encaixe para Solda;
FJA - Face para Junta de Anel;
FFU - Ferro Fundido;
FP - Face Plana;
FR - Face com Ressaltos;
HARI - Haste Ascendente Rosca Interna;
NBR - Nitrile-Butadiene Rubber (Borracha Nitrilo-Butadieno);

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NRC - Niple de Redução Concêntrica;


NRE - Niple de Redução Excêntrica;
Obtur. - Obturador;
OR - Flange de Orifíco;
PC - Ponta Chanfrada;
PEAD - Polietileno de Alta Densidade;
PL - Ponta Lisa;
PR - Ponta Roscada;
PTFE - Politetrafluoretileno;
RC - Raio Curto;
RI - Revestimento Interno;
RO - Roscado;
SC - Sem Costura;
ST - Solda de Topo;
TAP - Tampa Aparafusada;
TRO - Tampa Roscada;
TSO - Tampa Soldada;
TSP - Tampa Selada à Pressão;
UEP - Uma Extremidade Plana;
UER - Uma Extremidade Roscada;
VAN - Válvula Globo-Angular;
VBO - Válvula Borboleta;
VDI - Válvula Diafragma;
VES - Válvula Esfera;
VGA - Válvula Gaveta;
VGL - Válvula Globo;
VMA - Válvula Macho;
VRE - Válvula de Retenção.

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4 Lista das Folhas de Padronização de Material de Tubulação

A Lista das Folhas de Padronização estão apresentadas na Tabela 3.

Tabela 3 - Lista das Folhas de Padronização

Material dos
Classe de Corrosão Temp. Temp. Material
Espec. Internos das Serviço Pág.
Pressão Admissível Mínima Máxima do Tubo
Válvulas
Água clarificada, água de
máquinas, água industrial, água
Bronze
Aa 125 FP 1,6 mm 0 °C 80 °C Aço-carbono de incêndio, ar de serviço, 17 e 18
ASTM B62
solução de espuma em água,
Nitrogênio e gases inertes
Bronze Água de refrigeração, água
Ab 125 FP 3,2 mm 0 °C 80 °C Aço-carbono 19 e 20
ASTM B62 bruta.
Ar e Nitrogênio para
Aço-carbono Bronze
Ac 125 FP - 0 °C 65 °C instrumentação, sistema de 21 e 22
galvanizado ASTM B62
dilúvio,
AC c/ RI de Bronze Água salgada e solução de
Ad 125 FP - 0 °C 80 °C
concreto ASTM B62 espuma em água salgada.
23 e 24
AC c/ RI de Bronze Água salgada e solução de
Ae 125 FP - 0 °C 80 °C 25 e 26
Epóxi ASTM B62 espuma em água salgada.
c/ RI de
Água decationizada, solução
AC c/ RI de Ebonite,
Af 125 FP - 0 °C 38 °C diluída de ácido sulfúrico e 27 e 28
Ebonite diafragma de
hipoclorito de sódio.
Neoprene
AC c/ RI de c/ diafragma Água deanionizada e
Ag 125 FP - 0 °C 38 °C 29 e 30
Epóxi de Neoprene desmineralizada.
Processos gerais com
Ba 150 FR 1,6 mm 0 °C 400 °C Aço-carbono AISI 410 hidrocarbonetos, álcool, 31 e 32
Nitrogênio
Obtur. Gás combustível, gases
80 °C/ AISI 410, liquefeitos de petróleo, gás
Bb 150 FR 1,6 mm 0 °C Aço-carbono 33 e 34
150 °C sede natural, soda cáustica (limitada
resiliente a temperatura de 80 °C).
Hidrocarbonetos corrosivos/
Bc 150 FR 3,2 mm 0 °C 260 °C Aço-carbono AISI 410 35 e 36
DEA (temperatura < 60 °C).
Hidrocarbonetos muito
corrosivos, condensado ácido,
Bd 150 FR 6,4 mm 0 °C 260 °C Aço-carbono AISI 410 37 e 38
tocha ácida, H2SO4 (92% a 98%
velocidade até 5m/s)
Be 150 FR 6,4 mm 0 °C 180 °C Aço-carbono AISI 410 Enxofre líquido. 39 e 40
AISI
Vapor de baixa pressão,
Bf 150 FR 1,6 mm 0 °C 400 °C Aço-carbono 304/410/ 41 e 42
1) condensado, água.
Stellite®
Obtur. AISI
Gases liquefeitos de petróleo
Bg 150 FR 1,6 mm - 45 °C 300 °C Aço-carbono 304, sede 43 e 44
refrigerados.
resiliente
Bronze Água de incêndio e concentrado
Bh 150 FR 1,6 mm 0 °C 80 °C Aço-carbono 45 e 46
ASTM B62 de espuma.
Bj 150 FR 1,6 mm 0 °C 80 °C Aço-carbono AISI 410 Álcool anidro ou hidratado, 47 e 48
Hidrocarbonetos a baixas
Bm 150 FR 1,6 mm - 29 °C 400 °C Aço-carbono AISI 304 49 e 50
temperaturas.
Hidrocarbonetos corrosivos,
Aço-carbono serviço com H2S, sujeito a
Bo 150 FR 3,2 mm 0 °C 260 °C AISI 304 51 e 52
Acalmado corrosão sob tensão, DEA
(60 °C< temperatura < 128 °C).
Bronze Água de refrigeração, água
Bq 150 FR 3,2 mm 0 °C 80 °C Aço-carbono 53 e 54
ASTM B62 bruta.

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N-76 REV. G 12 / 2012

Tabela 3 - Lista das Folhas de Padronização (Continuação)

Material dos
Classe de Corrosão Temp. Temp. Material
Espec. Internos das Serviço Pág.
Pressão Admissível Mínima Máxima do Tubo
Válvulas
Processos gerais com
Ca 300 FR 1,6 mm 0 °C 400 °C Aço-carbono AISI 410 55 e 56
hidrocarbonetos, álcool.
Obtur. AISI 410, Gases liquefeitos de petróleo,
Cb 300 FR 1,6 mm 0 °C 150 °C Aço-carbono 57 e 58
sede resiliente gás natural.
Hidrocarbonetos corrosivos,
Cc 300 FR 3,2 mm 0 °C 260 °C Aço-carbono AISI 410 59 e 60
DEA (temperatura < 82 °C).
Hidrocarbonetos muito
Cd 300 FR 6,4 mm 0 °C 260 °C Aço-carbono AISI 410 61 e 62
corrosivos, condensado ácido.
AISI 304/410/
Ce 300 FR 1,6 mm 0 °C 400 °C Aço-carbono Vapor, condensado e água. 63 e 64
Stellite
Obtur. de Bronze
Cf 250 FR 1,6 mm 0 °C 100 °C Aço-carbono B62, sede AISI Água. 65 e 66
410
Obtur. de
AISI 304, Gás liquefeito de petróleo
Cg 300 FR 1,6 mm - 45 °C 300 °C Aço-carbono 67 e 68
sede refrigerado.
resiliente
Ch 300 FR - 0 °C 204 °C Aço-carbono Monel Ácido fluorídrico. 69 e 70
AC c/ RI de Bronze
Ci 250 FR - 0 °C 65 °C Água salgada de incêndio. 71 e 72
Concreto ASTM B62
AC c/ RI de Bronze
Cj 250 FR - 0 °C 65 °C Água salgada de incêndio. 73 e 74
EPÓXI ASTM B62
Aço-carbono Hidrocarbonetos a baixas
Cm 300 FR 1,6 mm - 29 °C 400 °C AISI 304 75 e 76
Acalmado temperaturas.
Hidrocarbonetos corrosivos,
Aço-carbono serviço com H2S, sujeito a
Co 300 FR 3,2 mm 0 °C 260 °C AISI 304 77 e 78
Acalmado corrosão sob tensão, DEA
(82 °C<temperatura<128 °C).
Processos gerais com
Ea 600 FJA 1,6 mm 0 °C 400 °C Aço-carbono AISI 410 79 e 80
hidrocarbonetos, álcool, Glicol.
AISI 304/ Vapor (saturado ou superaquecido),
Ec 600 FJA 1,6 mm 0 °C 400 °C Aço-carbono 81 e 82
410/Stellite condensado, água.
Hidrocarbonetos, álcool anidro
Ed 600 FR 1,6 mm 0 °C 400 °C Aço-carbono AISI 410 83 e 84
ou hidratado, Glicol.
Ee 600 FR 3,2 mm 0 °C 260 °C Aço-carbono AISI 410 Hidrocarbonetos corrosivos. 85 e 86
Gases liquefeitos de petróleo,
Eh 600 FJA 1,6 mm 0 °C 150 °C Aço-carbono AISI 410 87 e 88
gás natural.
Gases liquefeitos de petróleo,
Ei 600 FR 1,6 mm 0 °C 100 °C Aço-carbono AISI 410 85 e 86
gás natural.
Aço-carbono Hidrocarbonetos a baixas
Ej 600 FR 1,6 mm - 29°C 400 °C AISI 304 87 e 88
Acalmado temperaturas.
Hidrocarbonetos corrosivos,
Aço-carbono
Eo 600 FR 3,2 mm 0 °C 260 °C AISI 304 serviço com H2S, sujeito a 89 e 90
Acalmado
corrosão sob tensão.
Processos gerais com
Fa 900 FJA 1,6 mm 0 °C 400 °C Aço-carbono AISI 410 91 e 92
hidrocarbonetos, álcool.
AISI 304/ Água de alimentação de
Fb 900 FJA 3,2 mm 0 °C 400 °C Aço-carbono 93 e 94
410/Stellite caldeira.
Gases liquefeitos de petróleo,
Fc 900 FJA 1,6 mm 0 °C 100 °C Aço-carbono AISI 410 95 e 96
gás natural.
Processos gerais com
Fd 900 FR 1,6 mm 0 °C 400 °C Aço-carbono AISI 410 97 e 98
hidrocarbonetos, álcool.
Gases liquefeitos de petróleo, 99 e
Ff 900 FR 1,6 mm 0 °C 100 °C Aço-carbono AISI 410
gás natural. 100
Hidrocarbonetos corrosivos
Aço-carbono 101 e
Fg 900 FR 3,2 mm 0 °C 260 °C AISI 304 em serviço com H2S sujeito a
Acalmado 102
corrosão sob tensão.
Hidrocarbonetos corrosivos
Aço-carbono 103
Fo 900 FJA 3,2 mm 0 °C 260 °C AISI 304 em serviço com H2S sujeito a
Acalmado e 104
corrosão sob tensão.

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N-76 REV. G 12 / 2012

Tabela 3 - Lista das Folhas de Padronização (Continuação)

Material dos
Classe de Corrosão Temp. Temp. Material
Espec. Internos das Serviço Pág.
Pressão Admissível Mínima Máxima do Tubo
Válvulas
Hidrocarbonetos corrosivos
Aço-carbono 105
Go 1500 FJA 1,6 mm 0 °C 260 °C AISI 304 em serviço com H2S sujeito a
Acalmado e 106
corrosão sob tensão.
Hidrocarbonetos corrosivos
AL 5 % Cr 107
La 150 FR 3,2 mm 0 °C 540 °C AISI 304 em alta temperatura, mistura
1/2 % Mo e 18
com hidrogênio.
Hidrocarbonetos corrosivos
em serviço com hidrogênio
H2, água decationizada e 109e
Lb 150 FR 1,6 mm -40 °C 425 °C AI TP 304L AISI 316
desmineralizada, Ar de 110
Instrumento NPS >6,
lubrificação e selagem.
- Gases liquefeitos de petróleo 111
Lc 150 FR 1,6 mm 180 °C AL 3 1/2 % Ni AISI 304
60 °C refrigerados. e 112
Hidrocarbonetos em serviço 113
Ld 150 FR 1,6 mm 0 °C 450 °C AI TP 316L AISI 316
com corrosão naftênica e 114
Hidrocarbonetos em serviço 115
Le 150 FR 3,2 mm 0 °C 450 °C AI TP 317L AISI 317
com corrosão naftênica. e 116
Hidrocarbonetos muito
AL 5% Cr 117
Ma 300 FR 3,2 mm 0 °C 540 °C AISI 304 corrosivos (incluindo arraste
1/2% Mo e 118
de catalisador).
Hidrocarbonetos em serviço
com hidrogênio,
119
Mb 300 FR 1,6 mm 0 °C 425 °C AI TP 304L AISI 316 água decationizada,
e 120
água deanionizada e
água desmineralizada.
Gases liquefeitos de petróleo 121
Mc 300 FR 1,6 mm - 60 °C 180 °C AL 3 1/2 %Ni AISI 304
refrigerados. e 122
Hidrocarbonetos em serviço 123
Md 300 FR 1,6 mm 0 °C 450 °C AI TP 316L AISI 316
com corrosão naftênica. e 124
Hidrocarbonetos em serviço 125 e
Me 300 FR 3,2 mm 0 °C 450 °C AI TP 317L AISI 317
com corrosão naftênica. 126
AL 1 1/4 % Cr AISI 304/ 127
Oa 600 FJA 1,6 mm 0 °C 510 °C Vapor de alta pressão.
1/2 % Mo 410/Stellite e 128
Hidrocarbonetos corrosivos
129 e
Od 600 FR - 0 °C 538 °C AI TP 347 AISI 347 com H2S e/ou serviço com
130
H2 a alta temperatura.
AL 1 1/4 % Cr AISI 304/ 131
Pa 900 FJA 1,6 mm 0 °C 510 °C ® Vapor de alta pressão.
1/2 % Mo 410/Stellite e 132
Hidrocarbonetos em serviço
133 e
Pb 900 FR 1,6 mm 0 °C 538 °C AI TP 347 AISI 347 com H2 e/ou H2S em altas
134
temperaturas.
Hidrocarbonetos em serviço
135
Pd 900 FR 1,6 mm 0 °C 538 °C AI TP 347 AISI 347 com H2 e/ou H2S em altas
e 136
temperaturas.
AISI
AL 1 1/4 % Cr 1379
Qa 1500 ST 1,6 mm 0 °C 530 °C 304/410/ Vapor de alta pressão.
1/2 % Mo e 138
Stellite®
Hidrocarbonetos em serviço
139
Qb 1500 ST - 0 °C 538°C AI TP 347 AISI 347 com H2 e/ou H2S em altas
e 140
temperaturas.
Hidrocarbonetos em serviço
141
Ra 2500 FJA 1,6 mm 0 °C 538 °C AI TP 347 AISI 347 com H2 e/ou H2S em altas
e 142
temperaturas.
Internos de 143
Xá 15 - - 30 °C PVC Produtos químicos.
PVC e 144
Bronze 145
Xb 125 - 0 °C 200 °C Cobre Traço de Vapor.
ASTM B62 e 146
Água de incêndio (tubulação 147
Xe PN16 - 0 °C 40 °C PEAD -
enterrada). e 148
Bronze 149 e
Xf 125 FF - 0 °C 60 °C PRFV Água Industrial
ASTM B62 150

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5 Anexos - Folhas de Padronização e Codificação de Itens de Tubulação

Para fins de padronização de materiais de tubulação e acesso à descrição completa dos itens de
tubulação e seus respectivos Códigos de Material do SAP (NM), são adotados os códigos definidos
nos anexos:

a) Anexo A - Válvulas;
b) Anexo B - Tubos;
c) Anexo C - Conexões;
d) Anexo D - Niples;
e) Anexo E - Estojos;
f) Anexo F - Flanges;
g) Anexo G - Juntas.

6 Relação de Notas

No verso das Folhas de Padronização estão apresentadas as notas complementares de descrição


dos materiais. Uma determinada nota que apareça em várias padronizações, possui uma mesma
numeração válida para toda esta Norma. A relação de notas está apresentada a seguir:

1 a 7 - CANCELADA.

8 - Espessura de acordo com o tubo de diâmetro correspondente.

9 - Permite-se o uso de conexões fabricadas na obra (curva de gomos, etc), para NPS 24 e
acima.

10 - Ebonite com espessura = 3 mm.

11 - CANCELADA

12 - Não utilizar válvulas borboletas para água de incêndio e solução de espuma em água.

13 - CANCELADA.

14 - Ebonite com espessura = 5 mm.

15 - Revestimento com resina epóxi autocurada (PETROBRAS N-2629), espessura mínima


de película seca 250 micra.

16 - Usar flanges, sempre que necessário, para permitir a aplicação de revestimento interno.

17 a 27 - CANCELADA.

28 - Para material da camisa de vapor, usar padronização Bf desta Norma.

29 - Para os tubos de interligação (“Jump-over”), usar API 5L Gr. B PSL1, com conexão para
solda de encaixe.

30 - Deve ser efetuado alívio de tensões nas soldas, regiões trabalhadas mecanicamente, a
frio e de concentrações de esforços nas tubulações de soda cáustica conforme gráfico
abaixo:
Temp.° C
REGIÃO 1 - Não é necessário alívio de tensões
80
2
REGIÃO 2 - Obrigatório o alívio de tensões 60
40
1
20

O 10 20 30 40 50 60 % NaOH(peso)

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31 a 32 - CANCELADA.

33 - A dureza máxima das soldas e das regiões termicamente afetadas deve ser
de 235 Brinell.

34 a 39 - CANCELADA.

40 - Limite superior de diâmetro em aberto.

41 - CANCELADA.

42 - Para diâmetro de 20” e maiores, pode-se usar como alternativa, tubos feitos de chapa
cladeada, seguindo a especificação da ASTM A 264, com material base em ASTM A 516
Gr 60 e revestimento em ASTM A 240 Gr TP 316. Espessura mínima do revestimento =
3 mm. Para fabricação do tubo seguir a especificação da ASTM A 530.

43 - CANCELADA.

44 - Para flanges soldados em tubos cladeados, deve-se usar flanges em ASTM A 105 com
revestimento interno de AISI 316.

45 a 47 - CANCELADA.

48 - A furação do flange deve ser conforme a classe 125 da ASME B16.1.

49 - Revestimento interno de concreto conforme a AWWA C602.

50 e 51- CANCELADA.

52 - As espessuras dos tubos e reforços da boca-de-lobo, para essa faixa de diâmetro,


devem ser calculadas para a pressão e temperatura de projeto da linha, conforme a
norma básica aplicável (ASME B31.3, B31.4 ou B31.8), buscando minimizar a variedade
de espessuras para um mesmo diâmetro em uma dada instalação. Essas espessuras
devem ser necessariamente registradas na folha de dados de tubulação.

53 - É necessário tratamento térmico de alívio de tensões nas regiões de solda e regiões


trabalhadas mecanicamente a frio,conforme PETROBRAS N-115.

54 - Ensaio de dureza conforme PETROBRAS N-115. Dureza máxima admissível nas


regiões de solda: 200 BHN. No procedimento de soldagem, a dureza deve ser limitada a
248 HV5. Tubulações e conexões trabalhadas mecanicamente a frio devem ter sua
dureza, na região deformada, limitada a 190 BHN. É obrigatório o tratamento térmico de
alívio de tensões caso a dureza máxima seja ultrapassada.

55 - Ensaios não destrutivos conforme PETROBRAS N-115 classe de inspeção IV.

56 - Faixa de aplicação econômica de padronização: -45 °C a -29 °C.

57 - CANCELADA.

58 - Utilizar flanges de pescoço apenas em flanges conectados com curvas.

59 a 63 - CANCELADA.

64 Para ácidos naftênicos, somente utilizar esta padronização para manutenção de pequenos
trechos. Para novos projetos utilizar a padronização Le no lugar da Ld, ou a
padronização Me no lugar da Md.

65 - CANCELADA

66 - Para efeito de cálculo utilizar as tensões da especificação da chapa ASTM A 203 Gr E.

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67 - Extremidades conforme API 609; Pressão Máxima de Trabalho (CWP)=150 psig.

68 - Códigos das conexões CXX-YY conforme esta Norma Anexo C:

C01-16: Joelho 90° ES C07-16: Meia-luva ES C13.2-16: Colar Curva ES C19-17: Red. Exc. PC
C02-16: Joelho 45° ES C08-16: Luva Red. ES C14.2-16: Colar Lat. ES C20-17: Tê PC
C03-16: Tê ES Não Usar Bujões C15-17: Curva 90° PC C21-17: Tê Red. PC
C04-16: Tê Red. ES Não Usar Uniões C16-17: Curva 45° PC C22-17: Tampão PC
C05-16: Cruzeta ES C11-16: Tampão ES C17-17: Curva RC 90° PC
C06-16: Luva ES C12-16: Colar ES/PC C18-17: Red. Conc. PC
C25-01: Manípulo /corrente e abraçadeira

69 - Códigos das conexões CXX-YY conforme esta Norma Anexo C:

C01-18: Joelho 90° ES C07-18: Meia-luva ES C13.2-18: Colar Curva ES C19-19: Red. Exc. PC
C02-18: Joelho 45° ES C08-18: Luva Red. ES C14.2-18: Colar Lat. ES C20-19: Tê PC
C03-18: Tê ES Não Usar Bujões C15-19: Curva 90° PC C21-19: Tê Red. PC
C04-18: Tê Red. ES Não Usar Uniões C16-19: Curva 45° PC C22-19: Tampão PC
C05-18: Cruzeta ES C11-18: Tampão ES C17-19: Curva RC 90° PC
C06-18: Luva ES C12-18: Colar ES/PC C18-19: Red. Conc. PC
C25-01: Manípulo /corrente e abraçadeira

70 - Utilizar NPS 1/2 somente para conexões de flanges de orifício; NPS 3/4 para drenos e
suspiros; NPS mínimo de 1 para tubulações de processo em serviços críticos e
perigosos, conforme definido na PETROBRAS N-57.

71 - As regiões soldadas, bem como, as regiões mecanicamente trabalhadas a frio em


tubulações com temperatura de operação acima de 60°C (140°F) devem ser submetidas
a tratamento térmico de alívio de tensões conforme API RP 945.

72 - Prever adaptador para mangueira de incêndio e tampão de plástico ø 2 1/2 ”, conforme


PETROBRAS N-111.

73 - Utilizar o tipo da válvula de bloqueio definido no fluxograma de engenharia, seguindo os


critérios da norma PETROBRAS N-1693.
74 - As espessuras padronizadas para os tubos correspondem ao maior valor obtido dentre
as normas básicas indicadas. No caso do ASME B31.8 foram adotados: E=1; F=0,5;
T=1.

75 - Onde requerido pela PETROBRAS N-2546 ou definido pelo projeto, usar válvulas
testadas a fogo (“fire type tested”), conforme requisitos da ABNT NBR 15827.

76 - VAGA.

77 - CANCELADA

78 - Códigos das conexões CXX-YY conforme esta Norma Anexo C:

C01-01: Joelho 90° RO C04-01: Tê Red. RO C08-01: Luva Red. RO C11-01: Tampão RO
C02-01: Joelho 45° RO C05-01: Tê Cruzeta RO C09-01: Bujão RO C23-01 Bucha Red. RO
C03-01: Tê RO C06-01: Luva RO C10-01: União RO

79 - Códigos das conexões CXX-YY conforme esta Norma Anexo C:

C01-01: Joelho 90° RO C07-01: Meia-luva RO C13.1-02: Colar Curva RO C19-03: Red. Exc. PC
C02-01: Joelho 45° RO C08-01: Luva Red. RO C14.1-02: Colar Lat. RO C20-03: Tê PC
C03-01: Tê RO C09-01: Bujão RO C15-03: Curva 90° PC C21-03: Tê Red. PC
C04-01: Tê Red. RO C10-01: União RO C16-03: Curva 45° PC C22-03: Tampão PC
C05-01: Cruzeta RO C11-01: Tampão RO C17-03: Curva RC 90° PC C23-01 Bucha Red. RO
C06-01: Luva RO C12.1/4/5-02:Colar RO/PC C18-03: Red. Conc. PC
C25-01: Manípulo /corrente e abraçadeira

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80 - Códigos das conexões CXX-YY conforme esta Norma Anexo C:

C15-03: Curva 90° PC C17-03: Curva RC 90° PC C19-03: Red. Exc. PC C21-03: Tê Red. PC
C16-03: Curva 45° PC C18-03: Red. Conc. PC C20-03: Tê PC C22-03: Tampão PC

81 - Códigos das conexões CXX-YY conforme esta Norma Anexo C:

C01-14: Joelho 90° RO C07-14: Meia-luva RO C13.2-02: Colar Curva ES C19-03: Red. Exc. PC
C02-14: Joelho 45° RO C08-14: Luva Red. RO C14.2-02: Colar Lat. ES C20-03: Tê PC
C03-14: Tê RO Não Usar Bujões C15-03: Curva 90° PC C21-03: Tê Red. PC
C04-14: Tê Red. RO Não Usar Uniões C16-03: Curva 45° PC C22-03: Tampão PC
C05-14: Cruzeta RO C11-14: Tampão RO C17-03: Curva RC 90° PC
C06-14: Luva RO C12.2-02: Colar ES C18-03: Red. Conc. PC
C25-01: Manípulo /corrente e abraçadeira

82 - Códigos das conexões CXX-YY conforme esta Norma Anexo C:

C01-02: Joelho 90° ES C07-02: Meia-luva ES C13.3-02:Colar Curva ES C19-03:Red.Exc. PC


C02-02: Joelho 45° ES C08-02: Luva Red. ES C14.3-02: Colar Lat. ES C20-03: Tê PC
C03-02: Tê ES Não Usar Bujões C15-03: Curva 90° PC C21-03: Tê Red. PC
C04-02: Tê Red. ES Não Usar Uniões C16-03: Curva 45° PC C22-03: Tampão PC
C05-02: Cruzeta ES C11-02: Tampão ES C17-03: Curva RC 90° PC
C06-02: Luva ES C12.3/4/5/6-02:Colar ES/PC C18-03: Red. Conc. PC
C25-01: Manípulo /corrente e abraçadeira

83 - Códigos das conexões CXX-YY conforme esta Norma Anexo C:

C01-02: Joelho 90° ES C07-02: Meia-luva ES C13.2-02: Colar Curva ES C19-03: Red. Exc. PC
C02-02: Joelho 45° ES C08-02: Luva Red. ES C14.2-02: Colar Lat. ES C20-03: Tê PC
C03-02: Tê ES Não Usar Bujões C15-03: Curva 90° PC C21-03: Tê Red. PC
C04-02: Tê Red. ES Não Usar Uniões C16-03: Curva 45° PC C22-03: Tampão PC
C05-02: Cruzeta ES C11-02: Tampão ES C17-03: Curva RC 90° PC
C06-02: Luva ES C12.2/4/5/6-02: Colar ES/PC C18-03: Red. Conc. PC
C25-01: Manípulo /corrente e abraçadeira

84 - Códigos das conexões CXX-YY conforme esta Norma Anexo C:

C01-04: Joelho 90° ES C07-04: Meia-luva ES C13.2-04: Colar Curva ES C19-05: Red. Exc. PC
C02-04: Joelho 45° ES C08-04: Luva Red. ES C14.2-04: Colar Lat. ES C20-05: Tê PC
C03-04: Tê ES Não Usar Bujões C15-05: Curva 90° PC C21-05: Tê Red. PC
C04-04: Tê Red. ES Não Usar Uniões C16-05: Curva 45° PC C22-05: Tampão PC
C05-04: Cruzeta ES C11-04: Tampão ES C17-05: Curva RC 90° PC
C06-04: Luva ES C12.3/4-04:Colar ES/PC C18-05: Red. Conc. PC
C25-01: Manípulo /corrente e abraçadeira

85 - Códigos das conexões CXX-YY conforme esta Norma Anexo C:

C01-06: Joelho 90° ES C07-06: Meia-luva ES C13.2-06: Colar Curva ES C19-07: Red. Exc. PC
C02-06: Joelho 45° ES C08-06: Luva Red. ES C14.2-06: Colar Lat. ES C20-07: Tê PC
C03-06: Tê ES Não Usar Bujões C15-07: Curva 90° PC C21-07: Tê Red. PC
C04-06: Tê Red. ES Não Usar Uniões C16-07: Curva 45° PC C22-07: Tampão PC
C05-06: Cruzeta ES C11-06: Tampão ES C17-07: Curva RC 90° PC
C06-06: Luva ES C12.3/4/5-06:Colar ES/PC C18-07: Red. Conc. PC
C25-01: Manípulo /corrente e abraçadeira

86 - Códigos das conexões CXX-YY conforme esta Norma Anexo C:

C01-12: Joelho 90° ES C07-12: Meia-luva ES C13.2-12: Colar Curva ES C19-13: Red. Exc. PC
C02-12: Joelho 45° ES C08-12: Luva Red. ES C14.2-12: Colar Lat. ES C20-13: Tê PC
C03-12: Tê ES Não Usar Bujões C15-13: Curva 90° PC C21-13: Tê Red. PC
C04-12: Tê Red. ES Não Usar Uniões C16-13: Curva 45° PC C22-13: Tampão PC
C05-12: Cruzeta ES C11-12: Tampão ES C17-13: Curva RC 90° PC
C06-12: Luva ES C12.2/4-12:Colar ES/PC C18-13: Red. Conc. PC
C25-01: Manípulo /corrente e abraçadeira

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-PÚBLICO-

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87 - Códigos das conexões CXX-YY conforme esta Norma Anexo C:

C01-10: Joelho 90° ES C07-10: Meia-luva ES C13.2-10: Colar Curva ES C19-11: Red. Exc. PC
C02-10: Joelho 45° ES C08-10: Luva Red. ES C14.2-10: Colar Lat. ES C20-11: Tê PC
C03-10: Tê ES Não Usar Bujões C15-11: Curva 90° PC C21-11: Tê Red. PC
C04-10: Tê Red. ES Não Usar Uniões C16-11: Curva 45° PC C22-11: Tampão PC
C05-10: Cruzeta ES C11-10: Tampão ES C17-11: Curva RC 90° PC
C06-10: Luva ES C12.3/4-10:Colar ES/PC C18-11: Red. Conc. PC
C25-01: Manípulo /corrente e abraçadeira

88 - Códigos das conexões CXX-YY conforme esta Norma Anexo C:

C01-14: Joelho 90° ES C07-14: Meia-luva ES C13.2-14: Colar Curva ES C19-15: Red. Exc. PC
C02-14: Joelho 45° ES C08-14: Luva Red. ES C14.2-14: Colar Lat. ES C20-15: Tê PC
C03-14: Tê ES Não Usar Bujões C15-15: Curva 90° PC C21-15: Tê Red. PC
C04-14: Tê Red. ES Não Usar Uniões C16-15: Curva 45° PC C22-15: Tampão PC
C05-14: Cruzeta ES C11-14: Tampão ES C17-15: Curva RC 90° PC
C06-14: Luva ES C12.2/4-14:Colar ES/PC C18-15: Red. Conc. PC
C25-01: Manípulo /corrente e abraçadeira

89 - Códigos das conexões CXX-YY conforme esta Norma Anexo C:

C01-08: Joelho 90° ES C07-08: Meia-luva ES C13.2-08: Colar Curva ES C19-09: Red. Exc. PC
C02-08: Joelho 45° ES C08-08: Luva Red. ES C14.2-08: Colar Lat. ES C20-09: Tê PC
C03-08: Tê ES Não Usar Bujões C15-09: Curva 90° PC C21-09: Tê Red. PC
C04-08: Tê Red. ES Não Usar Uniões C16-09: Curva 45° PC C22-09: Tampão PC
C05-08: Cruzeta ES C11-08: Tampão ES C17-09: Curva RC 90° PC
C06-08: Luva ES C12.3/5/6/7-08:ColarES/PC C18-09: Red. Conc. PC
C25-01: Manípulo /corrente e abraçadeira

90 - O material da sede resiliente deve ser adequado para serviço com hidrocarbonetos e
álcool com temperatura de trabalho até 150 °C e limpeza com vapor até 180 °C.

91 - Inspeção radiográfica 100 % na solda longitudinal de fabricação do tubo conforme


parágrafo 344.5.1 e tabela 341.3.2 do código ASME B31.3.

92 - Utilizar niples com uma extremidade roscada (UER) e tampões roscados apenas para
drenos e respiros.

93 - Para diâmetro de 30” e maiores, pode-se usar como alternativa, tubos feitos de chapa
cladeada, seguindo a especificação da ASTM A 264, com material base em ASTM A 516
Gr 60 e revestimento em ASTM A 240 Gr TP 317L. Espessura mínima do revestimento =
3 mm. Para fabricação do tubo seguir a especificação da ASTM A 530.

94 - No cálculo das espessuras dos tubos de PEAD, conforme ISO 4427, foram utilizados os
seguintes fatores: FS=1,25; Type B (F=0,62); SDR=7,4.

100 - Faixa econômica da padronização: -45 °C a -29 °C. Todos os materiais linhas nessa
faixa de aplicação devem ser adquiridas com teste de impacto em todas as corridas.
Esse teste de impacto deve ser realizado no metal de base, metal de solda e Zona
afetada pelo calor (ZAC), quando aplicável. A execução do teste deve ser conforme a
especificação aplicável e deve atender ao requisito de energia da ASME B31.3.Para
dimensionamento mecânico, foram utilizadas as tensões admissíveis (ASME B31.3) do
ASTM A240 Gr 317L.

113- Códigos das conexões CXX-YY conforme esta Norma Anexo C:

C01-02: Joelho 90° ES C07-02: Meia-luva ES C13.8-02: Colar Curva ES C18-03: Red.Conc. PC
C02-02: Joelho 45° ES C08-02: Luva Red. ES C14.8-02: Colar Lat. ES C19-03: Red. Exc. PC
C03-02: Tê ES Não Usar Bujões C15-03: Curva 90° PC C20-03: Tê PC
C04-02: Tê Red. ES Não Usar Uniões C16-03: Curva 45° PC C21-03: Tê Red. PC
C05-02: Cruzeta ES C11-02: Tampão RO/ES C17-03: Curva RC 90° PC C22-03: Tampão PC
C06-02: Luva ES C12.2/4/6/8-02: Colar ES/PC C18-03: Red. Conc. PC
C25-01: Manípulo /corrente e abraçadeira

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-PÚBLICO-

N-76 REV. G 12 / 2012

115 - Usar juntas de grafite flexível resistentes a oxidação para temperaturas acima de
450 °C.

139 - Requisito mínimo para grafite flexível HT para uso em temperaturas elevadas: perda de
massa < 13% em 5 horas a 700°C, utilizando TGA (Análise Termogravimétrica).

283 - Utilizar Estojos e Juntas nos materiais das padronizações equivalentes da classe 300.

324 - Como a espessura requerida não é contemplada pela ASME B36.19, foi utilizado o
padrão do ASME B36.10.

325 - Exigir tratamento térmico de estabilização e teste de corrosão intergranular na aquisição


da matéria-prima conforme requisitos suplementares das especificações que se
seguem: ASTM A 182 - S4 e S10; ASTM A 312 - S6 e S7; ASTM A 351 - S33; ASTM A
358 - S5 e S6; ASTM A 376 - S9 e S10; ASTM A 403 - S2; ASTM A 409 - S5 e S6.

326 - Os tubos, flanges e conexões devem ser fabricados pelo mesmo fornecedor

327 - As espessuras de parede devem ser calculadas conforme API 15 LR.

328 - Todos os tubos, flanges e conexões devem receber inibidor ultravioleta

329 - Todas as tubulações devem ser fornecidas na cor VERDE

331 - Acabamento de face dos flanges ranhurado para utilização com junta macia.

338 - As materias primas de todos os componentes e acessórios de tubulação devem atender


aos requisitos da NACE MR 0103.

339 - Efetuar o controle da dureza das soldas conforme os requisitos da PETROBRAS N-115.
Efetuar tratamento térmico de alívio de tensões, caso requerido pela PETROBRAS
N-115.

344 - Verificar necessidade de teste de impacto conforme ASME B31.3.

346 - Verificar compatibilidade química e permeabilidade do produto com o material do tubo.

349 - É recomendado o uso de extremidades soldadas. Caso necessário, o uso de


extremidades flangeadas deve se restrigir a bocais de reatores e/ou torres, raquetes de
inertização, carretéis, e outros pontos onde a desmontagem seja imprescindível.

7 Códigos de Materiais Petrobras

Nas Folhas de Padronização de Materiais de Tubulação estão indicados, para cada tipo de
componente, um código identificador. Esses códigos possuem correspondência direta com códigos
utilizados no ANEXO A (Válvulas), ANEXO B (Tubos), ANEXO C (Conexões), ANEXO D (Niples),
ANEXO E (Estojos), ANEXO F (Flanges), ANEXO G (Juntas), nas quais, para cada diâmetro
nominal, espessura, classe de pressão e/ou tipo de extremidade, estão relacionados os Códigos de
Materiais utilizados no sistema SAP da PETROBRAS.

A Figura 1 apresenta um exemplo de consulta de Código de Material a partir desta Norma.

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-PÚBLICO-

N-76 REV. G 12 / 2012

PETROBRAS N-76 PETROBRAS N-76


Anexo A (Válvulas)

Código Código

VGA-800-01
Diâmetro VGA-800-01

Código de Material SAP


XXXXXXXX

Figura 1 - Exemplo de Consulta de Código de Material

8 Folhas de Padronização de Material para Tubulação

Nas páginas a seguir estão indicadas as Folhas de Padronização de Material de Tubulação, para as
especificações relacionadas na Tabela 3.

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-PÚBLICO-

N-76 REV. G 12 / 2012

ÍNDICE DE REVISÕES

REV. A, B, C, D e E
Não existe índice de revisões.

REV. F

Partes Atingidas Descrição da Alteração

Todas Revisadas

REV. G

Partes Atingidas Descrição da Alteração


Revisão Geral e incluídos os Anexos A, B, C, D,
Todas
E, F, G e H

IR 1/1
-PÚBLICO-

N-76 REV. G 12 / 2012

Tabela 3 - Lista das Folhas de Padronização (Continuação)

Material dos
Classe de Corrosão Temp. Temp. Material
Espec. Internos das Serviço Pág.
Pressão Admissível Mínima Máxima do Tubo
Válvulas
Processos gerais com
Ca 300 FR 1,6 mm 0 °C 400 °C Aço-carbono AISI 410 55 e 56
hidrocarbonetos, álcool.
Obtur.
AISI 410, Gases liquefeitos de petróleo,
Cb 300 FR 1,6 mm 0 °C 150 °C Aço-carbono 57 e 58
sede gás natural.
resiliente
Hidrocarbonetos corrosivos,
Cc 300 FR 3,2 mm 0 °C 260 °C Aço-carbono AISI 410 59 e 60
DEA (temperatura < 82 °C).
Hidrocarbonetos muito
Cd 300 FR 6,4 mm 0 °C 260 °C Aço-carbono AISI 410 61 e 62
corrosivos, condensado ácido.
AISI
Ce 300 FR 1,6 mm 0 °C 400 °C Aço-carbono 304/410/ Vapor, condensado e água. 63 e 64
Stellite
Obtur. de
Cf 250 FR 1,6 mm 0 °C 100 °C Aço-carbono Bronze B62, Água. 65 e 66
sede AISI 410
Obtur. de
AISI 304, Gás liquefeito de petróleo
Cg 300 FR 1,6 mm - 45 °C 300 °C Aço-carbono 67 e 68
sede refrigerado.
resiliente
Ch 300 FR - 0 °C 204 °C Aço-carbono Monel Ácido fluorídrico. 69 e 70
AC c/ RI de Bronze
Ci 250 FR - 0 °C 65 °C Água salgada de incêndio. 71 e 72
Concreto ASTM B62
AC c/ RI de Bronze
Cj 250 FR - 0 °C 65 °C Água salgada de incêndio. 73 e 74
EPÓXI ASTM B62
Aço-carbono Hidrocarbonetos a baixas
Cm 300 FR 1,6 mm - 29 °C 400 °C AISI 304 75 e 76
Acalmado temperaturas.
Hidrocarbonetos corrosivos,
Aço-carbono serviço com H2S, sujeito a
Co 300 FR 3,2 mm 0 °C 260 °C AISI 304 77 e 78
Acalmado corrosão sob tensão, DEA
(82 °C<temperatura<128 °C).
AISI 304/ Vapor (saturado ou
Ec 600 FJA 1,6 mm 0 °C 400 °C Aço-carbono 410/ superaquecido), condensado, 79 e 80
Stellite® água.
Ed 600 FR 1,6 mm 0 °C 400 °C Aço-carbono AISI 410 Hidrocarbonetos, glicol. 81 e 82
Ee 600 FR 3,2 mm 0 °C 260 °C Aço-carbono AISI 410 Hidrocarbonetos corrosivos. 83 e 84
Gases liquefeitos de petróleo,
Ei 600 FR 1,6 mm 0 °C 100 °C Aço-carbono AISI 410 85 e 86
gás natural.
Aço-carbono Hidrocarbonetos a baixas
Ej 600 FR 1,6 mm - 29°C 400 °C AISI 304 87 e 88
Acalmado temperaturas.
Hidrocarbonetos corrosivos,
Aço-carbono
Eo 600 FR 3,2 mm 0 °C 260 °C AISI 304 serviço com H2S, sujeito a 89 e 90
Acalmado
corrosão sob tensão.
Processos gerais com
Fa 900 FJA 1,6 mm 0 °C 400 °C Aço-carbono AISI 410 91 e 92
hidrocarbonetos, álcool.
AISI 304/ Água de alimentação de
Fb 900 FJA 3,2 mm 0 °C 400 °C Aço-carbono 93 e 94
410/Stellite caldeira.
Gases liquefeitos de petróleo,
Fc 900 FJA 1,6 mm 0 °C 100 °C Aço-carbono AISI 410 95 e 96
gás natural.
Processos gerais com
Fd 900 FR 1,6 mm 0 °C 400 °C Aço-carbono AISI 410 97 e 98
hidrocarbonetos, álcool.
Gases liquefeitos de petróleo, 99 e
Ff 900 FR 1,6 mm 0 °C 100 °C Aço-carbono AISI 410
gás natural. 100
Hidrocarbonetos corrosivos
Aço-carbono 101 e
Fg 900 FR 3,2 mm 0 °C 260 °C AISI 304 em serviço com H2S sujeito a
Acalmado 102
corrosão sob tensão.
Hidrocarbonetos corrosivos
Aço-carbono 103
Fo 900 FJA 3,2 mm 0 °C 260 °C AISI 304 em serviço com H2S sujeito a
Acalmado e 104
corrosão sob tensão.

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Tabela 3 - Lista das Folhas de Padronização (Continuação)

Material dos
Classe de Corrosão Temp. Temp. Material
Espec. Internos das Serviço Pág.
Pressão Admissível Mínima Máxima do Tubo
Válvulas
Processos gerais com
Ca 300 FR 1,6 mm 0 °C 400 °C Aço-carbono AISI 410 55 e 56
hidrocarbonetos, álcool.
Obtur.
AISI 410, Gases liquefeitos de petróleo,
Cb 300 FR 1,6 mm 0 °C 150 °C Aço-carbono 57 e 58
sede gás natural.
resiliente
Hidrocarbonetos corrosivos,
Cc 300 FR 3,2 mm 0 °C 260 °C Aço-carbono AISI 410 59 e 60
DEA (temperatura < 82 °C).
Hidrocarbonetos muito
Cd 300 FR 6,4 mm 0 °C 260 °C Aço-carbono AISI 410 61 e 62
corrosivos, condensado ácido.
AISI
Ce 300 FR 1,6 mm 0 °C 400 °C Aço-carbono 304/410/ Vapor, condensado e água. 63 e 64
Stellite
Obtur. de
Cf 250 FR 1,6 mm 0 °C 100 °C Aço-carbono Bronze B62, Água. 65 e 66
sede AISI 410
Obtur. de
AISI 304, Gás liquefeito de petróleo
Cg 300 FR 1,6 mm - 45 °C 300 °C Aço-carbono 67 e 68
sede refrigerado.
resiliente
Ch 300 FR - 0 °C 204 °C Aço-carbono Monel Ácido fluorídrico. 69 e 70
AC c/ RI de Bronze
Ci 250 FR - 0 °C 65 °C Água salgada de incêndio. 71 e 72
Concreto ASTM B62
AC c/ RI de Bronze
Cj 250 FR - 0 °C 65 °C Água salgada de incêndio. 73 e 74
EPÓXI ASTM B62
Aço-carbono Hidrocarbonetos a baixas
Cm 300 FR 1,6 mm - 29 °C 400 °C AISI 304 75 e 76
Acalmado temperaturas.
Hidrocarbonetos corrosivos,
Aço-carbono serviço com H2S, sujeito a
Co 300 FR 3,2 mm 0 °C 260 °C AISI 304 77 e 78
Acalmado corrosão sob tensão, DEA
(82 °C<temperatura<128 °C).
AISI 304/ Vapor (saturado ou
Ec 600 FR 1,6 mm 0 °C 400 °C Aço-carbono 410/ superaquecido), condensado, 79 e 80
Stellite® água.
Ed 600 FR 1,6 mm 0 °C 400 °C Aço-carbono AISI 410 Hidrocarbonetos, glicol. 81 e 82
Ee 600 FR 3,2 mm 0 °C 260 °C Aço-carbono AISI 410 Hidrocarbonetos corrosivos. 83 e 84
Gases liquefeitos de petróleo,
Ei 600 FR 1,6 mm 0 °C 100 °C Aço-carbono AISI 410 85 e 86
gás natural.
Aço-carbono Hidrocarbonetos a baixas
Ej 600 FR 1,6 mm - 29°C 400 °C AISI 304 87 e 88
Acalmado temperaturas.
Hidrocarbonetos corrosivos,
Aço-carbono
Eo 600 FR 3,2 mm 0 °C 260 °C AISI 304 serviço com H2S, sujeito a 89 e 90
Acalmado
corrosão sob tensão.
Processos gerais com
Fa 900 FJA 1,6 mm 0 °C 400 °C Aço-carbono AISI 410 91 e 92
hidrocarbonetos, álcool.
AISI 304/ Água de alimentação de
Fb 900 FJA 3,2 mm 0 °C 400 °C Aço-carbono 93 e 94
410/Stellite caldeira.
Gases liquefeitos de petróleo,
Fc 900 FJA 1,6 mm 0 °C 100 °C Aço-carbono AISI 410 95 e 96
gás natural.
Processos gerais com
Fd 900 FR 1,6 mm 0 °C 400 °C Aço-carbono AISI 410 97 e 98
hidrocarbonetos, álcool.
Gases liquefeitos de petróleo, 99 e
Ff 900 FR 1,6 mm 0 °C 100 °C Aço-carbono AISI 410
gás natural. 100
Hidrocarbonetos corrosivos
Aço-carbono 101 e
Fg 900 FR 3,2 mm 0 °C 260 °C AISI 304 em serviço com H2S sujeito a
Acalmado 102
corrosão sob tensão.
Hidrocarbonetos corrosivos
Aço-carbono 103
Fo 900 FJA 3,2 mm 0 °C 260 °C AISI 304 em serviço com H2S sujeito a
Acalmado e 104
corrosão sob tensão.

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N-76 REV. G 12 / 2012

Tabela 3 - Lista das Folhas de Padronização (Continuação)

Material dos
Classe de Corrosão Temp. Temp. Material
Espec. Internos das Serviço Pág.
Pressão Admissível Mínima Máxima do Tubo
Válvulas
Hidrocarbonetos corrosivos
Aço-carbono 105
Go 1500 FJA 1,6 mm 0 °C 260 °C AISI 304 em serviço com H2S sujeito a
Acalmado e 106
corrosão sob tensão.
Hidrocarbonetos corrosivos
AL 5 % Cr 107
La 150 FR 3,2 mm 0 °C 540 °C AISI 304 em alta temperatura, mistura
1/2 % Mo e 18
com hidrogênio.
Hidrocarbonetos corrosivos
em serviço com hidrogênio
H2, água decationizada e 109e
Lb 150 FR 1,6 mm -40 °C 425 °C AI TP 304L AISI 316
desmineralizada, Ar de 110
Instrumento NPS >6,
lubrificação e selagem.
- Gases liquefeitos de petróleo 111
Lc 150 FR 1,6 mm 180 °C AL 3 1/2 % Ni AISI 304
60 °C refrigerados. e 112
Hidrocarbonetos em serviço 113
Ld 150 FR 1,6 mm 0 °C 450 °C AI TP 316L AISI 316
com corrosão naftênica e 114
Hidrocarbonetos em serviço 115
Le 150 FR 3,2 mm 0 °C 450 °C AI TP 317L AISI 317
com corrosão naftênica. e 116
Hidrocarbonetos muito
AL 5% Cr 117
Ma 300 FR 3,2 mm 0 °C 540 °C AISI 304 corrosivos (incluindo arraste
1/2% Mo e 118
de catalisador).
Hidrocarbonetos em serviço
com hidrogênio,
119
Mb 300 FR 1,6 mm 0 °C 425 °C AI TP 304L AISI 316 água decationizada,
e 120
água deanionizada e
água desmineralizada.
Gases liquefeitos de petróleo 121
Mc 300 FR 1,6 mm - 60 °C 180 °C AL 3 1/2 %Ni AISI 304
refrigerados. e 122
Hidrocarbonetos em serviço 123
Md 300 FR 1,6 mm 0 °C 450 °C AI TP 316L AISI 316
com corrosão naftênica. e 124
Hidrocarbonetos em serviço 125 e
Me 300 FR 3,2 mm 0 °C 450 °C AI TP 317L AISI 317
com corrosão naftênica. 126
AL 1 1/4 % Cr AISI 304/ 127
Ob 600 FR 1,6 mm 0 °C 510 °C Vapor de alta pressão.
1/2 % Mo 410/Stellite e 128
Hidrocarbonetos corrosivos
129 e
Od 600 FR - 0 °C 538 °C AI TP 347 AISI 347 com H2S e/ou serviço com
130
H2 a alta temperatura.
AL 1 1/4 % Cr AISI 304/ 131
Pa 900 FJA 1,6 mm 0 °C 510 °C Vapor de alta pressão.
1/2 % Mo 410/Stellite® e 132
Hidrocarbonetos em serviço
133 e
Pb 900 FR 1,6 mm 0 °C 538 °C AI TP 347 AISI 347 com H2 e/ou H2S em altas
134
temperaturas.
Hidrocarbonetos em serviço
135
Pd 900 FR 1,6 mm 0 °C 538 °C AI TP 347 AISI 347 com H2 e/ou H2S em altas
e 136
temperaturas.
AISI
AL 1 1/4 % Cr 1379
Qa 1500 ST 1,6 mm 0 °C 530 °C 304/410/ Vapor de alta pressão.
1/2 % Mo ® e 138
Stellite
Hidrocarbonetos em serviço
139
Qb 1500 ST - 0 °C 538°C AI TP 347 AISI 347 com H2 e/ou H2S em altas
e 140
temperaturas.
Hidrocarbonetos em serviço
141
Ra 2500 FJA 1,6 mm 0 °C 538 °C AI TP 347 AISI 347 com H2 e/ou H2S em altas
e 142
temperaturas.
Internos de 143
Xá 15 - - 30 °C PVC Produtos químicos.
PVC e 144
Bronze 145
Xb 125 - 0 °C 200 °C Cobre Traço de Vapor.
ASTM B62 e 146
Água de incêndio (tubulação 147
Xe PN16 - 0 °C 40 °C PEAD -
enterrada). e 148
Bronze 149 e
Xf 125 FF - 0 °C 60 °C PRFV Água Industrial
ASTM B62 150