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Modalidade

Modalidade de
de Ensino
Ensino:Médio
Regular- Regular
Série: 3º Ano1º Bimestre
Planejamento 14 Ano:2º
Série: 2009 13 Ano: 2009
Professor(a):
Professor(a): Edimar Roseno
Edimar Roseno Lima
Lima
Componente
Componente Curricular:
Curricular: Língua
Língua Portuguesa
Portuguesa
Competências: Habilidades: Procedimentos:
Procedimentos:
Conteúdos: Habilidades:
• Análise Sintática •Aula expositiva;
*Procedimaentos de leitura: *Confrontar opiniões e pontos de vista; •Aula
•Leituraexpositiva;
silenciosa e discussão em grupo;
• Adjunto Adnominal
*Gêneros textuais: *Analisar, interpretar e aplicar os recursos •Leitura
•estrutura silenciosa e discussão
textual completa em grupo;
(introdução,
• Adjunto
expressivos Adverbial
das linguagens; •estrutura textual completa (introdução,
desenvolvimento e conclusão);
• Sujeito desenvolvimento e conclusão);
•relato fiel do fato-situação;
• Predicado
*Conhecer e usar as estruturas lingüísticas •relato fiel do fato-situação;
•utilização de linguagem formal;
como •meios de acesso
Objeto Direto à informação, a •utilização
•redação na de3ª.
linguagem
pessoa doformal;
singular;
outras culturas
Objeto Indireto e grupos sociais; •redação
•emissão de opinião própriasingular;
na 3ª. pessoa do somente na
*Utilizar-se das linguagens com expressão •emissão
conclusão. de opinião própria somente na
do senso crítico e participação ativa nos conclusão.
diferentes contextos da vida;
*Utilizar-se das tecnologias da informação
e do conhecimento científico para resolver
situações-problemas e para a promoção
intelectual e social.

Análise Sintática
• Adjunto Adnominal
• Adjunto Adverbial
• Sujeito
• Predicado
• Objeto Direto
Objeto Indireto
ESCOLA ESTADUAL
GOVERNO DO ESTADO TOCANTINS
SECRETARIA DE ESTADO DA EDUCAÇÃO E CULTURA
ESCOLA ESTADUAL SETOR SUL – PALMAS – TO
Modalidade de Ensino:
Planejamento Bimestral Série: Ano:
Professor(a):
Componente Curricular:
Conteúdo: Habilidades: Procedimentos:
Instrumentos de avaliação: Critérios:

Recursos disponíveis:
Materiais: Pedagógicos:

Observações mensais ou semanais: Conteúdos a serem replanejados:

Considerações técnicas:

Bibliografias:
Exercícios de Revisão – 4º acompanhado das expressões “ mil vezes”, “muito mais”,
Bimestre “mais”, etc.
e) “Prefiro ser essa metamorfose ambulante do que ter
aquela velha opinião formada sobre tudo.” (Raul Seixas)
Regência verbal Correção: Prefiro ser essa metamorfose ambulante a ter
1. Observe a regência verbal empregada nas frases aquela velha opinião formada sobre tudo.
seguintes. Faça as alterações necessárias para torná- Justificativa: Exige dois objetos: um direto e um indireto
las adequadas ao padrão culto da língua portuguesa. (iniciado pela preposição a). Esse verbo é, portanto,
a) Nunca esqueci do que passamos juntos. transitivo direto e indireto. Preferir alguma coisa a outra
Correção: Nunca me esqueci do que passamos juntos. coisa.
ou f) Prefiro química a física.
Nunca esqueci o que passamos juntos. Correção: A frase esta correta
Justificativa: O verbo esquecer é transitivo direto, mas o Justificativa: Exige dois objetos: um direto e um indireto
verbo esquecer-se é transitivo indireto e exige a (iniciado pela preposição a). Esse verbo é, portanto,
preposição de. transitivo direto e indireto. Preferir alguma coisa a outra
b) Ele se antipatizou comigo depois que lhe neguei apoio. coisa.
Correção: Ele antipatizou comigo depois que lhe neguei g) Informo-lhe de que deve sair agora.
apoio Erro: Essa frase apresenta dois objetos indiretos para um
Justificativa: Os verbos simpatizar e antipatizar são mesmo verbo
transitivos indiretos e exigem a preposição com. Correção: Informo-o de que deve sair agora.
Atenção! Esses verbos não são pronominais. Ou
c) Prefiro mil vezes ficar aqui do que sair e enfrentar filas. Informo-lhe que deve sair agora
d) Correção: Prefiro ficar aqui sair e enfrentar filas. Justificativa: O verbo informar é transitivo direto e indireto,
Justificativa: O verbo preferir exige dois objetos: um direto portanto exige dois complementos, um ligado ao verbo
e um indireto (iniciado pela preposição a). Esse verbo é, diretamente, sem preposição, e outro ligado ao verbo
portanto, transitivo direto e indireto. Preferir alguma indiretamente, com preposição.
coisa a outra coisa. O verbo preferir não aceita ser Quem informa, informa alguma coisa a alguém, ou quem
informa, informa alguém de alguma coisa.
h) Informo-a que o empréstimo não será concedido. Justificativa: O verbo morar é intransitivo e rege a
Erro: A frase apresenta dois objetos diretos para um preposição em
mesmo verbo j) Os países que eu fui são ricos.
Correção: Informo-a de que o empréstimo não será Correção: Os paises a que fui são ricos
concedido Justificativa: O verbo ir é intransitivo e rege a preposição a
Ou k) É a única pessoa que eu confio.
Informo-lhe que o empréstimo não será Correção: È a única pessoa em que eu confio
concedido Justificativa: O verbo confiar é transitivo indireto e rege a
Justificativa: O verbo informar é transitivo direto e indireto, preposição em
portanto exige dois complementos, um ligado ao verbo l) O cargo que eu aspiro é muito disputado.
diretamente, sem preposição, e outro ligado ao verbo Correção: O cargo a que eu aspiro é muito e
indiretamente, com preposição. Justificativa:
Quem informa, informa alguma coisa a alguém, ou quem m) O restaurante que eu comia no tempo de faculdade foi
informa, informa alguém de alguma coisa. fechado.
i) A rua que eu moro é esburacada. Correção:
Correção: A rua na qual eu moro é esburacada / A rua em Justificativa
que moro é esburacada
Verbo j) Sempre cobicei um exemplar da primeira edição da
História do Brasil, de Murilo Mendes. (querer)
2. Substitua as palavras destacadas pela forma
apropriada do verbo entre 3. Quando perguntaram ao escritor Latino Coelho o que a
parênteses. Faça todas as modificações necessárias. mulher representava para ele, o mestre não teve dúvida:
a) Nunca sorvi perfume tão agradável1 (aspirar) “– A mulher? Ora, quero-a e quero-lhe muito bem”,
b) Almejo um futuro melhor para o povo do meu país. respondeu. Explique a resposta do escritor.
(aspirar)
c) Não é recomendável acariciar cães violentos. (agradar) Crase
d) Ele fez tudo para satisfazer o inexorável sogro que Deus 4. Coloque o acento indicador de crase, quando for
lhe deu. (agradar) necessário.
e) Os melhores médicos foram convocados para cuidar a) Direi a vocês o que sei.
do paciente. (assistir) b) Direi a senhorita o que eu sei.
f) Não deixo de ver os filmes de Giuseppe Tornatore, c) Diga a Sua Excelência que não tenho nada a
diretor do memorável Cinema Paradiso. (assistir) acrescentar as palavras que já disse.
g) Você deve rubricar todas as vias do contrato. (visar) d) Vamos a sua casa ou a minha?
h) O plano do governador tem como objetivo o e) Vamos a Bahia ou a Santa Catarina?
saneamento das finanças estaduais, arruinadas por seu f) Cheguei a casa tarde da noite ontem.
antecessor. (visar) g) Fui a velha casa onde passei minha infância.
i) Tenho grande afeição por ele. (querer) h) Preciso ir a terra dos meus antepassados.
i) Não nego minha contribuição a cultura brasileira.
j) Sempre evitei comprar a crédito. 5. Reescreva as frases, colocando os pronomes
k) Enviei dinheiro a estas instituições beneficentes. oblíquos átonos, entre parênteses, na posição
l) Não vou a festas, não assisto a novelas e não aspiro a conveniente.
grandes posses. a) Contarei toda a verdade (te)
m) Em Roma, Londres ou Lisboa, é possível sair a rua a b) Não contarei toda a verdade. (te)
meia-noite. c) Revoltou contra todos. (se)
n) Prefiro isto aquilo. d) Deus proteja, meu amigo! (nos)
o) A mulher a qual fiz referência não esteve presente a e) Hoje, arrependo de tudo. (me)
reunião. f) Hoje arrependo de tudo. (me)
p) A mulher a que fiz referência não esteve presente a g) Nunca deram apoio. (nos)
reunião. h) Isso pertence? (te)
q) A cantora a cuja voz sempre me referi estará entre nós i) Aceitou a sugestão que dei. (lhe)
neste ano. j) Alguém procurou na loja. (o)
r) Transmita aquelas pessoas os meus cumprimentos. k) Todos sabem que amamos. (nos)
s) A proporção que se aproximava o fim do mês, a situação l) Quando zanga, fica furioso. (se)
se agravava. m) Sempre lembro de você. (me)
t) A vítima levara vários tiros a queima roupa. n) Lembro de você sempre. (me)
u) Não há mais nada a fazer. o) Lembrarei de você sempre. (me)
v) Chegou as três horas em ponto.
w) A corrida de Fórmula 1 começara as onze horas.

Respostas dos exercícios

Exercício 1

a) Nunca me esqueci do que passamos juntos.


O verbo esquecer quando transitivo indireto é pronominal.

b) Ele antipatizou comigo depois que lhe neguei apoio.


O verbo antipatizar e simpatizar são transitivos indiretos, mas não são pronominais, isto é, não admitem o emprego do pronome,
no caso se.

c) Prefiro mil vezes ficar aqui a sair e enfrentar filas.


O verbo preferir é transitivo direto e indireto. Ocorre como objeto direto a coisa mais apreciada e como objeto indireto a coisa
menos apreciada precedida da preposição a. Não ocorre crase, porque o verbo não admite o uso do artigo.

d) “Prefiro ser essa metamorfose ambulante a ter aquela velha opinião formada sobre tudo.” (Raul Seixas)
O verbo preferir é transitivo direto e indireto. Ocorre como objeto direto a coisa mais apreciada e como objeto indireto a coisa
menos apreciada precedida da preposição a. Não ocorre crase, porque o verbo não admite o uso do artigo.

e) Prefiro química à física.


O verbo preferir é transitivo direto e indireto. Ocorre como objeto direto a coisa mais apreciada e como objeto indireto a coisa
menos apreciada precedida da preposição a. Ocorre crase, porque a palavra física admite o emprego do artigo feminino a.

f) Informo-lhe que deve sair agora ou Informo-o de que deve sair agora.
O verbo informar apresenta objeto direto de coisa e objeto indireto de pessoa ou vice-versa. Quando se utilizam pronomes como
complementos, podem-se obter as duas construções acima. Está errado no exercício, porque o verbo informar apresentou dois
objetos indiretos – lhe e de que deve sair agora.

g) Informo-a de que o empréstimo não será concedido ou Informo-lhe que o empréstimo não será concedido
O verbo informar apresenta objeto direto de coisa e objeto indireto de pessoa ou vice-versa. Quando se utilizam pronomes como
complementos, podem-se obter as duas construções acima. Está errado no exercício, porque o verbo informar apresentou dois
objetos diretos – a e que o empréstimo não será concedido.

h) A rua em que eu moro é esburacada.


O verbo morar é intransitivo e exige a preposição em.

i) Os países a que eu fui são ricos.


O verbo ir é intransitivo e não possui complemento, mas é normalmente acompanhado de adjunto adverbial de lugar. Na língua
culta as preposições usadas para indicar direção ou destino são a e para.

j) É a única pessoa em que eu confio.


O verbo confiar é transitivo indireto e vem sempre acompanhado da preposição em.

k) O cargo a que eu aspiro é muito disputado.


O verbo aspirar com sentido de desejar, almejar é transitivo indireto e rege a preposição a.

l) O restaurante em que eu comia no tempo de faculdade foi fechado.


O verbo comer, no caso em questão, é intransitivo e está acompanhado de um adjunto adverbial de lugar, por isso rege a
preposição em.

Exercício 2
a) Nunca aspirei perfume tão agradável1 (aspirar)
O verbo aspirar com sentido de “sorver”, “inspirar”, “inalar” é transitivo direto, portanto não rege preposição.

b) Aspiro a um futuro melhor para o povo do meu país. (aspirar)


O verbo aspirar com sentido de “desejar”, “almejar”, “pretender” é transitivo indireto e rege a preposição a.

c) Não é recomendável agradar cães violentos. (agradar)


O verbo agradar com sentido de “fazer carinho”, “acariciar”, é transitivo direto.

d) Ele fez tudo para agradar ao inexorável sogro que Deus lhe deu. (agradar)
O verbo agradar com sentido de “satisfazer”, “ser agradável a”, é transitivo indireto e rege a preposição a.

e) Os melhores médicos foram assistir o paciente. (assistir)


O verbo assistir com sentido de “ajudar”, “prestar assistência a”, é transitivo direto.

f) Não deixo de assistir aos filmes de Giuseppe Tornatore, diretor do memorável Cinema Paradiso. (assistir)
O verbo assistir com sentido de “ver”, “presenciar”, “estar presente a” é transitivo indireto e rege a preposição a.

g) Você deve visar todas as vias do contrato. (visar)


O verbo visar com sentido de “pôr visto”, “rubricar”, “pretender” é transitivo direto.

h) O plano do governador visa ao saneamento das finanças estaduais, arruinadas por seu antecessor. (visar)
O verbo visar com sentido de “ter em vista”, “ter como objetivo”, “ter como meta” é transitivo indireto e rege a preposição a.

i) Quero-lhe muito bem. (querer)


O verbo querer com sentido de “ter afeição”, “amar”, “estimar” é transitivo indireto. No caso o objeto indireto é representado pelo
pronome lhe.

j) Sempre quis um exemplar da primeira edição da História do Brasil, de Murilo Mendes. (querer)
O verbo querer com sentido de “desejar”, “ter vontade de”, “cobiçar” é transitivo direto.

Exercício 3

Quando perguntaram ao escritor Latino Coelho o que a mulher representava para ele, o mestre não teve dúvida: “– A mulher? Ora,
quero-a e quero-lhe muito bem”, respondeu. Explique a resposta do escritor.
Desejo-a e amo-a, disse o escritor de forma brilhantemente sintética.
No sentido de “desejar”, “ter vontade”, “cobiçar”, é transitivo direto; no sentido de “ter afeição”, “estimar”, “amar” é transitivo
indireto e rege a preposição a.

Exercício 4
a) Direi a vocês o que sei.
Não se usa crase antes dos pronomes de tratamento, com exceção de dona, senhora e senhorita.

b) Direi à senhorita o que eu sei.


Ocorre crase antes do pronome de tratamento senhorita.

c) Diga a Sua Excelência que não tenho nada a acrescentar as palavras que já disse.
Não se usa crase antes dos pronomes de tratamento, com exceção de dona, senhora e senhorita.

d) Vamos a sua casa ou a minha?


É facultativo o emprego da crase antes dos pronomes possessivos femininos [minha(s), nossa(s), sua(s)].

e) Vamos à Bahia ou a Santa Catarina?


Não se esqueça: Se vim da crase há; se vim de crase pra quê?
Vim da Bahia – Vim de Santa Catarina.

f) Cheguei a casa tarde da noite ontem.


Não se usa crase antes da palavra casa, quando esta não estiver determinada.

g) Fui à velha casa onde passei minha infância.


Emprega-se crase, porque a palavra casa está determinada pelo adjetivo velha.

h) Preciso ir à terra dos meus antepassados.


A palavra terra no sentido de "terra natal”, admite artigo a, o verbo ir rege a preposição a (a + a = à), logo ocorrerá crase.

i) Não nego minha contribuição à cultura brasileira.


A palavra cultura, admite artigo a, o verbo negar é transitivo direto e indireto (quem nega, nega alguma a outra ou a alguém) e
rege a preposição a (a + a = à), logo ocorrerá crase.

j) Sempre evitei comprar o crédito.


Não se emprega crase nas locuções adverbiais masculinas.

k) Enviei dinheiro a estas instituições beneficentes.


Não se emprega crase antes de palavras no plural, a não ser que o a esteja também no plural.

l) Não vou a festas, não assisto a novelas e não aspiro a grandes posses.
Não se emprega crase antes de palavras no plural, a não ser que o a esteja também no plural.

m) Em Roma, Londres ou Lisboa, é possível sair a passear às 23h.


Não se emprega crase antes de verbo; emprega-se crase antes de horas.

n) Prefiro isto àquilo.


Quem prefere, prefere alguma coisa à outra; portanto ocorre crase, pois ocorre a aglutinação do a (preposição) com o a da palavra
aquilo (a + aquilo = àquilo).

o) A mulher à qual fiz referência não esteve presente à reunião.


Quem faz referência, faz referência a alguém ou a alguma coisa. Juntando o a exigido pelo nome referência com o a do pronome
relativo a qual (a + a qual = à qual), obtém-se a crase. A crase com o pronome relativo a qual é detectável pelo expediente da
substituição do substantivo feminino anterior ao pronome por um masculino equivalente. Só haverá crase (à qual, às quais) se
com o masculino aparecer ao qual, aos quais. Veja: O homem ao qual fiz referência não esteve presente.

p) A mulher a que fiz referência não esteve presente a reunião.


Não se emprega crase antes do pronome relativo que.

q) A cantora a cuja voz sempre me referi estará entre nós neste ano.
Não se emprega crase antes do pronome relativo cuja(s).

r) Transmita àquelas pessoas os meus cumprimentos.


Quem transmite, transmite alguma coisa (os cumprimentos) a alguém. O verbo exige a preposição a que se aglutina ao a inicial da
palavra aquela (a + aquela = àquela).

s) À proporção que se aproximava o fim do mês, a situação se agravava.


Ocorre crase nas locuções conjuntivas.

t) A vítima levara vários tiros à queima roupa.


Ocorre crase nas locuções adverbiais femininas.

u) Não há mais nada a fazer.


Não ocorre crase antes de verbos.

v) Chegou às três horas em ponto.


Ocorre crase antes dos numerais quando indicarem horas.

w) A corrida de Fórmula 1 começara às onze horas.


Ocorre crase antes dos numerais quando indicarem horas.

Exercício 5

a) Contar - te - ei toda a verdade.


Usa-se a mesóclise (pronome oblíquo átono no meio do verbo) porque o verbo está no futuro do presente e não há nada que
justifique a próclise.

b) Não te contarei toda a verdade.


Ainda que o verbo esteja no futuro do presente, emprega-se a próclise, uma vez que a palavra de sentido negativo atrai o pronome
oblíquo átono para antes do verbo.

c) Revoltou - se contra todos.


Emprega-se a ênclise (pronome oblíquo átono depois do verbo), pois não se inicia oração com pronome oblíquo átono.

d) Deus nos proteja, meu amigo!


Frase optativa (que exprime desejo) atrai o pronome oblíquo átono para antes do verbo.

e) Hoje, arrependo - me de tudo.


Usa-se ênclise (pronome oblíquo átono depois do verbo), quando houver um advérbio seguido de vírgula.

f) Hoje me arrependo de tudo.


O advérbio (quando não estiver seguido de vírgula) atrai o pronome oblíquo átono para antes do verbo.

g) Nunca nos deram apoio.


Palavra de sentido negativo atrai o pronome oblíquo átono para antes do verbo.

h) Isso te pertence?
Pronome demonstrativo atrai o pronome oblíquo para antes do verbo.

i) Aceitou a sugestão que lhe dei.


Pronome relativo atrai o pronome oblíquo para antes do verbo.

j) Alguém o procurou na loja.


Pronome indefinido atrai o pronome oblíquo para antes do verbo.

k) Todos sabem que os amamos.


Conjunção subordinativa integrante atrai o pronome oblíquo para antes do verbo.

l) Quando se zanga, fica furioso.


Conjunção subordinativa atrai o pronome oblíquo átono para antes do verbo.

m) Sempre lembro de você.


O advérbio (quando não estiver seguido de vírgula) atrai o pronome oblíquo átono para antes do verbo.

n) Lembro - me de você sempre.


Emprega-se a ênclise (pronome depois do verbo), pois não se inicia oração com pronome oblíquo átono.

o) Lembrar – me - ia de você sempre.


Verbo no futuro do pretérito atrai o pronome oblíquo átono para o meio do verbo.