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Departamento de Matem atica Sec c ao de Algebra e An alise

An alise Matem atica III


2o semestre de 2004/2005

Exerc cio-Teste 12 (a entregar na semana de 30/05/2005)


Considere a superf cie S = {(x, y, z ) R3 : x = 2 y 2 z 2 , z > 0 , x > 1 }, e o campo vectorial F : R3 R3 dado por F (x, y, z ) = (2x, y, z ). Calcule o uxo S F segundo o sentido da normal que tem a primeira componente positiva, de tr es formas distintas: (a) pela deni c ao de uxo; (b) utilizando o Teorema da Diverg encia; (c) utilizando o Teorema de Stokes.

Resolu c ao
(a) A superf cie S e uma superf cie de revolu c ao em torno do eixo 0x. Em coordenadas cil ndricas apropriadas (, , x), S e denida por x = 2 2 com x > 1 e z > 0, logo S e parte de um parabol oide, que se pode ver na gura seguinte:

z y

PSfrag replacements

Figura 1: A superf cie S

Uma parametriza c ao para S e dada por g (, ) = (2 2 , cos , sen ), 0 < < , 0 < < 1. Temos g g = e1 e2 2 cos 0 sen e3 sen cos = (, 22 cos , 22 sen ).

g g e positiva, portanto este vector tem o sentido da normal pedida ` a superf cie. Conclui-se que A primeira componente de
1

F n dS
S

=
0 0 1

F (g (, ))

g g

d d

=
0 0 1

(2(2 2 ), cos , sen ) (, 22 cos , 22 sen ) d d 2(2 2 ) + 23 d d


0 0

= =
0

2 2 4 + 2 2

d = .
0

(b) F e um campo de classe C 1 em R3 logo podemos aplicar o Teorema da Diverg encia ` a regi ao D = {(x, y, z ) R3 : x < 2 y 2 z 2 , x > 1, z > 0}. A fronteira de D e formada por S , por metade de um disco S1 = {(x, y, z ) R3 : y 2 + z 2 1, x = 1, z > 0} e pela superf cie no plano z = 0 S2 = {(x, y, z ) R3 : x 2 y 2 , z = 0, x > 1}. Uma vez que a normal a S dada, n, e a normal exterior a D, o teorema da diverg encia diz que div F dx dy dz =
D S

F n dS +
S1

F n1 dS +
S2

F n2 dS

onde n1 = (1, 0, 0) e n2 = (0, 0, 1) s ao as normais as superf cies S1 e S2 , respectivamente. Como div F = 2 1 1 = 0 conclui-se que F n dS
S

=
S1

F n1 dS
S2

F n2 dS z dS

=
S1

2x dS
S2

=
S1

2 dS
S2

0 dS = . 2

= 2 area(S1 ) = 2

(c) Uma vez que F e solenoidal (isto e, div F = 0) e o dom nio de F e R 3 , que e um conjunto em estrela, concluimos que F e um rotacional. Para achar um potencial vector A temos de resolver o sistema e1 e2 e3 = (2x, y, z ) rot A = F x y z A1 A2 A3

A3 y A1 z A2 x

A2 z A3 x A1 y

= 2x =y =z

Fazendo, por exemplo, A1 = 0 obtemos, A3 A3 A A y z2 = 2x y z2 = 2x A3 A (x, y, z ) = yx + C3 (y, z ) =y Ax 3 2 A2 (x, y, z ) = zx + C2 (y, z ) = z x Substituindo na primeira equa c ao obtemos x + C2 C3 (y, z ) x (y, z ) = 2x y z

pelo que podemos fazer C2 (y, z ) = C3 (y, z ) = 0. Conclui-se que um potencial vector para F e dado por A(x, y, z ) = (0, zx, yx). Pelo Teorema de Stokes, F n dS =
S S

rot A n dS =
S

A d.

O bordo de S e a uni ao das seguintes curvas: 1 = {(x, y, z ) R3 : y 2 + z 2 = 1, x = 1, z > 0} e 2 = {(x, y, z ) R3 : x = 2 y 2 , z = 0, x > 1}. De acordo com a regra da m ao direita, 1 deve ser percorrida do ponto (1, 1, 0) para o ponto (1, 1, 0) e 2 deve ser percorrida no sentido contr ario, ou seja, do ponto (1, 1, 0) para o ponto (1, 1, 0). Uma parametriza c ao de 1 e 1 (t) = (1, cos t, sen t), 0 < t < e uma parametriza c ao para 2 e 2 (t) = (2 t2 , t, 0), 1 < t < 1, que percorrem as curvas no sentido desejado. Assim, F n dS
S

=
1

A d1 +
2

A d2

=
0 1

(0, sen t, cos t) (0, sen t, cos t) dt (0, 0, t(2 t2 )) (2t, 1, 0) dt


1

+ =
0

1 dt + 0 = .