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ESCOLA NÁUTICA INFANTE D. HENRIQUE DEPARTAMENTO DE MÁQUINAS MARÍTIMAS Engenharia de Máquinas Marítimas ORGÃOS DE MÁQUINAS

ESCOLA NÁUTICA INFANTE D. HENRIQUE

DEPARTAMENTO DE MÁQUINAS MARÍTIMAS

Engenharia de Máquinas Marítimas

ORGÃOS DE MÁQUINAS

Dimensionamento de molas helicoidais

Victor Franco Correia

(Professor Adjunto)

2005

1

Molas helicoidais

Molas helicoidais Para este tipo de molas, em regime elástico, aplica-se a Lei de Hooke e

Para este tipo de molas, em regime elástico, aplica-se a Lei de Hooke e é válida a relação,

F = k

A deformação da mola, , da mola pode ser calculada através do teorema de Castigliano, obtendo-se

∆ =

F

8 F D

3

n

a

k

G d

4

e a constante da mola , k , será assim dada pela expressão

k =

F

d

4

G

8

D

3

n

a

.

Em que G é o módulo de elasticidade transversal do material da mola, n a é o número de espiras activas ou úteis da mola, D e d são, respectivamente, o diâmetro médio do enrolamento e o diâmetro do arame. O número de espiras activas é igual ao número total de espiras n t menos o número de espiras terminais n* que efectivamente não contribuem para a deformação da mola,

n

a

=

n

t

*

n

O valor de n* depende do tipo de acabamento das extremidades da mola helicoidal. Na figura seguinte indicam-se alguns valores de n* :

Molas helicoidais Para este tipo de molas, em regime elástico, aplica-se a Lei de Hooke e

2

Factores Geométricos

O índice da mola,

C =

  • D , pode ser usado para exprimir a deformação,
    d

∆ =

8

FC

3

n

a

F

=

G d

k

A gama de valores

usuais para

a

constante C

é

de aproximadamente 6 a 12.

O diâmetro do arame, d, deve respeitar os diâmetros normalizados.

O comprimento activo do arame,

L

a

= π D n

a

uma expressão para a deformação da mola,

, pode também ser usado para obter

∆ =

8 F D

2

L

a

π G d

  • 4 .

Tensões de corte na mola

A tensão de corte máxima na mola pode ser calculada pela sobreposição dos efeitos de corte directo e torção, obtendo-se

T d 2 F τ = ± + max J A A tensão de corte máxima
T d
2
F
τ
= ±
+
max
J
A
A tensão
de
corte máxima ocorre
na
face
interior do enrolamento (ver figura

3

seguinte).

obtém-se

Substituindo os termos:

T = F D / 2 ,

r = d / 2 ,

J = πd

4

/ 32

e

A = πd

2

/ 4

,

τ

max

=

8

FD

π d

3

+

4 F

π d

2

.

Substituindo o índice de mola C, vem

τ

max

=

8 FD

π d

3

  1 +

0.5

C

.

Alguns autores apresentam a equação de tensão de corte máxima, alternativa

sob

a

forma

τ

max

=

k W

8 FD

π d

3

em

que

k

W

é

o

designado factor de

correcção de Wahl que pretende

ter

em

consideração o efeito da curvatura da mola na tensão de corte resultante, sendo dado pela expressão

4 C − 1 0.615 = + k W . 4 C − 4 C
4
C −
1
0.615
=
+
k W
.
4
C
4
C
  • (a) Tensões de corte devidas a torção pura.

  • (b) Tensões de corte devidas a corte directo

  • (c) Sobreposição dos efeitos de corte directo e torção pura

  • (d) Sobreposição dos efeitos de corte directo e torção pura considerando o efeito da curvatura da mola.

4

Instabilidade de molas helicoidais

Quando a mola é submetida a forças de compressão podem ocorrer condições para instabilização como a figura ilustra, que se caracteriza pela ocorrência de deformações não axiais:

Instabilidade de molas helicoidais Quando a mola é submetida a forças de compressão podem ocorrer condições

Uma vez que a instabilização se inicia, a deformação lateral progride rapidamente e ocorre a falha da mola. Assim, é fundamental que o projecto de molas de compressão tenha em consideração a probabilidade de ocorrência de situações de instabilidade. Basicamente, o processo de instabilização de molas de compressão é similar à instabilização de colunas estruturais. Na prática, quando o comprimento livre da mola (L free ) é superior a cerca de 4~5 vezes o diâmetro nominal do enrolamento D, a mola pode instabilizar sob a acção de uma carga suficientemente elevada. As condições de instabilização da mola dependem do comprimento livre, diâmetro nominal do enrolamento e ainda do tipo de extremidades da mola e do tipo de constrangimentos que estes impõem à sua deformação (pivot ball – permite a rotação; ground & squared – não permitem a rotação). Um método rápido para verificar a instabilidade da mola consiste em calcular a relação entre a deformação da mola e o seu comprimento livre (/L free ) e utilizar a tabela abaixo para verificar se esta relação excede o valor máximo admissível:

Instabilidade de molas helicoidais Quando a mola é submetida a forças de compressão podem ocorrer condições

5

Molas de tracção

As molas de tracção típicas tem usualmente o seguinte aspecto:

Molas de tracção As molas de tracção típicas tem usualmente o seguinte aspecto: As molas de

As molas de tracção são normalmente fabricadas com uma tracção inicial F i que pressiona as espiras umas contra as outras no estado livre da mola. Este facto

tem como consequência que

a

relação

força-deformação

não

 

seja

verdadeiramente linear, quando medida a partir da posição de repouso.

No

entanto

uma

vez que

a tracção

inicial seja ultrapassada, a

mola

tem

um

comportamento linear.

Tensões de corte

Dado que

as molas

de

tracção têm uma tracção

inicial na

sua posição

de

repouso, têm igualmente uma tensão de corte inicial instalada nas espiras no estado de repouso. A tensão de corte máxima (em repouso), τ i ocorre na face interior das espiras, e é dada pela equação,

τ

i

= k

W

8 DF

i

π d

3

em que

D é o diâmetro nominal do enrolamento, d é o diâmetro do arame, e

k

W

é o factor de correcção de Wahl .

Uma

vez que

a tracção

inicial

é

ultrapassada, a mola de tracção pode ser

analisada como uma mola de compressão com uma força negativa. A tensão de corte máxima (τ max ) na mola aumenta com a força e é dada por,

τ

max

= τ

i

+ k

W

8 FD

π d

3

A deformação da mola é dada por,

∆ =

8

n

t

(

F

F

i

)

G d

4

em que G é o modulo de elasticidade transversal e espiras.

n t

é o número total de

6

Concentração de tensões nas extremidades

Consideremos o arco típico que normalmente existe nas extremidades das molas de tracção. A geometria do arco frequentemente causa fenómenos de concentração de tensões que podem originar a falha da mola. A ilustração seguinte mostra a geometria típica das extremidades desta mola e define os parâmetros radiais r 1 e r 4 ,

Concentração de tensões nas extremidades Consideremos o arco típico que normalmente existe nas extremidades das molas

A tensão máxima em flexão no ponto A e a tensão de corte máxima no ponto B podem ser expressas pelas equações, respectivamente,

Concentração de tensões nas extremidades Consideremos o arco típico que normalmente existe nas extremidades das molas

Coeficiente de segurança nas molas de tracção

Quando ocorre a rotura de uma mola de compressão, a falha catastrófica de todo o mecanismo onde a mesma se insere, é normalmente evitada porque os componentes que suportam as extremidades da mola, na pior das hipóteses comprimem os restos da mola em rotura.

Com uma mola de tracção, não existe este tipo de segurança de carácter geométrico uma vez que a mola está em tracção. Por esta e outras razões, as tensões de trabalho das molas de tracção são normalmente limitadas a cerca de ¾ do valor correspondente para uma mola de compressão com geometria similar e do mesmo material.

7

Fadiga de Molas helicoidais

O fenómeno da fadiga constitui um problema em molas sujeitas a cargas cíclicas, em que as forças variam entre um valor máximo e um valor mínimo. As molas do sistema de suspensão dos veículos, por exemplo, estão sujeitas a fadiga. Um número excessivo de ciclos de tensão originará a falha da mola por fadiga.

As tensões de corte máxima e mínima, τ , na face interior do enrolamento da mola são proporcionais às forças actuantes na mola, F max e F min ,

Fadiga de Molas helicoidais O fenómeno da fadiga constitui um problema em molas sujeitas a cargas

,

Fadiga de Molas helicoidais O fenómeno da fadiga constitui um problema em molas sujeitas a cargas

em que

D

é

o

diâmetro médio do enrolamento (medido entre

os centros da

secção transversal do arame, i.e. diâmetro exterior do enrolamento menos o diâmetro do arame), W é o factor de correcção de Wahl que tem em conta o efeito da curvatura da mola nas tensões, e C é o índice da mola

Fadiga de Molas helicoidais O fenómeno da fadiga constitui um problema em molas sujeitas a cargas
, ,
,
,

A tensão de corte média na mola τ mean , e a tensão de corte alternada, τ alt , são dadas por

Fadiga de Molas helicoidais O fenómeno da fadiga constitui um problema em molas sujeitas a cargas

,

Fadiga de Molas helicoidais O fenómeno da fadiga constitui um problema em molas sujeitas a cargas

Critério de Soderberg

Os componentes sujeitos a carregamentos alternados (σ mean = 0) falham quando o nível de tensões atinge a tensão limite de fadiga do material, σσσσ fatigue , que se obtém através dos ensaios de fadiga.

Quando os componentes estão sujeitos a uma dada combinação de tensões médias σ mean e tensões alternadas σ alt , o critério de Soderberg permite prever a falha em fadiga. No gráfico abaixo, tensão média vs. tensão alternada, está representada a linha correspondente ao limite imposto pelo critério de falha por fadiga de Soderberg, que é representado pela recta que une os pontos, σ mean =

σ yield

e

σ alt = σ fatigue :

8

Se no gráfico acima, o estado de tensão corresponder a um ponto abaixo da recta de

Se no gráfico acima, o estado de tensão corresponder a um ponto abaixo da recta de Soderberg (linha a azul) o critério de Soderberg à fadiga verifica-se. Se o estado de tensão corresponder a um ponto acima da recta de Soderberg, então é provável a rotura por fadiga.

O critério de Soderberg pode ser verificado analiticamente, através da equação,

Se no gráfico acima, o estado de tensão corresponder a um ponto abaixo da recta de

Ocorrerá falha por fadiga se a tensão alternada for superior à tensão limite imposta pelo critério de Soderberg, ie.

Se no gráfico acima, o estado de tensão corresponder a um ponto abaixo da recta de

9

Frequência natural fundamental das molas helicoidais

Quando as molas helicoidais são utilizadas em mecanismos com movimento, o seu comportamento dinâmico tem de ser considerado.

A primeira frequência natural (ressonância) de uma mola helicoidal é dada por,

Frequência natural fundamental das molas helicoidais Quando as molas helicoidais são utilizadas em mecanismos com movimento,

em que

d

é

o diâmetro

do

arame,

D

o

diâmetro médio nominal do

enrolamento, n t

o número

total

de

espiras, G

o

módulo de elasticidade

transversal e ρ a massa específica do material da mola.

Dedução da expressão anterior por analogia

Uma forma fácil de obter a equação anterior consiste em usar a analogia entre uma barra sujeita a uma força axial e a mola helicoidal. A analogia é válida uma vez que ambos os objectos possuem uma rigidez e uma massa uniforme ao longo do comprimento L.

Frequência natural fundamental das molas helicoidais Quando as molas helicoidais são utilizadas em mecanismos com movimento,

Tanto a mola como a barra obedecem à Lei de Hooke, em aplicações estáticas,

Frequência natural fundamental das molas helicoidais Quando as molas helicoidais são utilizadas em mecanismos com movimento,

em que

L é a variação no comprimento da mola ou da barra. A rigidez

barra é dada por,

k para a

Frequência natural fundamental das molas helicoidais Quando as molas helicoidais são utilizadas em mecanismos com movimento,

em que E é o módulo de Young do material, A e L são, respectivamente, a secção e o comprimento livre da barra.

10

No caso dinâmico, a variação do comprimento da barra pode ser dada pela expressão,

No caso dinâmico, a variação do comprimento da barra pode ser dada pela expressão, em que

em que o número de onda n é dado por,

No caso dinâmico, a variação do comprimento da barra pode ser dada pela expressão, em que

e f é a frequência excitadora (em Hz). Para verificar a validade da equação obtida, notemos os seguintes aspectos: A equação dinâmica para L satisfaz a equação diferencial do movimento para a barra e no limite para o caso estático (i.e. quando f tende para zero) a equação para L não é mais do que a expressão da Lei de Hooke,

No caso dinâmico, a variação do comprimento da barra pode ser dada pela expressão, em que
No caso dinâmico, a variação do comprimento da barra pode ser dada pela expressão, em que

Para obter as frequências naturais da barra procuramos as condições para as quais a variação de comprimento da barra ‘tende para infinito’. Isto ocorre

quando nL no denominador é igual a: {π, 2π, 3π, ... natural ocorre quando,

}.

A primeira frequência

No caso dinâmico, a variação do comprimento da barra pode ser dada pela expressão, em que

Resolvendo em ordem a f res e substituindo na expressão de k rod e notando que o volume da barra é (A*L), vem,

No caso dinâmico, a variação do comprimento da barra pode ser dada pela expressão, em que

A massa específica multiplicada pelo volume é igual à massa da barra. Assim podemos simplificar a formula da frequência natural, obtendo-se,

No caso dinâmico, a variação do comprimento da barra pode ser dada pela expressão, em que

Por analogia, a primeira frequência natural da mola, terá a mesma equação,

No caso dinâmico, a variação do comprimento da barra pode ser dada pela expressão, em que

em que k é agora a rigidez da mola, e

M é a

massa da mola.

11

Frequência natural da mola em função de parâmetros geométricos

Podemos exprimir a frequência natural da mola em termos dos parâmetros de carácter geométrico e do módulo de elasticidade transversal (em vez da sua rigidez global k e da sua massa).

O volume material da mola é dado por,

Frequência natural da mola em função de parâmetros geométricos Podemos exprimir a frequência natural da mola

e notando que a rigidez da mola em termos da sua geometria, módulo de elasticidade transversal G e número de espiras activas n a , é

Frequência natural da mola em função de parâmetros geométricos Podemos exprimir a frequência natural da mola

Substituindo estas duas equações na formula da frequência natural, f res , obtém- se,

Frequência natural da mola em função de parâmetros geométricos Podemos exprimir a frequência natural da mola

Se a mola for constituída por um número elevado de espiras, podemos assumir que o número de espiras activas é igual ao número total de espiras (desprezando as espiras terminais). Podemos também assumir a seguinte aproximação numérica,

Frequência natural da mola em função de parâmetros geométricos Podemos exprimir a frequência natural da mola

Estas duas aproximações permitem obter a expressão para a frequência de ressonância da mola,

Frequência natural da mola em função de parâmetros geométricos Podemos exprimir a frequência natural da mola

Para utilizar esta formula necessitamos de conhecer o modulo de elasticidade

transversal da mola e a sua geometria.

É muito mais fácil utilizar a fórmula da

secção anterior que apenas requer o conhecimento da rigidez e da massa da mola, especialmente quando se trata de molas das quais se desconhece o

material.

12

Referências:

J. Shigley, C. Mischke – Mechanical Engineering Design, McGraw-Hill 6th ed.

Anexos

Materiais para molas

13

14

14

Spring wire

Sandvik 12R10/gusab T302

Spring wire Sandvik 12R10/gusab T302 Sandvik 12R10/gusab T302 are general purpose steel grades which meet most

Sandvik 12R10/gusab T302 are general purpose steel grades which meet most requirements with regard to mechanical properties and corrosion resistance.

Service temperature

.............................

-200

to 250 °C (-330 to 480°F)

Chemical composition (nominal) %

Steel

C

Si

Mn

P

S

Cr

Ni

 

grade

max

max

12R10

0.08

  • 0.6 0.030

    • 1.2 0.015

 

18

9

T302

0.07

  • 0.5 0.035

    • 1.3 0.015

18.5

8

 

Standards

Sandvik Grade: 12R10/gusab T302 ASTM: 302 ISO: X9 CrNi 18-8 Grade 1 NS EN: 1.4310 NS EN Name: X 10 CrNi 18-8 NS W Nr.: 1.4310 JIS: SUS 302/304-WPB Product standards

 

EN

10270-3

ISO

6931-1

ASTM

A 313/A 313M

 

JIS

G 4314

Mechanical properties

 

Mechanical properties in delivered condition

 

Tensile strength and proof strength, MPa (ksi)

 

Wire diameter

inch

Nominal, Rm 1

 

Nominal R p0.2

 

mm

MPa

ksi

MPa

ksi

0.15 – 0.20

0.0059 - 0.0079

2365

 

343

1890

274

>0.20 – 0.30

>0.0079 - 0.012

2310

 

335

1850

268

>0.30 – 0.40

>0.012 - 0.016

2260

 

328

1810

262

 

>0.40 – 0.50

>0.016 - 0.020

2200

 

319

1760

255

>0.50 – 0.65

>0.020 - 0.026

2150

 

312

1720

249

 

>0.65 – 0.80

>0.026 - 0.031

2095

 

304

1680

244

>0.80 – 1.00

>0.031 - 0.039

2045

 

297

1635

237

 

>1.00 – 1.25

>0.039 - 0.049

1990

 

289

1590

231

>1.25 – 1.50

>0.049 - 0.059

1935

 

281

1550

225

 

>1,50 – 1,75

>0.059 - 0.069

1880

 

273

1505

218

>1.75 – 2.00

>0.069 - 0.079

1830

 

265

1465

212

 

>2.00 – 2.50

>0.079 - 0.098

1775

 

257

1420

206

>2.50 – 3.00

>0.098 - 0.118

1720

 

249

1375

199

 

>3.00 – 3.50

>0.118 - 0.138

1665

 

241

1330

193

>3.50 – 4.25

>0.138 - 0.167

1615

 

234

1290

187

 

>4.25 – 5.00

>0.167 - 0.197

1560

 

232

1250

181

>5.00 – 6.00

>0.197 - 0.236

1505

 

218

1205

175

 

>6.00 – 7.00

>0.236 - 0.276

1450

 

210

1160

168

>7.00 – 8.50

>0.276 - 0.335

1400

 

203

1120

162

 

>8.50 – 10.00

>0.335 - 0,394

1345

 

195

1075

156

Flat wire

800-2200

116 - 319

 

0.85*Rm

0,85 * ksi

 

Other strength levels

On request

1) tolerance on tensile strength + /- 7.0 % in accordance with EN 10 270-3 (ISO 6931-1).

By tempering the tensile strength can be increased by 150–250 MPa (22 - 36 ksi). The tensile strength variation between spools/coils within the same production lot is maximum ±50 MPa (7ksi). The proof strength in tempered condition is approx. 85 % of the tempered tensile strength. The tensile strength values are guaranteed and are measured directly after production. At storing the strength will increase somewhat due to ageing. Depending on storing condition the ageing can increase the stength with 0 - 50 MPa (0 - 7 ksi)

15

Shear modulus, MPa (ksi)

as delivered

approx 71 000 (10 295)

tempered

approx 73 000 (10 585)

Modulus of elasticity, MPa (ksi)

as delivered

approx 185 000 (26 825)

tempered

approx 190 000 (27 550)

The strength will decrease by 3–4% per 100°C (184 o F) increase of service temperature.

Straightened lengths

After straightening the strength is approx. 7% lower.

Fatigue strength - tempered and pre-stressed cylindrical helical springs

Wöhler diagram, mean stress 450 MPa

Shear modulus, MPa (ksi) as delivered approx 71 000 (10 295) tempered approx 73 000 (10

The curve is valid for springs coiled from wire 1 mm in diameter and represents 90% security against failure. Shear stress range = double the stress amplitude. To reach 99.9% security against failure the curve must be lowered to about 80 % of present values.

Stress range for different wire diameters, mean stress 450 MPa

Shear modulus, MPa (ksi) as delivered approx 71 000 (10 295) tempered approx 73 000 (10

Shear stress range at 10 7 load cycles as a function of the wire diameter.

At elevated temperatures the fatigue strength decreases at:

100°C (210°F)

by about 5 %

200°C (390°F)

by about 10%

Heat treatment

By tempering the springs at 350°C (660°F)/0.5–3 h, the tensile strength will increase by about 100-250 MPa (15 - 35 ksi). If a shorter tempering time is used the tempering effect will be lower. In continuous conveyor furnaces, where the holding time at temperature is very short (min. 3 minutes), the temperature can be increased to about 425°C (780°F).

In the as-delivered condition the ratio proof strength/tensile strength is about 0.80. After tempering the ratio will be about 0.85.

Please note that tension springs coiled with initial tension must not be tempered at the same high temperature as other types of springs. We recommend batch annealing at 200°C (390°F)/0.5–3 h, or continuous tempering in a conveyor furnace with a holding time of 3–20 minutes at about 250°C (480°F).

Spring wire

Sandvik 11R51

Spring wire Sandvik 11R51 General description Sandvik 11R51 in comparison with standard grades Sandvik 12R10/gusab T302

General description

Sandvik 11R51 in comparison with standard grades Sandvik 12R10/gusab T302 these grades have:

higher tensile strength and tempering effect

higher relaxation resistance, especially at elevated temperatures

higher fatigue strength

better corrosion resistance thanks to the molybdenum addition

Chemical composition (nominal) %

C

Si

Mn

P

S

Cr

Ni

Mo

 
 

max

max

0.08

1.50

1.80

0.025

0.015

17.0

7.5

0.70

 

Standards

Sandvik Grade: 11R51 ASTM: 302

 

ISO:

EN: 1.4310 HS EN Name: X10 CrNi 18-8 HS W Nr.: 1.4310 HS JIS: SUS 302 Mod. Product standards

 

EN

10270-3

ISO

6931-1

JIS

ASTM

G 4314

 

A 313/A 313M - 98

Mechanical properties

 

Mechanical properties in delivered condition

 

Tensile strength and proof strength, MPa (ksi)

Wire diameter

 

Nominal, R m 1

Nominal R p0,2

ksi

 

mm

inch

MPa

ksi

MPa

0.15 – 0.20

0.0059 - 0.0079

2530

367

2150

312

>0.20 – 0.30

>0.0079 - 0.012

2470

358

2100

305

>0.30 – 0.40

>0.012 - 0.016

2420

351

2060

299

 

>0.40 – 0.50

>0.016 - 0.020

2365

343

2010

292

>0.50 – 0.65

>0.020 - 0.026

2310

335

1960

284

 

>0.65 – 0.80

>0.026 - 0.031

2260

328

1920

278

>0.80 – 1.00

>0.031 - 0.039

2200

319

1870

271

 

>1.00 – 1.25

>0.039 - 0.049

2150

312

1830

265

>1.25 – 1.50

>0.049 - 0.059

2100

305

1785

259

 

>1.50 – 1.75

>0.059 - 0.069

2040

296

1730

251

>1.75 – 2.00

>0.069 - 0.079

1990

289

1690

245

 

>2.00 – 2.50

>0.079 - 0.098

1880

273

1600

232

>2.50 – 3.00

>0.098 - 0.118

1830

265

1555

225

 

>3.00 – 3.50

>0.118 - 0.138

1775

257

1510

219

>3.50 – 4.25

>0.138 - 0.167

1720

249

1460

212

 

>4.25 – 5.00

>0.167 - 0.197

1670

242

1420

206

>5.00 – 6.00

>0.197 - 0.236

1610

233

1370

199

 

>6.00 – 7.00

>0.236 - 0.276

1560

226

1330

193

>7.00 – 8.50

>0.276 - 0.335

1505

218

1280

186

 

Flat wire

850-2400

123 - 348

0.85 * Rm

0,85 * ksi

Other strength levels

On request

   

1) tolerance on tensile strength + / - 7.0 % in accordance with En 10 270-3 grade 1.4310HS.

By tempering the tensile strength can be increased by 150–300 MPa ( 22 - 44 ksi). The tensile strength variation between spools/coils within the same production lot is maximum ±50 MPa (7 ksi). The proof strength in tempered condition is approx. 90 % of the tempered tensile strength.

17

Shear modulus, MPa (ksi)

as delivered

approx. 71 000 (10 295)

tempered

approx. 73 000 (10 585)

Modulus of elasticity, MPa (ksi)

as delivered

approx.185 000 ( 26 825)

tempered

approx. 190 000 (27 550)

The strength will decrease by 3–4% per 100°C increase of service temperature.

Straightened lengths

After straightening the strength is approx. 7% lower.

Fatigue strength - tempered and pre-stressed cylindrical helical springs

Wöhler diagram, mean stess 450 MPa

Shear modulus, MPa (ksi) as delivered approx. 71 000 (10 295) tempered approx. 73 000 (10

The curve is valid for springs coiled from wire in size 1.00 mm and represents 90 % security against failure.

The shear stress range = double the stress amplitude. To 99.9 % seccurity against failure the curve must be lowered to about 80 % of present values.

Stress range for different wire diameters, mean stress 450 MPa

Shear modulus, MPa (ksi) as delivered approx. 71 000 (10 295) tempered approx. 73 000 (10

Shear stress range at 10 7 load cycles as a function of the wire diameter.

Heat treatment

By tempering the springs at 425°C (780°F)/0.5 - 4 h, the tensile strength will increase by about 150-300 MPa (20 - 45 ksi). If a shorter tempering time is used the tempering effect will be lower. In continuous conveyor furnaces, where the holding time at temperature is very short (min. 3 minutes), the temperature can be increased to about 475° (780°F).

In the as-delivered condition the ratio proof strength/tensile strength is about 0.85. After tempering the ratio will be about 0.90.

Please note that tension springs coiled with initial tension must not be tempered at the same high temperature as other types of springs. We recommend batch tempering at 250°C (480°F)/0.5–3 h, or continuous tempering in a conveyor furnace with a holding time of 3–5 minutes at about 300°C (570°F).

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Spring wire

Sandvik 13RM19

Spring wire Sandvik 13RM19 Sandvik 13RM19 combines high mechanical strength with a non-magnetic structure. This combination

Sandvik 13RM19 combines high mechanical strength with a non-magnetic structure. This combination of properties has previously been found mainly in expensive Co-Ni-base or Cu-Be-alloys. The steel has very good corrosion resistance comparable to that of AISI 302.

Sandvik 13RM19 is characterised by non-magnetic structure in all conditions

very high mechanical strength in the cold drawn condition. The strength can be further increased without any effect
on the non-magnetic structure by a simple tempering operation high elastic limit and energy storing capacity in the cold drawn and tempered condition

Sandvik 13RM19 also possesses good fatigue properties and exellent ductility, which makes it a most suitable choice for springs and other high strength applications where ferromagnetic materials cannot be used.

Service temperature

...............................up

to 250°C (480°F)

Standards

Sandvik Grade: 13RM19 EN: 1.4369 For Sandvik 13RM19 is the standard EN 10270-3 valid excluding chemical composition and mechanical properties.

Chemical composition (nominal) %

C

Si

Mn

P

S

Cr

Ni

Mo

N

 

max

Max

0.11

0.8

6.0

0.030

0.015

18.5

7

-

0.25

Magnetic permeability

From a magnetic point of view materials can be divided into three groups, para-, dia- and ferromagnetic materials. For many practical cases para- and diamagnetic materials will however strongly interact with the magnetic fields. In some cases the ferromagnetic properties are desired while in other situations no interaction with a magnetic field can be accepted. The magnetic properties of a metrial is expressed as the magnetic susceptibility, χ, or often as the magnetic permeability µ = 1 + χ. By definition the magnetic susceptibility is put to 0 for vacuum from which is follows that

µ vacuum =1.

The magnetic permeability for a certain material is expressed as µ, which is its relative permeability versus vacuum.

Further, as µ, may vary with the magnetic field strength the maximum value of µ max is often given as a representative value of the material.

Most types of high strength steel are ferromagnetic in spring hard conditions. The spring properties are achieved by hardening, e.g. carbon and chrominum steels or by cold drawing as e.g. for AISI 302/304 (W.Nr 1.4310). The origin of the properties is the martensitic structure. Higher alloyed steels e.g. AISI 316 suffer, side from being more expensive, from the difficulties to reach a high strength by cold working. If high strength is needed together with a non-magnetic (para-magnetic) material the option has traditionally been expensive Copper-Beryllium or Cobalt base alloys.

Sandvik 13RM19 is alloyed in a way that the structure is very stable against a martensitic transformation but still allowing a strong work hardening effect at deformation. Thus it is possible to obtain mechanical properties similar to the ones of AISI 302 but maintaining a non-magnetic structure. The following diagram shows typical values for the maximal relative magnetic permeability for different stainless steels.

19

Mechanical properties Mechanical properties in delivered condition Tensile strength and proof strength, MPa (ksi) Wire diameter

Mechanical properties

Mechanical properties in delivered condition

Tensile strength and proof strength, MPa (ksi)

Wire diameter

Nominal, R m

Nominal R p0.2

mm

inch

+/- 100 MPa

+/- 15 ksi

MPa

ksi

0.15 – 0.20

0.0059 - 0.0079

2200

319

1760

255

>0.20 – 0.30

>0.0079 - 0.012

2150

312

1720

249

>0.30 – 0.40

>0.012 - 0.016

2100

305

1680

244

>0.40 – 0.50

>0.016 - 0.020

2100

305

1680

244

>0.50 – 0.65

>0.020 - 0.026

2000

290

1600

232

>0.65 – 0.80

>0.026 - 0.031

2000

290

1600

232

>0.80 – 1.00

>0.031 - 0.039

1900

276

1520

220

>1.00 – 1.25

>0.039 - 0.049

1900

276

1520

220

>1.25 – 1.50

>0.049 - 0.059

1800

261

1440

209

>1,50 – 2,00

>0.059 - 0.078

1800

261

1440

209

>2.00 – 2.50

>0.078 - 0.098

1650

239

1320

191

>2.50 – 3.00

>0.098 - 0.118

1650

239

1320

191

>3.00 – 3.50

>0.118 - 0.138

1500

218

1200

174

>3.50 – 4.00

>0.138 - 0.157

1500

218

1200

174

By tempering the tensile strength can be increased by up to 300 MPa (44 ksi) without deterioration of the magnetic properties. The tensile strength variation between spools/coils within the same production lot is maximum ±50 MPa (7 ksi). The proof strength in tempered condition is approx. 85 % of the tempered tensile strength. The tensile strength values are guaranteed and are measured directly after production. At storing the strength will increase somewhat due to ageing. Depending on storing condition the ageing can increase the stength with 0 - 50 MPa (0 - 7 ksi).

Shear modulus, MPa (ksi)

as delivered ...............................................

approx.

69 000 (10 005)

approx.

tempered ...................................................

73 000 (10 585)

Modulus of elasticity, MPa (ksi)

as delivered ............................................

approx.

180 000 (26 100)

approx.

tempered ................................................

190 000 (27 550)

The strength will decrease by 3–4% per 100°C (184 o F) increase of service temperature.

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Fatigue strength

Fatigue strength The Wöhler diagram is valid for spings coiled from wire 0.5 mm in diameter

The Wöhler diagram is valid for spings coiled from wire 0.5 mm in diameter and represents 90 % of security against failure. Mean stress = 450 MPa Stress range = double the stress amplitude To reach 99.9 % security aganist failure the curve must be lowered to about 80 % of present values.

At elevated temperatures the fatigue strength decreases at

100 o C 200 o C

by about 5 % by about 10 %

Cryogenic properties

13RM19 has excellent properties by means of magnetic and mechanical properties at low temperatures. The diagram shows the magnetic permeability down to 4.2 K (-268.95°C) for a tensile strength of approx. 800 MPa (116 ksi) at 20°C (70°F).

Fatigue strength The Wöhler diagram is valid for spings coiled from wire 0.5 mm in diameter

Tensile strength values at different temperatures and material conditions.

Fatigue strength The Wöhler diagram is valid for spings coiled from wire 0.5 mm in diameter

Heat treatment

By tempering the springs, the tensile strength will increase up to 300 MPa (45 ksi). We recommend 350°C (660°F)/0.5–3 h for batch tempering. To obtain best results when tempering in a continuous conveyer furnace, where holding times at full temperature are very short, the temperature can preferably be increased to about 425°C (780°F). The holding time should be at least 3 minutes as shorter times might result in uneven tempering.

In the as-delivered condition the ratio 0,2 % offset proof stress/tensile strength is about 0.80. After tempering the ratio will be about 0.85.

Please note that tension springs coiled with initial tension must not be tempered at the same high temperature as other types of springs. We recommend batch annealing at 200°C (390°F)/0.5–3 h, or continuous tempering in a conveyor furnace with a holding time of 3–5 minutes at about 250°C (480°F).

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Strip steel

Sandvik 15LM and 20C

Strip steel Sandvik 15LM and 20C General description Sandvik 15LM and 20C are characterised by good

General description

Sandvik 15LM and 20C are characterised by good properties in respect of:

Fatigue strength and wear resistance

Hardness combined with ductility

Dimensional tolerances

Surface and edge finishes

Shape

The materials also have good blanking and forming properties with retaining shape of the parts after the blanking operation.

Chemical composition (nominal) %

Sandvik

C

Si

Mn

 

15LM

0.75

0.20

0.75

20C

1.00

0.25

0.45

 

Specifications

Sandvik

AISI

W.-Nr.

SS

 

15LM

  • 1074 1.1248

1770

20C

  • 1095 1.1274

1870

 

Dimensions

Sandvik 15LM and 20C are available in a wide range of sizes. The following chart indicates the approximate stand-ard size range.

Strip steel Sandvik 15LM and 20C General description Sandvik 15LM and 20C are characterised by good

Figure 1 Standard size range

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Mechanical properties

Nominal values at 20°C.

Thickness

 

Tensile strength,

Proof strength,

 

sR m *

 

R p0.2

mm

..........

inch

Sandvik 15LM

Sandvik 20C

Sandvik 15LM

Sandvik 20C

 

MPa

MPa

MPa

MPa

<0.125

<.005

1950

2100

  • 1750 1900

0.125-<0.175

.005-<.007

1900

2050

  • 1700 1850

0.175-<0.225

.007-<.009

1850

2000

  • 1650 1800

0.225-<0.275

.009-<.011

1800

1950

  • 1600 1750

0.275-<0.375

.011-<.015

1750

1900

  • 1600 1700

0.375-<0.425

.015-<.017

1700

1850

  • 1550 1650

0.425-<0.475

.017-<.019

1700

1800

  • 1550 1600

0.475-<0.625

.019-<.025

1650

1750

  • 1500 1600

0.625-<0.825

.025-<.032

1600

1700

  • 1450 1550

0.825-<1.000

.032-<.039

1550

1650

  • 1400 1500

1.000-<1.575

.039-<.062

1500

1600

  • 1350 1450

1.575-<2.500

.062-<.098

1500

1600

  • 1350 1450

2.500-<3.500

.098-<.118

1500

1600

  • 1350 1450

Blanking & Bending

Blanking

In order to achieve optimal blanking results tools and presses must be accurate and stable in dealing with hardened

and tempered strip. A lubricant is recommended to minimize tool wear.

Clearance between punch and die

A radial clearance of 4–10% of the strip thickness is recommended. This will give low burr height in combination with long tool life and a sheared edge with a narrow shear zone and a wide break zone.

Tools

Tool steels of type AISI D2 or D4 with hardness about 63 HRC can be used except where thick gauges, slender tool sections and small corner radii are involved. In that case we recommend high-speed steel, type AISI M2 hardened and tempered to about 63 HRC. Carbide tools are recommended for blanking in very long runs, unless the strip is too hard and thick or the shape of the items is unsuitable. More detailed recommendations will be furnished on request. The corner radii should be min. 0.25 x the strip thickness, but not smaller than 0.25 mm (0.010 inch), and the diameter of the punch not smaller than 2 x the strip thickness. The risk of the hole slug or the blanked item being carried along with the punch on its return stroke can be lessened by using a die without a taper, i.e. with a straight section starting from the edge of the tool. The straight section should be at least 5 x the strip thickness or at least 3 mm (0.118 inch) in length.

Bending

Mechanical properties Nominal values at 20°C. Thickness Tensile strength, Proof strength, sR * R p0.2 mm

Table 6 shows average values for the least bending radius, r min . These figures refer to strip with a nominal tensile strength as per table 5. The bending tests were carried out according to Swedish Standard SS 11 26 26 method 3, i.e.in a 90° vee block with a 25 mm (1 inch) die opening, the blanked test pieces being 35 mm (1.38 inch) wide and turned so that their burr edge was facing inwards in the bend.

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Applications Sandvik 15LM • Springs in general • Spring washers in cars • Scraper blades for
Applications Sandvik 15LM • Springs in general • Spring washers in cars • Scraper blades for

Applications

Sandvik 15LM

Springs in general

Spring washers in cars

Scraper blades for the pulp and paper industry

Sandvik 20C

Washers in automatic transmissions Lapping carriers and cutter blades for the semiconductor industry

Coater and scraper blades for the pulp and paper industry

Springs in general

Doctor blades for printing processes

Knives

A document from the Sandvik Materials Technology web-site.

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Applications Sandvik 15LM • Springs in general • Spring washers in cars • Scraper blades for
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