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Referências: GEOLOGIA AULA 5 Mineralogia Frank Press, Raymond Siever, John Grotzinger, Jordan H. Thomas. (2006) Parawww.unb.br/ig/cursos/Fund Mineral /Fund Mineral _Apostila2.pdf www.dct.uc.pt/alunos/PROPRIEDADES_FISICAS_DOS_ MINERAIS .pdf - Essa apostila é apenas um guia do que vimos em sala, favor estudar pelas referências citadas acima. Minerais: Unidades Constituintes das Rochas Definição: Elementos ou compostos químicos com composição definida dentro de certos limites, cristalizados e formados naturalmente por meio de processos geológicos inorgânicos, na terra ou em corpos extraterrestres.  Suas propriedades químicas e cristalográficas fazem com que eles sejam únicos dentro do reino mineral.  Cada mineral, assim como o quartzo SiO constitui uma espécie mineral.  Se a cristalização acontecer em condições geológicas ideais com o desenvolvimento de suas faces, arestas e vértices, este mineral poderá ser chamado de cristal. Minerais com composição química formada por um elemento: Diamante e grafita (C), enxofre (S), Ouro (Au), etc ... A maioria dos minerais apresenta uma combinação de diferentes elementos químicos em sua composição, esta pode ser fixa ou variar dentro de limites bem definidos. Ex: quartzo (SiO ) e olivina (Mg,Fe) SiO , mineral importante nas rochas do interior da terra que compõe uma série de minerais. Os minerais possuem um arranjo atômico interno tridimensional, seus átomos encontram-se distribuídos ordenadamente formando uma rede tridimensional denominada retículo cristalino.  Propriedades que atestam uma organização interna: hábito cristalino e a clivagem.  A cristalinidade de alguns minerais pode ser reconhecida por meio de suas propriedades ópticas.  O mercúrio (Hg) em seu estado líquido e o gelo formado naturalmente nas calotas polares, são considerados minerais enquanto substâncias amorfas como géis, vidros, carvões naturais, âmbar, pêrola e recifes de corais são da classe dos MINERALÓIDES.  Compostos sintéticos, mesmo que sejam cópias fiéis de alguns minerais não são considerados como tal. " id="pdf-obj-0-4" src="pdf-obj-0-4.jpg">

GEOLOGIA

AULA 5

Mineralogia

Frank Press, Raymond Siever, John Grotzinger, Jordan H. Thomas. (2006) Para Entender a Terra. Porto Alegre, Bookman. (CAPÍTULO 3). Teixeira, Toledo, Fairchild & Taioli. (2001). Decifrando a Terra. São Paulo: Oficina de Textos. (CAPÍTULO 2). Wicander, Reed & Monroe, James S. (2009). Fundamentos de Geologia. São Paulo, Cengage Learning. (CAPÍTULO 6).

www.dct.uc.pt/alunos/PROPRIEDADES_FISICAS_DOS_MINERAIS.pdf -

Essa apostila é apenas um guia do que vimos em sala, favor estudar pelas referências citadas acima.

Minerais: Unidades Constituintes das Rochas

Definição: Elementos ou compostos químicos com composição definida dentro de certos limites, cristalizados e formados naturalmente por meio de processos geológicos inorgânicos, na terra ou em corpos extraterrestres.

  • Suas propriedades químicas e cristalográficas fazem com que eles sejam únicos dentro do reino mineral.

  • Cada mineral, assim como o quartzo SiO 2 constitui uma espécie mineral.

  • Se a cristalização acontecer em condições geológicas ideais com o desenvolvimento de suas faces, arestas e vértices, este mineral poderá ser chamado de cristal.

Minerais com composição química formada por um elemento: Diamante e grafita (C), enxofre (S), Ouro (Au), etc ...

A maioria dos minerais apresenta uma combinação de diferentes elementos químicos em sua composição, esta pode ser fixa ou variar dentro de limites bem definidos. Ex: quartzo (SiO 2 ) e olivina (Mg,Fe) 2 SiO 4 , mineral importante nas rochas do interior da terra que compõe uma série de minerais.

Os minerais possuem um arranjo atômico interno tridimensional, seus átomos encontram-se distribuídos ordenadamente formando uma rede tridimensional denominada retículo cristalino.

  • Propriedades que atestam uma organização interna: hábito cristalino e a clivagem.

  • A cristalinidade de alguns minerais pode ser reconhecida por meio de suas propriedades ópticas.

  • O mercúrio (Hg) em seu estado líquido e o gelo formado naturalmente nas calotas polares, são considerados minerais enquanto substâncias amorfas como géis, vidros, carvões naturais, âmbar, pêrola e recifes de corais são da classe dos MINERALÓIDES.

  • Compostos sintéticos, mesmo que sejam cópias fiéis de alguns minerais não são considerados como tal.

A Origem dos Minerais

Sua origem está condicionada aos ingredientes químicos e as condições físicas de sua formação.

FORMAÇÃO DO CRISTAL A PARTIR DE UMA SOLUÇÃO EM FUSÃO OU VAPOR NUCLEAÇAO DE UM DIMINUTO CRISTAL ADERÊNCIA DE MAIS MATERIAL CRESCIMENTO DO CRISTAL PASSAGEM DO ESTADO AMORFO PARA O CRISTALINO EM UM AMBIENTE QUENTE CRISTALIZAÇÃO DO MAGMA.

  • Condensação de materiais rochosos a partir de vapor.

  • Cristalização a partir de soluções aquosas a baixas temperaturas (<100C).

  • Processos metamórficos com recristalização mineral sem que haja fusão do mesmo.

Estrutura Cristalina

Conjunto de propriedades que resultam da forma como estão espacialmente ordenados os átomos ou moléculas que constituem o sólido. Note-se que apenas os sólidos cristalinos exibem esta característica, já que ela é o resultado macroscópico da existência subjacente de uma estrutura ordenada ao nível atômico, replicada no espaço ao longo de distâncias significativas face à dimensão atômica ou molecular, o que é exclusivo dos cristais.

Sistemas cristalinos

A existência da estrutura cristalina resulta dos sólidos cristalinos serem construídos a partir da repetição no espaço de uma estrutura elementar na forma de um paralelepípedo denominada célula unitária (ver figura abaixo).

A Origem dos Minerais Sua origem está condicionada aos ingredientes químicos e as condições físicas decristalinos exibem esta característica, já que ela é o resultado macroscópico da existência subjacente de uma estrutura ordenada ao nível atômico, replicada no espaço ao longo de distâncias significativas face à dimensão atômica ou molecular, o que é exclusivo dos cristais. Sistemas cristalinos A existência da estrutura cristalina resulta dos sólidos cristalinos serem construídos a partir da repetição no espaço de uma estrutura elementar na forma de um paralelepípedo denominada célula unitária (ver figura abaixo). Célula unitária de um cristal de sal (NaCl), notar a ordenação dos átomos. A forma e tamanho da célula unitária de cada cristal depende das dimensões, valência química e estado de ionização dos átomos ou moléculas que o compõem e das condições em que o cristal se formou. A mesma substância, sob condições de pressão e temperatura distintas, pode formar cristais com células unitárias totalmente diversas. Um exemplo clássico é o Carbono, o qual pode, dependendo das condições, cristalizar sob centenas de formas, indo desde o diamante à grafite e pelas inúmeras variantes da fibra de carbono. A partir desses parâmetros é possível determinar o paralelepípedo que constitui a menor subdivisão de uma rede cristalina que conserve as características gerais de todo o retículo, de modo que por simples multiplicação da mesma, se possa reconstruir o sólido cristalino completo. Esses paralelepípedos são em geral designados por células unitárias . Na realidade, cada cristal é constituído pela repetição de milhões de milhões de células unitárias semelhantes, agrupadas de forma regular, que, funcionado como autênticos blocos construtivos do cristal, acabam por determinar a sua macro-estrutura. Nos cristais naturais, múltiplas células unitárias são substituídas por impurezas, dando a cada cristal características distintas de forma e cor. Estas impurezas têm uma importância fundamental na determinação das características dos cristais naturais, em particular dos minerais, determinando as propriedades eléctricas e ópticas, a temperatura de fusão e a reactividade química. " id="pdf-obj-1-41" src="pdf-obj-1-41.jpg">

Célula unitária de um cristal de sal (NaCl), notar a ordenação dos átomos.

A forma e tamanho da célula unitária de cada cristal depende das dimensões, valência química e estado de ionização dos átomos ou moléculas que o compõem e das condições em que o cristal se formou.

A mesma substância, sob condições de pressão e temperatura distintas, pode formar cristais com células unitárias totalmente diversas. Um exemplo clássico é o Carbono, o qual pode, dependendo das condições, cristalizar sob centenas de formas, indo desde o diamante à grafite e pelas inúmeras variantes da fibra de carbono.

A partir desses parâmetros é possível determinar o paralelepípedo que constitui a menor subdivisão de uma rede cristalina que conserve as características gerais de todo o retículo, de modo que por simples multiplicação da mesma, se possa reconstruir o sólido cristalino completo. Esses paralelepípedos são em geral designados por células unitárias.

Na realidade, cada cristal é constituído pela repetição de milhões de milhões de células unitárias semelhantes, agrupadas de forma regular, que, funcionado como autênticos blocos construtivos do cristal, acabam por determinar a sua macro-estrutura.

Nos cristais naturais, múltiplas células unitárias são substituídas por impurezas, dando a cada cristal características distintas de forma e cor. Estas impurezas têm uma importância fundamental na determinação das características dos cristais naturais, em particular dos minerais, determinando as propriedades eléctricas e ópticas, a temperatura de fusão e a reactividade química.

Sistemas de Cristalização

A análise geométrica dos sistemas de cristalização permite concluir que existem sete sistemas distintos (veja a tabela abaixo), embora dentro de alguns deles seja possível distinguir subcategorias em função dos centros de simetria. A designação dos eixos e dos ângulos entre os eixos é a que resulta do diagrama que acompanha a tabela abaixo.

Da combinação dos eixos e ângulos resultam os seguintes sete sistemas básicos de cristalização:

Cúbico ou isométrico- Produz estruturas simples e lineares e é aquele em que, para além de todos os cristais possuírem quatro eixos ternários de simetria, os eixos cristalográficos possuem comprimentos iguais e são perpendiculares entre si.

   
 Cúbico ou isométrico- Produz estruturas simples e lineares e é aquele em que, para além

Tetragonal- Todos os cristais deste sistema têm a característica de possuir, para além de um eixo quaternário de simetria, três eixos cristalográficos perpendiculares entre si, sendo os dois horizontais de igual comprimento e o vertical de comprimento diferente.

 
 Cúbico ou isométrico- Produz estruturas simples e lineares e é aquele em que, para além

Ortorrômbico- Produz estruturas de grande complexidade tendo como característica comum a todos os cristais deste sistema apresentarem, ao menos, um eixo binário de simetria. Possuem três eixos cristalográficos perpendiculares entre si, todos com comprimentos diferentes.

Sistemas de Cristalização A análise geométrica dos sistemas de cristalização permite concluir que existem sete sistemas
Sistemas de Cristalização A análise geométrica dos sistemas de cristalização permite concluir que existem sete sistemas
Sistemas de Cristalização A análise geométrica dos sistemas de cristalização permite concluir que existem sete sistemas

Hexagonal- Neste sistema todos os cristais possuem ou um eixo ternário de simetria, ou um eixo senário (eixo de ordem seis) de simetria. Possuem quatro eixos cristalográficos, dos quais três são horizontais, com comprimentos iguais e cruzando-se em ângulos de 120°, e o quarto é o vertical, com comprimento diferente dos demais.

 Romboédrico ou trigonal  Monoclínico- Os cristais deste sistema em geral apresentam apenas um eixo

Romboédrico ou trigonal

 Romboédrico ou trigonal  Monoclínico- Os cristais deste sistema em geral apresentam apenas um eixo

Monoclínico- Os cristais deste sistema em geral apresentam apenas um eixo de simetria binário, ou um único plano de simetria, ou a combinação de ambos. Possuem três eixos cristalográficos, todos com comprimentos diferentes. Dois eixos formam um ângulo oblíquo entre si, sendo o terceiro perpendicular ao plano formado pelos outros dois.

 Romboédrico ou trigonal  Monoclínico- Os cristais deste sistema em geral apresentam apenas um eixo

Triclínico- Agrupa todos os casos que não podem ser acomodados em qualquer dos restantes sistemas, exibindo apenas simetria translacional ou inversão. Os cristais com este sistema caracterizam-se pela ausência de eixos ou planos de simetria, apresentando três eixos cristalográficos com comprimentos desiguais e oblíquos entre si.

 Romboédrico ou trigonal  Monoclínico- Os cristais deste sistema em geral apresentam apenas um eixo

Uma análise do grau de simetria de cada um dos sistemas acima apontados permite concluir que o mais simples e o mais simétrico é o cúbico, já que apresenta a simetria do cubo, beneficiando da isometria das suas faces. Os restantes seis sistemas ordenam-se de acordo com a seguinte seqüência decrescente de simetria: hexagonal, tetragonal, romboédrico, ortorrômbico, monoclínico e triclínico.

O sistema hexagonal é freqüentemente considerado como sendo uma variante do sistema trigonal, já que é possível, sem alterar as simetrias, a partir de um produzir o outro.

Classificação Sistemática dos Minerais

Os minerais são agrupados com base no ânion ou radical aniônico dominante.

Elementos Nativos: Cerca de 20 elementos se encontram como minerais sob forma não combinada, dizendo- se que ocorrem no estado nativo. Estes minerais são divididos em metais; semimetais e não-metais.

  • A) Metais: Au (ouro); Ag (prata); Cu (cobre); Pb (chumbo); Pt (platina); Pd (paládio); Ir (irídio); Os (ósmio); Fe (ferro) e Ni

(niquel).

  • B) Semimetais: As (arsênio); Sb (antimônio); Bi (bismuto); Se (selênio) e Te (telúrico).

  • C) Não-metais: C (carbono = diamante ou grafita); S (enxofre).

Sulfetos: Consiste, na maior parte, em combinação de vários metais com S, Te e Se. A maioria dos minerais metálicos estão nesta classe.

PbS 2 = galena; HgS = cinábrio;

CuFeS 2 = calcopirita FeS 2 = pirita (Au,Ag)

ZnS = esfalerita MoS 2 = molibdenita

Sulfossais: Minerais compostos de Pb, Cu ou Ag em combinação com S e Sb, As ou Bi.

(Cu,Fe,Zn,Ag) 12 Sb 4 S 13 = tetraedrita;

Cu 3 AsS 4 = enargita

Óxidos: Minerais onde ocorre metal em combinação com oxigênio. Subdividem-se em:

  • A) óxidos simples:

Cu 2 O = cuprita

SnO 2 = cassiterita

H 2 O = gelo Al 2 O 3 = coríndon, rubi, safira

UO 2 = uraninita Fe 2 O 3 = hematita

  • B) óxidos múltiplos:

MgAl 2 O 4 = espinélio

FeCr 2 O 4 = cromita

  • C) Mg(OH) 2 = brucita

hidróxidos:

MnO(OH) = manganita

Halóides: Inclui os cloretos (Cl); fluoretos (F); brometos (Br) e Iodetos naturais (I).

NaCl = halita

CaF 2 = fluorita

KCl = silvita

Carbonatos: Minerais cujas fórmulas químicas incluem o radical carbonato, CO3.

CaCO 3 = calcita

Cu 2 CO 3 = malaquita

CaMg(CO 3 ) 2 = dolomita

Cu 3 (CO 3 ) 2 (OH) 2 = azurita

Nitratos: Minerais que são considerados como sais de ácido nítrico e contêm o radical NO 3 .

NaNO 3 = nitro de sódio ou salitre do Chile

KNO 3 = nitro ou salitre

  • Boratos: Contém o radical BxOy.

Na 2 B 4 O 7 . 10 H 2 O = Bórax (medicina, metalurgia, abrasivo)

  • Fosfatos: minerais que apresentam o radical PO 4 .

(Ce,La,Y,Th)PO 4 = monazita Ca 5 (F,Cl,OH)PO 4 = apatita

MgAl 2 (OH) 2 PO 4 = lazulita CuAl 6 (PO 4 ) 4 (OH) 8 2H 2 O = turquesa

  • Sulfatos: minerais que apresentam o radical SO 4 .

BaSO 4 = barita

CaSO 4 .2H 2 O = gipsita

CaSO 4 = anidrita

  • Tungstatos e Molibdatos: apresentam o radical tungstato, WO 4 ou molibdato MoO 4 .

(Fe,Mn)WO 4 = wolframita PbMoO 4 = wulfenita

CaWO 4 = Scheelita

 Boratos: Contém o radical BxOy. Na B O . H O = Bórax (medicina, metalurgia,

CLASSE DOS SILICATOS

Silicatos: É a classe de maior importância, cerca de 25% dos minerais conhecidos e 40% dos minerais mais comuns são silicatos. Com poucas exceções, pode-se dizer que todos os minerais que formam rochas ígneas são silicatos e que estes constituem mais de 90% da crosta terretre.

A estrutura fundamental dos silicatos são os tetraedros constituídos de 1 átomo de silício rodeado por 4 átomos de O o que lhes dá uma carga total possível de 4 - . Eventualmente, o átomo de Si pode ser susbtituído por um átomo de Al, formando um tetraedro com uma carga total de 5 - .

Dependendo do grau de polimerização e da amplitude da participação do oxigênio entre os tetraedros, a estrutura dos silicatos pode consistir em tetraedros independentes, em grupos tetraédricos múltiplos, independentes, cadeias duplas ou faixas, folhas ou armações tridimensionais, o que proporciona uma classificação especial para os silicatos.

Nesossilicatos: Silicatos com grupos de tetraedros SiO 4 isolados e unidos entre si somente por ligações iônicas, através de cátions intersticiais. (Mg,Fe) 2 (SiO 4 ) = olivina

Ca 3 Fe 2 (SiO 4 ) 3 = andradita Zr(SiO 4 ) = zircão Al 2 (SiO 4 )(F,OH) 2 = topázio

Olivina

Ca Fe (SiO ) = andradita Zr(SiO ) = zircão Al (SiO )(F,OH) = topázio Olivina

Sorossilicatos: Caracteriza-se por grupos tetraédricos duplos isolados, formados por dois tetraedros SiO 4 compartilhando entre si um único oxigênio, situado em um vértice.

Zn 4 (Si 2 O 7 )(OH) 2 .H 2 O = hemimorfita Ca 2 (Al,Fe)Al 2 O(SiO4)(Si 2 O 7 )(OH) = epidoto

Ca Fe (SiO ) = andradita Zr(SiO ) = zircão Al (SiO )(F,OH) = topázio Olivina

Ciclossilicatos: Formados por tetraedros de (SiO4) ligados na forma de anéis. O anel Si 3 O 9 é o mais simples.

Be 3 Al 2 (Si 6 O 18 ) = berilo = água marinha (azul esverdeado pálido) e esmeralda (verde intenso) (Na,Ca)(Al,Fe,Li,Mg)3Al 6 (BO3) 3 (Si 6 O1 8 )(OH) = turmalina verde = esmeralda brasileira; vermelha ou rósea = rubelita.

Ca Fe (SiO ) = andradita Zr(SiO ) = zircão Al (SiO )(F,OH) = topázio Olivina

Inossilicatos: Tetraedros de (SiO 4 ) unidos em cadeias pelo compartilhamento de oxigênios com os tetraedros adjacentes, formando cadeias simples. Estas cadeias simples podem unir-se lado a lado, pela participação de oxigênios em alguns dos tetraedros, formando faixas ou cadeias duplas.

Cadeias simples = piroxênios Mg 2 (Si 2 O 6 ) = enstatita CaMg(Si 2 O 6 ) = diopsídio (Fe,Mg) 2 (Si 2 O 6 ) = hiperstênio

Cadeias duplas = anfibólios Ca Mg (Si O )(OH) = tremolita Ca Na(Mg,Fe) (Al,Fe,Ti)((Al,Si) O )(O,OH)

Cadeias duplas = anfibólios Ca 2 Mg 5 (Si 8 O 22 )(OH) = tremolita Ca 2 Na(Mg,Fe) 4 (Al,Fe,Ti)((Al,Si) 8 O 22 )(O,OH) 2 = anfibólios

Cadeias duplas = anfibólios Ca Mg (Si O )(OH) = tremolita Ca Na(Mg,Fe) (Al,Fe,Ti)((Al,Si) O )(O,OH)

Filossilicatos: Nos minerais desta classe, três dos quatro oxigênios em cada tetraedro (SiO 4 ) são compartilhados com os tetraedros vizinhos, formando uma estrutura caracterizada por folhas de silício-oxigênio estendidas indefinidamente. Essas folhas encontram-se intercaladas por octaedros caracterizados por átomos de Mg ou Al, cercados por 6 átomos de oxigênio e/ou hidroxila (OH).

Mg 6 (Si4O10)(OH) 8 = serpentina (asbesto) Mg 3 (Si 4 O 10 )(OH) 2 = talco KAl 2 (AlSi 3 O 10 )(OH) 2 = muscovita K(Mg,Fe) 3 (AlSi 3 O 10 )(OH) = biotita

Cadeias duplas = anfibólios Ca Mg (Si O )(OH) = tremolita Ca Na(Mg,Fe) (Al,Fe,Ti)((Al,Si) O )(O,OH)

Tectossilicatos: Nos minerais desta classe, todos oxigênios em cada tetraedro (SiO 4 ) são compartilhados com os tetraedros vizinhos, formando uma estrutura ou armação tridimensional de tetraedros de silicato com SiO 2 . É o maior dos grupos de silicatos, incluindo cerca de 75% dos materiais da crosta terrestre.

Cadeias duplas = anfibólios Ca Mg (Si O )(OH) = tremolita Ca Na(Mg,Fe) (Al,Fe,Ti)((Al,Si) O )(O,OH)
Cadeias duplas = anfibólios Ca Mg (Si O )(OH) = tremolita Ca Na(Mg,Fe) (Al,Fe,Ti)((Al,Si) O )(O,OH)
Cadeias duplas = anfibólios Ca Mg (Si O )(OH) = tremolita Ca Na(Mg,Fe) (Al,Fe,Ti)((Al,Si) O )(O,OH)

Feldspato

Quartzo