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DEUS MEU – QUE PLANETA É ESSE?

MY GOD ­ WHAT PLANET IS THIS?

Os segredos do Agente da CIA e jornalista nas horas vagas Larry Rohter
Por Célia Ladeira 16/05/2004 às 16:19 
http://www.resistir.info 

Os segredos de Larry Rohter 

Este artigo é de autoria da professora de jornalismo da UnB, Célia Ladeira: 

Os segredos de Larry Rohter ­ Eu não digo nada que não pode ser comprovado  por qualquer bom 
jornalista, do Brasil ou de fora dele. Basta um pouco de  paciência e vão ver que é tudo absoluta 
verdade. Passo esta mensagem porque   gosto muito de jornalismo e de jornalistas, mas o Larry 
Rohter tem mostrado  que não é um colega de verdade, e que tem uma outra vida, muito sombrosa, 
que não tem nada a ver com nossa missão informativa.
 

Conheci essa pessoa há muitos anos e convivo com pessoas que conhecem ele  muito bem. Portanto, 
eu não estou dizendo muita coisa nova, mas dizendo  coisas que poucas pessoas estão hoje sabendo. 

1) Larry não é só jornalista, mas um tipo de agente civil, bem pago, que  faz coisas que CIA e FBI 
não podem fazer. Ele tem trabalhado em toda latin  america, sempre com um caderninho de missões 
debaixo do braço. Quem conhece  o Arquivo 33, do US State Department, Bureau of International 
Information  Programs sabe do que eu estou falando. Pesquisem isso e vão descobrir muitas  coisas 
sobre esses misseis teleguiados.
 

2) Eu pergunto: o que Larry Rohter foi fazer cinco vezes no US State   Department of State nos 
últimos anos? Média de uma visita a cada ano, e sem  contar os almoços com gente estranha dos 
serviços secretos.
 

3) O jornalismo­estado americano tem usado Larry para varios serviços.  Basta pesquisar e ver que 
ele foi a pessoa que fez a reportagem para  desacreditar a prêmio Nobel da Paz Rigoberta Menchu, 
da Guatemala. Como fez  com o Presidente Lula, Larry ridicularizou ela, fazendo a líder dos pobres 
passar   por   mentirosa.   Isso   está   na   imprensa   e   todos   sabem   que   métodos   Larry     usou   nesta 
reportagem.  

4) Larry sempre foi instruído a trabalhar no setor da Amazônia. No artigo  de junho de 2002, ele diz 
que os "brasileiros são ensinados desde o  nascimento que a Amazonia é deles, mas seu governo não 
tem sido capaz de  exercer efetiva soberania sobre a região". Isso está em Deep in Brazil, a  Flight of 
Paranoid Fancy.
 

5) Em outro artigo, Larry arranjou jeito de dizer que a carne brasileira  exportada saía da Amazônia, 
produzida por trabalho escravo. O governo   brasileiro, ainda de Henrique Cardoso, reclamou na 
época. Isso prejudicou  muito o Brasil no Exterior.
 

6)   Na   Venezuela,   Larry   foi   várias   vezes,   sempre   fazendo   artigos   muito     negativos   contra   o 
presidente Chavez. Ele foi uma ponte entre gente do golpe  e centrais de inteligencia americana. O 
dedo de Larry no atentado foi   bastante comentado por David Smilde, da University of Chicago. 
Vários     colegas   da   Venezuela   reclamaram   dos   artigos   mentirosos   de   Larry,   que  
conseguiram ajudar a desestabilizar o país.
 

7) Procurem saber quem é Mark Rasch, um cyber policial americano que foi  proibido de investigar 
ações de Larry Rohter. Por que será?
 
8) Larry Rohter é amigo de Claudio Humberto, ex assessor de Collor de   Mello. Trocam muitos 
favores. É fácil comprovar.
 

9)   Larry   esteve   envolvido   até   o   pescoço   com   a   montagem   do   cenário   para     justificar   o   plano 
Colombia. Todo mundo sabe da relação entre U.S. troops e   os paramilitares que mataram civis 
naquele país. A anistia internacional tem  de que as forças especiais tiveram participação em casos 
com a  carnificina de Mapiripan, em 1997. Larry silenciou. Mas depois contou ndireito a historia de 
El Salado. Foi de encomenda. Foi publicada um dia  depois de Clinton assinar o acordo de "ajuda" 
pra   Colombia.   Larry   tem   por     missão   mostrar   que   esses   países   são   ingovernáveis   e,   portanto, 
necessitam de  "another formula".
 

10) Suas matérias tentam mostrar que o Brasil é contra a inspeção de  centrais nucleares. Também é 
para assustar, como na matéria que ele fala que   o Brasil está construindo submarinos nucleares, 
além de dar destaque enorme   ao ex­ministro Amaral, como se fosse um perigoso explodidor de 
mundos.  

11) Eu pergunto: em julho, Larry riu ao dizer que a base de Alcantara iria  pelos ares. Falou como 
se previsse algo. Alguém poderia investigar suas  relações, encontros com Charles E. Wilhelm (rdo ­ 
estratégia). Esse  envolvimento me dá arrepios de pensar.
 

12) Larry Rohter bebe, possivelmente bem mais que Lula.
 

13) Em uma de suas viagens para Amazônia, contou para vários amigos depois  a história de que 
dormiu duas noites com duas meninas índias. Isso me deu  nojo. Era motivo para expulsar ele do 
Brasil.  

14) Pergunto: por que Larry Rohter se encontrou 3 vezes com o político Jose   Serra nas ultimas 
semanas? 

15)Concordo com Cynthia Cotts em seu artigo Snow­Blind on 43rd Street.
 

16)Esse cara não presta e não é jornalista de verdade.
 

Muito obrigado. Espero ter ajudado o Brasil 
Deep in Brazil, a Flight of Paranoid Fancy
(tradução ­Google)

By LARRY ROHTER

Published: Sunday, June 23, 2002

RIO DE JANEIRO
 

Deixe   a   razão   de   lado,   por   um   momento   e   imagine   a   seguinte:   os   estudantes   americanos   são 
ensinadas   que a  Amazônia  deve ser levado  embora  do  Brasil  e transformada  em  uma  "reserva 
internacional" sob administração das Nações Unidas. Estados Unidos Forças Especiais do Exército 
estão treinando na Flórida para assumir o controle dessa zona, uma vez que está estabelecido. E, 
para  acelerar   o processo, da Universidade de Harvard defende o desmembramento imediato   do 
Brasil.  

Tudo isso, claro, é pura imaginação. O imaginário brasileiro.
 

Desde o nascimento, os brasileiros são ensinados que "a Amazônia é nossa". Mas o governo nunca 
foi capaz de exercer efetiva soberania sobre a região, que em qualquer caso, permanece um mistério 
exóticos para a maioria dos brasileiros. O resultado é uma paranóia nacional: a convicção de que os 
forasteiros? especialmente os Estados Unidos, com sua história de altos e na América Latina? inveja 
do Brasil a posse da maior floresta tropical do mundo e quer para si.
 

Desde o ano passado, as suspeitas têm funcionado excepcionalmente alto por causa de um mapa 
espúrio que apareceram em sites da Internet aqui e foi rapidamente aceito como verdadeiro pelos 
jornais e radialistas talk show. Tomadas a partir do que foi dito ser um livro de escola secundária 
usada nos Estados Unidos, as reivindicações mapa que os americanos têm uma "missão especial" 
para   tirar   a   Amazônia   a   partir   das   oito   "ignorante   e   primitivo"   nações   sul­americanas   que   a 
controlam.  

Embora o texto é claramente uma falsificação (ele é cheio de erros gramaticais e ortográficos que 
nenhum falante nativo Inglês faria), a controvérsia continua. Alguns brasileiros dizem que o C.I.A. 
fabricado o mapa para desacreditar aqueles que defendem a Amazônia dos invasores estrangeiros. 
Outros não se importam se o mapa é autêntico.
 
"O mapa pode ser uma falsificação, mas que os Estados Unidos cobiça da Amazônia e pretende 
eliminar a soberania do Brasil é incontestável", disse Rubim Aquino, uma professora de história 
aqui. Ele disse que enfatiza que a mensagem a seus alunos "sempre que a oportunidade surgir."  

A área do governo brasileiro define como "Amazônia Legal" ocupa 60 por cento do território do 
país. Mas é a casa de menos de 10 por cento de seus 175 milhões de pessoas. E a maioria da 
população vive ao sul do rio, ao longo da costa, e nunca visitou a região.
 

"O sulista não conhece a Amazônia e desdenha da região e seu povo", disse Lúcio Flávio Pinto, um 
nativo   do   Estado   do   Amazonas,   do   Pará,   que   é   editor   da   "Agenda   Amazônia",   o   boletim   de 
liderança sobre a região. "Há uma tendência de transferir a responsabilidade para os problemas para 
os estrangeiros, a fim de aplacar a consciência pesada e transferir a culpa de um Estado nacional" 
que há muito tratada a área como um enteado.
 

Atividade   a  partir  do  sul,  a  Amazônia  parece  uma  cornucópia  de petróleo  facilmente  extraído, 
minerais,   madeira,   plantas   medicinais   e   outras   riquezas.   A   dura   realidade,   porém,   é   que   os 
estrangeiros  têm alguns  projetos  realizados  na região, a partir de borracha da Companhia  Ford 
Fordlândia   plantação   de   fazenda   da   Volkswagen   do   gado,   todos   falharam   porque   os   custos   de 
operação na Amazônia são tão elevados e infra­estrutura tão fraca.
 

UM dos grandes vilões da história brasileira é Henry Wickham, um naturalista britânico que é 
acusado de ter roubado sementes de seringueira, há um século e espirituoso­los para a Malásia. Isso 
levou ao colapso de um boom da borracha na Amazônia, que havia financiado a construção de uma 
casa de ópera em Manaus e permitiu que alguns magnatas um brasileiro para enviar a sua roupa a 
ser   limpa   na   Europa,   mas   também   havia   escravizado   milhares   de   seringueiros.  

O que os brasileiros ainda não podem trazer­se a admitir é que Wickham obteve autorização legal 
para exportar as sementes. Roberto Santos como História da Economia "da Amazônia" e outros 
livros reconhecem, as empresas britânicas e norte­americanos procuraram transferir a produção de 
borracha em outro lugar, porque o sistema brasileiro de produção era ineficiente e que despertou a 
ira dos militantes anti­escravagista.
 

Hoje, o foco das suspeitas brasileira mudou de borracha para a biotecnologia. Para citar apenas um 
exemplo,   o   país   está  cheio  de rumores   de  que  o National  Cancer  Institute,  em  Washington   foi 
enviado clandestinamente bioprospectores roubar plantas medicinais. (O instituto rejeita tal contos). 

Tal mito inventado ajuda a explicar a ampla aceitação dada ao mapa notório. Parece ter­se originado 
em um site operado por um grupo de direita nacionalista militar, mas o Brasil deixou também 
mostrou uma inclinação para a fantasia da Amazônia.
 

No momento, uma teoria favorita tem a ver com o "Plano Colômbia", o esforço americano para 
reforçar a luta da Colômbia contra o narcotráfico e as guerrilhas marxistas. Grupos de esquerda aqui 
dizer que o verdadeiro objetivo é dar aos Estados Unidos uma posição que lhe permita tomar a 
Amazônia   brasileira   e,   portanto,   o   comando   do   flanco   sul   do   presidente   da   Venezuela,   Hugo 
Chávez.  

Depois, há Sivam, um sistema de radar de 1,5 bilhões dólares Amazônia está sendo instalado por 
uma empresa norte­americana. Embora o projecto permitirá reforçar a soberania do Brasil sobre a 
região,   permitindo­lhe   acompanhar   e   interceptar   aviões   contrabando   de   drogas,   armas   e   ouro, 
muitos aqui estão certos de que o seu verdadeiro objectivo é permitir que os Estados Unidos para 
reunir informações via satélite sobre os recursos petrolíferos e minerais que pretende explorar.  

Algumas destas acusações são, sem dúvida, porque o Brasil está se espalhando no meio de uma 
campanha eleitoral presidencial, em que as chamadas para defender a Amazônia sempre agrada as 
multidões.  

Infelizmente para os americanos, provavelmente há pouco que pode ser feito para convencer os 
brasileiros  de  que as contas  sejam simplesmente não é verdade. Como o Sr. Pinto observou,  a 
Amazônia tem o nome que faz por causa de uma ilusão: os primeiros europeus a visitar pensei que 
eles  viram uma mulher breasted guerreiros, como os da mitologia grega, a cavalo ao longo  da 
margem do rio. "A Amazônia sempre foi terreno fértil para as fábulas, o que lhe confere um lugar 
de destaque no inconsciente coletivo deste país", disse ele. "As pessoas criam fantasmas, e não é 
bom para refutá­las." 
*** perceba as “entrelinhas” desse texto.

http://www.nytimes.com/2002/06/23/weekinreview/23ROHT.html

02.07.2007

AS CONSPIRAÇÕES DA CIA E A MÍDIA

Por Altamiro Borges (*)

"A CIA tem o direito legítimo de se infiltrar na imprensa estrangeira. Ela tem a missão 
de influir, através dos meios de comunicação, no desenlace dos fatos políticos em outros 
países" (Willian Colby, ex­diretor­geral da agência de inteligência dos EUA)

A  sinistra CIA, a agência de espionagem e sabotagem dos EUA, acaba de divulgar 
vários   documentos   até   então   classificados   como   ultra­secretos.   Eles   compõem   os 
arquivos sugestivamente chamados de "jóias da família", apelido que designa algumas 
operações ilegais deste organismo que causam constrangimento ao governo ianque. São 
11 mil páginas que revelam as ações terroristas do imperialismo em várias partes do 
planeta   entre   os   anos   50   e   70.   Os   documentos   comprovam   que   esta   central   de 
"inteligência"   sempre   teve   um   papel   ativo   na   América   Latina.   A   desclassificação 
periódica   destes   relatórios   é   uma   exigência   legal   e   não   significa   que   a   CIA   tenha 
abandonado os seus métodos espúrios de interferência em nações soberanas.

No caso do Brasil, tratado na época como "maior alvo do comunismo" na região, a CIA 
ajudou   a   orquestrar   o   golpe   militar   de   1964.   Um   dos   documentos   afirma   que   o 
presidente João Goulart é "um oportunista que ascendeu ao governo com o apoio da 
esquerda",   taxa   Leonel   Brizola   de   "líder   demagogo   anti­americano"   e   acusa   o 
governador Miguel Arraes de ser "um pró­comunista". O texto tenta criar um clima de 
pânico  na burguesia ao falar da "crescente influência" do Partido Comunista. Outro 
documento, intitulado "A igreja engajada e a mudança na América Latina", critica seu 
setor progressista e ataca dom Hélder Câmara, cujo "forte é fazer publicidade e exigir 
reformas, sem oferecer soluções práticas aos problemas que ele cria". 

Máfia e assassinato de Fidel Castro

Na época, no auge da chamada "guerra fria", a maior preocupação dos EUA e de sua 
agência   era   com   o   aumento   da   influência   da   revolução   cubana.   Os   documentos 
confirmam que a CIA se aliou à máfia para tentar envenenar o líder Fidel Castro. Um 
deles dá detalhes da contratação do ex­agente Robert Maheu para realizar "uma ação do 
tipo   de   gângsteres",   que   envolveu   vários   chefes   mafiosos,   como   Salvatore   "Momo" 
Giancana, o sucessor de Al Capone. A CIA disponibilizou US$ 150 mil e forneceu seis 
pílulas "de alto poder letal" para assassinar o dirigente cubano. Allen Dulles, o chefão 
da agência, coordenou a operação terrorista pessoalmente, mas ela foi desativada devido 
a um grotesco incidente passional de Giancana. 

Há também relatos  sobre os  planos  da CIA  para desestabilizar o governo chileno e 


assassinar o presidente Salvador Allende, inclusive com o uso de "empresas de fachada" 
para   transportar   armas.   Outros   relatórios   descrevem   várias   operações   ilegais   de 
espionagem   e   sabotagem   no   continente,   visando   derrubar   governos   nacionalistas   e 
destruir movimentos contrários ao dominio imperial. "Os EUA não podiam permitir 
uma outra Cuba no continente. Foi por isso que Kennedy, cuja diretriz da política para a 
América   Latina   era   apoiar   governos   reformistas,   apoiou   ditadores",   explica   Mary 
Junqueira, professora de história da USP. 

Tarjas pretas e graves omissões

Os documentos agora desclassificados revelam apenas uma pequena parte dos crimes 
orquestrados por esta agência. Muitos textos ainda aparecem com longas tarjas pretas; 
nomes e detalhes das operações ilegais são omitidos. Não há menção, por exemplo, ao 
famoso "manual de torturas" da CIA, com seu "método médico, químico ou elétrico", 
que serviu de orientação para vários ditadores no mundo. O assassinato de mais de um 
milhão de patriotas no golpe de 1965 na Indonésia também é excluído, assim como a 
brutal intervenção que derrubou o primeiro­ministro nacionalista do Irã, Mohammad 
Mossadegh, em 1953. Como afirma o jornal Hora do Povo, "a lista seletiva de crimes da 
CIA é uma operação de acobertamento"; visa limpar a imagem desta agência terrorista e 
de seus agentes e serviçais que continuam na ativa, inclusive na América Latina. 

"O que estaria levando a famiglia Bush a divulgar estes documentos? Seria, como disse 
o   general   Michael   Hayden,   'porque   os   documentos   verdadeiramente   nos   permitem 
vislumbrar uma era muito diferente e uma agência muito diferente' e que a CIA agora 
tem   'um   lugar   muito   mais   forte   no   nosso   sistema   democrático   dentro   do   poderoso 
referencial legal'? Ele estaria se referindo a Abu Ghraib e Guantanamo? Ou às prisões 
secretas no mundo inteiro, seqüestros e vôos de tortura? Ao 'Programa Talon', dirigido 
contra organizações anti­guerra? Ou ao grampo da internet, do correio, do telefone e até 
dos   cartões   de   consulta   às   bibliotecas   dentro   dos   EUA?   Às   "novas   técnicas"   de 
preparação para a tortura, ministradas pelo general Miller? Aos atentados e esquadrões 
da morte da CIA no Iraque?", questiona, com justa ironia, o jornal Hora do Povo. 

Relações íntimas com a mídia

Entre as graves omissões chama a atenção o fato destes documentos não se referirem às 
guerras ideológicas orquestradas pela CIA através do uso enrustido dos meios privados 
de comunicação. Como a mídia está na berlinda na atualidade, em especial na América 
Latina,   é   compreensível   que   o   governo   Bush   a   mantenha   sob   forte   proteção.   Neste 
sentido,   os   documentos   desclassificados   agora   ficam   muito   aquém   dos   relatórios 
produzidos   em   1976   por   uma   comissão   de   investigação   do   Congresso   dos   EUA, 
presidida pelo senador Frank Church. No caso do sangrento golpe militar do Chile, a 
comissão   constatou   que   o   jornal   El   Mercurio   recebeu   milhões   de   dólares   para 
desestabilizar e derrubar o governo constitucional de Salvador Allende. 

"A intromissão da CIA neste periódico chegou ao extremo de infiltrar seus agentes até 
na   diagramação.   O   informe   Church   denunciou   que   este   organismo   de   espionagem 
contratou jornalistas, editou publicações de circulação nacional e elaborou matérias para 
diários,   semanários   e   radiodifusoras,   além   de   exportar   estes   'conteúdos'   para   outros 
veículos latino­americanos e europeus", lembra o escritor chileno Hernán Uribe. Já no 
Brasil, há suspeitas de que a CIA financiou vários jornais e jornalistas na "cruzada 
contra o comunismo" durante o governo de João Goulart e que, inclusive, esteve por 
detrás do nebuloso acordo entre a empresa estadunidense Time­Life e a recém­criada 
TV Globo, na véspera do golpe militar de 1964. 

Espiões e seções especiais

Se estas barbaridades ocorreram no passado, é evidente que elas não foram descartadas 
no presente ­ ainda mais quando o ocupante da Casa Branca é o terrorista e torturador 
confesso, George W. Bush, e a América Latina vive um processo inédito de ebulição, 
com a vitória de vários governos progressistas. O jogo sujo da CIA, que só poderá ser 
conhecido oficialmente com as novas desclassificações daqui a décadas, prossegue. Os 
EUA temem as mudanças no tabuleiro político na região, não confiam em seus novos 
governantes ­ nem mesmo nos mais pragmáticos e conciliadores ­, não toleram o avanço 
dos movimentos sociais e estão bem cientes dos riscos do atual processo de integração 
latino­americana. A CIA continua na ativa. 

Numa recente passeata da direita venezuelana contra o fim da concessão da RCTV, 
algumas fotos flagraram a presença do agente da CIA Bowen Rosten, de camiseta azul e 
óculos escuros, na sua linha de frente. Há até um vídeo no Youtube com a cena grotesca. 
O ex­vice­presidente da Venezuela, José Vicente Rangel, no seu programa televisivo La 
Hojilla,   comentou:   "Um   dos   chefes   da   CIA   na   região   é   mister   Bowen   Rosten. 
Estadunidense, ele fala inglês, espanhol, português e francês. Está destacado para atuar 
na   Colômbia,   opera   na   Nicarágua,   Argentina,   Bolívia,   Equador   e   Brasil   e   dirige   a 
Operação Orión [de espionagem] em nosso país... O que o governo Bush tem a dizer da 
ingerência na política interna deste alto funcionário da CIA?". 

No   final   do   ano   passado,   o   presidente­terrorista   Bush   inclusive   nomeou   um   diretor 


especial   de   inteligência   para   Cuba   e   Venezuela.   Como   denunciou   o   jornal   cubano 
Juventude Rebelde, com a criação deste novo departamento "os EUA tentarão por todos 
os meios aumentar a presença de seus espiões nos dois países". O agente Jack Patrick 
Maher, com 32 anos de experiência nos serviços de espionagem, informou ao congresso 
dos EUA que a sua missão é "assegurar a implementação de estratégicas", com vistas à 
"transição" após a morte de Fidel Castro e às novas eleições na Venezuela. A criação 
desta seção especial da CIA coloca os dois países no mesmo nível da Coréia do Norte e 
Irã, nações incluídas no funesto "eixo do mal" de Bush. 

Jornalistas pagos por Washington

A   mesma   ingerência   ilegal   e   criminosa   também   prossegue   na   mídia   da   região.   A 


advogada   estadunidense   Eva   Golinger   denunciou   recentemente   que   a   Casa   Branca 
financia   veículos   e   jornalistas   venezuelanos.   O   plano   da   Divisão   de   Assuntos 
Educativos e Culturais visa influir na linha editorial destes órgãos. A grave denúncia se 
baseou   em   documentação   oficial   do   governo   ianque.   "Lamentavelmente,   existem 
jornalistas na Venezuela manipulados pelo Departamento de Estado dos EUA", garante 
a renomada advogada. A VTV, o canal estatal de Caracas, inclusive divulgou os nomes 
dos "repórteres" que recebem dólares de Washington: Aymara Lorenzo, Pedro Flores, 
Ana Villalba, Maria Flores, Miguel Angel e Roger Santodomingo. 

O último deles, Roger Santodomingo, foi acusado, em maio passado, pela Justiça da 
Venezuela   de   "instigar   o   magnicídio   [assassinato   de   autoridades]   e   receber 
financiamento   dos   EUA   para   desestabilizar   o   governo".   O   jornalista   divulgou   na 
televisão falsa pesquisa em que 30% da população opinava que "matar Chávez é a única 
solução". Com a decisão soberana do governo de não renovar a concessão da emissora 
RCTV, que participou ativamente do golpe frustrado de abril de 2002, a ação destes e 
outros "jornalistas" teleguiados pela CIA se tornou ainda mais agressiva, convocando 
protestos e atacando o presidente. 

Larry Rohter, agente da CIA?

Mesmo no Brasil, aonde inexiste o clima de radicalização política do país vizinho, há 
sérias  desconfianças  sobre a atuação da mídia hegemônica e de alguns  colunistas  e 
ancoras da televisão. Quando da reportagem do correspondente ianque Larry Rohter, 
que acusou o presidente Lula de ser alcoólatra e foi ameaçado de expulsão do país, o 
portal Resistir publicou um artigo de Célia Ladeira com graves denúncias contra o dito 
cujo.   No   texto,   a   professora   de   jornalismo   da   Universidade   de   Brasília   (UnB)   dá 
algumas informações reveladoras. "Conheci Larry Rohter há muitos anos e convivo com 
pessoas que o conhecem muito bem. Portanto, não estou dizendo muita coisa nova, mas 
dizendo coisas que poucas pessoas estão hoje sabendo". 

Entre outras acusações, ela afirma que "Larry não é só jornalista, mas um tipo de agente 
civil, bem pago, que faz coisas que CIA e FBI não podem fazer. Ele tem trabalhado em 
toda  a   América   Latina,  sempre  com   um  caderninho   de  missões   debaixo  do  braço". 
Informa que são comuns as suas visitas ao Departamento de Estado dos EUA. "Média 
de   uma  visita  a cada  ano, sem  contar  os   almoços  com  gente  estranha  dos  serviços 
secretos". Lembra ainda que o "jornalista" presta inúmeros serviços ao governo Bush, 
sempre desancando políticos e lideranças contrárias ao império, como numa reportagem 
em que ridicularizou a prêmio Nobel da Paz, Rigoberta Menchu, da Guatemala, e nos 
inúmeros artigos contrários ao presidente da Venezuela. Outra diversão dele é escrever 
textos pregando abertamente a internacionalização da Amazônia. 

(*)   Altamiro   Borges   é  jornalista,   editor   da   revista   Debate   Sindical   e  autor  do   livro 
"Venezuela: originalidade e ousadia" (Editora Anita Garibaldi, 3ª edição)

 http://www.fazendomedia.com/novas/politica020707.htm

“Não entendi o espanto diante da informação de que o medíocre jornalista Larry Rohter pertence  
aos quadros da CIA. Nos anos 80 eu era chamado de paranóico quando afirmava que Neimar de  
Barros (alguém ainda lembra dele?) era agente da CIA. Até que, em um belo dia e com medo de  
morrer,   ele   próprio   confessou   ­   em   entrevista   nas   páginas   amarelas   da   Veja   ­   a   sua   espúria  
condição. Ou alguém acredita que o NYT emprega o dito cujo pelas suas grandes qualidades?”

 http://  www .yuri.blogse.com.br/blog/conteudo/home.asppg=2&idBlog=2474&arquivo=mensal&inicio=&fim=&mes=5&
   
ano=2004

NEIMAR DE BARROS

“...Como leigo conseguiu quebrar vários paradigmas sendo uma forte referência dentro da Igreja  
Católica, com isto chegou uma fase ruim em sua vida, e como um ser humano normal teve várias  
desiluzões, sendo muitas dentro da própria Igreja Católica, com seus dogmas arbitrários, muitos 
que ele não aceitava e gostaria de mudar, com tudo trabalhava e viajava muito e uma profunda  
crise entrou em sua vida, associando ao estresse do trabalho e sua separação no casamento, o que 
potencializou ainda mais o seu estado emocional.

...Em 1986, entretanto, Neimar concedeu uma entrevista bombástica à revista Veja, revelando que 
sua   conversão   teria   sido   uma  farsa.   Ele   contou   ter   sido   contratado   por   uma  loja   maçônica 
internacional,   para  se  infiltrar  na  Igreja   Católica  e  repassar   informações   sobre  a  conduta   de  
religiosos. A maioria de seus admiradores não acreditaram nessa história, e sabemos que a Revista  
Veja   teve  recordes  de  venda  naquela  semana,  ultrapassando 900mil  exemplares. Depois   disso,  
Neimar escreveu dois livros contando a mesma história, sem sucesso e que nunca foi comprovada.”

http://pt.wikipedia.org/wiki/Neimar_de_Barros
COMENTÁRIOS
O fato de algo não poder ser comprovado,não significa que não exista ou seja mentira. Eu acredito 
na Professora por muitos motivos: é uma mulher de comportamento digno, caráter e modo de vida 
ilibados. E é BRASILEIRA. Por que ela poderia mentir? Acredito e confio em suas deliberações.

Muitos a puseram em dúvida e eu após encontrar  'o texto' fui procurar, pesquisar sobre. Muitas das 
'dicas' dadas, 'estranhamente' desapareceram da net.

Mas esse é o meu PAÍS, a minha NAÇÃO e  minha CASA! E quando um cidadão honesto tem a 
CORAGEM de lançar um ALERTA como esse na net arriscando tudo – inclusive se tornarem 
vítimas reais de alguns  membros    da mídia confiáveis (?) é hora de fazer os nativos levantarem, 
acordarem para pensar.

Não tenho nenhuma vergonha por me dizer BRASILEIRA COM ORGULHO! Apesar de alguns 
políticos salafrários entre outros seres idem – ESSA É A MINHA CASA e já bastou a desgraça que 
a águia cometeu na DITADURA MILITAR.A partir da pesquisa feita e que coloquei em íntegra 
aqui, se depois de ler voce ainda achar que é mentira, perdoe­me mas, só poderá ser uma das duas 
opções: ou é cego intelectualmente, ou faz parte da CONSPIRAÇÃO.

Antes de falar mal de Hugo Chavez, saiba que ele é o único impecilho no momento para um total 
controle da America Latina. Eu iria mais longe para dizer que 'ele tem um olho'. Portanto, que sua 
boca não seja mais um veículo na mão  do verdadeiro predador da humanidade e que sua mente 
enxergue as entrelinhas seja de fatos ou fotos.
Alguém por acaso sabe  por que aconteceu ou quem ou o quê provocou aquela SABOTAGEM na 
Base de Alcantara?

COMMENTS 

That something can not be proven, does not mean that there is or is lying. I believe the Professor for 
many reasons: it is a woman of decent behavior, character and way of life acquitted. And she's 
BRAZILIAN.   Why   would   she   lie?   I   believe   and   trust   in   their   deliberations.  
Many questioned it and after I find 'the text' I seek, search on. Many of the 'tips' given, 'strangely' 
disappeared from the net.
 
But this is my country, my nation and my HOUSE! And when an honest citizen has the courage to 
raise an alarm like this in the net risking everything ­ including becoming actual victims of some 
members of the media trusted (?)'s Time to make the natives raise, to agree to think.
I have no shame for me to say BRAZILIAN WITH PRIDE! Although some politicians and other 
scoundrels beings idem ­ THIS IS MY HOME and has enough misery that the eagle committed 
during the military dictatorship.
 
From the survey and put it in its entirety here, if after reading you still think it's a lie, forgive me, but 
can only be one of two options: either it is intellectually blind, or is part of the conspiracy.
Before speaking ill of Hugo Chavez, knows that he is the only hurdle in time for a total control of 
America. I would go further to say that 'he has an eye'. Therefore, your mouth is no longer a vehicle 
in the hand of the true predator of humanity and that his mind is seeing the lines of facts or photos.
Who   ever   knows   what   happened   or   who   or   what   caused   this   SABOTAGE   in   Base   de 
Alcantara?

Pessoas do projeto: “Entre civis e militares, estão envolvidos na operação 80 funcionários do CLA  
(Centro de lançamento de Alcântara), 110 do CTA (Centro Técnico Aeroespacial) , nove do INPE  
(Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais) , cinco da Unopar (Universidade Norte do Paraná ) e  
31 do Centro de Lançamento Barreira do Inferno (CLBI). “

 OS ESCÂNDALOS

Anos 70
1. Caso Wladimir Herzog (outubro de 1975) 
2. Caso Lutfalla 
3. Caso Atalla 
4.  Caso Abdalla  
5.  Cassações dos Parlamentares no Governo Geisel  (1975­1977) 
6. Caso Manuel Fiel Filho (janeiro de 1976) 
7. Primeiro Caso Econômico (Ministro Ângelo Calmon de Sá acusado de passar um gigantesco 
cheque sem fundos) 
8.  Lei Falcão  (1976) 
9.  Pacote de Abril  (1977) 
10.  Grandes Mordomias dos Ministros no Governo Geisel  
11.Caso Halles
    
12.  Caso BUC  
13.  Caso Eletrobrás  
14.  Caso Áurea  
15.  Caso UEB/Rio­Sul  
16.  Caso Lume  
17.Caso Ipiranga
    
18.  Caso Dow Química  
19.  Caso Nigeriano  
20.  Caso Tama  
21.Caso Cobec
    
22.  Caso Coscafé  
                                   

 Anos 80
1.  Caso Capemi  
2.  Caso do Grupo Delfim  
3.  Caso Baumgarten  
4.  Escândalo da Mandioca  
5.  Escândalo da Proconsult  
6.  Escândalo das Polonetas  
7.  Escândalo do Instituto Nacional de Assistência Médica do INAMPS  
8.  Caso Coroa­Brastel  
9.  Escândalo das Jóias  
10.  Escândalo do Ministério das Comunicações  (grande número de 
concessões de rádios e TVs para políticos aliados ou não ao Sarney. A concessão é em troca 
de cargos, votos ou apoio ao presidente) 
11.CPI da Corrupção
    (1988) 
12.  Caso Chiarelli  (Dossiê do Antônio Carlos Magalhães contra o senador 
Carlos Chiarelli ou "Dossiê Chiarelli") (1988) 
13.  Caso Vale  
14. Caso Imbraim Abi­Ackel 
15.  Escândalo da Administração de Orestes Quécia  
16.  Escândalo do Contrabando das Pedras Preciosas  
17.Escândalo Rabo­de­Palha
    (Tentativa de fraude eleitoral montada pelo então Governador do 
Rio Grande do Norte, José Agripino Maia nas Eleições Municipais de 1985.) 

O Gal. João Baptista Figueiredo foi o último presidente militar ; 
governou de março de 1979 até março de 1985.

 Anos 90
1.  Escândalo da Aprovação da Lei da Privatização das Estatais  
2.  Programa Nacional de Desestatização  
3.  Escândalo do INSS  (ou Escândalo da Previdência Social) 
4.  Escândalo do BCCI  (ou caso Sérgio Corrêa da Costa) 
5.  Escândalo da Ceme  (Central de Medicamentos) 
6.  Escândalo da LBA  
7.  Caso Georgina de Freitas  
8.  Esquema PP  
9.  Esquema PC  (Caso Collor) 
10.  Escândalo da Eletronorte  
11.Escândalo do FGTS
    
12.  Escândalo da Ação Social  
13.  Escândalo do BC  
14.  Escândalo da Merenda  
15.  Escândalo das Estatais  
16.  Escândalo das Comunicações  
17.Escândalo da Vasp
    
18.  Escândalo da Aeronáutica  
19.  Escândalo do Fundo de Participação  
20.  Escândalo do BB  
21.Centro Federal de Inteligência
    (Criação da CFI, primeira Medida Provisória do governo 
Itamar Franco para combater corrupção em todas as esferas do governo federal) (1992) 
22.  Caso Edmundo Pinto  (1992) 
23.  Escândalo do DNOCS  (Departamento Nacional de Obras contra a 
Seca) (ou caso Inocêncio Oliveira) 
24.  Escândalo da IBF  (Indústria Brasileira de Formulários) 
25.  Escândalo do INAMPS  (Instituto Nacional de Assistência Previdência 
Social) 
26.  Irregularidades no Programa Nacional de Desestatização  
27.Caso Nilo Coelho
    
28.  Caso Eliseu Resende  
29.  Caso Queiroz Galvão  (em Pernambuco) 
30.  Escândalo da Telemig  (Minas Gerais) 
31.Jogo do Bicho
    (ou Caso Castor de Andrade) (no Rio de Janeiro) 
32.  Caso Ney Maranhão  
33.  Escândalo do Paubrasil  (Paubrasil Engenharia e Montagens) 
34.  Escândalo da Administração de Roberto Requião  
35.  Escândalo da Cruz Vermelha Brasileira  
36.  Caso José Carlos da Rocha Lima  
37.Escândalo da Colac
    (no Rio Grande do Sul) 
38.  Escândalo da Fundação Padre Francisco de Assis Castro Monteiro  (em 
Ibicuitinga, Ceará) 
39.  Escândalo da Administração de Antônio Carlos Magalhães  (Bahia) 
40.  Escândalo da Administração de Jaime Campos  (Mato Grosso) 
41.Escândalo da Administração de Roberto Requião
    (Paraná) 
42.  Escândalo da Administração de Ottomar Pinto  (em Roraima) 
43.  Escândalo da Sudene de Pernambuco  
44.  Escândalo da Prefeitura de Natal  (no Rio Grande do Norte) 
45.  CPI do Detran  (em Santa Catarina) 
46.  Caso Restaurante Gulliver  (tentativa do governador Ronaldo Cunha 
Lima matar o governador antecessor Tarcísio Burity, por causa das denúncias de 
Irregularidades na Sudene de Paraíba) 
47.CPI do Pó
    (em Paraíba) 
48.  Escândalo da Estacom  (em Tocantins) 
49.  Escândalo do Orçamento da União  (ou Escândalo dos Anões do 
Orçamento ou CPI do Orçamento) 
50.  Compra e Venda dos Mandatos dos Deputados do PSD  
51.CPI da TV Jovem Pan
    (investigações sobre a compra da emissora que deve ao governo 
federal) (também conhecido como Caso TV Jovem Pan) 
52.  Caso Rubens Ricupero  (também conhecido como "Escândalo das 
Parabólicas"). 
53.  Escândalo do Banco Econômico  (ou Segundo Caso Econômico) 
54.  Escândalo do Sivam  (Primeira grave crise do governo FHC) 
55.  Escândalo da Pasta Rosa  
56.  Escândalo da CONAN  
57.Escândalo dos Gafanhotos
    (ou Máfia dos Gafanhotos)[1] 
58.  Escândalo da Administração de Paulo Maluf  (na cidade de São Paulo) 
59.  Escândalo do BNDES  (verbas para socorrerem ex­estatais 
privatizadas) 
60.  Escândalo da Telebrás  
61.Caso PC Farias
    
62.  Escândalo da Compra de Votos Para Emenda da Reeleição  
63.  Escândalo da Venda da Companhia Vale do Rio Doce (CVRD)  
64.  Escândalo da Previdência  
65.  Escândalo da Administração do PT  (primeira denúncia contra o 
Partido dos Trabalhadores desde a fundação em 1980, feito pelo militante do partido Paulo 
de Tarso Venceslau) 
66.  Escândalo dos Precatórios  
67.Escândalo do Banestado
    
68.  Escândalo da Encol  
69.  Escândalo da Mesbla  
70.  Escândalo do Banespa  
71.Escândalo dos Medicamentos
    (grande número de denúncias de remédios falsificados ou que 
não curaram pacientes) 
72.  Escândalo da Desvalorização do Real  
73.  Escândalo dos Fiscais de São Paulo  (ou Máfia dos Fiscais) 
74.  Escândalo da Mappin  
75.  Escândalo do Banco Marka  (ou Caso Salvatore Cacciola) 
76.  Dossiê Cayman  (ou Escândalo do Dossiê Cayman ou Escândalo do 
Dossiê Caribe) 
77.Escândalo dos Grampos Contra FHC e Aliados
    
78.  Escândalo do Judiciário  (ou CPI do Judiciário) 
79.  Escândalo dos Bancos  
80.  CPI do Narcotráfico  
81.CPI do Crime Organizado
    
82.  Escândalo da Banda Podre  (no Rio de Janeiro) 
83.  Quebra do Monopólio do Petróleo  (criação da ANP) 
84.  Escândalo da Transbrasil  
85.  Escândalo da Pane DDD do Sistema Telefônico Privatizado  (o 
"Caladão") 
86.  Escândalo dos Desvios de Verbas do TRT­SP  (Caso Nicolau dos 
Santos Neto, o "Lalau") 
87.Escândalo da Administração da Roseana Sarney
    (no Maranhão, 1995­2002) 
88.  Corrupção na Prefeitura de São Paulo  (ou Caso Celso Pitta, 1997­
2000) 
89.  Escândalo da Sudam  
90.  Escândalo da Sudene  
91.Escândalo do Banpará
    
92.  Escândalo da Administração de Mão Santa  (no Piauí, 1999­2001) 
93.  Acidentes Ambientais da Petrobrás  
94.  Abuso de Medidas Provisórias (5.491)  
95.  Escândalo do Abafamento das CPIs no Governo do FHC  
96.  Escândalo de Corrupção dos Ministros no Governo FHC  
97.CPI do Banestado
    
98.  Escândalo do Proer  
99.  Caso Marka/FonteCindam  
100.  Escândalo Ganhe Já  (Escândalo fiscal ocorrido no 2o Governo de José 
 Agripino Maia 1991­1994
   .) 
101.  Quebras do BANDERN e do BDRN  (Quebras e má­gestão de bancos 
estatais do Rio Grande do Norte ocorridas no 2o Governo de José Agripino Maia
   1991­1994
   .) 

Sarney ­ 15 de março de 1985 a  15 de março de 1990.
      Collor  ­  15 de março de 1990  a 29 de dezembro de 1992.
                        Itamar Franco ­ 29 de dezembro de 1992 a 1 de janeiro de 1995.

                         FHC ­ 1 de janeiro de 1995 a 1 de janeiro de 2003.

 Década de 2000
1.  Caso Luís Estêvão  
2.  Escândalo da Quebra do Sitio do Painel do Senado  (envolvendo os presidentes do Senado, 
Antônio Carlos Magalhães e Jader Barbalho) 
3.  Escândalos no Cerrado em 2001  
4.  Caso Toquinho do PT  
5.  Caso Celso Daniel  
6.  Caso Lunus  (ou Caso Roseana Sarney) 
7.  Operação Anaconda  
8. Caso José Eduardo Dutra 
9.  Escândalo do Propinoduto  
10.  Escândalo do Valerioduto  
11.CPI da Pirataria
    
12.  Escândalo dos Bingos (ou Caso Waldomiro Diniz) 
13. Caso Luiz Augusto Candiota 
14. Caso Cássio Caseb 
15.  Caso Kroll  
16.  Escândalo dos Vampiros  
17.Irregularidades na Bolsa­Família
    
18.  Escândalo dos Correios  (Também conhecido como Caso Maurício 
Marinho) 
19.  Escândalo do IRB  
20.  Escândalo da Novadata  
21.Escândalo da Usina de Itaipu
    ou Operação Castores 
22.  Escândalo das Furnas  
23.  Escândalo do Mensalão  
24.  Escândalo do Leão & Leão  
25.  Escândalo da Secom  
26.  Escândalo do Brasil Telecom  (também conhecido como Escândalo do 
Portugal Telecom ou Escândalo da Itália Telecom) 
27.Escândalo da CPEM
    
28.  Mensalão Tucano  
29.  Escândalo dos Dólares na Cueca  
30.  Escândalo do Banco Santos  
31.Escândalo Daniel Dantas ­ Grupo Opportunity
    (ou Caso Daniel Dantas) 
32.  Escândalo do Banco BMG  (Empréstimos para aposentados) 
33.  Escândalo dos Fundos de Pensão  
34.  Escândalo dos Grampos na Abin  
35.  Escândalo do Foro de São Paulo  
36.  Escândalo do Mensalinho  
37.Caso Toninho Barcelona 
38.  Doação de Roupas da Lu Alckmin  (esposa do Geraldo Alckimin) 
39.  Escândalo da Nossa Caixa  
40.  Escândalo da Quebra do Sigilo Bancário do Caseiro Francenildo  
(Também conhecido como Caso Francenildo Santos Costa) 
41.Escândalo das Cartilhas do PT
    
42.  69 CPIs Abafadas pelo Geraldo Alckmin  (em São Paulo) 
43.  Escândalo dos Gastos de Combustíveis dos Deputados  
44.  Escândalo das Sanguessugas  (Inicialmente conhecida como Operação 
Sanguessuga e Escândalo das Ambulâncias) 
45.  Operação Confraria  
46.  Operação Dominó  
47.Operação Saúva
    
48.  Escândalo do Vazamento de Informações da Operação Mão­de­Obra  
49.  Mensalinho nas Prefeituras do Estado de São Paulo  
50.  Escândalo do Dossiê  
51.Escândalo da Renascer em Cristo
    
52.  Operação Testamento  
53.  CPI da Crise Aérea  (Senado Federal e Câmara dos Deputados) 
54.  Operação Hurricane  (também conhecida Operação Furacão) 
55.  Operação Octopus  
56.  Operação Navalha  
carece de fontes?]
57.Operação Carranca
   [  
58.  Operação Xeque­Mate  
59.  Operação Moeda Verde  
60.  Caso Renan Calheiros  
61.Escândalo das Concessões
    (Concessões de Emissoras de Rádio e TV no Caso Renan 
Calheiros} 
62.  Operação Sétimo Céu  
63.  Operação Hurricane II  (também conhecida Operação Furacão II) 
64.  Caso Joaquim Roriz  (ou Operação Aquarela) 
65.  Operação Babilônia  
66.  Operação Firula  
67.Escândalo do Corinthians
    (ou caso MSI) 
68.  Caso de Fraudes em Exames da OAB  
69.  Operação Águas Profundas  (também conhecida como Caso Petrobras) 
70.  Caso Cássio Cunha Lima  (em Paraíba) 
71.Operação Nove
    
72.  CPI da Pedofilia  
73.  Escândalo dos cartões corporativos  
74.  Escândalo da Bancoop  
75.  Esquema de desvio de verbas no BNDES  
76.  Máfia das CNH's  (Fraudes no DETRAN de São Paulo) 
77.Caso Álvaro Lins
   , no Rio de Janeiro 
78.  Operação Satiagraha  Prisão de Daniel Dantas 
79.  Dossiê Revista VEJA  
80.  Crise Ética da Imprensa Potiguar  (Atingiu seu auge nas eleições 
municipais de 2008) 
81.O controle da mídia por políticos
    (corriqueira violação da CF, que proíbe políticos de serem 
detentores de concessões públicas de rádio e TV) 
82.  Operação Selo  
83.  Operação Deja Vu  
84.  Escândalo das passagens aéreas  
85.  Escândalo dos atos secretos  

Desconhecidos (1964­1994)
Obs: escândalos do Regime Militar e pré­era FHC/Lula, a serem ainda analisados e datados aqui:
1.  Ferrovia do Aço  
2.  Transamazônica  
3.  Projeto Jaíba  
4.  Projeto Carajás  
5.  Serra do Navio  
6. Doação de terras amazônicas a multinacionais 
7.  Projeto Jari  
8.  Hidrelétrica de Balbina  
9. Usinas nucleares em Angra ­ Projeto Nuclebrás 
10.  Reserva do Mercado de Informática  
11.Esquema ACM­Globo­NEC 
12. Esquema Globo­Grupo Time Life (1965 ou 1968?) 
13.  Hidrelétrica de Tucuruí  
14. Projeto Alcan­Alcoa no Maranhão

Histórico de Escândalos no Brasil
|BRUNO|BARBiERi
Tue, 31 Jul 2007 12:43:09 ­0700
Lamentável , mas observem a decadência do Brasil !
Governo Geisel ( General Ernesto Geisel) ( 1974­ 1979)
1. Caso Wladimir Herzog
2. Caso Manuel Fiel Filho
3. Caso Lutfala
4. Caso Atalla
5. Ângelo Calmon de Sá (ministro acusado de passar um gigantesco cheque sem fundos)
6. Lei Falcão (1976)
7. Pacote de Abril (1977)
8. Cassações dos Parlamentares no Governo Geisel
9. Grandes Mordomias dos Ministros no Governo
Geisel
Governo Figueiredo ( General João Baptista Figueiredo) ( 1979­ 1985)
1. Caso Capemi
2. Caso do Grupo Delfim
3. Escândalo da Mandioca
4. Escândalo da Brasilinvest
5. Escândalo das Polonetas
6. Escândalo do Instituto Nacional de Assistência Médica do INAMPS
7. Caso Morel
8. Crime da Mala
9. Caso Coroa­Brastel
10. Escândalo das Jóias
Governo Sarney ( José Sarney) ( 1985­ 1990) ( Primeiro Governo Civil Pós Regime Militar – 
Censura)
1. CPI da Corrupção
2. Escândalo do Ministério das Comunicações (grande número de concessões de rádios e TVs para 
políticos aliados ou não ao Sarney. A  concessão é em troca de cargos, votos ou apoio ao presidente)
3. Caso Chiarelli (Dossiê do Antônio Carlos Magalhães contra o senador Carlos Chiarelli ou 
“Dossiê Chiarelli”)
4. Caso Imbraim Abi­Ackel
5. Escândalo da Administração de Orestes Quécia
6. Escândalo do Contrabando das Pedras Preciosas Governo Collor ( Fernando Collor de Mello) 
( 1990­ 1992)
1. Escândalo da Aprovação da Lei da Privatização das Estatais
2. Programa Nacional de Desestatização
3. Escândalo do INSS (ou Escândalo da Previdência Social)
4. Escândalo do BCCI (ou caso Sérgio Corrêa da Costa)
5. Escândalo da Ceme (Central de Medicamentos)
6. Escândalo da LBA
7. Esquema PP
8. Esquema PC (Caso Collor)
9. Escândalo da Eletronorte
10. Escândalo do FGTS
11. Escândalo da Ação Social
12. Escândalo do BC
13. Escândalo da Merenda
14. Escândalo das Estatais
15. Escândalo das Comunicações
16. Escândalo da Vasp
17. Escândalo da Aeronáutica
18. Escândalo do Fundo de Participação
19 Escândalo do BB
Governo Itamar Franco ( Itamar Augusto Cautiero Franco ) ( 1992 – 1995)
1. Centro Federal de Inteligência (Criação da CFI para combater corrupção em todas as esferas do 
governo)
2. Caso Edmundo Pinto
3. Escândalo do DNOCS (Departamento Nacional de Obras contra a Seca) (ou caso Inocêncio 
Oliveira )
4. Escândalo da IBF ( Indústria Brasileira de Formulários)
5. Escândalo do INAMPS ( Instituto Nacional de Assistência Previdência Social)
6. Irregularidades no Programa Nacional de Desestatização
7. Caso Nilo Coelho
8. Caso Eliseu Resende
9. Caso Queiroz Galvão (em Pernambuco)
10. Escândalo da Telemig (Minas Gerais)
11. Jogo do Bicho (ou Caso Castor de Andrade) (no Rio de Janeiro)
12. Caso Ney Maranhão
13. Escândalo do Paubrasil (Paubrasil Engenharia e Montagens)
14. Escândalo da Administração de Roberto Requião
15. Escândalo da Cruz Vermelha Brasileira
16. Caso José Carlos da Rocha Lima
17. Escândalo da Colac (no Rio Grande do Sul)
18. Escândalo da Fundação Padre Francisco de Assis Castro Monteiro (em Ibicuitinga, Ceará)
19 Escândalo da Administração de Antônio Carlos Magalhães (Bahia)
20. Escândalo da Administração de Jaime Campos (Mato Grosso)
21. Escândalo da Administração de Roberto Requião (Paraná)
22. Escândalo da Administração de Ottomar Pinto (em Roraima)
23. Escândalo da Sudene de Pernambuco
24. Escândalo da Prefeitura de Natal (no Rio Grande do Norte)
25. CPI do Detran (em Santa Catarina)
26. Caso Restaurante Gulliver (tentativa do governador Ronaldo Cunha Lima matar o governador 
antecessor Tarcísio Burity, por causa das denúncias de Irregularidades na Sudene de Paraíba)
27. CPI do Pó (em Paraíba)
28. Escândalo da Estacom (em Tocantins)
29. Escândalo do Orçamento da União (ou Escândalo dos Anões do Orçamento ou CPI do 
Orçamento)
30. Compra e Venda dos Mandatos dos Deputados do PSD
31. Caso Ricupero (também conhecido como “Escândalo das Parabólicas”).
Governo FHC ( Fernando Henrique Cardoso) ( 1995­ 2003)
1. Escândalo do Sivam (Primeira grave crise do governo FHC)
2. Escândalo da Pasta Rosa
3. Escândalo da CONAN
4. Escândalo da Administração de Paulo Maluf
5. Escândalo do BNDES (verbas para socorrerem ex­estatais privatizadas)
6. Escândalo da Telebrás
7. Caso PC Farias
8. Escândalo da Compra de Votos Para Emenda da Reeleição
9. Escândalo da Venda da Companhia Vale do Rio Doce (CVRD)
10. Escândalo da Previdência
11. Escândalo da Administração do PT (primeira denúncia contra o Partido dos Trabalhadores desde 
a fundação em 1980, feito pelo militante do partido Paulo de Tarso Venceslau)
12. Escândalo dos Precatórios
13. Escândalo do Banestado
14. Escândalo da Encol
15. Escândalo da Mesbla
16. Escândalo do Banespa
17. Escândalo da Desvalorização do Real
18. Escândalo dos Fiscais de São Paulo (ou Máfia dos Fiscais)
19. Escândalo da Mappin
20. Dossiê Cayman (ou Escândalo do Dossiê Cayman ou Escândalo do Dossiê Caribe)
21. Escândalo dos Grampos Contra FHC e Aliados
22. Escândalo do Judiciário
23. Escândalo dos Bancos
24. CPI do Narcotráfico
25. CPI do Crime Organizado
26. Escândalo de Corrupção dos Ministros no Governo FHC
27. Escândalo da Banda Podre
28. Escândalo dos Medicamentos (grande número de denúncias de remédios falsificados ou que não 
curaram pacientes)
29. Quebra do Monopólio do Petróleo (criação da ANP)
30. Escândalo da Transbrasil
31. Escândalo da Pane DDD do Sistema Telefônico Privatizado (o “Caladão “)
32. Escândalo dos Desvios de Verbas do TRT­SP (Caso Nicolau dos
Santos Neto , o ” Lalau”)
33. Escândalo da Administração da Roseana Sarney (Maranhão)
34. Corrupção na Prefeitura de São Paulo (ou Caso Celso Pitta)
35. Escândalo da Sudam
36. Escândalo da Sudene
37. Escândalo do Banpará
38. Escândalo da Quebra do Sigilo do Painel do Senado
39. Escândalos no Senado em 2001
40. Escândalo da Administração de Mão Santa (Piauí)
41. Caso Lunus (ou Caso Roseana Sarney)
42. Acidentes Ambientais da Petrobrás
43. Abuso de Medidas Provisórias (5.491)
44. Escândalo do Abafamento das CPIs no Governo do FHC
Governo Lula ( Luiz Inácio Lula da Silva ) (desde 2003 e ainda faltam 3
anos e 1/2…) Este artigo ou seção é sobre um evento atual. A informação apresentada pode mudar 
rapidamente. Sábado, 16 de Junho de 2007
1. Caso Pinheiro Landim
2. Caso Celso Daniel
3. Caso Toninho do PT
4. Escândalo dos Grampos Contra Políticos da Bahia
5.Escândalo do Proprinoduto (também conhecido como Caso Rodrigo Silveirinha )
6. CPI do Banestado
7. Escândalo da Suposta Ligação do PT com o MST
8. Escândalo da Suposta Ligação do PT com a FARC
9. Privatização das Estatais no Primeiro Ano do Governo Lula
10. Escândalo dos Gastos Públicos dos Ministros
11. Irregularidades do Fome Zero
12. Escândalo do DNIT (envolvendo os ministros Anderson Adauto e Sérgio Pimentel)
13. Escândalo do Ministério do Trabalho
14. Licitação Para a Compra de Gêneros Básicos
15. Caso Agnelo Queiroz (O ministro recebeu diárias do COB para os Jogos Panamericanos)
16. Escândalo do Ministério dos Esportes (Uso da estrutura do ministério para organizar a 
festa de aniversário do ministro Agnelo Queizoz)
17. Operação Anaconda
18. Escândalo dos Gafanhotos (ou Máfia dos Gafanhotos)
19. Caso José Eduardo Dutra
20. Escândalo dos Frangos (em Roraima)
21. Várias Aberturas de Licitações da Presidência da República Para a Compra de Artigos de Luxo
22. Escândalo da Norospar (Associação Beneficente de Saúde do Noroeste do Paraná)
23. Expulsão dos Políticos do PT
24. Escândalo dos Bingos (Primeira grave crise política do governo Lula) (ou Caso Waldomiro 
Diniz)
25. Lei de Responsabilidade Fiscal (Recuos do governo federal da LRF )
26 Escândalo da ONG Ágora
27. Escândalo dos Corpos (Licitação do Governo Federal para a compra de 750 copos de cristal para 
vinho, champagne, licor e whisky )
28. Caso Henrique Meirelles
29. Caso Luiz Augusto Candiota (Diretor de Política Monetária do BC, é acusado de movimentar as 
contas no exterior e demitido por não explicar a movimentação)
30. Caso Cássio Caseb
31. Caso Kroll
32. Conselho Federal de Jornalismo
33. Escândalo dos Vampiros
34. Escândalo das Fotos de Herzog
35. Uso dos Ministros dos Assessores em Campanha Eleitoral de 2004
36. Escândalo do PTB (Oferecimento do PT para ter apoio do PTB em
troca de cargos, material de campanha e R$ 150 mil reais a cada deputado)
37. Caso Antônio Celso Cipriani
38. Irregularidades na Bolsa­Escola
39. Caso Flamarion Portela
40. Irregularidades na Bolsa­Família
41. Escândalo de Cartões de Crédito Corporativos da Presidência
42. Irregularidades do Programa Restaurante Popular (Projeto de restaurantes populares beneficia 
prefeituras administradas pelo PT)
43. Abuso de Medidas Provisórias no Governo Lula entre 2003 e 2004 (mais de 300)
44. Escândalo dos Correios (Segunda grave crise política do governo Lula. Também conhecido 
como Caso Maurício Marinho)
45. Escândalo do IRB
46. Escândalo da Novadata
47. Escândalo da Usina de Itaipu
48. Escândalo das Furnas
49. Escândalo do Mensalão (Terceira grave crise política do governo. Também conhecido como 
Mensalão)
50. Escândalo do Leão & Leão (República de Ribeirão Preto ou Máfia
do Lixo ou Caso Leão & Leão)
51. Escândalo da Secom
52. Esquema de Corrupção no Diretório Nacional do PT
53. Escândalo do Brasil Telecom (também conhecido como Escândalo do Portugal Telecom ou 
Escândalo da Itália Telecom)
54. Escândalo da CPEM
55. Escândalo da SEBRAE (ou Caso Paulo Okamotto)
56. Caso Marka/FonteCindam
57. Escândalo dos Dólares na Cueca
58. Escândalo do Banco Santos
59. Escândalo Daniel Dantas – Grupo Opportunity (ou Caso Daniel  Dantas )
60. Escândalo da Interbrazil
61. Caso Toninho da Barcelona
62. Escândalo da Gamecorp­Telemar (ou Caso Lulinha)
63. Caso dos Dólares de Cuba
64. Doação de Roupas da Lu Alckmin (esposa do Geraldo Alckimin)
65. Doação de Terninhos da Marísia da Silva (esposa do presidente Lula)
66. Escândalo da Nossa Caixa
67. Escândalo da Quebra do Sigilo Bancário do Caseiro Francenildo (Quarta grave crise política do 
governo Lula. também conhecido como Caso Francenildo Santos Costa)
68. Escândalo das Cartilhas do PT
69. Escândalo do Banco BMG (Empréstimos para aposentados)
70. Escândalo do Proer
71. Escândalo dos Fundos de Pensão
72. Escândalo dos Grampos na Abin
73. Escândalo do Foro de São Paulo
74. Esquema do Plano Safra Legal (Máfia dos Cupins)
75. Escândalo do Mensalinho

COMENTARIO II
A  “Ágora”  é   a   ONG   guarda­chuva   do   programa   de   capacitação   profissional   de  
jovens do projeto “Primeiro Emprego”, do Ministério do Trabalho. 
É ela quem recebe o dinheiro repassado para 30 ONGs que formam instrutores para  
dar aulas a milhares de jovens. 
Atua   basicamente   em   Brasília   e   São   Paulo.   A   “Ágora”   foi   escolhida   para   esse  
projeto pelo Banco Mundial.

Além   de   presidir   o   Conselho   Fiscal   da   ONG,  Mauro   Dutra  é   proprietário   da  


Novadata, empresa de computadores que faturou R$ 370 milhões em contratos com  
o governo federal desde 2002. 
… o ministro da Justiça, Márcio Thomaz Bastos, disse que o governo está pronto  
para investigar a denúncia sobre a contabilidade da “Ágora”.

“Investigação realizada pelo Greenpeace Internacional, da Holanda, sobre a expansão da  
indústria da soja no Brasil revela novas evidências sobre a relação entre multinacionais  
norte­americanas com o  desmatamento, a grilagem  de  terras e  o  trabalho  escravo  na  
Amazônia. Ao construir silos e infra­estrutura no coração da floresta, financiar a abertura  
de   estradas   e   comprar   soja   produzida   em   fazendas   ilegais   ou   proveniente   de  
desmatamento, inclusive com o uso de trabalho escravo, Archer Daniels Midland (ADM), com 
sede em Decatur, Illinois; Bunge Corporation, baseada em Saint Louis e, mais importante, a Cargill, 
com   sede   em   Minnesota.  estão,   ao   mesmo   tempo,  estimulando   e   se   beneficiando   da  
invasão da soja na Amazônia. “

COMMENT II 

The "Agora" is the NGO umbrella program of job training for young people of the "First Job", the 
Ministry of Labor.
 
It is she who gets the money transferred to 30 NGOs that make instructors to teach thousands of 
young people.
 
It operates primarily in Brasilia and Sao Paulo. The "Agora" was chosen for this project by the 
World Bank.
 
In addition to chairing the Audit Committee of the NGO, Mauro Dutra is the owner of Novadata, 
computer company that had revenues of U.S. $ 370 million in contracts with the federal government 
since 2002.
 
... The Minister of Justice, Márcio Thomaz Bastos, said that the government is ready to investigate 
the complaint on the accounts of "Agora".
 
Research conducted by Greenpeace International, Netherlands, on the expansion of the soy industry 
in Brazil reveals new evidence on the relationship between U.S. multinationals with deforestation, 
land grabbing and slavery in the Amazon. When building silos and infrastructure in the heart of the 
forest, to finance the building of roads and buying soy produced on farms or from illegal logging, 
including   the   use   of   slave   labor,   Archer   Daniels   Midland   (ADM),   headquartered   in   Decatur, 
Illinois ; Bunge Corporation, based in St. Louis and, more importantly, Cargill, based in Minnesota. 
are at the same time, stimulating and benefiting from the invasion of soy in the Amazon. "

PERGUNTAR NÃO OFENDE!
Essa Ong Ágora,   seria a mesma – ou teria algo a ver, com a  IMOBILIARIA AGORA, que 
está envolvida na venda (ou compra) de 40 mil metros quadrados ­ área a beira­mar, para 
estrangeiros franceses,  sendo que é tombada pelo IPAC, a antiga FABRICA SÃO BRÁS?

ASK is NOT  a offense!
 

This NGO Agora, would be the same ­ or have something to do with the IMOBILIAIRE ÁGORA 
which is involved in the sale (or purchase) of 40 million square feet ­ area to the sea, for foreigners 
French , and is listed by IPAC the old Factory São BRÁS?
Tombamento ­     Antiga Fábrica São Brás ­ Plataforma / Decreto no 8.357– 05.11.02 / processo
no 0003/97.
AREA E RUINAS  +­ 40 M2 TOMBADA PELO IPAC
RUINAS FABRICA SÃO BRAS SUBURBIO FERROVIARIO DE SALVADOR
­ QUEM VENDEU PATRIMONIO TOMBADO? E PODE?
Snow­Blind on 43rd Street

The Times’ Silence on Plan Colombia

Cynthia Cotts

Tuesday, August 15th 2000

“...Now consider how the Times has covered Plan Colombia, Clinton's $1.3 billion gift to a country 
that desperately wants to crack down on its Marxist guerrillas, er, drug traffickers. It's a major story, 
as Max Frankel noted in the Times April 30, one that deserves lots of extra manpower to unravel, and 
about which "it would be unwise to expect trustworthy information from Washington."
Indeed, as the  Times'  Tim Golden  reported March 6, Clinton's foray into Colombia was born of 
heavy lobbying by military subcontractors, including helicopter manufacturers who are seeking a 
"foothold   in   a   rich   and   growing   Latin   American   market."  Columnist   Arianna   Huffington  and 
Newsweekquickly added names to the roll call of drug warriors, including Lockheed Martin, which 
makes radar systems, and Occidental Petroleum, which has oil rigs in Colombia.
On July 6, Golden reported on yet another businessman with a drug war jones,  Dr. David Sands, 
who went to Bogotá last spring to persuade the Colombians to carpet bomb their own coca fields 
with a fungus that no one wants to test in America. A fuller story appeared on Motherjones.com on 
May 3. (On a side note, Sands wants to drop the fungus out of high­flying  C­130s, just like the 
cargo planes once used by the CIA to run dope out of Vietnam. Even the Times' Anthony Lewis has 
called the parallels between Vietnam and Colombia "spooky.")
This showcase of military synergy was masterminded by McCaffrey, a discredited veteran of the 
Gulf War, as The New Yorker pointed out earlier this year. His office ostensibly merits scrutiny, but 
the  Times  has   no   drug   reporter,   and   its  State   Department  and   Pentagon   reporters   are   focused 
elsewhere. That leaves Golden and Larry Rohter, the Times' bureau chief in Rio de Janeiro. Rohter 
has filed solid stories on Colombia, but he never questions what the U.S. is doing there. Even if it is 
about fighting drugs, is this really a war we can win?
Whether by accident or design, the  Times  has yet to connect the dots. Last February,  The Dallas  
Morning   News  correctly   predicted   that   Plan   Colombia   would   be   outsourced   to  DynCorp  and 
Military Professional Resources Inc. (the former has employed Vietnam vets; the latter is run by a 
former  Defense   Intelligence   Agency  director).  The  Financial   Times  says   these   companies 
"essentially provide mercenaries."
Mercenaries? In the drug war? If the  Times  had listened to Frankel, they would not have been 
scooped by the Los Angeles Times, which reported August 6 that the U.S. Special Forces have just 
landed in Colombia, where they will train a new batch of soldiers in the delicate task of "crop 
eradication." A Timesman might have hesitated when embassy officials said the recruits are being 
screened   to   weed   out   human   rights   abusers.   As  Human   Rights   Watch  has   documented,   the 
Colombian military is closely linked to torture and murder.
A Times report on the Special Forces would have to admit the group is made up mainly of Green 
Berets and Navy SEALs. That would lead to the question of whether Special Forces have ever been 
in Colombia before. (They have, notably in 1996 and 1997, when Clinton cut off aid to Colombia.) 
According to a 1998  Washington Post  series, a legal loophole allows the Special Forces to train 
foreign troops without subjecting them to human rights review.
Are  there credible connections between U.S. troops and the paramilitaries who kill civilians in 
Colombia?  Amnesty International  has evidence that suggests the Special Forces looked the other 
way when just such a massacre took place in Mapiripan in 1997. So far, the Times hasn't touched it
—but they did run a story by Larry Rohter, detailing the El Salado massacre last February. The 
timing was perfect: It was published July 14, one day after Clinton signed the bill approving aid to 
Colombia.
Corruption in Colombia should bother more people than the Daily News' Juan Gonzalez, who has 
written   on   the   massacres,   and   former  Voice  reporter  Bill   Bastone,   who   broke   the   news   about 
Colonel James Hiett. Remember Hiett? He was sent to Colombia in 1998, to head up the Special 
Forces. But then he forgot to report that his own wife was smuggling drugs out of the embassy. With 
all those State Department people snoozing, it's no wonder the Times ended up snow­blind.
But there may be a good reason the Times' Colombia reporting has slipped through the cracks. It's a 
dangerous country, best left to reporters like the AP's Will Weissert, who's been filing almost daily 
for the last month. So when Clinton travels to Bogotá on August 30, the Times can safely say they 
don't have anyone on the beat.
Ironically, that was the case in 1954, when the CIA mounted a secret invasion of  Guatemala  on 
behalf of the United Fruit Company. The Times had helped pave the way with a series hyping the 
Communist   threat.   But   when   the   late  Timesman   Sydney   Gruson   began   telling   the   truth   about 
Guatemala, the CIA began spreading a lie that Gruson was a Communist. The rumor found its way 
to then Times publisher Arthur Hays Sulzberger, who kept Gruson out of Guatemala until the coup 
was   complete.
"... Agora, considerando como o Times cobriu o Plano Colômbia, com 1,3 bilhões dólares que 
Clinton   deu   para   um   país   que   queria   desesperadamente   reprimir   sua   guerrilha   marxista,   e   os 
traficantes de drogas. É uma história importante, como Max Frankel observou nos tempos de 30 de 
abril, uma que merece muita mão de obra extra para desvendar, e sobre o que "seria imprudente 
esperar informações confiáveis a partir de Washington."
 
Na verdade, como o  Times 'Tim Golden relatou em 6 de março, a incursão de Clinton à Colômbia 
nasceu   de  lobby pesado por subcontratados  militares, incluindo  fabricantes  de helicópteros   que 
estão buscando um ponto de apoio "em um rico e crescente mercado latino­americano." Colunista 
Arianna Huffington e Newsweekquickly acrescentou nomes para a chamada de guerreiros da droga, 
incluindo   a  Lockheed   Martin,   que   faz   sistemas   de   radar   e  Occidental   Petroleum,  que   tem 
plataformas de petróleo na Colômbia.
 
Em 6 de julho, Golden relatou ainda com um outro empresário Jones guerra contra as drogas, o Dr. 
David Sands, que foi para Bogotá na última primavera para convencer os colombianos a bomba do 
tapete em   seus próprios campos de coca com um fungo que ninguém quer testar na América. A 
história completa apareceu em Motherjones.com em 3 de maio. Anthony C (Em uma nota lateral, 
Sands quer largar o fungo de alto vôo­130, assim como os aviões de carga, uma vez utilizado pela 
CIA   para   executar   envenenar     o   Vietnã.   Mesmo   o   Times   'Lewis   chamou   os   paralelos   entre   o 
Vietname Colômbia de assustador "spooky."
   
Este folheto de sinergia militar foi idealizado por McCaffrey, um veterano desacreditado da Guerra 
do Golfo, como The New Yorker assinalou no início deste ano. Seu escritório ostensivamente exame 
de mérito, mas os tempos não tem nenhum repórter da droga, e seu Departamento de Estado e 
jornalistas no Pentágono estão focados em outros lugares. Isso deixa Golden e Larry Rohter, chefe 
do escritorio do “Times”  no Rio de Janeiro. Rohter apresentou histórias sólidas sobre a Colômbia, 
mas ele nunca questiona o que os E.U. está fazendo lá. Mesmo que seja sobre a luta contra as 
drogas,   isso   é   realmente   uma   guerra   que   nós   podemos   ganhar?  
Se por acaso ou intencionalmente, os tempos ainda tem de ligar os pontos. Em fevereiro passado, 
The   Dallas   Morning   News   previu   corretamente   que   o   Plano   Colômbia   seria   terceirizado   para 
DynCorp e Military Professional Resources Inc. (o ex­empregado veteranos do Vietnã, o segundo 
é dirigido por um ex­diretor da Defense Intelligence Agency). O Financial Times diz que essas 
empresas "essencialmente fornecem mercenários".
 
Mercenaries? Na guerra contra as drogas? Se o jornal tivesse escutado Frankel, que não teria sido 
escavado pelo Los Angeles Times, 6 de agosto, que relatou que as Forças Especiais E.U. tinha 
acabado de desembarcar na Colômbia, onde vai treinar um novo lote de soldados na delicada tarefa 
de " erradicação de cultivos ". A Timesman poderia ter hesitado quando funcionários da embaixada 
disse que os recrutas estão sendo selecionados para eliminar os violadores dos direitos humanos. Tal 
como a Human Rights Watch tem documentado, o exército colombiano está intimamente ligada à 
tortura e assassinato. 

Um relatório do Times sobre as Forças Especiais que tenho que admitir que o grupo é composto 
principalmente  de  Boinas   Verdes  e  Navy  SEALs.  Isso  levaria  à  questão  de saber  se as   Forças 
Especiais que já estava na Colômbia antes. (Eles têm, sido nomeados em 1996 e 1997, quando 
Clinton cortou a ajuda à Colômbia.) De acordo com uma série de 1998 do Washington Post, uma 
lacuna legal permite que as Forças Especiais para treinar as tropas estrangeiras, sem submetê­los a 
rever os direitos humanos.
 
Existem conexões entre as tropas E.U. credível e os paramilitares que matam civis na Colômbia? A 
Amnistia Internacional tem evidência que sugere que as Forças Especiais olhou para o outro lado, 
quando um massacre como ocorreu em Mapiripan em 1997.
  Até agora, o Times tem tocado, mas eles fizeram uma reportagem de Larry Rohter, detalha o 
massacre de El Salado fevereiro passado. O timing foi perfeito: Foi publicado 14 de julho, um dia 
depois de Clinton ter assinado o projeto de lei que aprova ajuda para a Colômbia.
 
A Corrupção na Colômbia deve preocupar mais pessoas do que Juan Daily News "Gonzalez, que 
tem escrito sobre os massacres, e o ex­repórter de voz Bill Bastone, que quebrou a notícia sobre o 
Coronel James Hiett. Lembre­se Hiett? Ele foi enviado à Colômbia em 1998, para chefiar as Forças 
Especiais. Mas então ele se esqueceu de informar que sua mulher era fazia tráfico de drogas fora da 
embaixada. 
Com todas as pessoas do Departamento de Estado cochilando, não é de admirar que o "Times" 
acabou de neve cega. 

Mas pode haver uma boa razão para relatar o Times 'A Colômbia tem deslizado através das fissuras. 
É um país perigoso, melhor deixar a jornalistas como a vontade do AP Weissert, que foi depósito 
quase diariamente para o mês passado. Assim, quando Clinton viaja para Bogotá em 30 de agosto, o 
jornal   pode   dizer   com   segurança   que   não   têm   ninguém   na   batida.  
Ironicamente, esse foi o caso em 1954, quando a CIA montou uma invasão secreta da Guatemala, 
em nome da United Fruit Company. The Times tinha ajudado a pavimentar o caminho com uma 
série de notícias exagerando a ameaça comunista. Mas quando a tarde Timesman Sydney Gruson 
começou a contar a verdade sobre a Guatemala, a CIA começou a espalhar uma mentira que Gruson 
era comunista. 
O boato encontrou seu caminho para, em seguida, o editor Times Arthur Hays Sulzberger, que 
manteve Gruson fora da Guatemala até o golpe se completado.

HIPOCRISIA MICROSOFT / BILL GATES

'The Gates Foundation has poured $218 million into polio and measles immunization and research 
worldwide,   including   in   the   Niger   Delta.   At   the   same   time   that   the   foundation   is   funding  
inoculations to protect health, The Times found, it has invested $423 million in Eni, Royal Dutch 
Shell, Exxon Mobil Corp., Chevron Corp. and Total of France — the companies responsible for  
most of the flares blanketing the delta with pollution, beyond anything permitted in the United  
States or Europe.

(…)
Oil workers, for example, and soldiers protecting them are a magnet for prostitution, contributing to  
a surge in HIV and teenage pregnancy, both targets in the Gates Foundation’s efforts to ease the ills  
of society, especially among the poor. Oil bore holes fill with stagnant water, which is ideal for 
mosquitoes that spread malaria, one of the diseases the foundation is fighting.'

A Fundação Gates derramou 218 milhões de dólares em imunização do pólio e sarampo  em todo o  
mundo, inclusive no Delta do Níger. Ao mesmo tempo que a fundação está a financiar vacinas para 
proteger a saúde, o The Times encontrou que  ele investiu US $ 423 milhões na   Eni, empresa de 
petroleo holandesa,  Exxon Mobil,  Chevron  e  Total  da França ­ as empresas responsáveis pela  
maior parte da chamas que cobrem o triângulo com a poluição, além de qualquer coisa permitida 
nos Estados Unidos ou na Europa.
 
(...)  
Trabalhadores do petróleo, por exemplo, e soldados e protegê­las é um imã para a prostituição,  
contribuindo   para   uma   onda   de   HIV   e   gravidez   na   adolescência,   nos   esforços   de   ambos   os  
objectivos da Fundação Gates para aliviar os males da sociedade, especialmente entre os pobres.  
Petróleo perfurações encher com água estagnada, o que é ideal para mosquitos que espalharam a  
malária, uma das doenças que a fundação  está lutando.

The AIDS mission apart, why was Bill Gates here? Blinded by his fame and wealth, we failed to  
see   the   pure   commercial   motive   of   advancing   the   interests   of   Microsoft.   With   our   uncritical  
adulation, we may have ended up selling our software market, our software talents and perhaps 
even our soul to the world’s biggest software company. Hook, line and sinker. 
The company Mr. Gates has built up is the biggest and most profitable software firm in the world.  
But it is also facing a threat from the most unlikely of competitors — the GNU/Linux operating  
system   which   has   been   developed   by   the   larger   Free/Libre   Open   Source   Software   (FLOSS)  
movement across the world.  This “free” software has long since ceased to be a cult operating  
system meant for geeks. In terms of cost, reliability and security, GNU/Linux has proved itself far 
superior to the proprietary Windows in the market for software that runs the internet. Some  
independent estimates suggest that GNU/Linux has even overtaken Windows here.
EUGENIA/RACISMO
Doomsday Seed Bank Project

The eugenics of Hitler were financed to a major extent by the same Rockefeller Foundation which  
today is building a doomsday seed vault to preserve samples of every seed on our planet. Now this  
is getting really intriguing. The same Rockefeller Foundation created the pseudo­science discipline 
of molecular biology in their relentless pursuit of reducing human life down to the ‘defining gene  
sequence’   which, they  hoped,  could  then  be modified  in  order  to  change  human  traits  at   will.  
Hitler’s eugenics scientists, many of whom were quietly brought to the United States after the War to 
continue their biological eugenics research, laid much of the groundwork of genetic engineering of  
various   life   forms,   much   of   it   supported   openly   until   well   into   the   Third   Reich   by   Rockefeller  
Foundation generous grants.

A eugenia de Hitler foi financiada em grande parte por esta mesma Fundação Rockefeller que está  
hoje a construir uma caverna de sementes do fim do mundo para preservar amostras de todas as  
sementes   do   nosso   planeta.   Agora   isto   está   ficando   realmente   intrigante.   A   mesma   Fundação  
Rockefeller quem criou a disciplina pseudo­científica da biologia molecular na busca incansável de 
reduzir   a   vida   humana   a   uma   'sequência   genética   definidora'   que,   segundo   esperava,   poderia  
depois ser modificada de modo a alterar os traços humanos na vontade. Os cientistas de eugenia de  
Hitler, muitos dos quais foram discretamente levados para os Estados Unidos depois da Guerra 
para   continuarem   as   suas   investigações   em   eugenia   biológica,   contribuíram   em   muito   para   o 
terreno da engenharia genética de diversas formas de vida, muito do qual foi apoiado abertamente  
até ao Terceiro Reich por Rockefeller Subsídios da generosa Fundação .

Desde o início do século XX esta teoria e prática teve o patrocínio privado de financiadores do  
racismo, tais como John D. Rockefeller, Harriman, Carnegie e outros, especialmente através de 
fundações, como a Rockefeller Foundation e a Ford Foundation e de universidades (Harvard, Yale,  
Princeton e Stanford).

Since the beginning of the twentieth century, the theory and practice was sponsored by private  
lenders of racism, such as John D. Rockefeller, Harriman, Carnegie and others, especially through  
foundations such as the Rockefeller Foundation and Ford Foundation and universities (Harvard,  
Yale, Princeton and Stanford).

(…)
One month after the war was won in the Pacific Theater of Operations, on September 20, 1945, the 
33rd   U.S.   President   Harry  S  Truman  signed   an  Executive  Order  which  came  into  effect  as   of  
October 1 of 1945. Thus in the following days from September 20 1945 the functions of the OSS  
were split between the Department of State and the Department of War.
The State Department received the Research and Analysis Branch of OSS which was renamed the  
Interim   Research   and   Intelligence   Service   or   (IRIS)   and   headed   by   U.S.   Army   Colonel   Alfred 
McCormack.
The War Department took over the Secret Intelligence (SI) and Counter­espionage (X­2) Branches,  
which were then housed in a new office created for just this purpose ­ The Strategic Services Unit  
(SSU). The Secretary of War appointed Brigadier General John Magruder (formerly Donovan's  
Deputy Director for Intelligence in OSS) as the director to oversee the liquidation of the OSS, and  
more importantly, the preservation of the clandestine intelligence capability of the OSS.
Yet (??) transferred to the CIG in mid­1946 and reconstituted as the Office of Special Operations  
(OSO).   Next,   the National  Security  Act  of  1947 established  the  United  States's   first permanent  
peacetime intelligence agency, the Central Intelligence Agency, which then took up the functions of 
the  OSS.  The direct descendant of the paramilitary component of the OSS is Special Activities  
Division of the CIA. 

Um mês após a guerra foi ganha no Teatro de Operações do Pacífico, em 20 de setembro de 1945, a  
33 E.U. presidente Harry S. Truman assinou uma portaria que entrou em vigor a partir de 1 de  
outubro de 1945. Assim, no dia seguinte em 20 de setembro de 1945 as funções de OSS foram  
divididos entre o Departamento de Estado e do Departamento de Guerra.
 

O Departamento de Estado recebeu o Poder de Investigação e Análise de OSS que foi rebatizada de  
Investigação provisório e Serviço de Inteligência ou (IRIS) e liderada pelo coronel do Exército E.U.  
Alfred McCormack.
 
O Departamento de Guerra assumiu o Secret Intelligence (SI) e Contra­espionagem (X­2) filiais,  
que foram então alojados em um novo cargo criado apenas para este fim ­ The Strategic Services  
Unit (SSU). O Secretário da Guerra nomeou o Brigadeiro­General John Magruder (ex­director­
adjunto de Donovan de Inteligência em OSS) como o diretor de supervisionar a liquidação do OSS,  
e   mais   importante,   a   preservação   da   capacidade   de   inteligência   clandestina   do   OSS.  

Ainda   (?)   Transferido   para   a   CIG,   em   meados   de   1946   e   reconstituída   como   o   Serviço   de  
Operações Especiais (OSO). Em seguida, o National Security Act de 1947 estabeleceu nos Estados  
Unidos a primeira agência de inteligência em tempos de paz, a Agência Central de Inteligência,  
que então assumiu as funções do OSS. O descendente direto do componente paramilitares das OSS  
é especial Divisão de Actividades da CIA.

Since the beginning of the twentieth century, the theory and practice was sponsored by private  
lenders of racism, such as John D. Rockefeller, Harriman, Carnegie and others, especially through  
foundations like the Rockefeller Foundation and Ford Foundation and universities (Harvard, Yale,  
Princeton and Stanford, including the grandfather of the current President, Prescott Bush "and U.S.  
corporations such as IBM Ford and General Motors.

Desde o início do século XX esta teoria e prática teve o patrocínio privado de financiadores do  
racismo, tais como John D. Rockefeller, Harriman, Carnegie e outros, especialmente através de 
fundações, como a Rockefeller Foundation e a Ford Foundation e de universidades (Harvard, Yale,  
Princeton e Stanford, incluindo o bisavô do actual presidente, Prescott Bush» e corporações dos  
EUA, como a IBM  a Ford e General Motors.

In   its   find   sponsors   among   others,   the   Bill   &   Melinda   Gates   Foundation,   the  Rockefeller 
Foundation,  Monsanto Corporation  Syngenta Foundation  (this is also present in Portugal), a 
giant U.S. agribusiness DuPont / Pioneer Hi­Bred (one of the largest holders of worldwide patents  
on seeds) and the Government of Norway.

Nos   seus   patrocinadores   encontramos   entre   outros,   a   Fundação   Bill   &   Melinda   Gates,   a  
Rockefeller Foundation a Monsanto Corporation a Syngenta Foundation (esta também presente em  
Portugal),   um   gigante   do   agribusiness   dos   EUA   a   DuPont/Pioneer   Hi­Bred   (um   dos   maiores  
detentores de patentes mundiais de sementes) e o Governo da Noruega.

But

why should the Gates Foundation be interested in a small, obscure organisation like Cgiar? Apart  
from strongly influencing the direction of world agriculture, one answer is that it is the custodian of 
more than 600,000 seeds, something that has been called the “collective wealth of nature and the 
food security of the world”.

(…)

But there are reasons to believe that the Gates food agenda is now being shaped by US corporate  
and govern ment interests. The Gates Foundation has recently appointed a Kenyan ex­Monsanto  
scientist to one of its boards, and last year joined Kraft foods, a subsidiary of Philip Morris, the  
world’s   largest   and   most   profitable   tobacco   corporation,   in   a   programme   to   add   vitamins   to  
conventionally grown foods.

Mas 
  Por que deveria a Fundação Gates se interessa por uma pequena e obscura organização como  
Cgiar? Além de influenciar fortemente a direção da agricultura do mundo, uma resposta é que ela  
é a guardiã da mais   de 600.000 sementes, algo que tem sido chamado de "coletivo riqueza da  
natureza e da segurança alimentar do mundo ".
 

 (…)
 
Mas   há   razões   para   acreditar   que   a   agenda   de   alimentos   Gates   é   agora   sendo   moldada   por  
interesses   E.U.   gestão   corporativa   e   governo.   The   Gates   Fundação   nomeou   recentemente   um  
cientista queniano ex­Monsanto   para um de seus órgãos, e no ano passado se juntou a Kraft  
Foods, uma subsidiária da Philip Morris, empresa do tabaco do mundo maior e mais lucrativa, em 
um   programa   para   adicionar   vitaminas   aos   alimentos   cultivados   convencionalmente.
Full genome sequencing
From Wikipedia, the free encyclopedia

An   image   of   the   46   chromosomes,   making   up   the   diploid   genome   of   human   male.   (The 
mitochondrial chromosome is not shown.)
Full   genome   sequencing   (FGS),   also   known   as   whole   genome   sequencing,   complete   genome 
sequencing, or entire genome sequencing, is a laboratory process that determines the complete DNA 
sequence of an organism's genome at a single time. This entails sequencing all of an organism's 
chromosomal   DNA   as   well   as   DNA   contained   in   the   mitochondria   or   chloroplast,   depending 
respectively on whether the organism is an animal or plant. Almost any biological sample—even a 
very small amount of DNA or ancient DNA—can provide the genetic material necessary for full 
genome sequencing. Such samples may include saliva, epithelial cells, bone marrow, hair (as long as 
the hair contains a hair follicle), seeds, plant leaves, or anything else that has DNA­containing cells. 
Because the sequence data that is produced can be quite large (for example, there are approximately 
six billion base pairs in each human diploid genome), genomic data is stored electronically and 
requires a large amount of computing power and storage capacity. Full genome sequencing would 
have   been   nearly   impossible   before   the   advent   of   the   microprocessor,   computers,   and   the 
Information Age.
Full   genome   sequencing   should   thus   not   be   confused   with   DNA   profiling.   The   latter   only 
determines the likelihood that genetic material came from a particular individual or group and does 
not   contain   additional   information   on   genetic   relationships,   origin   or   suspectability   on   specific 
diseases. . It is also distinct from SNP genotyping which covers less than 0.1% of the genome. 
Almost all truly complete genomes are of microbes, the term "full genome" is sometimes used 
loosely   to   mean   "greater  than  95%".  The   remainder   of  this  article   focuses   on  nearly  complete 
human genomes.
Full genome sequencing only refers to the laboratory process of deducing a person's entire genetic 
code   and,   on   its   own,   may   not   contain   any   clinical   assessment   or   useful   clinical   information. 
However, this may change over time as a large number of scientific studies continue to be published 
detailing clear associations between specific genetic variants and disease.[
The first nearly complete human genomes sequenced were  J. Craig Venter's  (caucasian male at 
7.5­fold average coverage)  and James Watson's (caucasian male at 7.4­fold)., a Han Chinese (YH 
at 36­fold) , a Yoruban from Nigeria  (at 30­fold) , a female leukemia patient (at 33 and 14­fold 
coverage   for   tumor   and   normal   tissues),   and   Seong­Jin   Kim   (Korean   at   29­fold)   .   Other   full 
genomes have been sequenced but not published, and as of 2009, commercialization of full genome 
sequencing is in an early stage and growing rapidly.*
*grifos meus
One   possible   way   to   accomplish   the   cost­effective   high­throughput   sequencing   necessary   to 
accomplish   full   genome   sequencing   is   by   using   Nanopore   technology,   which   is   a   patented 
technology   held   by  Harvard   University  and  Oxford   Nanopore   Technologies  and   licensed   to 
biotechnology companies. To facilitate their full genome sequencing initiatives, Illumina licensed 
nanopore sequencing technology from Oxford Nanopore Technologies and Sequenom licensed the 
technology   from  Harvard   University.   Another   possible   way   to   accomplish   cost­effective   high­
throughput sequencing is by utilizing fluorophore technology. Pacific Biosciences is currently using 
this approach in their SMRT (single molecule real time) DNA sequencing technology.Complete 
Genomics is developing DNA Nanoball (DNB) technology that are arranged on self­assembling 
arrays.Pyrosequencing   is   a   method   of   DNA   sequencing   based   on   the   sequencing   by   synthesis 
principle.The technique was developed by Pål Nyrén and his student Mostafa Ronaghi at the Royal 
Institute of Technology in Stockholm in 1996,and is currently being used by 454 Life Sciences in 
their effort to deliver an affordable, fast and highly accurate full genome sequencing platform

Older techniques
Sequencing of the entire human genome was first accomplished in 2000 partly through the use of 
shotgun sequencing technology. While full genome shotgun sequencing for small (4000–7000 base 
pair)   genomes   was   already   in   use   in   1979,   broader   application   benefited   from   pairwise   end 
sequencing, known colloquially as double­barrel shotgun sequencing. As sequencing projects began 
to  take on  longer and more complicated genomes, multiple groups began to realize that useful 
information   could   be   obtained   by   sequencing   both   ends   of   a   fragment   of   DNA.   Although 
sequencing   both   ends   of   the   same   fragment   and   keeping   track   of   the   paired   data   was   more 
cumbersome than sequencing a single end of two distinct fragments, the knowledge that the two 
sequences were oriented in opposite directions and were about the length of a fragment apart from 
each other was valuable in reconstructing the sequence of the original target fragment.
The first published description of the use of paired ends was in 1990 as part of the sequencing of the 
human   HPRT   locus,   although   the   use   of   paired   ends   was   limited   to   closing   gaps   after   the 
application of a traditional shotgun sequencing approach. The first theoretical description of a pure 
pairwise end sequencing strategy, assuming fragments  of constant length, was in 1991. In 1995 
Roach et al.introduced the innovation of using fragments of varying sizes,and demonstrated that a 
pure   pairwise   end­sequencing   strategy   would   be   possible   on   large   targets.   The   strategy   was 
subsequently   adopted   by  The   Institute   for   Genomic   Research  (TIGR)   to   sequence   the   entire 
genome of the bacterium  Haemophilus influenzae  in 1995, and then by  Celera Genomics  (J. 
Craig Venter's ) to sequence the entire fruit fly genome in 2000, and subsequently the entire human 
genome. Applied Biosystems, now called Life Technologies, manufactured the shotgun sequencers 
utilized by both Celera Genomics and The Human Genome Project.
While shotgun sequencing was one of the first approaches utilized to successfully sequence the full 
genome of a human, it is too expensive and requires too long of a turn­around­time to be utilized for 
commercial   purposes.   Because   of   this,   shotgun   sequencing   technology,   even   though   it   is   still 
relatively 'new', is being displaced by technologies like pyrosequencing, SMRT sequencing, and 
nanopore technology.

Race to commercialization
(***or race to comercialization????)
In October 2006, the X Prize Foundation, working in collaboration with the J. Craig Venter Science 
Foundation, established the Archon X Prize for Genomics,intending to award US$10 million to "the 
first Team that can build a device and use it to sequence 100 human genomes within 10 days or less, 
with an accuracy of no more than one error in every 100,000 bases sequenced, with sequences 
accurately covering at least 98% of the genome, and at a recurring cost of no more than $10,000 per 
genome." However, higher accuracy rates (or confirmatory methods) are desirable for some clinical 
applications. An error rate of 1 in 100,000 bases, out of a total of six billion bases in the human 
diploid genome, would mean about 60,000 errors per genome, which is a significant number of false 
positives  and negatives. For the latter it is not known where the errors occur . The error  rates 
required  for  widespread clinical use, such as  Predictive Medicine is currently set by over  1400 
clinical   single  gene sequencing  tests(for example,  errors  in BRCA1 gene for breast  cancer   risk 
analysis). As of June 2009, the Archon X Prize for Genomics remains unclaimed.
In 2007, Applied Biosystems started selling a new type of sequencer called SOLiD System, with the 
first sale to Helicos Biosciences in 2008.Helicos stated that, utilizing the new sequencers, they will 
attempt to provide a full genome sequencing service with a target price of $72,000 per sample. 
However, this price point is still too high some applications, and is only competitive to DNA arrays 
(at $500 per sample) in cases where more than 0.1% of the genome is desired.
In 2008 and 2009, both public and private companies have emerged that are now in a competitive 
race to be the first mover to provide a full genome sequencing platform that is commercially robust 
for   both   research   and   clinical   use,   including   Illumina,Sequenom,   454   Life   Sciences,Pacific 
Biosciences, Complete Genomics, Intelligent Bio­Systems, Genome Corp., and Helicos BioScience. 
These companies are heavily financed and backed by venture capitalists, hedge funds, investment 
banks and, in the case of Illumina, Sequenom and 454, heavy re­investment of revenue into research 
and development, mergers and acquisitions, and licensing initiatives.
In the race to commercialize full genome sequencing, companies have made claims about being able 
to offer a service at a specific time for a specific price that have turned out to not be true. Intelligent 
Bio­Systems stated in November 2007 that by the end of 2008 they would release a platform capable 
of a providing a $5,000 full genome sequence, but, as of March 2009, no such platform has yet to be 
released.
Pacific Biosciences stated that they will start selling their full genome sequencers in early 2010. 
While they didn't disclose the cost to sequence a single genome, they did state they may not release 
their   second­generation   machine   capable   of   a   $1,000   genome   until   2013.   Complete   Genomics, 
however,  stated that they'll be able to provide a $5,000 full genome sequencing service by   the 
summer   of   2009.   The   accuracy,   precision,   and   reproducibility   of   both   Pacific   Biosciences   and 
Complete Genomics technology, however, is still unknown.
A personal genomics company located in Massachusetts, Knome.com, currently provides genome 
sequencing services but the cost is about $99,500 per genome (down from $350,000 per genome 
initially), the turn­around time is unknown, the accuracy is unknown, and the number of people was 
limited to 20 for the first year, and is still considered early stage commercialization of full genome 
sequencing, focusing on wealthy customers.
As of January 2009, there are no indications that any of these companies have been hindered by the 
global recession. And thus, the race appears to be proceeding forward at full speed. 
At the end of February 2009, Complete Genomics released a full sequence of a human genome that 
was   sequenced   using   their   service.   The   data   indicates   that   Complete   Genomics'   full   genome 
sequencing service accuracy is just under 99.99%, meaning that there is an error in one out of every 
ten thousand base pairs. This means that their full sequence of the human genome will contain 
approximately 80,000­100,000 false positive errors in each genome. However, this accuracy rate was 
based on Complete Genomics' sequence that was completed utilizing a 90x depth of coverage (each 
base in the genome was sequenced 90 times) while their commercialized sequence is reported to be 
only 40x, so the accuracy may be substantially lower unless they can find some way to improve it 
before their first service release planned for the summer 2009. This accuracy rate may be acceptable 
for   research   purposes,   and   clinical   use   would   require   confirmation   by   other   methods   of   any 
reportable alleles. In March 2009, it was announced that Complete Genomics has signed a deal with 
the Broad Institute to sequence cancer patient's genomes and will be sequencing five full genomes 
to start.In April 2009, Complete Genomics announced that it plans to sequence 1,000 full genomes 
between June 2009 and the end of the year and that they plan to be able to sequence one million full 
genomes per year by 2013. Complete Genomics plans to officially launch in June 2009, although it 
is unknown if their lab will have received CLIA­certification by that time.
In   June   2009,   Illumina   announced   that   they   were   launching   their   own   Personal   Full   Genome 
Sequencing   Service  at  a depth  of 30X   for  $48,000 per  genome.[58]  This  is   still  expensive  for 
widespread consumer use, but the price may decrease substantially over the next few years as they 
realize   economies   of   scale   and   given   the   competition   with   other   companies   such   as   Complete 
Genomics. Jay Flatley, Illumina's President & CEO, stated that "during the next five years, perhaps 
markedly   sooner,"   the   price   point   for   full   genome   sequencing   will   fall   from   $48,000   to   under 
$1,000.   Illumina   has   already   signed   agreements   to   supply   full   genome   sequencing   services   to 
multiple direct­to­consumer personal genomics companies.
In   August  2009,   the   founder  of   Helicos   Biosciences,  Dr.   Stephen   Quake,  stated   that   using   the 
company's Heliscope Single Molecule Sequencer he sequenced his own full genome for less than 
$50,000. He stated that he expects the cost to decrease to the $1,000 range within the the next two to 
three years.
In August 2009, Pacific Biosciences secured an additional $68 million in new financing, bringing 
their   total   capitalization   to   $188   million.Pacific   Biosciences   said   they   are   going   to   use   this 
additional investment in­order to prepare for the upcoming launch of their full genome sequencing 
service in 2010.Complete Genomics followed by securing another $45 million in a fourth round 
venture funding during the same month. Complete Genomics has also made the claim that it will 
sequence   10,000   full   genomes   by   the   end   of   2010.However,   it   should   be   noted   that   Complete 
Genomics   has   previously   stated   it   would   officially   launch   and   release   its   service   during   the 
"summer of 2009," provide a "$5,000" full genome sequencing service by the "summer of 2009," 
and that it would "sequence 1,000 genomes between June 2009 and the end of 2009" ­ all of which, 
as of August 25, 2009, have not yet occurred.
General Electric Global Research is also now in the race to commercialize full genome sequencing 
as they are currently working on creating a service that will deliver a full genome for $1,000 or less.
Helicos   Biosciences,   Pacific   Biosciences,   Complete   Genomics,   Illumina,   and   now   GE   Global 
appear to all be going head to head in the race to commercialize full genome sequencing.

Disruptive technology
Full genome sequencing provides information on a genome that is orders of magnitude larger than 
that provided by the current leader in sequencing technology, DNA arrays. For humans, DNA arrays 
currently provides genotypic information on up to one million genetic variants,While full genome 
sequencing will provide information on all six billion bases in the human genome, or 3,000 times 
more data.  Because of this, full genome sequencing is considered disruptive to the DNA array 
markets as the accuracy of both range from 99.98% to 99.999% (in non­repetitive DNA regions) 
and their cost of $5000 per 6 billion base pairs is competitive (for some applications) with DNA 
arrays   ($500per   1   million   basepairs).   Agilent,   another   established   DNA   array   manufacturer,   is 
working   on   targeted   (selective   region)   genome   sequencing   technologies.   It   is   thought   that 
Affymetrix,   the   pioneer   of  array   technology   in  the   1990s,   has   fallen   behind   due   to   significant 
corporate and stock turbulence and is currently not working on any known full genome sequencing 
approach.It is unknown what will happen to the DNA array market once full genome sequencing 
becomes   commercially   widespread,   especially   as   companies   and   laboratories   providing   this 
disruptive technology start to realize economies of scale. It is postulated, however, that this new 
technology may significantly diminish the total market size for arrays and any other sequencing 
technology once it becomes commonplace for individuals and newborns to have their full genomes 
sequenced.

Societal impact
Further information: Personal genomics ­ predictive medicine services already available
Inexpensive, time­efficient full genome sequencing will be a major accomplishment not only for the 
field of Genomics, but for the entire human civilization because, for the first time, individuals will 
be able to have their entire genome sequenced. Utilizing this information, it is speculated that health 
care professionals, such as physicians and genetic counselors, will eventually be able to use genomic 
information to predict what diseases a person may get in the future and attempt to either minimize 
the   impact   of   that   disease   or   avoid   it   altogether   through   the   implementation   of   personalized, 
preventive medicine. Full genome sequencing will allow health care professionals to analyze the 
entire   human   genome   of   an   individual   and   therefore   detect   all   disease­related   genetic   variants, 
regardless of the genetic variant's prevalence or frequency. This will enable the rapidly emerging 
medical fields of Predictive Medicine and Personalized Medicine and will mark a significant leap 
forward for the clinical genetic revolution. Full genome sequencing is clearly of great importance for 
research   into   the   basis   of   genetic   disease.   However,   it   should   be   recognized   that   despite 
advancements in genome sequencing technology, incomplete understanding of the significance of 
individual variants or combinations of variants will limit the widespread usefulness of full genome 
sequencing in medicine until its clinical utility can be demonstrated.
Illumina's CEO, Jay Flatley, stated in February 2009 that "A complete DNA read­out for every 
newborn will be technically feasible and affordable in less than five years, promising a revolution in 
healthcare" and that "by 2019 it will have become routine to map infants' genes when they are born." 
This potential use of genome sequencing is highly controversial, as it runs counter to established 
ethical norms for predictive genetic testing of asymptomatic minors that have been well established 
in   the   fields   of  medical   genetics   and   genetic   counseling.   The   traditional   guidelines   for   genetic 
testing have been developed over the course of several decades since it first became possible to test 
for genetic markers associated with disease, prior to the advent of cost­effective, comprehensive 
genetic screening. It is established that norms, such as in the sciences and the field of genetics, are 
subject   to   change   and   evolve   over   time.   It   is   unknown   whether   traditional   norms   practiced   in 
medical genetics today will be altered by new technological advancements such as full genome 
sequencing.
Today, parents have the legal authority to obtain testing of any kind for their children. Currently 
available newborn screening for childhood diseases allows detection of rare disorders that can be 
prevented   or   better   treated   by   early   detection   and   intervention.   Specific   genetic   tests   are   also 
available to determine an etiology when a child's symptoms appear to have a genetic basis. Full 
genome   sequencing,   however,   reveals   a   large  amount   of  information   (such   as   carrier   status   for 
autosomal   recessive   disorders,   genetic   risk   factors   for   complex   adult­onset   diseases,   and   other 
predictive medical and non­medical information) that is currently not completely understood, not 
clinically   useful   during   childhood,   and   may   not   necessarily   be   wanted   by   the   individual   upon 
reaching adulthood. Despite the theoretical (and currently unproven) benefits of predicting disease 
risk   in   childhood,   genetic   testing   also   introduces   potential   harms   (such   as   discovery   of   non­
paternity, genetic discrimination, and psychological impacts). The established ethical guidelines for 
predictive   genetic   testing   of   asymptomatic   minors   thus   has   more   to   do   with   protecting   this 
vulnerable population and preserving the individual's privacy and autonomy to know or not to know 
their genetic information, than with the technology that makes this possible. While parents may 
have legal authority to obtain such testing, the mainstream opinion of professional medical genetics 
societies is that presymptomatic testing should be offered to minors only when they are competent 
to understand the relevancy of genetic screening so as to allow them to participate in the decision 
about whether or not it is appropriate for them.
The first ten volunteers are referred to as the "PGP­10". These volunteers are:
1. Misha   Angrist,  Duke   Institute   for   Genome   Sciences   and   Policy   (  David   Goldstein 
discussed his latest findings in hepatitis C and what they could mean for patients weighing  
their treatment options in the clinic. He also addresses some potentially controversial issues  
emerging at the frontiers of genetics more broadly – such as whether physicians should  
prescribe different medicines for white and black patients.)

2. Keith Batchelder, Genomic Healthcare Strategies
3. George Church, Harvard 
4. Esther Dyson, EDventure Holdings 
5. Rosalynn Gill­Garrison, Sciona 
6. John Halamka, Harvard Medical School 
7. Stan Lapidus, Helicos BioSciences 
8. Kirk Maxey, Cayman Chemical
9. James Sherley, Boston stem cell researcher. 
10. Steven Pinker, Harvard 

History

Illumina   was   founded   in   April   of   1998   by   David   Walt,   Ph.D.,   CW   Group   (Larry   Bock),  John 
Stuelpnagel, D.V.M., Anthony Czarnik, Ph.D., and Mark Chee, Ph.D. While working with CW 
Group, a venture capital firm, Larry and John uncovered what would become Illumina’s BeadArray 
technology at Tufts University and negotiated an exclusive license to that technology. Headquartered 
in   San   Diego,   California,   Illumina   completed   its   initial   public   offering   in   July,   2000.

Illumina began offering SNP genotyping services in 2001 and launched its first system, the Illumina 
BeadLab, in 2002, using GoldenGate Genotyping technology. Illumina currently offers microarray­
based products and services for an expanding range of genetic analysis sequencing, including SNP 
genotyping, gene expression, and protein analysis. Illumina’s technologies are used by a broad range 
of academic, government, pharmaceutical, biotechnology, and other leading institutions around the 
globe.

Sequenciação completa do genoma 

Uma   imagem   do   46   cromossomos,   que   compõem   o   genoma   diplóide   do   macho   humano.   (O 
cromossomo mitocondrial não é mostrado.)
 
Seqüenciamento do genoma completo (FGS), também conhecido como seqüenciamento de genoma, 
o seqüenciamento do genoma completo, ou a sequenciação do genoma inteiro, é um processo de 
laboratório  que determina a seqüência completa do DNA do genoma de um organismo em um 
momento único. Isto envolve todas as seqüenciamento do DNA cromossômico de um organismo, 
bem como o DNA contido nas mitocôndrias ou cloroplastos, respectivamente, dependendo se o 
organismo é um animal ou planta. Quase toda a amostra biológica, mesmo uma pequena quantidade 
de DNA ou DNA antigo, pode fornecer o material genético necessário para a sequenciação  do 
genoma completo. Essas amostras podem incluir a saliva, células epiteliais, medula óssea, de cabelo 
(desde que o cabelo contém um folículo piloso), sementes, folhas ou qualquer outra coisa que tem 
de DNA contendo células. Como os dados de seqüência que é produzido pode ser muito grande (por 
exemplo, há cerca de seis bilhões de pares de base em cada genoma diplóide), os dados genéticos 
são   armazenados   eletronicamente   e   requer   uma   grande   quantidade   de   poder   computacional   e 
capacidade de armazenamento. Seqüenciamento do genoma completo teria sido quase impossível 
antes   do   advento   do   microprocessador,   computadores   e   da   Era   da   Informação.  
Seqüenciamento do genoma completo, portanto, não deve ser confundido com o ADN. Este último 
só determina a probabilidade de que o material genético veio de um determinado indivíduo ou 
grupo e não contém informações adicionais sobre as relações genéticas, origem ou suspectability 
em doenças específicas. . Também é distinto do SNP Genotyping que cobre menos de 0,1% do 
genoma. Quase todos os genomas são verdadeiramente completo de micróbios, o termo "genoma 
completo" às vezes é usado livremente para dizer "superior a 95%". O restante deste artigo incide 
sobre cerca de genomas humanos completos.
 
Seqüenciamento do genoma total se refere apenas  ao processo laboratorial de deduzir todo  um 
código   genético   do   indivíduo   e,   por   si   só,   não   podem   conter   qualquer   avaliação   clínica   ou 
informações clínicas úteis. No entanto, isso pode mudar com o tempo como um grande número de 
estudos   científicos   continuam   a   ser   publicados   detalhando   associações   claras   entre   variantes 
genéticas específicas e doenças. 
 
O primeiro quase completo de genomas humanos seqüenciados eram do sexo masculino J. Craig 
Venter's (branca em 7,5 vezes a cobertura média) e masculino James Watson (caucasiano em 7,4 
vezes)., Um chinês Han (YH em 36 vezes), um Yoruban da Nigéria (30 vezes), um paciente de 
leucemia do sexo feminino (em 33 e 14 vezes a cobertura para o tumor e tecidos normais), e Seong­
Jin   Kim   (Coréia   em   29   vezes).   Outros   genomas   completos   já   foram   seqüenciados,   mas   não 
publicado, ea partir de 2009, a comercialização de seqüenciamento do genoma completo está em um 
estágio inicial e em rápido crescimento.
 
Uma forma possível para realizar o custo de seqüenciamento de alto rendimento efetivo necessário 
para realizar a sequenciação do genoma completo está usando Nanopore tecnologia, que é uma 
tecnologia patenteada realizada pela Universidade de Harvard e Oxford Nanopore Tecnologias e 
licenciadas para empresas de biotecnologia. Para facilitar as suas iniciativas de seqüenciamento 
completo   do   genoma,   Illumina   licenciou   a   tecnologia   de   seqüenciamento   nanopore   de   Oxford 
Nanopore   Tecnologias   e   Sequenom   licenciou   a   tecnologia   da   Universidade   de   Harvard.   Outra 
maneira possível realizar o custo de seqüenciamento de alta taxa de transferência efetiva é utilizando 
tecnologia fluorophore. Pacific Biosciences está usando esta abordagem em suas SMRT (hora única 
molécula real) de seqüenciamento de DNA Genomics technology.Complete está desenvolvendo o 
DNA Nanoball (DNB) tecnologia que estão dispostos a auto­montagem arrays.Pyrosequencing é um 
método de seqüenciamento de DNA baseada no seqüenciamento pela técnica Principle.The síntese 
foi desenvolvida por Pål Nyrén e seu aluno Mostafa Ronaghi no Instituto Real de Tecnologia, em 
Estocolmo, em 1996, e está sendo usado atualmente por 454 Life Sciences, em seu esforço para 
oferecer   um   preço   acessível,   rápido   e   altamente   preciso   genoma   completo   plataforma   de 
seqüenciamento
 
Técnicas mais antigas
 
Seqüenciamento do genoma humano foi o primeiro realizado em 2000, em parte, através do uso da 
tecnologia de  seqüenciamento shotgun. Enquanto espingarda sequenciação completa do genoma 
para as pequenas pares de bases (4000­7000) genomas já estava em uso em 1979, beneficiou de uma 
aplicação   mais   vasta   seqüência   final   de   pares,   coloquialmente   conhecido   como   duplo 
seqüenciamento shotgun barril. Como projetos de seqüenciamento começou a ter mais tempo e mais 
complicado de genomas, vários grupos começaram a perceber que a informação útil pode ser obtida 
por seqüenciamento ambas as extremidades de um fragmento de DNA. Embora ambos os extremos 
seqüenciamento do fragmento do mesmo e manter o controle dos dados emparelhados foi mais 
pesado do que um único fim de seqüenciamento de dois fragmentos distintos, o conhecimento que 
os dois grupos foram orientados em direções opostas e eram sobre o comprimento de um aparte de 
cada   fragmento   outro   era   valioso   na   reconstrução   da   seqüência   do   fragmento   alvo   original.  
A   primeira   descrição   publicada   da   utilização   dos   fins   pareado   foi   em   1990,   como   parte   do 
seqüenciamento do locus HPRT humanos, embora o uso de extremidades pares limitou­se a fechar 
lacunas após a aplicação de uma espingarda tradicional seqüenciamento abordagem. A primeira 
descrição teórica de um final de pares pura estratégia de seqüenciamento, assumindo fragmentos de 
comprimento constante, foi em 1991. Em 1995, Roach et al.introduced a inovação da utilização de 
fragmentos   de   vários   tamanhos,   e   demonstrou   que   um   final   de   pares   pura   estratégia   de 
seqüenciamento seria possível em alvos de grandes dimensões. A estratégia foi adoptada pelo The 
Institute   for   Genomic   Research   (TIGR)   para   seqüenciar   o   genoma   da   bactéria   Haemophilus 
influenzae em 1995, e em seguida pela Celera Genomics para seqüenciar o genoma da mosca de 
fruta   inteira   em  2000  e,  posteriormente,  a  totalidade  do genoma  humano.  Applied  Biosystems, 
agora   chamado   Life   Technologies,   fabricado   a   seqüenciadores   espingarda   utilizada   por   ambos 
Celera Genomics e pelo Projeto Genoma Humano.
 
Enquanto seqüenciamento shotgun foi uma das primeiras abordagens utilizadas com sucesso para 
seqüenciar o genoma completo de um ser humano, é muito caro e requer muito tempo de um turn­
around­time a ser utilizado para fins comerciais. Devido a isso, a tecnologia de seqüenciamento 
shotgun,   embora   seja   ainda   relativamente   "nova",   está   sendo   substituída   por   tecnologias   como 
pyrosequencing, seqüenciamento SMRT e tecnologia nanopore.
 
Corrida para a comercialização 

Em outubro de 2006, a X Prize Foundation, que trabalha em colaboração com o J. Craig Venter 
Science Foundation, com sede no Archon X Prize for Genomics  , com a intenção de adjudicar 
E.U.  $ 10  milhões para "Team a primeira vez que pode construir um dispositivo e usá­lo  para 
seqüência 100 genomas humanos em 10 dias ou menos, com uma precisão de mais de um erro em 
cada 100.000 bases seqüenciadas, com seqüências de precisão que abranjam pelo menos 98% do 
genoma, e com um custo não recorrente de mais de US $ 10.000 por genoma. " No entanto, as 
maiores   taxas   de   exactidão   (ou   métodos   de   confirmação)   é   desejável   para   algumas   aplicações 
clínicas. Uma taxa de erro de 1 em 100.000 bases, de um total de seis bilhões de bases no genoma 
humano diplóide, significaria cerca de 60.000 erros por genoma, que é um número significativo de 
falsos positivos e negativos. Para este último, não se sabe onde os erros ocorrem. As taxas de erro 
necessário para uso clínico, tais como a medicina preditiva está actualmente fixado em mais de 
1400 clínicos único gene seqüenciamento testes (por exemplo, erros no gene BRCA1 para análise de 
risco do cancro da mama). Em junho de 2009, o Archon X Prize for Genomics permanece não 
reclamados.  
Em 2007, a Applied Biosystems começou a vender um novo tipo de seqüenciador chamado solidez 
do sistema, com a primeira venda a Helicos Biociências* em 2008.Helicos afirmou que, utilizando 
os novos seqüenciadores, eles vão tentar fornecer um serviço de sequenciação completa do genoma 
com   um   preço­alvo   de   72.000   dólares   por   amostra.   No   entanto,   este   ponto   de   preço   é   ainda 
demasiado elevado algumas aplicações, e só é competitiva para matrizes de DNA (em US $ 500 por 
amostra) nos casos em que mais de 0,1% do genoma é desejada. 

Empresas Em 2008 e 2009, tanto públicas como privadas têm surgido que agora estão em uma 
corrida competitiva para ser o primeiro motor para fornecer uma plataforma de seqüenciamento 
completo do genoma, que é comercialmente robusto, tanto para pesquisa e uso clínico, incluindo 
Illumina, Sequenom, 454 Life Sciences , Pacific Biosciences, Complete Genomics, Intelligent Bio­
Systems,   Genoma   Corp,   e   Helicos   BioScience.   Estas   empresas   são   fortemente   financiados   e 
apoiados por capitalistas de risco, fundos de hedge, bancos de investimento e, no caso de Illumina, 
Sequenom   e   454,   re­investimento   pesado   da   receita   em   pesquisa   e   desenvolvimento,   fusões   e 
aquisições, e as iniciativas de licenciamento. 

Na   corrida   para   comercializar   o   seqüenciamento   do   genoma   completo,   as   empresas   têm   feito 


reclamações sobre ser capaz de oferecer um serviço em um horário específico para um determinado 
preço que acabou por não ser verdade.  Bio­Intelligent Systems  declarou em Novembro de 2007, 
que até o final de 2008 eles iriam lançar uma plataforma capaz de fornecer um $ 5.000 seqüência 
completa do genoma, mas, como de Março de 2009, a plataforma não tenha ainda de ser lançado. 
Pacific Biosciences afirmou que vai começar a vender o seu genoma completo seqüenciadores no 
início de 2010. Enquanto eles não divulgou o custo para a seqüência de um genoma único, eles 
afirmam que não podem liberar sua máquina de segunda geração, capaz de um genoma de 1.000 
dólares até 2013. Complete Genomics, no entanto, afirmou que eles serão capazes de fornecer um 
serviço de 5.000 dólares sequenciação completa do genoma do Verão de 2009. A exatidão, precisão 
e reprodutibilidade de ambas Pacífico Biociências e tecnologia Complete Genomics, no entanto, 
ainda é desconhecida.

********Life Technologies anuncia apresentações em 2009 BIO International Convention 
Empresas   Participantes   discutirão   a   próxima   geração   sequenciada,   células   iPS,  
Nanotecnologia     Transformacional   e   Outras   Tecnologias.http://ir.lifetechnologies.com/phoenix.zhtml?
c=61498&p=irol­newsArticle&ID=1289409&highlight=

 
Uma empresa de genômica pessoal localizada em Massachusetts, Knome.com, atualmente fornece 
serviços de seqüenciamento do genoma, mas o custo é de cerca de 99.500 dólares por genoma 
(abaixo de R $ 350.000 por genoma inicialmente), o turn­tempo ao redor é desconhecida, a precisão 
é desconhecida, bem como o número de pessoas foi limitado a 20 para o primeiro ano, e ainda é 
considerado comercialização fase inicial do seqüenciamento do genoma completo, com foco em 
clientes ricos
 
Em janeiro de 2009, não há indícios de que qualquer destas empresas tem sido dificultada pela 
recessão   mundial.   E   assim,   a   corrida   parece   prosseguir   em   frente   a   toda   velocidade.  
No   final   de   Fevereiro   de   2009,   a   genómica   completa   lançada   uma   seqüência   completa   de   um 
genoma   humano   foi   seqüenciado   usando   seu   serviço.   Os   dados   indicam   que   a   precisão   das 
genómica   completas   de   serviço   completo   seqüenciamento   do   genoma   é   apenas   em   99,99%, 
significando   que   há   um   erro   em   uma   de   cada   dez   mil   pares   de   bases.   Isso   significa   que   sua 
seqüência completa do genoma humano contém cerca de 80.000­100.000 erros falsos positivos em 
cada genoma. No entanto, esta taxa de precisão foi baseada na seqüência das genómica completas 
que   foi   completada   utilizando   uma   profundidade   90x   de   cobertura   (cada   base   no   genoma   foi 
seqüenciado   90 vezes), enquanto sua seqüência comercializado é  relatado  para ser apenas   40x, 
assim que a precisão pode ser substancialmente mais baixo a menos que possam encontrar alguma 
maneira de melhorá­la antes de sua liberação do serviço, prevista para o verão 2009. Esta taxa de 
precisão de uso pode ser aceitável para fins de pesquisa e clínico exigirá confirmação por outros 
métodos de todos os alelos relatáveis. Em março de 2009, foi anunciado que a genómica completa 
assinou   um  acordo com o Instituto Broad  do paciente seqüência de  genomas  do câncer e  será 
seqüenciamento  de   genomas   completos   de   cinco   start.In   de   abril   de  2009   Complete   Genomics 
anunciou que planeja seqüência de 1.000 genomas completos entre junho 2009 eo final do ano e que 
pretendem ser capazes de seqüência de um milhão genomas completos por ano até 2013. Complete 
Genomics   planos   para   o   lançamento   oficial   em   junho   de   2009,   embora   não   se   sabe   se   seu 
laboratório terá recebido a certificação CLIA por esse tempo.
 
Em junho de 2009, Illumina anunciou que estava lançando seu próprio pessoal de Seqüenciamento 
do Genoma Full Service em uma profundidade de 30X de R $ 48.000 por genoma. [58] Este ainda é 
caro para o uso generalizado do consumidor, mas o preço pode diminuir substancialmente ao longo 
dos próximos anos como eles percebem as economias de escala e dada a concorrência com outras 
empresas   como   a   genómica   completa.   Jay   Flatley,   Illumina   Presidente   &   CEO,   declarou   que 
"durante   os   próximos   cinco   anos,   talvez   mais   cedo   marcada",   o   ponto   do   preço   para   o 
seqüenciamento completo do genoma vai cair de R $ 48.000 a menos de US $ 1.000. Illumina já 
assinou acordos para fornecer serviços de sequenciação completa do genoma de vários direct­to­
consumer empresas pessoal genômica.
 
Em agosto de 2009, o fundador da Helicos Biosciences, Dr. Stephen Quake, afirmou que o uso da 
empresa  Heliscope Single Molecule Sequencer ele o seu próprio genoma seqüenciado total para 
menos de US $ 50.000. Ele afirmou que espera que o custo para diminuir para o intervalo $ 1.000 
nos próximos dois a três anos.
 
Em agosto de 2009, Pacific Biosciences assegurado um adicional de US $ 68 milhões em novos 
financiamentos, elevando sua capitalização total de $ 188 Biosciences million.Pacific disse que eles 
vão usar esse investimento adicional em ordem de se preparar para o próximo lançamento do seu 
serviço de seqüenciamento completo do genoma em Genomics 2010.Complete seguido de garantir 
outros US $ 45 milhões em uma quarta rodada de financiamento de risco durante o mesmo mês. 
Complete Genomics também fez a alegação de que ele será seqüência de 10.000 genomas completos 
até o final de 2010.However, deve notar­se que a genómica completa já declarou anteriormente que 
seria o lançamento oficial e liberação de seu serviço durante o Verão "de 2009," proporcionar uma 
"R  $  5.000"  serviço de seqüenciamento completo do genoma do Verão "de 2009", e que  seria 
"seqüência 1.000 genomas entre Junho de 2009 e no final de 2009" ­ que, a partir de 25 de agosto de 
2009, ainda não ocorreu.
 
General Electric Global Research é também agora na corrida para comercializar o seqüenciamento 
do genoma completo como eles estão atualmente trabalhando na criação de um serviço que vai 
entregar um genoma completo por US $ 1.000 ou menos.
 
Helicos Biociências, Pacific Biosciences, Complete Genomics, Illumina e, agora, GE Global parece 
estar indo tudo frente a frente na corrida para comercializar o seqüenciamento do genoma completo. 
Tecnologia disruptiva
 
Seqüenciamento   do   genoma   completo   fornece   informações   sobre   um   genoma   que   é   ordens   de 
magnitude maior do que a prevista pela atual líder na tecnologia de seqüenciamento de matrizes de 
DNA. Para seres humanos, o DNA arrays atualmente fornece informações genotípicas em até um 
milhão de variações genéticas, Enquanto sequenciação completa do genoma fornecerá informações 
sobre os seis bilhões de bases no genoma humano, ou 3.000 vezes mais dados. Por causa disso, a 
sequenciação   do   genoma   completo   é   considerado   prejudicial   para   os   mercados   de   DNA   como 
matriz a precisão de ambos variam de 99,98% para 99,999% (em regiões não­DNA repetitivo) e seu 
custo de US $ 5000 por 6 bilhões de pares de base é competitivo (para alguns aplicações), com 
matrizes   de   DNA   (500per   $   1   milhões   pares   de   bases).   Agilent,   de   outro   fabricante,   matriz 
estabelecida DNA, está trabalhando na região (alvo seletivo) tecnologias  de seqüenciamento  do 
genoma. Pensa­se que Affymetrix, o pioneiro da tecnologia de matriz na década de 1990, ficou para 
trás devido a importantes empresas e turbulência de ações e não está trabalhando atualmente em 
qualquer   approach.It   sequenciação   completa   do   genoma   conhecido   é   desconhecido   o   que   vai 
acontecer ao mercado da matriz do DNA, uma vez seqüenciamento do genoma completo se torna 
comercialmente difundidas, especialmente as empresas e laboratórios para iniciar esta tecnologia 
disruptiva para realizar economias de escala. Postula­se, no entanto, que esta nova tecnologia pode 
diminuir significativamente o tamanho do mercado total de matrizes e qualquer outra tecnologia de 
seqüenciamento de outros uma vez torna­se lugar­comum para os indivíduos e os recém­nascidos a 
ter seu genoma completo seqüenciado.
 
Impacto social
 
Mais   informações:   genômica   pessoal   ­   serviços   de   medicina   preditiva   já   está   disponível  
Tempo Barato, eficiente sequenciação completa do genoma será uma grande conquista não só para o 
campo da genômica, mas para toda a civilização humana, porque, pela primeira vez, os indivíduos 
poderão ter seu genoma seqüenciado. Utilizando esta informação, especula­se que os profissionais 
de saúde, como médicos e advogados especializados, acabará por ser capaz de usar a informação do 
genoma   para   prever   quais   doenças   uma   pessoa   pode   chegar   no   futuro   e   qualquer   tentativa   de 
minimizar   o   impacto   dessa   doença   ou   evitar   la   completamente,   através   da   implementação   da 
medicina   personalizada   e   preventiva.   Seqüenciamento   do   genoma   completo   permitirá   que   os 
profissionais de saúde para analisar todo o genoma humano de um indivíduo e, portanto, detectar 
todas as doenças relacionadas com as variações genéticas, independentemente da prevalência da 
variante genética ou da freqüência. Isso permitirá que os campos emergindo rapidamente médico da 
medicina   preditiva   e   medicina   personalizada   e   marcará   um   importante   passo   para   a   revolução 
genética clínica. Seqüenciamento do genoma completo é claramente de grande importância para a 
investigação   sobre   a   base   genética   da   doença.   No   entanto,   deve­se   reconhecer   que,   apesar   dos 
avanços na tecnologia de seqüenciamento do genoma, incompleta compreensão do significado das 
variantes   individuais   ou   combinações   de   variantes   que   limitam   o   uso   generalizado   de 
seqüenciamento do genoma completo em medicina até a sua utilidade clínica pode ser demonstrada. 

CEO Illumina, Jay Flatley, declarou em fevereiro de 2009 que "A DNA completo de leitura para 
fora   para   cada   recém­nascido   será   tecnicamente   viável   e   acessível   em   menos   de   cinco   anos, 
prometendo uma revolução na saúde" e que "em 2019 terá que se tornar rotina para genes recém­
map   'quando   eles   nascem.   "   Este   potencial   uso   de   seqüenciamento   do   genoma   é   altamente 
controversa, uma vez que contraria as normas éticas estabelecidas para os testes genéticos preditivos 
de   menores   assintomáticos   que   tenham   sido   bem   estabelecida   nas   áreas   de   genética   médica   e 
aconselhamento genético. As orientações tradicionais para testes genéticos têm sido desenvolvidos 
ao longo de várias décadas desde o primeiro tornou­se possível a pesquisa de marcadores genéticos 
associados   com   a   doença,   antes   do   advento   da   relação   custo­benefício,   a   seleção   genética 
abrangente. Ficou estabelecido que as normas, como nas ciências e no campo da genética, estão 
sujeitas   a   mudanças   e   evoluir   ao   longo   do   tempo.   Desconhece­se   se   as   normas   tradicionais 
praticados   em   genética   médica   hoje   vai   ser   alterada   por   novos   avanços   tecnológicos,   como   a 
sequenciação do genoma completo.
 
Hoje, os pais têm a autoridade legal para obter qualquer tipo de teste para suas crianças. Atualmente 
disponível triagem neonatal para doenças da infância permite a detecção de doenças raras, que 
podem ser prevenidas ou tratadas por uma melhor detecção e intervenção precoces. Específicas 
testes genéticos também estão disponíveis para determinar uma etiologia quando os sintomas de 
uma criança parece ter uma base genética. Seqüenciamento do genoma, porém, revela uma grande 
quantidade de informações (como o estado de portador de transtornos autossômica recessiva, fatores 
de risco genético para adultos complexo de doenças de início, e informação de previsão médica e 
outros   não­médicos)   que   não   está   completamente   esclarecido,   não   clinicamente   útil   durante   a 
infância, e não pode necessariamente ser procurado pelo indivíduo a atingir a fase adulta. Apesar da 
teórica (e, atualmente, não comprovada) benefícios de prever o risco da doença na infância, o teste 
genético   também   apresenta   danos   em   potencial   (como   a   descoberta   da   não­paternidade,   a 
discriminação genética, e os impactos psicológicos). As diretrizes éticas estabelecidas para os testes 
genéticos   preditivos   de   menores   assintomática,   portanto,   tem   mais   a   ver   com   proteger   essa 
população vulnerável e preservar a privacidade do indivíduo e da autonomia de saber ou não saber a 
sua informação genética, do que com a tecnologia que torna isso possível. Enquanto os pais podem 
ter autoridade legal para obter esses testes, a opinião geral dos profissionais sociedades médicas 
genética   é  que  o  teste   pré­sintomático   deve  ser  oferecida   aos   menores  apenas   quando  eles   são 
competentes   para   compreender   a   relevância   do   rastreamento   genético,   de   modo   a   permitir­lhes 
participar   na   decisão   sobre   se   é   ou   não   apropriado   para   eles.  
Os primeiros dez voluntários são referidos como o PGP "­10". Estes voluntários são: 

1.Misha Angrist, Duke Institute for Genome Sciences and Policy (David Goldstein discutiu suas 
últimas descobertas na hepatite C, o que poderia significar para pacientes pesando suas opções de 
tratamento na clínica. Ele também aborda algumas questões potencialmente controversas 
emergentes nas fronteiras da genética de forma mais ampla ­ como se os médicos devem prescrever 
medicamentos diferentes para pacientes brancos e negros.) 
2.Keith Batchelder, Genomic Saúde Estratégias 
3.George Igreja, Harvard 
4.Esther Dyson, EDventure Holdings 
5.Rosalynn Gill­Garrison, Sciona 
6.John Halamka, Harvard Medical School 
7.Stan Lapidus, Helicos BioSciences 
8.Kirk Maxey, Cayman Chemical 
9.James Sherley, Boston pesquisador de células­tronco. 
10.Steven Pinker, Harvard 

História 

Illumina foi fundada em abril de 1998 por David Walt, Ph.D., Grupo de CW (Larry Bock), John 
Stuelpnagel, DVM, Anthony Czarnik, Ph.D., e Mark Chee, Ph.D. Enquanto trabalhava com CW 
Group, uma firma de capital de risco, Larry e John descobriu o que seria tecnologia Illumina 
BeadArray na Tufts University e negociou uma licença exclusiva para essa tecnologia. Sediada em 
San   Diego,   Califórnia,   Illumina   completou   sua   oferta   pública   inicial   em   julho   de   2000.  

Illumina começou a oferecer serviços de genotipagem do SNP, em 2001 e lançou o seu primeiro 
sistema, o  BeadLab Illumina, em 2002, usando tecnologia GoldenGate Genotipagem. Illumina 
oferece   atualmente   microarray   baseado   em   produtos   e   serviços   para   um   leque   crescente   de 
seqüenciamento   genético,   incluindo   SNP   Genotyping,   expressão   gênica   e   análise   de   proteínas. 
Tecnologias da Illumina são utilizadas por uma ampla gama de acadêmicos, no governo de 
biotecnologia, farmacêutica, e de outras instituições líderes ao redor do globo. 

UM TRECHO DE UMA ENTREVISTA  ­ CRAIG VENTER
(http://www.wired.com/wired/archive/10.12/supermicrobe.html)

Quando você diz o engenheiro de uma nova espécie a partir do zero, você quer dizer alguma 
coisa   substancialmente   diferente,   por   exemplo,   manipular   genes   de   plantas   ou   modificar 
cabras para tecer seda da aranha?
 

Isso é relativamente trivial, todos os dias da biologia molecular. Isto está tentando ver se podemos 
definir a vida baseada em princípios ­ estes são os genes necessários para o metabolismo para 
produzir   energia, esses  são os necessários  para fazer o trabalho da parede celular, e assim  por 
diante.  

Assim que tiver os micróbios, então o quê?
 

Estamos usando as técnicas que desenvolveu para o seqüenciamento do genoma. Tradicionalmente, 
os   biólogos   têm   tido   micróbios   concentrada   e   tentou   crescer   espécies   diferentes   fora   delas.  

Se eles pudessem crescer de uma espécie, eles estudaram. Isso é como nós, provavelmente, perdeu 
99,9 por cento do que está lá fora. Em vez de começar a procura de uma espécie, nós estamos indo 
fazer exame de DNA que encontramos em uma parte do oceano ­ se ele vive ou morre em um 
ambiente   em   cativeiro   ­   seqüência,   e   então   usar   o   computador   para   separar   isso   em   espécies 
diferentes. Nós vamos ser capazes de descrever o que olham como eo que fazem. Ninguém tentou 
algo   assim   antes.   É   toda   uma   nova   maneira   de   olhar   o   meio   ambiente.  

Tipo como de seqüenciamento da população de Nova York e triagem quem é que a partir do 
código? 

Sim, exatamente! 

Assim que tiver os micróbios, então o quê?
 

Estamos usando as técnicas que desenvolveu para o seqüenciamento do genoma. Tradicionalmente, 
os biólogos têm tido micróbios concentrados e está tentando fazer crescer espécies diferentes fora 
delas.
 
De onde está vindo o seu financiamento?
 

O dinheiro é semente do J. Craig Venter Science Foundation. E nós recebemos uma doação de 
US $ 3 milhões do Departamento de Energia para o instituto de energia ­ elas são muito animado 
sobre estes processos.

WIRED:   Sequencing the  human   genome  has  been   compared to  landing  on  the  moon.  How  
would you describe your next project? 
VENTER: The potential for this is, well, I guess you'd have to go back to a Superman movie — it's  
to save the planet. 
So what's your plan?
The goal is to engineer a new species of microorganism from scratch — to improve metabolic  
function by orders of magnitude so that we can make biological CO² scrubbers for power plants.  
The organism's genetic structure would allow it to exist only in a specialized environment, so if it  
ever got outside, it would immediately die.
Once you've got the microbes, then what?
We're using the techniques I developed for sequencing the genome. Traditionally, biologists have 
taken concentrated microbes and tried to grow different species out of them. 
If they could grow a species, they studied it. That's how we've missed probably 99.9 percent of  
what's out there. Instead of starting out looking for species, we're going to take the DNA we find in  
one part of the ocean — whether it lives or dies in a captive environment — sequence it, and then  
use the computer to separate that into different species. We'll be able to describe what they look like  
and what they do. Nobody's tried anything like this before. It's a whole new way of looking at the  
environment.

Where is your funding coming from?
The seed money is from the J. Craig Venter Science Foundation. And we've received a $3 million 
grant from the Department of Energy for the energy institute — they're pretty excited about these 
processes. 
Green Revolution 

REVOLUÇÃO VERDE
(...)
This article is about the transformation of agriculture that began in 1945. For the much different  
ecological awakening, see environmental movement. For the ongoing upheaval in Iran, see 2009  
Iranian election protests. For the revolution in Libya that installed the current government, see  
Libya.
Green   Revolution   usually   refers   to   the   transformation   of   agriculture   that   began   in   1945.   One  
significant   factor   in   this   revolution   was   the   Mexican   government's   request   to   establish   an 
agricultural research station to develop more varieties of wheat that could be used to feed  the  
rapidly growing population of the country.
In 1943, Mexico imported half its wheat, but by 1956, the Green Revolution had made Mexico self­
sufficient; by 1964, Mexico exported half a million tons of wheat.[1] The associated transformation  
has continued  as the result of programs of agricultural research, extension, and infrastructural  
development. These programs were instigated and largely funded by the Rockefeller Foundation,  
along with the Ford Foundation and among other major agencies.

Este   artigo   é   sobre   a   transformação   da   agricultura,   que   começou   em   1945.   Para   o   despertar  
ecológico muito diferente, ver o movimento ambiental. Para a sublevação em curso no Brasil, ver  
2009 protestos eleição iraniana. Para que a revolução na Líbia, que instalou o governo atual,  
consulte a Líbia.
 

Revolução Verde geralmente refere­se à transformação da agricultura, que começou em 1945. Um 
fator significativo para essa revolução foi o pedido do governo mexicano para estabelecer uma  
estação de pesquisa agrícola para desenvolver mais variedades de trigo que poderia ser usado  
para alimentar o crescimento rápido da população do país.
 

Em 1943, o México importou metade de seu trigo, mas em 1956, a Revolução Verde tinha feito  
México   auto­suficiente,   em   1964,   o   México   exportou   meio   milhão   de   toneladas   de   trigo.     A  
transformação   associados   continuou   como   resultado   de   programas   de   agricultura   pesquisa,  
extensão e desenvolvimento de infra­estrutura. Esses programas foram iniciadas e em grande parte  
financiado pela Fundação Rockefeller, em conjunto com a Fundação Ford, entre outras grandes  
agências.
Problems in Africa
There have been numerous attempts to introduce the successful concepts from the Mexican and  
Indian projects into Africa. These programs have generally been less successful, for a number of  
reasons. Reasons cited include widespread corruption, insecurity, a lack of infrastructure, and a 
general   lack   of   will   on   the   part   of   the   governments.   Yet   environmental   factors,   such   as   the  
availability of water for irrigation, the high diversity in slope and soil types in one given area are 
also reasons why the Green Revolution is not so successful in Africa.
A recent program in western Africa is attempting to introduce a new high­yield variety of rice  
known as "New Rice for Africa"(NERICA). NERICAs yield about 30% more rice under normal  
conditions,   and   can   double   yields   with   small   amounts   of   fertilizer   and   very   basic   irrigation.  
However the program has been beset by problems getting the rice into the hands of farmers, and to  
date the only success has been in Guinea where it currently accounts for 16% of rice cultivation

Problemas na África
 
Houve numerosas tentativas de introduzir os conceitos de sucesso dos projetos de mexicanos e  
indianos em África. Estes programas têm sido geralmente menos bem sucedida, para uma série de  
razões.   As   razões   citadas   incluem   a   corrupção   generalizada,   a   insegurança,   a   falta   de   infra­
estrutura e uma falta geral de vontade por parte dos governos. No entanto, fatores ambientais, tais  
como a disponibilidade de água para irrigação, a alta diversidade em declive e tipos de solo em  
uma determinada área são também razões da Revolução Verde não é tão bem­sucedido na África. 
Um programa recente na África Ocidental está a tentar introduzir uma nova alta de rendimento 
variedade de arroz conhecido como Novo Arroz para a África "(NERICA). NERICAs produtividade  
de arroz  de  cerca de 30% a mais em condições  normais, e pode dobrar  a produtividade com  
pequenas quantidades de fertilizantes e de irrigação muito básico. No entanto, o programa tem sido  
assolada por problemas para o arroz nas mãos dos agricultores, e até agora o único sucesso foi na  
Guiné, onde é actualmente responsável por 16% do cultivo de arroz.

Another interesting coincidence is again the union of the Rockefeller Foundation and the Gates  
Foundation in a new project to put Africa this time under the yoke of the large multinationals  
patenting of OGM's, The Alliance for a Green Revolution in Africa, AGRA.

Outra coincidência interessante é uma vez mais a união da Rockefeller Foundation e da Gates  
Foundation num novo projecto para colocar África desta vez sob o jugo das grandes multinacionais  
de patentes de GMO’s, a The Alliance for a Green Revolution in Africa, AGRA.

We   can   not   forget   you're   even   scientific   evidence   that   OGMs   crops   harvest   to   produce   LESS  
traditional seeds without genetic alterations and that every year the production is decreasing

Não nos podemos ainda esquecer que está provado ciêntificamente que as colheitas de OGM’s  
produzem MENOS colheita que as sementes tradicionais sem alterações genéticas e que a cada  
ano   que   passa   essa   produção   vai   diminuindo.
(ovigiawordpress)

Na   minha   perspectiva   todo   este   projecto   tem   como   objectivo   final   o   controle   da   população  
mundial através da Cadeia Alimentar, usando os GMO’s como arma biológica para submeter  
países   e   por   fim   o   mundo   inteiro   às   vontades   e   caprichos   de   meia   dúzia   de   ditadores  
completamente loucos.

Eles decidirão quem poderá comer e quanto poderemos comer, mais, decidirão quantos escravos  
irão necessitar, exterminando os restantes, afinal de contas o objectivo por demais repetido por  
grupos como o CFR, Trilateral Comission e até pelo próprio Bilderberg, é de acabar com 2/3 da  
população mundial. [John Coleman] [Carroll Quigley (Bill Clinton’s mentor).
(ovigiawordpress)

**********
John   Coleman  (born  1935)  is  an  author   and  analyst  of  world  affairs.  He  is  a  former  British  
Intelligence Officer for MI6 (The Secret Intelligence Service (SIS)  who has written several books  
and numerous papers analysing the power structure of the world. He argues that a relatively small  
group of people ­ whom he calls 'The Committee of 300' (The Committee of 300  is a conspiracy 
theory which alleges that a  secret society  exists which was founded by the British aristocracy in  
1727. It is allegedly an international council which organizes politics, commerce, banking, media, 
and the military for centralized global efforts) ­ constitute a ruling elite who are pursuing a goal of  
one­world government.
Dr Coleman's books have been influential among more well known conspiracy authors such as  
David Icke and Jim Marrs who quote him in their own works. Coleman argues that the Muslim 
Brotherhood  is   a   secret   Masonic   order   created,   with   support   from  T.   E.   Lawrence,  Bertrand 
Russell and St. John Philby, to "keep the Middle East backward so its natural resource, oil, could  
continue to be looted."
Coleman has also criticized the Club of Rome, the Giorgio Cini Foundation, Global 2000, the 
Interreligious Peace Colloquium, the Tavistock Institute, and other organizations.

John Coleman (nascido em 1935) é um escritor e analista dos assuntos do mundo. Ele é um ex­
oficial dos serviços secretos britânicos MI6 (The UK Secret Intelligence Service (SIS )­ Serviço  
Secreto   do   Reino   Unido   Inglaterra)  para   o   que   tem   escrito   vários   livros   e   inúmeros   artigos  
analisando a estrutura de poder do mundo. Ele argumenta que um grupo relativamente pequeno de  
pessoas   ­   a   quem   ele   chama   de   "O   Comitê   dos   300"   (O   Comitê   dos   300   é   uma   teoria   da  
conspiração   que   afirma   que   existe   uma   sociedade   secreta   que   foi   fundada   pela   aristocracia  
britânica em 1727. É supostamente um conselho internacional que organiza a política, comércio,  
banca,   media   e   os   militares   centralizado   para   os   esforços   globais)   ­   constituem   uma   elite  
governante que estão perseguindo a meta de um governo mundial.
 

Dr Coleman livros têm sido influentes entre os autores da conspiração mais conhecido como David  
Icke   e   Jim   Marrs   que   citá­lo   em   suas   próprias   obras.   Coleman   afirma   que   a   Irmandade 
Muçulmana   é   uma   ordem   maçônica   secreta   criada,   com   o   apoio   de  TE   Lawrence,  Bertrand  
Russell e St. John Philby, para "manter o Oriente Médio para trás assim que seu recurso natural,  
petróleo,   poderia continuar  a ser  saqueado."   Coleman  criticou  também  o  Clube  de Roma,   a 
Fundação   Giorgio   Cini,   Global   2000,   o   Colóquio   Inter   Paz,   o   Instituto   Tavistock,   e   outras  
organizações.
Carrol
From   1941   until   1969,   he  taught   a  two­semester   course  at   Georgetown  on   the   development   of  
civilizations.   According   to   the   obituary   in   the   Washington   Star,   many   alumni   of   Georgetown's  
School of Foreign Service asserted that this was "the most influential course in their undergraduate  
careers".
In   addition   to   his   academic   work,   Quigley   served   as   a   consultant   to   the   U.S.   Department   of 
Defense,   the   U.S.   Navy,   the   Smithsonian   Institution,   and   the   House   Select   Committee   on  
Astronautics   and   Space   Exploration   in   the   1950s.   Quigley   served   as   a   book   reviewer   for   the  
Washington Star and was a contributor and editorial board member of Current History. His work  
emphasized "inclusive diversity" as a value of Western Civilization long before diversity became  
commonplace, and he denounced Platonic doctrines as an especially pernicious deviation from this 
ideal, preferring the pluralism of Thomas Aquinas.[citation needed] Quigley said of himself that he 
was a conservative defending the liberal tradition of the West. He was an early and fierce critic of  
the Vietnam War..... and he was against the activities of the military­industrial complex which he  
saw as the future downfall of the country.
(...)
De 1941 até 1969, ele ensinou um curso de dois semestres de Georgetown sobre o desenvolvimento 
das   civilizações.   Segundo   o   obituário   no   Washington   Star,   muitos   ex­alunos   da   Escola   de  
Georgetown de Relações Exteriores afirmou que este era "o curso de maior influência em suas  
carreiras de graduação" .
 

Além de seu trabalho acadêmico, Quigley atuou como consultor para o Departamento E.U. da  
Defesa,   a   Marinha   E.U.,   Smithsonian   Institution,   e   da   Casa   da   Comissão   Especial   sobre 
Astronáutica e Exploração Espacial na década de 1950 . Quigley serviu como um revisor do livro  
para a Estrela de Washington e foi um colaborador e membro do conselho editorial da Current  
History. Seu trabalho destacou a "diversidade inclusiva" como um valor da civilização ocidental  
muito antes de a diversidade tornou­se banal, e denunciou as doutrinas platónicas como um desvio  
especialmente pernicioso desta ideal, preferindo o pluralismo de Thomas Aquinas. ...  Quigley disse  
de si mesmo que ele era um conservador defendendo a tradição liberal do Ocidente. Ele foi um  
crítico feroz e início da Guerra do Vietnã,  E ele era contra as atividades do complexo industrial­
militar que ele via como a queda futura do país.....

Bill Clinton

….Em torno de 75% dos presidentes norte­americanos, ou tem sido maçons ou são comprometidos  
com a maçonaria. E nos últimos 30 anos, foram maçons, Lyndon B. Jhonson, Gerald Ford, George  
Busch, Bill Clinton pertence a "Ordem de Molay", para filhos de maçons. Ronald Reagan, apoiou  
sua administração nas novas fortunas capitalistas (a que se chamo "dinheiro novo") que surgiram  
durante os anos setenta e que rivalizavam com o "staff" liberal dos Rockefeller, dos Morgan e os  
círculos mundialistas), porém não deixou de rodear­se de conhecidos maçons (George Busch) e os  
membros da Opus Dei (a embaixadora Kirpatrick).
 
Um dos centros do poder norte­americano onde a maçonaria sempre tem estado cômodamente  
representada é no Pentágono. Calcula­se que, 80% dos altos oficiais do Exército ­ quase como nos  
tempos de George Washington­ pertencem a alguma das 52 Grandes Lojas (uma para cada um dos 
Estados da União) é assim que está dividida a maçonaria dos EE.UU. Os generais Collin Powell e 
Schwarzkopf, que dirigiram as operações na Guerra do Golfo Pérsico, são mesmo, maçons. 

(…)
A MÁFIA

Lício Gelli, nascido em 1919, ingressou aos 45 anos na Loja Propaganda 2. Era 1965. Quatro anos  
depois, membros desta loja começaram a protagonizar atos de violência e atentados terroristas  
inusitados na Europa. e isto durou quinze anos. Em 1980, Gelli foi nomeado Grão Mestre da P­2.

A partir da sua fundação, a P­2 havia contado com a presença de um numeroso grupo de oficiais  
dos serviços de informação italianos (primeiro do SIFAR e logo do SID)
(…)
Quando em março de 1981 a polícia revista "Villa Wanda" em Arezzo, a residência de Licio Gelli,  
lá   encontrou  uma lista com 900 filiados  da P­2. Entre eles  estava o nome de Júlio Andreotti,  
principal beneficiário político dos massacres e hoje processado por suas implicações com a máfia  
Siciliana e a Camorra napolitana. 
(…)
Seus vínculos com o terrorismo, a máfia e a CIA, evidenciam que não titubeavam, no seu auge, na  
hora de utilizar meios ilícitos para conseguir seus fins e intentos.

Michele Sindona, banqueiro vinculado aos círculos mafiosos norte americanos, amigo pessoal de  
Paulo VI e de Licio Gelli, Grão Mestre da P­2, teria desde o início boas relações com o Vaticano e 
com   os   gestores   do   Instituto   de   Obras   da   Religião   (banco   do   Vaticano).   Graças   a   Umberto  
Ortolani, outro membro da P­2 introduzido no Vaticano, trocou­se favores com  Paul Marcinkus,  
diretor do IOR, banco do vaticano. Marcinkus investiu dinheiro do IOR no Banco Ambrosiano de 
Michele Sindona e este utilizou a rede bancária do Vaticano para lavar dinheiro da máfia. Licio  
Gelli ­ com seus contatos na Guarda de Finanças, nos Serviços Secretos e no governo­ conseguia  
garantir impunidade para todas estas operações. 
(...)
A morte de  Paulo VI  e o fugaz pontificado de  João Paulo I  precipitaram esta situação. O novo 
papa tentou clarear a situação e romper os vínculos que ligavam o Vaticano a máfia, a maçonaria  
e a CIA. Morreu em circunstâncias misteriosas e a situação seguiu igual. As suspeitas sobre a 
morte de João Paulo I apontaram sempre em torno do envolvimento do Vaticano com a P­2. Calvi,  
apareceu morto em Londres, aparentemente suicidou­se. Em março de 1997 foi estabelecido que ele  
havia sido assassinado por mafiosos de cujo dinheiro havia tentado de apropriar. Em que ponto  
entra a máfia neste sinistro trama? 

(...)
Em julho de 1990 a magistratura italiana encontrou um dossiê com o correspondente da RAI, Enio  
Remondino em que figuravam as declarações do ex­agente da CIA, Richard Brenneke. Neste dito  
dossiê estavam apontadas provas sobre as vinculações entre a CIA e a P­2. Segundo esse dossiê, a  
CIA protegeu e financiou a P­2 no início dos anos 70 até meados dos ano 80; a CIA, se servia da  
rede de contatos na Europa da P­2 para traficar com drogas e cometer atentados terroristas. Em  
um trecho deste dossiê se falava do caso Iran­Contra meses antes deste vir a tona, dava verocidade  
a esta documentação. Se acusava o então vice­presidente Busch de haver negociado com Komeini o  
atraso na entrega da Embaixada Americana no Irã em 1980, Ao que se produziram as eleições  
americanas que deram o triunfo a Reagan. Como contrapartida, a CIA entregaria, através de Gelli,  
armas ao país Islâmico. Porém, havia muito mais. Olof Palme, conhecedor de todos estes aspectos,  
foi assassinado pela máfia seguindo instruções da CIA, delegadas através da P­2. Poucos meses  
depois outro ex­agente da CIA, Ibrahim Razim confirmou estes extremos. 
(...)
O ex­ agente da CIA, Dick Brenneke declarou ao juiz que "nós temos nos servido da P­2 para criar  
situações favoráveis a explosão do terrorismo na Itália e em outros países europeus nos primórdios  
dos anos setenta". Declarou que "a P­2 está ainda viva e segue sendo empregada para a mesma  
finalidade para a que foi utilizada nos primórdios do anos setenta". O tráfico financeiro entre a  
CIA e Gelli havia passado através de uma sociedade de Luxemburgo, denominada "Amitalia fund",  
possuidora de uma conta secreta (número 27321) na União de Banco Suíça de Zurique. 

(...)
Licio Gelli considerava o Cone Sul como uma área preferencial para realizar intervenções, lavar  
dinheiro e obter fácilmente o controle político. Gelli integrou Perón na P­2 pouco antes de seu 
regresso à Argentina

.... Around 75% of U.S. presidents, or have been Freemasons or are committed to Freemasonry. And  
in the last 30 years, were Masons, Lyndon B. Jhonson, Gerald Ford, George Bush, Bill Clinton  
belongs   to   the   Order   of   Molay   "for   children   of   Masons.   Ronald   Reagan,   his   administration  
supported the new capitalist fortunes (as I call "new money") that emerged during the seventies and  
that rivaled the "staff" liberal of the Rockefellers, the Morgans and the globalist circles), but no  
longer surrounding himself with known Freemasons (George Bush) and the members of Opus Dei 
(the ambassador Kirpatrick ­ She is famous for her "Kirkpatrick Doctrine," which advocated U.S. 
support of anticommunist governments around the world, including authoritarian dictatorships, if  
they went along with Washington's aims—believing they could be led into democracy by example.  
She   wrote,   "Traditional   authoritarian   governments   are   less   repressive   than   revolutionary  
autocracies."Kirkpatrick served on Reagan's Cabinet on the National Security Council, Foreign  
Intelligence Advisory Board, Defense Policy Review Board, and chaired the Secretary of Defense 
Commission on Fail Safe and Risk reduction of the Nuclear Command and Control System.).
 
 
One   of   the   centers   of   American   power   where   Freemasonry   has   always   been   conveniently  
represented in the Pentagon. It is estimated that 80% of senior army officers ­ almost like the days  
of George Washington, belong to one of 52 department stores (one for each of the EU countries) is  
so   divided   is   Freemasonry   of   the   USA   Generals   Powell   and   Schwarzkopf,   who   directed   the  
operations in the Persian Gulf War, are, anyway, Freemasons.
 

(…)
 
THE Mafia
 

Licio Gelli, born in 1919, he joined at age 45 in the Lodge Propaganda 2. It was 1965. Four years  
later, members of this store began to star in acts of violence and terrorist attacks unusual in Europe.  
and   this   lasted   fifteen   years.   In   1980,   Gelli   was   appointed   Grand   Master   of   the   P­2.  
Since its founding, the P­2 had counted on the presence of a large group of officers of the Italian 
intelligence services (the first and then the SIFAR SID)
 
(...)  
When in March 1981 the police magazine "Villa Wanda" in Arezzo, the home of Licio Gelli, there  
found a list of 900 affiliates of the P­2. Among them was the name of Julio Andreotti, the main  
political beneficiary of the massacres and today sued for its involvement in the Sicilian Mafia and  
Neapolitan Camorra.
 
(...)  
His ties to terrorism, the mafia and the CIA, show that he did not hesitate, at its peak, the time to  
use illicit means to achieve their aims and intentions. 

Michele Sindona, a banker linked to the North American mafia circles, a personal friend of Paul VI  
and Licio Gelli, Grand Master of P­2, have from the beginning good relations with the Vatican and 
the managers of the Institute for Works of Religion (bank Vatican). Thanks to Umberto Ortolani,  
another member of the P­2 introduced in the Vatican, was exchanged favors with Paul Marcinkus,  
director of the IOR, the Vatican bank. Marcinkus IOR invested money in Banco Ambrosiano and  
Michele Sindona this network used the Vatican's bank to launder money from the mafia. Licio Gelli 
­   with   their   contacts   in   the   Finance   Guard,   the   Secret   Service   and   government­could   ensure  
impunity for all such transactions.
 
(...)  
The death of Paul VI and fleeting pontificate of John Paul I rushed this. The new pope tried to  
lighten the situation and break the bonds that linked the Vatican Mafia, freemasonry and the CIA.  
He died in mysterious circumstances and the situation followed the same. Suspicions about the  
death of John Paul I always pointed around the Vatican's involvement with the P­2. Calvi, was found  
dead in London, apparently committed suicide. In March 1997 it was established that he had been  
murdered by mobsters whose money had tried to appropriate. At which point enter the mafia in this  
sinister plot?
 

(...)  
In July 1990 the Italian judiciary found a file with the corresponding RAI, Enio Remondino that  
were included in the statements of former CIA agent Richard Brenneke. In this dossier was said  
evidence pointed on the links  between the CIA and the P­2. According to the dossier, the CIA  
protected   and   financed   the   P­2   in   the   early   70th   to   the   mid­80   years,   the   CIA   made   use   of  
networking in Europe P­2 to smuggle drugs and commit terrorist attacks. In an excerpt of this file to  
speak of the Iran­Contra months before this came to light, gave veroca to this documentation. If the  
accused   then   Vice  President  of Busch  Khomeini  be  negotiated  with the delay  of the American  
Embassy in   Iran in 1980, which produced the U.S. elections which gave victory to Reagan.  In  
return, the CIA would deliver through Gelli, weapons to Islamic country. However, there was more.  
Olof Palme, who knows all these aspects, was murdered by the mob following instructions from the 
CIA, delegated by the P­2. A few months after another former CIA officer, Ibrahim Razim confirmed  
these extremes.
 
(...)  
Former CIA agent, Dick Brenneke told the judge that "we have served in the P­2 to create favorable  
conditions the explosion of terrorism in Italy and other European countries in the early seventies. 
Stated that "the P­2 is still alive and is still used for the same purpose for which was used in the  
early seventies." The financial trade between the CIA and Gelli had passed through a Luxembourg  
company, the "amytal fund", in possession of a secret bank account (number 27321) in the Union  
Bank of Switzerland in Zurich.
 

(...)  
Licio Gelli considered the Southern Cone as a preferred area to carry out interventions, launder  
money and gain political control easily. Gelli joined Peron in P­2 just before his return to Argentina  

   

Kirkpatrick  serviu no gabinete de Reagan sobre o Conselho de Segurança Nacional, Conselho  
Consultivo de Inteligência Estrangeira, Política Defense Review Board, e presidido pelo Secretário  
de Defesa da Comissão sobre a prova de falhas e redução do risco do Comando Nuclear e Controle  
do Sistema
Ela   é   famosa   por   sua   "Doutrina   Kirkpatrick,"   que   defendia   o   E.U.   e   o   apoio   dos   governos  
anticomunistas em todo o mundo, incluindo as ditaduras autoritárias, se foi junto com o objectivo  
de Washington, acreditando que poderia ser levado para a democracia por exemplo. Ela escreveu:  
"Os   governos   autoritários   tradicionais   são   menos   repressivo   do   que   as   autocracias  
revolucionárias."
SOFTWARE 'LIVRE', 'OPENSOURCES', 
'PROPRIETARIOS – A GRANDE DESILUSÃO

Debian ­    Bruce Perens   ­  umbrella organization (SPI) (quem se lembra da saga de Sarah 
O'Connors em 'O exterminador do futuro'?  (Veja o filme Sleep Dealer) Recebe patrocinio de The 
HeliOS Project, entre outros

Ohloh ­ Ohloh é um site que oferece uma suíte de serviços web e plataforma de comunidade 
online que visa traçar o panorama do desenvolvimento de software open source. Foi fundada por ex­
administradores   da  Microsoft,  Jason   Allen   e  Scott   Collison   em   2004   e   juntou­se   com   o 
desenvolvedor Robin Luckey. Em Outubro de 2008, o site lista 19.500 + projetos . Em 28 de maio 
de 2009, Ohloh foi adquirida pelo  SourceForge  (SourceForge, Inc. (NASDAQ:  LNUX), ex­VA 
Software Corporation, VA Linux Systems é o fornecedor da aplicação SourceForge Intelligence 
Development. A empresa está sediada em Mountain View, Califórnia. SourceForge, Inc. possui 
vários sites conhecidos, incluindo SourceForge, ThinkGeek e Slashdot.
SourceForge,   Inc.  (NASDAQ:  LNUX),   formerly  VA   Software   Corporation,   and  VA   Linux 
Systems is the provider of the SourceForge Development Intelligence application. The company is 
headquartered in Mountain View, California. SourceForge, Inc. owns several well­known websites, 
including SourceForge, ThinkGeek and Slashdot.

UBUNTU   –  Canonical  ­Mark   Richard   Shuttlewort   programador   de   computadores  sul­


africano que se tornou milionário depois de vender sua empresa de segurança de Internet, a Thawte 
(certificados SSL e certificados digitais de assinatura de código são usados mundialmente para 
garantir sevidores) para a Verisign ((NASDAQ:VRSN).

Alcatel­Lucent ­ uma empresa global de telecomunicações sediada na França que fornece  
soluções para redes fixas, móveis e convergentes às operadoras de telecomunicações e empresas. 
Com o suporte do Bell Labs.A Alcatel­Lucent é líder no Brasil em redes fixas, satélites, software de  
autenticação  AAA  e   redes   móveis  CDMA  (   Celular   VIVO),   além   de   ser   uma   das   principais  
fornecedoras de redes GSM. {Ver  http://www.scribd.com/doc/3205906/MONDEX}

O NIC (Network Integration Center) é o Centro de Referência de Transmissão da companhia na  
América Latina.  Localizado no  Rio de Janeiro, o NIC está apto a dar suporte aos clientes no  
monitoramento remoto de suas redes, realização de testes de novos produtos e no suporte online 24 
horas, simulando problemas e encontrando soluções sem precisar ir a campo.

o  3G Reality Center  Rio promove o aprendizado e a pesquisa de soluções multimídia 
inovadoras de 2,5G e 3G, em infra­estrutura aberta e independente de padrões tecnológicos.

Bell   Telephone   Laboratories  ou   Bell   Labs   era   originalmente   o   braço   de   pesquisa   e   de 
desenvolvimento AT&T dos Estados Unidos, desenvolvendo uma série de tecnologias consideradas 
revolucionárias   desde   comutadores   telefónicos,   cabos   de   telefone,   transístores,   LEDs,   lasers,   a 
linguagem de programação C e o sistema operativo Unix.
Em 2000: Máquina de DNA desenvolvimento do protótipo.

CAPCOM   –  ***Residente   Evil5   –   negros   africanos   infectados   com   um   virus 


desconhecido; um marine e uma parceira que de negra   apenas a pele, explodem cabeças de uma 
população que só tem pás e enxadas como defesa. Um filme lançado numa sexta­feira 13 coberto de 
cínicos   estereótipos. A  forma mais  'limpa' de  divertir­se matando negros. Um jogo capcioso,   e 
tendencioso, voltado para jovens e crianças numa forma de dizer sublinarmente, que negros, são 
doentes,   perigosos   e   selvagens   e   que   mais   uma   vez,   o   belo,   forte,   inteligente   e   super­marine 
(SUPERMAN) vai libertar o mundo, o Planeta, o Universo, de qualquer ameaça...
­ Tomara que nunca olhem o espelho!
A autoria desse 'belo e inocente joguinho' é de Jum Takeuchi
A  Alcatel­Lucent  University   São   Paulo   foi   criada   para   atender   clientes,   parceiros   e 
funcionários
Knome.com  ­  Dr.  George   Church,   PhD.   é   professor   de   Genética   da   Harvard   Medical 
School   e   diretor   do  Center   for   Computational   Genetics.   Ele   completou   seu   doutorado   em 
Harvard  em Bioquímica e Biologia Molecular com  Walter Gilbert, desenvolvendo o método de 
primeiro seqüenciamento genômico direto em 1984. Nesse ano, ele ajudou a dar início ao Projeto 
Genoma   Humano.   Ele   foi,   então,   um   cientista   da   pesquisa   recém­formada  Biogen   Inc.  e 
Monsanto Life Sciences Research Fellow em UCSF.  mais tarde ajudou a fundar o Stanford, MIT 
e  Waltham   Genoma   Centers.   Ele   inventou   os   conceitos   amplamente   aplicados   de   biologia 
molecular   multiplexação   e  tags,   métodos  de  recombinação   homóloga,   e  sintetizadores   de   DNA 
array. Transferência de tecnologia de seqüenciamento automatizado e software de anotação para 
Genome   Therapeutics   Corp  resultou   na  primeira   seqüência   do   genoma   que     foi   vendido 
comercialmente (o agente patogénico humano, H. pylori). 

***Essa   é   a   perigosa   bactéria  Helicobacter   pylori,   que   causa   gastrite   e   cancer   do 
estomago, esofago...!
Simplesmente   Dr.   Church,   a   vendeu...assim,   como   um   carro,   uma   roupa 
qualquer. Sabendo que se injetada ou misturada ao alimento ou água  ela vai se 
desenvolver de forma mortal!...

Dr.   George  Church, PhD  Professor of  Genetics   at  Harvard Medical  School  and  director  of   the 
Center for Computational Genetics. He completed his doctorate at Harvard in Biochemistry and 
Molecular Biology with Walter Gilbert, developing the method of first direct genomic sequencing in 
1984. That year, he helped initiate the Human Genome Project. He was then a research scientist at 
the newly­formed Biogen Inc. and Monsanto Life Sciences Research Fellow at UCSF. later helped 
found the Stanford, MIT, and Waltham Genome Centers. He invented the broadly applied concepts 
of   molecular   multiplexing   and   tags,   homologous   recombination   methods,   and   array   DNA 
synthesizers.   Technology   transfer  of  automated   sequencing  and   annotation  software  to  Genome 
Therapeutics Corp. resulted in the first genome sequence sold commercially (the human pathogen, 
H. Pylori).
 

***   This   is   the   dangerous   bacterium   Helicobacter   pylori   that   causes   gastritis   and 
stomach cancer, esophagus ...!
 
Just sold it ... well, like a car, any one clothe. Knowing that if injected or mixed with 
food or water a person will develop it so deadly!
Outras Fontes

Salvador, espaço de reprodução da “globalização perversa”: plataforma no  centro do debate 
da cidade (in)visível

Luiz Carlos Roch

http://pt.wikipedia.org/wiki/Lista_de_esc%C3%A2ndalos_de_corrup
%C3%A7%C3%A3o_no_Brasil
http://pt.wikipedia.org/wiki/Lista_de_presidentes_do_Brasil
http://albertomurray.wordpress.com/2008/11/04/uma­cronologia­dos­escandalos­no­brasil­desde­a­
epoca­do­geisel/
http://www.tribunaimpressa.com.br/Conteudo/Veja­denuncia­escandalo­de­notas­frias­em­
ONG,460,467
http://amaivos.uol.com.br/amaivos09/noticia/noticia.asp?cod_noticia=6915&cod_canal=49
http://ovigia.wordpress.com/2009/08/26/a­filantropia­hipocrita­de­bill­e­melinda­gates­o­que­os­
nossos­media­nao­dizem/
 http://ovigia.wordpress.com/2008/09/0 1/a­eugenia­voltou­e­agora­tem­o­alto­patrocinio­da­
   
fundacao­billmelinda­gates­%E2%80%98if­you­control­the­oil­you­control­the­country­if­you­
control­food­you­control­the­population%E2%80%99/
http://en.wikipedia.org/wiki/Green_Revolution
http://en.wikipedia.org/wiki/Office_of_Strategic_Services#Transformation_into_the_CIA
http://en.wikipedia.org/wiki/John_Coleman_(author)
http://en.wikipedia.org/wiki/Carroll_Quigley
http://www.fmlo.com.br/crisema%E7on.htm 
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http://www.genomics.duke.edu/
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http://www.fresco.com/ (embalagens PAK)
http://www.aboutus.org/Knome.com
http://pt.wikipedia.org/wiki/Helicobacter_pylori
http://pt.wikipedia.org/wiki/SourceForge
http://www.alcatel.com.br/ (fora­do­ar)
http://pt.wikipedia.org/wiki/Bell_Labs
MOVIES/FILMES

The Invasors
Os Invasores
 INFECTADOS
 INFECTED
District9
Sleep Dealer

Fotos / comentários ­suburbioem/en/no/foco© ­ Portal do Suburbio Ferroviário de Salvador©

Os Artigos possuem os direitos reservados aos respectivos autores.

ANEXOS

Imagine sua mente sendo monitorada 24 horas por dia. Você está num lugar onde não é permitido 
ver televisão ou ir ao cinema. Até o jornal chega editado às suas mãos. Ninguém pode ter amigos do 
lado de fora e o contato com a família é restrito.
Pelo menos duas horas por dia, você tem de amarrar um cilício na coxa – espécie de instrumento de 
tortura com pontas metálicas que machucam a pele. Quanto maior for o seu desconforto, melhor: 
isso significa que a instituição está exercendo mais controle sobre você. Se doer demais, tudo bem, 
você poderá trocar de coxa na próxima vez. O importante é que a experiência não passe em branco. 
Tem de machucar, deixar marcas. Caso contrário, não “faz efeito”.
Castidade
Se tudo isso já parece um pesadelo, saiba que ainda não acabou. Uma vez por semana, você terá 
também   de   golpear   suas   nádegas   ou   suas   costas   com   um   chicote.   E   ainda   passará   pelo   que   é 
chamado de “sinceridade selvagem”: contar aos seus superiores cada pensamento que passa pela sua 
cabeça,   principalmente  aqueles   segredos  mais   íntimos,   sobre  os   quais  não   se  comenta  nem   no 
banheiro, de porta fechada e luz apagada. Se você não revelar tudo, mas tudinho mesmo, estará 
mantendo um “segredo com Satanás”.
As situações descritas acima não ocorrem nos porões de uma ditadura ou no ritual de alguma seita 
satânica,   muito   pelo   contrário.   Elas   são   rotina   nas   residências   do   Opus   Dei,   onde   vivem   os 
chamados numerários – membros da organização religiosa que fazem voto de castidade e estão ali 
por opção, para “santificar” o mundo. A maioria tem profissão e trabalha normalmente, como outra 
pessoa qualquer. Mas seus salários vão direto para o Opus. Muitos foram recrutados ainda bem 
jovens.
“O aliciamento acontece na infância ou na juventude, pois é mais fácil doutrinar uma personalidade 
ainda em formação. Eles começam levando crianças para brincar numa espécie de clube e vão 
seduzindo aos poucos”, diz um ex­numerário, que só aceitou falar com nossa reportagem mediante 
o compromisso de não ser identificado. “Eu mesmo convidava colegas de escola para fazer parte do 
clube. Obedecia ao que o diretor mandava: ‘Não conte que é do Opus. Leve primeiro para conhecer 
o centro, faça com que a pessoa se envolva’.”
O Opus Dei não é feito só de numerários: há também os supernumerários. Esses podem se casar, ter 
filhos   e   viver   em   suas   próprias   casas,   embora   também   recorram   à   penitência   física   –   ou 
mortificação   corporal   –   como   uma   forma   de   controlar   instintos   pecadores.   Uma   das   funções 
secretas   desses   membros,   de   acordo   com   os   críticos   da   organização,   seria   ocupar   posições   de 
liderança na sociedade – seja num cargo político, na direção de uma grande empresa, na presidência 
de um banco, na reitoria de uma universidade ou na chefia de um veículo de comunicação. Do alto 
desses postos de comando, a capacidade de expansão e o poder de influência do Opus Dei estariam 
assegurados.
Trabalho
Pode acreditar: numerários e supernumerários estão por toda parte, talvez bem mais perto do que 
você imagina. Afinal, é justamente essa a proposta do Opus – ser uma legião de homens e mulheres 
comuns, que se misturam ao mundo real para transformá­lo de dentro para fora. Do motorista de 
táxi   ao   ministro  de  Estado,  da  dona­de­casa   à  diretora  de  uma  multinacional,  todos   devem  ser 
engrenagens   e   trabalhar   silenciosamente   pelos   objetivos   da   organização.   Como   dizia   Josemaría 
Escrivá, fundador do grupo: “Seja santo. Santifique­se em seu trabalho. E santifique os outros com 
seu trabalho”.
Quem defende a instituição religiosa das acusações de ultraconservadora, totalitária e conspiradora 
garante que não há nada de errado com suas tradições, muito menos de secreto ou misterioso nas 
ações de seus integrantes. “Para quem conhece e vivencia o Opus Dei, acima da pirotecnia fica a 
verdade: ele é uma entidade da Igreja Católica (...) cuja única finalidade é procurar o ideal da vida e 
de serviço cristão no meio do mundo, mediante a santificação do trabalho profissional, da família e 
dos deveres cotidianos”, afirma o jurista Ives Gandra Martins, num artigo publicado pelo jornal 
Folha de S.Paulo em 2005. “O Opus Dei tem como membros e trabalha com pessoas de todas as 
classes sociais. Ama e defende a liberdade de seus fiéis em todas as questões que a Igreja deixa à 
livre discussão dos católicos.”
Autonomia
O Opus  Dei – expressão em latim que significa “Obra de Deus” – foi fundado pelo sacerdote 
espanhol Josemaría Escrivá em 1928. Trata­se de uma prelazia pessoal, figura jurídica da Igreja 
Católica que está prevista no Código de Direito Canônico (a constituição da Igreja). Ela dá aos seus 
membros o direito de seguir ordens do prelado (o líder máximo do Opus, que fica em Roma), em 
vez de obedecer à autoridade católica regional. Simplificando grosseiramente, é como se o grupo 
fosse um braço independente da Igreja, que não deve explicações a mais ninguém além do papa.
“A ascensão do Opus Dei à categoria de prelazia pessoal era o grande sonho de seu fundador”, 
escreve o jornalista espanhol Juan Bedoya em artigo recente no jornal El País. “Homem de grandes 
ambições, Escrivá queria livrar­se das dependências em relação aos bispos porque sua fundação, 
então com 70 mil integrantes – a imensa maioria leigos, homens e mulheres, celibatários ou casados 
–, tinha pouco a ver com os institutos e as congregações tradicionais.”
Os 70 mil seguidores de 25 anos atrás hoje são aproximadamente 87 mil. Na avaliação de Bedoya, 
esses números demonstram com sobras a situação especial desfrutada pelo Opus Dei dentro da 
sempre rígida Igreja Romana. “No último meio século, ninguém se destacou tanto quanto a Obra de 
Escrivá”, afirma o jornalista. “Não se pode dizer a mesma coisa de outras congregações clássicas, 
como os jesuítas, que hoje são apenas 19 mil no mundo todo.” Ainda assim, e apesar de estar 
presente   em   64   países,   o   Opus   continua   sendo   fundamentalmente   espanhol.   Na   Espanha   estão 
concentrados mais de 40% de seus membros. Outros 35% estão na América Latina. A organização 
também tem seus pés muito bem fincados na África e na Ásia. “Agora o objetivo é a conquista dos 
ex­países comunistas do Leste Europeu.”
Nesses 25 anos de história, o Opus Dei colecionou críticos. Alguns de seus detratores mais radicais 
chegam a chamá­lo de “máfia santa”. Outros o acusam de ser “uma Igreja dentro da Igreja”, com 
poderes excepcionais e muito dinheiro sendo colocado a serviço de um conservadorismo atroz. Em 
parte, essa fama se deve às estreitas relações que a organização cultivou com o regime fascista do 
ditador   espanhol   Francisco   Franco,   de   1939   a   1975.   Josemaría   Escrivá,   o   próprio,   ouvia   as 
confissões do “generalíssimo”, como Franco era conhecido, e muitos integrantes ou colaboradores 
do Opus Dei foram nomeados ministros de Estado enquanto durou a ditadura.
A organização chegou ao Brasil na década de 1950. Instalou­se inicialmente em Marília, no interior 
de São Paulo, e de lá acabou migrando para a capital, onde hoje mantém centros nos bairros do 
Pacaembu,   de   Vila   Mariana,   de   Pinheiros   e   do   Itaim,   entre   outros.   Está   presente   também   nas 
cidades de Campinas (SP), São José dos Campos (SP), Rio de Janeiro (RJ), Niterói (RJ), Belo 
Horizonte   (MG),   Brasília   (DF),   Curitiba   (PR),   Londrina   (PR)   e   Porto   Alegre   (RS).   Entre 
numerários, supernumerários e sacerdotes, estima­se que o Opus tenha cerca de 1 700 integrantes 
por aqui.
Preeminência
A   influência   que   a   “Obra   de   Deus”   exerce   sobre   o   Vaticano   pode   ser   medida   pelo   processo 
incrivelmente rápido de canonização de Escrivá – o 2º mais breve na história da Igreja Romana, 
atrás apenas do de madre Teresa de Calcutá (leia mais nas págs. 36 e 37). De acordo com Juan 
Bedoya, o papa João Paulo 2º chegou ao cargo protegido e impulsionado sobretudo pelo Opus Dei. 
E o atual sumo pontífice também dá sinais de profunda simpatia pela “Obra”. “A organização não 
gozou de trato especial com os papas Pio 12, João 23 e Paulo 6º, mas foi o movimento predileto do 
polonês João Paulo 2º, mais conservador que os anteriores”, diz o jornalista espanhol. “Com o papa 
Bento 16, a organização mantém a preeminência do passado.”

Mãos à obra

Gente importante supostamente ligada ao Opus Dei
Geraldo Alckmin
Foi governador de São Paulo. Nega fazer parte do Opus Dei, mas é tido como o político brasileiro 
de relações mais estreitas com a organização.
Ives Gandra Martins
Está entre os mais respeitados juristas do Brasil e freqüentaria reuniões do Opus Dei desde 1963. 
Admite conhecer “intimamente” o grupo religioso há décadas.
Ruth Kelly
Supernumerária, é integrante do Parlamento britânico pelo Partido Trabalhista e já foi secretária de 
Educação e de Transportes do Reino Unido.
Paola Binetti
Médica,   professora universitária e senadora italiana. É numerária. No senado, defende posições 
conservadoras – contra o aborto e o casamento gay, por exemplo.
Adolfo Suárez
Primeiro­ministro da Espanha de 1976 a 1981, no primeiro regime democrático do país depois da 
ditadura de Francisco Franco. É supernumerário.
Jesus Estanislao
Foi   ministro   das   Filipinas   durante   o   governo   da   presidenta   Corazón   Aquino,   de   1989   a   1992. 
Numerário, é um dos responsáveis pela chegada do grupo àquele país.
Robert Hanssen
Americano e ex­agente do FBI, trabalhou como espião para a URSS por mais de 20 anos. Foi 
supernumerário, mas abandonou o Opus Dei depois de ser preso.
Luis Valls
Um dos banqueiros mais importantes da Espanha, foi presidente do Banco Popular – o 3º maior do 
país – de 1972 a 2004. É numerário do Opus. 

Para saber mais
• Opus Dei: Os Bastidores
Marcio F. da Silva, Dario F. Ferreira e Jean Lauand, Verus, 2005.
• Memórias Sexuais no Opus Dei
Antônio Carlos Brolezzi, Panda, 2006. 

Por dentro do Opus Dei
MORTIFICAÇÃO CORPORAL
Cilício nas coxas e chicotadas são rotina para os seguidores.
JOSEMARÍA ESCRIVÁ
O fundador que virou santo.
Fundador do Opus Dei, o sacerdote espanhol – falecido em 1975 – hoje é santo. Nascido no ano de 
1902, Escrivá teria resolvido dedicar sua vida ao sacerdócio quando, no rigor do inverno europeu, 
viu  um padre caminhando descalço sobre a neve. Segundo a história oficial, o jovem sentiu­se 
compelido a seguir o exemplo e também oferecer­se a Deus.
Escrivá afirmava ter tido uma visão depois de ordenado, aos 26 anos: homens e mulheres realizando 
a “Obra de Deus” e mudando os rumos da história. Assim ele teria tido a idéia de criar o Opus Dei. 
Depois de fundar a ordem em Madri, no ano de 1928, saiu arrebanhando seguidores. Mas logo 
esbarraria   na   Guerra   Civil   Espanhola,   em   1936.   Escrivá   abandonou   a   cidade   e   interrompeu   a 
expansão  do  Opus, retomando­a só em 1939, com o fim da guerra e a manutenção do ditador 
Francisco Franco no poder.
POLÊMICO
• Virou santo em tempo recorde, em 2002 (só 27 anos depois de sua morte). Segundo seus críticos, 
era simpático ao regime totalitário de Franco.
• Foi confessor de Franco e de vários ministros durante a ditadura espanhola.
DISCIPLINA
Chicotadas nas próprias costas é uma das modalidades de autoflagelo à qual os seguidores do Opus 
Dei   recorrem   pelo   menos   uma   vez   por   semana.   A   pequena   corda   com   nós   usada   para   isso, 
conhecida como “disciplina”, geralmente não deixa marcas.
NA CARNE
O cilício tem pontas de ferro que penetram na carne. Para a maioria dos numerários, esse tipo de 
penitência física é uma prática corriqueira: eles passam pelo menos duas horas por dia com esse 
instrumento de tortura amarrado perto da virilha.
LIVROS PROIBIDOS
O Opus Dei tenta controlar o que seus seguidores lêem. A ordem classifica obras literárias numa 
escala   que  vai  de   1  a  6:  no  primeiro  nível   estão  os  livros   permitidos  a  todos   e  no  último,   os 
totalmente proibidos. Conheça alguns deles:
• O Capital, Karl Marx
• Além do Bem e do Mal, Nietzsche
• Cândido, Voltaire
• O Evangelho Segundo Jesus Cristo, José Saramago
• O Diário de um Mago, Paulo Coelho
• Presente de um Poeta, Pablo Neruda
• Ulisses, James Joyce
• Madame Bovary, Gustav Flaubert
• Em Busca do Tempo Perdido, Marcel Proust
A CRUZ E O MUNDO
No símbolo oficial do Opus Dei, o círculo representa o mundo e a cruz é a marca do cristianismo 
inserida nele. Trata­se de uma representação do sonho que Escrivá teria tido aos 26 anos de idade: a 
“Obra de Deus” alcançando cada canto do planeta, pelas mãos de seus seguidores.
JAVIER ECHEVARRÍA
O atual mandachuva.
Este homem é o atual prelado do Opus Dei – cargo máximo do grupo, vitalício – e não responde a 
mais ninguém além do papa. Espanhol, nascido em 1932, formou­se advogado, especializando­se 
em direito civil e direito canônico. Entrou para a organização em 1948, com apenas 16 anos, mas só 
foi ordenado sacerdote em 1955. Dom Javier, como é chamado, foi secretário de Josemaría Escrivá 
durante 22 anos. É uma das pessoas que mais conheceu o fundador da organização religiosa na 
intimidade.
Ao assumir o comando em 1994, nomeado prelado pelo papa João Paulo 2º, Echevarría tornou­se o 
3º prelado da ordem desde a sua fundação, em 1928. Ele substituiu Alvaro del Portillo, sucessor 
direto de Escrivá. Dom Javier é conhecido por viajar o mundo inteiro para divulgar a “Obra” e abrir 
portas para o diálogo entre crenças e culturas distintas.
MISTERIOSO
• Integra a congregação que controla processos de canonização desde 1981.
• É chanceler da Universidade de Navarra e de outras instituições de ensino.
• Ao contrário de Escrivá, prefere manter sua biografia cercada de mistério. 

45 escândalos que marcaram o governo FHC

1 ­ Conivência com a corrupção

O governo do PSDB tem sido conivente com a corrupção. Um dos primeiros gestos de FHC ao 
assumir a Presidência, em 1995, foi extinguir, por decreto, a Comissão Especial de Investigação, 
instituída no governo Itamar Franco e composta por representantes da sociedade civil, que tinha 
como objetivo combater a corrupção. Em 2001, para impedir a instalação da CPI da Corrupção, 
FHC criou a Controladoria­Geral da União, órgão que se especializou em abafar denúncias.

2 ­ O escândalo do Sivam

O contrato para execução do projeto Sivam foi marcado por escândalos. A empresa Esca, associada 
à norte­americana Raytheon, e responsável pelo gerenciamento do projeto, foi extinta por fraudes 
contra a Previdência. Denúncias de tráfico de influência derrubaram o embaixador Júlio César dos 
Santos   e   o   ministro   da   Aeronáutica,   Brigadeiro   Mauro   Gandra.

3 ­ A farra do Proer

O   Proer   demonstrou,   já   em   1996,   como   seriam   as   relações   do   governo   FHC   com   o   sistema 
financeiro. Para FHC, o custo do programa ao Tesouro Nacional foi de 1% do PIB. Para os ex­
presidentes do BC, Gustavo Loyola e Gustavo Franco, atingiu 3% do PIB. Mas para economistas da 
Cepal, os gastos chegaram a 12,3% do PIB, ou R$ 111,3 bilhões, incluindo a recapitalização do 
Banco   do   Brasil,   da   CEF   e   o   socorro   aos   bancos   estaduais.

4 ­ Caixa­dois de campanhas

As campanhas de FHC em 1994 e em 1998 teriam se beneficiado de um esquema de caixa­dois. Em 
1994, pelo menos R$ 5 milhões não apareceram na prestação de contas entregue ao TSE. Em 1998, 
teriam passado pela contabilidade paralela R$ 10,1 milhões
5 ­ Propina na privatização

A privatização do sistema Telebrás e da Vale do Rio Doce foi marcada pela suspeição. Ricardo 
Sérgio de Oliveira, ex­caixa de campanha de FHC e do senador José Serra e ex­diretor da Área 
Internacional do Banco do Brasil, é acusado de pedir propina de R$ 15 milhões para obter apoio dos 
fundos de pensão ao consórcio do empresário Benjamin Steinbruch, que levou a Vale, e de ter 
cobrado   R$   90   milhões   para   ajudar   na   montagem   do   consórcio   Telemar.

6 ­ A emenda da reeleição

O instituto da reeleição foi obtido por FHC a preços altos. Gravações revelaram que os deputados 
Ronivon Santiago e João Maia, do PFL do Acre, ganharam R$ 200 mil para votar a favor do projeto. 
Os   deputados   foram   expulsos   do   partido   e   renunciaram   aos   mandatos.   Outros   três   deputados 
acusados de vender o voto, Chicão Brígido, Osmir Lima e Zila Bezerra, foram absolvidos pelo 
plenário da Câmara.

7 ­ Grampos telefônicos

Conversas   gravadas   de   forma   ilegal   foram   um   capítulo   à   parte   no   governo   FHC.   Durante   a 
privatização   do   sistema   Telebrás,   grampos   no   BNDES   flagraram   conversas   de   Luiz   Carlos 
Mendonça de Barros, então ministro das Comunicações, e André Lara Resende, então presidente do 
BNDES, articulando o apoio da Previ para beneficiar o consórcio do banco Opportunity, que tinha 
como um dos donos o economista Pérsio Arida, amigo de Mendonça de Barros e de Lara Resende. 
Até FHC entrou na história, autorizando o uso de seu nome para pressionar o fundo de pensão dos 
funcionários do Banco do Brasil.

8 ­ TRT paulista

A   construção   da   sede   do   TRT   paulista   representou   um   desvio   de   R$   169   milhões   aos   cofres 
públicos. A CPI do Judiciário contribuiu para levar o juiz Nicolau dos Santos Neto, ex­presidente do 
Tribunal, para a cadeia e para cassar o mandato do Senador Luiz Estevão (PMDB­DF), dois dos 
principais   envolvidos   no   caso.

9 ­ Os ralos do DNER

O DNER foi o principal foco de corrupção no governo de FHC. Seu último avanço em matéria de 
tecnologia da propina atende pelo nome de precatórios. A manobra consiste em furar a fila para o 
pagamento desses títulos. Estima­se que os beneficiados pela fraude pagavam 25% do valor dos 
precatórios   para   a   quadrilha   que   comandava   o   esquema.   O   órgão   acabou   sendo   extinto   pelo 
governo.

10 ­ O "caladão"

O Brasil calou no início de julho de 1999 quando o governo FHC implementou o novo sistema de 
Discagem Direta a Distância (DDD). Uma pane geral deixou os telefones mudos. As empresas que 
provocaram o caos no sistema haviam sido recém­privatizadas. O "caladão" provocou prejuízo aos 
consumidores,   às   empresas   e   ao   próprio   governo.   Ficou   tudo   por   isso   mesmo.

11 ­ Desvalorização do real

FHC   se  reelegeu em 1998 com  um discurso que pregava "ou eu ou o caos". Segurou a  quase 


paridade entre o real e o dólar até passar o pleito. Vencida a eleição, teve de desvalorizar a moeda. 
Há indícios de vazamento de informações do Banco Central. O deputado Aloizio Mercadante, do 
PT, divulgou lista com o nome dos 24 bancos que lucraram muito com a mudança cambial e outros 
quatro que registraram movimentação especulativa suspeita às vésperas do anúncio das medidas.

12 ­ O caso Marka/FonteCindam

Durante a desvalorização do real, os bancos Marka e FonteCindam foram socorridos pelo Banco 
Central com R$ 1,6 bilhão. O pretexto é que a quebra desses bancos criaria risco sistêmico para a 
economia.   Chico  Lopes,  ex­presidente  do BC,  e Salvatore Cacciola,  ex­dono do  Banco  Marka, 
estiveram presos, ainda que por um pequeno lapso de tempo. Cacciola retornou à sua Itália natal, 
onde vive tranqüilo.
.

13 ­ Base de Alcântara

O   governo   FHC   enfrenta   resistências   para   aprovar   o   acordo   de   cooperação   internacional   que 
permite   aos   Estados  Unidos  usarem  a  Base   de  Lançamentos   Espaciais   de  Alcântara  (MA).   Os 
termos do acordo são lesivos aos interesses nacionais. Exemplos: áreas de depósitos de material 
americano serão interditadas a autoridades brasileiras. O acesso brasileiro a novas tecnologias fica 
bloqueado e o acordo determina ainda com que países o Brasil pode se relacionar nessa área. Diante 
disso, o PT apresentou emendas ao tratado – todas acatadas na Comissão de Relações Exteriores da 
Câmara.

14 ­ Biopirataria oficial
Antigamente, os exploradores levavam nosso ouro e pedras preciosas. Hoje, levam nosso patrimônio 
genético. O governo FHC teve de rever o contrato escandaloso assinado entre a Bioamazônia e a 
Novartis, que possibilitaria a coleta e transferência de 10 mil microorganismos diferentes e o envio 
de cepas para o exterior, por 4 milhões de dólares. Sem direito ao recebimento de royalties. Como 
um único fungo pode render bilhões de dólares aos laboratórios farmacêuticos, o contrato não fazia 
sentido. Apenas oficializava a biopirataria.

15 ­ O fiasco dos 500 anos

As   festividades   dos   500   anos   de   descobrimento   do   Brasil,   sob   coordenação   do   ex­ministro   do 
Esporte e Turismo, Rafael Greca (PFL­PR), se transformaram num fiasco monumental. Índios e 
sem­terra   apanharam   da   polícia   quando   tentaram   entrar   em   Porto   Seguro   (BA),   palco   das 
comemorações.   O   filho   do   presidente,   Paulo   Henrique   Cardoso,   é   um   dos   denunciados   pelo 
Ministério   Público   de   participação   no   epísódio   de   superfaturamento   da   construção   do   estande 
brasileiro na Feira de Hannover, em 2000.

16 ­ Eduardo Jorge, um personagem suspeito

Eduardo Jorge Caldas, ex­secretário­geral da Presidência, é um dos personagens mais sombrios que 
freqüentou o Palácio do Planalto na era FHC. Suspeita­se que ele tenha se envolvido no esquema de 
liberação de verbas para o TRT paulista e em superfaturamento no Serpro, de montar o caixa­dois 
para a reeleição de FHC, de ter feito lobby para empresas de informática, e de manipular recursos 
dos   fundos   de   pensão   nas   privatizações.   Também   teria   tentado   impedir   a   falência   da   Encol.

17 ­ Drible na reforma tributária

O  PT   participou  de um acordo, do qual faziam  parte todas  as  bancadas  com  representação   no 


Congresso Nacional, em torno de uma reforma tributária destinada a tornar o sistema mais justo, 
progressivo e simples. A bancada petista apoiou o substitutivo do relator do projeto na Comissão 
Especial de Reforma Tributária, deputado Mussa Demes (PFL­PI). Mas o ministro da Fazenda, 
Pedro Malan, e o Palácio do Planalto impe­diram a tramitação
.

18 ­ Rombo transamazônico na Sudam

O rombo causado pelo festival de fraudes transamazônicas na Superintendência de
 Desenvolvimento da Amazônia, a Sudam, no período de 1994 a 1999, ultrapassa R$ 2 bilhões. As 
denúncias de desvios de recursos na Sudam levaram o ex­presidente do Senado, Jader Barbalho 
(PMDB­PA) a renunciar ao mandato. Ao invés de acabar com a corrupção que imperava na Sudam e 
colocar os culpados na cadeia, o presidente Fernando Henrique Cardoso resolveu extinguir o órgão. 
O PT ajuizou ação de inconstitucionalidade no Supremo Tribunal Federal contra a providência do 
governo
.

19 ­ Os desvios na Sudene

Foram apurados desvios de R$ 1,4 bilhão em 653 projetos da Superintendência de Desenvolvimento 
do Nordeste, a Sudene. A fraude consistia na emissão de notas fiscais frias para a comprovação de 
que os recursos recebidos do Fundo de Investimentos do Nordeste (Finor) foram aplicados. Como 
no caso da Sudam, FHC decidiu extinguir o órgão. O PT também questionou a decisão no Supremo 
Tribunal Federal.

20 ­ Calote no Fundef

O governo FHC desrespeita a lei que criou o Fundef. Em 2002, o valor mínimo deveria ser de R$ 
655,08 por aluno/ano de 1ª a 4ª séries e de R$ 688,67 por aluno/ano da 5ª a 8ª séries do ensino 
fundamental e da educação especial. Mas os valores estabelecidos ficaram abaixo: R$ 418,00 e R$ 
438,90,   respectivamente.   O   calote   aos   estados   mais   pobres   soma   R$   11,1   bilhões   desde   1998.

21 ­ Abuso de Mps

Enquanto  senador, FHC combatia com veemência o abuso nas edições e reedições de Medidas 
Provisórias por parte José Sarney e Fernando Collor. Os dois juntos editaram e reeditaram 298 MPs. 
Como presidente, FHC cedeu à tentação autoritária. Editou e reeditou, em seus dois mandatos, 
5.491   medidas.   O   PT   participou   ativamente   das   negociações   que   resultaram   na   aprovação   de 
emenda   constitucional   que   limita   o   uso   de   MPs.

22 ­ Acidentes na Petrobras

Por problemas de gestão e falta de investimentos, a Petrobras protagonizou uma série de acidentes 
ambientais no governo FHC que viraram notícia no Brasil e no mundo. A estatal foi responsável 
pelos maiores desastres ambientais ocorridos no País nos últimos anos. Provocou, entre outros, um 
grande vazamento de óleo na Baía de Guanabara, no Rio, outro no Rio Iguaçu, no Paraná. Uma das 
maiores plataformas da empresa, a P­36, afundou na Bacia de Campos, causando a morte de 11 
trabalhadores.   A   Petrobras   também   ganhou   manchetes   com   os   acidentes   de   trabalho   em   suas 
plataformas   e   refinarias   que   ceifaram   a   vida   de   centenas   de   empregados.

23 ­ Apoio a Fujimori

O  presidente  FHC apoiou o terceiro mandato consecutivo do corrupto ditador peruano Alberto 
Fujimori, um sujeito que nunca deu valor à democracia e que fugiu do País para não viver os restos 
de seus dias na cadeia. Não bastasse isso, concedeu a Fujimori a medalha da Ordem do Cruzeiro do 
Sul,   o   principal   título   honorário   brasileiro.   O   Senado,   numa   atitude   correta,   acatou   sugestão 
apresentada   pelo   senador   Roberto   Requião   (PMDB­PR)   e   cassou   a   homenagem.

24 ­ Desmatamento na Amazônia

Por meio  de decretos e medidas provisórias, o governo FHC desmontou a legislação ambiental 
existente no País. As mudanças na legislação ambiental debilitaram a proteção às florestas e ao 
cerrado e fizeram crescer o desmatamento e a exploração descontrolada de madeiras na Amazônia. 
Houve aumento dos focos de queimadas. A Lei de Crimes Ambientais foi modificada para pior.

25 – Os computadores do FUST

A   idéia   de   equipar   todas   as   escolas   públicas   de   ensino   médio   com   290   mil   computadores   se 
transformou   numa   grande   negociata.   Os   recursos   para   a   compra   viriam   do   Fundo   de 
Universalização das Telecomunicações, o Fust. Mas o governo ignorou a Lei de Licitações, a 8.666. 
Além disso, fez megacontrato com a Microsoft, que teria, com o Windows, o monopólio do sistema 
operacional das máquinas, quando há softwares que poderiam ser usados gratuitamente. A Justiça e 
o   Tribunal   de   Contas   da   União   suspenderam   o   edital   de   compra   e   a   negociata   está   suspensa.

26 – Arapongagem

O   governo   FHC   montou   uma   verdadeira   rede   de   espionagem   para   vasculhar   a   vida   de   seus 
adversários e monitorar os passos dos movimentos sociais. Essa máquina de destruir reputações é 
constituída por ex­agentes do antigo SNI ou por empresas de fachada. Os arapongas tucanos sabiam 
da invasão dos sem­terra à propriedade do presidente em Buritis, em março deste ano, e o governo 
nada fez para evitar a operação. Eles foram responsáveis também pela espionagem contra Roseana 
Sarney.

27 ­ O esquema do FAT
A Fundação Teotônio Vilela, presidida pelo ex­presidente do PSDB, senador alagoano Teotônio 
Vilela, e que tinha como conselheiro o presidente FHC, foi acusada de envolvimento em desvios de 
R$   4,5   milhões   do   Fundo   de   Amparo   ao   Trabalhador   (FAT).   Descobriu­se   que   boa   parte   do 
dinheiro, que deveria ser usado para treinamento de 54 mil trabalhadores do Distrito Federal, sumiu. 
As fraudes no financiamento de programas de formação profissional ocorreram em 17 unidades da 
federação e estão sob investigação do Tribunal de Contas da União (TCU) e do Ministério Público.

28 ­ Mudanças na CLT

A maioria governista na Câmara dos Deputados aprovou, contra o voto da bancada do PT, projeto 
que  flexibiliza   a   CLT,   ameaçando   direitos   consagrados   dos   trabalhadores,   como   férias,  décimo 
terceiro e licença maternidade. O projeto esvazia o poder de negociação dos sindicatos. No Senado, 
o   governo   FHC   não   teve   forças   para   levar   adiante   essa   medida   anti­social.

29 ­ Obras irregulares

Um levantamento do Tribunal de Contas da União, feito em 2001, indicou a existência de 121 obras 
federais com indícios de irregularidades graves. A maioria dessas obras pertence a órgãos como o 
extinto DNER, os ministérios da Integração Nacional e dos Transportes e o Departamento Nacional 
de Obras Contra as Secas. Uma dessas obras, a hidrelétrica de Serra da Mesa, interior de Goiás, 
deveria   ter   custado   1,3   bilhão   de   dólares.   Consumiu   o   dobro.

30 ­ Explosão da dívida pública

Quando FHC assumiu a Presidência da República, em janeiro de 1995, a dívida pública interna e 
externa somava R$ 153,4 bilhões. Entretanto, a política de juros altos de seu governo, que pratica as 
maiores taxas do planeta, elevou essa dívida para R$ 684,6 bilhões em abril de 2002, um aumento 
de   346%.   Hoje,   a   dívida   já   equivale   a   preocupantes   54,5%   do   PIB.

31 ­ Avanço da dengue

A omissão do Ministério da Saúde é apontada como principal causa da epidemia de dengue no Rio 
de Janeiro. O ex­ministro José Serra demitiu seis mil mata­mosquitos contratados para eliminar 
focos do mosquito Aedes Aegypti. Em 2001, o Ministério da Saúde gastou R$ 81,3 milhões em 
propaganda e apenas R$ 3 milhões em campanhas educativas de combate à dengue. Resultado: de 
janeiro a maio de 2002, só o estado do Rio registrou 207.521 casos de dengue, levando 63 pessoas à 
morte.

32 – Verbas do BNDES
Além de vender o patrimônio público a preço de banana, o governo FHC, por meio do BNDES, 
destinou cerca de R$ 10 bilhões para socorrer empresas que assumiram o controle de ex­estatais 
privatizadas. Quem mais levou dinheiro do banco público que deveria financiar o desenvolvimento 
econômico e social do Brasil foram as teles e as empresas de distribuição, geração e transmissão de 
energia.   Em   uma   das   diversas   operações,   o   BNDES   injetou   R$   686,8   milhões   na   Telemar, 
assumindo   25%   do   controle   acionário   da   empresa.

33 ­ Crescimento pífio do PIB

Na "Era FHC", a média anual de crescimento da economia brasileira estacionou em pífios 2%, 
incapaz de gerar os empregos que o País necessita e de impulsionar o setor produtivo. Um dos 
fatores responsáveis por essa quase estagnação é o elevado déficit em conta­corrente, de 23 bilhões 
de dólares no acumulado dos últimos 12 meses. Ou seja: devido ao baixo nível da poupança interna, 
para investir em seu desenvolvimento, o Brasil se tornou extremamente dependente de recursos 
externos, pelos quais paga cada vez mais caro

34 – Renúncias no Senado

A   disputa   política   entre   o   Senador   Antônio   Carlos   Magalhães   (PFL­BA)   e   o   Senador   Jader 
Barbalho (PMDB­PA), em torno da presidência do Senado expôs publicamente as divergências da 
base de sustentação do governo. ACM renunciou ao mandato, sob a acusação de violar o painel 
eletrônico  do  Senado na votação que cassou o mandato do senador Luiz Estevão (PMDB­DF). 
Levou consigo seu cúmplice, o líder do governo, senador José Roberto Arruda (PSDB­DF). Jader 
Barbalho  se elegeu presidente do Senado, com apoio ostensivo de José Serra e do PSDB, mas 
também acabou por renunciar ao mandato, para evitar a cassação. Pesavam contra ele denúncias de 
desvio de verbas da Sudam
.

35 ­ Racionamento de energia

A imprevidência do governo FHC e das empresas do setor elétrico gerou o apagão. O povo se 
mobilizou   para   abreviar   o   racionamento   de   energia.   Mesmo   assim   foi   punido.   Para   compensar 
supostos   prejuízos   das   empresas,   o   governo   baixou   Medida   Provisória   transferindo   a   conta   do 
racionamento aos consumidores, que são obrigados a pagar duas novas tarifas em sua conta de luz. 
O pacote de ajuda às empresas soma R$ 22,5 bilhões
.

36 ­ Assalto ao bolso do consumidor
FHC quer que o seu governo seja lembrado como aquele que deu proteção social ao povo brasileiro. 
Mas seu governo permitiu a elevação das tarifas públicas bem acima da inflação. Desde o início do 
plano real até agora, o preço das tarifas telefônicas foi reajustado acima de 580%. Os planos de 
saúde subiram 460%, o gás de cozinha 390%, os combustíveis 165%, a conta de luz 170% e a tarifa 
de   água   135%.   Neste   período,   a   inflação   acumulada   ficou   em   80%.

37 – Explosão da violência

O Brasil é um país cada vez mais violento. E as vítimas, na maioria dos casos, são os jovens. Na 
última década, o número de assassinatos de jovens de 15 a 24 anos subiu 48%. A Unesco coloca o 
País   em   terceiro  lugar  no  ranking  dos   mais   violentos,  entre   60  nações  pesquisadas.  A   taxa   de 
homicídios por 100 mil habitantes, na população geral, cresceu 29%. Cerca de 45 mil pessoas são 
assassinadas   anualmente.   FHC   pouco   ou   nada   fez   para   dar   mais   segurança   aos   brasileiros.

38 – A falácia da Reforma agrária

O governo FHC apresentou ao Brasil e ao mundo números mentirosos sobre a reforma agrária. Na 
propaganda   oficial,   espalhou   ter   assentado   600   mil   famílias   durante   oito   anos   de   reinado.   Os 
números   estavam   inflados.   O   governo   considerou   assentadas   famílias   que   haviam   apenas   sido 
inscritas no programa. Alguns assentamentos só existiam no papel. Em vez de reparar a fraude, 
baixou decreto para oficializar o engodo.

39 ­ Subserviência internacional

A timidez marcou a política de comércio exterior do governo FHC. Num gesto unilateral, os Estados 
Unidos sobretaxaram o aço brasileiro. O governo do PSDB foi acanhado nos protestos e hesitou em 
recorrer   à   OMC.   Por   iniciativa   do   PT,   a   Câmara   aprovou   moção   de   repúdio   às   barreiras 
protecionistas. A subserviência é tanta que em visita aos EUA, no início deste ano, o ministro Celso 
Lafer foi obrigado a tirar os sapatos três vezes e se submeter a revistas feitas por seguranças de 
aeroportos.

40 – Renda em queda e desemprego em alta

Para o emprego e a renda do trabalhador, a Era FHC pode ser considerada perdida. O governo 
tucano fez o desemprego bater recordes no País. Na região metropolitana de São Paulo, o índice de 
desemprego   chegou   a   20,4%   em   abril,   o   que   significa   que   1,9   milhão   de   pessoas   estão   sem 
trabalhar. O governo FHC promoveu a precarização das condições de trabalho. O rendimento médio 
dos trabalhadores encolheu nos últimos três anos.

41 ­ Relações perigosas

Diga­me com quem andas e te direi quem és. Esse ditado revela um pouco as relações suspeitas do 
presidenciável tucano José Serra com três figuras que estiveram na berlinda nos últimos dias. O 
economista Ricardo Sérgio de Oliveira, ex­caixa de campanha de Serra e de FHC, é acusado de 
exercer tráfico de influência quando era diretor do Banco do Brasil e de ter cobrado propina no 
processo   de   privatização.   Ricardo   Sérgio   teria   ajudado   o   empresário   espanhol   Gregório   Marin 
Preciado a obter perdão de uma dívida de R$ 73 milhões junto ao Banco do Brasil. Preciado, casado 
com uma prima de Serra, foi doador de recursos para a campanha do senador paulista. Outra ligação 
perigosa é com Vladimir Antonio Rioli, ex­vice­presidente de operações do Banespa e ex­sócio de 
Serra em empresa de consultoria. Ele teria facilitado uma operação irregular realizada por Ricardo 
Sérgio para repatriar US$ 3 milhões depositados em bancos nas Ilhas Cayman ­ paraíso fiscal do 
Caribe.

42 – Violação aos direitos humanos

Massacres como o de Eldorado do Carajás, no sul do Pará, onde 19 sem­terra foram assassinados 
pela polícia militar do governo do PSDB em 1996, figuram nos relatórios da Anistia Internacional, 
que recentemente denunciou o governo FHC de violação aos direitos humanos. A Anistia critica a 
impunidade   e   denuncia   que   polícias   e   esquadrões   da   morte   vinculados   a   forças   de   segurança 
cometeram numerosos homicídios de civis, inclusive crianças, durante o ano de 2001. A entidade 
afirma ainda que as práticas generalizadas e sistemáticas de tortura e maus­tratos prevalecem nas 
prisões.

43 – Correção da tabela do IR

Com   fome   de   leão,   o   governo   congelou   por   seis   anos   a   tabela   do   Imposto   de   Renda.   O 
congelamento aumentou a base de arrecadação do imposto, pois com a inflação acumulada, mesmo 
os que estavam isentos e não tiveram ganhos salariais, passaram a ser taxados. FHC só corrigiu a 
tabela  em  17,5% depois de muita pressão da opinião pública e após aprovação de projeto pelo 
Congresso   Nacional.   Mesmo   assim,   após   vetar   o   projeto   e   editar   uma   Medida   Provisória   que 
incorporava parte do que fora aprovado pelo Congresso, aproveitou a oportunidade e aumentou 
alíquotas de outros tributos
.

44 – Intervenção na Previdencia

FHC aproveitou o dia de estréia do Brasil na Copa do Mundo de 2002 para decretar intervenção na 
Previ, o fundo de pensão dos funcionários do Banco do Brasil, com patrimônio de R$ 38 bilhões e 
participação em dezenas de empresas. Com este gesto, afastou seis diretores, inclusive os três eleitos 
democraticamente   pelos   funcionários   do   BB.   O   ato   truculento   ocorreu   a   pedido   do   banqueiro 
Daniel Dantas, dono do Opportunitty. Dias antes da intervenção, FHC recebeu Dantas no Palácio 
Alvorada.   O   banqueiro,   que   ameaçou   divulgar   dossiês   comprometedores   sobre   o   processo   de 
privatização, trava queda­de­braço com a Previ para continuar dando as cartas na Brasil Telecom e 
outras empresas nas quais são sócios
.

45 – Barbeiragens do Banco Central

O Banco Central – e não o crescimento de Lula nas pesquisas – tem sido o principal causador de 
turbulências no mercado financeiro. Ao antecipar de setembro para junho o ajuste nas regras dos 
fundos de investimento, que perderam R$ 2 bilhões, o BC deixou o mercado em polvorosa. Outro 
fator de instabilidade foi a decisão de rolar parte da dívida pública estimulando a venda de títulos 
LFTs de curto prazo e a compra desses mesmos papéis de longo prazo. Isto fez subir de R$ 17,2 
bilhões para R$ 30,4 bilhões a concentração de vencimentos da dívida nos primeiros meses de 2003. 
O dólar e o risco Brasil dispararam. Combinado com os especuladores e o comando da campanha 
de José Serra, Armínio Fraga não vacilou em jogar a culpa no PT e nas eleições.

                                        ********************************************

AGRADEÇO AOS BONS E MAUS HOMENS
­ por que não?

Aos Cátaros ­ os verdadeiros bons Samaritanos (samaritanos não professavam religiões apenas o 
amor a Deus, às pessoas e aos animais).
A   internet   é   um   mundo   !   Há   muita   coisa   ruim   por   aqui,   entretanto,   há   histórias,   segredos   e 
verdades! É uma vida pulsante por céluas ópticas  reproduzindo­se  em links,tag,metatags …
As máquinas que acabaram com a maioria dos empregos, também serviu ao ser humano, como um 
gigante megafone ou, um formidável buraco­negro como esconderijo.
Frequentemente me pego pensando em cada um de voces que pesquisam, brincam ou apenas 'olha 
por aí'. Quem são voces, homens, mulheres, crianças... no que será que podem estar pensando?
Ah, como pode doer  CONHECER,  o SABER!... 
Quantos mestres,doutores,pesquisadores,historiadores...ou curiosos como eu – uma 'fominha' das 
metatags deslumbrada com o poder de mãos num teclado, mas assustada, ao perceber quão Bem ou 
Mal pode fazer uma sequencia em números e letras! Infelizmente de qualquer sorte, um Servidor 
não   será   capaz   de   nos   tornar   imortal   se   não   mais   existir  hospedeiro.   Mas   até   lá,   por   favor, 
continuem a escrever a partilhar, compartilhar o que passa por sua mente, pelos seus dedos...tudo 
que faz sua boca silenciar. Sempre irá existir um ser curioso como eu, espreitando por trás de algum 
script, tão sapeca como um menino.
Agradeço fielmente a todos os corajosos, ou os covardes de assinatura...
Uma   máquina   não   pode   e   nem   deve,   substituir   o   Ser   Humano   –   o   Homem   até   hoje   em   sua 
megalomania só  construiu monstros que até a si mesmo, assusta.
Voces que até  temerariamente põe em risco a Vida ou a Carreira para contar a Verdade, meu mais 
profundo apreço e respeito. Obrigado por continuarem tentando. E a menos que receba um puxão de 
orelha, todas as sérias reportagens ou Artigos que fizerem ler de 'olho torto', irei repassar, porque 
acredito que em primeiro lugar estará sempre a minha Raça. 

­ A Raça Humana!

THANK THE GOOD AND BAD MEN   ­ why not?

The Cathars ­ the true Good Samaritans (Samaritans not only the religions professed love of God, 
people and animals). 

The Internet is a world! There is much evil here, however, there are stories, secrets and truths! It is a 
life céluas optical pulse by playing on links, tag, meta tags ... 

The machines that ended with most jobs, also served to humans, as a giant megaphone and a 
formidable black hole as cover. 

Often I find myself thinking of each one of you that look, play or just 'look around'. Who are you, 
men, women, children ... what can they be thinking? 

Ah, how can hurt KNOW, the KNOW! ... 
How many teachers, doctors, researchers, historians ... or curious like me ­ a 'little rascal' meta tag 
dazzled by the power of hands on a keyboard, but scared to see how good or bad can make a 
sequence of numbers and letters! Unfortunately any luck, a server will not be able to become 
immortal if not longer exist host. 

But until then, please continue to write to share, share what goes through your mind, through your 
fingers ... everything that makes your mouth silence. When will there be a curious person like me, 
lurking behind some script, so sapeca as a boy. 
Thank you faithfully all the brave, or cowardly signature ... 
A machine can not and should not replace the human being ­ man today in his megalomania 
monsters that only built up himself, frightening. 
Voices that even recklessly endangers the life and career to tell the truth, my deepest appreciation 
and respect. Thank you for still trying. And unless you are an earful, all serious reports or articles 
which make reading of "crooked eye", will pass, because I believe that in the first place will always 
be my race. 

­ The Human Race!

                   
Setembro 2009

Fotos / comentários ­suburbioem/en/no/foco© ­ Portal do Suburbio Ferroviário de Salvador©

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Negritos foram utilizados para ressaltar importantes partes, ou chamar a atenção  maior para a questão.