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FISIOLOGIA HUMANA

FISIOLOGIA DO GLÓBULO
Ó
RUBRO
O eritrócito foi um dos primeiros
elementos
l t a ser observado
b d
através do microscópio em 1723
GLÓBULO
Ó RUBRO

O eritrócito é uma célula sem núcleo


constituída
i íd por uma membrana
b que tem
como função principal servir de invólucro
para a Hemoglobina
p g e um sistema
enzimático que lhe permite sobreviver
durante cerca de 120 dias em circulação
GLÓBULO
Ó RUBRO
•A principal função do eritrócito é o
transporte do oxigénio para os tecidos e a
eliminação
l do
d anidrido
d d carbónico
bó resultante
l
dos processos de catabolismo.
catabolismo

•Esta função é desempenhada pelo


constituinte
const tu nte principal
pr nc pa do eritrócito
er tróc to – a
hemoglobina
GLÓBULO
Ó RUBRO
Em repouso a célula
tem a forma de um
disco bicôncavo

Diâmetro – 7.5 8 7 μm
7 5 - 8.7
VGM – 90 fl
Área – 136 μm2
GLÓBULO
Ó RUBRO

A forma depende de forças múltiplas


•Ambiente da célula
•Estado
E t d metabólico
t bóli
•Idade
Idade
GLÓBULO RUBRO
GLÓBULO RUBRO – Membrana

F
Funções
õ d da membrana
b
o Manter a forma
o Suporte para antigénios
o Transporte de iões
A forma e deformabilidade do
eritrócito
i ó i é llargamente
determinada p
pela sua membrana
GLÓBULO
Ó RUBRO
O glóbulo rubro contém membrana em excesso
suficiente
fi i t para permitir
iti d
deformabilidade
f bilid d
GLÓBULO RUBRO–Membrana
A membrana do glóbulo rubro é constituída por
o Lipideos 40%
o Proteínas 52%
o Hidratos
Hid t d de C
Carbono
b 8%
GLÓBULO RUBRO–Membrana
Os lipideos da membrana têm como função:
o Fornecer continuidade física
o Servir de suporte às proteínas transmembranares
GLÓBULO RUBRO – Membrana
Os lipideos da membrana são de 2 tipos:
o Colesterol não esterificado
o Fosfolipideos
GLÓBULO RUBRO–Membrana
Os fosfolípideos contendo colina
colina:
Fosfatidilcolina
Esfingomielina
Glicolípideos
estão p
preferencialmente distribuídos na parte
p
externa da membrana
GLÓBULO RUBRO–Membrana
Fosfatidiletanolamina
Fosfatidilserina
Fosfatidilinositol
estão
tã preferencialmente
f i l t distribuídos
di t ib íd na parte
t iinterna
t
da membrana
GLÓBULO RUBRO–Membrana
A assimetria dos lipideos da membrana é
mantida por 2 transportadores:
Flipase – translocase dependente do ATP que
rapidamente transporta fosfatidilserina e etalonamina
da parte externa para a parte interna

Flopase – move os fosfolipideos mais lentamente no


sentido inverso

A interferência com estes transportadores leva a


aumento de fosfatidilserina na parte externa com
aumento
um do p
potencial trombogénico
m g
GLÓBULO RUBRO–Membrana

O colesterol está e equilíbrio com o colesterol não


esterificado plasmático.
plasmático
O conteúdo em colesterol da membrana é influenciado
pelos níveis de colesterol plasmático e pela actividade
da enzima lecitina colesterol aciltransferase (LCAT) e
ácidos biliares.
Doentes com doença hepática,
hepática com níveis alterados de
LCAT acumulam excesso de lipídeos na membrana
eritrocitária
er troc tár a resultando em alterações da morfologia
morfolog a
(células em alvo) e por vezes diminuição da sobrevida
média.
RUBRO–Membrana
GLÓBULO RUBRO

A análise bidimensional mostra


a membrana constituída por
mais de 100 proteínas
diferentes
RUBRO–Membrana
GLÓBULO RUBRO
Proteínas da Membrana
A anál
análise
se das prote
proteínas
nas em
electroforese em gel de
poliacrilamida após dissolução
com SDS
D mostra a presença de d
12 proteínas.
C
Com a coloração
l ã pelol azull de
d
Coomassie as proteínas são
numeradas de 1 a 8.8
Com a coloração pelo PAS as bandas
são numeradas de 1 a 4
GLÓBULO RUBRO–Membrana
Proteínas da Membrana

o Proteínas Integrais ou Integrinas


o Proteínas periféricas
GLÓBULO RUBRO–Membrana

Proteínas Integrais
o Proteína Banda 3
o Glicoforinas A B C D

Transporte de iões
Suporte de antigénios
dos g
grupos
p sanguíneos
g
GLÓBULO
Ó RUBRO–Membrana
M b
Proteína Banda 3
Codificada por um gene localizado no
cromossoma 17
Apresenta 3 domínios diferentes: Hidrofilico
citoplasmático; Hidrofóbico transmembranar; Acidico
terminal
Contem oligonucleotidídeo
com actividade atg Ii
RUBRO–Membrana
GLÓBULO RUBRO
Proteína Banda 3 tem como funções:
o Transporte de aniões

o Ligação física da camada lipidica ao esqueleto da


membrana (proteínas 4.1 e 4.2)
GLÓBULO RUBRO–Membrana
Glicoforinas A B C
Produtos de genes de cromossomas
diferentes
o A e B gene no cromossoma 4
o C gene no cromossoma 2

Domínio extracelular com


carga fortemente negativa
GLÓBULO RUBRO–Membrana

o Glicoforina A especificidade atg M N


o Glicoforina B especificidade S s
o Glicoforina C especificidade para o grupo Gerlich
o Glicoforina
Gl f C interactua com a proteína
í 4.1
41
regulando
g o conteúdo da membrana nesta
proteína
RUBRO–Membrana
GLÓBULO RUBRO
Proteínas periféricas

Situam-se na superfície citoplasmática da camada


lipídica
Constituem o esqueleto da membrana
Podem ser facilmente libertadas por alteração da força
ió i d
iónica do meio
i
GLÓBULO RUBRO–Membrana
Membrana
Proteínas periféricas

Espectrina
Actina
Proteína 4.1
Aducina
Anquirina
q
GLÓBULO RUBRO–Membrana
Espectrina
Constituída por 2 subunidades diferentes
ο α espectrina gene no cromossoma 1
ο β espectrina gene no cromossoma 14
GLÓBULO RUBRO–Membrana
Actina
o Filamentos curtos e uniformes modulada
pela tropomiosina e tropomodulina

As terminações
ç dos tetrameros de
espectrina associadas aos oligomeros de
actina formam uma rede de aspecto
p
hexagonal
GLÓBULO RUBRO–Membrana
Proteína 4.1
Codificada por um gene situado no cromossoma 1
o Forma um complexo ternário com a junção actina -
espectrina
t i estabilizando-a
t bili d
GLÓBULO RUBRO–Membrana
Aducina

o Proteína que estabiliza a junção actina-espectrina


cuja acção é mediada pelas concentrações de cálcio
intracelular
GLÓBULO RUBRO–Membrana
Anquirina

o Codificada por um gene localizado no cromossoma 8

o Apresenta sítios distintos de ligação à espectrina e


proteína banda 3
GLÓBULO RUBRO–Membrana
Deformabilidade da Membrana
Papel da espectrina
A deformação
d f ã ocorre com mudança
d d
da f
forma geométrica
é sem que
haja modificação da área de superfície.
Há um rearranjo da rede do esqueleto da membrana
GLÓBULO RUBRO–Membrana
Deformabilidade da Membrana

A deformabilidade é influenciada pela


forma e geometria da célula
E pela
l viscosidade
is sid d citoplasmática
it l smáti ((oss
componentes lipidicos e as integrinas
desempenham uma papel fundamental
na manutenção da concentração de
hemoglobinana célula)
DOENÇAS DA MEMBRANA
o Defeitos na estrutura vertical da membrana
(espectrina, anquirina ou banda 3 ou perda de
(espectrina
lípideos) resultam na formação de esferócitos.
o Lesão na rede horizontal de espectrina
g
resulta numa fragmentaçãoç mais severa ou em
eliptocitose ligeira
DOENÇAS DA MEMBRANA
o Esferocitose hereditária
o Eliptocitose
Eli t it hereditária
h ditá i
o Estomatocitose hereditária
o Piropoiquilocitose hereditária
DOENÇAS DA MEMBRANA
Esferocitose hereditária

É uma doença autossóm


autossómica
ca dominante
dom nante em cerca de
75% dos casos e recessiva em 25%
Frequência de 1/2000 na Europa e Estados Unidos
Envolvimento de múltiplos
p locus de genes
g por
p
mutações pontuais, delecções e defeitos no
processamento do ARN
DOENÇAS DA MEMBRANA
Esferocitose hereditária

A gravidade
id d dda d
doença é muito
i variável
iá l
podendo haver casos com hemólise
muito ligeira e compensada e casos com
hemólise grave e clínica de anemia.
DOENÇAS DA MEMBRANA
Esferocitose hereditária
Os esferócitos têm uma área de superfície
da membrana reduzida relativamente ao
volume e são mais frágeis quando
comparados com os glóbulos normais
Esferocitose hereditária

Os defeitos podem estar

o Complexo
C l actina-
ti espectrina-
s t i b d 3
banda
o Complexo espectrina-proteína 4.1- glicoforina
o Conexão entre a dupla camada e a espectrina
Eliptocitose hereditária

oAnomalia estrutural da espectrina


oDeficiência de proteína 4.1
Estomatocitose hereditária

Anomalia
A li dda membrana
b que lleva a
uma permeabilidade aumentada
ao sódio.
sódio

Estomatocitose adquirida pode aparecer


na doença hepática e em regimes de
hiperalimentação (lipideos)
GLÓBULO RUBRO –Hemoglobina

A molécula da hemoglobina é
composta
t por 4 cadeias
d i
Globinicas
G o n cas e 4 grupos heme
h m
GLÓBULO RUBRO –Hemoglobina
Para a síntese da hemoglobina é necessário:

o Adequado
q fornecimento e libertação de ferro
o Adequada síntese de protoporfirina
o Adequada síntese de globina
SÍNTESE DA HEMOGLOBINA
SÍNTESE DO HEME
A síntese do heme ocorre nas mitocôndrias e citoplasma
dos percursores dos eritrócitos.
SÍNTESE DA GLOBINA
HEMATOPOIESE
GLÓBULO RUBRO –Hemoglobina
Num adulto normal estão presentes as
seguintes
i t h hemoglobinas
l bi

o Hb A (α2 β2) – 97%


o Hb A2 (α2 δ2) –2-3%
o Hb F (α2 γ2) –<1%
GLÓBULO
Ó RUBRO –Hemoglobina

Estrutura primária
o Cadeia α 141 aminoácidos
o Cadeia β 146 aminoácidos

A substituição de 1 ácido
glutâmico por 1 valina na
posição 136 da cadeia beta
leva à formação de uma
hemoglobina
hemoglob na anormal HbS
GLÓBULO RUBRO –Hemoglobina

Estrutura secundária
o 75% forma uma hélice α
o 8 elementos de hélice A-H
GLÓBULO RUBRO –Hemoglobina
Estrutura terciária
o Grupos polares exteriores
o nicho hidrofóbico para o anel
d h
do heme
GLÓBULO RUBRO –Hemoglobina

Estrutura quaternária
o cavidade central para o 2
2,3
3 DPG
o 2 cadeias α e 2 não α unem-se para formar um
t t
tetramero
G Ó
GLÓBULO O –Hemoglobina
O RUBRO H l bi
oA principal função da hemoglobina é o
transporte de O2 para os tecidos e do CO2 para
os pulmões

oA mioglobina é uma proteína que contem heme,


existente
i t t nos músculos
ú l esqueléticos
léti e no
músculo cardíaco, que apresenta uma afinidade
muito maior para o O2
GLÓBULO RUBRO –Hemoglobina
Curva de dissociação
ç do O2 da hemoglobina
g tem uma
forma sigmoidal em contraste com a da mioglobina o
que vai permitir uma maior libertação de O2 a nível
tecidular
Embora a hemoglobina e a mioglobina fiquem
s t
saturadas
d s com O2 à pressão
ssã parcial
i l existente
ist t
nos pulmões, apenas a hemoglobina liberta O2 à
pressão parcial a nível
í tecidular

A curva de saturação da hemoglobina é


sigmoidal; é um composto de uma curva de baixa
afinidade e alta afinidade
-Inicialmente a Hb está num estado T de baixa
af n a
afinidade
-A ligação de O2 converte-a num estado R de alta
afinidade
GLÓBULO RUBRO –Hemoglobina

o P50 do O2 = 26 mm Hg

o Interacção
I t ã heme
h - heme
h
o estado T da forma deoxi
o estado
t d Rd da fforma oxii
GLÓBULO
Ó RUBRO-Hemoglobina
H l bi

oA hemoglobina é uma molécula alostérica, isto é


a sua função e estrutura são influenciadas
l por
outras moléculas
oO 2,3-DPG é o principal controlador da
afinidade
fi id d O2-Hb
Hb nos eritrócitos
i ó i h
humanos
oO aumento de 2-3-DPG
2 3 DPG leva a uma diminuição
da afinidade para o O2
GLÓBULO RUBRO –Hemoglobina

As ligações entre as cadeias α e β formam um plano de


clivagem natural importante para a ligação e libertação
do O2.
Quando a clivagem está aberta [estado relaxado R] o
O2 pode ligar
ligar-se
se (alta afinidade).
afinidade) Quando as interfaces
estão intimamente ligadas [estado tenso T] a molécula
tem baixa afinidade para o O2

T R
Algumas
gum hemoglobinas
m g de alta afinidade
f
para o O2 ou P50 baixa aparecem por
substituição de um aminoácido que leva à
perda de ligações que estabilizam o
tetrâmero na conformação T

A hemoglobina F liga mal o 2,3


2,3-DPG
DPG e por
isso tem alta afinidade para o O2
GLÓBULO RUBRO –Hemoglobina
Modificações Fisiológicas da
Afi id d d
Afinidade da Hb para o
Oxigénio

o Aumento de H+, CO2, Cl- , 2,3DPG


2 3DPG
e temperatura diminuem a
afinidade da Hb para o oxigénio e
deslocam a curva para a direita
GLÓBULO RUBRO –Hemoglobina
g
Efeito de Bohr
O aumento dos hidrogeniões a
nível dos tecidos leva a uma
diminuição do pH e da
g
afinidade da hemoglobina
para o O2 com libertação do
O2 para os tecidos
Este efeito é instantâneo e
pode ser localizado a um sítio
específico
CO2+H2O HCO3-+H+
A ligação
g ç de O2 roda as cadeias de g
globina

Movimento
respiratório da
hemoglobina
g
HEMOGLOBINOPATIAS
HEMOGLOBINOPATIAS-
Modelos de doenças moleculares
Drepanocitose
Drepanocitose
D
Drepanocitose
i
Talassémias
Variação regional
9 11 1 9
14
18 40
15 17

26 39

17
23

36
21 C D 6 (-A )
ß º3 9
IV S - 1 - 1
IV S - 1 - 6
IV S - 1 - 1 1 0
IV S - 2 - 1
O th e rs
HEMOGLOBINOPATIAS- Modelos
de doenças moleculares
HEMOGLOBINOPATIAS- Modelos
de doenças moleculares
HEMOGLOBINOPATIAS- Modelos
de doenças moleculares
HEMOGLOBINOPATIAS- Modelos
de doenças moleculares
HEMOGLOBINOPATIAS
HEMOGLOBINOPATIAS-
Modelos de doenças moleculares
GLOBULO RUBRO–Metabolismo
O Glóbulo rubro necessita de energia para:

9 Manter o ferro da Hb numa forma divalente


9 Manter conc intracelulares elevadas de K
9 Manter conc baixas de Na e Ca
9 Manter os grupos sulfidrilicos das enzimas na
f m reduzida
forma d id
9 Manter a forma bicôncava da célula
GLOBULO RUBRO–Metabolismo
o Se o eritrócito é privado de energia o sódio e o
cálcio intracelular aumentam,
aumentam o eritrócito
adquire a forma esférica e é rapidamente
removido da circulação.
circulação

o As enzimas
A i existentes
i t t no eritrócito
it ó it maduro
d
são formadas durante a eritropoiese pelas
células
él l nucleadas
l d e em menor quantidade
tid d pelo
l
reticulócito.
GLOBULO RUBRO–Metabolismo
A estabilidade da membrana do eritrócito e a
s lubilid d d
solubilidade da h
hemoglobina
m l bin d dependem
p nd m dde 4
vias metabólicas dependentes da glicose

9 Via de EMBDEN-MEYERHOFF
9 VIA DA REDUTASE DA METAHEMOGLOBINA
9 VIA DO FOSFOGLUCONATO
9 VIA DE RAPAPORT LUEBERING
GLOBULO RUBRO –Metabolismo
Metabolismo
o A principal fonte de energia é a glicose

A velocidade a que a glicose é metabolizada em


piruvato ou lactato,, a que
p q o potássio
p é bombeado
para dentro da célula e a que a metahemoglobina
ou o glutatião oxidado é reduzido depende das
propriedades das enzimas que catalisam cada
reacção do número de moléculas existente
reacção, existente, da
temperatura e concentração dos substratos,
cofactores activadores,
cofactores, activadores inibidores e iões de
hidrogénio dentro da célula.
GLOBULO RUBRO –Metabolismo
Metabolismo
o A principal fonte de energia é a glicose que é
metabolizada com ganho de 2 moléculas de ATP
GLOBULO RUBRO–Metabolismo
RUBRO Metabolismo

o A via da reductase da
metahemoglobina

Usa o NADH gerado pela


glicólise para manter o ferro
na sua forma ferrosa.
Formas severas de défice
de enzima redutase da
metahemoglobina levam a
cianose e atraso mental
GLOBULO RUBRO–Metabolismo
o A via do fosfogluconato ou shunt HM não gera energia,
mas fornece um pool de glutatião reduzido para
combater agressões oxidantes do eritrócito
GLOBULO RUBRO–Metabolismo
RUBRO Metabolismo

o A via de Rapoport-Luebering fornece 2,3 DPG


GLÓBULO RUBRO –Hemoglobina

A concentração de 2,3 DPG é de 15 mmol/gHb, mas


pode variar rapidamente em caso de hipoxémia
fisiológica (esforço prolongado ou estadia em
altitude)
l i d ) ou estados
d patológicos
ló i
Deficiência de G6PD O GSH evita a oxidação das
membranas e Hemoglobina. Na
DG6PD a Hb desnaturada
d d
precipita na superfície interna
d membrana
da b do
d eritrócito
it ó it
levando à hemólise
oCausa mais comum de hemólise por deficiência
enzimática
oLigada ao sexo
oHemólise
H óli induzida
i d id por: d
drogas, f
favas, iinfecções
f õ
H m
oHemólise autolimitada
u m
Deficiência de Piruvato-quinase

oA formação reduzida de ATP leva a rigidez


d membrana
da b ehhemólise
óli
oOs sintomas são geralmente ligeiros porque
o aumento de 2,3-DPG leva a desvio da curva
de dissociação do O2 da Hb para a direita
GLÓBULO RUBRO

Eritrócitos senescentes

o 90% são destruídos por hemólise


extravascular
9 Ferro
F liga-se
li à transferrina
f i e é reutilizado
ili d
9 Globina separada nos vários aminoácidos
9 Anel de protoporfirina – biliverdina – bilirrubina
o 5 - 10% hemólise intravascular
GLÓBULO
Ó RUBRO –Hemoglobina

2,3
2 3 DPG
Liga-se fortemente à Hb desoxigenada
o Na estrutura T a cavidade central da Hb é feita à
medida para o 2,3DPG carregado negativamente
o Na estrutura R as paredes da cavidade
aproximam-se
i e o 2,3DPG
2 3DPG é expulso
l dda cavidade
id d
central
GLÓBULO RUBRO –Hemoglobina

Regulação
l da
d taxa dde 2,3 DPG
PG ligada
l d à
actividade do shunt Rapoport
p p Luebering
g

Depende
D d da
d actividade
ti id d da
d via
i glicolitica,
li liti d
do pH
H
intra eritrocitário e da idade da célula
GLÓBULO RUBRO –Hemoglobina