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Cível –Criminal – Danos-Consumidor

EXCELENTÍSSIMO SENHOR DOUTOR JUIZ DE DIREITO DA

VARA

____

CÍVEL DA COMARCA DE SÃO LUíS – MA.

Justiça Gratuita Rito 9099/93

JOE JOE , brasileira, casada, autônoma, inscrito no CPF sob o nº. XXXXXXXXXXXXXXXXXX e RG nº. XXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXX, residente e domiciliado na RUA DO QUEBRA OSSO, SÃO LUÍS - MA, por seu procurador, vem à presença de Vossa Excelência, apresentar a competente:

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AÇÂO DECLARATÓRIA EM OBRIGAÇÂO DE FAZER c/c LIMINAR c/c REPETIÇÃO DE INDÉBITO c/c INDENIZAÇÃO POR DANOS MORAIS

contra, BANCO COQUINHO SA, pessoa jurídica de direito privado, inscrita no CNPJ XXXXXXXXXXXXXXXXXXXXX, com sede na Praça Alfredo Strosser, nº 100; Torre 1, CEP: 01.344-902, São Paulo – SP; pelos fatos e fundamentos que passa a expor:

I - DOS FATOS

Em novembro do corrente a autora surpreendeu-se com uma notificação de dívida do Réu, (Doc 01), exigindo o pagamento de uma quantia, respectiva à parcela nº 12/24 referente a um SEGURO SOBRE ACIDENTES PESSOAIS.

Ocorre Exa., que a autora nunca realizou nenhum contrato com referida, instituição, nem tampouco solicitou o tal seguro, ficando portanto, surpresa com tal cobrança.

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De posse das informações presentes no documento de cobrança a autora procurou o Réu, onde lhe informaram, que a dívida é legítima, que estava sendo descontada há algum tempo e que, como lhe consta na cobrança, que lhe fora enviada, já estaria na sua décima segunda parcela!

Dessa forma Exa., o referido contrato de adesão do seguro proposto é totalmente nulo, haja vista que em momento algum o autor assinou qualquer documento o solicitando, deste modo, entende-se que não houve alguns dos requisitos necessários para a celebração deste negócio jurídico bilateral pela inexistência, dentre outros, de vontade interna e muito menos externa.

II - DA ANTECIPAÇÃO PARCIAL DA TUTELA

Por ser a situação em tela um imperativo de justiça, desde logo pugna o autor, na forma de pedido de antecipação parcial de tutela, visto que presentes os requisitos elencados no art. 273, do Código de Processo Civil, notadamente a prova inequívoca do fato, que se consubstancia na ação volitiva da Ré de cobrar por um serviço não autorizado pela parte contratante, conforme restou demonstrado nas articulações retro.

Some-se a isto o fundado receio de dano irreparável ou de difícil reparação que consiste na subtração de valor alheio, sendo que o valor cobrado ao autor é indevido.

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Elege também a parte autora a tutela antecipada em observância ao princípio da economia processual, porquanto o eventual ajuizamento de ação cautelar ensejaria a propositura de posterior demanda de caráter principal, o que se mostra despiciendo e oneroso, tanto para as partes como para o próprio Poder Judiciário, como, também, salientou a eminente Desembargadora do E. Tribunal de Justiça do Rio Grande do Sul, Dra. Mara Larsen Chechi, no aresto que a requerente se permite transcrever a seguir:

“PRESCRIÇÃO DA AÇÃO CAMBIAL – PROTESTO DO TÍTULO – INVIABILIDADE – A prescrição da ação cambiária obsta o protesto do título. ORDEM DE SUSTAÇAO MANTIDA – SENTENÇA PARCIALMENTE REFORMADA – TUTELA DE URGÊNCIA – PROCEDIMENTO CAUTELAR ELEITO – INADEQUAÇÃO – INVIABILIDADE DE CONVERSÃO – a partir da incorporação do instituto da antecipação da tutela por nossa legislação processual (Lei 8952/94), não mais se justifica a fungibilidade das tutelas de urgência, não apenas por razões de ordem formal, mas pelas conseqüências processuais e operacionais que acarreta inclusive no que se refere ao risco da ineficácia da medida (arts. 806 e 808, I, do CPC) ao ajuizamento de duas ações em lugar de uma, com correspondentes despesas processuais e movimentação da máquina judiciária, desnecessárias e onerosas, contrariando os princípios da economia, da celeridade e da ampla defesa

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(por aplicação de processo com prazos mais reduzidos) e desconsiderando os nobres objetivos da reforma. PROCESSO CAUTELAR EXTINTO. (TJRS – APC 599364858 – 9ª C. Civ. – Relª. Desª Mara Larsen Chechi – j. 09.08.2000).

Nesta vertente, torna-se totalmente desnecessário, processualmente falando, o ingresso de duas ações, vez que o Autor pode ajuizar em uma única ação ordinária, almejando a declaração de inexistência da dívida, postulando como antecipação de um dos efeitos da tutela jurisdicional pretendida, a abstenção da Ré em praticar qualquer ato que tenha por objetivo a cobrança de valores, se já o fez, que lhe seja determinado promover a imediata restituição, esta em dobro, sob pena de multa diária, pelo que, torna-se completamente desarrazoado a interposição da actio cautelar e, posteriormente a ação ordinária.

Neste jaez, ressalte-se trecho do acórdão proferido no AI 97.000983- 6, de Joinville, cuja lavra é do Desembargador Newton Trisotto:

"[

...

]

À toda evidência, para garantir a eficácia de

sentença que declare a inexistência de débito ou de

relação jurídica, a sustação do protesto é absolutamente desnecessária, inócua. A doutrina e a jurisprudência a admitiam face a ausência de outro instrumento jurídico processual hábil para impedir a consumação do protesto,

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com

suas

graves

e danosas conseqüências. A

antecipação

da

tutela, não

para

efeito de

declarar a

existência ou inexistência da relação jurídica mas, como pedido cumulado, para obstar o protesto se me afigura perfeitamente admissível"

In casu, denota-se que o ajuizamento da ação declaratória com o pedido de antecipação parcial da tutela para impedir que a Ré

pratique qualquer ato que possa onerar a Autora, em caso de já haver praticado qualquer ato neste sentido, que seja compelida a proceder a devolução em dobro, se mostra mais acertada, tendo em vista que a

causa

de

pedir e

sua

prova estão desde logo presentes nos autos,

motivo pelo qual eventual ação movida a posteriori repetiria integralmente as razões e os elementos de prova da cautelar preparatória.

Finalmente, ressalte-se que a possibilidade de a medida ora pleiteada ser concedida na forma de cautelar em caráter incidental, nos termos do § 7º, do art. 273, do CPC, instituído pela Lei nº 10.444/02, vez que presentes os requisitos do fumus boni iuris, que no caso em tela consiste na inexistência de débito relativamente ao “Contrato de seguro” cobrado pela Ré, que diz respeito ao risco a que o direito do postulante está sujeito, caso não seja tutelado com urgência, diante da morosidade do processo.

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III - DA INEXISTÊNCIA DE DÉBITO E DA DEVOLUÇÃO, EM DOBRO, DOS VALORES COBRADOS INDEVIDAMENTE:

Relativamente a esse título, a Autora insurge-se contra o ato praticado pela Ré referente aos descontos em sua conta corrente por um valor não contratado pelo mesmo, em afronta literal ao direito do consumidor. Neste mesmo diapasão, insurge-se contra a cobrança mensal do valor correspondente à R$ 29,90 (Vinte e Nove Reais e noventa centavos), relativos aos descontos em sua conta-corrente não contratados.

Neste vértice, é ultrajante a Ré cobrar por serviço que jamais foi contratado pelo Autor, agindo com total desrespeito ao consumidor. Dessa forma, em face da inexistência da autorização do referido empréstimo, presume-se a cobrança indevida, de modo que a Ré deverá ser condenada a devolver em dobro, na forma do parágrafo único do art. 42 do Código de Defesa do Consumidor. Senão veja-se:

“Art. 42.Parágrafo único. O consumidor cobrado em quantia indevida tem direito à repetição do indébito, por valor igual ao dobro do que pagou em excesso.”

Assim, a Ré deve ser condenada à repetição do indébito, nos moldes do art. 42 do Estatuto Consumerista, relativamente aos valores

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cobrados indevidamente a título de Seguro Proteção, contudo vêem sendo cobradas de forma indevida através do débito automático em conta, este não autorizado pela Autora.

IV - DA INDENIZAÇAO POR DANOS MORAIS:

no Direito Civil

um dever legal amplo

de

não lesar

a

outrem, o que dará ensejo à obrigação de indenizar, configurável sempre que, de um comportamento contrário àquele dever de dignidade, surta algum prejuízo para outrem, é o que se depreende da interpretação do art. 186 do Código Civil. Como outro tripé, temos a teoria da responsabilidade civil que assenta-se no dano – também denominado prejuízo – sofrido pela vítima; ato ilícito – legal ou contratual – cometido pelo agente; e (c) nexo de causalidade entre o dano e o ato ilícito.

Diante de tal inferência, mister algumas ponderações, a

saber. Em relação ao primeiro elemento, qual seja o dano, é notório o prejuízo sofrido pela Autora em decorrência da cobrança indevida de parcelas oriundas de um de uma contratação por serviço não autorizado pela parte autora.

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Quanto

ao

segundo

elemento,

o

ato

ilícito,

restou

caracterizado em face do desconto mensal cobrado indevidamente, decorrente do contrato de seguro imposto pela Ré.

Diante de tais considerações, caracterizado está o nexo de causalidade entre o dano sofrido pela Autora e os atos praticados pela Ré que devem ser tutelados pela ordem jurídica, sendo que alguns se referem ao patrimônio e outros à própria personalidade humana, atributos essenciais e indispensáveis da pessoa. Sendo, portanto, direito do indivíduo preservar a incolumidade de sua personalidade.

Assim, o dano moral, aquele de natureza não-econômica, porém que se traduz em turbação do ânimo, em reações desagradáveis, desconfortáveis, constrangedoras, entre outras, se manifesta quando a vítima suporta o constrangimento de submeter aos procedimentos e vontades da empresa negligente e oportunista.

De mais a mais, o dano moral que se caracteriza pela afetação da reputação no meio social (aspecto objetivo) e pelo sofrimento psíquico ou moral, a dor, a angústia e as frustrações infligidas ao ofendido (aspecto subjetivo), já constitucionalizado a partir de 1988, contemplado no art. 5º, incisos V e X, ganhou status de preceito fundamental, assegurando o direito de indenização à vítima.

Senão veja-se:

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“Art.

[

...

]

V –é assegurado o

direito de

resposta, proporcional ao agravo, além da indenização por dano material, moral ou à imagem. ( ) ... X – são invioláveis a intimidade, a vida privada, a honra e a imagem das pessoas, assegurado o direito de indenização pelo dano material ou moral decorrente de sua violação.”.

Neste diapasão, o entendimento doutrinário e jurisprudencial é no sentido de que uma vez caracterizado o dano, deve ser indenizado, independentemente de comprovação do prejuízo. Eis o que leciona Yussef Sahid Cahali, em sua obra Dano Moral. In verbis:

Acentua-se

cada

vez

mais

na

jurisprudência a condenação daqueles atos que molestam o conceito honrado da pessoa, colocando em dúvida a sua credibilidade e o seu crédito. Definem-se como tais àqueles atos que, de alguma forma, mostram-se hábeis para macular o prestígio moral da pessoa, sua imagem, sua honradez e dignidade.”

Não é diferente o entendimento jurisprudencial. Senão veja-

se:

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A

indenização

por

ofensa

à

honra

alheia

é

devida

independentemente da comprovação da existência de um efetivo prejuízo, pois ‘dano, puramente moral, é indenizável’". (RE n.º105.157-

SP, Min. Octavio Gallotti, RTJ 115/1.383).

"A reparação

do

dano moral

tem

por fim

ministrar uma sanção para a violação de um direito que

não tem denominador econômico. Não é possível sua avaliação em dinheiro, pois não há equivalência entre o prejuízo e o ressarcimento. Quando se condena o responsável a reparar o dano moral, usa-se de um processo imperfeito, mas o único realizável para que o ofendido não fique sem uma satisfação" (TARJ, AC n.º 5.036/96, Juiz Mauro Fonseca Pinto Nogueira).

Cumpre-nos asseverar que o entendimento jurisprudencial majoritário é no sentido de que não há necessidade de prova efetiva do abalo de crédito, para a caracterização da obrigação de indenizar o dano moral. Ora, ao ser compelido a pagar dívida oriunda de produtos e serviços que não contratou, teve a Autora que se socorrer de advogado para ajuizar a presente ação, gerando mais transtornos e dispêndios financeiros, com a contratação de serviços advocatícios. Contudo, o cerne do presente conflito de interesses reside na existência de responsabilidade civil, da Ré, pelos danos morais que tem experimentado a Autora, em razão da cobrança indevida por serviços não fornecidos pelas Rés.

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Diante do exposto, requer a condenação do Réu na indenização por danos morais provocados na Autora, em valor a ser estabelecido por Vossa Excelência, porém, que sirva de elemento inibidor das práticas da demandada e ao mesmo tento de alento ao sofrimento experimentado pela Autora.

V - SOBRE O QUANTUM INDENIZÁVEL

Já é sabido que o dano moral, por sua natureza, não oferece precisão matemática de mensuração econômica. Critérios como a intensidade da ofensa, a condição socioeconômica do ofendido e do ofensor e a extensão da lesão têm orientado nossos Tribunais na fixação dos danos extrapatrimoniais.

Assim, por exemplo:

PROCESSUAL CIVIL E ADMINISTRATIVO. AGRAVO REGIMENTAL NO AGRAVO EMRECURSO ESPECIAL. TARIFA DE ÁGUA E ESGOTO. AUSÊNCIA DE PRESTAÇÃO DOSERVIÇO. COBRANÇA INDEVIDA. DANO MORAL CONFIGURADO. RESPONSABILIDADEDA CONCESSIONÁRIA DO SERVIÇO PÚBLICO RECONHECIDA. REEXAME DOCONTEXTO FÁTICO-PROBATÓRIO. IMPOSSIBILIDADE. INCIDÊNCIA DA SÚMULA7/STJ. 1. Na espécie, o Tribunal local, soberano na análise do

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acervofático-probatório dos autos, entendeu existente a responsabilidadeda ora agravante por deficiência na prestação do serviço com ainterrupção do fornecimento de água na residência da autora,causando-lhe inegáveis prejuízos. Reexaminar os fundamentos quelevaram as instâncias ordinárias a essa conclusão esbarra no óbiceda Súmula 7/STJ. 2. Agravo regimental não provido.

(STJ - AgRg no AREsp: 159599 RJ 2012/0058651-8, Relator: Ministro BENEDITO GONÇALVES, Data de Julgamento: 22/05/2012, T1 - PRIMEIRA TURMA, Data de Publicação: DJe 28/05/2012)

Diante da nova realidade social e com altos níveis de custo de vida, data vênia, é de extrema prudência considerar o “quantum” indenizar, senão vejamos nas palavras de Hermenegildo de Barros:

“Embora o dano moral seja um sentimento de pesar íntimo da pessoa ofendida, para o qual se não encontra estimação perfeitamente adequada, não é isso razão para que se lhe recuse em absoluto uma compensação qualquer. Essa será estabelecida, como e quando possível, por meio de uma soma, que não importa única salvação cabível nos limites das forças humanas. O dinheiro não os extinguirá de todo; não os atenuará mesmo por sua própria natureza; mas pelas vantagens que seu valor permutativo poderá proporcionar, compensando, indiretamente e parcialmente embora, o suplício moral que os vitimados experimentam” (in RTJ 57, pp. 789- 790, voto de Ministro Thompson Flores)

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No caso em estudo, é preciso não esquecer, determinadas circunstâncias que justificam a fixação da condenação nesse patamar, como exemplo a falta de honestidade com o cliente, que se prontifica a seguir os procedimentos bancários, paga suas obrigações em dia e ao mesmo tempo é alvo de uma empresa que cobra valores da conta do cliente por produtos nunca antes contratados.

VI - DOS PEDIDOS:

Diante do exposto, requer:

  • a) Se digne Vossa Excelência em deferir liminarmente e inaudita altera

pars, na forma de antecipação parcial da tutela ou de medida liminar

incidental prevista no art. 273, § 7º, do CPC, determinando que a Ré se abstenha de cobrar os valores indevidos, retire de cadastro de bancos de devedores se o

houver feito,

bem como proceda a imediata restituição dos valores na

forma dobrada, referente as 12 parcelas, cada uma de valor de R$ 29,90, com total pago de R$ 348,00, que em dobro se faz em R$

696,00, sob pena de multa diária a ser estabelecida por Vossa Excelência;

  • b) A citação do Réu para, querendo, contestar a presente ação no prazo

da lei, sob pena de revelia e confissão quanto à matéria de fato e de

direito, sob o rito dos Juizados Especiais.

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  • c) Requer ainda, se digne V. Exa. de julgar procedente a presente ação,

com as cominações legais aplicáveis, com a consequente condenação do Réu ao pagamento da importância de XXXXXXXXX (XXXXXXXX Reais) acrescidos de juros de mora e devidamente atualizada até a data do efetivo pagamento, a título de reparação dos danos morais e patrimoniais respectivamente; caso Vossa Excelência assim não entenda que arbitre-o conforme o digno entendimento, nos moldes e parâmetros citados na jurisprudência e fundamentação da peça vestibular;

  • d) A devolução em dobro dos valores cobrados indevidamente,

constante nos extratos, devidamente atualizado com juros e correção monetária, na forma da lei;

  • e) Conceder os benefícios da gratuidade judiciária com base na Lei nº

1.060/50, em razão do autor tratar-se de pessoa hipossuficiente, não tendo meios de custear as despesas processuais e de arcar com um preparo de um eventual Recurso sem prejuízo do sustento próprio ou de sua família.

F)

Protesta

pela

produção

de

todas

as

provas

especialmente

documental, testemunhal e depoimento pessoal do representante da Ré.

Dá-se à causa o valor de R$ XXXXXXXXXXXXXXX (XXXxXXXX Reais). Nesses termos,

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Pede e espera deferimento.

_______________________________ São Luís – MA, 17 de Dezembro de 2013. Christian Bezerra Costa OAB 9522-A

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