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Pesquisa completa sobre a origem do Natal

04/12/13 Pesquisa completa sobre a origem do Natal contato NÚCLEO DE APOIO CRISTÃO Quarta, 04 de

NÚCLEO DE APOIO CRISTÃO

sobre a origem do Natal contato NÚCLEO DE APOIO CRISTÃO Quarta, 04 de dezembro de 2013

Quarta, 04 de dezembro de 2013 - 17:38 hs

Festas Pagãs

Pesquisa completa sobre a origem do Natal

As cegas tradições do Natal

Alegrias e presentes à parte, muitas pessoas pensamque o Natal é o nascimento do Senhor Jesus, ou então que é uma festa de paz,

confraternização, e alegria

fazendo uma coisa boa, e sincera.

Comemoramaquela data, de 25 de dezembro, de boa vontade despreocupadamente, acreditando que estão

Se pensarmos bem, vamos ver que nunca nos preocupamos ou questionamos de maneira adequada sobre esta tão abominável data, a sua origeme verdadeiras intenções.

A desculpa mais comumde se ouvir é que todo mundo comemora o dia 25 de dezembro, e é uma festa de paz e alegria - emoutras palavras, é

a tradição cega que predomina nas atitudes das pessoas. O mesmo tipo de tradição dos judeus que valeu do Senhor Jesus uma forte

repreensão (Marcos 7:8,9 e 13). Tradição religiosa que muitos prezame sempensar afirmam: "Meu pai foi desta religião, nasci nela e morrerei

nela!"

A religião é decidida como se fosse umagasalho da cor predileta - isto pode custar muito caro: a morte eterna.

Assimtambém, por incrível que pareça, o cristão (aquele que verdadeiramente confessou o Senhor Jesus, que se arrependeu dos seus pecados, que crê, pela fé, na salvação eterna, através do sangue do Senhor Jesus, crendo que Ele é o Deus Todo Poderoso)- sim, este cristão comemora o Natal, participa dessa festa, e muito provavelmente coma máxima sinceridade, como tradição (entre muitas outras que infestamo meio evangélico), semcontudo saber que está praticando umato abominável.

Nós sabemos, é claro, que nada mais nos condena, pois somos resgatados pelo Senhor, pela misericórdia de Deus, pelo admirável amor, que, enquanto mortais aqui no mundo, não entenderemos completamente. Isto, porém, não justifica a nossa irresponsabilidade diante de nossas próprias atitudes. Deus vai nos pedir conta de tudo que fizemos aqui no mundo, após nossa conversão. (I Cor.3:13; IICor.5:10) Cada vez que comemoramos o Natal, escarnecemos do Senhor Jesus, nos tornamos cúmplices das obras das trevas e praticamos a hipocrisia.

Mas, temos recursos:

"Ora, se algumde vós temfalta de sabedoria, peça-a a Deus, que a todos dá liberalmente e não censura, e ser-lhe-á dada. Peça-a, porém, comfé, não duvidando; pois aquele que duvida é semelhante à onda do mar, que é sublevada e agitada pelo vento".

(Tiago1:5,6)

Quantos de nós, porém, realmente pedimos a Deus a sabedoria e o discernimento? Ou será que, por medo de assumirmos nossas responsabilidades, não nos aprofundamos nas maravilhosas riquezas da Palavra de Deus, como Ele nos manda fazer? Ele não Se contentaria

jamais que nós, Seus filhos lêssemos a Bíblia todas as noites, antes de dormir, ou na hora do almoço, ou nos fins de semana - como se fosse uma obrigação. Mas, é para nós, herdeiros da Sua riqueza, nos deleitarmos na Sua Palavra e nos aprofundarmos nela.

Assim, não pecaríamos por ignorância, ou

por tradição.

O DIA 25 DE DEZEMBRO Para entendermos como surgiu o dia 25 de dezembro, e o que temesta data a ver como suposto nascimento de Jesus, é necessário analisarmos alguns fatos. Emdezembro era celebrada a festa dos Saturnais, dedicado ao deus Saturno, que durava cerca de quatro dias ou mais. Segundo criamos pagãos romanos, este deus habitava no Lácio - nome proveniente de ter ele se escondido naquela região - Lateré - que significa esconder-se, ocultar-se. E tendo sido recebido pelos homens, lhes ensinou a agricultura, trazendo, segundo a lenda, a chamada "Idade do Ouro".

Os Saturnais procuravamrepetir esse período, fazendo uma espécie de feriado, quando ninguémtrabalhava, os tribunais e escolas eram fechados (1), havendo nessa festa umfato importante: "os escravos recebiampermissão temporária para fazer tudo o que lhes agradasse, e eramservidos pelos amos". (2) (Os grifos são meus.)

Anteriormente, era coroado umrei, que fazia o papel de Saturno, quando "usufruia de todas as prerrogativas daquele deus durante umtempo

e depois morria, por sua própria mão ou sacrificado". (3)

Esta festa era uma espécie de carnaval, e se dava no chamado solstício de inverno. Vamos entender o significado de solstício :

A Terra, ao girar emvolta do sol, forma uma trajetória que é chamada de eclíptica.

Porém, como o eixo de rotação da Terra não está perpendicular à eclíptica, mas ligeiramente inclinado, o sol, na maior parte do seu curso

a arente no céu não

assa exatamente emcima do e uador mas fica inclinado Há somente dois

eríodos do ano em ue ele

assa emcima

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. do equador que são os períodos de equinócio. Quando ele se inclina o máximo, tanto para o norte, como para o sul, dá-se o que chamamos de solstício.

Para quemvive no hemisfério norte, quando o sol se inclina o máximo para o norte, dá-se o solstício de verão, iniciando a estação de verão, e quando ele se inclina o máximo para o sul, ocorre o solstício de inverno, dando a estação de inverno, que emcertos lugares chega a ser tão rigoroso que não há trabalho. Nesses períodos, as noites são longas e frias. "Este solstício é importantíssimo para os povos nórdicos, porque de dezembro a março o sol se apaga como se prenunciasse o fimda vida. Os pagãos comemoravama data comfestas. Acendiamfogueiras, ornamentavamas ruas com flores e galhos verdes e erguiamaltares nas casas. Faziamtudo para agradar os deuses e pedir-lhes que o inverno fosse brando e o sol retornasse redivivo, no início da primavera".(4) Emcertas regiões, bempróximas do pólo norte, no solstício de inverno o sol desaparece da linha do horizonte, justamente por causa da sua inclinação aparente para o sul. Para quemvive nessa região, o sol fica dias semnascer, trazendo, portanto, uma noite longa. No Brasil, que se situa no hemisfério sul, o solstício de inverno se dá emjunho, ( o Natal ocorre no verão). Nesta época , temos as chamadas "festas juninas", quando as tradições pagãs e natalinas são tambémapresentadas nas tradições da festa da fogueira, comidas típicas, danças, etc. Conhecendo, então, o "sumiço" aparente do sol emcertas regiões, fica fácil entender como surgiu o culto ao sol.

O sol temsua representação no deus greco-romano Apolo, considerado como "Sol invicto". (5), e seus equivalentes entre outros povos

pagãos, são diversos: Ra - o deus egípcio; Utu - dos babilônicos; Surya - da Índia; e tambémBaal e Mitra. Todos estes e as Saturnálias, deram origemao dia 25 de dezembro, como o dia do sol. Baal, por exemplo, era o abominável deus dos cananeus, e seu nome significa "senhor"(6). Considerado o deus das montanhas, das tempestades e da chuva, simbolizava a plenitude da vida, e emsua mão estava o poder de provocar as chuvas, o nascimento das fontes, e a fertilidade da terra. (7) Quando o Império Romano conquistou várias partes do mundo antigo, essa divindade acabou entrando no panteão Romano, através dos escravos importados e mercenários sírios (8), tendo grande aceitação principalmente porque os romanos procuravam"novas experiências espirituais". No seu culto eramimoladas crianças e adolescentes, a ponto de seus rituais seremproibidos pelo imperador Adriano (76-138 DC). Sua prática

passou para a clandestinidade e, posteriormente, como as religiões egípcias, seus cultos foramdepurados e desligados das tradições bárbaras. Logo, se transformaramem"severos códigos morais", elevando-se à "sabedoria dos mistérios" (9), tal como se deu como mitraísmo. Quanto ao Mitra - deus indo-iraniano - era muito apreciado no exército romano (10) onde apenas homens participavam(11) emrecintos fechados - grutas - chamados de "Mithraeum" ou "Spelaeum", muito comumdentro de Roma (12). Era uma religião de iniciação secreta, comgraus, semelhantes aos existentes na maçonaria (13) Mitra era adorado como deus-sol (14) e comemorado entre os dias 24 e 25 de dezembro, quando, segundo a lenda, teria nascido de uma enorme rocha (15)Seu nome, de raiz indo-européia, significa: "troca", "contrato" e "amizade" justamente como é considerado: "amigo de todos" (16)

Como Baal e Mitra já eramconhecidos dos romanos, Aureliano (2127-275 d.C.), imperador de Roma, estabeleceu, no ano de 273 d.C. , o dia do nascimento do Sol em25 de dezembro - "Natalis Solis Invicti" - que significa: "nascimento do Sol invencível" (17) Foi a partir desse ponto que todas as forças do paganismo se unirampara atacar frontalmente a igreja do Senhor Jesus, aliciando, enganando

e infiltrando as doutrinas de iniciação aos mistérios para dentro da igreja. O catolicismo romano foi umdos resultados disso.

Mas, para que o plano desse certo, apareceu Constantino (317-337 d.C.), imperador de Roma, comuma nova maneira de abordar os cristãos. Segundo uma lenda, antes da batalha contra Maxêncio, ele teve uma visão da cruz contra o sol, e uma mensagemque dizia, "comeste sinal vencerás". Constantino era adorador do Sol, mas não há provas que ele fosse membro do mitraísmo, emcujos rituais eramusados pães marcados comuma cruz (18). De qualquer maneira, este símbolo é evidentemente pagão. (19) . Conseguindo a vitória, Constantino, aparentemente, apoiou os cristãos e decretou o Édito de Milão em313, dando liberdade de culto aos cristãos e trocando, dessa forma, a perseguição pela tolerância tão desejada. Mas também"estava resolvido a recompensar a religião de seu novo patrono de maneira digna de umImperador Romano." Privilégios e grandes somas de dinheiro foramdoados às igrejas de todas as municipalidades" (20). Ele "legalizou" o cristianismo perante o mundo pagão e "os sacerdotes cristãos tiveramdireito à mesma insenção fiscal concedida aos de outras religiões" (21) Na verdade, Constantino igualou o "cristianismo" como paganismo. Realmente, foi uma boa estratégia. Os cristãos, antes cruelmente perseguidos, agora, receberamdo imperador a liberdade de culto, e passarama enfrentar umnovo problema: a interferência do Estado na Igreja . Constantino comprou os sacerdotes romanos, conseguiu aliciar, e de fato, governou a igreja de Roma, e introduziu nela os ritos pagãos (22) Como adorador do Sol, não resta dúvida a sua influência: ele fez do dia 25 de dezembro uma festa cristã (23), para que se celebrasse o

nascimento de Cristo. Ele fez da festa de Mitra, Baal, Osíris, Apolo, e outros deuses abomináveis, a festa do nascimento de Cristo - Uma forma de sincretismo religioso.Talvez, Constantino seja considerado convertido a Cristo. Se isso for verdade, porém, ele foi devidamente utilizado para a circunstância. Esta é uma prova de que a sinceridade não livra ninguémdos erros da ignorância, e nesse caso, ignorância espiritual que

é umpecado. Repito: se Constantino realmente era salvo pelo sangue de Cristo , isto não quer dizer que ele não foi utilizado por Satanás.

Mas há evidências de que sempre existiramverdadeiros cristãos que não comemoravamo Natal. Talvez poucas, pois, a História (dos homens) jamais se preocuparia emregistrar evidências que não sejampara agradar o mundo. Porém, sempre escapa algumas dessas provas: "a comemoração do Natal a 25 de dezembro não foi passivamente aceita por todas as igrejas cristãs, emvirtude de sua identificação coma festa pagã do solstício. A controvérsia levou o clero armênio a considerar os sacerdotes romanos como idólatras".(24) "Não se sabe a data precisa do nascimento de Jesus. Os primeiros cristãos não celebravamSeu nascimento porque consideravama comemoração de aniversário umcostume pagão". (25)

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A ÁRVORE DE NATAL Como os cultos pagãos estão ligados às estações do ano, conseqüentemente deramorigemao culto solar. Porém, as estações do ano estão ligadas tambémao ciclo do florescimento da vegetação . Surgiu, assim, a adoração à plantas, particularmente à árvores. E para dar sentido à esta adoração, os pagãos associaramos seus deuses às

respectivas árvores. No Egito, por exemplo, o deus Osíris "personificava o crescimento da vegetação e das forças criadoras do Nilo" (26), sendo representado, pelo cedro. Outros deuses de outros povos, tinhamsuas representações vegetais: Átis, o abeto (pinheiro), Júpiter , a azinheira, Apolo, o louro, e mais uma infinidade de outros deuses e suas árvores, que não vale a pena mencionar aqui. (27) Contudo, a Bíblia registra sobre esta abominável modalidade de culto pagão, quando fala sobre a Ashera. Esta era uma deusa cananéia, chamada tambémde "Ashera-do Mar", ou "Senhora do Mar", cujo filho era o tão mencionado Baal. (28) Símbolo da fertilidade, para quemera praticada a prostituição cultual, pois tinha o seu equivalente: Asterot (ou Astoret) e Astarte - deusa semítica da vegetação (29). Era representada por uma figura feminina nua, segurando os dois seios, numa atitude de lascívia. Era também representada por uma espécie de árvore, provavelmente trabalhada. Esta representação é citada emvárias passagens bíblicas : I Reis 16:33; 18:19; II Reis 13:6; 17:16; 18:4; 21:3; etc,. Havia tambémpara esta deusa, imagens esculpidas (II Reis 21:7), vasos (II Reis 23:4), cortinas (II Reis 23:7), e profetas (I Reis 18:19).

Porém, quando Gideão destruiu o altar de Baal e cortou a Ashera, mostrou que se tratava de uma árvore: "

disse

o Senhor a Gideão; Toma

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umdos bois de teu pai, a saber, o segundo boi de sete anos, e derriba o altar de Baal que é de teu pai, e corta a asera que está ao pé dele. Edifica ao Senhor teu Deus umaltar no cume deste lugar forte, na forma devida; toma o segundo boi, e o oferece emholocausto, coma lenha da asera que cortaste". (Juízes 6:25-26) Ora, lenha não se tira de uma estátua, e simde árvores. Outra prova evidente está na seguinte passagem:

"Não plantarás nenhuma árvore como asera , ao pé do altar do Senhor teu Deus, que fizeres". (Deuteronômio 16:21). Segundo Davis, a Ashera, cujo plural é Asherim, é o nome de algumtronco de árvore da qual eramtirados os ramos, e se tornava símbolo de uma deusa comeste nome de Aserá ." (30) Na Bíblia de tradução de João Ferreira de Almeida, na versão "Revista e Atualizada" é traduzido por "bosque" ; na versão "De Acordo comos Melhores Textos emHebraico e Grego", como tambémna esgotada "Tradução Brasileira" mantém-se a palavra original - Ashera. Porém, uma coisa está bemclaro: Esta deusa, representada, às vezes, por uma estatueta, era tambémrepresentada por uma árvore considerada sagrada, ou o seu tronco, pois ela podia ser plantada. (Deuteronômio 16:21). Hoje, o enfeitado pinheiro de Natal tomou o lugar da Ashera . Ele é colocado até defronte dos púlpitos, como se o Senhor Jesus tivesse algo a ver comtão abominável símbolo. No passado, o pinheiro estava ligado aos povos bárbaros, e o culto à árvores sagradas era muito apreciado pelos romanos.Eles tinham, por exemplo, o carvalho sagrado de Diana, localizado numbosque tambémconsiderado sagrado - o "Santuário de Nemi". (31) Os bárbaros, particularmente os germanos e celtas, criamno chamado "espírito da árvore", entidades que habitavamdentro das árvores, principalmente nos carvalhos mais velhos. Daí se originaramos druídas - sacerdotes oficiantes de uma série de magias e rituais. Os druídas pertenciamà uma classe recrutada entre as crianças da aristocracia guerreira, e tinhamgrandes poderes dentro da sociedade

celta. A palavra druída - druí (singular), e druad (plural) provavelmente significa: sabedoria grande, profunda sabedoria do carvalho (32). E entre suas atividades se incluiamsacrifícios humanos. (33) Para os germanos, o carvalho era a árvore do deus Donar, chamado tambémde Thor, Odin, Wodan. E foi comeles que, o pinheiro de Natal teve o seu impulso inicial, dado provavelmente por missionários católicos. Conta a lenda que Vilfrido , umdesses missionários, quando pregava aos pagãos da Europa, teve problemas como culto às árvores. Emfrente

à sua igreja havia umvelho carvalho, e os bárbaros criamque ali dentro habitava umespírito. Na tentativa de convencê-los que suas crenças eraminfundadas, ele resolveu derrubar a árvore. Coincidentemente, armou-se uma tempestade e no momento emque a árvore caiu, umraio despedaçou o seu tronco, espalhando-o por todos os lados. Havia, porém, umpinheirinho no local da queda que nada sofreu.

Para os bárbaros, ficou óbvio que era a manifestação de Donar, acompanhado de sua comitiva : tempestade e relâmpagos. Portanto, não tinhamnada a perder quando Vilfrido declarou que aquela manifestação era do Deus dos cristãos, e que o pinheirinho passara a ser do menino Jesus. (34) Outra história (se é lenda não sei), conta que Bonifácio (673-754 d.c.), quando encontrou os bárbaros adoradores de árvores, emGeismar, Alemanha - centro religioso desses povos - resolveu derrubar umvelho carvalho, e coma madeira edificou uma igreja emhomenagema "são" Pedro. (35)

O culto às árvores sempre sobreviveu, e em1539 havia ornamentação comárvores nas casas e nas igrejas. Em1671, havia comemorações na

França, comárvores enfeitadas, provavelmente introduzidas por Charlotte Elizabette da Baviera, princesa do Palatinado; e assimchegou até aos nossos dias. (36) Quanto aos enfeites das árvores de Natal, segundo a Enciclopédia Delta Universal (vol. 10 pag. 5608, da edição de 1980), são diversas as suas procedências. Provavelmente começaramcomos escandinavos que decoravamsuas árvores comredes de pescas, assimcomo os poloneses que o faziamcomvelas e ornamentos de papel brilhante.

O PAPAI NOEL Dentre todos os símbolos, este é o que aparentemente não temligação como paganismo das civilizações antigas. Provavelmente, o Papai Noel surgiu no século passado, quando Thomas Nast, pintor norte-americano, criou esta figura sorridente de barbas brancas. (37) Muitas pessoas pensamque o Papai Noel seja o elemento principal que deu origemao crescente consumismo das festas natalinas - o que não deixa de ser verdade. Porém, se analisarmos melhor veremos que, mais do que o consumismo, ele temuma importância fundamental para realçar o Natal. Quando examinamos a origempagã do Natal, buscamos as fontes no passado, quando os cultos à deuses estranhos eramde grande importância para os pagãos. O pretexto para manter aqueles cultos foi colocar o Senhor Jesus no meio de uma festa que não temnada a ver comEle. Atualmente, os rituais forammantidos, mas os deuses foramesquecidos, e a pessoa do Senhor Jesus se torna dispensável, pois, para o mundo, não tema menor importância se o Natal corresponde ou não ao nascimento de Jesus. Somente para os crentes, que queremdefender estas festividades pagãs, é que seria interessante manter esta grande mentira. Para os católicos, seria tambéminteressante manter a festa de Natal, como o nascimento de Cristo, mesmo sabendo que é uma grande mentira. Restou, portanto, para o mundo emgeral, a necessidade de umídolo que fosse mais conveniente para manter "o espírito do Natal" , visto que nemtodo mundo poderia ser tão "religioso". Este ídolo teria que servir tanto para o católico menos fervoroso, para o crente ecumênico, como tambémpara umateu. Pois, o importante é a imagem, os ritos mágicos, e o espírito do Natal. No passado, houve cristãos fiéis que combateramestas festas, como já foi mencionado. Os puritanos, na Inglaterra, proibiramos festejos

natalinos em1644, tendo o mesmo ocorrido na Escócia. Esta proibição conseguiu atingir os territórios puritanos dos EUA, que só comemoraram

o Natal cerca de 200 anos depois, em1836. (38) Tinha-se de manter, portanto, ummeio de garantir a festa de Natal.

Era necessário criar uma imagemque fosse bemaceita pelo público - uma imagemagradável - definitivamente associada à festa de Natal. E o

Papai Noel foi criado especialmente para cativar as crianças - criando desse modo umlaço de afetividade que dificilmente seria destruído, mesmo quando esta criança, se tornando adulta, soubesse que o Natal é uma grande mentira.

E quemhoje, entre os cristãos, aceitaria combater esta festa que, na verdade, é uma abominação? Existe uma grande pressão, que infelizmente influencia o próprio meio evangélico.

O Papai Noel, porém, não tinha somente esta finalidade. Não há mais Mitra, nemApolo ou Baal no panteão de algumpovo. Na festa de Natal

sobraramapenas os símbolos: a guirlanda, a árvore, os presentes, as velas, os enfeites, as estrelas - objetos inanimados, de origempagã, mas nenhuma figura viva.

Se realmente o Senhor Jesus tivesse nascido no dia 25 de dezembro, semdúvida seria o representante ideal, e não precisaria de uma outra figura. Porém, é o Papai Noel que está emdestaque, e não o Senhor Jesus; é o Papai Noel quemmove a festa, a quemse atribui a distribuição dos presentes - uma grande mentira - pois, até as crianças sabemde onde vemo dinheiro do presente. Mas, ele é tido como benfeitor e amigo de todos (como Mitra), simplesmente porque o Papai Noel é a reencarnação de Baal, Apolo, Osíris e Mitra.

A sua criação baseia-se nas lendas sobre Nicolau, umsuposto santo do séc. III a IV da era cristã, da cidade de Mira, na Ásia Menor.

Conta-se que Nicolau, herdeiro de grande riqueza, a distribuiu entre os pobres e as crianças "que não tinhamcomque se alegrar durante o Natal". (39)

Como ele se tornou o "santo protetor" de diversas causas no meio popular, "para cada caso foramcriados episódios de sua vida para justificar

a devoção" é "considerado protetor das crianças, dos marinheiros

homens ricos, dos ladrões". (40). Podemos dizer que é um"santo" para "quebrar qualquer galho", razão pela qual foi escolhido para dar origem

das noivas, dos comerciantes, dos escravos, dos sentenciados, dos

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à

figura de Papai Noel.

O

ANO NOVO

O

festival do Ano Novo está ligado ao deus pagão Janus, de onde veio o mês de Janeiro - Januárius.

Janus é o deus romano que protege os átrios e os lares. É representado por uma cabeça comdois rostos: umolhando para o passado e outro para o futuro, dando a entender (segundo a crença) que temtotal conhecimento tanto do passado como do futuro. Em1º de Janeiro, emsua

honra, os romanos trocavampresentes entre si. (41)

A GUIRLANDA

Dentre os costumes pagãos, havia o de presentear as pessoas comramos verdes, nas festas do Ano Novo, emJaneiro. Cria-se que carregando os ramos para dentro de casa, estariamtrazendo as bênçãos da natureza, pois, "para os pagãos, a natureza é portadora de espíritos e divindades". (42). Talvez venha daí o surgimento da guirlanda dos dias de hoje.

O Natal, na verdade, é umsincretismo religioso feito nos séculos III e IV d.C., para que pudesse ser passado à posteridade todos os rituais e

abominações pagãs.

É uma festa pagã, onde o nome do Senhor Jesus foi usado apenas como pretexto, fazendo-O de palhaço e espetáculo para o mundo.

Se pensamos que toda aquela simbologia era válida apenas para a época emque os pagãos cultuavamseus deuses, estamos enganados. Se assimfosse , não haveria razão de mantê-las nesta festa.

Há uma dupla finalidade na existência do Natal:

Alémdas mensagens inerentes, há umatrativo que chama todo mundo à participar do seu ritual . Assimcomo a Saturnália foi para os romanos,

o Natal é para o mundo - tornando cada participante umcúmplice de sua magia. Foi uma forma que Satanás achou para oferecer a sua ilusória

proposta de paz e harmonia, transformando assimo mundo na "Saturnia Tellus". Por outro lado, suas simbologias, rituais, mensagens ocultas, destinadas aos praticantes dos rituais de ocultismo, bruxaria e feitiçaria são rituais pagãos que sobreviveramaté os dias de hoje.

As evidências desta verdade, alémdo que foi mostrado até agora nesse trabalho, são as crescentes publicações de magia, bruxaria, ocultismo, adivinhação, facilmente encontrados emqualquer banca de jornal ou livraria, onde estão tambémincluídas as simbologias de Natal. Uma das grandes provas da ligação do Natal comrituais de magia, é o chamado "espírito do Natal", onde o ambiente é modificado pelos enfeites - símbolos de significados ocultos. Juntamente comas músicas, é criado umclima de mistério, e esta sensação atinge qualquer pessoa de qualquer crença, católicos, espíritas, possivelmente budistas, muçulmanos, e até os ateus, criando uma espécie de confraternização.

O estranho é que atinge incrédulos e crentes, o que evidencia que esta magia existe e temgrande poder de penetração no mundo.

Como o povo de Deus poderia participar desta festa, sabendo de sua ligação como ocultismo, magia, e feitiçaria? Está evidente a finalidade do Natal como portador de mensagens - não bíblicas - mas mensagens destinadas aos que perecem.

Nós é que procuramos cristianizar o Natal. Se o mundo age desta forma, não é de admirar, pois faz o que lhe é próprio. Mas os filhos de Deus que têma função e a responsabilidade de ser luz do mundo e sal da terra, quando comemoramo natal - sabendo o que ele significa - se fazempior do que o mundo, pois desvirtuam totalmente a sua função. Jesus disse:

"Vós sois o sal da terra; mas se o sal se tornar insípido, comque se há de restaurar-lhe o sabor? Para nada mais presta, senão para ser lançado fora, e ser pisado pelos homens. Vós sois a luz do mundo. Não se pode esconder uma cidade situada sobre ummonte; nemos que acendemuma candeia a colocamdebaixo do alqueire, mas no velador, e assimilumina a todos que estão na casa. Assimresplandeça a vossa luz diante dos homens, para que vejamas vossas boas, e glorifiquema vosso Pai, que está nos céus". (Mateus 5:13-16) . Devemos nos distinguir deste século mau, pois para isto estamos aqui! Não somos iguais ao mundo - apesar de estarmos sujeitos às mesmas paixões e pecados - depois de sermos atingidos pela graça de Deus, na pessoa do Senhor Jesus, temos armas espirituais para não andarmos mais como escravos do pecado do mundo e do diabo. E estamos aguardando a redenção total, na Sua volta. Como servos de Deus, é necessário que o nosso testemunho seja completo. Quando procuramos fazer a vontade de Deus, cumprindo o mandamento de sermos o sal da terra, a luz do mundo, é inevitável termos atitudes diferentes dos incrédulos .

Quando fazemos isto, muitos nos acusamde fanáticos, radicais, extremistas, ou

não termos amor para comos outros. Não sabendo eles

que foi exatamente este o exemplo dado pelo próprio Senhor e pelos Seus discípulos, como Estêvão e Paulo (Marcos 11:15-18; João 2:13-16; Atos 7:2-51; 17:32-33). Seremos os juízes que julgarão o mundo e até os anjos (ICoríntios 6:2,3); não podemos, portanto, nos conformar comeste mundo (Romanos 12:2) (IICoríntios 7:1), "visto que a amizade do mundo é inimizade contra Deus "(Tiago 4:4). Jesus, antes de ser entregue para ser crucificado, orou: "Não rogo que os tires do mundo, mas que os guardes do Malígno". (João 17:15) Quando, para não sermos antipáticos, participamos e nos harmonizamos como mundo, estamos sendo cúmplices do mal, sendo pedras de tropeço para a ação de Deus a favor do próprio mundo! O mundo precisa ver gente transformada ao caráter de Jesus. Só Deus - quando Lhe somos fiéis, tomando a posição de agradá-Lo - fará esta mistura : não sair do mundo, mas ser guardado do malígno.

A Bíblia nos exorta:

" não

emtoda a bondade, e justiça e verdade), provando o que é agradável ao Senhor; e não vos associeis ás obras infrutuosas das trevas, antes, porém, condenai-as; " (Efésios 5:7-11) .

A mensagemestá bemclara: Não devemos nos associar às obras infrutuosas das trevas, e simcondená-las.

Não se esconda atrás de desculpas comestas:

"O nosso Natal é diferente"- Isto é mentira, pois, alémde comemorarmos na mesma data, tambémadotamos os mesmos costumes dos incrédulos. "Estamos comemorando o nascimento de Jesus"- Outra mentira, pois o Senhor Jesus não nasceu nesse dia, e, o fato de não ser mencionado

na Bíblia a data do Seu nascimento, é justamente para evitar a Sua comemoração. Na verdade, quando comemoramos o Natal, estamos comemorando a Mitra, Baal, e outros deuses, que se encarnaramno Papai Noel. "Santificamos o Natal" - Santificaria o cristão uma mentira, uma farsa? "O que vale é a intenção"- Coma intenção ninguémfoi salvo. Coma intenção podemos cometer os mais abomináveis crimes.

"Jesus é o sol da justiça" - Uma das possíveis alegações, é que Deus permitiu que os povos pagãos adorassemos deuses como o deus Sol, porque quando o Senhor Jesus vier, Ele será adorado tambémcomo o "sol da justiça". Não é possível que haja alguém, realmente cristão, comtão absurda desculpa. Prefiro acreditar que Satanás sabendo que Jesus é a luz do mundo, criou falsos deuses como luz e sol, para enganar a muitos, sendo que ele mesmo se faz passar por anjo de luz. (II Cor.11:14)

O que faz comque o cristão participe dessa festa, na verdade, é a pressão, a provação que ele passa.

Como foi mencionado antes, o "espírito do Natal" realmente existe, e é uma espécie de magia criada para envolver, enlaçar, prender as pessoas à esta festa.

O cristão, diante dos familiares, dos irmãos da igreja, no serviço e na sociedade emgeral, onde é comemorado o Natal, sofre realmente uma

pressão. Mas é justamente aí que ele deve dar o verdadeiro testemunho. Quanto mais ele se negar a participar dessas festas pagãs e abomináveis, mais vai se distinguir do mundo, sendo luz e sal da terra, brilhando mais diante das trevas, e exalando o bomperfume de Cristo.

de

sejais participantes comeles; pois outrora éreis trevas, mas agora sois luz no Senhor; andai como filhos da luz (pois o fruto da luz está

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RESUMO

PORQUE COMEMORAMOS O NATAL Por falta de crescimento espiritual; por causa do velho homem, o homemadâmico que existe emnós, e que ainda predomina; por causa da tradição cega, a que ainda nos prendemos. Enfim, enquanto cada umde nós ainda persiste emcontinuar como crente carnal, prevalece o mundanismo que nos prende ao engano.

PORQUE NÃO DEVEMOS COMEMORAR O NATAL Sua origeme simbologias são pagãs e anti bíblicas. Houve toda uma trama nos séculos III e IV d.C. para envolver os cristãos nesta festa, tornando-os cúmplices. Mas sempre existiramaqueles que não participaram.

É uma festa especialmente do mundo, onde suas concupiscência são satisfeitas.

É uma festa hipócrita, porque, para justificá-la, foi usada a pessoa do Senhor Jesus emvão.

É uma festa mentirosa, porque, o Senhor Jesus não nasceu no dia 25 de dezembro - Este dia é a data de comemoração dos deuses pagãos:

Osíris, Mitra, Baal, Apolo, etc.

É uma festa de caráter oculto, mágico onde se encontra o chamado "espírito do Natal" .

Portanto, se comemorarmos o Natal, estamos na verdade nos associando às obras infrutuosas das trevas (Efésios 5:11) , tornando-nos cúmplices da hipocrisia. Se justificarmos esta festa, estaremos aceitando a mentira de Satanás - "santificando" uma mentira - e negando a nossa posição de cristãos. Estaremos emfraqueza de fé, negando a autoridade que Cristo Jesus nos entregou, que é o fruto dessa fé. "Estaremos nos prendendo a umjugo desigual comos incrédulos; pois que sociedade tema justiça coma injustiça? ou que comunhão tema luz comas trevas? Que harmonia há entre Cristo e Belial? ou que parte temo crente como incrédulo?" (II Coríntios 6:14-15) .

Bibliografia

(1) DOMATO, Hernâni - História do Calendário, pag. 26 (ed. 1976) (2) HADAS, Moses et alii - Roma Imperial, pag. 132 (3) IDEM, Ibidem CINLOT, Juan Eduardo - Dicionário de símbolos, pag, 511-512, "Saturnais" (ed. 1984) (4) NERY, Isre 1 - 0 natal e seus símbolos, pag. 31-32, (ed. 1978) (5) SHERRARD, Philip et alii - Bizâncio, pag.16 (6) ABRIL, Cultural - As grandes religiões, vol. 1, pag. 124 (ed. 1973) (7) HARDEN, Donald - Os fenícios, pag. 80-81 (ed. 1968) ABRIL, Cultural - Op. cit. (8) IDEM, Ibidem (9) IDEM, Ibidem

(10) BOWLE, John et alii - Pequena enciclopédia da história do mundo, vol. 1, pag. 200-201 (ed.1964) (11) ABRIL, Cultural - Op. cit., vol. 1, pag. 124-126 (12) "Mitra o deus invicto: Mitologia e Iconografia" - Mostruário existente no Museu de Arqueologia da USP. (13) HADAS - Op. cit., pag. 135-136 (14) ABRIL, Cultural - Op. cit. (15) DONATO - Op. cit., pag. 38. "

(16) "Mitra o deus invicto

(17) "Os mistérios científicos do Natal" in Folha de São Paulo - 25/12/80, pag.2 NERY, Op. cit., pag. 31-32

(18) ABRIL, Cultural - Op. cit. (19) DAVIS, John D. - A cruz era um símbolo sagrado entre os caldeus, fenícios e os egípcios, além de outras nações orientais. Ver: "Cruz" in "Dicionário da Bíblia" (20) BOWLE - Op. cit., pag. 23316 (21) SHERRARD - Op. cit., pag.16 (22) IDEM, Ibidem (23) IDEM, Ibidem (24) LAROUSSE Grande Enciclopédia, vol.8, pag. 4736-4737, "Natal"(ed. 1970) (25) DELTA UNIVERSAL Enciclopédia, vol. 10 pag. 5608, "Natal" ((ed. 1980) (26) BURNS, Edward McNall -História da civilização ocidental, vol. 1 pag. 52-53 (27) CIRLOT - Op. cit., pag. 98-103, "A árvore". (28) HARDEN - Op. cit., pag. 80-81 (29) McKENZIE, John L. - Dicionário Bíblico, pag. 82, "Aserá" (ed. 1983)

(30) DAVIS, John D. - "Dicionário da Bíblia" pag. 57, "Aserim, Aserá, plural Aserim

(31) FRAZER, Sir James George - O ramo de ouro - Versão ilustrada. Círculo do livro, 1978. (Trata ao longo do livro, sobre as árvores sagradas, como também sobre o santuário de Nemi).

(32) POWELL T. G. E - Os celtas pag. 163 (ed. 1965) (33) IDEM, Ibidem, pag 156-157 (34) NERY, Op. cit., pag. 40 (35) IDEM, Ibidem (36) IDEM, Ibidem (37) "Atualidades Nestlé" Conheça os porquês das tradições de Natal - Jan./Mar. 1981 pag.30-31 (38) LAROUSSE Grande Enciclopédia - Op. cit. (39) "Atualidades Nestlé" Conheça os porquês das tradições de Natal (40) NERY, Op. cit., pag. 43-46 (41) DONATO - Op. cit., pag. 33 (42) NERY, Op. cit., pag. 7

" (ed. 1960)

cit., pag. 33 (42) NERY, Op. cit., pag. 7 " (ed. 1960) Transcrição de texto retirado

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04/12/13

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