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Plano de Gerenciamento dos Resíduos de Serviços de Saúde da Procuradoria Geral da República

Plano de Gerenciamento dos Resíduos de Serviços de Saúde da Procuradoria Geral da República
Plano de Gerenciamento dos Resíduos de Serviços de Saúde da Procuradoria Geral da República

Ministério Público Federal Procuradoria Geral da República Secretaria Geral Secretaria de Serviços Integrados de Saúde Secretaria de Administração

Plano de Gerenciamento dos Resíduos de Serviços de Saúde da Procuradoria Geral da República

Brasília-DF

2012

Ministério Público Federal Procuradoria Geral da República Secretaria-Geral Secretária de Serviços Integrados de Saúde Secretaria de Administração

SAF Sul, Quadra 4, Conjunto C Fone: (61) 3105-5100 70050-900 - Brasília-DF www.pgr.mpf.gov.br

Equipe conjunta do PGRSS:

Aristóteles Rodrigues de Araújo (Seamb / PGR) Carla Cristina Corrêa da Costa (SSI-Saúde/PGR) Carla Mendes de Magalhães Santos (SSI-Saúde/PGR) Erika Sakamoto Nogueira (SSI-Saúde/PGR) Maria das Graças Vale (SSI-Saúde/PGR) Simone Beatriz de Oliveira Fernandes (SSI-Saúde/PGR)

Organização

Planejamento visual e diagramação Secretaria de Comunicação Social - Secom

Normalização bibliográfica Coordenadoria de Documentação e Informação Jurídica - CDIJ

Brasil. Procuradoria Geral da República. Secretaria-Geral

Plano de Gerenciamento dos Resíduos de Serviços de Saúde da Procuradoria Geral da República. -. Brasília: PGR/SSI-Saúde/SA, 2012.

96 p.

Trabalho elaborado pela equipe conjunta da Secretária de Serviços Integrados de Saúde e da Secretaria de Administração.

1. Saúde - Resíduos sólidos - Gerenciamento - Planos. 2. Saúde - Manejo - Riscos. I. Título.

il.

CDD: 341.413

“Na natureza, nada se perde,

nada se cria,

tudo se transforma”

Adaptado dos dizeres de Antoine Laurent de Lavoisier

(1743-1794)

LISTAS DE TABELAS

Tabela 1: Classificação dos RSS pelas resoluções da

ANVISA RDC nº 306/2004 e do CONAMA nº 358/2005 13

Tabela 2: Grupo de trabalho do PGRSS da PGR, instituído pela portaria SG/MPF nº 1.261 de 22/09/11

21

Tabela 3: Identificação da Instituição

23

Tabela 4: Capacidade operacional das unidades relativa ao exercício de 2010

24

Tabela 5: Dados pertencentes do bloco E da PGR

25

Tabela 6: Número de servidores da SSI - Saúde

25

Tabela 7: Responsabilidades das divisões e seções do PGRSS

26

Tabela 8: Os resíduos foram coletados em todas as dependências pertencentes à SSI-Saúde

31

Tabela 9: Tabela dos resíduos que necessitam de tratamento interno

37

LISTA DE ILUSTRAÇÕES

Ilustração 1: Fases do manejo dos RSS da SSI-Saúde

14

Ilustração 2: Estrutura administrativa

27

LISTA DE SIGLAS

1. ANVISA – Agência Nacional de Vigilância Sanitária

2. CONAMA - Conselho Nacional de Meio Ambiente

3. IBRAM – Instituto Brasília Ambiental

4. MINTER – Ministério do Interior

5. MPF – Ministério Público Federal

6. PGR – Procuradoria Geral da República

7. PGRSS – Plano de Gerenciamento de Resíduos de Saúde

8. PNMA – Política Nacional de Meio Ambiente

9. RDC - Resolução de Diretoria Colegiada

10. RSS – Resíduos de Serviços de Saúde

11. SISNAMA – Sistema Nacional de Meio Ambiente

12 SSI - Saúde – Secretaria de Serviços Integrados de Saúde

13. EPIS - Equipamentos de Proteção Individual

SUMÁRIO

Introdução

Breve Histórico 10 Conceitos Básicos do Gerenciamento de Resíduos de Serviços de Saúde 12 Definição de Resíduo De Serviço de Saúde (RSS): 13 Classificação Dos Rss: 13 Definição Do Pgrss 13 Manejo 14 Segregação 14

8

Tratamento Interno

14

Acondicionamento

15

Identificação

15

Coleta Interna I

15

Transporte Interno

15

ArmazenamentoTemporárioouInterno

15

Coleta Interna II

15

Armazenamento Externo / Abrigo

16

Coleta Externa

16

Transporte Externo

16

Tratamento Externo

16

Disposição Final

16

Objetivos

18

Geral

19

Específicos

19

Equipe de Trabalho

20

Caracterização do Estabelecimento: Dados Gerais

22

Identificação 23 Capacidade Operacional 24 Espaço Físico 25 Caracterização de Recursos Humanos da SSI-Saúde 25 Responsabilidades do PGRSS 26 Organograma 27 Diagnóstico da Situação Atual 28 Classificação dos Resíduos Da SSI - Saúde / PGR 29 Quantidade de Resíduos Coletados por Grupo de Classificação - 2008² 31 Caracterização dos Aspectos Ambientais 32 Segregação, Identificação E Acondicionamento 34 Tratamento Interno 36 Coleta I e II , Transporte Internos e Armazenamento Temporário e Externo 38 Coleta e Transporte Externos 42 TratamenTo Externo e Disposição Final 44 Referências Bibliográficas 46 Anexos 48

INTRODUÇÃO

INTRODUÇÃO

9

As inovações tecnológicas produzidas pela inteligência humana, em- bora signifiquem avanços, podem também gerar riscos à saúde, quando não monitoradas de maneira adequada. Por isso, a qualidade do atendimento à po- pulação está intrinsecamente relacionada à monitoração desses riscos.

Os Resíduos de Serviços de Saúde (RSS) oferecem riscos à saúde e ao meio ambiente sempre que o manejo for inadequado. Qualquer descuido põe em risco todos os trabalhadores da saúde, principalmente, os que estão relacio- nados com a limpeza e coleta.

A gestão integrada de RSS deve priorizar a não geração, a minimiza-

ção da geração e , quando possível, o reaproveitamento dos resíduos, a fim de

evitar os efeitos negativos sobre o meio ambiente e a saúde pública.

De acordo com a RDC 306/04 da ANVISA, em seu Capítulo III:

O gerenciamento dos RSS constitui-se em um conjunto de procedimentos de gestão, planejados e implementados, a partir de bases científicas e técnicas, normativas e legais, com o objetivo de minimizar a produção de resíduos e pro- porcionar aos resíduos gerados, um encaminhamento segu- ro, de forma eficiente, visando à proteção dos trabalhado- res, a preservação da saúde pública, dos recursos naturais e do meio ambiente¹.

A norma, acima citada, prevê, ainda, que “todo gerador deve elaborar

um Plano de Gerenciamento de Resíduos de Serviços de Saúde - PGRSS, baseado nas características e classificação dos resíduos gerados, estabelecendo as diretri- zes de manejo dos RSS.”

O Plano de Gerenciamento de Resíduos de Serviços de Saúde (PGRSS), da

Procuradoria Geral da República (PGR), fornece as diretrizes para adequado ma-

nejo dos RSS, tendo como base as resoluções RDC 306/04 da ANVISA e CONA- MA 358/04 e, ainda, a legislação local estabelecida pelos órgãos competentes no Distrito Federal.

Tem por finalidade agir preventivamente, por meio de controles es- pecíficos e eficazes contra possíveis infecto contágios de profissionais, pacientes, visitantes, comunidades e meio ambiente de modo geral, estabelecendo de forma definida e documentada um adequado gerenciamento dos RSS.

Trata-se, portanto, de um documento elaborado a partir de vários pro- cessos sistêmicos, com avaliação e ajustes periódicos.

Parte importante desse processo é o treinamento constante da equipe.

BREVE HISTÓRICO

BREVE HISTÓRICO

11

A preocupação com o manejo dos RSS data do final da década de 70, quando o Ministério do Interior – MINTER publicou a portaria nº 53, de 1º de março de 1979, que orientou quanto ao controle dos resíduos sólidos, inclusive os de serviços de saúde, como forma de prevenir a poluição do solo, do ar e das águas.

Em 1981, foi publicada a lei nº 6938/81, que estabeleceu a Políti- ca Nacional do Meio Ambiente (PNMA), constituiu o Sistema Nacional do Meio Ambiente (SISNAMA), e instituiu o Cadastro de Defesa Ambiental e o Conselho Nacional de Meio Ambiente (CONAMA). Em 1988, a Constituição Federal, e, em 1990, a lei 8080, expressa- ram a preocupação com o cuidado de resíduos sólidos e com a preservação do meio ambiente. O governo brasileiro, nesse momento, iniciou um trabalho de organização da gestão de resíduos gerados em serviços de saúde. Em 1992, foi aprovada a Agenda 21, com propostas da comunidade internacional para a promoção do desenvolvimento sustentável e ambientalmente saudável para todos os países. Esse Tratado apontou o gerenciamento e a gestão sustentável dos resíduos perigosos como uma das principais ações em direção a sustentabilidade ambiental. Em concordância com a Agenda 21, foi publicada, em 05 de agosto de 1993, a resolução CONAMA nº 5/93, que definiu as normas mínimas para tratamento de resíduos sólidos de serviços de saúde, os procedimentos mínimos para o gerenciamento desses resíduos, a necessidade de elaboração de um pla- no de gerenciamento de resíduos sólidos, bem como, a responsabilização dos estabelecimentos geradores pelo correto gerenciamento dos resíduos, desde sua geração até a disposição final. Tal resolução foi a primeira a classificar os resídu- os de serviços de saúde. Dando continuidade a regulamentação do gerenciamento dos RSS, foi publicada, no ano de 2003, a RDC nº 33/03 pela ANVISA, que, além de estabe- lecer normas para o PGRSS, reforçou a necessidade de se prevenir riscos à saúde e ao meio ambiente e estabeleceu nova classificação para esses resíduos. Em 2004, a ANVISA publicou a RDC nº 306, revogando a RDC nº 33/03, definindo o Regulamento Técnico para o gerenciamento dos resíduos de serviços de saúde. Em abril de 2005, o Conselho Nacional do Meio Ambiente (CONA- MA), publicou a resolução nº 358, corroborando com a atual RDC nº 306/04 da ANVISA.

CONCEITOS BÁSICOS DO GERENCIAMENTO DE RESÍDUOS DE SERVIÇOS DE SAÚDE

CONCEITOS BÁSICOS DO GERENCIAMENTO DE RESÍDUOS DE SERVIÇOS DE SAÚDE

13

Definição de Resíduo de Serviço de Saúde (RSS):

Resíduo de Serviço de Saúde ou RSS, por definição, é o resíduo resultante de atividades exercidas por estabelecimento gerador que, por suas características,necessitam de processos diferenciados no manejo, exigindo ou não tratamento prévio para a disposição final.

Classificação dos RSS:

Os RSS são classificados em cinco grupos, de acordo com a caracterís- tica principal do resíduo e potencial de risco, a saber:

Classificação dos RSS pelas resoluções da ANVISA RDC nº 306/2004 e do CONAMA nº 358/2005.

GRUPO

CARACTERÍSTICAS

A

Biológico

B

Químico

C

Radioativo

D

Semelhante aos domiciliares e recicláveis

E

Perfurantes, cortantes e abrasivos

Tabela 1: Classificação dos RSS pelas resoluções da ANVISA RDC nº 306/2004 e do CONAMA nº 358/2005.

Definição do PGRSS

O Plano de Gerenciamento dos Resíduos de Serviços de Saúde (PGRSS) é o documento que aponta e descreve as ações relativas ao manejo de resí- duos sólidos, que correspondem às fases de manejo: segregação, acondiciona- mento, coleta, armazenamento, transporte, tratamento e disposição final. Deve considerar as características e riscos dos resíduos, as ações de proteção à saúde e ao meio ambiente e os princípios da biossegurança de empregar medidas técni- cas, administrativas e normativas para prevenir acidentes. O PGRSS deve contem- plar medidas de envolvimento coletivo. O planejamento do programa deve ser feito em conjunto com todos os setores, com as responsabilidades e obrigações de cada um definidas em relação aos riscos.

14

Manejo

O manejo dos RSS é entendido como a ação de gerenciar os resíduos

em seus aspectos intra e extra estabelecimento, desde à geração até a disposição final, incluindo as seguintes etapas.

MANEJO DO RSS

SEGREGAÇ‹O ACONDICIONAMENTO IDENTIFICAÇ‹O TRATAMENTO ARMAZENAMENTO TEMPOR˘RIO OU INTERNO TRANSPORTE INTERNO
SEGREGAÇ‹O
ACONDICIONAMENTO
IDENTIFICAÇ‹O
TRATAMENTO
ARMAZENAMENTO TEMPOR˘RIO
OU INTERNO
TRANSPORTE INTERNO
COLETA INTERNA I
COLETA INTERNA II
ARMAZENAMENTO
EXTERNO / ABRIGO
COLETA EXTERNA
TRANPORTE EXTERNO
DISPOSIÇ‹O FINAL

Ilustração 1: Fases do manejo dos RSS da SSI-Saúde.

Segregação

A segregação consiste em separar e colocar os resíduos nos locais

designados, com cuidados especiais para evitar o manuseio indevido ou o seu desprendimento. Esta etapa envolve todos os profissionais da instituição, pois é realizada pela pessoa que produz o resíduo no ponto de geração. A separação deve ser feita sempre na origem, pois não se admite ma- nuseio posterior.

O principal objetivo não é apenas reduzir a quantidade de resíduos

com risco biológico, mas também criar uma cultura organizacional de segurança

e do não desperdício com a reutilização de alguns resíduos.

Tratamento Interno

Aplicação de métodos, técnicas ou processos que reduzam ou eliminem os riscos de contaminação dos resíduos de serviços de saúde, com o objetivo de evitar danos ocupacionais ou ao meio ambiente.

15

Acondicionamento

É o ato de isolar o resíduo por meio do ensacamento ou engarrafa-

mento.

A principal função do acondicionamento adequado dos RSS é isolar

os resíduos do meio externo, evitando contaminação e mantendo afastados os vetores.

Identificação

A identificação dos RSS por símbolos permite o reconhecimento dos

resíduos contidos nos sacos e recipientes, fornecendo informações sobre o correto

manejo do material.

Coleta Interna I / Transporte interno

Consistem na retirada e na movimentação dos resíduos no estabeleci- mento, ou seja, o translado dos resíduos do ponto de geração até o local destina- do ao armazenamento temporário ou externo com a finalidade de apresentação para coleta. Deve ser realizado de acordo o roteiro e horários previamente defini- dos para não coincidir com a distribuição de roupas, alimentos e medicamentos, períodos de visita ou de maior fluxo de pessoas ou de atividades. E, ainda, sepa- radamente em carros coletores específicos a cada grupo de resíduos.

Armazenamento temporário ou interno

Local para onde são encaminhados os resíduos devidamente acondi- cionados. Deve ser de fácil acesso para o sistema de coleta. Na PGR, este armazenamento é realizado apenas para os resíduos do grupo D recicláveis e não-recicláveis.

Coleta Interna II

É a retirada e translado dos resíduos do armazenamento temporário

até o local destinado a coleta externa, em horários pré-estabelecidos. Na licitação da empresa responsável por realizar esse serviço, devem ser exigidos o uso de EPIs pelos funcionários, o registro no IBRAM da empresa e, ainda, o treinamento da equipe que estará envolvida no processo.

16

Armazenamento externo

Consiste no local destinado ao depósito de resíduos do grupo D não- recicláveis, onde se encontram containers devidamente identificados e tampados até a coleta realizada pelo SLU (Seviço de Limpeza Urbana).

Abrigo de RSS

Na PGR foi adotado o Abrigo Reduzido que é exclusivo para os RSS. A RDC nº 306/2004 permite este tipo de abrigo quando o estabelecimento não excede a geração semanal de 700 litros ou 150 litros diários.

Coleta externa

É a retirada e translado dos resíduos do armazenamento externo pela empresa responsável pela destinação final dos resíduos. Na PGR ela é realizada de 3 maneiras:

1 - Pelo SLU - que coleta os resíduos do grupo D não-recicáveis.

2 - Pela empresa contratada para coleta de RSS semanalmente.

3 - Pela cooperativa de catadores que coleta os resíduos do grupo D recicláveis.

Transporte externo

Remoção dos resíduos do armazenamento externo da unidade de saú- de até o local de tratamento ou disposição final. As empresas prestadoras de serviços terceirizados devem possuir a licença ambiental para o tratamento ou disposição final dos RSS, além de do- cumento de cadastro emitido pelo órgão responsável de limpeza urbana para a coleta e transporte dos resíduos.

Tratamento externo

Aplicação de métodos, técnicas ou processos que reduzam ou eliminem os riscos de contaminação dos resíduos de serviços de saúde, evitando assim, danos ocupacionais ou ao meio ambiente. No caso dos RSS estes sofrem processo de incineração.

Disposição final

Consiste na disposição de resíduos no solo, previamente preparado para recebê-los, obedecendo a critérios técnicos de construção e operação, e com licenciamento ambiental de acordo com a resolução CONAMA 237/97.

OBJETIVOS

10 25 65 40
10
25
65
40

19

10

25

40

65

Geral

Definição de medidas de segurança e de saúde para o trabalhador para garantir a integridade física das pessoas direta e indiretamente envolvidas no processo e a preservação do meio ambiente. O plano visa minimizar a gera- ção de resíduos e proporcionar aos resíduos gerados um encaminhamento efi- ciente e seguro.

Específicos

Melhorar as medidas de segurança e higiene no ambiente da SSI -Saúde;

prevenir infecção cruzada e acidentes ocupacionais;

reduzir o volume e a massa de resíduos contaminados;

estabelecer procedimentos adequados para o manejo de cada gru- po em todas as fases de manejo;

estimular a reciclagem dos resíduos comuns não contaminados; e

estimular mudança de comportamento e atitude por meio de trei- namentos continuados.

EQUIPE DE TRABALHO

EQUIPE DE TRABALHO

21

NOME

CARGO

FORMAÇÃO

Ana Zoraya de Oliveira Monteiro

Técnico Administrativo

Engenharia Civil

Aristóteles Rodrigues de Araújo

Técnico Administrativo

Pedagogia

Carla Cristina Corrêa da Costa

Técnica de Saúde - Laboratório

Química

Carla Mendes de Magalhães Santos

Analista de Saúde - Odontologia

Odontologia

Cleidiane Santos Rodrigues de Carvalho

Técnica de Saúde - Enfermagem

Enfermagem

Elisane Tavares da Silva

Técnica de Saúde - Enfermagem

Enfermagem

Érika Sakamoto Nogueira

Técnica de Saúde - Consultório Dentário

Odontologia

Leandro Alves Rabelo

Técnica de Saúde - Consultório Dentário

Odontologia

Maria das Graças Vale

Analista de Saúde - Laboratório

Farmácia e

Bioquímica

Messias Dias de Araújo Júnior

Analista de Saúde - Cardiologia

Medicina

Milena Pereira dos Santos

Técnica de Saúde - Consultório Dentário

Odontologia

Rodrigo Ferreira Lopes

Técnico Administrativo

2º Grau Completo

Simone Beatriz de Oliveira Fernandes

Analista de Saúde - Enfermagem

Enfermagem

Tabela 2: Grupo de trabalho do PGRSS da PGR, instituído pela portaria SG/MPF nº 1.261 de

22/09/11.

CARACTERIZAÇÃO DO ESTABELECIMENTO:

DADOS GERAIS

CARACTERIZAÇÃO DO ESTABELECIMENTO: DADOS GERAIS

23

IDENTIFICAÇÃO

Instituição

Procuradoria Geral da República - MPF

Secretaria de Serviços Integrados de Saúde

Divisão de Assistência Médica e Perícias; Divisão de Assistência Odontológica e Perícias; Divisão de Saúde Psicossocial; Seção de Análises Clínicas; Seção de Enfermagem; Seção de Serviços de Secretaria.

Responsável Técnico pela Secretaria

Secretário de Saúde – Dr. Messias Dias de Araújo

 

Júnior

Responsável Técnico pelo PGRSS

Secretário de Saúde – Dr. Messias Dias de Araújo

 

Júnior

Referência em

Promoção de saúde, prevenção de doenças, assistência

e

recuperação de membros e servidores do MPF, ativos

e

inativos, e seus dependentes.

Natureza da Instituição

Pública

Endereço

Setor de Autarquias Federais Sul, Quadra 04, Conjunto C, Ed. Procuradoria Geral da República

CEP

70.050-900

PABX

(61) 3105 – 5100

Fax

(61) 3105 – 6697

E-mail

messias@pgr.mpf.gov.br

Localização

Brasília – Distrito Federal

Horário de funcionamento da PGR

De 2ª a 6ª feira das 9h às 19h

Horário de funcionamento da SSI-Saúde

De 2ª a 6ª feira das 7h às 19h

Tipo de atividade

Serviço de Assistência à Saúde

Número de leitos

Não se aplica

Tabela 3: Identificação da Instituição.

24

CAPACIDADE OPERACIONAL

 

Descrição da capacidade operacional da Divisão de Assistência Médica e Perícia - 2010

 

Unidades

Junta Médica

Homologação de

Perícias

Consultas

Exames

 

Atestados

Médicos

Seção de Medicina do Trabalho e Perícia

Seção de Assistência Médica

527

18.472

-

17.101

1.321

Seção de Métodos e Diagnósticos Não-Invasivos

Descrição da capacidade operacional da Divisão de Assistência Odontológica e Perícia - 2010

Unidades

Atendimentos Clínicos

Auditorias Clínicas

Seção de Assistência Odontológica

7.131

2.201

Descrição da capacidade operacional da Divisão de Saúde Psicossocial - 2010

Unidades

Atendimentos

Junta Médicas e Auditorias

Seção de Saúde Mental

1.588

-

Setor de Serviço Social

561

-

Descrição da capacidade operacional da Seção de Análises Clínicas - 2010

 

Unidades

Atendimentos

Exames

Laboratório

1.397

34.296

de Análises

Clínicas

Descrição da capacidade operacional da Seção de Assistência e Enfermagem - 2010

Unidades

Atendimentos

Procedimentos

Enfermagem

6.136

11.044

Tabela 4: Capacidade operacional das unidades relativa ao exercício de 2010.

25

ESPAÇO FÍSICO - 2008

Área Total da SSI-Saúde

23.226 m²

Quantidade de prédios

01

Número de pavimentos

02

Tabela 5: Dados pertencentes do bloco E da PGR.

CARACTERIZAÇÃO DE RECURSOS HUMANOS DA SSI-SAÚDE - 2010

 
 

Servidores

 

Cargo ou Função

Prestadores de

 

Servidores

Serviços

Estagiários

Total

Analistas de Saúde

39

-

-

39

Técnicos de Saúde

24

-

-

24

Técnicos Administrativos

10

2

-

12

Estagiários

-

-

4

4

Recepcionistas

2

5

-

7

Serviços de copa

-

4

-

4

Serviços Gerais

-

15

-

15

Guardetes

-

3

-

3

Total de trabalhadores

75

29

4

108

Tabela 6: Número de servidores da SSI - Saúde.

26

RESPONSABILIDADES DO PGRSS

 

Nível

Responsabilidades

Responsável

Direção Apoiar as ações da equipe responsá- vel pelo desenvolvimento do PGRSS, assegurando o correto manuseio dos resíduos garantindo a segurança das pessoas direta e indiretamente en- volvidos e do meio ambiente.

Secretário de Serviços Integrados de Saúde – SSI-Saúde

Equipe Responsável pelo PGRSS

Implementar e assegurar a manu- tenção do PGRSS e a aplicação das normas de segurança e legislação específica da saúde e do meio am- biente; Colaborar com a prevenção de in- fecções relacionadas com os RSS e com a aplicabilidade das normas e legislação pertinentes; Zelar pela saúde ocupacional dos trabalhadores envolvidos e monito- rar os riscos existentes no processo.

Grupo de trabalho de elaboração do PGRSS, composto de: 1 analista de saúde enfermagem, 1 analista de saúde odontologia, 1 analista de saúde cardiologia, 1 analista de saúde laboratório , 1 técnico de saú- de laboratório, 3 técnicos de saúde Consultório Dentário, 3 técnicos de saúde enfermagem e 3 técnicos ad- ministrativos .

Responsável Técnico pelo PGRSS

Garantir a execução do PGRSS e das normas de manejo interno de resí- duos.

Secretário de Serviços Integrados de Saúde

Divisão de Assistência Médica e Perícia

Garantir a execução do PGRSS e das normas de manejo interno de resí- duos.

Analista responsável pela Divisão de Assistência Médica e Perícia

Divisão de Assistência Odontológica e Perícia

Garantir a execução do PGRSS e das normas de manejo interno de resí- duos.

Analista responsável pela Seção de Assistência Odontológica.

Divisão de Saúde Psicossocial Garantir a execução do PGRSS e das normas de manejo interno de resí- duos.

Analista responsável pela Seção de Assistência Psicossocial.

Seção de Análises Clínicas Garantir a execução do PGRSS e das normas de manejo interno de resí- duos.

Farmacêutica bioquímica responsá- vel pela Seção de Análises Clínicas

Seção de Enfermagem Garantir a execução do PGRSS e das normas de manejo interno de resí- duos.

Enfermeira responsável pela Seção de Enfermagem.

Tabela 7: Responsabilidades das divisões e seções do PGRSS.

27

de

Secretaria

Estatística

Recepção

Seção de

Setor de

Setor de

Serviços

Mental

Setor Social

Psico-social

Divisão de

de

de

Saúde

Seção

Serviço

Saúde

Continuada

Educação

Seção de

de

Apoio

Setor

de Métodos

Diaguinósticos

e Não-Invasivos

Técnico

Setor

Médica

Seção

de

e Perícias

Secretaria de Serviços Integrados de Saúde

Divisão

Assistência

Médica

e

e

Endocrinologia

Oftalmologia

Cardiologia

Mastologia

Ginecologia

Seção de

Pediatria

Nutrição

Setor de

Setor de

Setor de

Setor de

Setor de

Setor de

Médica

Clínica

Assistência

de Medicina

Arquivamento

Médica

e

Trabalho

Setor Apoio de e

do Perícias

Oficial

Junta

Seção

Enfermagem

Seção de

Odontopediatria

Odontológica

Odontológica

Odontológica

Odontologia

Assistência

Assistência

Divisão de

Preventiva

Dentistíca

e Perícias

Seção de

Setor de

Setor de

de

Setor de

Setor de

Perícia

Apoio

Setor

de Análises

de

Seção Clínicas

Apoio

Setor

Organograma

Ilustração 2: Estrutura administrativa. Ressalta-se que Seção de Análises Clínicas (Laboratório de Análises Clínicas) da PGR não possui estrutura organizacional documentada segundo a RDC

302/05.

DIAGNÓSTICO DA SITUAÇÃO ATUAL

DIAGNÓSTICO DA SITUAÇÃO ATUAL

29

Classificação dos Resíduos da SSI - Saúde / PGR

Os resíduos são divididos de acordo com a RDC ANVISA 306/04 e CONAMA nº 358/05, conforme descrito abaixo:

Grupo A

RISCO

BIOLÓGICO

Resíduos com a possível presença de agentes biológicos que, por suas características de maior virulência ou concentração, podem apresentar risco de infecção. São divididos em:

Tipo A1 - Resíduos que necessitam de tratamento específico: sobras de amostras de laboratório contendo sangue ou líquidos corpóreos, recipientes e materiais resultantes do processo de assistência à saúde contendo sangue ou líquidos corpóreos na forma livre.

Tipo A2 - Não há geração.

Tipo A3 - Não há geração.

Tipo A4 - Resíduos que não necessitam de tratamento: sobras de amos- tras de laboratório e seus recipientes contendo fezes, urina e secreções; recipientes e materiais resultantes do processo de assistência à saúde, que não contenham sangue ou líquidos corpóreos na forma livre.

Tipo A5 - Não há geração.

30

Grupo B

RISCO QUÍMICO

Resíduos contendo substâncias químicas que podem apresentar risco à saúde pública ou ao meio ambiente.

Tipo B1 - Não há geração.

Tipo B2 - Resíduos perigosos: antimicrobianos, hormônios sintéticos e materiais descartáveis por eles contaminados; medicamentos venci- dos, contaminados, interditados, parcialmente utilizados e demais me- dicamentos impróprios para consumo; objetos perfurocortantes conta- minados com produto químico perigoso.

Tipo B3 - Resíduos químicos perigosos: resíduo tóxico, corrosivo, infla- mável, explosivo, reativo, genotóxico ou mutagênico, conforme NBR 10004; mercúrio e outros resíduos de metais pesados; saneantes e domissanitários; líquidos reveladores e fixadores de filmes (centro de imagem); efluentes de equipamentos automatizados utilizados em análises clínicas; e quaisquer resíduos do GRUPO D, comuns, com risco de estarem contaminados por agente químico.

Grupo C

Não há geração deste tipo de resíduo na SSI – Saúde.

31

Grupo D

Resíduos que não apresentam risco biológico, químico ou radiológico

à saúde ou ao meio ambiente. Suas características são similares às dos resíduos domiciliares.

Grupo E

INFECTANTE

Materiais perfurocortantes ou escarificantes: objetos e instrumentos contendo cantos, bordas, pontas ou protuberâncias rígidas e agudas, capazes de cortar ou perfurar.

Lâminas de barbear, agulhas, escalpes, brocas, limas endodônticas, pontas diamantadas, lâminas de bisturi, tubos capilares, lancetas, ampolas de vidro, micropipetas, lâminas e lamínulas. Todos os utensílios de vidro quebrados

e outros similares.

Quantidade de resíduos coletados por grupo de classificação - 2008²

Classificação Dos Resíduos

Quantidade Gerada (Kg)/ Semana

Quantidade Gerada (Kg) / Mês

Tipo A

13,1

52,4

Tipo B

1,5

6,0

Tipo D

50,0

200,0

Tipo E

5,9

23,4

Tabela 8: Os resíduos foram coletados em todas as dependências pertencentes à SSI-Saúde.

CARACTERIZAÇÃO DOS ASPECTOS AMBIENTAIS

CARACTERIZAÇÃO DOS ASPECTOS AMBIENTAIS

33

Vide Anexo I

SEGREGAÇÃO, IDENTIFICAÇÃO E ACONDICIONAMENTO

SEGREGAÇÃO, IDENTIFICAÇÃO E ACONDICIONAMENTO

35

Vide Anexo II

TRATAMENTO INTERNO

TRATAMENTO INTERNO

37

Os resíduos que necessitam de tratamento na SSI-Saúde.

LOCAL

SERVIÇOS

MATERIAL TRATADO

TIPO DE

TRATAMENTO

Seção de Análises Clínicas

Sangue coletados com EDTA (Grupo A)

Autoclavação

Hematologia

Efluentes líquidos

resultantes do equipamento BC

3200

Hipoclorito de Sódio

Bioquímica

Sangue e derivados/ coletados (Grupo A)

Autoclavação

Efluentes líquidos resultantes do equipamento BT

3000

Hipoclorito de Sódio

Tabela 9: Tabela dos resíduos que necessitam de tratamento interno.

COLETA I E II , TRANSPORTE INTERNOS E ARMAZENAMENTO TEMPORÁRIO E EXTERNO

COLETA I E II , TRANSPORTE INTERNOS E ARMAZENAMENTO TEMPORÁRIO E EXTERNO

39

A coleta interna dos resíduos do grupo D realizada nas dependências da SSI-Saúde é feita em dois momentos:

1º – Consiste no recolhimento do resíduo diretamente do ponto de geração e remoção para o armazenamento temporário, localizado no subsolo do bloco E.

 

COLETA 1

Pontos

Horários

Capacidade

Acondicionamento dos resíduos no armazenamento temporário

de Geração

de Coleta

Interna

Pavimento térreo e mezanino, in- cluindo a odonto- logia

Das 7h às 7h30 Das 12h30 às 13h

 

Os recipientes destinados ao recolhimento dos resíduos são de uso exclusivo para o fim a que se propõem. São constituí- dos de material rígido, lavável, impermeável, providos de tam- pa articulada ao próprio corpo dos equipamentos, com cantos e bordas arredondados e iden- tificados. Os roteiros e horários de coletas foram estabelecidos para atender às necessidades do serviço visando a não coin- cidência com os horários de maior trânsito de pessoas.

Seção de Análises Clínicas

Das 7h às 7h30 Das 10h às 10h30 Das 15h30 às 16h

A SSI-Saúde possui dois contêi- neres de 240l para o armazenamento temporário.

2º – Consiste no recolhimento do resíduo e remoção do armazena- mento temporário para o armazenamento externo.

Obs: para o RSS não há armazenamento temporário. O recolhimento é feito diretamente dos pontos de geração em container branco com tampa e rodas e removido diretamente para o Abrigo Reduzido, localizado no subsolo do bloco E.

40

 

COLETA 2

Pontos

Horários

Capacidade

Acondicionamento dos resíduos no armazenamento temporário

de Geração

de Coleta

Interna

   

Containers de 1000

Os recipientes destinados ao recolhimento dos resíduos são de uso exclusivo para o fim a que se propõe. São constituídos de material rígido, lavável, im- permeável, providos de tampa articulada ao próprio corpo dos equipamentos, com cantos e bordas arredondados e identi- ficados. O transporte dos resí- duos do armazenamento tem- porário até o armazenamento externo é feito por funcioná- rios de empresa terceirizada devidamente equipados com os equipamentos de proteção indi- vidual (EPIs).

Às 7h45

Às 13h

Subsolo da SSI- Saúde

Às 18h20

l para deposição de resíduos do grupo D não-recicláveis.

COLETA E TRANSPORTE EXTERNOS DE RSS

COLETA E TRANSPORTE EXTERNOS DE RSS

43

Consiste no recolhimento dos resíduos do abrigo de resíduos e na sua remoção para a destinação visando ao tratamento ou à disposição final. Devem ser realizados de acordo com as normas NBR 12810 e NBR 14652 da ABNT. A empresa transportadora deve observar o Decreto Federal nº 96.044, de 18 de maio de 1988, e a Portaria Federal nº 204, de 20 de maio de 1997. Os veículos e equipamentos devem portar documentos de inspeção e capacitação atestando a adequação, emitidos pelo Instituto de Pesos e Medi- das ou entidade credenciada, e atenderem ao disposto na norma NBR 7.500 da ABNT e resoluções da ANTT (nº 420/2004, nº 701/2004 e nº 1644/2006).

TRATAMENTO EXTERNO E DISPOSIÇÃO FINAL

TRATAMENTO EXTERNO E DISPOSIÇÃO FINAL

45

Os sistemas para tratamento externo dos RSS são passíveis de licen- ciamento ambiental, de acordo com a Resolução CONAMA nº 237/1997, e de fiscalização e controle pelos órgãos de vigilância sanitária e meio ambiente. Os sistemas de tratamento térmico por incineração devem obedecer o estabelecido e a apresentação de Licença de Operação, inclusive as condicionantes, caso haja, emitida pelo órgão ambiental para tratamento de resíduos de serviços de saúde. Uma atividade relativamente simples que pode evitar sérios problemas aos responsáveis pelas instituições é a avaliação cuidadosa da situação jurídica, econômica e técnica das empresas prestadoras dos serviços e das tarifas ofereci- das.

REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS

REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS

47

ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DE NORMAS TÉCNICAS. Nbr 10.004: Resíduos Sóli- dos: Classificação. Rio de Janeiro: ABNT, 1987.

Nbr 12.807: Resíduos de Serviço de Saúde - Terminologia. Rio de Janeiro:

ABNT, 1993.

BRASIL. Ministério da Saúde. Agência Nacional de Vigilância Sanitária. Manual de Gerenciamento de Resíduos de Serviços de Saúde. – Brasília: Ministério da saúde, 2006. p.182.

Ministério da Saúde. Agência Nacional de Vigilância Sanitária. RESOLUÇÃO DA DIRETORIA COLEGIADA – RDC Nº 306, de 07 de dezembro de 2004, que dispõe sobre o Regulamento Técnico para o Gerenciamento de Resí- duos de Serviços de Saúde.

da Saúde. Agência Nacional de Vigilância Sanitária. RESOLU-

ÇÃO DA DIRETORIA COLEGIADA – RDC Nº 302, de 13 de outubro de 2005, que dispõe sobre o Regulamento Técnico para o Funcionamento de Laboratórios Clínicos.

Ministério

Ministério da Saúde.Superintendência de Vigilância Sanitária e Ambien- tal. Manual de Gerenciamento de Resíduos de Serviço de Saúde. Goiás, 2004. Disponível em:< http://www.visa.goias.gov.br/arquivos/manual_PGRSS.pdf>. Acesso em 14/08/2009.

CONSELHO NACIONAL DO MEIO AMBIENTE. Resolução Nº 358, que dispõe sobre o tratamento e a disposição final dos resíduos dos serviços de saúde e da outras providências. /s.n.t/

CUSSIOL, N. A. DE M. Manual de Gerenciamento de Resíduos de Serviços de Saúde. Belo Horizonte: Feam (Fundação Estadual do Meio Ambiente), 2008.

SILVA, M. DA C. Gerenciamento de Resíduos Sólidos Gerados em Laboratórios

de Análises Clínicas na cidade do Ribeirão Preto - SP, 2007: Um estudo de caso. 2008. 115 f. Dissertação (Mestrado em Enfermagem em Saúde Pública – Saúde Ambiental). Universidade de São Paulo. Escola de Enfermagem de Ribeirão Preto,

2008.

ANEXOS

6

- CARACTERIZAÇÃO DOS ASPECTOS AMBIENTAIS (ANEXO I)

 

DIVISÃO DE ASSISTÊNCIA MÉDICA E PERÍCIAS

 

Local

Classificação do resíduo

Resíduos sólidos

Emissões gasosas

Efluentes líquidos

 

TIPO B3

Toner, lâmpada fluorescente.

-

-

Recepção do Térreo

TIPO D

Papel, plástico, garrafas plásticas, latas de refrigerante, material de expediente, embalagens de alimentos, restos de alimentos.

-

-

 

TIPO B3

Toner, lâmpada fluorescente.

-

-

Recepção do Mezanino

TIPO D

Papel, plástico, garrafas plásticas, latas de refrigerante, material de expediente, embalagens de alimentos, restos de alimentos.

-

-

 

TIPO A4

Espátula de madeira.

-

-

Gabinete do Secretário da SSI-Saúde (sala 102)

TIPO B2

Amostras grátis de medicamentos vencidos.

-

-

TIPO B3

Toner, lâmpada fluorescente, pilhas, baterias.

-

-

TIPO D

Papel, plástico, garrafas plásticas, latas de refrigerante, material de expediente, embalagens de alimentos, restos de alimentos, papel toalha, lençóis descartáveis de TNT.

-

-

Banheiro do Gabinete do secretário da SSI-Saúde (sala 102)

TIPO D

Papéis toalha, papéis higiênico.

-

-

TIPO B3

Lâmpada fluorescente.

-

-

Banheiro feminino corredor interno

TIPO D

Papéis toalha, papéis higiênico, absorventes.

-

-

TIPO B3

Lâmpada fluorescente.

-

-

Banheiro masculino corredor interno

TIPO D

Papéis toalha, papéis higiênico.

-

-

TIPO B3

Lâmpada fluorescente.

-

-

Banheiro feminino de pessoal externo

TIPO D

Papéis toalha, papéis higiênico, absorventes.

-

-

TIPO B3

Lâmpada fluorescente.

-

-

Banheiro masculino de pessoal externo

TIPO D

Papéis toalha, papéis higiênico.

-

-

TIPO B3

Lâmpada fluorescente.

-

-

6

- CARACTERIZAÇÃO DOS ASPECTOS AMBIENTAIS (ANEXO I)

 

DIVISÃO DE ASSISTÊNCIA MÉDICA E PERÍCIAS

 

Local

Classificação do resíduo

Resíduos sólidos

Emissões gasosas

Efluentes líquidos

Banheiro de deficiente físico

TIPO D

Papéis toalha, papéis higiênico, absorventes.

-

-

TIPO B3

Lâmpada fluorescente.

-

-

Copa

TIPO D

Copos plásticos, papéis toalha, borra de café, embalagens plásticas, garrafas plásticas.

-

-

TIPO B3

Lâmpada fluorescente.

-

-

TIPO A4

Espátulas de madeira, gaze.

-

-

TIPO B2

Amostras grátis de medicamentos vencidos, frascos usados de anes- tésico.

-

-

Consultório de Dermatologia e Clínica Médica (sala 117)

TIPO B3

Toner, lâmpada fluorescente, pilhas.

-

-

TIPO D

Restos de alimentos, papel toalha, lençóis descartáveis de TNT, latas de refrigerante, papéis, garrafas plásticas, embalagens plásticas, mate- rial de expediente.

-

-

 

TIPO E

Agulhas, seringas, lâminas de bisturi.

-

-

 

TIPO A4

Espátulas de madeira.

-

-

TIPO B2

Amostras grátis de medicamentos vencidos.

-

-

TIPO B3

Toner, lâmpada fluorescente, pilhas, baterias.

-

-

Consultório de Clínica Médica (sala 116)

TIPO D

Restos de alimentos, papel toalha, lençóis descartáveis de TNT, latas de refrigerante, papéis, garrafas plásticas, embalagens plásticas, material de expediente.

-

-

 

TIPO B3

Toner, lâmpada fluorescente.

-

-

Consultório da Psiquiatria (sala 105)

TIPO D

Restos de alimentos, papel toalha, latas de refrigerante, papéis, gar- rafas plásticas, embalagens plásticas, lenços de papel, material de expediente.

-

-

6

- CARACTERIZAÇÃO DOS ASPECTOS AMBIENTAIS (ANEXO I)

 

DIVISÃO DE ASSISTÊNCIA MÉDICA E PERÍCIAS

 

Local

Classificação do resíduo

Resíduos sólidos

 

Emissões gasosas

Efluentes líquidos

 

TIPO A4

Espátulas

de

madeira,

gazes,

frascos

de

solução

fisiológica.

-

-

Consultório de Otorrinolaringologia e

TIPO B2

Amostras grátis de medicamentos vencidos.

 

-

-

TIPO B3

Lâmpada fluorescente, pilhas.

 

-

-

Clínica Médica (sala 4)

TIPO D

Restos de alimentos, papel toalha, lençóis descartáveis de TNT, latas de refrigerante, papéis, garrafas plásticas, embalagens plásticas, mate- rial de expediente.

-

-

 

TIPO A4

Espátulas de madeira, gazes.

 

-

-

Consultório de Endocrinologia e Nutrição (sala 5)

TIPO B2

Amostras grátis de medicamentos vencidos.

 

-

-

TIPO B3

Toner, lâmpada fluorescente, pilhas, baterias.

 

-

-

TIPO D

Restos de alimentos, papel toalha, lençóis descartáveis de TNT, latas de refrigerante, papéis, garrafas plásticas, embalagens plásticas, mate- rial de expediente.

-

-

 

TIPO A4

Espátulas de madeira, gazes.

 

-

-

Consultório de Pediatria e Clínica Médica (sala 6)

TIPO B2

Amostras grátis de medicamentos vencidos.

 

-

-

TIPO B3

Lâmpada fluorescente, pilhas, baterias.

 

-

-

TIPO D

Restos de alimentos, papel toalha, lençóis descartáveis de TNT, latas de refrigerante, papéis, garrafas plásticas, embalagens plásticas, fraldas descartáveis, material de expediente.

-

-

 

TIPO A4

Espátulas de madeira.

 

-

-

TIPO B2

Amostras grátis de medicamentos vencidos.

 

-

-

TIPO B3

Lâmpada fluorescente, pilhas, baterias.

 

-

-

Consultório de Cardiologia (sala 7)

TIPO D

Restos de alimentos, papel toalha, lençóis descartáveis de TNT, latas de refrigerante, papéis, garrafas plásticas, embalagens plásticas, mate- rial de expediente.

-

-

6

- CARACTERIZAÇÃO DOS ASPECTOS AMBIENTAIS (ANEXO I)

 

DIVISÃO DE ASSISTÊNCIA MÉDICA E PERÍCIAS

 

Local

Classificação do resíduo

Resíduos sólidos

 

Emissões gasosas

Efluentes líquidos

 

TIPO A

Espátulas de madeira.

 

-

-

Consultório de Clínica Médica (sala 8)

TIPO B2

Amostras grátis de medicamentos vencidos.

 

-

-

TIPO B3

Lâmpada fluorescente, pilhas, baterias.

 

-

-

 

TIPO D

Restos de alimentos, papel toalha, lençóis descartáveis de TNT, latas de refrigerante, papéis, garrafas plásticas, embalagens plásticas, material de expediente.

-

-

 

TIPO A

Espátulas de madeira.

 

-

-

TIPO B2

Amostras grátis de medicamentos vencidos.

 

-

-

TIPO B3

Lâmpada fluorescente, pilhas, baterias.

 

-

-

Consultório de Pronto-Atendimento (sala 9)

TIPO D Restos de alimentos, papel toalha, lençóis descartáveis de TNT, latas de refrigerante, papéis, garrafas plásticas, embalagens plásticas, mate- rial de expediente.

-

-

 

TIPO A

Gazes, curativos usados, luvas, espátula de Ayres, escova endocervical, lençóis descartáveis de TNT e de papel.

-

-

Consultório de Ginecologia (sala 10)

TIPO B2

Amostras grátis de medicamentos vencidos. Hipoclorito a 1%, éter, acido tricloroacético a 90%, formol a 10%.

-

-

TIPO B3

Lâmpada fluorescente, pilhas, baterias.

 

-

-

 

TIPO D

Restos de alimentos, papel toalha, latas de refrigerante, papéis, gar- rafas plásticas, embalagens plásticas, material de expediente.

-

-

TIPO E

Agulhas, seringas, lâminas de bisturi.

 

-

-

Banheiro do Consultório de Ginecologia (sala 10)

TIPO B3

Lâmpadas fluorescentes.

 

-

-

TIPO D

Papel

toalha,

papel

higiênico,

absorventes,

camisolas

   

-

-

 

descartáveis de TNT.

 

6

- CARACTERIZAÇÃO DOS ASPECTOS AMBIENTAIS (ANEXO I)

 

DIVISÃO DE ASSISTÊNCIA MÉDICA E PERÍCIAS

 

Local

Classificação do resíduo

Resíduos sólidos

Emissões gasosas

Efluentes líquidos

 

TIPO A

Gazes, algodão, luvas, curativo oftalmológico.

-

-

TIPO B2

Amostras grátis de medicamentos vencidos.

-

-

Consultório de Oftalmologia (sala ET.06)

TIPO B3

Lâmpada fluorescente, toner.

-

-

TIPO D

Restos de alimentos, papel toalha, latas de refrigerante, papéis, gar- rafas plásticas, embalagens plásticas, material de expediente.

-

-

 

TIPO E

Agulhas de 1 ml, seringas de 1 ml.

-

-

 

TIPO A

Gazes, luvas.

-

-

TIPO B2

Medicamentos vencidos, frascos usados de medicamentos. Éter.

-

-

Sala de Exames (sala 11)

TIPO B3

Toner, lâmpada fluorescente, pilhas, baterias.

-

-

TIPO D

Restos de alimentos, papel toalha, latas de refrigerante, papéis, gar- rafas plásticas, embalagens plásticas, eletrodos de monitorização cardíaca, material de expediente, lençois de TNT.

-

-

 

TIPO E

Agulhas, seringas, escalpes, aparelho de tricotomia descartável, ampo- las de medicamentos.

-

-

Banheiro da Sala de Exames (sala 11)

TIPO B3

Lâmpadas fluorescentes.

-

-

TIPO D

Papel toalha, papel higiênico, absorventes, camisolas descartáveis de TNT.

-

-

6 - CARACTERIZAÇÃO DOS ASPECTOS AMBIENTAIS (ANEXO I)

 

DIVISÃO DE ASSISTÊNCIA ODONTOLÓGICA E PERÍCIAS

 

Local

Classificação do resíduo

Resíduos sólidos

Emissões gasosas

Efluentes líquidos

 

TIPO B3

Toner, lâmpada fluorescente, pilhas.

-

-

Recepção

TIPO D

Papel, material de expediente, embalagens de alimentos, restos de alimentos.

-

-

 

TIPO A4

Algodão, gaze, espátulas de madeira usadas, guardanapo, campo cirúrgico, papel toalha, jaleco descartável, luvas, máscaras e gorros contaminados.

-

-

TIPO B2

Hipoclorito de sódio a 1%.

SIM

Água servida

TIPO B3

Toner, lâmpada fluorescente, pilhas, limalha de prata.

-

-

Consultório 112

TIPO D

Papel, material de expediente, embalagens de alimentos, restos de alimentos.

-

-

TIPO E

Fios de sutura agulhados, lâminas de bisturi, agulhas des- cartáveis, limas endodônticas, ampolas de vidro, brocas e pontas diamantadas, cunhas de madeira, lixas e matrizes de aço.

-

-

6

- CARACTERIZAÇÃO DOS ASPECTOS AMBIENTAIS (ANEXO I)

 

DIVISÃO DE ASSISTÊNCIA ODONTOLÓGICA E PERÍCIAS

 

Local

Classificação do resíduo

Resíduos sólidos

Emissões gasosas

Efluentes líquidos

 

TIPO A4

Algodão, gaze, espátulas de madeira usadas, guardanapo, campo cirúrgico, papel toalha, jaleco descartável, luvas, máscaras e gorros contaminados.

-

-

TIPO B2

Hipoclorito de Sódio a 11%.

SIM

Água servida

TIPO B3

Lâmpada fluorescente, pilhas, limalha de prata.

-

-

Consultório 113

TIPO D

Papel, material de expediente, embalagens de alimentos, restos de alimentos.

-

-

TIPO E

Fios de sutura agulhados, lâminas de bisturi, agulhas des- cartáveis, limas endodônticas, ampolas de vidro, brocas e pontas diamantadas, cunhas de madeira, lixas e matrizes de aço.

-

-

 

TIPO A4

Algodão, gaze, espátulas de madeira usadas, guardanapo, campo cirúrgico, papel toalha, jaleco descartável, luvas, máscaras e gorros contaminados.

-

-

TIPO B2

Hipoclorito de Sódio a 11%.

SIM

Água servida

TIPO B3

Lâmpada fluorescente, pilhas, limalha de prata.

-

-

Consultório 114

TIPO D

Papel toalha, papel grau cirúrgico, papel, material de ex- pediente, embalagens de alimentos, restos de alimentos. -

-

TIPO E

Fios de sutura agulhados, lâminas de bisturi, agulhas des- cartáveis, limas endodônticas, ampolas de vidro, brocas e pontas diamantadas, cunhas de madeira, lixas e matrizes de aço.

-

-

6 - CARACTERIZAÇÃO DOS ASPECTOS AMBIENTAIS (ANEXO I)

 

DIVISÃO DE ASSISTÊNCIA ODONTOLÓGICA E PERÍCIAS

 

Local

Classificação do resíduo

Resíduos sólidos

Emissões gasosas

Efluentes líquidos

 

TIPO A4

Algodão, gaze, espátulas de madeira usadas, guardanapo, campo cirúrgico, papel toalha, jaleco descartável, luvas, máscaras e gorros contaminados.

-

-

TIPO B2

Hipoclorito de Sódio a 11%.

SIM

Água servida

TIPO B3

Lâmpada fluorescente, pilhas, limalha de prata.

-

-

Consultório 115

TIPO D

Papel, material de expediente, embalagens de alimentos, restos de alimentos.

-

-

TIPO E

Fios de sutura agulhados, lâminas de bisturi, agulhas des- cartáveis, limas endodônticas, ampolas de vidro, brocas e pontas diamantadas, cunhas de madeira, lixas e matrizes de aço.

-

-

 

TIPO A4

Luvas, máscaras e gorros contaminados.

Consultório Raio X

TIPO B2

Hipoclorito de Sódio a 11%.

SIM

Água servida

TIPO B3

Lâmpada fluorescente, líquido revelador, fixador, água da câmara escura, película radiográfica.

-

-

6

- CARACTERIZAÇÃO DOS ASPECTOS AMBIENTAIS (ANEXO I)

 

DIVISÃO DE SAÚDE PSICOSSOCIAL

 

Local

Classificação do resíduo

Resíduos sólidos

Emissões gasosas

Efluentes líquidos

 

TIPO B3

Toner, lâmpada fluorescente.

-

-

Consultório de Serviço Social (sala 109)

 

Restos de alimentos, papel toalha,

latas de refrigerante,

TIPO D

papéis, garrafas plásticas, embalagens plásticas, material de expediente.

-

-

 

TIPO B3

Lâmpada fluorescente, pilhas.

-

-

Consultório da Psicologia sala (sala 110)

TIPO D

Restos de alimentos, papel toalha, latas de refrigerante, papéis, garrafas plásticas, embalagens plásticas, lenços de papel, material de expediente.

-

-

6

- CARACTERIZAÇÃO DOS ASPECTOS AMBIENTAIS (ANEXO I)

 

SEÇÃO DE ENFERMAGEM

Local

Classificação do resíduo

Resíduos sólidos

Emissões gasosas

Efluentes líquidos

 

TIPO B3

Toner, lâmpada fluorescente.

-

-

Sala da Chefia de Enfermagem/ Almoxarifado (sala E1.13)

TIPO D

Restos de alimentos, papel toalha, latas de refrigerante, papéis, papelão, garrafas plásticas, embalagens plásticas, material de expediente.

-

-

6 - CARACTERIZAÇÃO DOS ASPECTOS AMBIENTAIS (ANEXO I)

 

SEÇÃO DE ENFERMAGEM

Local

Classificação do resíduo

Resíduos sólidos

Emissões gasosas

Efluentes líquidos

 

TIPO A

Gazes, algodão, curativos usados, luvas, máscaras, frascos vazios de soro, equipos de soro, espátula de madeira usa- das, fita cirúrgica, esparadrapo.

-

-

TIPO B2

Medicamentos vencidos, frascos usados de medicamentos, incluindo vacinas antialérgicas.

-

-

Posto de Enfermagem (sala 12)

TIPO B3

Toner, lâmpada fluorescente, pilhas, baterias, baterias de desfibrilador automático, termômetros.

-

-

TIPO D

Restos de alimentos, papel toalha, latas de refrigerante, papéis, garrafas plásticas, embalagens plásticas, lençóis descartáveis de TNT, material de expediente.

-

-

TIPO E

Agulhas, seringas, escalpes, aparelho de tricotomia descar- tável, ampolas de vidro.

-

-

 

TIPO A4

Gazes, algodão, luvas.

-

-

Repouso de pacientes(sala de observação) (sala ET.08)

TIPO B3

Toner, lâmpada fluorescente.

-

-

TIPO D

Lençóis descartáveis de TNT.

-

-

 

TIPO E

Agulhas, seringas, escalpes, equipos de soro, frascos de soro.

-

-

Banheiro do Repouso de pacientes(sala de observação) (sala ET.08)

TIPO B3

Lâmpada fluorescente.

-

-

TIPO D

Papel toalha, papel higiênico, absorventes.

-

-

6

- CARACTERIZAÇÃO DOS ASPECTOS AMBIENTAIS (ANEXO I)

 

SEÇÃO DE ENFERMAGEM

Local

Classificação do resíduo

Resíduos sólidos

Emissões gasosas

Efluentes líquidos

 

TIPO A4

Luvas .

-

-

Central de Material e Esteriliza- ção (sala E1.08, 09, 10)

TIPO B3

Lâmpada fluorescente.

-

-

TIPO D

Papel toalha, restos de papel grau cirúrgico.

-

-

6

- CARACTERIZAÇÃO DOS ASPECTOS AMBIENTAIS (ANEXO I)

 

SEÇÃO DE ANÁLISES CLÍNICAS

 

Local

Classificação do resíduo

Resíduos sólidos

Emissões gasosas

Efluentes líquidos

 

TIPO B3

Toner, lâmpada fluorescente.

-

-

Recepção

TIPO D

Restos de alimentos, papel toalha, latas de refrigerante, papéis, garrafas plásticas, embalagens plásticas, material de expediente.

-

-

   

6

- CARACTERIZAÇÃO DOS ASPECTOS AMBIENTAIS (ANEXO I)

 

SEÇÃO DE ANÁLISES CLÍNICAS

Local

Classificação do resíduo

Resíduos sólidos

Emissões gasosas

Efluentes líquidos

 

TIPO A

Algodão, gazes, luvas, máscaras, cotonetes, barretes e cones do aparelho Mini-vidas, contendo restos de sangue, frascos e tampas de plástico dos reagentes dos kits, resídu- os provenientes do equipamento de automação BC-3200 e BT 3000.

SIM

Água servida

TIPO B2

Kits de reagentes vencidos.

-

-

Sala de execução de exames (imunologia, Hematologia, Bioquímica, Imuno-hematologia e hormônios).

TIPO B3

Toner, lâmpada fluorescente, pilhas, baterias, termômetro

-

-

TIPO D

Restos de alimentos, papéis toalha, materiais de escritório utilizados, embalagens das barretes dos kits do aparelho Mini-Vidas, materiais de laboratório (ponteiras, tampas de borracha, tubos de plástico, cubetas e etc.) inutilizados, exceto vidros, papéis e caixas de papelão dos kits, latas de refrigerante, garrafas plásticas, embalagens plásticas.

-

-

 

TIPO E

Lâminas, lamínulas, frascos de vidro, pipetas e outros ma- teriais de laboratório de vidro inutilizados ou quebrados, exceto termômetros.

-

-

Banheiro interno do laboratório

TIPO B3

Lâmpada fluorescente.

-

-

TIPO D

Papel toalha, papel higiênico, absorvente.

-

-

 

TIPO A4

Gazes, algodão, luvas.

-

-

Sala de coleta

TIPO B3

Lâmpada fluorescente.

-

-

TIPO E

Seringas e agulhas, lancetas, lâminas, lamínulas, tubos capilares de micro-hematócrito, escalpes.

-

-

6 - CARACTERIZAÇÃO DOS ASPECTOS AMBIENTAIS (ANEXO I)

 

SEÇÃO DE ANÁLISES CLÍNICAS

Local

Classificação do resíduo

Resíduos sólidos

Emissões gasosas

Efluentes líquidos

Sala de lavagem e esterilização de materiais/ Urinálise/parasitologia.

TIPO A

Fitas de uro-análise, recipientes de plástico de coleta de urina, barretes e cones do aparelho Mini-vidas, contendo restos de sangue, tubos de ensaio de plásticos contendo coágulos, espátula de madeira, papéis-toalha, frasco co- letor de plástico, parasitofiltros, canudos, pazinha de plástico, cassetes, tubos de coleta de amostra e bastão de plástico pertencentes ao Occultech®, contendo restante de fezes, algodão, tampas de borracha gazes, luvas, máscar- as, cotonetes, frascos e tampas de plástico dos reagentes dos kits. Sangue, fezes, urina que sobram das análises laboratori- ais.

SIM

Água servida

TIPO B3

Resíduos de substâncias químicas PA ou em solução (ácido sulfúrico, ácido clorídrico, ácido acético, acetato de etila, formaldeído, etanol, metanol, restos de kits, corantes etc.), lâmpadas fluorescentes.

SIM

Água servida

TIPO D

Restos de alimentos, papel toalha, papéis, garrafas plásti- cas, embalagens plásticas.

-

-

TIPO E

Tubos de vidro, lamínulas, lâminas, frascos de vidro, mate- riais de laboratório de vidro quebrados ou inutilizados.

-

-

6 - CARACTERIZAÇÃO DOS ASPECTOS AMBIENTAIS (ANEXO I)

 

SEÇÃO DE SERVIÇOS DE SECRETARIA

 

Local

Classificação do resíduo

Resíduos sólidos

Emissões gasosas

Efluentes líquidos

 

TIPO B3

Toner, lâmpada fluorescente.

-

-

Secretaria (sala 104)

TIPO D

Papel e papelão, garrafas plásticas, latas de refrigerante, material de expediente, embalagens plásticas, restos de alimentos, papel toalha.

-

-

latas de refrigerante, material de expediente, embalagens plásticas, restos de alimentos, papel toalha. - -

7 - SEGREGAÇÃO, ACONDICIONAMENTO E IDENTIFICAÇÃO DOS RESÍDUOS (ANEXO II)

 

DIVISÃO DE ASSISTÊNCIA MÉDICA E PERÍCIAS / SEÇÃO DE ASSISTÊNCIA MÉDICA

 
   

GRUPO

 

EST. F

 

CONTÊINER

LOCAL

DESCRIÇÃO DO RESÍDUO

A

 

B

 

D

E

S

L

DESCRIÇÃO

CAP

IDENTIFICAÇÃO

 

R

NR

R

NR

 

Papéis

     

X

   

X

 

Contêiner rígido de polipropileno na cor azul

25

l

Símbolo e inscrição de resíduo reci- clável

Copos descartáveis, embalagens plásticas e garrafas plásticas

     

X

   

X

 

Contêiner rígido de polipropileno na cor vermelha

25

l

Símbolo e inscrição de resíduo reci- clável

Material de expediente (canetas usa- das, clips, ligas de borracha, grampos)

               

Contêiner rígido de PVC, revestido

Recepção do Térreo

X

X

de saco impermeável, resistente preto

13

l

Inscrição resíduo comum

Toner

 

X

       

X

 

Acondicionamento na própria caixa

5 l

Retorna ao Almoxarifado Central e daí é encaminhado para reciclagem

                 

Contêiner rígido de polipropileno

Encaminhado para o Banco Santander para posterior reciclagem

 

Pilhas, baterias

X

X

na cor laranja existente no térreo do Bloco E

30

l

Área de circulação interna

Copos descartáveis

     

X

   

X

 

Contêiner especial para empilha- mento de copos usados

20

l

Símbolo e inscrição de resíduo reciclável

 

Papéis

     

X

   

X

 

Contêiner rígido de polipropileno na cor azul

25

l

Símbolo e inscrição de resíduo reciclável

Copos descartáveis, embalagens plásticas e garrafas plásticas

     

X