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AVALIAÇÃO DE DESEMPENHO –INSTRUMENTO DE REGISTO-PROFESSOR DE

EDUCAÇÃO ESPECIAL

A.1 – Adequação dos programas


1 O docente não promove, em conjunto com os docentes da turma,
disciplina e Encarregados de Educação, nem adequa os programas
educativos individuais às necessidades específicas de cada aluno
2 O docente reúne, no início do ano lectivo, com os docentes da
turma, disciplina e Encarregados de Educação, com o objectivo de
adequar os programas educativos individuais às necessidades
específicas de cada aluno
3 O docente reúne, regularmente, com os docentes da turma,
disciplina e Encarregados de Educação, com o objectivo de adequar
os programas educativos individuais às necessidades específicas de
cada aluno
4 O docente reúne, com regularidade e tem em consideração as
sugestões, com os docentes da turma, disciplina e Encarregados de
Educação, com o objectivo de adequar os programas educativos
individuais às necessidades específicas de cada aluno
A.2 – Adequação das estratégias de ensino e aprendizagem às
necessidades de cada aluno e às aprendizagens adquiridas
1 O docente não adequa as estratégias de ensino e aprendizagem às
necessidades de cada aluno e às aprendizagens adquiridas
2 O docente adequa, esporadicamente, as estratégias de ensino e
aprendizagem às necessidades de cada aluno e às aprendizagens
adquiridas
3 O docente adequa, regularmente, as estratégias de ensino e
aprendizagem às necessidades de cada aluno e às aprendizagens
adquiridas
4 O docente adequa, com regularidade e de forma sempre adequada,
as estratégias de ensino e aprendizagem às necessidades de cada
aluno e às aprendizagens adquiridas
A.3 –Ponderação dos progressos de cada aluno na planificação das
actividades lectivas
1 O professor não pondera os progressos de cada aluno na
planificação das actividades lectivas
2 O professor pondera, apenas esporadicamente, os progressos de
cada aluno na planificação das actividades lectivas
3 O professor pondera, com regularidade, os progressos de cada aluno
na planificação das actividades lectivas
4 O professor pondera, com regularidade e sempre de forma
adequada, os progressos de cada aluno na planificação das
actividades lectivas
A.4 –Participação na elaboração do PIT
1 O professor não participa na elaboração do PIT
2 O professor participa na elaboração do PIT mas não apresenta
sugestões nem estabelece parcerias para a implementação do PIT
3 O professor participa na elaboração do PIT, apresenta sugestões mas
não desenvolve parcerias para a implementação do PIT
4 O professor participa na elaboração do PIT, apresenta sugestões e
desenvolve parcerias para uma adequada implementação do PIT
B.– Realização das actividades lectivas

B.1. Cumprimento dos objectivos definidos no PEI (áreas curriculares e


conteúdos específicos)

1 Não cumpre os objectivos e orientações definidos no PEI


2 Cumpre, esporadicamente, os objectivos e orientações definidas no
PEI
3 Cumpre, regularmente, os objectivos e orientações definidas no PEI
4 Cumpre, regularmente e de forma muito eficaz, os objectivos e
orientações definidas no PEI, enriquecendo-os com adaptações que
visam melhorar os resultados dos alunos
B.2 – Adequação dos materiais utilizados ao nível da funcionalidade de cada
aluno, ao seu nível etário e ao seu estilo cognitivo
1 Não adequa os materiais utilizados ao nível da funcionalidade de
cada aluno, ao seu nível etário e ao seu estilo cognitivo
2 Adequa, apenas esporadicamente, os materiais utilizados ao nível da
funcionalidade de cada aluno, ao seu nível etário e ao seu estilo
cognitivo
3 Adequa, regularmente, os materiais utilizados ao nível da
funcionalidade de cada aluno, ao seu nível etário e ao seu estilo
cognitivo
4 Adequa, regularmente e de forma muito eficaz, os materiais
utilizados ao nível da funcionalidade de cada aluno, ao seu nível
etário e ao seu estilo cognitivo
B.3 –Adequação das estratégias e actividades às medidas e objectivos
individuais definidos no PEI
1 Não adequa as estratégias e actividades às medidas e objectivos
individuais definidos no PEI e não recorre à utilização de recursos
inovadores e às TICs
2 Adequa, apenas esporadicamente, as estratégias e actividades às
medidas e objectivos individuais definidos no PEI, recorrendo pouco
à utilização de recursos inovadores e às TICs
3 Adequa, regularmente, as estratégias e actividades às medidas e
objectivos individuais definidos no PEI, recorrendo à utilização de
recursos inovadores e às TICs
4 Adequa, regularmente e com muita eficácia, as estratégias e
actividades às medidas e objectivos individuais definidos no PEI,
recorrendo à utilização de recursos inovadores e às TICs
B.4 –Utilização de métodos de ensino adequados às estratégias de
aprendizagem de cada aluno
1 Não implementa métodos de ensino adequados às estratégias de
aprendizagem de cada aluno
2 Implementa, esporadicamente, métodos de ensino adequados às
estratégias de aprendizagem de cada aluno
3 Implementa, regularmente, métodos de ensino adequados às
estratégias de aprendizagem de cada aluno e revela alguma
criatividade na sua utilização
4 Implementa, regularmente e com muita eficácia, métodos de ensino
adequados às estratégias de aprendizagem de cada aluno e revela
grande criatividade na sua utilização
C.1 – Promoção de um clima favorável à aprendizagem, bem-estar e
desenvolvimento emocional e social do aluno
1 O docente não contribui para a criação de um clima favorável à
aprendizagem, bem-estar e desenvolvimento emocional e social do
aluno
2 O docente contribui, esporadicamente, para a criação de um clima
favorável à aprendizagem, bem-estar e desenvolvimento emocional
e social do aluno
3 O docente contribui, regularmente, para a criação de um clima
favorável à aprendizagem, bem-estar e desenvolvimento emocional
e social do aluno
4 O docente contribui, regularmente e com muita eficácia, para a
criação de um clima favorável à aprendizagem, bem-estar e
desenvolvimento emocional e social do aluno
C.2 - Criação de um ambiente de trabalho favorável à convivência, ao
respeito pelos outros e pelas diferenças individuais
1 O docente não contribui para a criação de um ambiente de trabalho
favorável à convivência, ao respeito pelos outros e pelas diferenças
individuais e não proporciona uma relação estável e amiga entre os
pares e com os adultos
2 O docente contribui, esporadicamente, para a criação de um
ambiente de trabalho favorável à convivência, ao respeito pelos
outros e pelas diferenças individuais e proporciona uma relação
estável entre os pares e com os adultos
3 O docente contribui, regularmente, para a criação de um ambiente
de trabalho favorável à convivência, ao respeito pelos outros e pelas
diferenças individuais e proporciona uma boa relação afectiva e
alguns momentos de interacção social positiva entre os pares e com
os adultos
4 O docente contribui, regularmente e com muita eficácia, para a
criação de um ambiente de trabalho favorável à convivência, ao
respeito pelos outros e pelas diferenças individuais e proporciona
uma relação afectiva segura, positiva e de confiança entre os pares
e com os adultos
C.3 –Promoção da participação dos alunos na construção de regras de
convivência e de cortesia e na interiorização de valores cívicos
1 O professor não promove a participação dos alunos na construção de
regras de convivência e de cortesia e na interiorização de valores
cívicos
2 O professor promove, esporadicamente, a participação dos alunos
em alguns momentos da vida do grupo que favorecem a educação
para a cidadania, o espírito de ajuda mútua e de solidariedade,
envolvendo os alunos na elaboração e implementação de regras
claras, baseadas naqueles princípios
3 O professor promove, regularmente, a participação dos alunos em
alguns momentos da vida do grupo que favorecem a educação para
a cidadania, o espírito de ajuda mútua e de solidariedade,
envolvendo os alunos na elaboração e implementação de regras
claras, baseadas naqueles princípios
4 O professor promove, sempre de forma muto eficaz, a participação
dos alunos em alguns momentos da vida do grupo que favorecem a
educação para a cidadania, o espírito de ajuda mútua e de
solidariedade, envolvendo os alunos na elaboração e implementação
de regras claras, baseadas naqueles princípios
C.4 –Disponibilidade para ouvir e apoiar os alunos
1 O professor não revela disponibilidade para ouvir e apoiar os alunos
2 O professor revela, apenas esporadicamente, disponibilidade para
ouvir os alunos, mas não desenvolve estratégias de apoio a os
alunos
3 O professor revela, regularmente, disponibilidade para ouvir os
alunos, mas nem sempre desenvolve estratégias adequadas para
apoiar os alunos
4 O professor revela sempre disponibilidade para ouvir os alunos e
desenvolve sempre estratégias adequadas para apoiar os alunos
D.1 – Realização das avaliações pedagógicas especializadas sempre que
solicitado pelos professores do ensino regular e outros
1 O docente não realiza as avaliações pedagógicas especializadas
sempre que solicitado pelos professores do ensino regular e outros
2 O docente nem sempre realiza as avaliações pedagógicas
especializadas solicitadas pelos professores do ensino regular e
outros
3 O professor realiza, no início do ano lectivo e no final de cada
trimestre, as avaliações pedagógicas especializadas solicitadas
pelos professores do ensino regular e outros
4 O docente realiza sempre as avaliações pedagógicas especializadas
solicitadas pelos professores do ensino regular e outros
D.2 – Realização da avaliação diagnóstica das aprendizagens dos alunos
1 O docente não realiza a avaliação diagnóstica das aprendizagens
dos alunos
2 O docente realiza, apenas esporadicamente, a avaliação diagnóstica
das aprendizagens dos alunos
3 O docente realiza sempre a avaliação diagnóstica das aprendizagens
dos alunos, quando solicitado por outros docentes
4 O docente realiza sempre a avaliação diagnóstica das aprendizagens
dos alunos, quando solicitado por outros docentes e por iniciativa
própria
D.3 –Avaliação do trabalho com vista ao ajustamento do processo de ensino
e aprendizagem
1 O docente não avalia o trabalho com vista ao ajustamento do
processo de ensino e aprendizagem
2 O docente avalia, apenas esporadicamente, o trabalho com vista ao
ajustamento do processo de ensino e aprendizagem
3 O docente avalia, com regularidade, o trabalho com vista ao
ajustamento do processo de ensino e aprendizagem
4 O docente avalia sempre o trabalho com vista ao ajustamento do
processo de ensino e aprendizagem
D.4 –Promoção da intervenção dos alunos na sua auto-avaliação
1 O docente não promove a intervenção dos alunos na sua auto-
avaliação
2 O docente promove, esporadicamente , a intervenção dos alunos na
sua auto-avaliação
3 O docente promove, com regularidade, a intervenção dos alunos na
sua auto-avaliação
4 O docente promove sempre e tem em consideração a intervenção
dos alunos na sua auto-avaliação