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VANESSA BATTESTIN NUNES

LICENCIATURA EM INFORMÁTICA Lógica e Matemática Discreta

CACHOEIRO DE ITAPEMIRIM Editora:Ifes

2011

2 Vanessa Battestin Nunes
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© Instituto Federal do Espírito Santo Governo Federal Ministro de Educação Fernando Haddad

Ifes – Instituto Federal do Espírito Santo Reitor Dênio Rebello Arantes

Pró-Reitora de Ensino Cristiane Tenan Schlittler dos Santos

Diretora do CEAD – Centro de Educação a Distância Yvina Pavan Baldo

Coordenadores da UAB – Universidade Aberta do Brasil Marize Lyra Silva Passos José Mario Costa Junior

Licenciatura em Informática Coordenação de Curso Alexandre Fraga de Araujo

Designer Instrucional Edmundo Rodrigues Junior

Professor Especialista/Autor Vanessa Battestin Nunes

Catalogação da fonte: Renata Lorencini Rizzi - CRB 6/685

N972l

Nunes, Vanessa Battestin

Lógica e matemática discreta. / Vanessa Battestin Nunes. – Serra: Ifes, 2009. 95 p. : il.

1. Lógica simbólica 2. Matemática. I. Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia do Espírito Santo. II. Título.

CDD 511.3

DIREITOS RESERVADOS Ifes – Instituto Federal do Espírito Santo Avenida Rio Branco, nº 50 Santa Lúcia - CEP. 29056-255 – Vitória – ES - Telefone: 3227-5564

Créditos de autoria da editoração Capa: Juliana Cristina da Silva Projeto gráfico: Juliana Cristina da Silva / Nelson Torres

Iconografia: Nelson Torres Editoração eletrônica: CEAD

Revisão de texto:

Esther Ortlieb Faria de Almeida

COPYRIGHT – É proibida a reprodução, mesmo que parcial, por qualquer meio, sem autorização escrita dos autores e do detentor dos direitos autorais.

Lógica e Matemática Discreta 3
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Lógica e Matemática Discreta

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Olá, Aluno(a)!

É

um prazer tê-lo(a) conosco.

O

Ifes oferece a você, em parceria com as Prefeituras e com o Governo

Federal, o Curso Superior de Licenciatura em Informática, na modalida- de a distância. Apesar de este curso ser ofertado a distância, esperamos que haja proximidade entre nós, pois, hoje, graças aos recursos da tec- nologia da informação (e-mails, chat, videoconferência, etc.), podemos manter uma comunicação efetiva.

É importante que você conheça toda a equipe envolvida neste curso:

coordenadores, professores especialistas, tutores a distância e tutores pre-

senciais, porque, quando precisar de algum tipo de ajuda, saberá a quem recorrer.

Na EaD - Educação a Distância, você é o grande responsável pelo suces-

so da aprendizagem. Por isso, é necessário que você se organize para os

estudos e para a realização de todas as atividades, nos prazos estabeleci- dos, conforme orientação dos Professores Especialistas e Tutores.

Fique atento às orientações de estudo que se encontram no Manual do Aluno.

A EaD, pela sua característica de amplitude e pelo uso de tecnologias

modernas, representa uma nova forma de aprender, respeitando, sem- pre, o seu tempo.

Desejamos-lhe sucesso e dedicação!

Equipe do Ifes

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ICONOGRAFIA

Veja, abaixo, alguns símbolos utilizados neste material para guiá-lo em seus estudos.

Fala do Professor
Fala do Professor

Fala do Professor

Conceitos importantes. Fique atento!
Conceitos importantes. Fique atento!

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Atividades que devem ser elaboradas por você, após a leitura dos textos.
Atividades que devem ser elaboradas por você, após a leitura dos textos.

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  Indicação de leituras complemtares, referentes ao conteúdo estudado.
 
  Indicação de leituras complemtares, referentes ao conteúdo estudado.

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Destaque de algo importante, referente ao conteúdo apresentado. Atenção!
Destaque de algo importante, referente ao conteúdo apresentado. Atenção!

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Reflexão/questionamento sobre algo impor- tante referente ao conteúdo apresentado.
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Espaço reservado para as anotações que você julgar necessárias.
Espaço reservado para as anotações que você julgar necessárias.

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Lógica e Matemática Discreta 5 CAP. 1 - INTRODUçãO à LóGICA MATEMÁTICA 11 1.1 RACIOCíNIO

Lógica e Matemática Discreta

Lógica e Matemática Discreta 5 CAP. 1 - INTRODUçãO à LóGICA MATEMÁTICA 11 1.1 RACIOCíNIO LóGICO
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Lógica e Matemática Discreta 5 CAP. 1 - INTRODUçãO à LóGICA MATEMÁTICA 11 1.1 RACIOCíNIO LóGICO

CAP. 1 - INTRODUçãO à LóGICA MATEMÁTICA 11

1.1 RACIOCíNIO LóGICO E LóGICA FORMAL 11

1.2 PROPOSIçãO 13

1.3 PROPOSIçõES SIMPLES E PROPOSIçõES COMPOSTAS 14

1.4 CONECTIVOS 15

1.5 VALORES LóGICOS DAS PROPOSIçõES 15

1.6 TABELA VERDADE 16

Cap. 2 - OPERAçõES LóGICAS SOBRE PROPOSIçõES 19

2.1 NEGAçãO ( ~ ) 19

2.2 CONjUNçãO ( ^ ) 20

2.3 DISjUNçãO (

2.4 DISjUNçãO ExCLUSIVA (

2.5 CONDICIONAL (

2.6 BICONDICIONAL (

ExCLUSIVA ( 2.5 CONDICIONAL ( 2.6 BICONDICIONAL ( ) 21 ) 22 ) 23 ) 22

)

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( 2.5 CONDICIONAL ( 2.6 BICONDICIONAL ( ) 21 ) 22 ) 23 ) 22 Cap.

)

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Cap. 3 - TABELAS-VERDADE DE PROPOSIçõES COMPOSTAS 27

3.1

CONSTRUçãO DE TABELAS-VERDADE 27

3.2

VALOR LóGICO DE UMA PROPOSIçãO COMPOSTA 29

3.3

ORDEM DE PRECEDêNCIA DAS OPERAçõES 30

3.4

USO DE PARêNTESES 31

4.1

TAUTOLOGIA 33

Cap. 4 - TAUTOLOGIAS, CONTRADIçõES E CONTINGêNCIAS 33

4.2

CONTRADIçãO 34

4.3

CONTINGêNCIA 35

5.1

IMPLICAçãO LóGICA 37

5.2

PROPRIEDADES DA IMPLICAçãO LóGICA 37

Cap. 5 - IMPLICAçãO E EQUIVALêNCIA LóGICA 37

5.3 TAUTOLOGIAS E IMPLICAçãO LóGICA 39

5.4 EQUIVALêNCIA LóGICA 40

5.5 PROPRIEDADES DA EQUIVALêNCIA LóGICA 41

5.6 ExEMPLOS 41

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5.7 TAUTOLOGIAS E EQUIVALêNCIA LóGICA 42

5.8 PROPOSIçõES ASSOCIADAS A UMA CONDICIONAL 42

5.9 NEGAçãO CONjUNTA DE DUAS PROPOSIçõES 43

5.10 NEGAçãO DISjUNTA DE DUAS PROPOSIçõES 43

Cap. 6 - ÁLGEBRA DAS PROPOSIçõES 45

6.1 PROPRIEDADES DA CONjUNçãO

6.2 PROPRIEDADES DA DISjUNçãO

6.3 PROPRIEDADES DA CONjUNçãO E DA DISjUNçãO 47

6.4 NEGAçãO DA CONDICIONAL

6.5 NEGAçãO DA BICONDICIONAL

6.6 EQUIVALêNCIAS NOTÁVEIS 51

45

46

50

50

Cap. 7 - MÉTODO DEDUTIVO 53

7.1 ExEMPLOS

7.2 REDUçãO DO NúMERO DE CONECTIVOS 55

7.3 FORMA NORMAL 55

7.4 FORMA NORMAL CONjUNTIVA (FNC)

7.5 FORMA NORMAL DISjUNTIVA (FND) 56

7.6 DUALIDADE 57

54

55

Cap. 8 - ARGUMENTOS E REGRAS DE INFERêNCIA 59

8.1 ARGUMENTO 59

8.2 VALIDADE DE UM ARGUMENTO 60

8.3 CRITÉRIO DE VALIDADE DE UM ARGUMENTO 60

8.4 CONDICIONAL ASSOCIADA A UM ARGUMENTO 60

8.5 ARGUMENTOS VÁLIDOS FUNDAMENTAIS 61

8.6 REGRAS DE INFERêNCIA 62

8.7 ExEMPLOS DO USO DAS REGRAS DE INFERêNCIA 64

Cap. 9 - VERIFICAçãO DA VALIDADE 69

9.1 VERIFICAçãO MEDIANTE TABELAS-VERDADE 69

9.2 ExEMPLOS (ALENCAR FILHO, 2003) 69

9.3 VALIDADE MEDIANTE REGRAS DE INFERêNCIA 71

9.4 ExEMPLOS (ALENCAR FILHO, 2003): 72

9.5 VALIDADE MEDIANTE REGRAS DE INFERêNCIA E EQUIVALêNCIA 73

9.6 ExEMPLOS (ALENCAR FILHO, 2003) 74

9.7 INCONSISTêNCIAS 75

Lógica e Matemática Discreta 7 Cap. 10 - DEMONSTRAçãO CONDICIONAL 77 10.1 DEMONSTRAçãO CONDICIONAL 77

Lógica e Matemática Discreta

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Cap. 10 - DEMONSTRAçãO CONDICIONAL

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10.1 DEMONSTRAçãO CONDICIONAL 77

10.2 ExEMPLO 77

Cap. 11 - LóGICA DE PREDICADOS E SENTENçAS ABERTAS 79

11.1 SENTENçAS ABERTAS 80

11.2 CONjUNTO VERDADE DE UMA SENTENçA-ABERTA 81

11.3 SENTENçAS ABERTAS COM N VARIÁVEIS 81

11.4 CONjUNTO VERDADE DE UMA SENTENçA-ABERTA COM N VARIÁVEIS 82

11.5 OPERAçõES LóGICAS SOBRE SENTENçAS-ABERTAS 83

11.6 ExEMPLOS (PINHO, 1999, P. 43) 84

Cap. 12 - QUANTIFICADORES 87

12.1 QUANTIFICADOR UNIVERSAL 87

12.2 QUANTIFICADOR ExISTENCIAL 88

12.3 NEGAçãO DE PROPOSIçõES COM QUANTIFICADORES

(PINHO, 1999) 88

12.4 VARIÁVEIS APARENTES OU MUDAS 89

12.5 QUANTIFICAçãO DE SENTENçAS ABERTAS COM MAIS DE UMA

VARIÁVEL 90

12.6 ORDEM DOS QUANTIFICADORES 90

12.7 NEGAçãO DE PROPOSIçõES COM QUANTIFICADORES 91

12.8 ExEMPLOS (PINHO, 1999, P. 47) 91

REFERêNCIAS 95

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APRESENTAçãO

Sejam bem-vindos aos estudos de Lógica e Matemática Discreta!!!

Neste curso esperamos que vocês tragam situações do mundo real com o intuito de resolvê-las por meio da lógica. No início parecerá que alguns problemas são insolúveis, mas com o tempo aprenderemos técnicas para resolvê-los e tudo ficará mais claro.

Com o passar do tempo, você verá o quanto esta disciplina será útil no curso de Licenciatura em Informática. Ela é importante para resolução dos mais diversos problemas, principalmente aqueles que se referem à

criação de algoritmos, que estão diretamente relacionados às disciplinas

de

programação.

O

conhecimento em lógica não será útil apenas nas diversas disciplinas

do curso, mas também terá utilidade no mundo real. Vocês poderão aper- feiçoar os seus conhecimentos, adquirir vários outros e usar as soluções no dia-a-dia. Com isso, será bem mais fácil entender as coisas do nosso mundo (dentro do que cobre a lógica, claro!).

Mas estejam atentos a um item muito importante: O estudo de Lógica e Matemática Discreta vai exigir de você muita disciplina e esforço, pois serão vistos muitos conceitos novos. Apenas se ater aos conceitos, aos exemplos e aos poucos exercícios deste material não será suficiente para o aprendizado. É fundamental que o estudo seja complementado através da utilização do livro texto e de demais materiais a serem disponibilizados no nosso ambiente de aprendizagem, no decorrer do curso. O conheci- mento só será efetivo se a prática de exercícios fizer parte do cotidiano de vocês e as dúvidas forem sendo sanadas no decorrer da disciplina.

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11 Lógica e Matemática Discreta INTRODUçãO à LóGICA MATEMÁTICA
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Lógica e Matemática Discreta
INTRODUçãO à LóGICA
MATEMÁTICA

Olá Turma,

Neste Capítulo vocês terão um primeiro contato com a Lógica Matemática e com alguns de seus conceitos muito importantes – proposições e conectivos.

O

aprendizado da Lógica auxilia no raciocínio, na compreensão

de

conceitos básicos, na verificação formal de programas e prepara

para o entendimento de conceitos mais avançados.

Bons estudos!

o entendimento de conceitos mais avançados. Bons estudos! A Lógica é uma ciência matemática fortemente ligada
o entendimento de conceitos mais avançados. Bons estudos! A Lógica é uma ciência matemática fortemente ligada

A Lógica é uma ciência matemática fortemente ligada à filosofia. Ela tem, por objeto de estudo, as leis gerais do pensamento e as formas de aplicar essas leis, corretamente, na investigação da verdade. Ela será o nosso o nosso foco no decorrer de toda a disciplina.

1.1 RACIOCíNIO LóGICO E LóGICA FORMAL

Vamos imaginar a seguinte situação (GERSTING, 2004): Você está participando de um júri num processo criminal e o advogado de defesa faz esta argumentação:

Se meu cliente fosse culpado, a faca estaria na gaveta. Ou a faca não estava na gaveta ou Jason Pritchard viu a faca. Se a faca não estava lá no dia 10 de outubro de, então Jason Pritchard não viu a faca. Além disso, se a faca estava lá no dia de 10 de outubro, então a faca estava na gaveta e o martelo estava no celeiro. Mas todos sabemos que o martelo não estava no celeiro. Portanto, senhoras e senhores, meu cliente é inocente.

Em sua opinião, o argumento do advogado está correto? Como você iria votar?

Parece tudo muito confuso e difícil de entender. Isso se deve ao fato de a nossa língua (ou qualquer outra linguagem natural) ter muitas ambigüi- dades e ao fato de as frases longas causarem confusão no nosso cérebro. Tudo isso seria facilitado se reescrevêssemos a frase com a notação da lógica simbólica ou lógica formal, uma vez que tal conhecimento nos

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permite tirar todo o palavreado que causa confusão e concentrar-nos na argumentação. A lógica formal nos fornece base para pensar de forma or- ganizada e tem aplicação direta na área de informática (GERSTING, 2004).

direta na área de informática (GERSTING, 2004). Lógica simbólica ou Lógica Formal – aquela que tem

Lógica simbólica ou Lógica Formal – aquela que tem o

propósito de simbolizar o raciocínio encontrado não somente na matemática, mas também na vida diária.

não somente na matemática, mas também na vida diária. Porém, antes de pensarmos na lógica formal,

Porém, antes de pensarmos na lógica formal, vamos exercitar um pouco o nosso raciocínio lógico.

Para exercitar, vamos realizar uma atividade proposta por (PINHO, 1999, p. 6):

1. Use o bom senso para tentar resolver os seguintes problemas:

(a) Se eu não tenho carro, a afirmação “meu carro não é azul” é

verdadeira ou falsa?

(b) Existe o ditado popular que afirma: “toda regra tem exceção”.

Considerando que essa frase é, por sua vez, também uma regra; podemos garantir que ela é verdadeira? Ou que é falsa?

(c) Tenho 9 pérolas idênticas, mas sei que uma delas é falsa, e é

mais leve que as outras. Como posso identificar a pérola falsa, com apenas duas pesagens em uma balança de dois pratos?

(d) Tenho 12 pérolas idênticas, mas uma delas é falsa e tem peso um pouco diferente das demais, não sei se mais leve ou mais pesada; como posso identificar a pérola falsa, e se ela é mais leve ou mais pesada, com apenas três pesagens em uma balança de dois pratos?

(e) Tenho 10 grupos de 10 moedas cada um; cada moeda pesa

10 gramas, exceto as de um grupo cujas moedas pesam 9 gramas cada uma. Como posso identificar o grupo de moedas mais leves, com apenas uma pesagem em uma balança de um prato?

gramas cada uma. Como posso identificar o grupo de moedas mais leves, com apenas uma pesagem
gramas cada uma. Como posso identificar o grupo de moedas mais leves, com apenas uma pesagem
Lógica e Matemática Discreta 13
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(f) Um rei resolveu dar a um prisioneiro a oportunidade de obter a liberdade. Levou-o

(f) Um rei resolveu dar a um prisioneiro a oportunidade de obter a liberdade. Levou-o até uma sala, com duas portas de saída, chamadas A e B, cada uma com um guarda. Disse: “Uma das portas leva à liberdade, enquanto a outra leva à forca; alem disso, um dos guardas fala sempre a verdade, enquanto o outro só fala mentiras. Você pode fazer uma única pergunta a um dos guardas e escolher uma porta para sair”. O prisioneiro pensou durante alguns segundos; depois, dirigiu-se a um dos guardas e

disse: “Se eu perguntasse a seu companheiro qual a porta que leva

à liberdade, o que ele me diria ?”. Depois de alguns segundos, o

guarda respondeu: “A”. “Obrigado”, disse o prisioneiro, e passou pela porta B. O prisioneiro obteve a liberdade ou foi para a forca? Como saber?

obteve a liberdade ou foi para a forca? Como saber? 1.2 PROPOSIçãO Por meio da lógica

1.2 PROPOSIçãO

liberdade ou foi para a forca? Como saber? 1.2 PROPOSIçãO Por meio da lógica formal podemos

Por meio da lógica formal podemos representar as afirmações que fazemos no nosso cotidiano. O primeiro passo na construção de uma linguagem simbólica, mais adequada à formulação dos conceitos da Lógica, é a apresentação do que chamamos proposição simples.

Proposição (ou declaração) – conjunto de palavras ou símbolos que exprimem um pensamento de sentido completo. É uma sen- tença que pode ser verdadeira ou falsa.

É uma sen- tença que pode ser verdadeira ou falsa. Exemplos: • A Terra é quadrada.

Exemplos:

• A Terra é quadrada.

• O sol é azul.

• Vitória é capital do Espírito Santo.

O sol é azul. • Vitória é capital do Espírito Santo. Aqui, as duas primeiras proposições

Aqui, as duas primeiras proposições são falsas, enquanto a última é verdadeira.

A Lógica da Matemática adota como regras fundamentais do pensamento

os seguintes princípios (ou axiomas) (ALENCAR FILHO, 2003):

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14 Vanessa Battestin Nunes (I) PRINCÍPIO DA NÃO CONTRADIÇÃO – Uma proposição não pode ser verdadeira

(I) PRINCÍPIO DA NÃO CONTRADIÇÃO – Uma proposição

não pode ser verdadeira e falsa ao mesmo tempo.

(II) PRINCÍPIO DO TERCEIRO EXCLUÍDO – Toda proposição ou é verdadeira ou é falsa. Verifica-se sempre um destes casos e nunca um terceiro.

Verifica-se sempre um destes casos e nunca um terceiro. 1.3 PROPOSIçõES SIMPLES E PROPOSIçõES COMPOSTAS As

1.3 PROPOSIçõES SIMPLES E PROPOSIçõES COMPOSTAS

As proposições podem ser simples (ou atômicas) e compostas (ou moleculares) (ALENCAR FILHO, 2003).

e compostas (ou moleculares) (ALENCAR FILHO, 2003). Proposição simples ou proposição atômica – aquela

Proposição simples ou proposição atômica – aquela que não contém em si nenhuma outra proposição como parte integrante.

em si nenhuma outra proposição como parte integrante. As proposições simples são geralmente representadas

As proposições simples são geralmente representadas através de letras latinas minúsculas p, q, r, s

Temos

a seguir algumas proposições simples:

p

: João é estudante.

q

: Maria trabalha no centro da cidade.

r

: Pato é um animal.

trabalha no centro da cidade. r : Pato é um animal. Proposição composta ou proposição molecular

Proposição composta ou proposição molecular – aquela

formada pela combinação de duas ou mais proposições. Também são chamadas de fórmulas proposicionais ou apenas fórmulas.

de fórmulas proposicionais ou apenas fórmulas . As proposições compostas são geralmente representadas por

As proposições compostas são geralmente representadas por letras latinas maiúsculas P, Q, R, S

Exemplos de proposições compostas:

P : João é estudante e pato é um animal.

Q : João é estudante ou Maria trabalha no centro da cidade.

S : Se Maria trabalha no centro da cidade então Maria mora perto do centro.

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Observe que nesses exemplos as proposições compostas são formadas por duas proposições simples, mas poderiam ser mais. Inclusive, proposições compostas podem ser formadas por outras proposições compostas.

Quando quisermos explicitar que uma proposição composta P é formada

escreve-se: P(p, q, r).

pela combinação das proposições simples p, q, r

,

No exemplo dado, temos: P (p, r).

1.4 CONECTIVOS

Conectivos – palavras ou símbolos usados para formar novas proposições a partir de outras.

usados para formar novas proposições a partir de outras. Exemplos: P : A lua é quadrada

Exemplos:

formar novas proposições a partir de outras. Exemplos: P : A lua é quadrada e a

P : A lua é quadrada e a neve é branca.

Q : O triângulo ABC é retângulo ou isósceles.

R : O dia está ensolarado e sem nuvens se e somente se não está

chovendo.

S : Se Luiz é engenheiro, então sabe matemática.

As palavras grifadas acima são conectivos “

matematica: “e”, “ou”, “não”, “se

usuais

em

então”,

se

e somente se

lógica

de

1.5 VALORES LóGICOS DAS PROPOSIçõES

Como vimos, proposições podem ser verdadeiras ou falsas.

Valor lógico de uma proposição – V(p) – é a verdade (V) se a proposição p é verdadeira e a falsidade (F) se a proposição p é falsa.

e a falsidade (F) se a proposição p é falsa. Assim, o que os princípios da
e a falsidade (F) se a proposição p é falsa. Assim, o que os princípios da

Assim, o que os princípios da não contradição e do terceiro excluído afirmam é que:

Toda proposição tem um, e um só, dos valores V ou F.

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Exemplo:

p

: Todo número par é múltiplo de dois.

q

: O menor planeta existente é o planeta Terra.

O

valor lógico da primeira proposição é a verdade, ou seja, V(p) = V e o

valor lógico da segunda proposição é a falsidade, ou seja, V(q) = F.

1.6 TABELA VERDADE

Como vimos anteriormente, uma proposição simples ou é verdadeira (V) ou é falsa (F) - princípio do terceiro excluído. Porém, como faremos para determinar se uma proposição composta é verdadeira ou falsa? Ou seja, como faremos para determinar o valor lógico de proposições compostas?

Para responder essa pergunta, utilizaremos o conceito de tabelas-verdade.

essa pergunta, utilizaremos o conceito de tabelas-verdade . Tabela verdade ou tabela da verdade – é

Tabela verdade ou tabela da verdade – é uma tabela usada em lógica para determinar se uma expressão é verdadeira ou falsa, de acordo com os possíveis valores lógicos das proposições simples componentes (ALENCAR FILHO, 2003).

das proposições simples componentes (ALENCAR FILHO, 2003). Assim, por exemplo, no caso de uma proposição composta

Assim, por exemplo, no caso de uma proposição composta formada pelas proposições simples p e q, os valores lógicos possíveis de p e q são mostrados na Tabela 1. No caso de haver uma nova proposição r, os valores são mostrados na Tabela 2:

Tabela 1

Tabela 2

 

p

q

 

p

q

r

1 V

 

V

1 V

 

V

V

2 V

 

F

2 V

 

V

F

3 F

 

V

3 V

 

F

V

4 F

 

F

4 V

 

F

F

 

5 F

 

V

V

6 F

 

V

F

7 F

 

F

V

8 F

 

F

F

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Observe, no primeiro caso, que os valores lógicos V e F se alternam de dois em dois para a primeira proposição p e de um em um para a segunda proposição q, e que, além disso, VV, VF, FV, FF são arranjos binários com repetição dos dois elementos V e F.

Da mesma forma, observe, no segundo caso, que os valores lógicos V e F se alternam de quatro em quatro para a primeira proposição p, de dois em dois para a segunda proposição q e de um em um para a terceira proposição r, e que, além disso, VVV, VVF, VFV, VFF, FVV, FVF, FFV, FFF são arranjos ternários com repetição dos dois elementos V e F.

Para maior compreensão, ler o capítulo 1 – Proposições e Conectivos do livro de Edgard de Alencar Filho - Iniciação à lógica matemática. São Paulo: Nobel, 2003.

 
e Conectivos do livro de Edgard de Alencar Filho - Iniciação à lógica matemática. São Paulo:
 

1.Determinar o valor lógico (V ou F) das seguintes proposições:

 
1.Determinar o valor lógico (V ou F) das seguintes proposições:  

(a)

Fernando Henrique é o atual presidente do Brasil.

(b)

Um heptágono é uma figura geométrica de 10 lados.

 

(c)

O Egito fica na Ásia.

(d)

Todo número divisível por 3 é impar.

(e)

Nova York é capital dos EUA.

(f)

House é uma palavra existente na língua inglesa.

por 3 é impar. (e) Nova York é capital dos EUA. (f) House é uma palavra
por 3 é impar. (e) Nova York é capital dos EUA. (f) House é uma palavra
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Métodos e Estratégias de Estudo
Métodos e Estratégias de Estudo

Lógica e Matemática Discreta

19
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e Estratégias de Estudo Lógica e Matemática Discreta 19 OPERAçõES LóGICAS SOBRE PROPOSIçõES Agora que já

OPERAçõES LóGICAS SOBRE PROPOSIçõES

Discreta 19 OPERAçõES LóGICAS SOBRE PROPOSIçõES Agora que já conhecemos o que são proposições e os

Agora que já conhecemos o que são proposições e os conectivos que podem ser utilizados para formarmos proposições compostas, vamos estudar quais tipos de operações podem ser realizadas.

estudar quais tipos de operações podem ser realizadas. Em Lógica Simbólica, a ação de combinar proposições
estudar quais tipos de operações podem ser realizadas. Em Lógica Simbólica, a ação de combinar proposições

Em Lógica Simbólica, a ação de combinar proposições é chamada “operação”, os conectivos são chamados “operadores”, que são representados por símbolos específicos. Apresentamos no Quadro 1 as cinco operações lógicas sobre proposições, com seus respectivos conectivos e símbolos (PINHO, 1999):

Operação

Conectivo

Símbolo

Conjunção

e

<

Disjunção

ou

>

Negação

não

~ , ¬ ou

Condicional

se

então

Condicional se então

Bicondicional

se e somente se

Bicondicional se e somente se

Quadro 1 – Operações lógicas sobre proposições.

Como podemos determinar o valor lógico de uma proposição composta, em função dos valores lógicos das proposições que a compõe? Para responder a essa pergunta, temos que definir as operações, isto é, dar o resultado da operação para cada possível conjunto de valores dos operandos.

2.1 NEGAçãO ( ~ )

Negação – de uma proposição p é a proposição representada por “não p” ou por “~ p”, cujo valor lógico é verdade (V) quando p é

falso e falsidade (F) quando p é verdadeiro. Ou seja, “não p” tem

o valor lógico oposto de p (ALENCAR FILHO, 2003).

tem o valor lógico oposto de p (ALENCAR FILHO, 2003). A seguir é mostrada a tabela
tem o valor lógico oposto de p (ALENCAR FILHO, 2003). A seguir é mostrada a tabela

A seguir é mostrada a tabela verdade com os valores lógicos da negação

e as igualdades válidas nesse caso:

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Igualdades:

~

V = F e ~ F = V

V

(~ p) = ~ V(p)

p ~ p V F F V
p
~ p
V
F
F
V

Como vemos, negação é o fato de negar, opor-se ou se colocar de forma contrária a algo. Isso em nossa linguagem é feita utilizando-se o advérbio “não” ou expressões como “não é verdade que”, “é falso que” etc.

Exemplos:

p

: Maria é jornalista.

~p

: Maria não é jornalista.

~p

: é falso que Maria é jornalista.

~p

: não é verdade que Maria é jornalista.

~p : não é verdade que Maria é jornalista. 2.2 CONjUNçãO ( ^ ) Conjunção –

2.2 CONjUNçãO ( ^ )

Conjunção – de duas proposições p e q é a proposição representada por “p e q” ou “p ^ q”, cujo valor lógico é a verdade (V) quando as proposições p e q são verdadeiras e a falsidade (F) nos demais casos (ALENCAR FILHO, 2003).

e a falsidade ( F ) nos demais casos (ALENCAR FILHO, 2003). A seguir é mostrada

A

seguir é mostrada a tabela verdade com os valores lógicos da conjunção

e

as igualdades válidas neste caso:

Igualdades:

V

^ V = V

V

^ F = F

F

^ V = F

F

^ F = F

V(p ^ q) = V(p) ^ V(q)

p

q

p ^ q V F F F

V

V

V

F

F

V

F

F

Exemplos:

1) p: o mar é azul (V) q: 1 é impar (V)

-----------------------------

p ^ q = o mar é azul e 1 é impar

V(p ^ q) = V(p) ^ V(q) = V ^ V = V

(V)

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2) p: a lua é quadrada (F) q: 1 é par (V)

-----------------------------

p ^ q = a lua é quadrada e 1 é par (F)

V(p ^ q) = V(p) ^ V(q) = F ^ V = F

2.3 DISjUNçãO (

)^ q) = V(p) ^ V(q) = F ^ V = F 2.3 DISjUNçãO ( Disjunção

Disjunção – de duas proposições p e q é a proposição representada por “p ou
Disjunção – de duas proposições p e q é a proposição representada
por “p ou q” ou “p
q”, cujo o valor lógico é a verdade (V) quando ao
menos uma das proposições p e q é verdadeira e a falsidade (F) quando
as proposições p e q são ambas falsas (ALENCAR FILHO, 2003).
proposições p e q são ambas falsas (ALENCAR FILHO, 2003). A seguir é mostrada a tabela

A

seguir é mostrada a tabela verdade com os valores lógicos da disjunção

e

as igualdades válidas neste caso:

Igualdades:

V V = V V F = V F V = V F V(p F
V
V = V
V
F = V
F
V = V
F
V(p
F = F
q) = V(p)

Exemplos:

V(q)

p

~ p

p

V F V = V F V(p F = F q) = V(p) Exemplos: V(q) p

q

V

V

V

V

F

V

F

V

V

F

F

F

1) p: Rio de Janeiro é a capital do Brasil (F) q: 1 + 3 = 4 (V)

Rio de Janeiro é a capital do Brasil (F) q: 1 + 3 = 4 (V)

p

V(p

q = Rio de Janeiro é a capital do Brasil ou 1 + 3 = 4 (V)

q) = V(p)

V(q) = VJaneiro é a capital do Brasil ou 1 + 3 = 4 (V) q) = V(p)

é a capital do Brasil ou 1 + 3 = 4 (V) q) = V(p) V(q)

V = V

2) p: Aparecida do Norte é padroeira do ES (F) q: Vasco da Gama descobriu o Brasil (F)

p v q = Aparecida do Norte é padroeira do ES ou Vasco da Gama descobriu o Brasil (F)

V(p

(F) p v q = Aparecida do Norte é padroeira do ES ou Vasco da Gama

q) = V(p)

(F) p v q = Aparecida do Norte é padroeira do ES ou Vasco da Gama

V(q) = F

F = F(F) p v q = Aparecida do Norte é padroeira do ES ou Vasco da Gama

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22 Vanessa Battestin Nunes 2.4 DISjUNçãO ExCLUSIVA ( ) Disjunção exclusiva – de duas proposições p

2.4 DISjUNçãO ExCLUSIVA (

)22 Vanessa Battestin Nunes 2.4 DISjUNçãO ExCLUSIVA ( Disjunção exclusiva – de duas proposições p e

Disjunção exclusiva – de duas proposições p e q é a proposição representada por “ou
Disjunção exclusiva – de duas proposições p e q é a proposição
representada por “ou p ou q” ou “p q”, cujo valor lógico é a
verdade (V) somente quando p é verdadeira ou q é verdadeira, mas
não quando p e q são ambas verdadeiras, e a falsidade (F) quando
p e q são ambas verdadeiras ou falsas. (ALENCAR FILHO, 2003).

A seguir é mostrada a tabela verdade com os valores lógicos da disjunção

exclusiva e as igualdades válidas neste caso:

Igualdades:

V

V V = F

V = F

V

V F = V

F = V

F

F V = V

V = V

F

F F = F

F = F

V(p

q) = V(p)V(p V(q)

V(q)V(p q) = V(p)

Exemplos:

p

q

p

F F = F V(p q) = V(p) V(q) Exemplos: p q p q V V

q

V

V

F

V

F

V

F

V

V

F

F

F

p:

João é Argentino (V)

q:

João torce pro Brasil (V)

p

p q = ou João é Argentino ou João torce pro Brasil (F)

q = ou João é Argentino ou João torce pro Brasil (F)

q = ou João é Argentino ou João torce pro Brasil (F) V(p q) = V(p)

V(p

q) = V(p)ou João é Argentino ou João torce pro Brasil (F) V(p V(q) = V 2.5 CONDICIONAL

é Argentino ou João torce pro Brasil (F) V(p q) = V(p) V(q) = V 2.5

V(q) = V

2.5 CONDICIONAL (

V = F )
V = F
)
Condicional – é uma proposição representada por “se p então q” ou “p q”, cujo
Condicional – é uma proposição representada por “se p então
q” ou “p q”, cujo valor lógico é a falsidade (F) no caso em
que p é verdadeira e q é falsa e a verdade (V) nos demais casos
(ALENCAR FILHO, 2003).

Se temos p

q, dizemos que p é o antecedente e q é o conseqüente.(F) no caso em que p é verdadeira e q é falsa e a verdade (V)

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A seguir é mostrada a tabela verdade com os valores lógicos da

condicional e as igualdades válidas neste caso:

Igualdades:

V

V V = V

V = V

V = V

V

V F = F

F = F

F

F V = V

V = V

F

F F = V

F = V

V(p

q) = V(p)

V(p q) = V(p) V(q)

V(q)

Exemplos:

p

q

p

F F = V V(p q) = V(p) V(q) Exemplos: p q p q V V

q

V

V

V

V

F

F

F

V

V

F

F

V

1) p: Marisa Monte é uma cantora brasileira (V) q: Marisa Monte nasceu no Chile (F)

p

q = se Marisa Monte é uma cantora brasileira então Marisa Monte nasceu no Chile (F)

V(p

brasileira então Marisa Monte nasceu no Chile (F) V(p q) = V(p) V(q) = V F

q) = V(p)brasileira então Marisa Monte nasceu no Chile (F) V(p V(q) = V F = F 2)

V(q) = Ventão Marisa Monte nasceu no Chile (F) V(p q) = V(p) F = F 2) p:

Marisa Monte nasceu no Chile (F) V(p q) = V(p) V(q) = V F = F

F = F

2) p: Fevereiro tem 30 dias (F) q: Todo ano temos ano bissexto (F)

q = se Fevereiro tem 30 dias então Todo ano temos ano bissexto (V) se Fevereiro tem 30 dias então Todo ano temos ano bissexto (V)

p

V(p

tem 30 dias então Todo ano temos ano bissexto (V) p V(p q) = V(p) V(q)

q) = V(p)

então Todo ano temos ano bissexto (V) p V(p q) = V(p) V(q) = F F

V(q) = F

Todo ano temos ano bissexto (V) p V(p q) = V(p) V(q) = F F =

F = V

2.6 BICONDICIONAL (

)(V) p V(p q) = V(p) V(q) = F F = V 2.6 BICONDICIONAL ( Bicondicional

Bicondicional – é uma proposição representada por “p se e somente se q” ou “p
Bicondicional – é uma proposição representada por “p se
e somente se q” ou “p q”, cujo valor lógico é a verdade(V)
quando p e q são ambas verdadeiras ou ambas falsas, e a falsidade
(F) nos demais casos. (ALENCAR FILHO, 2003).

Se temos p

(F) nos demais casos. (ALENCAR FILHO, 2003). Se temos p q, dizemos que p é uma

q, dizemos que p é uma condição suficiente e necessária a q.

que p é uma condição suficiente e necessária a q. A seguir é mostrada a tabela

A seguir é mostrada a tabela verdade com os valores lógicos da

bicondicional e as igualdades válidas neste caso:

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24 Vanessa Battestin Nunes Igualdades: V V F F V(p V = V F = F

Igualdades:

V

V

F

F

V(p

24 Vanessa Battestin Nunes Igualdades: V V F F V(p V = V F = F

24 Vanessa Battestin Nunes Igualdades: V V F F V(p V = V F = F

24 Vanessa Battestin Nunes Igualdades: V V F F V(p V = V F = F

24 Vanessa Battestin Nunes Igualdades: V V F F V(p V = V F = F

V = V

F = F

V = F

F = V

Nunes Igualdades: V V F F V(p V = V F = F V = F

q) = V(p)

Exemplos:

V V F F V(p V = V F = F V = F F =

V(q)

p

q

p

qF V(p V = V F = F V = F F = V q) =

V

V

V

V

F

F

F

V

F

F

F

V

1) p: 6/3 = 3 (F) q: Ronaldinho é jogador de futebol (V)

q = 6/3 = 3 se e somente se Ronaldinho é jogador de futebol (F) se e somente se Ronaldinho é jogador de futebol (F)

p

V(p

se e somente se Ronaldinho é jogador de futebol (F) p V(p q) = V(p) V(q)

q) = V(p)

V(q) = Fse Ronaldinho é jogador de futebol (F) p V(p q) = V(p) V = F 1.

V = Fé jogador de futebol (F) p V(p q) = V(p) V(q) = F 1. Dadas as

1. Dadas as proposições p: João é cantor e q: Maria é professora, traduza as
1. Dadas as proposições p: João é cantor e q: Maria é professora,
traduza as seguintes proposições para o português:
(a)
~p
(b) p
q
(c) p
q
(d) p
q
(e)
q
p
(f) p
q
q
(g) p
~q
(h) ~p
~q
(i) ~ ~ p
(j) ~p
q
p
(k) ~(~p
~q)
(l) ~p
~q
2. Dadas as proposições p: Pedro é elegante e q: Pedro é bonito,
traduza as seguintes proposições para a linguagem simbólica:
(a)
Pedro é elegante e bonito
(b)
Pedro é elegante, mas não é bonito
(c)
Não é verdade que Pedro seja bonito e elegante
(d)
Pedro não é elegante nem bonito
(e)
Pedro é bonito ou feio, mas é elegante
(f)
Ou Pedro é bonito ou não é elegante
3. Traduzir para linguagem simbólica as seguintes expressões
matemáticas:
(a)
Se x > 0 então y = 7
(b) Se x = 1 então y > 1 e z < 4
(c)
x = 0 ou x > 0
(d) x
0 ou (x = 0 e y = 1)
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4. Determine o valor lógico (V ou F) das expressões abaixo: (a) 3 + 2
4. Determine o valor lógico (V ou F) das expressões abaixo:
(a)
3 + 2 = 7 e 5 + 5 = 10
(b) 1 > 0
2 + 2 = 4
(c) ~(1 + 1 = 2
3 + 4 = 5)
(d) 2 + 2 = 4
(3 + 3 = 7
1 + 1 = 4)
5. Determinar V(p) em cada caso:
(a)
V(q) = F e V(p
q) = F
(b) V(q) = F e V(p
q) = F
(c)
V(q) = V e V(q
p) = F
(d) V(q) = F e V(q
p) = V

Para maior compreensão, ler o capítulo 2 – Operações Lógicas sobre Proposições do livro Alencar Filho, Edgard de. Iniciação à lógica matemática. São Paulo: Nobel, 2003.

sobre Proposições do livro Alencar Filho, Edgard de. Iniciação à lógica matemática. São Paulo: Nobel, 2003.
sobre Proposições do livro Alencar Filho, Edgard de. Iniciação à lógica matemática. São Paulo: Nobel, 2003.
sobre Proposições do livro Alencar Filho, Edgard de. Iniciação à lógica matemática. São Paulo: Nobel, 2003.
sobre Proposições do livro Alencar Filho, Edgard de. Iniciação à lógica matemática. São Paulo: Nobel, 2003.
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Métodos e Estratégias de Estudo
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Lógica e Matemática Discreta

TABELAS-VERDADE DE PROPOSIçõES COMPOSTAS

Discreta TABELAS-VERDADE DE PROPOSIçõES COMPOSTAS 27 Neste capítulo vamos aprender a construir
27
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Discreta TABELAS-VERDADE DE PROPOSIçõES COMPOSTAS 27 Neste capítulo vamos aprender a construir tabelas-verdade

Neste capítulo vamos aprender a construir tabelas-verdade para proposições compostas. Desta forma, poderemos identificar os valores de uma proposição para todos os possíveis valores das proposições simples.

para todos os possíveis valores das proposições simples. 3.1 CONSTRUçãO DE TABELAS-VERDADE O primeiro passo para
para todos os possíveis valores das proposições simples. 3.1 CONSTRUçãO DE TABELAS-VERDADE O primeiro passo para

3.1 CONSTRUçãO DE TABELAS-VERDADE

O primeiro passo para construção de uma tabela-verdade de uma proposição composta é contar o número de proposições simples que a compõem. Agora se deve determinar o número de linhas. Cada linha da tabela corresponde a uma possível combinação dos valores lógicos das proposições componentes. Como são dois os valores lógicos, existem, para n componentes, 2n combinações possíveis.

Portanto:

O número de linhas de uma tabela verdade de uma proposição composta com n proposições simples é 2n, além do cabeçalho.

com n proposições simples é 2n , além do cabeçalho. Por exemplo, para uma proposição composta
com n proposições simples é 2n , além do cabeçalho. Por exemplo, para uma proposição composta

Por exemplo, para uma proposição composta com 5 proposições simples, teremos uma tabela-verdade com 2 5 = 32 linhas.

Após termos o número de linhas, vamos criar a tabela inicialmente com uma coluna para cada proposição simples (onde são distribuídos os valores V e F de forma a incluir cada possível combinação). Após isso, vamos criando colunas de acordo com as partes (operações) da proposição composta (onde os valores V e F são obtidos pela definição das operações), até termos a proposição composta completa.

Por fim, vamos preenchendo a tabela-verdade com todos os possíveis valores para as proposições simples. Para determinar unicamente a Tabela Verdade, podemos estabelecer certas convenções para sua construção:

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A. Para as colunas:

1. Dispor as proposições componentes em ordem alfabética.

2. Dispor as operações na ordem de precedência (com parênteses,

se for o caso).

B. Para as linhas

1. Alternar V e F para a coluna do último componente.

2. Alternar V V e F F para a coluna do penúltimo componente.

3. Alternar V V V V e F F F F para a coluna do antepenúltimo

componente.

4. Prosseguir dessa forma, se houver mais componentes, sempre

dobrando o numero de V’s e F’s para cada coluna à esquerda.

Exemplos (ALENCAR FILHO, 2003)

(1) Construir a tabela-verdade da proposição: P(p,q) = ~(p

Resolução:

~q)a tabela-verdade da proposição: P(p,q) = ~(p Resolução: • Determinar o número de linhas da tabela-verdade.

• Determinar o número de linhas da tabela-verdade. Como temos 2

proposições simples, teremos 2 2 = 4 linhas (criaremos uma adicional para o cabeçalho da tabela).

• Cria-se inicialmente uma coluna para cada proposição simples.

• Em seguida, cria-se uma coluna para ~q.

• Depois cria-se uma coluna para p ~q.

coluna para ~q. • Depois cria-se uma coluna para p ~q. • A seguir uma nova

• A seguir uma nova coluna para a proposição completa: ~(p ~q).

uma nova coluna para a proposição completa: ~(p ~q). • Por fim, preenche-se a tabela-verdade com

• Por fim, preenche-se a tabela-verdade com todos os valores possíveis para p e q.

p

q

~q

p

p q ~q p ~q ~(p ~q)

~q

~(p

p q ~q p ~q ~(p ~q)

~q)

V

V

F

 

F

 

V

V

F

V

 

V

 

F

F

V

F

 

F

 

V

F

F

V

 

F

 

V

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(2) Construir a tabela-verdade da proposição: P(p,q) = ~(p

Resolução:

a tabela-verdade da proposição: P(p,q) = ~(p Resolução: q) ~(q p) p q p q q

q)

tabela-verdade da proposição: P(p,q) = ~(p Resolução: q) ~(q p) p q p q q p

~(q

da proposição: P(p,q) = ~(p Resolução: q) ~(q p) p q p q q p ~(p

p)

p

q

p

p q p q q p ~(p q) ~(q p) ~(p q) ~(q p)  

q

q

p q p q q p ~(p q) ~(q p) ~(p q) ~(q p)  

p

~(p

p q p q q p ~(p q) ~(q p) ~(p q) ~(q p)  

q)

~(q

p q p q q p ~(p q) ~(q p) ~(p q) ~(q p)  

p)

~(p

p q p q q p ~(p q) ~(q p) ~(p q) ~(q p)  

q)

~(qp q p q q p ~(p q) ~(q p) ~(p q) p)  

p q p q q p ~(p q) ~(q p) ~(p q) ~(q p)  

p)

 

V

V

 

V

 

V

 

F

 

F

 

F

V

F

 

F

 

F

V

   

V

 

V

F

V

 

F

 

F

V

   

V

 

V

(3)

F

F

 

F

 

V

V

   

F

 

V

(4)

(3) Construir a tabela-verdade da proposição: P(p,q,r) = p

Resolução:

~r q
~r
q

~r

p

q

r

~r

p

p q r ~r p ~r q ~r p ~r q ~r

~r

q

p q r ~r p ~r q ~r p ~r q ~r

~r

p

p q r ~r p ~r q ~r p ~r q ~r

~r

q
q

~r

V

V

V

F

 

V

 

F

 

F

V

V

F

V

 

V

 

V

 

V

V

F

V

F

 

V

 

F

 

F

V

F

F

V

 

V

 

F

 

F

F

V

V

F

 

F

 

F

 

V

F

V

F

V

 

V

 

V

 

V

F

F

V

F

 

F

 

F

 

V

F

F

F

V

 

V

 

F

 

F

3.2 VALOR LóGICO DE UMA PROPOSIçãO COMPOSTA

Já vimos como construir tabelas-verdade para determinar os valores que uma proposição composta pode ter, dando os possíveis valores de suas proposições simples. Desta forma, caso se conheça os valores das proposições simples, podemos sempre determinar o valor lógico (V ou F) da proposição composta.

Exemplos (ALENCAR FILHO, 2003):

(1) Dadas as proposições simples p e q e sabendo-se que seus valores são, respectivamente, V e F, determinar o valor lógico da proposição composta: P(p,q) = ~(p q) ~p ~q.

Resolução: V(P) = ~(V

F)
F)

~V ~ F = ~V

F
F

V = F

F = Vq) ~p ~q. Resolução: V(P) = ~(V F) ~V ~ F = ~V F V =

(2) Sabendo que V(r) = V, determinar o valor lógico da proposição com-

posta: p

Resolução: Como r é verdadeira, ~q

r é verdadeira (V).

com- posta: p Resolução: Como r é verdadeira, ~q r é verdadeira (V). ~q r .

~q

r. .

com- posta: p Resolução: Como r é verdadeira, ~q r é verdadeira (V). ~q r .

r é verdadeira. Logo, p

com- posta: p Resolução: Como r é verdadeira, ~q r é verdadeira (V). ~q r .

~q

com- posta: p Resolução: Como r é verdadeira, ~q r é verdadeira (V). ~q r .
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3.3 ORDEM DE PRECEDêNCIA DAS OPERAçõES

A construção de expressões mais complexas, na forma simbólica, apresenta

alguns problemas. Por exemplo, considere a expressão (PINHO, 1999):

“Se Mário foi ao cinema e João foi ao teatro, então Marcelo ficou em casa”

Sua transcrição em termos lógicos, p

q
q

r, onde

p - Mário foi ao cinema

q - João foi ao teatro

r - Marcelo ficou em casa

pode indicar duas expressões distintas:

“se Mário foi ao cinema e João foi ao teatro, então Marcelo ficou em casa” ou “Mário foi ao cinema, e, se João foi ao teatro, então Marcelo ficou em casa”

Para decidir qual proposição está sendo indicada, é necessário saber qual o conectivo que atua primeiro (neste caso, se é o conectivo da con- junção ou da condicional). Por esse motivo, é necessário estabelecer uma ordem de operação dos conectivos:

1. ~

2.

3.

4.

,uma ordem de operação dos conectivos: 1. ~ 2. 3. 4. • Para tornar o processo

uma ordem de operação dos conectivos: 1. ~ 2. 3. 4. , • Para tornar o
uma ordem de operação dos conectivos: 1. ~ 2. 3. 4. , • Para tornar o

Para tornar o processo mais determinado, com uma única or- denação, podemos convencionar o seguinte algoritmo, para obter a ordem de execução das operações:

Percorra a expressão da esquerda para a direita, executando as operações de negação, na ordem em que aparecerem.

Percorra novamente a expressão, da esquerda para a direita, executando as operações de conjunção e disjunção, na ordem em que aparecerem.

Percorra outra vez a expressão, da esquerda para a direita, exe- cutando desta vez as operações de condicionamento, na or- dem em que aparecerem.

Percorra uma última vez a expressão, da esquerda para a direi- ta, executando as operações de bicondicionamento, na ordem em que aparecerem.

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Dessa forma, as operações da expressão p tadas na seguinte ordem:

~ qas operações da expressão p tadas na seguinte ordem: p ~ q r s 2 1

p

p ~ q r s

~ q

r
r

s

2

1

4

3

s serão execu-ordem: ~ q p ~ q r s 2 1 4 3 3.4 USO DE PARêNTESES

3.4 USO DE PARêNTESES

A utilização dos conectivos

em linguagem natural. Por exemplo a expressão

econectivos em linguagem natural. Por exemplo a expressão pode causar ambigüidade até mesmo “Mário foi ao

conectivos em linguagem natural. Por exemplo a expressão e pode causar ambigüidade até mesmo “Mário foi

pode causar ambigüidade até mesmo

“Mário foi ao cinema e Marcelo ficou em casa ou Maria foi à praia”

representada por p q s, não deixa claro seu significado; tanto pode significar “Mário foi ao cinema e Marcelo ficou em casa”, ou então “Ma- ria foi à praia”, representada por (p q) s, como pode significar “Má- rio foi ao cinema” e “ou Marcelo ficou em casa ou Maria foi à praia”, representada por p (q s), que são claramente afirmações distintas.

por p (q s), que são claramente afirmações distintas. Assim como na matemática, o uso de
por p (q s), que são claramente afirmações distintas. Assim como na matemática, o uso de
por p (q s), que são claramente afirmações distintas. Assim como na matemática, o uso de
por p (q s), que são claramente afirmações distintas. Assim como na matemática, o uso de
por p (q s), que são claramente afirmações distintas. Assim como na matemática, o uso de
por p (q s), que são claramente afirmações distintas. Assim como na matemática, o uso de

Assim como na matemática, o uso de parênteses é extremante necessá-

rio para agrupar expressões e evitar ambigüidades. Assim, por exemplo,

colando parênteses na proposição p

Assim, por exemplo, colando parênteses na proposição p q r , temos: (i) (p q) r

q

Assim, por exemplo, colando parênteses na proposição p q r , temos: (i) (p q) r

r, temos:

(i) (p

q)

r, em que o conectivo principal é o , em que o conectivo principal é o

q) r , em que o conectivo principal é o
.
.

(ii)

p

r), em que o conectivo principal é o , em que o conectivo principal é o

(q

p r) , em que o conectivo principal é o (q
.
.

Porém, os parênteses podem ser suprimidos em alguns casos.

No primeiro caso, é devido a ordem de precedência dos conectivos:

(1) ~

(2)

é devido a ordem de precedência dos conectivos: (1) ~ (2) e (3) (4) Em que

e

(3)devido a ordem de precedência dos conectivos: (1) ~ (2) e (4) Em que o conectivo

(4)a ordem de precedência dos conectivos: (1) ~ (2) e (3) Em que o conectivo mais

a ordem de precedência dos conectivos: (1) ~ (2) e (3) (4) Em que o conectivo

Em que o conectivo mais fraco é o “~” e o mais forte é o “

”.o conectivo mais fraco é o “~” e o mais forte é o “ Exemplo: p

Exemplo: p q s r é uma bicondicional. Se quiséssemos que fosse

uma condicional, teríamos que adicionar parênteses: p

uma condicional, teríamos que adicionar parênteses: p (q s r). O segundo caso em que podemos
(q s
(q
s

r).

O segundo caso em que podemos suprimir parênteses é quando um

mesmo conectivo aparece sucessivamente. Basta fazermos associação

da esquerda para a direita.

Exemplo: (((p

rBasta fazermos associação da esquerda para a direita. Exemplo: (((p ~p. ~q)) r) (~p)) pode ser

fazermos associação da esquerda para a direita. Exemplo: (((p r ~p. ~q)) r) (~p)) pode ser

~p.

fazermos associação da esquerda para a direita. Exemplo: (((p r ~p. ~q)) r) (~p)) pode ser

~q))

fazermos associação da esquerda para a direita. Exemplo: (((p r ~p. ~q)) r) (~p)) pode ser

r)

(~p)) pode ser reescrito como: (p pode ser reescrito como: (p

~q)Basta fazermos associação da esquerda para a direita. Exemplo: (((p r ~p. ~q)) r) (~p)) pode

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32 Vanessa Battestin Nunes Para exercitar, vamos realizar algumas das atividades propostas por (PINHO, 1999, p.
32 Vanessa Battestin Nunes Para exercitar, vamos realizar algumas das atividades propostas por (PINHO, 1999, p.
Para exercitar, vamos realizar algumas das atividades propostas por (PINHO, 1999, p. 39): 1. Construir
Para exercitar, vamos realizar algumas das atividades propostas
por (PINHO, 1999, p. 39):
1. Construir as tabelas-verdade das seguintes proposições:
(a) ~ (p
~q)
(b) p
q
p
q
(c) q
~q
p
(d) (p
~q)
q
p
(e) ~p
r
q
~r
(f) (p
q
r)
(~p
q
~r)
2.
Determinar P(VFV) nos seguintes casos:
(a) P(p, q, r) = ~p
(q
~r)
(b) P(p, q, r) = (r
(p
~q)) ~(~r (p
q))
3. Sabendo que p e q são verdadeiras e r e s são falsas, determinar
o valor lógico de:
(a) r
s
q
(b) p
~(r
s)
(c) q
p
s
(d) (q
r)
(p
s)
(e) ~((r
p)
(s
q))
(f) r
q
(~p
r)
4.
Sendo p
q
verdadeira (V), qual o valor lógico das condicionais:
(a) p
r
q
r
(b) p
r
q
r
5. Suprimir o maior número de parênteses:
(a) ((q
(r
q))
(p
(~(~q))))

Para maior compreensão, ler o capítulo 3 – Construção de Tabe-

las-Verdade do livro Alencar Filho, Edgard de. Iniciação à lógica matemática. São Paulo: Nobel, 2003.

de Tabe- las-Verdade do livro Alencar Filho, Edgard de. Iniciação à lógica matemática. São Paulo: Nobel,
Métodos e Estratégias de Estudo
Métodos e Estratégias de Estudo

Lógica e Matemática Discreta

e Estratégias de Estudo Lógica e Matemática Discreta 33 TAUTOLOGIAS, CONTRADIçõES E CONTINGêNCIAS Usando
e Estratégias de Estudo Lógica e Matemática Discreta 33 TAUTOLOGIAS, CONTRADIçõES E CONTINGêNCIAS Usando
33
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TAUTOLOGIAS, CONTRADIçõES E CONTINGêNCIAS

Usando tabelas-verdade pudemos ver que proposições podem ser V ou F dependendo dos valores das proposições simples. Agora vamos discutir o que significa se uma proposição composta for sempre ver- dadeira, sempre falsa ou se tiver as duas situações.

o que significa se uma proposição composta for sempre ver- dadeira, sempre falsa ou se tiver

4.1 TAUTOLOGIA

Tautologia – é toda proposição composta que resulta sempre em valores lógicos Verdadeiros (V) (ALENCAR FILHO, 2003).

– é toda proposição composta que resulta sempre em valores lógicos Verdadeiros ( V ) (ALENCAR
em valores lógicos Verdadeiros ( V ) (ALENCAR FILHO, 2003). Ou seja, para se ter uma
em valores lógicos Verdadeiros ( V ) (ALENCAR FILHO, 2003). Ou seja, para se ter uma

Ou seja, para se ter uma tautologia, a última coluna da tabela verdade de uma proposição composta terá apenas V.

Exemplos de tautologias:

(1) Princípio da identidade: p

p e p. Exemplos de tautologias: (1) Princípio da identidade: p p. (2) Princípio da não contradição: ~(p

de tautologias: (1) Princípio da identidade: p p e p p. (2) Princípio da não contradição:

p.

(2) Princípio da não contradição: ~(p

~p)p p e p p. (2) Princípio da não contradição: ~(p   p ~p p ~q

 

p

~p

p

~q

~q

 

~(p

  p ~p p ~q   ~(p ~p)

~p)

V

F

 

F

   

V

F

V

 

F

   

V

(3) Princípio do terceiro excluído: p

(3) Princípio do terceiro excluído: p ~p

~p

p

~p

p

p ~p p ~q

~q

V

F

 

V

F

V

 

V

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(4) p

(4) p ~(p q)  

~(p

(4) p ~(p q)  

q)

 
   

p

 

q

   

p

    p   q     p q ~(p ~q) p ~(p q)  

q

~(p

~q)

~q)

p

    p   q     p q ~(p ~q) p ~(p q)  

~(p

    p   q     p q ~(p ~q) p ~(p q)  

q)

 
 

V

 

V

   

V

 

F

 

V

 

V

 

F

   

F

 

V

 

V

 

F

 

V

   

F

 

V

 

V

 

F

 

F

   

F

 

V

 

V

(5) p

q (p
q
(p

q)

 
   

p

q

 

p

    p q   p q p q   p q (p q)

q

p

    p q   p q p q   p q (p q)

q

 

p

q (p
q
(p

q)

 

V

V

 

V

 

F

 

V

 

V

F

 

F

 

V

 

V

 

F

V

 

F

 

V

 

V

 

F

F

 

F

 

V

 

V

Uma vez que o fato de uma proposição ser uma tautologia significa que o seu valor lógico é sempre verdade (V), independente dos valores das proposições simples que a compõem, então vale o seguinte princípio:

Principio da substituição - Se P(p, q, r,

P(P 0 , Q 0 , R 0 , sejam P 0 , Q 0 , R 0 ,

é uma tautologia, então

) também é uma tautologia, para quaisquer que

)

então ) também é uma tautologia, para quaisquer que ) 4.2 CONTRADIçãO Contradição – é toda

4.2 CONTRADIçãO

Contradição – é toda proposição composta que resulta sempre em valores lógicos Falsos (F) (ALENCAR FILHO, 2003).

em valores lógicos Falsos ( F ) (ALENCAR FILHO, 2003). Em outros termos, contradição é toda

Em outros termos, contradição é toda proposição composta em que a última coluna da sua tabela-verdade possui apenas a letra F (falsidade).

Observe que como uma tautologia é sempre verdadeira (V), a ne-

gação de uma tautologia é sempre falsa (F), ou seja, é uma contra- dição, e vice-versa.

verdadeira (V), a ne- gação de uma tautologia é sempre falsa (F), ou seja, é uma
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Exemplos:

(1) Dadas as proposições:

p: Eu gosto de Lógica ~p: Eu não gosto de Lógica

Vemos que existe uma contradição ao dizermos: Eu gosto de Lógica e eu não gosto de Lógica, conforma mostra a tabela-verdade a seguir:

p

~p

p

p ~p p ~p

~p

V

F

 

F

F

V

 

F

(2) Dadas as proposições:

p: Eu vou ao cinema ~p: eu não vou ao cinema

Vemos que existe uma contradição ao dizermos: Eu vou ao cinema se e so- mente se eu não for ao cinema, conforme mostra a tabela-verdade a seguir:

p

~p

p

p ~p p ~p

~p

V

F

 

F

F

V

 

F

Semelhante ao que ocorre as com tautologias, o fato de uma proposição ser uma contradição significa que o seu valor lógico é sempre falsidade (F), independente dos valores das proposições simples que a compõem, então vale o seguinte princípio:

Princípio da substituição - Se P(p, q, r,

)

é uma contradição, en-

Princípio da substituição - Se P(p, q, r, ) é uma contradição, en-

tão P(P 0 , Q 0 , R 0 , sejam P 0 , Q 0 , R 0 ,

) também é uma tautologia, para quaisquer que

4.3 CONTINGêNCIA

Contingência – é toda proposição composta que não é tautologia nem contradição (ALENCAR FILHO, 2003).

Contingência – é toda proposição composta que não é tautologia nem contradição (ALENCAR FILHO, 2003).
Contingência – é toda proposição composta que não é tautologia nem contradição (ALENCAR FILHO, 2003).
Contingência – é toda proposição composta que não é tautologia nem contradição (ALENCAR FILHO, 2003).
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Em outras palavras, contingência é toda a proposição composta em cuja última coluna de sua tabela-verdade figuram as letras V e F cada uma pelo menos uma vez.

figuram as letras V e F cada uma pelo menos uma vez. Exemplo: p ~p p
figuram as letras V e F cada uma pelo menos uma vez. Exemplo: p ~p p

Exemplo:

p

~p

p

p ~p p ~p

~p

V

F

 

F

F

V

 

V

Para exercitar, vamos realizar algumas das atividades propostas por (PINHO, 1999, p. 48): 1. Mostrar
Para exercitar, vamos realizar algumas das atividades propostas
por (PINHO, 1999, p. 48):
1. Mostrar que as proposições abaixo são tautologias:
(a) (p
p)
(p
~p)
(b) (p
p
~p)
~p
(c) (p q) ~q
~p
(d) p
(p
q)
p
2. Mostrar que as proposições abaixo são contradições:
(a) (p
q)
(~p
~q)
(b) ~p ^ (p
~q)
3. Mostrar que as proposições abaixo são contingências:
(a) p
q
p
(b) x = 3
(x
y
x
3)
4. Determinar quais proposições são tautologias, contradições
ou contingências:
(a) p
(~p
q)
(b) ~p
q
(p
q)
(c) ((p
q)
q)
p
(d) ~p
~q
(p
q)

Para maior compreensão, ler o capítulo 4 – Tautologias, Contradi-

ções e Contingências do livro Alencar Filho, Edgard de. Iniciação à lógica matemática. São Paulo: Nobel, 2003.

ções e Contingências do livro Alencar Filho, Edgard de. Iniciação à lógica matemática. São Paulo: Nobel,
Métodos e Estratégias de Estudo
Métodos e Estratégias de Estudo

Lógica e Matemática Discreta

e Estratégias de Estudo Lógica e Matemática Discreta 37 IMPLICAçãO E EQUIVALêNCIA LóGICA Já sabemos avaliar
37
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IMPLICAçãO E EQUIVALêNCIA LóGICA

Matemática Discreta 37 IMPLICAçãO E EQUIVALêNCIA LóGICA Já sabemos avaliar os valores lógicos de uma proposição

Já sabemos avaliar os valores lógicos de uma proposição composta e julgar se ela é uma tautologia, contradição ou contingência. Mas será que dada uma proposição composta conseguimos deduzir algu- ma coisa a respeito de outra proposição composta?

Mas será que dada uma proposição composta conseguimos deduzir algu- ma coisa a respeito de outra

5.1 IMPLICAçãO LóGICA

Diz-se que uma proposição P(p,q,r,

)

implica logicamente ou

Diz-se que uma proposição P(p,q,r, ) implica logicamente ou

apenas implica uma proposição Q(p,q,r,

),

se Q(p,q,r,

)

é verda-

deira (V) todas as vezes que P(p,q,r,

)

é verdadeira (V).

 

implica logicamente uma

proposição Q(p,q,r,

dessas duas proposições não aparecer V na última coluna de P e F na últi- ma coluna de Q, com V e F na mesma linha, ou seja, não ocorre P e Q com valores lógicos simultâneos V e F (ALENCAR FILHO, 2003).

Em outras palavras, uma proposição P(p,q,r,

todas as vezes que nas respectivas tabelas-verdade

)

),

Representação: P(p,q,r,

)

=> Q(p,q,r,

)

) ), Representação: P(p,q,r, ) => Q(p,q,r, ) Em particular, toda proposição implica uma tautologia e
) ), Representação: P(p,q,r, ) => Q(p,q,r, ) Em particular, toda proposição implica uma tautologia e

Em particular, toda proposição implica uma tautologia e somente uma contradição implica uma contradição.

5.2 PROPRIEDADES DA IMPLICAçãO LóGICA

A relação de implicação lógica entre proposições possui as propriedades reflexiva (R) e transitiva (T), isto é, simbolicamente.

(R)

P(p,q,r,

)

=> P(p,q,r,

)

(T)

Se P(p,q,r,

)

=> Q(p,q,r,

)

e

Q(p,q,r,

)

=> R(p,q,r,

),

então

P(p,q,r,

)

=> R(p,q,r,

)

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Exemplos:

(1) Considere a tabela-verdade para as proposições (p

e (p

(1) Considere a tabela-verdade para as proposições (p e (p q) q), (p q) p q

q)

Considere a tabela-verdade para as proposições (p e (p q) q), (p q) p q p

q), (p

a tabela-verdade para as proposições (p e (p q) q), (p q) p q p q

q)

p

q

p

p q p q (p q) p q

q

(p

p q p q (p q) p q

q)

p

p q p q (p q) p q

q

V

V

 

V

 

V

 

V

V

F

 

F

 

V

 

F

F

V

 

F

 

V

 

F

F

F

 

F

 

F

 

V

Vamos observar (p q). Esta proposição é verdadeira apenas na 1ª li- nha. Nesta mesma linha, p, q, (p q) e (p q) são também verdadei- ras. Quer dizer, (p ^ q) implica logicamente em p, por exemplo. Assim, podemos escrever: (p ^ q) p.

em p, por exemplo. Assim, podemos escrever: (p ^ q) p. As inferência: mesmas tabelas-verdade demonstram
em p, por exemplo. Assim, podemos escrever: (p ^ q) p. As inferência: mesmas tabelas-verdade demonstram
em p, por exemplo. Assim, podemos escrever: (p ^ q) p. As inferência: mesmas tabelas-verdade demonstram
em p, por exemplo. Assim, podemos escrever: (p ^ q) p. As inferência: mesmas tabelas-verdade demonstram

As

inferência:

mesmas

tabelas-verdade

demonstram

importantes

regras

de

p

p
p

q

e

q

p
p

q

(Adição)

p ^ q

p

p

e

p ^ q

q

q

(Simplificação)

(2) Seja a tabela-verdade da proposição (p

q)(2) Seja a tabela-verdade da proposição (p ~p: p q p q ~p (p q) ~p

(2) Seja a tabela-verdade da proposição (p q) ~p: p q p q ~p (p q)

~p:

p

q

p

p q p q ~p (p q) ~p

q

~p

(p

p q p q ~p (p q) ~p

q)

p q p q ~p (p q) ~p

~p

V

V

 

V

F

 

F

V

F

 

V

F

 

F

F

V

 

V

V

 

V

F

F

 

F

V

 

F

Ela é verdadeira apenas na linha 3, em que q também é verdadeira. Logo existe a seguinte implicação lógica:

(p

q) ~p
q)
~p

q

e

(p

q) ~q
q)
~q

p

(Regra do Silogismo Disjuntivo)

(3) Seja a tabela-verdade da proposição (p

q)
q)

p:

 

p

q

p

  p q p q (p q) p

q

(p

  p q p q (p q) p

q)

  p q p q (p q) p

p

V

V

 

V

 

V

 

V

F

 

F

 

F

 

F

V

 

V

 

F

 

F

F

 

V

 

F

 
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Lógica e Matemática Discreta

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Ela é verdadeira apenas na linha 1, em que q também é verdadeira. Logo

existe a seguinte implicação lógica:

(p

q) p
q)
p

q

(Regra Modus Ponens)

(4) Sejam as tabelas-verdade das proposições (p

q)
q)

~q e ~p:

p

q

p

p q p q ~q (p q) ~q ~p

q

~q

(p

p q p q ~q (p q) ~q ~p

q)

p q p q ~q (p q) ~q ~p

~q

~p

V

V

 

V

F

 

F

F

V

F

 

F

V

 

F

F

F

V

 

V

F

 

F

V

F

F

 

V

V

 

V

V

Ela é verdadeira apenas na linha 4, em que ~p também é verdadeira. Logo existe a seguinte implicação lógica:

(p

verdadeira. Logo existe a seguinte implicação lógica: (p ~q ~p (Regra Modus tollens) 5.3 TAUTOLOGIAS E

~q

Logo existe a seguinte implicação lógica: (p ~q ~p (Regra Modus tollens) 5.3 TAUTOLOGIAS E IMPLICAçãO

~p

(Regra Modus tollens)

5.3 TAUTOLOGIAS E IMPLICAçãO LóGICA

Teorema: Dizemos que a proposição P(p, q, r, ) implica a pro- posição Q(p, q,
Teorema: Dizemos que a proposição P(p, q, r,
) implica a pro-
posição Q(p, q, r,
),
ou seja P(p, q, r,
)
=> Q(p, q, r,
),
se e so-
mente se a condicional (p, q, r,
)
Q(p, q, r,
) é tautológica.

Portanto, a toda implicação lógica corresponde uma condicional tautológica e vice-versa. Isso acontece porque, como P => em Q,

não ocorre o situação onde P é falso e Q é verdadeiro. Desse modo,

P

Q nunca será falso.situação onde P é falso e Q é verdadeiro. Desse modo, P Observe que os símbolos

Observe que os símbolos e => são diferentes. O primeiro é de operação lógica e
Observe que os símbolos
e => são diferentes. O primeiro é de
operação lógica e o segundo é de relação.

Exemplo:

de operação lógica e o segundo é de relação. Exemplo: A proposição (p <-> q) ^
de operação lógica e o segundo é de relação. Exemplo: A proposição (p <-> q) ^

A proposição (p <-> q) ^ p implica a proposição q, pois a condicional (p <-> q) ^ p -> q é tautológica.

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p

q

p <-> q

(p <-> q) ^ p

(p <-> q) ^ p -> q

V

V

V

V

V

V

F

F

F

V

F

V

F

F

V

F

F

V

F

V

F V F V F F V F F V F V Ou seja: (p <->
F V F V F F V F F V F V Ou seja: (p <->

Ou seja: (p <-> q) ^ p => q.

Para exercitar, vamos realizar algumas das atividades propostas por (PINHO, 1999, p. 53): 1. Utilizando
Para exercitar, vamos realizar algumas das atividades propostas
por (PINHO, 1999, p. 53):
1. Utilizando tabelas-verdade, verifique se existem as relações de
implicação lógica seguintes:
(a) p
q
q
p
(b) ~( p
q )
~p
~q
(c) p
q
r
~q
r
~p
(d) ~p
( ~q
p )
~(p
~q)
2. Mostrar que:
(a) q
p
q
(b) q
p
q
p
3. Mostrar que p
~q não implica p
q.
4. Mostrar (x
y
x = y)
x
y
x = 0.

5.4 EQUIVALêNCIA LóGICA

Uma proposição P(p,q,r

proposição Q(p,q,r sições são idênticas.

é logicamente equivalente a uma

se as tabelas-verdade destas duas propo-

)

),

a uma se as tabelas-verdade destas duas propo- ) ), Representação: P(p,q,r, ) Q(p,q,r, ) Em

Representação: P(p,q,r,

)

destas duas propo- ) ), Representação: P(p,q,r, ) Q(p,q,r, ) Em particular, se as proposições P

Q(p,q,r,

)

Em particular, se as proposições P e Q são ambas tautológicas ou são ambas contradições, então são equivalentes.

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5.5 PROPRIEDADES DA EQUIVALêNCIA LóGICA

Vamos relacionar algumas propriedades:

Reflexiva (a proposição é equivalente a ela mesma): P(p,q,r ) P(p,q,r )

Simétrica (se uma proposição equivale a uma outra, esta ou- tra equivale à primeira):

equivale a uma outra, esta ou- tra equivale à primeira): Se P(p,q,r ) Q(p,q,r ) então

Se P(p,q,r )

uma outra, esta ou- tra equivale à primeira): Se P(p,q,r ) Q(p,q,r ) então Q(p,q,r )

Q(p,q,r

)

então Q(p,q,r

)

P(p,q,rà primeira): Se P(p,q,r ) Q(p,q,r ) então Q(p,q,r ) ) • Transitiva (se uma proposição

)

Transitiva (se uma proposição equivale a uma segunda, e a

segunda proposição é equivalente à uma terceira, a primeira equivale à terceira):

 

Se P(p,q,r )

  Se P(p,q,r ) R(p,q,r ) e R(p,q,r ) Q(p,q,r ) então

R(p,q,r

)

e R(p,q,r

)

Q(p,q,r

Q(p,q,r

)

então

P(p,q,r

)

ó Q(p,q,r

)

 

5.6

ExEMPLOS

 

(1) Regra da dupla negação

 

As proposições ~~p e p são equivalentes, ou seja, ~~p

As proposições ~~p e p são equivalentes, ou seja, ~~p

p:

 

p

~p

~~p

 

V

F

V

F

V

F

(2) Regra de CLAVIUS

 

As proposições ~p

As proposições ~p p e p são equivalentes, ou seja, ~p p p :

p e p são equivalentes, ou seja, ~p

p e p são equivalentes, ou seja, ~p

p

As proposições ~p p e p são equivalentes, ou seja, ~p p p :

p:

   

p

 

~p

~p

    p   ~p ~p p  

p

 
 

V

 

F

 

V

 

F

 

V

 

F

(3) Regra de absorção

 

As proposições p

p
p

q e p

q são equivalentes:

q são equivalentes:

p

q

p

p q p q p p q p q

q

p

p
p

q

p

p q p q p p q p q

q

V

V

 

V

 

V

 

V

V

F

 

F

 

F

 

F

F

V

 

F

 

V

 

V

F

F

 

F

 

V

 

V

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5.7 TAUTOLOGIAS E EQUIVALêNCIA LóGICA

Battestin Nunes 5.7 TAUTOLOGIAS E EQUIVALêNCIA LóGICA Teorema: Dizemos que a proposição P(p, q, r, )
Teorema: Dizemos que a proposição P(p, q, r, ) é equivalente a proposição Q(p, q,
Teorema: Dizemos que a proposição P(p, q, r,
) é equivalente
a proposição Q(p, q, r,
),
ou seja P(p, q, r,
)
Q(p, q, r,
Q(p, q, r,
),
se e somente se a bicondicional (p, q, r,
tautológica (ALENCAR FILHO, 2003).
)
)
é

Portanto, toda equivalência lógica corresponde a uma bicondicional tautológica e vice-versa. Isso acontece, porque, se duas proposições P Q, então não ocorre o caso em que P e Q apresentam valores lógicos diferentes. Desse modo P Q é uma tautologia.

lógicos diferentes. Desse modo P Q é uma tautologia. Observe que os símbolos e são diferentes.
lógicos diferentes. Desse modo P Q é uma tautologia. Observe que os símbolos e são diferentes.
Observe que os símbolos e são diferentes. O primeiro é de operação lógica e o
Observe que os símbolos
e
são diferentes. O primeiro é de
operação lógica e o segundo é de relação.

Exemplo:

A bicondicional (p

q), onde c é uma proposição , onde c é uma proposição

com valor lógico F, é tautológica, pois a última coluna da tabela-verdade

tem apenas a letra V. Portanto, as proposições p ~q

equivalentes, ou seja, (p

q são

as proposições p ~q equivalentes, ou seja, (p q são ~q c) ~q (p c) (p

~q

c)as proposições p ~q equivalentes, ou seja, (p q são ~q ~q (p c) (p q).

~qproposições p ~q equivalentes, ou seja, (p q são ~q c) (p c) (p q). c

p ~q equivalentes, ou seja, (p q são ~q c) ~q (p c) (p q). c

(p

c) (p q).
c)
(p
q).

c e p e p

ou seja, (p q são ~q c) ~q (p c) (p q). c e p Nesta

Nesta equivalência consiste o método de demonstração por absurdo.

consiste o método de demonstração por absurdo. 1. Construa a tabela-verdade do exemplo acima. 5.8

1. Construa a tabela-verdade do exemplo acima.

por absurdo. 1. Construa a tabela-verdade do exemplo acima. 5.8 PROPOSIçõES ASSOCIADAS A UMA CONDICIONAL Dada

5.8 PROPOSIçõES ASSOCIADAS A UMA

CONDICIONAL

Dada a condicional p

ASSOCIADAS A UMA CONDICIONAL Dada a condicional p q , temos as seguintes proposições associadas: •

q, temos as seguintes proposições associadas:

• Proposição recíproca de p

• Proposição contrária de p

• Proposição contrapositiva de p q: ~q ~p

q: qProposição recíproca de p • Proposição contrária de p • Proposição contrapositiva de p q: ~q

recíproca de p • Proposição contrária de p • Proposição contrapositiva de p q: ~q ~p

q: ~p

recíproca de p • Proposição contrária de p • Proposição contrapositiva de p q: ~q ~p
recíproca de p • Proposição contrária de p • Proposição contrapositiva de p q: ~q ~p

p

recíproca de p • Proposição contrária de p • Proposição contrapositiva de p q: ~q ~p

~q

recíproca de p • Proposição contrária de p • Proposição contrapositiva de p q: ~q ~p
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1. Construa as tabelas-verdade das proposições acima.

43 1. Construa as tabelas-verdade das proposições acima. 5.9 NEGAçãO CONjUNTA DE DUAS PROPOSIçõES Negação
43 1. Construa as tabelas-verdade das proposições acima. 5.9 NEGAçãO CONjUNTA DE DUAS PROPOSIçõES Negação

5.9 NEGAçãO CONjUNTA DE DUAS PROPOSIçõES

Negação conjunta – de duas proposições p e q é a proposição não p e
Negação conjunta – de duas proposições p e q é a proposição não
p e não q, ou seja, ~p
~q. Também indicada pela notação: p
q.

Portanto temos: p

Também indicada pela notação: p q. Portanto temos: p ~p ~q 1. Construa a tabela-verdade da

~p

Também indicada pela notação: p q. Portanto temos: p ~p ~q 1. Construa a tabela-verdade da

~q

1. Construa a tabela-verdade da proposição anterior.

~p ~q 1. Construa a tabela-verdade da proposição anterior. 5.10 NEGAçãO DISjUNTA DE DUAS PROPOSIçõES Negação

5.10 NEGAçãO DISjUNTA DE DUAS PROPOSIçõES

Negação disjunta – de duas proposições p e q é a proposição não p ou
Negação disjunta – de duas proposições p e q é a proposição não
p ou não q, ou seja, ~p ~q. Também indicada pela notação: p
q.

Portanto temos: p

q
q

~p

~qindicada pela notação: p q. Portanto temos: p q ~p Para exercitar, vamos realizar algumas das

Para exercitar, vamos realizar algumas das atividades propostas por (PINHO, 1999, p. 63): 1. Construa
Para exercitar, vamos realizar algumas das atividades propostas
por (PINHO, 1999, p. 63):
1. Construa a tabela-verdade da proposição acima.
2. Mostrar que as proposições p e q são equivalentes (p
seguintes casos:
q) nos
(a)
p: 1 + 3 = 4;
q: (1 + 3) 2 = 16
(b)
p: sen 0 = 1;
q: cos 0 = 0
(c)
p: x é par;
q: x + 1 é impar (x
Z)
nos (a) p: 1 + 3 = 4; q: (1 + 3) 2 = 16 (b)
nos (a) p: 1 + 3 = 4; q: (1 + 3) 2 = 16 (b)
nos (a) p: 1 + 3 = 4; q: (1 + 3) 2 = 16 (b)
nos (a) p: 1 + 3 = 4; q: (1 + 3) 2 = 16 (b)
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3. Exprimir a bicondicional p q em função dos conectivos: , e ~. 4. Demonstrar,
3. Exprimir a bicondicional p
q em função dos conectivos:
, e ~.
4. Demonstrar, por tabelas-verdade, as seguinte equivalências:
(a) p
(p
q)
p
(b) (p
q)
(p
r)
p
q
r
5. Demonstrar através de tabelas-verdade, que os três conectivos
e ~ exprimem-se em função do conectivo , do seguinte modo:
(a) ~p
p
p
(b) p
q
(p
p)
(q
q)
6. Sabendo que o valor lógico das proposições q e p são verdadeiras
e de r é falsa, determine o valor lógico das seguintes proposições:
(a) ((p
q)
(q
~r)
(b) (~p
~q)
((q
r)
p)
(a) ((p q) (q ~r) (b) (~p ~q) ((q r) p) Para maior compreensão, ler os

Para maior compreensão, ler os capítulos 5 – Implicação Lógica e 6 – Equivalência Lógica do livro Alencar Filho, Edgard de. Inicia- ção à lógica matemática. São Paulo: Nobel, 2003.

Equivalência Lógica do livro Alencar Filho, Edgard de. Inicia- ção à lógica matemática. São Paulo: Nobel,
Equivalência Lógica do livro Alencar Filho, Edgard de. Inicia- ção à lógica matemática. São Paulo: Nobel,
Métodos e Estratégias de Estudo
Métodos e Estratégias de Estudo

Lógica e Matemática Discreta

e Estratégias de Estudo Lógica e Matemática Discreta 45 ÁLGEBRA DAS PROPOSIçõES Agora, que já aprendemos
45
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ÁLGEBRA DAS PROPOSIçõES

Lógica e Matemática Discreta 45 ÁLGEBRA DAS PROPOSIçõES Agora, que já aprendemos muito sobre proposições, estamos

Agora, que já aprendemos muito sobre proposições, estamos prepa- rados para aprender sobre a álgebra das proposições.

rados para aprender sobre a álgebra das proposições. 6.1 PROPRIEDADES DA CONjUNçãO Sejam p, q e

6.1 PROPRIEDADES DA CONjUNçãO

álgebra das proposições. 6.1 PROPRIEDADES DA CONjUNçãO Sejam p, q e r proposições simples quaisquer e

Sejam p, q e r proposições simples quaisquer e sejam t e c proposições também simples, cujos valores lógicos respectivos são V (verdade) e F (falsidade) (ALENCAR FILHO, 2003).

(a)

Idempotente : p

p
p

p

 

p

p

p p p   p p p  

p

 

p

p
p

p

 

V

 

V

 

V

F

 

F

 

V

(b)

Comutativa : p

q q
q
q

p

 

p

 

q

p

p   q p q q p p q q p

q

q

p   q p q q p p q q p

p

p

q q
q
q

p

V

 

V

 

V

 

V

 

V

V

 

F

 

F

 

F

 

V

F

 

V

 

F

 

F

 

V

F

 

F

 

F

 

F

 

V

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(c) Associativa : (p

q) r p (q
q)
r
p
(q

r)

p

q

 

r

p

p q   r p q (p q) r   q r p (q r) (p

q

(p

q) r

q) r

 
q

q

r

p

p q   r p q (p q) r   q r p (q r) (p

(q

p q   r p q (p q) r   q r p (q r) (p

r)

(p

q) r p (q r)
q)
r
p
(q
r)

V

V

V

 

V

   

V

 

V

 

V

 

V

V

V

 

F

 

V

   

F

 

F

 

F

 

V

V

F

V

 

F

   

F

 

F

 

F

 

V

V

F

 

F

 

F

   

F

 

F

 

F

 

V

F

V

V

 

F

   

F

 

V

 

F

 

V

F

V

 

F

 

F

   

F

 

F

 

F

 

V

F

F

V

 

F

   

F

 

F

 

F

 

V

F

F

 

F

 

F

   

F

 

F

 

F

 

V

As colunas 5 e 7 são equivalentes

 

(d) Identidade : p

t
t

p e p

c
c

c

 

p

t

 

c

 

p

p t   c   p t p c p t p p c c

t

p

p t   c   p t p c p t p p c c

c

p

t
t

p

p

c
c

c

V

V

 

F

 

V

 

F

 

V

   

V

F

V

 

F

 

F

 

F

 

V

   

V

As colunas equivalentes são 1, 4 e 3, 5.

6.2 PROPRIEDADES DA DISjUNçãO

Sejam p, q e r proposições simples quaisquer e sejam t e c proposições também simples cujos valores lógicos respectivos são V (verdade) e F (falsidade) (ALENCAR FILHO, 2003).

(a) Idempotente : p

pe F (falsidade) (ALENCAR FILHO, 2003). (a) Idempotente : p p p p p p p

p

p

p p p p p p

p

p

p p p p p p

p

p p p p p p

p

V

 

V

 

V

F

 

F

 

V

(b) Comutativa : p

q q
q
q

p

p

q

p

p q p q q p p q q p

q

q

p q p q q p p q q p

p

p

p q p q q p p q q p

q

p q p q q p p q q p

q

p q p q q p p q q p

p

V

V

 

V

 

V

 

V

V

F

 

V

 

V

 

V

F

V

 

V

 

V

 

V

F

F

 

F

 

F

 

V

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47
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(c) Associativa : (p

q) r p (q
q)
r
p
(q

r)

p

 

q

 

r

p

p   q   r p q (p q) r q r p (q r)  

q

(p

p   q   r p q (p q) r q r p (q r)  

q)

r

r

q

p   q   r p q (p q) r q r p (q r)  

r

p

p   q   r p q (p q) r q r p (q r)  

(q

r)

r)

   

(p

q) r p (q
q)
r
p
(q

r)

V

 

V

 

V

 

V

 

V

   

V

   

V

   

V

V

 

V

 

F

 

V

 

V

   

V

   

V

   

V

V

 

F

 

V

 

V

 

V

   

V

   

V

   

V

V

 

F

 

F

 

V

 

V

   

F

 

V

   

V

F

 

V

 

V

 

V

 

V

   

V

   

V

   

V

F

 

V

 

F

 

V

 

V

   

V

   

V

   

V

F

 

F

 

V

 

F

 

V

   

V

   

V

   

V

F

 

F

 

F

 

F

 

F

 

F

 

F

   

V

As colunas 5 e 7 são equivalentes

 

(d) Identidade : p

t
t

t e p

c
c

p

p

t

 

c

p

p t   c p t p c p t p p c c  

t

p

p t   c p t p c p t p p c c  

c

p

t
t

p

p

c
c

c

 

V

V

   

F

 

V

 

V

 

V

 

V

F

V

   

F

 

V

 

F

 

V

 

V

As colunas equivalentes são 1, 5 e 2, 4.

 

6.3 PROPRIEDADES DA CONjUNçãO E DA DISjUNçãO

 

(a) Distributivas

 

(i) p

(q r) (p q) (p
(q
r)
(p
q)
(p

r)

 

p

 

q

 

r

q

p   q   r q r p (q r)   p q p r (p

r

p

p   q   r q r p (q r)   p q p r (p

(q

(q

r)

 

p

p   q   r q r p (q r)   p q p r (p

q

p

p

r

(p

p   q   r q r p (q r)   p q p r (p

q)

p   q   r q r p (q r)   p q p r (p

(p

p   q   r q r p (q r)   p q p r (p

r)

 

V

 

V

 

V

 

V

 

V

   

V

 

V

 

V

V

 

V

 

F

 

V

 

V

   

V

 

F

 

V

V

 

F

 

V

 

V

 

F

   

V

 

V

 

V

V

 

F

 

F

 

F

 

F

   

F

 

F

 

F

F

 

V

 

V

 

V

 

F

   

F

 

F

 

F

F

 

V

 

F

 

V

 

F

   

F

 

F

 

F

F

 

F

 

V

 

V

 

F

   

F

 

F

 

F

F

 

F

 

F

 

F

 

F

   

F

 

F

 

F

As colunas 5 e 8 são equivalentes

48 Vanessa Battestin Nunes
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(ii) p

(q r) (p q) (p
(q
r)
(p
q)
(p

r)

p

q

r

q

p q r q r p (q r) p q p r (p q) (p r)

r

p

p q r q r p (q r) p q p r (p q) (p r)

(q

p q r q r p (q r) p q p r (p q) (p r)

r)

p

p q r q r p (q r) p q p r (p q) (p r)

q

p

p q r q r p (q r) p q p r (p q) (p r)

r

(p

p q r q r p (q r) p q p r (p q) (p r)

q)

p q r q r p (q r) p q p r (p q) (p r)

(p

p q r q r p (q r) p q p r (p q) (p r)

r)

V

V

V

 

V

 

V

 

V

 

V

 

V

V

V

F

 

F

 

V

 

V

 

V

 

V

V

F

V

 

F

 

V

 

V

 

V

 

V

V

F

F

 

F

 

V

 

V

 

V

 

V

F

V

V

 

V

 

V

 

V

 

V

 

V

F

V

F

 

F

 

F

 

V

 

F

 

F

F

F

V

 

F

 

F

 

F

 

V

 

F

F

F

F

 

F

 

F

 

F

 

F

 

F

As colunas 5 e 8 são equivalentes

(b) Absorção

(i)

p

(p q)
(p
q)

p

 

p

q

p

p q

q

p

p

(p

p q p q p (p q) p (p q) p

q)

p

(p q)
(p
q)

p

V

V

V

   

V

 

V

V

F

V

   

V

 

V

F

V

V

   

F

 

V

F

F

 

F

 

F

 

V

As colunas 1 e 4 são equivalentes

 

(ii) p

(p q)
(p
q)

p

p

p

p

p

q

p

(p

(p

(p

q)

 

p

(p q)
(p
q)

p

 

V

V

V

 

V

 

V

V

F

F

 

V

 

V

F

V

F

 

F

 

V

F

F

F

 

F

 

V

As colunas 1 e 4 são equivalentes

(c) Regras de DE MORGAN (1806 – 1871)

Com De Morgan pode-se colocar a negação associada a cada uma das proposições, sejam elas conjunções ou disjunções ou seja (ALENCAR FILHO, 2003):

(i) ~ (p

( ex. Não é verdade que a rua está molha-

da e também suja equivale a dizermos que ou a rua não está molhada ou não está suja.)

q)
q)

~ p

~ qque a rua está molha- da e também suja equivale a dizermos que ou a rua

Lógica e Matemática Discreta 49
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Explicando o exemplo, quando montamos uma conjunção ela é for- mada por duas proposições que ocorrem ao mesmo tempo. Para que uma conjunção formada por duas proposições seja F, uma das duas proposições falhou.

p

q

p

p q p q ~(p q) ~p ~q ~p ~q

q

~(p

p q p q ~(p q) ~p ~q ~p ~q

q)

~p

~q

~p

p q p q ~(p q) ~p ~q ~p ~q

~q

V

V

 

V

 

F

F

F

 

F

V

F

 

F

V

 

F

V

 

V

F

V

 

F

V

 

V

F

 

V

F

F

 

F

V

 

V

V

 

V

As colunas 4 e 7 são equivalentes

~ q (ex. “Não é verdade que eu tirei mais de  V V   V As colunas 4 e 7 são equivalentes (ii) ~ (p 5

(ii) ~ (p

5 na prova ou que eu tirei menos de 3 na prova”. Equivale dizer que “eu

não tirei mais de 5 na prova e também não tirei menos que 3 na prova”.

de 5 na prova e também não tirei menos que 3 na prova”. q) ~ p

q)

5 na prova e também não tirei menos que 3 na prova”. q) ~ p Explicando

~ p

Explicando o exemplo, quando temos uma disjunção, uma das duas proposições é verdadeira. Para que eu negue uma disjunção, não basta apenas uma ser falsa, as duas devem ser falsas.

p

q

p

p q p q ~(p q) ~p ~q ~p ~q

q

~(p

p q p q ~(p q) ~p ~q ~p ~q

q)

~p

~q

~p

p q p q ~(p q) ~p ~q ~p ~q

~q

V

V

 

V

 

F

F

F

 

F

V

F

 

V

 

F

F

V

 

F

F

V

 

V

 

F

V

F

 

F

F

F

 

F

V

 

V

V

 

V

As colunas 4 e 7 são equivalentes

Regras de De Morgan:

(i) Negar que duas preposições são ao mesmo tempo verdadeiras equivale a afirmar que uma pelo menos é falsa.

(ii) Negar que pelo menos uma de duas preposições é verdadeira

equivale a afirmar que ambas são falsas.

é falsa. (ii) Negar que pelo menos uma de duas preposições é verdadeira equivale a afirmar
é falsa. (ii) Negar que pelo menos uma de duas preposições é verdadeira equivale a afirmar
50 Vanessa Battestin Nunes
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6.4 NEGAçãO DA CONDICIONAL

Como p

lhada. Ou não choveu ou a rua está molhada.”), temos (ALEN-

CAR FILHO, 2003):

(ex. “Se choveu então a rua está mo-

CAR FILHO, 2003): (ex. “Se choveu então a rua está mo- q ~ p q ~(

q

~ pCAR FILHO, 2003): (ex. “Se choveu então a rua está mo- q q ~( p ~q,

qFILHO, 2003): (ex. “Se choveu então a rua está mo- q ~ p ~( p ~q,

~( p

~q, como se pode ver na tabela-verdade abaixo:

q)q ~ p q ~( p ~q, como se pode ver na tabela-verdade abaixo: ~( ~p

~( ~p~ p q ~( p ~q, como se pode ver na tabela-verdade abaixo: q) ~~ p

~~ p~( p ~q, como se pode ver na tabela-verdade abaixo: q) ~( ~p ~q, ou seja,

~q, ou seja, ~( p~q, como se pode ver na tabela-verdade abaixo: q) ~( ~p ~~ p q) ) p

na tabela-verdade abaixo: q) ~( ~p ~~ p ~q, ou seja, ~( p q) ) p

q) )

p
p

p

q

p

p q p q ~(p q) ~q p ~q

q

~(p

p q p q ~(p q) ~q p ~q

q)

~q

p

p q p q ~(p q) ~q p ~q

~q

V

V

 

V

 

F

F

 

F

V

F

 

F

 

V

V

 

V

F

V

 

V

 

F

F

 

F

F

F

 

V

 

F

V

 

F

A condicional p q não possui as propriedades idempotente, comutativa e associativa, pois as tabelas-verdade
A condicional p q não possui as propriedades idempotente,
comutativa e associativa, pois as tabelas-verdade de p
p, p
q e q p, (p q) r e p (q r) não são idênticas.

6.5 NEGAçãO DA BICONDICIONAL

Como

Como

p

Como p p q

p

q

q (p q) (q
q
(p
q)
(q

p), temos (ALENCAR FILHO, 2003):

p p q q (p q) (q p), temos (ALENCAR FILHO, 2003): (~p q) (~q p),

(~p

q)p q q (p q) (q p), temos (ALENCAR FILHO, 2003): (~p (~q p), e, portanto:

(~qq q (p q) (q p), temos (ALENCAR FILHO, 2003): (~p q) p), e, portanto: ~(p

p), e, portanto:q q (p q) (q p), temos (ALENCAR FILHO, 2003): (~p q) (~q ~(p q) q)

~(p

q)q) ~(~p ~(~q p)

q)

~(~pq) q) ~(~q p)

q) q) ~(~p ~(~q p)
q) q) ~(~p ~(~q p)

~(~q

q) q) ~(~p ~(~q p)

p)

~(p

(~~p~q) q) (~~q

~q)(~~p q) (~~q

q)

(~~p ~q) q) (~~q
(~~p ~q) q) (~~q

(~~q

(~~p ~q) q) (~~q

~p)

~(p

q) (p
q)
(p

~q)

q) (p ~q) (q ~p)

(q

q) (p ~q) (q ~p)

~p)

Como se pode ver na tabela-verdade abaixo:

p

q

p

p q p q ~(p q) ~q p ~q ~p ~p q (p

q

~(p

p q p q ~(p q) ~q p ~q ~p ~p q (p

q)

~q

p

p q p q ~(p q) ~q p ~q ~p ~p q (p

~q

~p

~p

p q p q ~(p q) ~q p ~q ~p ~p q (p

q

(p

       
~q) q)
~q)
q)

(~p

V

V

 

V

 

F

F

 

F

F

 

F

 

F

V

F

 

F

 

V

V

 

V

F

 

F

 

V

F

V

 

F

 

V

F

 

F

V

V

   

V

F

F

 

V

 

F

V

 

F

V

 

F

 

F

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Lógica e Matemática Discreta

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51
51

A tabela verdade das proposições ~(p

são idênticas

51 A tabela verdade das proposições ~(p são idênticas q), p ~q, ~p q p q

q), p

tabela verdade das proposições ~(p são idênticas q), p ~q, ~p q p q p q

~q,

~p

verdade das proposições ~(p são idênticas q), p ~q, ~p q p q p q ~(p

q

p

q

p

p

q

~(p

~(p

q)

~q

p

p q p q ~(p q) ~q p ~q ~p ~p q

~q

~p

~p

p q p q ~(p q) ~q p ~q ~p ~p q

q

V

V

 

V

F

F

 

F

F

 

F

V

F

 

F

V

 

V

 

V

F

 

V

F

V

 

F

V

 

F

 

V

V

 

V

F

F

 

V

F

V

 

F

V

 

F

Portanto, ~(p

Portanto, ~(p q) p ~q ~p q  

q)

Portanto, ~(p q) p ~q ~p q  

p

p

~q

~p

~p

q

q

 
A bicondicional p q não possui a propriedade idempotente, pois as tabelas-verdade de p p
A bicondicional p
q não possui a propriedade idempotente,
pois as tabelas-verdade de p
p e p não são idênticas.

6.6 EQUIVALêNCIAS NOTÁVEIS

p p e p não são idênticas. 6.6 EQUIVALêNCIAS NOTÁVEIS Nos próximos capítulos, utilizaremos as seguintes

Nos próximos capítulos, utilizaremos as seguintes equivalências:

1. Idempotência (ID): p ^ p

2. Comutação (COM) : p ^ q

3. Associação (ASSOC): (p ^ q) ^ r

(COM) : p ^ q 3. Associação (ASSOC): (p ^ q) ^ r p; q p

p;

q(COM) : p ^ q 3. Associação (ASSOC): (p ^ q) ^ r p; p p

p

p(COM) : p ^ q 3. Associação (ASSOC): (p ^ q) ^ r p; q p

^ p ;

p ^ q 3. Associação (ASSOC): (p ^ q) ^ r p; q p p ^

p

q q
q
q

p ^ ( q ^ r) ;

p (q
p
(q

r)

p

(p

q)^ q) ^ r p; q p p ^ p ; p q q p ^

rq) ^ r p; q p p ^ p ; p q q p ^ (

4. Identidade (IDENT): p ^ T

( q ^ r) ; p (q r) p (p q) r 4. Identidade (IDENT): p

p ;

p ^ C

C;; p (q r) p (p q) r 4. Identidade (IDENT): p ^ T p ;

(q r) p (p q) r 4. Identidade (IDENT): p ^ T p ; p ^

C

(q r) p (p q) r 4. Identidade (IDENT): p ^ T p ; p ^

p obs.: T = Tautologia e c: Contradição

5. Distributiva (DIST): p ^ ( q

e c: Contradição 5. Distributiva (DIST): p ^ ( q q) ^ ( p r) r

q) ^ ( p

e c: Contradição 5. Distributiva (DIST): p ^ ( q q) ^ ( p r) r

r)

r )Contradição 5. Distributiva (DIST): p ^ ( q q) ^ ( p r) (p ^ q)

(p ^ q)5. Distributiva (DIST): p ^ ( q q) ^ ( p r) r ) p T

5. Distributiva (DIST): p ^ ( q q) ^ ( p r) r ) (p ^

p

T
T

(p ^r);

p

(DIST): p ^ ( q q) ^ ( p r) r ) (p ^ q) p

T ;

p

(q ^ r)

6. Absorção (ABS): p ^ (p

6. Absorção (ABS): p ^ (p q) p ; p (p ^ q) p

q)

p ; p

p ;

p

6. Absorção (ABS): p ^ (p q) p ; p (p ^ q) p

(p ^ q)

6. Absorção (ABS): p ^ (p q) p ; p (p ^ q) p

p

7. De Morgan (DM): ~( p ^q)

~p

~p

~p

~q;

~(p

7. De Morgan (DM): ~( p ^q) ~p ~q; ~(p q) ~p ^ ~q

q)

7. De Morgan (DM): ~( p ^q) ~p ~q; ~(p q) ~p ^ ~q

~p ^ ~q

8. Condicional (COND): p → q

8. Condicional (COND): p → q ~p q

~p

8. Condicional (COND): p → q ~p q

q

9. Bicondicional (BICOND): p ( p ^q) v (~p ^~q)

9. Bicondicional (BICOND): p ( p ^q) v (~p ^~q)
9. Bicondicional (BICOND): p ( p ^q) v (~p ^~q) q (p → q) ^ (q

q

q

(p → q) ^

(q → p);

p

9. Bicondicional (BICOND): p ( p ^q) v (~p ^~q) q (p → q) ^ (q

q

10. Contraposição (CP): p → q

10. Contraposição (CP): p → q ~q → ~p  

~q → ~p

 

11. Dupla negação (DN): ~~p

12. Exportação – Importação (EI): p ^ q → r

p~q → ~p   11. Dupla negação (DN): ~~p 12. Exportação – Importação (EI): p ^

~q → ~p   11. Dupla negação (DN): ~~p 12. Exportação – Importação (EI): p ^

p → (q → r)

52 Vanessa Battestin Nunes
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52 Vanessa Battestin Nunes Para exercitar, vamos realizar algumas das atividades propostas por (PINHO, 1999, p.
52 Vanessa Battestin Nunes Para exercitar, vamos realizar algumas das atividades propostas por (PINHO, 1999, p.
Para exercitar, vamos realizar algumas das atividades propostas por (PINHO, 1999, p. 75): 1. Demonstrar
Para exercitar, vamos realizar algumas das atividades propostas
por (PINHO, 1999, p. 75):
1. Demonstrar as propriedades comutativa e associativa da bi-
condicional, isto é:
(a) p
q
q
p
(b) (p
q)
r
p
(q
r)
2. Demonstrar, por tabelas-verdade, as equivalências:
(a) p
q
r
(p
q)
(p
r)
(b) p
q
r
(p
q)
(p
r)
3.
Dar,
em
linguagem
corrente,
a
negação
das
seguintes
proposições:
(a) O céu é azul e as nuvens são brancas.
(b) É falso que não está frio ou chovendo.
(c) Não é verdade que Maria faz informática, mas não medicina.
4. Demonstrar as seguintes regras de De Morgan:
(a) ~(p
q
r)
~p
~q
~r
(b) ~(p
q
r)
~p
~q
~r

Para maior compreensão, ler o capítulo 7 – Álgebra das Proposi-

ções do livro ALENCAR FILHO, Edgard de. Iniciação à Lógica Matemática. São Paulo: Nobel, 2003.

das Proposi- ções do livro ALENCAR FILHO, Edgard de. Iniciação à Lógica Matemática. São Paulo: Nobel,
Métodos e Estratégias de Estudo
Métodos e Estratégias de Estudo

Lógica e Matemática Discreta

53
53
e Estratégias de Estudo Lógica e Matemática Discreta 53 MÉTODO DEDUTIVO Vamos dar um grande passo

MÉTODO DEDUTIVO

de Estudo Lógica e Matemática Discreta 53 MÉTODO DEDUTIVO Vamos dar um grande passo agora: realizar

Vamos dar um grande passo agora: realizar demonstrações por meio de proposições. Isso é muito importante, inclusive, na nossa vida, para conseguirmos deduzir soluções dos problemas do dia-a-dia.

conseguirmos deduzir soluções dos problemas do dia-a-dia. Até o momento fizemos demonstrações por intermédio de
conseguirmos deduzir soluções dos problemas do dia-a-dia. Até o momento fizemos demonstrações por intermédio de

Até o momento fizemos demonstrações por intermédio de tabelas- verdade, que podem ser utilizadas para mostrar que um argumento é válido ou inválido. No entanto, esse método apresenta dois sérios incon- venientes (PINHO, 1999):

Em primeiro lugar, o número de linhas cresce muito rapidamente, à medida que aumenta o número de proposições simples envolvidas no argumento. Por exemplo, com 10 proposições a tabela necessita de 1024 linhas, e com 11, o número de linhas vai a 2048. Com mais umas poucas proposições, sua construção se torna impraticável.

A segunda restrição é ainda pior. No Cálculo de Predicados, que vere- mos mais tarde, muitas vezes não existe um procedimento que permita estabelecer o valor lógico de uma dada afirmação, o que torna impossí- vel a construção da Tabela Verdade.

Por esse motivo foram desenvolvidos outros métodos para que se possa mostrar a validade de um argumento. Tais métodos são chamados mé- todos dedutivos, cuja aplicação se chama dedução.

Segundo Descartes, o método dedutivo é um método lógico que pressupõe e existência de verdades gerais já afirmadas e que sirvam de base (premis- sas) para se chegar, por meio dele, a conhecimentos novos. Em termos mais formais, o conceito de dedução pode ser apresentado da seguinte forma:

Dado um argumento P1 P2 Pn Q chama-se de- monstração ou dedução de Q a
Dado um argumento P1
P2
Pn Q chama-se de-
monstração ou dedução de Q a partir das premissas P1 ,
Pn, a
seqüência finita de proposições X1, X2,
Xk, tal que cada Xi ou é
uma premissa ou decorre logicamente de proposições anteriores
da seqüência, de tal modo que a última proposição Xk seja a con-
clusão Q do argumento dado (PINHO, 1999).
da seqüência, de tal modo que a última proposição Xk seja a con- clusão Q do
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Cada proposição Xi que incluímos na seqüência deve decorrer logica- mente das anteriores; isso significa que deve ser obtida através da atua- ção de equivalências ou inferências sobre uma proposição ou uma con- junção de proposições anteriores.

Se for possível obter a conclusão Q com base no procedimento de dedu-

ção, o argumento é válido; caso contrário, não é válido.

Assim, se todas as premissas são verdadeiras, a conclusão deve ser verdadeira.

O processo de dedução consiste basicamente dos seguintes passos (PI-

NHO, 1999):

Dado um argumento: P1

dos seguintes passos (PI- NHO, 1999): Dado um argumento: P1 P2 Pn Q • Definimos o

P2

seguintes passos (PI- NHO, 1999): Dado um argumento: P1 P2 Pn Q • Definimos o conjunto

Pn

passos (PI- NHO, 1999): Dado um argumento: P1 P2 Pn Q • Definimos o conjunto P

Q

Definimos o conjunto P constituído pelas premissas

{P 1 , P 2 ,

,

P n };

Fazemos atuar equivalências e inferências conhecidas sobre um ou mais elementos do conjunto, obtendo novas proposi- ções, e incluindo-as no conjunto P;

Repetimos o passo acima até que a proposição incluída seja o conseqüente Q.

7.1 ExEMPLOS

A seguir vamos ver alguns exemplos de demonstrações usando o méto-

do dedutivo. Aqui, T representará tautologias e C contradições (ALEN- CAR FILHO, 2003).

(1) Demonstrar a implicação: p q p (Simplificação)

Se p q p, então p q p é uma tautologia. Assim:

Demonstração: p q p ~(p q) p (~p ~q) p (~p p) ~q T ~q T

(2) Demonstrar a implicação: pp v q (Adição)

Demonstração: p p q ~p (p q) (~p p) q T q T

(3) Demonstrar a implicação: (p q) p q (Modus ponens)

Demonstração: (p q) p q ~((p q) p) v q ~((~p v q) p) v q ~(~p v q) v ~p v q (p ^ ~q) v ~p v q (p ^ ~q ) v ~(p ^ ~q) T

(4) Demonstrar a implicação: (p q) ~q ~p (Modus tollens)

Demonstração: (p q) ~q (~p q) ~q (~p ~q) (q ~q) (~p ~q) C ~p ~q ~p

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(5) Demonstrar a equilvalência: p ^ q r p (q r)

Se p ^ q r p (q r), então aplicando as regras de equilvalência em p ^ q r chegamos a p (q r). Assim:

Demosntração: p ^ q r ⇔ ∼(p ^ q) v

r ⇔ ∼p v ~q v

r ⇔ ∼p v (q

r)

p (q

r)

7.2 REDUçãO DO NúMERO DE CONECTIVOS

Teorema: entre os cinco conectivos fundamentais (~, , , , ) três são expressados em termos de apenas dois dos seguintes pares:

fundamentais ( ~, ∧ , ∨ , → , ↔ ) três são expressados em termos

(1) ~ e

(2) ~ e

(3) ~ e

7.3

FORMA NORMAL

Uma proposição está na forma normal (FN) se e somente se con- tém os conectivos ~ , e (ALENCAR FILHO, 2003).

proposição está na forma normal (FN) se e somente se con- tém os conectivos ~ ,

Existem dois tipos de FN:

 
 

Forma Normal Conjuntiva

 

Forma Normal Disjuntiva

7.4

FORMA NORMAL CONjUNTIVA (FNC)

Uma proposição está na forma normal conjuntiva (FNC) se e somente forem verificadas as seguintes condições (ALENCAR FI- LHO, 2003):

está na forma normal conjuntiva (FNC) se e somente forem verificadas as seguintes condições (ALENCAR FI-
 

Contém apenas conectivos ~ , e

~ não aparece repetido, como ~~ e não tem alcance so- bre e como em ~(p ^ q)

• ∨ não tem alcance sobre (não existe p (q r))

alcance so- bre ∧ e ∨ como em ~(p ^ q) • ∨ não tem alcance
alcance so- bre ∧ e ∨ como em ~(p ^ q) • ∨ não tem alcance
alcance so- bre ∧ e ∨ como em ~(p ^ q) • ∨ não tem alcance
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Estão na FNC.:

^q

p

p

~p

v q v r

^ ~q

Como transformar uma proposição em outra, equivalente, na FNC?

1. Elimine os conectivos -> e <-> substituindo:

p

q

p↔q

por ~p v q

por (~p v q) ^(p v ~q)

2. Elimine as duplas negações e a negação de parênteses substituindo:

~~ p

por p

~ (p q) por ~ p ~ q

por

~ (p q)

~ p ~ q

3. Substitua

p (q r)

por

(p q) (p r )

7.5 FORMA NORMAL DISjUNTIVA (FND)

∨ q) ∧ (p ∨ r ) 7.5 FORMA NORMAL DISjUNTIVA (FND) Uma proposição está na

Uma proposição está na forma normal disjuntiva (FND) se e somente são verificadas as seguintes condições (ALENCAR FILHO, 2003):

Contém apenas conectivos ~ , ^ e V

~ não aparece repetido, como ~~ e só incide sobre letras proposicionais

^ não tem alcance sobre v (não existe p ^ (q v r) )

• ^ não tem alcance sobre v (não existe p ^ (q v r) ) Estão

Estão na FND:

p

^ q ^ r

p

v ~q

p

v (q ^ r)

Como transformar uma proposição em outra, equivalente, na FNC?

1. Use as duas primeiras regras para FNC

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2. Substitua

p (q r)

por

(p q) (p r )

(p q ) r

por

(p r) (q r )

7.6 DUALIDADE

Seja P uma proposição que só contem os conectivos ~, e . A propo- sição Q obtida de P trocando por e trocando por é denominada dual de P.

P: ~(p q) ~r

Dual de P: ~(p q) ~r

Princípio da dualidade: Se P1 e P2 são duas proposições equiva- lentes então as duais
Princípio da dualidade: Se P1 e P2 são duas proposições equiva-
lentes então as duais Q1 e Q2 também são equivalentes.
Para exercitar, vamos realizar algumas das atividades propostas
por (PINHO, 1999, p. 85:
1. Demonstrar as equivalências:
(a) p ∧ (p ∨ q) ⇔ p
(b) p ∨ (p ∧ q) ⇔ p
2. Simplificar as proposições:
(a)
~(p ∨ ~q)
(b) ~(~p ∧ q)
(c)
(p ∨ q) ∧ ~p
(d) (p → q) ∧ (∼p ∧ → q)
3. Use o método dedutivo para demonstrar:
(a)
p ∧ ∼p ⇒ q
(b) p → p ∧ q ⇔ p → q
(c)
~p → p ⇔ p
(d) (p → q) ∧ (p → r) ⇔ p → q ∧ r
4. Determinar uma FNC para as proposições:
(a)
p → q
(b) p → ~p
(c)
(p ∧ ∼p) ↓ (q ∧ ∼q)
(d) (~p ∧ q) ∨ q
5. Determinar uma FND para as proposições:
(a)
p ↑ q
(b) ~(~p ∨ ~q)
(c)
(p → q) ∧ ∼p
(d) p ↔ ~p
∨ q 5. Determinar uma FND para as proposições: (a) p ↑ q (b) ~(~p ∨
∨ q 5. Determinar uma FND para as proposições: (a) p ↑ q (b) ~(~p ∨
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58 Vanessa Battestin Nunes   Para maior compreensão, ler o capítulo 8 – Método Dedutivo do
58 Vanessa Battestin Nunes   Para maior compreensão, ler o capítulo 8 – Método Dedutivo do
 
  Para maior compreensão, ler o capítulo 8 – Método Dedutivo do

Para maior compreensão, ler o capítulo 8 – Método Dedutivo do

livro Alencar Filho, Edgard de. Iniciação à lógica matemática. São Paulo: Nobel, 2003.

 
 
Métodos e Estratégias de Estudo
Métodos e Estratégias de Estudo

Lógica e Matemática Discreta

e Estratégias de Estudo Lógica e Matemática Discreta 59 ARGUMENTOS E REGRAS DE INFERêNCIA Vamos continuar
59
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ARGUMENTOS E REGRAS DE INFERêNCIA

e Matemática Discreta 59 ARGUMENTOS E REGRAS DE INFERêNCIA Vamos continuar aperfeiçoando nossos conhecimentos em de-

Vamos continuar aperfeiçoando nossos conhecimentos em de- monstrações por meio de proposições. Para isso aprenderemos al- guns novos conceitos.

nossos conhecimentos em de- monstrações por meio de proposições. Para isso aprenderemos al- guns novos conceitos.

8.1 ARGUMENTO

Argumento – é toda afirmação que uma dada seqüência finita P 1 ,

Argumento – é toda afirmação que uma dada seqüência finita P 1 ,

P 2 ,

,P

n de proposições tem como conseqüência, ou acarreta, uma

proposição final Q (ALENCAR FILHO, 2003).

As proposições P 1 , P 2 ,

proposição final Q diz-se a conclusão do argumento.

,

P n dizem-se as premissas do argumento, e a

Um argumento de premissas P 1 , P 2 ,

P 1 , P 2 ,

,P

n a Q, onde se lê: “P 1 P 2 ,

,P

,P

n e de conclusão Q indica-se por:

n acarretam Q”.

n e de conclusão Q indica-se por: n acarretam Q”. Na forma padronizada as premissas invocadas
n e de conclusão Q indica-se por: n acarretam Q”. Na forma padronizada as premissas invocadas

Na forma padronizada as premissas invocadas para “servir de justifi- cativa”, acham-se sobre o traço horizontal e a conclusão do argumento estará sob o mesmo traço horizontal da seguinte forma:

P1

P2

Pn

Q

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8.2 VALIDADE DE UM ARGUMENTO

60 Vanessa Battestin Nunes 8.2 VALIDADE DE UM ARGUMENTO Pn a Q diz-se válido se e

Pn a Q diz-se válido se e somente se

a conclusão Q é verdadeira todas as vezes que as premissas P1,

P2,

Um argumento P1, P2,

,

,

Pn são verdadeiras (ALENCAR FILHO, 2003).

P1, P2, , , Pn são verdadeiras (ALENCAR FILHO, 2003). Portanto, todo argumento válido goza da

Portanto, todo argumento válido goza da seguinte característica: A ver- dade das premissas é incompatível com a falsidade da conclusão.

Um argumento não-válido diz-se um sofisma.

Desse modo, todo argumento tem um valor lógico, digamos V se é válido(correto, legítimo) ou F se é um sofisma(incorreto, ilegítimo).

As premissas dos argumento são verdadeiras ou, pelo menos admitidas como tal. Aliás, a Lógica só se preocupa com a validade dos argumentos e não com a verdade ou falsidade das premissas e das conclusões.

A validade de um argumento depende, exclusivamente, da relação exis- tente entre as premissas e a conclusão. Portanto, afirmar que um dado argumento é válido significa afirmar que as premissas são verdadeiras.

8.3 CRITÉRIO DE VALIDADE DE UM

ARGUMENTO

são verdadeiras. 8.3 CRITÉRIO DE VALIDADE DE UM ARGUMENTO Teorema – um argumento P1, P2, ,
Teorema – um argumento P1, P2, , Pn a Q diz-se válido se e so-
Teorema – um argumento P1, P2,
,
Pn a Q diz-se válido se e so-
mente se a condicional: (P1
(ALENCAR FILHO, 2003).
P2
Pn)
Q é tautológica

8.4 CONDICIONAL ASSOCIADA A UM

ARGUMENTO

Q é tautológica 8.4 CONDICIONAL ASSOCIADA A UM ARGUMENTO Dado um argumento P1, P2, , responde
Dado um argumento P1, P2, , responde a condicional: (P1 P2 FILHO, 2003). Pn a
Dado um argumento P1, P2,
,
responde a condicional: (P1 P2
FILHO, 2003).
Pn a Q, a este argumento cor-
Pn) Q (ALENCAR
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8.5 ARGUMENTOS VÁLIDOS FUNDAMENTAIS

São argumentos válidos fundamentais ou básicos (de uso corrente) os constantes da seguinte lista (ALENCAR FILHO, 2003):

I . Adição (AD):

 

(i)

p |— p V q;

 

(ii) p |— q V

p

II.

Simplificação (SIMP):

 

(i)

p

(i) p q |— p; (ii) p q |— q

q |—

p;

(ii) p

(i) p q |— p; (ii) p q |— q

q |—

q

III. Conjunção (CONJ):

(i)

p, q |—

p

(i) p, q |— p q; (ii) p, q |— q p

q;

(ii) p, q |—

q

(i) p, q |— p q; (ii) p, q |— q p

p

IV Absorção (ABS):

p

q |— pIV Absorção (ABS): p ( p q)

q |— p

( p

IV Absorção (ABS): p q |— p ( p q)

q)

V.

Modus Ponens (MP):

p

p |—qq,

q,

VI.

Modus Tollens (MT):

p

q, ~ q|— ~p

q, ~ q|— ~p

 

VII. Silogismo disjuntivo (SD):

(i) p V q, ~ p |— q;

(ii) p V q,

~ q |— p

VIII. Silogismo hipotético (5H):

p

(ii) p V q, ~ q |— p VIII. Silogismo hipotético (5H): p q, q r

q,

q

r |— pp V q, ~ q |— p VIII. Silogismo hipotético (5H): p q, q r IX.

r~ q |— p VIII. Silogismo hipotético (5H): p q, q r |— p IX. Dilema

IX. Dilema construtivo (DC):

p

(5H): p q, q r |— p r IX. Dilema construtivo (DC): p q, r s,

q,

r

(5H): p q, q r |— p r IX. Dilema construtivo (DC): p q, r s,

s, p V

r |— q V

s

X. Dilema destrutivo (DD):

p

p q, r s, p V r |— q V s X. Dilema destrutivo (DD): p

q,

r

s, ~ q V ~ s |— ~ p V ~ rp q, r s, p V r |— q V s X. Dilema destrutivo (DD): p

A validade desses dez argumentos é conseqüência imediata das tabelas-

verdade.

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8.6 REGRAS DE INFERêNCIA

Os argumentos que vimos, anteriormente, são usados para fazer “infe- rências”, isto é, executar os “passos” de uma dedução ou demonstração, por isso chamam-se também, regras de inferência.

por isso chamam-se também, regras de inferência. Uma inferência lógica, ou, simplesmente uma inferência,
Uma inferência lógica, ou, simplesmente uma inferência, é uma tautologia da forma p q. A
Uma inferência lógica, ou, simplesmente uma inferência, é uma
tautologia da forma p q. A proposição p é chamada anteceden-
te, e q, conseqüente da implicação. As inferências lógicas, ou re-
gras de inferência, são representadas por p q (PINHO, 1999).
de inferência, são representadas por p q (PINHO, 1999). Da definição decorre imediatamente que p q

Da definição decorre imediatamente que p q, se e somente se, o conseqüente q assumir o valor lógico V, sempre que o antecedente p assumir esse valor. Em outras palavras, para que a condicional seja verdadeira, essa condição é necessária, pois, se o conseqüente for fal- so com o antecedente verdadeiro, a condicional não é verdadeira. Por outro lado, a condição também é suficiente, pois, quando o antecedente é falso, a condicional é verdadeira, não importando o valor lógico do conseqüente.

As regras de inferência são, na verdade, formas válidas de raciocínio, isto é, são formas que nos permitem concluir o conseqüente, uma vez que consideremos o antecedente verdadeiro; em termos textuais, costumamos utilizar o termo “logo” (ou seus sinônimos: portanto, em conseqüência, etc) para caracterizar as Regras de Inferência; a expressão p q pode então ser lida: p; logo, q.

a expressão p q pode então ser lida: p; logo, q. É possível mostrar que as

É

possível

mostrar

que

as

regras

de

inferência

têm

as

seguintes

propriedades:

Reflexiva:

p

Transitiva:

p
p

Se p

q e q

Transitiva: p Se p q e q r, então p r

r, então p

Transitiva: p Se p q e q r, então p r

r

Aqui neste material será habitual escrevê-los na forma padronizada abaixo indicada, colocando as premissas sobre um traço horizontal e, em seguida, a conclusão sob o mesmo traço (ALENCAR FILHO, 2003)

I. Regra da Adição (AD):

sobre um traço horizontal e, em seguida, a conclusão sob o mesmo traço (ALENCAR FILHO, 2003)
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II. Regra de Simplificação (SIMP):

Discreta 63 II. Regra de Simplificação (SIMP): III. Regra da Conjunção (CONJ): IV. Regra da Absorção

III. Regra da Conjunção (CONJ):

de Simplificação (SIMP): III. Regra da Conjunção (CONJ): IV. Regra da Absorção (ABS): V. Regra Modus
IV. Regra da Absorção (ABS): V. Regra Modus Ponens (MP): VI: Regra Modus Tollens (MT):
IV.
Regra da Absorção (ABS):
V.
Regra Modus Ponens (MP):
VI:
Regra Modus Tollens (MT):
VII.
Regra do Silogismo Disjuntivo (SD):
VIII.
Regra do Silogismo Hipotético (SH):
VI: Regra Modus Tollens (MT): VII. Regra do Silogismo Disjuntivo (SD): VIII. Regra do Silogismo Hipotético
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IX. Regra do Dilema construtivo (DC):

Battestin Nunes IX. Regra do Dilema construtivo (DC): X. Regra do Dilema destrutivo (DD): Com o

X. Regra do Dilema destrutivo (DD):

Dilema construtivo (DC): X. Regra do Dilema destrutivo (DD): Com o auxílio dessas dez regras de

Com o auxílio dessas dez regras de inferência pode-se demonstrar a validade de um grande número de argumentos mais complexos.

8.7 ExEMPLOS DO USO DAS REGRAS DE INFERêNCIA

Damos a seguir exemplos simples do uso de cada uma das regras de in- ferência na dedução de conclusões a partir de premissas dadas (ALEN- CAR FILHO, 2003).

1. Regra da Adição - Dada uma proposição p, dela se pode deduzir a sua disjunção com qualquer outra proposição, isto é, deduzir p V q, ou p V r, ou s V p, ou t V p, etc.

Exemplos:

deduzir p V q, ou p V r, ou s V p, ou t V p,

II. Regra da Simplificação — Da conjunção p

se pode deduzir cada uma das proposições, p ou q.

q de duas proposiçõesExemplos: II. Regra da Simplificação — Da conjunção p se pode deduzir cada uma das proposições,

Exemplos:

Simplificação — Da conjunção p se pode deduzir cada uma das proposições, p ou q. q
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III. Regra da Conjunção -- Permite deduzir de duas proposições dadas p

e q (premissas) a sua conjunção p

proposições dadas p e q (premissas) a sua conjunção p q ou q p (conclusão). IV.

q ou q

dadas p e q (premissas) a sua conjunção p q ou q p (conclusão). IV. Regra

p (conclusão).

p e q (premissas) a sua conjunção p q ou q p (conclusão). IV. Regra da

IV. Regra da Absorção Esta regra permite, dada uma condicional - como

premissa, dela deduzir como conclusão uma outra condicional com o mesmo antecedente p e cujo consequente é a conjunção p q das duas

p e cujo consequente é a conjunção p q das duas proposições que integram a premissa,
p e cujo consequente é a conjunção p q das duas proposições que integram a premissa,

proposições que integram a premissa, isto é, p p q. Exemplos:

que integram a premissa, isto é, p p q. Exemplos: V. Regra Modus Ponens - Também

V. Regra Modus Ponens - Também é chamada Regra de separação e per-

mite deduzir q (conclusão) a partir de p Exemplos:

q e p (premissas).e per- mite deduzir q (conclusão) a partir de p Exemplos: VI. Regra Modus Tollens -

q (conclusão) a partir de p Exemplos: q e p (premissas). VI. Regra Modus Tollens -

VI. Regra Modus Tollens - Permite, a partir das premissas p

q (con-

dicional) o ~ q (negação do consequente), deduzir como conclusão ~ p (negação do antecedente). Exemplos:

p q (con- dicional) o ~ q (negação do consequente), deduzir como conclusão ~ p (negação
p q (con- dicional) o ~ q (negação do consequente), deduzir como conclusão ~ p (negação
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VII. Regra do Silogismo Disjuntivo — Permite deduzir da disjunção p V q de duas proposições e da negação ~ p (ou ~ q), de uma delas, a outra proposição q (ou p). Exemplos:

~ q), de uma delas, a outra proposição q (ou p). Exemplos: VIII. Regra do Silogismo

VIII. Regra do Silogismo Hipotético – Esta regra permite, dadas duas

condicionais: p q e q r (premissas), tais que o consequente da primeira coincida com o antecedente da segunda, deduzir uma terceira condicional p r (conclusão), cujos antecedente e consequente se-

q e o consequen-p r (conclusão), cujos antecedente e consequente se- jam, respectivamente, o antecedente da premissa p te

jam, respectivamente, o antecedente da premissa p te da outra premissa q r (transitividade da seta

premissa p te da outra premissa q r (transitividade da seta ). IX. Regra do Dilema
premissa p te da outra premissa q r (transitividade da seta ). IX. Regra do Dilema
premissa p te da outra premissa q r (transitividade da seta ). IX. Regra do Dilema
premissa p te da outra premissa q r (transitividade da seta ). IX. Regra do Dilema

).premissa p te da outra premissa q r (transitividade da seta IX. Regra do Dilema Construtivo

p te da outra premissa q r (transitividade da seta ). IX. Regra do Dilema Construtivo

IX. Regra do Dilema Construtivo — Nessa regra, as premissas são duas condicionais e a disjunção dos seus antecedentes, e a conclusão é a disjunção dos consequentes dessas condicionais.

é a disjunção dos consequentes dessas condicionais. X. Regra do Dilema Destrutivo – Nesta regra, as

X. Regra do Dilema Destrutivo – Nesta regra, as premissas são duas condicionais e a disjunção da negação dos seus consequentes, e a con- clusão é a disjunção da negação dos antecedentes destas condicionais.

da negação dos seus consequentes, e a con- clusão é a disjunção da negação dos antecedentes
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Para exercitar, vamos realizar algumas das atividades propostas por (PINHO, 1999, p. 96): 1. Construir
Para exercitar, vamos realizar algumas das atividades propostas
por (PINHO, 1999, p. 96):
1. Construir a condicional associada aos seguintes argumentos:
(a)
~p, ~q
p |
q
(b)
p
q |
~(p
~q)
2.
Indicar
a
regra
de
inferência
que
valida
os
seguintes
argumentos:
(a)
p
q |
(p
q)
~r
(b)
p
(q
r), p |
q
r
(c)
(q
r)
~p, ~~p |
~(q
r)
(d)
3 < 5 |
3 < 5
3 < 2
3. Usar Modus Ponnes para deduzir a conclusão das seguintes
premissas:
(a)
(1) x = y
y = z
(b) (1) 2 > 1
3 > 1
(2) (x = y
y = z)
x = z
(2) 2 > 1
4.
Usar Modus Tollens para deduzir a conclusão das seguintes
premissas:
(a)
(1) (p
q)
~(r
s)
(b) (1) x =z
x = 6
(2) ~~(r
s)
(2) x
6
5. Usar o Silogismo Disjuntivo para deduzir a conclusão das se-
guintes premissas:
(a)
(1) s
(r
t)
(2) ~s
6. Usar o Silogismo Hipotético para deduzir a conclusão das se-
guintes premissas:
(a)
(1) p
r
~s
(2) r
~s
t
~s 6. Usar o Silogismo Hipotético para deduzir a conclusão das se- guintes premissas: (a) (1)
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68 Vanessa Battestin Nunes 7. Usar o Dilema Construtivo para deduzir a conclusão das se- guintes
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68 Vanessa Battestin Nunes 7. Usar o Dilema Construtivo para deduzir a conclusão das se- guintes
7. Usar o Dilema Construtivo para deduzir a conclusão das se- guintes premissas: (a) (1)
7. Usar o Dilema Construtivo para deduzir a conclusão das se-
guintes premissas:
(a)
(1) p
r
(2) ~q
~s
(3) p
~q
8. Verifique a validade dos argumentos utilizando regras de
inferência
(a)
r
p
q, r, ~p |
q
(b)
p
q, ~q, p
r |
r
(c)
p
q, p
r, ~r |
q
s
(d)
t, t
~q, ~q
~s |
~s
(e)
p
q, p
r
s |
p
s
(f)
p
q
( p
s
t ), p
r |
t
u
 
  Não esqueça de fazer os demais exercícios que constam no capítulo 9 do livro de

Não esqueça de fazer os demais exercícios que constam no capítulo 9 do livro de Edgard de Alencar Filho - Iniciação à Lógica Matemá- tica. São Paulo: Nobel, 2003.

Para maior compreensão, ler o capítulo 9 – Argumento e Métodos

Para maior compreensão, ler o capítulo 9 – Argumento e Métodos

de Inferência do livro Alencar Filho, Edgard de. Iniciação à lógica matemática. São Paulo: Nobel, 2003.

Métodos e Estratégias de Estudo
Métodos e Estratégias de Estudo

Lógica e Matemática Discreta

e Estratégias de Estudo Lógica e Matemática Discreta 69 VERIFICAçãO DA VALIDADE Vamos, neste capítulo,
69
69

VERIFICAçãO DA VALIDADE

Lógica e Matemática Discreta 69 VERIFICAçãO DA VALIDADE Vamos, neste capítulo, verificar a validade e não-validade

Vamos, neste capítulo, verificar a validade e não-validade de argu- mentos de diversas formas. Primeiramente faremos isso utilizando tabelas-verdade, depois por meio de regras de inferências.

tabelas-verdade, depois por meio de regras de inferências. 9.1 VERIFICAçãO MEDIANTE TABELAS-VERDADE Tabelas-verdade

9.1 VERIFICAçãO MEDIANTE TABELAS-VERDADE

de inferências. 9.1 VERIFICAçãO MEDIANTE TABELAS-VERDADE Tabelas-verdade podem ser utilizadas para demonstrar, testar

Tabelas-verdade podem ser utilizadas para demonstrar, testar ou verifi- car a validade de qualquer argumento.

Dado um argumento P1, P2, , Pn | Q, podemos construir uma tabela-verdade para constatar
Dado um argumento P1, P2,
,
Pn | Q, podemos construir
uma tabela-verdade para constatar sua validade. Para isto, cria-
mos uma coluna para cada premissa (P1, P2 etc.), considerando-
se cada premissa verdadeira. Assim, para que o argumento seja
válido, a conclusão Q também deve ser verdadeira. Se a conclusão
for falsa, temos um sofisma (ALENCAR FILHO, 2003).
for falsa, temos um sofisma (ALENCAR FILHO, 2003). Outra maneira de testar a validade, é demonstrar

Outra maneira de testar a validade, é demonstrar a condicional associa- da, verificando se é uma tautologia ou não:

(P1

associa- da, verificando se é uma tautologia ou não: (P1 P2 Pn) Q 9.2 ExEMPLOS (ALENCAR

P2

da, verificando se é uma tautologia ou não: (P1 P2 Pn) Q 9.2 ExEMPLOS (ALENCAR FILHO,

Pn)

da, verificando se é uma tautologia ou não: (P1 P2 Pn) Q 9.2 ExEMPLOS (ALENCAR FILHO,

Q

9.2 ExEMPLOS (ALENCAR FILHO, 2003)

(1) Verificar se é válido o argumento: p

Resolução:

(1) Verificar se é válido o argumento: p Resolução: q, q | p. As premissas estão

q, q |

p.

As premissas estão nas colunas 2 e 3 e a conclusão está na coluna 1. As premissas são ambas verdadeiras (V) nas linhas 1 e 3. Na linha 1 a conclusão também é verdadeira, mas na linha 3 a conclusão é falsa (F). Logo, o argumento não é válido, ou seja, é um sofisma.

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p

q

p

p q p q

q

V

V

 

V

V

F

 

F

F

V

 

V

F

F

 

V

(2) Verificar a validade do argumento: p

F F   V (2) Verificar a validade do argumento: p q, q | Resolução: p

q, q |

Resolução:

p

As premissas estão nas colunas 2 e 3 e a conclusão está na coluna 1. As premissas são ambas verdadeiras (V) apenas na linha 1, e a conclusão também é verdadeira. Logo, o argumento é válido.

também é verdadeira. Logo, o argumento é válido. p q p q V V   V

p

q

p

p q p q

q

V

V

 

V

V

F

 

F

F

V

 

F

F

F

 

V

(3) Verificar a validade do argumento:

Se chove, Marcos fica resfriado Marcos não ficou resfriado

----------------------------------------

Logo, não choveu

Resolução:

Representando por p a proposição “Chove” e por q a proposição “Mar- cos fica resfriado”, o argumento dados fica:

p

e, por conseguinte, é válido, pois temos a forma do argumento válido Modus Tollens (MT).

pois temos a forma do argumento válido Modus Tollens (MT). q, ~q | ~p 1. Estudar

q, ~q |

~p

1. Estudar os demais exemplos de validade e de não-validade do capítulo 10 do livro de Edgard de Alencar Filho - Iniciação à lógi- ca matemática. São Paulo: Nobel, 2003.

do capítulo 10 do livro de Edgard de Alencar Filho - Iniciação à lógi- ca matemática.
do capítulo 10 do livro de Edgard de Alencar Filho - Iniciação à lógi- ca matemática.
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2. Usar tabelas-verdade para verificar que são válidos os seguintes argumentos: (a) p q, r
2. Usar tabelas-verdade para verificar que são válidos os seguintes
argumentos:
(a)
p
q, r
~q |
r
~p
(b)
p
~q, p, ~q
r |
r
(c)
p
q
r, s
p
q, s |
q
r
(d)
p
q, q
r, p
s, ~s |
r
(p
q)
(e)
(1) x = 0
x
y
(2) x = z
x = y
(3) x = z
---------------------------
x
0
3. Passar para forma simbólica e testar a validade do argumento:
Se trabalho, não posso estudar
Trabalho ou passo em Física
Trabalhei
----------------------------------------
Logo, passei em Física

Não esqueça de fazer os demais exercícios que constam no capítulo 10 do livro de Edgard de Alencar Filho - Iniciação à Lógica Mate- mática. São Paulo: Nobel, 2003.

à Lógica Mate- mática. São Paulo: Nobel, 2003. 9.3 VALIDADE MEDIANTE REGRAS DE INFERêNCIA Como já
à Lógica Mate- mática. São Paulo: Nobel, 2003. 9.3 VALIDADE MEDIANTE REGRAS DE INFERêNCIA Como já
à Lógica Mate- mática. São Paulo: Nobel, 2003. 9.3 VALIDADE MEDIANTE REGRAS DE INFERêNCIA Como já

9.3 VALIDADE MEDIANTE REGRAS DE INFERêNCIA

Como já mencionado, a verificação de validade, mediante tabelas-verdade é desanimador quando se tem um
Como já mencionado, a verificação de validade, mediante tabelas-verdade é
desanimador quando se tem um grande número de premissas. Por isso, ve-
remos agora o teste de validade de um argumento por meio de inferências.
Demonstrar que um argumento P1, ,
P2, Pn | Q é válido con-
,
mediante o uso de regras de inferência (ALENCAR FILHO, 2003).
siste em deduzir a conclusão Q a partir das premissas P1, P2,
Pn,
o uso de regras de inferência (ALENCAR FILHO, 2003). siste em deduzir a conclusão Q a
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9.4 ExEMPLOS (ALENCAR FILHO, 2003):

(1) Verificar que é válido o argumento: p

Resolução:

(1) p q (2) p r
(1) p
q
(2) p
r

------------------------

(3) p

2 – SIMP

(4) q

1, 3 – MP

(3) p 2 – SIMP (4) q 1, 3 – MP q, p r | q.

q, p

r |(3) p 2 – SIMP (4) q 1, 3 – MP q, p q. Da segunda

q.

Da segunda premissa, pela Regra de Simplificação (SIMP), inferimos p. De p e da primeira premissa pela Regra de Modus ponens (MP), inferi- mos q, que é a conclusão do argumento.

Logo, como a conclusão pode ser deduzida a partir de suas premissas, através do uso de regras de inferência, temos que o argumento é válido.

de regras de inferência, temos que o argumento é válido. (2) Verificar que é válido o

(2) Verificar que é válido o argumento:

p

é válido. (2) Verificar que é válido o argumento: p q, q r, s t, p

q, q

r, sé válido. (2) Verificar que é válido o argumento: p q, q t, p Resolução: (1)

t, p(2) Verificar que é válido o argumento: p q, q r, s Resolução: (1) p q

Resolução:

(1) p

q(1) p

(2) q

r(2) q

(3) s

t(3) s

(4) p

(4) p s

s

s |(1) p q (2) q r (3) s t (4) p s r t. ------------------------ (5)

r

t.p q (2) q r (3) s t (4) p s s | r ------------------------ (5)

------------------------

(5) p

(5) p r 1,2 – SH

r

1,2 – SH

(6) r

(6) r t 3, 4 e 5 – DC

t

3, 4 e 5 – DC

1. Estudar os demais exemplos do livro de Edgard de Alencar Fi- lho - Iniciação
1. Estudar os demais exemplos do livro de Edgard de Alencar Fi-
lho - Iniciação à Lógica Matemática. São Paulo: Nobel, 2003.
2. Usar a regra de Modus-Ponens para deduzir os seguintes
argumentos:
(a) (1) p
(2) q
(3) p
q
r
(b) (1) 2 > 1
(2) 3 > 1
3 > 1
3 > 0
(3) 2 > 1
------------------
------------------
r
3 > 0
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Lógica e Matemática Discreta

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3. Usar a regra de Modus-tollens para deduzir os seguintes argumentos: (a) (1) p q
3. Usar a regra de Modus-tollens para deduzir os seguintes
argumentos:
(a)
(1) p
q
(b) (1) x
(2) x = y
0
(2) ~p
r
(3) ~q
---------------------------
(3) y = t
(4) x = y
y = 1
y = t
y
1
r
---------------------------
x = 0
4. Usar a regra do silogismo disjuntivo para deduzir os seguintes
argumentos:
(a)
(1) x = 0
(2) x = y
(3) x
x
x = z
y
(b) p
q, ~r, q
r |
p
z
--------------------------
x
0
5. Verificar se são válidos os seguintes argumentos:
(a)
p
q, p
q, q
s |
r
s
(b)
~p
~q, ~~q, r
p |
~r
(c)
(1) x + 8 = 12
x
4
(2) x = 4
y < x
y < x
(d) (1) x < y
(2) x = y
y
x = y
x
(3) x + 8 = 12
y + 8 < 12
y = 5
x < 5
----------------------------------
(3) x < y
(4) y = 5
Y + 8 < 12
---------------------------
x = 0

Não esqueça de fazer os demais exercícios que constam no capítulo 11 do livro de Edgard de Alencar Filho - Iniciação à Lógica Mate- mática. São Paulo: Nobel, 2003.

à Lógica Mate- mática. São Paulo: Nobel, 2003. 9.5 VALIDADE MEDIANTE REGRAS DE INFE- RêNCIA E
à Lógica Mate- mática. São Paulo: Nobel, 2003. 9.5 VALIDADE MEDIANTE REGRAS DE INFE- RêNCIA E
à Lógica Mate- mática. São Paulo: Nobel, 2003. 9.5 VALIDADE MEDIANTE REGRAS DE INFE- RêNCIA E

9.5 VALIDADE MEDIANTE REGRAS DE INFE- RêNCIA E EQUIVALêNCIA

Há muitos argumentos que não podemos mostrar a validade por meio das regras de inferência já estudadas. Assim, é necessário recorrer a um princípio chamado de Regra de substituição:

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74 Vanessa Battestin Nunes Regras de substituição – uma proposição qualquer P ou uma parte de
74 Vanessa Battestin Nunes Regras de substituição – uma proposição qualquer P ou uma parte de
Regras de substituição – uma proposição qualquer P ou uma parte de P pode ser

Regras de substituição – uma proposição qualquer P ou uma parte de P pode ser substituída por uma proposição equivalente e a proposição Q, que assim se obtém , é equivalente a P.

As regras de equivalência foram apresentadas na seção 6.6

As regras de equivalência foram apresentadas na seção 6.6

9.6 ExEMPLOS (ALENCAR FILHO, 2003)

(1) Demonstrar que é válido o argumento: p

Demonstração:

(1)

p

(1) p q

q

(2)

r

~q

p Demonstração: (1) p q (2) r ~q q, r --------------------------------------- (3) ~~q

q, r

p Demonstração: (1) p q (2) r ~q q, r --------------------------------------- (3) ~~q ~r

---------------------------------------

(3)

~~q

~r

2 – CP

(4)

Q

~r ~r
~r
~r

3 – DN

(5)

p

1, 4 – SH

(2) Demonstrar a validade do argumento:

(1) x < y (2) (y < z (3) x < y

--------------------------------------------

z = 3

Demonstração:

(1) x < y (2) (y < z (3) x < y

--------------------------------------------------------

y -------------------------------------------------------- y < z x < z) x < z z = 3 y <

y < z x < z)

y < z x < z) x < z z = 3 y < z x

x < z z = 3

y < z x < z) x < z z = 3 y < z x

y < z x < z)

y < z x < z) x < z z = 3 y < z x

x < z z = 3

~q |

p

x < z z = 3 y < z x < z) x < z z

~r

(4) x < y

(4) x < y (y < z x < z) 1 – EI

(y < z

(4) x < y (y < z x < z) 1 – EI

x < z)

1 – EI

(5) y < z (6) z = 3

(5) y < z (6) z = 3 x < z 3, 4 – MP 2,

x < z

3, 4 – MP 2, 5 – MP

y < z (6) z = 3 x < z 3, 4 – MP 2, 5

Não esqueça de olhar os demais exemplos que constam no capítulo 12 do livro de Edgard de Alencar Filho - Iniciação à Lógica Mate- mática. São Paulo: Nobel, 2003.

no capítulo 12 do livro de Edgard de Alencar Filho - Iniciação à Lógica Mate- mática.
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9.7 INCONSISTêNCIAS

Proposições inconsistentes – são duas ou mais proposições que não podem ser simultaneamente verdadeiras (ALENCAR FILHO, 2003).

podem ser simultaneamente verdadeiras (ALENCAR FILHO, 2003). Por exemplo, as proposições: ~(p tes uma vez que

Por exemplo, as proposições: ~(p

tes uma vez que não é possível encontrar valores para p, q e r capazes de

r são inconsisten-não é possível encontrar valores para p, q e r capazes de ~q), p ~r, q

valores para p, q e r capazes de r são inconsisten- ~q), p ~r, q tornar

~q), p

~r, qvalores para p, q e r capazes de r são inconsisten- ~q), p tornar as três

para p, q e r capazes de r são inconsisten- ~q), p ~r, q tornar as

tornar as três proposições simultaneamente verdadeiras.

Também é possível demonstrar que proposições são inconsisten- tes, deduzindo-se do seu conjunto uma contradição qualquer, por exemplo, A ~A.

seu conjunto uma contradição qualquer, por exemplo, A ~A. (1) Demonstrar que são inconsistentes as três

(1) Demonstrar que são inconsistentes as três proposições seguintes:

(1) (2) (3) x = 1 y < x ~(y = 0 y < x
(1)
(2)
(3)
x = 1
y < x
~(y = 0
y < x
y = 0
x
1)
Demonstração:
(1)
(2)
(3)
x = 1
y < x
~(y = 0
y < x
y = 0
x
1)

---------------------------------------------

(4)

x = 1

y =0

y =0

1, 2 – SH

(5)

(6)

y

0 ^ x = 1 x = 1

y 0 ^ x = 1 x = 1 0
y 0 ^ x = 1 x = 1 0

0

 

3 – DM 5 – SIMP

(7)

(8)

y = 0 y

4,6 – MP 5 – SIMP

(9)

y = 0

(9) y = 0 y 0 7,8 – CONJ

y

(9) y = 0 y 0 7,8 – CONJ

0

7,8 – CONJ

1. Estudar os demais exemplos e resolver os outros exercícios do capítulo 12 do livro de Edgard Alencar Filho - Iniciação à Lógica Matemática. São Paulo: Nobel, 2003.

do capítulo 12 do livro de Edgard Alencar Filho - Iniciação à Lógica Matemática. São Paulo:
do capítulo 12 do livro de Edgard Alencar Filho - Iniciação à Lógica Matemática. São Paulo:
do capítulo 12 do livro de Edgard Alencar Filho - Iniciação à Lógica Matemática. São Paulo:
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76 Vanessa Battestin Nunes 2. Demonstrar a validade dos seguintes argumentos: (a) p q, ~p ~~r,
76 Vanessa Battestin Nunes 2. Demonstrar a validade dos seguintes argumentos: (a) p q, ~p ~~r,
2. Demonstrar a validade dos seguintes argumentos: (a) p q, ~p ~~r, ~q | r
2. Demonstrar a validade dos seguintes argumentos:
(a)
p
q, ~p
~~r, ~q |
r
(b)
p
q, ~q, p
r
s
|
s
r
(c)
(r
~t)
~s, p
s, p
q |
~(~t
r)
(d)
p
q, q
r |
~p
r
(e)
(1) y
(2) x + y = 8
(3) x + y = 8
3
y = 3
x
5
---------------------------
~(x = 5
y = 4)

Para maior compreensão, ler os capítulos 10 – Validade mediante

tabelas-verdade, 11 – Validade mediante regras de inferência e 12 – Validade mediante regras de inferência e equivalências do livro de Edgard de Alencar Filho - Iniciação à Lógica Matemática. São Paulo: Nobel, 2003.

e equivalências do livro de Edgard de Alencar Filho - Iniciação à Lógica Matemática. São Paulo:
Métodos e Estratégias de Estudo
Métodos e Estratégias de Estudo

Lógica e Matemática Discreta

DEMONSTRAçãO CONDICIONAL

Lógica e Matemática Discreta DEMONSTRAçãO CONDICIONAL 77 Vamos, agora, aperfeiçoar os nossos conhecimentos a
Lógica e Matemática Discreta DEMONSTRAçãO CONDICIONAL 77 Vamos, agora, aperfeiçoar os nossos conhecimentos a
77
77
Lógica e Matemática Discreta DEMONSTRAçãO CONDICIONAL 77 Vamos, agora, aperfeiçoar os nossos conhecimentos a

Vamos, agora, aperfeiçoar os nossos conhecimentos a respeito de demonstração, aprendendo novos métodos, a saber: a demonstra- ção condicional e a demonstração direta.

a demonstra- ção condicional e a demonstração direta. 10.1 DEMONSTRAçãO CONDICIONAL A demonstração condicional
a demonstra- ção condicional e a demonstração direta. 10.1 DEMONSTRAçãO CONDICIONAL A demonstração condicional

10.1 DEMONSTRAçãO CONDICIONAL

A demonstração condicional é um novo método para apresentar a validade de um argumento. Porém, este método só pode ser utilizado quando a con- clusão do argumento for uma condicional (ALENCAR FILHO, 2003).

Seja o argumento P1, P2,

cional A

associada (P1 P2

importação, esta condicional equivale à [(P1

B. Assim, o argumento é válido se e somente se P1, P2,

, Pn |

A

B, cuja conclusão é a condi-o argumento é válido se e somente se P1, P2, , Pn | A B, este

e somente se P1, P2, , Pn | A B, cuja conclusão é a condi- B,

B, este argumento é válido se e somente se a condicional

B, este argumento é válido se e somente se a condicional Pn) (A B) é tautológica.

Pn)

este argumento é válido se e somente se a condicional Pn) (A B) é tautológica. Pela

(A

argumento é válido se e somente se a condicional Pn) (A B) é tautológica. Pela regra

B) é tautológica. Pela regra de

P2

se a condicional Pn) (A B) é tautológica. Pela regra de P2 Pn) A] , Pn,

Pn)se a condicional Pn) (A B) é tautológica. Pela regra de P2 A] , Pn, A

condicional Pn) (A B) é tautológica. Pela regra de P2 Pn) A] , Pn, A |

A]

Pn) (A B) é tautológica. Pela regra de P2 Pn) A] , Pn, A | B.

, Pn, A |

B.

Regra DC – para demonstrar a validade de um argumento cuja con- clusão tem forma
Regra DC – para demonstrar a validade de um argumento cuja con-
clusão tem forma condicional A
B, basta introduzir A como pre-
missa adicional (PA) e, assim, deduz-se B (ALENCAR FILHO, 2003).

10.2 ExEMPLO

(1) Demonstrar a validade do argumento:

p

r), ~r |10.2 ExEMPLO (1) Demonstrar a validade do argumento: p q p Demonstração: De acordo com a

q

ExEMPLO (1) Demonstrar a validade do argumento: p r), ~r | q p Demonstração: De acordo

p

Demonstração:

De acordo com a regra DC, para fazer a demonstração acima, basta fa- zer a seguinte demonstração:

p

(q
(q

r), ~r, q |

p

De acordo com a regra DC, para fazer a demonstração acima, basta fa- zer a seguinte
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Temos, então:

(1)

p

(q
(q

r)

(2)

~r

(3)

q

PA

---------------------------------------------------------------

(4)

p

(~q r)

(~q

(~q r)

r)

1 – COND

(5)

(p

~q) r

~q)

~q) r

r

4 – ASSOC

(6)

p

~q

~q

2, 5 – SD

(7)

~~q

3 – DN

(8)

p

6,7 – SD

– SD (7) ~~q 3 – DN (8) p 6,7 – SD 1. Estudar os demais
– SD (7) ~~q 3 – DN (8) p 6,7 – SD 1. Estudar os demais
1. Estudar os demais exemplos e resolver os demais exercícios do capítulo 13 do livro
1. Estudar os demais exemplos e resolver os demais exercícios do
capítulo 13 do livro de Edgard de Alencar Filho. Iniciação à Lógi-
ca Matemática. São Paulo: Nobel, 2003.
2. Usar a regra DC (demonstração condicional) para mostrar que
são válidos os seguintes argumentos:
(a)
~r
~s, q
s |
r
~q
(b)
p
q, r
t, s
r, p
s |
~q
t
(c)
r
p, s
t, t
r |
s
p
q
(d)
p
q, ~r
~q |
~p
~r

Para maior compreensão, ler o capítulo 13 – Demonstração condi-

cional e demonstração indireta do livro de Edgard de Alencar Filho - Iniciação à Lógica Matemática. São Paulo: Nobel, 2003.

demonstração indireta do livro de Edgard de Alencar Filho - Iniciação à Lógica Matemática. São Paulo:
Métodos e Estratégias de Estudo
Métodos e Estratégias de Estudo

Lógica e Matemática Discreta

e Estratégias de Estudo Lógica e Matemática Discreta 79 LóGICA DE PREDICADOS E SENTENçAS ABERTAS Até
79
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LóGICA DE PREDICADOS E SENTENçAS ABERTAS

Discreta 79 LóGICA DE PREDICADOS E SENTENçAS ABERTAS Até o momento examinamos uma parte da Lógica

Até o momento examinamos uma parte da Lógica chamada Lógica das Proposições, ou Cálculo Proposicional. Aprendemos técnicas que nos permitiram verificar se um determinado tipo de argumento é válido ou inválido. Agora trataremos de aspectos ainda não vistos. Trata-se de outra parte da lógica, chamada Lógica de Predicados.

de outra parte da lógica, chamada Lógica de Predicados . Nos argumentos estudados na lógica proposicional,
de outra parte da lógica, chamada Lógica de Predicados . Nos argumentos estudados na lógica proposicional,

Nos argumentos estudados na lógica proposicional, os enunciados simples eram combinados por meio dos conectivos, formando enunciados com- postos. A validade desses argumentos dependia, essencialmente, da forma pela qual os enunciados compostos se apresentavam (PINHO, 1999).

Porém, no nosso cotidiano, encontramos argumentos como, por exemplo:

Todos os humanos são inteligentes Pedro é um humano Logo, Pedro é inteligente

Esse argumento é claramente válido, mas sua validade não depende da forma pela qual os enunciados simples se compõem, uma vez que, neste argumento, não há enunciados compostos. Pode-se perceber que sua validade depende, na verdade, da estrutura interna dos enunciados que constituem o argumento. A construção de métodos para analisar argu- mentos como esse vai, portanto, exigir a criação de técnicas para descre- ver e simbolizar a estrutura interna dos enunciados.

A premissa “Pedro é um humano” é uma declaração de que determina-

do indivíduo (Pedro) possui uma propriedade específica (ser humano).

Na linguagem natural, o indivíduo que possui uma propriedade

é chamado sujeito, enquanto a propriedade descrita é chamada predicado (PINHO, 1999).

a propriedade descrita é chamada predicado (PINHO, 1999). O predicado, na verdade, explicita certas qualidades que
a propriedade descrita é chamada predicado (PINHO, 1999). O predicado, na verdade, explicita certas qualidades que

O predicado, na verdade, explicita certas qualidades que o sujeito possui

e que permite incluí-lo em uma categoria; por exemplo, quando dize- mos “Pedro é um humano” queremos dizer que o objeto chamado

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“Pedro” possui certas características que permitem incluí-lo no conceito que fazemos daquilo que chamamos “humano”.

Em Lógica Simbólica, representamos o predicado por sua inicial maiúscula, e o sujeito a seguir, entre parênteses; assim, “Pedro é um humano” fica representado por H (Pedro)

A linguagem natural permite ainda a construção de um outro tipo de sen- tença, como “ele foi presidente do Brasil” em que o sujeito não é um subs- tantivo, mas um pronome, isto é, um termo que fica no lugar do nome.

Em Lógica Simbólica, também existem termos que ocupam o lugar dos nomes. Tais termos são chamados variáveis, e costumam ser represen- tados, como na Matemática, pelas últimas letras do alfabeto, em minús- culas: x, y, w, z, etc. Utilizando a variável x no lugar de “ele”, a sentença assume a forma: x foi presidente do Brasil.

Em Lógica Simbólica, representando o predicado “foi presidente do Brasil” por P, e levando em conta que x é sujeito, teríamos a representação: P (x)

11.1 SENTENçAS ABERTAS

Uma frase na qual o sujeito é uma constante, como “Pedro é um huma- no”, pode ser verdadeira ou falsa; mas se o sujeito for uma variável, como em “ele foi presidente do Brasil”, ela não é verdadeira nem falsa, vai de- pender do nome que assumir o lugar do pronome. Uma frase como essa não é, portanto, um enunciado (PINHO, 1999).

Os enunciados são chamadas sentenças fechadas, ou simplesmente, fe- chados, enquanto que frases como “x foi presidente do Brasil” , “y es- creveu Os Lusíadas” e “z viajou para os Estados Unidos” são chamadas sentenças abertas, ou, simplesmente, abertos.

chamadas sentenças abertas, ou, simplesmente, abertos . Sentença aberta – com uma variável em um conjunto
Sentença aberta – com uma variável em um conjunto A é uma expressão p(x) ou
Sentença aberta – com uma variável em um conjunto A é uma
expressão p(x) ou px tal que p(a) é falsa (F) ou verdadeira (V) para
todo a A (PINHO, 1999).

Sentenças abertas não são verdadeiras nem falsas. Dizemos apenas que são satisfeitas para certos valores das variáveis, e não satisfeitas para ou- tros. A substituição das variáveis de uma sentença aberta, por constantes, chama-se instanciação ou especificação. Ela transforma uma sentença aberta em um enunciado, que, este sim, pode ser verdadeiro ou falso.

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11.2 CONjUNTO VERDADE DE UMA

SENTENçA-ABERTA

Chama-se Universo de uma variável o conjunto de valores que ela pode assumir. Na linguagem corrente, o Universo (às vezes chamado Univer- so do Discurso) não é, muitas vezes, explicitado; intuitivamente, incluí- mos os objetos que podem substituir o pronome e descartamos aqueles objetos que sabemos que não podem; por exemplo, na frase “isto está verde”, sabemos que “isto” pode ser qualquer coisa.

Conjunto – Verdade (V P ) – Em um aberto Px é o conjunto de
Conjunto – Verdade (V P ) – Em um aberto Px é o conjunto de
elementos do Universo que, quando instanciam a variável, satisfa-
zem (tornam verdadeiro) o enunciado; ou seja
V P = { a
U |
VL [ P (a) ] = V } (PINHO, 1999).
ou seja V P = { a U | VL [ P (a) ] = V

Por exemplo, seja U = { 1, 2, 3, 4, 5, 6, 7 } e a expressão “x é primo” re- presentada por P X . Temos então V P = { 2, 3, 5, 7 }.

11.3 SENTENçAS ABERTAS COM N VARIÁVEIS

Os predicados podem ser monádicos (de um só termo), diádicos (de dois termos), triádicos (de três termos) ou poliádicos (de qua- tro ou mais termos). Muitos preferem chamar os predicados de dois ou mais termos de “relação”, reservando o nome predicado para os predicados monádicos (PINHO, 1999).

nome predicado para os predicados monádicos (PINHO, 1999). Eis alguns exemplos de relações e a respectiva
nome predicado para os predicados monádicos (PINHO, 1999). Eis alguns exemplos de relações e a respectiva

Eis alguns exemplos de relações e a respectiva sugestão de forma simbólica:

x gosta de y

João é casado com Maria

x está entre y e z

Camões é o autor de Os Lusíadas

G(x,y) C (João, Maria) E(x,y,z) A (Camões, Os Lusíadas)

Nas relações, a ordem das variáveis é importante. No exemplo dado, G(x,y) significa “x gosta de y” mas não significa “y gosta de x”. Esse fato deve ser levado em conta mesmo em predicados que sabemos ser comutativos. No exemplo, C (João, Maria) significa “João é casado com Maria”, mas não significa “Maria é casada com João” . O motivo para

Maria) significa “João é casado com Maria”, mas não significa “Maria é casada com João” .
Maria) significa “João é casado com Maria”, mas não significa “Maria é casada com João” .
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isso é que a Lógica Formal leva em conta apenas a forma das expressões, e não seu significado (PINHO, 1999).

Na instanciação, variáveis iguais devem ser substituídas por nomes iguais; variáveis distintas, no entanto, podem ser substituídas por no- mes iguais ou distintos. Por exemplo, a sentença aberta “x é maior ou igual a y” permite tanto a instanciação “7 é maior ou igual a 3” como a instanciação “7 é maior ou igual a 7”.

11.4 CONjUNTO VERDADE DE UMA SENTENçA- ABERTA COM N VARIÁVEIS

Em relações com duas variáveis, o Conjunto Universo é constituído pelo produto cartesiano dos Universos das variáveis; o Conjunto _ Verdade é constituído pelos pares ordenados dos valores que satisfazem a relação (PINHO, 1999).

Por exemplo, considere o aberto M(x,y) representando “x é metade de y”, onde Ux = {1, 2, 3} e Uy = { 4, 5 , 6 }. Então V M = { (2, 4 ), (3, 6 ) }.

e Uy = { 4, 5 , 6 }. Então V M = { (2, 4
e Uy = { 4, 5 , 6 }. Então V M = { (2, 4
1. Resolver os demais exercícios do capítulo 14 do livro Alencar Filho, Edgard de. Iniciação
1. Resolver os demais exercícios do capítulo 14 do livro Alencar
Filho, Edgard de. Iniciação à Lógica Matemática. São Paulo:
Nobel, 2003.
2. Determinar o conjunto-verdade em N de cada uma das seguin-
tes sentenças abertas:
(a) 2x = 6
(b) x – 5
N
2. Determinar o conjunto-verdade em A = {1, 3, 4, 7, 9, 11} de
cada uma das seguintes sentenças abertas:
(a) x é divisor de 27
(b) x 2
A

Ler o capítulo 14 – Sentenças Abertas do livro Alencar Filho, Ed- gard de. Iniciação à Lógica Matemática. São Paulo: Nobel, 2003.

– Sentenças Abertas do livro Alencar Filho, Ed- gard de. Iniciação à Lógica Matemática. São Paulo:
– Sentenças Abertas do livro Alencar Filho, Ed- gard de. Iniciação à Lógica Matemática. São Paulo:
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11.5 OPERAçõES LóGICAS SOBRE SENTENçAS-ABERTAS

No Cálculo de Predicados podemos definir as operações de conjunção, disjunção, negação, condicional e bicondicional, sobre enunciados e/ou sen- tenças abertas. Assim, por exemplo, a sentença aberta “x é médico” é repre- sentada por M(x) e “x é professor” é representada por P(x). Podemos, então, representar “x é médico e professor” por M(x) P(x) (PINHO, 1999)

“x é médico e professor” por M(x) P(x) (PINHO, 1999) Conjunção: Seja U o conjunto Universo

Conjunção:

Seja U o conjunto Universo de x; os valores de U que satisfazem M(x) P(x) devem satisfazer simultaneamente M(x) e P(x); consequentemente,

satisfazer simultaneamente M(x) e P(x); consequentemente, V M P = V M V P Disjunção: Da

V M

simultaneamente M(x) e P(x); consequentemente, V M P = V M V P Disjunção: Da mesma

P = V M

M(x) e P(x); consequentemente, V M P = V M V P Disjunção: Da mesma forma,

V P

Disjunção:

Da mesma forma, podemos representar “x é médico ou professor” por M(x) P(x). Este aberto é satisfeito por todos os elementos que são médicos e por todos que são professores; portanto,

são médicos e por todos que são professores; portanto, Negação: V M P = V M

Negação:

V M

por todos que são professores; portanto, Negação: V M P = V M V P Na

P = V M

V P P

Na operação de negação, podemos representar “x não é médico” por ~M(x), e seu Conjunto-Verdade será constituído por todos os elementos do Universo que não satisfazem M(x), isto é, o complemento de VM :

V ~M = U _ V M

Uma notação de uso generalizado para o complemento de V M é V’ M .

Condicional

Considere a expressão “se x trabalha, então x fica cansado”; represen- tando “x trabalha” por T(x), e “x fica cansado” por C(x), a expressão fica representada por T(x) C(x). Seu Conjunto _ Verdade é constituído por duas classes de elementos: pelos que trabalham e ficam cansados e pelos que não trabalham (uma vez que quando o antecedente é falso, a condicional é verdadeira).

e ficam cansados e pelos que não trabalham (uma vez que quando o antecedente é falso,
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Temos então que

V

V

V

T

T

T

V T

Vanessa Battestin Nunes Temos então que V V V T T T V T C C

Vanessa Battestin Nunes Temos então que V V V T T T V T C C

Vanessa Battestin Nunes Temos então que V V V T T T V T C C

Vanessa Battestin Nunes Temos então que V V V T T T V T C C

C

C

C

= (V T

Nunes Temos então que V V V T T T V T C C C =

V

= (V T

Temos então que V V V T T T V T C C C = (V

V

= U

então que V V V T T T V T C C C = (V T

(V

C )

V V V T T T V T C C C = (V T V =

V

~T

~T )

T C C C = (V T V = (V T V = U (V C

(V

;

~T

~T

T V = (V T V = U (V C ) V ~ T ~ T

V

C

)

C = V ~T

) V ~ T ~ T ) (V ; ~ T ~ T V C )

V C

Bicondicional:

utilizando a propriedade distributiva, vem:

C Bicondicional: utilizando a propriedade distributiva, vem: V C ) ; mas V T V ~

V C ) ;

mas V T

V C ) ; mas V T V ~ T = U

V ~T = U

ou seja,

ou, ainda,

V T

mas V T V ~ T = U ou seja, ou, ainda, V T C =

C = V’ T

V ~ T = U ou seja, ou, ainda, V T C = V’ T V

V C

Para a operação bicondicional, considere a expressão “x trabalha se e somente se ganha dinheiro”; representando “x trabalha” por T(x), e “x ganha dinheiro” por G(x), temos T(x) G(x). O conjunto de elemen- tos que satisfazem a essa expressão é constituído pela união entre os conjuntos daqueles que trabalham e ganham dinheiro e daqueles que não trabalham e não ganham dinheiro; assim,

e daqueles que não trabalham e não ganham dinheiro; assim, V T C = (V T

V T

C = (V T C = (V T

V C ) C )

e não ganham dinheiro; assim, V T C = (V T V C ) (V’ T

(V’ T

ganham dinheiro; assim, V T C = (V T V C ) (V’ T V’ C

V’ C )

Obter a forma simbólica de uma expressão em linguagem textual não

é difícil, mas enquanto não se adquire uma certa habilidade, dá algum

trabalho. Muitas vezes, para facilitar essa tarefa, construímos uma for- ma intermediária, chamada forma lógica, obtida apenas por introdução de variáveis na forma textual.

Vamos ver alguns exemplos, obtendo a forma lógica e simbólica de ex- pressões textuais, utilizando os predicados definidos:

11.6 ExEMPLOS (PINHO, 1999, P. 43)

(1) Gatos caçam ratos (G(x) _ x é um gato; R(x) _ x caça ratos)

Forma lógica: se x é um gato, x caça ratos

Forma simbólica: G(x)

R(x)se x é um gato, x caça ratos Forma simbólica: G(x) (2) Chineses velhos são sábios

(2) Chineses velhos são sábios (C(x) _ x é chinês; V(x) _ x é velho; S(x)

_ x é sábio)

Forma lógica: se x é chinês e x é velho, então x é sábio

Forma simbólica: C(x)

S(x) _ x é sábio) Forma lógica: se x é chinês e x é velho, então

V(x)

S(x) _ x é sábio) Forma lógica: se x é chinês e x é velho, então

S(x)

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(3) Abacates são deliciosos e nutritivos (A(x) _ x é um abacate; D(x) _ x

é delicioso; N(x) _ x é nutritivo)

Forma lógica: se x é um abacate, então x é delicioso e x é nutritivo

Forma simbólica: A(x)

D(x)

(4) Abacates e laranjas são deliciosos e nutritivos (A(x) _ x é um abacate;

L(x) _ x é uma laranja; D(x) _ x é delicioso; N(x) _ x é nutritivo)

uma laranja; D(x) _ x é delicioso; N(x) _ x é nutritivo) N(x) Forma lógica: se

uma laranja; D(x) _ x é delicioso; N(x) _ x é nutritivo) N(x) Forma lógica: se

N(x)

Forma lógica: se x é um abacate ou x é uma laranja, então x é de- licioso e x é nutritivo

Forma simbólica: A(x)

x é de- licioso e x é nutritivo Forma simbólica: A(x) L(x) D(x) N(x) (5) São

L(x)

é de- licioso e x é nutritivo Forma simbólica: A(x) L(x) D(x) N(x) (5) São raros

D(x)

licioso e x é nutritivo Forma simbólica: A(x) L(x) D(x) N(x) (5) São raros os políticos

N(x)

(5) São raros os políticos que não mentem ( R(x) _ x é raro; P(x) _ x é político; M(x) _ x mente)

Forma lógica: se x é político e x não mente, então x é raro

Forma simbólica: P(x)

e x não mente, então x é raro Forma simbólica: P(x) ~ M(x) R(x) (6) Carros

~ M(x)

x não mente, então x é raro Forma simbólica: P(x) ~ M(x) R(x) (6) Carros só

R(x)

(6) Carros só se locomovem com gasolina (C(x) _ x é um carro; L(x) _ x se locomove; G(x) _ x tem gasolina)

Forma lógica: se x é um carro, então x se locomove então x tem gasolina Forma simbólica: C(x) (L(x) G(x))

então x tem gasolina Forma simbólica: C(x) (L(x) G(x)) (7) Estradas de terra são trafegáveis unicamente
então x tem gasolina Forma simbólica: C(x) (L(x) G(x)) (7) Estradas de terra são trafegáveis unicamente

(7) Estradas de terra são trafegáveis unicamente quando secas (E(x) _ x

é uma estrada de terra; T(x) _ x é trafegável; S(x) _ x está seca)

Forma lógica: se x é uma estrada de terra, então se x é trafegável, então x está seca

Forma simbólica: E(x)

x é trafegável, então x está seca Forma simbólica: E(x) (T(x) S(x)) (8) Homens só se

(T(x)

S(x))então x está seca Forma simbólica: E(x) (T(x) (8) Homens só se casam com mulheres (H(x)

(8) Homens só se casam com mulheres (H(x) _ x é homem; C(x,y) _ x é casado com y; M(y) _ y é mulher)

Forma lógica: se x é homem, e x é casado com y, então y é mulher

Forma simbólica: H(x)

x é casado com y, então y é mulher Forma simbólica: H(x) C(x,y) M(y) (9) Gatos

C(x,y)

com y, então y é mulher Forma simbólica: H(x) C(x,y) M(y) (9) Gatos pretos são melhores

M(y)

(9) Gatos pretos são melhores caçadores que outros gatos (G(x) _ x é um gato; P(x) _ x é preto; C(x,y) _ x é melhor caçador que y)

Forma lógica: se x é um gato e x é preto e y é um gato e y não é preto, então x é melhor caçador que y Forma simbólica: G(x) P(x) G(y) ~ P(y) C(x,y)

preto e y é um gato e y não é preto, então x é melhor caçador
preto e y é um gato e y não é preto, então x é melhor caçador
preto e y é um gato e y não é preto, então x é melhor caçador
preto e y é um gato e y não é preto, então x é melhor caçador
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86 Vanessa Battestin Nunes 1. Resolver os demais exercícios do capítulo 15 do livro de Edgar
86 Vanessa Battestin Nunes 1. Resolver os demais exercícios do capítulo 15 do livro de Edgar
1. Resolver os demais exercícios do capítulo 15 do livro de Edgar de Alencar Filho
1. Resolver os demais exercícios do capítulo 15 do livro de Edgar
de Alencar Filho - Iniciação à Lógica Matemática. São Paulo: No-
bel, 2003.
2. Determinar o conjunto-verdade em A = {1, 2, 3,
, 9, 10} de
cada uma das seguintes sentenças abertas:
(a) x < 7
x é impar
(b)
3 | x
x < 8

Para maior compreensão, ler o capítulo 15 – Operações Lógica

sobre Sentenças Abertas do livro de Edgard de Alencar Filho - Ini- ciação à Lógica Matemática. São Paulo: Nobel, 2003.

Sentenças Abertas do livro de Edgard de Alencar Filho - Ini- ciação à Lógica Matemática. São
Métodos e Estratégias de Estudo
Métodos e Estratégias de Estudo

Lógica e Matemática Discreta

e Estratégias de Estudo Lógica e Matemática Discreta 87 QUANTIFICADORES Na Lógica de Predicados precisamos
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e Estratégias de Estudo Lógica e Matemática Discreta 87 QUANTIFICADORES Na Lógica de Predicados precisamos

QUANTIFICADORES

Na Lógica de Predicados precisamos utilizar novos conceitos cha- mados quantificadores. Eles serão necessários para representar quantidades. Vamos estudar para entendermos a sua importância.

Vamos estudar para entendermos a sua importância. Dada uma sentença aberta P(x) em um universo U,
Vamos estudar para entendermos a sua importância. Dada uma sentença aberta P(x) em um universo U,

Dada uma sentença aberta P(x) em um universo U, pode ocorrer (PI- NHO, 1999):

todos os x em U satisfazem P; isto é, V P = U

alguns x em U satisfazem P, isto é, V P

nenhum x em U satisfaz P, isto é, V P =

é, V P • nenhum x em U satisfaz P, isto é, V P = Considere,
é, V P • nenhum x em U satisfaz P, isto é, V P = Considere,

Considere, por exemplo, o U = { 2, 4, 6, 8 }. Se fizermos P(x) representar “x é par”, temos o primeiro caso: todos os elementos satisfazem P, e VP = U. Para P(x) representando “x é múltiplo de 3”, temos apenas um elemento que satisfaz P, e VP = { 6 }. Finalmente, se P(x) representar “x é maior que 10”, nenhum elemento de U satisfaz P, e, portanto, VP =

.
.

12.1 QUANTIFICADOR UNIVERSAL

Quantificador Universal – A expressão x P(x) afirma que P(x) é verdadeiro para cada x
Quantificador Universal – A expressão x P(x) afirma que P(x) é
verdadeiro para cada x
conjunção P(u 1 ) P(u 2 )
U. Então, se U = {u 1 , u 2 ,
, u n }, temos que a
P(u n ) é verdadeira. Ou seja, qualquer
que seja o elemento x de A, P(x) é verdadeira (PINHO, 1999).

Isto espelha o primeiro caso apresentado anteriormente. Podemos dizer

ainda que

caso apresentado anteriormente. Podemos dizer ainda que x P(x), x, Px, x: Px, dentre outras. Observe

x P(x),

x, Px,apresentado anteriormente. Podemos dizer ainda que x P(x), x: Px, dentre outras. Observe agora o seguinte

anteriormente. Podemos dizer ainda que x P(x), x, Px, x: Px, dentre outras. Observe agora o

x: Px, dentre outras.

Observe agora o seguinte exemplo: x (2x > x): qualquer que seja x, seu dobro é maior que ele mesmo. Observe que isso é verdadeiro se o conjunto Universo for N. Porém é falso se for R (considere um número negativo, por exemplo).

isso é verdadeiro se o conjunto Universo for N. Porém é falso se for R (considere
isso é verdadeiro se o conjunto Universo for N. Porém é falso se for R (considere
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12.2 QUANTIFICADOR ExISTENCIAL

88 Vanessa Battestin Nunes 12.2 QUANTIFICADOR ExISTENCIAL Consideremos uma sentença aberta P(x) sobre U, para o

Consideremos uma sentença aberta P(x) sobre U, para o qual VP

.
.
Quantificador Existencial – ( x U) (Px) afirma que existe pelo menos um x U
Quantificador Existencial – ( x U) (Px) afirma que existe pelo
menos um x U para o qual P(x) é verdadeiro. então, se U = {u 1 ,
, u n }, temos que a disjunção P(u 1 )
P(u 2 )
P(u n ) é
u 2 ,
verdadeira. (PINHO, 1999).

Isto espelha o segundo caso apresentado anteriormente. Podemos dizer ainda que ( x ) (Px ) ou x Px:, dentre outras. A linguagem textual, pos- sui alguns sinônimos para a expressão “existe um x”: “existe pelo menos um x”, “algum (ou alguns) x”, “para algum x”, etc. e todos são represen- tados por x.

“para algum x”, etc. e todos são represen- tados por x. Exemplos: (1) Considere a expressão:
“para algum x”, etc. e todos são represen- tados por x. Exemplos: (1) Considere a expressão:
“para algum x”, etc. e todos são represen- tados por x. Exemplos: (1) Considere a expressão:

Exemplos:

x”, etc. e todos são represen- tados por x. Exemplos: (1) Considere a expressão: ( x
x”, etc. e todos são represen- tados por x. Exemplos: (1) Considere a expressão: ( x

(1) Considere a expressão: ( x N) (n + 4 < 8) Ela é verdadeira, pois podemos encontrar valores tais como 1, 2, 3 e outros para x.

(2) Considere a expressão: ( x

Ela é falsa, pois o conjunto-verdade é vazio.

( x Ela é falsa, pois o conjunto-verdade é vazio. N) (n + 5 < 3)

N) (n + 5 < 3)( x Ela é falsa, pois o conjunto-verdade é vazio. 12.3 NEGAçãO DE PROPOSIçõES COM QUAN-

12.3 NEGAçãO DE PROPOSIçõES COM QUAN-

TIFICADORES (PINHO, 1999)

Muitas vezes, precisaremos representar, simbolicamente, a negação de uma expressão quantificada. Seja, por exemplo, a expressão “todos são alunos”. Se representarmos “x é um aluno” por A(x), temos “todos são alunos” podendo ser escrito x A(x).

temos “todos são alunos” podendo ser escrito x A(x). Claramente, a negação de “todos são alunos”

Claramente, a negação de “todos são alunos” é “nem todos são alunos”

(e não “nenhum é aluno”, como pode parecer à primeira vista), ou, sim-

bolicamente, ~

pode parecer à primeira vista), ou, sim- bolicamente, ~ x A(x). Mas dizer que “nem todos

x A(x).

Mas dizer que “nem todos são alunos” é o mesmo que dizer “existe al- guém que não é aluno”, ou seja, “existe um x tal que x não é um aluno”, ou, simbolicamente, x ~A(x).

tal que x não é um aluno”, ou, simbolicamente, x ~A(x). Concluímos então que as expressões

Concluímos então que as expressões ~

x A(x) e

é um aluno”, ou, simbolicamente, x ~A(x). Concluímos então que as expressões ~ x A(x) e
é um aluno”, ou, simbolicamente, x ~A(x). Concluímos então que as expressões ~ x A(x) e

x ~A(x) são equivalentes.

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Da mesma forma, como podemos afirmar que as expressões “não exis- tem alunos” e “todos não são alunos” descrevem o mesmo fato, pode- mos concluir que suas representações simbólicas ~ x A(x) e x ~A(x) são equivalentes.

simbólicas ~ x A(x) e x ~A(x) são equivalentes. Esses fatos são decorrência imediata das leis
simbólicas ~ x A(x) e x ~A(x) são equivalentes. Esses fatos são decorrência imediata das leis

Esses fatos são decorrência imediata das leis de De Morgan:

~

x A(x) ~ A(u n ) ~ (A(u 1 ) A(u 2 ) x ~
x A(x)
~ A(u n )
~ (A(u 1 )
A(u 2 )
x ~ A(x)

A(u n ))

~ A(u 1 ) 1 )

~
~

x Ax ~ A(u n )

~ (A(u 1 )
~ (A(u 1 )

A(u 2 )

x ~ A(x)

1 ) ~ x Ax ~ A(u n ) ~ (A(u 1 ) A(u 2 )

A(u n ))

~ A(u 1 ) 1 )

) ~ (A(u 1 ) A(u 2 ) x ~ A(x) A(u n )) ~ A(u

~ A(u 2 ) 2 )

~ A(u 2 )

A(x) A(u n )) ~ A(u 1 ) ~ A(u 2 ) ~ A(u 2 )
A(x) A(u n )) ~ A(u 1 ) ~ A(u 2 ) ~ A(u 2 )

Dessas equivalências, para dizer que uma expressão do tipo x P(x) é falsa, basta mostrar que sua negação x ~ P(x) é verdadeira, ou seja, exibir um elemento k tal que P(k) seja falsa.

ou seja, exibir um elemento k tal que P(k) seja falsa. Por esse motivo, de uma
ou seja, exibir um elemento k tal que P(k) seja falsa. Por esse motivo, de uma

Por esse motivo, de uma proposição do tipo x P(x) não decorre a exis- tência de um x para o qual P(x) seja verdadeiro. Por exemplo, se não existem marcianos, então a expressão “Todos os marcianos têm olhos verdes” é verdadeira, pois, para que fosse falsa, seria necessário exibir um marciano que não tivesse olhos verdes.

exibir um marciano que não tivesse olhos verdes. 12.4 VARIÁVEIS APARENTES OU MUDAS Se uma expressão

12.4 VARIÁVEIS APARENTES OU MUDAS

Se uma expressão possuir mais de uma variável, pode ocorrer que nem

todas estejam quantificadas.

As variáveis quantificadas recebem o nome de variáveis aparentes ou mudas, enquanto as não quantificadas são chamadas variáveis livres. (PINHO, 1999).

são chamadas variáveis livres . (PINHO, 1999). Exemplo: Considere o predicado Pxy = ( x) (

Exemplo:

Considere o predicado Pxy = ( x) ( x + y < 10 ), sobre o universo U =

{ 3, 5, 7, 9 }. Seu conjunto verdade é formado por todos os valores de

U que podem substituir y, e para o qual existe pelo menos um x que

satisfaz a desigualdade. Então, VP = { 3, 5 }. A variável x é aparente, enquanto y é livre.

existe pelo menos um x que satisfaz a desigualdade. Então, VP = { 3, 5 }.
existe pelo menos um x que satisfaz a desigualdade. Então, VP = { 3, 5 }.
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12.5

COM MAIS DE UMA VARIÁVEL

QUANTIFICAçãO DE SENTENçAS ABERTAS

Quantificar uma sentença leva, da mesma forma que a instanciação, a um enunciado, a uma frase que pode ser verdadeira ou falsa. Costuma- mos chamar esses enunciados de proposições gerais, em contraposição às proposições singulares, pois não contêm nomes. Assim, o enunciado “Maria foi à praia” é uma proposição singular, enquanto “Todos foram à praia” é uma proposição geral.

Exemplo:

Considere os conjuntos H = { Carlos, Pedro, Mário } e M = { Claudia, Lilian } e o predicado I(x,y) = “x é irmão de y”, onde H é o universo de x, e M o universo de y. Suponha que Carlos e Pedro sejam irmãos de Claudia, e que Mário seja irmão de Lilian. Examine a validade dos seguintes enunciados:

a) ( x H) ( y M) (I(x,y)) b) ( x H) ( y M)
a) (
x
H) (
y
M) (I(x,y))
b) (
x
H) (
y
M) (I(x,y))
c) (
x
H) (
y
M) (I(x,y))
d) (
x
H) (
y
M) (I(x,y))

Percebemos que o primeiro e o último são verdadeiros, e os demais, falsos.

12.6 ORDEM DOS QUANTIFICADORES

Quando se obtém a forma simbólica de uma expressão, a ordem dos quantificadores pode ser importante; por exemplo, trocando a ordem dos enunciados do exemplo anterior, temos:

a) ( y M) ( x H) (I(x,y)) b) ( y M) ( x H)
a) (
y
M) (
x
H) (I(x,y))
b) (
y
M) (
x
H) (I(x,y))
c) (
y
M) (
x
H) (I(x,y))
d) (
y
M) (
x
H) (I(x,y))

Vemos que agora, o segundo e o quarto enunciados são verdadeiros, enquan- to o primeiro e o terceiro são falsos. Observe que apenas os dois primeiros enunciados, nos quais os quantificadores são distintos, trocaram a validade.

os quantificadores são distintos, trocaram a validade. Quantificadores de mesma espécie podem ser permutados, ao

Quantificadores de mesma espécie podem ser permutados, ao pas- so que, em geral, quantificadores de espécies distintas, não podem.

de mesma espécie podem ser permutados, ao pas- so que, em geral, quantificadores de espécies distintas,
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12.7 NEGAçãO DE PROPOSIçõES COM QUANTIFICADORES

A negação de enunciados com mais de um quantificador pode ser obti- do pela aplicação sucessiva das leis de De Morgan; por exemplo,

aplicação sucessiva das leis de De Morgan; por exemplo, Chama-se escopo de um quantificador a parte

Chama-se escopo de um quantificador a parte da frase sobre a qual ele atua, em geral indicado pelos parênteses que o seguem. Se não houver parênteses, o escopo do quantificador é limitado ao predicado que o segue. Veja os exemplos abaixo:

limitado ao predicado que o segue. Veja os exemplos abaixo: 12.8 ExEMPLOS (PINHO, 1999, P. 47)

12.8 ExEMPLOS (PINHO, 1999, P. 47)

A. Expressões com um quantificador e predicados monádicos

(1) Existem sábios (S(x) _ x é sábio) existe um x tal que x é sábio

x S(x)(S(x) _ x é sábio) existe um x tal que x é sábio (2) Todos são

(2) Todos são sábios (S(x) _ x é sábio) para todo x, x é sábio

sábios (S(x) _ x é sábio) para todo x, x é sábio x S(x) (3) Não

x S(x)

(3) Não existem marcianos (M(x) _ x é marciano)

não existe x tal que x seja um marciano

~

x é marciano) não existe x tal que x seja um marciano ~ x M(x) ou

x M(x)

ou

para todo x, x não é um marciano x (~ M(x))não existe x tal que x seja um marciano ~ x M(x) ou (4) Nem todos

(4) Nem todos são sábios (S(x) _ x é sábio)

para nem todo x, x é sábio x S(x)

~

sábios (S(x) _ x é sábio) para nem todo x, x é sábio x S(x) ~

ou

existe um x tal que x não é sábio

x (~ S(x))todos são sábios (S(x) _ x é sábio) para nem todo x, x é sábio x

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(5) Os morcegos são mamíferos (C(x) _ x é morcego; M(x) _ x é um mamífero)

para todo x, se x é um morcego, x é um mamífero

para todo x, se x é um morcego, x é um mamífero x (C(x) M(x)) (6)

x (C(x)

M(x))para todo x, se x é um morcego, x é um mamífero x (C(x) (6) Existe

(6) Existe um mamífero que voa (M(x) _ x é mamífero; V(x) _ x voa)

existe um x tal que x é mamífero e x voa

V(x) _ x voa) existe um x tal que x é mamífero e x voa x

x (M(x)

x voa) existe um x tal que x é mamífero e x voa x (M(x) V(x))

V(x))

(7) Todo livro deve ser lido (L(x) _ x é um livro; D(x) _ x deve ser lido)

para todo x, se x é um livro, x deve ser lido

ser lido) para todo x, se x é um livro, x deve ser lido x (L(x)

x (L(x)

lido) para todo x, se x é um livro, x deve ser lido x (L(x) D(x))

D(x))

B. Expressões com mais de um quantificador e predicados monádicos

(1) Se existem marcianos, existem não terráqueos (M(x) _ x é marciano; T(x) _ x é terráqueo)

se existe x tal que x seja marciano , então existe y tal que y não é terráqueo

seja marciano , então existe y tal que y não é terráqueo x M(x) y (~T(y))

x M(x)

, então existe y tal que y não é terráqueo x M(x) y (~T(y)) (2) Alguns

y (~T(y))

(2) Alguns são espertos, outros não (E(x) _ x é esperto)

existe x tal que x é esperto, e existe y tal que y não é esperto

x tal que x é esperto, e existe y tal que y não é esperto x

x E(x)

x é esperto, e existe y tal que y não é esperto x E(x) y (~

y (~ E(y))

(3) Existem políticos honestos e desonestos (P(x) _ x é político; H(x) _ x é honesto)

existe x tal que x é político e x é honesto, e existe y tal que y é

político e y não é honesto

e existe y tal que y é político e y não é honesto x (P(x) H(x))

x (P(x)

existe y tal que y é político e y não é honesto x (P(x) H(x)) y

H(x))

y tal que y é político e y não é honesto x (P(x) H(x)) y (P(y)

y (P(y)

que y é político e y não é honesto x (P(x) H(x)) y (P(y) ~ H(y))

~ H(y))

C. Expressões com relações

(1) João é casado com alguém (C(x,y) _ x é casado com y)

existe x tal que João é casado com x

(1) João é casado com alguém (C(x,y) _ x é casado com y) existe x tal

x C (João, x)

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(2)

Todos têm pai (P(x,y) _ x é pai de y)

para todo x existe y tal que y é pai de x

x
x

y P(y,x)

(3)

Todas as pessoas têm pai (P(x) _ x é uma pessoa; F(x,y) _ x é pai de y)

para todo x, se x é uma pessoa, existe y tal que y é pai de x

x (P(x)todo x, se x é uma pessoa, existe y tal que y é pai de x

se x é uma pessoa, existe y tal que y é pai de x x (P(x)

y F(x,y))

1. Resolver os demais exercícios dos capítulos 16 e 17 do livro de Edgard de
1. Resolver os demais exercícios dos capítulos 16 e 17 do livro de
Edgard de Alencar Filho - Iniciação à Lógica Matemática. São
Paulo: Nobel, 2003.
2. Sendo R o conjunto dos reais, determinar o valor lógico de:
(a) (
x
R) (|x| = x)
(b) (
x
R) (x + 2 = x)
3. Dar a negação das proposições do exercício anterior.
4. Sendo A = {2, 3,
, 8, 9}, dar um contra-exemplo para cada uma
das seguintes proposições:
(a) (
x
A) (x + 5 < 12)
(b) (
x
A) (x é par)
5. Dar a negação das seguintes proposições
(a)
(
x) (x + 2
7)
(
x) (x 2 -1 = 3)
(b)
(
x) (x 2 = 9)
(
x) (2x – 5
7)
6. Sendo {1, 2, 3) o universo das variáveis x, y, z, e determinar o
valor lógico de:
(a)
(
x) (
y) (
z) (x 2 + y 2 < z 2 )
(b)
(
x) (
y) (
z) (x 2 + y 2 < z 2 )
7. Sendo R o conjunto dos reais, determinar o valor lógico de:
(a)
(
y
R) (
x
R) (x + y = y)
(b)
(
x
R) (
y
R) (xy = 1)
8. Dar a negação das proposições do exercício anterior.
y R) ( x R) (x + y = y) (b) ( x R) ( y
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94 Vanessa Battestin Nunes   Para maior compreensão, ler os capítulos 16 – Quantificadores e 17
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  Para maior compreensão, ler os capítulos 16 – Quantificadores e

Para maior compreensão, ler os capítulos 16 – Quantificadores e

17 - Quantificação de sentenças abertas com mais de uma variável do livro de Edgard de Alencar Filho Iniciação à Lógica Matemáti- ca. São Paulo: Nobel, 2003.

 
 
Métodos e Estratégias de Estudo
Métodos e Estratégias de Estudo

Lógica e Matemática Discreta

e Estratégias de Estudo Lógica e Matemática Discreta 95 ALENCAR FILHO, E. Iniciação à lógica matemática
95
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e Estratégias de Estudo Lógica e Matemática Discreta 95 ALENCAR FILHO, E. Iniciação à lógica matemática

ALENCAR FILHO, E. Iniciação à lógica matemática. 18ª ed. São Paul:

Nobel, 2000.

GERSTING, J. L. Fundamentos matemáticos para a ciência da com- putação. 5ª ed. Rio de Janeiro: LTC, 2004.

NOTARE, M. R. Matemática discreta. Caxias do Sul, 2003. Disponí- vel em: http://www.arquivos.fir.br/disciplinas/169MAD1_169MAD1_ apostila.pdf, acessado em 15 de Julho de 2007.

PINHO, A. A. Introdução à Lógica Matemática, Rio de Janeiro, 1999. Disponível em: www.dsc.ufcg.edu.br/~logica, acessado em 15 de Julho de 2007.

RICARTE, I. L., 2003. Disponível em: http://www.dca.fee.unicamp.br/cursos/ EA876/apostila/HTML/node1.html, acessado em 15 de Julho de 2007.