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GOVERNO DO ESTADO DE MINAS GERAIS Secretaria de Estado de Meio Ambiente e Desenvolvimento Sustentável Conselho Estadual de Política Ambiental – COPAM Secretaria Executiva

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CONSELHO DO ESTADO DE MINAS GERAIS – COPAM

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UNIDADE REGIONAL COLEGIADA JEQUITINHONHA

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Ata da 49ª Reunião Ordinária da URC - Unidade Regional Colegiada Jequitinhonha. Realizada

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no Auditório do Centro Administrativo da Prefeitura Municipal de Diamantina – Rua da Glória,

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394 – Centro - Diamantina/MG.

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Aos nove dias do mês de dezembro de dois mil e dez, às treze horas e trinta minutos, reuniu-se a

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URC - Unidade Regional Colegiada Jequitinhonha no Auditório do Centro Administrativo da

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Prefeitura Municipal de Diamantina – Rua da Glória, 394 – Centro - Diamantina/MG.

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Participaram os seguintes membros: Ilmar Bastos Santos – Sub Secretário de Gestão Integrada

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da SEMAD e presidente da 49ª reunião ordinária da Unidade Regional Colegiada do COPAM

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Jequitinhonha, Inácio Francisco de Oliveira – conselheiro e representante SEAPA, Luiz Paulo

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Patente Tanure – conselheiro e representante SEDVAN, Marco Antonio de Lima – conselheiro

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e representante SETOP, Sgto. Valmir de Menezes Costa – conselheiro e representante PMMG,

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Francisco Chaves Generoso – conselheiro e representante PGJ, Denise Bernardes Couto –

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conselheira e representante FIEMG, Maria Aparecida Cunha Sena – conselheira e

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representante ABES, Jose Otoni Alves Campos – conselheiro e representante FAEMG, Luiz

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Cláudio Ferreira de Oliveira – conselheiro e representante SAT, Alex Mendes Santos –

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conselheiro e representante ONG Caminhos da Serra, Julio Cesar Correia de Paula – conselheiro

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e representante SEDRU, Luiz Henrique Passos Rezende – conselheiro e representante DNPM,

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Marcílio Alisson da Fonseca Almeida – conselheiro e representante Prefeitura Diamantina,

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Eliana Piedade Alves Machado – Superintendente da SUPRAM Jequitinhonha, Eduardo do

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Nascimento – representante FETAEMG, Alexandre Mortmer – SUPRAM Jequitinhonha

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1 – Execução do Hino Nacional Brasileiro

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2 – Abertura

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Ilmar Bastos Santos – Sub Secretário de Gestão Integrada da SEMAD: Cumprimenta desejando

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boas vindas e declara aberta a 49ª reunião da Unidade Regional Colegiada Jequitinhonha.

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Comunica em nome do Secretário Jose Carlos Carvalho e do Secretario Adjunto Shelley de Souza

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Carneiro, bem como em seu próprio, agradecimentos ao Conselho pela colaboração durante os

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anos de mandato e trabalho dos mesmos.

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3 - Comunicado dos Conselheiros

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Ilmar Santos: Abre para manifestação dos conselheiros. Informa que o Secretário de Meio

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Ambiente José Carlos Carvalho encontra-se em Cancun participando do fórum sobre mudança

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climática global e que em breve serão disponibilizadas as informações acerca do mesmo no site

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da SEMAD.

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4 – Exame da ata da 48ª reunião ordinária ocorrida em 18/11/2010.

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Ilmar Santos: Abre para discussão. Sem discussão, coloca em votação. Aprovada por

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unanimidade.

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5 - Processo Administrativo para Exame de Adendo à Licença de Instalação:

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5.1 - Anglo Ferrous Minas - Rio Mineração S/A. (Ex - MMX Minas-Rio Mineração S/A.) - Lavra a

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Céu Aberto com Tratamento a Úmido Minério de Ferro - Conceição do Mato Dentro, Alvorada

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de Minas e Dom Joaquim/MG - DNPM Nº: 830.359/2004 – Proc. Adm. nº.

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00472/2007/004/2009 - Fase II - Classe 6. - Apresentação: SUPRAM Jequitinhonha. RETORNO

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DE BAIXA EM DILIGÊNCIA e RETORNO DE VISTAS pelos conselheiros: Francisco Chaves

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Generoso - representante da PGJ, Denise Bernardes Couto - representante da FIEMG, José

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Otoni Alves Campos - representante da FAEMG e Luiz Cláudio Ferreira de Oliveira -

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representante do CODEMA de Conceição do Mato Dentro.

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Ilmar Santos: Resume a situação do processo para elucidação dos presentes e lembra que serão

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apresentados os relatórios de vistas. Passa a palavra para a representante do Instituto de

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50 Gestão da Águas – IGAM, Dra. Zenilde, para que possa apresentar avaliação dos resultados de

51 monitoramento da qualidade da água. Zenilde – IGAM: Relata que remeteu aos dados da

52 primeira campanha de monitoramento da qualidade da água na região de abrangência do

53 empreendimento, que incluiu mais alguns dados sobre a segunda campanha e informa que

54 ainda haverá uma terceira campanha e que outros dois pontos de coleta foram acrescentados.

55 Esclarece que a proposta do monitoramento constitui de ferramentas de planejamento e

56 subsidio de implantação de ações, onde com esses resultados de monitoramento é possível

57 estabelecer ações de modo a reverter situações e a reduzir, minimizar impactos. Relata que a

58 metodologia utilizada foi a coleta de parâmetros, onde foram feitas análises especificas de

59 elementos físico-químicos, biológicos e análises de sedimentos de acordo com cada região

60 abordada. Sendo assim, diz que foram comparados os dados com os limites estabelecidos na

61 deliberação conjunta COPAM/CRH 01 de 2008 e calculou-se o índice de qualidade da água e a

62 contaminação por tóxicos. Explica que foi utilizado indicador do IGAM adotado em todo estado

63 em que este avalia a condição da qualidade da água em relação a matéria orgânica, fecal,

64 sólidos e nutrientes e é um índice que varia de 0 a 100 conforme e resultado de 9 parâmetros

65 amostrados. Diz que na primeira campanha foi constatado o IQA (Índice de Qualidade da Água)

66 bom, com exceção do Córrego Passa Sete que apresentou IQA médio e contaminação por tóxico

67 também média nas proximidades da comunidade Água Quente. Informa que na segunda

68 campanha foi feita análise da série histórica da bacia do rio Doce para fins de comparação e que

69 os resultados obtidos em ambas campanhas, bem como em comparação com a série histórica

70 da mencionada bacia, constatou-se que não houveram alterações relevantes. Ressalta, porém,

71 que a cabeceira do córrego do Passa Sete ultrapassa o limite da bacia tanto do Doce quanto da

72 bacia do Santo Antonio, sendo esta uma condição observada visivelmente devido a presença de

73 ferro-bacterias, cujo produto, devido a decomposição das mesmas é um produto oleoso onde

74 apresenta a característica dos óleos e graxas. Destaca que no ponto QO011 também apresentou

75 ocorrência acima da mediana e próximo ao córrego Vargem Grande, onde a produção e a

76 utilização de óleos e graxas são comuns em áreas que são lançados esgotos, mas sendo esses

77 resultados nada comprometedores. Em relação ao PH, informa que este foi comparado com a

78 bacia do Doce e com a bacia do Santo Antonio, onde este índice foi constatado como ideal,

79 excedendo essa regra somente o ponto QO01 que também é uma região de cabeceira e que

80 também é evidente a presença de ácidos úmidos, portanto um PH mais baixo e apresentando

81 uma qualidade mais ácida. Relata que outro parâmetro que se observou e verificou-se que

82 excedeu o padrão, foi em relação a cor verdadeira, ao ferro e o manganês. Explica que essa

83 diferenciação foi analisada durante dois períodos de coleta, um na seca e outro chuvoso e que

84 se deu pelo fato do carreamento de sólidos durante o período chuvoso, mas que também há

85 presença dos metais ferro e manganês em determinados pontos, mais especificamente na

86 região do Córrego Passa Sete. Em relação ao chumbo, esclarece que foi observada a presença do

87 mesmo somente na primeira campanha e no ponto QO6, sendo uma ocorrência pontual e que

88 pode estar relacionada ao manuseio de embalagens contendo agroquímicos ou qualquer

89 artefato que este possa possuir, como fertilizantes. Em se tratando da turbidez e presença de

90 sólidos na água, relata que houve uma maior ocorrência dos mesmos na segunda campanha, o

91 que era de se esperar devido ao período chuvoso e carreamento de sólidos ser natural. Ressalta

92 que esses parâmetros foram comparados com a série histórica do Doce e do Santo Antonio,

93 onde esses níveis se mantiveram regulares. Quanto a presença de cloriformes fecais, elucida que

94 os dados são referente somente a primeira campanha e que se observou maior ocorrência dos

95 mesmos na proximidade da comunidade de Água Quente e córrego Vargem Grande e tal fator

96 está associado a presença de esgotos domésticos e gado. Em relação a sedimentos, destaca a

97 análise de chumbo, zinco e cobre, em que na primeira campanha não se constatou a ocorrência

98 de nenhum deles e na segunda, verificou-se uma ocorrência de cobre no córrego Pereira.

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Conclui que na análise de 12 pontos dos 13 em questão na primeira campanha, verifica-se a

100

apresentação de IQA bom e contaminação por tóxico baixa, sendo esses índices calculados para

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a segunda campanha. Atribui o revolvimento de solo no entorno do empreendimento em que

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pode estar influenciando da qualidade da água, principalmente nos pontos de levantamento

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localizados no QO2, 3 e 4. Relata que a ocupação urbana e a agropecuária também contribuem

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com a condição atual nos pontos principalmente relacionados a questão de cloriformes, óleos e

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graxas, destacando os pontos QO6, 11 e 13. Informa que o monitoramento é uma ferramenta

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que dá uma ótima resposta , mas é uma ferramenta cara. Para esta região é muito importante a

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questão da balneabilidade, porque é uma região rica em cachoeiras e é necessário e não se tem

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o monitoramento. Existe uma legislação sobre a balneabilidade, que define quais condições é

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permitido para o individuo nadar no corpo d’água e não se tem esse monitoramento na região.

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Informa que no estado de Minas Gerais o que se observa é que o metal que mais viola a

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legislação é o manganês e em seguida o ferro dissolvido que estão relacionados as condições

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naturais do nosso solo. Mas eles vão ser favorecidos para o corpo d’água em função das

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condições naturais que não são adequadas e vão favorecer o carreamento desses elementos.

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Esclarece que o programa de Monitoramento do IGAM tem uma série histórica desde 97 e que

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nesta apresentação focou-se a bacias do Doce e bacia do Santo Antonio, comparando com os

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dados de Conceição. Com relação ao monitoramento de águas subterrâneas no estado,

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informou que ele ainda está em fase piloto, iniciando um programa na região Norte de Minas,

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por ser uma região de conflito e que utiliza de forma desordenada as águas subterrâneas. Ilmar

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Santos: Alerta que Minas Gerais é um dos poucos Estados que tem série histórica de análise de

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qualidade de água. Entende que isto é importante devido à possibilidade de comparação dessa

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qualidade nas várias bacias e micro-bacias em épocas diferentes. Gustavo Gazzinelli –

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representante do Movimento pelas Serras e Águas de Minas: Questiona se foram analisadas

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outras regiões e quais seriam estas para fazer o comparativo com os córregos Passa Sete em

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Pereira, principalmente em se tratando da presença do ferro e manganês. Diz que o rio Doce

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não deveria ser parâmetro, considerando ser este um dos rios mais poluídos do Estado. Indaga

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se estudos referentes as águas subterrâneas estão sendo feitos. Zenilde: Apresenta slide

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contendo série histórica do estado de Minas Gerais desde 1997 ate 2009, onde o mesmo

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demonstra IQA médio para toda a região, que também foi utilizada como parâmetro de

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comparação. Quanto aos estudos de águas subterrâneas, esclarece que os mesmos se

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encontram em fase piloto em algumas regiões mais necessitadas no estado, sendo estas

131

priorizadas devido ao uso desordenado. Lucio Guerra Junior – representante da comunidade de

132

Água Quente: Ressalta que a comparação feita entre as bacias deveria ter sido feita somente

133

nos rios do entorno do empreendimento, onde os moradores percebem claramente a diferença

134

do rio hoje e antes da implantação do empreendimento. Zenilde: Explica que no relatório que

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foi disponibilizado atendendo a diligência, há uma comparação com os estudos do EIA RIMA e o

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que foi observado nas campanhas e relata que, de maneira geral, foram as mesmas tendências.

137

Ressalta que os pontos não coincidem, mas há a mesma tendência em relação a cloriformes,

138

turbidez, etc. Flávia Lilian – representante da comunidade de Água Quente: Reitera

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posicionamento anterior e alega que a água da comunidade de Água Quente era cristalina e

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límpida antes do empreendimento e que hoje não se vê o fundo do rio. Questiona se não há um

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indicador particular, somente de Conceição do Mato Dentro, referente a qualidade das águas.

142

Zenilde: Responde que não há um indicador especifico para a região de Conceição e que para

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essas análises foi estudada toda a região e que foi constado que realmente há interferência e

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impactos da atividade minerária nestas águas. Destaca que a importância do monitoramento

145

não se deve somente a questão da turbidez, mas principalmente, ao carreamento de sólidos e

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ocorrência metais. Lúcio Guerra: Manifesta sobre a aparência da água antes e após a

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interferência do empreendimento. Apresenta algumas fotos fazendo essa comparação

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148 ressaltando que a partir das obras da empresa Anglo Ferrous a água se encontra cor de barro.

149 Pergunta se há alguma lei que permite fazer a diferenciação das águas da forma que foi

150 explanada. Alex Mendes Santos: Questiona sobre pareceres únicos estarem mencionando

151 conclusões diferentes sobre a mesma licença. Alexandre Mortmer: Esclarece que houve um

152 problema de digitação, mas que o mesmo já foi corrigido, não havendo prejuízo para o

153 deferimento da licença de instalação fase II como indica o parecer único. Francisco Generoso:

154 Questiona sobre o cumprimento das condicionantes reputadas como não cumpridas em parecer

155 na 48ª reunião da URC Jequitinhonha. Alexandre Mortmer: Informa que a condicionante 61 da

156 licença prévia e as condicionantes 22, 47 e 59 da licença de instalação foram apresentados

157 documentos pela empresa, mas que estas condicionantes continuam sem serem validadas.

158 Ressalta que a empresa será autuada por descumprimento das condicionantes. Alessandra –

159 SUPRAM Jequitinhonha: Esclarece que a condicionante 61 refere-se a projeto com medidas

160 preventivas relacionadas ao turismo pedindo análise junto aos municípios impactados. Informa

161 que os municípios de Dom Joaquim e Alvorada de Minas alegaram não precisar da mencionada

162 análise, pois julgavam que estes municípios não seriam impactados em relação ao turismo.

163 Sobre o município de Conceição, informa que o mesmo comunicou que ainda estava fazendo

164 plano de manejo dos atrativos turísticos e que somente depois desse plano de manejo é que o

165 município se manifestaria da necessidade ou não da adoção de medidas preventivas. Relata que

166 a equipe técnica entendeu que a necessidade de implantação das medidas preventivas ou não,

167 não foi avaliado junto com o município de Conceição do Mato Dentro e por esse motivo a

168 condicionante estar como não validada. Para sanar este problema, diz que a equipe técnica

169 colocou outra condicionante, número 63, solicitando essa análise imediata junto ao município

170 que pode ter atrativos turísticos e que sejam sobrecarregados, principalmente agora com a

171 análise da LI fase 2. Explica a condicionante 27 que se refere a apresentação de relatórios

172 trimestrais dos índices de aproveitamento de mão de obra local pelas atividades desenvolvidas

173 pela empresa e empreiteiras contratadas para instalação do empreendimento no prazo de

174 vigência da LI, dizendo que foi apresentado somente um relatório em 26 de novembro de 2010

175 com dados do último trimestre, não cumprindo o solicitado. Portanto, diz que o empreendedor

176 será autuado pela não apresentação no prazo estipulado. Explica, em relação a condicionante 59

177 que trata de apresentação do programa de educação ambiental que deveria ter sido

178 apresentado relatórios semestrais do cumprimento das ações do referido programa e que

179 contempla quatro grupos: os colaboradores da empresa, as comunidades da área de influência

180 direta, a população da área de influência indireta e as comunidades a serem reassentadas. Diz

181 que foi apresentado um relatório também na data dia 26 de novembro e que o mesmo não

182 contempla todas as ações propostas. Sendo assim, relata que o cronograma do programa de

183 educação ambiental não está em conforme e que o mesmo deverá ser readequado. Francisco

184 Generoso: Questiona se o cadastro socioeconômico da comunidade de Água Quente foi

185 validado pela própria comunidade. Alexandre Mortmer: Relata que os cadastros foram

186 validados pela URC em reunião anterior, bem como pela comunidade. Alega que a equipe

187 técnica da SUPRAM não teve tempo hábil para analisar os mesmos, uma vez que foram

188 entregues recentemente. Francisco Generoso: Relata que o seu parecer de vistas se baseia na

189 inclusão de diversas condicionantes e propõe inclusão de condicionante relacionado ao cadastro

190 socioeconômico da comunidade Água Quente. Elcio Pacheco – representante da Pastoral da

191 Terra: Coloca-se à disposição para acompanhamento do referido processo. Denise Bernardes –

192 FIEMG: Apresenta seu relatório de vistas e alega que embora tenha algumas condicionantes

193 pendentes, não há obste a aprovação do processo e conseqüente avanço da implantação do

194 empreendimento. Portanto, informa que o seu parecer é pelo deferimento da licença de

195 instalação fase II. Alex Mendes: Questiona sobre cumprimento parcial de condicionantes e se

196 estas são consideradas como cumpridas ou não. Alexandre Mortmer: Esclarece que aquelas que

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197 não foram cumpridas no prazo estipulado, foram assim consideradas. Relata que sobre

198 condicionantes em cumprimento são por fazerem parte de licença prévia, de instalação fase I ou

199 fase II, por isso estas ainda podem estar em cumprimento. Informa sobre situações que

200 impossibilitam o seu efetivo cumprimento, como pendência de realização de convênios com

201 prefeituras, por exemplo. Alex Mendes: Insiste que, no seu entendimento, não existem

202 condicionantes parcialmente cumpridas ou em cumprimento. Relata que se prazos para entrega

203 de relatórios foram estipulados e os mesmos não foram entregues, ou foram entregues em

204 parte, a condicionante deveria, automaticamente, ser considerada com não cumprida.

205 Questiona e pede explicações sobre inúmeras condicionantes que se encontram nesta situação.

206 Ilmar Santos: Esclarece sobre a grande quantidade de condicionantes e sobre a falta de

207 governança sobre alguns órgãos e situações que impedem o cumprimento das mesmas no prazo

208 estipulado em parecer único. Ressalta a participação do Ministério Público nas negociações com

209 a comunidade atingida e presente na reunião. Destaca o interesse da equipe técnica da SUPRAM

210 em conferir o cumprimento de condicionantes de forma ética e responsável. Alex Mendes:

211 Indaga sobre a situação da água na comunidade de Água Quente, se a equipe técnica considera

212 o problema como resolvido. Adriano – SUPRAM Jequitinhonha: Explica que existe uma

213 condicionante elaborada para especificar a área social e levantamento de todas as pessoas que

214 fazem uso da água a jusante do empreendimento. Relata ainda, que a medida mitigadora

215 proposta pela empresa, no caso de impacto nessas comunidades, seria o uso de caminhão pipa.

216 Para a comunidade de Água Quente, esclarece que duas condicionantes foram propostas, onde

217 uma seria para instalação de estação de tratamento de água e outra para encaminhamento à

218 SUPRAM de relatórios semestrais de monitoramento da qualidade da água, bem como número

219 de pessoas, onde esta água é captada e se existe uma forma de tratamento desta água para

220 todas as comunidades. Ilmar Santos: Esclarece que a empresa informou que já instalou poço,

221 estação de tratamento de água, quatro reservatórios e a rede de distribuição ate as casas, além

222 de já ter instalado um gerador para fornecimento de energia em que a CEMIG está

223 disponibilizando. Ressalta que para distribuição da água, se encontra pendente o resultado da

224 análise de águas subterrâneas. Relata ainda, que caso seja negativo essa análise para consumo,

225 a empresa se compromete a apresentar uma análise técnica para equação no prazo de 20 dias

226 após o resultado da análise. Informa que a empresa obriga-se a instalar reservatório de água nas

227 residências que não os possuem, no mesmo prazo estipulado para construção dos banheiros,

228 realizando a distribuição interna do segundo ponto, condicionado a autorização do morador.

229 Abre a palavra para os manifestantes. Gustavo: Lembra posicionamentos anteriores de alguns

230 conselheiros que se manifestaram favoráveis ao empreendimento em fases anteriores . Cita

231 trechos das falas dos conselheiros Julio dos Santos e Marco Antonio durante a reunião que

232 concedeu a LP. Lembra que com estas licenças, o empreendimento avança irregularmente para

233 as fases subseqüentes que são proteladas e reproteladas para as fases seguintes com o não

234 cumprimento de algumas condicionantes.Enfatiza sobre a responsabilidade do conselho em

235 conceder mais uma etapa do licenciamento e que os atingidos entrarão com recurso no

236 Ministério Público para responsabilizá-los por quaisquer impactos decorrentes da votação.

237 Aborda sobre a questão da suspeição de dois conselheiros, Luiz Cláudio Ferreira de Oliveira e

238 Denise Bernardes Couto, da discussão e votação desse processo, pois os mesmos fazem parte do

239 Instituto do Espinhaço conveniado com a empresa Anglo Ferrous. Relata que o estado está

240 flexível em relação ao não cumprimento das condicionantes e que as autuações feitas pela

241 SUPRAM ao empreendedor não são válidas ou eficazes. O estado faz a sua parte, mas na hora

242 que ele começa a flexibilizar demais, está gerando a cultura da impunidade. Questiona as

243 condicionantes que entende ser necessárias à discussão, tais como: se a empresa possui plano

244 de tratamento de água que sairá da barragem de rejeito, não só para a comunidade de Água

245 Quente, mas para todos os atingidos; sobre não apresentação de mapa contendo escala de

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246 dimensionamento e cálculo do sistema de drenagem dos pontos de desaguamento dos taludes;

247 sobre discordância em apresentar relatório crítico de monitoramento da vazão do rio do Peixe

248 durante toda a vida útil do empreendimento, uma vez que com o término das atividades a

249 empresa ainda é responsável pelo rejeito entre outras obrigações, entre outras condicionantes.

250 Denise Bernardes: Justifica-se alegando que não está no COPAM representando o Instituto

251 Serra do Espinhaço, que não assinou qualquer acordo com a empresa em nome de Instituto e

252 que sua participação é como representante da FIEMG. Francisco Generoso: Enfatiza que o

253 questionamento levantado sobre a participação dos conselheiros citados seja averiguado para

254 garantia de legitimidade do processo. Luiz Cláudio Ferreira de Oliveira: Esclarece que está

255 presente no conselho representando o CODEMA de Conceição do Mato Dentro. Ressalta que foi

256 feito um convênio entre o Instituto Serra do Espinhaço e a Anglo, porém, ainda não foi

257 repassado nenhum recurso e nenhuma ação foi executada, somente assinado tal convênio. Alex

258 Mendes: Solicita maiores esclarecimentos sobre o assunto com a área jurídica. Luiz Cláudio:

259 Reitera que nesta seara o Ministério Público também estaria impedido de votar, uma vez que o

260 mesmo também possui convênio com a empresa. Elcio – representante Comissão Pastoral da

261 Terra: Reitera a necessidade de ser elucidada a questão da participação ou não dos conselheiros

262 mencionados. Francisco Generoso: Afirma que está representando o Ministério Público como

263 Instituição e o que está sendo colocado é em termos pessoais. Esclarece que o MP possa até ter

264 assinado convênio com a empresa, mas que este conselheiro Francisco não assinou. Questiona

265 ao conselheiro Luiz Cláudio se o mesmo assinou o convênio entre a empresa e o Intituto. Luiz

266 Claudio: Afirma ter assinado convênio em nome do Instituto e se abstém de votar. Elcio –

267 representante Comissão Pastoral da Terra: Questiona ao empreendedor sobre negociação

268 fundiária ainda pendente. Newton Viguete: Esclarece que devido aprovação por esta URC ter

269 ocorrido em outubro, as negociações se reiniciaram em novembro, onde já possuem alguns

270 contratos validados e que é compromisso da empresa a garantia da continuidade de vida das

271 comunidades. Ressalta que toda a negociação está sendo acompanhada pela Comissão Pastoral

272 da Terra, pelo Ministério Público, Defensoria Pública e representante da SUPRAM

273 Jequitinhonha. Flavia Lilian – representante comunidade Água Quente: Indaga ao

274 empreendedor quais famílias receberam pela negociação fundiária, uma vez que percebe só as

275 dificuldades na região. Newton Viguete: Responde que aquelas famílias que tiveram contrato

276 assinado e validado em conjunto com a advocacia da Pastoral da Terra já receberam o que é de

277 direito. Flávia Lilian: Solicita garantias para os moradores que permanecerão nas comunidades

278 de terem vida digna, com qualidade e quantidade de água, bem como fertilidade e umidade do

279 solo. Alípio Soares: Defende a implantação do empreendimento uma vez que este trará o

280 desenvolvimento tão esperado para sua região. Dalva – representante dos atingidos de

281 Mumbuca, Barra e Água Santa: Manifesta sobre a impossibilidade dos moradores

282 permanecerem na comunidade e que embora constantes do cadastro emergencial ainda não

283 foram removidos. Solicita que seja estipulado prazo para essa providência por parte da empresa

284 o quanto antes. Vilma – atingida comunidade de Água Quente: Enfatiza a diferença da água

285 existente hoje na região e solicita providências urgentes sobre a qualidade da mesma. Marcos

286 Pacífico dos Santos: Pede garantia de qualidade de vida na região, uma vez que muitos

287 moradores pretendem continuar na região e precisam de água e fonte de renda. Tarcísio:

288 Defende a instalação do empreendimento, onde este trará mais dignidade de vida para a

289 população e desenvolvimento para a região. Patrícia Generoso – atingida: Indaga sobre o que

290 significa condicionantes em cumprimento e parcialmente cumpridas, sendo que em suas

291 redações consta como prazos expirados e mesmo assim, o processo continua avançando. Diz ser

292 contra o empreendimento, uma vez que o município de Conceição não estava preparado para

293 recebê-lo e suas tradições e cultura estão sendo descaracterizadas. Relata que pela falta de

294 Poder Político estável na região, tais convênios não tenham sido assinados e pede para que esse

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295 processo dê continuidade somente após conscientização e preparo do povo conceicionense.

296 Comenta sobre condicionantes que ainda estão pendentes. Luiz Fernando – representante

297 comunidade de Córregos: Declara que a localidade de Córregos é considerada patrimônio

298 histórico cultural e vem sofrendo conseqüências em decorrência da utilização de explosivos no

299 empreendimento. Levanta dúvidas sobre o rebaixamento do lençol freático. Carolina –

300 SUPRAM: Esclarece que é na fase de LI que se faz a outorga de pesquisa hidrogeológica e que na

301 fase de LO é que faz-se a outorga para rebaixamento, sendo este um procedimento legal.

302 Gustavo Gazzinelli: Pergunta à Carolina qual é a norma que estabelece esta vinculação entre as

303 outorgas e as fases de licenciamento. Carolina – SUPRAM: Informa que verificará a norma e o

304 informará oportunamente. Jose Roberto – representante do empreendedor: Explica,

305 detalhadamente, qual o processo da pesquisa hidrogeológica, onde será definido quantidade do

306 rebaixamento, velocidade deste, parâmetros e onde são confirmados, através de testes,

307 bombeamentos entre outros. Esclarece que não serão todas as nascentes suprimidas, somente

308 aquelas que estão na serra que realmente serão afetadas pelo empreendimento e que

309 ocasionarão o rebaixamento. Lucio Guerra Junior: Solicita esclarecimentos sobre a qualidade da

310 água encontrada hoje na região, tão diferente antes da chegada do empreendimento.

311 Agamenon: Diz que o empreendimento trouxe muito avanço para a região, onde existem

312 pontos positivos e negativos, mas que os pontos favoráveis são mais relevantes. Solicita que os

313 conselheiros apóiem a instalação do mesmo. Alex Mendes: Pergunta sobre problemas de

314 contenção, que ainda não foram resolvidos. Carolina – SUPRAM: Explica que esse era um

315 problema da LI fase I, mas que agora estão sendo tomadas providências e que já existe um

316 sistema de drenagem e condicionantes, onde o empreendedor deverá encaminhar mapa

317 consistente desta questão. Diz que há dispositivos finais de contenção dessa drenagem no

318 Córrego Passa Três e Vargem Grande e barragem de rejeito na bacia do córrego Passa Três.

319 Sendo assim, diz que a qualidade da água vai estar de acordo e não haverá nenhuma alteração

320 nesta qualidade da água. Alex: Informa que acabou de receber cópia de contrato, um registro

321 civil de pessoa jurídica do Instituto do Espinhaço, onde Luiz Cláudio e Denise Bernardes Couto

322 fazem parte da sua composição e que consta também a informação de que a empresa assinou

323 convênio com o Instituto. Pergunta aos conselheiros se de fato eles fazem parte do Instituto.

324 Luiz Cláudio – CODEMA: Informa que a primeira questão que precisa ficar clara, é de que ele

325 não representa o Instituto na URC e, sim, o município de Conceição pelo CODEMA de Conceição

326 do Mato Dentro. A segunda questão, é que o Instituto assinou um convênio com a Anglo, mas o

327 recurso não foi repassado e convênio não foi executado, até o presente momento. Existe um

328 convênio firmado entre os municípios de Conceição, Alvorada e Dom Joaquim, no qual o

329 Instituto é interveniente. O convênio não é com a Anglo e o Instituto. O convênio é entre a

330 Anglo, a prefeitura de Conceição do Mato Dentro, a prefeitura de Alvorada de Minas, a

331 prefeitura de Dom Joaquim, com a interveniência do instituto. Alex: Informa que nos

332 documentos consta dos municípios da AID e o Instituto Espinhaço.Luiz Claudio: Esclarece que o

333 Instituto foi escolhido pelos municípios por ser uma ONG de caráter regional e o Instituto optou

334 por não executar nenhum convênio até que o processo fosse julgado exatamente para evitar

335 qualquer coisa nesse sentido, apesar desse Conselheiro não estar representando o Instituto,

336 mas indicado pelo CODEMA de Conceição do Mato Dentro, representando o município de

337 Conceição. Alex: Entende que o Instituto do Espinhaço tem interesse no processo, o Instituto

338 ainda não recebeu recurso, mas vai receber. Solicita manifestação do jurídico. Ilmar: Alega que a

339 questão é importante e que voltará nela no momento da votação. Elcio – Comissão Pastoral da

340 Terra: Manifesta sua preocupação em relação à suspensão porque isso compromete a lisura do

341 processo. Entende que há sim interesse na causa e que a suspeição desses dois conselheiros que

342 estão ligados a ONG que têm relações de interesse jurídico, econômico com o empreendedor.

343 Informa que viu rodando na região de Conceição do Mato Dentro um evento cultural

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344 patrocinado com o logotipo, com a logomarca do empreendedor e do Instituto do Espinhaço.

345 Como foi citado o Ministério Público, ele gostaria de ouvir a posição do Ministério Público em

346 relação a esta questão. Francisco-MP: Esclarece ao Conselheiro Luiz Cláudio que a suspeição é

347 pessoal e não é institucional. Se o Ministério Público assinou algum convênio, esse conselheiro

348 Francisco não assinou. Pergunta ao Conselheiro Luiz Claudio se esse convênio foi assinado pela

349 ONG e pelo empreendedor na qualidade de interveniente e , se contém a assinatura do

350 Conselheiro Luiz Cláudio. Luiz Cláudio: responde que sim. Francisco-MP: Informa ser esta a

351 diferença entre eles. Luiz Cláudio: Se abstém da sua participação. Francisco Generoso: Solicita

352 manifestação do Dr. Alexandre Sion, representante jurídico da empresa Anglo Ferrous para que

353 o mesmo se manifeste sobre a existência de convênio entre o Ministério Público e a empresa.

354 Alexandre Sion – representante Jurídico da Anglo Ferrous: Afirma não haver convênio entre o

355 MP e a empresa Anglo Ferrous. Denise Bernardes: Defende alegando não ter assinado convênio,

356 mesmo representando o Instituto do Espinhaço e, portanto, não se sente impedida de votar.

357 Solicita maiores esclarecimentos por parte do jurídico da SUPRAM. Alessandra Serrano –

358 Assessoria Jurídica SUPRAM:

Conselho em

359 nome próprio, e sim, como representante da FIEMG. Em seguida perguntou se a FIEMG tem ou

360 mantém algum tipo de convênio com a Anglo. Denise: Responde que não. Alessandra Serrano:

361 Sendo assim, esclarece que não há impeditivo legal para a participação desta conselheira Relata

362 que a conselheira está representando a FIEMG na qual esta não possui nenhum contrato com a

363 empresa. Pergunta se a FIEMG tem ou mantém algum tipo de convênio com a Anglo. Denise:

364 Responde que não. Alessandra Serrano : Sendo assim, esclarece que não há impeditivo legal

365 para a participação desta conselheira. Denise: Informa que são entidades diferentes com CNPJ

366 diferentes. Ilmar Santos: Coloca em votação processo em discussão. Abstenção dos conselheiros

367 Luiz Cláudio Ferreira de Oliveira – representante do CODEMA de Conceição do Mato Dentro e do

368 conselheiro Francisco Chaves Generoso – representante do PGJ, que se justifica em razão da

369 existência de ações judiciais movidas pelo Ministério Público em face do empreendedor

370 questionando aspectos relativos ao empreendimento. Um voto contra do conselheiro Alex

371 Mendes Santos – representante da ONG Caminhos da Serra. Oito votos favoráveis, sendo dos

372 conselheiros: Luiz Henrique Rezende – representante do DNPM, Inácio Francisco de Oliveira –

373 representante SEAPA, Juarez – representante SETOP, Jose Otoni – representante FAEMG, Luiz

374 Paulo – SEDVAN/IDENE, Denise Bernardes – representante FIEMG, Sgto. Valmir de Menezes –

375 representante PMMG e Julio Cesar Correa – representante SEDRU. Ilmar: Informa que a licença

376 foi aprovada com oito votos favoráveis, uma abstenção e um voto contra. Considerando as

377 várias condicionantes que foram sugeridas pelo próprio relator do Dr. Francisco, pelo Gustavo,

378 pela Dalva e CPT, Dr. Ilmar propõe que essas condicionantes sejam discutidas com a equipe

379 técnica e sejam deliberadas na próxima reunião. Francisco-MP: Solicita que se dê

380 prosseguimento para poder fechar esse processo, com a votação das condicionantes, ate em

381 razão das inseguranças por parte dos atingidos. Ilmar: Lembra que o relato do conselheiro tem

382 que ser avaliado porque é regimental. Coloca em discussão condicionantes apresentadas no

383 relatório de vistas do conselheiro representante do Ministério Público, Francisco Generoso, que

384 após discussão e aprovação em bloco, ficaram com as seguintes redações: A) Apresentar

385 complementação do cadastro sócio-econômico da comunidade de Água Quente, contendo

386 diagnóstico de usos d’água prejudicados ou potencialmente prejudicados pelo

387 empreendimento, bem como propostas para solução efetiva de abastecimento regular e

388 retomada dos usos tradicionalmente desenvolvidos. Prazo: 40 (quarenta) dias a partir da

389 concessão da LI Fase 2. B) Apresentar relatórios com as informações referentes às detonações

390 realizadas no empreendimento, conforme modelos estabelecidos nos Anexos na Norma ABNT

391 NBR 9653. Prazo: Bimestralmente a partir da obtenção da LO. C) Apresentar plano de uso da

392 água subterrânea proveniente do projeto de rebaixamento do lençol freático, necessário ao

pondera que a conselheira Denise não participa do

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393 exercício das atividades de lavra a partir do segundo ano de operação da mina. Prazo: Na

394 formalização da LO. E) Comprovar a implementação das recomendações estabelecidas no item

395 6.1 - Conforto Ambiental da Norma ABNT NBR 9653. Prazo: Bimestralmente a partir da obtenção

396 da LI - Fase II. F) Apresentar relatório detalhado demonstrando a situação de todos os imóveis

397 que sofrem intervenção direta da empresa, com apresentação dos respectivos títulos de

398 domínio ou servidão. Prazo: Na formalização da LO. G) Apresentar ao IBAMA, CECAV E IPHAN

399 inventário espeleológico e arqueológico referente a toda propriedade na área do

400 empreendimento. Prazo: 01 (um) ano a partir da concessão da LI - fase II. K) Fazer com que

401 todas as intervenções de instalação sejam acompanhadas por arqueólogo. Prazo:

402 imediatamente partir da concessão da LI – fase II. M) Elaborar projeto técnico-executivo de anel

403 rodoviário a ser implantado para desvio do trânsito da área urbana do Município de Conceição

404 do Mato Dentro. Prazo: 12 (doze) meses a partir da concessão da LI - fase II. Após alterações e

405 concordância nas redações, foram também aprovadas as seguintes condicionantes sugeridas

406 pelo representante do MP: D) Realizar uma medição sismográfica, conforme procedimentos

407 estabelecidos no item 5.3 da Norma ABNT NBR 9653, junto às edificações das Igrejas de São

408 Sebastião do Bonsucesso e da Matriz de Nossa Senhora da Aparecida, de modo a definir a

409 freqüência com que será realizado o programa de monitoramento. Os limites de vibração de

410 terreno a serem adotados não deverão ultrapassar 10mm/s e 128 dB para deslocamento de ar.

411 Essa medição deverá ser acompanhada por técnicos do SISEMA, quando possível, de acordo

412 com cronograma apresentado. Prazo: A partir da concessão da LI Fase 2. H) Não intervir nos

413 sítios arqueológicos e espeleológicos já identificados enquanto não concluído o inventário a que

414 se refere a condicionante anterior, respeitando-se toda a legislação pertinente à espécie

415 (mormente Resolução Conama n.º 347 e Portaria IPHAN n.º 230), e obtidas todas as

416 autorizações e/ou licenças necessárias. I) Apresentar, aprovar e executar Programa de

417 Prospecção Intensiva (sistemática) que busque identificar todos os sítios presentes na ADA/AE já

418 delimitada no estudo arqueológico apresentado, realizando o salvamento dos sítios

419 identificados e que devam e possam ser salvos. Prazo: 12 (doze) meses a partir da concessão da

420 LI - fase II. J) Apresentar avaliação precisa dos eventuais danos causados ao patrimônio

421 arqueológico e apresentar, aprovar e executar Plano de Mitigação dos impactos sobre o

422 patrimônio arqueológico, tratando da proteção, uso e monitoramento do patrimônio

423 arqueológico. Prazo: 03 (três) meses a partir da concessão da LI - fase II. L) Apresentar, aprovar e

424 executar Plano de Compensação dos impactos sobre o patrimônio arqueológico prevendo,

425 inclusive, a realização do levantamento regional arqueológico que busque elaborar e implantar

426 um Roteiro Turístico Histórico-Arqueológico e criar um museu nos moldes internacionais, tudo

427 tendo como fio condutor a evolução cultural da região desde os tempos pré-históricos até a

428 atualidade. Prazo: Até 04 (quatro) anos a contar da LI Fase II. Coloca em votação condicionante

429 identificada como “sem número” para apreciação do conselho. Aprovada referida condicionante

430 com a seguinte redação: Apresentar a validação, pela comunidade de Água Quente com a

431 presença da Pastoral da Terra, do cadastro sócio-econômico apresentado, contendo diagnóstico

432 de usos d’água prejudicados ou potencialmente prejudicados pelo empreendimento. Prazo: 15

433 (quinze) dias a partir da convocação pela SUPRAM. As soluções para abastecimento regular e

434 retomada dos usos d’água tradicionalmente desenvolvidos, em níveis legalmente aceitáveis,

435 deverão ser implementadas conforme cronograma constante do cadastro e aprovado pela

436 SUPRAM. Prazo: de 60 (sessenta) dias a partir da concessão da LI Fase II. Ressalta alterações

437 das condicionantes nº 19, 59 e 64 do parecer único que passam a vigorar com as seguintes

438 redações: condicionante nº 19: apresentar relatórios de monitoramento sismográfico,

439 elaborados conforme o item 5.3.3 da Norma ABNT NBR 9653, para todo desmonte com uso de

440 explosivos em todas as residências situadas num raio de até 1000m. Os limites estabelecidos

441 para estas detonações deverão ser mantidos em 10mm/s para velocidade da partícula e 128 dB

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442 para vibração. Prazo: Bimestrais a partir da concessão da LI Fase II. Condicionante nº 59:

443 comprovar, por meio de relatórios técnicos, a capacidade agrícola do solo, a acessibilidade

444 viária, a qualidade/quantidade da infra-estrutura social básica e a disponibilidade e qualidade de

445 água das áreas a serem utilizadas para remanejamento individual/coletivo e das propriedades

446 rurais do entorno, nas mesmas condições anteriores ao empreendimento. Prazo: Antes da

447 efetivação dos remanejamentos. Condicionante nº 64: comprovar a contratação dos

448 profissionais (um agrônomo e um assistente social) para atuação no âmbito do Programa de

449 Negociação Fundiária e no Programa de Reestruturação Produtiva, incluindo todas as

450 propriedades do entorno do empreendimento. Prazo: Imediatamente após a contratação dos

451 respectivos profissionais. Coloca em votação as devidas modificações. Aprovadas. Apesar de já

452 estabelecida como condicionante pelo IEF, foi aprovada a seguinte recomendação da URC para

453 cumprimento da compensação especifica pela supressão de mata atlântica e eco-sistemas

454 associados: “apresentar proposta de destinação, em caráter permanente de área equivalente a

455 extensão de área desmatada para conservação com as mesmas características ecológicas e na

456 mesma bacia hidrográfica ou destinar, mediante doação ao poder público área equivalente com

457 as mesmas características ecológicas no interior de conservação de domínio público pendente

458 de regularização fundiária localizada na mesma bacia hidrográfica, inclusive com deliberação

459 normativa COPAM própria pra isso. Caso o empreendedor opte por doação de área equivalente

460 a extensão da área desmatada a conservação, poderá constituir RPPN nos termos do artigo 21

461 da lei do SNUC ou servidão florestal em caráter permanente conforme previsto no artigo 44 A

462 do código florestal brasileiro”. Coloca em votação condicionante sugerida pelo conselheiro Alex

463 Mendes, sendo esta com a seguinte redação: Executar projeto técnico piloto de restilização,

464 implantação e manutenção de Unidade de Conservação denominada Trilha Verde da Maria

465 Fumaça, a ser replicado em Conceição do Mato Dentro. Prazo: 90 (noventa) dias a partir da

466 concessão da LI Fase II. Aprovada. Coloca em votação condicionantes sugeridas pela

467 representante dos atingidos, Dalva, estando estas com os seguintes textos: 1) Providenciar a

468 transferência imediata das 04 famílias localizadas próximas ao empreendimento. Prazo: 20

469 (vinte) dias a partir da concessão da LI Fase II. 2) Efetuar o pagamento integral de todas as

470 famílias atingidas das Comunidades de Água Santa, Mumbuca e Ferrugem e realocação das

471 mesmas. Prazo: 180 (cento e oitenta) dias a partir da assinatura do contrato. Aprovadas.

472 Gustavo Gazzinelli: Propõe que suas propostas e considerações sobre condicionantes possam

473 ser tratadas em reunião com a SUPRAM e o empreendedor, e que o conselho possa delegar à

474 SUPRAM a deliberação acerca das discussões que forem estabelecidas. Ilmar Santos: Aceita a

475 sugestão, e informa que caso haja algum desacordo, caberá à URC tomar a decisão na próxima

476 reunião ordinária. Alexandre Mortmer: Apresenta condicionantes consensadas em reunião

477 anterior entre empreendedor, comunidade e equipe SUPRAM: Apresentar à SUPRAM e ao

478 Ministério Público, laudo técnico de condição estrutural das residências da ADA e AID, após

479 notícia de possíveis ocorrências ao órgão ambiental ou Ministério Público. Prazo: O constante da

480 notificação do Ministério Público ou do Órgão Ambiental (SUPRAM, Policia de Meio Ambiente).

481 Patrícia Generoso – atingida: Sugere inclusão da seguinte condicionante: Incluir as

482 propriedades do entorno do empreendimento no Programa de Reestruturação Produtiva. Prazo:

483 30 (trinta) dias após concessão da LI fase II. Ilmar Santos: Coloca em votação. Aprovada.

484 6 - Processo Administrativo para Exame de Revalidação de Licença de Operação - Concedida

485 “Ad Referendum”

486 6.1 - CEMIG Geração e Transmissão S.A - UHE de Irapé - Barragem de Geração de Energia

487 Hidrelétrica - Berilo/MG – Proc. Adm. nº 00094/1994/006/2009 - Classe 6. Apresentação:

488 SUPRAM Jequitinhonha. RETORNO DE VISTAS pelos conselheiros: José Otoni Alves Campos

489 representante da FAEMG, Denise Bernardes Couto representante da FIEMG, José Antonio de

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490 Andrade representante da FETAEMG, José Geraldo Magest representante da UFVJM e Inácio

491 Francisco de Oliveira representante da SEAPA.

492 Denise Bernardes: Apresenta seu parecer de vista sendo pelo deferimento da revalidação da

493 licença de operação do empreendimento com as considerações constantes do anexo único

494 que seria o acréscimo de algumas condicionantes consensadas em reunião na SUPRAM

495 Jequitinhonha. Eduardo do Nascimento – representante FETAEMG: Relata que em reunião

496 com conselheiros e representantes da CEMIG ficou acordado o acréscimo de algumas

497 condicionantes, inclusive algumas sugeridas pelo conselheiro Jose Otoni da FAEMG, e que este

498 parecer permanece como consensado anteriormente. Comenta sobre alguns fatos ocorridos

499 durante a reunião, como condicionante dependente de terceiros e forma da SUPRAM dispor

500 sobre o cumprimento ainda em execução de condicionantes. Wilson Grossi – representante

501 da CEMIG: Afirma consenso com as condicionantes propostas em reunião anterior, mas

502 ressalta que na condicionante de nº 1, onde é solicitado ao empreendedor realização de

503 consulta pública onde o mesmo deverá apresentar proposta metodológica, relata ser mais

504 conveniente ate fins de unificação e utilização por outros empreendedores, que a mesma

505 fosse elaborada como são os termos de referência e os procedimentos de audiência pública

506 pelo órgão ambiental, mas que concordaram mesmo dessa forma, com tal condicionante. Jose

507 Otoni Alves Campos: Diz que deveria haver entendimento técnico sobre as obras. Exemplifica

508 a ponte construída em Itinga, mas que retirou o emprego de muitos e identificação cultural na

509 região. Ressalta que após a barragem de Irapé não se formam mais praias às suas margens,

510 exemplificando o município de Coronel Murta. Informa que a comunidade de Itira ficou sem

511 energia elétrica durante alguns dias e não se sabe o motivo e que o mesmo foi sanado pela

512 CEMIG morosamente. Jose Humberto Peixoto: Relata que após a operação da usina de Irapé a

513 margem esquerda do rio Jequitinhonha foi submersa e que começaram a se formar bancos de

514 areia no centro deste rio, dificultando a travessia da balsa e de embarcações menores.

515 Manifesta sobre a desvalorização de suas terras e sobre a dificuldade de assistência às

516 comunidades ribeirinhas. Artur Junior: Reitera a dificuldade de travessia do rio,

517 principalmente no período de seca. Declara que a velocidade das correntezas e a oscilação do

518 piso é uma constante. Informa que empreendimentos na região, hoje, se tornaram inviáveis.

519 Jose Otoni: Expõe proposta de condicionante sendo esta com a seguinte redação: apresentar

520 projeto de adequação do atracador do distrito de Itira ou outra solução satisfatória, a fim de

521 atender a demanda de travessia do rio Jequitinhonha, considerando que na atualidade os

522 usuários sofrem com a inoperância da balsa devido à formação de banco de areia em seu

523 leito. Wilson Grossi: Apresenta situação do rio Jequitinhonha na região da comunidade de

524 Itira em fotografia feita em 1990 demonstrando que os bancos de areia sempre existiram. Diz

525 que a situação fática do rio é a mesma com algumas variações temporárias em decorrência da

526 barragem. Relata que com a entrada e operação da usina regularizou as vazões, permitindo

527 uma estabilidade no volume das águas e melhor planejamento das condições de travessia.

528 Comunica que o que talvez precisa ser feito é realocar a balsa, fazer uma outra estrutura de

529 aporte. Conclui que em relatório técnico enviado à SUPRAM Jequitinhonha em 2008 feito

530 pela equipe de hidrologia da CEMIG com embasamento nos conceitos de hidráulica e de

531 morfologia fluvial e com base nas fotografias apresentadas, chega nos seguintes fatos: o

532 processo de assoreamento do Jequitinhonha vem ocorrendo ao longo de décadas, sendo que

533 o volume de sedimentos do rio Jequitinhonha em Itira diminuíram substancialmente devido a

534 retenção dos mesmos no reservatório de Irapé. Enfatiza que a presença de bancos de areia no

535 rio Jequitinhonha, na região de Itira, é constatada há pelo menos 15 anos antes do inicio da

536 operação da usina. Eduardo do Nascimento: Reitera à necessidade de se votar a

537 condicionante proposta pelo conselheiro Jose Otoni, uma vez que a mesma sugere estudo

538 para projeto. Enfatiza a questão da desvalorização das terras no local. Eli – presidente do

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539 Sindicato de Itamarandiba e atingido pela barragem de irapé: Relata sobre as condições

540 precárias que se encontram os acessos das comunidades, onde crianças precisam andar cerca

541 de 5 km para irem à escola. Diz que já procurou inúmeras vezes pela prefeitura municipal e

542 que a mesma informa não ter recebido recurso por parte da CEMIG e nem do estado para

543 executar tais obras viárias. Wilson Grossi: Informa que foram feitos convênios com todas as

544 prefeituras locais abordando sobre os acessos da região, onde a CEMIG repassou verba em

545 torno de 11 milhões de reais para tal finalidade, ficando cada prefeitura responsável pela

546 manutenção e/ou construção de vias de acesso às comunidades atingidas. Declara que este

547 fator foi colocado como concluído pela FEAM a época do inicio de operação da usina.

548 Jamilsson – Vice presidente da Comunidade de Peixe Cru: Informa que não houve

549 manutenção das estradas, uma vez que estas nunca foram feitas. Questiona se não houve

550 fiscalização da CEMIG para o repasse feito a prefeitura en que esta deveria ser uma obrigação

551 do investidor. Propõe que seja solucionado o problema do acesso através de condicionante

552 em reunião entre a comunidade, empreendedor e SUPRAM Jequitinhonha. Manifestante:

553 Demonstra sua insegurança em relação a titulação de suas terras, uma vez que já se encontra

554 na mesma há 6 anos e ainda não possui documentação, sendo informado constantemente

555 pelo ex proprietário de que irá retomar as terras. Solicita a CEMIG urgência quanto a essa

556 questão de documentação, pois entende que a mesma tem capacidade para tal. Wilson

557 Grossi: Explica sobre algumas fazendas que se encontram no INCRA aguardando obtenção do

558 georeferenciamento e ainda aquelas que se encontram em situação judicial. Esclarece que o

559 prazo de dois anos para solução do problema é pelo motivo de não terem competência para

560 delegarem funções aos juízes, sendo esses os únicos que podem deliberar sobre a ação.

561 Manifestante: Declara apoio a CEMIG, mas ressalta pendência de documentação. Jose de

562 Lourdes – Presidente da Associação de Reassentamento de Peixe Cru: Solicita atenção

563 quanto ao acesso de Novo Peixe Cru ao cemitério do Antigo Peixe Cru. Ressalta que nunca

564 existiu acesso a localidade mencionada e que se houve repasse financeiro por parte da CEMIG

565 à prefeitura, as obras não foram realizadas. Francisco Generoso: Pondera que se foi repassada

566 a verba e a municipalidade não aplicou corretamente, isso pode ser motivo de investigação

567 nas searas próprias. Relata que no âmbito do licenciamento ambiental, essa questão do

568 acesso é de responsabilidade do empreendedor. Ilmar Santos: Esclarece que a função da

569 renovação da licença é justamente para resolver questões pendentes. Coloca em votação o

570 parecer único da SUPRAM Jequitinhonha com as condicionantes consensadas e aceitas pelo

571 empreendedor, bem como pareceres de vista. Aprovado. Abre para discussão proposta de

572 condicionante do conselheiro Jose Otoni onde não houve consenso por parte do

573 empreendedor. Após ampla discussão, coloca em votação a sugestão de condicionante

574 ficando esta com a seguinte redação: Apresentar projeto de adequação do atracador do

575 distrito de Itira ou outra solução satisfatória, com respectivo cronograma de execução, a fim

576 de atender a demanda de travessia do rio Jequitinhonha, considerando que na atualidade os

577 usuários sofrem com a inoperância da balsa devido à formação de banco de areia. Prazo: 150

578 (cento e cinqüenta) dias a partir do referendo da Revalidação da LO. Aprovada. Abre para

579 discussão proposta de condicionante para construção de acesso ao cemitério do Antigo Peixe

580 Cru. Sgto. Valmir: Questiona se a CEMIG utilizou algum método para fiscalização do repasse

581 feito para construção de tal acesso. Mirian – representante da CEMIG: Responde que foi feita

582 vistoria, inclusive com equipe do DER em todos os reassentamentos, ate mesmo na

583 comunidade de Peixe Cru. Diz que os reassentados solicitam um melhoramento do acesso já

584 existente e não a sua construção. Manifestante: Alega que tal acesso nunca existiu e que esta

585 é uma questão urgente para aqueles atingidos. Ilmar Santos: Informa que esta não foi uma

586 condicionante imposta para a licença de operação, mas que nada impede ao Conselho de

587 incluí-la. Casagrande – representante CEMIG: Enfatiza que o acesso foi feito, porém não

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588 houve manutenção por parte da prefeitura. Sendo assim, diz não concordar com a proposta

589 de condicionante. Ilmar Santos: Coloca em votação proposta de condicionante estando esta

590 com a seguinte redação: Construir nova estrada de acesso da Nova Peixe Cru ao cemitério

591 localizada na antiga Peixe Cru ou reforma da estrada já existente, conforme avaliação da

592 equipe analista da SUPRAM Jequitinhonha. Prazo para a vistoria: 60 (sessenta) dias. Prazo

593 para construção ou reforma da estrada: 180 (cento e oitenta) dias após o parecer técnico.

594 Aprovada. Determina a apresentação, pela SUPRAM, de todos os convênios celebrados entre

595 a CEMIG e prefeituras, com repasse de recursos que componham o processo de licenciamento

596 ambiental para o Ministério Público local.

597 7 - Processo Administrativo para exame de Licença Prévia:

598 7.1 - SIGMA Energia S/A - PCH Serra das Agulhas - Barragem de Geração de Energia -

599 Hidrelétrica - Diamantina/Monjolos/MG – Proc. Adm. nº 01164/2003/001/2008 - Classe 3.

600 Apresentação: SUPRAM Jequitinhonha. RETORNO DE BAIXA EM DILIGÊNCIA.

601 fAlexandre – SUPRAM: Relata que o motivo da baixa em diligência foi deferido para que se

602 fosse apresentado nesta reunião a declaração de conformidade com as leis e regulamentos

603 administrativos pela prefeitura municipal de Monjolos/MG. Informa que tal declaração da

604 prefeitura foi emitida e por esse motivo não há mais impeditivo legal para o empreendimento

605 em questão. Alex Mendes: Apresenta seu relatório de vistas demonstrando a localidade de

606 intervenção do empreendimento e relatório sobre as condições de intervenção do mesmo.

607 Pede explicações à equipe técnica sobre a forma que será o empreendimento, se este poderá

608 ser feito a fio d’água ou se haverá descarga de fundo. Frank – SUPRAM: Esclarece que após

609 entendimento com o empreendedor, não haverá depreciação do barramento com descarga de

610 fundo e que o empreendimento será a fio d’água. Alex Mendes: Questiona sobre análises

611 feitas na Q7-10 onde deveriam ter sido feitas na Q95. Frank: Explica que dentro da Eletrobrás

612 há uma indicação, considerando a fase do licenciamento, para se trabalhar com a Q7-10 pois

613 diante das informações que os técnicos possuem nesta fase, esta é a vazão de referência que é

614 recomendada pelo governo do estado de Minas Gerais. Alex Mendes: Questiona sobre o TVR,

615 sobre qual impacto irá causar no período de seca. Frank: Explana que no há como passar por

616 uma vazão maior do que a tubulação admite. Gleydes – SUPRAM: Reitera que a questão

617 ecológica será trabalhada baseada na Q7-10 e que irão ocorrer alterações em algumas

618 comunidades já estabelecidas no local, onde algumas podem desaparecer e outras podem se

619 estabelecer neste novo ambiente que será formado. Alex Mendes: Pergunta sobre a

620 perenizaçao de alguns cursos d’água. Frank: Diz que o parecer técnico cita a montante e a

621 jusante do empreendimento, quais os recursos hídricos que vão aportar no rio principal.

622 Francisco Generoso: Apresenta suas ponderações dizendo sobre a impossibilidade de

623 aprovação da licença sem a documentação mínima exigível, como outorgas e atestado de

624 disponibilidade hídrica. Frank: Elucida que não faria análise contrariando normas, e que foi

625 analisada a disponibilidade hídrica para o empreendimento de acordo com os dados técnicos

626 que possuem. Relata ainda, que de acordo com a legislação vigente é que foi dado o

627 deferimento para este empreendimento. Francisco Generoso: Informa que entende a análise

628 feita pela equipe técnica se baseando em normas administrativas, pois os servidores são

629 vinculados à Secretaria que as baixou. Comunica que hoje não teria condições de aprovar a

630 licença sem outorga e declaração de disponibilidade hídrica. Considera que a hora de atestar a

631 viabilidade é a LP. Alexandre – SUPRAM: Reafirma que houve análise prévia da disponibilidade

632 hídrica para o empreendimento. Adriano – SUPRAM: Informa sobre a questão legal que levou

633 a equipe a aprovar a LP independente de reserva de disponibilidade hídrica, conforme lacuna

634 presente na DN 28. Ilmar Santos: Explana sobre condicionante de número 12 que retrata a

635 questão da autorga que deverá ser apresentada na formalização da LI. Caso contrário, o

636 empreendimento extingue-se. Jose Otoni: Relata que as colocações do conselheiro Francisco

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637 são importantes, onde considera que a água é o nosso bem mais precioso, mas reitera que não

638 vê prejuízo em conceder a licença, uma vez que os recursos hídricos não sofrerão alterações

639 sem a autorga adquirida na próxima fase. Francisco Generoso: Relata não considerar tão

640 simples a concessão da licença prévia, sendo que é nesta fase que se analisa a viabilidade

641 ambiental. Diz que é no principio da proporcionalidade é que deve ser pensado. Antonio

642 Bastos – representante do empreendedor: Explana que a empresa vem cumprindo

643 rigorosamente todas as observações, ponderações e orientações repassadas por todos os

644 órgãos competentes e que assim como cumpriu estas ora apresentadas, também cumprirá as

645 próximas que surgirão. Reconhece ser um risco que o empreendedor possui nesta fase do

646 licenciamento, mas que estão dispostos a enfrentá-lo e que por ser uma empresa investidora,

647 se interessam em continuar a investir. Enfatiza que este empreendimento é de baixo impacto

648 ambiental. Denise Bernardes: Entende ser viável o empreendimento e opina pelo deferimento

649 da licença prévia nos termos do Parecer Único da SUPRAM Jequitinhonha. Alex Mendes:

650 Indaga ao empreendedor se diante do tempo em que estão em tramitação com o referido

651 processo e sabendo da possibilidade da não aquisição da autorga, porque os mesmos

652 decidiram por dar continuidade ao licenciamento. Antonio Bastos: Responde que a atual

653 empresa adquiriu a companhia há pouco tempo. Sendo assim, diz que após análise com vários

654 consultores houve consenso de que o razoável seria dar continuidade ao processo para que o

655 mesmo tenha mais agilidade. Francisco Generoso: Solicita que a votação seja nominal. Ilmar

656 Santos: Coloca em votação Parecer Único da SUPRAM Jequitinhonha pelo deferimento da

657 licença prévia. Aprovada pelos seguintes conselheiros: Denise Bernardes - FIEMG, Alex Mendes

658 – ONG Caminhos da Serra, Jose Otoni - FAEMG, Julio Cesar – SEDRU, Juarez – SETOP, Luiz

659 Henrique – DNPM. Votos contrários: Francisco Generoso – PGJ e Sgto. Valmir de Menezes –

660 PMMG. Luiz Henrique: Justifica o seu voto alegando o DNPM pertencer ao Ministério de Minas

661 e Energia e por não ver impeditivo ao processo uma vez que o mesmo está resguardado pela

662 apresentação da autorga na formalização da LI. Ilmar Santos: Propõe votação em bloco das

663 condicionantes. Apresenta condicionantes propostas pelo conselheiro Francisco Generoso.

664 Coloca em votação condicionantes em que houve consenso, sendo estas com as seguintes

665 redações: B) Apresentar ao IBAMA, CECAV E IPHAN inventário espeleológico e arqueológico

666 referente a toda sua propriedade na área do empreendimento. Prazo: 08 (oito) meses a partir

667 da concessão da LP. C) Não intervir nos sítios arqueológicos e espeleológicos já identificados

668 enquanto não concluído o inventário espeleológico e arqueológico, respeitando-se toda a

669 legislação pertinente à espécie (mormente Resolução CONAMA n.º 347 e Portaria IPHAN n.º

670 230), e obtidas todas as autorizações e/ou licenças necessárias. E) Apresentar, aprovar e

671 executar Plano de Compensação dos impactos sobre o patrimônio arqueológico. Prazo:

672 Apresentar e aprovar o Plano: 06 (seis) meses a partir da concessão da LP e Executar o plano:

673 02 (dois) anos a partir da LI. F) Apresentar estudo de interesse de proteção cultural da

674 Cachoeira do Bueno, situada no Município de Monjolos/MG. Prazo: 06 (seis) meses a partir da

675 concessão da LP. G) Definir e apresentar regra operativa que mantenha a vazão efluente

676 constante ou próxima da vazão natural afluente. Prazo: Na formalização da LI. H) Apresentar

677 relatórios diários de operação, contemplando registros de horários de geração de energia, de

678 vazão turbinada e de nível da cota da lâmina d’água do reservatório. Prazo: Semestralmente a

679 partir da concessão da LO. Aprovadas. Coloca em votação condicionante que não houve

680 consenso quanto a questão de prazo, ficando esta com a seguinte redação: D) Apresentar,

681 aprovar e executar Programa de Prospecção Intensiva (sistemática) que busque identificar

682 todos os sítios presentes na ADA/AE, realizando o salvamento dos sítios identificados e que

683 devam e possam ser salvos. Prazo: 08 (oito) meses a partir da concessão da LP para o

684 inventário. Salvamento na LI. Aprovada. Coloca em votação condicionante “A” ora

685 desmembrada em “A” e “I”, ficando com as seguintes redações: A) Apresentar as diretrizes do

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686 Plano Ambiental de Conservação e Uso do Entorno do Reservatório Artificial (PACUERA).

687 Prazo: Na formalização da LI. I) Apresentar o Plano Ambiental de Conservação e Uso do

688 Entorno do Reservatório Artificial PACUERA. Prazo: Na formalização da LO. Aprovadas. Coloca

689 em votação condicionante que não houve consenso, sendo aprovada pelos seguintes

690 conselheiros: Denise Bernardes – FIEMG, Jose Otoni – FAEMG, Julio Cesar – SEDRU e Ilmar

691 Santos, com a seguinte redação: J) Apresentar programa de recuperação da vegetação, na

692 faixa de, no mínimo, 30m (trinta metros) de ecossistema natural, mensurada a partir da cota

693 máxima de inundação da barragem, tornando-a imune a qualquer tipo de manejo mecânico ou

694 outras práticas que tendam a comprometer sua incolumidade. Prazo: Na formalização da LI.

695 Ressalta que os conselheiros Alex Mendes – ONG Caminhos da Serra, Sgto. Valmir de Menezes

696 – PMMG e Francisco Generoso – PGJ que foram contrários a mencionada redação. Coloca em

697 votação condicionante sugerida pelo conselheiro Alex Mendes Santos, sendo esta: Elaborar

698 projeto para estudo piloto de contenção de foco erosivo a montante do reservatório. Prazo:

699 Na formalização da LI. Aprovada. Coloca em votação demais condicionantes sugeridas pelo

700 conselheiro Alex Mendes Santos em que houve consenso com o empreendedor, ficando com

701 as seguintes redações: Contribuir para a implantação do projeto técnico Trilha Verde da Maria

702 Fumaça, no trecho Diamantina a Monjolos, apresentando à SUPRAM Jequitinhonha relatórios

703 das atividades e ações realizadas. Prazo: Na formalização da LI . Apresentar estudo de retirada

704 mecânica de sedimentos do reservatório, com indicação da destinação final adequada,

705 preferencialmente para projetos sociais. Prazo: Na formalização da LI. Aprovadas.

706 8 - Processos Administrativos para Exame de Licença de Instalação - Concedida “Ad

707 Referendum”:

708 8.1 - Quartel Um Energética S/A - PCH Quartel Um - Barragem de Geração de Energia

709 Hidrelétrica - Gouveia/MG – Proc. Adm. nº 16610/2007/002/2010 - Classe 5. Apresentação:

710 SUPRAM Jequitinhonha. RETORNO DE VISTAS pelos conselheiros Denise Bernardes Couto

711 representante da FIEMG e Francisco Chaves Generoso representante da PGJ.

712 8.2 - Quartel Dois Energética S/A - PCH Quartel Dois - Barragem de Geração de Energia

713 Hidrelétrica - Gouveia/MG – Proc. Adm. nº 16604/2007/002/2010 - Classe 5. Apresentação:

714 SUPRAM Jequitinhonha. RETORNO DE VISTAS pelos Conselheiros Denise Bernardes Couto

715 representante da FIEMG e Francisco Chaves Generoso representante da PGJ.

716 8.3 - Quartel Três Energética S/A - PCH Quartel Três - Barragem de Geração de Energia

717 Hidrelétrica - Gouveia/MG – Proc. Adm. nº 16601/2007/002/2010 - Classe 5. Apresentação:

718 SUPRAM Jequitinhonha. RETORNO DE VISTAS pelos Conselheiros Denise Bernardes Couto

719 representante da FIEMG e Francisco Chaves Generoso representante da PGJ.

720 Ilmar Santos: Coloca em discussão em bloco os processos acima. Solicita que sejam

721 apresentados relatos de vista. Francisco Generoso: Defende sobre a condicionante de APP de

722 100 metros do reservatório, a qual já foi aceita nos três empreendimentos pelo

723 empreendedor. Alessandro - representante do Empreendedor: Concorda com a proposta do

724 relatório de vista apresentado pelo MP, alegando que tal procedimento capitaliza o

725 investimento dentro dos padrões de sustentabilidade e pela específica região de Quartéis

726 permitir tal entendimento. Relata a honra da empresa em ser um dos primeiros

727 empreendimentos de Minas Gerais a ter 100 metros de APP consolidados. Denise Bernardes:

728 Relata que seu parecer de vistas é pelo deferimento, de acordo com o parecer único da

729 SUPRAM Jequitinhonha e se manifesta contra a condicionante da APP de 100 metros. Ilmar

730 Santos: Coloca em votação os referidos processos (Quartel Um, Quartel Dois e Quartel Três) e

731 alteração de redação das condicionantes nº 19 e 52 do Parecer Único, ficando com as

732 seguintes redações: Condicionante 19: Apresentar proposta de projeto de recuperação ou

733 recomposição de APP na área denominada Engenho da Bilia, com metodologia utilizada e

734 cronograma de execução elaborado por responsável técnico habilitado, conforme diretrizes da

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735

Resolução CONAMA nº 369, de 28 de março de 2006 e Resolução CONAMA 302/2002, Prazo:

736

180 (cento e oitenta) dias após a concessão da LI. Condicionante nº 52: Apresentar Plano

737

Ambiental de Conservação e Uso do Entorno do Reservatório Artificial (PACUERA), bem como

738

programa de recuperação da vegetação, na faixa de, no mínimo, 100m (cem metros) de

739

ecossistema natural, mensurada a partir da cota máxima de inundação da barragem,

740

tornando-a imune a qualquer tipo de manejo mecânico ou outras práticas que tendam a

741

comprometer sua incolumidade, observando-se, em tudo, o artigo 2 o , alínea b, e artigo 4 o , §6 o

742

ambos do Código Florestal c/c artigo 3 o

, , inciso I, da Resolução CONAMA n.º 302/02. Prazo:

743

Formalização da LO. Aprovadas pelos conselheiros: Francisco Generoso – PGJ, Sgto. Valmir de

744

Menezes – PMMG, Alex Mendes – ONG Caminhos da Serra, Julio Cesar – SEDRU, Jose Otoni -

745

FAEMG. Ressalta voto contrário da conselheira Denise Bernardes – FIEMG sobre a

746

condicionante de 100 metros de APP. Coloca em votação condicionantes propostas pelo

747

conselheiro Alex Mendes Santos, sendo consensadas pela equipe técnica e empreendedor,

748

ficando com as seguintes redações: 1) Incluir no Programa de Educação Ambiental temáticas

749

voltadas para aspectos locais da região, tais como: o combate às queimadas e proteção às

750

áreas de reserva florestal legal e APP, animais ameaçados de extinção, flora ameaçada de

751

extinção, manejo e uso do solo, erosões, proteção de nascentes, bacias hidrográficas,

752

recuperação de áreas degradadas, patrimônio. Prazo: 90 (noventa) dias após a concessão da

753

LI. 2) Apresentar junto ao projeto do alojamento área para lazer dos funcionários. Prazo: 90

754

(noventa) dias após a concessão da LI. 3) Apresentar programa de monitoramento da

755

ictiofauna para as lagoas marginais a montante da PCH Quartel I, entre Capitão Felizardo e o

756

Cemitério do Peixe (Fazendas Vereda, Lagoa Bonita e Bela Vista). Prazo: 90 (noventa) dias após

757

a concessão da LI. 4) Apresentar projeto para criação e manutenção do Centro de Referência

758

da Memória do Rio Paraúna. Prazo: 180 (cento e oitenta) dias após a concessão da LI. 5)

759

Apresentar programa de desenvolvimento ao Turismo responsável da bacia do Rio Paraúna.

760

Prazo: 180 dias após a concessão da LI. 6) Apresentar programa de desenvolvimento dos

761

fornecedores locais. Prazo: 180 (cento e oitenta) dias após a concessão da LI. Aprovadas.

762

9 - Processo Administrativo para Exame de Licença de Operação Corretiva

763

9.1 - Estamparia S/A - Fábrica São Roberto - Fiação e Tecelagem plana e tubular com fibras

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naturais e sintéticas - Diamantina/MG – Proc. Adm. nº 00135/1998/006/2010 - Classe 3.

765

Apresentação: SUPRAM Jequitinhonha.

766

Ilmar Santos: Abre para discussão. Francisco Generoso: Pede vistas ao processo,

767

acompanhado pela conselheira Denise Bernardes – FIEMG. Representante do Empreendedor:

768

Alega estarem presentes desde as 13 horas da tarde e relata que foi solicitado que os pedidos

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de vistas fossem feitos no começo das reuniões, ate em respeito aos empreendedores.

770

Questiona ao conselheiro Francisco Generoso sobre o motivo do pedido de vistas. Ilmar

771

Santos: Assume não ter feito tal procedimento. Francisco Generoso: Justifica que o pedido de

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vistas é para encaminhamento ao setor técnico do MP para avaliação. Ilmar Santos: Concede

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pedido de vistas, uma vez que o mesmo é regimental.

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10 – Assuntos Gerais

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Ilmar Santos: Abre para manifestação. Não houve manifestação.

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11 - Encerramento

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Ilmar Santos: Agradece penhoradamente a presença dos conselheiros que se mantiveram

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presentes e da equipe da SUPRAM Jequitinhonha. Diz que esta foi a sua ultima reunião à frente

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desta URC, infelizmente, em que muito se orgulhou em participar. Deseja um bom retorno e fim

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de noite e encerra a reunião à 1 hora e 24 minutos da madrugada.

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Shelley de Souza Carneiro - Presidente da URC/COPAM Jequitinhonha.

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