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Cap. 2 Áreas Classificadas Típicas E&P-CORP / ENGP / IPSA

Cap. 2 Áreas Classificadas Típicas

E&P-CORP / ENGP / IPSA

Capítulo 2 Áreas Classificadas Típicas

Neste capítulo são apresentados os conceitos de classificação de áreas por Zona segundo as normas IEC. São também listados os locais/equipamentos típicos que classificam a área em Unidades de Perfuração e Produção

2.1. Definições

Área Classificada (devido a atmosferas explosivas de gás):

Área

na qual uma

atmosfera explosiva de gás está presente ou na qual é provável sua ocorrência a ponto de exigir precauções especiais para a construção, instalação e utilização de equipamento

elétrico.” [16A] .

Atmosfera

Explosiva

de

gás:

Mistura

com

ar,

sob

condições

atmosféricas,

de

substâncias inflamáveis na forma de gás, vapor ou névoa, na qual , após a ignição, a combustão se propaga através da mistura não consumida.” [16A].

Assim, Áreas Classificadas são todos aqueles espaços ou regiões tridimensionais onde

pode ocorrer presença de gases e líquidos inflamáveis, inflamável (explosiva).

que podem formar uma atmosfera

Tais atmosferas explosivas podem surgir a partir de operações de perfuração ou testes de produção em poços e, também, em torno de equipamentos e instalações de produção onde gases e líquidos inflamáveis são armazenados, processados ou manuseados.

“Fonte de Risco”: Para o propósito de classificação de área uma fonte de risco [17A] é definida como um ponto ou local no qual uma substância pode ser liberada para formar uma atmosfera inflamável/explosiva. A fonte de risco é classificada conforme se segue:

“Fonte de Risco de Grau Contínuo” : A liberação da substância ocorre continuamente por longos períodos ou freqüentemente por curtos períodos;

“Fonte de Risco de Grau Primário”: A liberação da substância ocorre periodicamente ou ocasionalmente, em condições normais de operação, ou é causada por operações de reparo, manutenção freqüente, rompimento, falha no equipamento de processo, condições que sejam anormais porém previstas.

“Fonte de Risco de Grau Secundário”: A liberação da substância ocorre em condições anormais de operação ou causada por rompimento, falha no equipamento de processo, que sejam anormais porém previstas, ou infreqüentes por curtos períodos.

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Na maioria dos casos, em áreas abertas, adequadamente ventiladas:

Fonte de Risco de Grau Contínuo resulta em Zona 0; Fonte de Risco de Grau
Fonte de Risco de Grau Contínuo resulta em Zona 0;
Fonte de Risco de Grau Primário resulta em Zona 1;
Fonte de Risco de Grau Secundário resulta em Zona 2.
Fonte de risco de
grau primário
ZONA 1
(raio 1 5m)
ZONA 2
Fonte de risco de
grau contínuo
raio 3m
(1,5m além
da zona 1)
ZONA 0
Fonte de risco de
grau secundário
ZONA 2
zona 1) ZONA 0 Fonte de risco de grau secundário ZONA 2 Representação de ZONAS nos

Representação de ZONAS nos Planos de Classificação de Áreas

Zona 0:

Zona 0:

Zona 1:

Zona 1:

Zona 2:

Zona 2:

Fig. 2.1- Representação, em corte, de áreas classificadas geradas por um tanque de armazenamento de líquido inflamável, com respiro (vent ),

2.2. Classificação em Zonas

As áreas são classificadas em ZONAS, conforme a probabilidade de ocorrência dessa mistura explosiva em:

- Continuamente Presente Þ Zona 0 Onde uma mistura explosiva ar/gás está continuamente presente ou presente por longos períodos. (ex.: interior de vaso separador, superfície de líquido inflamável em tanques, etc.)

- Freqüentemente Presente Þ Zona 1 Onde é provável ocorrer uma mistura explosiva ar/gás, durante operação normal) (ex.: sala de peneiras de lama, sala de tanques de lama, Mesa Rotativa, respiro de equipamento de processo, etc.)

- Acidentalmente Presente Þ Zona 2 Onde é pouco provável ocorrer uma mistura explosiva ar/gás, em condições normais de operação ou, caso ocorra, será por um breve período de tempo. (ex.: válvulas, flanges e acessórios de tubulação para líquidos ou gases inflamáveis )

Classificação segundo as normas internacionais (IEC) série 60079 [11]

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O conceito de classificação em Zonas é adotado, também, pelo IMO MODU Code e pelas

Sociedades Classificadoras ABS, BV e DNV.

Na tabela abaixo, pode-se notar que a ZONA 2 (IEC) corresponde à DIVISÃO 2 (NEC-500), e que a DIVISÃO 1 (NEC) corresponde às ZONAS 1 e 0. Assim, um equipamento projetado para a ZONA 1 não pode ser aplicado diretamente na DIVISÃO 1 considerada Zona 0.

Na tabela abaixo, pode-se notar que a ZONA 2 (IEC) corresponde à DIVISÃO 2 (NEC-500), e que a DIVISÃO 1 (NEC) corresponde às ZONAS 1 e 0. Assim, um equipamento projetado para a ZONA 1 não pode ser aplicado diretamente na DIVISÃO 1, sem que seja feita uma melhor avaliação do grau de risco da área.

A tabela mostra, também, que o artigo 505 da NEC, editado em 1996, adota a mesma

classificação de área que é utilizada pelas normas européias /internacionais (IEC).

FREQUÊNCIA

ATMOSFERA

ATMOSFERA

CONDIÇÕES

CONTÍNUA

INTERMITENTE

ANORMAIS

IEC (série 60079)

ZONA 0

ZONA 1

ZONA 2

NEC (Art. 500 /EUA)

DIVISÃO

1

DIVISÃO 2

NEC (Art. 505*)

ZONA 0

ZONA 1

ZONA 2

* Harmonizada com a IE C-60079, a partir de 1996.

ZONA 2 * Harmonizada com a IE C-60079, a partir de 1996. NOTAS: 1) A Zona

NOTAS:

1)

A Zona 2 é uma área de menor risco ou de menor classificação em relação à Zona 1.

2)

A Zona 1 é uma área de menor risco ou de menor classificação em relação à Zona 0.

2.3. Classificação de Áreas

2.3.1. A Classificação de Áreas está baseada em eventos e situações associadas com as operações normais da Plataforma, ou seja, ocorrência de evaporação em sistemas de manuseio de substâncias inflamáveis para retirada de amostras, pequenos vazamentos através de flanges e gaxetas (emissões fugitivas) de equipamentos da planta de produção, vazamento de substâncias inflamáveis durante manutenção, operações de intervenção de poços, etc.

A Classificação de áreas deve ser feita preferencialmente por equipe multidisciplinar (processo, utilidades, segurança, elétrica, etc.) envolvida nas atividades de projeto, operação e manutenção da unidade, coordenada por profissional com experiência nesta área.

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Para novas instalações ou modificações em unidades existentes, a Classificação de Áreas deve ser efetuada antes que o projeto e o layout de equipamentos esteja concluído. Neste estágio pode ser possível fazer consideráveis melhorias a um baixo custo. A classificação de áreas deve ser sempre revisada e os desenho s atualizados, na conclusão do projeto e antes de qualquer modificação de unidade existente.

Nota: Vide item 19.1– Plano de Áreas Classificadas, no Cap. 19, quanto às informações que o Plano deve conter, bem como os Documentos Complementares que contém informações importantes para o desenvolvimento do projeto de Classificação de Áreas da unidade.

2.3.2. O Plano de Áreas Classificadas é construído a partir do levantamento e mapeamento individual de cada equipamento com seus periféricos que seja considerado como fonte de risco (vide mapa de risco na figura 2.1). Esses equipamentos são representados sobre a desenho de arranjo geral da unidade com os respectivos contornos de áreas de risco (forma e dimensões), formando assim, um mapa de risco de presença de mistura inflamável na instalação.

19.4 (Vista do

convés principal) e complementado pela vista em perfil na figura 19.3, para o caso da

plataforma PETROBRAS-V.

para a mesma plataforma, está mostrada na figura 19.5.

Esse mapeamento resulta no Plano conforme exemplificado

nas

figuras

Uma visualização tri-dimensional dessas áreas classificadas,

2.3.3. Figuras típicas de Classificação de Áreas:

A metodologia para a classificação de áreas está expressa em normas técnicas e a mais difundida ho je nas instalações de E&P é a API RP 505 [9D], com classificação segundo o conceito de ZONAS (0, 1 e 2) da IEC. Nas instalações mais antigas, em geral, adotou-se a API RP 500, parte B [9], com classificação segundo o conceito de DIVISÃO (1 e 2), antes da vigência da RP 505, em 1996 (vide item 1.5.4, no Cap. 1).

Algumas companhias de petróleo européias, alternativamente, adotam a norma IP-Code Part 15 [13], também aceita pelas Sociedades Classificadoras para classificação de áreas.

Estas

equipamentos/instalações típicas de Perfuração e Produção; as mesmas apresentam também alguns métodos alternativos para estimativa do raio de classificação, de instalações específicas, baseado na taxa de liberação estimada (função da pressão, volumes, taxas de falhas em selos, etc.) e na taxa de dispersão em função da volatilidade, densidade e as condições de ventilação local, para áreas abertas.

para

normas

se

baseiam

em

figuras

de

classificação

de

áreas

Nas instalações da PETROBRAS sem certificação por Sociedade Classificadora como plataformas fixas, deve ser adotada a norma N-2154 [17A] (vide item 1.2, no Cap. 1).

Nota: Vide endereço dos sites

classificação de áreas, ao final do Capítul o 1.

de acesso às normas que contém vários exemplos de figuras de

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2.3.4. Eventos catastróficos como por exemplo, vazamento descontrolado de gás blowout ou ruptura de vaso ou tubulação de alta pressão contendo hidrocarbonetos,

vazamento descontrolado de gás blowout ou ruptura de vaso ou tubulação de alta pressão contendo hidrocarbonetos,

por

não

devem ser considerados na execução do Plano de Áreas Classificadas, uma vez que levariam a uma classificação bem mais rigorosa e ampla, sendo escopo de estudo denominado de Análise de Riscos.

Para estes “eventos catastróficos” são previstos meios de deteção de gás, desligamento manual e/ou automático, seletivo e seqüencial de fo ntes de ignição, parada de ventilação, fechamento de poços, etc. conforme configuração dos Sistemas de Parada de Emergência (ESD). Vide Cap. 18.

2.3.5. Equipamentos elétricos essenciais / iluminação essencial e de emergência:

Além dos Sistemas de Parada de Emergência, para as novas unidades de produção marítimas, as Diretrizes do E&P-CORP [2A] estabelecem requisitos para equipamentos elétricos que necessitam operar durante uma parada de emergência, assim como para os sistemas de iluminação essencial e de emergência:

Com o objetivo de minimizar a probabilidade de ignição de hidrocarbonetos que possam ser

liberados para a atmosfera, provenientes de equipamentos, tubulações etc, a seguinte ação deverá ser considerada:

- Todos os equipamentos elétricos que necessitem operar durante uma parada de emergência de nível 3 (ESD-3) e que estejam localizados em área aberta deverão ser adequados, no mínimo, para operar em áreas classificadas como “Grupo IIA, Zona 2, T3”, mesmo se localizados em áreas não-classificadas, a menos que possam ser automaticamente desenergizados, quando da presença de gás na área do equipamento. Para iluminação de emergência, deverão ser utilizados equipamentos do tipo segurança aumentada. Atenção deverá ser dada para a nota 2 do item 4.3”

Os equipamentos elétricos instalados em salas de baterias, inclusive no caso de utilização de baterias seladas, deverão possuir no mínimo a classificação “Grupo IIC, Zona 2, T1”. Caso

não possam ser desenergizados deverá ser considerada a classificação de Zona 1.”

Item 4.8

[2A]

“Iluminação Essencial: É a iluminação mínima exigida para garantir a segurança na realização dos trabalhos, que se fizerem necessários, na Instalação, quando da ocorrência de uma parada de emergência nível 3T (ESD-3T). Esta iluminação deverá ser alimentada pelo gerador de emergência através dos painéis essenciais e ser adequada para operar em áreas classificadas como “Grupo IIA, Zona 2, T3”, mesmo em áreas não-classificadas, exceto dentro das salas ventiladas mecanicamente.

Iluminação de Emergência: É a iluminação mínima exigida para garantir a segurança na realização do abandono da Instalação e/ou realização dos trabalhos, que se fizerem necessários, durante a fase de transição entre a parada do gerador de energia elétrica principal e o de emergência. Esta iluminação deverá ser alimentada pelo gerador de emergência durante ESD- 3T. No caso de falta de energia proveniente do gerador de emergência, a iluminação de emergência deverá ser alimentada pela fonte transitória de energia. Deverá ser adequada para operar em áreas classificadas como “Grupo IIA, Zona 2, T3”, devendo ser do tipo segurança aumentada, exceto no interior do módulo de acomodações.” Item 4.6 [2A]

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2.4. Relação de Áreas Classificadas Típicas

Determinadas áreas e compartimentos devem, se assim indicado pelas circunstâncias, ser classificados como área de maior grau de risco (Zona) e/ou com raio maior, que aqueles indicados nos exe mplos abaixo.

Determinados equipamentos com altas pressões, grandes vazamentos em potencial podem requerer maiores dimensões para as áreas classificadas do que aqueles indicados nos exemplos abaixo:

Determinadas áreas e compartimentos podem, sob determinadas circunstâncias e/ou quando forem tomadas precauções especiais, ser classificadas como área de menor grau de risco que aquele indicado nos exemplos abaixo.

2.4.1. Extensão da Classificação de Áreas:

Entende-se por extensão de classificação de área os limites da área de risco de presença de mistura explosiva em uma instalação. A magnitude desta extensão depende de diversos fatores relacionados não só com a substância inflamável em questão, mas também com fatores externos, tais como: condições de ventilação, porte e tipo do equipamento de processo, etc.

Se o equipamento considerado como fonte de risco for instalado em compartimento confinado ou semi-confinado, todo o volume deste compartimento torna-se área classificada, mesmo que este seja bem ventilado. Em áreas confinadas, valem as regras do IMO MODU CODE e da própria Classificadora.

Áreas Adjacentes a áreas classificadas:

Exceto por razões operacionais, não devem existir portas de acesso ou outras aberturas entre um compartimento cons iderado área não-classificada e uma área classificada ou entre um compartimento classificado como Zona 2 e outro classificado como Zona 1;

Qualquer sala, mesmo sem fonte de risco, será considerada área classificada com o mesmo grau de risco (zona) ou com grau de risco maior (se não houver ventilação), se houver qualquer abertura ou porta que comunique com alguma área classificada adjacente, a menos que haja ventilação forçada, pressurizando tal sala para impedir o ingresso de eventual gás.

Vide item 5.3 – Aberturas, acessos e condições de ventilação que afetam a extensão das Áreas Classificadas, do Capítulo 5.

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2.4.2. Áreas Classificadas em Plataformas de Perfuração

2.4.2.1. Zona 0 inclui:

a) O espaço interno de tanques fechados e tubulações para lama de perfuração ativa, lama de perfuração sub-balanceada* (under-balanced) assim como óleo e gás produzidos, como por exemplo tubos de respiro de gás do desgaseificador e outros espaços onde uma mistura de óleo/gás/ar possa estar continuamente presente ou presente por longos períodos.

2.4.2.2. Zona 1 inclui:

a) Espaços em torno da mesa rotativa, e espaços que contenham qualquer parte

aberta do sistema de circulação e tratamento de lama de retorno do poço, o tanque de lama:

até

a1. Plataforma de trabalho (convés de perfuração; “drill floor”), raio gerado a partir da Mesa Rotativa; (vide Zona 2 complementar conforme ítem 2.4.1.2 a1 ou a2)

a2. Cabine do Sondador, Escritório do Sondador, Sala de Painéis e qualquer outro

drill floor, quando não isolado/pressurizado para

compartimento confinado no purga.

a3. Área semi-confinada na subestrutura da torre {região abaixo do piso do drill- floor e da mesa rotativa onde possa acumular bolsões devido à presença de fontes de risco como calha de retorno de lama aberta, preventor de erupção (BOP) em jack-up´s, a boca de sino (“bell niple”); junta telescópica para semi-submersível}

a4.Qualquer

de

área

confinada

no

drill- floor

que

tenha

passagem

ou

abertura

comunicação com a subestrutura indicada no item a3 acima

a5. Calha aberta de retorno de lama de perfuração

a6. Sala (casaria) das Peneiras de Lama

a7. Sala dos Tanques de Lama

a8. Área em torno do Tanque de Lama da Peneira,

Desareadores,

correspondentes

Dessiltadores, Desgaseificador e

respectivas bombas de processamento de lama, manifold e respiros

a9. Área em torno do Separador de Gás e correspondente respiro (no topo da torre de perfuração)

a10. Tanque de Manobra de poço (“trip tank”) e bomba correspondente

a11. descarga da linha do “diverter”

a12. Área sob o Cantilever (unidades tipo Jack-Up)

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b) Espaços em torno dos cogumelos de exaustores de compartimentos classificados como Zona 1, incluindo o espaço interno de dutos; por exemplo, são os seguintes estes espaços típicos:

b1. Sala de tanques de lama;

b2. Sala (casaria) das Peneiras de Lama;

b3.Sala

das

bombas

de

processamento

desareador);

b4. Sala de baterias;

b5. Paiol de tintas;

de

lama

(dessiltador,

desgaseificador

e

c) Em áreas abertas, a área de 1,5m em torno de qualquer abertura de acesso ou de ventilação de compartimentos classificados como Zona 1, por exemplo, citados nos itens (a) e (b) acima:

c1. Portas, janelas, escotilhas

c2. Aberturas em pisos, tetos ou anteparas para passagem de cabos elétricos, tubulação;

c2. Suspiros ou aberturas para exaustão e/ou ventilação natural

d)

Espaços em torno dos equipamentos fixos ou temporários, de testes de produção da formação:

d1. Vaso Separador de Teste de Produção e tubulação (manifold) correspondente;

d2. Tanque de Aferição e respiro, Medição de Vazão e tubulação correspondente;

d3. Skid da bomba do tanque de aferição;

d4. Juntas Rotativas para tubulação de óleo e gás, na base da lança do queimador;

d5. Queimador

Quando a plataforma realiza testes de produção , mudando a atividade fim (de perfuração para
Quando a plataforma realiza testes de produção , mudando a atividade fim (de perfuração para

Quando a plataforma realiza testes de produção, mudando a atividade fim (de perfuração para produção), novas zonas de risco devem ser consideradas, geradas pelos equipamentos/skids temporários listados acima, que não podem ser localizados junto a cogumelos de ventilação e outras aberturas para praça de máquinas e para outros ambientes confinados.

Vide precauções descritas no item 18.1 do Cap. 18 – Testes de Produção em Plataformas de Perfuração.

* e) Perfuração sub-balanceada (under-balanced)

Na perfuração subbalanceada, a lama de retorno pode conter óleo e gás; todos os vasos e separadores devem ser classificados internamente como Zona 0, e externamente como Zona 1.

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f)

Outros:

f1. Qualquer área confinada ou semi-confinada, sem ventilação adequada, com acesso direto a qualquer Zona 2; *

f2. Qualquer área confinada ou semi-confinada, com ventilação adequada, com fonte de risco de grau primário. *

f3. Salas de Baterias (Vide capítulo 14);

f4. Área em torno dos Tanques de Armazenamento de Querosene de Aviação, da Bomba de Abastecimento e Carretel de mangueira;

f5. Paiol de tintas;**

f6. Área Depósito de Cilindros de Acetileno;**

f7. Área Depósito de Cilindros de GLP;**

* Vide item 5.3 Aberturas, Acessos e Condições de Ventilação que afetam a Extensão das Áreas Classificadas, no Capítulo 5 – Ventilação e Classificação de Áreas em Ambientes Confinados

**

Vide Capítulo 17 – Armazenamento e Manuseio de Material Inflamável

2.4.2.3. Zona 2 inclui:

a1. Área além da zona 1 em torno da mesa rotativa, estendido até os limites das anteparas quebra-vento e cobertura do guincho de perfuração, até a altura da antepara quebra-vento + 1,5m, para convés de perfuração (drill- floor) semi- confinado.

a2. Áreas em torno da mesa rotativa, até o contorno da torre de perfuração, com altura de 3m, para convés de perfuração (drill floor) aberto, sem quebra-vento;

a3. Áreas 1,5 m além das áreas Zona 1 especificadas acima;

a4. Antecâmara (“air-lock”) formando barreira com duas portas, entre uma Zona 1 e área não-classificada;

a5. Área em torno do “Choke e Kill Manifold”;

a6. Área em torno do funil de descarte de cascalhos de lama

a7. Espaços em torno de fontes de risco secundária como flanges, conexões, válvulas, contendo hidrocarbonetos ou lama de retorno, etc.

que

a8. Qualquer área confinada ou semi-confinada, adequadamente contenha fontes de risco de grau secundário.

a9. Qualquer área confinada ou semi-confinada, adequadamente ventilada, com acesso direto a qualquer Zona 1.

a10. Áreas externas num raio de 1,5 m além da fronteira de qualquer saída de ventilação ou acesso a espaço Zona 2, como por exemplo:

ventilada,

- Portas, janelas, escotilhas

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Aberturas em pisos, tetos ou anteparas para passagem de cabos elétricos, tubulação

- Suspiros ou abertura para exaustão e/ou ventilação natural

-

Obs.: Tubulação fechada, totalmente soldada, sem flange, conexões válvulas ou outros acessórios similares, não devem ser considerados como fontes de risco.

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2.4.3. Áreas Classificadas em Unidades de Produção de Óleo/Gás

2.4.3.1 Zona 0 inclui, por exemplo:

a1. Áreas internas a equipamentos de processo contendo gases ou vapores inflamáveis;

a2. Áreas internas a vasos de pressão ou tanques de armazenamento;

a3. áreas em torno de respiros que liberem gases ou vapores continuamente ou por longos períodos;

a4. áreas acima e próximas de superfícies de líquidos inflamáveis em geral.

2.4.3.2 Zona 1 inclui, por exemplo, espaços em torno de:

- Área de cabeça de poço

- QCDC (linhas de óleo e gás)

- Conector de riser de produção, de exportação, de injeção de gás

- Árvores de Natal secas

- Equipamentos para armazenamento e processamento de óleo e gás:

- Tanque de armazenamento de líquido inflamável

- Tanque de armazenamento de líquido combustível (QAV, etc.)

- Vaso de pressão de hidrocarbonetos, em geral (Separadores de Alta e Baixa Pressão, Dessalgadora, Surge Drum)

- Distribuidor ou coletor

- Respiros, vents,

- Válvulas de alívio (PSV´s, Diafragmas, etc.) e respectivas descargas

- Lançador ou Recebedor de PIG

- Lançador ou Recebedor de esferas e raspador

- Unidade de Remoção de H 2 S

- Unidade de desidratação de gás (glicol)

- Sistema de Lançamento através de linha (TFL)

- Desidratador, estabilizador e unidade de recuperação de hidrocarbonetos

- Equipamento de armazenamento de água contaminada com gás inflamável (hidrociclones e caissons)

- Unidade de Injeção de Produtos Químicos (metanol, etc.)

- Bombas de Transferência de Óleo

- Compressor de gás, compressor recuperador de vapor

- respect. respiros de tanques deóleo lubricante, óleo hidráulico (contamináveis através de selos em mancais),

- trocadores de calor, intercooler

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- Motor a gás, Turbinas:

- Vent das válvulas de blow-down (BDV) de despressurização das linhas de gás combustível;

- Vent de tanque de óleo hidráulico, tanque de óleo lubrificante, quando contaminável com gás através de selo dos mancais, etc.;

- Respiro de Carter de motor a gás;

- Filtros e Unidades de tratamento de gás combustível

- interior do hood, conforme a condição de ventilação e proteções existentes, pode ser considerado zona 2

- Drenos fechados e abertos de vasos e skids

- Válvulas e atuadores de válvulas de hidrocarbonetos

- Espaços em torno de mangotes flexíveis, com hidrocarbonetos

- Espaços em torno de pontos de tomada de amostras (válvulas, etc.)

- Espaços em torno de selo de bombas compressores e similares, no caso de fonte de risco de grau primário.

- Etc., (vide API RP-505, N-2154)

b) Espaços em torno dos cogumelos de exaustores de compartimentos classificados como Zona 1, incluindo o espaço interno de dutos; como exemplos típicos exaustor de:

b1. Sala de baterias;

b2. Paiol de tintas;

b3. Sala de bombas de exportação de óleo

c) Em áreas externas, a área de 1,5m em torno de qualquer abertura de acesso ou de ventilação de compartimentos classificados como Zona 1, incluindo, por exemplo, citados nos itens (a) e (b) acima:

c1. Portas, janelas, escotilhas

c2. Aberturas em pisos, tetos ou anteparas para passagem de cabos elétricos, tubulação

c2. Suspiro ou abertura para exaustão e/ou ventilação natural

g)

Outros:

d1. Qualquer área confinada ou semi- confinada, sem ventilação, com acesso direto a qualquer área classificada como Zona 2; *

d2. Qualquer área confinada ou semi-confinada, com ventilação adequada, contendo fonte de risco de grau primário; *

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d3. Qualquer área confinada ou semi-confinada, sem ventilação, contendo fonte de risco de grau secundário; *

d4. Salas de Baterias (Vide capítulo 14)

d5. Área em torno dos Tanques de Armazenamento de Querosene de Aviação, da Bomba de Abastecimento e Carretel de mangueira.

d6. Paiol de tintas**

d7. Área Depósito de Cilindros de Acetileno**

*

Vide item 5.3 Aberturas, Acessos e Condições de Ventilação que afetam a Extensão das Áreas Classificadas, no Capítulo 5 – Ventilação e Classificação de Áreas em Ambientes Confinados

**

Vide Capítulo 17 – Armazenamento e Manuseio de Material Inflamável

2.4.3.3 Zona 2 inclui, por exemplo:

a1. Áreas 1,5 m além das áreas Zona 1 especificadas acima.

a2. Antecâmara (“air-lock”) formando barreira com duas portas, entre uma Zona 1 e área não-classificada

a3. Espaços em torno de fontes de risco secundária como flanges, conexões, válvulas, queixo-duro, etc.

que

a4. Qualquer área confinada ou semi-confinada, adequadamente ventilada, contenha fontes de risco de grau secundário.

a5. Qualquer área confinada ou semi-confinada, adequadamente ventilada, com acesso direto a qualquer Zona 1.

a6. Áreas externas num raio de 1,5 m além da fronteira de qualquer saída de ventilação ou acesso a espaço Zona 2, como por exemplo:

- Portas, janelas, escotilhas

Aberturas em pisos, tetos ou anteparas para tubulação

-

passagem

de

cabos

elétricos,

- Suspiros ou abertura para exaustão e/ou ventilação natural

- Equipamento de armazenamento de água contaminada com gás inflamável (hidrociclones e caissons)

Obs.: Tubulação fechada totalmente soldada, sem flange, conexões válvulas ou outros acessórios similares não devem ser considerados como fontes de risco.

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Cap. 2 Áreas Classificadas Típicas E&P-CORP / ENGP / IPSA

Cap. 2 Áreas Classificadas Típicas

E&P-CORP / ENGP / IPSA

2.4.3.4 Para unidades com Sonda Modulada (SM) ou Sonda de Completação (SPM)

Vide item 2.4.1 - Plataforma de Perfuração, observando onde houver correspondência na classificação de áreas, conforme exemplos abaixo:

- área do convés da mesa e subestrutura do mastro – “correspondente” ao convés de perfuração e subestrutura da torre de perfuração;

- tanque do fluido de completação de retorno “correspondente” ao tanque de lama de perfuração.

2.4.3.5 Unidades tipo FPSO, FSO

Estes tipos de unidade têm requisitos adicionais, conforme regras das classificadoras, superpondo/unindo as áreas classificadas típicas, como abaixo:

- embarcação para armazenamento (navio petroleiro);

- planta de processamento de óleo/gás, no convés de produção;

- torre do swivel;

- poço do turret para ancoragem e conexão dos risers de produção/exportação

- utilidades, etc.

As áreas classificadas típicas de navios petroleiros, conforme definido na IEC 60092-502 [11F], que também inclui as figuras de classificação de áreas correspondentes, são:

(a)

vent/suspiro de tanques de carga de petróleo, atmosférico ou com válvula de vácuo- pressão, tipicamente, cilindro vertical com raio de classificação de 10m (Zona 1 esfera e cilindro raio 6m + Zona 2 com cilindro raio 4 m ).

(b)

boca de visita de tanques de carga, boca de ulagem (medição), Zona 1

(c)

área no convés livre sobre e adjacentes ao teto dos tanques de carga *

(d)

espaços confinados/cofferdam imediatamente adjacentes (acima, abaixo ou lateralmente) a tanques de carga, Zona 1; respiros desses espaços no convés

(e)

sala de bombas de carga/transferência de óleo, Zona 1

(f)

etc (vide IEC acima).

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Cap. 2 Áreas Classificadas Típicas E&P-CORP / ENGP / IPSA

Cap. 2 Áreas Classificadas Típicas

E&P-CORP / ENGP / IPSA

(*) Notas:

- O espaço sobre o convés principal do navio, na região acima dos tanques de carga

petróleo é classificado como Zona 2 em toda a sua largura e 3m além da sua extensão no

comprimento sobre os tanques de carga, até uma altura de 3m,

vide figura adiante (a norma IEC 60092-500 é aplicável apenas para navio petroleiro, especificando uma altura de 2,4m para Zona 2)

conforme API RP-505 –

de

- Em havendo módulo de produção ou módulo de utilidades com piso fechado, montado

a área

classificada ocupa todo esse vão, entre o convés principal do navio (teto do tanque de carga) até o piso daquele convés de produção/utilidades montado acima;

sobre o convés principal, então a classificação se estende além desses 3m;

- Nessa situação, com ventilação natural dificultada pelo confinamento por obstáculos e

possível formação de bolsões nas cavernas entre perfis estruturais,

abaixo desse piso do

módulo de produção/utilidades, toda essa região deve ser classificada como Zona 1.

- Para a planta de processamento são válidas as áreas descritas nos itens 2.4.2.1 a 2.4.2.3, acima.

- Para as utilidades (ventilação/exaustão de salas de baterias, salas de bombas de carga, etc.) são válidas as áreas descritas nos itens 2.4.2.2 a 2.4.2.3, acima.

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Zona 1 em convés de navio petroleiro: Zona 2, em convés de navio petroleiro –

Zona 1 em convés de navio petroleiro:

Zona 1 em convés de navio petroleiro: Zona 2, em convés de navio petroleiro – detalhe

Zona 2, em convés de navio petroleiro – detalhe do cilindro com raio de classificação 6m Zona 1 + 4m Zona 2, que classifica área em torno de respiro de tanque de carga

Nota: Estas figuras da norma IEC-60092-502 são aqui mostradas para facilidade de consulta. Vide o texto integral dessa norma, que está disponível para acesso on-line na página NTE-NET, ENGENHARIA/SL/DTL : http://164.85.47.150

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Classificação de áreas típica em FPSO , errata da figura 90 – API RP-505, Nota:

Classificação de áreas típica em FPSO , errata da figura 90 – API RP-505,

Nota: Esta figura da norma API RP-505 é aqui mostrada para facilidade de consulta. Vide o texto integral dessa norma, que está disponível para acesso on-line na página NTE-NET, ENGENHARIA/SL/DTL : http://164.85.47.150

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