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ALGUMAS CONSIDERAÇÕES SOBRE CONCRETO
ALGUMAS CONSIDERAÇÕES
SOBRE CONCRETO
GERALDO MORITZ PICCOLI 2013
GERALDO MORITZ PICCOLI
2013
TIPOS DE CIMENTO PORTLAND
TIPOS DE CIMENTO PORTLAND
• CPI e CPI-S– COMUM • CPII – COMPOSTO • CPIII – DE ALTO FORNO
• CPI e CPI-S– COMUM
• CPII – COMPOSTO
• CPIII – DE ALTO FORNO
• CPIV – POZOLÂNICO
• CPV-ARI – DE ALTA RESISTÊNCIA INICIAL
• CPB – BRANCO
• CP TIPO G – PARA POÇOS PETROLÍFEROS
• RS – RESISTENTE A SULFATOS
• BC – BAIXO CALOR
CIMENTO PORTLAND COMUM
CIMENTO PORTLAND COMUM
• SEM ADIÇÕES CPI-25, CPI-32 E CPI-40
• SEM ADIÇÕES
CPI-25, CPI-32 E CPI-40
• COM ADIÇÕES CPI-S-25, CPI-S-32 E CPI-S-40 1 A 5 % DE MATERIAL CARBONÁTICO, ESCÓRIA
• COM ADIÇÕES
CPI-S-25, CPI-S-32 E CPI-S-40
1 A 5 % DE MATERIAL CARBONÁTICO,
ESCÓRIA GRANULADA DE ALTO FORNO
OU MATERIAIS POZOLÂNICOS
CIMENTO PORTLAND COMPOSTO
CIMENTO PORTLAND COMPOSTO
• CPII-E - COM ADIÇÃO DE 6 A 34 % DE ESCÓRIA GRANULADA DE ALTO
• CPII-E - COM ADIÇÃO DE 6 A 34 % DE ESCÓRIA
GRANULADA DE ALTO FORNO E 0 A 10 % DE MATERIAL
CARBONÁTICO
CPII-E-25, CPII-E-32 E CPII-E-40
CPII-F – COM ADIÇÃO DE 6 A 10 % DE MATERIAL
CARBONÁTICO
CPII-F-25, CPII-F-32 E CPII-F-40
• CPII-Z – COM ADIÇÃO DE 6 A 14 % DE MATERIAL
POZOLÂNICO E O A 10 % DE MATERIAL CARBONÁTICO
CPII-Z-25, CPII-Z-32 E CPII-Z-40
CIMENTO PORTLAND DE ALTO FORNO
CIMENTO PORTLAND DE ALTO FORNO
• CPIII – COM ADIÇÃO DE 35 A 70 % DE ESCÓRIA GRANULADA DE ALTO
• CPIII – COM ADIÇÃO DE 35 A 70 % DE
ESCÓRIA GRANULADA DE ALTO FORNO
CPIII-25, CPIII-32 E CPIII-40
- MAIS ADEQUADO EM OBRAS MARÍTIMAS, AMBIENTES AGRESSIVOS E FUNDAÇÕES - MENOR GERAÇÃO DE CALOR
- MAIS ADEQUADO EM OBRAS MARÍTIMAS,
AMBIENTES AGRESSIVOS E FUNDAÇÕES
- MENOR GERAÇÃO DE CALOR
CIMENTO PORTLAND POZOLÂNICO
CIMENTO PORTLAND POZOLÂNICO
• CPIV – COM ADIÇÃO DE 15 A 50 % DE MATERIAL POZOLÂNICO E 0
• CPIV – COM ADIÇÃO DE 15 A 50 % DE
MATERIAL POZOLÂNICO E 0 A 5 % DE
MATERIAL CARBONÁTICO
CPIV-25 E CPV-32
- MAIS ADEQUADO EM OBRAS MARÍTIMAS, AMBIENTES AGRESSIVOS E FUNDAÇÕES - MENOR GERAÇÃO DE CALOR
- MAIS ADEQUADO EM OBRAS MARÍTIMAS,
AMBIENTES AGRESSIVOS E FUNDAÇÕES
- MENOR GERAÇÃO DE CALOR
CIMENTO PORTLAND DE ALTA RESISTÊNCIA INICIAL
CIMENTO PORTLAND DE ALTA RESISTÊNCIA INICIAL
• CPV-ARI – COM ADIÇÃO DE0 A 5 % DE MATERIAL CARBONÁTICO - MAIS ADEQUADO
• CPV-ARI – COM ADIÇÃO DE0 A 5 % DE
MATERIAL CARBONÁTICO
- MAIS ADEQUADO EM CONSTRUÇÃO DE
EDIFÍCIOS
• CPV-ARI / RS – RESISTENTE A SULFATOS - COM ADIÇÃO DE ATÉ 25 %
• CPV-ARI / RS – RESISTENTE A SULFATOS - COM
ADIÇÃO DE ATÉ 25 % DE ESCÓRIA GRANULADA
DE ALTO FORNO
- MAIS ADEQUADO EM CONSTRUÇÃO DE
EDIFÍCIOS EM CIDADES LITORÂNEAS
CIMENTO PORTLAND BRANCO
CIMENTO PORTLAND BRANCO
• CPB – COM ADIÇÃO DE 0 A 25 % DE MATERIAL CARBONÁTICO (NOS ESTRUTURAIS)
• CPB – COM ADIÇÃO DE 0 A 25 % DE
MATERIAL CARBONÁTICO (NOS
ESTRUTURAIS) E DE 26 A 50 % (NO NÃO
ESTRUTURAL)
CPB não estrutural e os estruturais: CPB-25, CPB-32 e CPB-40
CPB não estrutural e os estruturais:
CPB-25, CPB-32 e CPB-40
ONDE USAR CADA TIPO DE CIMENTO DISPONÍVEL NO RIO
ONDE USAR CADA TIPO DE
CIMENTO DISPONÍVEL NO RIO
CHAPISCO – CPIIF E CPV-ARI
CHAPISCO – CPIIF E CPV-ARI
DE CIMENTO DISPONÍVEL NO RIO CHAPISCO – CPIIF E CPV-ARI ASSENTAMENTO DE BLOCOS E TIJOLOS -

ASSENTAMENTO DE BLOCOS E TIJOLOS - CPPIIF, CPIIE E CPIII EMBOÇO CPIIF E CPIIE CALDA DE INJEÇÃO CPIIF E CPV-ARI CONCRETO TODOS OS CP CONCRETO NO MAR CPIII CONCRETO DE ESTACAS - CPIII

DE INJEÇÃO – CPIIF E CPV-ARI CONCRETO – TODOS OS CP CONCRETO NO MAR – CPIII
CIMENTO ALUMINOSO
CIMENTO ALUMINOSO
• VANTAGENS - É refratário - Não libera cal na hidratação - Maior resistência química
• VANTAGENS
- É refratário
- Não libera cal na hidratação
- Maior resistência química e aos sulfatos
- Maior resistência mecânica inicial
- Maior resistência ao desgaste
• DESVANTAGENS - Maior custo - Superaquecimento - Não resiste a álcalis - Conversão
• DESVANTAGENS
- Maior custo
- Superaquecimento
- Não resiste a álcalis
- Conversão
ÍNDICES CARACTERÍSTICOS DOS AGREGADOS • MASSA ESPECÍFICA (D = m/vch) • MASSA UNITÁRIA (d =
ÍNDICES CARACTERÍSTICOS
DOS AGREGADOS
• MASSA ESPECÍFICA (D = m/vch)
• MASSA UNITÁRIA (d = m/Vt)
• UMIDADE (h = (Ph – Ps)/Ps)
UMIDADE TOTAL = UMIDADE SUPERFICIAL + ABSORÇÃO
COEFICIENTE DE VAZIOS (Cv = Vv/Vt = 1 – d/D)
• INCHAMENTO DA AREIA (I = Vh/Vs = (1 + h).ds/dh)
• INCHAMENTO DA AREIA (I = Vh/Vs = (1 + h).ds/dh)
• COMPOSIÇÃO GRANULOMÉTRICA
• COMPOSIÇÃO GRANULOMÉTRICA
PROPRIEDADES DO CONCRETO FRESCO
PROPRIEDADES DO CONCRETO FRESCO
• CONSISTÊNCIA E PLASTICIDADE
• CONSISTÊNCIA E PLASTICIDADE
• COESÃO E SEGREGAÇÃO
• COESÃO E SEGREGAÇÃO
• EXSUDAÇÃO
• EXSUDAÇÃO
• TRABALHABILIDADE
• TRABALHABILIDADE
• RETRAÇÃO PLÁSTICA
• RETRAÇÃO PLÁSTICA
PROPRIEDADES DO CONCRETO ENDURECIDO
PROPRIEDADES DO CONCRETO ENDURECIDO
• RESISTÊNCIA MECÂNICA
• RESISTÊNCIA MECÂNICA
• RETRAÇÃO
• RETRAÇÃO
• PERMEABILIDADE E ABSORÇÃO
• PERMEABILIDADE E ABSORÇÃO
• DURABILIDADE
• DURABILIDADE
RESISTÊNCIA MECÂNICA
RESISTÊNCIA MECÂNICA
• RESISTÊNCIA À COMPRESSÃO
• RESISTÊNCIA À COMPRESSÃO
• RESISTÊNCIA À TRAÇÃO
• RESISTÊNCIA À TRAÇÃO
• MÓDULO DE RUPTURA
• MÓDULO DE RUPTURA
• RESISTÊNCIA AO DESGASTE
• RESISTÊNCIA AO DESGASTE
FATORES MAIS INFLUENTES NA RESISTÊNCIA
FATORES MAIS INFLUENTES NA RESISTÊNCIA
• IDADE
• IDADE
• GRAU DE ADENSAMENTO
• GRAU DE ADENSAMENTO
• FATOR ÁGUA/CIMENTO
• FATOR ÁGUA/CIMENTO
• ATIVIDADE DO CIMENTO
• ATIVIDADE DO CIMENTO
RETRAÇÃO
RETRAÇÃO
• RETRAÇÃO HIDRÁULICA
• RETRAÇÃO HIDRÁULICA
• RETRAÇÃO TÉRMICA
• RETRAÇÃO TÉRMICA
• RETRAÇÃO QUÍMICA
• RETRAÇÃO QUÍMICA
• RETRAÇÃO AUTÓGENA
• RETRAÇÃO AUTÓGENA
ADITIVOS
ADITIVOS
• REDUTORES DE ÁGUA (PLASTIFICANTES) • RETARDADORES • ACELERADORES • INCORPORADORES DE AR • EXPANSORES
• REDUTORES DE ÁGUA (PLASTIFICANTES)
• RETARDADORES
• ACELERADORES
• INCORPORADORES DE AR
• EXPANSORES
• IMPERMEABILIZANTES
• SUPERPLASTIFICANTES
• PIGMENTOS
CONCRETO DE ALTO DESEMPENHO
CONCRETO DE ALTO DESEMPENHO
C.A.D. = Concreto cuja resistência à compressão na idade de 28 dias atinge valores superiores
C.A.D. = Concreto cuja resistência à compressão
na idade de 28 dias atinge valores superiores a
cerca de 50 MPa.
fck até 35 MPa = Concreto convencional
fck igual ou superior a 40 MPa = Concreto de alto
desempenho.
Característica principal do C.A.D.:
A/C reduzido geralmente inferior a 0,40, mas com
consistência adequada.
OBTENÇÃO DO C.A.D.
OBTENÇÃO DO C.A.D.
Uso obrigatório de aditivo superplastificante (capaz de reduzir a quantidade de água em mais de
Uso obrigatório de aditivo superplastificante (capaz de
reduzir a quantidade de água em mais de 20 %)
Uso de reduzido A/C (normalmente 0,25 a 0,37)
Uso opcional de adições ativas como a sílica ativa e o
metacaulim
Uso preferencial de cimento de bom desempenho de
resistência (CPV-ARI, CPII ou CPIII-40)
Uso de areia limpa e preferencialmente mais grossa.
Uso de agregado graúdo limpo e de resistência superior à
do concreto
Rigoroso controle na fabricação, lançamento, adensamento
e cura do concreto.
PROPRIEDADES DO C.A.D.
PROPRIEDADES DO C.A.D.
RESISTÊNCIA MECÂNICA – maior RETRAÇÃO HIDRÁULICA – semelhante RETRAÇÃO TÉRMICA – semelhante RETRAÇÃO
RESISTÊNCIA MECÂNICA – maior
RETRAÇÃO HIDRÁULICA – semelhante
RETRAÇÃO TÉRMICA – semelhante
RETRAÇÃO AUTÓGENA – muito maior
MÓDULO DE ELASTICIDADE – maior
FLUÊNCIA – menor
IMPERMEABILIDADE – muito maior
DURABILIDADE - muito maior
ESTRUTURAS DURÁVEIS
ESTRUTURAS DURÁVEIS
• ESCOLHA DO CIMENTO • Situações normais – Qualquer cimento Portland • Água do mar
• ESCOLHA DO CIMENTO
• Situações normais – Qualquer cimento Portland
• Água do mar e com sulfatos – Cimento com
C3A< 8 % (RS), CPIII e CPIV.
• Desformas e retirada do escoramento mais cedo
– CPV-ARI e CPV-ARI/RS em orla marítima.
• Caldas de injeção – CPI, CPIIF e CPV-ARI
ESTRUTURAS DURÁVEIS
ESTRUTURAS DURÁVEIS
• ESCOLHA DO CIMENTO PARA CALDA DE INJEÇÃO Cimento portland com teor de cloro proveniente
• ESCOLHA DO CIMENTO PARA CALDA DE INJEÇÃO
Cimento portland com teor de cloro proveniente
de cloreto não maior que 0,10% e de enxofre
proveniente de sulfetos não maior que 0,20%.
CPIII E CPIIE podem não atender a estes teores devido à escória.
CPIII E CPIIE podem não atender a estes
teores devido à escória.
Seguros – CPI, CPIIF e CPV-ARI
Seguros – CPI, CPIIF e CPV-ARI
ESTRUTURAS DURÁVEIS
ESTRUTURAS DURÁVEIS
• ESCOLHA DOS AGREGADOS Agregados que atendam a NBR 7211
• ESCOLHA DOS AGREGADOS
Agregados que atendam a NBR 7211
A dimensão máxima característica do agregado graúdo deverá ser menor que: 1/4 da menor dimensão
A dimensão máxima característica do agregado
graúdo deverá ser menor que:
1/4 da menor dimensão da peça a concretar (exceto
lajes, onde deverá ser menor que a terça parte da
espessura).
5/6 do menor espaçamento entre barras da
armadura.
5/6 do cobrimento da armadura
ESTRUTURAS DURÁVEIS
ESTRUTURAS DURÁVEIS
ESTRUTURAS DURÁVEIS • E SCOLHA DO CONCRETO Concreto dosado experimentalmente, com água/cimento atendendo à vida
ESTRUTURAS DURÁVEIS • E SCOLHA DO CONCRETO Concreto dosado experimentalmente, com água/cimento atendendo à vida

ESCOLHA DO CONCRETO

ESTRUTURAS DURÁVEIS • E SCOLHA DO CONCRETO Concreto dosado experimentalmente, com água/cimento atendendo à vida
Concreto dosado experimentalmente, com água/cimento atendendo à vida útil frente a agressividade do meio e
Concreto dosado experimentalmente, com
água/cimento atendendo à vida útil frente a
agressividade do meio e à resistência desejada,
dosagem e materiais componentes adequados
ao plano de concretagem, com teor de
argamassa e abatimento compatíveis com o
transporte e com o método executivo.
ESTRUTURAS DURÁVEIS
ESTRUTURAS DURÁVEIS
• A agressividade ambiental é classificada pela norma NBR 6118 (Projeto de estruturas de concreto)
• A agressividade ambiental é classificada
pela norma NBR 6118 (Projeto de
estruturas de concreto) conforme quadro
que se segue.
• Classe I – Fraca (rural e urbano revestido)
• Classe II – Moderada (urbano)
• Classe III – Forte (marimo e industrial)
• Classe
IV
Muito
forte
(industrial
agressivo, respingos de maré).
ESTRUTURAS DURÁVEIS
ESTRUTURAS DURÁVEIS
ÁGUA/CIMENTO MÁXIMO Concreto Armado Classe I -0,65 Classe II - 0,60 Classe III - 0,55
ÁGUA/CIMENTO MÁXIMO
Concreto Armado
Classe I -0,65
Classe II - 0,60
Classe III - 0,55
Classe IV -0,45
Concreto Protendido
Classe I -0,60
Classe II -0,55
Classe III - 0,50
Classe IV - 0,45
ESTRUTURAS DURÁVEIS
ESTRUTURAS DURÁVEIS
O fator água/cimento a adotar no traço de concreto é o menor dos valores obtidos,
O fator água/cimento a adotar no
traço de concreto é o menor dos
valores obtidos, para atendimento à
resistência de dosagem e para a
durabilidade requerida em face das
condições de exposição.
ESTRUTURAS DURÁVEIS
ESTRUTURAS DURÁVEIS
Cobrimento mínimo das armaduras em função da classe de agressividade Concreto armado Laje: 20, 25,
Cobrimento mínimo das armaduras
em função da classe de agressividade
Concreto armado
Laje: 20, 25, 35 e 45 mm
Viga e pilar: 25, 30, 40 e 50 mm
Concreto protendido: Somar 5 mm
ESTRUTURAS DURÁVEIS
ESTRUTURAS DURÁVEIS
O concreto deve ser lançado o mais próximo possível de sua posição final na estrutura
O concreto deve ser lançado o mais
próximo possível de sua posição final na
estrutura em altura não superior a 1,5 m
e em camadas menores que o
comprimento da ponta vibrante do
vibrador de imersão. Espessuras de 25 a
40 cm são as mais adequadas
ESTRUTURAS DURÁVEIS
ESTRUTURAS DURÁVEIS
De acordo com a NBR 14931 (16.33), as juntas devem ser posicionadas onde forem menores
De acordo com a NBR 14931 (16.33), as juntas devem ser
posicionadas onde forem menores os esforços de cisalhamento
e preferencialmente normais aos esforços de compressão.
Em reservatórios evitar juntas verticais e as juntas
horizontais deverão ser rigorosamente tratadas, pois é nesta
região que pode ocorrer mais facilmente vazamentos e
lixiviação de cal.
Evitar juntas em locais de tensões tangenciais elevadas.
Nas juntas verticais é obrigatório o uso de formas para
assegurar o adensamento do concreto (confinamento). Em
alguns casos, pode-se admitir também o uso de tela metálica.
ESTRUTURAS DURÁVEIS
ESTRUTURAS DURÁVEIS
Não usar juntas inclinadas obtidas pelo assentamento natural do concreto. Por não estarem confinadas (saias)
Não usar juntas inclinadas obtidas pelo assentamento natural
do concreto. Por não estarem confinadas (saias) não poderão
ser adequadamente adensadas e, por esta razão, são de
concreto poroso que deverá ser removido antes da retomada
da concretagem.
Evitar juntas em lajes. Se forem inevitáveis deverão situar-se
nos terços médios ou no meio do vão.
Em pilares, a junta horizontal superior deverá estar situada
na face inferior da viga.
Nas lajes inferiores de galerias, as juntas horizontais deverão
ser acima do nível das mísulas nas próprias paredes laterais
e, nestas, abaixo das mísulas da laje superior.
ESTRUTURAS DURÁVEIS
ESTRUTURAS DURÁVEIS
ADENSAMENTO COM VIBRADOR DE IMERSÃO I. As camadas para serem adequadamente adensadas pelo vibrador de
ADENSAMENTO COM VIBRADOR DE IMERSÃO
I. As camadas para serem adequadamente adensadas pelo
vibrador de imersão devem ter espessura menor que o
comprimento da ponta vibrante do vibrador. Camadas com
25 a 40 cm de espessura são geralmente adequadas.
II. A penetração do vibrador deverá ser pelo peso próprio até
encontrar a camada anterior, na qual deverá penetrar para
efetuar a “costura”. A retirada do vibrador deverá ser lenta
para evitar a formação de vazios. Ambas as operações
deverão ser realizadas com o aparelho ligado.
III. O vibrador deverá operar na posição mais próxima
possível da vertical.
ESTRUTURAS DURÁVEIS
ESTRUTURAS DURÁVEIS
ADENSAMENTO COM VIBRADOR DE IMERSÃO IV. O tempo de vibração é apenas o suficiente para
ADENSAMENTO COM VIBRADOR DE IMERSÃO
IV. O tempo de vibração é apenas o suficiente para a cessação
do desprendimento de bolhas de ar e o surgimento do brilho
característico de nata na superfície do concreto. Este tempo,
em geral de poucos segundos, é tanto maior quanto menor for
o abatimento (“slump ”) do concreto.
Em concretos com adição de sílica ativa, recomenda-se um
tempo maior de vibração para “quebrar” a sua excessiva
coesão. Tempos inferiores ao necessário comprometem o
adensamento e se excessivos podem provocar segregação do
concreto.
ESTRUTURAS DURÁVEIS
ESTRUTURAS DURÁVEIS
EFETUAR CURA CONTÍNUA COM ÁGUA (COBRIR A LAJE COM ÁGUA, POR EXEMPLO) OU COM MEMBRANA
EFETUAR CURA CONTÍNUA COM ÁGUA
(COBRIR A LAJE COM ÁGUA, POR
EXEMPLO) OU COM MEMBRANA DE CURA
QUÍMICA (PARAFINA OU RESINA).
NO CONCRETO DE ALTODESEMPENHO
INICIAR A CURA LOGO APÓS O
ADENSAMENTO.
NO CONCRETO CONVENCIONAL INICIAR A
CURA LOGO APÓS O FIM DE PEGA.
A CURA DEVERÁ DURAR DE 5 (CPV-ARI) A
10 DIAS (CPIII E CPIV).