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Carla Beatriz de Oliveira

ESTÁGIO SUPERVISIONADO II – EDUCAÇÃO INFANTIL

APUCARANA
2009
Carla Beatriz de Oliveira

ESTÁGIO SUPERVISIONADO II – EDUCAÇÃO INFANTIL

Dossiê de Estágio desenvolvido no Centro


de Educação Infantil Luiz Anibal Matiuzzi,
onde a observação, participação, docência
e construção de materiais pedagógicos
foram fundamentadas nos Referenciais
Curriculares Nacionais para a Educação
Infantil. Este trabalho é requisito parcial da
Disciplina: Estágio Supervisionado II –
Educação Infantil. Profª Cibele Barneze.
Curso de Pedagogia: 4º Semestre. FAP –
Faculdade de Apucarana.

APUCARANA
2009
Agradecimentos ou Dedicatória (opcional)
Epígrafe (opcional)
Resumo
No resumo deve conter: objetivos, justificativa, introdução, fundamentação
teórica, metodologia, materiais pedagógicos, resultados (tudo em um texto único) e
palavras chave.

Sumário
1. Identificação do Centro de Educação Infantil
O Centro de Educação Infantil Creche Luiz Anibal Matiuzzi é localizado na rua
Conselheiro Zacarias Góis de Vasconcelos no bairro Parigot de Souza na cidade de
Apucarana, o telefone fixo do CMEI é o (43) 3423-4181, dirigido pela professora
Adma Maria Scaff Pereira, tendo o horário de funcionamento das 7 da manhã às 18
da tarde. Os Recursos Humanos são completos com 19 funcionários que atendem
todas as crianças da comunidade em um espaço físico muito amplo pronto para
atender todas as necessidades, tendo condições e materiais em um ambiente e
salas com boa instalação, bem arejada, iluminada e com recursos materiais.

2. Estágio de Observação: Formação Pessoal e Social – Organização do


ambiente de cuidados essenciais.

Toda criança precisa de um ambiente onde possa se desenvolver e ao mesmo


tempo atender suas necessidades físicas, afetivas, intelectuais e cognitivas. As
instituições precisam estar cientes de que são mediadoras no processo de
desenvolvimento da criança, são os integrantes destas instituições que iram auxiliar na
formação pessoal e social, logo não poderia faltar a presença da família que é
fundamental para esta formação. Contudo é de extrema importância a família e a escola
andarem juntas, pois elas são as estruturas para a construção do ser humano.
De acordo com o RCN (Referencial Curricular Nacional) da educação infantil, a
organização do ambiente tem que estar preocupada com os cuidados essenciais a
criança, um local onde esta possa suprir todas as suas necessidades seja de proteção,
alimentação, cuidados com os dentes, banho, troca de fraldas e repouso, ou seja, suas
necessidades físicas, mas é claro que uma criança não necessita apenas disto, os CMEI’s
– Centros Municipais da Educação Infantil, tem que garantirem a estes “pequeninos” os
laços afetivos, o seu desenvolvimento intelectual, onde o aluno passa de um superior.
A instituição precisa criar um ambiente de cuidado que considere as diferentes
faixas etárias, isso exige uma programação conjunta com as famílias para divisão das
responsabilidades, evitando-se a sobreposição ou a ausência de alguns cuidados
essenciais. O planejamento dos cuidados e da vida cotidiano na instituição deve ser
iniciado pelo conhecimento sobre a criança.

2.1 Proteção

O ambiente escolar deve ser acolhedor e aconchegante para que a criança sinta-se
protegida, pois elas necessitam de atenção e cuidados especiais, pois é na instituição que
a ela aprende como reagir e como se defender. É necessário que o educador esteja
sempre atento a todas as crianças protegendo-as de forma igualitária dos perigos que
acontecem dentro das instituições infantis no cotidiano, e valorizá-las para que todas as
crianças se interajam uma com as outras construindo sua cultura coletivamente. E isso
envolve vários aspectos tanto cognitivos quanto motores, por isso a criança precisa se
desenvolver, dependendo exclusivamente do educador.

Proteger uma criança não significa isolá-la da sociedade para serem criadas em uma urna
de vidro para que ninguém faça mal a ela, pelo contrário na verdade a proteção quer dizer
que devemos ensinar como interagir e se socializar, transmitindo para a criança como
enfrentar problemas nas relações sociais, sabendo como se defender e superar os
obstáculos adquiridos em sua rotina.

O que foi observado na instituição é que as crianças consideram a creche a sua própria
casa, pois é o lugar onde passam a maior parte do tempo. A professora é acolhedora e
afetiva com os alunos, transmitindo segurança edificando na criança um vínculo entre
professor-aluno que faz a criança acreditar que a professora é a segunda mãe, ou seja,
quem cuida, protege e faz companhia para ela na maior parte do seu dia.

2.2 Alimentação

Uma boa alimentação é essencial, pois se a criança estiver com fome seu
desenvolvimento no processo de aprendizagem é provavelmente prejudicado. É
necessário que o educador esteja sempre atento, observando se a criança está com fome
e acompanhar a alimentação. A hora do lanche é fundamental, a refeição tem extrema
importância, pois neste momento a criança além de alimentar-se aprende a dividir o
lanche com os amiguinhos aprendendo a repartir, levando em consideração também à
higiene pessoal que é de suma importância para que as crianças aprendam a lavar as
mãos antes de comer, compreendendo os hábitos que devem ser seguidos diariamente
antes e durante as refeições. Destacando para a criança a responsabilidade de organizar
o espaço em que são realizados as refeições e ensinar que a alimentação é de extrema
importância para um bom rendimento escolar.

É importante que no refeitório não se misture crianças com idades muito diferentes e
nem fiquem cheios demais para facilitar o atendimento dos professores e funcionários,
também é importante respeitar as preferências das crianças estimulando-as em
experimentar outros tipos de alimentos, lembrando-os sempre sobre as vitaminas
existentes em cada um necessários para a saúde.

Crianças que estejam sem apetite, não acompanhando a curva de crescimento e ganho
de peso esperado para sua faixa etária, devem ser observadas de perto, para
investigação de causas orgânicas ou emocionais que podem estar se manifestando pela
rejeição dos alimentos.
O ato de alimentar tem como objetivo, além de fornecer nutrientes para manutenção da
vida e da saúde, proporcionar conforto ao saciar a fome, prazer ao estimular o paladar e
contribui para a socialização ao revesti-lo de rituais. Além disso, é fonte de inúmeras
oportunidades de aprendizagem.

Portanto é de extrema importância que a criança chegue na creche e realiza a sua


primeira refeição do dia, para ter disposição e realizar as atividades. No CMEI observado,
são realizadas quatro refeições, sendo o a primeira o café da manhã às 8:00 horas, às
11:30 horas é servido o almoço, às 14:00 horas eles têm o lanche da tarde e para finalizar
às 16:00 horas antes de começarem a ir para a casa é servida a janta.
Assim tornam-se completas as refeições das crianças.

2.3 Cuidados com os dentes

Como a criança aprende muito pela observação e imitação é importante que ela presencie
adultos e outras crianças fazendo sua higiene bucal, ao mesmo tempo em que poderão
ampliar seus conhecimentos sobre esses cuidados.

No período em que a criança esta sob os cuidados da instituição é importante incentivá-la


à escovação dos dentes após todas as refeições, propondo uma rotina, desenvolvendo
atitudes e construindo habilidades para o cuidado com a boca e com os dentes.

Na creche Luiz Anibal Matiuzzi, as crianças realizam diariamente a escovação dos dentes
após o horário de almoço.

2.4 Banho

É aconselhável que o banho sirva também para relaxar, refrescar, proporcionar


conforto e prazer, preservando a integridade da pele.
No momento em que é incluído na rotina, o banho precisa ser planejado,
preparado e realizado com um procedimento que tanto promove o bem estar,
quanto um momento no qual a criança experimenta sensações entrando em
contato com a água.
É importante prever o tempo para essa atividade, permitindo que a criança
aprenda a despir-se e vestir-se, ensaboar-se e enxaguar-se.
Na Instituição há este momento, mas somente para as crianças do berçário e
para aquelas que ainda usam fraldas, na sala observada do Jardim II as crianças
têm entre quatro a cinco anos e não necessitam deste momento no horário que
permanece na creche.

Troca de Fraldas

A troca de fraldas ainda demanda ainda alguns procedimentos e condições


ambientais adequados para evitar a disseminação de micróbios entre as crianças
e adultas, o que geralmente é a causa de doenças infecciosa nas creches.
Onde são realizados trocas de fraldas e o armazenamento das mesmas
precisam ser bem arejadas para evitar que o cheiro característico do xixi e coco
incomode a todos. O lixo onde são descartadas as fraldas contendo dejetos
precisa ser tampado e trocado com freqüência.
Na instituição há um espaço apropriado para a troca de fraldas, adequadamente
de acordo com o RCN.

2.5 Sono e Repouso

Muitas vezes as crianças chegam ao centro de Educação muito cedo, por isso é
necessário ter o momento de sono e repouso.
O repouso é o momento em que a criança pode relaxar e repor suas energias,
mas para isso é preciso haver um local tranqüilo e confortável para elas
descansarem.

Além de oferecer ambiente, cuidados e oportunidades para que as crianças


tenham suas necessidades atendidas, o educador pode desenvolver atividades
relacionadas com sono e repouso como cantar, tocar, contar histórias e
conversar, ou projetos que abordem a importância do repouso.

A hora do descanso acontece após o almoço. Depois de ter realizado a refeição,


às 12 horas, as crianças são encaminhas para a própria sala, onde ocorre o
repouso. Cada criança tem o seu colchonete. Os colchonetes são colocados
encima de um tapete, para não passar friagem, e é neles que as crianças deitam,
algumas adormecem, outras somente descansam até o horário do café da tarde,
após as 14 horas elas realizam a terceira refeição do dia e retornam às
atividades.

3. Organização do tempo

3.1Atividades Permanentes

A rotina tem que ser bem planejada, suas atividades precisam atender as
necessidades básicas de cuidados e que isto traga prazer às crianças. De acordo com o
RCN, são consideradas atividades permanentes; brincadeiras no espaço interno e
externo; roda de conversa; ateliês ou oficinas de desenho, pintura, modelagem e música;
atividades diversificadas ou ambientes organizados por temas ou materiais à escolha da
criança, incluindo momentos para que crianças possam ficar sozinhas se assim
desejarem; cuidados com o corpo; entre outras.
No espaço educacional, foram observadas algumas atividades permanentes como
oficina de artes que envolvem artes visuais, dança, música e teatro, oficinas de recreação
e atividades físicas, como brincadeiras e jogos diversos direcionados, oficina de
brinquedos e jogos e a oficina de incentivo a leitura.
Estas são as atividades permanentes da instituição, ou seja, são realizados
diariamente.

3.2 Seqüência de Atividades


A turma do jardim III se constitui de 24 alunos, com faixa etária de quatro à cinco
anos, eis a seguinte rotina, os alunos chegam por volta das 7 horas às 7 horas e
30 minutos da manhã, conforme vão chegando se direcionam para a sala de TV,
onde ficam até 8 horas, em seguida tomam café da manhã no refeitório, logo
após vão para sala de aula onde realizam tarefas pedagógicas, por volta das 11
horas começam a almoçar ao término escovam os dentes , às 11 horas e 30
minutos é a hora do sono ou repouso que vai até as 14 horas, quando acordam
vão para o refeitório novamente e lancham, em seguida realizam atividades
extra-classe, às 16 horas vem o jantar, logo após algumas crianças começam a ir
embora, em quanto as outras realizam brincadeiras dentro da sala de aula até a
hora dos pais irem buscá-las, por volta das 18 horas.

3.3 Projetos

Os projetos podem estar voltados para o faz-de-conta, cultura seja trabalhada ou


não, diversidade étnica. Enfim os projetos devem estar relacionadas a formas
diferentes de se aprender, de uma forma lúcida, prazerosa, as quais as crianças
se envolvam completamente e supram suas curiosidades.
O projeto realizado na escola chama-se, “SALAS AMBIENTAIS: criando espaços
lúdicos de aprendizagem”. O objetivo deste projeto é criar ambientes adequados,
desenvolver atividades atrativas para as crianças, criar espaços lúdicos e
diversificar as atividades. Estas salas funcionaram no período da tarde, com
oficinas, onde tiver mais habilidade. As atividades que serão ofertadas nestas
oficinas são de artes visuais, dança, música, teatro, oficinas de brinquedo e jogos
como brinquedoteca, fantoche, jogos de lógica entre outros. Outro aspecto
relevante é sobre a oficina de incentivo à leitura, os alunos podem manusear
qualquer livro que ali esteja, tem contagem de histórias com ou sem figuras,
dramatização das histórias e confecção de álbuns.

4. Observação, registro e avaliação formativa

5. Educação Infantil – Público e Privado


É necessário ressaltar que os desdobramentos efetivos entre o ensino público e o privado
vinculam-se às determinações estruturais e conjunturais de uma realidade sócio-político-
cultural. Entende-se, para efeito de análise, a educação como uma prática social
contraditória, com objetivos e fins nem sempre convergentes, resultantes da sua
caracterização como campo de disputas hegemônicas de projetos sociais providos de
historicidade e impregnados pelas condições sócio-políticas-culturais nas quais se
constituem e buscam se efetivar. Neste sentido, os debates sobre a educação brasileira
têm sido permeados pelos confrontos entre os defensores do ensino público e os
defensores do ensino privado, cujas demarcações teórico-conceituais sofrem alterações
substantivas ao longo da história, apesar de resultarem da precária delimitação entre as
esferas pública e privada da sociedade. Essa indefinição fronteiriça acarreta,
particularmente, a ambigüidade do Estado enquanto expressão de poder público.
Esse confronto, ou essas ideologias em conflito, vão assumido, portanto, contornos e
configurações diferenciados ao longo do processo histórico tendo em vista as questões
conjunturais em que se efetivam, seus protagonistas e a caracterização do regime
político. Trata-se de um embate que não se circunscreve à agenda educacional mas tem
nela explicitação concreta, revelando, desse modo, o papel da educação como
constituinte e constitutiva das relações sociais.

6. Movimento, Música, Artes Visuais, Linguagem Oral e Escrita, Natureza e


Sociedade e Matemática.
O material pedagógico confeccionado foi à máscara. Máscaras de carnaval, pois o
carnaval é educação, ao festejarem a festa popular de maior relevância para os
brasileiros, as crianças aprendem mais sobre a cultura de seu país e aprendem a
pular essa grande festa com responsabilidade e alegria.
Para as crianças desenvolverem Artes Visuais, foram confeccionadas as máscaras,
ela é sugerida para desenvolver habilidades manuais, a coordenação motora e a
imaginação e criatividade das crianças.
Para confeccioná-las é interessante acarretar os mais variados tipos de materiais,
como lantejoulas, adesivos, confetes, glitter, brocal, papel colorido diversos, EVA,
penas, tintas, colas coloridas. Para finalizar é necessário amarrar um látex para fixar
a máscara no rosto. As atividades e trocas de experiências além de enriquecedoras
são, também, facilitadoras de socialização. Além de festas, música e desfiles de
escolas de samba, o carnaval também é sinônimo de solidariedade e trabalho e isso
deve ser valorizado nas escolas. Se unir o projeto sobre o tema com a adaptação
dos alunos, o professor pode até organizar um desfile na escola, explorando os
materiais pedagógicos confeccionados, artes visuais e a cultura brasileira.

7. Conhecimento de Mundo – Materiais Didático – Pedagógico para teatro.


O teatro na escola tem uma importância fundamental na educação, permite ao aluno
evoluir a vários níveis: na socialização, criatividade, memorização, vocabulário, entre
muitos outros.Por outro lado, quando devidamente estruturado e acompanhado, ajuda o
professor a aperceber-se de traços da personalidade do aluno, do seu comportamento
individual e em grupo, traços do seu desenvolvimento, permitindo um melhor
direcionamento para a aplicação do seu trabalho pedagógico.No entanto é de uma
enorme importância que o professor de teatro tenha formação não só pedagógica mas
também artística, pois um mau direcionamento poderá levar a problemas futuros
irreversíveis no desenvolvimento da criança.
O teatro direcionado às crianças deve estar obrigatoriamente relacionado com diversas
áreas como a psicologia e a música, devendo todos os professores fazer um esforço para
se inter-relacionarem. Quando devidamente dirigidas, as crianças atingem resultados
finais surpreendentes. É sem dúvida de utilizar em grupos problemáticos, bairros sociais,
etc.
8. Apresentação de teatro
O teatro aplicado foi dos Músicos de Bremen, que conta a história de quatro amigos
que se conhecem e se unem para chegar à cidade e realizar um sonho, e que, juntos
enfrentam seus patrões para terem onde morar. AO teatro mostra para as crianças como
é importante ter amizades, que sempre precisamos da ajuda de alguém, a moral da
história é que a união mesmo dos fracos leva a força e a vitória. Encontrar o verdadeiro
sentido daquilo que vivemos consiste em descobrir o seu lugar no seio da realidade total.
A Fecundidade pode trazer-nos esta visão sempre que se serve de nós para levar a cabo
os seus intentos, como o demonstra o conto Os Músicos de Bremen.

9. Projeto Interdisciplinar: Movimento, Música, Artes Visuais, Linguagem Oral


e Escrita, Natureza e Sociedade e Matemática.
O Centro de Educação Infantil Luiz Anibal matiuzi é o CMEI estagiado para a
aplicação do projeto, na turma do Jardim II, turma A, com 24 crianças.
_ Idade: De quatro a cinco anos.
_ Tempo: Duração para a aplicação do projeto seria de aproximadamente 4 horas.
_ O que desenvolve: Artes Visuais e danças, com o objetivo de explorar na criança a
cultura e a magia do carnaval brasileiro, usando as máscaras enfeitadas.
_ Como fazer: São confeccionadas com EVA, cola colorida, lantejoulas, glitter,
penas coloridas, etc.
A atividade seria desenvolvida na instituição, primeiramente organizando os alunos e
instruindo-os a como usar a máscara, e em seguida apresentar-lhes a história do
carnaval, tendo o objetivo de mostrar a cultura e enriquece-los com as experiências
vivenciadas, que conta as histórias folclóricas do país, em seguida, conduzindo-os
para uma festa onde desenvolverão suas coordenação motora e a dança.

10. Oficinas de Atividades para Educação Infantil – Semana da Criança


Rebolar bem é o que basta para manter o bambolê na cintura. Mas as crianças
também se divertem girando o brinquedo no pescoço, nos braços e nas pernas
_ Idade: A partir de 6 anos.
_ O que desenvolve: Ritmo e equilíbrio.
_ Como fazer: Corte 1,5 metro de mangueira de gás. Una as pontas com fita crepe,
formando um aro. Para os menores, que ainda não conseguem girar o bambolê em
torno da cintura, faça aros pequenos usando 60 centímetros de conduíte. Você pode
colocar arroz, pedrinhas, guizos e sementinhas dentro dele antes de fechar. Na hora
em que os pequenos estiverem rodando o brinquedo, vão escutar um agradável
som.
_ Como brincar: A criança coloca o bambolê na cintura e o roda. Para mantê-lo
girando, é preciso movimentar o quadril, como um rebolado. É possível também
rodá-lo em outras partes do corpo: no pescoço, nos braços e nas pernas, além de
jogá-lo para cima e tentar encaixar nos braços. Para que todos brinquem juntos,
organize uma competição. O objetivo pode ser ficar mais tempo com ele em torno da
cintura ou bambolear andando, sem deixar o brinquedo cair.
11. Considerações Finais

O brincar em situações educacionais proporciona não só um meio real de aprendizagem


como permite também que adultos perceptivos e competentes aprendam sobre as
crianças e suas necessidades. No contexto escolar isso significa professores capazes de
compreender onde as crianças “estão” em sua aprendizagem e desenvolvimento geral, o
que, por sua vez, dá aos educadores o ponto de partida para promover novas
aprendizagens nos domínios cognitivos e afetivos.
Este trabalho não cria mais uma definição de brincar. Em vez disso, tentamos desafiar as
concepções daquilo que o brincar pode e deve proporcionar aos jovens aprendizes no
contexto escolar. Isso é vital em um clima educacional baseado em temas e em um
currículo competitivo que pode relegar o brincar ao último degrau de qualquer escala de
importância.

12. Referências
13. Anexos