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Alguns bizus da prova de Polícia Comunitária.

1- Robert Peel tem como objetivos básicos:

  • a. Restabelecer a fé do público;

  • b. Proteger o inocente;

  • c. Sustentar a lei

2- Os nove princípios de Robert Peel, os principais 1 e 9.

1.

O princípio básico pelo qual a polícia existe é impedir o crime e a desordem;

 

2.

A habilidade da polícia executar seus deveres depende da aprovação pública das

ações policiais;

 

3.

A polícia deve assegurar a voluntária cooperação do público na observância da lei

para poder assegurar e manter o respeito do público;

 

4.

O

grau

de

cooperação

do

público

que

pode

ser

assegurado,

diminui

proporcionalmente a necessidade de uso da força física.

 

5.

A polícia busca e preserva o favor público, não cativando a opinião pública, mas

constantemente demonstrando o serviço imparcial e absoluto à lei.

 

6.

A polícia usa a força física na necessidade de assegurar o cumprimento da lei ou

restaurar a ordem somente quando o exercício da persuasão, do conselho e do aviso é insuficiente

7.

A polícia em todos os momentos deve manter um relacionamento com o público

que dê realidade à tradição histórica de que a polícia é o povo e o povo é a polícia; a

polícia é somente os membros do povo que são pagos para dar atenção todo o tempo aos deveres de que são encarregados cada cidadão, nos interesses do bem estar da comunidade e do próprio ser.

8.

A polícia deve sempre dirigir

sua ação estritamente para suas funções e nunca

parecer usurpar as funções do judiciário.

 

9.

O teste de eficiência da polícia é

a ausência do crime e da desordem, não a

evidência visível da ação policial.

3- Diferença de Polícia Comunitária e Policiamento Comunitário?

4- A Polícia Comunitária envolve a participação das seis grandes forças da sociedade, freqüentemente chamadas de “os seis grandes”. São eles a polícia, a comunidade, autoridades civis eleitas, a comunidade de negócios, outras instituições e a mídia.

5- Diferença de Policiamento Comunitário e o Policiamento tradicional? Obs: pelo que entendi, tinha que assinalar qual era o conceito que não fazia parte da Polícia Comunitária e a outra pergunta era qual não fazia parte do policiamento Tradicional)

C o m p a r a ç ã o P o l i c i
C o m p a r a ç ã o
P o l i c i a m e n t o
e n t r e
o
Po l i c i a m e n t o
C o m u n i t á ri o
e
o
T r a d i c i o n a l

Policiamento tradicional:

Policiamento comunitário:

Policial trabalha em vários bairros;

Policial trabalha sempre no mesmo bairro;

Policial é anônimo;

Policial é conhecido da comunidade;

Baixo grau de participação da comunidade;

Alto grau de participação da comunidade;

A polícia é reativa;

A polícia é proativa

Policial é um mero executor;

Policial é o chefe de polícia local;

A iniciativa das ações é centralizada;

A iniciativa das ações é descentralizada;

Ênfase às unidades especializadas;

Ênfase às unidades de área;

Menor nível de motivação para o policial;

Maior nível de motivação para o policial.

Autoridade imposta

Cooperação e pensamento criativo

Informações de alcagüetes

Informações de cidadãos engajados

Policiamento pela intimidação

Estabelecimento de laços de confiança

Chegada após a ocorrência

Solução dos problemas por integração ativa

Trabalha a quantidade e generalização dos números

Qualidade e resultados direcionados

A polícia elabora e indica as necessidades

Comunidade indica suas necessidades

Carência quanto a redução do crime

Redução do medo do crime

6- Os nove “p” do policiamento comunitário?

Filosofia: (no texto original em inglês, esta palavra Philosofy, começa com “p”) A filosofia do policiamento comunitário baseia-se na crença de que os desafios contemporâneos requerem que a Polícia forneça um serviço de policiamento completo, preventivo e repressivo, envolvendo diretamente a comunidade como parceria no processo de identificação, priorização e resolução de problemas, incluindo o crime, medo do crime, drogas ilícitas, desordens físicas e sociais e decadência do bairro. Um amplo engajamento do Batalhão implica em mudanças tanto nas políticas quanto nos procedimentos. Personalização: Com o fornecimento à comunidade do seu próprio policial comunitário, o policiamento comunitário quebra o anonimato de ambos os lados - os Policiais do policiamento comunitário e os residentes da área se conhecem a ponto de se tratarem pelo nome. Policiamento: O Policiamento comunitário mantém um grande enfoque repressivo; os Policiais comunitários atendem às chamadas de serviço e realizam prisões como qualquer outro policial. Eles, porém, se preocupam também com a resolução preventiva dos problemas. Patrulhamento: Os Policiais comunitários patrulham as suas comunidades, mas o objetivo é libertá-los do isolamento da radiopatrulha, fazendo com que freqüentemente façam a patrulha a pé ou lancem mão de outros meios de transporte, tais como bicicletas, cavalos, motocicletas de três rodas, e outros. Permanência: O policiamento comunitário requer que os Policiais sejam alocados permanentemente a uma certa ronda, a fim de que possam ter o tempo, oportunidade e continuidade para desenvolverem esta nova parceria com a comunidade. A permanência

significa que os policiais comunitários não devem ser trocados constantemente de ronda e que não devem ser usados como substitutos dos policiais que estão de férias ou que faltaram ao serviço. Posto: Todas as jurisdições, por maiores que sejam, podem ser subdivididas em bairros ou vizinhanças. O Policiamento comunitário aloca os Policiais, fazendo com que eles possam ser “donos” das rondas da sua vizinhança, atuando como se fossem “mini-chefes" de polícia, adequando a resposta às necessidades específicas da área que estão patrulhando. Além disso, o policiamento comunitário descentraliza o processo de decisão, não apenas proporcionando ao Policial comunitário a autonomia de agir, mas também concedendo a todos os policiais para agirem na resolução de problemas com base no policiamento comunitário. Prevenção: No intuito de proporcionar um serviço completo de polícia à comunidade, o policiamento comunitário equilibra as respostas aos incidentes criminais e às emergências, com uma atenção especial na prevenção dos problemas antes que esses ocorram ou se agravem . Parceria: O policiamento comunitário encoraja uma nova parceria entre as pessoas e a sua polícia, apoiada no respeito mútuo, no civismo e no apoio. Resolução de problemas: O Policiamento comunitário redefine a missão da Polícia em relação à resolução de problemas, de modo que o sucesso ou o fracasso dependam da qualidade do resultado( problemas resolvidos) mais do que simplesmente dos resultados

quantitativos(números de detenções feitas, multas emitidas e outros, conhecidos como “

policiamento de números”). Tanto as medidas quantitativas como as qualitativas são necessárias.

7- O que não é policiamento comunitário?

8- De quem é a Teoria da “Tolerância Zero”?

9- Processos mais recomendados para o policiamento comunitário? A pé, de bicicleta, a cavalo, motorizado.

  • 10- Os 5 pontos de partida:

Para a mudança cultural que o policiamento comunitário necessita, deve-se ter em mente cinco pontos básicos de partida:

  • a. não há solução para o crime - só há controle:

Dada a atual complexidade da situação social no Brasil e no mundo, soluções definitivas e que eliminem totalmente a incidência criminal são consideradas impossíveis.

  • b. sem história não há futuro:

Qualquer sistema que se pretenda aplicar com a mínima possibilidade de eficiência na melhoria das condições da segurança pública passa obrigatoriamente pela análise dos fatos históricos que geraram o atual estado de coisas, notadamente as falhas dos sistemas

aplicados anteriormente, onde se pode inferir uma gama de informações valiosas para o aperfeiçoamento de qualquer sistema de segurança a ser implantando.

  • c. as coisas mudam

As transformações cada vez mais rápidas que ocorrem em nível mundial, determinam concomitantemente o acompanhamento pelos organismos policiais com inovações no sistema de segurança pública que contemplem com eficiência os efeitos de tais transformações.

  • d. o problema é nosso;

Na atual conjuntura todo o integrante de uma sociedade é chamado a exercer sua função como parte integrante de qualquer sistema que pretenda a alteração positiva da realidade social desta mesma sociedade. A auto-exclusão de qualquer responsabilidade pelo estado de coisas vivenciados no Brasil atualmente, característica psicossocial do cidadão brasileiro padrão deve ser revertido em uma firme resolução de participar ativamente na melhoria da qualidade de vida em comunidade.

  • e. o plano não é nada - o planejamento é tudo.

A história tem mostrado planos mirabolantes que propunham a solução imediata de questões graves dos problemas brasileiros redundaram em fracassos, agravando o problema a que se propunham resolver, diminuíram a credibilidade do poder público e o engajamento da população em empreitadas para a solução de tais problemas. Um planejamento esmerado, que acima de tudo envolva a participação popular será muito mais eficiente que tais planos.

  • 11- O policiamento comunitário no contexto Internacional obs: focar no Japão

Processos mais antigos de policiamento comunitário no mundo (criado em 1879), montado numa ampla rede de postos policiais, num total de 15.000 em todo o país, denominados KOBANS E CHUSAICHOS.

  • 12- Aspectos Psicológicos de Polícia Comunitária

    • 13- Sindrome de Burnout

      • 14- O que são Conselhos Comunitários de Segurança?