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Bom Jesus da Lapa-BA - Ano VIII - Nº 307 - 03/09/2014 EDIÇÃO DIGITAL PARA
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O RISCO MARINA

Marina Silva dirigindo culto evangélico.
Marina Silva dirigindo culto evangélico.
O RISCO MARINA Marina Silva dirigindo culto evangélico. Teólogo, bispos evangélico e católico falam do risco
O RISCO MARINA Marina Silva dirigindo culto evangélico. Teólogo, bispos evangélico e católico falam do risco
O RISCO MARINA Marina Silva dirigindo culto evangélico. Teólogo, bispos evangélico e católico falam do risco
O RISCO MARINA Marina Silva dirigindo culto evangélico. Teólogo, bispos evangélico e católico falam do risco

Teólogo, bispos evangélico e católico falam do risco de governo fundamentalista com Marina.

culto evangélico. Teólogo, bispos evangélico e católico falam do risco de governo fundamentalista com Marina.
culto evangélico. Teólogo, bispos evangélico e católico falam do risco de governo fundamentalista com Marina.
culto evangélico. Teólogo, bispos evangélico e católico falam do risco de governo fundamentalista com Marina.
Visto - Ano VIII, Nº 307- 03/09/2014 - Edição Digital
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Visto - Ano VIII, Nº 307- 03/09/2014 - Edição Digital Bispo de SP: Marina traz risco

Bispo de SP: Marina traz risco de 'fundamentalismo'

P ara o bispo de Jales (SP), dom Demétrio Valentin,

Assembleia de

Deus.

de Jales (SP), dom Demétrio Valentin, Assembleia de Deus. que não estão no fato de ela

que não estão no fato de ela não ser católica. Estão em ela ter pouca articulação política e portanto existirem dúvidas sobre como ela vai governar. Dom Demétrio ainda lamentou o fato de a presidente Dilma Rousseff não ter estabelecido “muitas pontes” com a igreja. “A Dilma tem um estilo mais autoritário, ela pouco nos convocou. O ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva o fazia com muita frequência”, disse. (Brasil

247).

ascensão de Marina Silva é “Agora, a gente

“irreversível” e traz risco de fazer da religiosidade um instrumento de ação política: “a gente tem medo do fundamentalismo que ela pode proporcionar. Existe na Marina uma tendência ao radicalismo, pela convicção exagerada ao defender seus valores e suas motivações, que pode derivar para o fundamentalismo; ele também lamenta o fato de a presidente Dilma Rousseff não ter estabelecido “muitas pontes” com a igreja. 47 - O bispo de Jales (SP), dom Demétrio Valentin vê com temor a possível vitória na eleição

presidencial da ex-ministra Marina reviravolta em que comecem a

Silva (PSB), uma evangélica da

tem medo do fundamentalismo que ela pode proporcionar. Existe na Marina uma tendência ao radicalismo, pela convicção exagerada ao defender seus valores e suas motivações, que pode derivar para o fundamentalismo”, disse ele em entrevista ao Valor. Para o bispo, Marina traz o risco de fazer da religiosidade um instrumento de ação política. Ele vê sua ascensão nas pesquisas como uma situação “irreversível”. A não ser que haja uma

pesar as fragilidades de Marina,

Bispo abre frente evangélica para Dilma

de Marina, Bispo abre frente evangélica para Dilma Malafaia tenha declarado seu a p ó s

Malafaia tenha declarado seu

após

na

Deus Madureira.

Segundo o colunista Bernardo Mello Franco , o bispo, que pede voto em Pastor Everaldo (PSC) no primeiro turno, já repete o discurso dilmista contra Marina. Ele é suplente de Geraldo Magela, candidato do PT ao Senado no Distrito Federal, e promete buscar apoio de mais igrejas. (Brasil 247)

" Tenho muita dificuldade de

votar na Marina no segundo turno", diz o bispo Manoel Ferreira, da Assembleia de Deus Madureira; suplente de Geraldo Magela, candidato do PT ao Senado no Distrito Federal, ele promete buscar apoio de mais igrejas

para Dilma Rousseff;

tenta avançar entre evangélicos

após "deslize" do programa do PSB em favor da causa gay.

247 – O episódio da 'errata' divulgada pelo PSB sobre a defesa da causa gay despertou

a resistência de parte da igreja

à candidata Marina Silva.

Ainda que o pastor Silas

presidente apoio à ex-senadora

pressioná-la a alterar seu

programa de governo, parte dos

evangélicos já cogitam votar presidente Dilma Rousseff em eventual segundo turno.

"Tenho muita dificuldade de votar na Marina no segundo turno", diz o bispo Manoel Ferreira, da Assembleia de

"Tenho muita dificuldade de votar na Marina no segundo turno", diz o bispo Manoel Ferreira, da
"Tenho muita dificuldade de votar na Marina no segundo turno", diz o bispo Manoel Ferreira, da
"Tenho muita dificuldade de votar na Marina no segundo turno", diz o bispo Manoel Ferreira, da
"Tenho muita dificuldade de votar na Marina no segundo turno", diz o bispo Manoel Ferreira, da
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Pensador diz ser preciso educar os educadores

P ensador francês é um dos

convidados do encontro

'Educação 360', que

acontece dias 5 e 6 de setembro, no Rio RIO - O antropólogo, sociólogo e

filósofo Edgar Morin fará uma das quatro conferências magnas do

encontro internacional

360, promovido por O GLOBO e

"Extra" em parceria com Sesc

da Prefeitura do Rio, com apoio do Canal Futura. O evento acontece dias 5 e 6 de setembro, na Escola Sesc do Ensino Médio, em Jacarepaguá. Nesta entrevista, Morin critica o modelo ocidental de ensino e diz que o professor tem uma missão social, por isso, segundo ele, “é preciso educar os educadores”.

Na sua opinião, como seria o modelo ideal de educação?

A figura do professor é

determinante para a consolidação

de um modelo “ideal” de educação. Através da Internet, os alunos podem ter acesso a todo o tipo de conhecimento sem a presença de um professor. Então eu pergunto, o que faz necessária

a presença de um professor? Ele

deve ser o regente da orquestra, observar o fluxo desses conhecimentos e elucidar as dúvidas dos alunos. Por exemplo, quando um professor passa uma lição a um aluno, que vai buscar uma resposta na Internet, ele deve posteriormente corrigir os erros cometidos, criticar o conteúdo pesquisado. É preciso desenvolver o senso crítico dos alunos. O papel do professor precisa passar por uma transformação, já que a criança não aprende apenas com os amigos, a família, a escola. Outro ponto importante: é necessário criar meios de transmissão do conhecimento a serviço da curiosidade dos alunos. O modelo de educação, sobretudo, não pode ignorar a curiosidade das crianças.

Quais são os maiores problemas do modelo de ensino atual?

O modelo de ensino que foi

instituído nos países ocidentais é

Educação

e

aquele que separa os

conhecimentos

artificialmente através das disciplinas. E não é o que vemos na natureza. No caso de animais e vegetais, vamos notar que todos os conhecimentos são interligados. E a escola não ensina o que é o

conhecimento, ele é apenas transmitido pelos educadores, o que é um reducionismo. O conhecimento complexo evita o erro, que é cometido, por exemplo, quando um aluno

escolhe mal a sua carreira. Por isso eu digo que a educação precisa fornecer subsídios ao ser humano, que precisa lutar contra

o erro e a ilusão.

O senhor pode explicar melhor esse conceito de

conhecimento?

Vamos pensar em um conhecimento mais simples, a nossa percepção visual. Eu vejo as pessoas que estão comigo, essa visão é uma percepção da

realidade, que é uma tradução de

todos os estímulos que chegam à nossa retina. Por que essa visão

é uma fotografia? As pessoas que

estão longe, são pequenas, e vice-versa. E essa visão é reconstruída de forma a reconhecermos essa alteração da realidade, já que todas as

pessoas apresentam um tamanho

similar. Todo conhecimento é uma tradução, que é seguido de uma reconstrução, e ambos os processos oferecem o risco do erro. Existe um outro ponto vital que não é abordado pelo ensino:

a compreensão humana. O

grande problema da Humanidade

é

que todos nós somos idênticos

e

diferentes, e precisamos lidar

com essas duas ideias que não são compatíveis. A crise no ensino surge por conta da ausência dessas matérias que são importantes ao viver. Ensinamos apenas o aluno a ser um indivíduo adaptado à sociedade, mas ele também precisa se adaptar aos fatos e a

si mesmo.

mas ele também precisa se adaptar aos fatos e a si mesmo. O que é a

O que é a transdisciplinaridade,

que defende a unidade do conhecimento?

As disciplinas fechadas impedem

a compreensão dos problemas do

mundo. A transdisciplinaridade,

na minha opinião, é o que

possibilita, através das disciplinas, a transmissão de uma visão de mundo mais complexa. O meu livro “O homem e a morte”

é tipicamente transdisciplinar,

pois busco entender as diferentes reações humanas diante da morte através dos conhecimentos da pré-história, da psicologia, da religião. Eu precisei fazer uma viagem por todas as doenças sociais e humanas, e recorri aos saberes de áreas do

conhecimento, como psicanálise e biologia.

Como a associação entre a

razão e a

aplicada no sistema

educacional?

É preciso estabelecer um jogo

dialético entre razão e emoção. Descobriu-se que a razão pura não existe. Um matemático precisa ter paixão pela matemática. Não podemos

abandonar a razão, o sentimento deve ser submetido a um controle

racional. O economista, muitas

das vezes, só trabalha através do cálculo, que é um complemento cego ao sentimento humano. Ao não levar em consideração as emoções dos seres humanos, um economista opera apenas cálculos cegos. Essa postura explica em boa parte a crise econômica que a Europa está vivendo atualmente.

A literatura e as artes deveriam

ocupar mais espaço no

afetividade pode ser

currículo das escolas? Por quê?

Para se conhecer o ser humano,

é preciso estudar áreas do

conhecimento como as ciências sociais, a biologia, a psicologia.

Mas a literatura e as artes também são um meio de conhecimento. Os romances retratam o indivíduo na sociedade, seja por meio de

Balzac ou Dostoiévski, e transmitem conhecimentos sobre sentimentos, paixões e contradições humanas. A poesia

é também importante, nos ajuda

a reconhecer e a viver a

qualidade poética da vida. As grandes obras de arte, como a música de Beethoven, desenvolvem em nós um sentimento vital, que é a emoção estética, que nos possibilita reconhecer a beleza, a bondade e a harmonia. Literatura e artes não podem ser tratadas no currículo escolar como

conhecimento secundário.

Qual a sua opinião sobre o sistema brasileiro de ensino?

O Brasil é um país extremamente aberto a minhas ideias pedagógicas. Mas a revolução do seu sistema educacional vai passar pela reforma na formação dos seus educadores. É preciso educar os educadores. Os professores precisam sair de suas disciplinas para dialogar com outros campos de conhecimento. E essa evolução ainda não aconteceu. O professor

possui uma missão social, e tanto

a opinião pública como o cidadão

precisam ter a consciência dessa

missão. (por Andrea Rangel, O Globo).

Visto - ano VIII, Nº 307 - 03/09/2014 - Edição Digital
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Leonardo Boff avalia Dilma, Marina e eleições 2014

Digital Leonardo Boff avalia Dilma, Marina e eleições 2014 abrangente”, acrescenta Em entrevista concedida ao

abrangente”, acrescenta

Em entrevista concedida ao jornalista Paulo Moreira Leite ele constata haver “um mal estar generalizado no mundo”. “Todos têm a sensação de que assim como o mundo está não pode continuar. Tem que haver mudanças”, ressalta, reforçando o que diz as pesquisas, segundo as quais mais de 70% da população desejam mudanças no País, e justificando a causa das manifestações de junho, de que o brasileiro quer mais do que já consegue hoje.

“Há ainda um fator

novo: as políticas públicas do PT que

tiraram 36 milhões da pobreza foram

incorporadas como

coisa natural, um direito do cidadão. Ora, o cidadão não

tem apenas fome

pão, de casa, de luz elétrica. Tem outras fomes: de ensino, de cultura, de transporte

de

minimamente digno, de

lazer. A falta de tais coisas suscita uma

fundamentalista que tira o vigor do engajamento e se basta com orações e leituras literalistas da

insatisfação Bíblia”.

generalizada que faz com que esta eleição de

2014 seja diferente de todas as anteriores e a mais difícil para o PT. Precisamos de mudança. Mas dentre os partidos que podem fazer mudanças na linha do povo, apenas vejo o PT, desde que consolide

o que fez e avance e

aprofunde as mudanças novas atendendo as

demandas da rua. Dilma

é ainda a melhor para o povo brasileiro”.

Para Boff, a candidatura da ex-senadora “representa uma volta ao velho e ao atrasado da política, ligada aos bancos e ao sistema financeiro. Seu discurso de sustentabilidade se tornou apenas retórico“. Em sua visão, Marina não possui a habilidade

de articulação. “Se vencer, oxalá não tenha o mesmo destino político que teve Collor de Mello”, prevê. Na entrevista, ele comenta ainda sobre o

Questionado a avaliar a

mudança de Marina pessimismo

Silva desde que a

conheceu, no Acre, “grande parte induzido

quando foi sua aluna,

até 2014, quando se a todo custo e por todos

candidata à Presidência

da República pelo PSB, poder” – e dá sua Boff observa, como opinião sobre a mídia:

primeiro ponto, a “hoje, com a oposição mudança de religião. fraca, eles se

“De um cristianismo de libertação, ligado aos

povos da floresta e aos PT”.

pobres, passou para um cristianismo

os meios tirar o PT do

generalizado no País –

por aqueles que querem

constituíram a grande oposição ao governo do

(Brasil 247)

P ara Leonardo Boff, "Dilma é ainda a melhor

opção para o povo brasileiro". O filósofo, que foi professor de Marina Silva, também avaliou as principais mudanças de sua ex- aluna desde que a conheceu, no Acre, até

agora, candidata à Presidência da República

Líder religioso,

intelectual e militante de Boff. saúde razoável e de

causas sociais, Leonardo Boff acredita que a presidente Dilma Rousseff (PT) “é a melhor opção para o povo brasileiro”. Ao explicar sua resposta, ele afirma que “os fatos falam por si”. “Até hoje nenhum governo fez políticas públicas cuja centralidade era o povo marginalizado, os invisíveis, considerados óleo gasto e zeros econômicos”, avalia. Quem fez isso com sucesso deve poder continuar a fazê-lo e de forma mais profunda e

gasto e zeros econômicos”, avalia. Quem fez isso com sucesso deve poder continuar a fazê-lo e
gasto e zeros econômicos”, avalia. Quem fez isso com sucesso deve poder continuar a fazê-lo e
gasto e zeros econômicos”, avalia. Quem fez isso com sucesso deve poder continuar a fazê-lo e
gasto e zeros econômicos”, avalia. Quem fez isso com sucesso deve poder continuar a fazê-lo e
gasto e zeros econômicos”, avalia. Quem fez isso com sucesso deve poder continuar a fazê-lo e