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COLÉGIO XIX DE MARÇO excelência em educação 2ª PROVA PARCIAL DE PORTUGUÊS Aluno(a): Nº Ano:

COLÉGIO XIX DE MARÇO

excelência em educação

COLÉGIO XIX DE MARÇO excelência em educação 2ª PROVA PARCIAL DE PORTUGUÊS Aluno(a): Nº Ano: 9º

2ª PROVA PARCIAL DE PORTUGUÊS

Aluno(a):

Ano:

Turma:

Data:

/2011

Nota:

 

Professora:

Paula

Valor da Prova:

30 pontos

Assinatura do responsável:

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Assinatura do responsável:
Assinatura do responsável:
Assinatura do responsável:

Orientações gerais:

1) Número de questões desta prova: 10 2) Valor das questões: Redação (1): 6,0 pontos. Abertas (3): 4,0 pontos cada. Fechadas (6): 2,0 pontos cada. 3) Provas feitas a lápis ou com uso de corretivo não têm direito à revisão. 4) Aluno que usar de meio ilícito na realização desta prova terá nota zerada e conceituação comprometida. 5) Tópicos desta prova:

- Textos, interpretação, redação - Conteúdo Gramatical: Orações Subordinadas desenvolvidas e reduzidas

JOVENS HOJE Há muitas semelhanças e muitas diferenças entre os jovens dos tantos “Brasis” que compõem o nosso país. Vejamos a vida de uma parte deles, os que vivem em regiões periféricas das grandes cidades.

Texto1: Ponto de vista sobre o campo de batalha

Subúrbio, periferia, o inferno da cidade, onde pessoas vivem no mais baixo nível da cidadania, tá ligado? Não bastasse isso, vivem amontoadas em barracos sem qualquer condição básica de higiene, o córrego a céu aberto, a água escassa, a energia é puxada por extensões malfeitas e sem proteção (os famosos gatos). Entra ano e sai ano e o sistema na favela continua o mesmo, claro, com algumas adaptações. Alguns conseguem edificar uma casa, outros perdem a sua na enxurrada, poucos progridem, muitos regridem. Estamos no lixo, mano. O playboy estuda e o pobre fica na rua. Enquanto estamos nos presídios, os playboys estão trabalhando e tomando conta de todos os espaços.

Muito bem, enquanto isso, em meio ao campo de batalha, alguns manos estudam,

correm atrás daquilo que lhes é de direito. Porque nasceram pobres têm de padecer até o último dia de suas vidas? Ah, isso é porque eu não falei da cor( Às vezes a maré fica alta, e a favela fica embaçada. Olho vermelho, arma na mão, polícia subindo e descendo, morte na sequência; assim se movimenta a empresa que dá mais lucro aqui,

droga, em que muitos manos escolheram o estilo de vida, não porque eles quiseram, mas

a (

talvez porque foi a última alternativa. Uma vez na cadeia, eu ouvi um maluco falar que fazia tudo para levar conforto a suas crianças, e por isso ele estava encarcerado. Capão Redondo para mim, mano, é um mundo à parte, é um país com vários estados que são as quebradas: São Luís, Vaz de Lima, Capelinha, Campo Limpo, Rosa, Sabin, Atlântico, Sto. Eduardo, São Bento, Vale Velho, Jangadeiro, Jd. Ângela etc.

Não temos muitas oportunidades por aqui, a não ser o tráfico, o roubo a banco, o futebol e

o pagode; fora isso você tem que se sujeitar a ganhar um salário mínimo e esperar que alguma

) (

)

coisa de bom aconteça. É aí que entram os movimentos alternativos: a leitura, o rap (que é um dos quatro elementos do hip-hop)_ e os projetos sociais que ajudam o povo da favela.

O nome “campo de batalha” se deu porque é uma constante luta pela vida, tá ligado?

Você que tem que correr atrás de um emprego pra se sustentar, tem que estudar para não ser

manipulado, tem que ficar esperto com a polícia porque você é favelado, tem que ter consciência

droga, tem que ter calma pra não sentar o dedo nos noia e uma pá de coisa que

só um soldado da favela tem pra sobreviver. O único jeito é crer em Deus, fazendo a revolução ideológica, montar formas de ataque, conseguindo espaço aos poucos, pois temos força sim, mano. Somos a maioria, é só usar nossas cabeças, estudando, nos informando, esperando a virada, e quando ela chegar, vamos dizer: Aí a favela, toma conta de ponta a ponta (Capítulo escrito pelo grupo de rap Conceito Moral. In:Ferréz. Capão pecado)

pra não cair (

) (

)

Moral. In:Ferréz. Capão pecado) pra não cair ( ) ( ) Antes da 1ª questão, leia

Antes da 1ª questão, leia agora um rap de autoria do mesmo Ferréz, que incorporou à letra original colaborações de jovens de várias escolas do país.

Lado bom

de jovens de várias escolas do país . Lado bom Grafite de Jana Joana e Vitché

Grafite de Jana Joana e Vitché em muro de Escola Estadual em SP Com reprodução de desenhos feitos pelos alunos

Periferia tem seu lado bom Manos, vielas e futebol no campão Meninas com bonecas e não com filhos Planejando assim um futuro positivo Sua paz é você que define Longe do álcool, longe do crime A escola é o caminho do sucesso Pro pobre honrar desde o começo E dizer bem alto que somos a herança De um país que não promoveu as mudanças Sem atrasar ninguém, rapaz Fazendo sua vida se adiantar na paz Jogando bolinha, jogando pião Vi nos olhos da criança a revolução Que solta a pipa pensando em voar Para não ver o barraco que era o seu lar Periferia lado bom o que você me diz Alguns motivos pra te deixar feliz Longe do álcool, longe do crime Sua paz é você que define

* E nessa pipa no céu eu vi planar A paz necessária para se avançar Ânimo, positividade em ação Hip-hop cultura de rua e educação Foi assim que criaram e assim que tem que ser O mestre de cerimônia rimando pra você Enquanto o DJ troca as bases O grafiteiro pinta todo o contraste Da favela pro mundo O caminho do rap pelo estudo Por isso eu não me iludo Roupa de marca não é meu escudo ( ) Periferia lado bom o que você me diz Alguns motivos pra te deixar feliz Longe do álcool, longe do crime Sua paz é você que define

Nota =

1ª Questão:

a) Por que os autores do texto 1 (o grupo de rap Conceito Moral) deram-lhe como título Ponto de

vista sobre o campo de batalha? (0,5)

b) Como eles descrevem a vida nesse “campo de batalha”? (1,0)

c) Os autores afirmam que, neste local, os moradores não têm muitas oportunidades para

progredir. c.1) Apesar dessa constatação, eles aceitam passivamente essas circunstâncias? Cite um trecho

que deixa clara essa posição. (0,5)

c.2) O que propõem como alternativa? (1,0)

d) A letra do rap composto por Ferréz compartilha ou contraria essa visão? Comente. (1,0)

2ª Questão: São exemplos de atividades citadas no texto que exemplificam ações alternativas com o objetivo de melhorar a vida dos jovens dessas comunidades, EXCETO:

a) o estudo

b) a leitura

c) a dança

d) o esporte

e) a música

Nota =

3ª Questão: Podemos dizer que:

Nota =

I) As fotos que acompanham os textos também comprovam os pontos citados nas respostas da 1ª

questão. II) As fotos desmentem os pontos citados nas respostas da 1ª questão. III) Essas fotos mostram os moradores do bairro envolvidos em atividades como as propostas pelos autores, como forma de superar a exclusão e fugir do crime.

Está (estão) correta (s) a (s) afirmativa (s):

a)

apenas a I

b)

apenas a II

c)

apenas a III

d)

I e a III

e)

II e a III

O

rap de Ferréz fala que um dos lados bons da periferia é encontrar “meninas com bonecas

e

não com filhos”, fazendo referência a um problema muito sério e preocupante: a gravidez

precoce, que significa, quase sempre, abandono aos estudos e ingresso antecipado na vida adulta.

Para falar um pouco sobre isso, vamos ler a entrevista realizada por dr. Drauzio Varella com

a Dra. Adriana Lippi Waissman, médica obstetra do Hospital das Clínicas da Universidade de São Paulo, especializada em gravidez na adolescência.

Texto 2: Gravidez na adolescência

Gravidez na adolescência não é novidade na história de vida das mulheres. Provavelmente

muitas de nossas antepassadas casaram cedo, engravidaram logo e, durante a gestação e o parto, não receberam assistência médica regular. Erros e acertos dessa época se perderam no tempo e na memória de seus descendentes.

A sociedade se modernizou e as mulheres vislumbraram diferentes perspectivas de vida. No

entanto, isso não impediu que, apesar da divulgação de métodos contraceptivos, a cada ano mais jovens engravidem numa idade em que outras ainda dormem abraçadas com o ursinho de pelúcia. A gravidez na adolescência é considerada de alto risco.

Drauzio Você concorda com a visão de que está havendo uma epidemia de gravidez na adolescência? Adriana – Sim, concordo. Sabemos que no Brasil o número de partos em adolescentes abaixo de 20 anos gira em torno de 700 mil por ano, o que representa uma parcela significativa da população nessa faixa etária. Drauzio A que classe socioeconômica pertencem essas adolescentes? Adriana – Tanto engravidam as adolescentes de classe social mais baixa quanto as de classe mais alta, só que o enfrentamento da situação é diferente. No que se refere às adolescentes de classe

social mais favorecida, infelizmente, há poucos trabalhos sobre o assunto porque é difícil levantar dados nos consultórios particulares que, em geral, elas freqüentam. No entanto, sabe-se, que essas contam mais com a possibilidade de interromper a gravidez, se desejarem, e têm outros objetivos na vida, o que não acontece com as de classe social menos favorecida, para as quais a gravidez pode representar uma forma de ascensão social, já que muitas vezes seus companheiros possuem nível socioeconômico um pouquinho melhor que o delas. Drauzio É difícil avaliar o número total de gestações nessa faixa etária, pois teoricamente o aborto é proibido no Brasil, embora na verdade seja livre para quem o possa pagar. Adriana – No Hospital das Clínicas, perguntamos às adolescentes se pensaram ou não em fazer um aborto e constatamos que apenas 22% das grávidas cogitaram interromper a gravidez:

dessas, somente 5% efetivamente fizeram alguma coisa nesse sentido, tomaram um chá, por exemplo, imaginando que produzisse efeito abortivo. É importante mencionar, porém, que nos tem chamado a atenção nesse atendimento o fato de nem sempre a gravidez ser realmente indesejada.Aproximadamente 25% de nossas adolescentes planejaram a gestação e muitas abandonaram o método contraceptivo que usavam com o intuito declarado de engravidar. Drauzio Quais as principais causas desse comportamento em meninas tão jovens? Adriana – Existe uma série de fatores que poderiam contribuir para o aumento da incidência de gestantes adolescentes. O baixo nível socioeconômico é um deles, porque, às vezes, como já disse, a gravidez representa oportunidade de ascensão social. Além disso, a baixa escolaridade também pesa nesse contexto. Metade das adolescentes que atendemos no HC (Hospital das Clínicas) já tinha interrompido os estudos antes de engravidar. Isso nos permite pensar que, se tivessem continuado a estudar e a receber estímulos pedagógicos e culturais, como acontece com as meninas de classe social mais favorecida, talvez nem pensassem numa gestação, porque de uma forma ou de outra a escola representa um fator de proteção para elas. Outro fator que poderia ser apontado é a desestruturação familiar. Notamos nessas adolescentes grávidas certa dificuldade de relacionamento com os pais. Na verdade, a dificuldade é maior com o pai, tanto que o grande medo é contar para ele que estão grávidas, o que retarda, em muitos casos, o início do pré-natal.

Se fizermos uma retrospectiva histórica, veremos que a gravidez na adolescência não é

novidade. Existe há muito tempo. É bem provável que nossas bisavós e talvez nossas avós tenham engravidado ainda adolescentes, pois as mulheres se casavam muito cedo. No entanto, o papel da

mulher na sociedade mudou, e talvez por isso o fato de engravidar mais precocemente chame tanto a atenção. Espera-se que a adolescente estude, trabalhe, e não que engravide e tenha filhos. Drauzio Algumas meninas engravidam na idade em que as outras ainda brincam com bonecas. Qual é o impacto psicológico causado por essa gravidez precoce? Adriana – De início, é um choque porque a adolescente está vivendo uma fase de transição em busca da própria identidade. Perguntas elementares como “quem sou?”, “o que estou fazendo aqui?” “Qual vai ser o meu papel neste mundo?” ainda estão sem respostas e ela se depara tendo de enfrentar uma gravidez que atropela seu desenvolvimento e a obriga também a buscar sua identidade como mãe. Isso, em grande parte dos casos, provoca maior dependência da família e interrompe o processo de separação com os pais e destes com a adolescente. Não sabendo exatamente quem é, se adolescente ou mãe, adota uma postura infantilizada que atrapalha seu caminho para a profissionalização. Sabemos que posteriormente essas jovens voltam a estudar ou começam a trabalhar, mas em geral ocupam posições piores do que aquelas que não tiveram filhos nessa idade. Portanto, as seqüelas não se limitam aos aspectos psicológicos. Refletem-se também no campo social. Drauzio – No passado, o menino que engravidava a namorada tinha de casar com ela porque era ameaçado de morte se não o fizesse. Hoje, esse tipo de cobrança parece ter-se esgarçado no tecido social. Como reagem os garotos que engravidam essas adolescentes? Adriana – Essa responsabilidade de casamento deixou de existir na grande maioria dos casos, mesmo porque a sociedade assumiu uma postura mais liberal em relação ao fato. No entanto, o que percebemos é que os meninos muitas vezes gostam da gravidez de suas companheiras porque isso representa uma maneira de firmar a própria masculinidade. Eles também estão atravessando uma fase de transição, de busca de identidade e, de uma forma ou outra, a gravidez da companheira é prova de que são realmente homens.

Assumir não significa morar junto na mesma casa, embora isso possa acontecer. Não

são raros os casos de adolescentes que acabam se unindo ao companheiro durante o pré-natal. Não se casam necessariamente no papel, mas mudam o estado matrimonial e passam a constituir uma família.

) (

) (

Drauzio Esse papel do menino que vai ser pai muda de acordo com o estado social a que pertence? Adriana – É difícil comentar sobre o que acontece nos estratos sociais um pouco mais elevados porque não há pesquisas que sirvam de embasamento para conclusões mais elaboradas. Considerando a experiência extraída nos consultórios, adolescentes de melhor nível socioeconômico, em geral, optam por interromper a gestação e os garotos acabam concordando com elas, já que a gravidez precoce iria atrapalhar os planos de ambos para o futuro. Drauzio Qual costuma ser a relação dos familiares quando a adolescente engravida? Adriana – É sempre um choque. Pai e mãe consideram a filha ainda uma menina que há pouco tempo deixou de brincar de boneca e também estão aprendendo a lidar com a sua adolescência, mas cima de tudo são pais e acabam aceitando o fato. Parece que as mães têm mais facilidade para enfrentar a situação, talvez porque muitas tenham engravidado adolescentes. Na verdade, mais ou menos metade das mães passou por essa experiência, o que torna o problema menos complicado para as filhas: “Minha mãe tinha 13 ou 14 anos quando eu nasci, por isso não vai poder falar nada”. Para o pai o choque é maior, mas ele também acaba se habituando com a ideia. Drauzio Uma coisa interessante é esse medo das adolescentes em relação ao pai. É comum ouvi-las dizer:”Ah, se meu pai souber, ele me mata”. Adriana – Nunca mata. Do ponto de vista psicológico, geralmente elas têm um relacionamento um pouco mais distante com o pai. Metade das adolescentes se refere a um conflito maior com o pai do que com a mãe. O fato de parte das mães ter vivido a mesma experiência funciona como consolo para elas. Alguns pais podem ser mais radicais eventualmente ameaçam expulsá-las de casa, o que às vezes acontece, e elas vão viver com outros parentes. O que se percebe, porém, é que depois que a criança nasce4 eles mudam de comportamento. Drauzio Você acha que as adolescentes engravidam por falta de informação? Adriana – Não acredito. Todas sabem que, se tiverem uma relação sexual sem os cuidados necessários, podem engravidar. Dados indicam que 92% delas conhecem pelo menos um método contraceptivo, pelo menos a camisinha elas conhecem. Portanto, não é a desinformação que leva à gravidez na adolescência. Talvez o pensamento mágico dos adolescentes que influencia a maneira de buscar a si mesmos, o imediatismo e onipotência que lhes são característicos sejam fatores que possam justificar sua maior incidência. Não há menina que não saiba que pode engravidar, mas todas imaginam que isso jamais irá acontecer com elas.

4ª Questão: São muitas as causas da incidência de gestantes grávidas. Entre elas, assinale aquela que foi apontada como principal pelo texto:

Nota =

a) falta de informação

b) resistência ao uso da camisinha

c) vontade de sair de casa e constituir uma família

d) falta de consciência sobre a extensão da responsabilidade que traz o nascimento de um filho

e) baixo nível socioeconômico, baixa escolaridade e desestruturação familiar

5ª Questão: São conseqüências da gravidez precoce, segundo o texto, para as meninas-mães e

para os meninos-pais, EXCETO:

Nota =

a) As conseqüências aparecem tanto no campo psicológico como no social.

b) A gravidez precoce provoca maior independência da família.

c) Interrompe o processo de separação com os pais e destes com o adolescente.

d) As jovens que tentam retomar a vida e voltam a estudar ou começam a trabalhar, ocupam, em

geral, posições piores do que aquelas que não tiveram filhos nessa idade.

e) Os meninos também estão atravessando uma fase de transição, de busca de identidade e de

busca da profissão, e esse processo certamente é prejudicado para os que assumem realmente a criança.

Nota =

6ª Questão:

I) Reescreva as orações subordinadas reduzidas de infinitivo, transformando-as em desenvolvidas:

(1,0)

a) Era preciso terminar o trabalho.

b) Nossa intenção era participar do congresso.

c)

Marta pensa ser muito inteligente.

II)

Transforme as orações subordinadas desenvolvidas em orações reduzidas de gerúndio: (1,0)

a)Assim que concluiu os estudos, viajou para o exterior.

b)Ficou alerta porque percebeu suas intenções.

c)Se estudares bastante, vencerás o concurso.

III) Transforme as orações subordinadas desenvolvidas em orações reduzidas de particípio: (1,0)

a) Quando acabou a festa, todos voltaram para sua casa.

b) Quando os votos foram recontados, constatou-se a fraude.

c) Se encontrasse uma saída, tudo seria diferente.

IV) Escolha um dos períodos acima que apresente oração reduzida. Reescreva-o, divida-o em

orações e classifique-as: (1,0)

7ª Questão: As orações reduzidas são excelentes meios de eliminar o excessivo emprego de “quês” em suas redações.

Nota =

A) Reescreva os trechos abaixo, substituindo o maior número possível de orações desenvolvidas

por reduzidas: (3,0)

a) É importante que entendamos que os falantes de uma língua possuem uma capacidade que

lhes é inata que lhes permite que elaborem textos coerentes. É importante ainda que tenhamos isso em mente para que não sejamos produtores de textos mal organizados e desconexos.

b) É necessário que tenhamos nossos próprios critérios de julgamento. Somente eles nos

permitirão que vejamos que esse tipo de futebol não é aquele com que sonhamos. Esse técnico, mesmo que negue que é mais amigo que inimigo do dono do hotel, já criou uma suspeita. É importante agora que não deixemos que essa atitude anule todo o trabalho que foi realizado na gestão anterior.

c) Estamos completando mais uma década de uma vida que parece muito com as histórias que a

gente faz. A razão de nosso sucesso é que fazemos histórias que acabam com final feliz e não

com a paciência do leitor.

B) As orações reduzidas podem tornar uma frase ambígua, isto é, ocasionar duas interpretações

diferentes, que impedem a compreensão exata do que o autor tinha em mente. (1,0)

Nas frases a seguir:

*localize a ambigüidade; *dê outra redação, deixando claro cada um dos sentidos possíveis.

Oriente-se pelo exemplo:

A governador encontrou Anacleto saindo da cidade.

(Quem saía: o governador ou Anacleto?)

I- O governador, que saía da cidade, encontrou Anacleto.

II- O governador encontrou Anacleto, que saía da cidade.

a)Sendo um sujeito maluco, meu tio me repreendia diariamente.

I-

II-

b)Pendurado no galho da árvore, o garoto viu um ninho de passarinhos.

I-

II-

8ª Questão: NÃO devemos misturar oração reduzida e oração desenvolvida em construções próximas a fim de evitar paralelismo, isto é, uma convenção da língua escrita, que consiste em apresentar ideias similares de forma gramatical idêntica.

Exemplo: Meu pai mandou meu irmão pegar a mochila e que saísse imediatamente. Meu pai mandou meu irmão pegar a mochila e sair imediatamente.

Nota =

Há erro de paralelismo no período:

a) Ele passa todo o seu tempo estudando ou no trabalho.

b) Os deputados dividiam-se em dois grupos: os que preferem explorar os outros e os que

trabalham pelo povo.

c) Declarei estar ocupado e sem tempo.

d) Dois meios havia para conseguir o objetivo: ou atacar por mar ou marchar com o exército por

terra.

e) Havia alguns textos contendo argumentos sólidos e outros contendo afirmações infundadas.

9ª Questão: Relacione os períodos, classificando as orações reduzidas:

(1) Oração subordinada adjetiva restritiva reduzida de particípio. (2) Oração subordinada adverbial temporal reduzida de gerúndio (3) Oração subordinada adverbial final reduzida de infinitivo (4) Oração subordinada adverbial causal reduzida de gerúndio (5) Oração subordinada substantiva subjetiva reduzida de infinitivo

Nota =

(

) Chegando ao sítio, dirigi logo ao pomar.

(

) Pensando nas crianças, falei com o diretor.

(

) Partiu para não causar problemas entre os familiares.

(

) É preciso participar das reuniões.

(

) Encontrei amigos preocupados com a eleição.

A

sequência que classifica corretamente as orações reduzidas é:

a)

2, 3, 4, 5, 1

b)

2, 4, 3, 5, 1

c)

4, 2, 3, 5, 1

d)

4, 3, 2, 5, 1

e)

3, 4, 2, 5, 1

10ª Questão: Com base no que foi lido nos textos desta prova, elabore um artigo que demonstre

visão que você tem do jovem brasileiro nos dias de hoje. Você poderá seguir um esquema semelhante ao sugerido:

a

Nota =

- 1º parágrafo (introdução): fale sobre a dificuldade de definir o jovem brasileiro

- 2º parágrafo (início do desenvolvimento): comente a visão estereotipada (inalterável) que muitos têm do jovem.

- 3º parágrafo: desminta essa visão por meio de argumentos e de exemplos.

- 4º parágrafo: comece a apresentar a visão que você tem a respeito do jovem.

- 5º parágrafo (conclusão): aborde o papel do jovem nas transformações sociais.

Não se esqueça de dar um título adequado, tendo em vista a ideia principal do texto.

2ª P.P. / Língua Portuguesa / Paula / 9º / pág : 10