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Ler, um caminho para ser…

MODELO DE AUTO-AVALIAÇÃO
DA BE
Biblioteca da EBI Santiago Maior
Coordenadora: Joaquina B Cruz
JUSTIFICAÇÃO
 Porquê avaliar?

 “Auto-avaliação é parte integrante do plano de


desenvolvimento… “ (Scoot, E.)
 “… é uma componente intrínseca e necessária ao progresso
da escola” (MacBeath, 2000, citado em McNicol, 2004))
 “Qualquer estrutura para auto-avaliação da biblioteca está
ligada a todo o processo de avaliação da escola de forma a
assegurar o apoio aos professores, gestão e outros
interessados” (McNicol, S. 2004)
JUSTIFICAÇÃO (CONT.)

Para quê avaliar?

 A auto-avaliação é um processo pedagógico e


regulador, que se assume como um instrumento
de melhoria.
PRESSUPOSTOS/
FACTORES CRÍTICOS DE SUCESSO
Ligação da BE ao currículo e aos sucesso educativo através de:
 Estrutura tecnológica integrada que suporta as actividades
de ensino-aprendizagem (protocolo RBE-PTE);
 Trabalho no desenvolvimento das diferentes literacias
nomeadamente para as literacias digitais e para a literacia
da informação, colocando o desenvolvimento curricular num
novo papel;
 Disponibilização de uma colecção de leitura rica e programas
de leitura;
 Mobilização de toda a escola, para que o processo melhore
pela acção do colectivo.
Todos os pressupostos saem reforçados pela capacidade de
liderança e influência do coordenador da BE
FUNDAMENTO TEÓRICO
 Modelo de auto-avaliação das escolas inglesas
- Standards for School Library Services in Scotland (1999)

- Taking a closer look at the school library resource centre: self-


evaluation using performance indicators (1999)

- Primary School Library: Guidelines (2000)

 Evidence- Based Pratice”


- É hoje comum e consensual o valor da informação fundamentada
em evidências como suporte à decisão.

 Práticas de Pesquisa – acção


-Estabelecem relação entre os processos e o impacto ou valor que
originam.
ORGANIZAÇÃO ESTRUTURAL
QUATRO DOMINIOS

 Domínio A - Apoio ao Desenvolvimento Curricular


A.1 Articulação curricular da BE com as estruturas de
coordenação educativa e supervisão pedagógica e os docentes

A. 2 Promoção das literacias da informação, tecnológica e


digital

 Domínio B – Leitura e Literacia


ORGANIZAÇÃO ESTRUTURAL (CONT.)
 Domínio C – Projectos, Parcerias e Actividades
Livres e de Abertura à Comunidade
C.1 Apoio a actividades livres, extra-curriculares e de
enriquecimento curricular
C.2 Projectos e parcerias

 Domínio D – Gestão da Biblioteca Escolar


D.1 Articulação da BE com a escola/ agrupamento. Acesso e
serviços prestados pela BE
D.2 Condições humanas e materiais para a prestação dos
serviços
D.3 Gestão da colecção/da informação.
ESTRUTURA FUNCIONAL (CONT.)
 Cada domínio é apresentado em quadro que inclui um
conjunto de indicadores que se concretizam em factores
críticos de sucesso.

 Os factores críticos de sucesso correspondem a formas de


operacionalização dos indicadores (como exemplo) e
orientam para a recolha de evidências.

 As evidências irão suportar a avaliação.

 As acções de melhoria apresentadas são sugestões caso se


venha a verificar a necessidade de melhorar o desempenho
em determinados campos .
(Modelo de auto-avaliação da biblioteca escolar, RBE, Novembro 2009)
ESQUEMA DE QUADRO PARA CADA
DOMÍNIO

1. DOMÍNIO
1.1 Subdomínio
Indicadores Factores críticos Evidências Acções para a
de sucesso melhoria/exemplos
1.1.1 . - - - • • -
----- • - -
- -
1.1.2. - - • • -
---- • - -
• • -
• • -
- -
FASES DE IMPLEMENTAÇÃO DO PROCESSO

 Escolha do Domínio

 Recolha de Evidências

 Gestão e interpretação da informação recolhida

 Gestão das evidências ao nível de Escola

 Recolha de novas evidências acerca do


 impacto das mudanças
PERFIS DE DESEMPENHO

Nível Descrição
4 A BE é muito forte neste domínio. O trabalho desenvolvido é de
grande qualidade e com um impacto bastante positivo.
3 A BE desenvolve um trabalho de qualidade neste domínio mas
ainda é possível melhorar alguns aspectos.
2 A BE começou a desenvolver trabalho neste domínio, sendo
necessário melhorar o desempenho para que o seu impacto seja
mais efectivo.
1 A BE desenvolve pouco ou nenhum trabalho neste domínio, o
seu impacto é bastante reduzido, sendo necessário intervir com
urgência.
IDEIA CHAVE NA COMPREENSÃO DO
PROCESSO E INTERPRETAÇÃO DE RESULTADOS

 “A ênfase é dada nos outcomes, indo além dos


processos. A diferença ou impacto residem não nos
inputs (recursos) ou processos mas sim na mais-
valia que estes trazem à escola e à aprendizagem”

(Tood (2008) “the Evidence-Based Manifesto for


School Librains”)
CONSEQUÊNCIAS DA AA
 A aferição do sucesso não é um fim em si mesmo;
é uma ferramenta para o progresso.

 A identificação de pontos fortes e fracos,


conduzirá à reflexão e contribuirá para a
elaboração de novo plano de desenvolvimento

 A informação resultante do processo de AA da BE


terá um valor estratégico para a escola/agrup. e
para a RBE
CONCLUSÕES

 A comunicação dos resultados da AA da BE será feita ao


exterior (canais disponíveis).
 Relatório de AA será discutido e aprovado em CP.
 A AA da BE deve estar conectada à AA do Agrupamento, do
relatório de AA da BE sai uma parte que integrará o
relatório de AA do Agrupamento. Desta forma Inspecção
avaliará o impacto da BE, que será mencionado no seu
relatório de avaliação do Agrupamento.
 Todo o processo requer a ética que subjaz e preside a estes
processos. (Martins, R. (2009) Texto da sessão )
BIBLIOTECAS ESCOLARES – AGRUPAMENTO Nº3 DE BEJA
“Self-evaluation
is valuable. It
may seem
initially
demanding,
perhaps even
threatening, but
is also
enlightening,
invigorating
and a very
potent catalyst
for change and
development.”
(Scott, E., 2002)
A Coord. da BE
Joaquina Cruz