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Aula 8 Preparação metalográfica

Aula 8 – Preparação metalográfica Universidade Federal de Santa Catarina Centro de Engenharias da Mobilidade Prof.

Universidade Federal de Santa Catarina Centro de Engenharias da Mobilidade

Prof. Gabriel Benedet Dutra

Nível de Observação

Nível de Observação Como avaliar isto na prática?
Nível de Observação Como avaliar isto na prática?

Como avaliar isto na prática?

Controle de qualidade

Controle de qualidade O controle de qualidade de um produto metalúrgico pode ser estrutural e dimensional

O controle de qualidade de um produto metalúrgico pode ser estrutural e dimensional. O segundo preocupa-se em controlar as dimensões físicas de um determinado produto, denominado Metrologia. O primeiro preocupa-se com o material que forma a peça, sua composição, propriedade, estrutura, aplicação, etc.

Ensaio Metalográfico

Procura relacionar a estrutura íntima do material com as suas propriedades físicas, com o processo de

Procura relacionar a estrutura íntima do material com as suas

propriedades físicas, com o processo de fabricação, com o

desempenho de suas funções e outros.

Pode ser: Macrográfico ou

Micrográfico

Metalografia

Metalografia Macrográfico : Examina-se a olho nu ou com pouca ampliação (até 50X) o aspecto de
Metalografia Macrográfico : Examina-se a olho nu ou com pouca ampliação (até 50X) o aspecto de

Macrográfico: Examina-se a olho nu ou com pouca ampliação (até 50X) o aspecto de uma superfície após devidamente polida e atacada por um reagente adequado. Por seu intermédio tem-se uma ideia do conjunto, referente à homogeneidade do material, a distribuição e natureza das

falhas, impureza e ao processo de fabricação, qualidade de solda

profundidade de tratamentos térmicos entre outras características.

Metalografia

Metalografia Micrográfico : Consiste no estudo dos produtos metalúrgicos, com o auxílio do microscópio, onde se
Metalografia Micrográfico : Consiste no estudo dos produtos metalúrgicos, com o auxílio do microscópio, onde se

Micrográfico: Consiste no estudo dos produtos metalúrgicos, com o auxílio do microscópio, onde se pode observar as fases presentes e

identificar a granulação do material (Tamanho de grão), o teor aproximado de carbono no aço, a natureza, a forma, a quantidade, e a

distribuição dos diversos constituintes ou de certas inclusões.

Preparação metalográfica

Preparação metalográfica • Seleção da amostra; • Escolha e localização da secção a ser estudada: seccionamento

Seleção da amostra;

Escolha e localização da secção a ser estudada:

seccionamento da amostra;

Embutimento (opcional);

Lixamento e polimento para obtenção de uma superfície plana e polida no lugar escolhido;

Ataque desta superfície por um agente químico adequado;

Exame ao microscópio para observação da textura.

Corte

Corte Frequentemente para realizar a análise metalográfica de uma dada amostra é necessário que seja feito

Frequentemente para realizar a análise metalográfica de uma dada amostra é necessário que seja feito o corte da mesma, sendo este um ensaio geralmente destrutuivo. O corte visa colher uma amostra da peça analisada e tomá-la com base para compreender as propriedades do todo.

Corte Frequentemente para realizar a análise metalográfica de uma dada amostra é necessário que seja feito
Corte Frequentemente para realizar a análise metalográfica de uma dada amostra é necessário que seja feito

Corte transversal ou longitudinal

Corte Frequentemente para realizar a análise metalográfica de uma dada amostra é necessário que seja feito

Corte

Corte
Corte
Corte
Corte

Corte

Corte
Corte

Corte: limpeza

Corte: limpeza A vibração provoca a cavitação no interior do líquido com a consequente formação de

A vibração provoca a cavitação no interior do líquido com a consequente formação de microbolhas. Estas microbolhas provocam a minuciosa limpeza da peça.

Corte: limpeza A vibração provoca a cavitação no interior do líquido com a consequente formação de

Embutimento

Embutimento Corpo de prova : Parte do material ou produto com forma e dimensões específica da

Corpo de prova: Parte do material ou produto com forma e dimensões específica da superfície a ser analisada podendo esta ser embutida ou não.

Embutimento

O embutimento é de grande importância para o ensaio metalográficos, pois além de facilitar o manuseio de peças pequenas, evita que amostras com arestas rasguem a lixa ou o pano de polimento; bem como o abaulamento durante o polimento. Existem dois tipos de embutimento o embutimento a frio e o embutimento a quente.

Embutimento Corpo de prova : Parte do material ou produto com forma e dimensões específica da
Embutimento Corpo de prova : Parte do material ou produto com forma e dimensões específica da
Embutimento Corpo de prova : Parte do material ou produto com forma e dimensões específica da

Embutimento

Embutimento Colocação do corpo de prova dentro de um composto rígido que facilite o manuseio e

Colocação do corpo de prova dentro de um composto rígido que facilite o manuseio e processos de lixamento, polimento e análise metalográfica. Além disso evita o abaulamento da superfície e danos a lixas e panos de polimento.

Embutimento a frio: resina de poliéster ou acrílica de rápida polimerização.
Embutimento
a
frio:
resina
de
poliéster
ou
acrílica
de
rápida
polimerização.
Embutimento Colocação do corpo de prova dentro de um composto rígido que facilite o manuseio e

Embutimento

Embutimento Embutimento a quente : realizado com resina aquecida a alta temperatura e colocado sobre pressão

Embutimento a quente: realizado com resina aquecida a alta temperatura e colocado sobre pressão baquelite

Embutimento Embutimento a quente : realizado com resina aquecida a alta temperatura e colocado sobre pressão

Identificação

Identificação Na preparação sequencial de corpos de prova recomenda-se a marcação da amostra embutida afim de

Na preparação sequencial de corpos de prova recomenda-se

a marcação da amostra embutida afim de facilitar a sua

identidade.

Identificação Na preparação sequencial de corpos de prova recomenda-se a marcação da amostra embutida afim de

Lixamento

Lixamento

Lixamento

Lixamento
Lixamento

Lixamento

Lixamento
Lixamento

Lixamento

Lixamento

Lixamento

Lixamento
Lixamento

Lixamento

Lixamento
Lixamento

Lixamento

Lixamento
Lixamento

Lixamento

Lixamento
Lixamento

Lixamento

Lixamento
Lixamento

Lixamento

Lixamento
Lixamento

Lixamento

Lixamento
Lixamento

Lixamento

Lixamento Normalmente, usa-se a seguinte sequência: 80-120-240-320-400-600 e 1200 mesh
Lixamento Normalmente, usa-se a seguinte sequência: 80-120-240-320-400-600 e 1200 mesh

Normalmente, usa-se a seguinte sequência: 80-120-240-320-400-600 e 1200 mesh

Lixamento

Lixamento Lixadeira Manual Lixadeira Mecânica
Lixamento Lixadeira Manual Lixadeira Mecânica

Lixadeira Manual

Lixadeira Mecânica

Lixamento

Lixamento
Lixamento

Lixamento

Lixamento
Lixamento

Polimento

Polimento
Polimento

Polimento

Polimento
Polimento

Polimento

Polimento
Polimento

Polimento

Polimento
Polimento

Polimento

Polimento Politriz
Polimento Politriz
Polimento Politriz
Politriz
Politriz

Polimento

Polimento
Polimento

Polimento

Polimento
Polimento

Polimento

Polimento Defeitos: Caudas de Cometa. Defeito característico dos polimentos mecânicos. Proveniente do destacamento de inclusões, devido

Defeitos:

Polimento Defeitos: Caudas de Cometa. Defeito característico dos polimentos mecânicos. Proveniente do destacamento de inclusões, devido

Caudas de Cometa. Defeito característico dos

polimentos mecânicos. Proveniente do

destacamento de inclusões, devido à pressão

excessiva ou polimento unidirecional.

Polimento Defeitos: Caudas de Cometa. Defeito característico dos polimentos mecânicos. Proveniente do destacamento de inclusões, devido

Riscos polidirecionais. Defeito característico de polimento deficiente e/ou insuficiente.

Secagem

Secagem
Secagem

Exemplos

Exemplos Amostra de Bronze com aumento de 500x, sem ataque químico
Exemplos Amostra de Bronze com aumento de 500x, sem ataque químico

Ataque químico

Ataque químico Seu objetivo é permitir a identificação (visualização) dos contornos de grão e as diferentes

Seu objetivo é permitir a identificação (visualização) dos contornos de grão e as diferentes fases na microestrutura.

Um reagente ácido é colocado em contato com a superfície da peça por

certo tempo. O reagente causará a corrosão da superfície. Os reagentes são escolhidos em função do material e dos constituintes macroestruturais que se deseja contrastar na análise metalográfico microscópica.

Ataque químico Seu objetivo é permitir a identificação (visualização) dos contornos de grão e as diferentes

NITAL: Ac. Nítrico + Álcool

Ataque químico

Ataque químico As regiões de Contorno de Grão são mais reativas que a Matriz corrosão

As regiões de Contorno de Grão são mais reativas que a Matriz

corrosão

Ataque químico As regiões de Contorno de Grão são mais reativas que a Matriz corrosão

Exemplos

Exemplos Amostra de aço 1020
Exemplos Amostra de aço 1020

Amostra de aço 1020

Exemplos

Exemplos Amostra de aço 1050
Exemplos Amostra de aço 1050

Amostra de aço 1050

Exemplos

Exemplos Amostra de aço 1080
Exemplos Amostra de aço 1080

Amostra de aço 1080