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 4 volumes e 4 capacidades o Volume tidal (de ar corrente) – VC o

4 volumes e 4 capacidades

o

Volume tidal (de ar corrente) VC

o

Volume inspiratório de reserva VIR

o

Volume expiratório de reserva VER

o

Volume residual VR importante para evitar o colapso das vias aéreas, exigindo menor pressão de insuflação.

o

Capacidade pulmonar total CPT

o

Capacidade residual funcional CRF

o

Capacidade inspiratória CI

o

Capacidade vital CV

Músculos da inspiração

o

Músculo Diafragma

o

Músculos intercostais EXTERNOS e acessórios (durante exercícios físicos)

Músculos da expiração

o

A expiração por si só é um processo PASSIVO

o

Os músculos reto abdominal e intercostais INTERNOS auxiliam na expiração forçada (exercícios físicos / asmático).

Os músculos reto abdominal e intercostais INTERNOS auxiliam na expiração forçada (exercícios físicos / asmático).

Relação com a figura acima: Na doença pulmonar obstrutiva (B), como a asma ou o enfisema, o VEF1 está mais reduzido do que a CVF, de modo que a relação VEF1/VCF está diminuída; *VEF1 (Volume expiratório forçado no primeiro segundo)

Na doença pulmonar restritiva, como a fibrose (C), ocorre redução tanto do VEF1 quanto da CVF, e a relação VEF1/CVF está normal ou aumentada.

da CVF, e a relação VEF1/CVF está normal ou aumentada . Complacência  Descreve a distensibilidade

Complacência

Descreve a distensibilidade dos pulmões e da parede torácica

É inversamente relacionada à elastância, que depende da quantidade de tecido elástico.

É inversamente relacionada à rigidez

É a mudança de volume em consequência de determinada alteração da pressão. A pressão refere-se à pressão transmural ou transpulmonar.

o Complacência dos pulmões

A pressão transmural é a pressão alveolar menos a pressão intrapleural

Quando a pressão fora dos pulmões (pressão intrapleural) é negativa, os pulmões se expandem e o volume pulmonar aumenta;

Quando a pressão fora dos pulmões é positiva, os pulmões sofrem colapso e o volume pulmonar diminui;

A insuflação dos pulmões (inspiração) segue uma curva diferente do esvaziamento (expiração)

Alterações da complacência pulmonar

No paciente com enfisema, a complacência pulmonar está aumentada, e a tendência dos pulmões a sofrer colapso diminui. Por conseguinte, na CRF original, a tendência ao colapso pulmonar é menor do que a tendência de expansão da parede torácica. O sistema pulmão-parede torácica tenderá para uma nova CRF maior, de modo que as duas forças opostas possam ser equilibradas; o tórax do paciente assume uma forma em barril, refletindo o seu maior volume.

No paciente com fibrose, a complacência pulmonar está diminuída, e a tendência ao colapso pulmonar está aumentada. Por conseguinte, na CRF original, a tendência dos pulmões a sofrer colapso é maior do que a tendência de

expansão da parede torácica. O sistema pulmão-parede torácica tenderá para uma nova CRF menor, de modo que as duas forças opostas possam ser equilibradas.

de modo que as duas forças opostas possam ser equilibradas.  Surfactante o Reveste os alvéolos

Surfactante

o

Reveste os alvéolos

o

Reduz a tensão superficial ao romper as forças intermoleculares entre as moléculas de líquido. Isso evita o colapso dos alvéolos pequenos e aumenta a complacência.

o

É sintetizado pelas células alveolares do tipo II

o

No feto já pode ser encontrado com 25 semanas e quase sempre está presente com 35 semanas de gestação.

o

Pode ocorrer a SARA em prematuros devido à falta de surfactante. O neonato apresenta atelectasia (colapso pulmonar), dificuldade de reinsuflar os pulmões e hipoxemia. Em gestantes com risco de parto prematuro é realizada a administração de corticosteroide que estimulará a produção de surfactante no feto.

de parto prematuro é realizada a administração de corticosteroide que estimulará a produção de surfactante no

Lembrar das zonas pulmonares

zero infinita normal

zero

infinita

normal

 
 

- Relação ventilação/perfusão pode ser

(ideal = 1)

A

difusão de gases depende do gradiente de concentração - Fatores que afetam:

 

Diferença de pressão

Solubilidade do gás

Área do líquido

Distância de difusão

Peso molecular

Temperatura do líquido

Apenas uma parcela da capacidade funcional é substituída a cada ciclo respiratório = importante para evitar modificações bruscas

Camadas da membrana respiratória: Camada de líquido que recobre o alvéolo e que contém surfactante; epitélio alveolar, composto por células epiteliais delgadas; membrana basal epitelial; estreito espaço intersticial entre o epitélio alveolar e a membrana capilar; membrana do endotelial do capilar.

Fatores que afetam a velocidade de difusão dos gases através da membrana respiratória:

Espessura da membrana; área de superfície da membrana; coeficiente de difusão do gás na substância da membrana; diferença de pressão do gás entre os dois lados da membrana. Lembrar que o edema e a fibrose aumentam a espessura da membrana o que

dificulta a difusão, já que a difusão é inversamente proporcional a espessura da membrana

que o enfisema pulmonar diminui a área de superfície da membrana, pois os alvéolos coalescem.

e

Capacidade de difusão da membrana respiratória é a capacidade da membrana respiratória de efetuar trocas gasosas entre os alvéolos e o sangue pulmonar. Todos fatores que afetam a difusão através da membrana respiratória podem afetar a capacidade de difusão. (olhar gráficos da aula).

Os gases sempre vão de um ponto a outro por difusão que é causada por uma diferença de pressão parcial. Assim o oxigênio vai dos alvéolos (maior pressão de O2) para o sangue dos capilares (menos pressão de O2) por difusão. Em outros tecidos a maior pressão de O2 nos capilares faz o O2 se difundir para os outros tecidos.

Quando o sangue arterial chega aos tecidos periféricos, sua PO2 nos capilares é 95mmHg e no líquido intersticial é 40mmHg. Logo tem uma grande diferença de pressão que determina a rápida difusão do O2 do sangue para os tecidos e, então, a PO2 capilar cai para um valor quase igual a pressão de 40mmHg do interstício. Consequentemente, a PO2 do sangue que deixa os capilares teciduais é também cerca de 40mmHg.

O

CO2 difunde-se 20 vezes mais rápido que o O2, necessitando de uma diferença de

pressão bem menor do que a que o O2 necessita para que ocorra difusão.

A

PCO2 intracelular é cerca de 46mmHg e a PCO2 intersticial é cerca de 45mmHg (pequena

diferença de pressão). A PCO2 do sangue arterial que chega aos tecidos é de 40mmHg; PCO2 do sangue venoso que deixa os tecidos é cerca de 45mmHg (o sangue dos capilares teciduais entra quase exatamente em equilíbrio com a PCO2 intersticial). A PCO2 do sangue que penetra nos capilares pulmonares na extremidade arterial é de 45mmHg e a PCO2 alveolar é de 40mmHg, logo a diferença de pressão de apenas 5mmHg é responsável

por toda difusão necessária do CO2 dos capilares pulmonares para os alvéolos. Além disso,

a

PCO2 do sangue do capilar pulmonar cai até se tornar quase igual a PCO2 alveolar

(40mmHg) antes do sangue ter percorrido mais de um terço da distância pelos capilares.

Esse efeito é o mesmo que é observado para a difusão do O2, só que no sentido oposto.

Gráfico saturação da hemoglobina x pO2 do sangue:

- Aumento da p50 = diminui a afinidade da hemoglobina pelo O2

-Só 25% do O2 da hemoglobina é utilizado, o resto serve como um sistema tampão de oxigênio

- hemoglobina fetal tem mais afinidade pelo oxigeno que a adulta, uma vez que o feto tem que

captar o oxigênio do sangue da mãe

- Fatores que alteram o gráfico:

do sangue da mãe - Fatores que alteram o gráfico:  Aumento de H+ e CO2

Aumento de H+ e CO2 no sangue;

Aumento do 2,3 BPG; DESVIAM CURVA PARA DIREITA

Aumento da temperatura e exercício.

A

concentração de ADP é o fator controlador da utilização de O2 pelas células;

Pouco oxigênio é transportado dissolvido no plasma;

CO tem mais afinidade que O2 com a hemoglobina;

CO2: maior parte transportada na forma de HCO3 (70%), depois associado à hemoglobina (23%) e por ultimo dissolvido no plasma

CONTROLE DA RESPIRAÇÃO

O centro respiratório encontra-se na ponte e no bulbo e é dividido em 3 grupos:

RESPIRATÓRIO DORSAL
RESPIRATÓRIO DORSAL
PORÇÃO DORSAL DO BULBO
PORÇÃO DORSAL DO
BULBO
INSPIRAÇÃO
INSPIRAÇÃO

- Neurônios situam-se no interior do núcleo do trato solitário;

- Responsável pelo ritmo respiratório basal;

- Sinal inspiratório em rampa: sinal nervoso transmitido aos músculos inspiratórios começa

pequeno e vai aumentando progressivamente por cerca de dois segundos e sofre interrupção

abrupta o que desativa a excitação do diafragma e permite a retração elástica dos pulmões e da parede torácica, produzindo a expiração;

-

menos tempo de inspiração

Centro pneumático: controla a rampa inspiratória. Quanto mais intenso o sinal pneumático,

inspiratória. Quanto mais intenso o sinal pneumático, LIMITA A INSPIRAÇÃO RESPIRATÓRIO VENTRAL PORÇÃO

LIMITA A INSPIRAÇÃO

RESPIRATÓRIO VENTRAL PORÇÃO VENTRAL DO BULBO EXPIRAÇÃO
RESPIRATÓRIO VENTRAL
PORÇÃO VENTRAL
DO BULBO
EXPIRAÇÃO

- Função tanto na inspiração quanto na expiração;

- Permanece quase inativo durante a respiração basal;

- Muito importante nos processos expiratórios vigorosos;

- Reflexo de Hering-Breuer: quando pulmões sofrem insuflação excessiva, receptores de estiramento ativam uma resposta de feedback que desativa a rampa inspiratória, interrompendo a inspiração. Esse reflexo também aumenta a frequência respiratória.

FREQUENCIA PORÇÃO DORSAL CENTRO PNEUMÁTICO DA PONTE PROFUNDIDADE
FREQUENCIA
PORÇÃO DORSAL
CENTRO PNEUMÁTICO
DA PONTE
PROFUNDIDADE

CONTROLE QUÍMICO DA RESPIRAÇÃO

CO2 e H+: não afetam diretamente as três áreas do controle respiratório (GRD, GRV e C. Pneumático), mas uma área quimiossensível.

- H+ não atravessam a BHE com facilidade = efeito menor na estimulação ;

- CO2 exibe um potente efeito indireto na área quimiossensível = reage com a água, formando

ácido carbônico que se dissocia em íons H+ e HCO3. Após atravessar BHE facilmente, CO2 reage com água no líquido intersticial do bulbo e no liquido cefalorraquidiano, liberando íons H+ na área quimiossensível diretamente. Por isso a área de centro respiratório reage muito intensamente a alterações na PCO2. O CO2 tem efeito agudo intenso, mas fraco efeito crônico (ajuste renal);

- O oxigênio não tem efeito direto sobre o centro respiratório.

Sistema quimiorreceptor periférico: em áreas externas ao cérebro, há quimiorreceptores (nos corpos carotídeos e nos corpos aórticos) específicos que detectam alterações sanguíneas principalmente no oxigênio (em menor grau CO2 e H+) = quando ↓ oxigênio, os quimiorreceptores tornam-se estimulados (PO2 entre 60 a 30 mmHg).

- Fenômeno da aclimatação: devido à inalação crônica de baixos níveis de oxigênio o centro

respiratório perde sua sensibilidade a PCO2 e H+ = não há eliminação do excesso de CO2 que

inibiria um aumento na frequência respiratória. Isso acarreta um grande aumento da ventilação alveolar com baixos teores de oxigênio.

EXERCÍCIO

- Sinais neurais diretos estimulam o centro respiratório a um nível que supra o oxigênio extra requerido para atividade física e para remover o CO2;

- O sistema nervoso central realiza, normalmente, uma estimulação antecipatória da respiração no inicio da atividade, gerando ventilação alveolar extra.