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1 Disciplina: TEQ102 - CONTROLE DE PROCESSOS INTRODUÇÃOINTRODUÇÃO AOAO CONTROLECONTROLE DEDE PROCESSOSPROCESSOS
1
Disciplina: TEQ102 - CONTROLE DE PROCESSOS
INTRODUÇÃOINTRODUÇÃO AOAO CONTROLECONTROLE
DEDE PROCESSOSPROCESSOS
Prof a Ninoska Bojorge
Departamento de Engenharia Química e de Petróleo – UFF
Sumário 2
Sumário
2

Introdução Evolução do Controle de Processo Controlador Pneumático Instrumentação eletrônica Conceitos e Definições Básicas Fluxograma Feedback Otimização x Controle

eletrônica Conceitos e Definições Básicas Fluxograma Feedback Otimização x Controle Profª Ninoska Bojorge
Profª Ninoska Bojorge
Profª Ninoska Bojorge
Controle de Processos: Definição 3
Controle de Processos: Definição
3

Consiste num ciclo no qual instrumentos de medição são ligados a um sistema de controle, o qual analisa a medição enviada pelo instrumento, compara e gera uma resposta de controle, a qual vai atuar nos dispositivos de controle inseridos no processo.

atuar nos dispositivos de controle inseridos no processo. Este ciclo de atualização dos valores das variáveis

Este ciclo de atualização dos valores das variáveis manipuladas, medida dos valores das variáveis controladas para se gerar a resposta desejada (setpoint) é a forma mais simples de descrever os conceitos associados ao controle de processos.

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Controle de Processos 4
Controle de Processos
4

O controle do processo envolve atingir e manter valores de referências para variáveis importantes (variáveis controladas) às metas de desempenho. Estas metas de desempenho são referidas como objetivos de controle.

de desempenho são referidas como objetivos de controle . Estes objetivos são normalmente provenientes de

Estes objetivos são normalmente provenientes de especificações de produto, limites de segurança da planta e regulamentações ambientais. Via de regra, controles mais convencionais, do tipo prateleira, funcionam em processos pouco interagentes e com não-linearidades não muito intensas.

O comportamento do sistema físico pode ser alterado através das variáveis manipuladas geradas por um
O comportamento do sistema físico pode ser alterado através das
variáveis manipuladas geradas por um controladorcontrolador
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Controle de … que? 5 Para um determinado sistema, deseja-se determinar o desenvolvimento de uma
Controle de … que?
5
Para um determinado sistema, deseja-se determinar o
desenvolvimento de uma determinada variável

Por exemplo:

O nível de líquido em um tanque A temperatura em um ambiente, um forno, no reator, etc. Vazão (de combustível) para um motor ou um tanque. Velocidade de um carro, avião, embarcação ou similares. A posição do trenó em um torno mecânico. Posição e velocidade do braço do robô.

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Controle de … que? 6 Profª Ninoska Bojorge
Controle de … que?
6
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Evolução do Controle Automático 7 Profª Ninoska Bojorge
Evolução do Controle Automático
7
Profª Ninoska Bojorge
Evolução do Controle Automático 8 Os engenheiros encontraram trabalhos na indústria de processo, e na
Evolução do Controle Automático
8
Os engenheiros encontraram trabalhos
na indústria de processo, e na mesma
época a fabricação de instrumentos
também deu seus primeiros passos.
Em 1950, tendências de desenvolvi-
mento focadas em eletromecânica, a
difusão de sinais padrão, trazendo
instrumentos de campo mais próximo do
processo, e leitura e monitoramento de
dados de processo perto do processo.
Estado da arte do controle na indústria química em 1950
http://herkules.oulu.fi/isbn9514257855
Instrumentos pneumáticos analógicos
foram introduzidos na Europa, e também
diferentes dispositivos de medição para
P, T, e F.
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Evolução do Controle Automático 9 O desenvolvimento técnico teve lugar em particular nos domínios da
Evolução do Controle Automático
9
O desenvolvimento técnico teve lugar em
particular nos domínios da tecnologia
digital e eletrônica.
Sistemas de instrumentação pneumática e
elétrica dependem de sinais analógicos
espalhados nas fábricas.
Computadores de processo foram
introduzidos na indústria, estruturas de
instrumentação foi padronizada e sala
centralizadas de controle foram
implementadas.
Estado da arte do controle na indústria química na
década dos 60s
http://herkules.oulu.fi/isbn9514257855
A tecnologia digital foi usada pela primeira
vez em dispositivos para automação de
dados de registro e processamento. Os
dispositivos também ficaram menor em
tamanho.
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Evolução do Controle Automático 10 Estado da arte do controle na indústria química na década
Evolução do Controle Automático
10
Estado da arte do controle na indústria química na
década dos 70s
A tendência foi o desenvolvimento de
circuitos integrados e controle lógico
programável (CLP).
O desenvolvimento de sistemas analógicos
atinge seu pico, e os sistemas de controle
distribuído ganham campo. As salas de
controle começam ser mais complexas. O
sistema de controle centralizados
incorporam monitoramento, comunicação e
processamento de informação.
Tecnologias de microprocessadores e
Digital foram aplicadas em dispositivos
eletrônicos e estações de controle. Esta
década tb. é conhecida como controle
distribuído inteligente: monitoramento
centralizado e sistema de controle
distribuídos foram introduzidos. Gráficos de
curvas foram introduzidas para a seleção
de válvulas. A comunicação Analógica deu
lugar à sinal digital.
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Evolução do Controle Automático 11 Nos anos 80s a tecnologia de microprocessadores atingiu seu pico
Evolução do Controle Automático
11
Nos anos 80s a tecnologia de
microprocessadores atingiu seu
pico de desenvolvimento.
Inicia-se a era de vídeo câmeras
e sistemas integrados. A
supervisão do processo foi
centralizada, as operações
hierarquicamente distribuídas.
Sistemas de gestão foram
caracterizados por operações em
sala de controle, estações de
processo, e por funções de
controle distribuído.
Estado da arte do controle na indústria química na
década dos 80s
http://herkules.oulu.fi/isbn9514257855
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Evolução do Controle Automático 12 Estado da arte do controle na indústria química na década
Evolução do Controle Automático
12
Estado da arte do controle na indústria química na década
dos 90
http://herkules.oulu.fi/isbn9514257855
Na década de 1990 a integração
de componentes eletrônicos e
microcomputadores na gestão de
processos continuou crescendo, e
tb. o desenvolvimento de
sistemas distribuído para
dispositivos de tecnologia de
campo.
Iniciam os projetos de desenvol-
vimento de instrumentos de
campo e de sistemas de protocolo
de comunicação Fieldbus. O
protocolo HART (Highway
Addressable Remote Transducer)
para comunicação entre sistemas
de tempo real já são utilizados,
por exemplo, na medição de T, P,
e Nível.
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Evolução da Instrumentação e Controle de Processos

Digital: Fieldbus Digital/Analógico: HART 4 – 20 mA Analógica: 4 – 20 mA Pneumatica:3 –
Digital: Fieldbus
Digital/Analógico: HART 4 – 20 mA
Analógica: 4 – 20 mA
Pneumatica:3 – 15 PSI
1940
1950
1960
1970
1980
1990
2000
2010
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Controle Processo: Temperatura, vazão, concentração, etc. 14 Controle Manual Desvantagens:
Controle Processo: Temperatura, vazão, concentração, etc.
14
Controle Manual
Desvantagens:

Simplicidade dos processos. Difícil evolução devido ao difícil controle.Pouca repetitividade dos produtos finais. Perdas energéticas. Necessidade de muitos operadores.

Pouca repetitividade dos produtos finais.dos processos. Difícil evolução devido ao difícil controle. Perdas energéticas. Necessidade de muitos operadores.

Perdas energéticas.

Necessidade de muitos operadores.processos. Difícil evolução devido ao difícil controle. Pouca repetitividade dos produtos finais. Perdas energéticas.

Devido às necessidades de melhoria contínua, os processos vêm desenvolvendo-se progressivamente, o que tem exigido
Devido às necessidades de melhoria contínua, os processos vêm
desenvolvendo-se progressivamente, o que tem exigido que o grau de
automatização das instalações vir evoluindo em consequência.
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Controle Processo: Temperatura, vazão, concentração, etc. 15 Controle Manual Profª Ninoska Bojorge
Controle Processo: Temperatura, vazão, concentração, etc.
15
Controle Manual
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Transmissão Pneumática 16 Consistem em instrumentos que traduzem as variáveis de processo, vazão, pressão, etc.
Transmissão Pneumática
16
Consistem em instrumentos que traduzem as variáveis de processo, vazão,
pressão, etc. em sinais pneumáticas.

Este passo permitiu a transmissão de sinais relativas de variáveis de processos a distancia, possibilitando a concentração de controladores num único local (Sala de Controle).

No próprio processo, o instrumento com transmissão pneumática converte a sinal de processo em sinal pneumática.

Exemplo: a conversão de uma sinal de temperatura a sinal de controle seria da forma:

3 -15 psi

0 -100º C

pneumática. Exemplo: a conversão de uma sinal de temperatura a sinal de controle seria da forma:
Desvantagens: Consumo elevado de ar comprimido. Limitação de distancia entre o processo e o painel
Desvantagens:
Consumo elevado de ar comprimido.
Limitação de distancia entre o processo e o painel de controle ( 100 -150 m)
Pouca repetitividade dos produtos finais.
Perdas energéticas.
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Controlador Pneumático 17 Controle Pneumático Automático O controlador pneumático deu uma independência ao
Controlador Pneumático
17
Controle Pneumático Automático
O controlador pneumático deu uma
independência ao processo que antes
não existia.
A principal missão do controlador é
tomar a variável de processo,
compará-la com uma referência
estabelecida e em função da
diferença, atuar sobre a variável
manipulada. Todo isso utilizando sinais
pneumáticas, tanto para as entradas do
processo como para as saídas aos
elementos finais de controle.
Pneumático
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Controlador Controlador pneumático Pneumático 18 Vantagens ♦ Redução de operadores
Controlador Controlador pneumático Pneumático
18
Vantagens
♦ Redução de operadores

Poupança Energética.

Melhor produto final.

Maior precisão.

Desvantagens

Consumo elevado de ar comprimido.

♦ Limitação de distancia entre o processo e o painel de controle (150 m) Profª
♦ Limitação de distancia entre o processo
e o painel de controle (150 m)
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Instrumentação eletrônica 19 Controle Automático Os transmissores passam a converter o sinal de processo a
Instrumentação eletrônica
19
Controle Automático
Os transmissores passam a converter o sinal de processo a sinal eléctrica. Por ex.:
0-100 C
º
4 – 20 mA
o processo do controle
tornasse automático e
localizado fora da área de
processo.
Aparecem os primeiros
paneis eletrônicos,
sinópticos, registradores de
sinais, indicadores
eletrônicos, etc.
Sistema Eletrônico
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Importância do Controle de Processos para as Indústrias

Vendo um pouco da historia e evolução, a instrumentação e o controle de processo nasceu da necessidade de:

Otimizar os recursos humanos, matérias primas, e produtos finais. Produzir produtos competitivos com um alto rendimento Produzir produtos com características repetitivas. Promover a Poupança Energética. Fomentar a Conservação do Médio Ambiente Melhorar a qualidade do produto. Mais rápido e menos custoso o processo de validação. etc.

Profª Ninoska Bojorge 20
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20
ConceitosConceitos ee DefiniçõesDefinições BásicasBásicas Processo: Desde o ponto de vista de operação é um
ConceitosConceitos ee DefiniçõesDefinições BásicasBásicas
Processo: Desde o ponto de vista de operação é um lugar onde matéria e
energia, são tratados para dar como resultado um produto desejado ou
estabelecido. Desde o ponto de vista de controle é um bloco com uma ou mais
variáveis de saída que ha de ser controladas atuando sobre as variáveis de
entrada manipuladas.
Sensor: Converte uma variável física (pressão, temperatura, vazão, etc.), em
outra sinal compatível com o sistema de medida ou controle.
Sinal de Saída: Sinal produzida por um instrumento que é função da variável
medida.
Transmissor: Capta a variável de processo a través do elemento primário e a
converte a uma sinal de transmissão padrão.
Variável Controlada: Dentro do malha de controle é a variável que se capta a
través do transmissor e que origina uma sinal de realimentação.
Variável Manipulada: quantidade ou condição do processo variada pelo
elemento ou elementos finais de controle.
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ConceitosConceitos ee DefiniçõesDefinições BásicasBásicas
Elemento Final de Controle: Recebe a sinal do controlador e modifica a vazão do
fluido ou agente de controle. A válvula de controle é o elemento final típico.
Automatização: Ação pela qual se executa um processo de produção sem a
intervenção do operador de forma permanente.
Controlador: Instrumento ou função de software que compara a variável controlada
com um valor desejado e exerce automaticamente uma ação de correção de acordo
com o desvio.
Controle Avançado: Técnicas que se apartam do controle convencional PID e que
se aplicam em processos mais complexos, não lineais, com retardos importantes e
acoplamento entre as variáveis. Se empregam em geral para melhorar o
rendimento económico do processo.
Controle Distribuído: Controle digital realizado “distribuindo” o risco do controle
único por computador em vários controladores ou cartões de controle de tipo
universal com algoritmos de controle selecionáveis por software. Os transmissores
eletrônicos de campo, os cartões e controle e a estação de operador estão unidos
mediante uma rede de comunicações e cada componente se localiza no lugar mais
idóneo da planta.
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Controle Automático de Processo 23 Representação do Sistema (Processos): Variáveis de Entrada perturbação
Controle Automático de Processo
23
Representação do Sistema (Processos):
Variáveis de
Entrada
perturbação
variável
variável
manipulada
controlada
VM
VC
Processo
Variável de saída ou
variável de processo
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Exemplo de Controle: Controle Temperatura no trocador de calor 24 Profª Ninoska Bojorge
Exemplo de Controle: Controle Temperatura no
trocador de calor
24
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Exemplo de Controle: Controle Temperatura no trocador de calor 25 Variáveis significativas: •
Exemplo de Controle: Controle Temperatura no
trocador de calor
25
Variáveis significativas:

Variável controlada : temperatura saída da corrente do produto

Variável Manipulada : vazão de vapor

Atuador : Válvula de Controle

Sensor : Termopar na corrente do produto

Perturbação : Mudança na temperatura entrada

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Controle OD num Bioreator 26 Setpoint AC AT Ar Compressor de ar Velocidade variável Profª
Controle OD num Bioreator
26
Setpoint
AC
AT
Ar
Compressor de ar
Velocidade variável
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Controle OD num Bioreator 27 Variáveis significativas: Variável controlada: a medida da concentração de O
Controle OD num Bioreator
27
Variáveis significativas:
Variável controlada: a medida da concentração de O 2 dissolvido

Variável manipulada: vazão na linha de ar para o biorreator : vazão na linha de ar para o biorreator

Atuador: Compressor de ar de velocidade variável : Compressor de ar de velocidade variável

Sensor: Eletrodo íon-específico em contato com o meio no biorreator : Eletrodo íon-específico em contato com o meio no biorreator

Perturbação: Alterações no metabolismo dos microrganismos no reator biológico. : Alterações no metabolismo dos microrganismos no reator biológico.

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Dirigir um carro: um exemplo diário de controle de processo 28 Objetivo do controle (setpoint):
Dirigir um carro: um exemplo diário de controle
de processo
28
Objetivo do controle (setpoint): Manutenção apropriada do carro na pista.
Variável controlada: posição na estrada
Variável manipulada: orientação das rodas dianteiras
Atuador: braços do motorista / volante
Sensor: Olhos- motorista
Controlador: Motorista
Perturbação: Curva na estrada
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Comparação entre a direção de um carro e o Controle de um trocador de calor
Comparação entre a direção de um carro e o Controle de
um trocador de calor
29
• Atuator:

Braço do condutor/volante vs. válvula de controle.

Controlador:

o motorista vs. um controlador eletrônico

Sensor:

os olhos do condutor vs. termopar

• Variável controlada: • a posição do carro na estrada vs. temperatura da corrente de
• Variável controlada:
• a posição do carro na estrada vs. temperatura da
corrente de saída.
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Malha de Realimentação (Feedback) 30 Terminologia Malha fechada Feedback = interligação mútua de dois (ou
Malha de Realimentação (Feedback)
30
Terminologia
Malha fechada
Feedback = interligação mútua de
dois (ou mais) sistemas .
Sistema 1 afeta o sistema 2
Sistema 2 afeta o sistema 1
Relação de Causa e Efeito é
complicada, os sistemas são
mutuamente dependentes.
Sistema 1
Sistema 2
Feedback é onipresente em
sistemas naturais e artificiais
Sistema 1
Sistema 2
Malha aberta
Sistema 1
Sistema 2
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Diagrama de Blocos da malha de Controle Feedback 31 Perturbação Sinal de Variável Comparação controle
Diagrama de Blocos da malha de Controle
Feedback
31
Perturbação
Sinal de
Variável
Comparação
controle
manipulada
Var. Saída
Setpoint
e
c u
Controlador
Atuator
Processo
CV
+ -
Resposta
Variável
desejada
controlada
Sensor
Transmissor
Dispositivo de medidas
Sistema de Controle a Malha Fechada Realimentada
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Diagrama da malha de Controle Feedback 32 A rinci al característica de todas as
Diagrama da malha de Controle Feedback
32
A
rinci al característica de todas as

p

p malhas de controle realimentada (feedback) é que o valor medido da variável controlada é comparado com o setpoint, e essa diferença é usada para determinar a ação de controle a ser tomada.

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Tipos de controladores Feedback 33 • Controle On-Off: Ex. o termostato em sistemas de Ar
Tipos de controladores Feedback
33
Controle On-Off: Ex. o termostato em sistemas de Ar cond.

Controle Manual: Usada pelos operadores e com base nas respostas circuito mais ou menos aberto

Controle Automático (PID): controlador mais utilizados. A ação de controle baseada em erro do SP.

PID Avançado: Melhoramentos do PID. Ex.: Razão, Cascata, feedforward.

Controle Preditivo baseado em Modelos: uso de modelos dinâmicos do processo (na maioria das vezes modelos lineais, empíricos obtidos pelo Sistema de Identificação) diretamente para seu controle.

. Profª Ninoska Bojorge
.
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Deveres do Engenheiro de Controle de Processos 34
Deveres do Engenheiro de Controle de
Processos
34

Ajustar a performance dos controladores e confiabilidade. Selecionar o modo PID adequado e/ou opções de PID avançado. Solucionar malhas de controle. Projeto de unidades Multicontrolador Documentação de mudanças de controle de processo

Projeto de unidades Multicontrolador Documentação de mudanças de controle de processo Profª Ninoska Bojorge
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Características do Engenheiro de Controle de Processos 35 • Usar o seu conhecimento do processo
Características do Engenheiro de Controle de
Processos
35
Usar o seu conhecimento do processo para guiar suas
t
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l
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El
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ap caç es

“engenheiros de controle processo”.

e con ro e

e processo.

es s

o

Ter ideias fundamentalmente sólidas das dinâmicas do processo e de sistema de controle feedback.

Trabalhar eficazmente com os operadores.

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Características do Engenheiro de Controle de Processos 36
Características do Engenheiro de Controle de
Processos
36

Um bom relacionamento com os operadores é uma condição NECESSÁRIA para o sucesso de um engenheiro químico de controle. Construir um relacionamento com os operadores com base no respeito mútuo. Os operadores são uma valiosa fonte de experiência da planta. Um projeto de controle bem sucedido deve fazer o trabalho de operadores mais fácil, e não mais difícil.

de controle bem sucedido deve fazer o trabalho de operadores mais fácil, e não mais difícil.
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Controle e Otimização de Processo 37 • Controle e Otimização são termos que são muitas
Controle e Otimização de Processo
37
• Controle e Otimização são termos que são muitas
vezes erroneamente trocados:
são termos que são muitas vezes erroneamente trocados: Controle tem que ver com o ajuste da

Controle tem que ver com o ajuste da variável manipulada (usualmente uma vazão de um fluido) para manter as variáveis do processo controladas no setpoint especificado. Otimização escolhe os valores chaves de setpoints, para que o processo opere com as "melhores condições econômicas”.

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Otimização e Controle de um CSTR 38 Otimizador RSP TC RSP Alim. F V FC
Otimização e Controle de um CSTR
38
Otimizador
RSP
TC
RSP
Alim.
F V
FC
C A0
FT
A
B
C
Va or
p
TT
Produto
C A ,C B , C C
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Exemplo de Otimização 39 Balanço molar sobre A : A B C Q C Q
Exemplo de Otimização
39
Balanço molar sobre A :
A
B
C
Q
C
Q C
k
exp[
E
/
RT ] C
V
A
0
A
1
1
A
r
resolvendo para C
A
C
A 0
C
=
A
k
exp[
E
/
RT V
]
1 +
1
1
r
Q
Do mesmo modo,C e C
são calculados do balanço molar.
B
C
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Função Objetivo 40 = QC V + QC V + QC V QC V
Função Objetivo
40
= QC
V
+ QC
V
+ QC
V
QC
V
A A B B C C A0 AF V B > V C , V
A
A
B
B
C
C
A0
AF
V B > V C , V A , ou V AF
A T baixa, pouca formação de B
A T alta, muito de B reagem para formar C
Portanto, existe uma temperatura ótima no reator, T* Profª Ninoska Bojorge
Portanto, existe uma temperatura ótima no reator, T*
Profª Ninoska Bojorge
Algoritmo Otimização 41
Algoritmo Otimização
41

1) Selecionar uma estimativa inicial da temperatura do reator 2) Avaliar C A , C B , e C C

3) Avaliar 4) Selecionar nova temperatura do reator e retornar à 2 até T* seja identificada.

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Solução Gráfica da Temperatura Ótima do Reator, T* 42 2 1,5 1 0,5 T* 0
Solução Gráfica da Temperatura Ótima do Reator, T*
42
2
1,5
1
0,5
T*
0
250
275
300
325
350
-0,5
Temperatura do Reator (K)
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Função Objetivo,
Otimização de Processos 43 • Otimização típica da função objetivo, : = valor do produto
Otimização de Processos
43
• Otimização típica da função objetivo, :
= valor do produto – custo MP/utilitário.

A solução do modelo em estado estacionário do processo é normalmente usado para determinar as condições de operacionais do processo que produz maior rendimento de produtos, alimentação e utilitários.

Os custos unitários da alimentação e preço de venda dos produtos são combinados com os rendimentos

• Variáveis de otimização são ajustadas até que maximizado (solução de otimização). seja Profª Ninoska
• Variáveis de otimização são ajustadas até que
maximizado (solução de otimização).
seja
Profª Ninoska Bojorge
Procedimento Geral da Otimização 44 Profª Ninoska Bojorge
Procedimento Geral da Otimização
44
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Otimização e Controle de um CSTR 45 Otimizador Profª Ninoska Bojorge
Otimização e Controle de um CSTR
45
Otimizador
Profª Ninoska Bojorge
Conclusão 46 •
Conclusão
46

Todas as malhas de controle feedback tem um controlador, um atuador, um processo e um sensor onde o controlador escolhe a ação de controle baseado no erro do setpoint.

Controle tem a ver com o ajuste das variáveis manipuladas (vazão) para manter as variáveis controladas no SP, enquanto a otimização dos setpoints de certos controladores são ajustados para otimizar o desempenho econômico da planta.

Profª Ninoska Bojorge
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