Vous êtes sur la page 1sur 15
MÓDULO II EDUCAÇÃO PRECOCE Ao se falar de um curso em educação precoce logo vem

MÓDULO II

EDUCAÇÃO PRECOCE

MÓDULO II EDUCAÇÃO PRECOCE Ao se falar de um curso em educação precoce logo vem à

Ao se falar de um curso em educação precoce logo vem à minha mente os conhecimentos que são exigidos do profissional que atende essa clientela. Não cabe apenas o entendimento de desenvolvimento humano, mas aprofundá-lo no que concerne ao desenvolvimento infantil, suas particularidades e ainda as suas especificidades relativas à pessoa em questão, ou seja, a criança, com seus direitos, sua bagagem histórico social, sua cultura e ainda o seu ambiente familiar e social. A pretensão com esse curso não é de capacitá-lo de conhecimentos puramente, mas de fomentar o desejo pelo aprendizado do desenvolvimento infantil e tudo aquilo que esteja inserido nele. Vale lembrar que as crianças de 0 a 3 anos merecem atenção no momento oportuno e de forma adequada, para que se tragam benefícios a essa criança, sua família e, sobretudo ao seu convívio em sociedade. Costumo dizer que, o trabalho em educação precoce, ou estimulação precoce desonera o país nos gastos com educação especial, pois torna a pessoa consciente de suas habilidades e competências, e ainda promove a inclusão social e educacional. A inclusão ocorre na mais tenra idade e gera nas famílias e nas crianças o reconhecimento das habilidades e competências de cada uma apesar das suas diferenças. As crianças apreendem o sentimento de simplicidade e igualdade nas interações sociais. O profissional em educação precoce deve ter conhecimentos em desenvolvimento infantil, ameaças para o desenvolvimento da criança, teóricos que fundamentam o serviço,

Educação, o Caminho Certo para o Sucesso.

QS 01 Rua 210 LT. 40 - Torre B - Salas. 517 – 518 - Taguatinga Shopping Contato: DF - (61) 30424151 - 8503-9598 BA (77) 3491-1471 Site: www.institutotratos.com.br – E mail: tratos@ institutotratos.com.br

vínculo afetivo, apego, compreender a família como mola propulsora do desenvolvimento da criança e tantos

vínculo afetivo, apego, compreender a família como mola propulsora do desenvolvimento da criança e tantos outros aprendizados. O termo estimulação precoce advém de propostas de trabalho voltado para crianças acometidas de problemas que trariam dificuldades ou atrasos no seu desenvolvimento. Portanto, devemos conceituar primeiramente o termo estimulação precoce e seus princípios. Conhecer as características de cada programa, as responsabilidades e o papel do profissional preservando o sucesso do programa. Espero que as informações contidas neste curso sejam complementadoras e apreciadas por você na sua ampliação de conhecimentos como profissional em um serviço de Educação Precoce.

“Para a gente fazer o melhor possível não basta só Amor,

é preciso também ter conhecimento.”

Içami Tiba

Educação, o Caminho Certo para o Sucesso.

QS 01 Rua 210 LT. 40 - Torre B - Salas. 517 – 518 - Taguatinga Shopping Contato: DF - (61) 30424151 - 8503-9598 BA (77) 3491-1471 Site: www.institutotratos.com.br – E mail: tratos@ institutotratos.com.br

Capítulo 02 - Educação Precoce OBJETIVOS A SEREM ALCANÇADOS AO FINAL DESTE CAPÍTULO: Conhecer o

Capítulo 02 - Educação Precoce

OBJETIVOS A SEREM ALCANÇADOS AO FINAL DESTE CAPÍTULO:

Conhecer o conceito de Serviço de Estimulação Precoce, seu histórico, seus princípios e objetivos;OBJETIVOS A SEREM ALCANÇADOS AO FINAL DESTE CAPÍTULO: Identificar a atuação da Estimulação Precoce dentro das

Identificar a atuação da Estimulação Precoce dentro das prevenções como proteção e promoção de um processo evolutivo infantil, normal e sadio;Precoce, seu histórico, seus princípios e objetivos; Conhecer outros serviços de estimulação precoce no mundo

Conhecer outros serviços de estimulação precoce no mundo e no Brasil;de um processo evolutivo infantil, normal e sadio; Conhecer os fundamentos do Programa de Educação Precoce

Conhecer os fundamentos do Programa de Educação Precoce no Distrito Federal;serviços de estimulação precoce no mundo e no Brasil; Conhecer a Legislação Brasileira que ampara os

Conhecer a Legislação Brasileira que ampara os programas de Estimulação Precoce no Brasil.do Programa de Educação Precoce no Distrito Federal; 2.1 Conceitos e Princípios Anteriormente à conceituação

2.1 Conceitos e Princípios

Anteriormente à conceituação de Educação Precoce, é preciso analisar o seu trajeto

histórico, seus diferentes conceitos e o seu papel na sociedade.

A Estimulação Precoce teve suas bases em 1959, com a criação da Declaração dos

Direitos da Criança, quando esta expressão apareceu pela primeira vez aplicada em

trabalhos direcionados ao atendimento especializado a crianças pequenas com algum tipo de

risco capaz de afetar o seu desenvolvimento. Pérez- Ramos (1992) cita o modelo de serviço,

de programa e de currículo para atendimento precoce, como medida preventiva e

remediativa dos distúrbios do desenvolvimento. Este tema pode ser encontrado em livros

sob diversas denominações, que, no entanto tem praticamente o mesmo significado:

“Estimulação Precoce”, “Estimulação Essencial”,“Educação Precoce” ou “Intervenção

Precoce”. Estas expressões são utilizadas no sentido de “intervenção especializada, com a

finalidade de prevenir e/ou minimizar as consequências de uma deficiência”. Para Monte e

Carvalho (1996 p.19), o termo Educação Precoce é adotado para designar o programa

educacional e psicopedagógico destinado a crianças de zero a três anos de idade portadoras

de deficiência(s), e ainda as consideradas de risco (vulneráveis ao aparecimento de

deficiência), necessitando de atenção especial para apoiar o seu desenvolvimento, a sua

aprendizagem e a sua socialização. Monte e Carvalho citam o conceito básico da Educação

Precoce dizendo que consideram importante a estimulação e a intervenção adequadas no

desenvolvimento da criança desde os primeiros anos de vida de modo a favorecer o seu

desenvolvimento global.

Educação, o Caminho Certo para o Sucesso.

QS 01 Rua 210 LT. 40 - Torre B - Salas. 517 – 518 - Taguatinga Shopping Contato: DF - (61) 30424151 - 8503-9598 BA (77) 3491-1471 Site: www.institutotratos.com.br – E mail: tratos@ institutotratos.com.br

De acordo com o MEC (1995), o termo “Estimulação Precoce” deriva da tradução dos termos

De acordo com o MEC (1995), o termo “Estimulação Precoce” deriva da tradução dos termos espanhóis “estimulácion temprana” e “estimulácion precoz”. Na tradução inglesa temos “early stimulation” ou “early intervention”. Apesar das variadas discussões com relação ao termo precoce, o objetivo do sentido “precoce” preserva na sua essência as ações antecipatórias para evitar, prevenir, atenuar ou compensar as deficiências ou sequelas de diversos acontecimentos na vida das crianças sejam deficientes ou de risco. Atualmente, encontramos a nomenclatura ganhando várias formas, que são adequadas à sua aplicação. A terapia ocupacional, assim como na fisioterapia consideram o nome “Estimulação Precoce”. Nas instituições como APAE ou PESTALOZZI, dotadas de equipes multidisciplinares, utilizam também o nome “Estimulação Precoce”. No entanto, na área educacional, tem sido usado comumente o nome “Educação Precoce”, para que seja descaracterizada a visão clínica ou terapêutica. Conforme Franco e Ardore (1996 p.15), estimular, numa conceituação mais simples significa criar condições facilitadoras para o desenvolvimento da criança. As mães o fazem naturalmente, por meio de conversas, da alimentação, de jogos e de demonstrações de afeto e de carinho. Quando nasce uma criança portadora de deficiência, ocorre uma perturbação no vinculo afetivo mãe-filho. A estimulação oferecida é espontânea, mas não se mostra suficiente para o desenvolvimento desta criança. Nesse momento a Estimulação Precoce surge como um processo terapêutico. Lenzi (1996. p 22), diz que quando se fala em estimulação essencial, alguns esclarecimentos parecem necessários para que se compreenda seu significado. Uma criança nasce com capacidades em potencial, que precisam de condições ideais para se desenvolver convenientemente. Entretanto, algumas crianças, por alguma razão, não conseguem se desenvolver naturalmente, necessitando de ajuda. A Estimulação Essencial deve ser vista como uma estimulação básica, capaz de oferecer a uma criança as condições necessárias (essenciais) para atingir o pleno desenvolvimento de suas capacidades. Esse trabalho deve ser realizado do nascimento aos três anos de vida da criança, período em que ocorre o seu desenvolvimento básico. Lenzi (1996) acrescenta ainda que a importância desta estimulação ganha maior realce quando trata de crianças com alguma deficiência que dificulte o pleno desenvolvimento infantil. Nesses casos usa-se a Estimulação Essencial para suprir as falhas existentes podendo-se até prevenir possíveis consequências que a deficiência acarretaria.

Educação, o Caminho Certo para o Sucesso.

QS 01 Rua 210 LT. 40 - Torre B - Salas. 517 – 518 - Taguatinga Shopping Contato: DF - (61) 30424151 - 8503-9598 BA (77) 3491-1471 Site: www.institutotratos.com.br – E mail: tratos@ institutotratos.com.br

Segundo Pérez- Ramos (1992), os fundamentos básicos para o desenvolvimento de programas de estimulação precoce

Segundo Pérez- Ramos (1992), os fundamentos básicos para o desenvolvimento de

programas de estimulação precoce nos anos 60 foram os trabalhos de carência afetiva e os de privação cultural na infância. Spitz (1945 e 1965) chegou a identificar uma relação direta entre a intensidade daqueles sintomas e o aumento do tempo de ausência da mãe, o que lhe permitiu comprovar i importante papel da mãe na estimulação de seu filho nos primeiros anos de vida. O autor do hospitalismo, como era conhecido Spitz, permitiu várias mudanças nas condutas nos hospitais com relação ao distanciamento de mãe e filho no ambiente hospitalar. Bowlby (1960) em sua obra “crianças carenciadas”, chega à conclusão de que a carência afetiva acarreta prejuízos, às vezes irreparáveis ao desenvolvimento da criança. Hoje na busca pela saúde coletiva não só física, mas sobretudo, psicossocial, os hospitais tem difundido e aplicado em seus setores, a humanização dos seus profissionais. Além disso, atitudes como o alojamento conjunto mãe e filho no pós-parto, a visita do pai durante a internação, mães acompanhando seus filhos durante a internação deste em Unidades neonatais e o programa de aleitamento materno tem proporcionado relativa estabilidade psicossocial da tríade no pós-parto (mãe, bebê e pai). Segundo Wendland (2000), o alojamento conjunto é uma conquista das comprovações dos benefícios tanto para a saúde e

o desenvolvimento cognitivo do bebê como para o seu vínculo afetivo. Lembra a autora que, esse contato precoce do recém-nascido com seus pais, favorece a adaptação do aprendizado das necessidades um do outro. Mesmo diante de todas essas atitudes no meio

hospitalar, torna-se importante a criação de novos serviços de estimulação precoce, visto que ainda temos crianças nascidas em situação de risco (orgânicos, ambientais e afetivos) e

a importância do programa e de suas ações para o desenvolvimento global de cada criança

e sua família. Segundo Shore (2000), como o cérebro se desenvolve depende de uma complexa interação entre os genes com os quais se nasce e as experiências que se tem. As experiências iniciais ajudam a formar a arquitetura cerebral, e na natureza e extensão das capacidades adultas. As interações iniciais não apenas criam um contexto; elas afetam diretamente a forma como o cérebro se desenvolve. O desenvolvimento cerebral não é linear: há “períodos preciosos” para se adquirir diferentes tipos de conhecimentos e habilidades. Portanto, os programas de estimulação precoce tem papel fundamental no desenvolvimento e na vida de muitas crianças. Para Pérez-Ramos (1992), as experiências que a criança adquire nos seus primeiros anos de vida, incentivam seu desenvolvimento,

Educação, o Caminho Certo para o Sucesso.

QS 01 Rua 210 LT. 40 - Torre B - Salas. 517 – 518 - Taguatinga Shopping Contato: DF - (61) 30424151 - 8503-9598 BA (77) 3491-1471 Site: www.institutotratos.com.br – E mail: tratos@ institutotratos.com.br

especialmente da linguagem, constituindo pressupostos importantes para o aprendizado escolar. Há também evidências de

especialmente da linguagem, constituindo pressupostos importantes para o aprendizado escolar. Há também evidências de que o enriquecimento do ambiente acelera o processo evolutivo da criança.

“O conhecimento mais detalhado de aspectos específicos do

desenvolvimento e funcionamento do cérebro permitirá a criação de intervenções que

satisfaçam mais estritamente as necessidades das crianças.” (Shore, Repensando o

cérebro, 2000).

Segundo Potrich (1998), de acordo com a Política Nacional de Educação Especial, este atendimento que é conhecido mais popularmente por Estimulação Precoce, ou mais apropriadamente por Intervenção Precoce, foi denominado Estimulação Essencial e definido como “conjunto organizado de estímulos e treinamentos adequados, oferecidos nos primeiros anos de vida a crianças já identificadas como deficientes e aquelas de alto risco, de modo a lhes garantir uma evolução tão normal quanto possível”. A estimulação é importante para qualquer criança, com ou sem atraso no seu desenvolvimento. Para que ela possa atingir determinada fase de desenvolvimento, precisa ser estimulada. Isto não significa que a família tenha que mudar drasticamente o seu cotidiano. É importante que as atividades sejam agradáveis para o bebê e também para os seus pais que estarão dando atenção e carinho para seu filho a fim de criarem um ambiente próprio à estimulação. Cada criança tem o seu próprio ritmo que os pais, aos poucos, aprendem a respeitar. Os pais podem usar sua sensibilidade para escolher o melhor momento do dia para realizar os exercícios, ou seja, quando a criança estiver seca, alimentada, sem sono e calma. Segundo Pérez- Ramos (1992), o bombardeio de estímulos às crianças pode ter um efeito perturbador no desenvolvimento psicológico tanto quanto a privação dos mesmos. De acordo com Jerusalinsky (1989), o caminho da intervenção precoce é justamente o fortalecimento da função materna, que, afetada com o nascimento de um filho que não foi sonhado, pelo contrario, por suas diferenças, até contrasta-se com este, deve ser reconstituída fazendo-se necessário que este trabalho ofereça elementos de sustentação para tal. A filosofia de ação dos programas, conforme Pérez-Ramos (1992) baseia-se no princípio de que as crianças, independente de sua condição, consideradas de risco ou com

Educação, o Caminho Certo para o Sucesso.

QS 01 Rua 210 LT. 40 - Torre B - Salas. 517 – 518 - Taguatinga Shopping Contato: DF - (61) 30424151 - 8503-9598 BA (77) 3491-1471 Site: www.institutotratos.com.br – E mail: tratos@ institutotratos.com.br

um desenvolvimento atípico, sejam tratadas antes de tudo como crianças com os mesmos direitos fundamentais

um desenvolvimento atípico, sejam tratadas antes de tudo como crianças com os mesmos direitos fundamentais de qualquer outra, no que se refere à assistência, à educação e à convivência sócio-familiar em um ambiente que proporcione condições apropriadas para o seu desenvolvimento global. A finalidade dos programas é de profilaxia, tanto de natureza primária quanto secundária e terciária contribuindo assim, para a diminuição da incidência de crianças afetadas pelos diversos distúrbios no desenvolvimento e os seus efeitos. Segundo Pérez- Ramos (1989), o programa de estimulação precoce passou por vários níveis de atuação. Originalmente, as ações eram dirigidas basicamente às crianças portadoras de deficiências com a finalidade de atenuar os efeitos desses distúrbios. Configurava-se, dessa forma, o nível terciário de prevenção. Com a incorporação de novos conhecimentos, relativos a fatores de risco com níveis de intensidade e classificações de natureza biológica e ambiental, à identificação das características de vulnerabilidade do desenvolvimento infantil, à carência afetiva e sócio-cultural e, à neonatologia, quanto à atenção aos bebês prematuros e seus planos de ação junto a mães participativas, a estimulação precoce estendeu sua atuação sob os fatores de risco. Assim, está caracterizado o nível de prevenção secundária. Surgiu então, a necessidade de otimizar ou manter os níveis de saúde e bem-estar, alcançados pela educação infantil, mediante programas preventivos destinados a fortalecer o processo evolutivo integral da primeira infância. Destaca-se ao mesmo tempo o papel mediador dos pais. O programa de estimulação precoce surge agora, para controlar e orientar o desenvolvimento destas crianças. Temos aqui, então o nível de prevenção primário.

2.2 Estimulação Precoce no Mundo

Como modelos de serviços de estimulação precoce temos iniciativas nacionais e internacionais, em que muitas deles atendam não somente crianças com necessidades especiais, ou deficientes, mas também aquelas em situação de risco, com seu enfoque na família. Na Colômbia, temos o Instituto Colombiano de Bienestar Familiar, criado em 1968. Em Cuba, a educação em geral é prioridade nacional. Atendem 99,5% das crianças de 6 meses a 6 anos (dados de 1997).O trabalho com instituições formais (creches), os chamados “círculos formais” e os programas não formais “ Educa a tu Hijo”. Fundamenta-se no desenvolvimento pleno das capacidades físicas, intelectuais, sociais e emocionais do ser

Educação, o Caminho Certo para o Sucesso.

QS 01 Rua 210 LT. 40 - Torre B - Salas. 517 – 518 - Taguatinga Shopping Contato: DF - (61) 30424151 - 8503-9598 BA (77) 3491-1471 Site: www.institutotratos.com.br – E mail: tratos@ institutotratos.com.br

humano. Antes dos 6 meses a criança fica com a mãe na licença maternidade integral.

humano. Antes dos 6 meses a criança fica com a mãe na licença maternidade integral. Na Argentina-Buenos Aires, o Centro Drª Lydia Coriat, constituído em 1970. Estudos e tratamento dos problemas do desenvolvimento infantil e da adolescência. Trabalha com conceitos transdisciplinares. O centro tem também uma filial em Porto Alegre. O Head Start Program é um programa do Departamento de saúde e serviços humanos dos Estados Unidos (United States Department of Health and Human Services), que promove a escolaridade e oferece serviços de educação, saúde, nutrição e intervenção parental a crianças e famílias com baixos rendimentos. O Office of Economic Opportunity, começou o programa em 1965. Este foi renovado em 1981 e sofreu uma nova reforma, mais intensiva, em 2007. Um dos primeiros programas a ser implementado foi o “Head Start Program”, com duração de 8 semanas, no Verão de 1965. O projeto foi pensado para ajudar a acabar com a pobreza, oferecendo soluções para problemas emocionais, sociais, de saúde, nutricionais e psicológicos que crianças de famílias com dificuldades financeiras pudessem apresentar. O “Head Start Program” foi depois transferido para o Office of Child Development no Departamento de Welfare (mais tarde o Departamento de saúde e serviços humanos) pela administração de Nixon, em 1969. Atualmente é um programa da Administração para Crianças e Familias (Administration for Children and Families, ACF). O Early Head Start Program foi, em 1995, concebido para ajudar crianças desde o nascimento aos 3 anos de idade, com o objetivo de encontrar evidencias de que os primeiros anos são cruciais no crescimento e desenvolvimento das crianças. (informações do site oficial).

2.3 Estimulação Precoce no Brasil

No Brasil, a atenção precoce como direito constitucional já tinha sido garantida na Constituição Federal de 1988. Entretanto, a obrigatoriedade da educação precoce é expressa na LDB, de 1996, e nas Diretrizes nacionais para a educação especial na educação básica (Brasil, 2001), orientando a interface com os serviços de saúde e assistência social para o atendimento às necessidades específicas de crianças com qualquer tipo de deficiência. Assim, considera-se o serviço de intervenção precoce um atendimento indispensável e complementar à ação educativa, responsável pelo diagnóstico precoce, orientação e intervenção nos aspectos do desenvolvimento global da criança com deficiência

Educação, o Caminho Certo para o Sucesso.

QS 01 Rua 210 LT. 40 - Torre B - Salas. 517 – 518 - Taguatinga Shopping Contato: DF - (61) 30424151 - 8503-9598 BA (77) 3491-1471 Site: www.institutotratos.com.br – E mail: tratos@ institutotratos.com.br

visual, em trabalho conjunto com a família, tendo em vista a inclusão da criança no

visual, em trabalho conjunto com a família, tendo em vista a inclusão da criança no sistema familiar, escolar e comunitário. No Brasil, temos vários serviços relacionados à área da saúde, vinculados às associações de pais e outros inseridos dentro dos serviços governamentais. No Pará, o Programa de Estimulação Precoce da Secretaria de Saúde. Atende crianças de 0 a 3 anos com sequelas de meningite, síndromes genéticas e atrasos no desenvolvimento. Serviços de fisioterapia, fonoaudiologia e terapia ocupacional. No Rio de Janeiro temos o Instituto Benjamin Constant. Atende crianças cegas e de visão subnormal de 0 a 3 anos, com o objetivo de promover o desenvolvimento global da criança. Em São Paulo -ITU, a APAE – Atende crianças de 0 a 4 anos. Serviços de fonoaudiologia, hidroterapia e terapia ocupacional. Em Marília o Programa de Estimulação Precoce, recebe crianças com qualquer tipo de deficiência e é oferecido na Universidade Estadual Paulista (Unesp). Em Ribeirão Preto o Serviço de Estimulação e Intervenção Precoce da Secretaria Municipal de Saúde atendem crianças com deficiências e essas recebem intervenção precoce 2 vezes na semana. Os bebês de risco recebem estimulação precoce 1 vez na semana, na fisioterapia, fonoaudiologia e terapia ocupacional. No Rio Grande do Sul foi implantado o PIM – Programa Primeira Infância Melhor, 1993, sob a coordenação da Secretaria Estadual de Saúde integrando as secretarias estaduais de educação, trabalho, cidadania, cultura e Assistência social. A ação socioeducativa é voltada à família com crianças de 0 a 6 anos e gestantes. Tem como referência o programa de Cuba “Educa a tu Hijo”. No Distrito Federal, a APAED- Associação dos Amigos dos Excepcionais do DF, oferece atendimento em Estimulação Precoce de 0 a 6 anos com equipe multidisciplinar, fisioterapia, fonoaudiologia e terapia ocupacional. Já o Programa de Educação Precoce é amparado e mantido pela Secretaria de Estado de Educação. O programa abrange as 17 regiões administrativas do Distrito Federal e conta com profissionais pedagogos e educadores físicos em suas equipes. Vale citar que esse programa teve sua origem no Early Head Start Program (EUA). O Programa de Educação Precoce no Distrito Federal ao longo de sua história já recebeu vários nomes: Estimulação Precoce, Estimulação Essencial e por fim o nome que é hoje, Programa de Educação Precoce. O programa foi criado em 1987 pela psicóloga Francisca Roseneide Furtado do Monte com o nome Programa de Estimulação Precoce. A psicóloga Roseneide, como era conhecida, foi assessora no MEC e responsável pela Educação Infantil/ Secretaria de Educação Especial. Durante a sua atuação no MEC

Educação, o Caminho Certo para o Sucesso.

QS 01 Rua 210 LT. 40 - Torre B - Salas. 517 – 518 - Taguatinga Shopping Contato: DF - (61) 30424151 - 8503-9598 BA (77) 3491-1471 Site: www.institutotratos.com.br – E mail: tratos@ institutotratos.com.br

fortaleceu e contribuiu para a implantação do Atendimento Educacional Especializado à Criança de 0 a

fortaleceu e contribuiu para a implantação do Atendimento Educacional Especializado à Criança de 0 a 3 anos/ Educação Precoce em todo o Brasil. Esse nome também foi usado pelo programa no DF por um curto período. Segundo o MEC- Saberes e Práticas da Inclusão (2006) o programa elaborado numa abordagem pedagógica tem como focos:

• Escutar e acolher a criança e seus familiares;

• Trabalhar a partir das possibilidades e potencialidades da criança, tendo em vista o

desenvolvimento integral;

• Atender às necessidades específicas no contexto familiar e escolar;

• Apoiar a relação dialógica e interações positivas mãe-criança, criança-criança, mãe-

mãe;

• Respeitar as prioridades, os pontos de vista e a cultura das famílias;

• Valorizar os elementos psicoafetivos pela interação em brincadeiras e jogos sociais em grupo;

• Desenvolver o programa em pequenos grupos, valorizando o brincar, a troca de

experiência e a construção coletiva do conhecimento entre crianças e familiares;

• Privilegiar atividades lúdicas de interação, comunicação, artes, cultura, lazer e recreação;

• Mobilizar a comunidade para atitudes positivas e apoio comunitário às crianças e

familiares. É importante, portanto, contextualizar a realidade do Distrito Federal com relação ao Programa de Educação Precoce. O trabalho, sua organização e práticas pedagógicas são norteados pela Orientação Pedagógica número 18 de 2006 (data da sua atualização). O

objetivo geral do programa é:

“Promover o desenvolvimento das potencialidades da criança de 0 a 3 anos

no que se refere aos seus aspectos físicos, cognitivos, psico-afetivos, sociais e

culturais, priorizando o processo de interação e comunicação mediante atividades

significativas e lúdicas, assim como a orientação, o apoio e o suporte à família e ao

processo verdadeiramente inclusivo fundado na dimensão humana” (O. P. Educação

Precoce nº 18 GDF, 2006).

Assim como os demais programas implementados, o programa tem caráter preventivo e é voltado para uma pedagogia focada na diversidade e nas necessidades especificas de

Educação, o Caminho Certo para o Sucesso.

QS 01 Rua 210 LT. 40 - Torre B - Salas. 517 – 518 - Taguatinga Shopping Contato: DF - (61) 30424151 - 8503-9598 BA (77) 3491-1471 Site: www.institutotratos.com.br – E mail: tratos@ institutotratos.com.br

cada aluno em diferentes contextos, adotando estratégicas dinâmicas e diferenciadas. Conforme as Diretrizes Educacionais

cada aluno em diferentes contextos, adotando estratégicas dinâmicas e diferenciadas. Conforme as Diretrizes Educacionais sobre Estimulação Precoce, MEC (1995), estudos revelam que a modalidade multifocal é mais benéfica para crianças com necessidades especiais e às que vivem em situação de vulnerabilidade, por isso a interface com a área de saúde e assistência social. Por se tratar de crianças muito pequenas, o programa está inserido na educação infantil em todos os seus aspectos. Porém, em termos organizacionais e por se tratar de atendimento educacional especializado, o programa no Distrito Federal está vinculado a Coordenação de Educação Inclusiva.

“A primeira infância das crianças exige carinho e cuidado. Mas para que a

pessoa humana realize plenamente seu potencial, deve haver também, desde o

nascimento, um processo educativo que ajude a construir suas estruturas afetivas,

cognitivas e sociais. Educação Infantil é mais do que cuidar de crianças. É abrir a elas

o caminho da cidadania” (MEC/Saberes e Práticas da Inclusão, 2000)

Os teóricos que fundamentam as propostas adotadas pelo Programa de Educação Precoce são Vygotsky (1991, 1999), Piaget (1975, 1995), Wallon (1975) e eu acrescentaria dentro da nova visão da abordagem bioecológica, Bronfenbrenner (1998). Esses teóricos descrevem a relevância das práticas educacionais visando o desenvolvimento das estruturas cognitivas, afetivas e motoras da criança, sua competência linguística e a evolução da sua autonomia. Cabe, portanto à educação proporcionar um ambiente favorável ao desenvolvimento global dos alunos e sua socialização. Para Vyotsky (1999), os processos de formação das características psicológicas de uma criança ocorrem na interação social. Para o autor, as funções psicológicas têm um suporte biológico, pois são produtos da atividade cerebral, mas fundamentam-se nas relações sociais entre o indivíduo e o mundo externo, as quais desenvolvem-se num processo histórico. Neste sentido, uma de suas maiores contribuições à educação, é a sua proposta de relação entre desenvolvimento e aprendizagem. Segundo Vyotsky (1999), o aprendizado não é desenvolvimento, entretanto, o aprendizado bem organizado impulsiona o desenvolvimento, criou então, o conceito de zona de desenvolvimento proximal. A zona de desenvolvimento proximal pode ser definida como a distância entre o nível de desenvolvimento real e o nível de desenvolvimento potencial. Todo conhecimento real,

Educação, o Caminho Certo para o Sucesso.

QS 01 Rua 210 LT. 40 - Torre B - Salas. 517 – 518 - Taguatinga Shopping Contato: DF - (61) 30424151 - 8503-9598 BA (77) 3491-1471 Site: www.institutotratos.com.br – E mail: tratos@ institutotratos.com.br

passa primeiro por um momento potencial, que entra no desenvolvimento como algo não pronto, e

passa primeiro por um momento potencial, que entra no desenvolvimento como algo não pronto, e depois é elaborado e consolidado. A zona de desenvolvimento proximal, estabelecida por Vyotsky (1999), está

compreendida entre o presente e o futuro próximo da criança. Cabe à escola atuar, ajudando

o educando a passar do desenvolvimento potencial para o desenvolvimento real, e sempre

chegando ao desenvolvimento real ao mesmo tempo em que surgem novos desenvolvimentos potenciais, supondo uma noção de aprendizado contínuo, pertencente a

um processo dinâmico.

Os estudos de Wallon (1975) tiveram início com mais de 200 observações de crianças doentes, casos de retardo, epilepsia, anomalias psicomotoras em geral. Sendo assim, Wallon enfatiza suas ideias em quatro elementos básicos que se comunicam o tempo todo dentro do desenvolvimento global infantil: a afetividade, o movimento, a inteligência e a formação do eu como pessoa. Para ele, o contato corporal entre mãe e filho constituem processos interativos que fortalecem o vínculo afetivo e o desenvolvimento da linguagem.

Piaget (1975,1995) ressalta que o desenvolvimento infantil se dá por meio as assimilações e acomodações das informações e experiências sociais. Criou uma teoria do conhecimento centrada no desenvolvimento natural da criança. Segundo ele, o pensamento infantil passa por quatro estágios, desde o nascimento até o início da adolescência, quando a capacidade plena de raciocínio é atingida. Para o autor o conhecimento se dá por descobertas que a própria criança faz – um mecanismo que outros pensadores antes dele já haviam intuído, mas que ele submeteu à comprovação na prática. Vem de Piaget a ideia de que o aprendizado é construído pelo aluno e é sua teoria que inaugura a corrente

construtivista. Educar, para Piaget, é “provocar a atividade” – isto é, estimular a procura do conhecimento. Para complementar os fundamentos teóricos utilizados no programa, ressalto a importância de Bronfenbrenner. Segundo Kelman apud Maciel e Barbato (2010), Bronfenbrenner criou a teoria da abordagem bioecológica, que é definida pelo autor como a variedade de situações em que as pessoas vivem como atores, os papéis que desempenham, as situações que encontram e as consequências desses encontros. A família

é um desses sistemas que trazem influências para o desenvolvimento de seus participantes, seja positivamente ou negativamente. Dentro dos contextos expostos por Bronfenbrenner (KELMAN apud MACIEL e BARBATO, 2010), a escola deve tomar o papel de aliada e

Educação, o Caminho Certo para o Sucesso.

QS 01 Rua 210 LT. 40 - Torre B - Salas. 517 – 518 - Taguatinga Shopping Contato: DF - (61) 30424151 - 8503-9598 BA (77) 3491-1471 Site: www.institutotratos.com.br – E mail: tratos@ institutotratos.com.br

colaboradora no desenvolvimento da criança no seio familiar e no ambiente escolar contribuindo para a

colaboradora no desenvolvimento da criança no seio familiar e no ambiente escolar contribuindo para a construção de um cidadão saudável. De acordo com a Orientação Pedagógica do programa no Distrito Federal:

“A abordagem utilizada na Educação Precoce é, portanto, flexível de modo a

permitir o desenvolvimento global da criança, bem como minimizar déficits já

existentes e prevenir o surgimento de outros distúrbios no seu processo de

desenvolvimento.”(O.P, GDF, nº18)

A Legislação Brasileira reforça e sustenta todas as ações voltadas às crianças consideradas de risco e aquelas com o desenvolvimento atípico através dos Programas de Educação Precoce e na garantia dos seus direitos como cidadãos brasileiros e participantes da sociedade.

Constituição da República Federativa do Brasil -1988, especialmente inciso IV no Art. 208;como cidadãos brasileiros e participantes da sociedade. LDB 9394/1996; Plano Nacional de Educação, Lei 10172/2001;

LDB 9394/1996;do Brasil -1988, especialmente inciso IV no Art. 208; Plano Nacional de Educação, Lei 10172/2001; Diretrizes

Plano Nacional de Educação, Lei 10172/2001;-1988, especialmente inciso IV no Art. 208; LDB 9394/1996; Diretrizes Nacionais para a Educação Especial na

Diretrizes Nacionais para a Educação Especial na Educação Básica de 2001;LDB 9394/1996; Plano Nacional de Educação, Lei 10172/2001; Referencial Curricular Nacional 1998/2000; Estatuto da

Referencial Curricular Nacional 1998/2000;para a Educação Especial na Educação Básica de 2001; Estatuto da Criança e do Adolescente, 1990;

Estatuto da Criança e do Adolescente, 1990;Básica de 2001; Referencial Curricular Nacional 1998/2000; Saberes e Práticas da Inclusão, MEC, 2004; Declaração

Saberes e Práticas da Inclusão, MEC, 2004;1998/2000; Estatuto da Criança e do Adolescente, 1990; Declaração Mundial de Educação para Todos e Declaração

Declaração Mundial de Educação para Todos e Declaração de Salamanca,1990; Saberes e Práticas da Inclusão, MEC, 2004; 1994; Lei 7853/89 Diretrizes (pg. 11, 1.3); Referencial

1994;

Lei 7853/89 Diretrizes (pg. 11, 1.3);de Educação para Todos e Declaração de Salamanca, 1994; Referencial Curricular Nacional para a Educação Infantil:

Referencial Curricular Nacional para a Educação Infantil: Estratégias e orientações para educação de crianças com necessidades educacionais especiais, MEC/2001;de Salamanca, 1994; Lei 7853/89 Diretrizes (pg. 11, 1.3); Currículo da Educação Básica das escolas públicas

Currículo da Educação Básica das escolas públicas do Distrito Federal:crianças com necessidades educacionais especiais, MEC/2001; Educação Infantil de 0 a 3 anos, 2002. Educação, o

Educação Infantil de 0 a 3 anos, 2002.

Educação, o Caminho Certo para o Sucesso.

QS 01 Rua 210 LT. 40 - Torre B - Salas. 517 – 518 - Taguatinga Shopping Contato: DF - (61) 30424151 - 8503-9598 BA (77) 3491-1471 Site: www.institutotratos.com.br – E mail: tratos@ institutotratos.com.br

REFERÊNCIAS BIBLIOGRAFICAS BRASIL, Constituição Federativa do Brasil , Senado Federal, 2007/2008; Conselho Nacional de

REFERÊNCIAS BIBLIOGRAFICAS

BRASIL, Constituição Federativa do Brasil, Senado Federal, 2007/2008;

Conselho

Nacional de Educação, MEC, Brasília 2001. Disponível em:

http://www.portal.mec.gov.br. Acesso em: outubro de 2010;

Declaração

de Salamanca, MEC: Brasília 1994;

Estatuto

Lei

de

da Criança e do Adolescente, Brasília 1990;

Diretrizes

e

Bases,

MEC,

Brasília,

1996.

Disponível

em:

http://www.portal.mec.gov.br. Acesso em: outubro de 2010;

Público Federal. O Acesso De Alunos Com Deficiência Às

Escolas E Classes Comuns Da Rede Regular / Fundação Procurador Pedro Jorge de Melo e Silva (Org.). 2ª ed. rev. e atualiz. Brasília: Procuradoria Federal dos Direitos do Cidadão,

2004. Disponível em: http://www.prgo.mpf.gov.br/cartilha_acesso_deficientes.pdf. Acesso em: outubro de 2010;

para a Educação Infantil, MEC, Brasília 2006 Disponível em:

http://www.portal.mec.gov.br. Acesso em: outubro de 2010;

Nacional de Educação Especial na perspectiva da Educação

Inclusiva, MEC, Brasília, 2007. Disponível em: http://www.portal.mec.gov.br. Acesso em:

outubro de 2010;

Curricular Nacional da Educação Infantil, MEC. Brasília,

1998;

Curricular Nacional para a Educação Infantil/ Estratégias e

Orientações para a Educação de Crianças com Necessidades educacionais especiais. MEC, Brasília, 2001;

e Práticas da Inclusão na Educação Infantil, MEC, Brasília,

2006;

CIEPRE –Site oficial disponível em www.ciepre.puppin.net acessado em novembro de

2010;

DISTRITO FEDERAL, SECRETARIA DE ESTADO DE EDUCAÇÃO. Diretoria de Ensino Especial. Orientação Pedagógica do Programa de Educação Precoce, Brasília,

2005;

Ministério

Políticas

Política

Referencial

Referencial

Saberes

Educação, o Caminho Certo para o Sucesso.

QS 01 Rua 210 LT. 40 - Torre B - Salas. 517 – 518 - Taguatinga Shopping Contato: DF - (61) 30424151 - 8503-9598 BA (77) 3491-1471 Site: www.institutotratos.com.br – E mail: tratos@ institutotratos.com.br

, Currículo da educação básica das escolas públicas do Distrito Federal: educação infantil 4 a

, Currículo da educação básica das escolas públicas do

Distrito Federal: educação infantil 4 a 6 anos. 2.ed./Secretaria de Estado de Educação. - Brasília: Subsecretaria de Educação Pública do Distrito Federal, 2002; EARLY HEAD STAR PROGRAM- site oficial disponível em:

www.eclks.ohs.acf.hhs.gov, acessado em setembro de 2012; MACIEL, D. A., BARBATO, S. Desenvolvimento Humano, Educação e Inclusão Escolar. Brasília. Editora UNB, 2010; PÉREZ-RAMOS, AIDYL M. DE QUEIROZ- Modelos de Prevenção: Perspectivas dos Programas de Estimulação Precoce. Psicologia – USP, São Paulo, 1989;

Precoce: Serviços,

Programas e Currículos, 2ª Ed. Brasília- DF, CORDE, 1992; SHORE, R. Repensando o Cérebro. Porto Alegre. Mercado Aberto, 2000; WENDLAND, JAQUELINE. Artigo: Junto de Minha Mãe, Revista A Mente do Bebê, volume 01, pg. 74.

Estimulação

Educação, o Caminho Certo para o Sucesso.

QS 01 Rua 210 LT. 40 - Torre B - Salas. 517 – 518 - Taguatinga Shopping Contato: DF - (61) 30424151 - 8503-9598 BA (77) 3491-1471 Site: www.institutotratos.com.br – E mail: tratos@ institutotratos.com.br