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Lí pidos

Macromoléculas heterogéneas, constituídas por carbono (C), hidrogénio (H) e oxigénio (O), podendo ainda incluir azoto, enxofre e fósforo. São caracterizados pela fraca solubilidade em água e elevada solubilidade em solventes orgânicos. Podem considerar-se dois grupos de lípidos: os de reserva e os estruturais: os lípidos de reserva, vulgarmente conhecidos por gorduras, são lípidos que constituem reservas alimentares, formados, essencialmente, por um álcool, geralmente o glicerol, e ácidos gordos, saturados ou insaturados. Os lípidos estruturais, como os fosfolípidos e os glicolípidos, são lípidos que entram na constituição de estruturas celulares. Os fosfolípidos, constituintes mais abundantes das membranas biológicas, são lípidos que integram um grupo fosfato. São moléculas anfipáticas, apresentando uma zona hidrofílica polar, composta por moléculas de álcool, o grupofosfato e um radical, e uma zona hidrofóbica apolar, formada pelas cadeias hidrocarbonadas dos ácidos gordos.

Lí pidos Macromoléculas heterogéneas, constituídas por carbono (C), hidrogénio (H) e oxigénio (O), podendo ainda incluir

Lípidos simples : Originam por hidrólise um álcool e um ou mais ácidos gordos. Lípidos complexos: Originam por hidrólise não apenas um álcool e ácidos gordos, mas também ácido fosfórico, oses, etc. Classificação dos lípidos *folha em anexo Ácidos gordos apresentam normalmente número par de átomos de carbono. A numeração faz-se a partir do carboxilo terminal (carbono 1) para o grupo CH 3 (carbono n).

Lí pidos Macromoléculas heterogéneas, constituídas por carbono (C), hidrogénio (H) e oxigénio (O), podendo ainda incluir

Modo de representar: indicar o número total de átomos de carbono, seguido de “dois pontos”, do

número de duplas ligações e depois, entre parêntesis, do algarismo ou algarismos correspondentes ao primeiro átomo de carbono de cada dupla ligação. 18:2 (9,12) -> 18 C e 2 = entre C9 e C10 e C12 e C13 18:2 n 6,9 ou 18:2 ω 6,9 -> ácido gordo com 18 C e 2 duplas, encontrando-se a mais próxima do grupo metilo à distância de 6C.

A cadeia de hidrocarbonetos presente nos ácidos gordos pode ser de dois tipos:

Saturada: sem ligações duplas; encontram-se no estado sólido à temperatura ambiente(ex:

manteigas); Insaturada: com uma ou mais ligações duplas;encontram-se no estado liquido à temperatura ambiente (ex: óleos);

As ligações duplas existentes na cadeia de hidrocarbonetos pode ser de dois tipos:

cis os átomos de hidrog nio encontram-se no mesmo lado da liga comum trans átomos de hidrogénio em lados opostos da ligação dupla

o dupla

tipo de liga

o mais

Ácidos gordos essenciais não são sintetizados pelos mamíferos e são indispensáveis na dieta alimentar. Estes são precursores de um grupo de ácidos gordos insaturados com actividade biológica hormonal ou reguladora(prostaglandinas). O número Ómega ω indica a primeira liga o dupla do ácido gordo a contar do grupo metilo. Ómega-3 ácidos gordos poliinsaturados com a primeira ligação dupla em C3 Ómega-6 ácidos gordos poliinsaturados com a primeira ligação dupla em C6

Triglicéridos (Grupo Acilgliceróis) Poucos ácidos gordos aparecem livres na comida e no corpo humano. Na sua maioria, encontram-se inseridos em triglicéridos. Triglicéridos são compostos por uma molécula de glicerol ligada a três ácidos gordos, sendo esta a forma habitual da gordura e principal forma de armazenamento de energia e isolamento térmico; Glicerol álcool composto por uma cadeia de três átomos de carbono.

As ligações duplas existentes na cadeia de hidrocarbonetos pode ser de dois tipos: cis – os

Na formação de um triglicérido, três ácidos gordos ligam-se a um glicerol numa reacção de condensação.

As ligações duplas existentes na cadeia de hidrocarbonetos pode ser de dois tipos: cis – os

Por cada ligação glicerol ácido gordo, é removida uma molécula de água e são criadas ligações OC respectivamente. Triglicéridos Simples: compostos por três ácidos gordos iguais; são nomeados segundo o ácido gordo pelo qual são compostos; Triglicéridos Mistos: compostos por pelo menos dois ácidos gordos diferentes; na sua nomenclatura deve-se especificar a posição e o nome de cada ácido gordo que os constitui;

Glicerofosfolípidos lípidos estruturais presentes na membrana plasmática (bicamada fosfolipidica que actua como barreira passagem de mol culas polares e i es

an ipáticos - parte idro bica cauda e parte idro lica cabe a Nos glicerofosfolípidos e em alguns esfingolípidos a cabeça polar liga-se a uma parte hidrofóbica por ligação fosfodiéster formando os fosfolípidos.

an ipáticos - parte idro bica cauda e parte idro lica cabe a Nos glicerofosfolípidos e

glicerofosfolípidos = fosfoglicéridos (derivados do ácido fosfatídico)

Esfingolípidos

derivados da esfingosina (amina alcoólica). Têm uma cabeça polar e duas caudas apolares mas não

contêm glicerol.

an ipáticos - parte idro bica cauda e parte idro lica cabe a Nos glicerofosfolípidos e

Exemplos de funções:

As cadeias de hidrocarbonetos de um certo esfingolípido definem os diferente tipos de grupos sanguíneos e por isso determinam que os indivíduos podem receber de forma segura em transfusões sanguíneas. Os gangliosidos estão concentrados na parte exterior das membranas plasmática, actuando como pontos de reconhecimento para moléculas extracelulares ou superfícies de células vizinhas.

Esteróis

Colesterol - Constituinte das membranas celulares; Reduz a permeabilidade da membrana plasmática aos iões de hidrogénio e sódio; Regula a fluidez da membrana em diversas faixas de temperatura; Ajuda na produção da bílis; Importante para o metabolismo das vitaminas A, D, E e

K.

Testosterona - Hormona sexual masculina que controla o crescimento e desenvolvimento dos orgãos reprodutores masculinos e das características sexuais secundárias;

Progesterona - Hormona sexual feminina que actua na preparação do endometrio do útero para a implantação do óvulo fecundado;

Estradiol - estimula a ovulação; afecta a produção de várias proteínas no fígado.

Vitamina D - Permite a correcta calcificação e formação óssea; Pode ser produzida pelo organismo desde que haja incidência de luz solar neste, partindo-se de provitamina D encontrada no alimento.

Ácidos Biliares - derivados polares do colesterol que actuam como detergentes no intestino, promovendo a emulsificação das gorduras para as tornar mais acessíveis às lipases digestivas; combinados com os ácidos gordos e colesterol permitem a passagem das moléculas pequenas através das células do intestino;

Eicosanóides

Substâncias com 20 átomos de carbono derivadas de ácidos gordos essenciais; Hormonas parácrinas que actuam apenas nas células perto do local da sua síntese; São produzidas pela maioria das

células, excepto hemácias; Mediadores da resposta inflamatória;

Prostaglandinas - Controle da pressão arterial; Estimulação da contracção da musculatura lisa; Indução da resposta inflamatória; Inibição da agregação de plaquetas.

Esteróis Colesterol - Constituinte das membranas celulares; Reduz a permeabilidade da membrana plasmática aos iões de

Tromboxanos - Estimulação da contracção da musculatura lisa; Indução da agregação de plaquetas.

Leucotrienos - Estimulação da contração da musculatura lisa; Indução da resposta alérgica; Indução da resposta inflamatória.

Oxidação dos Ácidos Gordos

A oxida

o dos ácidos gordos pode ser “dividida” em três ases.

Tromboxanos - Estimulação da contracção da musculatura lisa; Indução da agregação de plaquetas. Leucotrienos - Estimulação

Local onde ocorre? Activação? Transporte?

β-oxidação nos ácidos gordos com numero par de C na cadeia?

  • - Cadeia saturada ;

  • - Cadeia insaturada:

  • - Monoinsaturada;

  • - Polinsaturada;

β-oxidação nos ácidos gordos com numero ímpar de C na cadeia?

Balanço energético? Cetogénese ( síntese de corpos cetónicos ) ?

Nos animais ocorre esencialmente na matriz mitocondrial, podendo ocorrer também nos peroxissomas. não há necessidade do mecanismo de transporte ; a degradação dos ácidos gordos aqui é incompleta - os produtos de oxidação seguem posteriormente para as mitocondrias. A oxidação do acil-CoA não é feita pelo FAD, mas pelo oxigénio, havendo produção de peróxido de hidrogénio; Nas plantas ocorre exclusivamente nos peroxissomas e nos glioxissomas (têm a particularidade de convertem lípidos em glícidos. Ocorre em menor escala);

Activação

Precede a oxidação; É absolutamente essencial que ocorra; Ocorre no citoplasma; Requer energia; Conversão do ácido gordo em Acil-CoA; A conversão é catalizada por uma série de enzimas (acil- CoA sintetases e pirofosfatases inorgânicas); Ocorre em 2 fases.

Nos animais ocorre esencialmente na matriz mitocondrial, podendo ocorrer também nos peroxissomas. não há necessidade do
Nos animais ocorre esencialmente na matriz mitocondrial, podendo ocorrer também nos peroxissomas. não há necessidade do

Transporte

Os acilos-CoA formados serão usados na síntese dos lípidos membranares; serão oxidados no interior da matriz mitocondrial. A membrana interna da mitocondria é impermeável aos acilos-CoA. Para entrarem na mitocondria

estes reagem com um aminoácido “especial” : carnitina.

β -oxidação: β -oxidação nos ácidos gordos com numero par de C na cadeia ( saturada

β-oxidação:

β-oxidação nos ácidos gordos com numero par de C na cadeia (saturada):

O acilcoenzima A pode ent o agora entrar na via da β -oxidação, que conduzirá a um novo acil- CoA com menos 2 átomos de Carbono que o anterior; A degradação de um acil-CoA processa-se numa sequência repetida de 4 reacções.

1º Reacção: Reacção de oxidação catalizada por acil-CoA desidrogenase(VLCAD, MCAD,SCAD). Têm um grupo prostético FAD, que

1º Reacção: Reacção de oxidação catalizada por acil-CoA desidrogenase(VLCAD, MCAD,SCAD). Têm um grupo prostético FAD, que recebe electrões vindos do acil-CoA. A sua forma reduzida depois doa os electrões a um transportador de electrões da cadeia respiratória (E -electron- trans erring lavoprotein ; Forma o de α- β- trans-enoil-CoA. 2ºReacção: Reacção de hidratação catalizada por enoil-CoA-hidratase, formando-se β- hidroxiacil- CoA; N.B: a enzima enoil-CoA-hidratase só actua em ligações duplas trans.

β-oxidação nos ácidos gordos com numero par de C na cadeia (monoinsaturada):

A oxidação nessas circunstâncias requer uma enzima adicional, enoil-CoA isomerase, que repõe a

liga

o dupla α- β,

normal na β-oxida

avendo a convers o do is mero cis no is mero trans, esse sim um intermediário

o

lembrar que na 2º reac

o da β-oxidação, a enzima enoil-CoA hidratase só

actua em ligações duplas trans).

β-oxidação nos ácidos gordos com numero par de C na cadeia (polinsaturada):

Ligações duplas em posições erradas e não têm a configuração certa (trans). A oxidação nessas circunstâncias requer uma segunda enzima auxiliar, para além da enoil-CoA- isomerase, a dienoil-CoA-redutase. A combinação dessas duas nesse exemplo permite converter o intermediário trans-∆2, cis ∆4- dienoil-CoA no intermediário trans-2-enoil-CoA, esse sim substrato necessário para a β-oxidação.

Balanço energético:

Cada espira da H lice da β - oxidação liberta FADH2 e NADH, cuja reoxidação pelo sistema transportador de electrões liberta , respectivamente 1,5 e 2,5 moléculas de ATP. Assim sendo :

espira

  • 1 =

4 ATP

  • 1 1

acetil-CoA

=

A

oxida

o no ciclo de

rebs

6*4 + 7*10 1 = 93 ATP

β -oxidação nos ácidos gordos com numero par de C na cadeia ( polinsaturada ): Ligações