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Segunda 2 de Fevereiro 2015 BRAGA D. Jorge Ortiga desafia Universidade Católica a alargar horizontes
Segunda 2 de Fevereiro 2015
BRAGA
D. Jorge Ortiga desafia
Universidade Católica
a alargar horizontes
Pág. 7

Correio

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DIRECTOR PAULO MONTEIRO | ANO LXXVIII SÉRIE VI N.º 9539 DIÁRIO € 0.85 IVA Inc.

UNIVERSIDADE DO MINHO

PROPINAS SEM AUMENTO

O valor das propinas dos cursos de 2.º e 3º. ciclos da Universidade do Minho não será aumentado no próximo ano lectivo. Associação Académica espera que o ‘congelamento’ se mantenha nos cursos de licenciatura e mestrado integrado.

Pág. 3

FESTIVAL DE MÚSICA PROFANA E RELIGIOSA

Grupo Coral de Sequeira assinalou 36.º aniversário preservando a tradição

Págs. 10 e 11

ROSA SANTOS
ROSA SANTOS

BRAGA

Promoção de eventos de marca na FITUR para atrair espanhóis

Pág. 5

I LIGA

A. F. BRAGA

Gil Vicente

Torcatense

deixa escapar

cimentaliderança

vitória

na Pró-Nacional

Pág. 20

Págs. 23 a 25

II LIGA

FUTSAL

Vitória B

Sp. Braga/AAUM

goleou líder

cede no duelo

da prova

com Benfica

Pág. 22

Pág. 27

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Braga/AAUM goleou líder cede no duelo da prova com Benfica Pág. 22 Pág. 27 Publicidade Publicidade

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2 de Fevereiro 2015 correiodominho.pt

2 Publicidade 2 de Fevereiro 2015 correiodominho.pt

12correiodominho.pt 2 de Fevereiro 2015

6 de Junho 2013 correiodominho.pt3

Braga
Braga

Conselho Geral da UMinho fixa propinas em Março e Junho

VALOR das propinas dos cursos de 2º e 3º ciclos sem aumento no próximo ano lectivo. Associação Académica espera que o ‘congelamento’se mantenha nos cursos de licenciatura e mestrado integrado.

mantenha nos cursos de licenciatura e mestrado integrado. DR Conselho Geral da Universidade do Minho adiou

DR

Conselho Geral da Universidade do Minho adiou para Março fixação do valor das propinas de 2.º e 3.º ciclos

ENSINO

| José Paulo Silva |

O Conselho Geral da Universi- dade do Minho adiou para 9 de Março a fixação do valor das propinas dos cursos de 2.º e 3.º ciclos para o ano lecivo 2015- 2016. A votação da proposta do reitor esteve agendada para a reunião de 26 de Janeiro daquele órgão, mas acabou por não se efectuar, tal como a discussão do plano de investimentos da Uni- versidade do Minho até 2020. A proposta de fixação dos va- lores das propinas dos cursos de

mestrado e doutoramento não deverá gerar grande discussão na próxima reunião extraordiná- rio do Conselho Geral, até por- que a mesma aponta para a ma- nutenção dos valores praticados actualmente. A Universidade do Minho co-

bra propinas entre os 1.250 e os

1.750 euros para a frequência

dos cursos de mestrado e de

2.000 ou 2.750 euros para os

cursos de doutoramento. Em Junho, os membros do Conselho decidirão sobre o va- lor das propinas do 1.º ciclo, ou seja, dos cursos de licenciatura e

mestrado integrado. Nos últimos dois anos lectivos, a reitoria propôs o ‘congelamen- to’ das propinas de 1.º ciclo em 1037,20 euros, um valor que, na opinião dos representantes dos estudantes no Conselho Geral, deve manter-se no próximo ano lectivo. Carlos Videira, presidente da Associação Académica da Uni- versidade do Minho, alega que, para além das razões sócio-eco- nómica que aconselham o não aumento das propinas, as unive- sidades de Trás-os-Montes e Al- to Douro e do Porto, que recen-

temente formaram um consórcio com a Universidade do Minho, cobram aos seus estudantes va- lores inferiores aos 1 037,20 eu- ros. O líder estudantil avisa para os perigos que a Universidade do Minho correrá se aumentar o valor das propinas de licenciatu- ras e mestrados integrados, uma opção que tem adeptos entre res- ponsáveis de algumas unidades orgânicas. Ainda segundo Videi- ra, o actual cenário de quase de- flação em Portugal desaconselha também qualquer tentativa de actualização do valor das propi- nas na Universidade do Minho.

‘Teaming’

Investigação biomédica da UMinho recebe financiamento da União Europeia

O projecto de investigação

‘The Discoveries Centre for Regenerative and Precision Medicine’, coordenado pela Universidade do Minho e que

envolve mais cinco universida- des portugueses e o College University de Londres, foi um dos primeiros seleccionados para financiamento no âmbito

do novo instrumento comunitá-

rio ‘Teaming’.O projecto lide- rado pela Universidade do Mi- nho visa o desenvolvimento de investigação biomédica para “aumentar a qualidade de vida

de uma população europeia en-

velhecida afectada por doenças neurodegenerativas, cardiovas- culares e músculo-esqueléti- cas”. Os primeiros projectos selecionados para financia- mento no âmbito do ‘Teaming’ são liderados por instituições

ou agências ligadas à investi-

gação, assim como por autori- dades nacionais ou regionais. Na primeira fase desta acção,

os projectos seleccionados re-

cebem financiamento até meio

de milhão de euros cada para

preparar os planos operacio- nais dos novos centros de exce- lência ou para modernizar os existentes. O instrumento ‘Tea- ming’ foi concebido para con-

tribuir para o início a novas co- laborações, a criação de novas redes científicas e o aproveita- mento de novas oportunidades

de mercado.

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a criação de novas redes científicas e o aproveita- mento de novas oportunidades de mercado. Publicidade

correiodominho.pt 1 de janeiro 2013

4 Braga

2 de Fevereiro 2015 correiodominho.pt

Braga13

4 Braga 2 de Fevereiro 2015 correiodominho.pt Braga 13 Próxima quarta-feira Manuel Vieira dos Santos vai

Próxima quarta-feira

Manuel Vieira dos Santos vai ser homenageado

quarta-feira Manuel Vieira dos Santos vai ser homenageado DR Irreverentes fazem homenagem no cemitério Monte

DR

Irreverentes fazem homenagem no cemitério Monte d’Arcos

IRREVERENTES

| Luís M. Fernandes |

Manuel Vieira dos Santos, um ícone da irreverente academia bracarense dos anos 60, é ho- menageado na próxima quarta- -feira, dia 4, no cemitério de Monte d’ Arcos, nesta cidade, para assinalar o primeiro ani- versário da sua morte. O programa da iniciativa dos Irreverentes - antigos estudan- tes que, sobretudo na década de 60, organizavam em Braga os festejos académicos do Enterro da Gata - inicia-se às 12.15 ho- ras com uma concentração à porta daquele cemitério, se- guindo-se a romagem à campa onde repousam os restos mor- tais do homenageado, altura em que Camilo Silva proferirá uma breve alocução. Nascido a 14 de Outubro de 1945, Manuel Vieira dos San-

tos faleceu a 4 de Fevereiro de 2014, após doença prolongada. Sobejamente conhecido por ‘Manel Tolo’ e protagonista dos mais hilariantes episódios da geração de estudantes do seu tempo, fazia questão de subli- nhar a razão da alcunha onde quer que estivesse. No canto, destacou-se particu- larmente intérprete do fado coimbrão. Manteve a sua irre- verência até ao fim da sua vida. A récita da Associação Acadé- mica da Universidade do Uni- versidade do Minho, em De- zembro de 2014, no Theatro Circo, lembrou-o com uma in- tervenção de José Manuel Par- dal que leu um texto inserido na publicação ‘Número Único’ da- quela instituição, no âmbito das comemorações do Dia da Res- tauração, estando presentes a viúva do homenageado e uma delegação dos Irreverentes.

Plano Nimus ajuda alunos a visitar dentista

A PARTIR DE AGORA, os alunos do Agrupamento de Escolas de Real já podem usufruir mais facilmente dos cheques-dentista.

já podem usufruir mais facilmente dos cheques-dentista. Agrupamento de Escolas de Real já colocou em marcha

Agrupamento de Escolas de Real já colocou em marcha o Plano Nimus

AGRUPAMENTO ESCOLAS REAL

| Patrícia Sousa |

O Agrupamento de Escolas de Real já colocou em marcha o Plano Nimus, que tem como ob- jectivo “dinamizar a comunida- de educativa, incidindo em três vectores: o diálogo, a comparti- lha e o desenvolvimento”, expli- cou o coordenador do plano, Mi- guel Ramos, sublinhando que, a partir de agora, os alunos “vão ter acesso mais fácil ao dentista, usufruindo do cheque-dentista”. Trata-se de um plano que, em- bora seja uma iniciativa do agru- pamento, “está virado para o ex- terior, com quem se pretende encontrar soluções para alguns problemas e trazer outros bene-

fícios para a própria comunidade educativa”. Entretanto, no passado dia 19, foi celebrado um protocolo com

uma clínica de forma a facilitar

o transporte aos alunos para

irem ao dentista. “Por dificulda- des dos pais levarem os filhos ao dentista, acabam por não usu- fruir deste benefício”, lamentou aquele responsável do agrupa- mento de escolas, referindo que “há um grande número de alu- nos no agrupamento que têm di- ficuldades e que acabam por se agravar com a não utilização deste benefício”.

O plano pretende, por isso,

“promover actividades de coo- peração entre o Agrupamento de Escolas de Real, as empresas, as

instituições e particulares da re- gião que, a partir dos seus inte- resses particulares, se propo- nham em comum atingir um objectivo que, de alguma forma, vise o benefício da comunidade educativa”.

O plano é composto pelo con-

junto dos planos de cooperação que venham a ser celebrados. “A cada plano subjaz a assinatura

de um protocolo estabelecido

entre as entidades externas, que

se constituem parceiras do Agru-

pamento de Escolas de Real, e o

próprio agrupamento”, explicou

o coordenador do projecto, refe-

DR

rindo que “cada plano deverá conter a descrição de todas enti- dades envolvidas, um enquadra- mento que expresse os interesses particulares de todos os partici-

pantes, o objectivo ou objectivos a atingir e o período de imple- mentação”. Está provado, acrescentou aquele responsável, que “são muitas as vantagens quando existe uma colaboração estreita entre, as famílias, as escolas e o respectivo meio envolvente. As relações entre estes são funda- mentais para a realidade da co- munidade educativa, promoven-

do entre todos um sentimento de pertença à comunidade que é sua”. O uso das “sinergias da cultu- ra” da região potencia a partici- pação de todos os parceiros lo- cais, “na construção e imple- mentação do Projecto Educativo da Escola, na articulação e renta- bilização dos recursos locais, na constituição de parcerias e de

uma corresponsabilização da so- ciedade local na prestação do serviço público de educação na- cional”. O certo é que já foram muitos os pais que se mostraram “satisfeitos” com este plano e is-

so, naturalmente, “vai ajudar a diminuir as estatísticas reduzi- das do uso do cheque-dentista na

região”.

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12correiodominho.ptBraga

2 de Fevereiro 2015

6 de Junho 2013 correiodominho.ptBraga 5

12 correiodominho.ptBraga 2 de Fevereiro 2015 6 de Junho 2013 correiodominho.ptBraga 5

Semana Santa e S. João captam mais turistas espanhóis na FITUR

OS GRANDES EVENTOS turísticos de Braga foram promovidos na FITUR 2015 realizada nos últimos dias em Madrid. O objectivo é só um: captar mais turistas espanhóis à cidade do ‘Abade de Priscos’.

TURISMO

| Redacção|

A Semana Santa, a Rampa da

Falperra, a Braga Romana e as Festas de S. João foram alguns

dos principais eventos turísticos de Braga que estiveram a ser promovidos na FITUR 2015 - Feira Internacional de Turismo realizada nos últimos dias em Madrid e onde o espaço Minho foi promovido no stand da Enti- dade de Turismo do Porto e Nor-

te de Portugal (ERTPN).

Na zona dedicada à gastrono- mia e vinhos da Porto e Norte foi apresentado e degustado o tão saboroso e distinto Pudim Abade de Priscos - um dos ex-libris da gastronomia bracarense. Em representação do Municí- pio de Braga, António Barroso,

do Gabinete de Apoio à Presi- dência, referiu ser importante

estar presentes em certames des-

ta dimensão. “Tivemos a possi-

bilidade de exibir a oferta turís- tica da região, de criar contactos e reunir com diversos operado-

região, de criar contactos e reunir com diversos operado- DR Município de Braga promoveu os seus

DR

Município de Braga promoveu os seus principais eventos turísticos na FITUR, em Madrid, no stand do Porto e Norte de Portugal

res, empresas e entidades inter- nacionais do sector turístico para

reforçar o potencial turístico de Braga e do Minho, de forma a in- serir os nossos produtos e serviços estratégicos e diferen-

ciadores nos circuitos comer- ciais internacionais”, afirmou. Refira-se que a FITUR 2015 contou com cerca de 200.000 visitantes de todo o mundo, in- cluindo 120 mil profissionais do

sector, com um total de 9.107 empresas e entidades de 165 paí- ses e regiões. “Promovemos os nossos prin- cipais activos turísticos no âmbi- to do consórcio ‘Minho In’, em

estreita ligação com ERTPN, as- sim como através do espaço da Associação de Turismo do Porto e Norte no stand de Portugal, que aliás foi premiado como o melhor de toda a feira. É algo que ao longo dos próximos anos pretendemos continuar a fazer em certames desta natureza e noutros fóruns internacionais, para definitivamente contribuir- mos para uma verdadeira afir- mação internacional de Braga e do Minho como um dos melho- res destinos turísticos”.

“Ambicionamos assim incrementar a presença de turistas espanhóis no nosso concelho. Já temos uma boa adesão da Galiza, mas queremos alcançar mais regiões espanholas através de todo o potencial que está agregado a uma parceria com a capital de Espanha”, disse A. Barroso.

Dos vários contactos e reu- niões com empresas e entidades turísticas, destaca-se o encontro com Sabine Schwanz, directora de Promoção Turística da Ma- drid Destino, empresa municipal madrilena. Esta reunião foi reali- zada na sequência de contactos anteriores no sentido de ser esta- belecido um protocolo de pro- moção mútua entre Braga e Ma- drid.

§breves

Entre os próximos dias 4 e 11

Creche de Braga promove recolha de sangue este mês

A Associação da Creche de Braga, instituição centenária, promove entre

os próximos dias 4 e 11, uma sessão de recolha de sangue, no estabeleci- mento de Palmeira e no estabelecimento da sede respectivamente. Esta iniciativa tem o apoio do Instituto Português do Sangue, e decorrerá das 15.30 às 19 horas.

Dia 20

Associação Nacional de Bombeiros realiza seminário em Braga

A Associação Nacional de Bombeiros Profissionais, através das XXIV Jor- nadas de Prevenção e Segurança na Floresta do Betão, vai promover no próximo dia 20 o seminário‘Bombeiros vs Redes de Gás- do conhecimen-

to

à intervenção’.

O

evento conta com a participação do comandante da Companhia Bom-

beiros Sapadores de Braga, João Felgueiras, e com o Comandante Opera-

cional Distrital de Braga, Hercílio Campos.

O seminário vai decorrer no auditório da AGERE, na Praça Conde Agrolon- go, nº115 (Braga). Os trabalhos arrancam a partir das 9.30 horas.

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correiodominho.pt 1 de janeiro 2013

6 Braga

2 de Fevereiro 2015 correiodominho.pt

Braga13

6 Braga 2 de Fevereiro 2015 correiodominho.pt Braga 13 Yoga do riso ajuda a animar utentes

Yoga do riso ajuda a animar utentes

FORMAÇÃO DE ANIMADORES de Yoga do Riso, que decorreu na Cerci Braga, já está a dar frutos. Sete colaboradores e voluntários da instituição já começaram a aplicar a metodologia juntos dos 20 utentes para perceber quais os benefícios do riso.

CERCI BRAGA

| Patrícia Sousa |

“Rir tem uma relação profun- da com a auto-estima e não de- pende nem de tempo nem de di- nheiro.”

in Ivone Engelmann

Sete colaboradores e voluntários da Cerci Braga participaram na formação de Animadores de Yo- ga com Riso com o objectivo de agora aplicar esta técnica junto dos 20 utentes da instituição. “Esta certificação vai permitir experimentar e adaptar esta téc- nica junto do nosso público-al- vo”, explicou Rui Dória, da di- recção da Cerci Braga. Esta formação surgiu de uma parceria com o professor Paulo Morais, que fundou a Associa- ção Anima com Riso. “Esta for- mação foi aberta à comunidade como já é apanágio da Cerci Braga e pretendemos formar al- guns voluntários e colaborado- res para aplicar esta técnica nos utentes”, referiu aquele respon- sável. A partir de agora, o objec- tivo, acrescentou Rui Dória, “é perceber quais os benefícios desta técnica do riso, que para além de permitir criar um am- biente mais divertido junto dos utentes e que toca na maneira deles reagirem, ajuda também a relaxar”. A alteração de comportamen- teos, bem como as reacções físi- cas muito positivas são já duas vantagens do Yoga com Riso, que a Cerci Braga pretende, por isso, “adaptar e encontrar outras ofertas aos utentes”. Entretanto, o formador Paulo Morais, fundador da Associação Anima com Riso, que agora foi extinta, explicou que se pretende “incentivar outras pessoas à prá- tica do riso, já que o acto de rir é uma ferramenta para o bem-es- tar”, explicou o formador e im- plementador desta metodologia. “Esta sessão foi única, de in- tensa participação, simples na forma de estar, eficaz na percep-

participação, simples na forma de estar, eficaz na percep- DR Paulo Morais, fundador da Associação Anima

DR

Paulo Morais, fundador da Associação Anima com Riso, deu formação a sete colaboradores e voluntários da Cerci Braga

ção e compreensão dos conteú- dos, óptimo da replicação e re- criação, intenso na prática e ex- celente nas partilhas. Resultado:

sete pessoas prontas a animar

sessões pelo ato de rir. A entrega

e

espontaneidade foi inspiradora

e

contagiante”, confidenciou

Paulo Morais, evidenciando que “é uma alegria ver a forma como reagem” às sessões. “Para além do bem-estar induzido nas pes- soas que participam na terapia, há ainda os benefícios físicos que dela decorrem”, defendeu. Esta é, nas palavras daquele responsável, “uma reflexão cada vez mais pertinente, já que é um acto muito importante e tem muitos benefícios”.Por isso, Paulo Morais vê “com bons

olhos” o facto da Cerci Braga “querer assumir esta missão”. Por falta de tempo e de recurso, Paulo Morais não tem exercido esta prática com a periodicidade que gostaria, por isso, “os par- ceiros são sempre bem-vindos”.

+ mais

Yoga do Riso é uma prática única em que cada pessoa pode rir sem motivo, sem

recurso a anedotas, piadas

ou qualquer género de sentido de humor.

Criada em 1995 por um médico indiano, Madan Kataria, e a sua mulher, professora Madhuri Kata- ria, o riso é estimulado em grupo e através de dinâmicas divertidas.

Yoga do riso resulta da junção de exercícios/dinâ- micas de riso com exercí- cios de respiração pratica- da no yoga.

com exercí- cios de respiração pratica- da no yoga. DR DR Publicidade Dr. Ari Ramos CLÍNICA

DR

com exercí- cios de respiração pratica- da no yoga. DR DR Publicidade Dr. Ari Ramos CLÍNICA

DR

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Dr. Ari Ramos CLÍNICA DE IMPLANTES, PREVENÇÃO E REABILITAÇÃO DENTÁRIA, LDA. Médico Dentista N.º 2692
Dr. Ari Ramos
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12correiodominho.ptBraga

2 de Fevereiro 2015

1 de janeiro 2013 correiodominho.ptBraga 7

12 correiodominho.ptBraga 2 de Fevereiro 2015 1 de janeiro 2013 correiodominho.ptBraga 7

D. Jorge Ortiga desafia “a tocar e a transformar a realidade”

DIA NACIONAL da Universidade Católica Portuguesa foi comemorado, em Braga, com a celebração de uma eucaristia, ontem, na Sé Catedral. D. Jorge Ortiga desafiou universidade a “alargar horizontes”.

UNIVERSIDADE CATÓLICA

| Patrícia Sousa |

“Não sejam espectadores, mas protagonistas. Misturem-se, es- tejam lá onde estão os desa- fios.”

in Papa Francisco

Os alunos e professores da Uni- versidade Católica Portuguesa (UCP) “devem ser protagonistas na elaboração de um pensamen- to teológico, não apenas dirigido aos estudos de teologia”, mas “capaz de tocar e transformar a realidade concreta” da socieda- de. O desafio foi deixado, on- tem, pelo arcebispo primaz, D. Jorge Ortiga, que acredita que “é imperativo ousar, sair, mergulhar no concreto e teste- munhar a credibilidade da fé”. O arcebispo primaz, que fala- va, ontem na Sé Catedral, duran- te a eucaristia comemorativa do Dia Nacional da UCP, admitiu que “não basta ficar à espera das questões que ocasionalmente são colocadas em conferências e debates internos”. E foi mais longe: “num mundo tão desgas- tado por ideologias, muitas delas ateias ou radicais, temos neces- sariamente de pensar os funda- mentos e as inferências da fé”. Ainda durante a homilia, o ar- cebispo primaz afirmou que as- sinalar o Dia Nacional da UCP é celebrar a “causa” da fé e colo- cá-la à reflexão das comunida- des académicas e da própria Igreja. E deixou mais um reca- do: “a UCP deve ser exemplo de uma luz do Evangelho que não

“a UCP deve ser exemplo de uma luz do Evangelho que não ROSA SANTOS D. Jorge

ROSA SANTOS

D. Jorge Ortiga celebrou eucaristia, na Sé Catedral, no Dia Nacional da Universidade Católica Portuguesa

esmorece ao abandono e de uma qualidade de ensino que não acaba no conforto das salas de aulas”. A temática deste ano do Dia Nacional versa sobre o lema ‘Alargar Horizontes’ e partir daí,

o arcebispo primaz fez referên-

cia aos propósitos avançados pe-

la reitora da universidade, Maria

da Glória Garcia, que traçou pa-

ra a instituição académica católi-

ca: ‘Olhar a realidade nos olhos’, ‘Aprender a amar’ e ‘In- suflar a esperança’. Seguindo estes propósitos, D. Jorge Ortiga defendeu que “sem proximidade com a realidade não há evangelização credível e

eficaz; sem amor é impossível caminhar lado a lado com a so- ciedade; e sem o propósito da esperança não haverá modo de arrepiar novos caminhos e cons- truir respostas mais assertivas às necessidades das pessoas”. A fé,

acrescentou o prelado, “nunca foi nem nunca poderá ser uma

experiência de refúgio. É no meio dos enigmas que o cristão

experimenta o valor da sua fé. Isto supõe que ouse dedicar-se à compreensão dos conteúdos da fé e ao modo de a tornar vida nesses ambientes adversos, sem se alhear nem se misturar acriti- camente”. Em jeito de conclusão, aquele

responsável da Igreja deixou mais um desafio à UCP para alargar os sues horizontes “para o coração da sociedade”, de mo- do a interpelar os cristãos para “uma experiência da fé aprofun- dada, sólida e, particularmente, a incidir na realidade”. Sendo esta uma tarefa compli- cada e difícil de concretizar sem apoio, a reitora da UCP, Maria Glória Garcia, afirma que “é preciso o interesse e a ajuda de todos, de maneira muito particu- lar da Igreja portuguesa e das suas comundiades cristãs. É im- portante confiar na Universidade Católica Portuguesa e no seu projecto de excelência”.

Católica Portuguesa e no seu projecto de excelência”. DR Creche da Associação Vicentina Paróquia S. Vicente

DR

Creche da Associação Vicentina

Paróquia S. Vicente

Inscrições abrem hoje para creche da Associação Vicentina

A creche da Associação Vi-

centina da Paróquia de S. Vi- cente abre, hoje, as inscrições para o ano lectivo 2015-2016. As inscrições são limitadas a

16 crianças para berçário e sa- las de um e dois anos. No presente, a creche da As- sociação Vicentina já possui em pleno funcionamento não somente os serviços de creche mas também as actividades extra-curriculares de expres- são motora, inglês e expressão musical. Todas as actividades estão incluídas sendo assim acessíveis a todas as crianças da creche. Para além destas actividades a creche da Asso- ciação Vicentina conta com a colaboração de uma professo-

ra de educação especial que

trabalha ao nível da interven- ção precoce com as crianças

de modo preventivo.

A equipa pedagógica da cre- che é “altamente especializa- da”. O projecto educativo da creche, durante os três primei- ros anos, incide sobre a impor-

tância do contacto com as ar- tes para o crescimento e de- senvolvimento social, cogniti- vo e motor.

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impor- tância do contacto com as ar- tes para o crescimento e de- senvolvimento social, cogniti-

8 Braga

2 de Fevereiro 2015 correiodominho.pt

8 Braga 2 de Fevereiro 2015 correiodominho.pt

§breves

Furto

Peugeot 306 de cor preta furtado na Praceta dos Congregados

Peugeot 306 de cor preta furtado na Praceta dos Congregados DR Veículo desapareceu da Praceta da

DR

Veículo desapareceu da Praceta da Rua dos Congregados

Foi na Praceta da Rua dos Congregados, Braga, que Clemente Cima esta- cionou a sua viatura na passada quinta-feira. No dia seguinte, quando ia pegar no carro - um peugeot 306 Hdi, cor preta e comercial, de matrícula 97-28-QP, deparou-se com o lugar onde tinha estacionado vazio e a via- tura havia desaparecido. “Hoje fui eu o lesado, mas amanhã pode ser qualquer um de nós”, lamen-

ta o proprietário da viatura furtada, indicando que quer dar a conhecer o seu caso precisamente para que quem quer que saiba do paradeiro do seu veículo contacte as autoridades, seja a Guarda Nacional Republicana,

a Polícia de Segurança Pública ou a Polícia Judiciária.

“Eu próprio por vezes quando deparo com situações estranhas e viaturas em locais que desperta atenção, não hesito em apontar a matrícula, data, hora e local”, refere Clemente Cima. “Podemos não pôr fim a estes actos, mas podemos ajudar as autoridades

e na verdade também não podemos ficar parados, pois estas situações de furto de carros são recorrentes”, lamentou.

Braga

Voluntariado de S. Vicente abre centro de estudos

O Voluntariado de S. Vicente, em estreita parceria com a Junta de Fre-

guesia, tem à disposição dos interessados, um centro de estudos com- pletamente gratuito. Esta valência social vai funcionar nas antigas insta- lações da junta vicentina (Rua das Oliveiras) e implica inscrição prévia.

O Voluntariado deS. Vicente promove iniciativas voltadas para factores relacionados com proximidade, valência social, apoio à comunidade e partilha.

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• Bacalhau • Feijoada de Marisco • Arroz de Tamboril • Polvo na Brasa • Papas de Sarrabulho • Cozido à Portuguesa • Cabrito à Padeiro • Leitão à Bairrada • Posta à Relento

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Trio que assaltou laboratório aguarda decisão de tribunal

FOI COM VIOLÊNCIA que foi assaltado um laboratório de análises clínicas em Barcelos, em Maio do ano passado. A autoridade policial identificou três indivíduos, que foram julgados há dias e que aguardam decisão.

TRIBUNAL

| Luís M. Fernandes|

Na madrugada de 27 de Maio de 2014 foi assaltado, com violên- cia, um laboratório de análises clínicas, em Barcelos. A autori- dade policial identificou três in- divíduos, há dias julgados. Neste momento, os indivíduos aguar- dam a decisão do tribunal. O assalto às instalações do la- boratório, na Avenida D. Nuno Álvares Pereira, ocorreu à 1.30 horas, tendo sido partida uma das janelas traseiras. Foi por ali que entraram e uma vez no inte- rior do laboratório estroncaram a caixa registadora, atirando-a para o chão de forma a conse- guirem a sua abertura. Os assaltantes levaram consi- go, segundo a acusação, um LCD avaliado em 400 euros, um estojo porta-lápis/esferográfica com fecho de correr, sete muni- ções de pistola de calibre 9 milí- metros e 226.93 euros em notas e moedas. O caso foi investigado pela PSP que indicou como sus- peitos o vendedor Arcélio G., de 28 anos, Diogo O., de 23 anos, e Nuno V., operário da construção civil. Acusados pelo Ministério Pú- blico da prática de um crime de furto qualificado, sobre Nuno e Diogo recairam ainda a prática dos crimes de condução sem ha- bilitação legal e detenção de ar- ma proibida, respectivamente.

legal e detenção de ar- ma proibida, respectivamente. Tribunal Judicial de Braga Acusados pelo Ministério

Tribunal Judicial de Braga

Acusados pelo Ministério Público da prática de um crime de furto qualificado, sobre Nuno e Diogo recairam ainda a prática dos crimes de condução sem habilitação legal e detenção de arma proibida, respectivamente.

A acusação refere que cerca de duas horas depois, Diogo voltou ao laboratório para levar o LCD que tinha escondido, fugindo de- pois num Ford Focus conduzido por Nuno que estivera à sua es- pera com o co-arguido Arcélio. Os objectos furtados foram, to-

DR

davia, recuperados, no decurso de uma busca efectuada pela po- lícia na residência de Diogo. Defendidos pelos advogados Manuel Oliveira Martins (Dio- go) e João F. Araújo, apenas dois dos arguidos compareceram à audiência de julgamento colecti- vo presidido pela juíza Luísa Al- voeiro. Diogo encontra-se a tra- balhar em França. Os outros dois eram, na altura dos factos, con- sumidores de haxixe. Nas alegações finais, o advo- gado João F. Araújo desvalori- zou o depoimento o polícia que testemunhou sobre o caso, ao su- blinhar que este nunca referiu ter identificado o Nuno. “Há aqui muitos ses”, acrescentou.

Recurso de MP interrompe três anos de vida nova do arguido

Pena suspensa ‘vira’ prisão efectiva

TRIBUNAL

| Redacção/Lusa |

Um homem de Guimarães con- denado em Janeiro de 2012 por tráfico de estupefacientes a qua- tro anos e meio de prisão, com pena suspensa, vai agora para a cadeia, mesmo tendo deixado o consumo e arranjado um empre- go estável. Na sequência do re- curso do Ministério Público à decisão da primeira instância, os tribunais superiores revogaram a

suspensão da pena, condenando-

-o a prisão efectiva. Quer o Tribunal da Relação de Guimarães quer o Supremo Tri- bunal de Justiça justificaram a opção pela prisão efectiva “prin- cipalmente” pela ausência de há- bitos de trabalho do arguido e pela sua toxicodependência. Hoje, Manuel Joaquim, de 49 anos, vai apresentar-se no Esta- belecimento Prisional de Santa Cruz do Bispo, para cumprir a pena a que foi condenado, a que

há apenas a descontar os cerca de oito meses que esteve em pri- são preventiva. “Sabia que havia recursos e que isto podia acontecer, mas, sinceramente, pensava que me ia ser dada uma oportunidade. Por- que hoje sou um homem dife- rente. Curei-me do vício da dro- ga, deixei de consumir e de traficar, arranjei emprego, tenho um contrato sem termo, estava a organizar a minha vida pessoal”, confessou.

12correiodominho.ptBraga

2 de Fevereiro 2015

6 de Junho 2013 correiodominho.ptBraga 9

12 correiodominho.ptBraga 2 de Fevereiro 2015 6 de Junho 2013 correiodominho.ptBraga 9

Tebosa celebra Festa da Senhora do Campo

FREGUESIA está hoje em festa, em honra de Nossa Senhora do Campo. Este é o dia maior da festivi- dade, com as principais cerimónias religiosas.

FESTIVIDADE

| Redacção |

Nossa Senhora do Campo é ve- nerada hoje na freguesia de Te- bosa. A festa propriamente dita já começou no passado sábado, mas hoje é o grande dia festivo, marcado principalmente pelas

celebrações religiosas. O programa previsto para hoje contempla uma missa e, ainda, uma procissão. Este grande dia festivo em honra de Nossa Senhora do Campo começa às 8 horas com uma salva de morteiros, prosse- guindo às 10.30 horas com uma

salva de morteiros, prosse- guindo às 10.30 horas com uma DR Tebosa em festa para venerar

DR

Tebosa em festa para venerar Nossa Senhora do Campo

momento muito especial: a pro- cissão e bênção das velas. Ainda durante a manhã vai ter lugar-

meia hora a celebração da missa cantada, que será acompanhada pelo grupo coral.

A festa termina à tarde com o terço, sermão e procissão vene- rando Nossa Senhora do Campo.

§breves

No próximo dia 25

AIMinho debate ‘Eficiência Energética’ para reduzir custos com energia

A Associação Industrial do Minho, no âmbito projecto Energy4Manage-

ment – Cooperação e eficiência nas Pequenas e Médias Empresas, vai

realizar em Braga um seminário sobre‘Eficiência Energética: soluções pa-

ra a redução de consumo e custos com a energia’, no próximo dia 25.

Esta é uma iniciativa dirigida especialmente a empresários, gestores, pro-

fissionais da área e público em geral. Os trabalhos iniciam-se a partir das 16.30 horas, com a recepção dos participantes, e logo de seguida inicia-se

o seminário.

O grande objectivo deste seminário é precisamente apresentar o projecto ‘Energy4Management’, bem como dar a conhecer soluções que condu-

zem para a redução de consumo e custos com a energia e, ainda, apresen- tar boas práticas que permitem às empresas reduzir os custos com a ener- gia. Para além de uma breve apresentação do projecto ‘Energy4Management por parte da coordenadora/directora do mesmo, neste seminário estão previstas as intervenções de Carlos Almeida, director geral de Energua e Geologia, de Johannes Sommerhaeuse, gerente da Bosch Car Multimédia Portugal, José Ferreira Pinto, CEO do Procalçado, e ainda Pedro Jorge Mo- reira Pinto, CEO da Primor - Charcutaria Prima.

O seminário da AIMinho contará com a moderação de Paulo Monteiro, di- rector do jornal Correio do Minho.

Festa

Nossa Senhora das Candeias venerada na freguesia de Tadim

A paróquia de São Bartolomeu de Tadim celebra hoje a Festa de Nossa Se-

nhora das Candeias. Criada há mais de 125 anos, esta festa atrai, todos os

anos muitos devotos vindos de toda parte do concelho.

A

festa religiosa anual da paróquia de São Bartolomeu de Tadim, em hon-

ra

de Nossa Senhora das Candeias, realiza-se em Tadim, na capela da Se-

nhora das Candeias, com a tradicional bênção das velas. Seguir-se-á a procissão das velas para a Igreja paroquial, onde será celebrada a eucaris- tia. Da parte de tarde haverá a recitação do terço e uma reflexão mariana, na capela, pelas 15 horas.

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tia. Da parte de tarde haverá a recitação do terço e uma reflexão mariana, na capela,

10 Braga

2 de Fevereiro 2015 correiodominho.pt

Festival de Música Profana e Religiosa - Grupo Coral de Sequeira

GGrruuppoo CCoorraall ddee SSeeqquueeiirraa aassssiinnaallaa 3366 ºº aanniivveerrssáárriioo ccoomm ffeessttiivvaall
GGrruuppoo CCoorraall ddee SSeeqquueeiirraa aassssiinnaallaa
3366 ºº
aanniivveerrssáárriioo ccoomm ffeessttiivvaall ddee mmúússiiccaa

FUNDADO EM 1979, o Grupo Coral de Sequeira comemorou o 36.º aniver- sário com um Festival de Música Profana e Religiosa que teve lugar, ontem, no Multiusos de Sequeira.

SEQUEIRA

| Isabel Vilhena |

primeiro objectivo é servir a pa- róquia, que é realmente o que nos move. Todos os anos cum- primos a tradição de cantar, no dia 8 de Dezembro, na missa do Sameiro. Participamos também em alguns encontros profanos, no convívio da freguesia de Se- queira, que em tempos era orga- nizado pelo grupo coral”, expli- cou Manuel Silva, vice-pre- sidente do Grupo Coral de Se- queira. A longevidade do Grupo Coral de Sequeira deve-se a um forte envolvimento das famílias da freguesia, que atravessa gera- ções, com pais, filhos e netos a integrarem o grupo. “Vim para cá muito novo, o grupo coral es-

tava a começar, já casei há 27 anos e ainda cá permaneço, te- nho aqui a minha esposa e as mi- nhas duas filhas. Elas já nasce- ram cá no coro”, afirmou Manuel Silva, salientando que “hoje não é fácil captar gente jo- vem para o grupo, levá-los à missa, cumprir com os ensaios semanais, porque é muito mais cómodo ficar em casa, mas com vontade e empenho tudo se con- segue”. O director artístico do Grupo Coral de Sequeira, Manuel Sou- sa Fernandes, realçou o facto deste grupo se ‘aguentar’ ao lon- go dos anos, com um número de elementos bastante estável. “Cu- riosamente, este tem-se aguenta-

Fundado em 2 de Fevereiro de 1979, o Grupo Coral de Sequeira assinalou o 36.º aniversário com o Festival de Música Profana e Religiosa que decorreu, ontem, no Multiusos de Sequeira. Actualmente, com 40 elemen- tos e sob a direcção artística do padre Manuel Sousa Fernandes que dirige o grupo há mais de três décadas, o Grupo Coral de Sequeira participa em missas dominicais da freguesia, bapti- zados, casamentos e outros eventos de música profana. “Somos um grupo mais dedica- do à música religiosa. O nosso

do. Há 36 anos que ele se man- tém e com um número bastante estável. Tem gente muito cons- tante, temos pessoas que estão

aqui desde o início. Já estão aqui filhos e netos dos mesmos, o que é de salientar porque não é fácil assegurar a renovação, uma vez que com a idade as pessoas vão sendo substituídas. Normalmen- te, os grupos corais tem esse problema de subsistirem”, de- clarou.

O ano 2003 foi um marco im-

portante para o Grupo Coral de

Sequeira, que à semelhança des- te ano, organizou um encontro de coros, integrado nas come- morações dos 25 anos do grupo.

O presidente da junta de fre-

guesia de Sequeira, Emiliano Noversa, assinalou este momen- to de comemoração dos 36 anos de grande importância para a freguesia. “É um motivo de or- gulho para a freguesia ter um

Actualmente, com 40

elementos e sob a direcção artística do padre Manuel Sousa Fernandes que dirige

o grupo há mais de três

décadas, o Grupo Coral de Sequeira participa em missas dominicais da freguesia, baptizados, casamentos e outros

eventos de música profana.

A sua longevidade deve-se

a um forte envolvimento

das famílias da freguesia.

grupo coral com tantos anos e significado em termos históri- cos, que nos tem representado onde se desloca com muita dig- nidade. É um acto nobre para o Coral de Sequeira até porque já faz 36 anos”.

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correiodominho.pt 2 de Fevereiro 2015

Braga 11

Festival de Música Profana e Religiosa - Grupo Coral de Sequeira

de Música Profana e Religiosa - Grupo Coral de Sequeira ROSA SANTOS Grupo Coral de Cabreiros

ROSA SANTOS

Grupo Coral de Cabreiros foi o primeiro grupo a actuar no Festival de Música Profana e Religiosa

grupo a actuar no Festival de Música Profana e Religiosa ROSA SANTOS Coral do Sameiro retribuiu

ROSA SANTOS

Coral do Sameiro retribuiu o gesto do Coral de Sequeira que no dia 8 de Dezembro soleniza a missa no Sameiro

Grupos corais encheram Multiusos de Sequeira

QUATRO GRUPOS CORAIS do concelho passaram, ontem, pelo palco do Multiusos de Sequeira, onde assinalaram de forma festiva os 36 anos de existência do Grupo Coral de Sequeira.

SEQUEIRA

| Isabel Vilhena |

Foi num ambiente de festa e convívio que os grupos corais actuaram, ontem , no Multiusos de Sequeira, assinalando o 36.º aniversário do Grupo Coral de Sequeira. Pelo palco do multiusos passa- ram quatro grupos: o Grupo Co- ral de Cabreiros, o Coral do Sa- meiro, o Coral de S.Victor e o

grupo anfitrião de Sequeira, sen- do que estava ainda prevista a actuação do Grupo Coral da La- pa da Póvoa de Varzim que não compareceu. Ora, o Grupo de Cabreiros que

é um parceiro de longa data do Grupo Coral de Cabreiros, fez as honras de abertura do Festival de Música Profana e Religiosa. Actualmente, com 30 elementos,

o Grupo de Cabreiros tem alar-

gado o seu propósito inicial de animar as eucaristias, tendo par- ticipado em vários outros even- tos, designadamente o Encontro de Coros Litúrgicos no Sameiro,

designadamente o Encontro de Coros Litúrgicos no Sameiro, Grupo Coral de S.Victor interpretou um programa

Grupo Coral de S.Victor interpretou um programa essencialmente profano

concerto no Bom-Jesus, vários concertos de Páscoa e Natal e solenização de casamentos e en-

ros litúrgicos. Seguiu-se a actuação do Grupo Coral do Santuário do Sameiro que interpretou quatro obras de padres compositores bracaren- ses, focadas em cânticos dedica-

das a Nossa Senhora do Samei- ro. O Grupo Coral de S.Victor composto por 55 elementos tem como principal missão fazer a animação litúrgica das eucaris- tias da paróquia de S.Victor. Dirigido pelo padre Sérgio Tor- res, este grupo tem participado

ROSA SANTOS

em diversos eventos, sobretudo no norte de Portugal e da Galiza, dos quais se destacam as ‘Noites Brancas’, concerto de Natal ‘Melodias e Poesias’ e o Encon- tro de Coros de Tibães. Na sua actuação de ontem, o Coral de S.Victor apresentou um progra- ma essencialmente profano que

animou a plateia. A encerrar o Festival de Músi- ca Profana e Religiosa, o Grupo Coral de Sequeira interpretou quatro obras, numa actuação di- rigida pelo maestro Manuel Sou- sa Fernandes. A festa prosseguiu com uma confraternização com todos os grupos no Restaurante Pó D’ Ar- roz, no Parque Industrial de Se- queira.

Foi num ambiente de festa e convívio que os grupos corais cantaram no Multiusos de Sequeira, assinalando o 36.º aniversário do Grupo Coral de Sequeira. Pelo palco do multiusos passaram quatro grupos:

Coral de Cabreiros, o Coral do Sameiro, o Coral de S. Victor e o de Sequeira.

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correiodominho.pt12

6 de Junho 2013

2 de Fevereiro 2015 correiodominho.pt13

Minho
Minho

Ilustradores consagrados criam novos lenços com artesãs

CHAMA-SE ‘AMOR CRUZADO’ a primeira exposição que está patente no recém-inaugurado Espaço Namorar Portugal, em Vila Verde, onde ilustradores consagrados cruzam o seu saber com as artesãs.

tesanal convidou a entrosar os ilustradores com este ícone cul- tural tão rico, como é o bordado dos Lenços de Namorados. No momento da inauguração os seis ilustradores juntaram-se às seis bordadeiras, cada um ao lado das suas obras. Júlio Dol- beth, director da galeria Dama

Aflita, no Porto (que irá receber

a exposição a partir de 21 de

Março), teve o privilégio de ver

a sua ilustração integralmente

VILA VERDE

| Redacção |

‘Amor Cruzado’ intitula a pri- meira exposição patente no no- víssimo Espaço Namorar Portu- gal. A mostra, que revela seis Lenços de Namorados diferen- ciados, da autoria de ilustradores consagrados e bordados por ar- tesãs de Vila Verde, foi inaugu- rada simultaneamente com o es- paço no passado sábado, onde poderá ser apreciada até ao pró- ximo dia 12, seguindo depois para Lisboa, Porto e terminando na Casa dos Carvalhais, em Oriz S. Miguel. Esta exposição revela a emo- ção da fusão de duas expressões artísticas de envolvências e épo- cas distantes: a ousadia urbana da ilustração com a ingenuidade rural do bordado dos Lenços de Namorados. Mas têm muito em comum: ambas são expressivas, visuais, emotivas e intemporais, com o ‘coração na mão’. O resultado tem transcendido a expectativa inicial, prendendo o olhar dos visitantes a cada um dos seis novos Lenços de Namo- rados que sugiram da criativida- de de seis ilustradores consagra- dos, e das mãos de outras seis habilidosas artesãs. A Casa dos Carvalhais desa-

bordada por Conceição Pinhei- ro, uma das fundadoras da Ali- ança Artesanal e detentora de
bordada por Conceição Pinhei-
ro, uma das fundadoras da Ali-
ança Artesanal e detentora de
um profundo conhecimento so-
bre símbolo minhoto, apesar da
sua fragilidade física.
Quem também não resistiu a
este conceito foi a jornalista Ca-
tarina Portas, apaixonada pelo
que é genuinamente português e
a
partir de 14 de Fevereiro, esta
exposição também estará paten-
te no seu espaço ‘A Vida Portu-
guesa’, em Lisboa.
O
projecto ‘Amor Cruzado’
DR
Momento em que ilustradores e artesãs partilharam as ‘luzes da ribalta’ na inauguração da mostra no Espaço Namorar Portugal
da Casa dos Carvalhais,
situada em Oriz S. Miguel,
que desafiou seis artistas
ilustradores conjuntamente
com seis bordadeiras do

fiou os artistas ilustradores Célia Esteves, Ivo Hoogveld, Joana Estrela, Júlio Dolbeth, Lord Mantraste e Rui Vitorino Santos a inspirarem-se nesta tradição do século XVIII, durante o período de intercâmbio numa residência artística, passada na própria Ca- sa de Campo. A estes juntaram- se as bordadeiras Alice Augusto, Ceú Cunha (da Teciborda), Cris- tina Lopes, Conceição Pinheiro, Inês Mendes e Vera Cancela, a quem a cooperativa Aliança Ar-

Mendes e Vera Cancela, a quem a cooperativa Aliança Ar- DR Um dos trabalhos que pode

DR

Um dos trabalhos que pode ser apreciado na exposição ‘Amor Cruzado’

concelho de Vila Verde para um intercâmbio artístico, cruzamento de experiências

e a criação de novas peças

artísticas, inspiradas na

tradição antiga dos Lenços dos Namorados.

O objectivo é promover e

expandir a cultura e a tradição local num território mais amplo.

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a tradição local num território mais amplo. Publicidade § negócios Em prol de uma rede de

§negócios

Em prol de uma rede de negócios e parcerias

AEVIVER promoveu primeiro jantar Dish Mob de Vila Verde

Vila Verde recebeu o primeiro Dish Mob que juntou empresários de Vila Verde, através da AEVIVER – Associação Empresarial de Vila Verde, a dis- cutir economia local. Com a presença de José Morais, presidente da AEVI- VER, do edil de Vila Verde, António Vilela, e do presidente da Associação Empresarial de Felgueiras, Nuno Fonseca, ficou claro que as sinergias en- tre empresas é caminho por percorrer. José Morais, presidente da AEVIVER e organizador do evento, com a par- ceria e experiência do Dish Mob Braga, salientou a importância do arran- que do Dish Mob Vila Verde. “Temos que potenciar o contacto informal entre empresários, de forma a conhecerem-se melhor e criar uma rede de negócios entre os presentes, destacou, valorizando a presença de António Vilela, presidente da Câmara de Vila Verde, que concorda com José Morais e destaca a importância de juntar os empresários com o poder local, pois “ambos têm uma palavra a dizer no desenvolvimento do concelho”.

correiodominho.pt 2 de Fevereiro 2015

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correiodominho.pt 2 de Fevereiro 2015 Publicidade 13

correiodominho.pt14 Minho

31 de Janeiro 2015

2 de Fevereiro 2015 correiodominho.ptMinho 17

correiodominho.pt 14 Minho 31 de Janeiro 2015 2 de Fevereiro 2015 correiodominho.ptMinho 17

+ mais

A solução para o estrangulamento da EN 14 envolveu as câmaras de Famalicão, Trofa e Maia, autarquias que vão assumir a gestão dos troços entre a zona de Santana e o Rio Ave e entre o nó do Jumbo e o limite do concelho da Trofa, numa extensão de seis quilómetros. Por seu lado, a ‘Estradas de Portugal’assume o troço adjacente à estação ferroviária da Trofa, actualmente sob jurisdição municipal.

po de viagem entre a Maia e Fa- malicão. A EN14 é uma das es- tradas portuguesas com veloci- dades médias de circulação mais baixas, esperando que as obras agora programadas permitam ganhos superiores a 55% na ve- locidade média. Na EN14 circulam actualmente tráfegos urbanos pendulares e “movimentos de carga significa- tivos”. A via atravessa uma zona de “ordenamento territorial con- fuso” pela convivência entre as estruturas residencial e indus- trial. No concelho de Famalicão, es- ta estrada nacional é utilizada por 5 000 veículos ao dia, 6% dos quais pesados. Bem pior é o estrangulamento no concelho da Maia, onde o tráfego médio diá- rio é de 46 300 veículos por dia, dos quais 8 % são pesados.

Câmaras e Estradas de Portugal desatam ‘nós’ da EN14 até 2018

ATÉ AO FINAL DO ANO arranca a construção de parte das novas acessibilidades no corredor da estrada nacional 14 entre Famalicão e Maia. Projecto acordado entre câmaras e a empresa Estradas de Portugal deve ficar concluída até 2018.

VILA NOVA DE FAMALICÃO

| José Paulo Silva |

A empresa ‘Estradas de Portu-

gal’ lança esta semana o concur-

so público para o projecto de no-

vas acessibilidades no corredor

da estrada nacional 14N (EN14),

nos concelhos de Famalicão, Trofa e Maia, intervenções orça- das em 36 milhões de euros e contempladas no Plano Estraté-

gico de Transportes e Infraestru- turas (PETI3+). No terceiro trimestre deste ano deverão iniciar-se as obras de duplicação da EN14, entre a zo-

na da Vitória e a rotunda de Vila

Nova de Famalicão, bem como de uma nova via entre a Trofa e o ‘nó do Jumbo’, no concelho da Maia. A criação de um interface ro- doferroviário, com construção de uma nova ponte sobre o rio Ave, arrancará no segundo tri- mestre de 2016, de acordo com a programação revelada pela ad- ministração da ‘Estradas de Por- tugal’, anteontem, durante a vi- sita do Primeiro Ministro à ‘Continental Mabor’. Para além destas três interven- ções, que visam responder aos estrangulamentos graves de cir- culação num troço de cerca de

graves de cir- culação num troço de cerca de Estrada nacional 14 regista tráfego diário de

Estrada nacional 14 regista tráfego diário de 46 300 veículos

20 quilómetros da EN14 percor- rido diariamente por cerca de 30 mil veículos, o novo eixo rodo- vário contempla um investimen- to de oito milhões de euros na melhoria dos acessos às zonas industriais de Lousado e Ribei- rão. As novas ligações, que facilita- rão o escoamento de trânsito de veículos pesados destas áreas empresariais à EN14 e às auto- estradas A3 e A7, serão concreti- zadas com uma solução de co-fi- nanciamento comunitário em

DR

administrador da ‘Continental Mabor’, os novos acessos são “urgentes”, não só para o escoa- mento da produção desta em- presa que produz mais de 16 mi- lhões de pneus por ano, mas para toda as empresas exportadoras sediadas na envolvência da

EN14

As novas acessibilidades per- mitirão também ganhos médios de 20 minutos nas deslocações entre as sedes dos concelhos de

Famalicão, Trofa e Maia, a par da diminuição em 60 % do tem-

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VILA NOVA DE FAMALICÃO

| José Paulo Silva |

O

investimento projectado para

os

próximos três no designado

eixo rodoviário da estrada nacio- nal 14, na ordem dos 44 milhões

de euros, é substancialmente in-

ferior à solução pensada em 2010 para resolver os estrangu- lamentos naquela via. Nessa al- tura esboçou-se a implantação de uma nova via com 28 quiló- metros de extensão, com carac- terísticas de auto-estrada sem portagem, localizada entre as auto-estradas A3 e A28. O inves-

timento para essa solução foi calculado em cerca de 300 mi- lhões de euros, um custo consi-

derado “incomportável” e sem possibilidade de financiamento comunitário à luz das actuais políticas da União Europeia. Com um perfil de 2x2 vias, 10 nós desnivelados e quatro liga- ções a zonas empresariais, essa via rápida não chegou a sair do papel também por se apresentar concorrencial em relação às au- to-estradas da região, bem como a outras prioridades de investi- mento inscritas no PETI 3+, no- meadamente a requalificação da

parceria com a Câmara Munici- pal de Famalicão. Há muitos anos que autarcas e empresários dos três concelhos atravessados pela EN14 recla- mam uma via alternativa. A so- lução agora assumida com a ‘Estradas de Portugal’ estará concluída na íntegra em 2018. Os estudos e empreitadas decor- rerão de forma faseada, podendo

antecipar-se o início da constru- ção dos troços com maior procu-

ra de tráfego industrial.

O presidente do conselho de

Anterior solução abandonada

Via rápida projectada em 2010 tinha custos considerados incomportáveis

linha ferroviária do Minho, na qual se prevêem gastos de 145 milhões de euros. Paulo Cunha, presidente da Câmara Municipal de Vila Nova de Famalicão, destaca que a so- lução agora negociada entre Governo, Estradas de Portugal e câmaras municipais, é uma “so- lução exequível, adequada e que não compromete o futuro do país e as gerações vindouras”. Com a proposta de eixo rodo- viário que agora vai ser executa- da, libertam-se terrenos do espa- ço canal reservado para a pro- posta original de variante à EN14.

12correiodominho.ptMinho

2 de Fevereiro 2015

6 de Junho 2013 correiodominho.ptMinho 15

12 correiodominho.ptMinho 2 de Fevereiro 2015 6 de Junho 2013 correiodominho.ptMinho 15

‘D. Sancho I, o herdeiro do reino’ conta a vida de um rei “esquecido”

MARIA ANTONIETA COSTA apresenta novo romance histórico. D. Sancho I é o protagonista de uma trama que junta factos, afectos e cores da vida de um rei treinado para a defesa e conquista da terra.

vida de um rei treinado para a defesa e conquista da terra. Maria Antonieta Costa VILA

Maria Antonieta Costa

VILA NOVA DE FAMALICÃO

| José Paulo Silva |

Maria Antonieta Costa, autora famalicense, acaba de publicar ‘D. Sancho I, o herdeiro do rei- no’, o seu quarto romance histó- rico. A autora, a partir da sua for- mação em História e Cultura Medievais, centra o seu novo li- vro na figura e no tempo de “um

DR

rei injustamente esquecido, en- sombrado pela figura do pai, D. Afonso Henriques”. Maria Antonieta Costa, que já publicou ‘O Segredo de Afonso III’, ‘A Sétima Profecia’ e ‘A Epopeia do Eterno Navegador’, considera o romance histórico um “caminho para levar as pes- soas a conhecer melhor a nossa História”.

levar as pes- soas a conhecer melhor a nossa História”. DR Romance histórico tem como protagonista

DR

Romance histórico tem como protagonista ‘O Povoador’

Em ‘D. Sancho I, o herdeiro do reino’, a escritora dá pistas ao leitor sobre quem foi na verdade o segundo rei de Portugal, como defendeu e governou o seu rei- nado, como “controlou o territó- rio do amor”. A partir de uma investigação dos factos que marcaram o rei- nado de D. Sancho I, Maria An- tonieta Costa, destaca, também,

o “lado poético” de um rei tro-

vador, a quem é atribuída a auto-

ria de uma ‘cantiga de amigo’ ci-

tada neste romance histórico. Natural e residente em Vila Nova de Famalicão, Maria Anto- nieta Costa não esconde o fascí- nio pela personalidade de um rei “treinado para a conquista e de- fesa da terra”, que concedeu o primeiro foral a Famalicão.

“Este livro, além dos factos, tenta descrever-vos também o homem, os seus afectos, as cores da sua vida”, destaca a autora, que apresenta Maria Pais da Ri- beira, companheira do rei duran- te mais de uma década, como “uma luz que deu sentido aos dias deste monarca guerreiro”. Maria Antonieta Costa justifica que “as crónicas pouco referem além da sua elevada linhagem e da sua condição de concubina real, deixando nas entrelinhas o estigma da feiticeira que com sortilégios prendeu o homem que por ela se afeiçoou”.

“Como sempre, a escrita deste romance proporcio- nou-me horas, dias

inteiros de tranquilidade

e harmonia comigo

e com o cosmos.”

- Maria Antonieta Cruz.

Na trama do seu romance his- tórico, e como acredita que “a maioria das amantes reais se en- tregaram por amor, não corres- pondendo ao modelo de oportu- nismo que a história positivista

traçou delas”, escolheu “libertar

a Ribeirinha dessa malévola ou-

sadia feminina de que a acu- sam”, acreditando “que devotou um amor sincero ao seu rei e cumpriu corajosamente o seu

destino num mundo em que a vontade dos homens comandava a existência das mulheres”. Maria Antonieta Moreira Cos- ta, mestre em História e Cultura Medievais, tem dedicado a sua vida ao ensino e à investigação. É autora de artigos em publica- ções da especialidade, nomeada- mente na revista ‘Lusitania Sa- cra’.

§made in

Ribeirão

Paulo Cunha visita hoje empresa líder ibérica de portas e janelas em PVC

O presidente da Câmara Municipal de Vila Nova de Famalicão, Paulo Cunha,

visita hoje a empresa‘Caixiave’, em Ribeirão, no âmbito do programa‘Fama- licão Made IN’.

Líder ibérica na produção de janelas e portas eficientes em PVC, aquela em- presa vai lançar, em 2015, uma nova linha de produtos com fibra de vidro incorporada que garante um ganho energético de 60% nas construções, comparativamente com as soluções tradicionais em alumínio.

A Caixiave tem actualmente actividade em mais nove países: França, Ango-

la, Cabo Verde, Brasil, Chile, Colômbia, Marrocos, Moçambique e Argélia. Em 2014, o grupo atingiu uma facturação superior a 12 milhões de euros, com um crescimento de 10% em comparação com o ano anterior, contando com 250 profissionais. Em 2015, a Caixiave aponta para os 15 milhões de euros de volume de negó- cios, o que significa mais trabalho e mais emprego.

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aponta para os 15 milhões de euros de volume de negó- cios, o que significa mais

correiodominho.pt 16 Minho 6 de Junho 2013

2 de Fevereiro 2015 correiodominho.pt Minho 13

correiodominho.pt 16 Minho 6 de Junho 2013 2 de Fevereiro 2015 correiodominho.pt Minho 13

§breves

No próximo dia 7

Daniel Bastos apresenta livro ‘Terra’ no Lusofolie’s em Paris

apresenta livro ‘Terra’ no Lusofolie’s em Paris DR Escritor fafense, Daniel Bastos O escritor fafense Daniel

DR

Escritor fafense, Daniel Bastos

O escritor fafense Daniel Bastos

vai apresentar o seu novo livro

intitulado ‘Terra’ no espaço cul- tural Lusofolie's em Paris, no próximo dia 7.

O livro com chancela da Editora

Converso, uma edição bilingue (Português e Francês) com tra- dução do docente Paulo Teixei-

ra, marca a estreia do autor no campo da poesia, e conta com ilustrações originais do artista plástico português Orlando Pompeu, cuja obra consta de variadas colecções particulares

e oficiais em Portugal, Espa-

nha, França, Alemanha, Ingla- terra, Brasil, Estados Unidos, Japão e Dubai, e prefácio do fo-

tógrafo, poeta e pintor francês Gérald Bloncourt.

O livro integra um conjunto de

poemas onde o escritor natural do concelho de Fafe, que se tem destaca- do nos últimos anos no campo da História, expressa simultaneamente um sentimento telúrico marcado pelo apego à terra, um conhecimento da história da humanidade, uma crença nos valores da vida em comuni- dade e um afeto pelo trabalho dos emigrantes na construção de pontes entre povos e culturas.

Cultura

António DaCosta e Graça Morais inauguram exposições em Bragança

As exposições ‘António Dacosta 1914 - 2014’(organizada pelo Centro de Arte Moderna da Gulbenkian) e ‘Graça Morais - Ritos e Mitos’, vão ser inauguradas no próximo dia 7, às 16 horas, no Centro de Arte Contempo- rânea Graça Morais, em Bragança. O evento contará com a presença de Graça Morais. Os ineteressados em estar presentes neste evento, têm à disposição um transporte (autocarro) com lotação para 35 lugares. A partida de Guima- rães (em local a designar) terá lugar às 9 horas, sendo o regresso, com partida de Bragança, por volta das 18 horas. O custo do passeio (somen- te incluindo o transporte) será de 15 euros/por pessoa.

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ESTÃO ABERTAS AS INSCRIÇÕES PARA AS FORMAÇÕES DE : Motorista de Transporte de Crianças Motorista
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“Solidariedade em Guimarães

não é retórica, é uma prática”

DURANTE A VISITA do vice-presidente do Lions Clube Internacional à cidade de Guimarães e depois de ter sido recebido pelo reitor da UMinho em

Braga, Domingos Bragança, edil vimaranense, enalteceu papel das IPSS’s.

Bragança, edil vimaranense, enalteceu papel das IPSS’s. DR Autarca de Guimarães recebeu vice-presidente do Lions

DR

Autarca de Guimarães recebeu vice-presidente do Lions Clube Internacional

GUIMARÃES

| Redacção |

O presidende da Câmara de Gui-

marães, Domingos Bragança, recebeu Jitsuhiro Yamada, neu- rocirurgião de profissão, vice- presidente da Lions Clube Inter- nacional, que esteve de visita à cidade e aos seus vários pontos turísticos que oferece aos visi- tantes, entre os quais o centro histórico vimaranense, o Museu de Alberto Sampaio e, claro, o Lions Clube de Guimarães. O autarca de Guimarães real-

çou a importância do voluntaria-

do nas sociedades modernas e a necessidade de um “reforço de

valores”, salientando ao mesmo tempo o trabalho realizado pelo Lions Clube de Guimarães e das “imensas instituições de apoio social” que existem no concelho. “A solidariedade, em Guima- rães, não é retórica; é levada às pessoas através das nossas IPSS’s, que fazem diariamente um trabalho meritório”, enalte- ceu Domingos Bragança. Por seu turno, o vice-presiden- te do Lions Clube Internacional,

O autarca de Guimarães, Domingos Bragança, realçou a importância do voluntariado nas sociedades modernas e a necessidade de um “reforço de valores”, salientando ao mesmo tempo o trabalho realizado pelo Lions Clube de Guimarães e das “imensas instituições de apoio social” que existem no concelho e que “fazem um trabalho meritório”.

confessou sentir-se “muito hon- rado por visitar Guimarães”. “Aproveito a oportunidade pa- ra manifestar o meu apreço por todos aqueles que diariamente e de forma voluntária vivem para ajudar desconhecidos que preci- sam da sua ajuda. Ser Lions é is- so: é estar atento às necessidades da comunidade que os rodeia e levar a esperança onde ela é pre- cisa”, disse, Jitsuhiro Yamada - que em Junho será empossado como presidente de uma das maiores organizações de clubes de serviço voluntário do mundo, com mais de 1,3 milhões de as- sociados, em cerca de 45 mil Lions Clubes espalhados por 200 países.

As alterações ao Regime Jurídico da Urbanização são analisadas hoje no auditório municipal

Regime da Urbanização em debate

FAFE

| Redacção |

O auditório municipal de Fafe é

palco, hoje, de uma acção de

formação sobre as alterações ao Regime Jurídico da Urbanização

e Edificação. Segundo o verea-

dor do pelouro do Urbanismo do Município de Fafe, Eugénio Ma- rinho, este tipo de iniciativa é de muita pertinência para quem tra- balha diariamente na área. Trata-se de uma iniciativa pro- movida pelo pelouro do urbanis- mo, da Câmara Municipal de Fa- fe, com o objectivo de apresen-

tar e explicar as implicações das

alterações introduzidas pelo De- creto-Lei 136/2014, de 9 de Se-

tembro, entre elas, as alterações das definições e consequências, o relevo da regulamentação mu- nicipal, a nova delimitação dos

procedimentos e novidades nas licenças e autorizações, a nova configuração da comunicação prévia e consequências em ter- mos de regime. “Considero que este tipo de sessões é fundamental. Estamos perante alterações constantes na lei e, por isso, devem ser criadas condições para explicá-las e dá-

las a conhecer a quem diaria- mente trabalha nesta área. É nes- se sentido que temos vindo a promover várias ações de sensi- bilização e formação. Explican- do as alterações que vão sendo feitas, conseguimos um melhor trabalho, uma resposta mais ade- quada e mais ordenada”. A acção de formação vai contar com a presença de Fernanda Paula Oliveira, professora da Fa- culdade de Direito da Universi- dade de Coimbra. A escolha da docente para esta formação teve a ver com o seu conhecimento da matéria.

correiodominho.pt 2 de Fevereiro 2015

Minho 17

correiodominho.pt 2 de Fevereiro 2015 Minho 17

Documento dá continuidade aos anteriores projectos

Plano de Acção Social acaba de ser aprovado pelo CLAS

VILA NOVA DE CERVEIRA

| Redacção |

Dar continuidade aos projectos previstos no Plano de Desen- volvimento Social 2013-2016, nomeadamente aos Grupos Vulneráveis ao Risco, Empre- go e Formação e Capacitação da Comunidade e das Institui- ções é o grande objectivo deli- neado pelo Conselho Local de Acção Social (CLAS) de Vila Nova de Cerveira que acabou de aprovar o Plano de Acção para 2015. O actual plano reflecte o pro- cesso que tem vindo a ser de- senvolvido no âmbito da con- solidação da Rede Social de Vila Nova de Cerveira. Procurando apoiar todos os grupos etários, a metodologia de trabalho delineada pelo CLAS vai intervir em áreas te-

§cultura

máticas específicas, como é o caso dos Grupos Vulneráveis ao Risco, Emprego e Forma- ção e Capacitação da Comuni- dade e das Instituições. Refira-se que o documento foi elaborado tendo por base os contributos e informações pro- venientes de todos os parceiros do CLAS e pretende ser, à se- melhança do anterior, uma li- nha orientadora da estratégia de intervenção social no con- celho, de forma a responder aos principais problemas iden- tificados. Os eixos prioritários de inter- venção social e as atividades programadas vão ser desenvol- vidas, quer através da autar- quia como responsável direta quer através das iniciativas dos parceiros como promotores que contam com o apoio da re- de social.

Mostra

Estudantes da Escola Superior Gallaecia expõem na Fundação Bienal de Cerveira

Superior Gallaecia expõem na Fundação Bienal de Cerveira DR Estudantes têm a oportunidade de expôr projectos

DR

Estudantes têm a oportunidade de expôr projectos

A Fundação Bienal de Cerveira inaugurou este mês uma exposi- ção com os projectos dos estudantes do

curso de Artes Plásti-

cas e Multimédia da

Escola Superior Gal- laecia.

O objectivo desta

mostra de trabalhos passa por articular a criatividade indivi- dual com as metodo- logias pedagógicas e artísticas apreendi-

das ao longo do cur- so. A exposição possi- bilita igualmente um primeiro contacto com o público. Henrique Silva, direc-

tor do curso de Artes

Plásticas e Multimédia e vice-presidente da Fundação Bienal de Cerveira, reforça que “o resultado patente nesta exposição não deixa dúvidas quan-

to à permanência desta formação em Vila Nova de Cerveira e à sua impor-

tância geográfica, devido à diversidade de estudantes na Escola Superior Gallaecia provenientes da Galiza e de Portugal”.

A presença de expressões artísticas e culturais, cada vez mais relevantes e

de maior dimensão e impacto, naquela que é já conhecida como a ‘Vila das Artes’, vem também alimentando a cultura transfronteiriça que ca- racteriza a Escola Superior Gallaecia, uma das poucas instituições univer- sitárias do país integrada em contexto não urbano.

Corso carnavalesco das escolas à rua

MUITA FANTASIA E ANIMAÇÃO é o que está prometido para a tarde do próximo dia 13, com o corso carnavalesco das escolas a animar a vila.

VILA NOVA DE CERVEIRA

| Redacção |

Fantasia e muita animação são características que não faltam ao Carnaval dos estabelecimentos de ensino de Vila Nova de Cer- veira. Está tudo a postos para que um grande corso carnavales- co saia à rua e contagie os cer- veirenses na tarde do próximo dia 13. Todos os anos, os vários esta- belecimentos de ensino de Vila Nova de Cerveira e a Unisénior juntam-se para o já tradicional Desfile de Carnaval pelas ruas do centro histórico - um evento que conta com organização da câmara cerveirense. Crianças e professores, auxilia- res de acção educativa, pais e encarregados de educação, e al- gumas colectividades, traba- lham, ao longo do ano lectivo, com grande criatividade, os mais diversos temas. E porque é ‘Car- naval e ninguém leva a mal’, o resultado final sai à rua, num desfile com muita cor, alegria e folia, e que conta com o habitual apreço e entusiasmo das cente- nas de cerveirenses que assistem e intervém nas brincadeiras. Participam todas as escolas do Agrupamento de Vila Nova de Cerveira, a Creche do Centro Social e Paroquial de Campos, o

Cerveira, a Creche do Centro Social e Paroquial de Campos, o DR Desfile de carnaval dos

DR

Desfile de carnaval dos estabelecimentos de ensino cerveirenses faz sempre furor na vila

Jardim de Infância da Santa Ca- sa da Misericórdia de Vila Nova de Cerveira, o Colégio de Cam- pos e a Unisénior, num total de mais de um milhar de mascara- dos. O desfile está agendado para ter lugar a partir das 14.30 horas, com início do Centro Coordena- dor de Transportes, percorrendo a Avenida Dr. José Ramos Pe- dreira, Praça do Município, Rua

25 de Abril, Praça 15 de Feverei- ro, Rua do Forte, desce a Rua 1º de Outubro, Praça do Alto Mi- nho, Terreiro, Rua Dr. António José Duro, Av. Dr. José Ramos Pedreira, e regresso ao Centro Coordenador de Transportes. Atendendo ao pedido dos co- merciantes, o percurso deste cor- so canavalesco vai alternar anualmente entre a Rua 25 de Abril e a Rua Queirós Ribeiro.

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18 Minho

2 de Fevereiro 2015 correiodominho.pt

18 Minho 2 de Fevereiro 2015 correiodominho.pt

Miguel Alves visitou V.P. Âncora para acompanhar obras em curso

O AUTARCA DE CAMINHA visitou a freguesia de Vila Praia de Âncora. A visita foi acompanhada por Carlos Castro e teve como objectivo acompanhar algumas das intervenções em curso.

CAMINHA

| Redacção |

O presidente da Câmara Munici-

pal de Caminha, Miguel Alves, visitou, na semana passada, a freguesia de Vila Praia de Ânco- ra, com o objectivo de conhecer algumas das obras realizadas e alguns dos trabalhos que estão a ser executados. A visita foi acompanhada pelo presidente da Junta de Freguesia de Vila Praia de Âncora, Carlos Castro, que mostrou algumas das intervenções que a Câmara Municipal realiza no dia-a-dia na freguesia, a fim de melhorar a qualidade de vida dos ancoren- ses. Segundo Miguel Alves “o que a câmara municipal tem feito em Vila Praia de Âncora evidencia

uma nova forma de trabalhar no concelho. Desde logo, pelo total empenhamento dos trabalhado- res municipais que não se furtam

a esforços para qualificar a vila

mais populosa do concelho. Por outro, na estreita sintonia que tem sido criada com a Junta de Freguesia de Vila Praia de Ânco- ra e com o seu presidente, no

sentido de identificar as necessi- dades mais prementes da popu- lação e concretizar obras que, em muitos casos, correspondem

à vontade nunca satisfeita das

muitos casos, correspondem à vontade nunca satisfeita das DR Presidente da Câmara de Caminha visitou as

DR

Presidente da Câmara de Caminha visitou as principais obras que estão a decorrer em Vila Praia de Âncora

pessoas”.

“Para além das obras que a câ- mara tem feito e elas são eviden- tes, só no ano de 2014 o municí- pio transferiu mais de 100 mil euros para a Junta de Freguesia de Vila Praia de Âncora cumprir parte das suas competências, por um lado, e avançar com obra, como são exemplos a requalifi- cação do tanque da Retorta ou a

ampliação e pavimentação da

Rua do Outeiro Negro. Num tempo de tantas dificuldades fi- nanceiras como aquelas que o Município de Caminha tem, a capacidade que a câmara e a jun- ta tiveram de se mobilizar para poder levar a cabo tantas peque- nas/grandes obras em tão pouco tempo é bem demonstrativa de vontade que todos temos de cumprir com o mandato que nos foi atribuído”.

No périplo realizado pelas obras da freguesia, destaque pa- ra as intervenções nas ruas 31 de Janeiro, Requeixo, Pontault- Combault, de Vales, Outeiro Ne- gro, João António Baptista, da Lomba, Costa Araújo e Tanque de lavar da Retorta. A visita começou pela área de serviço de manutenção para apoio a autocaravanas e autocar- ros de longo curso, inaugurada a

2 de Maio do ano passado. A ins- talação deste serviço no centro de Vila Praia de Âncora trouxe vários benefícios para a locali- dade: diminuiu a poluição no Rio Âncora e colocou Vila Praia de Âncora nos roteiros do auto caravanismo, como se pode constatar em http://www.cam-

pingcarportugal.com/areasSer-

vico.

“Estas intervenções traduzem o esforço diário que o município faz para manter um espaço público de qualidade, capaz de beneficiar quem cá mora e atrair novos públicos para o concelho”, afirmou o autarca de Caminha, Miguel Alves.

Do percurso ainda fez parte uma visita à Rua Pontault-Com- bault e envolvente. Aqui realiza- ram-se alguns trabalhos que me- lhoraram o acesso às Piscinas Municipais, através da execução do passeio, e ao Pavilhão Muni- cipal, com a execução de uma rampa de acesso à porta lateral, que era em terra batida. Nesta zona ainda foram realizados tra- balhos de melhoramento, com destaque para a pintura dos can- deeiros de iluminação pública, colocação de papeleiras na en- trada do Pavilhão e ainda a exe- cução de uma base para a insta- lação de ecopontos. Este périplo pela freguesia de Vila Praia de Âncora enquadra- se num ciclo de de visitas que está a percorrer as freguesias do concelho de modo a constatar o trabalho que está a ser realizado pelas autarquias.

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que está a ser realizado pelas autarquias. Publicidade § Alto Minho Conferência de imprensa Viana apresenta

§Alto Minho

Conferência de imprensa

Viana apresenta projectos de Regeneração Urbana

O presidente da Câmara Municipal de Viana do Castelo,

José Maria Costa, apresenta amanhã, em conferência de imprensa, os novos investimentos na área de Regene- ração Urbana.

A

conferência de imprensa decorre esta terça-feira, às

12

horas, no edifício do Hospital Velho, na Praça da Erva,

no centro histórico da cidade.

Ponte de Lima

Ciência Divertida inaugura amanhã dois novos espaços

Depois do sucesso alcançado pelo Espaço ‘Ciência Divertida’, em actividade no Centro Educativo das Lagoas, desde Outubro de 2012, o município de Ponte de Lima

prevê instalar este modelo de Espaço em todos os Centros Educativos do concelho.

O projecto dinamizado pelo Serviço Educativo da Área

Protegida já abriu, no início deste ano, dois novos Espaços nos Centros Educativos de Arcozelo e Ribeira, inaugurando mais dois amanhã, no Centro Educativo da Feitosa e na EB1

de Ponte de Lima.

Os Espaços ‘Ciência Divertida’ propõem-se impulsionar pedagogicamente a cultura científica e tecnológica, com especial ênfase nas camadas mais jovens da população.

Por sua vez, os professores têm ao seu dispor um caderno orientador do ensino, em função do equipamento e material que o espaço dispõe. Cada Espaço do ‘Ciência Divertida’ trabalhará diversos temas, tendo como base as seguintes temáticas: Água, Geologia, Corpo Humano, Sistema Solar, Biodiversidade e Espaço Divertido. Os dois Espaços ‘Ciência Divertida’ são inaugurados amanhã, às 9.30 horas, no Centro Educativo da Feitosa e

às 11 horas na EB1 de Ponte de Lima.

correiodominho.pt 2 de Fevereiro 2015

19

Desporto Sporting de Braga
Desporto
Sporting de Braga

Forcing por um avançado

MERCADO DE TRANSFERÊNCIAS encerra esta noite. Sp. Braga apenas garantiu o regresso do central Pedro Monteiro. Sérgio Conceição espera ainda por um avançado para concorrer com Éder e Zé Luís.

I LIGA

| Joana Russo Belo |

O último forcing por um avança- do. Com o mercado de transfe- rências de Inverno em contagem decrescente para o fecho - mais logo, à meia-noite - o Sp. Braga acelera para tentar oferecer a Sérgio Conceição o tão desejado avançado que o técnico arsena- lista espera desde a abertura da janela de transferências. Acertada a rescisão de contrato com Sami, as opções na frente de ataque resumem-se a Éder e Zé Luís, daí que a grande neces- sidade da equipa seja um ho- mem golo referência, para con- correr com os dois avançados do plantel. Essa é, aliás, a grande expecta- tiva para o dia de hoje, com as atenções dos adeptos centradas

para o dia de hoje, com as atenções dos adeptos centradas DR Sérgio Conceição quer um

DR

Sérgio Conceição quer um goleador para concorrer com Éder e Zé Luís

em saber se haverá alguma bom- ba para fechar o mercado, num mês de Janeiro, incrivelmente, tranquilo na Pedreira. Na lista, há um nome apontado como alvo dos arsenalistas: o tu- nisino Ahmed Akaichi, de 25 anos, do Espérance de Tunis. Mas também Luís Leal, do Al It- tihad Kalba, dos Emirados Ára- bes Unidos, chegou a ser coloca- do na rota bracarense. Naquele que é o Janeiro mais calmo das últimas épocas no Sp. Braga, os reforços garantidos fo- ram para a equipa B - Aílton (avançado ex-júnior do Gil Vi- cente) e Geraldo (médio ex-Liga de Maputo) - enquanto no plan- tel principal registou-se apenas uma entrada - o regresso do cen- tral Pedro Monteiro, do Frea- munde - e a saída de Custódio e Sami.

§notas

Internacional do Gana Emmanuel Oti reforço para a equipa B O avançado Emmanuel Oti Essig-

Internacional do Gana Emmanuel Oti reforço para a equipa B

O avançado Emmanuel Oti Essig-

ba é o mais recente reforço da equipa B do Sp. Braga. O jovem, de 18 anos, chega do Feyernoord Ghana, formou-se na Academia do Feyenoord, onde foi eleito melhor jogador em 2013. Inter- nacional jovem pelo Gana, Em- manuel Oti actua, preferencial- mente, nas alas.

Treino Plantel de regresso

Depois de um domingo de folga,

o plantel regressa hoje aos tra-

balhos. Quarta-feira, há jogo da Taça da Liga, em Vila do Conde.

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o plantel regressa hoje aos tra- balhos. Quarta-feira, há jogo da Taça da Liga, em Vila

20 Desporto

2 de Fevereiro 2015 correiodominho.pt

20 Desporto 2 de Fevereiro 2015 correiodominho.pt

Balde d’água fria de Zequinha

GIL VICENTE NÃO FOI ALÉM DE UM EMPATE na recepção ao Vitória de Setúbal (1-1). Gilistas inauguraram o marcador, com um golo de João Vilela, aos 35 minutos, mas não conseguiram segurar a vantagem e Zequinha, aos 83, fez o empate.

I LIGA

| Redacção |

Um golo de Zequinha que foi um balde d’água fria. O Gil Vi- cente deixou, ontem, escapar o triunfo frente ao Vitória de Setú- bal (1-1) e assim continua sozi- nho no fundo da classificação da I Liga. No estádio Cidade de Barcelos, os gilistas inaugura- ram o marcador, por João Vilela, aos 35 minutos, mas não segura- ram a vantagem até final e con- sentiram o empate, aos 83 minu- tos, somando o quinto jogo seguido sem ganhar, entre o campeonato e a Taça da Liga, enquanto o Vitória já leva quatro partidas sem derrotas após a saí- da de Domingos Paciência. Num jogo bem disputado, fo- ram os barcelenses a entrar me- lhor, mas a primeira situação de perigo pertenceu à formação fo- rasteira, com Suk, à boca da ba- liza, a rematar por cima. O Gil Vicente desfrutou da pri- meira oportunidade aos 18 mi- nutos, quando Evaldo enviou uma bola ao poste e, na recarga, rematou de cabeça ao lado. A partida entrou numa fase de

§cabinas

ESTÁDIO CIDADE DE BARCELOS

 

GIL VICENTE

 

V. SETÚBAL

1

 

1

Árbitro Vasco Santos (Porto)

   

Intervalo

1-0

Adriano Facchini

 

Ricardo Batista

Gabriel

Pedro Queirós

Cadú

Frederico Venâncio

Peck’s

François

Evaldo

Kiko

Rúben Ribeiro

Dani

Vítor Gonçalves

Paulo Tavares

João Vilela

André Horta

Jander

Miguel Pedro

Diogo Viana

Suk

Simy

Zequinha

José Mota

 

Bruno Ribeiro

     

Substituições André Horta por Uli Dávila (55m), Jander por Yazalde (57m), Diogo Viana por Luís Sil- va (70m), Dani por Pelkas (71m), Miguel Pedro por Advíncula (82m) e Vítor Gonçalves por Diogo Va- lente (87m). Disciplina cartão amarelo para Dani (30m), Luís Silva (80 e 89m) e Rúben Ribeiro (84m). Cartão vermelho por acumulação de amarelos para Luís Silva (89m). Golo João Vilela (35m) e Zequinha (83m).

equilíbrio mas foram os donos da casa quem se adiantou no marcador aos 35 minutos, por João Vilela, que frente a Ricardo Batista não perdoou. Na segunda parte, a formação

Bruno Ribeiro (técnico V. Setúbal)

“Resultado mais justo era uma vitória”

“Dou os parabéns aos meus jogadores, na segunda parte, fomos magnífi- cos, estivemos sempre por cima e o Gil quase não foi à nossa baliza. Foi um jogo para homens de barba rija. Penso que o resultado mais justo era uma vitória do V. Setúbal. Ainda não perdemos, para mim é um orgulho estar neste clube, nesta família. Com vitórias, melhor ainda. Estamos no bom caminho”. [Mercado]: “Estou satisfeito com o que tenho, excelentes profissionais, que dão garantias de uma segunda volta fantástica.”

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garantias de uma segunda volta fantástica.” Publicidade “Estamos tristes pelo resultado, fizemos um bom jogo e
“Estamos tristes pelo resultado, fizemos um bom jogo e o resultado foi injusto. Estamos focados
“Estamos tristes pelo
resultado, fizemos um bom
jogo e o resultado foi
injusto. Estamos focados
em continuar esta boa onde
de exibições. A cada dia a
equipa está mais coesa e
mais forte. A equipa quer
tanto ganhar, que por vezes
vai um pouco abaixo.
Estamos a trabalhar bem,
há que continuar assim,
porque sairemos do lugar
em que estamos.”
Diogo Viana (Gil Vicente)
GVFC
“Empate acaba por ser bom
para o Gil Vicente. Fizemos
mais para alcançar os três
pontos. Há que realçar a
atitude da equipa.”

João Vilela colocou o Gil Vicente na frente, mas a equipa não segurou a vantagem

de Barcelos foi gerindo a magra

vantagem e concedeu a iniciati- va de jogo aos sadinos, que no entanto não conseguiram criar oportunidades para modificar o rumo do marcador. Com o de-

correr do tempo, o Gil foi crian- do oportunidades para dilatar a vantagem, por Diogo Viana (68), Vítor Gonçalves (76) e, a mais flagrante, aos 77 minutos, por Simi, que após ultrapassar

Zequinha (V- Setúbal)

Ricardo Batista acabou por se atrapalhar com a bola. Foi des- perdício a mais e isso saiu caro aos gilistas, já que o Vitória em- patou aos 83 minutos, por Ze- quinha, de cabeça.

José Mota

“Merecíamos outro resultado”

GIL VICENTE

| Redacção |

O técnico do Gil Vicente, José

Mota, confessou que não espera- va o empate do V. Setúbal, ao cair do pano, e considera que o resultado justo era o triunfo. “Fizemos uma primeira parte muito interessante, em que po- díamos ter resolvido o jogo. Fo- mos esclarecidos, tivemos dinâ- mica nos flancos e construímos oportunidades, uma delas em que a bola foi ao poste. Na se-

gunda parte, o Vitória fez um re- mate à baliza e conseguiu um golo, que foi denunciado da nos-

sa parte. Poderíamos ter feito o

dois a zero, mas algum indivi- dualismo evitou isso; com mais facilidade podíamos ter feito go- lo”, explicou o técnico, lembran- do que o resultado “é muito in- justo para o que o Gil fez,

que o resultado “é muito in- justo para o que o Gil fez, DR José Mota

DR

José Mota espera ainda mais reforços que tragam maturidade à equipa

porque penso que durante todo o jogo foi melhor”. “É triste, acho quer merecía- mos outro resultado que não este empate. Pela forma como jogo estava a decorrer nunca pensei

que o Vitória empatasse”, frisou. Quanto a reforços, foi claro: “es- tou à espera, porque precisamos. Direi até que se os tivesse tería- mos vencido este jogo. Precisa- mos de mais maturidade”.

22correiodominho.ptDesporto

2 de Fevereiro 2015

26 de Janeiro 2015 correiodominho.ptDesporto 21

22 correiodominho.ptDesporto 2 de Fevereiro 2015 26 de Janeiro 2015 correiodominho.ptDesporto 21

Sp. Braga reforça lugar europeu

JORNADA POSITIVA para a equipa bracarense que reduziu a diferença pontual em relação ao Vitória
JORNADA POSITIVA para a equipa bracarense que reduziu a diferença pontual em relação ao Vitória de Guimarães e aumentou
ainda a vantagem sobre Belenenses, Paços Ferreira e Estoril. Assim, reforçou a candidatura aos lugares europeus.
I LIGA PORTUGUESA
www.habimoreira.pt
JORNADA 19
ABIMOREIRA, Construções, lda.
RESULTADOS
TOTAL
CASA
FORA
Académica, 1; Marítimo, 1
• Qualidade • Competência • Honestidade
J
VEDMS
VEDMS
VEDMS
Nacional, 2; Belenenses, 1
Rio Ave, 2; Estoril, 1
MARCADORES
TOTOBOLA
1. Benfica
49
19
16
1
2
44
8
8
1
0
21
2
8
0
2
23
6
Porto, 5; P. Ferreira, 0
15
GOLOS: Jackson Martínez (FC Porto);
1 Benfica - Boavista
1
2. Porto
43
19
13
4
2
47
10
8
1
1
26
3
5
3
1
21
7
Penafiel, 1; V. Guimarães, 1
10
GOLOS: André André (V. Guimarães);
2 Porto - P. Ferreira
1
3. Sporting
42
19
12
6
1
38
15
6
4
0
20
8
6
2
1
18
7
Arouca, 1; Sporting, 3
4. V. Guimarães
36
19
10
6
3
33
16
6
4
0
23
5
4
2
3
10
11
9 GOLOS: Talisca (Benfica); Maazou (Marítimo) e
Hassan(RioAve);
3 Nacional - Belenenses
1
Benfica, 3; Boavista, 0
5. Sp. Braga
34
19
10
4
5
30
13
7
1
1
16
3
3
3
4
14
10
4 RioAve - Estoril
1
Sp. Braga, 1; Moreirense, 0
6. Rio Ave
27
19
7
6
6
26
25
5
3
1
15
5
2
3
5
11
20
8 GOLOS: Deyverson (Belenenses) e Marco Matias
(Nacional);
5 Penafiel - V. Guimarães
X
Gil Vicente, 1; Setúbal, 1
7. Belenenses
27
19
7
6
6
18
20
4
4
2
10
7
3
2
4
8
13
6Académica - Marítimo
X
7 GOLOS: Slimani (Sporting);
Salvio (Benfica); Mon-
8. P. Ferreira
26
19
7
5
7
24
29
5
2
3
17
12
2
3
4
7
17
PROXIMA JORNADA
7 Porto B - Sp. Covilhã
1
tero (Sporting); Lima (Benfica);
9. Estoril
25
19
6
7
6
23
28
4
2
3
12
14
2
5
3
11
14
8 Portimon. - Marítimo B
X
Moreirense - Porto
10. Moreirense
24
19
6
6
7
17
19
4
3
2
9
5
2
3
5
8
14
Estoril - Sp. Braga
6 GOLOS: Óliver (FC Porto) Bruno Moreira (Paços
de Ferreira); Kléber (Estoril Praia);
9 Freamunde -Ac. Viseu
2
11. Marítimo
24
19
7
3
9
23
25
6
1
2
16
8
1
2
7
7
17
10 V. Guim. B - Oliveirense
1
V. Guimarães - Belenenses
5 GOLOS: Éder (Sp. Braga); Kuka (Estoril); Rabiola
12. Nacional
24
19
7
3
9
21
26
5
2
3
12
7
2
1
6
9
19
11 Olhanense - Feirense
X
Setúbal -Académica
(Penafiel), Urreta (Paços Ferreira); 
Simy (Gil Vi-
13. Boavista
19
19
6
1
12
15
34
5
0
4
12
11
1
1
8
3
23
12 Benfica B - Leixões
2
Sporting - Benfica
cente); Jonas (Benfica) e Miguel Rosa (Belenenses);
14. Setúbal
18
19
5
3
11
16
32
5
0
4
12
12
0
3
7
4
20
13 Chelsea - Manch. City
X
Marítimo - Gil Vicente
15. Arouca
15
19
4
3
12
11
29
3
1
5
6
13
1
2
7
5
16
4 GOLOS: Pardo (Sp. Braga); Zé Luis (Sp. Braga);
Bernard (Vitória de Guimarães); Brahimi (FC Porto);
SUPER 14
Arouca - Nacional
16. Penafiel
13
19
3
4
12
14
36
2
1
7
9
24
1
3
5
5
12
Gaitan (Benfica); Hernâni (V. Guimarães); Fransérgio
Arouca
1
(1)
17. Académica
13
19
1
10
8
12
27
0
8
2
9
14
1
2
6
3
13
Boavista - RioAve
(Marítimo);
Diego Lopes (Rio Ave).
Sporting
M
(3)
18. Gil Vicente
11
19
1
8
10
14
34
1
5
4
9
19
0
3
6
5
15
P. Ferreira - Penafiel
ÓCULOS A PREÇO DE FÁBRICA ARMAÇÃO + LENTES* LONGE OU PERTO C/ ANTI-REFLEXO 79 €
ÓCULOS A PREÇO DE FÁBRICA
ARMAÇÃO + LENTES*
LONGE OU PERTO
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Doce | Telf: 252 315 346 - 93 509 48 60 PÓVOA DE VARZIM | Pingo

correiodominho.pt 22 Desporto 19 de Janeiro 2015

2 de Fevereiro 2015 correiodominho.pt Desporto 17

correiodominho.pt 22 Desporto 19 de Janeiro 2015 2 de Fevereiro 2015 correiodominho.pt Desporto 17

Conquistadores com exibição magistral para destronar o líder

GOLEADA construída através de uma exibição soberba dos jogadores do Vitória B que, assim, destronaram a Oliveirense do comando da II Liga. Areias esteve em destaque ao bisar na partida.

II LIGA

| Redacção |

O Vitória B goleou a Oliveirense

por 5-0, em jogo da 25.ª jornada da II Liga que os vimaranenses dominaram por completo.

A equipa vimaranense, com es-

te triunfo, o terceiro consecuti-

vo, passou a somar 37 pontos e subiu ao nono lugar da tabela,

enquanto a Oliveirense viu fugir

o líder Tondela - com 46 pontos,

está agora a três de distância.

O jogo começou morno, e a

Oliveirense, que, inicialmente, assumiu uma postura expectante perante um Vitória B pouco aventureiro no ataque, criou as primeiras ocasiões de golo, quando Godinho e Ângelo Me- neses falharam a emenda à boca da baliza de Miguel Oliveira (4 m) e Rui Lima, sozinho no cen- tro da área, cabeceou muito ao lado (18 m). Após esse lance, a equipa vito- riana aumentou a velocidade, principalmente pelas alas, e co- meçou a chegar com facilidade à linha de fundo, levando perigo à

baliza contrária. Depois de Fá-

bio Vieira ter rematado por cima

já na pequena área (20 minutos),

os vimaranenses inauguraram o marcador, aos 22, quando Areias, na recarga a um remate de João Vigário, concluiu uma

incursão de Luís Rocha pela es-

querda. A turma de Armando Evangelista dilatou a vantagem três minutos depois, quando Fá- bio Vieira, com um passe a rom-

per o eixo da defesa da Olivei- rense, isolou Areias, que rema-

tou fora do alcance de João Pi- nho. Mais confortável na parti- da, o Vitória B continuou a sair com perigo para o ataque e po- dia ter feito novo golo por João Vigário (27 e 34 minutos) e Luís Rocha (38), ao passo que a Oli- veirense só voltou a criar perigo num cabeceamento de Godinho (40). Na segunda parte, a equipa da casa dominou por completo e

fez ainda mais três golos: aos 55, Arrondel, isolado por Fábio Vieira, bateu João Pinho; aos 66,

o recém-entrado Helinho fez o

quarto golo e, aos 75, Fábio Vieira fixou o resultado final.

golo e, aos 75, Fábio Vieira fixou o resultado final. ARQUIVO Vitória B alcançou um triunfo

ARQUIVO

Vitória B alcançou um triunfo robusto no jogo com Oliveirense

ESTÁDIO D. AFONSO HENRIQUES

V. GUIMARÃES B

 

OLIVEIRENSE

5

 

0

   

Intervalo

Árbitro Carlos Xistra (Castelo Branco)

2-0

Miguel Oliveira

 

João Pinho

Alvin Arrondel

Carela

Dénis Duarte

Ângelo Meneses

Lima Pereira

Sérgio

Luís Rocha

Bruno Simão

João Pedro

Zé Pedro Freitas

Nassim Zitouni

Godinho

Fábio Vieira

Rui Lima

João Vigário

Ivan Santos

Alexandre Silva

Pedro Moreira

Areias

Carlitos

Armando Evangelista

 

Artur Marques

Substituições Ivan Santos por Rafa (46 m);Bruno Simão por Pedro Oliveira (59 m); Godinho por Re- nan (65 m); Nassim Zitouni por Helinho (66 m); Arrondel por Pedro Lemos (83 m) e João Pedro por Isaac (88 m). Disciplina Cartão amarelo para Ivan Santos (31 m), Godinho (35 m), Bruno Simão (41 m) e Lima Pereira (88 m). Golo Areias (22 m e 25 m); Arrondel (55 m); Heli- nho (68 m) e Fábio Vieira (75 m).

+ mais

Equipa orientada por Armando Evangelista destacou-se na jornada do passado fim-de-semana, com a goleada perante a Oliveirense, que era líder do campeonato. O jogo disputado no Estádio D. Afonso Henriques contou com a presença de 1500 espectadores.

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contou com a presença de 1500 espectadores. Publicidade CATALIZADORES E FLEXÍVEIS DE ESCAPE LIMPEZA DE FILTROS
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II LIGA
RESULTADOS
JORNADA
25
TOTAL
CASA
FORA
Porto B, 4; Sp. Covilhã, 0
J
VEDMS
VEDMS
VEDMS
Desp. Aves, 1; Sp. Braga B, 1
1. Tondela
46
25
12
10
3
37
25
8
4
1
21
9
4
6
2
16
16
Olhanense, 0; Feirense, 0
2. Oliveirense
43
25
12
7
6
31
29
8
3
2
17
11
4
4
4
14
18
Benfica B, 1; Leixões, 2
3. Freamunde
42
25
11
9
5
29
16
5
4
4
14
8
6
5
1
15
8
Beira Mar, 1; Oriental, 0
4. Benfica B
41
25
11
8
6
47
34
7
3
3
29
16
4
5
3
18
18
Farense, 0; U. Madeira, 5
5. Chaves
41
25
10
11
4
32
25
6
6
1
17
11
4
5
3
15
14
Portimonense, 2; Marítimo B, 2
6. Portimonense
39
25
10
9
6
33
30
6
6
0
23
15
4
3
6
10
15
Chaves, 1; Atlético, 0
7. Porto B
38
25
11
5
9
43
28
7
3
2
27
10
4
2
7
16
18
Freamunde, 1; Ac. Viseu, 3
8. U. Madeira
38
25
10
8
7
33
22
3
5
4
12
11
7
3
3
21
11
V.
Guimarães B, 5; Oliveirense, 0
9. V. Guimarães B
37
25
11
4
10
49
38
7
2
4
31
19
4
2
6
18
19
Stª. Clara, 0; Sporting B, 1
10. Feirense
37
25
10
7
8
34
31
4
6
2
18
15
6
1
6
16
16
Tondela, 4; Trofense, 0
11. Sporting B
36
25
10
6
9
31
29
5
4
3
15
10
5
2
6
16
19
PROXIMA JORNADA
12. Leixões
34
25
10
4
11
28
35
9
2
2
22
12
1
2
9
6
23
Feirense - Desp. Aves
13. Sp. Covilhã
33
24
9
6
9
33
27
7
3
1
23
8
2
3
8
10
19
Ac. Viseu - Benfica B
14. Ac. Viseu
33
25
8
9
8
32
31
5
3
4
15
10
3
6
4
17
21
Sp. Covilhã - Beira Mar
15. Oriental
32
25
8
8
9
25
27
4
4
4
13
11
4
4
5
12
16
Stª. Clara - Farense
16. Beira Mar
32
25
8
8
9
26
29
5
3
5
16
17
3
5
4
10
12
Marítimo B - Freamunde
17. Farense
30
25
7
9
9
24
31
5
5
3
13
13
2
4
6
11
18
Leixões - V. Guimarães B
18. Desp. Aves
29
25
6
11
8
26
34
4
6
3
15
16
2
5
5
11
18
Sporting B - Olhanense
19. Olhanense
28
25
7
7
11
29
38
5
3
4
13
9
2
4
7
16
29
U.
Madeira - Porto B
20. Atlético
27
25
6
9
10
37
36
5
3
4
20
14
1
6
6
17
22
Atlético - Tondela
21. Sp. Braga B
25
25
7
9
9
32
35
6
3
4
22
18
1
6
5
10
17
Sp. Braga B - Chaves
22. Marítimo B
22
25
6
4
15
24
48
4
1
7
16
23
2
3
8
8
25
23. Stª. Clara
21
24
4
9
11
19
29
2
6
4
11
12
2
3
7
8
17
Oliveirense - Trofense
24. Trofense
17
25
4
5
16
19
46
3
3
7
12
20
1
2
9
7
26
Oriental - Portimonense

22correiodominho.ptDesporto

2 de Fevereiro 2015

28 de Outubro 2013 correiodominho.ptDesporto 23

A. F. Braga

CAMPO JOÃO SOARES VIEIRA

 

MERELINENSE

 

TERRAS BOURO

0

 

0

Árbitro Paulo Gonçalves (A.F. Braga) Auxiliares Luisa Azevedo e Filipe Faria

   

Intervalo

0-0

Alex

 

Simão

Cara

Luisinho

João Paulo

Zé Pedro

Costa

Rui Rato

J. Cardoso

Branca

Davide

Martinho

João Araújo

Luis Salgueiro

Tiago

Xiço

Telmo

Police

Pedrinho

Bispo

Rui André

Gama

Pedro Rocha

   
   

João Salgueiro

Substituições: Xiço por Michel (69 m), Rui André por Ruca (73 m), Gama por Pintas (84 m), Pedri- nho por Márcio (88 m) e Police por Jeremy (90 m). Disciplina: Cartões amarelos para João Cardoso (11 m), Xilço (20 m), Martinho (45 m), Branca (52 m), Police (76 m) e Bispo (90 m).

(45 m), Branca (52 m), Police (76 m) e Bispo (90 m). ROSA SANTOS Jogo entre

ROSA SANTOS

Jogo entre Merelinense e Terras de Bouro foi muito disputado e combativo, apesar das más condições climatéricas

Trave e Simão seguraram o nulo

O MERELINENSE empatou ontem, em casa, a zero, com o Terras de Bouro, na 21.ª jornada da Pró-Na- cional. Duelo foi muito táctico, mas a divisão de pontos acabou por saber melhor aos visitantes, face à sua muralha defensiva intransponível perante um ataque mais acutilante dos locais.

PRÓ-NACIONAL

| Miguel Machado |

Num jogo muito táctico e entre duas equipas com a lição bem estudada, Merelinense e Terras de Bouro não foram ontem além do empate, sem golos, na 21.ª jornada do campeonato distrital da AF Braga. Resultado acabou, no entanto, por preencher mais as medidas ao conjunto visitan- te, já que as melhores oportuni- dades da partida pertenceram à formação da casa. Merelinense foi a equipa que mais arriscou no ataque, assumindo as maiores despesas do encontro, mas não teve arte e engenho para ultra- passar a muralha defensiva mon- tada pelo Terras de Bouro e che- fiada por dois senhores centrais:

Zé Pedro e Rui Rato. E quando os jogadores do Merelinense

Zé Pedro e Rui Rato. E quando os jogadores do Merelinense ROSA SANTOS Divisão de pontos

ROSA SANTOS

Divisão de pontos acabou por saber melhor aos visitantes

conseguiram furar, quase pelo buraco da agulha, esbarraram na trave e numa exibição inspirada do guarda-redes Simão. Partida foi, no entanto, disputa- da sempre em tons de equilíbrio. Perante o rigor táctico, a melhor

oportunidade de golo na primei- ra parte só surgiu aos 28 minu- tos. Pedrinho, avançado do Me- relinense, rodou bem na área mas rematou à barra da baliza do Terras de Bouro. Com os locais mais acutilantes, aos 35 e 36,

Rui André teve mais duas boas situações, mas numa atirou por cima e a outra à figura de Simão. Na segunda parte, o Terras de Bouro até entrou melhor, mas o ataque estava sem inspiração, ao contrário do seu guarda-redes, com Simão a fazer a defesa da tarde, aos 53 minutos, a travar um desvio de João Paulo, após livre de Telmo. Lance empolgou o Merelinense, que atacou sem- pre mais na segunda parte, mas bateu sempre no muro intrans- ponível de Terras de Bouro. Todavia, os visitantes também podiam ter chegado ao golo, em dois erros colossais do guarda- redes do Merelinense, Alex, aos 75 e 87 minutos, com saídas pre- cipitadas fora da baliza e da área, mas nem Michel, nem Po- lice conseguiram atirar certeiro para a baliza que estava deserta.

§cabinas

Pedro Rocha (técnico Merelinense) “Fomos superiores mas não se reflectiu isso no resultado”

“Acho que fomos superiores ao Terras de Bouro, apesar de não se reflectir no resultado. Tivemos mais posse de bola, jogamos com qualidade, criamos mais e as melhores oportunidades, mas falhamos na finalização. E num jogo destes quando não se marca, arriscamo-nos a empatar ou até a sofrer. Mas julgo que construímos, quer na primeira quer na segunda parte, oportu- nidades suficientes para ter somado os três pontos. Não estamos satisfeitos com o em- pate, porque queríamos ter ganho. O resultado é penalizador, de qualquer forma, estou muito satisfeito com os meus jogadores pelo trabalho que realizaram. Apenas não fomos felizes na finalização”.

João Salgueiro (técnico T. Bouro) “Empate positivo num campo difícil e julgo que é justo”

“Foi um bom resultado para nós, porque empatamos fora e num campo tradicionalmente difícil, contra uma equipa que tem bons executantes. Sabíamos que para levar pontos daqui não podía- mos dar ao Merelim aquilo que gosta que são transições e espa- ços nas costas. Jogamos um bocado nesse sentido, travar um dos aspectos fortes deles. Defensivamente estivemos globalmente bem, o nosso senão foi o ataque. Fomos uma equipa a querer chegar depressa de mais ao ataque, quando deviamos ter trabalhado mais o jogo para desmontar a defesa do Merelim. Mas penso que o empate é um resultado justo para aquilo que as duas equipas desenvolveram.”

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do Merelim. Mas penso que o empate é um resultado justo para aquilo que as duas

24 Desporto

2 de Fevereiro 2015 correiodominho.pt

A. F. Braga

Triunfo à lei do penálti

MARIA DA FONTE VENCEU o Joane, por 2-0, com dois golos apontados na conversão de grandes penalidades, por intermédio de Pesca e Simão. Dois lances que deixam dúvidas e marcam o jogo.

PRÓ-NACIONAL

| Joana Russo Belo |

À lei do penálti. O Maria da Fonte venceu o Joane, por 2-0, com dois golos apontados na marca das grandes penalidades, dos pés de Pesca, aos 40 minu- tos, e Simão, aos 83. Os lances duvidosos deixaram os ânimos à flor da pele, sobretudo da equipa e adeptos famalicenses, após o segundo penálti. A verdade é que antes da deci- são do árbitro Pedro Costa, a pri- meira parte estava a ser reparti- da, bem disputada, com duas equipas à procura da vitória e um Joane a surpreender pela or- ganização em campo, que trocou as voltas à equipa da casa, que nem sempre conseguiu tomar conta do jogo e sair em transi- ções defesa/ataque. A toada de equilíbrio dos pri- meiros 40 minutos ficou patente, igualmente, nas oportunidades criadas - apesar de não terem si- do muitas: Rui Abreu desperdi- çou à boca da baliza e depois ati- rou à figura; do lado dos visi- tantes, o ferro travou um cabe- ceamento de André, após canto de Ricardo. Com o jogo em aberto, aos 38 minutos, o primeiro caso: ponta- pé de canto para a equipa da ca- sa e Ricardo a cabecear já com o guardião batido. Vítor Hugo ti- rou a bola com a mão e o árbitro expulsou o avançado, conside- rando que a bola não entrou e as-

o avançado, conside- rando que a bola não entrou e as- DR Depois do empate a

DR

Depois do empate a uma bola na primeira volta, em Joane, M.ª da Fonte venceu em casa

sinalando grande penalidade. Fi- cam as dúvidas no lance, mas a bola pareceu ter ultrapassado a linha de golo. Chamado a marcar, Pesca não desperdiçou e abriu a contagem. Reduzido a dez jogadores com a expulsão de Vítor Hugo, o Joa- ne reorganizou-se para o segun- do tempo e nem parecia estar em inferioridade numérica, já que o Maria da Fonte não soube apro- veitar a superioridade para co- mandar a partida. À excepção de

uma jogada individual de Cas- tro, com um tiro ao poste, pouco mais se viu em termos ofensivos para a formação de Barroso. A perder, Fontão apostou tudo e arriscou ofensivamente com a entrada de Miguel Garcia e João Cruz, mas pouco depois o jogo ficou sentenciado com a decisão de Pedro Costa. Remate de Cos- tinha e suposto corte com o bra- ço do central André. Simão co- brou o penálti, mas atirou ao poste e só na recarga fez o golo.

CAMPO DOS MOINHOS NOVOS

 

M.ª da FONTE

 

JOANE

2

 

0

Árbitro Pedro Costa Auxiliares Júlio Moura e Joaquim Pereira

   

Intervalo

1-0

Miguel

 

Adrian

Pesca

Hugo

Pinto

João André

Ricardo

André

Rui

Cunha

Paulinho

Fina

Henrique

Ricardo

Costinha

Ruca

Rui Abreu

Benício

Castro

Rui Machado

João Miguel

Vítor Hugo

Barroso

 

Fontão

     

Substituições Pinto por Bruno Oliveira (41m), João Miguel por Rúben (65m), Ricardo por Miguel Garcia (65m), Rui Abreu por Simão (71m) e Hugo por João Cruz (76m). Disciplina cartão amarelo para João Miguel (32m), João André (34m), Pesca (53m), Ricardo (55m), Rui (64m), Simão (75m), Bruno Oliveira (77m) e Benício (80m); cartão vermelho directo para Vítor Hugo (38m). Golo Pesca (40m gp) e Simão (83m gp)

- menos

Jogo resolvido por dois lances duvidosos na origem dos penáltis:

no primeiro caso, a bola parece já estar dentro da baliza quando Vítor Hugo a desvia com a mão para fora; no segundo, André terá travado com o braço, mas jogada deixa dúvidas.

§cabinas

Barroso (técnico M.ª da Fonte) “Vitória justíssima”

“É uma vitória justíssima, acabá- mos por ganhar bem. Pena é que, a partir do momento em que ficámos com mais um joga- dor, podíamos ter controlado mais o jogo. O Joane não teve praticamente nenhuma oportu- nidade, nunca saiu da sua defen- siva. Tivemos as despesas do jo- go e ganhámos com todo o mérito. Não há discussão sobre a vitória e não há dúvidas nenhu- mas que são dois penáltis. Um em cima da linha, corta, verme- lho e penálti, outro também, um remate para a baliza, corta com

o braço tem de ser grande pena-

lidade. Ainda podíamos ter feito mais um ou dois golos. Este gru- po tem trabalhado muito bem para reagir a algumas lesões.”

Fontão (técnico Joane) “Só sofremos golos de penálti”

“Em termos de jogo, as primeiras palavras é para a minha equipa, teve um comportamento exce- lente, uma grande atitude e or- ganização. É de lamentar que só sofremos golos de penálti.

É muita coincidência. Tudo fize-

mos para ganhar, mesmo reduzi- dos a dez unidades, numa altura em que o jogo estava equilibra- do. Há situações inexplicáveis. Não podemos fazer mais, porque não nos deixam. Estivemos a re- ver as imagens: o primeiro pe-

nálti é uma falta que não existe,

a bola já estava dentro é golo; e

no segundo, o adversário domi- nou a bola com a mão. A equipa está a melhorar jogo após jogo, vamos conseguir os objectivos.”

PRÓ-NACIONAL RESULTADOS JORNADA 21 TOTAL CASA FORA Serzedelo, 0; Ninense, 0 J VEDMS VEDMS VEDMS
PRÓ-NACIONAL
RESULTADOS
JORNADA 21
TOTAL
CASA
FORA
Serzedelo, 0; Ninense, 0
J
VEDMS
VEDMS
VEDMS
SP d'Arcos, 2; Celoricense, 5
1. Torcatense
41
21
13
2
6
39
23
6
1
3
16
9
7
1
3
23
14
Ronfe, 2; Celeirós, 0
2. Ronfe
39
21
12
3
6
30
25
9
1
1
17
6
3
2
5
13
19
Merelinense, 0; T. Bouro, 0
3. Arões
36
21
10
6
5
30
19
8
0
2
20
8
2
6
3
10
11
Brito, 1; Marinhas, 0
4. T. Bouro
35
21
9
8
4
20
12
7
3
1
12
6
2
5
3
8
6
Taipas, 3; Ág. Graça, 0
5. Amares
33
21
10
3
8
33
24
6
2
2
19
11
4
1
6
14
13
M.
da Fonte , 2; Joane, 0
6. M. da Fonte
31
21
8
7
6
31
27
5
2
3
16
13
3
5
3
15
14
Arões, 2; Amares, 1
7. Ninense
31
21
7
10
4
19
21
4
6
1
15
14
34347
Porto d'Ave, 1; Torcatense, 2
8. Serzedelo
29
20
8
5
7
23
18
5
4
1
13
5
3
1
6
10
13
9. Merelinense
28
21
5
13
3
22
19
3
6
1
10
8
2
7
2
12
11
PRÓXIMA JORNADA
10. Brito
27
21
8
3
10
26
31
5
2
3
16
14
3
1
7
10
17
Celoricense - Ninense
11. Taipas
27
21
7
6
8
24
30
4
2
4
13
13
3
4
4
11
17
Celeiros - SP d'Arcos
12. Celoricense
26
21
7
5
9
36
33
5
3
3
18
12
2
2
6
18
21
T. Bouro - Ronfe
13. Ág. Graça
26
21
6
8
7
31
30
5
4
2
20
14
1
4
5
11
16
Marinhas - Merelinense
14. Marinhas
23
21