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br Artigo: As cooperativas de trabalho depois do projeto de lei 131/2008

C o o p e r a t i v i s m o e m r e v i s ta

Entrevista
Janeiro 2010 - Ano 8 - N°18

Cooperativa Paulista de Teatro


comemora 30 anos

Computação em nuvem
Sua vida na internet

Evento
Evento em Ribeirão Preto discute
Cooperativismo Sindicalista

Antônio Otero
Presidente da Comissão de
Cooperativismo da OAB-SP diz:

“ O cooperativismo é um corretor
das imperfeições dos mercados

Veja também Cooperativismo é modelo de inclusão social
Editorial
Edição n°18 - Janeiro - 2010
Sumário
Entrevista/Capa
Entrevista com Otero 4

Evento em Ribeirão Preto


Cooperativismo Sindicalista
8
A revista EasyCoop chega a sua 18ª edição
Coopernotas 9 e estamos com um novo layout gráfico para
proporcionar uma leitura mais agradável. Es-
peramos que gostem!
Cooperativismo
Inclusão Social
12 Sabemos que o cooperativismo tem um po-
tencial de crescimento enorme, mas para que
este aumento realmente aconteça, o coope-
Tecnologia
13
rativismo deve se unir e lutar por leis mais espe-
Computação nas nuvens cificas, como no caso do ramo do trabalho.

O cooperativismo precisa de leis claras e ob-


Entrevista
30 anos de CPT
14 jetivas, não leis que apresentam brechas para
que as cooperativas sejam caçadas pelo
ministério público e diminuindo consideravel-
Artigos mente os postos de trabalhos.
Projeto 131/2008
17
Para termos ideia de como o cooperativismo é
grande, segundo informações da ACI estima-
Galeria de Fotos 18 se que exista cerca de 800 milhões de pessoas
no mundo cooperativadas, Pelos números da
ACI existem cerca 657 mil cooperativas espa-
lhadas pelo mundo, e no Brasil o cooperativis-
mo representa 6% do PIB brasileira.
Jornalista Responsável
Manoel Paulo MTB 49.639-SP Com estes números vemos que o cooperativis-
Fotos e Redação mo é grande em todo mundo, no Brasil ainda
Manoel Paulo engatinhamos em alguns aspectos, mas se to-
dos se unirem com o mesmo objetivo de forta-
Editoração, Projeto Gráfico e Finalização
lecer o cooperativismo, sem dúvida a repre-
Fernando Matias
sentação do PIB será maior que os atuais 6%.
Impressão: Ingraco Um grande abraço!
Contato: imprensa@easycoop.com.br

A Revista Easycoop é uma publicação do Instituto


Nacional de Desenvolvimento e Valorização do Ser Humano
Endereço: Alameda dos Jurupis, 1005 - 10º andar - Moema - São Paulo/SP
CEP 04088-003 - Telefone: +55 11 5533-2001
Sandra Campos
Entrevista/Capa Para tornar-se forte, o cooperativismo
brasileiro precisa de regulação
Antônio Luis Álvares Otero, advogado e presidente da Comissão do Cooperativismo
da OAB/SP, vem lutando por um melhor entendimento deste setor da economia.

Antônio Otero (centro) presidente da comissão de cooperativismo da OAB-SP

Antônio Luis Guimarães de Comissão de Cooperativis- favorável ao seu desenvol-


Álvares Otero, advogado e mo da OAB/SP e qual o ob- vimento, harmônico com os
presidente da Comissão do jetivo da comissão? demais segmentos produ-
Cooperativismo da OAB/SP, tivos nacionais e compatí-
vem lutando por uma me- Otero: A Comissão foi funda- vel com sua expressividade
C o o p e r a t i v i s m o e m r e v i s ta

lhor compreensão do coo- da pelo Presidente da OAB/ sócio-econômica”.


perativismo no Brasil. SP, Luiz Flávio Borges D´Urso,
há aproximadamente qua- Infelizmente, o cooperativis-
Antonio Otero, em entre- tro anos, para atender uma mo é incompreendido no
vista concedida à revista grande demanda que ha- Brasil. Não basta que o de-
EasyCoop, discorreu sobre via para debater e pacificar fendamos, simplesmente,
a necessidade do desenvol- questões cooperativistas. temos que demonstrar que
vimento do cooperativismo ele também não ofende os
no país e sua harmonização A comissão tem por objeti- demais setores produtivos,
com os demais segmentos vo informal desenvolver o especialmente aqueles que
produtivos nacionais, como cooperativismo em todos os visam lucro.
por exemplo a indústria, o seus ramos, harmonizando-
comércio e o setor de servi- o com os demais segmentos A comissão vem realizan-
ços. produtivos nacionais. For- do vários eventos, como
malmente, a Comissão tem palestras e seminários. Nor-
Otero entende que uma uma missão regimental que malmente, quem participa
grande solução seria a cria- é a de “apoiar, difundir e fo- são advogados. Você não
ção de uma Agência Na- mentar o cooperativismo no acha que as cooperativas
cional do Cooperativismo. universo jurídico, como ins- também deveriam partici-
Confira a entrevista do Ote- trumento indispensável ao par?
ro. progresso e bem-estar da
sociedade, a fim de garan- Otero: Atualmente a nossa
Há quanto tempo existe a tir um ambiente regulatório comissão é uma das mais
4
numerosas da OAB/SP. Nós não teríamos, nem de per- seus representantes.
temos mais de cem mem- to, a produção agropecuá-
bros, em sua maioria advo- ria que temos hoje. Também Mas o pior nó está no Poder
gados. não teríamos eletricidade Judiciário, pois a ausência
nos lugares mais afastados, de regulação cria um clima
Contudo, também temos nem tampouco a grande de desordem, que acaba
entre nós contabilistas, em- inclusão sócio-econômica desaguando indistintamen-
presários, engenheiros, estu- que o setor representou. te no Judiciário.
dantes de direito e dirigen-
tes cooperativistas. Hoje,
e cada vez mais, o nosso
interesse é que as coopera-
tivas participem dos deba-
tes. Embora sejam os advo-
gados os profissionais com
quem temos maior conta-
to, pelo fato da OAB/SP ser

C o o p e r a t i v i s m o e m r e v i s ta
nossa entidade de classe e
representação, a socieda-
de civil é muito bem vinda,
já que na prática é quem
percebe os efeitos de nos-
sa atuação. De tal forma,
as cooperativas não só po-
dem, mas devem participar
das reuniões e palestras que
realizamos. Eu até gostaria Antônio Otero fala sobre cooperativismo
de fazer um convite aberto Em qualquer área que se É um sistema injusto, vitima-

Entrevista/Capa
para que as cooperativas olhe, existe uma cooperati- do pela indolência das au-
participem de nossas reuni- va. Até a reciclagem do lixo toridades, que insistem em
ões ordinárias, que ocorrem não existiria sem as coope- não regulamentar o coope-
todas as segundas quartas- rativas! São fatos corriquei- rativismo de maneira ade-
feiras do mês, na Rua An- ros, mas que são percebi- quada.
chieta, 35 - 9º andar, centro dos, notados ou divulgados
de São Paulo, às 10 horas. por poucos! Veja o exemplo das Coo-
Essas reuniões são abertas e perativas de Trabalho, que
será um imenso prazer rece- Mas falemos especifica- estão sendo perseguidas
ber as cooperativas e seus mente do poder público. sem lógica válida ou crité-
dirigentes na casa dos ad- Todos os demais segmen- rios conhecidos e extintas,
vogados paulistas. tos produtivos nacionais, por vezes, até sem direito à
diga-se indústria, comér- defesa. O terror em tal setor
Você acha que o coopera- cio, serviços, bancos etc., do cooperativismo é tal que
tivismo deveria ter uma im- participam ativamente do o mercado, embora em
portância maior para o po- acompanhamento e for- franca expansão, vem se
der público? mulação de políticas pú- fechando para ele.
blicas no poder executivo.
Otero: Claro. Apesar de o Tal participação se dá, por A incompreensão do poder
setor ser altamente repre- exemplo, nos inúmeros car- público com o cooperativis-
sentativo em várias áreas de gos ocupados ou indicados mo, portanto, decorre “prin-
nossa economia, o respeito politicamente. No legislativo cipalmente”, das funções
que recebe do poder públi- então, a representação dos endêmicas dos mercados,
co é completamente des- setores que visam o lucro é de sua concorrência, seus
proporcional. Ao olharmos ainda mais acentuada, pois efeitos, defeitos e injustiças.
a história do Brasil vemos as empresas fazem doa- O poder público acaba se
que sem as Cooperativas ções vultuosas para eleger tornando por vezes, de ma-
neira indireta e alternada, vismo no Brasil – Regulação prática. Muita gente me
Entrevista/Capa em um Xerife dos setores
melhor representados, por
outras, um balcão de recla-
e Autonomia da Vontade”
e foi publicado na Revista
de Direito Público da Econo-
pergunta: “Otero, será que
as alterações serão aprova-
das?” Eu costumeiramente
mações privadas contra o mia n.o 11, de julho de 2005. respondo a mesma coisa,
cooperativismo ou até uma que não acredito que tais
Tribuna para o setor. Em resumo, o grupo con- mudanças acontecerão,

Pelo fato de o cooperativis-


mo ser um agente estranho
ao lucro e um “grande cor-
retor das imperfeições dos
mercados”, este passa a
ser visto como um “vírus, o
elemento principal de uma
epidemia ou uma persona
non grata”.

Como surgiu a idéia de criar


um órgão para regular o co-
operativismo?

Otero: A idéia da regulação


do cooperativismo prece-
deu a fundação da Comis-
são do Cooperativismo da
OAB/SP.
Antônio Otero em palestra na OAB-SP
Em meados de 2004, alguns
advogados procuraram o cluiu pela “necessidade de pelo menos por hora ou por
Presidente D´Urso, para que um novo marco regulatório obra, talento ou esforço do
fosse formado um grupo para o setor”, sugerindo que legislativo.
C o o p e r a t i v i s m o e m r e v i s ta

que estudasse o coopera- este se desse por intermédio


tivismo no Brasil e pudesse de uma Agência, que deve- Todas as vezes que alguma
apresentar propostas para ria ser criada com urgência lei está na iminência de ser
o grande sofrimento que vi- pelo governo brasileiro. aprovada, surgem oposi-
nha acometendo o setor à tores e discórdias de todos
época. Uma regulação própria da- os lados, especialmente os
ria transparência, consis- escudeiros e representantes
Na ocasião, a missão foi tência e eficiência ao co- dos profusos interesses ocul-
atribuída à Comissão de operativismo brasileiro, que tos e antagônicos dos mer-
Estudos da Concorrência e deveria ter a “autonomia cados.
Regulação Econômica da da vontade” em saudável
OAB SP, que me incumbiu convívio com a legislação e Nesse sentido, quando um
de coordenar um grupo de os mercados nos quais tives- projeto chega para ser vo-
colegas que pudesse apre- se de se manifestar. tado em definitivo, ele se
sentar um parecer que ofe- esvazia quase que por si só,
recesse soluções institucio- A lei 5.764 que rege as co- já que a pressão dos setores
nais para o cooperativismo operativas é de 1971. Você produtivos que objetivam
no Brasil. não acha que é preciso lucros é constante e muito
atualizar a legislação? grande sobre os legislado-
O grupo estudou o tema e res, pois são eles que finan-
concluiu pela necessidade Otero: Está na hora de atu- ciam as campanhas polí-
da regulação do coopera- alizar sim, mas é muito difí- ticas. São eles que gritam
tivismo no Brasil, no artigo cil essa atualização, o que que perderão mercado e
6 que se intitulou “Cooperati- todos nós já sabemos na dinheiro, o que resultará em
menos verbas para novas dado por técnicos e espe- cial, os direitos de setores
campanhas políticas. cialistas que poderiam ser ou pessoas de uma mesma
indicados, de maneira plu- categoria, conseguem uma
Por isso é comum ouvirmos ral e democrática, pelas grande adesão e união po-
a falácia dos setores empre- próprias lideranças e institui- pular. Além de os Sindicatos
sariais de que o setor coope- ções do setor. serem simpáticos, e por falar
rativista não paga impostos quase que apenas em direi-
ou que escamoteia direitos As autoridades poderiam tos, exatamente o que todo
dos trabalhadores ou retira exercer mandato. Seria elei- mundo quer ter ou ouvir fa-
direitos de consumidores. to um formato de custeio e lar, além de não objetivar
haveria ordem e fomento impor quaisquer obrigações
Como já disse, o cooperati- constante, além do respeito diretas ou indiretas, os Sindi-
vismo corrige as distorções aos mais variados direitos. catos também reúnem inte-
de mercado e prospera resse jurídico, legitimidade
exatamente onde há uma Mas haveria alternativas. e competência legais para
efetiva carência de atua- Poderíamos ter um Ministério promover ações judiciais e
ção do poder público ou ou uma Secretaria especiali- administrativas pelas cate-

C o o p e r a t i v i s m o e m r e v i s ta
do interesse do setor priva- zada no cooperativismo. Ou gorias que representam.
do em investir. até mesmo um Conselho.
O que não ocorre com a
Por tudo isso (e muito mais) A OCB – Organização das OCB ou qualquer outra Ins-
é que continuo acreditando Cooperativas Brasileiras po- tituição (não sindical) que
e defendendo a “regulação deria ser utilizada como atue em nome do coopera-
do cooperativismo” no Bra- base e catalisadora de um tivismo brasileiro, diante da
sil, como a melhor mudança novo Sistema Regulador ausência da regulação.
que poderá ocorrer para o do Cooperativismo no Bra-
segmento. sil (SRC). É indiscutível que, O fundamental, de qual-
apesar da falta de pode- quer forma, é que um novo

Entrevista/Capa
O que o cooperativismo res legais de representação Órgão Regulador (ORC) de-
precisa, além de tudo que e regulação, ninguém fez tivesse poderes e pudesse
você disse, para crescer e mais pelo setor do que a ser técnico e objetivo, para
se desenvolver no Brasil? OCB no Brasil. Ninguém tam- que não fosse capturado
pouco reúne inteligência, politicamente ou subjugado
Otero: Eu acho que já disse histórico ou quadros com por interesses econômicos.
bastante. Poderíamos, con- tanta qualidade técnica e Seria ideal que fossem ga-
tudo, desenvolver várias al- de gestão. rantidos a diversidade e os
ternativas a partir do que já princípios cooperativistas.
disse. Façamos alguns exer- Para o desenvolvimento do
cícios básicos de lógica e Cooperativismo no Brasil, Enfim, idéias não faltam. Po-
criatividade. a OCB poderia reunir seus deria oferecer ou debater
valores de gestão e suas muitas outras. Mas, antes
Uma Agência (ANACOOP – expertises com as dos Sindi- de tudo, para o desenvol-
Agência Nacional do Coo- catos para atuar de manei- vimento do cooperativismo
perativismo) viria do Execu- ra conjunta, local e tópica, no Brasil, precisamos primei-
tivo e supriria a maioria dos em setores do cooperativis- ro da união, compreensão
percalços do cooperativis- mo ou regiões geográficas, e boa vontade.
mo no legislativo. já que são Instituições que
possuem capacidades e O Cooperativismo não é o
De uma tacada só, o Go- peculiaridades distintas que patinho feio. É, na verdade,
verno não somente alteraria poderiam se complemen- um frondoso cisne. Perdo-
a base legal do cooperati- tar, de maneira plural e de- em-me o repeteco da fábu-
vismo no Brasil, mas o pre- mocrática. Façamos mais la. C o o p e r a t i v i s m o e m r e v i s ta

pararia para os próximos 20, um raciocínio rápido.


talvez 30 ou 50 anos, sendo Confira a íntegra da entre-
otimistas. Haveria direção, Os Sindicatos, por represen- vista em nosso site www.
gestão e trato adequado, tar, de maneira legal e ofi- easycoop.com.br
CooperEventos Evento em Ribeirão Preto discute
Cooperativismo Sindicalista
No auditório da Brasil Salomão e Mathes Advocacia membros de cooperativas
puderam ouvir um pouco sobre o universo cooperativista e sindicalista.

Evento reúne cooperativistas e sindicalistas em Ribeirão Preto

Cooperativistas, advogados segmento só tem a forta- São Paulo. “Atualmente ou-


e membros de sindicatos es- lecer o cooperativismo em tras OAB estão criando co-
C o o p e r a t i v i s m o e m r e v i s ta

tiveram reunidos no dia 9 de determinado segmento”, missões para estudar o coo-


novembro para debater o disse José Roberto. perativismo”, disse Antônio
cooperativismo e também Álvares Otero.
o que os sindicatos podem O Dr. Antônio Álvares Otero,
fazer em prol dos coopera- presidente da Comissão do Outros palestrantes também
dos. Cooperativismo da OAB-SP participaram do evento. Dr.
iniciou sua palestra sobre Reginaldo Lima Filho, diretor
A abertura do evento ficou as reuniões da Comissão de do Instituto Brasileiro de Di-
por conta do Dr. Brasil Sa- Cooperativismo, destacan- reito Cooperativo (IBDCO-
lomão, anfitrião do evento do os membros mais novos OP); Mauri Viana, presiden-
cedendo o local. da comissão. “O Daniel, a te da Federação Nacional
Sandra e o Dr. Geraldo, to- dos Trabalhadores Cele-
A primeira palestra foi sobre dos são de sindicatos, talvez tistas nas Cooperativas no
a Sindicalização e as Socie- eles sejam os membros mais Brasil (Fenatracoop); Sandra
dades Cooperativas, reali- recentes da comissão, isto Campos, presidente da Fe-
zada pelo Dr. José Roberto mostra a pluralidade da Co- deração dos Trabalhadores
Silvestre, assessor jurídico do missão de Cooperativismo”, em Cooperativas no Estado
Sindicato Nacional das Co- disse Otero. de São Paulo (Fetracesp);
operativas de Serviços Mé- Daniel Wendell, presiden-
dicos (Sincoomed). Antonio Otero defende que te do Sincotrasp; professor
o cooperativismo deve ser Hermes Mendes, consultor
O Dr. José Roberto ressaltou harmônico com os outros do Sincotrasp; Dr. Rodrigo
a importância do coopera- setores da economia. Otero Forcenette e Dr. Thiago Stra-
tivismo ter sindicatos. “A re- falou sobre os frutos que a passon, ambos advogados
presentação sindical com Comissão está criando em da Brasil Salomão e Matthes
8 as peculiaridades de cada outras OAB pelo estado de Advocacia. C o o p e r a t i v i s m o e m r e v i s ta
Coopernotas
Sindicatos poderão realizar Mulheres se unem em

.......................................................................................................................................
doações utilizando-se de cooperativa para fabricar
cooperativas luvas de couros

C o o p e r a t i v i s m o e m r e v i s ta
A nova lei eleitoral que entrou em vigor Mulheres das cidades de Candeias do
tem um parágrafo que habilita coope- Jamari e Itapuã do Oeste se unem por
rativas doarem dinheiro para campa- meio de cooperativa para produzir e
nhas eleitorais. Dessa forma sindicatos vender luvas de couro para empresas
que não realizavam doações, agora de construção civil. São produzidas 10
poderão, já que alguns dos grandes mil pares de luvas por mês. Essa inicia-
sindicatos têm cooperativas de crédito tiva traz a esperança de uma vida me-
e habitacionais, como o Sindicato dos lhor para as mulheres que trabalharão
Metalúrgicos do ABC. na cooperativa.

Coopernotas
Arnaldo Jardim está Maranhão terá lei estadual
otimista com Frencoop/SP do cooperativismo
O deputado federal, Arnaldo Jardim O Projeto de Lei visa disciplinar a polí-
uma das pessoas mais atuantes em fa- tica cooperativista do estado. A Lei re-
vor do cooperativismo disse estar otimis- presenta um avanço para o cooperati-
ta com a Frente Parlamentar do Coo- vismo maranhense. Vale destacar que
perativismo em São Paulo. Ele acredita vários estados brasileiros já tem sua Lei
que o deputado Davi Zaia e os outros Estadual, e o Maranhão está sendo um
deputados serão capazes de imple- dos últimos a propor um projeto de lei
mentar uma dinâmica de trabalho fa- que rege o cooperativismo.
vorável ao cooperativismo.

Lançada Frencoop em Sicredi lança cartão e rede


Maceió de aceitação com bandeira
A Câmara Municipal de Maceió lançou
própria
durante Sessão Pública no último dia 23
O início das operações será em regiões
de novembro a Frente Parlamentar em
onde não há atendimento de outras
Defesa do Cooperativismo (Frencoop).
bandeiras. Em sua fala, o presidente da
A iniciativa da Frente Parlamentar do
cooperativa, Elmo Von Mühlen desta-
Cooperativismo é de autoria da verea-
cou que o novo produto irá alavancar
dora Fátima Santiago (PP) em parceria
negócios na carteira de crédito, segu-
com os vereadores Oscar de Melo (PP),
ros, depósitos à vista e a prazo e o rela-
Silvio Camelo (PV), Ricardo Barbosa
cionamento com pessoas jurídicas.
(PSOL) e Roseane Cavalcante (PTdoB).
9
Cooperativismo Cooperativismo e Inclusão Social
Atualmente o cooperativismo pode ser considerado um modelo de inclusão social,
pois gera milhões de postos de trabalhos

O cooperativismo é um mo- um modelo de inclusão so- tante para o desenvolvimen-


delo socioeconômico capaz cial, porque o principal capi- to do país.
de unir desenvolvimento e tal da cooperativa é a pes-
bem-estar social. soa, é a família.” “Pessoalmente sou um entu-
siasta do cooperativismo e
Os referenciais fundamentais Os números do cooperativis- estou convencido, inclusive,
são: participação democráti- mo no mundo deixam clara de que o cooperativismo é
ca, solidariedade, independên- a importância deste modelo não a única, mas umas das
cia e autonomia. econômico. estratégias importantes para
nós, a médio e longo pra-
O sistema cooperativista A Aliança Cooperativa In- zo, enfrentarmos a crise no
está fundamentado na ternacional estima cerca de Brasil, reflexo ou não da situ-
C o o p e r a t i v i s m o e m r e v i s ta

reunião de pessoas e não 800 milhões de cooperativa- ação internacional. É uma


no capital. Busca a pros- dos no mundo. área que se expandiu muito
peridade conjunta e não bem”, disse José Serra.
de um único individuo. Contando que cada família
tenha quatro pessoas, esti- Em 2008 o cooperativismo
Pensando assim, o coope- ma-se que as cooperativas brasileiro teve um grande
rativismo desenvolve um im- sejam responsáveis pela ren- crescimento, gerando mais
portante papel na inclusão da de 3,2 bilhões de pessoas emprego e renda para as-
socioeconômico da popula- em todo o mundo. sociados, familiares e comu-
ção. nidades onde há cooperati-
O governador de São Paulo, vas.
O presidente da Frente Par- José Serra, em discurso reali-
lamentar do Cooperativismo zado em julho no Mato Gros- Atualmente o cooperati-
na Câmara dos Deputados, so do Sul sobre agronegócio vismo representa 6% do PIB
Odacir Zonta, diz que “o co- e cooperativismo, disse que brasileiro com faturamento
12 operativismo tem, no Brasil, o cooperativismo é impor- de R$ 84,9 bilhões. C o o p e r a t i v i s m o e m r e v i s ta
Computação em Nuvens: A nova
onda da internet
Conhecido também pelo termo em inglês, Cloud Computing é aplicativos que
funcionam por meio de uma rede e sendo acessado remotamente, via internet.

Grandes nomes da indústria em seu computador. Um seu cotidiano, utilize o Flickr


da tecnologia, como Micro- dos serviços existentes, e (flickr.com), do Yahoo. Ele
soft, Google, Yahoo, Intel, gratuito, é o Google Docs coloca suas fotos na inter-
entre outras estão canali- (docs.google.com), da gi- net e outros usuários pode-
zando investimentos para gante Google. Nele, é pos- rão vê-las e inserir comentá-
desenvolver aplicativos que sível criar textos, planilhas e rios em cada foto.
funcionem pela internet. apresentações e comparti-

C o o p e r a t i v i s m o e m r e v i s ta
lhar esses arquivos com ou- Desafios
Um exemplo bem simples tras pessoas que poderão,
para entender a computa- não somente ler, mas tam- Como toda nova tecno-
ção em nuvem é a utiliza- bém editar. logia surge os desafios. No

ção do webmail. Ao invés Se o usuário precisar guar- caso da computação em


Tecnologia
de utilizar um programa ins- dar documentos e fotos, em nuvem, os desafios são a
talado no computador para vez de guardar em CD ou confiabilidade e segurança.
ler seus e-mails, o internauta DVD poderá armazenar na O usuário quer a garantia
os acessará por meio da internet, nos discos virtuais. de que seus dados não se-
internet. Exemplos de web- O usuário poderá acessá- rão acessados por terceiros
mails são: Gmail, Yahoo Mail los, de qualquer lugar, bas- e que estes não serão per-
e Hotmail, entre outros. tando utilizar um serviço didos por algum problema
como o Skydrive (skydrive. que ocorra nos computado-
Mas não existem somente live.com), da Microsoft que res que armazenam as infor-
os e-mails como exemplo. está no site do MSN (MSN. mações dos usuários.
Usuários já podem editar com.br).
textos, elaborar planilhas e A certeza que fica, que mui-
até apresentação de slides Mas se você quer mostrar as ta coisa ainda irá mudar
como se estivessem utilizan- belas fotos que você fez em e acontecer nos próximos
do um programa instalado uma viagem ou imagens do anos. C o o p e r a t i v i s m o e m r e v i s ta

13
Entrevista CPT CPT comemora 30 anos de História
Quem poderia imaginar uma cooperativa de artistas sobreviver a tantas mudanças
econômicas e sociais de um país?

Cene Gots vice-presidente da cooperativa e Aimam Hammoud


Esta é a Cooperativa Pau- Aiman: É gratificante, ainda Cene: A satisfação é tama-
C o o p e r a t i v i s m o e m r e v i s ta

lista de Teatro, que em 2009 mais com as dificuldades nha, em participar desse
comemorou seus 30 anos que nós vivemos e com ins- quadro societário de mo-
de vida em prol da cultura, tabilidade econômica do delo bem particular que é o
e que implanta um novo sis- país. Para você ver, um gru- cooperativismo, onde o ar-
tema de gestão, o EasyCO- po de artistas há 30 anos, ar- tista passa a ser inserido de
OP, desenvolvido pela Easy tistas destemidos, querendo forma regular, o que é bem
System, visando obter maior fazer alguma coisa impor- difícil até por uma questão
transparência em suas ope- tante e, de repente, conse- cultural, e trazer esse artista
rações e oferecer maior co- guem sobreviver durante 30 para a formalidade, para a
modidade e flexibilidade no anos num país que não tem regulamentação, onde ele
atendimento aos coopera- políticas culturais sérias. passa a ter seus direitos e
dos e tomadores de serviço. obrigações, em um sistema
Para esta entrevista, convi- Hoje a cooperativa é uma cooperativista onde ele de-
damos a vice-presidente, referência no país. Foi à cide aonde vai atuar, traba-
Cene Gots, e o tesoureiro, primeira cooperativa de lhar, de que forma, horário.
Aiman Hammoud, para teatro do Brasil, não existia Ele é dono da própria força
contar sobre os 30 anos da nada parecido. Então, é de trabalho.
cooperativa e as inovações muito gratificante trabalhar
tecnológicas que estão sen- em uma cooperativa que Como estão sendo come-
do implementados para fa- sobreviveu durante 30 anos morados estes 30 anos da
cilitar o trabalho da coope- num país onde a cultura é cooperativa?
rativa. colocada em segundo pla-
no. Atualmente, a coope- Cene: Nós planejamos qua-
A Cooperativa Paulista de rativa conta com quatro mil tro eventos ao longo desse
Teatro completou 30 anos associados, todos voltados ano. O primeiro foi o Prêmio
de história. Como é partici- para a área de cultura. É CPT. Foi o primeiro ano de
par de um projeto com 30 importantíssimo comemorar entrega de um prêmio de
14 anos de vida? essa data. reconhecimento de núcleos
de produção. Nós prioriza- cooperativa capacita pro- Como foi o trabalho de im-
mos, neste prêmio, o coleti- fissionalmente seus sócios. plantação do sistema na
vo ao invés de prêmios indi- Hoje nós temos um projeto Cooperativa Paulista de Te-
viduais. desenvolvido, juntamente atro?
com a Fundação Nacional
O segundo evento que re- de Arte (Funarte) e a Secre- Cene: No momento, ainda
alizamos foi IV Mostra Lati- taria do Estado da Cultura estamos finalizando este
no Americano de Teatro de chamado CAT (Centro de processo, validando as mu-
Grupo. Esta mostra ocorre Aprimoramento Teatral), danças que foram feitas no
anualmente e traz grupos onde o cooperado tem vá- sistema.
do Brasil e da América Lati- rias oficinas disponíveis (mú-
na. sica, dança, interpretação, Aiman: Nós partimos do se-
dramaturgia, etc). guinte ponto, foi verificado
O terceiro evento foi o Tea- o que a Easy tinha no siste-
tro nos Parques, a abertura Como o surgiu o contato ma e o que poderia aten-
foi no dia 5 de setembro no com a Easy System? der à cooperativa. No siste-

C o o p e r a t i v i s m o e m r e v i s ta
Parque da Água Branca. ma que a Easy System tinha
Foram 32 apresentações Cene: Em 2003 eu partici- pronto naquele momento,
ao longo de dois meses se- pei de um curso promovido nos atendia em 60%, e isso
tembro e outubro, em vários pelo Sescoop que foi a ca- foi ótimo. Agora estamos no
parques da cidade. pacitação de gestores para processo para completar os
o cooperativismo. Nesse 40% restantes.
O quarto evento, que fe- evento eu conheci a Easy
chou as comemorações, foi System que, na época, ti- O sistema facilitará o traba-
o lançamento do livro com nha acabado de lançar no- lho da cooperativa?
a história dos 30 anos da co- vos softwares no mercado.
operativa. Esse primeiro livro Cene: Nós estamos certos

Entrevista CPT
é o resgate histórico da co- Fizemos um contato com disso. Numa cooperativa é
operativa, que foi elabora- eles, mas nosso trabalho essencial para você ter agi-
do pelo Alexandre Mate. tem muitas especificida- lidade. Muitas vezes, preci-
des e, naquele momento, samos tomar decisões muito
Existem ações que a coope- foi inviável a aquisição do rápidas e, para isso, preci-
rativa realize para estimular software. Neste ano com a samos ter dados confiáveis
as pessoas a assistirem es- transição do sistema, nós os para tomar a decisão cor-
petáculos teatrais? procuramos e eles estavam reta. Nós estamos acredi-
com módulo mais flexível tando muito e nossa expec-
Cene: Nós temos grupos e que atendia ao que nós tativa no sistema da Easy
que recebem recursos da queríamos. Então surgiu à System é muito boa.
lei Rouanet e outras leis de parceria entre da Easy Sys-
incentivo, permitindo que os tem e a Cooperativa Paulis- Aiman: Faz parte do projeto,
espetáculos sejam gratuitos. ta de Teatro. também, a reformulação
Nós estamos com um proje- do website, que oferecerá
to habilitado pela lei Roua- Aiman: Nossa cooperativa inúmeros recursos para faci-
net chamado de Formador tem muitas especificações litar a vida do cooperado.
de Platéia, que no momento bem diferentes das outras.
inclusive precisa de patroci- A forma de trabalho, por Cene: A Easy System foi su-
nadores. Este projeto atingi- exemplo, nós não lidamos per atencioso conosco,
rá todas as universidades do com o produto final como acho que todos os esforços
país. Por isso estamos atrás as cooperativas de traba- estão sendo empenhados
de incentivadores e patro- lho, nós temos núcleo de para nós chegarmos ao sis-
cinadores para este projeto. produção, então é um pro- tema ideal. Tanto nós da
São ações que a coopera- cedimento bem diferente, cooperatuva como a equi-
tiva faz para ampliar essa inclusive foram feitas várias pe da Easy System estamos
base de espectadores. adaptações para atender trabalhando para chegar-
às nossas necessidades ope- mos ao ponto que todos fi-
Aiman: Por outro lado, a racionais da cooprativa. carão satisfeitos. C o o p e r a t i v i s m o e m r e v i s ta
15
As Cooperativas de trabalho depois
do projeto de lei 131/2008
José Eduardo Gibello Pastore.

O Projeto de Lei 131/2008 e extraordinária, já prevista bleias, elevando o números


traz algumas novidades de na Lei 5.764/1971. de sócios nas mesmas, é
trabalho. Como maioria já outro elemento importante.
sabe, não é a legislação O espírito da lei nesse senti- Esta condição, a valoriza-
que necessariamente muda do é fazer com que coope- ção do ato cooperativo e
a realidade. Essa informa- rados em cooperativas de da autogestão, traz maior
ção é importante, uma vez trabalho não se comportem segurança jurídicas para as

C o o p e r a t i v i s m o e m r e v i s ta
que muitos estão esperan- somente como usuários, cooperativas, visto que tem
do que, com a vigência da mas como reais e efetivos é efetivamente sócio não
referida Lei, tudo vá se resol- donos desse tipo de empre- entra com ação na Justiça
ver. endimento. É o ato corpora- do Trabalho, alegando ser
empregado.

Os aspectos externos da lei


visam a comunicar que a
relação de trabalho deste
tipo de cooperativa deve
estar longe do trabalho su-

Artigo
bordinado. A natureza jurí-
dica do trabalho associati-
vo se encontra na figura do
trabalho coordenado. As
cooperativas de trabalho
que desejam manter-se no
mercado vão ter de obser-
var essas premissas.

A segurança jurídica para


cooperativa de trabalho, a
partir da vigência do PLC
Eduardo Pastore advogado 131/08, está no campo fáti-
co. São os fatos e não mais
Importante esclarecer que tivo de trabalho, o elemento a retórica de que as coope-
o que esta lei pretende é mais importante nesse senti- rativas de trabalho não po-
trazer maior segurança ju- do ( artigo 79 da Lei 5.764/71 dem ter “limitado o principio
rídica na contratação de ), ainda que abordado de da autogestão”, por conta
cooperativas de trabalho. forma indireta. de direitos mínimos garanti-
E, nesse ponto, é necessário dos pelo PLC 131/08, dessas.
uma reflexão. O ato cooperativo traz con-
sigo o principio da dupla Quem desejar continuar
A nova legislação está dirigi- qualidade, no qual o sócios- ainda gerindo esse tipo de
da para dois focos: um inter- cooperados são donos e empreendimentos deverá
no e outro externo. Em rela- usuários da cooperativa si- entender que, de fato e de
ção ao interno, a lei valoriza multaneamente. direito, sociedades coope-
o principio da autogestão, rativas têm muitos donos e
com a criação de um novo O estímulo à participação esses são seus verdadeiros
tipo de assembleia ordinária de associados em assem- usuários. C o o p e r a t i v i s m o e m r e v i s ta

17
Cooperativismo
Sindicalista

Foi realizado no dia 9 de


novembro na cidade de
Ribeirão Preto no auditório
da Brasil Salomão e Matthes
Advocacia evento para Dr. Brasil Salomão Dr. Reginaldo Ferreira, diretor do IBDCOOP
discutir temas relevantes ao
cooperativismo, dentre eles
a representação sindical do
cooperativismo.

Sandra Campos, presidente da Fetracesp Dr. José Roberto, assessor jurídico Sincoomed
C o o p e r a t i v i s m o e m r e v i s ta

.........................
Dr. Rodrigo Forcenette, advogado Dr. Marco Aurélio Kaluf, consultor jurídico

Posse dos diretores do


Sintracesp e Sintrecesp

O Sindicato dos
Trabalhadores em
GaleriaFotos

Cooperativas de Trabalho de Sandra Campos, presidente da Fetracesp Dr. Maud Nogueira, da Uniodonto-SP
São Paulo e o Sindicato dos
Trabalhadores Empregados
em Cooperativas de São
Paulo realizaram no dia 15
de setembro a posse de seus
respectivos diretores com
a presença do presidente
na Uniodonto São Paulo, Dr.
Professor Hermes Dra. Ana Maria, da OAB/SJC
Maud Nogueira Fragoas,
entre outros convidados.

Momento do Hino Nacional Público presente na cerimônia

18
13º Encontro
Cooperativo

Ocorreu na quarta-feira, 30,


na sede da Seguros Unimed,
em São Paulo, a 13ª edição
do Encontro Cooperativo.
Público presente no evento Francisco Reposse, do Sicoob O evento teve como tema
Fusão e Incorporação de
Cooperativas. O convidado
para abordar o assunto foi o
coordenador da Comissão
Nacional para Políticas
de Crédito e Gestão de
Riscos do Sicoob, Francisco
Reposse Junior.

......................
Palestra sobre Fusão e Incorporação Alexandre Augusto Filho, abertura

1º Encontro da
Frencoop/SP

O 1º Encontro da

C o o p e r a t i v i s m o e m r e v i s ta
Frente Parlamentar do
Aldo Rebelo e Sandra Campos Sandra, Antônio Otero e Daniel Wendell Cooperativismo Paulista
ocorreu no dia 14 de
setembro com o tema
“Proposta de Modificação
do Código Florestal”, e teve
a presença de políticos e
os presidentes da Ocesp e
OCB.

......................
Deputado federal, Odacir Zonta Luiz, Arnaldo, José, Sandra, Fernando e Daniel

Fetracesp realiza
GaleriaFotos
palestra para
cooperados

A palestra foi feita pelo


Luiz Antônio de Medeiros Medeiros, Renato e Antônio Lopes secretário de Relações de
Trabalho do Ministério do
Trabalho, Luiz Antônio de
Medeiros e com apoio de
outros sindicatos.

Medeiros e Arnaldo da IDEALCOOPER Cooperados presentes na palestra