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Wagner Miranda Barbosa

Wagner Miranda Barbosa

1. Organização do SUS 1.1. O SUS nas unidades federadas. 1.2. A regionalização como eixo
1. Organização do SUS 1.1. O SUS nas unidades federadas. 1.2. A regionalização como eixo

1. Organização do SUS

1.1. O SUS nas unidades federadas. 1.2. A regionalização como eixo estruturante do SUS. 1.3. Instrumentos de Gestão do SUS

2. Financiamento do SUS

2.1. O financiamento de políticas públicas de saúde do SUS

2.2. Financiamento para o custo do SUS e para Investimentos

2.2.1. Bloco da Atenção Básica (AB)

2.2.2. Bloco da Atenção de Média e Alta Complexidades

2.2.3. Bloco da Vigilância em Saúde

2.2.4. Bloco da assistência farmacêutica

2.2.5 Bloco de Financiamento para Gestão do SUS

3. Controle Social no SUS

3.1. Controle social e gestão participativa

3.2. Conselhos de saúde

3.3. Conferências de Saúde 3.4. Ouvidorias

 Estudaremos:  a estrutura de organização do SUS ,  os instrumentos de gestão
 Estudaremos:  a estrutura de organização do SUS ,  os instrumentos de gestão

Estudaremos:

a estrutura de organização do SUS, os instrumentos de gestão utilizados, o financiamento, as formas de controle social e a importância da participação popular na saúde pública.

 Objetivos:  Identificar as principais características da organização do SUS.  Discriminar as fontes
 Objetivos:  Identificar as principais características da organização do SUS.  Discriminar as fontes

Objetivos:

Identificar as principais características da organização do SUS.

Discriminar as fontes de recursos de financiamento do SUS.

Diferenciar os principais aspectos do controle social.

1. Organização do SUS 1.1. O SUS nas unidades federadas.  O SUS, instituído pela
1. Organização do SUS 1.1. O SUS nas unidades federadas.  O SUS, instituído pela

1. Organização do SUS 1.1. O SUS nas unidades federadas.

O SUS, instituído pela Constituição da Republica Federativa do Brasil, em 1988, tem como objetivo o

bem-estar e a justiça social.

política de inclusão social e preza pelo direito da cidadania

1. Organização do SUS 1.1. O SUS nas unidades federadas.  Como política de Estado:
1. Organização do SUS 1.1. O SUS nas unidades federadas.  Como política de Estado:

1. Organização do SUS 1.1. O SUS nas unidades federadas.

Como política de Estado:

Articula-se em todas as Unidades Federadas

Disciplinado por instrumentos institucionais, legais

definem as condições para viabilizar o direito à saúde de todo cidadão brasileiro.

1. Organização do SUS 1.1. O SUS nas unidades federadas. A. Quem são os gestores
1. Organização do SUS 1.1. O SUS nas unidades federadas. A. Quem são os gestores

1. Organização do SUS 1.1. O SUS nas unidades federadas.

A. Quem são os gestores do SUS?

Representantes de cada esfera de governo com funções do Poder Executivo na saúde:

No âmbito nacional, o Ministro da Saúde;

No estadual, o Secretário de Estado da Saúde; e

No municipal, o Secretário Municipal de Saúde brasileiro.

1. Organização do SUS 1.1. O SUS nas unidades federadas. A. Quem são os gestores
1. Organização do SUS 1.1. O SUS nas unidades federadas. A. Quem são os gestores

1. Organização do SUS 1.1. O SUS nas unidades federadas.

A. Quem são os gestores do SUS?

competências e as atribuições

A lei 8080/90 detalhar a as competências e as atribuições da direção do SUS em cada esfera.

1. Organização do SUS 1.1. O SUS nas unidades federadas. A. Quem são os gestores
1. Organização do SUS 1.1. O SUS nas unidades federadas. A. Quem são os gestores

1. Organização do SUS 1.1. O SUS nas unidades federadas.

A. Quem são os gestores do SUS?

competências e as atribuições

E as diversidades das Unidades Federativas?????

1. Organização do SUS 1.1. O SUS nas unidades federadas. A. Quem são os gestores
1. Organização do SUS 1.1. O SUS nas unidades federadas. A. Quem são os gestores

1. Organização do SUS 1.1. O SUS nas unidades federadas.

A. Quem são os gestores do SUS?

competências e as atribuições

E as diversidades das Unidades Federativas?????

as diversidades de políticas-administrativas

desigualdade das estruturas existentes

Mais especificamente dos municípios??????

Tornam mais complexo os processos da descentralização

1. Organização do SUS 1.1. O SUS nas unidades federadas. A. Quem são os gestores
1. Organização do SUS 1.1. O SUS nas unidades federadas. A. Quem são os gestores

1. Organização do SUS 1.1. O SUS nas unidades federadas.

A. Quem são os gestores do SUS?

Os dirigentes do SUS criaram arranjos institucionais

para viabilizar o processo de gestão compartilhada.

Surgiram as Comissões Intergestores:

Tripartite CIT (representantes das gestões: municipal, estadual e federal) Bipartite CIB (gestores estaduais e municipais)

1. Organização do SUS 1.2. A regionalização como eixo estruturante do SUS  A regionalização
1. Organização do SUS 1.2. A regionalização como eixo estruturante do SUS  A regionalização

1. Organização do SUS 1.2. A regionalização como eixo estruturante do SUS

A regionalização é a diretriz:

Que orienta o processo de descentralização das ações e serviços de saúde e os processos de negociação e pactuação entre os gestores.

1. Organização do SUS 1.2. A regionalização como eixo estruturante do SUS  No Pacto
1. Organização do SUS 1.2. A regionalização como eixo estruturante do SUS  No Pacto

1. Organização do SUS 1.2. A regionalização como eixo estruturante do SUS

No Pacto pela Saúde 2006:

A regionalização é o eixo estruturante de uma de suas três dimensões O Pacto de Gestão do SUS:

Orienta o processo de identificação e construção de Regiões de Saúde que visa:

Garantir o direito da população à saúde, e

Manter os processos de negociação e pactuação entre os gestores

1. Organização do SUS 1.2. A regionalização como eixo estruturante do SUS  Regiões de
1. Organização do SUS 1.2. A regionalização como eixo estruturante do SUS  Regiões de

1. Organização do SUS 1.2. A regionalização como eixo estruturante do SUS

Regiões de Saúde:

Portanto as ações, os serviços públicos de saúde e os serviços privados contratados ou conveniados que

integram o SUS compõem uma rede de serviços de saúde que se organiza de maneira regionalizada e hierarquizada, em níveis de complexidade crescente.

1. Organização do SUS 1.2. A regionalização como eixo estruturante do SUS  Regiões de
1. Organização do SUS 1.2. A regionalização como eixo estruturante do SUS  Regiões de

1. Organização do SUS 1.2. A regionalização como eixo estruturante do SUS

Regiões de Saúde:

Implementar a regionalização é enfrentar desafios,

convocar vontades nos parceiros.

Importância das CIB´s e CIT

1. Organização do SUS 1.3. Instrumentos de Gestão do SUS  Empenho continuo em planejar,
1. Organização do SUS 1.3. Instrumentos de Gestão do SUS  Empenho continuo em planejar,

1. Organização do SUS 1.3. Instrumentos de Gestão do SUS

Empenho continuo em planejar, monitorar e avaliar as ações e serviços de saúde.

Instrumentos de Gestão do SUS  Empenho continuo em planejar, monitorar e avaliar as ações e
1. Organização do SUS 1.3. Instrumentos de Gestão do SUS 1) Planejamento:  Ato de
1. Organização do SUS 1.3. Instrumentos de Gestão do SUS 1) Planejamento:  Ato de

1. Organização do SUS 1.3. Instrumentos de Gestão do SUS

1) Planejamento:

Ato de decidir com antecedência o que será feito.

Dar direção ao processo de consolidação do SUS

É requisito para fins de repasse de recursos e de controle e auditoria.

1. Organização do SUS 1.3. Instrumentos de Gestão do SUS 1) Planejamento: Alguns instrumentos de
1. Organização do SUS 1.3. Instrumentos de Gestão do SUS 1) Planejamento: Alguns instrumentos de

1. Organização do SUS 1.3. Instrumentos de Gestão do SUS

1) Planejamento:

Alguns instrumentos de Planejamento no âmbito da

saúde:

Planos Plurianuais (PPA)

Lei de Diretrizes Orçamentárias (LDO)

Lei Orçamentária Anual (LOA) Planos Nacional, Estadual e Municipal de Saúde

Programação Anual de Saúde

Relatório Anual de Gestão.

1. Organização do SUS 1.3. Instrumentos de Gestão do SUS 2) Avaliação:  A avaliação
1. Organização do SUS 1.3. Instrumentos de Gestão do SUS 2) Avaliação:  A avaliação

1. Organização do SUS 1.3. Instrumentos de Gestão do SUS

2) Avaliação:

A avaliação é um conjunto de ações que permite emitir um

juízo de valor sobre algo que está acontecendo a partir de

um paradigma, com o objetivo de ajudar na tomada de decisão.

Deve produzir informação e conhecimento que servirão

para como fator orientador de decisão dos gestores do SUS

1. Organização do SUS 1.3. Instrumentos de Gestão do SUS 2) Avaliação:  A avaliação
1. Organização do SUS 1.3. Instrumentos de Gestão do SUS 2) Avaliação:  A avaliação

1. Organização do SUS 1.3. Instrumentos de Gestão do SUS

2) Avaliação:

A avaliação é um conjunto de ações que permite emitir um

juízo de valor sobre algo que está acontecendo a partir de

um paradigma, com o objetivo de ajudar na tomada de decisão.

Deve produzir informação e conhecimento que servirão

para como fator orientador de decisão dos gestores do SUS

1. Organização do SUS 1.3. Instrumentos de Gestão do SUS 2) Avaliação:  A avaliação
1. Organização do SUS 1.3. Instrumentos de Gestão do SUS 2) Avaliação:  A avaliação

1. Organização do SUS 1.3. Instrumentos de Gestão do SUS

2) Avaliação:

A avaliação pode ser:

Direta, por meio da observação, coletando-se dados primários ou

Indireta, por meio da análise de indicadores.

1. Organização do SUS 1.3. Instrumentos de Gestão do SUS 2) Avaliação:  O olhar
1. Organização do SUS 1.3. Instrumentos de Gestão do SUS 2) Avaliação:  O olhar

1. Organização do SUS 1.3. Instrumentos de Gestão do SUS

2) Avaliação:

O olhar direto é realizado sistematicamente:

pelas equipes de vigilância sanitária,

pelo controle de ações de serviços de saúde,

pela auditoria do SUS,

pelo controle social e,

pelas áreas técnicas especializadas.

1. Organização do SUS 1.3. Instrumentos de Gestão do SUS 3) Controle  Conjunto de
1. Organização do SUS 1.3. Instrumentos de Gestão do SUS 3) Controle  Conjunto de

1. Organização do SUS 1.3. Instrumentos de Gestão do SUS

3) Controle

Conjunto de ações e processos que buscam a conformidade da estrutura e prestação de serviços de saúde com as normas estabelecidas.

inter-relaciona com várias funções:

Planejamento, Contratualização/contratação,

Regulação do acesso e

Avaliação de serviços e sistemas de saúde.

1. Organização do SUS 1.3. Instrumentos de Gestão do SUS 3) Controle  Instrumentos de
1. Organização do SUS 1.3. Instrumentos de Gestão do SUS 3) Controle  Instrumentos de

1. Organização do SUS 1.3. Instrumentos de Gestão do SUS

3) Controle

Instrumentos de Controle:

Cadastro Nacional de Estabelecimentos de Saúde (CNES)

Programação Física e Orçamentária por Estabelecimento

Autorização para Procedimentos Ambulatoriais de Alta Complexidade (APAC).

1. Organização do SUS 1.3. Instrumentos de Gestão do SUS 4) Auditoria  Conjunto de
1. Organização do SUS 1.3. Instrumentos de Gestão do SUS 4) Auditoria  Conjunto de

1. Organização do SUS 1.3. Instrumentos de Gestão do SUS

4) Auditoria

Conjunto de técnicas que visa verificar estruturas, processos e resultados e a aplicação de recursos financeiros,

confrontação entre uma situação encontrada e determinados critérios técnicos, operacionais ou legais,

exame de controle na busca da melhor aplicação de recursos,

visando evitar ou corrigir desperdícios, irregularidades, negligências e omissões.

1. Organização do SUS 1.3. Instrumentos de Gestão do SUS 5) Regulação  Regulação na
1. Organização do SUS 1.3. Instrumentos de Gestão do SUS 5) Regulação  Regulação na

1. Organização do SUS 1.3. Instrumentos de Gestão do SUS

5) Regulação

Regulação na saúde pode ser definida como:

criar ou definir normas técnicas e políticas

p. ex.: as portarias publicadas pelo Gabinete do Ministro ou dos Secretários, as resoluções do colegiado da ANVISA.

1. Organização do SUS 1.3. Instrumentos de Gestão do SUS 5) Regulação  Está incluída
1. Organização do SUS 1.3. Instrumentos de Gestão do SUS 5) Regulação  Está incluída

1. Organização do SUS 1.3. Instrumentos de Gestão do SUS

5) Regulação

Está incluída nas diretrizes do Pacto pela Saúde 2006, aprovado pelo Conselho Nacional de Saúde (CNS), em 9 de fevereiro de 2006, regula:

os sistemas de saúde

a produção direta de ações de saúde nos diversos níveis de

complexidade

sobre o acesso dos usuários à assistência nestes níveis.

1. Organização do SUS 1.3. Instrumentos de Gestão do SUS 5) Regulação  Também: 
1. Organização do SUS 1.3. Instrumentos de Gestão do SUS 5) Regulação  Também: 

1. Organização do SUS 1.3. Instrumentos de Gestão do SUS

5) Regulação Também:

a contratação dos serviços da rede privada ou filantrópica.

são aprovadas pelas Comissões Intergestores Bipartites CIB e homologadas pelo MS

1. Organização do SUS 1.3. Instrumentos de Gestão do SUS 5) Regulação
1. Organização do SUS 1.3. Instrumentos de Gestão do SUS 5) Regulação

1. Organização do SUS 1.3. Instrumentos de Gestão do SUS

5) Regulação

1. Organização do SUS 1.3. Instrumentos de Gestão do SUS 5) Regulação
2. Financiamento do SUS 2.1. Financiamento de Políticas Públicas de saúde  “O Sistema Único
2. Financiamento do SUS 2.1. Financiamento de Políticas Públicas de saúde  “O Sistema Único

2. Financiamento do SUS 2.1. Financiamento de Políticas Públicas de saúde

“O Sistema Único de saúde será financiado, nos termos do art. 195, com recursos do orçamento da seguridade

social, da União, dos Estados, do Distrito Federal e dos

Municípios, além de outras fontes”.

2. Financiamento do SUS 2.1. Financiamento de Políticas Públicas de saúde  Até meados da
2. Financiamento do SUS 2.1. Financiamento de Políticas Públicas de saúde  Até meados da

2. Financiamento do SUS 2.1. Financiamento de Políticas Públicas de saúde

Até meados da déc 90:

centralização do sist.de saúde e do seu financiamento na esfera federal.

13/09/00- Emenda Constitucional 29

Estabelece % mínimos das receitas da União,dos estados, do

Distrito Federal e dos municípios, a serem aplicados em

ações e serviços públicos de saúde

2. Financiamento do SUS 2.1. Financiamento de Políticas Públicas de saúde  Pacto em defesa
2. Financiamento do SUS 2.1. Financiamento de Políticas Públicas de saúde  Pacto em defesa

2. Financiamento do SUS 2.1. Financiamento de Políticas Públicas de saúde Pacto em defesa do SUS

estabelece, como uma de suas ações, a regulamentação da EC. n.° 29 pelo Congresso Nacional.

artigo 35 da Lei Orgânica: Critérios para distribuição de recursos:

perfil demográfico da região;

perfil epidemiológico da população a ser coberta;

características quantitativas e qualitativas da rede de saúde na área;

desempenhos técnico, econômico e financeiro no período anterior;

2. Financiamento do SUS 2.1. Financiamento de Políticas Públicas de saúde  artigo 35 da
2. Financiamento do SUS 2.1. Financiamento de Políticas Públicas de saúde  artigo 35 da

2. Financiamento do SUS 2.1. Financiamento de Políticas Públicas de saúde

artigo 35 da Lei Orgânica: Critérios para distribuição de recursos:

níveis de participação do setor saúde nos orçamentos

estaduais e municipais;

previsão do plano qüinqüenal de investimentos da rede e

ressarcimento do atendimento a serviços prestados para outras esferas de governo.

2. Financiamento do SUS 2.1. Financiamento de Políticas Públicas de saúde  NOB/93:  impulso
2. Financiamento do SUS 2.1. Financiamento de Políticas Públicas de saúde  NOB/93:  impulso

2. Financiamento do SUS 2.1. Financiamento de Políticas Públicas de saúde

NOB/93:

impulso à descentralização, os municípios com maior protagonismo no financiamento

NOAS 01/2002:

esfera estadual d passa a participar de forma muito mais ativa

2. Financiamento do SUS 2.1. Financiamento de Políticas Públicas de saúde  Pacto pela Saúde
2. Financiamento do SUS 2.1. Financiamento de Políticas Públicas de saúde  Pacto pela Saúde

2. Financiamento do SUS 2.1. Financiamento de Políticas Públicas de saúde

Pacto pela Saúde 2006:

2. Financiamento do SUS 2.1. Financiamento de Políticas Públicas de saúde  Pacto pela Saúde 2006:
2. Financiamento do SUS 2.2. Financiamento para o custo do SUS e para Investimentos. 
2. Financiamento do SUS 2.2. Financiamento para o custo do SUS e para Investimentos. 

2. Financiamento do SUS

2.2. Financiamento para o custo do SUS e para

Investimentos.

Pacto pela Saúde 2006:

alocação dos recursos federais em cinco blocos:

I.

Atenção Básica;

II.

Atenção de Média e Alta Complexidade;

III.

Vigilância em Saúde;

IV.

Assistência Farmacêutica; e

V.

Gestão do SUS.

2. Financiamento do SUS 2.2. Financiamento para o custo do SUS e para Investimentos. 
2. Financiamento do SUS 2.2. Financiamento para o custo do SUS e para Investimentos. 

2. Financiamento do SUS

2.2. Financiamento para o custo do SUS e para Investimentos.

Pacto pela Saúde 2006:

I. Bloco da Atenção Básica (AB);

Bloco integrado por dois componentes

Básica (AB) ;  Bloco integrado por dois componentes  PAB-Fixo: recursos mensais regulares e automática

PAB-Fixo: recursos mensais regulares e automática ( Fundo a Fundo)

PAB-Variável: custeio de estratégias específicas desenvolvidas na Atenção Básica em Saúde

2. Financiamento do SUS 2.2. Financiamento para o custo do SUS e para Investimentos. 
2. Financiamento do SUS 2.2. Financiamento para o custo do SUS e para Investimentos. 

2. Financiamento do SUS

2.2. Financiamento para o custo do SUS e para Investimentos.

Pacto pela Saúde 2006:

II. Bloco da Atenção de Média e Alta Complexidades;

a) Limite Financeiro da Média e Alta Complexidade

financiamento de procedimentos e de incentivos permanentes,

transferidos, mensalmente

b) Fundo de Ações Estratégicas e Compensação

custeio de procedimentos:

regulados pela Central Nacional de Regulação da Alta Complexidade CNRAC;

transplantes;

ações Estratégicas Emergenciais, com prazo pré-definido;

Novos procedimentos

2. Financiamento do SUS 2.2. Financiamento para o custo do SUS e para Investimentos. 
2. Financiamento do SUS 2.2. Financiamento para o custo do SUS e para Investimentos. 

2. Financiamento do SUS

2.2. Financiamento para o custo do SUS e para Investimentos.

Pacto pela Saúde 2006:

III. Bloco da Vigilância em Saúde;

transferido em parcelas mensais

a) Vigilância Epidemiológica e Ambiental em Saúde

prevenção e controle de doenças (ações de rotina)

Fortalecimento da Gestão da Vigilância em Saúde em Estados e Municípios

Campanhas de Vacinação;

Incentivo do Programa DST/AIDS.

2. Financiamento do SUS 2.2. Financiamento para o custo do SUS e para Investimentos. 
2. Financiamento do SUS 2.2. Financiamento para o custo do SUS e para Investimentos. 

2. Financiamento do SUS

2.2. Financiamento para o custo do SUS e para Investimentos.

Pacto pela Saúde 2006:

III. Bloco da Vigilância em Saúde;

transferido em parcelas mensais

b) Vigilância Sanitária em Saúde

constituído do Termo de Ajuste e Metas (TAM) e do Piso da Atenção Básica em Vigilância Sanitária (PAB-VISA).

União assegurará, se necessário, recurso para compor o Piso Estadual de Vigilância Sanitária (PEVISA).

2. Financiamento do SUS 2.2. Financiamento para o custo do SUS e para Investimentos. 
2. Financiamento do SUS 2.2. Financiamento para o custo do SUS e para Investimentos. 

2. Financiamento do SUS

2.2. Financiamento para o custo do SUS e para Investimentos.

Pacto pela Saúde 2006:

IV. Bloco da assistência farmacêutica:

será financiada pelos três gestores do SUS

Deve agregar :

aquisição de medicamentos e insumos, e

organização das ações de assistência farmacêutica necessárias

formado pelo:

a) Componente Básico,

b) Componente Estratégico e

c) Componente Medicamentos de Dispensação Excepcional Básico

2. Financiamento do SUS 2.2. Financiamento para o custo do SUS e para Investimentos. 
2. Financiamento do SUS 2.2. Financiamento para o custo do SUS e para Investimentos. 

2. Financiamento do SUS

2.2. Financiamento para o custo do SUS e para Investimentos.

Pacto pela Saúde 2006:

IV. Bloco da assistência farmacêutica:

a) Componente Básico,

Parte Fixa: valor com base per capita para ações de assistência

farmacêutica para a Atenção Básica

Parte Variável: base per capita para ações de

Programas de Hipertensão e Diabetes, exceto insulina;

Asma e Rinite;

Saúde Mental;

Saúde da Mulher;

Alimentação e Nutrição e

Combate ao Tabagismo

2. Financiamento do SUS 2.2. Financiamento para o custo do SUS e para Investimentos. 
2. Financiamento do SUS 2.2. Financiamento para o custo do SUS e para Investimentos. 

2. Financiamento do SUS

2.2. Financiamento para o custo do SUS e para Investimentos.

Pacto pela Saúde 2006:

IV. Bloco da assistência farmacêutica:

b) Componente Estratégico:

Progr Estratégicos são responsabilidade do MS:

Controle de Endemias: Tuberculose, Hanseníase, etc

Programa de DST/AIDS (anti-retrovirais);

Programa Nacional do Sangue e Hemoderivados;

Imunobiológicos;

Insulina.

2. Financiamento do SUS 2.2. Financiamento para o custo do SUS e para Investimentos. 
2. Financiamento do SUS 2.2. Financiamento para o custo do SUS e para Investimentos. 

2. Financiamento do SUS

2.2. Financiamento para o custo do SUS e para Investimentos.

Pacto pela Saúde 2006:

IV. Bloco da assistência farmacêutica:

c) Componente Medicamentos de Dispensação

Excepcional Básico

patologias que compõem o Grupo 36

Medicamentos da Tabela Descritiva do SIA/SUS.

financiamento e aquisição (MS +Estados) Dispensação responsabilidade do Estado

http://sna.saude.gov.br/legisla/legisla/tab_sia/

2. Financiamento do SUS 2.2. Financiamento para o custo do SUS e para Investimentos. 
2. Financiamento do SUS 2.2. Financiamento para o custo do SUS e para Investimentos. 

2. Financiamento do SUS

2.2. Financiamento para o custo do SUS e para Investimentos.

Pacto pela Saúde 2006:

V. Bloco de Financiamento para Gestão do SUS.

iniciativas de fortalecimento da gestão, buscando:

Regulação, controle, avaliação e auditoria;

Planejamento e Orçamento;

Programação;

Regionalização;

Participação e Controle Social;

Gestão do Trabalho;

Educação em Saúde;

Incentivo à Implementação de políticas específicas

3. Controle Social no SUS  participação popular na saúde pública: a) Controle social e
3. Controle Social no SUS  participação popular na saúde pública: a) Controle social e

3. Controle Social no SUS participação popular na saúde pública:

a)

Controle social e gestão participativa

b)

Conselhos de Saúde

c)

Conferências de Saúde

d)

Ouvidorias

3. Controle Social no SUS  participação popular na saúde pública: a) Controle social e
3. Controle Social no SUS  participação popular na saúde pública: a) Controle social e

3. Controle Social no SUS participação popular na saúde pública:

a) Controle social e gestão participativa

Ferramenta para controlar as decisões dos gestores, de acordo com as necessidades e vontade da sociedade.

A participação popular garante a execução do controle social.

3. Controle Social no SUS  participação popular na saúde pública: a) Controle social e
3. Controle Social no SUS  participação popular na saúde pública: a) Controle social e

3. Controle Social no SUS participação popular na saúde pública:

a) Controle social e gestão participativa

3. Controle Social no SUS  participação popular na saúde pública: a) Controle social e gestão
3. Controle Social no SUS  participação popular na saúde pública: b) Conselhos de Saúde
3. Controle Social no SUS  participação popular na saúde pública: b) Conselhos de Saúde

3. Controle Social no SUS participação popular na saúde pública:

no SUS  participação popular na saúde pública: b) Conselhos de Saúde  Espaços públicos de

b) Conselhos de Saúde

Espaços públicos de articulação entre governo e sociedade

Criação deve ser feita em forma de lei ou decreto;

Reuniões são mensais;

Composição:

Usuários

Governo (excluídos os do legislativo e do Judiciário)

Prestadores de serviço

Trabalhadores de Saúde

3. Controle Social no SUS  participação popular na saúde pública: b) Conselhos de Saúde
3. Controle Social no SUS  participação popular na saúde pública: b) Conselhos de Saúde

3. Controle Social no SUS participação popular na saúde pública:

no SUS  participação popular na saúde pública: b) Conselhos de Saúde  Não confundir CONSELHEIRO

b) Conselhos de Saúde

Não confundir CONSELHEIRO X GESTOR

Gestor - responsável pela execução da política de saúde.

Conselho - aprova as diretrizes dessa política, acompanha as ações e fiscaliza a utilização dos recursos.

3. Controle Social no SUS  participação popular na saúde pública: c) Conferências de Saúde
3. Controle Social no SUS  participação popular na saúde pública: c) Conferências de Saúde

3. Controle Social no SUS participação popular na saúde pública:

c) Conferências de Saúde

ocorrem nas três esferas de gestão

Lei n° 8.142, de 28 de dezembro de 1990

São convocadas pelo Poder Executivo e, extraordinariamente, pelos Conselhos de Saúde das

respectivas esferas.

E como ocorrem as Conferências?

3. Controle Social no SUS  participação popular na saúde pública: c) Conferências de Saúde
3. Controle Social no SUS  participação popular na saúde pública: c) Conferências de Saúde

3. Controle Social no SUS participação popular na saúde pública:

c) Conferências de Saúde

3. Controle Social no SUS  participação popular na saúde pública: d) Ouvidorias
3. Controle Social no SUS  participação popular na saúde pública: d) Ouvidorias

3. Controle Social no SUS participação popular na saúde pública:

d) Ouvidorias

3. Controle Social no SUS  participação popular na saúde pública: d) Ouvidorias
3. Controle Social no SUS  participação popular na saúde pública: d) Ouvidorias Ideal: 
3. Controle Social no SUS  participação popular na saúde pública: d) Ouvidorias Ideal: 

3. Controle Social no SUS participação popular na saúde pública:

d) Ouvidorias

Ideal:

Estruturada e articulada com os Conselhos de Saúde e

com os gestores das três esferas

Consegue:

Inserir o usuário no processo da administração das

ações de saúde.