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PROGRAMA DE GERENCIAMENTO DE RISCOS

DAS CARRETAS

NS 016/06

NORMA DE SEGURANÇA
OBRIGATÓRIA PARA TODAS AS EMPRESAS INSTALADAS NO POLO

Elaboração:
COFIC/COSIMA
SUPERSSMA
Aprovação:
Conselho de Administração
Emissão: 26/09/2006
Revisão 00

1. INTRODUÇÃO
Este manual tem como objetivo apresentar às empresas associadas ao COFIC um modelo de
Programa de Gerenciamento de Riscos - PGR a ser cumprido pelas empresas parceiras
transportadoras de produtos químicos perigosos do Pólo Industrial de Camaçari – Bahia, em
atendimento às exigências do Ministério Público do Estado da Bahia.
O Programa de Gerenciamento de Riscos - PGR das Carretas deverá ser implementado
gradativamente, no prazo máximo de 3 (três) anos, e aplica-se a todas as empresas contratadas
para transportar produtos químicos perigosos das empresas do Pólo Industrial de Camaçari pelo
Canal de Tráfego.
Este Manual corresponde a um documento técnico orientativo, cabendo às empresas associadas ao
COFIC e às transportadoras efetuarem as adaptações necessárias, sem prejuízo de, em qualquer
hipótese, cumprirem todas as exigências do Sistema de Avaliação de Segurança, Saúde, Meio
Ambiente e Qualidade - SASSMAQ para o Transporte Rodoviário da ABIQUIM e atenderem aos
ditames da legislação aplicável, em especial, do Decreto nº 96.044/88 do Ministério dos Transportes,
que aprova o regulamento para o transporte Rodoviário de Produtos Perigosos e dá outras
providências, e da Portaria ANTT nº 420 de 12.02.04, que regulamenta o Transporte de Produtos
Perigosos.
A concepção deste Manual apresenta como uma de suas bases o Elemento 16 - Segurança do
Produto do Guia de Auditoria do COFIC, que contém informações técnicas para o desenvolvimento e
implementação de um programa de prevenção de acidentes. Trata-se de recomendações contidas
no regulamento Programa de Gerenciamento de Segurança – PSM (29 CFR 1910.119) da OSHA –
Occupational Safety and Health Administration, Norma OHSAS 18.001 – Occupational Health and
Safety Assesment Series e diretrizes técnicas desenvolvidas pela DNV - DET NORSKE VERITAS
LTDA no âmbito da Administração do Controle de Perdas, Gestão de Segurança, Saúde e Meio
Ambiente e Gerenciamento de Riscos.
1.1 ORGANIZAÇÃO DO MANUAL
Este manual está organizado em um único volume, estando estruturado em quatro capítulos e um
anexo. No capítulo 1 encontram-se a introdução contendo a Organização do Manual, o Mapa Geral
do Pólo Industrial de Camaçari, o Rotograma constando o Canal de Tráfego com a listagem dos
pontos críticos, e o Glossário. No Capitulo 2 encontram-se a Estrutura do PGR, e a Descrição do
Conteúdo / Elementos do Programa de Gerenciamento de Riscos. Os Objetivos, Expectativas e
Documentos Normativos / Procedimentos dos 10 elementos do PGR estão descritos no capítulo 3.
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PROGRAMA DE GERENCIAMENTO DE RISCOS
DAS CARRETAS

NS 016/06

NORMA DE SEGURANÇA
OBRIGATÓRIA PARA TODAS AS EMPRESAS INSTALADAS NO POLO

Elaboração:
COFIC/COSIMA
SUPERSSMA
Aprovação:
Conselho de Administração
Emissão: 26/09/2006
Revisão 00

No capítulo 4, está descrito o Processo e Desenvolvimento dos Elementos do PGR. Por fim, no
Anexo A, encontra-se a lista de Carretas e Produtos que transita no Pólo Petroquímico de Camaçari
e vias externas de ligação a este.

1.2 MAPA GERAL DO PÓLO INDUSTRIAL DE CAMAÇARI

CANAL DE
TRÁFEGO

Figura 1 – Mapa do Pólo Petroquímico de Camaçari

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NS 016/06

NORMA DE SEGURANÇA
OBRIGATÓRIA PARA TODAS AS EMPRESAS INSTALADAS NO POLO

Elaboração:
COFIC/COSIMA
SUPERSSMA
Aprovação:
Conselho de Administração
Emissão: 26/09/2006
Revisão 00

1.3 ROTOGRAMA DO CANAL DE TRÁFEGO
De acordo com os estudos apresentados pelo Projeto APPOLO 2, pode-se certificar que a principal
rota entre o Pólo Petroquímico de Camaçari e o Porto de Aratu é o Canal de Tráfego – BA 504.
Salientando-se que o mapeamento realizado contempla apenas a rota principal entre o ponto de
origem e o destino. Porém, é estabelecido e realizado na prática pelas empresas que adotam esta
ferramenta, a elaboração de mapeamento das rotas alternativas, como opção para os condutores
dos veículos em caso de obstrução da rota principal.

Figura 2 – Rota Principal das carretas entre o Pólo de Camaçari e o Porto de Aratu

Neste rotograma esta mapeada a rota, do Pólo Industrial de Camaçari, até o Porto de Aratu,
identificando seus principais pontos críticos.
Entendem-se como Pontos Críticos de Rota, os locais que apresentam potencial significativo para a
ocorrência de acidente rodoviário. Neste trajeto, com aproximadamente 31,0 km, podem ser
identificados 18 pontos críticos. Destes, pode-se enumerar 04 curvas perigosas, 04 passagens sobre
viadutos, 07 cruzamentos e/ou rotatórias, 02 passagens por comunidades e finalmente, a
transposição de ponte sobre o Rio Joanes. Segue abaixo o rotograma.
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SUPERSSMA - COFIC

Curvas Perigosas ÁREA COM RISCO DE TOMBAMENTO 1.Rotatória Bunge ÁREA COM RISCO DE TOMBAMENTO 40 Km/h _____________________________________________________________________________________4/65 SUPERSSMA . NÃO FAVORECER CARONA 7.7 .PROGRAMA DE GERENCIAMENTO DE RISCOS DAS CARRETAS NS 016/06 Elaboração: COFIC/COSIMA SUPERSSMA Aprovação: Conselho de Administração Emissão: 26/09/2006 NORMA DE SEGURANÇA OBRIGATÓRIA PARA TODAS AS EMPRESAS INSTALADAS NO POLO Revisão 00 ROTOGRAMA DO CANAL DE TRÁFEGO CANAL DE TRÁFEGO TIPOS DE RISCOS EXISTENTES Km 3.0 . 6. 3.7 Povoado Pitanga de Palmares OUTRAS RECOMENDAÇÕES 40 Km/h 60 Km/h km 11. EM CASO DE EMERGENCIA COMUNICAR IMEDIATAMENTE A BASE.6 .2 .Curva Perigosa ÁREA COM RISCO DE TOMBAMENTO 60 Km/h km 13.Curva Perigosa ÁREA COM RISCO DE TOMBAMENTO 60 Km/h km 14.Viaduto sobre BA 093 ÁREA COM RISCO DE TOMBAMENTO 60 Km/h ÁREA COM RISCO DE ATROPELAMENTO E COLISÃO km 7.COFIC .5 . 60 Km/h Km 4.Viaduto sobre a BR 324 ÁREA COM RISCO DE TOMBAMENTO km 17.0 . 2.0 .6 Saida da BA 512/BA 504 ÁREA COM RISCO DE COLISÃO 50 Km/h km 18.Entrada para povoado Menino Jesus ÁREA COM RISCO DE COLISÃO E ATROPELAMENTO 60 Km/h km 16. OLHAR E ESCUTAR ANTES DO CRUZAMENTO. NÃO USAR TELEFONE MOVEL DURANTE O TRAJETO COM O VEICULO EM MOVIMENTO. SOMENTE ESTACIONAR NO ACOSTAMENTO EM CASO DE EMERGENCIA. PARA OS TRECHOS NÃO CRÍTICOS OBEDECER A VELOCIDADE MÁXIMA DE 70 Km/h EM DIAS DE TEMPO BOM. OBEDECER A VELOCIDADE MÁXIMA DE 60 Km/h EM DIAS CHUVOSOS. SE ESTACIONAR AS RODAS DO 1º E 3º EIXOS DEVEM SER CALÇADAS 5.0 Entrocamento BA 504/BA 512 ÁREA COM RISCO DE COLISÃO 70 Km/h 50 Km/h km 17. 8. 4.Viaduto sobre BA 522 ÁREA COM RISCO DE TOMBAMENTO VELOCIDADE RECOMENDADA ÁREA COM RISCO DE TOMBAMENTO 60 Km/h km 5. PARAR.Ponte sobre o Rio Joanes km 5. AO FABRICANTE DO PRODUTO E AO DESTINATÁRIO DO PRODUTO.8 . OBEDECER A SINALIZAÇÃO DE ORIENTAÇÃO DE TRAFEGO VERTICAL E HORIZONTAL EM TODA EXTENSÃO DO CANAL DE TRÁFEGO. ATENÇÃO ESPECIAL EM CRUZAR A LINHA FÉRREA.3 .

COFIC .PROGRAMA DE GERENCIAMENTO DE RISCOS DAS CARRETAS NS 016/06 NORMA DE SEGURANÇA OBRIGATÓRIA PARA TODAS AS EMPRESAS INSTALADAS NO POLO km 21.3 Portaria Codeba PRESENÇA DE LOMBADAS 20 Km/h 31.6 – Portaria Codeba PRESENÇA DE LOMBADAS 20 Km/h 30.2 – Curvas Perigosas em seqüências ÁREA COM RISCO DE TOMBAMENTO km 23.0 – 2ª Rotatória ÁREA COM RISCO DE TOMBAMENTO 40 Km/h 30.0 Cruzamento Linha Férrea LOCAL COM RISCO DE COLISÃO 40 Km/h Elaboração: COFIC/COSIMA SUPERSSMA Aprovação: Conselho de Administração Emissão: 26/09/2006 Revisão 00 40 Km/h 20 Km/h _____________________________________________________________________________________5/65 SUPERSSMA .0 – 1ª Rotatória ÁREA COM RISCO DE TOMBAMENTO 40 Km/h 24.

• Comissionamento de equipamentos – é a preparação prévia de partida/uso de equipamentos para atender as condições operacionais do sistema considerado. • Contratante . _____________________________________________________________________________________6/65 SUPERSSMA . aplicando conhecimento e habilidades em Segurança. • Abandono de área . tracionado por cavalo mecânico e utilizado para o transporte de produtos a granel.Qualquer veículo automotriz equipado com tanque de carga montado sobre chassi.PROGRAMA DE GERENCIAMENTO DE RISCOS DAS CARRETAS NS 016/06 Elaboração: COFIC/COSIMA SUPERSSMA Aprovação: Conselho de Administração Emissão: 26/09/2006 NORMA DE SEGURANÇA OBRIGATÓRIA PARA TODAS AS EMPRESAS INSTALADAS NO POLO Revisão 00 1. objetivos.Um evento indesejável.COFIC . simulada ou potencial. ou tanque de carga construído sobre chassi independente. • Capacitação – Processo de tornar pessoas e equipes aptas a exercer determinadas atividades. • Acidente . • Auditoria: Exame sistemático para determinar se as atividades e resultados relacionados estão em conformidade com as providências planejadas.Ato de retirar de forma ordenada todas as pessoas de uma área afetada por uma emergência real.Empresa do Pólo Industrial de Camaçari que contrata empresas especializadas no transporte de produtos químicos perigosos • Controle – é assegurar a adequação a padrões ou exigências.4 GLOSSÁRIO A seguir são apresentados alguns termos utilizados neste manual e seu significado. • Avaliação de riscos – Consiste no desenvolvimento de uma estimativa qualitativa ou quantitativa do risco de uma determinada instalação com base em uma avaliação de engenharia utilizando técnicas específicas para identificação dos possíveis cenários de acidente. • Conscientização – Processo de promoção permanente do entendimento e comprometimento com os princípios e padrões de Segurança de Processo formando cultura prevencionista. • Caminhão-Tanque . que resulta em danos à pessoa. • Análise Crítica dos Resultados Obtidos nas Auditorias . à propriedade ou ao meio ambiente. à luz dos resultados obtidos nas auditorias e do comprometimento com a melhoria continua. suas freqüências e conseqüências associadas. e outros componentes do PGR. e se essas providências estão implementadas efetiva-mente e se são adequadas para atender a política e aos objetivos da organização.é a analise realizada para verificar a necessidade de alterações na política. Meio Ambiente e Saúde (SMS) para realizar suas funções e/ou atividades.

mal utilizadas ou empregadas. • Desempenho – Resultados mensuráveis do Sistema de Gestão de Segurança de Processo. relacionados ao controle da organização sobre seus riscos à segurança e saúde. • Gestão de Mudanças – Aplicação sistemática de políticas. que foge ao controle de um processo. ao meio ambiente. materiais.Equipe responsável pelas ações de apoio à logística. inerente às atividades.Toda ocorrência anormal.COFIC .Situação de risco. • Incidente – Um evento indesejável com potencial para causar uma perda. produtos. a equipamentos ou ao patrimônio próprio ou de terceiros. • Equipamentos críticos – São aqueles classificados como críticos pela legislação em vigência e por critérios de criticidade voluntários estabelecidos. • Emergência . a questão jurídica. equipamentos. danificadas. registrar. acessórios. • Inventário de equipamentos – Lista / relação discriminada de equipamentos.Equipes responsáveis pela execução das ações de controle da emergência. a comunicação. sistema ou atividade. da qual possam resultar danos a pessoas. equipamentos ou instalações industriais e que ocorrendo se caracteriza em uma emergência.PROGRAMA DE GERENCIAMENTO DE RISCOS DAS CARRETAS NS 016/06 NORMA DE SEGURANÇA OBRIGATÓRIA PARA TODAS AS EMPRESAS INSTALADAS NO POLO Elaboração: COFIC/COSIMA SUPERSSMA Aprovação: Conselho de Administração Emissão: 26/09/2006 Revisão 00 • Contingência . antes de sua ocorrência. reunida por um grupo de investigação. financeira e relações com a comunidade e autoridades locais durante a emergência e até o retorno a normalidade. estruturas ou áreas que podem resultar em problemas quando desgastadas. _____________________________________________________________________________________7/65 SUPERSSMA . cujos focos são máquinas. • Investigação de Incidente e Acidente . • Grupos de Ação . processos.é uma análise. serviços. etc. • Grupos de Apoio . • Mudança – Qualquer alteração permanente ou temporária em relação a uma referência previamente estabelecida que modifique os riscos ou altere a confiabilidade dos sistemas. com base em sua política e objetivos de Segurança de Processo. procedimentos e práticas para identificar. • Inspeção – Método para detecção e correção de perdas potenciais. visando a eliminação ou minimização de riscos decorrentes de suas implantações. avaliação e comunicação de um incidente / acidente baseado na informação. implementar e comunicar alteração permanente ou temporária em relação a uma referência previamente estabelecida que modifique os riscos e altere a confiabilidade dos sistemas.

Conjunto de procedimentos e ações que visam a integração dos diversos planos de emergências setoriais. 420/04. bem como definem os recursos humanos. dano à propriedade. materiais e equipamentos adequados à prevenção. em termos de desempenho da Segurança. • Risco – Medida da capacidade que um perigo tem de se transformar em um acidente. instituição ou associação. ou uma combinação destes. ou afetado pelo desempenho da Segurança de Processo de uma organização. direta ou indiretamente. avaliação e controle dos riscos com o objetivo de proteger os funcionários. conforme relacionado na Resolução ANTT nº. para a segurança pública ou para o meio ambiente. dano ao meio ambiente de trabalho. • Produto Perigoso: São substâncias ou artigos encontrados na natureza ou produzidos por qualquer processo que. propriedades ou meio ambiente. o público em geral. o meio ambiente e as instalações.. controle e combate à emergência. etc. • Plano de Contingência .conformidade – Qualquer desvio das normas de trabalho. materiais e equipamentos complementares para a prevenção. • Plano de Emergência . procedimentos e práticas de análises. • Perigo – Propriedade ou condição inerente de uma substância ou atividade capaz de causar danos a pessoas. pública ou privada. firma.Conjunto de medidas que determinam e estabelecem as responsabilidades setoriais e as ações a serem desencadeadas imediatamente após um acidente. procedimentos. _____________________________________________________________________________________8/65 SUPERSSMA . • Organização – Companhia. ou parte dela. • Objetivos – Metas. representem risco para a saúde das pessoas. corporação.COFIC . Depende da chance de ocorrerem falhas que “libertem” o perigo e dos danos gerados. incorporada ou não. por suas características físico-químicas. que uma organização estabelece para ela própria alcançar. desempenho do sistema de gestão. empresa. • Parte interessada – Indivíduo ou grupo preocupado com. • Programa de Gerenciamento de Riscos – PGR – Aplicação sistemática de políticas de gerenciamento. regulamentos. • Perda – Resultado de um acidente. bem como a definição dos recursos. controle e combate a emergência.PROGRAMA DE GERENCIAMENTO DE RISCOS DAS CARRETAS NS 016/06 NORMA DE SEGURANÇA OBRIGATÓRIA PARA TODAS AS EMPRESAS INSTALADAS NO POLO Elaboração: COFIC/COSIMA SUPERSSMA Aprovação: Conselho de Administração Emissão: 26/09/2006 Revisão 00 • Não. que tem funções e estrutura administrativa próprias. práticas. reduzindo a interrupção do processo. à lesão ou doença. que possa levar.

Investigação de Incidentes e Acidentes. 2. softwares.1. Análise de Riscos. levando em conta suas obrigações legais e sua própria Política de Segurança de Processo. mas que não há adição de riscos ao sistema. • Sistema de Gestão – A liderança e a estrutura que garante que o trabalho seja realizado de um modo consistente ao longo do tempo. _____________________________________________________________________________________9/65 SUPERSSMA . necessariamente. nos quais são enfocados metas. 2. a fim de que os mesmos sejam objetivamente segmentados durante suas implementações.COFIC . Contratados e Auditorias. por onde os veículos. objetivos.PROGRAMA DE GERENCIAMENTO DE RISCOS DAS CARRETAS NS 016/06 NORMA DE SEGURANÇA OBRIGATÓRIA PARA TODAS AS EMPRESAS INSTALADAS NO POLO Elaboração: COFIC/COSIMA SUPERSSMA Aprovação: Conselho de Administração Emissão: 26/09/2006 Revisão 00 • Risco Tolerável – Risco que foi reduzido a um nível que pode ser suportado pela organização. compreensíveis e precisas a respeito das substâncias perigosas que são transportadas através de carretas nas áreas do Pólo Industrial de Camaçari e Canal de Tráfego.1 DESCRIÇÃO DO CONTEÚDO / ELEMENTOS DO PROGRAMA DE GERENCIAMENTO DE RISCOS – PGR 2. Plano de Ação de Emergência. Gerenciamento de Mudanças. Integridade e Manutenção. o processo de implementação e o desenvolvimento detalhado desses elementos. em equipamentos. • Transportadoras: São empresas especializadas no transporte de cargas perigosas produtos químicos perigosos. a saber: Gestão de Informações. • Rotograma ou Roteiro Linear: é a representação gráfica seqüenciada de rotas previamente definidas. ou intervenção com relação aos trabalhadores da área. completas. operação das carretas. materiais e insumos que não alteram parâmetros originais de projeto e limites de operação de processo. ESTRUTURA DO PGR O Programa de Gerenciamento de Riscos – PGR é composto por 10 (dez) elementos. Procedimentos Operacionais. uma estratégia organizacional para a utilização das informações.1 GESTÃO DE INFORMAÇÕES Um sistema que reúne informações escritas. Treinamento. devem trafegar. documentos normativos ou procedimentos referentes à operacionalização de cada elemento. parâmetros de controles operacionais e equipamentos auxiliares de uma carreta que transporta substâncias perigosas. • Substituição – é a intervenção em um sistema ou instalação.

4 TREINAMENTO O Gestor de Contrato da empresa contratante e o Gestor de Contrato da empresa transportadora de produtos químicos perigosos devem ser treinados sobre todos os elementos deste Programa de Gerenciamento de Riscos das Carretas. Ao estabelecer seus programas de treinamento e re-treinamento. o que permitirá a identificação e o gerenciamento dos riscos envolvidos nos sistemas considerados.3 PROCEDIMENTOS OPERACIONAIS São os documentos onde estão descritas as tarefas a serem executadas. 2.1. as condições operacionais que devem ser mantidas. segurança e meio ambiente que devem ser tomadas. _____________________________________________________________________________________10/65 SUPERSSMA . identificar.2 ANÁLISE DE RISCO A Análise do Risco é um conjunto de avaliações técnicas que busca. qualificar ou quantificar os potenciais de riscos associados à operação. 2. lavagem e limpeza das carretas e ao manuseio de produtos químicos perigosos. tanques containeres pressurizados. e precauções com a saúde. Todos os trabalhadores da área de operação e de manutenção das empresas contratadas para o transporte de produtos perigosos. as empresas devem definir claramente quais trabalhadores que serão treinados e re-treinados e quais assuntos serão abrangidos em seu treinamento. meio ambiente e propriedades.COFIC .1. 2. devem ser treinados sobre os riscos a sua saúde. segurança dos produtos químicos e equipamentos que eles operam. caminhões com carrocerias abertas ou fechadas ou containeres de fixação sobre carrocerias para transporte de produtos químicos perigosos a granel. e revisados periodicamente para garantir que reflitam as operações correntes. informações que facilitam as decisões no sentido de melhorar a segurança. com destaque para os aspectos e limites de segurança que devem ser obedecidos durante a operação dos cavalos mecânicos.1. tanques. Os procedimentos devem ser tecnicamente precisos. de forma sistemática. Também devem ser definidos o local e sistemática de acesso a estas informações. redução de freqüência e das conseqüências de acidentes com potencial para causar danos às pessoas. Proporciona aos gestores das empresas transportadoras de produtos do Pólo e às empresas contratantes. tendo como ponto de partida os dados básicos do projeto e seus detalhamentos.PROGRAMA DE GERENCIAMENTO DE RISCOS DAS CARRETAS NS 016/06 Elaboração: COFIC/COSIMA SUPERSSMA Aprovação: Conselho de Administração NORMA DE SEGURANÇA OBRIGATÓRIA PARA TODAS AS EMPRESAS INSTALADAS NO POLO Emissão: 26/09/2006 Revisão 00 Todos estes componentes da Gestão de Informações devem ser tratados e atualizados. compreensíveis aos empregados.

COFIC .6 GERENCIAMENTO DE MUDANÇAS Os tipos de mudanças a serem praticadas pelas empresas usuárias deste PGR são: Mudanças de Pessoas. as mesmas devem ser executadas através da aplicação sistemática de procedimentos e práticas para identificar. Mudança nas Instalações – São as mudanças realizadas ou inclusões de itens nas edificações.7 INVESTIGAÇÃO DE INCIDENTES E ACIDENTES Uma investigação de Incidente ou Acidente é uma análise. transferência.PROGRAMA DE GERENCIAMENTO DE RISCOS DAS CARRETAS NS 016/06 NORMA DE SEGURANÇA OBRIGATÓRIA PARA TODAS AS EMPRESAS INSTALADAS NO POLO Elaboração: COFIC/COSIMA SUPERSSMA Aprovação: Conselho de Administração Emissão: 26/09/2006 Revisão 00 2.1. visando a eliminação ou minimização de riscos decorrentes de suas implantações. especificações e nas condições em que foi concebido e projetado. processo de trabalho. Mudanças de Pessoas – São aquelas relativas aos trabalhadores e gestores de contrato da empresa contratante e da transportadora com relação à admissão.1. analisar. Mudanças de Tecnologia e Mudanças de Instalações. equipamentos e componentes sem a modificação de tecnologia. nos insumos. rotas e procedimentos operacionais. como _____________________________________________________________________________________11/65 SUPERSSMA . instrumentos e procedimentos de segurança de manutenção para serem executados com o objetivo de garantir que todo o equipamento (cavalo mecânico. 2. A qualidade e utilidade da informação estão relacionadas diretamente com o grau de minuciosidade e consciência da investigação. relatos e informações relacionadas com o evento. redução ou aumento de contingente. Conhecidas os tipos de mudanças que fazem parte do PGR. avaliar. registrar.1. implementar e comunicar alteração permanente ou temporária em relação a uma referência previamente estabelecida que modifique os riscos e altere a confiabilidade dos sistemas. promoção com mudança de função ou retorno as atividades após afastamento que possa caracterizar alteração no risco ou o modo de operação ou na forma de intervenção no processo inclusive em emergências. que transportam produtos perigosos operem durante toda sua vida útil na forma. Uma investigação completa inclui a avaliação objetiva de todos os fatos. baseada na informação reunida por um grupo de investigação. tanque e tanque container) pressurizado. substituição temporária ou permanente. Mudança de Tecnologia – São as mudanças realizadas nos projetos dos equipamentos. em especial sobre testes em equipamentos. 2. rejeitos ou software. opiniões. avaliação e comunicação de um incidente / acidente.5 INTEGRIDADE E MANUTENÇÃO As empresas devem disponibilizar um conjunto de procedimentos operacionais. de manutenção.

Deverão ser destacados os procedimentos de comunicação da emergência. 2.1. _____________________________________________________________________________________12/65 SUPERSSMA . para eliminação de suas causas e o controle de seus efeitos. mediante obtenção de referências ante outras contratantes.9 CONTRATADOS As empresas transportadoras que utilizam serviços terceirizados nas carretas.8 PLANO DE AÇÃO DE EMERGÊNCIA . a contratante deve se assegurar de que a empresa contratada tenha a habilidade. Adicionalmente. ao patrimônio ou a terceiros. Deve ser emitido um relatório conclusivo e submetido a análise da administração da empresa auditada. aos equipamentos / carretas. são pontos fundamentais no processo de manutenção do plano de resposta a emergências. ao meio ambiente. Os processos de treinamento e conscientização. 2.PROGRAMA DE GERENCIAMENTO DE RISCOS DAS CARRETAS NS 016/06 NORMA DE SEGURANÇA OBRIGATÓRIA PARA TODAS AS EMPRESAS INSTALADAS NO POLO Elaboração: COFIC/COSIMA SUPERSSMA Aprovação: Conselho de Administração Emissão: 26/09/2006 Revisão 00 também um plano de ação ou etapas a serem implementadas para evitar ou controlar ocorrências similares. incluindo a simulação de acidentes. tanques e containers. de modo que as empresas contratadas venham cumprir suas tarefas/missões sem comprometer a segurança e a saúde dos trabalhadores. conhecimento e certificações apropriados para a atividade. No processo de comunicação deverão estar incluídas as comunidades que possam ser atingidas. 2.COFIC . da qual possam resultar danos às pessoas. Essa sistemática de seleção deve contemplar informações sobre o desempenho passado da contratada com relação à segurança.1.10 AUDITORIAS Os elementos citados acima devem ser auditados periodicamente para garantia de um bom desempenho. Essas auditorias devem ser realizadas periodicamente por auditores devidamente treinados e capacitados. nas quais a empresa a ser contratada lhes prestou serviços. decorrentes de suas atividades. devem estabelecer uma sistemática de seleção.1.PAE Cada empresa transportadora de produtos químicos perigosos deve direcionar ações para toda anormalidade. o mais rápido possível de forma planejada e organizada. Essas anormalidades exigem. a interrupção imediata das rotinas de normais de trabalho e adoção de procedimentos especiais para sair da situação de emergência.

• Assegurar acesso à documentação em situações emergenciais. − Relatórios de análise de riscos e respectivos controles das recomendações.1 Objetivos Manter atualizado registro de todos os dados técnicos e operacionais relativos às carretas que transportam produtos químicos perigosos.1. 3. • Garantir treinamento especifico sobre as informações de risco e segurança do processo.3 Documentos para Gestão de Informações (Transportadora) • Documento que define a relação de informações de processo de trabalho e segurança que serão gerenciados: − Fichas de segurança para os produtos perigosos.1 ELEMENTO 1: GESTÃO DE INFORMAÇÕES 3.COFIC . _____________________________________________________________________________________13/65 SUPERSSMA .PROGRAMA DE GERENCIAMENTO DE RISCOS DAS CARRETAS NS 016/06 NORMA DE SEGURANÇA OBRIGATÓRIA PARA TODAS AS EMPRESAS INSTALADAS NO POLO Elaboração: COFIC/COSIMA SUPERSSMA Aprovação: Conselho de Administração Emissão: 26/09/2006 Revisão 00 3.1. • Assegurar arquivamento e disponibilização interessados de simples acesso e entendimento. • Garantir treinamento especifico sobre as informações de risco e segurança do processo.2 Expectativas A Contratante deve: • Assegurar e manter atualizadas as informações descritivas dos riscos dos produtos e dos seus equipamentos/processos. − Descrição dos processos de trabalho (operação e manutenção).1. para usuários 3. − Relatórios de teste e inspeção dos equipamentos − Manual de operação. − Relatórios de auditoria e planos de ação corretivos. para o gestor e trabalhadores envolvidos. A Transportadora deve: • Assegurar e manter atualizadas as informações descritivas dos riscos dos processos de trabalho. paro o gestor e trabalhadores envolvidos. OBJETIVOS. EXPECTATIVAS E DOCUMENTOS NORMATIVOS/PROCEDIMENTOS 3.

PROGRAMA DE GERENCIAMENTO DE RISCOS DAS CARRETAS NS 016/06 NORMA DE SEGURANÇA OBRIGATÓRIA PARA TODAS AS EMPRESAS INSTALADAS NO POLO Elaboração: COFIC/COSIMA SUPERSSMA Aprovação: Conselho de Administração Emissão: 26/09/2006 Revisão 00 3.2.COFIC . gerenciando-os para reduzi-los e mantê-los em níveis aceitáveis. • Documento de acompanhamento da implementação das recomendações das análises de riscos.2. • Avaliar os riscos quando ocorrer mudanças significativas e proceder à devida atualização da documentação.2 ELEMENTO 2: ANÁLISE DE RISCOS 3. 3. 3.1 Objetivos Conhecer e manter atualizado o conhecimento dos perigos e riscos de acidentes inerentes às atividades de transporte de produtos perigosos.2 Expectativas A transportadora deve: • Implementar e promover processos para a identificação de perigos. meio ambiente e comunidade durante o transporte de produtos perigosos no Canal de Trafego.3 Documentos para Análise de Riscos (Transportadora) • Documento para análise de riscos de acidentes. _____________________________________________________________________________________14/65 SUPERSSMA . • Identificar perigos e avaliar riscos para as pessoas. de modo a reduzi-los a níveis aceitáveis. avaliação e gestão de riscos de acidentes associados às atividades do transporte de produtos pelo Canal de Trafego.2. propriedade. • Treinar gestor de contrato ou outro funcionário envolvido no processo sobre as metodologias de análise de riscos e perigos pertinentes às suas atividades. clientes. com definição de prazo e responsáveis pela implementação. • Dispor de sistemática de acompanhamento para as recomendações das analises. • Documento de capacitação de funcionário quanto à metodologia de análise de perigos e riscos.

3. a preservação da saúde dos trabalhadores. − Desativação definitiva e temporária de equipamentos.PROGRAMA DE GERENCIAMENTO DE RISCOS DAS CARRETAS NS 016/06 NORMA DE SEGURANÇA OBRIGATÓRIA PARA TODAS AS EMPRESAS INSTALADAS NO POLO Elaboração: COFIC/COSIMA SUPERSSMA Aprovação: Conselho de Administração Emissão: 26/09/2006 Revisão 00 3.3.3. • Implementar sistemática para manter os procedimentos operacionais atualizados e disponíveis. − Abertura de equipamentos/tanques e tanques containers pressurizados. revisões e atualizações para todos os trabalhadores das áreas envolvidas. − Rotogramas (rota do Canal de Tráfego) − Modificações efetuadas. • Documentos para liberação de serviços (permissão de trabalho).1 Objetivos Desenvolver e implementar procedimentos escritos com instruções claras. 3.COFIC . para execução segura das operações das carretas que transportam produtos perigosos.2 Expectativas A Transportadora deve: • Implementar práticas operacionais seguras de modo a garantir a integridade das instalações e equipamentos. apresentando no mínimo: − Inspeções e testes de equipamentos. − Operações normais. − Alteração e inibição de dispositivos de proteção de equipamentos.3 ELEMENTO 3: PROCEDIMENTOS OPERACIONAIS 3. da comunidade e dano ao meio ambiente.3 Documentos para Procedimentos Operacionais (Transportadora) • Documento com diretrizes para elaboração e atualização de procedimentos operacionais • Documentos para disciplinar e padronizar a operação de sistemas contendo equipamentos críticos. − Liberação de equipamentos para manutenção. _____________________________________________________________________________________15/65 SUPERSSMA . − Aceitação de novos equipamentos. − Operações temporárias.3. • Divulgar os procedimentos específicos e suas correções. incluindo no mínimo: − Entrada em tanques-espaços confinados.

• Documentos para divulgação e treinamento dos envolvidos 3.4. • Realizar Programação de Integração para novos empregados. instrutores e treinandos.PROGRAMA DE GERENCIAMENTO DE RISCOS DAS CARRETAS NS 016/06 Elaboração: COFIC/COSIMA SUPERSSMA Aprovação: Conselho de Administração Emissão: 26/09/2006 NORMA DE SEGURANÇA OBRIGATÓRIA PARA TODAS AS EMPRESAS INSTALADAS NO POLO Revisão 00 − Trabalhos a quente. para todos os empregados conforme suas atividades e atribuições. _____________________________________________________________________________________16/65 SUPERSSMA .3 Documentos para Treinamento (Transportadora) • Documentos que definam a capacitação mínima da função para motoristas e mantenedores. • Incluir no processo de contratação de serviços os requisitos mínimos de capacitação dos contratados. • Dispor de um programa de treinamento que assegure que os requisitos de competência sejam atendidos para os empregados.1 Objetivos Assegurar que os Gestores de Contratos das empresas do Pólo.4.4. 3.4 ELEMENTO 4: TREINAMENTO 3. os Gestores de Contrato das empresas transportadoras e os empregados envolvidos diretamente com as operações e manutenções das carretas. − Limpeza e Lavagem de tanques e tanques containers pressurizados.COFIC . • Avaliar e analisar criticamente os treinamentos. • Realizar Programação de Treinamento sobre formação especifica dos empregados. − Drenagem de produto e destinação dos resíduos. 3.2 Expectativas A transportadora deve: • Identificar requisitos de qualificação exigidas (legais e voluntárias). em todos os níveis sejam permanentemente capacitados para executar suas tarefas e obrigações mediante cumprimento de programação de treinamento legal e voluntário.

evitar danos e atender a legislação pertinente. • Documento que comprove a realização do treinamento incluindo: − Conteúdo do treinamento. Treinar os empregados das áreas envolvidas sobre as bases e o desenvolvimento do Elemento Integridade e Manutenção. peças sobressalentes. suas respectivas recomendações. Garantir o funcionamento seguro dos equipamentos durante toda sua vida útil.COFIC . − Avaliação nos casos em que houver exigência legal ou voluntária 3. seus planos de ações e acompanhamento das ações corretivas e preventivas.2 Expectativas A Transportadora deve: Executar programas de inspeção. 3.5 ELEMENTO 5: INTEGRIDADE E MANUTENÇÃO 3. acessórios e equipamentos de reposição sejam substituídos por outros compatíveis e adequados com os equipamentos existentes. _____________________________________________________________________________________17/65 SUPERSSMA . compartilhados com os sistemas de segurança e proteção dos equipamentos.PROGRAMA DE GERENCIAMENTO DE RISCOS DAS CARRETAS NS 016/06 NORMA DE SEGURANÇA OBRIGATÓRIA PARA TODAS AS EMPRESAS INSTALADAS NO POLO Elaboração: COFIC/COSIMA SUPERSSMA Aprovação: Conselho de Administração Emissão: 26/09/2006 Revisão 00 • Documento que estabeleça o programa de treinamentos para atendimento às exigências de capacitação. instrutor e treinando. teste e manutenção.5. Assegurar a existência de relatório de Inspeção (RI). Inspeções e Manutenção de equipamentos visando manter a Integridade física dos mesmos. Assegurar a existência de Programa de Manutenção correlacionado com os Relatórios de Inspeção (RI) e o risco dos equipamentos Garantir que os materiais.1 Objetivos Cumprir Programas de Testes. Cumprir a Legislação especifica em vigor e padrões voluntários praticados e aceitos.5.

PROGRAMA DE GERENCIAMENTO DE RISCOS DAS CARRETAS NS 016/06 NORMA DE SEGURANÇA OBRIGATÓRIA PARA TODAS AS EMPRESAS INSTALADAS NO POLO Elaboração: COFIC/COSIMA SUPERSSMA Aprovação: Conselho de Administração Emissão: 26/09/2006 Revisão 00 3. Em mudanças. recebam treinamento. após a implementação da mudança. • Assegurar que as mudanças atendam as exigências legais e aos padrões de aceitabilidade de riscos e padrões voluntários. • Garantir a participação de representantes da manutenção e segurança.3 Documentos para Integridade e Manutenção (Transportadora) • Documentos contendo o plano de manutenção para todos equipamentos existentes e novos. temporárias ou permanentes. fazer avaliações dos riscos decorrentes de sua implantação e assegurar que estejam no padrão aceitável da empresa e que atendam os requisitos legais. pessoas e equipamentos.6. • Assegurar que antes da efetividade da mudança todas as recomendações críticas foram atendidas. • Assegurar que toda mudança de equipamento apresente um Procedimento no qual conste a descrição da mudança.COFIC .2 Expectativas A transportadora deve: • Definir claramente o que é uma mudança de equipamentos tecnologia e instalação. condução. _____________________________________________________________________________________18/65 SUPERSSMA . meio ambiente e na propriedade. 3. • Documento de gerenciamento para atender às questões legais de integridade física e mecânica.6. duração da mudança.1 Objetivos Estabelecer e implementar sistemáticas para gerenciar mudanças de tecnologia.6 ELEMENTO 6: GERENCIAMENTO DE MUDANÇAS 3. • Identificar e controlar o risco que as mudanças podem gerar nas pessoas.5. • Assegurar que todos os envolvidos diretamente na operação. antes do inicio de sua ação. os impactos associados e revisão da informação de segurança relativa aos procedimentos operacionais. no processo de mudança. 3. • Documento de teste e inspeção. base técnica para a mudança.

PROGRAMA DE GERENCIAMENTO DE RISCOS DAS CARRETAS NS 016/06 NORMA DE SEGURANÇA OBRIGATÓRIA PARA TODAS AS EMPRESAS INSTALADAS NO POLO • Elaboração: COFIC/COSIMA SUPERSSMA Aprovação: Conselho de Administração Emissão: 26/09/2006 Revisão 00 Assegurar que.6. registrar todos incidentes e acidentes detectados e identificados antes e durante o carregamento do produto.7 ELEMENTO 7: INVESTIGAÇÃO DE INCIDENTES E ACIDENTES 3. _____________________________________________________________________________________19/65 SUPERSSMA . treinamento e divulgação das mudanças e seus respectivos riscos.3 Documentos para Gerenciamento de Mudanças (Transportadora) • • • Documento sobre Análise de Riscos para o processamento de mudanças das pessoas.7. • Implementar sistema gerenciador para as recomendações decorrentes das investigações de Incidentes e Acidentes. 3. • Estabelecer Plano de Ação para evitar repetições de Incidentes e Acidentes investigados. operadores. Documento para acompanhamento de recomendações.1 Objetivos Comunicar e registrar todos os Incidentes e Acidentes ocorridos em decorrência das atividades da empresa. para todos os novos trabalhadores (motoristas. 3. tecnologia. ao COFIC e aos órgãos públicos os Acidentes ocorridos nas áreas no Canal de Tráfego. em ocorrendo mudanças de pessoas.). • Comunicar ao gestor do contrato da empresa contratante. ocorra a capacitação no PGR de Carretas para os novos gestores de contrato e capacitação nos riscos envolvidos no transporte de produtos químicos perigosos. • Investigar e emitir relatório conclusivo de Incidentes com potencial para causar grandes danos humanos e/ou materiais.2 Expectativas A transportadora deve: • Comunicar. equipamentos.7. tecnologia e equipamentos. no trajeto e descarregamento do produto no destino final.COFIC . manutenção. Documento sobre atendimento aos requisitos legais decorrentes das mudanças das pessoas. 3. etc.

7.PROGRAMA DE GERENCIAMENTO DE RISCOS DAS CARRETAS NS 016/06 Elaboração: COFIC/COSIMA SUPERSSMA Aprovação: Conselho de Administração NORMA DE SEGURANÇA OBRIGATÓRIA PARA TODAS AS EMPRESAS INSTALADAS NO POLO Emissão: 26/09/2006 Revisão 00 A Contratante e a Transportadora devem: • Investigar e emitir relatório conclusivo sobre todos os Acidentes ocorridos. 3. avaliar.COFIC .3 Documentos para Investigação de Incidente e Acidente • Documento(s) que definam o processo de Análise e Investigação de Incidentes e Acidentes contendo: − Definição de acidente e incidente (Transportadora) − Formação da equipe de análise e investigação (Transportadora) − Comunicação e registro de Incidentes e Acidentes (Transportadora) − Analise e Investigação de Incidentes (Transportadora) − Analise e Investigação de Acidentes (Transportadora e Contratante) − Emissão e divulgação de relatórios (Contratante e Transportadora) − Sistematização gerenciadora da implantação das recomendações das Investigações de Incidentes e Acidentes (Contratante e Transportadora) _____________________________________________________________________________________20/65 SUPERSSMA . investigar e documentar os Incidentes com potencial para causar grandes danos humanos e/ou materiais e os Acidentes associados às atividades da empresa para evitar repetições. • Assegurar a efetividade das ações correspondentes a cada recomendação das investigações realizadas. • Analisar.

• Realizar treinamentos e exercícios simulados com a participação de todos os envolvidos e posterior avaliação dos resultados. • Assegurar ações em emergência relacionadas comunidades marginais ao Canal de Tráfego. com as A Transportadora deve: • Dispor de equipes treinadas em Combate e Controle de Emergência.PROGRAMA DE GERENCIAMENTO DE RISCOS DAS CARRETAS NS 016/06 NORMA DE SEGURANÇA OBRIGATÓRIA PARA TODAS AS EMPRESAS INSTALADAS NO POLO Elaboração: COFIC/COSIMA SUPERSSMA Aprovação: Conselho de Administração Emissão: 26/09/2006 Revisão 00 3. • Assegurar que os recursos materiais atendam aos padrões legais e voluntários.8 ELEMENTO 8: PLANO DE AÇÃO DE EMERGÊNCIA 3. • Divulgar com os trabalhadores as atividades e atuações das Equipes de Emergência e Equipes Auxiliares.3 Expectativas A Contratante e a Transportadora: • Dispor de recursos humanos e materiais suficientes para combater emergências e minimizar suas conseqüências. e da empresa contratante.8. minimizando as suas conseqüências.8. • Manter atualizado o Plano de Ação de Emergência. Primeiros Socorros e Resgate de Vitimas. 3. _____________________________________________________________________________________21/65 SUPERSSMA .COFIC .1 Objetivos Estabelecer mecanismos de controle para enfrentar as emergências com rapidez e eficácia. • Garantir que o Plano de Ação de Emergência esteja consoante com o Plano de Contingência do Pólo – PCP. Plano de Contingência da Dutovia .PDC.

COFIC .9 ELEMENTO 9: CONTRATADOS 3.8. 3. inserindo estes aspectos nos contratos correspondentes. • Garantir o desenvolvimento e implementação de práticas de _____________________________________________________________________________________22/65 SUPERSSMA .2 Expectativas A Transportadora deve: • Estabelecer critérios de qualificação para as empresas contratadas / terceirizadas que prestarão serviços. Relação atualizada dos envolvidos e entidades externas. • Assegurar que os contratos a serem firmados com as suas terceirizadas sejam compromissados com os objetivos deste elemento. Higiene do Trabalho e Meio Ambiente para as terceirizadas compatíveis com o da empresa contratante. • Dispor de indicadores de desempenho em Segurança. Ações reparadoras ambientais pós-emergências.PROGRAMA DE GERENCIAMENTO DE RISCOS DAS CARRETAS NS 016/06 NORMA DE SEGURANÇA OBRIGATÓRIA PARA TODAS AS EMPRESAS INSTALADAS NO POLO Elaboração: COFIC/COSIMA SUPERSSMA Aprovação: Conselho de Administração Emissão: 26/09/2006 Revisão 00 3. Saúde Ocupacional.9. Comunicação interna e externa.1 Objetivos Estabelecer os requisitos mínimos necessários para que as empresas terceirizadas pelas empresas transportadoras de produtos químicos perigosos. Resgate de vitimas. 3. • Considerar o resultado das avaliações como parâmetro balizador para a continuidade e renovação do contrato.2 Normas e procedimentos para emergências (Transportadora) • Documento contendo o Plano de Emergência disciplinando no mínimo: − − − − − − − − − Combate a incêndio. Capacitação das equipes de emergência. Recursos materiais. Emergências químicas. possam atender as exigências previamente definidas.9. Emergência médica.

PGR das Carretas. A Contratante deve: • Estabelecer mecanismos que garanta a aplicação do SASSMAQ para todas as transportadoras de seus produtos químicos perigosos.PROGRAMA DE GERENCIAMENTO DE RISCOS DAS CARRETAS NS 016/06 NORMA DE SEGURANÇA OBRIGATÓRIA PARA TODAS AS EMPRESAS INSTALADAS NO POLO Elaboração: COFIC/COSIMA SUPERSSMA Aprovação: Conselho de Administração Emissão: 26/09/2006 Revisão 00 trabalho com ênfase em segurança.PGR das Carretas. • Estabelecer conjuntamente com a terceirizada um programa de Segurança compatível com as atividades que serão realizadas nas instalações envolvidas e nas rotas de transporte.10.9. operacionais e de prevenção e controle de incidentes/acidentes. • Documento de Avaliação de Desempenho e acompanhamento das Recomendações 3. 3.COFIC . Identificar oportunidades de melhorias nos Elementos do Programa de Gerenciamento de Riscos .10. • Co-participar com suas contratadas / terceirizadas dos processos educativos.10 ELEMENTO 10: AUDITORIAS 3.2 Expectativas A Contratante e a Contratada devem: • Assegurar a realização de auditorias periódicas para avaliação do desempenho de Segurança das Carretas que transportam os produtos perigosos das empresas do Pólo.3 Normas e Procedimentos para Contratados (Transportadoras) • Documento que regule a qualificação de empresas terceirizadas • Documento que regule a contratação e execução de serviços incluindo os requisitos mínimos de segurança. _____________________________________________________________________________________23/65 SUPERSSMA .1 Objetivos Avaliar o cumprimento e eficácia de cada um dos Elementos do Programa de Gerenciamento de Riscos . 3. • Atender às exigências do SASMAQ quanto à terceirização.

• Implementar sistemática de análise crítica e acompanhamento das recomendações e não conformidades.10. • Treinar. o que foi encontrado. os resultados das Auditorias e os respectivos planos de ação. em conformidade com as atividades de cada um deles. no qual deve constar no mínimo: requisitos.PGR das Carretas.PROGRAMA DE GERENCIAMENTO DE RISCOS DAS CARRETAS NS 016/06 NORMA DE SEGURANÇA OBRIGATÓRIA PARA TODAS AS EMPRESAS INSTALADAS NO POLO Elaboração: COFIC/COSIMA SUPERSSMA Aprovação: Conselho de Administração Emissão: 26/09/2006 Revisão 00 • Dispor de Protocolo de Auditoria padrão. não conformidades e recomendações. • Assegurar que as auditorias sejam realizadas por auditores habilitados (internos ou externos) • Emitir Relatórios conclusivos sobre as auditorias (realizadas). 3. definindo prazo de implementações e os respectivos responsáveis. dos elementos que compõem o Programa de Gerenciamento de Riscos . contendo: o Protocolo de auditoria o Programa de capacitação e habilitação de auditores o Sistema de acompanhamento de recomendações e não conformidades o Modelos de relatórios de auditorias _____________________________________________________________________________________24/65 SUPERSSMA . • Divulgar com os trabalhadores e empresas contratadas.3 Documentos para Auditorias (Contratante e Transportadora) • Documento para realização de Auditorias internas e externas. • Realizar auditorias periódicas internas com utilização Protocolo de Auditoria padrão.COFIC . preparar os empregados para a execução de auditorias internas.

PROGRAMA DE GERENCIAMENTO DE RISCOS DAS CARRETAS NS 016/06 Elaboração: COFIC/COSIMA SUPERSSMA Aprovação: Conselho de Administração Emissão: 26/09/2006 NORMA DE SEGURANÇA OBRIGATÓRIA PARA TODAS AS EMPRESAS INSTALADAS NO POLO Revisão 00 4.1 PROCESSO (PDCA) PLANEJAMENTO (PLAN) AÇÃO (ACT) Informações sobre produtos Correções de desvios e Informações técnicas sobre os equipamentos .COFIC . tanques.1. PROCESSO E DESENVOLVIMENTO DOS ELEMENTOS 4.GESTÃO DE INFORMAÇÕES 4.1. implementação de recomendações VERIFICAÇÃO (CHECK) Inspeção e identificação de desvios EXECUÇÃO (DO) Identificação e Classificação de Anormalidades nos equipamentos cavalos mecânicos. tanques containeres pressurizados e containeres para granéis. ELEMENTO 1 . Processo de comunicação da informação _____________________________________________________________________________________25/65 SUPERSSMA .

Conjunto de Pneus. B.FISPQ.2 DESENVOLVIMENTO A. • Sistema de Aterramento. INFORMAÇÕES TÉCNICAS SOBRE OS EQUIPAMENTOS PLAN • Identificar e armazenar. • Tacógrafo. • Mesa e Pino Rei. IDENTIFICAÇÃO E CLASSIFICAÇÃO DE ANORMALIDADES NOS EQUIPAMENTOS DO Implementar sistemática para identificar e classificar anormalidades nos equipamentos a fim de definir os procedimentos. o Pólo Industrial de Camaçari. INFORMAÇÕES SOBRE PRODUTOS QUÍMICOS PERIGOSOS PLAN Dispor de Fichas de Informação sobre Produtos Químicos Perigosos . as seguintes informações sobre os equipamentos: • Os materiais de construção utilizados nos equipamentos . supressão de velocidade.COFIC . Se necessário. alarmes. consultar Banco de Dados de Produtos Perigosos do COFIC. ou para. controles e salvaguardas de modo a permitir uma ação rápida e efetiva. etc. • Sistema Rodoar . _____________________________________________________________________________________26/65 SUPERSSMA . • Sistema de freios. Material Data Sheet ou similar para todos os produtos transportados do. testes e inspeções. no mínimo. tanques containeres pressurizados e containers para granéis devem ser compatíveis com o produto a ser transportado. • Projeto e memórias de cálculo do sistema de alívio de pressão.1. objetivando a estabilidade operacional e segurança dos equipamentos.) C.PROGRAMA DE GERENCIAMENTO DE RISCOS DAS CARRETAS NS 016/06 NORMA DE SEGURANÇA OBRIGATÓRIA PARA TODAS AS EMPRESAS INSTALADAS NO POLO Elaboração: COFIC/COSIMA SUPERSSMA Aprovação: Conselho de Administração Emissão: 26/09/2006 Revisão 00 4. detecção. integridade desses equipamentos.tanques. • Sistemas de Segurança (ex: Intertravamentos.

_____________________________________________________________________________________27/65 SUPERSSMA .PROGRAMA DE GERENCIAMENTO DE RISCOS DAS CARRETAS NS 016/06 NORMA DE SEGURANÇA OBRIGATÓRIA PARA TODAS AS EMPRESAS INSTALADAS NO POLO Elaboração: COFIC/COSIMA SUPERSSMA Aprovação: Conselho de Administração Emissão: 26/09/2006 Revisão 00 D. CORREÇÕES DE DESVIOS E IMPLEMENTAÇÕES DE RECOMENDAÇÕES ACT Implementar sistemática para acompanhamento das recomendações relacionadas aos desvios ou às não conformidades das auditorias. no trajeto e durante o descarregamento no ponto final. INSPEÇÃO E IDENTIFICAÇÃO DE DESVIOS CHECK Implementar sistemática de inspeções. com o objetivo de eliminar possíveis desvios que possam ser detectados desde a pré-inspeção de viagem.COFIC . E. F. PROCESSO DE COMUNICAÇÃO DA INFORMAÇÃO DO Implementar os mecanismos capazes de assegurar fácil acesso as informações relacionadas com Produtos Químicos Perigosos e Equipamentos e que sejam comunicadas a todos os trabalhadores da empresa que delas precisam. durante o carregamento. para o cumprimento de suas missões.

COFIC .A) PLANEJAMENTO (PLAN) Critérios de Análise de Riscos Roteiro Operacional para Análise de Riscos AÇÃO (ACT) Implementação de recomendações Seleção e Classificação de Riscos Proposição de Medidas de Controle dos Riscos VERIFICAÇÃO (CHECK) Avaliação do desempenho EXECUÇÃO (DO) Treinamento Identificação dos Riscos Arquivamento e atualização das Análises de Riscos _____________________________________________________________________________________28/65 SUPERSSMA .ANÁLISE DE RISCOS 4.C.2 ELEMENTO 2.2.PROGRAMA DE GERENCIAMENTO DE RISCOS DAS CARRETAS NS 016/06 Elaboração: COFIC/COSIMA SUPERSSMA Aprovação: Conselho de Administração Emissão: 26/09/2006 NORMA DE SEGURANÇA OBRIGATÓRIA PARA TODAS AS EMPRESAS INSTALADAS NO POLO Revisão 00 4.D.1 PROCESSO (P.

obedecendo a seguinte seqüência eliminação. PROPOSIÇÃO DE MEDIDAS DE CONTROLE DE RISCOS PLAN Implementar procedimentos que estabeleçam sistemática para seleção e implementação de medidas de controle de riscos. possua experiência em manutenção e operações dos equipamentos. Divulgar a execução e conclusão da análise.COFIC .2. Assegurar que a equipe de analise. _____________________________________________________________________________________29/65 SUPERSSMA .2 DESENVOLVIMENTO A. prevenção. SELEÇÃO E CLASSIFICAÇÃO DOS RISCOS PLAN Estabelecer critérios de classificação de riscos com definição de limites de aceitabilidade qualitativos e quantitativos. visando a identificação. avaliação. CRITÉRIOS DE ANÁLISE DE RISCOS PLAN Realizar análises de riscos sempre que houver modificações nos equipamentos. Definir qual a modalidade de análise de risco. D. controle e monitoramento de riscos remanescentes. C. mais adequada a ser empregada. B. líderes e participantes de análises de riscos. ROTEIRO OPERACIONAL PARA ANÀLISE DE RISCOS PLAN Estabelecer um roteiro para Análise de Riscos com o seguinte seqüencial: • • • • • Atualizar memorial descritivo e diagrama do equipamento a ser analisado. própria ou contratada. ou utilizar os critérios do Projeto APPOLO II. mitigação e recuperação. Realizar a análise propriamente dita.PROGRAMA DE GERENCIAMENTO DE RISCOS DAS CARRETAS NS 016/06 NORMA DE SEGURANÇA OBRIGATÓRIA PARA TODAS AS EMPRESAS INSTALADAS NO POLO Elaboração: COFIC/COSIMA SUPERSSMA Aprovação: Conselho de Administração Emissão: 26/09/2006 Revisão 00 4. atendendo aos requisitos mínimos estabelecidos para especialistas.

TREINAMENTO DO Treinar gestor de contrato ou demais funcionários envolvidos sobre as metodologias de análise de riscos e perigos pertinentes às suas atividades Dispor de líder em Análise de Riscos. IDENTIFICAÇÃO DOS RISCOS DO Implementar a metodologia planejada para identificar todos os riscos associados às modificações nos equipamentos. F. objetivando que as recomendações sejam resolvidas em um tempo adequado e que a solução seja documentada. Definir temporalidade de guarda dos documentos gerados pelas análises de riscos.COFIC . H. G. IMPLEMENTAÇÃO DE RECOMENDAÇÕES ACT Implementar sistemática para encaminhamento imediato das recomendações da equipe de análise. Realizar as revisões/atualizações com uma equipe de análise que tenha experiência. ARQUIVAMENTO E ATUALIZAÇÃO DAS ANALISES DE RISCOS DO Atualizar/revisar as análises de riscos em intervalos máximos de 5 (cinco) anos ou sempre que ocorrerem mudanças significativas no sistema analisado. próprio ou contratado. AVALIAÇÃO DE DESEMPENHO CHECK Auditar periodicamente o sistema para verificar se todas as modificações significativas estão tendo uma avaliação de riscos I. _____________________________________________________________________________________30/65 SUPERSSMA . Definir responsável e prazo para atendimento das recomendações Estabelecer mecanismo de acompanhamento das recomendações.PROGRAMA DE GERENCIAMENTO DE RISCOS DAS CARRETAS NS 016/06 Elaboração: COFIC/COSIMA SUPERSSMA Aprovação: Conselho de Administração NORMA DE SEGURANÇA OBRIGATÓRIA PARA TODAS AS EMPRESAS INSTALADAS NO POLO Emissão: 26/09/2006 Revisão 00 E.

ELEMENTO 3 .COFIC .PROGRAMA DE GERENCIAMENTO DE RISCOS DAS CARRETAS NS 016/06 Elaboração: COFIC/COSIMA SUPERSSMA Aprovação: Conselho de Administração Emissão: 26/09/2006 NORMA DE SEGURANÇA OBRIGATÓRIA PARA TODAS AS EMPRESAS INSTALADAS NO POLO Revisão 00 4.1 .3.PROCESSO (PDCA) PLANEJAMENTO (PLAN) AÇÃO (ACT) Estruturação dos procedimentos Implementação de recomendações advindas de avaliação e auditoria Procedimentos operacionais e de manutenção Correções de desvios Práticas de Trabalhos Seguros VERIFICAÇÃO (CHECK) EXECUÇÃO (DO) Revisão e atualização dos Procedimentos e Práticas Operacionais e de Manutenção Acesso aos Procedimentos e Divulgação Avaliação de Desempenho Implementação de Procedimentos Operacionais e de Manutenção _____________________________________________________________________________________31/65 SUPERSSMA .3.PROCEDIMENTOS OPERACIONAIS 4.

• Medição de sulcro de pneus. • Liberação de equipamentos. • Alteração e inibição de dispositivos de proteção de equipamentos. • Limpeza e Lavagem de equipamentos . • Uso do Tacógrafo. Elaborar Manual de Operação e Manual de Procedimentos de Manutenção de Equipamentos.BA.COFIC .destinação final conforme exigências do Centro de Recursos Ambientais CRA .conforme exigências do Centro de Recursos Ambientais CRA-BA. e que contribuam para preservação da saúde dos trabalhadores e redução dos riscos de acidentes durante seus cumprimentos. PROCEDIMENTOS OPERACIONAIS E DE MANUTENÇÃO PLAN Elaborar procedimentos operacionais e de manutenção escritos. procedimentos e medidas de proteção. As precauções necessárias para prevenir acidentes. Esses procedimentos devem cobrir. que se mostrem eficazes para a sua finalidade especifica. • Cumprimento do Rotograma estabelecido • Comissionamento de equipamentos. • Segurança dos trabalhadores durante as execuções das manutenções. O nome das funções dos trabalhadores que realizarão suas missões através do procedimento considerado. • Operações normais. as seguintes atividades: • Inspeções e testes de equipamentos. • Permissão de Trabalho. • Fixação de containers para graneis sobre carrocerias.PROGRAMA DE GERENCIAMENTO DE RISCOS DAS CARRETAS NS 016/06 NORMA DE SEGURANÇA OBRIGATÓRIA PARA TODAS AS EMPRESAS INSTALADAS NO POLO Elaboração: COFIC/COSIMA SUPERSSMA Aprovação: Conselho de Administração Emissão: 26/09/2006 Revisão 00 4.3. ESTRUTURAÇÃO DOS PROCEDIMENTOS PLAN Estruturar cada procedimento que deve apresentar ao mínimo a seguinte estruturação: • • • • • O titulo da Operação. _____________________________________________________________________________________32/65 SUPERSSMA . • Drenagem de Produto remanescente . B.Prevenção de acidentes. no mínimo. Uso adequado de Equipamentos de Proteção Individual – EPI. • Uso de Bafômetro. • Entrada em Ambiente Confinado .2 DESENVOLVIMENTO A. O seqüencial operacional. consoante NBR 14787 . • Desativação definitiva e temporária de equipamentos.Tanque e tanque container despressurizado.

G. visando controlar riscos em serviços tais como: • • • • • Entrada em espaços confinados.COFIC . para assegurar que eles reflitam a prática operacional corrente. Drenagem de produtos. Divulgar através das lideranças os Procedimentos Operacionais e de Manutenção Garantir que os procedimentos são compreendidos totalmente pelos trabalhadores.PROGRAMA DE GERENCIAMENTO DE RISCOS DAS CARRETAS NS 016/06 NORMA DE SEGURANÇA OBRIGATÓRIA PARA TODAS AS EMPRESAS INSTALADAS NO POLO Elaboração: COFIC/COSIMA SUPERSSMA Aprovação: Conselho de Administração Emissão: 26/09/2006 Revisão 00 C. ATUALIZAÇÃO CHECK Implementar sistemática para que os procedimentos sejam revisados tão frequentemente quanto necessário. Trabalhos a quente. com o objetivo de correção / resposta a possíveis _____________________________________________________________________________________33/65 SUPERSSMA . D. AVALIAÇÃO DE DESEMPENHO CHECK Implementar sistemática de avaliação ou auditoria. precedidos de treinamentos para os usuários. F. IMPLEMENTAÇÃO DOS PROCEDIMENTOS OPERACIONAIS E DE MANUTENÇÃO DO Adotar uma sistemática para que as práticas e procedimentos operacionais e de manutenção sejam implementados gradativamente. PRÁTICAS DE TRABALHO SEGURAS PLAN Desenvolver práticas seguras de trabalho para serem cumpridas pelos trabalhadores. E. Limpeza e Lavagem equipamentos. REVISÃO. Abertura de equipamento. ACESSO AOS PROCEDIMENTOS E DIVULGAÇÃO DO Implementar sistemática que propicie aos trabalhadores fácil acesso às Práticas e aos Procedimentos Operacionais e de Manutenção.

I. IMPLEMENTAÇÃO DE RECOMENDAÇÕES ADVINDAS DE AVALIAÇÃO E AUDITORIA ACT Implementar sistemática para acompanhamento da implementação das recomendações e considerações propostas na avaliação e/ou auditoria. Definir responsável e prazo para atendimento das recomendações. Estabelecer mecanismo de “follow-up” das recomendações _____________________________________________________________________________________34/65 SUPERSSMA . objetivando que os mesmos sejam resolvidos em um tempo adequado e que a solução seja documentada.COFIC . H.PROGRAMA DE GERENCIAMENTO DE RISCOS DAS CARRETAS NS 016/06 NORMA DE SEGURANÇA OBRIGATÓRIA PARA TODAS AS EMPRESAS INSTALADAS NO POLO Elaboração: COFIC/COSIMA SUPERSSMA Aprovação: Conselho de Administração Emissão: 26/09/2006 Revisão 00 desvios que possam ser detectados no processo de elaboração e implantação dos procedimentos operacionais e de manutenção. CORREÇÕES DE DESVIOS ACT Implementar sistemática para encaminhamento imediato dos desvios detectados nas auditorias e/ou avaliações.

habilidade e competência dos empregados.COFIC .4.PROGRAMA DE GERENCIAMENTO DE RISCOS DAS CARRETAS NS 016/06 Elaboração: COFIC/COSIMA SUPERSSMA Aprovação: Conselho de Administração Emissão: 26/09/2006 NORMA DE SEGURANÇA OBRIGATÓRIA PARA TODAS AS EMPRESAS INSTALADAS NO POLO Revisão 00 4.4 ELEMENTO 4 .1 PROCESSO (PDCA) PLANEJAMENTO AÇÃO Identificação das competências Implementação de recomendações advindas de avaliação e auditoria Responsabilidades Correções de desvios Planejamento / Treinamento em Segurança de Processo Formação para o posto VERIFICAÇÃO EXECUÇÃO Verificação formal e informal de conhecimento.TREINAMENTO 4. Levantamento de Necessidade de Treinamento Avaliação dos treinamentos Treinamento e re-treinamento Registro e arquivo _____________________________________________________________________________________35/65 SUPERSSMA .

PGR das Carretas.PROGRAMA DE GERENCIAMENTO DE RISCOS DAS CARRETAS NS 016/06 NORMA DE SEGURANÇA OBRIGATÓRIA PARA TODAS AS EMPRESAS INSTALADAS NO POLO Elaboração: COFIC/COSIMA SUPERSSMA Aprovação: Conselho de Administração Emissão: 26/09/2006 Revisão 00 4. B. na seleção de empregados para novas atividades ou funções. já na etapa do recrutamento inicial.COFIC .2 DESENVOLVIMENTO A. de modo sistemático e a tempo para solucionar deficiências.4. Prover todos os treinamentos identificados como sendo necessários. visando: assegurar que todos os empregados dos diversos níveis hierárquicos sejam competentes para executar tarefas e obrigações a elas atribuídas. As ferramentas e equipamentos necessários para a execução de suas missões. C. isto. IDENTIFICAÇÃO DAS COMPETÊNCIAS PLAN Identificar sistematicamente as competências de cada empregado. deve assegurar que o seu Gestor de Contrato e o Gestor de Contrato da empresa transportadora sejam treinados com relação ao Programa da Gerenciamento de Riscos . de modo que o sistema de gestão de treinamento funcione conforme o planejado. controlar riscos e minimizar perdas prejudiciais a empresa. RESPONSABILIDADES PLAN Definir os papéis e responsabilidades da direção e do corpo gerencial. riscos nos locais de trabalho para onde foram designados. _____________________________________________________________________________________36/65 SUPERSSMA . A empresa contratante do transporte para produtos químicos perigosos. FORMAÇÃO PARA O POSTO PLAN Abordar nos treinamentos específicos e formação para o posto os seguintes tópicos básicos: • • • • Os perigos. As possíveis conseqüências. caso não sejam cumpridos os padrões e procedimentos estabelecidos. estendendo-se durante todo o seu período funcional na empresa. Políticas específicas e procedimentos que se aplicam ao seu trabalho.

A importância do cumprimento das Normas e Procedimentos. TREINAMENTO SOBRE SEGURANÇA PLAN Nos Treinamentos de Segurança. abordar os seguintes tópicos: • • • • • A importância de Segurança. Definir os requisitos mínimos para utilização e instrutores internos de assuntos relacionados a segurança das carretas. Ações a serem adotadas em caso de emergência que possam afetar as comunidades vizinhas ao Pólo e marginais ao Canal de Tráfego. conforme o LNT e Matriz de Treinamento aprovadas pela direção.LNT DO Identificar atividades e tarefas que tem capacidade para influenciar negativamente a performance de Segurança das Carretas e o próprio desempenho especifico das missões dos trabalhadores. F. TREINAMENTO E RE-TREINAMENTO DO Assegurar a implementação do Programa de Treinamento e Re-treinamento para todos os empregados sobre Segurança e Formação para o Posto. _____________________________________________________________________________________37/65 SUPERSSMA . Executar Levantamento de Necessidade de Treinamento – LNT e Matriz de Treinamento por atividade de modo a abranger todos os trabalhadores envolvidos no transporte de produtos perigosos. LEVANTAMENTO DE NECESSIDADE DE TREINAMENTO .PROGRAMA DE GERENCIAMENTO DE RISCOS DAS CARRETAS NS 016/06 NORMA DE SEGURANÇA OBRIGATÓRIA PARA TODAS AS EMPRESAS INSTALADAS NO POLO Elaboração: COFIC/COSIMA SUPERSSMA Aprovação: Conselho de Administração Emissão: 26/09/2006 Revisão 00 D. objetivos e metas de Segurança.COFIC . Na contratação de treinamento externo de segurança solicitar referências da empresa contatada e verificar sua capacitação junto aos clientes treinados. E. Adoção e austeridade com relação a “Disciplina Operacional” voltada para Segurança de um modo geral e especifica da função. A importância do cumprimento das diretrizes. no mínimo.

I. a fim de que as mesmas sejam resolvidas em um tempo adequado e que a solução seja documentada. _____________________________________________________________________________________38/65 SUPERSSMA . instrutores e treinandos objetivando correções de deficiências/desvios e implementação de melhorias.COFIC . Implementar sistemática para a efetivação das correções de desvios e deficiências detectadas nas avaliações e auditorias. IMPLEMENTAÇÃO DE RECOMENDAÇÕES ADVINDAS DE AVALIAÇÃO E AUDITORIA ACT Implementar sistemática para encaminhamento imediato das recomendações/melhorias. durante todo o período funcional dos empregados na empresa e por 20 (vinte) anos. Definir responsável e prazo para atendimento às melhorias. H. VERIFICAÇÃO FORMAL E INFORMAL DE CONHECIMENTO. correções de desvios e deficiências detectadas. HABILIDADE E COMPETÊNCIA DOS TRABALHADORES CHECK Verificar de maneira formal e informal (supervisão de linha) os trabalhadores a fim de assegurar se os mesmos adquiriram e mantêm o conhecimento e a habilidade necessários para o nível de competência demandada. REGISTRO E ARQUIVO DO Manter registros adequados de treinamento e capacitações.PROGRAMA DE GERENCIAMENTO DE RISCOS DAS CARRETAS NS 016/06 NORMA DE SEGURANÇA OBRIGATÓRIA PARA TODAS AS EMPRESAS INSTALADAS NO POLO Elaboração: COFIC/COSIMA SUPERSSMA Aprovação: Conselho de Administração Emissão: 26/09/2006 Revisão 00 G. quais sejam. Estabelecer mecanismo de “follow-up” das melhorias/recomendações J. AVALIAÇÃO DOS TREINAMENTOS CHECK Auditar e avaliar criticamente os treinamentos.

4.COFIC . CORREÇÕES DE DESVIOS ACT Implementar sistemática para a efetivação das correções de desvios e deficiências detectadas nas avaliações e auditorias.1 PROCESSO (PDCA) PLANEJAMENTO AÇÃO Inventário de equipamentos Execução das ações corretivas e preventivas recomendadas pelo RI Classificação Crítica de equipamentos Procedimentos específicos e de Segurança de Manutenção EXECUÇÃO VERIFICAÇÃO Treinamento Operacionalização do Plano de Integridade e Manutenção Acompanhamento/correlacão Relatório de Inspeção (RI) e Relatório de Manutenção Registro e freqüência dos Testes e Inspeções _____________________________________________________________________________________39/65 SUPERSSMA .5 ELEMENTO 5 – INTEGRIDADE E MANUTENÇÃO 4.PROGRAMA DE GERENCIAMENTO DE RISCOS DAS CARRETAS NS 016/06 Elaboração: COFIC/COSIMA SUPERSSMA Aprovação: Conselho de Administração Emissão: 26/09/2006 NORMA DE SEGURANÇA OBRIGATÓRIA PARA TODAS AS EMPRESAS INSTALADAS NO POLO Revisão 00 L.5.

alarmes e intertravamento. aceitos e praticados e. sensores.5. visando manter a integridade progressiva dos equipamentos. conjunto de pneus.COFIC . inspeção. etc.2 DESENVOLVIMENTO A. mesa e pino rei. a serem cumpridos durante as realizações dos trabalhos de testes. • Procedimentos escritos baseados em boas práticas.PROGRAMA DE GERENCIAMENTO DE RISCOS DAS CARRETAS NS 016/06 NORMA DE SEGURANÇA OBRIGATÓRIA PARA TODAS AS EMPRESAS INSTALADAS NO POLO Elaboração: COFIC/COSIMA SUPERSSMA Aprovação: Conselho de Administração Emissão: 26/09/2006 Revisão 00 4. Controles e equipamentos de monitoramento. Elaborar o Plano de Testes. incluindo no mínimo: • • • • • • Cavalos mecânicos e principais sistemas por ex: freios. tacógrafo. inspeção e manutenção de equipamentos). CLASSIFICAÇÃO CRÍTICA DE EQUIPAMENTOS PLAN Estabelecer sistemática para classificação critica de equipamentos. rodoar. Inspeções e Manutenção para atender a demanda dos equipamentos inventariados.. os critérios legais vigentes. Tanques containeres pressurizados. _____________________________________________________________________________________40/65 SUPERSSMA . INVENTARIO DE EQUIPAMENTOS PLAN Inventariar todos os equipamentos que devem sofrer testes e inspeção. sobretudo. Containeres para granéis. B. e manutenção. PROCEDIMENTOS ESPECÍFICOS DE MANUTENÇÃO PLAN Elaborar: • Procedimentos escritos de Manutenção para atendimento aos requisitos de Segurança (testes. bem como implementação de critérios e padrões de criticidade voluntários. Sistemas de alivio e vents. C. Tanques.

plano de curso e realização de teste de retenção de conhecimento. peças. • Nome da pessoa que executou a inspeção ou teste. REGISTRO E FREQÜÊNCIA DOS TESTES E INSPEÇÕES DO Realizar testes e inspeções dos equipamentos.COFIC . _____________________________________________________________________________________41/65 SUPERSSMA . objetivando que as mesmas sejam realizadas de maneira segura. destacando seus riscos e procedimentos. • Descrição da inspeção ou teste executado. a fim de se reforçar a conscientização. e • Resultados obtidos. TREINAMENTO DO Elaborar e implementar plano de treinamento para as atividades de manutenção dos equipamentos. Implementar sistemática para garantir que nas modificações e nas aquisições de novos equipamentos os mesmos sejam adequados para o transporte de produtos perigosos.PROGRAMA DE GERENCIAMENTO DE RISCOS DAS CARRETAS NS 016/06 NORMA DE SEGURANÇA OBRIGATÓRIA PARA TODAS AS EMPRESAS INSTALADAS NO POLO Elaboração: COFIC/COSIMA SUPERSSMA Aprovação: Conselho de Administração Emissão: 26/09/2006 Revisão 00 D. Documentar os testes e inspeções dos equipamentos e registrar no mínimo as seguintes informações: • Data da inspeção ou teste. Executar o Programa de Manutenção correlacionado com os Relatórios de Inspeção (RI) e o risco dos equipamentos. inspeções e manutenções dos equipamentos através do cumprimento dos procedimentos estabelecidos. precedidos de treinamento para os trabalhadores envolvidos. também. Implementar sistemática para garantir que os materiais de manutenção. • Número de série do equipamento ou outro identificador do equipamento. E. F. Emitir Relatório de Inspeção (RI) e suas respectivas recomendações. atendendo às recomendações do fabricante. sobressalentes e acessórios sejam compatíveis / adequados aos existentes nos equipamentos. Os treinamentos realizados devem ter listas de presença. OPERACIONALIZAÇÃO DO PLANO DE INTEGRIDADE E MANUTENÇÃO DO Realizar testes. conhecimento e habilidades dos trabalhadores durante as execuções de suas atividades.

ACOMPANHAMENTO DE DESEMPENHO CHECK Acompanhar as recomendações do Relatório de Inspeção (RI) e sua correlação com a área de Manutenção. IMPLEMENTAÇÃO DAS AÇÕES ACT Executar as ações corretivas e preventivas recomendadas pelo Relatório de Inspeção (RI) através de intervenções de manutenção documentadas. visando soluções pertinentes para cada recomendação do RI. H.COFIC .PROGRAMA DE GERENCIAMENTO DE RISCOS DAS CARRETAS NS 016/06 NORMA DE SEGURANÇA OBRIGATÓRIA PARA TODAS AS EMPRESAS INSTALADAS NO POLO Elaboração: COFIC/COSIMA SUPERSSMA Aprovação: Conselho de Administração Emissão: 26/09/2006 Revisão 00 G. seja através de emissão de relatório ou registro simples. _____________________________________________________________________________________42/65 SUPERSSMA .

6 ELEMENTO 6: GERENCIAMENTO DE MUDANÇAS 4.6.PROGRAMA DE GERENCIAMENTO DE RISCOS DAS CARRETAS NS 016/06 Elaboração: COFIC/COSIMA SUPERSSMA Aprovação: Conselho de Administração Emissão: 26/09/2006 NORMA DE SEGURANÇA OBRIGATÓRIA PARA TODAS AS EMPRESAS INSTALADAS NO POLO Revisão 00 4.COFIC .1 PROCESSO (PDCA) PLANEJAMENTO Tipos de mudanças a serem efetuadas Identificação dos impactos causados pelas mudanças AÇÃO Gerenciamento das ações e correção de não conformidades Estruturação das mudanças VERIFICAÇÃO EXECUÇÃO Avaliação das Mudanças Análise de Riscos da Mudança Acompanhamento das recomendações das Mudanças Divulgação Treinamento Atualização documental e arquivamento _____________________________________________________________________________________43/65 SUPERSSMA .

trabalhadores e outros. TIPOS DE MUDANÇAS A SEREM EFETUADAS PLAN Classificar as mudanças ou as alterações.vide Elemento 2 Análise de Riscos C. sem citações correlatas e implicações pertinentes. • Mudança nas Instalações – São as mudanças realizadas ou inclusões de itens nas edificações. equipamentos e componentes sem a modificação de tecnologia. • Impactos associados.6. transferência. _____________________________________________________________________________________44/65 SUPERSSMA . no mínimo. tecnologia. rejeitos ou software. que modifique os riscos e altere a confiabilidade dos sistemas. a seguinte estruturação: • Descrição. IDENTIFICAÇÃO DOS IMPACTOS CAUSADOS PELAS MUDANÇAS PLAN Identificar os impactos potencias advindos das mudanças a serem implementadas.2 DESENVOLVIMENTO A. Nesta descrição deve constar somente a mudança em si. • Duração. Essa identificação será feita através de análise de risco . redução ou aumento de contingente. • Mudança de Tecnologia – São as mudanças realizadas nos projetos dos equipamentos. Os tipos de mudança considerados neste elemento são as seguintes: • Mudanças de Pessoas – São aquelas relativas aos trabalhadores e gestores de contrato da empresa contratante e da transportadora com relação à admissão. que possa caracterizar alteração no risco ou o modo de operação ou na forma de intervenção no processo inclusive em emergências. que possam afetar os equipamentos.PROGRAMA DE GERENCIAMENTO DE RISCOS DAS CARRETAS NS 016/06 NORMA DE SEGURANÇA OBRIGATÓRIA PARA TODAS AS EMPRESAS INSTALADAS NO POLO Elaboração: COFIC/COSIMA SUPERSSMA Aprovação: Conselho de Administração Emissão: 26/09/2006 Revisão 00 4. ESTRUTURAÇÃO DAS MUDANÇAS PLAN Descrever as mudanças de forma objetiva desde a etapa do planejamento até sua execução. em relação a uma referência previamente estabelecida. rotas e procedimentos operacionais. sejam permanentes ou temporárias. procedimentos operacionais. B. • Base técnica.COFIC . processo de trabalho. promoção com mudança de função ou retorno as atividades após afastamento. e • Revisão da informação de segurança relativa ao processo de trabalho. substituição temporária ou permanente. Na descrição deve constar. nos insumos.

H. TREINAMENTO DO Treinar os trabalhadores envolvidos com as mudanças. e Aos trabalhadores que possam ser afetados pela mudança. AVALIAÇÃO DA MUDANÇA CHECK Realizar avaliação dos riscos impostos pela mudança. Para esse treinamento poderá ser aplicado teste de verificação de retenção de conhecimentos. diagramas de blocos. procedimentos operacionais e de manutenção. Arquivar a documentação durante toda vida útil do sistema modificado.PROGRAMA DE GERENCIAMENTO DE RISCOS DAS CARRETAS NS 016/06 NORMA DE SEGURANÇA OBRIGATÓRIA PARA TODAS AS EMPRESAS INSTALADAS NO POLO Elaboração: COFIC/COSIMA SUPERSSMA Aprovação: Conselho de Administração Emissão: 26/09/2006 Revisão 00 D.COFIC . E. ANALISE DE RISCOS DAS MUDANÇAS DO As mudanças que dizem respeito à Tecnologia e Instalações devem ser precedidas de análise de riscos conforme preceitos estabelecidos no Elemento 2 – Análise de riscos. os riscos e recomendações das mudanças executadas. Avaliar / auditar os aspectos de Segurança no decurso da implementação da mudança aprovada. bem como aqueles que podem ser afetados pelas mesmas. considerando as suas magnitudes e repercussão: • Aos trabalhadores envolvidos. onde devem ser consideradas todas as etapas desde o planejamento até o final da execução e desmobilização dos recursos utilizados na mudança. F. _____________________________________________________________________________________45/65 SUPERSSMA . com elaboração de analise critica e relatório correspondente à etapa considerada. COMUNICAÇÃO A PARTES INTERESSADAS DO Comunicar por escrito. diagramas de tubulações. G. ATUALIZAÇÃO DOCUMENTAL E ARQUIVAMENTO DO Documentar as mudanças em desenhos.

antes da efetivação operacional da mudança com relação: a tecnologia e as instalações. GERENCIAMENTO DAS AÇÕES. CORREÇÕES DE NÃO CONFORMIDADES ACT Garantir que todas as recomendações sejam implementadas. L. Cada recomendação deve ter um responsável e deve ter prazo estabelecido para sua solução. ACOMPANHAMENTO DAS RECOMENDAÇÕES DAS MUDANÇAS CHECK Implementar sistemática para acompanhamento das recomendações geradas nas mudanças.PROGRAMA DE GERENCIAMENTO DE RISCOS DAS CARRETAS NS 016/06 NORMA DE SEGURANÇA OBRIGATÓRIA PARA TODAS AS EMPRESAS INSTALADAS NO POLO Elaboração: COFIC/COSIMA SUPERSSMA Aprovação: Conselho de Administração Emissão: 26/09/2006 Revisão 00 I. _____________________________________________________________________________________46/65 SUPERSSMA .COFIC .

C.7 ELEMENTO 7 – INVESTIGAÇÃO DE INCIDENTE E ACIDENTE 4.COFIC .1 PROCESSO (PD.7.PROGRAMA DE GERENCIAMENTO DE RISCOS DAS CARRETAS NS 016/06 Elaboração: COFIC/COSIMA SUPERSSMA Aprovação: Conselho de Administração Emissão: 26/09/2006 NORMA DE SEGURANÇA OBRIGATÓRIA PARA TODAS AS EMPRESAS INSTALADAS NO POLO Revisão 00 4. Equipes de Análise / Investigação – procedimentos Estruturação básica do relatório VERIFICAÇÃO EXECUÇÃO Execução de Analise e Investigação Avaliação do Relatório com especial atenção para a eficácia e progresso das soluções de cada recomendação Divulgação Treinamento sobre Técnicas de Analise e Investigação de Incidente e Acidente Documentação e arquivamento _____________________________________________________________________________________47/65 SUPERSSMA .A) AÇÃO PLANEJAMENTO Execução das recomendações dos Relatórios.

Recomendações resultantes da investigação. D. mas não após 48 horas após a ocorrência. Preparar e emitir relatório ao final da analise e investigação. Estabelecer mecanismo de comunicação. _____________________________________________________________________________________48/65 SUPERSSMA . DIVULGAÇÃO DO Divulgar as principais recomendações da análise e investigação de Incidentes e Acidentes para a empresa contratante e empregados efetivos que possam ser afetados em situações semelhantes .PROGRAMA DE GERENCIAMENTO DE RISCOS DAS CARRETAS NS 016/06 NORMA DE SEGURANÇA OBRIGATÓRIA PARA TODAS AS EMPRESAS INSTALADAS NO POLO Elaboração: COFIC/COSIMA SUPERSSMA Aprovação: Conselho de Administração Emissão: 26/09/2006 Revisão 00 4. Data do inicio da analise e investigação. EXECUÇÃO DA ANÁLISE E INVESTIGAÇÃO DO Implementar sistemática para que as analises e investigação de incidente e acidente sejam iniciadas o quanto possível. C.análise das causas através de metodologias aceitas e praticadas. ESTRUTURAÇÃO BÁSICA DO RELATÓRIO PLAN Elaborar o Relatório final da análise e investigação contendo no mínimo: • • • • • • Data do incidente / acidente.2 DESENVOLVIMENTO A. Fatores que contribuíram para a ocorrência .COFIC . Nome completo e assinatura de cada participantes. Implementar metodologia para análise das causas dos Incidentes e Acidentes a serem investigados. EQUIPE DE ANÁLISE/INVESTIGAÇÃO PLAN Estabelecer a composição da equipe de análise e investigação de acidente / incidente constituída pelo menos. registro. B. Descrição da ocorrência. analise e investigação de todo incidente com alto potencial de perdas e / ou acidente com lesão e / ou danos materiais.7. por uma pessoa conhecedora dos procedimentos operacionais e de manutenção e outras pessoas com conhecimento e experiência apropriados para investigar e analisar.

nas reuniões da alta administração da empresa. ACOMPANHAMENTO DAS RECOMENDAÇÕES CHECK Implementar sistemática para acompanhamento das recomendações geradas nas análises e investigações de incidentes e acidentes.PROGRAMA DE GERENCIAMENTO DE RISCOS DAS CARRETAS NS 016/06 NORMA DE SEGURANÇA OBRIGATÓRIA PARA TODAS AS EMPRESAS INSTALADAS NO POLO Elaboração: COFIC/COSIMA SUPERSSMA Aprovação: Conselho de Administração Emissão: 26/09/2006 Revisão 00 E. G. com especial atenção para a eficácia e o progresso das soluções de cada recomendação. TREINAMENTO DO Garantir treinamento sobre técnicas de análise e investigação de Incidentes e Acidentes para todos os empregados efetivos e de contratadas que participam da equipe de investigação. AVALIAÇÃO DO RELATÓRIO CHECK Discutir e comentar sobre todos os Incidentes e Acidentes investigados e relatados. e local de armazenamento. Estabelecer critérios para acesso a esses relatórios contendo aspectos de confidencialidade. EXECUÇÕES DAS RECOMENDAÇÕES ACT Implementar sistemática para constatar o estágio atual de implementação de cada recomendação. _____________________________________________________________________________________49/65 SUPERSSMA .COFIC . DOCUMENTAÇÃO E ARQUIVAMENTO DO Garantir o arquivamento pelo período de 20 anos todos os Relatórios de analise e Investigação de Incidentes e Acidentes. Cada recomendação deve ter um responsável e deve ter prazo estabelecido para sua implementação. I. F. H.

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4.8 ELEMENTO 8: PLANO DE AÇÃO DE EMERGÊNCIA
4.8.1 PROCESSO (P,D,C,A)

PLANEJAMENTO

AÇÃO

Prevenção, combate,
controle de emergência

Revisão, atualização do
Plano de Emergências

VERIFICAÇÃO

EXECUÇÃO

Ação das Equipes de Apoio,
Combate e Controle de
Emergências.
Treinamento das equipes
Divulgação das Emergências
e Simulados

Avaliação de desempenho –
simulados e situações reais

_____________________________________________________________________________________50/65
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4.8.1 DESENVOLVIMENTO

A. PREVENÇÃO, COMBATE E CONTROLE DE EMERGÊNCIA.
PLAN
Elaborar de Plano de Treinamento e exercícios simulados das equipes de combate e controle a
emergências.
Elaborar Plano de Apoio Logístico às equipes de combate e controle de emergência.
Elaborar o Plano de Ação de Emergência contendo no mínimo:
• Estrutura Organizacional de Resposta – EOR com as ações, atribuições e responsabilidades.
• Sistemática de comunicação interna e externa;
• Fluxograma de comunicações;
• Procedimentos operacionais de respostas para as principais ações de campo;
• Ações voltadas para emergências médicas para socorrer e tratar acidentados;
• Dimensionamento da capacidade de resposta – recursos humanos, equipamentos e materiais de
respostas necessários;
• Apoio logístico pertinente;
• Formação e treinamento dos integrantes das equipes de combate e controle as situações
emergenciais;
• Ações envolvendo as comunidades da área de influencia do Canal de Tráfego.

B. AÇÃO DAS EQUIPES DE APOIO, COMBATE E CONTROLE DE EMERGÊNCIAS
DO
Treinar as equipes nos procedimentos operacionais de respostas para as principais ações de campo,
a saber:
• Emergências médicas;
• Resgates de vitimas;
• Emergências químicas;
• Combate a incêndio;
• Ações reparadoras ambientais pós-emergências;
• Comunicação interna e externa; e
• Apoio Logístico.
Realizar exercícios simulados periódicos com a participação de outras empresas que transportam os
produtos químicos perigosos.
Comunicar o mais rapidamente possível sobre a ocorrência das situações emergenciais aos
Gestores de Contratos, ao COFIC e aos Órgãos Oficiais.
_____________________________________________________________________________________51/65
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Conselho de Administração
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Revisão 00

C. TREINAMENTO
DO
Formar e manter equipes treinadas e capacitadas tecnicamente para:
• Emergências médicas;
• Resgates de vitimas;
• Emergências químicas;
• Combate a incêndio
• Ações reparadoras ambientais pós-emergências.
Garantir treinamento para as equipes de combate e controle a emergência e equipes auxiliares,
sempre que ocorrer modificações nos procedimentos de resposta à emergência.

D. DIVULGAÇÃO DAS EMERGÊNCIAS E SIMULADOS
DO
Elaborar relatórios sobre emergências reais e exercícios simulados e posterior avaliação dos
resultados.
Divulgar os relatórios para todos os empregados efetivos e de empresas contratadas.

E. AVALIAÇÃO DE DESEMPENHO SIMULADOS E SITUAÇÕES REAIS
CHECK
Implementar sistemática definindo responsável e prazo para acompanhar as recomendações dos
Relatórios sobre simulados e emergências reais.
Avaliar criticamente as atuações das equipes de emergências em situações reais e em simulados.
Os registros devem ser através de emissão de relatórios com a seguinte estrutura:




Data e hora da ocorrência ou simulado;
Descrição da ocorrência ou simulação;
Recursos humanos e materiais utilizados;
Comentários sobre a atuação das equipes e resultados obtidos;
Conclusões e recomendações.

_____________________________________________________________________________________52/65
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revisados e atualizados anualmente ou quando os mesmos sofrerem modificações.9 ELEMENTO 9 . Resgate e Primeiros Socorros sejam avaliados. 4.9.CONTRATADOS 4. REVISÃO DO PLANO DE EMERGÊNCIA ACT Implementar sistemática para garantir que os Planos de: Emergência.D . Desenvolvimento de Práticas Seguras Correções de desvios VERIFICAÇÃO EXECUÇÃO Acompanhamento da performance de Segurança.C . Saúde e Meio Ambiente Seleção da empresa contratada quanto a segurança Treinamento sobre Segurança do Trabalho Divulgação das avaliações Comunicação de Riscos pela contratada Registro e arquivamento _____________________________________________________________________________________53/65 SUPERSSMA .PROGRAMA DE GERENCIAMENTO DE RISCOS DAS CARRETAS NS 016/06 Elaboração: COFIC/COSIMA SUPERSSMA Aprovação: Conselho de Administração Emissão: 26/09/2006 NORMA DE SEGURANÇA OBRIGATÓRIA PARA TODAS AS EMPRESAS INSTALADAS NO POLO Revisão 00 F.1 PROCESSO (P .COFIC .A) PLANEJAMENTO AÇÃO Responsabilidades Implementação de recomendações advindas de avaliação e auditoria Planejamento do Programa de Segurança do Trabalho.

• Dar conhecimento aos trabalhadores das empresas terceirizadas contratadas dos riscos de incêndio. B.JSA). • Assegurar que as empresas terceirizadas contratadas pelas empresas transportadoras de produtos químicos perigosos. Riscos de incêndio e liberação tóxica dos tanques.COFIC . o qual deve constar no mínimo: • • • • • • Administração de Sistema de Equipamentos de Proteção Individual – EPI. RESPONSABILIDADES PLAN • Os Gestores dos Contratos das empresas contrantes de transporte de produtos químicos perigosos devem garantir nos contratos que as empresas transportadoras contratadas irão: o Divulgar para seus trabalhadores as suas Normas e Procedimentos de Segurança.PROGRAMA DE GERENCIAMENTO DE RISCOS DAS CARRETAS NS 016/06 NORMA DE SEGURANÇA OBRIGATÓRIA PARA TODAS AS EMPRESAS INSTALADAS NO POLO Elaboração: COFIC/COSIMA SUPERSSMA Aprovação: Conselho de Administração Emissão: 26/09/2006 Revisão 00 6. em especial o cumprimento do item Treinamento sobre Segurança. Análise e investigação de Incidente e Acidente.5. _____________________________________________________________________________________54/65 SUPERSSMA . que as empresas terceirizadas contratadas pela transportadora devem cumprir durante a vigência do contrato. PROGRAMA DE SEGURANÇA PLAN Implementar Programa de Segurança para as empresas contratadas terceirizadas . Comunicação de Grupo. bem como devem exigir o cumprimento dos mesmos por parte dos seus trabalhadores. • Designar um responsável para acompanhar todas as obrigações legais e de gestão. explosão ou liberação tóxica e instruí–los sobre esses riscos e orientá-los como os mesmos devem se comportar em caso de emergências.2 DESENVOLVIMENTO A. Estudo dos Agentes Físicos e Químicos existentes nos locais de trabalho. o Comunicar ao Gestor do Contrato da empresa contratante. cumpram o seu próprio Plano de Segurança apresentado e aprovado. e Análise de Segurança do Trabalho – AST (Job Safety Analysis . quaisquer riscos gerados por suas atividades ou métodos de trabalho ou riscos de processo de trabalho identificados por seus trabalhadores.

SELEÇÃO DA EMPRESA CONTRATADA TERCEIRIZADA PELA TRANSPORTADORA QUANTO A SEGURANÇA DO Selecionar a empresa a ser contratada. Assegurar que as contratadas terceirizadas cumpram os Programas de Treinamento sobre Segurança do Trabalho e as Práticas de Segurança estabelecidas. com relação à segurança e capacidade de cumprimento das Normas Regulamentadoras pertinentes às suas atividades. _____________________________________________________________________________________55/65 SUPERSSMA . TREINAMENTO SOBRE SEGURANÇA DO Garantir que os trabalhadores das empresas contratadas terceirizadas sejam treinados em Segurança do Trabalho. mediante obtenção e avaliação de informações relativas ao seu desempenho passado em outras empresas. avaliação do treinamento e testes de retenção de conhecimento de cada treinando em todos os treinamentos ministrados pela empresa contratante ou pela empresa contratada sobre Segurança do Trabalho.PROGRAMA DE GERENCIAMENTO DE RISCOS DAS CARRETAS NS 016/06 NORMA DE SEGURANÇA OBRIGATÓRIA PARA TODAS AS EMPRESAS INSTALADAS NO POLO Elaboração: COFIC/COSIMA SUPERSSMA Aprovação: Conselho de Administração Emissão: 26/09/2006 Revisão 00 C. G. DIVULGAÇÃO DAS AVALIAÇÕES DO Divulgar os resultados das avaliações das empresas contratadas terceirizadas para todos os trabalhadores efetivos e de empresas contratadas. Exigir lista de presença. COMUNICAÇÃO DE RISCOS DO Comunicar às empresas contratantes sobre quaisquer riscos de processo gerados por suas atividades ou métodos de trabalho ou riscos identificados por seus empregados. PRÁTICAS SEGURAS PLAN Informar à empresa contratada terceirizada as práticas seguras do trabalho a serem cumpridas pelos seus trabalhadores. D. F. E. com identificação de cada participante e instrutor e também o plano de curso.COFIC .

PROGRAMA DE GERENCIAMENTO DE RISCOS DAS CARRETAS NS 016/06 NORMA DE SEGURANÇA OBRIGATÓRIA PARA TODAS AS EMPRESAS INSTALADAS NO POLO Elaboração: COFIC/COSIMA SUPERSSMA Aprovação: Conselho de Administração Emissão: 26/09/2006 Revisão 00 H. devem ser arquivados. REGISTRO E ARQUIVAMENTO DO Os Relatórios de Acidentes envolvendo trabalhadores das empresas contratadas terceirizadas. ACOMPANHAMENTO DE DESEMPENHO CHECK Estabelecer sistemática de acompanhamento periódico (avaliação e/ou auditoria) do desempenho das empresas contratadas terceirizadas. I. recuperação de performance e possível desqualificação de contratadas que não atingiram a avaliação mínima estabelecida. saúde e meio ambiente. no mínimo por 2 (dois) anos após o término do contrato. _____________________________________________________________________________________56/65 SUPERSSMA . relativas à segurança.COFIC . IMPLEMENTAÇÃO DE RECOMENDAÇÕES ADVINDAS DE AVALIAÇÃO E AUDITORIA – CORREÇÕES DE DESVIOS ACT Com base nessa avaliação estabelecer critério de correção de desvios. O período de avaliação e/ou auditoria nunca deve exceder a 1 (um) ano. J.

1 PROCESSO (PDCA) PLANEJAMENTO AÇÃO Elaboração de Programação de auditorias Execução das recomendações das auditorias realizadas.COFIC .10 ELEMENTO 10 – AUDITORIAS 4.PROGRAMA DE GERENCIAMENTO DE RISCOS DAS CARRETAS NS 016/06 Elaboração: COFIC/COSIMA SUPERSSMA Aprovação: Conselho de Administração Emissão: 26/09/2006 NORMA DE SEGURANÇA OBRIGATÓRIA PARA TODAS AS EMPRESAS INSTALADAS NO POLO Revisão 00 4. com conseqüente correção de Não Conformidades Cumprimento do Protocolo de Auditorias VERIFICAÇÃO EXECUÇÃO Acompanhamento das recomendações geradas nas auditorias Execução das auditorias Treinamento dos Auditores Divulgação dos resultados obtidos Analise crítica dos resultados obtidos Arquivamento _____________________________________________________________________________________57/65 SUPERSSMA .10.

E. PROGRAMAÇÃO DE AUDITORIAS PLAN Elaborar Programação de Auditorias dos elementos do PGR indicando que a primeira será realizada até 2 (dois) anos após implementação e a partir daí pelo menos a cada 3 (três) anos. _____________________________________________________________________________________58/65 SUPERSSMA .PROGRAMA DE GERENCIAMENTO DE RISCOS DAS CARRETAS NS 016/06 NORMA DE SEGURANÇA OBRIGATÓRIA PARA TODAS AS EMPRESAS INSTALADAS NO POLO Elaboração: COFIC/COSIMA SUPERSSMA Aprovação: Conselho de Administração Emissão: 26/09/2006 Revisão 00 4.PGR das Carretas. EXECUÇÃO DAS AUDITORIAS DO Realizar auditorias a cada 2 (dois) anos abrangendo as áreas: operacionais. As equipes de auditores serão independentes da atividade ou empresa a ser auditada.9.COFIC . DIVULGAÇÃO DOS RESULTADOS OBTIDOS DO Divulgar os resultados obtidos nas auditorias para todos os empregados efetivos e de empresas contratadas terceirizadas. capaz de verificar se o PGR está sendo executado de acordo com os padrões estabelecidos e com igual capacidade para avaliar o grau de cumprimento (quantitativamente) de cada elemento. manutenção e outras. TREINAMENTO DOS AUDITORES DO Capacitar e certificar os membros das equipes de auditores através de treinamento sobre o Protocolo de Auditoria do PGR do COFIC e Técnicas de Auditagem. D. B.2 DESENVOLVIMENTO A. C. CUMPRIMENTO DO PROTOCOLO DE AUDITORIAS PLAN Elaborar de protocolo de auditoria em conformidade com os 10 (dez) elementos do Programa de Gerenciamento de Riscos . nas quais os elementos do PGR do COFIC venham ser praticados ou tenham influência na performance de Segurança do Trabalho.

com conseqüente correção de Não Conformidades. _____________________________________________________________________________________59/65 SUPERSSMA . I.PROGRAMA DE GERENCIAMENTO DE RISCOS DAS CARRETAS NS 016/06 NORMA DE SEGURANÇA OBRIGATÓRIA PARA TODAS AS EMPRESAS INSTALADAS NO POLO Elaboração: COFIC/COSIMA SUPERSSMA Aprovação: Conselho de Administração Emissão: 26/09/2006 Revisão 00 F. Cada recomendação deve ter um responsável e deve ter prazo estabelecido para sua solução. ARQUIVAMENTO DO Arquivar os dois últimos relatórios das auditorias realizadas. ACOMPANHAMENTO DE DESEMPENHO CHECK Implementar sistemática para acompanhamento das recomendações geradas nas auditorias.COFIC . EXECUÇÃO DAS RECOMENDAÇÕES ACT Estabelecer Plano de Ação para a execução das recomendações geradas nas auditorias. Acompanhar a efetividade e progresso de cumprimento de cada elemento do Sistema de Gestão de Segurança do Trabalho da empresa nos últimos 5 (cinco) anos. ANALISE CRÍTICA DOS RESULTADOS OBTIDOS CHECK Avaliar a auditoria e levar os resultados obtidos á analise da Alta Direção. H. G.

UnIB EXTERIOR AO PÓLO OXITENO EXTERIOR AO PÓLO OXITENO EXTERIOR AO PÓLO ELEKEIROZ OXITENO EXTERIORAO AOPÓLO PÓLO EXTERIOR BASF EXTERIOR AO PÓLO BASF DETEN ALUMINA USADA (RESÍDUO) AMINA GRAXA DE SEBO AMINA GRAXA DE SEBO ETOXILADO AMÔNIA DIMETILTEREFTALATO (DMT) AMOSTAT 410 DINITROBUTILFENOL ANIDRIDO FITÁLICO(DOP) DI-OCTILFTALATO ANIDRIDO PROPIÔNICO DIÓXIDO DE CARBONO ANTI-ESPUMANTE . MARTINS EXTERIOR EXTERIORAO AOPÓLO PÓLO EXTERIOR EXTERIORAO AOPÓLO PÓLO EXTERIOR AO PÓLO DUPONT (antiga GRIFFIN) _____________________________________________________________________________________ 60/65 104 DOW COMING EXTERIOR AO PÓLO DUSA 105 DOWPER (SOLVENTE) EXTERIOR AO PÓLO W.CPL BRASKEM PE3 DOW EDN ELEKEIROZ AMBEV BAHIA PULP EXTERIOR AO PÓLO BRASKEM .DM30 DIÓXIDO DE ENXOFRE ANTIMÔNIO DIÓXIDO DEGLICOLADO TITÂNIO AQUACER DIURON BRASKEM .UnIB DUSA BRASKEM .UnIB EXTERIOR PÓLO BRASKEMAO .UnIB EMCA EXTERIOR PÓLO EXTERIOR AOAO PÓLO DUPONT (antiga GRIFFIN) OXITENO OXITENO SANSUY FAFEN EXTERIOR PÓLO EXTERIOR AOAO PÓLO BRASKEM PE3 DOW EDN EXTERIOR AOAO PÓLO EXTERIOR PÓLO DUPONT (antiga EXTERIOR AOGRIFFIN) PÓLO DUSA BAHIA PULP BRASKEM SUZANO.AO PÓLO EXTERIOR BRASKEM CPL EXTERIOR AO PÓLO EXTERIOR AO PÓLO SUZANO BRASKEM . ANEXO 5. MARTINS Carreta / Substância BICARBONATO DE AMÔNIO BICARBONATO DE SÓDIO BISFENOL GRAU A 1.UnIB EXTERIOR AO GRIFFIN) PÓLO DUPONT (antiga BRASKEM CPL CIBRAFÉRTIL EXTERIOR AO PÓLO EXTERIORAO AOPÓLO PÓLO EXTERIOR EXTERIOR AO PÓLO EXTERIOR AO PÓLO EXTERIOR EXTERIORAO AOPÓLO PÓLO PROQUIGEL ISOPOL EXTERIOR EXTERIORAO AOPÓLO PÓLO EXTERIOR AO PÓLO EXTERIOR EXTERIORAO AOPÓLO PÓLO EXTERIOR EXTERIORAO AOPÓLO PÓLO EXTERIOR AO PÓLO BAHIA PULP EXTERIOR PÓLO BRASKEMAO .UPVC POLICARBONATOS CIBA EXTERIOR AO PÓLO SUZANO EXTERIOR AO PÓLO OXITENO EXTERIOR AO PÓLO OXITENO EXTERIOR PÓLO EXTERIOR AOAO PÓLO DETEN (antiga GRIFFIN) DUPONT EXTERIOR AO PÓLO BRASKEM .3 FENILACETONITRITO 3TRIFUROMETIL BUTENO .UnIB EXTERIOR PÓLO BRASKEMAO .UNIB BRASKEM PE3 EXTERIOR AO PÓLO OXITENO DUPONT (antiga GRIFFIN) EXTERIOR AO PÓLO OXITENO BRASKEM PE3 BRASKEM .PET/DMT BRASKEM PE3 QGN AIR PRODUCTS MONSANTO EXTERIOR AOAO PÓLO EXTERIOR PÓLO BRASKEM DETEN .1 TMPA C9 DIHIDROGENADO CAO VIRGEM 3.EXTERIOR MARTINS AO PÓLO W.PET/DMT SUZANO BRASKEM CPL BRASKEM PE3 BRASKEM DUPONT (antiga GRIFFIN) BRASKEM CPL ISOPOL BRASKEM .PET/DMT DUSA EXTERIOR AO PÓLO BRASKEM PE3 EXTERIORAO AOPÓLO PÓLO EXTERIOR EXTERIOR AO PÓLO EXTERIOR AO PÓLO BRASKEM . C-9) (CAP) ADITIVO PARA EMULSÃO ASFÁLTICA (CR250) CYASORB UV-531 EXTERIORAO AOPÓLO PÓLO EXTERIOR EXTERIORAO AOPÓLO PÓLO EXTERIOR IPC EXTERIOR AO PÓLO CARAÍBA METAIS EXTERIOR AO PÓLO EXTERIOR AO PÓLO IPC EXTERIOR AO PÓLO EXTERIOR AO PÓLO BASF BRASKEM .UnIB CIBA MONSANTO OXITENO BRASKEM .COFIC 106 DOWTERM A (DTA) EXTERIOR AO PÓLO BRASKEM PE3 .DICLOROETANO BUTADIENO 1.BRASKEM CPL EXTERIOR AO PÓLO FAFEN CICLOHEXANOL 72 20 73 21 74 22 23 75 76 77 78 79 80 24 25 81 26 82 27 83 28 84 29 85 86 30 87 88 31 89 32 90 33 91 34 92 35 93 36 94 37 95 38 39 40 41 42 96 97 43 44 98 45 99 46 100 47 101 48 102 49 103 EMPRESA FORNECEDORA EXTERIOR AO PÓLO CICLOHEXANONA ÁCIDO PELAGÔNICO CLORETO DE ALUMINIO ÁCIDO P-TOLUENO SULFÔNICO CLORETO DE CÁLCIO ÁCIDO SULFÔNICO ÁCIDO SULFÚRICO CLORETO DE DIETIL ALUMÍNIO CLORETO DE ETILA CLORETO DE MAGNÉSIO CLORETO DE METILENO CLORETO DE TRIMETIL ALUMÍNIO (TMAC) CLORO ÁCIDOS GRAXOS C-810 ACRILONITRILA CONCENTRADO DE COBRE ADITIVO (WM-100) COPERAF (C6-C8) ADITIVO (WM-493) COPERRÁS ADITIVO PARA EMULSÃO ASFÁLTICA CORRENTE AROMÁTICA (MIST.PROGRAMA DE GERENCIAMENTO DE RISCOS DAS CARRETAS NS 016/06 Elaboração: COFIC/COSIMA SUPERSSMA Aprovação: Conselho de Administração Emissão: 26/09/2006 NORMA DE SEGURANÇA OBRIGATÓRIA PARA TODAS AS EMPRESAS INSTALADAS NO POLO Revisão 00 5.UnIB BRASKEMAO .UPE 1 BRASKEM MONSANTO EXTERIOR AO PÓLO DETEN EXTERIOR AO PÓLO METANOR/COPENOR DUSA BRASKEM .UnIB EXTERIOR AO PÓLO EMPRESA CONSUMIDORA ABB EXTERIOR AO PÓLO EXTERIOR AO PÓLO EXTERIOR AO PÓLO OXITENO POLICARBONATOS BRASKEM .UPE 2 EXTERIOR EXTERIORAO AOPÓLO PÓLO CIANETO DE POTÁSSIO ÁCIDO FOSFÓRICO CIANETO DE SÓDIO ÁCIDO FUMÁRICO CICLOHEXANO ÁCIDO ISOFTÁLICO ÁCIDO NÍTRICO PROQUIGEL EXTERIOR AO PÓLO PROQUIGEL ELEKEIROZ BRASKEM .UPVC EXTERIORAO AOPÓLO PÓLO EXTERIOR BRASKEM .UPVC BAHIA PULP . FLUORSILICICO ACETALDEÍDO CARBONATO DE SÓDIO ACETATO DE COBALTO ACETATO DE MANGANÊS ACETATO DE VINILA ACETONA CATALISADOR ACETONA CIANIDRINA CATALISADOR COM TOLUENODIAMINA ACETONITRILA CATALISADOR DE PLATINA CATALISADOR EXAURIDO ÁCIDO ACÉTICOCAT OXY VII CATALIZADOR ÁCIDO CÍTRICO CATALIZADORES ÁCIDO CLORÍDRICO CELULOSE ÁCIDO FLUORÍDRICO CERA DE POLIETILENO GRASE WAX ÁCIDO FÓRMICO CERA LÍQUIDA IPC IPC BRASKEM .UPVC SUDAMERICANA EXTERIOR AO PÓLO BRASKEM . MARTINS SUPERSSMA .EXTERIOR MARTINS AO PÓLO BACAM EXTERIOR AO PÓLO BACAM BRASKEM PE3 DUSA BRASKEM .4-DICLOROANILINA CAPROLACTAMA ÁC.UnIB EXTERIOR PÓLO BRASKEM .2 .UCS ELEKEIROZ EXTERIOR AO PÓLO ITF CHEMICAL CARAÍBA METAIS BRASKEM PE3 BRASKEM – UCS EXTERIOR PÓLO CARAÍBAAO METAIS W.UnIB EXTERIOR EXTERIORAO AOPÓLO PÓLO DERRUSOL (NEGRO DE FUMO) ADITIVOS DETERTEC DICLOROMETANO ÁLCOOL ESTEARÍLICO DICLOROPENTADIENO ÁLCOOL ISOPROPÍLICO DIETANOLAMINA ÁLCOOL ISO-TRIDECÍLICO DIETILENOGLICOL (DEG) ALCOOL LAURÍLICO DI-ISO-BUTILFTALATO ÁLCOOL LAURÍLICO ETOXILADO DIMETILMETÍLICO DISSULFETO ÁLCOOL DIMETILAMINA (DMA) CEVOL ÁLCOOL POLIVINÍLICO DIMETILFORMAMIDA (DMF) ALQUILADOS PESADOS EXTERIOR AO PÓLO CIBA EXTERIOR AO PÓLO EXTERIOR AO PÓLO EXTERIOR AO PÓLO BRASKEM .UCS EXTERIOR EXTERIORAO AOPÓLO PÓLO ACRINOR EXTERIOR AO PÓLO EXTERIOR PÓLO BRASKEMAO .PET/DMT FAFEN EXTERIOR EXTERIORAO AOPÓLO PÓLO ELEKEIROZ ELEKEIROZ EXTERIOR AO PÓLO W.UPVC EXTERIOR AO PÓLO EXTERIOR AO GRIFFIN) PÓLO DUPONT (antiga EXTERIOR PÓLO EXTERIOR AOAO PÓLO CARAÍBA METAIS DUPONT (antiga GRIFFIN) DUPONT AO PÓLO EXTERIOR EXTERIOR AO PÓLO METANOR/COPENOR DUPONT-(antiga GRIFFIN) BRASKEM PET/DMT BRASKEM .1 ANEXO I – LISTA DE SUBSTÂNCIAS TRANSPORTADAS ARGÔNIO 50 51 52 53 1 54 55 2 56 57 3 4 58 5 6 7 59 8 9 60 10 61 11 62 63 12 64 13 65 14 66 15 67 16 68 69 17 70 18 19 71 W.

UnIB EXTERIOR AO PÓLO ABB EXTERIOR AO PÓLO EXTERIOR AO PÓLO POLICARBONATOS EXTERIOR AO PÓLO EXTERIOR AO PÓLO EXTERIOR AO PÓLO CARAÍBA METAIS DUPONT EXTERIOR AO PÓLO DUPONT (antiga GRIFFIN) EXTERIOR AO PÓLO QGN MONSANTO EXTERIOR AO PÓLO DETEN MONSANTO BRASKEM . MARTINS EXTERIOR AO PÓLO EXTERIOR AO PÓLO DUPONT (antiga GRIFFIN) EXTERIOR AO PÓLO EXTERIOR AO PÓLO EXTERIOR AO PÓLO BACAM EXTERIOR AO PÓLO SANSUY EXTERIOR AO PÓLO DOW EDN EXTERIOR AO PÓLO EXTERIOR AO PÓLO BAHIA PULP SUZANO EXTERIOR AO PÓLO DUSA W. MARTINS BICARBONATO DE AMÔNIO BICARBONATO DE SÓDIO BISFENOL GRAU A BUTADIENO 1.UnIB EXTERIOR AO PÓLO EXTERIOR AO PÓLO EXTERIOR AO PÓLO EXTERIOR AO PÓLO BRASKEM .UPVC BRASKEM .PROGRAMA DE GERENCIAMENTO DE RISCOS DAS CARRETAS NS 016/06 50 51 52 53 54 55 56 57 75 76 77 78 79 80 81 82 83 84 85 86 87 88 89 90 91 92 93 94 95 96 97 98 99 100 101 102 103 104 105 106 107 108 Emissão: 26/09/2006 OBRIGATÓRIA PARA TODAS AS EMPRESAS INSTALADAS NO POLO ARGÔNIO W.CPL DOW EDN AMBEV EXTERIOR AO PÓLO BRASKEM PE3 OXITENO EXTERIOR AO PÓLO BRASKEM PE3 EXTERIOR AO PÓLO CARAÍBA METAIS BRASKEM – UCS CARAÍBA METAIS EXTERIOR AO PÓLO EXTERIOR AO PÓLO EXTERIOR AO PÓLO BRASKEM PE3 DUSA DUSA POLICARBONATOS EXTERIOR AO PÓLO EXTERIOR AO PÓLO EXTERIOR AO PÓLO EXTERIOR AO PÓLO DETEN EXTERIOR AO PÓLO SUDAMERICANA BRASKEM .UPE 2 EXTERIOR AO PÓLO PROQUIGEL PROQUIGEL BRASKEM . C-9) CYASORB UV-531 DERRUSOL (NEGRO DE FUMO) DETERTEC DICLOROMETANO DICLOROPENTADIENO DIETANOLAMINA DIETILENOGLICOL (DEG) DI-ISO-BUTILFTALATO DIMETIL DISSULFETO DIMETILAMINA (DMA) DIMETILFORMAMIDA (DMF) DIMETILTEREFTALATO (DMT) DINITROBUTILFENOL DI-OCTILFTALATO (DOP) DIÓXIDO DE CARBONO DIÓXIDO DE ENXOFRE DIÓXIDO DE TITÂNIO DIURON DOW COMING DOWPER (SOLVENTE) DOWTERM A (DTA) EMULSÃO ASFÁLTICA ENXOFRE Revisão 00 BRASKEM .3 BUTENO .UnIB BRASKEM .UnIB OXITENO OXITENO ELEKEIROZ EXTERIOR AO PÓLO BASF BASF CONCENTRADO DE COBRE COPERAF (C6-C8) COPERRÁS CORRENTE AROMÁTICA (MIST.PET/DMT EXTERIOR AO PÓLO ELEKEIROZ W.COFIC .UnIB BRASKEM . MARTINS BRASKEM PE3 EXTERIOR AO PÓLO QGN 71 72 73 74 Aprovação: Conselho de Administração NORMA DE SEGURANÇA 58 59 60 61 62 63 64 65 66 67 68 69 70 Elaboração: COFIC/COSIMA SUPERSSMA _____________________________________________________________________________________61/65 SUPERSSMA .UnIB EXTERIOR AO PÓLO DUPONT (antiga GRIFFIN) BRASKEM .UPE 1 EXTERIOR AO PÓLO EXTERIOR AO PÓLO DUSA EXTERIOR AO PÓLO EXTERIOR AO PÓLO SUZANO SUZANO BRASKEM PE3 BRASKEM BRASKEM CPL BRASKEM .UnIB BRASKEM .BRASKEM CPL CICLOHEXANOL EXTERIOR AO PÓLO CICLOHEXANONA CLORETO DE ALUMINIO CLORETO DE CÁLCIO EXTERIOR AO PÓLO EXTERIOR AO PÓLO IPC CLORETO DE DIETIL ALUMÍNIO CLORETO DE ETILA CLORETO DE MAGNÉSIO CLORETO DE METILENO CLORETO DE TRIMETIL ALUMÍNIO (TMAC) CLORO EXTERIOR AO PÓLO EXTERIOR AO PÓLO IPC EXTERIOR AO PÓLO BASF BRASKEM .UnIB EXTERIOR AO PÓLO BRASKEM CPL CARBONATO DE SÓDIO EXTERIOR AO PÓLO CATALISADOR CATALISADOR COM TOLUENODIAMINA CATALISADOR DE PLATINA CATALISADOR EXAURIDO CATALIZADOR CAT OXY VII CATALIZADORES CELULOSE CERA DE POLIETILENO GRASE WAX CERA LÍQUIDA CIANETO DE POTÁSSIO CIANETO DE SÓDIO CICLOHEXANO EXTERIOR AO PÓLO ISOPOL EXTERIOR AO PÓLO EXTERIOR AO PÓLO EXTERIOR AO PÓLO EXTERIOR AO PÓLO BAHIA PULP BRASKEM .UnIB BRASKEM .UCS EXTERIOR AO PÓLO EXTERIOR AO PÓLO BRASKEM .1 C9 DIHIDROGENADO CAO VIRGEM CAPROLACTAMA IPC IPC EXTERIOR AO PÓLO BRASKEM .

UnIB EXTERIOR AO PÓLO 171 SORBITAN ETOXILADO OXITENO EXTERIOR AO PÓLO 221 MONOOLEATO PTBP-P-TERC-BUTILFENOL EXTERIOR AO PÓLO METANOR/COPENOR POLICARBONATOS 172 EXTERIOR AOAO PÓLO DUPONT (antiga GRIFFIN) 222 MORFOLINA P-TERC_OCTILFENOL EXTERIOR PÓLO POLICARBONATOS BASF 173 EXTERIOR PÓLO W. MARTINS 137 175 EMCA 227 REGAL R&A150(ÓLEO LUBRIFICANTE) EXTERIOR AO PÓLO W.UnIB EXTERIOR PÓLO METACRIL EXTERIOR AOAO PÓLO DETEN 226 REGAL &0100(ÓLEO LUBRIFICANTE) EXTERIOR PÓLO W. EDN MARTINS 140 DOW 192 EXTERIOR AOPE3 PÓLO 251 HOR TETRACLORETO DE TITÂNIO EXTERIOR AO PÓLO BRASKEM 141 BIODEX 1000(SURFACE) EXTERIOR AO PÓLO W.BRASKEM CPL EXTERIOR AO PÓLO PÓLO BRASKEM -CPL BRASKEM 245 SULFATO DE MAGNÉSIO EXTERIOR AO PÓLO BAHIA PULP BRASKEM CPL 187 ELEKEIROZ 246 SULFATO DE SÓDIO EXTERIOR AO PÓLO BAHIA PULP ELEKEIROZ 188 ÓLEO DE MAMONA EXTERIOR AOAO PÓLO OXITENO EXTERIOR PÓLO BRASKEM . MARTINS AO PÓLO 223 MULTIGEAR P-XILENO (OLEO LUBRIFICANTE) BRASKEMAO .UnIB EXTERIOR PÓLO 139 BOILER (HB) BRASKEM . MARTINS CETRELCPL EXTERIOR AO PÓLO EXTERIOR AOAO PÓLO BAHIA PULP 243 SULFATO BRUTO EXTERIOR PÓLO PROQUIGEL EXTERIOR AO BRASKEM -.PET/DMT 231 AO PÓLO W. MARTINS HIDRÓXIDO DE SÓDIO BRASKEM -AO UCS BRASKEM CPL 176 (SFR) EXTERIOR PÓLO DOW 228 NAUGARD REGAL R&A32(ÓLEO LUBRIFICANTE) EXTERIOR AO PÓLO W.UPE 2 ACRINOR .UPE 2 EXTERIOR AO AO PÓLO 241 HIPOCLORITO SOLVENTE AROL EXTERIOR AO PÓLO BRASKEM .UPE 2 EXTERIOR AO PÓLO W. BRASKEM MARTINS .UnIB BRASKEM 242 SOLVENTES CLORADOS W.PET/DMT BRASKEM PET/DMT 244 SULFATO DE AMÔNIO BRASKEM .HEXANO EXTERIOR AOAO PÓLO BRASKEM 224 N QUEROSENE EXTERIOR PÓLO DUSA .UCS BRASKEM CIBA NITROLEO BACAM BRASKEM -CPL BRASKEM UnIB EXTERIOR AO PÓLO BRASKEM . EDN MARTINS DUPONT (antiga GRIFFIN) ELEKEIROZ EXTERIOR AO PÓLO 229 N-BUTANOL REGAL R&A46(ÓLEO LUBRIFICANTE) EXTERIOR AO PÓLO W.UnIB BRASKEM PE3 METANOR/COPENOR ELEKEIROZ METANOR/COPENOR BAHIA PULP BASF SUZANO MONSANTO OXITENO BRASKEM MONSANTOAOPE3 EXTERIOR PÓLO ELEKEIROZ EXTERIOR AO PÓLO ACRINOR EXTERIOR AO PÓLO ACRINOR DUPONT (antiga BRASKEM CPL GRIFFIN) SUZANO CIBA MONSANTO BASF EXTERIOR AO PÓLO METANOR/COPENOR CIBA EXTERIOR AO PÓLO BRASKEM UCS EXTERIOR -AO PÓLO EXTERIOR PÓLO DUPONT (antiga GRIFFIN) EXTERIOR AO AO PÓLO EXTERIOR AO PÓLO ELEKEIROZ ACRINOR 213 W.UCS EXTERIOR AO AO PÓLO PÓLO EXTERIOR EXTERIOR AOAO PÓLO EXTERIOR PÓLO EXTERIOR PÓLO DETEN BRASKEMAO .UCS SULFITO DE SÓDIO 189 DETEN OXITENO EXTERIOR AO AO PÓLO 247 ÓLEO DE MAMONA ETOXILADA QGN EXTERIOR PÓLO 190 DIESEL PÓLO W.BRASKEM MARTINS OXITENOAO PÓLO OXITENO EXTERIOR EXTERIOR AO PÓLO .UnIB EXTERIOR COBAFI 174 .UnIB DETEN SUDAMERICANA EXTERIOR AO PÓLO DUPONT (antiga GRIFFIN) OXITENO DETEN METANOR/COPENOR CARAÍBA METAIS GASOLINA AUTOMOTIVA METIL ETER DE HIDROQUINONA GLP BRASKEM .PROGRAMA DE GERENCIAMENTO DE RISCOS DAS CARRETAS NS 016/06 109 110 111 112 113 114 115 146 116 147 117 148 118 149 197 119 150 198 151 120 199 121 200 152 122 201 153 202 154 203 123 204 124 205 125 206 126 207 127 155 156 128 157 208 158 129 209 159 OBRIGATÓRIA PARA TODAS AS EMPRESAS INSTALADAS NO POLO EXTERIOR AO PÓLO ESTEREATO DE ZINCO ESTIRENO MONÔMERO ESTREATO DE ZINCO ETANOL ETENO ETER BUTÍLICO DIETILENOGLICOL ISOPRENO OLEUM ETER BUTÍLICO MONOETILENOGLICOL ISOPROPANOL ETER BUTÍLICO TRIETILENOGLICOL LAMA DE SALMORA ETILFENILACETATO LATEX DE ESTIRENO-BUTADIENO EURUCAMIDA LATEX VP ORTODICLOROBENZENO (ODCB) LICOR MÃE EXTRATO SULFONADO ORTO-XILENO LINEAR ALQUILBENZENO SULFONADO (LAS) FIBRA SINTÉTICA ÓXIDOACRÍLICA DE CÁLCIO FLURIDONE ÓXIDO DE ETILENO LINEAR ALQUILBEZENO (LAB) FORMALDEÍDO ÓXIDO SULFÚRICO (SO3) EXTERIOR AO PÓLO DOW EDN EXTERIOR AO PÓLO EXTERIOR AO PÓLO BRASKEM .COFIC 255 TOLUENO DIISOCIANATO ISOPOL EXTERIOR AO PÓLO 145 130 160 210 131 161 211 132 162 212 163 133 EXTERIOR AO PÓLO Aprovação: Conselho de Administração Emissão: 26/09/2006 NORMA DE SEGURANÇA ESTEREATO DE CÁLCIO Elaboração: COFIC/COSIMA SUPERSSMA EXTERIOR AO PÓLO EXTERIOR PÓLO BRASKEM -AO UnIB EXTERIOR EXTERIOR AO AO PÓLO PÓLO BRASKEM . MARTINS EXTERIOR AO PÓLO 164 EXTERIOR PÓLO 134 BRASKEM -AO UPVC 214 MONOETILAMINA POLIPROPILENO SUZANO EXTERIOR AO PÓLO EXTERIOR DUPONT (antiga GRIFFIN) 135 HIDROSSULFITO DE SÓDIO EXTERIOR AO AO PÓLO PÓLO POLICARBONATOS 215 POLISORBATOS ETOXILADOS OXITENO EXTERIOR AO PÓLO 165 OXITENO ELEKEIROZ 136 HIDRÓXIDO DE POTÁSSIO EXTERIOR AO PÓLO OXITENO 216 MONOETILENOGLICOL 166 POLYFREE 100 EXTERIOR AO PÓLO BRASKEM UnIB (MEG) OXITENO EXTERIOR AO-PÓLO POLICARBONATOS DE SÓDIO BRASKEM . MARTINS ELEKEIROZ 177 OXITENO 230 RESÍDUO DE DINITROTOLUENO ISOPOL CETREL EXTERIOR PÓLO NITROGÊNIO EXTERIOR PÓLO BRASKEM UPE 2 CETREL-AO RESÍDUOS DE DCA DUPONT AO (antiga GRIFFIN) ITFEXTERIOR CHEMICAL EXTERIOR AO PÓLO BRASKEM .UPE 1 EXTERIOR AO PÓLO SUZANO AIR PRODUCTS EXTERIOR AO PÓLO EXTERIOR AO PÓLO EXTERIOR AOCPL PÓLO BRASKEM EXTERIOR AO PÓLO ELEKEIROZ EXTERIOR AO PÓLO EXTERIOR AO PÓLO CETREL ISOPOL DUPONT (antiga GRIFFIN) DUSA PROQUIGEL SUZANO DUSA ISOPOL ACRINOR EXTERIOR AO AO PÓLO EXTERIOR PÓLO EXTERIOR AO PÓLO OXITENO BAHIA PULP EXTERIOR AO AO PÓLO EXTERIOR PÓLO EXTERIOR AO PÓLO FAFEN DETEN BRASKEM .UCS BRASKEM .CPL 180 BRASKEM PE3 234 NONILFENOL 181 EXTERIOR AO PÓLO OXITENO ISOPOL 182 235 NONILFENOL ETOXILADO OXITENO EXTERIOR SESQUICLORETO DE ETILALUMÍNIO EXTERIOR AO PÓLO SUZANOAO PÓLO 183 EXTERIOR AOAO PÓLO AIRSUZANO METANOR/COPENOR PRODUCTS 236 N-PROPANOL SILICONE EXTERIOR PÓLO 184 EXTERIOR AO PÓLO ELEKEIROZ 237 OCTANOL SOLUÇÃO DE DMA 60% BASF EXTERIOR AO PÓLO DOW EDN 185 EXTERIOR AO PÓLO BRASKEM PE3AO PÓLO 238 OCTENO SOLUÇÃO DE MMA 40% BASF EXTERIOR BAHIA PULP 186 BPF DE TMA 35% EXTERIOR AO PÓLO CIBRAFÉRTIL 239 ÓLEO SOLUÇÃO BASF EXTERIOR AO PÓLO 138 DUPONT ÓLEO COMBUSTÍVEL BACAM ELEKEIROZ 240 HIGH SOLVENTE ABG BRASKEM .UnIB EXTERIOR PÓLO BRASKEM -AO UPVC .UPVC DE SÓDIO BRASKEM . MARTINS BRASKEM PE3 248 ÓLEO TAR DE ISOCIANATO DE DICLOROFENILA EXTERIOR DUPONT AO (antiga GRIFFIN) DUPONT (antiga GRIFFIN) 191 LEVE EMCA EXTERIOR AO AO PÓLO 249 ÓLEO TAR DE TOLUENO DIISOCIANATO ISOPOL EXTERIOR PÓLO SUZANO LEVE HIDROGENADO EMCA BRASKEM PE3 250 ÓLEO TECNO SNC25 EXTERIOR AO PÓLO W.EXTERIOR MARTINS AO PÓLO CETREL ITFDUSA CHEMICAL 232 RESORCINOL 178 EXTERIOR AO-PÓLO DETEN 233 SAL (CARACTERÍSTICAS CÁUSTICAS) EXTERIOR AO PÓLO BRASKEM UCS EXTERIOR PÓLO BRASKEM CPL.CPL 179 NITROL SASO BRASKEMAO . MARTINS METANOR/COPENOR EXTERIOR AO PÓLO EXTERIOR AO PÓLO EXTERIOR AO PÓLO EXTERIOR AO PÓLO EXTERIOR AO PÓLO EXTERIOR AO PÓLO EXTERIOR AO PÓLO EXTERIOR AO PÓLO EXTERIOR AO PÓLO QGN Revisão 00 BRASKEM . ETOXILADO OXITENO EXTERIOR AO PÓLO EXTERIOR BRASKEM AO-PÓLO UnIB SUZANO 168 SORBITAN EXTERIOR PÓLO OXITENO 218 MONOLAURATO PROPANIL DUPONT AO (antiga GRIFFIN) EXTERIOR AO PÓLO OXITENO 169 (MMA) BASF EXTERIOR AO PÓLO 219 MONOMETILAMINA PROPANONA EXTERIOR AO PÓLO ACRINOR 170 DE SORBITAN EXTERIOR PÓLO OXITENO BRASKEM .PARAFINA (NPF) EMCA EXTERIOR AO AO PÓLO 225 N RAFINADO PGH BRASKEM .CPL 254 ISOCIANATO DE DICLOROFENILA DUPONT (antiga GRIFFIN) DUPONT (antiga GRIFFIN) 196 ÓLEOS BÁSICOS MINERAIS EXTERIOR AO PÓLO EMCA SUPERSSMA .UnIB OXITENO BRASKEM UNIB CARAÍBA.UnIB 144 ISOBUTANOL EXTERIOR AO PÓLO ELEKEIROZ 195 EXTERIOR AO PÓLO W.UCS 167 217 HIDRÓXIDO MONOLAURATO POLYFREE 150_175 S.METAIS OXITENO EXTERIOR AO PÓLO OXITENO BRASKEM .UnIB EXTERIOR PÓLO BRASKEM -AO UnIB EXTERIOR AO AO PÓLO PÓLO EXTERIOR ATOFINA MERCÚRIO OXIGÊNIO METANOL OXITRITCLORETO DE VANÁDIO FORMIATO DE SÓDIO PENTAERITRITOL FOSFATO TRISSÓDICO (TSP) PENTAMETIL HEPTANO FÓSFORO PERCLOROETILENO FOSSY WATER PERÓXIDO DE HIDROGÊNIO METASSULFITO SÓDIO METILATO DE SÓDIO PERÓXIDO ORGÂNICO METILOX PIA-ACIDO HCL 33% NMETILTERCBUTILETER FOSFONOMETILIMINODIACÉTICO HEXAMETILENOTETRAMINA METÓXIDO DE LÍTIO PIPERILENO HIDRAZINA MONOCLORETO DE VINILA (MVC) POLIETILENO MONOCLOROBENZENO HIDROGÊNIO POLIETILENOGLICOL(MEA) MONOETANOLAMINA HIDROQUINONA EXTERIOR AO PÓLO W.UPE 1 SUZANO BRASKEM . MARTINS 193 LUBRIFICANTE EXTERIOR AOAO PÓLO BRASKEM PE3 252 ÓLEO TETRAETILENOPENTAMINA EXTERIOR PÓLO DUPONT (antiga GRIFFIN) 142 IONOL CP BHT EXTERIOR AO PÓLO BRASKEM PE3 194 MINERAL EMCA EXTERIOR AO PÓLOGRIFFIN) 253 ÓLEO THERMINOL 59/ BRANCO EXTERIOR AO PÓLO DUPONT (antiga 143 IRGANOX 1076 245 EXTERIOR AO PÓLO BRASKEM -AO UPVC _____________________________________________________________________________________ 62/65 ÓLEO RESIDUAL DETEN EXTERIOR PÓLO EXTERIOR AO PÓLO TOLUENO BRASKEM .UnIB 220 MONOOLEATO PROPENO BRASKEMAO .UCS EXTERIOR PÓLO EXTERIOR AO AO PÓLO BRASKEM .

HEXANO N . ETOXILADO MONOLAURATO SORBITAN MONOMETILAMINA (MMA) MONOOLEATO DE SORBITAN MONOOLEATO SORBITAN ETOXILADO MORFOLINA MULTIGEAR (OLEO LUBRIFICANTE) N .UCS BRASKEM .PROGRAMA DE GERENCIAMENTO DE RISCOS DAS CARRETAS NS 016/06 146 147 148 149 150 151 152 153 154 155 156 157 158 159 160 161 162 163 175 176 BRASKEM . MARTINS EXTERIOR AO PÓLO BRASKEM PE3 EXTERIOR AO PÓLO BRASKEM PE3 EXTERIOR AO PÓLO EXTERIOR AO PÓLO W. MARTINS EMCA _____________________________________________________________________________________63/65 SUPERSSMA .UPE 2 EXTERIOR AO PÓLO DETEN MONOETILENOGLICOL (MEG) MONOLAURATO S. MARTINS BRASKEM .UPE 2 ITF CHEMICAL CETREL EXTERIOR AO PÓLO BRASKEM CPL BRASKEM CPL PÓLO EXTERIOR AO PÓLO 187 188 189 190 191 Revisão 00 ISOPRENO ISOPROPANOL LAMA DE SALMORA LATEX DE ESTIRENO-BUTADIENO LATEX VP LICOR MÃE LINEAR ALQUILBENZENO SULFONADO (LAS) 178 180 181 182 183 184 185 186 Emissão: 26/09/2006 OBRIGATÓRIA PARA TODAS AS EMPRESAS INSTALADAS NO POLO 177 179 Aprovação: Conselho de Administração NORMA DE SEGURANÇA 164 165 166 167 168 169 170 171 172 173 174 Elaboração: COFIC/COSIMA SUPERSSMA OXITENO EXTERIOR AO PÓLO AIR PRODUCTS ELEKEIROZ BRASKEM PE3 CIBRAFÉRTIL ELEKEIROZ BRASKEM CPL BAHIA PULP BRASKEM .UNIB EXTERIOR AO PÓLO BRASKEM .UnIB ELEKEIROZ BASF OXITENO EXTERIOR AO PÓLO EXTERIOR AO PÓLO ACRINOR DUPONT (antiga GRIFFIN) CIBA EXTERIOR AO PÓLO CIBA EXTERIOR AO PÓLO DUPONT (antiga GRIFFIN) ELEKEIROZ EXTERIOR AO PÓLO DUPONT (antiga GRIFFIN) ELEKEIROZ EXTERIOR AO PÓLO EXTERIOR AO PÓLO OXITENO EXTERIOR AO PÓLO OXITENO EXTERIOR AO PÓLO DUPONT (antiga GRIFFIN) W.UPVC EXTERIOR AO PÓLO OXITENO MONOETILAMINA EXTERIOR AO OXITENO OXITENO OXITENO EXTERIOR AO BASF EXTERIOR AO OXITENO EXTERIOR AO EXTERIOR AO EXTERIOR AO EMCA EXTERIOR AO EXTERIOR AO PÓLO BRASKEM .PARAFINA (NPF) PÓLO PÓLO PÓLO PÓLO PÓLO PÓLO PÓLO NAUGARD (SFR) N-BUTANOL EXTERIOR AO PÓLO ELEKEIROZ NITROGÊNIO EXTERIOR AO PÓLO W.COFIC .PET/DMT BRASKEM CPL ELEKEIROZ OXITENO EXTERIOR AO PÓLO W.UnIB EXTERIOR AO PÓLO BRASKEM .UCS EXTERIOR AO PÓLO EXTERIOR AO PÓLO EXTERIOR AO PÓLO DETEN EXTERIOR AO PÓLO ELEKEIROZ CETREL DUSA DUSA ACRINOR EXTERIOR AO PÓLO LINEAR ALQUILBEZENO (LAB) MERCÚRIO METANOL DETEN EXTERIOR AO PÓLO METANOR/COPENOR METASSULFITO SÓDIO METIL ETER DE HIDROQUINONA METILATO DE SÓDIO METILOX METILTERCBUTILETER METÓXIDO DE LÍTIO MONOCLORETO DE VINILA (MVC) MONOCLOROBENZENO MONOETANOLAMINA (MEA) QGN EXTERIOR AO PÓLO EXTERIOR AO PÓLO EXTERIOR AO PÓLO BRASKEM . MARTINS NITROL EXTERIOR AO PÓLO NITROLEO BACAM NONILFENOL NONILFENOL ETOXILADO N-PROPANOL OCTANOL OCTENO ÓLEO BPF ÓLEO COMBUSTÍVEL EXTERIOR AO OXITENO EXTERIOR AO EXTERIOR AO EXTERIOR AO EXTERIOR AO BACAM 192 193 194 195 196 PÓLO PÓLO PÓLO PÓLO ÓLEO DE MAMONA ÓLEO DE MAMONA ETOXILADA ÓLEO DIESEL ÓLEO LEVE ÓLEO LEVE HIDROGENADO EXTERIOR AO PÓLO OXITENO EXTERIOR AO PÓLO EMCA EMCA ÓLEO LUBRIFICANTE ÓLEO MINERAL BRANCO ÓLEO RESIDUAL EXTERIOR AO PÓLO EMCA DETEN EXTERIOR AO PÓLO EXTERIOR AO PÓLO ÓLEOS BÁSICOS MINERAIS EMCA DOW EDN EXTERIOR AO PÓLO OXITENO BRASKEM .

UnIB EXTERIOR AO PÓLO EXTERIOR AO PÓLO BRASKEM .UPE 2 OXITENO W.BRASKEM CPL EXTERIOR AO PÓLO EXTERIOR AO PÓLO EXTERIOR AO PÓLO QGN DUPONT (antiga GRIFFIN) ISOPOL EXTERIOR AO PÓLO EXTERIOR AO PÓLO EXTERIOR AO PÓLO EXTERIOR AO PÓLO BRASKEM .COFIC .UnIB EXTERIOR AO PÓLO W. MARTINS W.UCS BRASKEM .UnIB BRASKEM .UnIB EXTERIOR AO PÓLO OXITENO CARAÍBA METAIS W.CPL EXTERIOR AO PÓLO BRASKEM . MARTINS CETREL CETREL EXTERIOR AO PÓLO DUSA BRASKEM .UCS EXTERIOR AO PÓLO EXTERIOR AO PÓLO EXTERIOR AO PÓLO EXTERIOR AO PÓLO EXTERIOR AO PÓLO EXTERIOR AO PÓLO BRASKEM .UPVC CETREL PROQUIGEL EXTERIOR AO PÓLO BAHIA PULP BAHIA PULP BRASKEM .UCS EXTERIOR AO PÓLO DUPONT (antiga GRIFFIN) EXTERIOR AO PÓLO W. MARTINS W. MARTINS EXTERIOR AO PÓLO BRASKEM .PROGRAMA DE GERENCIAMENTO DE RISCOS DAS CARRETAS NS 016/06 208 209 210 211 212 213 214 215 216 217 218 219 220 221 222 223 224 225 226 227 228 229 230 231 232 233 234 235 236 237 238 239 240 241 242 243 244 245 246 247 248 249 250 251 252 253 254 255 256 257 Aprovação: Conselho de Administração Emissão: 26/09/2006 NORMA DE SEGURANÇA OBRIGATÓRIA PARA TODAS AS EMPRESAS INSTALADAS NO POLO OLEUM 197 198 199 200 201 202 203 204 205 206 207 Elaboração: COFIC/COSIMA SUPERSSMA Revisão 00 CARAÍBA METAIS BRASKEM CPL ORTODICLOROBENZENO (ODCB) ORTO-XILENO ÓXIDO DE CÁLCIO ÓXIDO DE ETILENO ÓXIDO SULFÚRICO (SO3) OXIGÊNIO OXITRITCLORETO DE VANÁDIO PENTAERITRITOL PENTAMETIL HEPTANO PERCLOROETILENO PERÓXIDO DE HIDROGÊNIO EXTERIOR AO PÓLO BRASKEM . MARTINS SUZANO OXITENO EXTERIOR AO PÓLO EXTERIOR AO PÓLO DUPONT (antiga GRIFFIN) EXTERIOR AO PÓLO BRASKEM . MARTINS W. MARTINS EXTERIOR AO PÓLO EXTERIOR AO PÓLO EXTERIOR AO PÓLO EXTERIOR AO PÓLO EXTERIOR AO PÓLO EXTERIOR AO PÓLO ISOPOL PROQUIGEL ISOPOL EXTERIOR AO PÓLO BAHIA PULP EXTERIOR AO PÓLO DETEN EXTERIOR AO PÓLO BRASKEM PE3 METANOR/COPENOR SUZANO BRASKEM PE3 ELEKEIROZ PERÓXIDO ORGÂNICO PIA-ACIDO NFOSFONOMETILIMINODIACÉTICO PIPERILENO POLIETILENO POLIETILENOGLICOL ATOFINA EXTERIOR AO PÓLO ACRINOR SUZANO MONSANTO POLIPROPILENO POLISORBATOS ETOXILADOS POLYFREE 100 POLYFREE 150_175 PROPANIL PROPANONA PROPENO PTBP-P-TERC-BUTILFENOL P-TERC_OCTILFENOL P-XILENO QUEROSENE RAFINADO PGH REGAL &0100(ÓLEO LUBRIFICANTE) REGAL R&A150(ÓLEO LUBRIFICANTE) REGAL R&A32(ÓLEO LUBRIFICANTE) REGAL R&A46(ÓLEO LUBRIFICANTE) RESÍDUO DE DINITROTOLUENO RESÍDUOS DE DCA BRASKEM .CPL TAR DE ISOCIANATO DE DICLOROFENILA TAR DE TOLUENO DIISOCIANATO TECNO SNC25 TETRACLORETO DE TITÂNIO TETRAETILENOPENTAMINA THERMINOL 59 TOLUENO EXTERIOR AO PÓLO EXTERIOR AO PÓLO BASF BASF BASF BRASKEM .UnIB EXTERIOR AO PÓLO ACRINOR EXTERIOR AO PÓLO POLICARBONATOS POLICARBONATOS EXTERIOR AO PÓLO DUSA EXTERIOR AO PÓLO W.UnIB EXTERIOR AO PÓLO EXTERIOR AO PÓLO EXTERIOR AO PÓLO EXTERIOR AO PÓLO ISOPOL DUPONT (antiga GRIFFIN) RESORCINOL SAL (CARACTERÍSTICAS CÁUSTICAS) SASO EXTERIOR AO PÓLO EXTERIOR AO PÓLO BRASKEM .CPL EXTERIOR AO PÓLO EXTERIOR AO PÓLO EXTERIOR AO PÓLO SESQUICLORETO DE ETILALUMÍNIO SILICONE SOLUÇÃO DE DMA 60% SOLUÇÃO DE MMA 40% SOLUÇÃO DE TMA 35% SOLVENTE ABG SOLVENTE AROL SOLVENTES CLORADOS SULFATO BRUTO SULFATO DE AMÔNIO SULFATO DE MAGNÉSIO SULFATO DE SÓDIO SULFITO DE SÓDIO _____________________________________________________________________________________64/65 SUPERSSMA .UnIB BRASKEM . MARTINS BRASKEM PE3 DUPONT (antiga GRIFFIN) DUPONT (antiga GRIFFIN) EXTERIOR AO PÓLO BRASKEM .UnIB TOLUENO DIISOCIANATO TOLUOL TRIETANOLAMINA ISOPOL ELEKEIROZ OXITENO SUZANO SUZANO EXTERIOR AO PÓLO EXTERIOR AO PÓLO EXTERIOR AO PÓLO EXTERIOR AO PÓLO BRASKEM .UnIB EXTERIOR AO PÓLO BRASKEM .

COFIC .PROGRAMA DE GERENCIAMENTO DE RISCOS DAS CARRETAS NS 016/06 258 259 260 261 262 263 264 265 266 267 OBRIGATÓRIA PARA TODAS AS EMPRESAS INSTALADAS NO POLO EXTERIOR AO PÓLO TRIETILENOGLICOL (TEG) TRIGNOX 21-5/TRIGONOX C TURBO 150 E 320 URÉIA URSA SUPER TD 15W40 VINESTAB (TNPP) VITON A WASTEOIL XILENO OXITENO EXTERIOR AO PÓLO EMCA FAFEN EXTERIOR AO PÓLO EXTERIOR AO PÓLO EXTERIOR AO PÓLO ELEKEIROZ BRASKEM .UnIB Aprovação: Conselho de Administração Emissão: 26/09/2006 NORMA DE SEGURANÇA TRIETILALUMÍNIO Elaboração: COFIC/COSIMA SUPERSSMA Revisão 00 SUZANO BRASKEM PE3 EXTERIOR AO PÓLO BRASKEM PE3 EXTERIOR AO PÓLO EXTERIOR AO PÓLO W. MARTINS BRASKEM .UPE 1 BRASKEM PE3 EXTERIOR AO PÓLO EXTERIOR AO PÓLO _____________________________________________________________________________________65/65 SUPERSSMA .