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CursoCurso TécnicoTécnico emem MecatrônicaMecatrônica Disciplina:Disciplina: MateriaisMateriais dede
CursoCurso TécnicoTécnico emem MecatrônicaMecatrônica Disciplina:Disciplina: MateriaisMateriais dede

CursoCurso TécnicoTécnico emem MecatrônicaMecatrônica

Disciplina:Disciplina:

MateriaisMateriais dede ConstruçãoConstrução MecânicaMecânica

Prof.Prof. EduardoEduardo GalvãoGalvão RamalhoRamalho

Prof.Prof. EduardoEduardo GalvãoGalvão RamalhoRamalho 2 de junho de 2015 Parnamirim - RN Prof. Eduardo Galvão

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Programa de Disciplina

Programa de Disciplina Objetivos • Compreender a relação entre as estruturas cristalinas, as ligações químicas e
Programa de Disciplina Objetivos • Compreender a relação entre as estruturas cristalinas, as ligações químicas e

Objetivos

Compreender a relação entre as estruturas cristalinas, as ligações químicas e as propriedades dos materiais;

• Entender o efeito dos defeitos cristalinos nas propriedades dos materiais;

• Conhecer os mecanismos de deformação plástica dos materiais metálicos;

• Compreender os conceitos das diversas propriedades dos materiais;

• Compreender as transformações de fases que ocorrem nos materiais;

Entender o processo de obtenção dos materiais;

• Entender o processo de obtenção dos materiais; 2 de junho de 2015 Parnamirim - RN

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Programa de Disciplina

Programa de Disciplina Objetivos • Compreender as transformações de fases das ligas Ferro-Carbono em condições de
Programa de Disciplina Objetivos • Compreender as transformações de fases das ligas Ferro-Carbono em condições de

Objetivos

• Compreender as transformações de fases das ligas Ferro-Carbono em condições de equilíbrio;

• Compreender as transformações de fases das ligas em condições fora do equilíbrio;

• Entender a relação entre tratamentos térmicos e propriedades mecânicas dos materiais;

• Conhecer as estruturas dos ferros fundidos;

• Conhecer os diferentes tipos de aços;

• Conhecer os principais materiais metálicos não ferrosos;

• Conhecer os principais materiais metálicos não metálicos.

Conhecer os principais materiais metálicos não metálicos. 2 de junho de 2015 Parnamirim - RN Prof.

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Programa de Disciplina

Programa de Disciplina Bases Científico-Tecnológicas (Conteúdos) 1. Estrutura da Matéria 1.1. Ligações químicas
Programa de Disciplina Bases Científico-Tecnológicas (Conteúdos) 1. Estrutura da Matéria 1.1. Ligações químicas

Bases Científico-Tecnológicas (Conteúdos)

1. Estrutura da Matéria

1.1. Ligações químicas

1.2. Sistemas e reticulados cristalinos

1.3. Alotropia

1.4. Parâmetro do reticulado

1.5. Planos e direções cristalográficas

1.6. Índices de Miller

1.7. Principais imperfeições cristalinas

2. Plasticidade dos Metais

2.1. Introdução

2.2. Deformação elástica

2.3. Deformação plástica

2.4. Deformação plástica dos metais

policristalinos

3. Propriedades Mecânicas

3.1. Conceito de tensão

3.2. Tipos de esforços mecânicos

3.3. Conceito de deformação

3.4. Propriedades elástica

3.5. Propriedades plásticas

3.6. Resistência mecânica

3.7. Dureza

4. Ligas Metálicas

4.1. Introdução

4.2. Definição

4.3. Ocupação dos componentes da liga

na estrutura

4.4. Soluções sólidas

4.5. Difusão

4.6. Fases intermediárias

4.7. Diagramas de fases ou de equilíbrio

intermediárias 4.7. Diagramas de fases ou de equilíbrio 2 de junho de 2015 Parnamirim - RN

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Programa de Disciplina

Programa de Disciplina Bases Científico-Tecnológicas (Conteúdos) 5. Noções de Metalurgia Extrativa 5.1. Fluxograma
Programa de Disciplina Bases Científico-Tecnológicas (Conteúdos) 5. Noções de Metalurgia Extrativa 5.1. Fluxograma

Bases Científico-Tecnológicas (Conteúdos)

5. Noções de Metalurgia Extrativa

5.1. Fluxograma para a obtenção de um

metal a partir de um minério

5.2. Fabricação do gusa

5.3. Fabricação do aço

6. Materiais Metálicos Ferrosos

6.1. Introdução

6.2. Definição de aço

6.3. Sistema ferro-carbono

6.4. Influência do carbono nas

propriedades dos aços-carbono resfriados lentamente

6.5. Influência dos elementos de liga

nos aços

7. Transformações da Austenita em Condições Fora do Equilíbrio-

7.1. Reação martensítica

7.2. Diagrama TTT de um aço eutetóide

7.3. Diagrama TTT de um aço

hipoeutetóide

7.4. Diagrama TTT de um aço

hipereutetóide

7.5. Diagramas TRC

7.6. Efeitos da seção da peça

7.7. Fatores que influem na posição dos

diagramas TTT e TRC

7.8. Temperabilidade

na posição dos diagramas TTT e TRC 7.8. Temperabilidade 2 de junho de 2015 Parnamirim -

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Programa de Disciplina

Programa de Disciplina Bases Científico-Tecnológicas (Conteúdos) 8. Tratamentos Térmicos e Termoquímicos das Ligas
Programa de Disciplina Bases Científico-Tecnológicas (Conteúdos) 8. Tratamentos Térmicos e Termoquímicos das Ligas

Bases Científico-Tecnológicas (Conteúdos)

8. Tratamentos Térmicos e Termoquímicos das Ligas Ferro- Carbono -

8.1. Introdução

8.2. Recozimento

8.3. Normalização

8.4. Têmpera convencional

8.5. Revenimento

8.6. Têmpera superficial

8.7. Martêmpera

8.8. Austêmpera

8.9. Cementação

8.10. Nitretação

9. Classificação dos Aços(ABNT NBR

8279)

10. Aços para Construção Mecânica

10.1. Classificação(ABNT NBR 6006)

10.2. Requisitos/tipos/aplicações

11. Aços Ferramenta –

11.1. Classificação(ABNT NBR 6189)

11.2. Requisitos/tipos/aplicações

12. Aços Inoxidáveis

12.1. Classificação(ABNT NBR 5601)

12.2. Requisitos/tipos/aplicações

NBR 5601) 12.2. Requisitos/tipos/aplicações 2 de junho de 2015 Parnamirim - RN Prof. Eduardo Galvão

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Programa de Disciplina

Programa de Disciplina Bases Científico-Tecnológicas (Conteúdos) 13. Ferros Fundidos 13.1. Classificação 13.2.
Programa de Disciplina Bases Científico-Tecnológicas (Conteúdos) 13. Ferros Fundidos 13.1. Classificação 13.2.

Bases Científico-Tecnológicas (Conteúdos)

13. Ferros Fundidos

13.1. Classificação

13.2. Propriedades/aplicações

14. Materiais Metálicos Ferrosos

14.1. Introdução

14.2. Cobre e suas ligas

14.3. Alumínio e suas ligas

14.4. Chumbo, estanho, zinco etc e suas ligas

15. Materiais Plásticos

15.1. Conceito

15.2. Constituição dos plásticos

15.3. Grupos de plásticos

15.4. Propriedades dos polímeros

15.3. Grupos de plásticos 15.4. Propriedades dos polímeros 2 de junho de 2015 Parnamirim - RN

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Programa de Disciplina

Programa de Disciplina Procedimentos Metodológicos e Recursos Didáticos • Aulas expositivas; dialogadas e atividades
Programa de Disciplina Procedimentos Metodológicos e Recursos Didáticos • Aulas expositivas; dialogadas e atividades

Procedimentos Metodológicos e Recursos Didáticos

• Aulas expositivas; dialogadas e atividades em grupo,

resolução de listas de exercícios, dinâmicas de grupo e estudo dirigido; Aulas práticas em laboratório.

• Recursos didáticos: utilização de quadro branco, projetor multimídia, retroprojetor, instrumentos de medição.

Avaliação

• Avaliações escritas;

• Resolução

pesquisas;

de

lista

de

exercícios,

estudo

dirigido,

Apresentação de seminários.

exercícios, estudo dirigido, Apresentação de seminários. 2 de junho de 2015 Parnamirim - RN Prof. Eduardo

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Programa de Disciplina

Programa de Disciplina Bibliografia 1. HIGGINS, R. A. Propriedades e Estruturas dos Materiais em Engenharia -.
Programa de Disciplina Bibliografia 1. HIGGINS, R. A. Propriedades e Estruturas dos Materiais em Engenharia -.

Bibliografia

1. HIGGINS, R. A. Propriedades e Estruturas dos Materiais em Engenharia -.

Editora Difel.

2. VLACK, VAN, LAURENCE H.; Princípios de Ciências dos materiais; Hemus

editora; 8ª ed.; 1970; SP, Brasil. A. 3 GUY G Ciencia dos Materiais – Editora LTC/EDUSP

.

,

.

.

.

4.

CHIAVERINI, VICENTE; “Aços e Ferros Fundidos”; ABM; 7ª ed.; 1996; SP,

Brasil.

5. CALLISTER JR, WILLIAM D., Ciência e Engenharia dos Materiais: uma

Introdução. Editora LTC.

6. CHIAVERINI, V. Tecnologia mecânica – estrutura e propriedades das ligas

metálicas. 2ed. São Paulo: McGraw-Hill, v.1,

1986.

7. REED-HILL, R.E. Princípios de metalurgia física. Rio de Janeiro: Ed. Guanabara

Dois, 1998.

física. Rio de Janeiro: Ed. Guanabara Dois, 1998. 2 de junho de 2015 Parnamirim - RN

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Programa de Disciplina

Programa de Disciplina Bibliografia 8. VLACK, L. H. V. Princípios de ciências e tecnologia dos materiais.
Programa de Disciplina Bibliografia 8. VLACK, L. H. V. Princípios de ciências e tecnologia dos materiais.

Bibliografia

8. VLACK, L. H. V. Princípios de ciências e tecnologia dos materiais. Rio de

Janeiro: Elsevier Editora Ltda., 2003. 9. CHIAVERINI, VICENTE; “Tecnologia Mecânica”; Mc GraW Hill editora; Vol I, II e

III

10. WALTER, M.; GREIF, H.; KAUFMAN H.; VOSSEBURGERE, F.;”Tecnologia dos

bplásticos”; Edgard Blucher editora; 1992; SP, Brasil.

11. PADILHA, ANGELO FERNANDO; “Materiais de Engenharia Microestrutura e

propriedades”; Hemus editora; 1997, SP, Brasil.

12. SOUZA, SERGIO AUGUSTO; “Ensaios Mecânicos de Materiais Metálicos”.

Edgard Blucher editora; 1992; SP, Brasil.

13. GARCIA, A.; SPIM, J., ÁLVARES; S.; Ensaios dos Materiais; LTC editora; 2000;

RJ; Brasil

ª

; 2

P B

il

ras .

ed.; 1986; S ,

editora; 2000; RJ; Brasil ª ; 2 P B il ras . ed.; 1986; S ,

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Programa de Disciplina

Programa de Disciplina Informações Adicionais Avaliações (datas prováveis): 1º Bimestre 2º Bimestre – Avaliação
Programa de Disciplina Informações Adicionais Avaliações (datas prováveis): 1º Bimestre 2º Bimestre – Avaliação

Informações Adicionais

Avaliações (datas prováveis):

1º Bimestre

2º Bimestre

– Avaliação I (29/06/2015);

– Avaliação II (20/07/2015);

– Seminários (10, 17 e 24/08/2015);

– Avaliação (21/09/2015);

Horário de Centro de Aprendizagem (CA):

Terça-feira (18:00 – 18:45)

Centro de Aprendizagem (CA): Terça-feira (18:00 – 18:45) 2 de junho de 2015 Parnamirim - RN

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IMPORTÂNCIAIMPORTÂNCIA EE APLICAÇÕESAPLICAÇÕES DOSDOS MATERIAISMATERIAIS NANA ENGENHARIAENGENHARIA

DOSDOS MATERIAISMATERIAIS NANA ENGENHARIAENGENHARIA • Os materiais estão profundamente embutidos em nossa
DOSDOS MATERIAISMATERIAIS NANA ENGENHARIAENGENHARIA • Os materiais estão profundamente embutidos em nossa
DOSDOS MATERIAISMATERIAIS NANA ENGENHARIAENGENHARIA • Os materiais estão profundamente embutidos em nossa

• Os materiais estão profundamente embutidos em nossa civilização.

• A evolução da civilização:

– Idade da pedra (~7000 AC)

– Idade do cobre

– Idade do bronze (~3500 AC)

– Idade do ferro (~1200 AC)

– Idade do bronze (~3500 AC) – Idade do ferro (~1200 AC) 2 de junho de

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IMPORTÂNCIAIMPORTÂNCIA EE APLICAÇÕESAPLICAÇÕES DOSDOS MATERIAISMATERIAIS NANA ENGENHARIAENGENHARIA

DOSDOS MATERIAISMATERIAIS NANA ENGENHARIAENGENHARIA • Somente com a 2ª Guerra Mundial, os cientistas passaram
DOSDOS MATERIAISMATERIAIS NANA ENGENHARIAENGENHARIA • Somente com a 2ª Guerra Mundial, os cientistas passaram
DOSDOS MATERIAISMATERIAIS NANA ENGENHARIAENGENHARIA • Somente com a 2ª Guerra Mundial, os cientistas passaram

• Somente com a 2ª Guerra Mundial, os cientistas passaram compreender as relações entre a estrutura microscópica e as propriedades mecânicas para uma dada composição química.

propriedades mecânicas para uma dada composição química. 2 de junho de 2015 Parnamirim - RN Prof.
propriedades mecânicas para uma dada composição química. 2 de junho de 2015 Parnamirim - RN Prof.
propriedades mecânicas para uma dada composição química. 2 de junho de 2015 Parnamirim - RN Prof.
propriedades mecânicas para uma dada composição química. 2 de junho de 2015 Parnamirim - RN Prof.
propriedades mecânicas para uma dada composição química. 2 de junho de 2015 Parnamirim - RN Prof.

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CIÊNCIACIÊNCIA EE ENGENHARIAENGENHARIA DOSDOS MATERIAISMATERIAIS

EE ENGENHARIAENGENHARIA DOSDOS MATERIAISMATERIAIS • Processamento ⇒ Estrutura ⇒ Propriedades ⇒
EE ENGENHARIAENGENHARIA DOSDOS MATERIAISMATERIAIS • Processamento ⇒ Estrutura ⇒ Propriedades ⇒
EE ENGENHARIAENGENHARIA DOSDOS MATERIAISMATERIAIS • Processamento ⇒ Estrutura ⇒ Propriedades ⇒

• ProcessamentoEstruturaPropriedades Desempenho

A B C
A
B
C

Comportamento de transparência a luz de três amostras de óxido de alumínio

[Al 2 O 3 – alumina]: (A) monocristalino (safira) – transparente; (B)

completamente denso – translucido; (C) policristalino com 5% de porosidade – opaco.

policristalino

com 5% de porosidade – opaco. policristalino 2 de junho de 2015 Parnamirim - RN Prof.

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CIÊNCIACIÊNCIA EE ENGENHARIAENGENHARIA DOSDOS MATERIAISMATERIAIS

EE ENGENHARIAENGENHARIA DOSDOS MATERIAISMATERIAIS • Alumina translúcida pala lâmpadas de vapor de sódio A
EE ENGENHARIAENGENHARIA DOSDOS MATERIAISMATERIAIS • Alumina translúcida pala lâmpadas de vapor de sódio A

Alumina translúcida pala lâmpadas de vapor de sódio

• Alumina translúcida pala lâmpadas de vapor de sódio A B (A) Microestrutura policristalina com porosidades
A
A
B
B

(A) Microestrutura

policristalina com porosidades – opaca;

(B) Microestrutura

policristalina densa – translucida; .

(B) Microestrutura policristalina densa – translucida; . 2 de junho de 2015 Parnamirim - RN Prof.

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CIÊNCIACIÊNCIA EE ENGENHARIAENGENHARIA DOSDOS MATERIAISMATERIAIS

EE ENGENHARIAENGENHARIA DOSDOS MATERIAISMATERIAIS Por que estudar ciência e engenharia dos materiais –
EE ENGENHARIAENGENHARIA DOSDOS MATERIAISMATERIAIS Por que estudar ciência e engenharia dos materiais –
EE ENGENHARIAENGENHARIA DOSDOS MATERIAISMATERIAIS Por que estudar ciência e engenharia dos materiais –

Por que estudar ciência e engenharia dos materiais

– Necessidade de selecionar materiais

• Condições de serviço

• Deterioração das propriedades durante o serviço

• Fatores econômicos

Classificação dos materiais

– Metais

– Cerâmicos

– Polímeros

– Compósitos

– Semicondutores

– Biomateriais

– Compósitos – Semicondutores – Biomateriais 2 de junho de 2015 Parnamirim - RN Prof. Eduardo

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DEFINIÇÕESDEFINIÇÕES

DEFINIÇÕESDEFINIÇÕES • Tipos de ligação – Metálica • Ligação metálica é não-direcional não há
DEFINIÇÕESDEFINIÇÕES • Tipos de ligação – Metálica • Ligação metálica é não-direcional não há

• Tipos de ligação

– Metálica

DEFINIÇÕESDEFINIÇÕES • Tipos de ligação – Metálica • Ligação metálica é não-direcional não há

• Ligação metálica é não-direcional não há restrições quanto ao número e posições dos vizinhos mais próximos.

– Iônica

• Doação de elétrons.

• Na ligação iônicas íons positivos (cátions) e íons negativos (ânions) estão unidos através das forças de Coulomb.

• Não-direcionais e com restrições quanto ao número e posições dos vizinhos mais próximos (carga e tamanho relativo dos íons).

– Covalente

• Ocorre quando há compartilhamento de elétrons entre dois átomos adjacentes.

• Ligação direcional.

entre dois átomos adjacentes. • Ligação direcional. 2 de junho de 2015 Parnamirim - RN Prof.

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DEFINIÇÕESDEFINIÇÕES

DEFINIÇÕESDEFINIÇÕES • Tipos de Materiais – Metais • Ligas metálicas – Cerâmicas • Iônicas; •
DEFINIÇÕESDEFINIÇÕES • Tipos de Materiais – Metais • Ligas metálicas – Cerâmicas • Iônicas; •

• Tipos de Materiais

– Metais

• Ligas metálicas

– Cerâmicas

• Iônicas;

• Covalentes.

– Polímeros

– Compósitos

• Iônicas; • Covalentes. – Polímeros – Compósitos 2 de junho de 2015 Parnamirim - RN
• Iônicas; • Covalentes. – Polímeros – Compósitos 2 de junho de 2015 Parnamirim - RN

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DEFINIÇÕESDEFINIÇÕES

DEFINIÇÕESDEFINIÇÕES • Materiais quanto a condução de eletricidade – Condutor • Presença de elétrons na
DEFINIÇÕESDEFINIÇÕES • Materiais quanto a condução de eletricidade – Condutor • Presença de elétrons na
DEFINIÇÕESDEFINIÇÕES • Materiais quanto a condução de eletricidade – Condutor • Presença de elétrons na

• Materiais quanto a condução de eletricidade

– Condutor

• Presença de elétrons na banda de condução.

– Isolante (dielétrico)

• Não tem elétrons na banda de condução.

– Semi-condutores

• Eventualmente pode ter elétrons na banda de condução.

• Eventualmente pode ter elétrons na banda de condução. 2 de junho de 2015 Parnamirim -

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MateriaisMateriais ee LigaçõesLigações

MateriaisMateriais ee LigaçõesLigações 2 de junho de 2015 Parnamirim - RN Prof. Eduardo Galvão Ramalho
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MateriaisMateriais ee LigaçõesLigações 1. Ligações interatômicas primárias a) Ligações iônicas (ex: NaCl)
MateriaisMateriais ee LigaçõesLigações 1. Ligações interatômicas primárias a) Ligações iônicas (ex: NaCl)

1. Ligações interatômicas primárias

a) Ligações iônicas (ex: NaCl)

Elemento

Z

Camada K

Camada L

 

Camada M

Na

11

1s 2

2s 2 2p 6

3s 1

 

Cl

17

1s 2

2s 2 2

6

3s 2 3

5

 

p

 

p

2 2 6 3s 2 3 5   p   p 2 de junho de 2015
2 2 6 3s 2 3 5   p   p 2 de junho de 2015

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MateriaisMateriais ee LigaçõesLigações

MateriaisMateriais ee LigaçõesLigações Obs: A ligação iônica é não direcional 2 de junho de 2015 Parnamirim
MateriaisMateriais ee LigaçõesLigações Obs: A ligação iônica é não direcional 2 de junho de 2015 Parnamirim
MateriaisMateriais ee LigaçõesLigações Obs: A ligação iônica é não direcional 2 de junho de 2015 Parnamirim

Obs: A ligação iônica é não direcional

Obs: A ligação iônica é não direcional 2 de junho de 2015 Parnamirim - RN Prof.
Obs: A ligação iônica é não direcional 2 de junho de 2015 Parnamirim - RN Prof.

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MateriaisMateriais ee LigaçõesLigações

MateriaisMateriais ee LigaçõesLigações b)Ligações covalentes (ex:H 2 O) Elemento Z Camada K Camada L

b)Ligações covalentes (ex:H 2 O)

LigaçõesLigações b)Ligações covalentes (ex:H 2 O) Elemento Z Camada K Camada L H 1 1s 1

Elemento

Z

Camada K

Camada L

H

1

1s 1

 

O

8

1s 2

2s 2 2p 4

1 1s 1   O 8 1s 2 2s 2 2p 4 Obs: a ligação covalente

Obs: a ligação covalente é direcional

2s 2 2p 4 Obs: a ligação covalente é direcional 2 de junho de 2015 Parnamirim

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MateriaisMateriais ee LigaçõesLigações

MateriaisMateriais ee LigaçõesLigações 2 de junho de 2015 Parnamirim - RN Prof. Eduardo Galvão Ramalho
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MateriaisMateriais ee LigaçõesLigações 2 de junho de 2015 Parnamirim - RN Prof. Eduardo Galvão Ramalho
MateriaisMateriais ee LigaçõesLigações 2 de junho de 2015 Parnamirim - RN Prof. Eduardo Galvão Ramalho
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MateriaisMateriais ee LigaçõesLigações

MateriaisMateriais ee LigaçõesLigações c) Ligações metálicas (ex: Cu) Elemento Z Camada k Camada L

c) Ligações metálicas (ex: Cu)

ee LigaçõesLigações c) Ligações metálicas (ex: Cu) Elemento Z Camada k Camada L Camada M Camada

Elemento

Z

Camada k

Camada L

Camada M

Camada N

Cu

29

1s 2

2s 2 2p 6

3s 2 3p 6 3d 10

4s 1

2s 2 2p 6 3s 2 3p 6 3d 1 0 4s 1 Obs: a ligação

Obs: a ligação metálica é não direcional

1 0 4s 1 Obs: a ligação metálica é não direcional 2 de junho de 2015

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MateriaisMateriais ee LigaçõesLigações

MateriaisMateriais ee LigaçõesLigações 2 de junho de 2015 Parnamirim - RN Prof. Eduardo Galvão Ramalho
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MateriaisMateriais ee LigaçõesLigações

MateriaisMateriais ee LigaçõesLigações d)Ligações secundárias ou ligações de Van der Waals (ex: pontes de
MateriaisMateriais ee LigaçõesLigações d)Ligações secundárias ou ligações de Van der Waals (ex: pontes de
MateriaisMateriais ee LigaçõesLigações d)Ligações secundárias ou ligações de Van der Waals (ex: pontes de

d)Ligações secundárias ou ligações de Van der Waals (ex: pontes de hidrogênio)

ou ligações de Van der Waals (ex: pontes de hidrogênio ) 2 de junho de 2015
ou ligações de Van der Waals (ex: pontes de hidrogênio ) 2 de junho de 2015
ou ligações de Van der Waals (ex: pontes de hidrogênio ) 2 de junho de 2015

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MateriaisMateriais ee LigaçõesLigações Dipolo permanente Dipolo induzido 2 de junho de 2015 Parnamirim - RN

MateriaisMateriais ee LigaçõesLigações

MateriaisMateriais ee LigaçõesLigações Dipolo permanente Dipolo induzido 2 de junho de 2015 Parnamirim - RN Prof.
MateriaisMateriais ee LigaçõesLigações Dipolo permanente Dipolo induzido 2 de junho de 2015 Parnamirim - RN Prof.

Dipolo permanente

MateriaisMateriais ee LigaçõesLigações Dipolo permanente Dipolo induzido 2 de junho de 2015 Parnamirim - RN Prof.

Dipolo induzido

ee LigaçõesLigações Dipolo permanente Dipolo induzido 2 de junho de 2015 Parnamirim - RN Prof. Eduardo
ee LigaçõesLigações Dipolo permanente Dipolo induzido 2 de junho de 2015 Parnamirim - RN Prof. Eduardo
ee LigaçõesLigações Dipolo permanente Dipolo induzido 2 de junho de 2015 Parnamirim - RN Prof. Eduardo

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MateriaisMateriais ee LigaçõesLigações

MateriaisMateriais ee LigaçõesLigações 2 de junho de 2015 Parnamirim - RN Prof. Eduardo Galvão Ramalho
MateriaisMateriais ee LigaçõesLigações 2 de junho de 2015 Parnamirim - RN Prof. Eduardo Galvão Ramalho
MateriaisMateriais ee LigaçõesLigações 2 de junho de 2015 Parnamirim - RN Prof. Eduardo Galvão Ramalho
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MateriaisMateriais ee LigaçõesLigações

MateriaisMateriais ee LigaçõesLigações • Ligação atômica nos sólidos – Forças e energias de ligação F L
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Ligação atômica nos sólidos

Forças e energias de ligação

F

L

==== F

A

++++ F

R

E

====

∫∫∫∫

Fdr

E

L

====

r

∫∫∫∫

∞∞∞∞

F

A

dr ++++

r

∫∫∫∫

∞∞∞∞

F

R

dr

⇒⇒⇒⇒

⇒⇒⇒⇒

⇒⇒⇒⇒

F

A

E

L

E

L

++++ F

R

==== 0

====

r

∫∫∫∫

∞∞∞∞

F dr

L

====

E

A

++++

E

R

0 ==== r ∫∫∫∫ ∞∞∞∞ F dr L ==== E A ++++ E R 2 de

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Gráficos
força
de
ligação
e
energia

interatômica

de

ligação

força de ligação e energia interatômica de ligação x distância 2 de junho de 2015 Parnamirim

x

distância

e energia interatômica de ligação x distância 2 de junho de 2015 Parnamirim - RN Prof.
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B A
B
A

(A) Materiais com ligações atômicas fortes; (B) Materiais com ligações atômicas fracas.

fortes; (B) Materiais com ligações atômicas fracas. 2 de junho de 2015 Parnamirim - RN Prof.

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