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Universidade Federal de Minas Gerais Escola de Engenharia
Universidade Federal de Minas Gerais Escola de Engenharia

Universidade Federal de Minas Gerais

Escola de Engenharia

PROJETO PEDAGÓGICO DO

CURSO DE GRADUAÇÃO EM ENGENHARIA AMBIENTAL

VOLUME 1

Belo Horizonte – MG

Março de 2012

SUMÁRIO

1 CONTEXTUALIZAÇÃO DA UFMG

1

1.1

DADOS DE IDENTIFICAÇÃO

1

1.2

PERFIL INSTITUCIONAL, MISSÃO, BREVE HISTÓRICO

2

1.2.1

Missão

2

1.2.2

Breve Histórico

2

2 CONTEXTUALIZAÇÃO DO CURSO

6

2.1

DADOS DE IDENTIFICAÇÃO DA UNIDADE E DO CURSO

6

2.2

BREVE HISTÓRICO DA UNIDADE E DO CURSO

7

3 REQUISITOS DE ACESSO

8

4 BASES LEGAIS

 

9

5 OBJETIVOS

10

5.1 OBJETIVOS GERAIS

10

5.2 OBJETIVOS ESPECÍFICOS

10

6 PERFIL DO EGRESSO

11

7 PRINCÍPIOS TEÓRICOS E METODOLÓGICOS

13

8 ORGANIZAÇÃO CURRICULAR

14

8.1 TRAJETÓRIAS/PERCURSOS DE INTEGRALIZAÇÃO

15

8.2 REPRESENTAÇÃO DO CURRÍCULO

16

8.3 EIXO METODOLÓGICO

27

8.4 TRABALHO DE CONCLUSÃO DE CURSO

30

8.5 ESTÁGIO SUPERVISIONADO

30

8.6 ATIVIDADES ACADÊMICO - CIENTÍFICO - CULTURAIS DE NATUREZA OPTATIVA

31

9 AVALIAÇÃO DA APRENDIZAGEM

32

10 POLÍTICAS E PROGRAMAS DE PESQUISA E EXTENSÃO

34

11 INSTALAÇÕES, LABORATÓRIOS E EQUIPAMENTOS

37

12 BIBLIOTECA

 

40

13 GESTÃO DO CURSO, PESSOAL DOCENTE E TÉCNICO-ADMINISTRATIVO

43

13.1 GESTÃO DO CURSO

43

13.2 FUNCIONÁRIOS TÉCNICO-ADMINISTRATIVOS

43

13.3 NÚCLEO DOCENTE ESTRUTURANTE (NDE)

44

14 AVALIAÇÃO DO CURSO

45

1 CONTEXTUALIZAÇÃO DA UFMG

1.1 Dados de Identificação

Mantenedora: Ministério da Educação

 

IES: Universidade Federal de Minas Gerais - UFMG

 

Natureza Jurídica:

CNPJ:

Pessoa Jurídica de Direito Público - Federal

00.394.445/0188-17

 

Fone:

Endereço:

Av: Antônio Carlos, 6627 Pampulha – Belo Horizonte – MG CEP: 31270 – 901

+55 (31) 3409-5000

Sitio: http//: ufmg.br e-mail: reitor@ufmg.br

Ato Regulatório: Credenciamento Lei Estadual

Prazo de Validade:

documento: 956

Vinculado ao Ciclo Avaliativo

Data de Publicação: 07/09/1927

Ato Regulatório: Recredenciamento Lei Federal

Prazo de Validade:

Vinculado ao Ciclo Avaliativo

documento: 971

Data de Publicação: 19/12/1949

CI

- Conceito Institucional

4

2009

IGC – Índice Geral de Cursos

5

2009

IGC Contínuo

4.1700

2009

Reitor: Clelio Campolina Diniz

Gestão: 2010 - 2014

1

Projeto Pedagógico do Curso de Graduação em Engenharia Ambiental da UFMG – Volume 1 - Versão 2009/1

1.2 Perfil Institucional, Missão, Breve Histórico

A Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG), nos termos do seu Estatuto, aprovado pelo Conselho Universitário em 5 de julho de 1999, tem por finalidades precípuas a geração, o desenvolvimento, a transmissão e a aplicação de conhecimentos por meio do ensino, da pesquisa

e da extensão, compreendidos de forma indissociada e integrados na educação e na formação

técnico-profissional dos cidadãos, bem como na difusão da cultura e na criação filosófica, artística e tecnológica. No cumprimento dos seus objetivos, a UFMG mantém cooperação acadêmica, científica, tecnológica e cultural com instituições nacionais e internacionais e constitui-se, também, em veículo de desenvolvimento regional, nacional e internacional.

1.2.1 Missão

Gerar e difundir conhecimentos científicos, tecnológicos e culturais, destacando-se como Instituição de referência nacional na formação de indivíduos críticos e éticos, dotados de sólida base científica e humanística e comprometidos com intervenções transformadoras na sociedade e com o desenvolvimento sustentável.

1.2.2 Breve Histórico

No século XVIII, a criação de uma Universidade em Minas Gerais já fazia parte do projeto político dos Inconfidentes. A proposta, entretanto, só veio a se concretizar na terceira década do século XX, no bojo de intensa mobilização intelectual e política que teve no então Presidente do Estado, Antônio Carlos Ribeiro de Andrada, sua principal expressão. Nesse contexto, pela Lei Estadual nº 956, de 7 de setembro de 1927, foi fundada a Universidade de Minas Gerais (UMG), pela reunião das quatro instituições de ensino superior existentes, à época, em Belo Horizonte: a Faculdade de Direito, criada em 1892; a Faculdade de Medicina, criada em 1911; a Escola de Engenharia, criada em 1911; e a Escola de Odontologia e Farmácia, cujos cursos foram criados em, respectivamente, 1907 e 1911. O primeiro Reitor da UMG, nomeado em 10 de novembro do mesmo ano, foi Francisco Mendes Pimentel, Diretor da Faculdade de Direito, que foi sede da primeira Reitoria.

Um ano depois, os planos do governo estadual para a UMG voltaram-se à necessidade da construção de um complexo universitário, já então denominado Cidade Universitária. Como resultado de uma parceria com a Prefeitura de Belo Horizonte, foram colocados à disposição da UMG 35 quarteirões, com 639 lotes e área equivalente a 500.000 m 2 , nos bairros de Lourdes e Santo Agostinho. Contudo, essa localização, em plena zona urbana – e, em especial, de ocupação

e valorização iminentes –, foi, à época, muito questionada, por se considerar que tal situação

acabaria por implicar uma limitação ao crescimento futuro do espaço físico da Instituição. Em

1937, porém, o Interventor Benedito Valadares destinou, no âmbito de seu plano educacional, nova área para essa Universidade, nas proximidades do Parque Municipal.

Acontecimentos políticos, no entanto, deram outra direção à consolidação do desejado espaço universitário. Em um quadro em que o Governo do Estado Novo era hostilizado pela camada estudantil, a ideia de situar as universidades longe das regiões centrais das cidades tornou-se adequada ao sistema. Assim, em 1942, a Fazenda Dalva, situada na zona suburbana de Belo Horizonte, na região da Pampulha, foi desapropriada e destinada a sede da Cidade Universitária.

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Projeto Pedagógico do Curso de Graduação em Engenharia Ambiental da UFMG – Volume 1 - Versão 2009/1

Tal decisão foi aprovada pela comunidade universitária, por intermédio de Comissão criada para interlocução com o Governo, findo o período do Estado Novo, considerando-se a amplitude, tranquilidade e topografia da área, sua relativa proximidade ao centro urbano e a facilidade de transportes.

A partir da década de 1960, iniciou-se a real implantação do Campus Pampulha. O Plano Diretor para a Cidade Universitária, que definia o sistema viário e o zoneamento das atividades por áreas de conhecimento e serviços, foi concluído em 1957, quando foram iniciadas as respectivas obras de infraestrutura e de apoio. Em sequência, foram projetados e edificados os prédios da Reitoria, do Estádio Universitário – a ser construído pelo Estado –, do Instituto de Pesquisas Radioativas – atualmente sob administração do Centro de Desenvolvimento da Tecnologia Nuclear (CDTN), dos Institutos de Mecânica e Eletrotécnica – atual Colégio Técnico –, e de uma Unidade Residencial – hoje, Unidade Administrativa II –, cujo prédio, porém, se manteve inacabado por bom tempo. Prosseguindo em seu processo de expansão e diversificação, a já então denominada Universidade Federal de Minas Gerais incorporou e criou novas Unidades Acadêmicas e cursos:

Escola de Enfermagem (1950), Escola de Veterinária (1961), Conservatório Mineiro de Música (1962), Escola de Belas Artes, Escola de Biblioteconomia (1963) – hoje, Escola de Ciência da Informação – e Escola de Educação Física (1969) –, hoje Escola de Educação Física, Fisioterapia e Terapia Ocupacional.

Com a aprovação de seu plano de reestruturação, em 1967, e o advento da Reforma Universitária, em 1968, a UFMG sofreu profunda alteração orgânica, principalmente no que se refere à estrutura do seu sistema de ensino. O desmembramento da antiga Faculdade de Filosofia deu origem à Faculdade de Filosofia e Ciências Humanas, ao Instituto de Ciências Biológicas e ao Instituto de Ciências Exatas – ambos responsáveis pela implementação dos ciclos básicos, respectivamente, de ciências biológicas e de ciências Exatas –, ao Instituto de Geociências, à Faculdade de Educação e à Faculdade de Letras. O ciclo básico de Ciências Humanas, ministrado pela Faculdade de Filosofia e Ciências Humanas, foi instituído apenas em 1973. Ainda em 1968, elaborou-se um plano paisagístico que definiu diretrizes para a implantação definitiva do Campus, o qual foi sendo complementado, até o final dos anos 1990, mediante políticas específicas, o qual permitiram a ocupação do amplo terreno da Pampulha. Em 2001, fez-se a transferência da Faculdade de Odontologia para esse Campus.

Em 1998, foi instituída uma comissão para elaborar o Plano Diretor da UFMG. Embora esse Plano ainda não tenha sido aprovado pelo Conselho Universitário, os princípios norteadores e as proposições que o compõem balizam, até hoje, as decisões relativas ao espaço físico do Campus Pampulha. Nesse mesmo ano, foi instituído um projeto concernente à transferência, para esse Campus, das unidades acadêmicas localizadas na região central de Belo Horizonte, que visava à integração das diversas áreas do conhecimento, à ampliação do número de vagas e à promoção do desenvolvimento acadêmico dessa Universidade. Tal projeto, denominado Campus 2000, possibilitou, em 2004, a transferência da Faculdade de Farmácia para o Campus Pampulha, bem como a ampliação, reforma e modernização de algumas unidades acadêmicas nele instaladas anteriormente. Ainda em execução, esse projeto direciona-se, atualmente, à transferência, para o Campus Pampulha, da Escola de Engenharia e da Faculdade de Ciências Econômicas.

Assim, com a efetiva implantação desse Campus, iniciada na década de 1960, nele se encontram, hoje, 20 Unidades Acadêmicas, uma Unidade Especial – a Escola de Educação Básica e Profissional, que abrange o Centro Pedagógico, o Colégio Técnico e o Teatro Universitário –, os prédios da Administração Central da UFMG, a Praça de Serviços, a Biblioteca Universitária, a Imprensa Universitária, o Centro de Microscopia Eletrônica, os Restaurantes Universitários Setorial I e II, a Estação Ecológica e o Centro de Desenvolvimento da Criança – a “creche da

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Projeto Pedagógico do Curso de Graduação em Engenharia Ambiental da UFMG – Volume 1 - Versão 2009/1

UFMG” –, escola de Educação Infantil, que, a partir de 2007, passou a ser administrada pela Prefeitura de Belo Horizonte.

Além do Campus Pampulha, em sua estrutura física atual a UFMG conta com o Campus Saúde, localizado na região central de Belo Horizonte, onde funcionam a Faculdade de Medicina, a Escola de Enfermagem e nove unidades prediais que compõem o Hospital das Clínicas, considerado centro de referência e excelência regional e nacional em medicina de alta complexidade. Em diferentes bairros de Belo Horizonte, localizam-se a Faculdade de Direito, além do Centro Cultural e do Museu de História Natural e Jardim Botânico. Fora da capital, funcionam o Núcleo de Ciências Agrárias, situado no Campus Regional de Montes Claros, e duas fazendas – uma experimental, em Igarapé, e outra modelo, em Pedro Leopoldo, ambas vinculadas à Escola de Veterinária. Em Diamantina, estão instalados o Instituto Casa da Glória (antigo Centro de Geologia Eschwege), órgão complementar e a Casa Silvério Lessa do Instituto de Geociências; em Tiradentes, situa-se o complexo histórico-cultural dirigido pela Fundação Rodrigo Mello Franco de Andrade, que compreende o Museu Casa Padre Toledo e os prédios do Fórum, da Cadeia e do Centro de Estudos.

Essa Universidade permaneceu como Instituição Estadual – UMG – até 17 de dezembro de 1949, quando foi federalizada. Nessa época, já lhe haviam sido integradas a Escola de Arquitetura (1944), a Faculdade de Ciências Econômicas e a Faculdade de Filosofia (1948). A Universidade Federal de Minas Gerais, cujo nome foi adotado em 1965, por determinação do Governo Federal, é pessoa jurídica de direito público, mantida pela União, dotada de autonomia didático-científica, administrativa, disciplinar e de gestão financeira e patrimonial. As 20 Unidades Acadêmicas de Ensino Superior da UFMG são responsáveis pelos cursos de Graduação presenciais e na modalidade a distância, além dos cursos de Especialização, Programas de Residência Médica e demais Programas de Ensino, cursos de Mestrado e Doutorado. No campo da pesquisa, atuam nessa Universidade diferentes grupos, formalmente cadastrados no Diretório Nacional de Grupos de Pesquisa do Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (CNPq). Dando cumprimento a essas atividades, atuam mais de 3.600 pesquisadores, entre Doutores ou Livre-Docentes. No tocante à extensão, a Universidade oferta Cursos de extensão, Programas e Projetos não-vinculados a Programas, além de inúmeros eventos e prestações de serviços, beneficiando, anualmente, um público que atinge mais de dois milhões e meio de pessoas.

No Concurso Vestibular para ingresso de alunos nos cursos de Graduação da UFMG, são oferecidas vagas para os diversos cursos de licenciatura e bacharelado, distribuídas entre os turnos diurno e noturno. A Pós-Graduação dessa Universidade oferta vagas para os cursos de especialização, mestrado e doutorado.

Ao lado de uma política de expansão que perpassa sua trajetória desde a fundação, a UFMG tem- se pautado por parâmetros de mérito e qualidade acadêmicos em todas as suas áreas de atuação. Seus docentes têm participação expressiva em Comitês de Assessoramento de órgãos de fomento à pesquisa, em Comitês Editoriais de revistas científicas e em diversas Comissões de Normas Técnicas.

Como Instituição de Ensino Superior integrante do Sistema Federal de Ensino Superior Brasileiro, a UFMG é a maior Universidade Pública do Estado de Minas Gerais e destaca-se não apenas pela abrangência de sua atuação, mas também pelos mais elevados índices de produção intelectual, características que justificam sua posição de referência e de liderança, tanto regional quanto nacional. Estatísticas recentes atestam a importância da produção científica dessa Universidade. Segundo levantamento da Fundação Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior (Capes), entre as 11 Instituições de Ensino Superior do País cuja produção mais cresceu no período 1996-2006, o índice de crescimento da UFMG foi de 258%, superior ao

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das cinco que a antecedem nesse ranking. Pesquisa feita no Web of Science, considerando as Instituições Universitárias brasileiras que mais publicam artigos científicos de impacto, indica que a produção científica da UFMG ocupa a quinta posição, com média de citação por artigo de 2,61. Levantamento internacional recente, que avaliou o número de artigos publicados e indexados e a performance acadêmica per capita de todas as Universidades atualmente existentes, situa a UFMG entre as 500 maiores do mundo.

A UFMG desenvolve projetos e programas de ensino, nos níveis de Graduação e de Pós- Graduação, Pesquisa e Extensão, sob a forma de atividades presenciais e a distância, em todas as áreas do conhecimento. Ocupa-se, também, da oferta de cursos de Educação Básica e Profissional – na Escola de Educação Básica e Profissional, no Campus Pampulha, e no Núcleo de Ciências Agrárias, no Campus Regional de Montes Claros. Além de se constituírem um campo de experimentação para a formação no ensino superior, esses sistemas de Educação Básica e Profissional da UFMG compõem um locus de produção teórica e metodológica sobre questões referentes a esses níveis de ensino, inclusive de propostas de integração entre ambos.

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Projeto Pedagógico do Curso de Graduação em Engenharia Ambiental da UFMG – Volume 1 - Versão 2009/1

2 CONTEXTUALIZAÇÃO DO CURSO

2.1 Dados de Identificação da Unidade e do Curso

Curso: Engenharia Ambiental

Unidade: Escola de Engenharia

 

Fone:

+55 (31) 3409-3552

Endereço: Av. Antônio Carlos, 6.627 - Campus Pampulha – CEP: 31270-901 Belo Horizonte - MG

Sitio:

http//:colgrad.ufmg.br/ambiental

 

e-mail:

ambiental@eng.ufmg.br

Diretor da Unidade:

Gestão:

Benjamin Rodrigues de Menezes

2010-2014

Coordenador do Colegiado:

Gestão:

Sílvia Maria Alves Corrêa Oliveira

13/11/2010 a 12/11/2012

Número de Vagas:

CPC:

50 vagas

Não se aplica

Turno de Funcionamento:

Carga Horária Total:

Diurno

3600 h

Tempo de Integralização:

Modalidade:

Mínimo: 10 semestres Máximo: 17 semestres

Presencial

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2.2 Breve Histórico da Unidade e do Curso

A Escola de Engenharia da UFMG (EE/UFMG) é uma das mais antigas e tradicionais

instituições de ensino de Belo Horizonte, comemorando 100 anos em 2011, com uma trajetória que alcança cerca de 30.000 pessoas, entre alunos, professores e funcionários. Atualmente, cerca

de 6.500 estudantes estão matriculados nos 11 cursos de graduação e nos 20 cursos de pós-

graduação (stricto e lato sensu).

Ao longo de sua trajetória, tem oferecido à sociedade o melhor e mais moderno padrão de ensino. Destaca-se por ter uma proposta de ensino baseada na formação de alunos com elevada capacitação técnica, e inclui nos currículos dos seus cursos os aspectos considerados imprescindíveis para formar profissionais capazes de contribuir para o desenvolvimento científico, tecnológico e cultural da sociedade brasileira. Desta forma, aspectos como responsabilidade social, capacidade crítica e respeito ambiental são temas que perpassam toda a vida acadêmica na EE/UFMG.

A pesquisa científica e tecnológica desenvolvida na EE/UFMG e os trabalhos de extensão

universitária apresentam reconhecido nível de qualidade, beneficiando a comunidade universitária e contribuindo para o aprimoramento do trabalho em instituições públicas e privadas, nacionais e internacionais. Essa excelência deve-se ao seu corpo docente altamente

qualificado e ao corpo técnico-administrativo, que estão em constante aprimoramento profissional.

É neste contexto de busca pela excelência acadêmica e profissional que se insere o curso de Engenharia Ambiental da UFMG, criado no âmbito do projeto REUNI, e que teve sua primeira oferta em 2009. O curso conta com participações de diversos departamentos da Escola de Engenharia e de vários departamentos de outras unidades da UFMG, totalizando 28 departamentos, aproveitando a capacitação e o conhecimento já instalados em outros setores da UFMG.

A área de controle ambiental é reconhecidamente uma das áreas prioritárias no Brasil e no

mundo, fazendo com que haja uma grande demanda por profissionais altamente qualificados. Pelo reconhecimento tão amplo da sociedade e por seu caráter prioritário, considera-se desnecessária, no presente projeto, a descrição da importância da preservação do meio ambiente e da disponibilização de infraestrutura sanitária em Minas Gerais e no Brasil.

Os

profissionais egressos de cursos de Engenharia Ambiental atuam na iniciativa privada (firmas

de

consultoria e indústria) e em órgãos públicos (órgãos ambientais, companhias de saneamento,

prefeituras, órgãos gestores, instituições de ensino e pesquisa, entre outros).

No Brasil, há mais de 150 cursos de graduação em Engenharia Ambiental, com participação das principais instituições de ensino superior público, embora a maioria dos cursos seja ofertado por faculdades particulares.

Nas regiões sudeste e sul, as principais universidades públicas passaram a ofertar, nos últimos anos, este curso, com destaque para UFRJ, UFES, USP-São Paulo, USP-São Carlos, UFPR, UFSC, UFRGS. Em Minas Gerais, destacam-se a UFOP e a UFV e, em Belo Horizonte, a FUMEC.

Este cenário de ampla participação de diversas universidades e de grande demanda para o setor ambiental, aliado à importância regional e nacional da UFMG, foi um fator decisivo para que a UFMG passasse a ofertar seu curso de graduação em Engenharia Ambiental.

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3 REQUISITOS DE ACESSO

De acordo como Regimento Geral da UFMG a admissão dos alunos da graduação ocorreu, até o ano de 2013, mediante processo seletivo, via vestibular, com base nas normas estabelecidas pelo Conselho de Ensino, Pesquisa e Extensão (CEPE). Nesse sentido, em observância às normas Institucionais, a Comissão Permanente do Vestibular (COPEVE) era o órgão responsável pela determinação e execução das atividades relativas ao Concurso Vestibular.

O Enem substituía a prova de primeira etapa da UFMG, enquanto as provas específicas da

segunda etapa do vestibular para o Curso de Engenharia Ambiental são: Física, Matemática “B”,

Química, Língua Portuguesa e Literatura Brasileira “A”

Uma vez encerrado o período de matrícula nas vagas iniciais de cada curso, as vagas remanescentes porventura existentes são providas por meio de processo seletivo específico, regulamentado pelas Normas Gerais de Graduação. Entende-se por vagas remanescentes a diferença entre o quantitativo total de vagas ofertadas em um curso e o número de alunos a ele vinculados, calculada de acordo com norma específica estabelecida pelo Conselho de Ensino, Pesquisa e Extensão.

As vagas remanescentes são oferecidas à comunidade através dos procedimentos de Rematrícula,

Reopção, Transferência e Obtenção de Novo Título. A rematrícula é a readmissão, ao mesmo curso, de aluno desligado da UFMG; a reopção é a transferência do aluno de um para outro curso

da UFMG; a transferência é a admissão, a cursos de Graduação da UFMG, de alunos oriundos de

cursos correspondentes ou afins, ofertados por outras instituições de ensino superior, nacionais

ou estrangeiras; a obtenção de novo título é a oportunidade de o portador de diploma de curso de

Graduação, com validade no País, iniciar novo curso de mesmo nível na UFMG. Será, ainda, facultada ao graduado em curso da UFMG com mais de uma habilitação ou ênfase, a possibilidade de requerer a Continuidade de Estudos, para obter outra habilitação ou ênfase no mesmo curso, observadas as Normas Gerais de Graduação.

A partir de 2014, a UFMG passará a adotar o Sisu – (Sistema de Seleção Unificada) como

processo seletivo. O Sisu, criado pelo Governo Federal em parceria com o MEC, seleciona os estudantes através de suas notas no ENEM, o Exame Nacional do Ensino Médio. A média obtida na prova é a única etapa no processo seletivo. Depois de realizar a inscrição no site disponibilizado pelo MEC, os candidatos podem consultar e se inscrever para tentar as vagas disponíveis, pesquisando as instituições e os seus respectivos cursos participantes. A UFMG acredita que o Sisu permite uma seleção mais democrática, aproximando o Brasil do sistema adotado por outros países, adeptos do vestibular unificado.

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4 BASES LEGAIS

A criação do Curso de Engenharia Ambiental contempla os seguintes itens:

a) Cumprimento das metas previstas no Programa de Desenvolvimento Institucional (PDI) 2008- 2012 da UFMG, no que se refere ao atendimento das demandas sociais e à criação de oportunidades de inclusão social através da expansão das matrículas da graduação; efetivação de um projeto pedagógico que atenda a flexibilização curricular; ampliação das possibilidades de participação dos estudantes em ações que contribuam para uma formação com relevância acadêmica e social, e intensificação das relações com a respectiva área do conhecimento e de atuação profissional.

b) Cumprimento das Diretrizes de Flexibilização Curricular da UFMG aprovada pelo Conselho de Ensino, Pesquisa e Extensão (CEPE) em 2001. Segundo esta norma, os currículos dos cursos de graduação têm por base a flexibilidade, a diversidade, o dinamismo do conhecimento, da ciência e da prática profissional. Nesse sentido, o currículo é concebido como um sistema articulado de saberes, organizado sob a forma de atividades acadêmicas obrigatórias, optativas e eletivas, de modo a favorecer ao estudante a construção de trajetórias, cujos percursos contemplam uma estrutura com três dimensões, a saber: Núcleo de Formação Específica, Formação Complementar e um conjunto de atividades de Formação Livre.

c) Cumprimento das Diretrizes Curriculares Nacionais (DCN) dos Cursos de Graduação em Engenharia (Resolução CNE/CES 11/2002, baseada na Lei 9.131, de 25 de novembro de 1995 e com fundamento no Parecer CES 1.362/2001). Assim, o currículo do curso está organizado tendo por elementos básicos o perfil do egresso/profissional (engenheiro) com formação generalista, humanista, crítica e reflexiva, capacitado a absorver e desenvolver novas tecnologias, estimulando a sua atuação crítica e criativa na identificação e resolução de problemas, considerando seus aspectos políticos, econômicos, sociais, ambientais e culturais, com visão ética e humanística, em atendimento às demandas da sociedade.

d) A carga horária total do curso é de 3.600 horas, conforme Parecer CNE/CES 08/2007 e Resolução CNE/CES 02/2007 que dispõem sobre carga horária mínima e procedimentos relativos à integralização e duração dos cursos de graduação, bacharelados, na modalidade presencial, que estabelece o mínimo de 3.600 horas, quando o limite mínimo para integralização do curso é de 5 (cinco) anos.

e) A oferta do ensino de Libras (Língua de sinais) está contemplada no currículo do curso, de acordo com o Decreto nº 5.626/2005, como atividade optativa.

f) Nos termos explicitados no Parecer CNE/CP 03/2004, a oferta do ensino de conteúdos que contemplam a educação das Relações Étnico-Raciais, bem como o tratamento de questões e temáticas que dizem respeito aos afrodescendentes também está prevista no curso como atividade optativa.

g) Cumprimento da Resolução CONAES 01/2010, de 17 de junho de 2010 e da Resolução 15/2011 do CEPE, com o estabelecimento de um Núcleo Docente Estruturante – NDE – definido como

o grupo de docentes com atribuições acadêmicas de acompanhamento, atuante no processo de concepção, consolidação e contínua atualização do projeto pedagógico do curso.

h) De acordo com o Decreto 5.296/2005, que regulamenta as normas gerais e critérios básicos para

a acessibilidade das pessoas com necessidades especiais, a UFMG possui um cronograma com

as metas para atendimento aos portadores de necessidades especiais, cujos objetivos são criar mecanismos que garantam a plena acessibilidade, assegurar a aplicação das políticas públicas

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Projeto Pedagógico do Curso de Graduação em Engenharia Ambiental da UFMG – Volume 1 - Versão 2009/1

voltadas a portadores de necessidades especiais e democratizar o acesso à informação, à leitura e à cultura.

5

OBJETIVOS

5.1 Objetivos Gerais

Formar engenheiros nas áreas de engenharia sanitária, engenharia ambiental e engenharia de recursos hídricos, com sólida base de conhecimentos científicos, dotado de consciência ética, política, com visão crítica e global da conjuntura econômica, social, política e cultural da região onde atua. O profissional formado deverá estar apto a compreender e traduzir as necessidades de indivíduos, grupos sociais e comunidade, com relação aos problemas tecnológicos, socioeconômicos, gerenciais e organizativos, utilizando racionalmente os recursos disponíveis e conservando o equilíbrio ambiental.

5.2 Objetivos Específicos

Formar profissionais com sólidos conhecimentos teóricos e práticos nas áreas de ciências básicas (matemática, física, química e biologia), ciências ambientais e tecnologia de controle ambiental, ferramentas essenciais para o entendimento e a aplicação da ciência e tecnologia de controle ambiental, dentro de um caráter multidisciplinar.

Fornecer uma formação generalista, humanista, crítica e reflexiva, com egressos capacitados a absorver e desenvolver novas tecnologias.

Estimular a atuação crítica e criativa dos profissionais na identificação e resolução de problemas, considerando seus aspectos políticos, econômicos, sociais, ambientais e culturais.

Formar engenheiros comprometidos com as relações humanas, éticas, sociais e econômicas, capazes de viabilizar soluções para demandas e problemas que afetam a sociedade.

Formar profissionais com capacidade e aptidão para pesquisar, elaborar e propor soluções que permitam a harmonia das diversas atividades humanas com o meio físico e com o ecossistemas.

Integrar ensino, pesquisa e extensão, oferecendo ao aluno a dimensão exata da sua vivência na universidade, estimulando as atividades extramuros.

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PERFIL DO EGRESSO

O

profissional formado no Curso de Engenharia Ambiental deve ser dotado de conhecimentos

para desenvolver as seguintes habilidades e competências:

Adquirir conhecimentos sólidos das ciências fundamentais de base para a engenharia (matemática, física, química, biologia), das ciências ambientais (água, ar solo) e das tecnologias de controle ambiental;

ter capacidade de diálogo técnico-científico, inclusive no que respeita aos paradigmas e aos jargões setoriais, com profissionais que tradicionalmente atuam na área ambiental, como a geografia, a geologia, a biologia, a economia, ciências humanas, ciências agrárias e ciências da saúde;

possuir capacidade de atuar em equipes interdisciplinares;

adquirir elevada capacidade de expressão oral e escrita;

ter conhecimento dos fundamentos da metodologia científica;

ter conhecimento de recursos de informática;

possuir visão crítica da atuação social e política da engenharia;

possuir visão crítica da política ambiental e atualização quanto aos movimentos sociais que tratam da temática ambiental.

O egresso do Curso de Engenharia Ambiental da UFMG deve ser capaz de atuar profissionalmente, de modo individual ou em equipe, das seguintes formas:

elaborar levantamentos e diagnósticos ambientais, caracterizando os meios físicos, bióticos e antrópicos dos compartimentos água, solo e ar;

estruturar programas de monitoramento ambiental, com aquisição de dados e sua apresentação e interpretação;

elaborar estudos e relatórios de impacto ambiental de locais submetidos a interferências;

desenvolver, utilizar e interpretar modelos matemáticos de representação do comportamento dos compartimentos água, ar e solo sujeitos a poluição, degradação, interferência e impactos ambientais;

elaborar relatórios de concepção, com proposição de alternativas de controle ambiental;

elaborar levantamentos em indústrias e propor instrumentos de gestão, apontando possibilidades e meios de minimização da geração de resíduos e da utilização de recursos;

elaborar projetos dos itens de processo relativos a instalações e sistemas de controle ambiental, tais como estações de tratamento de águas residuárias domésticas e industriais, aterros de resíduos sólidos domésticos e industriais e equipamentos de controle da emissão de poluentes gasosos;

elaborar projetos de sistemas de infraestrutura de saneamento, tais como sistemas hidráulicos prediais, sistemas de abastecimento de água, sistemas de esgotamento sanitário, sistemas de drenagem pluvial e sistemas de gerenciamento de resíduos sólidos urbanos;

operar sistemas e instalações de saneamento e controle ambiental, dentro de suas atribuições;

ambiental, gestão de recursos hídricos e gestão de

participar em trabalhos saneamento.

de gestão

A seguir apresentam-se, no Quadro 6.1, as habilidades e competências gerais propostas nas

Diretrizes da UFMG, confrontadas com os mecanismos propostos para o Curso de Engenharia Ambiental.

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Projeto Pedagógico do Curso de Graduação em Engenharia Ambiental da UFMG – Volume 1 - Versão 2009/1

Quadro 6.1. Lista de habilidades e competências gerais propostas nas Diretrizes da UFMG de 19/04/01 versus mecanismos propostos para o Curso de Engenharia Ambiental

Habilidades e competências gerais

Mecanismos propostos no Curso de Engenharia Ambiental da UFMG

 

1. Contínua valorização dos aspectos éticos pelos vários professores das disciplinas e orientadores de trabalhos.

Conduta pautada pela ética e preocupação com as questões sociais e ambientais.

2. Inserção na problemática social por meio de trabalhos de campo aplicados e aprofundamento nas questões de saneamento básico.

3. Aprofundamento ao longo de todo o curso nas questões ambientais.

 

4. Incentivo à participação em discussões em sala de aula.

Capacidade de atuar de forma crítica, autônoma e criativa.

5. Incentivo à livre expressão perante professores e colegas.

6. Elaboração de trabalhos individuais.

Atuação propositiva na busca de soluções para as questões apresentadas pela sociedade.

7. Aprofundamento ao longo de todo o curso em questões de importância social e ambiental.

8. Trabalhos de campo de diagnóstico de condições de vida da população.

 

9. Apresentação de vários trabalhos orais e escritos, com gráficos, tabelas, figuras e texto.

Capacidade de comunicação e expressão em múltiplos códigos e linguagens, em particular na língua portuguesa.

10. Atividades Integradoras de Conhecimentos (AIC) e Trabalhos Temáticos(TT) de integração horizontal e vertical do conhecimento, com apresentação de detalhados relatórios na forma oral e escrita.

11. Possibilidade de se ter Seminários (dentro das disciplinas de Tópicos em Engenharia Ambiental).

12. Apresentação de trabalho de fim de curso.

 

13. Trabalhos de integração horizontal do conhecimento relacionados ao diagnóstico do meio físico, biótico e antrópico.

Capacidade de diagnosticar, analisar e contextualizar problemas.

14. Disciplinas de avaliação e diagnóstico do meio (água, ar, solo).

 

15. Incentivo à participação em atividades curriculares, tais como congressos e cursos de extensão e outros.

Busca de constante aprimoramento científico e técnico a partir da capacidade de articular elementos empíricos e conceituais inerentes ao conhecimento.

16. Incentivo à participação em atividades de Iniciação Científica, que possibilitarão uma inserção na pós- graduação existente nos departamentos (especialização, mestrado e doutorado). Desenvolvimento da capacidade investigativa.

Domínio de técnicas essenciais à produção e aplicação do conhecimento.

17. Participação em trabalhos de campo, trabalhos experimentais, estudos, projetos e pesquisa.

Trabalho integrado e contributivo em equipes transdisciplinares.

18. Possibilidade de integração a trabalhos de pesquisa existentes nos departamentos envolvidos e na UFMG, como um todo.

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Projeto Pedagógico do Curso de Graduação em Engenharia Ambiental da UFMG – Volume 1 - Versão 2009/1

7 PRINCÍPIOS TEÓRICOS E METODOLÓGICOS

A proposta pedagógica do curso de Engenharia Ambiental da UFMG tem como um dos seus

referenciais os instrumentos regulatórios da educação superior no Brasil, em especial os princípios basilares presentes na Lei de Diretrizes e Bases da Educação Nacional – LDB – Lei

9394/96, sobretudo o artigo que trata da Educação Superior no Brasil que tem como premissa:

I - estimular a criação cultural e o desenvolvimento do espírito científico e do pensamento reflexivo;

II - formar diplomados nas diferentes áreas de conhecimento, aptos para a inserção em

setores profissionais e para a participação no desenvolvimento da sociedade brasileira, e colaborar na sua formação contínua;

III - incentivar o trabalho de pesquisa e investigação científica, visando o

desenvolvimento da ciência e da tecnologia e da criação e difusão da cultura, e, desse modo, desenvolver o entendimento do homem e do meio em que vive;

IV - promover a divulgação de conhecimentos culturais, científicos e técnicos que

constituem patrimônio da humanidade e comunicar o saber através do ensino, de publicações ou de outras formas de comunicação;

V - suscitar o desejo permanente de aperfeiçoamento cultural e profissional e possibilitar

a correspondente concretização, integrando os conhecimentos que vão sendo adquiridos

numa estrutura intelectual sistematizadora do conhecimento de cada geração;

VI - estimular o conhecimento dos problemas do mundo presente, em particular os

nacionais e regionais, prestar serviços especializados à comunidade e estabelecer com

esta uma relação de reciprocidade; VII - promover a extensão, aberta à participação da população, visando à difusão das conquistas e benefícios resultantes da criação cultural e da pesquisa científica e tecnológica geradas na instituição. (LDB – Lei 9394/96).

Além destes princípios o projeto pedagógico se alinha às recomendações das Diretrizes Curriculares Nacionais para os curso de Engenharia e adota a flexibilização curricular,

recomendada nas Diretrizes Curriculares para os Cursos de Graduação da UFMG, o qual tem como meta assegurar que os egressos tenham autonomia intelectual, sejam capazes de atuarem

na sociedade de forma ética e em sintonia com necessidades presentes no país e no mundo.

A diversidade das atividades acadêmicas e as metodologias de ensino adotadas pelo curso e pela

UFMG, que serão vivenciadas pelos alunos, serão responsáveis por garantir aos egressos uma formação profissional contextualizada com a sociedade. É importante destacar que um dos princípios presentes na formação do aluno do curso de Engenharia Ambiental da UFMG é a compreensão de que sua formação profissional não se encerra com a graduação, considerando que na sociedade contemporânea se manter em permanente formação é uma condição necessária para uma atuação profissional responsável.

Dentre as metodologias adotadas destaca-se a preocupação com a aprendizagem, onde a responsabilidade é compartilhada entre os professores e alunos, sendo este último sujeito ativo no seu processo de aprendizagem e de produção do conhecimento. Para tanto, o curso propõe articulação entre atividades teóricas e práticas, bem como estratégias que visam a integração entre ensino, pesquisa e extensão, com os demais níveis de ensino oferecidos pela Universidade, assim como integração com a sociedade. Ressalta-se ainda que, para atender às exigências da flexibilização curricular, o curso oferece uma formação abrangente e de acordo com a interdisciplinaridade exigida na formação do profissional do engenheiro ambiental.

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Projeto Pedagógico do Curso de Graduação em Engenharia Ambiental da UFMG – Volume 1 - Versão 2009/1

8 ORGANIZAÇÃO CURRICULAR

De acordo com as Diretrizes para a Flexibilização Curricular da UFMG, aprovadas pelo Conselho de Ensino, Pesquisa e Extensão (CEPE), em 2001, os currículos dos cursos de graduação têm por base a flexibilidade, a diversidade, o dinamismo do conhecimento, da ciência e da prática profissional.

Nesse sentido, o currículo é concebido como um sistema articulado de saberes, organizado sob a forma de atividades acadêmicas obrigatórias, optativas e eletivas, de modo a favorecer ao estudante a construção de trajetórias, cujos percursos contemplam uma estrutura com três dimensões, a saber: um Núcleo de Formação Específica, uma Formação Complementar e um conjunto de atividades de Formação Livre.

a) Núcleo de Formação Específica (NFE) - é constituído por duas bases de conhecimentos. A primeira base é formada por conhecimentos característicos do campo profissional, os quais imprimem visibilidade ao exercício da profissão, ou seja, representa os saberes fundamentais da área específica do curso. A segunda integra os saberes de outros campos correlatos que sustentam esse saber. Neste núcleo as atividades acadêmicas ofertadas, seja de natureza obrigatória ou optativa, cujo conteúdo seja imprescindível ao desempenho profissional, podem ser organizadas na modalidade presencial e/ou à distância. No que se refere à integralização das atividades optativas, essas podem ser organizadas a partir de diversas possibilidades formativas conforme proposto pelo estudante.

b) Formação Complementar (FC) - integra um conjunto de conhecimentos conexos de um determinado campo profissional. Baseia-se na possibilidade de escolha de uma complementação da formação específica, mediante aquisição de saberes em áreas afins, cujos conteúdos apresentem conexão com o NFE. Pode estar organizada de duas formas:

Formação Complementar Preestabelecida ou Formação Complementar Aberta. A Formação Preestabelecida implica a oferta de atividades de áreas do conhecimento conexo, definidas pelo Colegiado do Curso, constituída por atividades acadêmicas ofertadas pelos demais cursos da Universidade. A Formação Aberta, com base nas atividades acadêmicas, parte de proposição do aluno, sob orientação docente, condicionada à autorização do Colegiado. A integralização das atividades dessa formação possibilita a obtenção de um certificado. A obtenção do referido certificado está condicionada a conclusão do curso.

No caso de opção por um percurso de Formação Complementar, a integralização curricular ocorre na forma de bacharelado/licenciatura com Formação Complementar na área escolhida pelo estudante, seja essa pré-estabelecida ou aberta. Quando o estudante opta por essa forma, esta ocorre de maneira concomitante com as atividades do Núcleo de Formação Específica.

c) Formação Livre – integra um conjunto de atividades acadêmicas de qualquer campo do conhecimento. Possibilita ampliar a formação a partir do interesse individual do estudante, podendo ser integralizada entre as diversas atividades curriculares da Universidade. Porém, é de natureza obrigatória para a integralização do currículo.

As opções de trajetórias a serem integralizadas pelo estudante são orientadas por um docente/tutor, com base no perfil de formação do egresso previsto no PPC, condicionadas à aprovação do Colegiado do Curso.

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Projeto Pedagógico do Curso de Graduação em Engenharia Ambiental da UFMG – Volume 1 - Versão 2009/1

Dessa forma, o modelo de currículo proposto enfatiza a flexibilidade e a diversidade, representadas tanto pela possibilidade de trajetórias diferenciadas através dos percursos acadêmicos, quanto pelos diversos formatos das atividades que compõem o currículo e que são consideradas relevantes para a formação do estudante, entre as quais: seminários, monitorias, projetos de pesquisa e/ou extensão, vivências extracurriculares, participação em congressos e eventos ou ainda na forma de disciplina.

Para a completa implementação das diretrizes estabelecidas, o CEPE considerou importante a reorientação de algumas práticas, entre elas: a redefinição do perfil de atuação dos Colegiados de Curso que, além do seu papel de gestor, devem tornar-se responsáveis pela articulação, estímulo

e orientação acadêmica; a institucionalização da orientação acadêmica, tendo em vista o papel fundamental que essa atividade assume na estrutura curricular, no sentido de articular as possibilidades oferecidas pela UFMG.

Outro aspecto a ser ressaltado, visando contribuir com a implementação do currículo dos cursos de graduação, na perspectiva do entendimento do curso como um percurso, é a criação e disponibilização, a docentes e discentes, de instrumentos facilitadores da relação pedagógica. Assim, destacam-se recursos tecnológicos diversos, tais como, a utilização do Moodle e a implantação do Diário Eletrônico, para uso dos docentes, além das metodologias ativas propostas pelo Programa de Formação Docente de responsabilidade da PROGRAD.

Destaca-se que a coordenação e o Colegiado do curso mantém um frequente contato com o grupo de apoio pedagógico do REUNI/PROGRAD (GIZ), com a discussão e implementação de tecnologias inovadoras de ensino e aprendizagem. Um dos exemplos é a estruturação de um portfólio em meio digital por cada um dos alunos, no qual ele vai armazenando seus trabalhos, referências, impressões críticas, avaliações, comentários, enfim, todos os elementos que ele julgar sejam relevantes e que possam servir de base para trabalhos cada vez mais aprofundados e contextualizados.

8.1 Trajetórias/Percursos de Integralização

O núcleo de Formação Específica do Curso de Engenharia Ambiental agrega a maioria das

disciplinas, constituídas de disciplinas obrigatórias, mais a oferta de disciplinas optativas. As disciplinas obrigatórias perfazem uma carga horária total de 3120 horas (208 créditos). Destas, 3060 horas estão ligadas às disciplinas obrigatórias (ver Quadro 8.1), e 60 horas estão associadas à carga horária de disciplina optativa direcionada.

A carga de disciplinas optativas é composta por um amplo elenco (ver Tabelas 8.4 e 8.5), das

quais o aluno deverá cursar 29 créditos (435 horas). Parte desta carga pode ou não ser cursada

compondo as chamadas formações complementares, sendo que esta decisão compete ao aluno, que poderá se manifestar quando tiver integralizado o 4º período do Curso.

O projeto prevê cinco possibilidades de formação ou percurso acadêmico:

1. Bacharelado (formação mais generalista);

2. Bacharelado com formação complementar em Técnicas de Construção;

3. Bacharelado com formação complementar em Planejamento urbano;

4. Bacharelado com formação complementar em Processos industriais;

5. Bacharelado com formação complementar Aberta.

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Projeto Pedagógico do Curso de Graduação em Engenharia Ambiental da UFMG – Volume 1 - Versão 2009/1

Bacharelado (formação mais generalista);

Esta formação é destinada ao aluno que não optarem por uma formação complementar. Neste caso, deverá ser integralizada uma carga de atividades acadêmicas optativas, obtendo assim uma formação mais generalista. O projeto exige a integralização de 29 créditos em disciplinas e atividades acadêmico-científico-culturais, constantes no grupo G9, a ser detalhado em seguida.

Bacharelado com formações complementares pré-estabelecidas

Os alunos podem optar por uma formação complementar pré-estabelecida no currículo (opções 2

a 4), sendo exigida a integralização de 29 créditos em atividades acadêmicas optativas para cada percurso. Dos 29 créditos, 20 deverão ser cursados dentro de um grupo de disciplinas optativas previsto no currículo destinado a cada formação pretendida. Os grupos são caracterizados da seguinte forma:

G1 – grupo de disciplinas optativas destinadas à Formação complementar em Técnicas

de construção

G2 - grupo de disciplinas optativas destinadas à Formação complementar Planejamento

urbano

G3 - grupo de disciplinas optativas destinadas à Formação complementar em Processos

industriais

Os nove créditos restantes deverão ser cursados dentro do grupo G9.

Bacharelado com formação complementar Aberta.

Este percurso deve conter atividades acadêmicas de outros cursos de graduação da UFMG, conectadas à linha básica do curso de Engenharia Ambiental, a ser proposto pelo aluno e aprovado pelo colegiado.

O projeto exige a integralização de 29 créditos em atividades acadêmicas optativas para esta

formação, correspondente a 435 horas. Destes, nove créditos deverão ser cumpridos dentro do rol de atividades optativas do currículo (grupo G9) e 20 créditos, que caracterizarão a essência da formação, dentro de um grupo de disciplinas fora do elenco da grade curricular do Curso (disciplinas eletivas).

O grupo G9 abrange todas as disciplinas dos grupos G1, G2, G3, optativas simples e atividades

acadêmico-científico-culturais.

8.2 Representação do Currículo

Com base no fluxo geral do currículo, é apresentada a seguir uma síntese integrativa dos componentes curriculares.

A Figura 8.1 apresenta a representação gráfica dos percursos referentes ao bacharelado com

formação mais generalista e ao bacharelado com formações complementares pré-estabelecidas (Percursos 1 a 4), ressaltando-se que os créditos em atividades acadêmicas optativas deverão ser

cursados dentro de cada grupo específico de disciplinas optativas previsto no currículo destinado

a cada formação pretendida para cada percurso, como já mencionado. A Figura 8.2 apresenta a

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representação gráfica dos percursos referentes ao bacharelado com formação complementar aberta (Percurso 5). Nos diagramas é apresentada a distribuição das disciplinas segundo grandes temas, em cores diferentes, para facilitar a compreensão da estrutura curricular. Observa-se que, além dos tópicos das ciências básicas e das disciplinas optativas, tem-se o eixo das disciplinas/trabalhos temáticos e da formação dos conhecimentos do ambiente e da tecnologia, dividida segundo as três principais vertentes do curso: recursos hídricos, saneamento e tecnologia ambiental. No Quadro 8.1, as mesmas informações são apresentadas de forma ainda mais detalhada, com uma representação gráfica de cada percurso acadêmico proposto, incluindo a integralização curricular de cada um dos percursos.

Pode-se observar que o elenco de disciplinas obrigatórias em cada uma destas três vertentes é suficiente para permitir as respectivas atribuições profissionais (engenharia sanitária, engenharia ambiental e, talvez no futuro, engenharia de recursos hídricos) para todos os egressos do curso.

Observa-se que, desde o início do curso, há uma preocupação em se inserirem disciplinas e atividades relacionadas à prática da engenharia, de forma a manter a motivação do aluno e o seu bom aproveitamento nos semestres iniciais. O chamado ciclo básico é mesclado com disciplinas

de

aplicação, além dos trabalhos temáticos, contribuindo para o alcance destes objetivos.

O

elenco de disciplinas obrigatórias é apresentado na Tabela 8.1 e as disciplinas optativas

direcionadas, hoje representada por uma única disciplina, é mostrada na Tabela 8.2. As Tabelas 8.3 e 8.4 apresentam, respectivamente, as disciplinas optativas por percurso formativo e as

disciplinas optativas simples. Como já comentado, em atendimento aos Decretos nº 5.626/2005 e

ao Parecer CNE/CP 03/2004, as disciplinas Fundamentos de LIBRAS (LET223) e Saneamento e

meio ambiente em grupos étnico-raciais (ESA136), respectivamente, são ofertadas na lista de disciplinas optativas simples do curso. Já a Tabela 8.6 apresenta as atividades acadêmico- científico-culturais do curso de Engenharia Ambiental.

Observando-se a Tabela 8.1, nota-se que a janela na grade curricular reservada para as atividades

de formação livre (disciplinas eletivas) encontra-se no 3º período. Assim, a partir deste período o

aluno poderá cursar a carga eletiva. Por outro lado, é possível cursar as optativas e/ou disciplinas

de formação complementar a partir do 5º período. No entanto, uma maior facilidade para cursar a

carga optativa será a partir do 8º período, quando há maior disponibilidade na grade, e quando se presume que o aluno terá um melhor conhecimento sobre o curso, e poderá exercer uma escolha

mais embasada. As atividades acadêmico-científico-culturais encontram-se detalhadas no Item 8.6 deste projeto.

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Projeto Pedagógico do Curso de Graduação em Engenharia Ambiental da UFMG – Volume 1 - Versão 2009/1

Figura 8.1 - Representação gráfica dos percursos referentes ao bacharelado com formação mais generalista e formações complementares pré-estabelecidas

Período
Período

DIAGRAMA DO CURRÍCULO DO CURSO DE GRADUAÇÃO EM ENGENHARIA AMBIENTAL

Geometria Cálculo Introdução à Atividades 1 o Subtotal: 390h - 26cr Diferencial e Integral I
Geometria
Cálculo
Introdução à
Atividades
1 o
Subtotal:
390h - 26cr
Diferencial e
Integral I
(90h - 6cr)
Analítica e
Álgebra
Linear
(60h - 4cr)
Física
Experimental
(45h - 3cr)
Cartografia e
Topografia
(60h - 4cr)
Desenho
Projetivo p/
Engenharia
(45h - 3cr)
Climatologia
(60h - 4cr)
Integradoras
Conhecimento
1
(30h - 2cr)
Cálculo de
Desenho
Introdução à
Ecologia
2 o
Auxiliar por
Geologia e
Subtotal:
Várias
Variáveis
(60h - 4cr)
Fundamentos
de Mecânica
(60h - 4cr)
Química Geral
Trabalho
B
Geral
(60h - 4cr)
Temático 1
375h - 25cr
(60h - 4cr)
Computador
(45h - 3cr)
Hidrogeologia
(60h - 4cr)
(30h -2cr)
Genética
Programação
Fundamentos
3 o
Subtotal:
405h - 27cr
Equações
Diferenciais C
(60h - 4cr)
de
computadores
(60h - 4cr)
de
Termodinâmica
(30h - 2cr)
Química
Analítica I
(60h - 4cr)
Aplicada à
Engenharia
Ambiental
(45h - 3cr)
Introdução ao
Urbanismo
(60h - 4cr)
Economia
p/ Engenharia
(30h - 2cr)
Atividades
Integradoras
Conhecimento
2 (15h - 1cr)
Carga
Eletiva
(45h - 3cr)
Fenômeno
4 o
Subtotal:
405h - 27cr
Cálculo
Numérico
(60h - 4cr)
Estatística e
Probabilidade
(60h - 4cr)
Transporte Eng.
Ambiental
(60h - 4cr)
Química
Orgânica I
(60h - 4cr)
Microbiologia
Aplicada à
Engenharia
Ambiental
(45h - 3cr)
Saúde
Ambiental
(30h - 2cr)
Trabalho
Temático 2
(30h - 2cr)
Carga
Optativa
Direcionada
(60h - 4cr)
Cinética
Fundamentos
Fund. Sistemas
Atividades
5 o
Subtotal:
420h - 28cr
Laboratório de
Instrumentação
(30h - 2cr)
Química
e Bioquímica
(45h - 3cr)
de Mecânica
dos Sólidos A
(45h - 3cr)
Elétricos e
Eletrônicos
(60h - 4cr)
Mecânica dos
Solos
(60h - 4cr)
Metodologias
de Avaliação
de Impacto
Ambiental
(30h - 2cr)
Gerenciamento
de Resíduos
Sólidos
Urbanos
(45h - 3cr)
Hidráulica 1
(60h - 4cr)
Integradoras
Carga
optativa
Conhecimento
(30h - 2cr)
3 (15h - 1cr)
Diagn.e Aval.
Sistemas de
6 o
Subtotal:
Geotecnia
Ambiental
(60h - 4cr)
da Poluição
das Águas
Superficiais
(45h - 3cr)
Abastecimento
de Água
(60h - 4cr)
Hidráulica 2
(60h - 4cr)
390h - 26cr
Hidrologia
Ambiental
(60h - 4cr)
Hidrogeologia
Ambiental
(45h - 3cr)
Trabalho
Temático 3
(30h - 2cr)
Carga
Optativa
(30h - 2cr)
Diagn. e Aval.
Operações
Sistemas de
Diagn. e Aval.
Atividades
7 o
Subtotal:
da Poluição
Solo e Águas
Subterrâneas
(60h - 4cr)
Poluição
Atmosférica
(60h - 4cr)
Unitárias
e Processos p/
Eng. Ambiental
(60h - 4cr)
Esgotamento
Sanitário e
Pluvial
(60h - 4cr)
Tratamento
de Resíduos
Sólidos
(30h - 2cr)
Sistemas de
Drenagem
Pluvial
(30h - 2cr)
Integradoras
Carga
Optativa
Conhecimento
345h - 23cr
(30h - 2cr)
4
(15h - 1cr)
Noções de
Controle da
Controle da
Tratamento de
8 o
Subtotal:
345h - 23cr
Materiais
e Técnicas de
Construção
(45h - 3cr)
Poluição Solo
e Águas
Subterrâneas
(45h - 3cr)
Poluição
Atmosférica
(45h - 3cr)
Águas de
Abastecimento
(60h - 4cr)
Tratamento
de Águas
Residuárias
(60h - 4cr)
Trabalho
Temático 4
(30h - 2cr)
Carga
Optativa
(60h - 4cr)
Legislação e
Gestão de
Estágio
9 o
Subtotal:
345h - 23cr
Gestão de
Saneamento e
Meio Ambiente
(30h - 2cr)
Recursos
Hídricos
(30h - 2cr)
Supervisionado
Obrigatório
(165h - 11cr)
Carga
optativa
(120h - 8cr)
Trabalho de
10 o
Subtotal:
180h - 12cr
Conclusão de
Curso
(15h - 1cr)
Carga
optativa
(165h - 11cr)

Legenda - cores referentes à distribuição temática das disciplinas :

referentes à distribuição temática das disciplinas : Matemática Física Química Biologia Civil/Outras

referentes à distribuição temática das disciplinas : Matemática Física Química Biologia Civil/Outras

referentes à distribuição temática das disciplinas : Matemática Física Química Biologia Civil/Outras

referentes à distribuição temática das disciplinas : Matemática Física Química Biologia Civil/Outras

Matemática

Física

Química

Biologia

das disciplinas : Matemática Física Química Biologia Civil/Outras Disciplinas e trabalhos Integradores Recursos

das disciplinas : Matemática Física Química Biologia Civil/Outras Disciplinas e trabalhos Integradores Recursos

das disciplinas : Matemática Física Química Biologia Civil/Outras Disciplinas e trabalhos Integradores Recursos

das disciplinas : Matemática Física Química Biologia Civil/Outras Disciplinas e trabalhos Integradores Recursos

Civil/Outras

Disciplinas e trabalhos Integradores Recursos hídricos

Saneamento

Optativas, formação livre, formação complementare trabalhos Integradores Recursos hídricos Saneamento Tecnologia Ambiental Eletivas 18 Projeto Pedagógico do

Optativas, formação livre, formação complementar Tecnologia Ambiental Eletivas 18 Projeto Pedagógico do

Optativas, formação livre, formação complementar Tecnologia Ambiental Eletivas 18 Projeto Pedagógico do

Tecnologia Ambiental

Eletivas

18

Projeto Pedagógico do Curso de Graduação em Engenharia Ambiental da UFMG – Volume 1 - Versão 2009/1

Figura 8.2 - Representação gráfica do percurso referente ao Bacharelado com Formação Complementar Aberta

Período
Período

DIAGRAMA DO CURRÍCULO DO CURSO DE GRADUAÇÃO EM ENGENHARIA AMBIENTAL

Geometria Cálculo Introdução à Atividades 1 o Subtotal: 390h - 26cr Diferencial e Integral I
Geometria
Cálculo
Introdução à
Atividades
1 o
Subtotal:
390h - 26cr
Diferencial e
Integral I
(90h - 6cr)
Analítica e
Álgebra
Linear
(60h - 4cr)
Física
Experimental
(45h - 3cr)
Cartografia e
Topografia
(60h - 4cr)
Desenho
Projetivo p/
Engenharia
(45h - 3cr)
Climatologia
(60h - 4cr)
Integradoras
Conhecimento
1
(30h - 2cr)
Cálculo de Desenho Introdução à Química Geral Ecologia Trabalho 2 o Subtotal: 375h - 25cr
Cálculo de
Desenho
Introdução à
Química Geral
Ecologia
Trabalho
2 o
Subtotal:
375h - 25cr
Várias
Variáveis
(60h - 4cr)
Fundamentos
de Mecânica
(60h - 4cr)
B
(60h - 4cr)
Geral
(60h - 4cr)
Auxiliar por
Computador
(45h - 3cr)
Geologia e
Hidrogeologia
(60h - 4cr)
Temático 1
(30h -2cr)
Genética
Programação
Fundamentos
3 o
Subtotal:
405h - 27cr
Equações
Diferenciais C
(60h - 4cr)
de
computadores
(60h - 4cr)
de
Termodinâmica
(30h - 2cr)
Química
Analítica I
(60h - 4cr)
Aplicada à
Engenharia
Ambiental
(45h - 3cr)
Introdução ao
Urbanismo
(60h - 4cr)
Economia
p/ Engenharia
(30h - 2cr)
Atividades
Integradoras
Conhecimento
2 (15h - 1cr)
Carga
Eletiva
(45h - 3cr)
Fenômeno
4 o
Subtotal:
405h - 27cr
Cálculo
Numérico
(60h - 4cr)
Estatística e
Probabilidade
(60h - 4cr)
Transporte Eng.
Ambiental
(60h - 4cr)
Química
Orgânica I
(60h - 4cr)
Microbiologia
Aplicada à
Engenharia
Ambiental
(45h - 3cr)
Saúde
Ambiental
(30h - 2cr)
Trabalho
Temático 2
(30h - 2cr)
Carga
Optativa
Direcionada
(60h - 4cr)
Cinética
Fundamentos
Fund. Sistemas
Atividades
5 o
Hidráulica 1
(60h - 4cr)
Integradoras
Subtotal:
Carga
Eletiva
Conhecimento
420h - 28cr
Laboratório de
Instrumentação
(30h - 2cr)
Química
e Bioquímica
(45h - 3cr)
de Mecânica
dos Sólidos A
(45h - 3cr)
Elétricos e
Eletrônicos
(60h - 4cr)
Mecânica dos
Solos
(60h - 4cr)
Metodologias
de Avaliação
de Impacto
Ambiental
(30h - 2cr)
Gerenciamento
de Resíduos
Sólidos
Urbanos
(45h - 3cr)
(45h - 3cr)
3 (15h - 1cr)
Diagn.e Aval. Sistemas de 6 o Subtotal: Geotecnia Ambiental (60h - 4cr) da Poluição das
Diagn.e Aval.
Sistemas de
6 o
Subtotal:
Geotecnia
Ambiental
(60h - 4cr)
da Poluição
das Águas
Superficiais
(45h - 3cr)
Abastecimento
de Água
(60h - 4cr)
Hidráulica 2
(60h - 4cr)
390h - 26cr
Hidrologia
Ambiental
(60h - 4cr)
Hidrogeologia
Ambiental
(45h - 3cr)
Trabalho
Temático 3
(30h - 2cr)
Carga
Eletiva
(30h - 2cr)
Diagn. e Aval. Operações Sistemas de Diagn. e Aval. 7 o Subtotal: 345h - 23cr
Diagn. e Aval.
Operações
Sistemas de
Diagn. e Aval.
7 o
Subtotal:
345h - 23cr
da Poluição
Solo e Águas
Subterrâneas
(60h - 4cr)
Poluição
Atmosférica
(60h - 4cr)
Unitárias
e Processos p/
Eng. Ambiental
(60h - 4cr)
Esgotamento
Sanitário e
Pluvial
(60h - 4cr)
Tratamento
de Resíduos
Sólidos
(30h - 2cr)
Sistemas de
Drenagem
Pluvial
(30h - 2cr)
Atividades
Integradoras
Carga
Eletiva
Conhecimento
(30h - 2cr)
4 (15h - 1cr)
Noções de Controle da Controle da Tratamento de 8 o Subtotal: 345h - 23cr Materiais
Noções de
Controle da
Controle da
Tratamento de
8 o
Subtotal:
345h - 23cr
Materiais
e Técnicas de
Construção
(45h - 3cr)
Poluição Solo
e Águas
Subterrâneas
(45h - 3cr)
Poluição
Atmosférica
(45h - 3cr)
Águas de
Abastecimento
(60h - 4cr)
Tratamento
de Águas
Residuárias
(60h - 4cr)
Trabalho
Temático 4
(30h - 2cr)
Carga
Eletiva
(60h - 4cr)
Legislação e Gestão de Estágio 9 o Subtotal: 345h - 23cr Gestão de Saneamento e
Legislação e
Gestão de
Estágio
9 o
Subtotal:
345h - 23cr
Gestão de
Saneamento e
Meio Ambiente
(30h - 2cr)
Recursos
Hídricos
(30h - 2cr)
Supervisionado
Obrigatório
(165h - 11cr)
Carga
optativa
(75h - 5cr)
Carga
Eletiva
(135h - 9cr)
Trabalho de 10 o Subtotal: 180h - 12cr Conclusão de Curso (15h - 1cr) Carga
Trabalho de
10 o
Subtotal:
180h - 12cr
Conclusão de
Curso
(15h - 1cr)
Carga
optativa
(60h - 4cr)

Legenda - cores referentes à distribuição temática das disciplinas :

Civil/OutrasMatemática

Matemática

Civil/Outras Matemática

Optativas, formação livre, formação complementarCivil/Outras Matemática

Disciplinas e trabalhos IntegradoresFísica

Física

Disciplinas e trabalhos Integradores Física

Tecnologia AmbientalDisciplinas e trabalhos Integradores Física

QuímicaRecursos hídricos

Química Recursos hídricos

Recursos hídricos

EletivasQuímica Recursos hídricos

BiologiaSaneamento

Biologia Saneamento

Saneamento

19

Projeto Pedagógico do Curso de Graduação em Engenharia Ambiental da UFMG – Volume 1 - Versão 2009/1

Quadro 8.1 - Representação gráfica de cada percurso acadêmico, incluindo a integralização curricular de acordo com as possibilidades formativas

DISCIPLINAS e a CARGA HORÁRIA e CRÉDITOS exigidos para integralização CARGA HORÁRIA E CRÉDITOS POSIBILIDADES
DISCIPLINAS e a CARGA HORÁRIA e CRÉDITOS exigidos para integralização
CARGA HORÁRIA E
CRÉDITOS
POSIBILIDADES
OPTATIVAS
OBRIGATÓRIAS
FORMAÇÃO LIVRE
OPTATIVAS DE GRUPOS
DIRECIONADAS
TOTAIS
FORMATIVAS
Carga
Cré-
Carga Horária
Cré-
Carga Horária
Créditos
Carga
Cré-
Carga
Cré-
Horária
ditos
ditos
Horária
ditos
Horária
ditos
Bacharelado
435
29
(Formação
3060
204
45
3
60
4
3600
240
generalista)
G1+G2+G3+G9=435
G1+G2+G3+G9=29
Bacharelado
435
29
Formação Complementar
em Técnicas de
Construção
3060
204
45
3
G1=300
G1=20
60
4
3600
240
G2+G3+G9
=135
G2+G3+G9= 9
Bacharelado
435
29
Formação Complementar
em Planejamento
Urbano
3060
204
45
3
G2=300
G2=20
60
4
3600
240
G1+G3+G9=
135
G1+G3+G9= 9
Bacharelado
435
29
Formação Complementar
em Processos
Industriais
3060
204
45
3
G3=300
G3=20
60
4
3600
240
G1+G2+G9=
135
G1+G2+G9= 9
Bacharelado
345
23
135
9
Formação Complementar
Aberta
Sendo:
- Livre =
45
3
3060
204
60
4
3600
240
G1+G2+G3+G9=135
G1+G2+G3+G9= 9
(condicionada à
-Sugeridas e
Aprovadas =
300
20
aprovação da
Coordenação)
LEGENDA:

G1 = Optativas do grupo de Formação Complementar em Técnicas de Construção; G2 = Optativas do grupo de Formação Complementar em Planejamento Urbano;

G3 = Optativas do grupo de Formação Complementar em Processos Industriais;

G9 = Optativas do grupo de Formação Complementar Aberta.

Tabela 8.1 – Elenco de disciplinas obrigatórias que compõem a estrutura curricular do curso de Engenharia Ambiental

     

Carga horária(h)

   

Percurso

 

Período

Código

Disciplina

Créditos

Total

Teó.

Pra.

Pré-requisitos

01

02

3

4

5

 

CRT003

Cartografia e topografia

4

60

45

15

 

OB

OB

OB

OB

OB

EMC013

Desenho projetivo para engenharia

3

45

30

15

 

OB

OB

OB

OB

OB

ESA115

Atividades Integradoras de Conhecimentos 1

2

30

30

0

 

OB

OB

OB

OB

OB

390

FIS054

Introdução à física experimental

3

45

0

45

 

OB

OB

OB

OB

OB

horas

GEO608

Climatologia

4

60

45

15

 

OB

OB

OB

OB

OB

MAT001

Cálculo diferencial e integral I

6

90

90

0

 

OB

OB

OB

OB

OB

MAT038

Geometria analítica e álgebra linear

4

60

60

0

 

OB

OB

OB

OB

OB

 

BIG048

Ecologia geral

4

60

45

15

 

OB

OB

OB

OB

OB

EHR021

Trabalho temático 1

2

30

0

30

ESA115

OB

OB

OB

OB

OB

EMC014

Desenho auxiliado por computador

3

45

30

15

EMC013

OB

OB

OB

OB

OB

FIS065

Fundamentos de mecânica

4

60

60

0

MAT001

OB

OB

OB

OB

OB

375

     

horas

GEL056

Introdução à geologia e hidrogeologia

4

60

30

30

 

OB

OB

OB

OB

OB

   

MAT001

MAT042

Cálculo de várias variáveis

4

60

60

0

MAT038

OB

OB

OB

OB

OB

QUI003

Química geral B

4

60

60

0

 

OB

OB

OB

OB

OB

 

BIG049

Genética aplicada à engenharia ambiental

3

45

30

15

 

OB

OB

OB

OB

OB

DCC001

Programação de computadores

4

60

60

0

 

OB

OB

OB

OB

OB

ECN075

Economia para Engenharia

2

30

30

0

 

OB

OB

OB

OB

OB

ESA116

Atividades Integradoras de Conhecimentos 2

1

15

15

0

 

OB

OB

OB

OB

OB

405

ETG042

Introdução ao urbanismo

4

60

45

15

 

OB

OB

OB

OB

OB

horas

FIS066

Fundamentos de termodinâmica

2

30

30

0

MAT001

OB

OB

OB

OB

OB

MAT040

Equações diferenciais C

4

60

60

0

MAT042

OB

OB

OB

OB

OB

QUI260

Química analítica I

4

60

60

0

QUI003

OB

OB

OB

OB

OB

 

Carga eletiva

3

45

 

EL

EL

EL

EL

EL

LEGENDA:

OB = Disciplina Obrigatória; OD = Disciplina Optativa Direcionada; EL

= Disciplina Eletiva; GR = Grupo

Projeto Pedagógico do Curso de Graduação em Engenharia Ambiental da UFMG – Versão 2009/1 com ajustes outubro/2011

21

Tabela 8.1 – Elenco de disciplinas obrigatórias que compõem a estrutura curricular do curso de Engenharia Ambiental (Cont.)

     

Carga horária(h)

 

Modalidade / Ênfase (Código)

Período

Código

Disciplina

Créditos

Total

Teó.

Pra.

Pré-requisitos

1

2

3

4

5

 

DCC034

Cálculo numérico

4

60

45

15

DCC001

OB

OB

OB

OB

OB

EHR022

Fenômenos de transporte para engenharia ambiental

4

60

45

15

FIS065

OB

OB

OB

OB

OB

ESA117

Trabalho temático 2

2

30

0

30

EHR021

OB

OB

OB

OB

OB

EST031

Estatística e probabilidades

4

60

60

0

 

OB

OB

OB

OB

OB

405

MIC119

Microbiologia aplicada à engenharia ambiental

3

45

30

15

 

OB

OB

OB

OB

OB

horas

QUI261

Química orgânica I

4

60

60

0

QUI003

OB

OB

OB

OB

OB

UNI008

Saúde ambiental

2

30

30

0

 

OB

OB

OB

OB

OB

 

Carga optativa direcionada

4

60

 

OD

OD

OD

OD

OD

 

EES153

3

45

45

0

FIS065

OB

OB

OB

OB

OB

EHR016

Fundamentos de mecânica dos sólidos A Hidráulica I

4

60

30

30

EHR022

OB

OB

OB

OB

OB

EHR023

Atividades Integradoras de Conhecimentos 3

1

15

15

0

 

OB

OB

OB

OB

OB

ELE157

Fundamentos de sistemas elétricos e eletrônicos

4

60

44

16

FIS054

OB

OB

OB

OB

OB

EQM060

Laboratório de instrumentação

2

30

0

30

QUI260

OB

OB

OB

OB

OB

420

EQM061

Cinética química e bioquímica

3

45

30

15

 

OB

OB

OB

OB

OB

   

horas

ESA118

Metodologias de avaliação de impactos ambientais

2

30

30

0

 

OB

OB

OB

OB

OB

ESA119

Gerenciamento de resíduos sólidos urbanos

3

45

30

15

 

OB

OB

OB

OB

OB

ETG043

Mecânica dos solos

4

60

30

30

GEL056

OB

OB

OB

OB

OB

 

Carga eletiva

3

45

 

EL

 

Carga optativa - grupos

2

30

 

GR

GR

GR

GR

 

EHR017

Hidráulica II

4

60

30

30

EHR016

OB

OB

OB

OB

OB

EHR024

Hidrologia ambiental

4

60

30

30

 

OB

OB

OB

OB

OB

EHR025

Hidrogeologia ambiental

3

45

30

15

GEL056

OB

OB

OB

OB

OB

EHR026

Trabalho temático 3

2

30

0

30

ESA117

OB

OB

OB

OB

OB

390

ESA011

Sistema de abastecimento de água

4

60

45

15

EHR016

OB

OB

OB

OB

OB

horas

ESA120

Diagnóstico e avaliação da poluição das águas superficiais

3

45

30

15

 

OB

OB

OB

OB

OB

ETG044

Geotecnia ambiental

4

60

60

0

ETG043

OB

OB

OB

OB

OB

 

Carga eletiva

2

30

 

EL

 

Carga optativa - grupos

2

30

 

GR

GR

GR

GR

Projeto Pedagógico do Curso de Graduação em Engenharia Ambiental da UFMG – Versão 2009/1 com ajustes outubro/2011

22

Tabela 8.1 – Elenco de disciplinas obrigatórias que compõem a estrutura curricular do curso de Engenharia Ambiental (Cont.)

     

Carga horária(h)

 

Modalidade / Ênfase (Código)

Período

Código

Disciplina

Créditos

Total

Teó.

Pra.

Pré-requisitos

1

2

3

4

5

 

EHR027

Sistemas de drenagem pluvial

2

30

20

10

EHR017

OB

OB

OB

OB

OB

EQM062

Operações unitárias e processos para a eng. ambiental

4

60

30

30

EQM061

OB

OB

OB

OB

OB

ESA012

Sistemas de esgotamento sanitário e pluvial

4

60

45

15

 

OB

OB

OB

OB

OB

ESA121

Diag. e aval. da poluição do solo e das águas subterrâneas

4

60

45

15

EHR025

OB

OB

OB

OB

OB

345

ESA122

Tratamento de resíduos sólidos

2

30

20

10

ESA119

OB

OB

OB

OB

OB

horas

ESA123

Diagnóstico e avaliação da poluição atmosférica

4

60

45

15

 

OB

OB

OB

OB

OB

ESA124

Atividades Integradoras de Conhecimentos 4

1

15

15

0

 

OB

OB

OB

OB

OB

 

Carga eletiva

2

30

 

EL

 

Carga optativa – grupos

2

30

 

GR

GR

GR

GR

 

EMC031

Noções de materiais e técnicas de construção

3

45

45

0

 

OB

OB

OB

OB

OB

ESA014

Tratamento de águas de abastecimento

4

60

45

15

ESA011

OB

OB

OB

OB

OB

ESA015

Tratamento de águas residuárias

4

60

45

15

ESA012

OB

OB

OB

OB

OB

ESA125

Controle da poluição do solo e das águas subterrâneas

3

45

30

15

 

OB

OB

OB

OB

OB

345

ESA126

Controle da poluição atmosférica

3

45

30

15

 

OB

OB

OB

OB

OB

horas

ESA127

Trabalho temático 4

2

30

0

30

 

OB

OB

OB

OB

OB

 

Carga eletiva

4

60

 

EL

 

Carga optativa - grupos

4

60

 

GR

GR

GR

GR

 

EHR029

Gestão de recursos hídricos

2

30

30

0

 

OB

OB

OB

OB

OB

ENG087

Estágio supervisionado

11

165

15

150

 

OB

OB

OB

OB

OB

ESA128

Legislação e gestão de saneamento e meio ambiente

2

30

30

0

 

OB

OB

OB

OB

OB

345

 

Carga eletiva

9

135

 

EL

horas

 

Carga optativa - grupos

8

120

 

GR

GR

GR

GR

 
   

Carga optativa - grupos

5

75

 

GR

10º

ENG088

Trabalho de conclusão de curso

1

15

0

15

 

OB

OB

OB

OB

OB

180

 

Carga optativa - grupos

11

165

 

GR

GR

GR

GR

horas

 

Carga optativa - grupos

4

60

   

GR

Total 240 3600
Total
240
3600

Projeto Pedagógico do Curso de Graduação em Engenharia Ambiental da UFMG – Versão 2009/1 com ajustes outubro/2011

23

Tabela 8.2 – Disciplina optativa direcionada que compõe a estrutura curricular do curso de Engenharia Ambiental

Classificação

Código

Disciplinas

Créditos

Carga horária(h)

Pré-

Total

T

P

requisitos

OD

SOA046

Abordagens Temáticas em Sociologia

4

60

60

0

-

Tabela 8.3 – Elenco de disciplinas optativas por percurso formativo e grupos, que constam na estrutura curricular do curso de Engenharia Ambiental

Classificação em função da formação escolhida

   

Carga horária(h)

Pré-

Código

Disciplinas

Créditos

Total

T

P

requisitos

 

TAU076

Materiais e técnicas de construção II

4

60

30

30

 

ARQ027

Materiais de construção I

3

45

30

15

G1 para Formação Complementar

ARQ028

Materiais de construção II

3

45

30

15

em TÉCNICAS DE CONSTRUÇÃO

EES154

Introdução à análise estrutural

4

60

60

0

EES153

EMC032

Aproveitamento de resíduos na construção civil

3

45

45

0

EMC031

Outras formações = G9

EPD069

Introdução à tecnologia da qualidade

4

60

60

0

TAU081

Orçamento e planejamento de obras

2

30

15

15

TAU080

Tecnologia da construção

3

45

30

15

 

CRT009

Geoprocessamento

4

60

15

45

CRT003

EHR030

Planejamento de sistemas de recursos hídricos

4

60

45

15

 

G2 para Formação Complementar

GEO022

Geomorfologia

2

30

30

0

 

GEO023

Planejamento regional

3

45

45

0

 

em PLANEJAMENTO URBANO

ICB001

Bases ecológicas para o desenvolvimento sustentável

2

30

30

0

 

Outras formações = G9

URB001

Urbanismo I

5

75

30

45

ETG042

URB002

Urbanismo II

5

75

30

45

ETG042

URB010

Planejamento urbano

6

90

0

90

ETG042

Projeto Pedagógico do Curso de Graduação em Engenharia Ambiental da UFMG – Versão 2009/1 com ajustes outubro/2011

24

Tabela 8.3 – Elenco de disciplinas optativas por percurso formativo e grupos, que constam na estrutura curricular do curso de Engenharia Ambiental (cont.)

Classificação em função da formação escolhida

   

Carga horária(h)

Pré-

Código

Disciplinas

Créditos

Total

T

P

requisitos

 

ECN029

Economia Industrial

2

30

30

0

 

EMA176

Ventilação industrial e controle da poluição

3

45

45

0

EHR022

EMN008

Flotação

4

60

30

30

EMN013

Processos em engenharia mineral

2

30

30

0

EMN014

EMN014

Noções de mineração

2

30

30

0

G3 para Formação Complementar

EMN015

Separação sólido líquido no processamento mineral

4

60

60

0

EMT030

Hidro e eletrometalurgia

3

45

45

0

em PROCESSOS INDUSTRIAIS

EMT046

Siderurgia I

3

45

45

0

Outras formações = G9

EMT047

Siderurgia II

3

45

45

0

EMT053

Processos metalúrgicos

2

30

30

0

EPD016

Gerência de qualidade industrial

4

60

60

0

EPD059

Segurança e higiene do trabalho

4

60

45

15

ESA018

Controle Ambiental na Indústria Têxtil

3

45

45

0

ESA129

Tratamento de efluentes industriais

3

45

30

15

EQM062

Tabela 8.4 – Elenco de disciplinas optativas simples que constam na estrutura curricular do curso de Engenharia Ambiental

Classificação

Código

Disciplinas/ Atividades Especiais

Cré-

Carga horária(h)

Pré-

ditos

Total

T

P

requisitos

 

EHR018

Engenharia de recursos hídricos

4

60

45

15

 

EHR019

Hidráulica e hidrologia computacionais

4

60

45

15

EHR020

Usinas hidrelétricas

4

60

30

30

EHR028

Modelos estatísticos para engenharia ambiental

3

45

30

15

EST031

ELE045

Geração de energia elétrica

4

60

60

0

G9 para todas as formações

ELT002

Introdução à engenharia de controle

3

45

45

0

EMA092

Metrologia

3

45

30

15

EST031

ENG089

Tópicos em Engenharia Ambiental I

1

15

15

0

ENG090

Tópicos em Engenharia Ambiental II

2

30

30

0

ENG091

Tópicos em Engenharia Ambiental III

3

45

45

0

ENG092

Tópicos em Engenharia Ambiental IV

4

60

60

0

Projeto Pedagógico do Curso de Graduação em Engenharia Ambiental da UFMG – Versão 2009/1 com ajustes outubro/2011

25

Tabela 8.4 – Elenco de disciplinas optativas simples que constam na estrutura curricular do curso de Engenharia Ambiental (Cont.)

Classificação

Código

Disciplinas/ Atividades Especiais

Cré-

Carga horária(h)

Pré-

ditos

Total

T

P

requisitos

 

ENU001

Aplicações de radioisótopos

4

60

60

0

FIS054

EPD095

Fundamentos de Engenharia Econômica

2

30

30

0

ESA016

Microbiologia Aplicada ao tratamento de resíduos

2

30

15

15

ESA018

Controle Ambiental na Indústria Têxtil

3

45

45

0

ESA130

Economia ambiental

2

30

30

0

ESA136

Saneamento e meio ambiente em grupos étnico-raciais

1

15

15

0

ETG045

Recuperação de áreas degradadas

2

30

20

10

ETG043

G9 para todas as formações

ETG046

Disposição de resíduos

3

45

30

15

ETG044

LET223

Fundamentos de LIBRAS

4

60

60

0

 

PSI316

Psicologia na saúde coletiva

4

60

60

0

PSI320

Psicologia e cultura

4

60

60

0

PSI321

Planejamento socioambiental

4

60

60

0

PSI334

Psicologia do trabalho

4

60

60

0

PSI634

Psicologia comunitária ecologia humana I

4

60

60

0

SOA091

Cultura e ambiente

4

60

60

0

SOA093

Ecologia, política e justiça ambiental

4

60

60

0

Tabela 8.5 - Atividades acadêmico-científico-culturais do curso de Engenharia Ambiental

Código

Atividade

Número máximo de créditos

Atribuição de créditos

ENG093

Iniciação à pesquisa

3

1 crédito para cada semestre de atividades

ENG094

Vivência profissional complementar

3

1 crédito para cada 300 horas de atividades

ENG095

3

1 crédito por semestre de exercício

ENG096

Projetos de extensão Iniciação à docência

3

1 crédito por semestre de exercício

   

1 crédito para trabalho em anais;

ENG097

Participação em evento com trabalho publicado

3

2 créditos para trabalho em periódico

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8.3

Eixo Metodológico

O curso de Engenharia Ambiental pressupõe uma formação nos três seguintes elementos:

ciências básicas (matemática, física, química e biologia, além de outros conhecimentos básicos)

ciências do ambiente (estrutura e comportamento do ambiente – água, solo, ar - em condições naturais e sujeitas à poluição ou degradação)

tecnologia de controle ambiental (controle da poluição do solo, ar e água)

Estes três elementos são cobertos de forma aproximadamente sequencial ao longo do curso, caracterizando uma integração vertical do conhecimento. No entanto, há interseções programadas. Esta concepção é ilustrada na Figura 8.1.

Seqüência do

curso

Ciências básicas Ciências do ambiente Tecnologia de controle ambiental
Ciências básicas
Ciências do
ambiente
Tecnologia de
controle ambiental

Figura 8.1. Esquema da evolução dos conhecimentos ao longo do curso

À integração vertical dos conteúdos mencionados se agrega ainda uma integração horizontal dos saberes, isto é, os temas sendo abordados em um determinado período têm uma ligação entre si. Isto é alcançado através da concepção inovadora de uma sequência de atividades integradoras de conhecimentos e trabalhos temáticos, iniciados no primeiro período, e concluídos no final do curso.

As atividades integradoras de conhecimentos (AIC) são ofertadas nos semestres ímpares do curso, e

buscam contextualizar e integrar os temas cobertos naqueles períodos, evitando-se uma visão dispersa

e fragmentada pelo aluno. As atividades integradoras de conhecimentos discorrem sobre temas e

problemas em que o conhecimento simultâneo, apresentado nas diversas disciplinas daquele período, possa ser aplicado. Para evitar que as próprias atividades integradoras de conhecimentos sejam também dispersas, elas são centradas em uma sequência de temas, que vão ser abordados pelo aluno na forma de trabalhos temáticos. Desta forma, a atividade contribui ainda para preparar o aluno para o trabalho temático a ser feito no semestre seguinte.

Os trabalhos temáticos são ofertados nos semestres pares, e buscam integrar o conhecimento daquele semestre e do semestre anterior, de uma forma prática e centrada no aluno. Para permitir o treinamento de trabalho em equipe, os trabalhos temáticos são feitos com os alunos organizados em grupos.

A Figura 8.3 ilustra esquematicamente a interligação das atividades integradoras de conhecimentos e

trabalhos temáticos.

Períodos

1

2

3

4

5

6

7

8

9

10

A B

Temas / Disciplinas

E

C

D

F

Disc e trab temát

Horizontal em cada período Vertical ao longo do curso

Horizontal em cada período

Horizontal em cada período Vertical ao longo do curso

Vertical ao longo do curso

Vertical ao longo do curso

Figura 8.3. Integração vertical e horizontal do conhecimento por meio das atividades integradoras de

conhecimentos e trabalhos temáticos.

O primeiro trabalho temático (2º semestre) aborda o diagnóstico de uma bacia hidrográfica, em

seus meios físico, biótico e antrópico. Ainda que os alunos estejam apenas iniciando o curso, eles terão

a oportunidade de integrar conhecimentos introdutórios, ao mesmo tempo em que se motivam para o

curso, tendo a clara percepção de que estão inseridos em um ambiente profissional, desde o início. Para

a elaboração deste primeiro trabalho, o aluno utilizará conhecimentos de matemática, física, química e biologia (ecologia) adquiridos até o momento, além de cartografia, topografia, desenho, geologia, hidrogeologia e climatologia, os quais o capacitarão para a elaboração do diagnóstico.

O segundo trabalho temático (4º semestre) é ainda no formato de um diagnóstico, reconhecendo a

relativa pouca vivência do aluno com a maioria das ferramentas da engenharia. Desta feita, será elaborado o diagnóstico do meio urbano (loteamento, bairro, pequena bacia urbana). Neste momento,

o aluno terá avançado nas ciências básicas, ao mesmo tempo em que adquire conhecimentos

específicos para o trabalho, tais como estatística, urbanismo, saúde ambiental, tópicos da área de humanas etc.

O terceiro trabalho temático (6º semestre) compreende um trabalho aprofundado de caracterização

de um curso d’água, em seus aspectos de quantidade e qualidade da água. Para a consecução deste trabalho, várias disciplinas de interesse direto estão presentes no 5º e 6º períodos, destacando-se:

hidráulica, hidrologia, hidrogeologia, diagnóstico e avaliação da poluição das águas superficiais, laboratório de instrumentação e outros.

O quarto trabalho temático (8º semestre) centra-se na elaboração de um projeto de um sistema,

unidade, instalação ou equipamento de controle ambiental. O pressuposto deste trabalho é o posicionamento, já relatado, de que o curso objetiva formar alunos que saibam realmente projetar.

Ainda que projetos estejam incorporados em diversas disciplinas, neste trabalho temático será efetuado um projeto mais aprofundado. Serão utilizados conhecimentos referentes às seguintes disciplinas do 7º

e 8º período: operações unitárias e processos, sistemas de esgotamento sanitário, sistemas de drenagem

pluvial, tratamento de águas de abastecimento, tratamento de águas residuárias, tratamento de resíduos sólidos, disposição de resíduos, materiais e técnicas de construção.

Finalmente, ter-se-á o trabalho de conclusão de curso, de caráter individual, que será detalhado no item 8.4 a seguir.

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A ideia é que os trabalhos temáticos envolvam uma série de atividades de campo e obtenção de

dados primários e secundários, permitindo um contato do aluno com a realidade que ele vivenciará

ao longo da vida profissional, capacitando-o a resolver problemas do mundo real, tais como falta de informações, incerteza em dados, conhecimento dos órgãos detentores dos dados, contato com a

população, medições em campo, coleta de amostras etc.

O Curso de Engenharia Ambiental conta, ainda, com o apoio do GIZ – Rede de Desenvolvimento de

Práticas de Ensino Superior, vinculado a Pró Reitoria de Graduação, que tem como finalidade o aprimoramento das metodologias de ensino superior utilizando novas tecnologias e possibilitando a

reflexão contínua da prática docente.

Com o apoio do GIZ, o curso de Engenharia Ambiental busca a articulação com diversos departamentos externos à Escola de Engenharia que oferecem disciplinas aos alunos.

Nesse sentido são desenvolvidas as seguintes ações:

Reunião com professores do curso para planejamento e efetivação de um trabalho pedagógico integrado;

Reunião com professores de outros departamentos que oferecem disciplinas para Engenharia Ambiental para articulação de conteúdos;

Diagnóstico do perfil digital dos alunos;

Avaliação e produção de material didático utilizado nas disciplinas;

Planejamento das disciplinas Atividades Integradoras do Conhecimento, articulando com a implementação do Portfólio Digital.

O

Portfólio Digital consiste numa inovação pedagógica já utilizada em diversas universidades do pais

e do exterior, que implica em favorecer, além do armazenamento e sistematização das informações referentes ao seu processo de ensino aprendizagem, também a interação e o compartilhamento dos trabalhos acadêmicos realizados ao longo do curso. Desta forma, os alunos podem arquivar toda a sua produção, permitindo avaliação contínua e cumulativa do seu percurso de formação.

O GIZ tem atuado, ainda, na promoção da Formação em Docência do Ensino Superior, voltada para

alunos de pós-graduação bolsistas pelo Reuni. É uma oportunidade de reflexão e aprimoramento de sua atuação como professores. A bolsa desses estudantes exige, como contrapartida, a dedicação de oito horas semanais em atividades docentes, sob acompanhamento de professor efetivo. Assim, o Curso conta, ainda, com equipes didáticas, ou seja, grupos formados por professores efetivos, doutorandos e mestrandos, para planejar e desenvolver a atividade docente.

As

PROGRAD/REUNI.

disciplinas

potencialmente

ofertáveis

em

equipe

encontram-se

listadas

nos

anexos

da

Os referidos anexos/formulários da PROGRAD/REUNI, que apresentam diversas informações complementares, são parte integrante do presente projeto pedagógico.

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8.4

Trabalho de Conclusão de Curso

O Trabalho de Conclusão de Curso (TCC) do Curso de Engenharia Ambiental da UFMG constitui

atividade acadêmica obrigatória no âmbito do Curso, para garantir uma formação sólida, estruturada a

partir de formação teórica/conceitual, fundamentação metodológica e análise de problemas, com consequente proposta e desenvolvimento de projeto ou solução.

O TCC deve ter um caráter aplicado, voltado para a resolução de problemas práticos de engenharia,

desenvolvido dentro ou fora da universidade, neste caso em empresas com vinculação à área temática do curso. O TCC deve conter as etapas efetivas de resolução de problemas reais, sendo enfatizada a aplicação prática de conhecimentos de engenharia, e a validação/avaliação dos resultados. Ao final do Projeto de Conclusão de Curso, o aluno deverá apresentar uma monografia e ser arguido em sessão pública, por uma banca examinadora.

A orientação quanto ao conteúdo e desenvolvimento do trabalho e redação do TCC ficará a cargo do

Professor-Orientador, de livre escolha do aluno ou designado pelo Colegiado, com competência reconhecida no tema escolhido. O orientador deverá se comprometer formalmente, junto ao Colegiado,

a orientar o aluno. Se o trabalho for realizado na empresa, o orientador deve verificar sua viabilidade técnica e se as condições e equipamentos necessários estão disponíveis de imediato.

A elaboração e a defesa de Trabalho de Conclusão de Curso (TCC), sob forma de monografia, serão

realizadas nos termos de Resolução específica do Curso de Graduação em Engenharia Ambiental.

8.5 Estágio Supervisionado

A partir do levantamento da legislação e das normas jurídicas relativas aos estágios, bem como das

diretrizes curriculares, pareceres e resoluções do Conselho Nacional de Educação (CNE), com suas respectivas alterações, estabeleceu-se uma política para a realização dessas atividades nos cursos de Graduação da UFMG.

Em março de 2009, considerando o que determina a Lei nº 11.788, de 25/09/2008, bem como os estudos realizados pela Pró-Reitoria de Graduação, o CEPE/UFMG aprovou a Resolução Nº 02/2009, que dispõe sobre os Estágios Acadêmicos de estudantes matriculados em cursos de Graduação e da Educação Básica e Profissional. Nos termos dessa Resolução, o Estágio Curricular – obrigatório ou não – configura-se como vivência profissional complementar que se deve realizar sob a responsabilidade de um professor orientador; incluir um plano de trabalho por ele aprovado; constar no sistema de registro de atividades acadêmicas da UFMG; e incluir a obrigatoriedade de Relatório Final avaliado pelo Supervisor do Campo de Estágio e pelo Orientador responsável. Tal atividade deve constar da proposta pedagógica do curso em que se insere, com a respectiva especificação do número de créditos e da instância responsável pelo seu acompanhamento, e implicar uma jornada semanal compatível com seu projeto curricular. O estágio realizado com fins de enriquecimento curricular poderá, a critério do Colegiado de Curso envolvido, contar créditos ou apenas constar do histórico escolar do estudante.

Para a realização do estágio curricular, impõe-se a celebração de instrumentos jurídicos específicos, devidamente regulamentados em Portarias do Reitor. O início de tal atividade é precedido de Termo de Compromisso, assinado entre o aluno e o campo de estágio, com a interveniência da UFMG, de modo

a se configurar a inexistência de vínculo empregatício entre as partes. É facultado aos Colegiados de Curso, ou às instâncias universitárias responsáveis pelo acompanhamento do estágio, estabelecer normas específicas, quando couber.

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O Estágio Curricular de Natureza Obrigatória do Curso de Engenharia Ambiental da UFMG possui

uma carga horária de 150 horas exercidas no local de estágio do aluno, mais 15 horas de acompanhamento pelo professor supervisor.

Para se matricular na disciplina Estágio Supervisionado, o aluno deverá atender às exigências constantes em Resolução específica que dispõe sobre os critérios para a realização do Estágio Curricular no Curso de Graduação em Engenharia Ambiental da UFMG.

A integração das atividades do Estágio e as do Trabalho de Conclusão de Curso é aceitável e até

recomendável.

8.6 Atividades acadêmico - científico - culturais de natureza optativa

Considerando as Diretrizes de Flexibilização Curricular da UFMG (2001), o currículo deve buscar a indissociabilidade de ensino, pesquisa e extensão, devendo ser concebido como um sistema articulado.

Além da transmissão de conteúdos e da produção do conhecimento, inclui o desenvolvimento, por parte do aluno, de habilidades básicas, específicas e globais, de atitudes formativas, de análise crítica e

de percepção mais global da sua atuação futura como profissional e como membro da sociedade.

Como tal, ele é um conjunto de atividades acadêmicas que possibilitam a integralização de um curso. Entende-se por atividade acadêmica curricular toda aquela considerada relevante para que o estudante adquira, durante a integralização curricular, o saber e as habilidades necessárias à sua formação. O aproveitamento de uma atividade acadêmica para integralização curricular deve estar condicionado à autorização prévia do colegiado de curso e a um processo de avaliação.

Nesse sentido, o Curso de Engenharia Ambiental oferece aos seus alunos a oportunidade de exercerem uma série de atividades acadêmicas complementares as quais, mesmo que não obrigatórias, possibilitarão um importante complemento à sua formação.

No que concerne à integralização curricular de carga horária, no âmbito do Curso de Engenharia Ambiental, as atividades acadêmico – científico – culturais de natureza optativa são as seguintes:

(i) iniciação à pesquisa;

(ii)

vivência profissional complementar (VPC);

(iii)

projetos de extensão;

(iv)

iniciação à docência;

(v)

participação em evento com publicação científica.

As seguintes condições devem ser atendidas para a integralização curricular de carga horária destas atividades: (a) o máximo de 10 (dez) créditos poderá ser utilizado para efeito de integralização curricular e (b) para integralização dos créditos em todas as atividades, o aluno deverá atender às exigências constantes na Resolução que dispõe sobre atribuição de créditos em atividades acadêmico- científico - culturais para efeito de integralização curricular no Curso de Graduação em Engenharia Ambiental da UFMG.

A UFMG possui ainda disciplinas com código UNI, que são entendidas como disciplinas de interesse

potencial de alunos de vários cursos da universidade. Neste sentido, dentro do campo específico da “Engenharia Ambiental” e sob a responsabilidade do colegiado do curso, são ofertadas 15 vagas na

disciplina Saúde Ambiental para uso de alunos de outros cursos da UFMG (além das vagas para os alunos do curso de Engenharia Ambiental, para os quais a disciplina é obrigatória).

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9

AVALIAÇÃO DA APRENDIZAGEM

A verificação do rendimento escolar será feita por disciplina, abrangendo os aspectos de

frequência e aproveitamento, ambos eliminatórios por si mesmos, em consonância com o Regimento Geral da UFMG. Entende-se por frequência o comparecimento às atividades didáticas de cada disciplina, sendo fixado nas Normas Gerais de Graduação o mínimo exigido, vedado o abono de faltas. Entende-se por aproveitamento o resultado da avaliação do aluno nas atividades desenvolvidas na disciplina.

A apuração do aproveitamento em cada disciplina será feita por pontos cumulativos, em uma

escala de 0 (zero) a 100 (cem), sendo o rendimento escolar de cada aluno convertido aos

conceitos:

A - Excelente: 90 a 100 pontos

B - Ótimo: 80 a 89 pontos

C - Bom: 70 a 79 pontos

D - Regular: 60 a 69 pontos

E - Fraco: 40 a 59 pontos

F - Insuficiente: abaixo de 40 pontos e/ou infrequente.

Será considerado aprovado o aluno que obtiver, simultaneamente, no mínimo, 60 (sessenta) pontos e, no mínimo, 75% (setenta e cinco por cento) de frequência nas atividades acadêmicas em que se matriculou no semestre letivo. O aluno aprovado que desejar melhorar o(s) conceito(s) obtido(s) em disciplina(s) poderá submeter-se, a seu critério, a Exame Especial. Nesse caso, prevalecerá a melhor nota que obtiver.

Será considerado reprovado o aluno que obtiver de 0 (zero) a 59 (cinquenta e nove) pontos e/ou for infrequente. Se obtiver conceito E – ou seja, de 40 (quarenta) a 59(cinquenta e nove) pontos e tiver frequência suficiente – poderá submeter-se a Exame Especial ou a Tratamento Especial.

O Exame Especial vale 100 (cem) pontos e pode ser utilizado como uma oportunidade de

aprovação em determinada(s) disciplina(s), exceto por aluno que obtiver o conceito F. A nota final do aluno corresponde à média aritmética dos pontos obtidos ao término do período letivo e da pontuação obtida no Exame Especial.

O Tratamento Especial possibilita ao aluno que obteve o conceito E prestar, no semestre

seguinte, os exames de determinada disciplina, sem necessidade de frequência às aulas correspondentes. Permitido em situações bem específicas, o Tratamento Especial deve ser requerido pelo aluno nas datas fixadas para tanto no Calendário Acadêmico da UFMG, na Seção de Ensino da sua Unidade Acadêmica, e será concedido uma única vez na mesma disciplina, desde que o aluno não tenha, nela, se submetido anteriormente a Exame Especial.

O Regime Especial consiste na substituição da frequência às aulas por exercícios domiciliares, permitida em casos excepcionais, a critério do Colegiado de Curso e mediante apresentação

de laudo médico emitido pelo Serviço de Assistência à Saúde do Trabalhador(SAST). Pode

reivindicar Regime Especial o(a) aluno(a) portador(a) de problemas congênitos, traumatismos

ou outras condições incompatíveis com a frequência às aulas, bem como a aluna em estado de gravidez, a partir do oitavo mês de gestação.

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Projeto Pedagógico do Curso de Graduação em Engenharia Ambiental da UFMG – Versão 2009/1

O rendimento semestral global de um aluno de graduação corresponderá à média ponderada

do desempenho acadêmico do aluno em cada semestre. É desejável que o aluno mantenha sempre um alto RSG, na medida em que, por se tratar de um parâmetro de desempenho, esse Rendimento pode se refletir em todos os processos de seleção durante sua vida acadêmica e profissional, inclusive na obtenção de bolsas acadêmicas. Para o cálculo do RSG, convertem-

se os conceitos obtidos em cada atividade/disciplina em valores, observando-se a seguinte

correspondência:

Conceito

Valor

A 5

B 4

C 3

D 2

E 1

F 0

O valor do conceito de cada atividade em que o aluno se matriculou no semestre, excluídas as

porventura trancadas, é multiplicado pelo seu respectivo número de créditos; os produtos assim obtidos são somados e o resultado é dividido pelo número total de créditos em que o aluno se matriculou no semestre. É importante ressaltar que o Rendimento Semestral Global menor ou igual a 1 é considerado insuficiente, levando à exclusão do aluno da Universidade,

caso ocorra em três semestres, consecutivos ou não.

No caso de alunos com dificuldade de aprendizagem, a Fundação Universitária Mendes Pimentel (FUMP) oferece programas de apoio à aprendizagem que auxiliam os estudantes a ter um bom desempenho acadêmico e, consequentemente, reduzem a evasão na Universidade.

A FUMP oferece programas de complementação educacional, desenvolvimento pessoal e

profissional voltados para a formação acadêmica e cidadã dos estudantes, além de oferecer

atendimento psicopedagógico individual ou coletivo aos estudantes que apresentem dificuldades de aprendizagem durante o desenvolvimento das atividades acadêmicas.

Projeto Pedagógico do Curso de Graduação em Engenharia Ambiental da UFMG – Versão 2009/1

33

10 POLÍTICAS E PROGRAMAS DE PESQUISA E EXTENSÃO

Os programas e cursos de Pós-Graduação da UFMG, abertos a candidatos diplomados em

cursos de Graduação, investem na qualificação de pessoal para o exercício de atividades de

ensino e pesquisa, bem como para o mercado de trabalho. Os cursos de Pós-Graduação são oferecidos nos níveis de Mestrado e Doutorado – que conferem graus e expedem diplomas de, respectivamente, Mestre e Doutor – e de Especialização – que expedem certificados de Especialista.

O sistema de Pós-Graduação stricto sensu da UFMG, constituído de 66 programas e de 121

cursos, que abrangem as nove áreas do conhecimento, mantém-se de forma consolidada no cenário nacional. Desse total de programas, 55 compreendem os dois níveis – o de Mestrado e

o de Doutorado; um funciona apenas em nível de Doutorado; e 10 vêm atuando somente em nível de Mestrado, embora alguns deles, já bastante consolidados, se encontrem em fase de elaboração de projetos para a criação do nível de Doutorado. Para atender à demanda de um total de 6.000 alunos de Mestrado e Doutorado, esses programas e cursos contam com o envolvimento de um corpo docente que compreende, aproximadamente, 1.200 Doutores/ pesquisadores.

As estruturas curriculares, bem como o número de horas/créditos necessários para a integralização de cada uma delas, variam de acordo com a proposta didático-pedagógica definida no regulamento de cada curso/programa, atendidos os termos do Regimento Geral e

das Normas Gerais de Pós-Graduação da UFMG. Além do cumprimento de todos os requisitos regimentais, normativos e regulamentares, para a obtenção dos diplomas de Mestre

ou de Doutor, o aluno deve elaborar uma dissertação, no primeiro caso, ou uma tese, no segundo, a ser aprovada por Banca Examinadora, em sessão pública de defesa.

Nos anos iniciais deste século, verificou-se, na UFMG, uma significativa acentuação no crescimento dos cursos de Doutorado e das titulações obtidas em cursos de Mestrado e Doutorado, o que evidencia o investimento dessa Universidade na consolidação do seu sistema de Pós-Graduação.

Como foi ressaltado a respeito da organização acadêmica da Graduação, também nesse caso, a UFMG cria e disponibiliza aos docentes e discentes instrumentos facilitadores da relação pedagógica. Nesse particular, destacam-se, em especial, recursos como o Moodle e a implantação da Caderneta Eletrônica.

O ensino de Pós-Graduação na modalidade lato sensu corresponde aos cursos de

Especialização, que, em sua maioria, mantêm oferta anual regular. Para obter o certificado de Especialista, além da integralização de, no mínimo, 24 créditos, o aluno deve comprovar, nos termos do regulamento de cada curso, aprovação em monografia elaborada individualmente. Esses cursos são propostos, regulamentados e oferecidos por Programas de Pós-Graduação ou por Departamentos de Unidades Acadêmicas, sob a supervisão da Pró Reitoria de Pós- Graduação (PRPG) dessa Universidade.

Os principais departamentos da Escola de Engenharia envolvidos na oferta do Curso de

Graduação em Engenharia Ambiental, DESA e DEHR, trabalham, de forma conjunta, há mais

de uma década na área de Engenharia Ambiental. O DESA foi o responsável pela criação do

Curso de Especialização em Engenharia Sanitária (atualmente denominado Saneamento e Meio Ambiente), ofertado ininterruptamente desde 1955. O DESA e o DEHR ofertam,

34

Projeto Pedagógico do Curso de Graduação em Engenharia Ambiental da UFMG – Versão 2009/1

conjuntamente, o Programa de Pós-graduação em Saneamento, Meio Ambiente e Recursos Hídricos, nos níveis de Mestrado e Doutorado – PPGSMARH - (mestrado criado em 1972; doutorado criado em 2000). Este programa tem tido conceitos pela avaliação da CAPES entre 5 e 6 nos últimos triênios, retratando a elevada competência instalada e comprometimento de seus docentes, funcionários e alunos. O Programa recebeu o conceito 6 no triênio 2001-2003, teve o conceito reduzido para 5 no triênio seguinte e recuperou o conceito 6 na última avaliação (2007-2009).

A PRPG responsabiliza-se pelo gerenciamento e/ou acompanhamento dos Programas de

Bolsas de Pós-Graduação financiados pela Capes, pelo Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (CNPq) e pela Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado de Minas Gerais (Fapemig). A concessão dessas bolsas tem-se concentrado, prioritariamente, nas áreas de Ciências Biológicas, Ciências Exatas e da Terra, Ciências Humanas e Engenharias.

Além de apoiar e incentivar as metas de produção acadêmico-científicas almejadas pelos seus 3.623 pesquisadores, vinculados aos seus 645 grupos de pesquisa, e pelos mais de 900 bolsistas de Iniciação Científica, a UFMG tem implementado ações e projetos inovadores no campo da pesquisa de ponta.

A UFMG mantem, ainda, alguns programas institucionais de Bolsas de Iniciação Científica

(BIC) coordenados pela Pró Reitoria de Pesquisa. Esses Programas têm por objetivo introduzir o aluno na produção do conhecimento e na convivência cotidiana com os procedimentos científicos, com sua organização, técnicas e métodos. Pelo seu caráter institucional, possibilitam um modo de gestão da pesquisa que amplia e revitaliza a produção científica não apenas em áreas já consolidadas, mas também naquelas em que essas atividades estão, ainda, em processo de estruturação.

Alguns programas coordenados pela Pró Reitoria de Pesquisa da UFMG que merecem destaque são:

Programa Institucional de Bolsas de Iniciação Científica (PIBIC), do CNPq;

Programa Institucional de Bolsas de Iniciação Científica (PROBIC) da Fapemig;

O PIBIC manteve, no período 2002-2006, uma quota anual de 522 bolsas administradas pela

PRPq. A mesma regularidade caracteriza o PROBIC, que distribuiu cerca de 310 bolsas por ano.

A Pró Reitoria de Graduação (PROGRAD) administra um Programa de Bolsas Acadêmicas

que tem contemplado, a cada ano, mais de 700 estudantes, o que corresponde a cerca de 4%

do alunado de Graduação da UFMG. A Monitoria, uma exigência estabelecida no Regimento

Geral da Universidade há mais de duas décadas, sofreu alterações visando a sua adequação aos preceitos regimentais. Nessa oportunidade, foram também criados outros dois Programas

de Bolsas: o Pronoturno, especialmente destinado a estudantes do turno noturno, e o Programa

Especial de Graduação (PEG), que tem por objetivo apoiar os Colegiados de Curso.

O Programa de Bolsas Acadêmicas administrado pela PROGRAD e vigente a partir de 2006

compreende os tipos que se seguem.

1. Monitoria – Tem por propósito iniciar o estudante nas atividades de docência no Ensino Superior, bem como apoiar os professores nas suas tarefas didáticas.

35

Projeto Pedagógico do Curso de Graduação em Engenharia Ambiental da UFMG – Versão 2009/1

2.

Programa Especial de Graduação (PEG) – Objetiva apoiar os Colegiados de Curso em

ações referentes à modernização dos seus projetos acadêmicos curriculares, bem como na adoção de novas metodologias de ensino, inclusive no que diz respeito à produção de material

didático.

3. Pronoturno – Destina-se a possibilitar dedicação integral aos estudos a estudantes do turno

noturno que mais se destacam por sua competência. Condicionadas ao cumprimento de um conjunto de requisitos acadêmicos, tais bolsas são garantidas aos estudantes desde os períodos

iniciais do curso e no transcorrer dos demais períodos letivos. Nesse caso, os bolsistas cumprem um período de treinamento, que envolve atividades de ensino, pesquisa e extensão.

4. Programa de Educação Tutorial (PET) – Consiste em um tradicional programa do MEC,

originalmente coordenado pela Capes e, atualmente, sob a responsabilidade da SESu, sendo

considerado como importante estratégia para a formação de lideranças acadêmicas.

Outro programa de bolsas, coordenado pela Pró Reitoria de Extensão, denominado Programa de Bolsas de Extensão, tem por objetivo apoiar, por meio da concessão de bolsas, o desenvolvimento de programas e/ou de projetos de extensão de Unidades, órgãos ou setores que têm potencial para implementar experiências acadêmicas, de forma qualitativa e de acordo com a política da UFMG para essa área.

A Extensão Universitária consiste numa ação política, cujo compromisso deliberado é o

estreitamento de vínculos com a sociedade. Essa forma de atuar tem por finalidade aprofundar as ações de democratização do saber científico, artístico e tecnológico, levando o conhecimento acadêmico ao encontro dos anseios da comunidade e, ao mesmo tempo, aprendendo com ela, a fim de produzir novos conhecimentos. Nesse sentido, ela constrói-se com base em ações indutoras do desenvolvimento social, nos diferentes âmbitos e espaços, e assume papel de importância destacada na luta contra as diferentes facetas da exclusão social e da degradação ambiental.

A Extensão também é responsável pela promoção de um permanente diálogo com a

comunidade interna à Instituição e, para isso, conta com uma ampla participação dos diferentes órgãos institucionais. Com esses objetivos articula projetos, programas, cursos e

eventos, que promovem relações interdisciplinares e interprofissionais. Na UFMG, a Extensão articula o ensino e a pesquisa em oito áreas temáticas: comunicação, cultura, direitos humanos, educação, saúde, tecnologia, meio ambiente e trabalho.

Vale destacar, ainda, os Programas de intercâmbio para os estudantes da UFMG. Ciente da

importância que a experiência internacional desempenha na formação acadêmica de um estudante, a UFMG, por intermédio da Diretoria de Relações Internacionais (DRI), oferece programas acadêmicos que têm alcançado expressivos resultados no que concerne ao fluxo de intercâmbio de alunos dos níveis de Graduação e Pós-Graduação, que, por essa via, têm oportunidade de vivenciar sistemas educacionais distintos e uma outra ótica de formação universitária, além de poderem interagir com estudantes de culturas diversas. O intercambista passa um a dois períodos letivos numa instituição estrangeira e as atividades desenvolvidas por ele no exterior, desde que aprovadas pelo Colegiado do seu curso, podem ser incorporadas

ao seu histórico escolar. O intercâmbio de alunos é amparado pela Resolução no 05/1998, do CEPE.

Projeto Pedagógico do Curso de Graduação em Engenharia Ambiental da UFMG – Versão 2009/1

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11 INSTALAÇÕES, LABORATÓRIOS E EQUIPAMENTOS

a) Ambientes Administrativos e de Apoio docente

Na Escola de Engenharia da UFMG estão disponibilizados para os diversos Cursos de Engenharia da Unidade:

Quantidade

Descrição

01

Secretaria acadêmica

11

Sala para Coordenação

01

Sala de reunião/ Congregação

48

Salas de aula

O prédio da Escola de Engenharia foi construído recentemente, oferecendo ótimas condições

em termos de espaço, equipamentos, acesso à internet, conforto, conservação e iluminação.

b) Laboratório (s) de Informática

Centro de Cálculo Eletrônico (CCE)

Quantidade

Descrição

7

Salas de aula

168

Microcomputadores nas salas de aula

12

Servidores e área administrativa

2000

Usuários cadastrados no laboratório do CCE

A quantidade de equipamentos relativa ao número de usuários é de 2000/168 = 11,90 alunos

por microcomputador em sala de aula. A velocidade de acesso à internet é, hoje, de 1Gbps do

roteador ao servidor do CCE e de 100Mbps entre as estações e o servidor do CCE.

A política adotada para atualização dos equipamentos e softwares é baseada na avaliação

anual e de acordo com a disponibilidade orçamentária os equipamentos e softwares são atualizados. Considerando a adequação do espaço físico, o laboratório se encontra em local separado do prédio de aulas, em ambiente tranquilo, onde todas as salas são climatizadas e o acesso as salas é feita por corredor largo que não se congestiona nos momentos de troca de aulas.

O laboratório possui normas internas de funcionamento que são informadas ao aluno no

momento de seu cadastro. Para suporte técnico, conta com dois (2) técnicos permanentes, sete

(7) monitores nos meses de abril a dezembro, e ainda com o apoio do Setor de Tecnologia da Informação da Escola de Engenharia. Para atendimento à comunidade, o laboratório funciona das 7 as 22horas de segunda as sextas feiras, e aos sábados das 7 as 12h.

c) Recursos Multimídia

A Escola de Engenharia possui registrados em seu acervo 272 (duzentos e setenta e dois)

projetores multimídia (data shows), instalados em todas as 48 salas de aula, no CCE, nos auditórios da Unidade, além de diversos outros disponíveis nos Departamentos e nos próprios gabinetes dos professores.

Projeto Pedagógico do Curso de Graduação em Engenharia Ambiental da UFMG – Versão 2009/1

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Laboratórios específicos

Vários outros laboratórios especializados estão disponíveis para os alunos em diversas Unidades da UFMG. No entanto, serão descritos a seguir apenas os laboratórios mais específicos do Curso de Engenharia Ambiental, disponibilizados pelos dois principais departamentos da Escola de Engenharia envolvidos com a oferta do Curso, departamentos de Engenharia Sanitária e Ambiental (DESA) e de Engenharia Hidráulica e Recursos Hídricos (DEHR).

O conjunto de laboratórios do DESA está atualmente capacitado para realizar todos os

principais tipos de análises relativas a ensino e pesquisa na área ambiental. Os laboratórios estão em contínua expansão através da aquisição de equipamentos financiados por diversos programas e órgãos, tais como REUNI, GTZ, CNPq, CAPES, FINEP e FAPEMIG, além de

projetos junto à iniciativa privada. Os laboratórios possuem normas rígidas de segurança para

a sua utilização, apresentadas em manual específico para usuários dos laboratórios, além de

um documento sobre práticas a serem adotadas. A Tabela 11.1 lista os principais laboratórios

do DESA, que são utilizados tanto para pesquisa quanto para demonstração e treinamento de

alunos de graduação, com destaque para bolsistas de Iniciação Científica.

Tabela 11.1. Relação dos laboratórios do Departamento de Engenharia Sanitária e Ambiental

Nome do Laboratório

Finalidade

Área física

Desenvolvimento de pesquisas na área de microbiologia – tratamento biológico de águas, águas residuárias, efluentes industriais e caracterização de amostras ambientais.

Laboratório de

91m 2

microbiologia

Laboratório de Controle da Poluição

Desenvolvimento de pesquisas na área de caracterização, prevenção e controle da poluição na indústria

45m 2

Laboratório de Resíduos

Desenvolvimento de pesquisas na área de resíduos industriais e urbanos

45m 2

Laboratório de Ensaios Biológicos

Desenvolvimento de ensaios de toxicidade – apoio a várias linhas de pesquisa

27m 2

Laboratório Geral de Apoio as Pesquisas

Laboratório de apoio às diversas pesquisas. Nele são feitas análises físico-químicas convencionais.

78m 2

Laboratório de Instrumentação Analítica

Laboratório de apoio analítico às pesquisas, onde instrumentos como cromatógrafos, absorção atômica e carbono orgânico total estão disponíveis para atender todas as áreas.

84m 2

 

Laboratório exclusivo de ensino

63m 2

Laboratório de Aulas Práticas

Desde o ano de 2002, uma unidade de experimentação em escala de demonstração opera junto

à Estação de Tratamento de Efluentes do Ribeirão Arrudas, da Companhia de Saneamento de

Minas Gerais – COPASA, em Belo Horizonte. Esta Unidade foi implantada com apoio da FINEP/PROSAB, FAPEMIG e FUNASA, e consiste de um conjunto de plantas experimentais que recebem o esgoto in natura do município e executam o tratamento em diferentes modalidades, para testes experimentais e otimização de parâmetros de dimensionamento e operação. Nesta ETE Experimental são feitas demonstrações e aulas práticas para ensino e são conduzidas diversas pesquisas, constituindo-se em um dos maiores

parques de pesquisa em escala de demonstração do país.

Em escala piloto são operadas plantas experimentais para pesquisas sobre parâmetros de tratamento de águas de abastecimento, em parceria com a COPASA, com capacidade de

38

Projeto Pedagógico do Curso de Graduação em Engenharia Ambiental da UFMG – Versão 2009/1

simular os mais diversos processos de tratamento. As instalações piloto de tratamento de água

de abastecimento também têm sido empregadas para ensaios in loco.

Unidades experimentais em escala piloto e real são também instaladas para pesquisa no tema

de resíduos sólidos urbanos, com instalações localizadas no município de Catas Altas – MG

em escala real e no aterro da SLU em Belo Horizonte. Além da implantação das unidades experimentais, o apoio das agências tem permitido a melhor capacitação dos laboratórios para efetuar as análises químicas necessárias ao monitoramento da eficiência dos sistemas de tratamento de lixiviados.

Na linha de controle da poluição na indústria, o DESA tem parceria com importantes corporações, tais como a PETROBRAS, VALE, CEMIG, ELETROBRAS, VALOUREC- MANESMANN, USIMINAS, entre outras, permitindo que alunos de graduação e pós- graduação adquiram experiência em diferentes processos produtivos e seus respectivos problemas ambientais e estudos para soluções tecnológicas.

No que diz respeito à área de Hidráulica e Recursos Hídricos, tem sido dada sequência às atividades de implantação dos equipamentos do Centro de Pesquisas Hidráulicas e Recursos Hídricos da UFMG (CPH). O laboratório é fruto de um convênio com a Companhia Energética de Minas Gerais (CEMIG), com investimento para obras civis e aquisição de equipamentos. O projeto REHIDRO, da FINEP, permitiu também dotar o laboratório de equipamentos modernos, destacando-se um Anemômetro Laser-Doppler. O CPH conta ainda com um laboratório de eletrônica, para dar suporte às atividades de medição, e das oficinas mecânica e carpintaria necessárias à sua operação. Além de pesquisas científicas em

desenvolvimento, o laboratório está sendo intensamente utilizado para o desenvolvimento de ensaios em modelos hidráulicos reduzidos e para a realização de estudos, projetos e pesquisas de interesse da UFMG, CEMIG, COPASA, FURNAS, Eletrobrás e Companhia Cataguases Leopoldina, nas áreas de hidráulica e recursos hídricos. O CPH é utilizado também ministrar

as

aulas práticas das disciplinas de Mecânica dos Fluidos, Hidráulica I e Hidráulica II.

O

curso conta ainda com a utilização de diversos outros laboratórios de práticas de outros

departamentos e unidades, todos eles situados no Campus da UFMG.

CONDIÇÕES DE ACESSO À PESSOA COM DEFICIÊNCIA

A UFMG, em seu Plano de Desenvolvimento Institucional (PDI) 2008 – 2012, já possuía um

cronograma com metas para atendimento aos portadores de necessidades especiais, com os seguintes objetivos:

Criar, na UFMG, mecanismos que garantam a plena acessibilidade a portadores de necessidades especiais;

Assegurar a aplicação das políticas públicas voltadas a portadores de necessidades especiais;

Democratizar, na UFMG, o acesso à informação, à leitura e à cultura a portadores de necessidades especiais.

No caso específico da Escola de Engenharia da UFMG, esta foi construída com infraestrutura física adequada às necessidades de mobilidade de portadores de necessidades especiais. Toda a Escola possui rampas de acesso e elevadores devidamente projetados para este fim.

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12 BIBLIOTECA

A Biblioteca da Escola de Engenharia (BEE) foi fundada juntamente com a Escola Livre de

Engenharia em 21/Maio/1911, ano do centenário do patrono da Engenharia Nacional,

Christiano Otoni.

Seu acervo é hoje estimado em mais 33.991 volumes entre livros, teses, memórias, normas técnicas e mantém cerca de 1.495 títulos de periódicos, somando um total de 201.739 fascículos, cobrindo as áreas das Engenharias Ambiental, Civil, Controle e Automação, Elétrica, Eletrônica, Mecânica, Metalúrgica, de Minas, Produção, Química e Nuclear. Do total

de periódicos, 288 títulos são acessados por meio do Portal Capes, permitindo ao usuário a

obtenção integral de artigos científicos.

A biblioteca encontra-se hoje automatizada em seus serviços de empréstimo e tratamento do

material bibliográfico, integrando-se à rede da UFMG via Pergamum, sistema que permite ao

usuário a renovação e reservas de livros pela internet.

A área das instalações da biblioteca incluindo salas e espaço para estudo e acervo é de

2.193m², sendo:

Instalações para estudo individual: 06 mesas;

Instalações para estudo em grupo: 33 mesas;

Instalações para estudo individual: 27 call centers;

Instalações para trabalho em grupo: 03 salas com mesas e cadeiras.

A Biblioteca da Escola de Engenharia é integrante do Catálogo Coletivo Nacional de

Publicações Periódicas (CCN/IBICT) como biblioteca base, por possuir um dos mais importantes acervos de periódicos das áreas de engenharias do País. Além disso, permite

acesso aos seus usuários às seguintes Bases de Dados:

1- Bases do Portal Capes: Para o acesso a estas bases a BEE conta com terminais exclusivos

para o usuário;

2-

Bases da Biblioteca Virtual Universitária;

3-

Compendex em CD-Rom até 1999;

A

biblioteca disponibiliza, para os usuários, oito terminais para pesquisa ao acervo, renovação

e reserva de livros on-line e mais dois para pesquisas no Portal Capes. Como politica de aquisição, expansão e atualização, a BEE conta com: doações; verbas da União; verbas de

convênios; Fundo de Desenvolvimento Acadêmico (FDA); Fundação Cristiano Otoni(FCO).

Os seguintes serviços são prestados pela Biblioteca: empréstimo domiciliar; empréstimo entre

bibliotecas; atendimento ao usuário via telefone e e-mail; normalização de fichas catalográficas; orientação e treinamento à pesquisa bibliográfica através do Portal Capes;

comutação Bibliográfica de materiais indisponíveis no acervo da UFMG; orientação quanto

ao uso do sistema Pergamum; treinamento de usuário; elaboração de Ficha Catalográfica e recebimento de doações.

Projeto Pedagógico do Curso de Graduação em Engenharia Ambiental da UFMG – Versão 2009/1

40

A biblioteca possui 1858 exemplares (alguns do mesmo título) da área de engenharia ambiental, desse total 1029 dizem respeito a diferentes títulos.

Pelo Portal da CAPES os alunos têm acesso a 29 bases de dados relacionadas à área. São elas:

ACS Journals Search

Annual Reviews

Compendex (Engineering Village 2)

CSA Technology Research Database

Derwent Innovations Index - DII (Thomson ISI Web Services)

Engineering Research Database (CSA)

Environmental Engineering Abstracts (CSA)

esp@cenet (European Patent Office)

Institution of Civil Engineers - ICE Icon

IOPscience (Institute of Physics - IOP)

Nature (NPG)

OECD Books by Theme. Environment

PNAS - Proceedings of the National Academy of Sciences

Royal Society of Chemistry

SciELO.ORG Icon: Brasil

Science (AAAS)

ScienceDirect (Elsevier)

SCOPUS (Elsevier)

SpringerLink (MetaPress)

Web of Science

Wiley Online Library

American Society of Civil Engineers - ASCE

IEA Databases. CO2 Emissions from Fuel Combustion (OECD)

OECD Book Series. Environmental Finance

OECD Book Series. OECD Environmental Performance Reviews

OECD Book Series. Radioactive Waste Management

OECD Guidelines for the Testing of Chemicals

OECD Working Papers. OECD Trade and Environment Working Papers

Repositório Científico de Acesso Aberto de Portugal (RCAAP)

Pelo Portal da CAPES os alunos têm acesso a 221 revistas da área ambiental, destacando-se:

Advances in environmental research

Advances in water resources

African journal of biotechnology

Agricultural water management

Agriculture, ecosystems & environment

Águas Subterrâneas

The Air pollution consultant

Ambio

American journal of environmental sciences

Anales de hidrología médica

Annual review of energy and the environment

Environmental science & policy

Environmental science & technology

Environmental software

Restoration ecology

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Review of European Community and international environmental law

Reviews in environmental science and bio-technology

Revista Brasileira de Engenharia Agrícola e Ambiental

Revista colombiana de biotecnologia

Novas aquisições para o acervo são feitas numa base anual (o valor das aquisições varia entre R$ 70.000,00 e R$ 100.000,00). A escolha de novos títulos é feita em diálogo com as coordenações dos diversos Colegiados da Escola, procurando contemplar cada curso de acordo com a sua necessidade.

O quadro de pessoal técnico e administrativo é composto por:

Bibliotecários: 08;

Pessoal administrativo: 09;

Estagiários: 03.

Contínuos:02.

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13 GESTÃO DO CURSO, PESSOAL DOCENTE E TÉCNICO- ADMINISTRATIVO

13.1 Gestão do curso

Ao Colegiado incumbe a coordenação didática do Curso de Graduação em Engenharia Ambiental, sendo de sua competência, entre outras funções: orientar e coordenar as atividades do curso e propor ao Departamento, ou estrutura equivalente, a indicação ou substituição de docentes; elaborar o currículo do curso, com indicação de ementas, créditos e pré-requisitos das atividades acadêmicas curriculares que o compõem; referendar os programas das atividades acadêmicas curriculares que compõem o curso, nos termos do art. 49 do Estatuto da UFMG; decidir das questões referentes a matrícula, reopção, dispensa e inclusão de atividades acadêmicas curriculares, transferência, continuidade de estudos, obtenção de novo título e outras formas de ingresso, bem como das representações e recursos contra matéria didática, obedecida a legislação pertinente; coordenar e executar os procedimentos de avaliação do curso.

A composição do Colegiado do Curso, estabelecida no respectivo regulamento e aprovada

pelo Conselho de Ensino, Pesquisa e Extensão é a seguinte:

Coordenador do colegiado didático do curso

Subcoordenador do colegiado didático do curso

02 (dois) docentes do Departamento de Engenharia Sanitária e Ambiental (ESA)

02 (dois) docentes do Departamento de Engenharia Hidráulica e Recursos Hídricos (EHR)

01 (um) docente do Departamento de Engenharia de Transportes e Geotecnia (ETG)

01 (um) docente do Departamento de Engenharia Química (DEQ)

01 (um) docente do Instituto de Ciências Biológicas

Representação estudantil, na forma do Estatuto e do Regimento Geral da UFMG.

13.2 Funcionários técnico-administrativos

A Tabela 13.2 apresenta o quantitativo de funcionários técnico-administrativos por função.

No caso dos departamentos, foram considerados apenas os dois maiores envolvidos com o

Curso (DESA e DEHR).

Projeto Pedagógico do Curso de Graduação em Engenharia Ambiental da UFMG – Versão 2009/1

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Tabela 13.2. Relação do quantitativo, por função, de funcionários técnico-administrativos

Função

Nº de funcionários técnico- administrativos

Departamento

 

1

Colegiado do Curso

2

DESA

Assistente em Administração

2

EHR

1

PPGSMARH *

Técnico de Laboratório área

3

DESA

Técnico em Informática

1

EHR

 

1

DESA

Auxiliar em Administração

2

EHR

Bombeiro Hidráulico

1

EHR

Contramestre-oficio

1

EHR

Técnico em Mecânica

1

EHR

Técnico em Química

2

DESA

Engenheiro - área

1

DESA

Total

19

* PPGSMARH – Programa de Pós-Graduação em Saneamento, Meio Ambiente e Recursos Hídricos

13.3 Núcleo Docente Estruturante (NDE)

O Núcleo Docente Estruturante (NDE) foi um conceito criado pela Portaria Nº 147, de 2 de

fevereiro de 2007, com o intuito de qualificar o envolvimento docente no processo de concepção e consolidação de um curso de graduação. Ele é caracterizado por ser “responsável pela formulação do projeto pedagógico do curso (PPC), sua implementação e desenvolvimento, composto por professores: a) com titulação em nível de pós-graduação stricto sensu; b) contratados em regime de trabalho que assegure preferencialmente dedicação

plena ao curso; e c) com experiência docente.”

O Colegiado do Curso de Graduação em Engenharia Ambiental, considerando o disposto no

Parecer CONAES nº 4, de 17 de junho de 2010, na Resolução CONAES nº 1, de 17 de junho de 2010 e na Resolução nº 15/2011 do Conselho de Ensino, Pesquisa e Extensão (CEPE) da Universidade Federal de Minas Gerais, instituiu o seu Núcleo Docente Estruturante-NDE em 03 de maio de 2012, por meio da Resolução Nº 01/2012.

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14 AVALIAÇÃO DO CURSO

A UFMG conta com um Setor de Avaliação de Cursos de Graduação vinculado à Pró Reitoria

de Graduação, ao qual compete a realização de uma avaliação interna dos seus cursos de

Graduação. Essa avaliação compreende:

a) a aplicação a todos os alunos de questionário de avaliação não só das disciplinas cursadas a

cada semestre, mas também dos professores responsáveis por elas; e

b) a aplicação a todos os formandos de questionários de avaliação tanto do curso concluído

quanto das expectativas dos concluintes.

Os questionários de avaliação de disciplina/atividade e do professor e os de avaliação do curso pelo formando podem ser acessados, via internet, através do Portal MinhaUFMG. Os resultados das avaliações são colocados no módulo gerencial para consulta pelos Diretores de Unidade, Coordenadores de Colegiados de Cursos e Chefes de Departamento, e disponibilizados para a comunidade pela internet.

Além desses procedimentos, o Setor de Avaliação auxilia a Diretoria de Avaliação Institucional (DAI) em diversos procedimentos, incluindo o preenchimento do Censo da Educação Superior e a abertura e o acompanhamento dos processos de reconhecimento e renovação de cursos de graduação da UFMG. O Setor ainda coordena e assessora os Colegiados de Curso durante o ciclo do Exame Nacional de Avaliação de Desempenho dos Estudantes de Graduação (ENADE).

Na atualidade a questão da inovação e atualização curricular impõe a qualquer curso a necessidade de constante reflexão sobre a formação acadêmica e profissional dos seus egressos. Assim, considera-se que o processo de avaliação do curso deve ser contínuo, com o objetivo de serem realizadas as mudanças necessárias a tempo. Todo o processo de avaliação do curso de Engenharia Ambiental é acompanhado pelo Colegiado e é pautado por uma ação coletiva, onde participam professores, alunos e demais sujeitos envolvidos no curso.

Destaca-se que se trata de um novo curso na instituição, o que demanda avaliações constantes que terão como intenção fortalecer os aspectos positivos e reorientar os aspectos negativos evidenciados ao longo de sua trajetória.

A Escola de Engenharia da UFMG conta, ainda, com um Conselho de Coordenadores dos

Cursos de Engenharia, instância de caráter consultivo da Congregação da Escola, que tem como uma de suas atribuições a avaliação do ensino de graduação nos cursos de engenharia da UFMG. O Conselho se reúne mensalmente, onde são apresentadas questões e são propostas soluções e inovações para os cursos de Engenharia.

Projeto Pedagógico do Curso de Graduação em Engenharia Ambiental da UFMG – Versão 2009/1

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REFERÊNCIAS

BRASIL. Lei 9.131, de 25 de novembro de 1995. Altera dispositivos da Lei nº 4.024, de 20 de dezembro de 1961, e dá outras providências

Decreto nº 5.626/2005, de 22 de dezembro de 2005.- Regulamenta a Lei no 10.436, de 24 de abril de 2002, que dispõe sobre a Língua Brasileira de Sinais - Libras, e o art. 18 da Lei no 10.098, de 19 de dezembro de 2000.

Decreto 5.296/2005, que regulamenta as normas gerais e critérios básicos para a acessibilidade das pessoas com necessidades especiais.

Lei 11.788/2008. Dispõe sobre o estágio de estudantes. Brasília, 2005.

COMISSÃO NACIONAL DE AVALIAÇÃO DA EDUCAÇÃO SUPERIOR – CONAES. Resolução CONAES 01/2010, de 17 de junho de 2010. Normatiza o Núcleo Docente Estruturante e dá outras providências.

CONSELHO NACIONAL DE EDUCAÇÃO (CNE) e CÂMARA DE EDUCAÇÃO SUPERIOR (CES). PARECER CNE/CES 1.362/2001. Dispõe sobre as diretrizes Curriculares

Nacionais dos Cursos de Engenharia.

RESOLUÇÃO CNE/CES 11, de 11 de março de 2002. Institui Diretrizes Curriculares Nacionais do Curso de Graduação em Engenharia.

Parecer CNE/CP 03/2004. Dispõe sobre as Diretrizes Curriculares Nacionais para a Educação das Relações Étnico - Raciais e para o Ensino de História e Cultura Afro-Brasileira e Africana.

Resolução CNE/CES 02/2007. Dispõe sobre carga horária mínima e procedimentos relativos à integralização e duração dos cursos de graduação, bacharelados, na modalidade presencial.

Parecer CNE/CES 08/2007. Dispõe sobre carga horária mínima e procedimentos relativos à integralização e duração dos cursos de graduação, bacharelados, na modalidade presencial.

UNIVERSIDADE FEDERAL DE MINAS GERAIS (UFMG). Plano de desenvolvimento institucional (PDI) 2008-2012. Disponível em: www.ufmg.br.

Diretrizes para os currículos de graduação da UFMG. CEPE, 2001.

Resolução CEPE nº 15, de 31 de maio de 2011 – Cria Núcleo Docente Estruturante (NDE) dos Cursos de Graduação da UFMG.

Resolução n. 02/2009, de 10 de março de 2009 - Regulamenta o Estágio em cursos de Graduação da UFMG e revoga a Resolução no 03/2006 do Conselho de Ensino, Pesquisa e Extensão.

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Universidade Federal de Minas Gerais Escola de Engenharia
Universidade Federal de Minas Gerais Escola de Engenharia

Universidade Federal de Minas Gerais

Escola de Engenharia

PROJETO PEDAGÓGICO DO

CURSO DE GRADUAÇÃO EM ENGENHARIA AMBIENTAL

Volume 2 - Ementário

Belo Horizonte – MG

Março de 2012

1

EMENTÁRIO

As ementas, bibliografia básica e bibliografia complementar das disciplinas obrigatórias e optativas do Curso de Graduação em Engenharia ambiental são apresentadas a seguir.

1.1 Ementário das disciplinas OBRIGATÓRIAS

1º Período:

Disciplina: Cálculo Diferencial e Integral I (MAT001) – 90h

Ementa: Funções de IR em IR , Derivadas, Integrais, Aplicações.

Bibliografia Básica:

LEITHOLD, L. - O Cálculo com Geometria Analítica . Editora Harbra - SP. ÁVILA, G.S.S. - Cálculo I. Livros Técnicos e Científicos S.A. Ed. Universidade de Brasília. APOSTOL, T.M. - Cálculo - Ed. Reverté Ltda - Volume 1.

Bibliografia Complementar:

LEWIS, K. - Cálculo e Álgebra Linear - Livros Técnicos e Científicos Editora Ltda Volumes 1 e 2. PENNEY,E. D., EDWARDS, JR.C.H. - Cálculo com Geometria Analítica - Prentice Hall do Brasil – Vol. 1 e 2. SWOKOWSKI, E. W. - Cálculo com Geometria Analítica - Ed. McGraw-Hill Ltda - SP – Vol. 1. PISKUNOV, N. - Cálculo Diferencial e Integral Mir, Moscou, 1977. DEMIDOVICH, B. - Problemas e Exercícios de Análise Matemática Mir, Moscou, 1977.

Geometria Analítica e Álgebra Linear (MAT038) – 60h

Ementa: Álgebra vetorial. Retas e planos. Matrizes, sistemas lineares e determinantes. Espaço vetorial RN. Autovalores e autovetores de matrizes. Diagonalização de matrizes simétricas.

Bibliografia Básica:

KOLMAN, B.- Álgebra Linear. Ed. Guanabara - 1987. NATHAN, M. S. -Vetores e Matrizes. Livros Técnicos e Científicos - Editora S.A.- 1988. LIPSCHUTZ, S. - Álgebra Linear. Editora McGraw-Hill – 1971.

Bibliografia Complementar:

BOLDRINI, J. L.; COSTA, S. I. R.; RIBEIRO, V. L. F. F.; WETZLER, H. G. - Álgebra Linear. - Ed. Harbra 1980. ANTON, H. - Álgebra Linear - Ed. Campus - 3a edição. CALLIOLI, C. A. et alli. Álgebra linear e aplicações. São Paulo: Atual, 1978. CAMARGO, I.; BOULOS, P. Geometria analítica - um tratamento vetorial. 3. ed. São Paulo:

Pearson Education, 2005. POOLE, D. Álgebra Linear. Pioneira Thomson Learning, 2004.

Introdução à Física Experimental (FIS054) – 45h

Ementa: Utilização de aparelhos de medida. Obtenção, tratamento e análise de dados obtidos em experimentos de Física. Apresentação de resultados.

Bibliografia Básica:

TIPLER, P. Física. Ed. Guanabara. D. HALLIDAY, R. RESNICK E K. S. KRANE. Física, Livros Técnicos e Cientifico.

Projeto Pedagógico do Curso de Graduação em Engenharia Ambiental da UFMG – Volume 2 - Versão 2009/1

2

D.

Cientifico. S.A.

HALLIDAY,

R.

RESNICK

E

J.

WALKER.

Fundamentos

de

Física,

Livros Técnicos

e

Bibliografia Complementar:

Apostila "Iniciação ao Laboratório de Física" - Departamento de Física UFMG. CHAVES, A. Física. Reichmann & Affonso editores CAMPOS, A. A., ALVES, E. S. e SPEZIALI, N. S. Física Experimental Básica na Universidade, Belo Horizonte: UFMG, 2007. TIPLER, P.A., Física para cientistas e engenheiros, v.2, 5 a ed., Rio de Janeiro: LTC,2006. KELLER, F. J., et al. Física, v 1 e 2. Makron, 1999.

Cartografia e Topografia (CRT003) – 60h

Ementa: Cartografia e Geodésia: coordenadas, datum, projeções cartográficas e o sistema geodésico brasileiro. Tecnologia GPS. Topografia e mensurações planimétricas e altimétricas em campo. Cartometria analógica e digital, perfis topográficos, declividades e hipsometria. Projeto de movimento de terra. Cartografia digital e temática: princípios de SIG, imagens de satélite, fotogrametria e estereoscopia, tratamento gráfico da informação.

Bibliografia Básica:

BERRY, J.K. Cartographic modeling: the analytical capabilities of GIS. In: GOODCHILD, M; PARKS, B.O.; STEYAERT, L.T. Environmental modeling with GIS. New York, Oxford University Press, 1993. cap.7, p.59-73. BONHAM-CARTER, G. Geographic information systems for geoscientists: modeling with GIS. New York, Pergamon, 1994.

Bibliografia Complementar:

BURROUGH, P. A. Principles of Geographical Information Systems for Land Resources Assessment. Oxford, Great Britain: Oxford University Press, 1991. 194p. CARDOSO, J.A. Construção de gráficos e linguagem visual. História: questão e debates. Curitiba, v.5, n.8, jun. 1984. ESPARTEL, Lélis. Curso de topografia. Porto Alegre, Ed. Globo, 1975. FRACAROLLI, Caetano. A percepção da forma e sua relação com o fenômeno artístico: o problema visto através da Gestalt. São Paulo, FAU-USP, 1994. MOURA, A. C M. Cartografia Digital – Prática em Laboratório. Apostila do curso de Geoprocessamento, IGC, UFMG, 2000, p. 36. in:

www.cgp.igc.ufmg.br/publicações/especialização/apostilas.

Desenho Projetivo para Engenharia (EMC013) – 45h

Ementa: Noções de geometria descritiva. Projeções ortográficas. Vistas principais, auxiliares e secionais. Normas técnicas. Escala numérica. Contagem. Noções de perspectiva. Perspectiva axonométrica isométrica e cavaleira. Esboço a mão livre.

Bibliografia Básica:

COSTA, M .D.& A . P .V . – Geometria Gráfica Tridimensional – Sistemas de Representação. Ed. Universitária UFPE, 1988. FRENCH. T. E. & VIERK, C. J. Desenho Técnico e Tecnologia Gráfica. São Paulo. Editora Globo, 2a .ed. 1989. MONTENEARO, G. A . – Geometria Descritiva. Vol 1 – Ed. Edgar Blucher Ltda. , 1991.

Bibliografia Complementar:

ABNT. Associação Brasileira de Normas Técnicas. Coletânea de Normas de Desenho Técnico, São Paulo, 1990. Apostila de exercícios. Departamento de Construção Civil – EPUSP – 1994.

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3

ARANTES, E.M. et al. “DVD – Vídeo aulas da disciplina Desenho Auxiliado por Computador”, Belo Horizonte, 2008. FILGUEIRAS, L. V. et al. Fundamentos da computação gráfica. São Paulo: LTC, 1987. FUZZI, C.L. PAC: Projeto auxiliado por computador. São Paulo: Papirus, 1986. MOURA, G. Aprendendo AutoCAD 2009 e AutoCAD LT 2009. Rio de Janeiro. Alta Books, 2009.

Climatologia (GEO608) – 60h

Ementa: Clima: conceitos e sistemas de classificação. Distribuição dos climas na superfície terrestre e suas causas. Importância da diferenciação metodológica no tratamento das relações do clima com atividades humanas (agricultura e urbanização).

Bibliografia Básica:

AYOADE, J. O. 1991: Introdução à Climatologia para os Trópicos; Bertrand Brasil. BARRY, R. G. E CHORLEY, R. J., 1971: Atmosphere, Weather and Climate; Methuen & Co. Ltd. (versão disponível também em espanhol). OLIVEIRA, L. L., VIANELLO, R. L. E FERREIRA, N. J., 2001: Meteorologia Fundamental; EdiFapes - Livraria e Editora.

Bibliografia Complementar:

PEREIRA, A. R.; ANGELOCCI, L. R. E SENTELHAS, P. C., 2002: Agrometeorologia:

fundamentos e aplicações; Livraria e Editora Agropecuária Ltda. TUBELIS, A. E NASCIMENTO, F. J. L., 1992: Meteorologia Descritiva - Fundamentos e Aplicações Brasileiras; Livraria Nobel SA. VIANELLO, R. L. E ALVES, A. R., 1991: Meteorologia Básica e Aplicações; Universidade Federal de Viçosa - Imprensa Universitária. LOMBARDO, M. A., Ilha de calor nas metrópoles. São Paulo, Hucitec, 1985. NIMER, E.,Climatologia do Brasil. Rio de Janeiro, IBGE, 1979.

Atividades Integradoras de Conhecimentos 1 (ESA115) – 30h

Ementa: Introdução à engenharia ambiental. A estrutura organizacional da universidade. A escola de engenharia. A engenharia ambiental e suas áreas de conhecimento. O currículo do curso. As normas acadêmicas. As potencialidades da vida universitária. O pensamento científico. Metodologia de pesquisa. Redação técnica. Integração do conhecimento entre as disciplinas em curso. Preparação para o Trabalho Temático 1.

Bibliografia Básica:

FRANÇA, J.L. Manual para normalização de publicações técnico-científicas. 8ª ed. Belo Horizonte: Ed. UFMG, 2007. 256p. RUIZ, J. A. Metodologia científica: guia para eficiência nos estudos. 3. ed. São Paulo: Atlas, 1993. FERRARI, Afonso Trujillo. Metodologia da pesquisa científica. São Paulo: McGraw-Hill do Brasil, 1982.

Bibliografia Complementar:

RBRH – Revista Brasileira de Recursos Hídricos. Associação Brasileira de Recursos Hídricos. ECO, Umberto. Como se faz uma tese. São Paulo: Perspectiva, 1996. KUHN, Thomas. A estrutura das revoluções científicas. 5a.ed. São Paulo: Perspectiva, 1997. SALOMON, D.V. Como fazer uma monografia. 3.ed. São Paulo : Martins Fontes, 1995. UFMG. Coletânea de textos e informações sobre o curso de Engenharia Ambiental, sobre a UFMG e sobre as normas acadêmicas. Material impresso e/ou disponibilizado no site da UFMG.

Subtotal da carga horária do semestre: 390 h.

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4

2º Período:

Fundamentos de Mecânica (FIS065) – 60h

Ementa: Cinemática e Dinâmica da Partícula. Sistemas de Partículas. Cinemática e Dinâmica da Rotação. Leis de Conservação da Energia e dos Momentos Linear e Angular. Equilíbrio de Corpos Rígidos. Elasticidade. Estática e Dinâmica dos Fluidos.

Bibliografia Básica:

CAMPOS, A. A., ALVES, E. S., SPEZIALI, N. L. Física Experimental Básica na Universidade; Belo Horizonte, Editora UFMG, 2007. D. HALLIDAY, R. RESNICK E K. S. KRANE. Física, Livros Técnicos e Cientifico S.A D. HALLIDAY, R. RESNICK E J. WALKER. Fundamentos de Física. Livros Técnicos e Cientifico S.A.

Bibliografia Complementar:

CHAVES, A. S. Física 1, volume 1, 1a. edição Reichmann & Affonso Editores, Rio de Janeiro,

2000.

P. TIPLER. Física, Ed. Guanabara. SEARS & ZEMANSKY. Física 1, volume 1 - 10a. edição, Addison Wesley, São Paulo, 2003. RESNICK, HALLILDAY & KRANE. Física 1, volume 1 - 5a. edição, LTC, Rio de Janeiro, 2003. KELLER, GETTYS & SKOVE. Física, volume 1, Makron Books, São Paulo, 1997.

Cálculo de Várias Variáveis (MAT042) – 60h

Ementa: Série e fórmula de Taylor. Funções de várias variáveis. Integração de duas ou mais variáveis.

Bibliografia Básica:

STEWART, James. Cálculo. Vol. 2. Quarta edição. Ed. Pioneira, São Paulo. 2001. PINTO, D., MORGADO, M. C. F. - Cálculo Diferencial e Integral de Funções de Várias Variáveis. Ed. UFRJ / SR-1, 1997. BOULOS, P., OLIVEIRA, I. C. Geometria Analítica (um tratamento vetorial) - McGraw-Hill - SP.

Bibliografia Complementar:

ÁVILA, G. S. S. - Cálculo, Volume 02 - LTC APOSTOL, T. M. - Cálculo. Ed. Reverté Ltda. Volume 1 e 2 KREYSZIG, E. - Matemática Superior, Volume II. Livros Técnicos Científicos Editora Ldta., RJ. APOSTOL, T. M. - Calculus. Blaisdell Publishing Company, New York. GUIDORIZZI, H - Um Curso de Cálculo, LTC - Volume 02

Química Geral B (QUI003) – 60h

Ementa: Estrutura eletrônica dos átomos. Propriedades periódicas. Ligações químicas (ligações iônica e covalente, introdução à TOM, teoria de bandas). Forças intermoleculares (química supramolecular, sistemas biológicos, materiais). Soluções. Equilíbrio químico.

Bibliografia Básica:

RUSSELL, J.B. Química Geral, McGraw-Hill, São Paulo, 1980. SLABAUGH, W.A. e PARSONS, T. D., Química Geral Livros Técnicos e Científicos, Rio de Janeiro , 1982. MAHAN, B.H., Química um curso universitário, ed. Edgard Blucher, São Paulo, 1975.

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5

Bibliografia Complementar:

O’CONNOR, R. Fundamentos de Química, Ed. Harper e Row, São Paulo , 1977. MASTERTAN , W.L. Slowinski, E. J. eStanitski, C. L. Princípios de Química, Ed. Guanabara, Rio de Janeiro, 1990. MOELLER, T. , Bailar, J.C., Kleinberg, J., Guss, C.O., Castellian, M. E. e Metz , C., Chemistry, Academic Press, New York, 1980. BARROS , H.L.C. Química Inorgânica - Uma Introdução, 1a. ed. Editora UFMG, 1992. MORITA, T.; ASSUMPÇÃO, R. M. V. Manual de soluções, reagentes e solventes. 2ª ed. São Paulo: Editora Edgard Blucher Ltda., 1972.

Desenho Auxiliado por Computador (EMC014) – 45h

Ementa: Modelagem computacional 2D e 3D. Resolução de problemas geométricos. Gráfica

dos

computacional

modelos elaborados.

aplicada

ao

desenho

projetivo.

Técnicas

computacionais

de

visualização

Bibliografia Básica:

ABNT. Associação Brasileira de Normas Técnicas. Coletânea de Normas de Desenho Técnico, São Paulo, 1990. C.L. PAC: Projeto auxiliado por computador. São Paulo: Papirus, 1986. COSTA, M .D.& A . P .V . – Geometria Gráfica Tridimensional – Sistemas de Representação. Ed. Universitária, UFPE, 1988.

Bibliografia Complementar:

Apostila de exercícios. Departamento de Construção Civil – EPUSP – 1994. FILGUEIRAS, L. V. et al. Fundamentos da computação gráfica. São Paulo: LTC, 1987. FUZZI. FRENCH. T. E. & VIERK, C. J. Desenho Técnico e Tecnologia Gráfica. São Paulo. Editora Globo, 2 a . ed. 1989. MONTENEARO, G. A. Geometria Descritiva. Vol 1 – Ed. Edgar Blucher Ltda., 1991. OMURA, G. Aprendendo AutoCAD. LT 2009. Rio de Janeiro. Alta Books, 2009. ARANTES, E.M. et al. “DVD – Vídeo aulas da disciplina Desenho Auxiliado por Computador”, Belo Horizonte, 2008.

Introdução à Geologia e à Hidrogeologia (GEL056) – 60h

Ementa: Introdução ao Estudo da Geologia. A História da Terra. O Globo Terrestre. Elementos de Mineralogia. Elementos de Petrologia. Solos. Processos Externos de Transformação Geológica. Processos Internos de Transformação Geológica. Elementos de Hidrogeologia. Elementos de Geomorfologia. Métodos de Investigação Geológica. Representação Gráfica-Espacial da Geologia. Aspectos da Geologia e Hidrogeologia do Brasil.

Bibliografia Básica:

ABGE/IPT – Curso de Geologia aplicada ao meio ambiente São Paulo: ABGE/IPT, 1995, 247p. FEITOSA, F.A.C; MANUEL FILHO, J. Hidrogeologia Conceitos e Aplicações - 1a ed. CPRM, 1997, 389p. GONÇALVES, V. G.; GIAMPÁ, C.E.Q. Águas Subterrrâneas e Poços Tubulares Profundos. São Paulo: Signus Editora, 2006, 502p.

Bibliografia Complementar:

JOHNSON, E. E. Água Subterrânea e poços tubulares. São Paulo: CETESB, 1978, 482p. (Tradução de Ground Waterand Wells.). MENEGAT, R. Para entender a Terra. Porto Alegre: Bookman, 2006, 656p. (Tradução de Understanding Earth). SILVA, A.B., CARVALHO, E.T., FANTINELI, L.M., ROMANO, A.W., VIANA, C.S. Estudos geológicos, hidrogeológicos, geotécnicos e geoambientais integrados no Município de Belo

Projeto Pedagógico do Curso de Graduação em Engenharia Ambiental da UFMG – Volume 2 - Versão 2009/1

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Horizonte. Relatório Final. Belo Horizonte. Prefeitura Municipal de Belo Horizonte. UFMG/IGC/FUNDEP, 1995. 150p. CPRM – Serviço Geológico do Brasil: http://www.cprm.gov.br Geociências USP – http://www.igc.usp.br/geologia/

Ecologia Geral (BIG048) – 45h

Ementa: Introdução à ecologia. Conceito, estrutura e classificação de ecossistemas. Cadeias e redes alimentares. Estrutura trófica. Pirâmides ecológicas. Energia e diversidade. Modelos de fluxo de energia em diferentes ecossistemas (terrestres e aquáticos). Ciclos biogeoquímicos. Fatores limitantes. Conceitos de habitat e nicho ecológico. Estrutura das comunidades: dinâmica das populações, sucessões e interações ecológicas. Populações e comunidades em gradientes geográficos; ecotones; efeito de borda.

Bibliografia Básica:

PIERCE B. A. Genética um Enfoque Conceitual. Primeira edição. (2004) Ed. Guanabara Koogan, Rio de Janeiro, R.J. MADIGAN, MT, MARTINKO JP, PARKER, J. PEARSON. Microbiologia de Brock. Décima edição. 2008. Prentice Hall, São Paulo, S.P. DAJOZ, R. 2005. Princípios de Ecologia. Artmed. Traduzido. 519 p. ISBN 85-363-0565-7.

Bibliografia Complementar:

EISENBEIS, W., W. ARENS & G. EISENBEIS. 2002. Biological Atlas of Aquatic insects. Apollo

Books, Denmark. 339 p. ISBN 87-88757-60-9. NOVOTNY, W. 2002. Water quality – Diffuse pollution ans watershed management. J Wiley, NJ, USA. 864 p. ISBN 0-471-39633-8. PINTO-COELHO, R.M. 2000. Fundamentos em Ecologia. Artmed Editora, Porto Alegre. 252 p. ISBN 85-7307-629-1. BICUDO, C.E. & D. C. BICUDO. 2004. Amostragem em Limnologia, Rima Editora, São Carlos,

351 p. ISBN 85-86552-82-8.

PINTO-COELHO, R.M., A. GIANI & E. VON SPERLING (eds.) 1994. Ecology and human impact on lakes and reservoirs in Minas Gerais with special reference to future development and management strategies. Editora SEGRAC. Belo Horizonte. 193 p. (ISBN 85-900088-1-9).

Trabalho Temático 1 (EHR021) – 30h

Ementa: Diagnóstico ambiental de uma região ou bacia hidrográfica. Caracterização do meio físico, biótico e antrópico. Preparação de relatório técnico e apresentação oral do trabalho.

Bibliografia Básica:

DAJOZ, R. 2005. Princípios de Ecologia. Artmed. Traduzido. 519 p. ISBN 85-363-0565-7. MOTA, S. Urbanização e meio ambiente. ABES, Rio de Janeiro, 2003. 352 p. NIMER, E., 1979: Climatologia do Brasil; IBGE. (disponível no site do IBGE:

http://biblioteca.ibge.gov.br/visualizacao/monografias/GEBIS%20-

%20RJ/RBG/RBG%201972%20v34_n1.pdf)

Bibliografia Complementar:

SILVA, A.S.; CARVALHO, E.T; FANTINEL, L.M.; ROMANO, A.W.; VIANA, C.S. 1995. Estudos geológicos, hidrogeológicos, geotécnicos e geoambientais integrados no Município de Belo Horizonte. Convênio: PMBH, SMP, FUNDEP/ UFMG. (Relatório Final). BICUDO, C.E. & D. C. BICUDO. 2004. Amostragem em Limnologia Rima Editora, São Carlos,

351 p. ISBN 85-86552-82-8

PINTO-COELHO, R.M. 2000. Fundamentos em Ecologia. Artmed Editora Porto Alegre. 252 p.

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ISBN 85-7307-629-1 PINTO-COELHO, R.M. 2009. Reciclagem e Desenvolvimento Sustentável. Editora Recóleo. Belo Horizonte. 344 páginas (em publicação; deverá estar disponível para venda em 30 de setembro do corrente) RIBEIRO, J.P.C. Atlas Geográfico de Minas Gerais e Belo Horizonte, 1999.

Subtotal da carga horária do semestre: 375 h.

3º Período:

Programação de Computadores (DCC001) – 60h

Ementa: Metodologia de desenvolvimento de programas, programação em linguagem de alto nível. Comandos básicos, estrutura de dados, modularização.

Bibliografia Básica:

GUIMARÃES, A. M. & LAGES, N. A. C. Introdução à Ciência da Computação, Rio de Janeiro, Livros Técnicos e Científicos Editora S. A., 1984. GUIMARÃES, A. M. & LAGES, N. A. C., Algoritmos e Estruturas de Dados, Rio de Janeiro, Livros Técnicos e Científicos Editora S. A., 1985. GUIMARÃES, A. M. & CAMARÃO, C., Introdução ao Sistema IBM RISC-6000.

Bibliografia Complementar:

FARRER, H. et Alii, Algoritmos Estruturados. Editora Guanabara Dois. FARRER, H. et Alii, Pascal Estruturado. Editora Guanabara Dois. TREMBLAY, J. & BUNT, R. B., Ciência dos Computadores: Uma Abordagem Algorítmica. SCHMITZ, E. A. & TELES, A. A. S., Pascal e Técnicas de Programação, Livros Técnicos e Científicos Editora S.A. WIRTH, N. & JENSEN, K., Pascal User Manual and Report, Spriger-Verlag, Berlin.

Equações Diferenciais C (MAT040) – 60h

Ementa: Equações diferenciais de 1ª e 2ª ordens. Soluções de equações diferenciais em séries de potências. Sistemas de equações diferenciais lineares. Transformada de Laplace. Séries de Fourier. Equações diferenciais parciais.

Bibliografia Básica:

BOYCE, W. E.; DI PRIMA, R. C. - Equações Diferenciais Elementares e Problemas de Valores de Contorno - Ed. Guanabara / Koogan - 1994.

E. KREYSZIG - Matemática Superior - Volumes 1 e 3 - LTC Editora S.A. – 1984.

SANTOS, REGINALDO J. Introdução ás Equações Diferenciais Ordinárias. - Belo Horizonte:

Imprensa Universitária da UFMG, 2011.

Bibliografia Complementar:

SANTOS, REGINALDO J. Matrizes, Vetores e Geometria Analítica– Belo Horizonte: Imprensa Universitária da UFMG, 2010. REGINALDO J. SANTOS. Álgebra Linear e Aplicações. Imprensa Universitária da UFMG, Belo Horizonte, 2006. REGINALDO J. SANTOS. Um Curso de Geometria Analítica e Álgebra Linear. Imprensa Universitária da UFMG, Belo Horizonte, 2007. WILLIAM E. BOYCE AND RICHARD C. DIPRIMA. Equações Diferenciais Elementares e

Problemas de Valores de Contorno. Livros Técnicos e Científicos Editora S.A., Rio de Janeiro, 7 a .ed.,

2002.

E. C. DE OLIVEIRA AND M. TYGEL. Métodos Matemáticos para Engenharia. SBM, Rio de Janeiro,

2005.

Projeto Pedagógico do Curso de Graduação em Engenharia Ambiental da UFMG – Volume 2 - Versão 2009/1

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Fundamentos de Termodinâmica (FIS066) – 30h

Ementa: Temperatura e dilatação. Fundamentos de Mecânica Estatística. Calor e a primeira lei da termodinâmica. Entropia e a segunda lei da termodinâmica.

Bibliografia Básica:

HALLIDAY, D.; RESNICK, R.; KRANE, K. S. Física, Livros Técnicos e Cientifico S.A. D. HALLIDAY, R. RESNICK E J. WALKER. Fundamentos de Física, Livros Técnicos e Cientifico S.A. SEARS; ZEMANSKY; YOUNG H.D. E FREEDMAN R.A. Física II, 12ª. Edição. Editora Pearson - Addison Wesley, São Paulo, 2008 - 12 ª edição - 352 páginas.

Bibliografia Complementar:

P. Tipler. Física, Ed. Guanabara.

CHAVES, A

CAMPOS, A. A., ALVES, E. S. e SPEZIALI, N. S. Física Experimental Básica na Universidade, Belo

Horizonte: UFMG, 2007. TIPLER, P.A., Física para cientistas e engenheiros, v.2, 5 a ed., Rio de Janeiro: LTC, 2006. KELLER, F. J., et al. Física, v 1 e 2. Makron, 1999.

Física. Reichmann& Affonso editores

Química Analítica I (QUI260) – 60h

Ementa: Conceitos elementares para análise quantitativa. Métodos volumétricos: neutralização, precipitação, complexação e oxi-redução. Equilíbrio de neutralização, equilíbrio de complexação, equilíbrio de precipitação.

Bibliografia Básica:

HOLLER, F. J.; SKOOG, D. A.; CROUCH, S. R. Princípios de Análise Instrumental. 6ª ed. Bookman, Porto Alegre, 2009. SKOOG, D. A.; WEST, D. M.; HOLLER, F. J.; CROUCH, S. R. Fundamentos de Química Analítica. 8ª ed. Pioneira Thomson Learning, São Paulo, 2006. SKOOG, D. A.; HOLLER, F. J.; NIEMAN, T. A. Princípios de Análise Instrumental. 5ª ed. Bookman, Porto Alegre, 2002.

Bibliografia Complementar:

HARRIS, D. C. Análise Química Quantitativa. 6ª ed. LTC – Livros Técnicos e Científicos Editora, Rio de Janeiro, 2005. OHLWEILER, O. A. Fundamentos da Análise Instrumental. Livros Técnicos e Científicos Ed. RJ.

1981.

EWING, G. W. Métodos Instrumentais de Análise Química. Vol. I, Ed da USP, SP, 1977. WILLARD, H. H. et al. Instrumental Methods of Analysis. 7th ed. Wadswoth Publishing Company, California, 1988. CHRISTIAN, G. D.: Reilly, J. E. Instrumental Analysis. 2 th ed. Allyn and Bacon, Inc. Boston, 1986.

Economia para Engenharia (ECN075) – 30h

Ementa: A economia como ciência. A evolução da ciência econômica. Conceitos fundamentais. Noções de microeconomia: demanda, oferta e equilíbrio de mercado – teoria e aplicações; teoria do consumidor; teoria da firma e estruturas de mercado; falhas de mercado – externalidades e bens públicos. Noções de macroeconomia: contas nacionais – a mensuração da atividade econômica; principais variáveis macroeconômicas e o seu papel na política econômica; moeda e inflação; crescimento econômico.

Projeto Pedagógico do Curso de Graduação em Engenharia Ambiental da UFMG – Volume 2 - Versão 2009/1

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Bibliografia Básica:

KRUGMAN, Paul R.; WELLS, Robin. Introdução à economia. Rio de Janeiro: Elsevier: Campus, 2007 823 p. MANKIW, N. Gregory. Introdução à economia: princípios de micro e macroeconomia. 7.ed. Rio de Janeiro: Elsevier-Campus, 2004. 831 p. VASCONCELLOS, Marco Antônio Sandoval de. Economia: Micro e Macro. 4ed. São Paulo:

Atlas, 2006.

Bibliografia Complementar:

MANKIW, N. Gregory. Introdução à Economia. Tradução da 5ª ed. Norteamericana. São Paulo:

Cengage, 2010. PINHO, Diva Benevides; VASCONCELLOS, Marco Antônio (org.) Manual de economia - equipe dos professores da USP, 4. Ed. São Paulo: Saraiva, 2002. BAIDYA TARA K. N.; AIUBE; FERNANDO A. L. MENDES, MAURO R. C. Introdução a Micro- Economia – Editora: Atlas. PUCCINI, Abelardo Lima. Matemática Financeira Objetiva e aplicada. 8.ed. São Paulo: Saraiva 2009. ISBN 978-8502067745. ASSAF Neto, Alexandre. Matemática Financeira e suas aplicações. 11.ed. São Paulo: Atlas, 2009. 278 p. ISBN 978-8522455317.

Genética Aplicada à Engenharia Ambiental (BIG049) – 45h

Ementa: Estrutura e funcionamento de genes. Estudo da variabilidade genética em microrganismos no ambiente, com ênfase em procarioto: mutação e recombinação. Tecnologia do DNA recombinante e suas aplicações em saúde e engenharia ambiental.

Bibliografia Básica:

PIERCE B. A. Genética um Enfoque Conceitual Primeira edição (2004) Ed. Guanabara Koogan, Rio de Janeiro, R.J. MADIGAN, MT, MARTINKO JP, PARKER, J. PEARSON. Microbiologia de Brock. Décima edição. 2008. Prentice Hall, São Paulo, S.P. SNUSTAD, PETER - SIMMONS, MICHAEL J. Fundamentos de Genética. 2ª edição. Lançamento 2001, 778 pg. Guanabara Koogan.

Bibliografia Complementar:

BROWN, T.A. Genética - Um enfoque molecular. 3a.edição: lançamento 1999. Guanabara Koogan. GRIFFITHS, ANTOHONY J.F. - MILLER, JEFFREY H. - LEWONTIN, RICHARD C. - GELBART, WILLIAM G. Genética Moderna. 1a.ediçã|: Lançamento 2001, Guanabara Koogan. ALUÍZIO BORÉM, FABRÍCIO R. SANTOS. Biotecnologia Simplificada. Suprema Gráfica e Editora. 1ª Ed. 250 p. 2001. AZEVEDO, JOÃO LÚCIO. Genética de microrganismos. 1997 – 416p.Universidade Federal de Goiás. MATT RIDLEY. Genoma: Autobiografia de uma Espécie em 23 Capítulos, Tradução de Carla Rego, Gradiva, 2001, 354 pp.

Introdução ao Urbanismo (ETG042) – 60h

Ementa: Introdução ao estudo do urbanismo. Origem e evolução das cidades. Teorias urbanísticas. Planejamento urbano e regional. Urbanização e planejamento no Brasil. Gestão do espaço urbano.

Bibliografia Básica:

AZEVEDO, S. e PRATES, A.A. Planejamento participativo, movimentos sociais e ação coletiva. In: Ciências sociais hoje. São Paulo: Vértice, 1991.

Projeto Pedagógico do Curso de Graduação em Engenharia Ambiental da UFMG – Volume 2 - Versão 2009/1

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BAENINGER, R. O processo de urbanização no Brasil: características e tendências In: BÓGUS, L.M.; WANDERLEY, L.E.W. (Orgs.). A luta pela cidade em São Paulo. São Paulo: Cortez, 1992. BENEVOLO, Leonardo. História da cidade. 3.ed. São Paulo: Perspectiva, 1999. 728 p.

Bibliografia Complementar:

BENEVOLO, L. As origens da urbanística moderna. Lisboa: Editorial Presença, 1981. BERMAN, M. Modernidade ontem, hoje e amanhã. Tudo que é sólido desmancha no ar. A aventura da modernidade. São Paulo: Companhia das Letras, 1986, p. 15-35. CARDOSO, Leandro; MATOS, Ralfo. Acessibilidade urbana e exclusão social: novas relações, velhos desafios. In: X Simpósio Nacional de Geografia Urbana, 2007, Florianópolis. CARDOSO, Leandro. Transporte público, acessibilidade urbana e desigualdades socioespaciais na Região Metropolitana de Belo Horizonte. 2007. 218 p. Tese (Doutorado em Geografia) - Universidade Federal de Minas Gerais. CHOAY, Françoise. O urbanismo: utopias e realidades, uma antologia. 6 ed. São Paulo, SP:

Perspectiva, 2005 (p. 161 a 173 e p. 183 a 195).

Atividades Integradoras de Conhecimentos 2 (ESA116) – 15h

Ementa: Integração do conhecimento entre as disciplinas em curso. Preparação para o Trabalho Temático 2.

Bibliografia Básica:

FERRARI, Célson. Curso de Planejamento Municipal Integrado, São Paulo, Pioneira Ed., 1977, 630 p. MOTA, Suetônio. Urbanização e meio ambiente. ABES, Rio de Janeiro, 2003. 352 p. SOUZA, Marcelo Lopes. Mudar a cidade - Uma introdução crítica ao planejamento e a gestão. Editora: Bertrand Brasil, 2002, 556 p.

Bibliografia Complementar:

BENEVOLO, Leonardo. História da cidade. 3.ed. São Paulo: Perspectiva, 1999. 728 p. BENEVOLO, L. As origens da urbanística moderna. Lisboa: Editorial Presença, 1981. CARDOSO, Leandro. Transporte público, acessibilidade urbana e desigualdades socioespaciais na Região Metropolitana de Belo Horizonte. 2007. 218 p. Tese (Doutorado em Geografia) - Universidade Federal de Minas Gerais. CHOAY, Françoise. O urbanismo: utopias e realidades, uma antologia. 6 ed. São Paulo, SP:

Perspectiva, 2005 (p. 161 a 173 e p. 183 a 195). CORREA, Roberto Lobato. O espaço urbano. São Paulo: Ática, 1995.

Subtotal da carga horária do semestre: 405 h.

4º Período:

Cálculo Numérico (DCC034) – 60h

Ementa: Introdução. Diferenças finitas. Interpolação. Integração numérica. Solução de equações algébricas e transcendentes. Sistemas algébricos lineares. Tratamento numérico de equações diferenciais ordinárias.

Bibliografia Básica:

CAMPOS, filho, F. F., Algoritmos Numéricos, Rio de Janeiro, LTC-Livros Técnicos e Científicos, Ed. S.A., 2 ed., 2007. BURDEN, R. C. Análise Numérica (tradução da 8ª. Edição Norte Americana), Editora Cengage,

2008.

BARROSO, L. C., BARROSO, M. M. de A., CAMPOS, filho, F. F., CARVALHO, M. L. B. & MAIA, M. L., Cálculo Numérico, São Paulo, Harbra Ltda, 1987.

Projeto Pedagógico do Curso de Graduação em Engenharia Ambiental da UFMG – Volume 2 - Versão 2009/1

11

Bibliografia Complementar:

CONTE, S .D. & CARL DE BOOR, Elementary Numerical Analysis: An Algorithmic Approach, McHraw Hill Book Company, 1980. ATKINSON, K. E., An Introduction to Numerical Analysis, 2nd ed., John Wiley, New York, 1988. MATHEWS, J. H., Numerical Methods for Mathematics, Science and Engineering, Second Edition, Prentice Hall, 1992, RUGGIERO, M. A. G. & LOPES, V. L. da R., Cálculo Numérico, São Paulo, McGraw Hill, 1988. SANTOS, V. R. de B., Curso de Cálculo Numérico, Rio de Janeiro, LTC – Livros Técnicos e Científicos Ed. S.A., 1977.

Estatística e Probabilidades (EST031) – 60h

Ementa: Estatística Descritiva. Probabilidades. Variáveis aleatórias discretas. Variáveis aleatórias contínuas. Teorema central do limite. Estimação. Teste de hipóteses.

Bibliografia Básica:

MONTGOMERY, D., e RUNGER, G.C. Estatística Aplicada e Probabilidade para Engenheiros, 2ª edição. Livros Técnicos e Científicos. Editora S.A., 2003.

MAGALHAES, M. e LIMA, A

Universidade de São Paulo, 2002. TRIOLA, M. Manual Introdução à Estatística. 9ª edição. Livros Técnicos e Científicos. Editora S.A., 2005.

Noções de Probabilidade e Estatística. 5ª edição. Editora da

Bibliografia Complementar:

SOARES, J. F. , FARIAS, A. A. , CÉSAR, C. C. Introdução à Estatística. Belo Horizonte:

Guanabara, 1991. ROSS, S. N. A first course in probability. 3ª ed. New York: Macmillan Publishing Co, 1988. LAPPONI, J.C. Estatística usando Excel 5 e7. Lapponi Treinamento e Editora Ltda, 1997. MARCONI, M. A. e LAKATOS, E. M. Técnicas de Pesquisa. Editora Atlas, 1996. MEYER, P. L. Probabilidade: Aplicações e Estatística. 2ª ed. Rio de Janeiro: Livros Técnicos e Científicos. Editora S.A., 1984.

Química Orgânica I (QUI261) – 60h

Ementa: Estudo dos compostos de carbono. Ligações químicas. Introdução às reações orgânicas. Mecanismos de reação. Estereoquímica.

Bibliografia Básica:

T.W. Graham Solomons & C. B. Fryhle. Química Orgânica, vol.1. 7ª edição, LTC, 2002. ALLINGER, Norman et al. Química Orgânica. Tradução da 2aedição americana. Rio de Janeiro:

Editora Guanabara Dois S. A, 1978. 961p. BROWN, William. Organic Chemistry. United States of America: Saunders College Publishing,

1995.1115p.

Bibliografia Complementar:

MORRISON& BOYD. Organic Chemistry, 6ª edição. BRUICE, Paula. Química Orgânica. Tradução da quarta edição. São Paulo: Pearson Prentice Hall, 2006. 547p. CRAM, Donald; HENDRICKSON, James; HAMMOND, George. Organic Chemistry. Third edition. Tokio, Japan: McGraw- Hill LTD, Tosho Printing Co. L.T.D, 1970. 1272p. McMURRY, John. Química Orgânica. Tradução da 6a edição norte-americana. São Paulo: Pioneira Thomson Learning, 2005. 925p. SOLOMONS, T. W. G.; FRYHLE, C. B. Química Orgânica. 8. ed. Rio de Janeiro: LTC, 2006. 2 v.

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Fenômenos de Transporte para Engenharia Ambiental (EHR022) – 60h

Ementa: Definição dos fenômenos de transferência. Leis de Fick, Fourier e Newton. Equações multidimensionais de transferência. Camada limite. Estática dos fluidos. Escoamentos laminares e turbulentos. Sistema e volume de controle. Equações integrais para massa, energia e quantidade de movimento. Formulação empírica: análise dimensional e semelhança, números adimensionais relevantes, equações empíricas, perda de carga.

Bibliografia Básica:

ROBERT W. FOX, ALAN T. MCDONALD. Introdução a Mecânica dos Fluidos. Editora: LTC J. R. WELTY, R. E. WILSON, C. E. WICKS. Fundamentals of momentum heat and mass transfer. Editora: John Wiley& Sons. HARRY EDMAR SCHULZ. O essencial em fenômenos de transporte. Editora: USP

Bibliografia Complementar:

MARCOS ROCHA VIANNA. Mecânica dos Fluidos para Engenheiros. Editora: ABES VICTOR L. STREETER, E. BENJAMIM WYLIE. Mecânica dos Fluidos. Editora: McGraw-Hill RANALD V. GILES, JACK B. EVETT, CHENG LIU. Mecânica dos Fluidos e Hidráulica. Editora: McGraw-Hill EDUARDO LUIS CANEDO. Fenômenos de Transporte. Editora: LTC R. BYRON BIRD, WAREN E. STEWART, EDWIN N. LIGHTFOOT. Fenômenos de Transporte. Editora: LTC

Saúde Ambiental (UNI008) – 30h

Ementa: Conceitos básicos de Epidemiologia. Processo saúde-doença. Perfil epidemiológico e situação sanitária do Brasil. Meio ambiente e saúde. Saneamento e saúde. Controle de vetores. Indicadores bioestatísticos.

Bibliografia Básica:

ALMEIDA FILHO, Naomar, ROUQUAYROL, Maria Zélia. Introdução à epidemiologia. 3ed. Rio de Janeiro: MEDSI, 2002. 293p. Freitas, Carlos M.; Porto, Marcelo F. Saúde, ambiente e sustentabilidade. Rio de Janeiro: Editora Fiocruz, 2006. 124 p. (coleção temas em saúde). MINAYO, M.C.S., MIRANDA, A.C. (org.). Saúde e ambiente sustentável: estreitando nós. Rio de Janeiro: Ed. Fiocruz, 2002. 344p.

Bibliografia Complementar:

HELLER, L. Saneamento e saúde. Brasília: OPAS, 1997. 97p. Buss, Paulo. M.; Pellegrini Filho, A.; A saúde e seus determinantes. In: PHYSIS: Revista Saúde Coletiva, Rio de Janeiro, 17(1): 77-93, 2007. SANTOS, M. Saúde e ambiente no processo de desenvolvimento. Ciência & Saúde Coletiva,v.8, n.1, p.309-314. 2003. PEREIRA, M.R. Epidemiologia: teoria e prática. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 1995. SNOW, J. Sobre a maneira de transmissão do cólera. 2ed. São Paulo - Rio de Janeiro: ABRASCO, 1999. 249p.

Microbiologia Aplicada à Engenharia Ambiental (MIC119) – 45h

Ementa: Aspectos fundamentais da organização celular microbiana e princípios de fisiologia, genética e taxonomia. Estrutura e desenvolvimento de comunidades microbianas. Métodos de controle de microrganismos. Participação microbiana nos ciclos biogeoquímicos. Biofilmes e processos de corrosão. Microbiologia do tratamento biológico de águas residuárias e resíduos sólidos. Biorremediação de áreas contaminadas. Microrganismos como indicadores de poluição.

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Bibliografia Básica:

MADIGAN, M.T.; MARTINKO, J.M. & PARKER, J. Microbiologia de Brock. Porto Alegre:

Artmed,12 ed., 2010, 1160p. PELCZAR Jr., J.M., CHAN, E.C.S., KRIEG, N.R. Microbiologia: Conceitos e aplicações. São Paulo, Editora Makron Books do Brasil, 1997, V1. PELCZAR Jr., J.M., CHAN, E.C.S., KRIEG, N.R. Microbiologia: Conceitos e aplicações. São Paulo: Makron Books do Brasil, 1997, V2.

Bibliografia Complementar:

ORTORA, G.J., FUNKE, B.R., CASE, C.L. Microbiologia, Porto Alegre: Artmed. 2004., 2000, 827 p. TRABULSI, L.R., ALTERTHUM, F. Microbiologia, São Paulo: Atheneu, 2008,5 ed., 760p. ATLAS, R.M.; BARTHA, R. Microbial ecology: Fundamentals and applications. Menlo Park:

Addison Wesley Longman, 1997. 694p. MELO, I.S.; AZEVEDO, J.L. Microbiologia ambiental. Jaguariúna: EMBRAPA, 2008. 647p. MOREIRA, F.M.S.; SIQUEIRA, J.O. Microbiologia e bioquímica do solo. Lavras, Editora da UFLA,. 2008. 626p.]

Abordagens Temáticas em Sociologia (SOA046) – 60h

Ementa: A disciplina se estruturará pela divisão entre aulas expositivas, na forma de palestras temáticas, e aulas de trabalho em sala, com os alunos reunidos em grupo de discussão e produção de texto. As palestras, que deverão envolver temas relevantes e atuais de pesquisa e reflexão, serão dadas pelo professor responsável e por seus convidados (outros professores e alunos de pós- graduação, que tenham defendido suas teses/dissertações ou que estejam em fase de conclusão). Procurar-se-á contemplar tanto temas teóricos mais gerais de teoria social quanto temas específicos de pesquisa, dissertações e teses.

Bibliografia Básica:

ADORNO, Theodor W. Introdução à Sociologia (1968). São Paulo: Editora UNESP, 2008. ALEXANDER, Jeffrey. A importância dos clássicos. In: GIDDENS, Anthony; TURNER, Jonathan.

Teoria social hoje. São Paulo: Editora UNESP, 1999. BAUMAN, Zygmunt; MAY, Tim. Aprendendo a pensar com a sociologia. Rio de Janeiro: Jorge Zahar,

2010.

Bibliografia Complementar:

GIDDENS, Anthony. A constituição da sociedade. São Paulo: Martins Fontes, 2009. GOFFMAN, Erving. A representação do eu na vida cotidiana. Petrópolis: Vozes, 2005.

BERGER, Peter; LUCKMAN, Thomas. A construção social da realidade. Petrópolis: Editora Vozes,

2008.

ELIAS, Norbert. A sociedade dos indivíduos. Rio de Janeiro: Jorge Zahar Editor, 1994. ELIAS, Norbert. O processo civilizador. Volume II. Rio de Janeiro: Jorge Zahar Editor, 1994.

Trabalho Temático 2 (ESA117) – 30h

Ementa: Diagnóstico ambiental do meio urbano (bairro, loteamento ou sub-bacia). Caracterização do meio físico, biótico e antrópico. Preparação de relatório técnico e apresentação oral do trabalho.

Bibliografia Básica:

RIBEIRO, J. C. J. Indicadores Ambientais- Avaliando a política de meio ambiente no Estado de Minas Gerais. Belo Horizonte, 2006. 304 p. MINAYO, M. C. S. O desafio do conhecimento: pesquisa qualitativa em saúde. 12. ed. São Paulo:

Hucitec, 2010. (As edições passadas também poderão ser utilizadas).

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NETTER, J. AND WASSERMAN, W. (1974). Applied Linear Statistical Models. Irwin,

Homewood, I11.Weisberg, S. (1985). Handbook for Linear Regression. (2nd ed.) Wiley, New

York.

Bibliografia Complementar:

CAMARANO, A. A. Informações demográficas: o que se tem, o que se usa e como se usa? Revista Brasileira de Estudos Populacionais, Campinas, vol. 7, n.2, p.207-218. GROSTEIN, M. D. Metrópole e expansão urbana: a persistência de processos "insustentáveis". São Paulo Perspec. [online]. 2001, vol.15, n.1, pp. 13-19. ISSN 0102-8839. MARICATO, E; WHITAKER, J. S. W. Operação Urbana consorciada: diversificação urbanística participativa ou aprofundamento da desigualdade? In: OSÓRIO, Letícia M. (org). Estatuto da Cidade e Reforma Urbana: novas perspectivas para as cidades brasileiras. Porto Alegre, 2002. MONTE-MÓR, R. L. As teorias urbanas e o planejamento urbano no Brasil. In: DINIZ & CROCCO (eds.), Economia Regional e Urbana: contribuições teóricas recentes (pp. 61-85). Belo Horizonte: Editora UFMG, 2006. MOREIRA BRAGA, Tánia, BRITO, Fausto, FRANÇA, Denise, GONÇALVEZ, Ana Paula. Sustentabilidade e condições de vida em áreas urbanas: medidas e determinantes em duas regiões metropolitanas brasileiras. EURE [en línea]. 2006, vol. XXXII, no. 96, pp. 47-71.

Subtotal da carga horária do semestre: 405 h.

5º Período:

Hidráulica I (EHR016) – 60h

Ementa: Escoamento em condutos forçados: perda de carga, influência da linha piezométrica com relação ao perfil da tubulação, condutos equivalentes, redes de condutos. Instalações elevatórias:

altura manométrica, potência, rendimento, diâmetro econômico da tubulação de recalque; classificação e tipos de bombas; escolha de bombas centrífugas; curva de bombas e curva de sistemas; operação de múltiplas bombas; cavitação em bombas. Instalações hidráulicas prediais.

Bibliografia Básica:

BAPTISTA, M., LARA, M. Fundamentos de Engenharia Hidráulica. Editora UFMG, 2003. BAPTISTA, M., LARA, M.; CIRILO, J. A. Hidráulica Aplicada. Editora ABRH, 2003.

PORTO, R. M.

2006. v. 2500. 529 p.

.Hidráulica Básica. 4a edição. 4. ed. SÃO PAULO: RETTEC Gráfica e Editora,

Bibliografia Complementar:

J. GRIBBIN. Introdução à hidráulica, hidrologia e gestão de águas pluviais. Editora Cengage.

A. MACINTYRE. Bombas e Instalações de Bombeamento. Editora LTC.

AZEVEDO NETTO. Manual de Hidráulica vol. 1 e 2. Editora Blucher.

R. V. GILES; J.B. EVETT E C. LIU. Mecânica dos Fluidos e Hidráulica. Editora.

A. MACINTYRE. Instalações Hidráulicas Prediais e Industriais. Editora LTC.

Fundamentos dos Sistemas Elétricos e Eletrônicos (ELE157) – 60h

Ementa: Leis fundamentais de eletricidade; Circuitos elétricos em corrente contínua e corrente alternada; Fundamentos de sistemas de medidas elétricas e metrologia; Princípios de funcionamento de sensores e transdutores; Princípios básicos de instrumentação; Transformadores; Circuitos Trifásicos; Princípios de funcionamento de motores; Noções de instalações elétricas

específicas.

Bibliografia Básica:

D.

HALLIDAY, R. RESNICK E K. S. KRANE. Física, Livros Técnicos e Cientifico.

 

D.

HALLIDAY,

R.

RESNICK

E

J.

WALKER. Fundamentos

de

Física,

Livros Técnicos

e

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Cientifico. S.A. FERRARA, DIAS, CARDOSO: "Circuitos Elétricos I", Guanabara II, 1984.

Bibliografia Complementar:

HELIO CREDER: "Instalações Elétricas", Livros Técnicos e Científicos, 9º Edição, 1984. JOSEPH A. EDMINISTER: "Circuitos Elétricos - Resumo da Teoria, Problemas"; Coleção Schaum, Mc Graw-Hill, 1991. MIGUEL MAGALDI: "Noções de Eletrotécnica". ADEMARO A.M.B. COTRIM: "Instalações Elétricas", Mc Graw-Hill. SILVA FILHO, Matheus Teodoro. Fundamentos de Eletricidade. RJ: LTC, 2007. Notas de aula – Profa. Rosilene Nietzsch Dias e Profa. Cláudia Rejane de Mesquita Material específico disponibilizado ao longo do curso. Apostila Eletrotécnica / Instalações Elétricas – Prof. Manuel Losada y Gonzalez.

Fundamentos de Mecânica dos Sólidos A (EES153) – 45h

Ementa: Equações de equilíbrio. Esforços solicitantes em barras. Tensões e deformações em um ponto. Distribuição de tensões e deformações em barras solicitadas por N, M, V e T. Critérios de resistência.

Bibliografia Básica:

HIBBELER, R. C. Resistência dos Materiais, Editora LTC, quinta edição, 2004. SHAMES,I.H. Introdução à Mecânica dos Sólidos, Prentice-Hall; 1983. CRANDAL, S., DAHL,N. e LARDNER,T.J. An Introduction to the Mechanics of Solids; 2 nd Edition; McGraw-Hill, 1973.

Bibliografia Complementar:

Apostila dos profs. Marco Antônio M. Vecci e Marco Túlio Faria – Introdução à Mecânica dos Sólidos.

MAKRON Books do Brasil Editora

Ltda. POPOV, E.P. Introdução à Mecânica dos Sólidos. Editora Edgard Blucher Ltda. ROCHA, A. M. (1973) Teoria e Prática das Estruturas – Volume 1 – Isostática (Capítulos 1, 2, 3 e

4). 1 a Edição. Editora Científica. Rio de Janeiro. POLILLO, A. (1973) Mecânica das Estruturas – Volume I (Capítulo II). Editora Científica. Rio de Janeiro. CAMPANARI, F. A. (1985) Teoria das Estruturas – Volumes 1 (Capítulos 1 e 2) e 3 (Capítulo 1). Editora Guanabara Dois. Rio de Janeiro. RICARDO, O. G. S. (1978) Teoria das Estruturas (Capítulo 1 o ). Editora da USP & Editora McGraw-Hill do Brasil. São Paulo.

BEER, F.P. & Johnston, E.R. Resistência dos Materiais, 3a.ed

Mecânica dos Solos (ETG043) – 60h

Ementa: Histórico e evolução da engenharia geotécnica ambiental. Investigação geotécnica. Caracterização e classificação. Compactação. Tensões. Hidráulica dos solos. Compressibilidade e adensamento. Ensaios de laboratório.

Bibliografia Básica:

CARLOS SOUZA PINTO. Curso Básico de Mecânica dos Solos. Oficina de Textos, 2000. FAIÇAL MASSAD. Obras de Terra: Curso Básico de Geotecnia. Oficina de Textos, 2010. BRAJA M. DAS. Fundamentos de Engenharia Geotécnica. Editora Thomson, 2006.

Bibliografia Complementar:

R. F. CRAIG. Mecânica dos Solos. Ed. LTC, 2007. J.A.R. ORTIGÃO. Introdução à Mecânica dos Solos dos Estados Críticos, Editora LTC, 1995. T.W. LAMBE AND R.V. WHITMAN. Soil Mechanics. SI Version, John Willey & Sons, 1979.

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MILTON VARGAS. Introdução à Mecânica dos Solos. McGraw Hill, 1978. DAS, B. M. (2011). Fundamentos de Engenharia Geotécnica. Ed. Thomson.

Laboratório de Instrumentação (EQM060) – 30h

Ementa: Análise de poluentes em resíduos aplicando técnicas espectroscópicas, espectrométricas, cromatografia e por via úmida.

Bibliografia Básica:

SKOOG, D.A. Principles of instrumental analysis. 3.ed. Philadelphia, Saunders College, 1985.

879p.

AMERICAN PUBLIC HEALTH ASSOCIATION; AMERICAN WATER WORKS ASSOCIATION; WATER ENVIRONMENT FEDERATION. Standard methods for the

examination of water and wastewater. 19ed. Washington, DC, American public health association,

1995.

WILLARD, Hobart H; MERRITT JR., Lynne L; DEAN, John A. Instrumental methods of analysis. 5. ed. New York: D. Van NostrandCompany, 1974. 860p.

Bibliografia Complementar:

FIFIELD, F.W. Principles and practice of analytical chemistry. 2ed. London, International textbook, 1983. 462p. FIFIELD, F.W. Environmental analytical chemistry. London. Blackie academic & professional, 1995, 424p. EWING, Galen Wood. Instrumental methods of chemical analysis. 2. ed. New York: McGraw-Hill,

1960. 454p. CUNNIFF, Patricia. Association of Official Analytical Chemistry International. Official methods of analysis of the AOAC International. 16 ed. Virginia: AOAC, 1995. 2v. OHLWEILER, O. A. Fundamentos da Análise Instrumental. Livros Técnicos e Científicos Ed. RJ.

1981.

Cinética Química e Bioquímica (EQM061) – 45h

Ementa: Conceitos básicos de cinética química (ordem de reação, coeficiente de reação, mecanismos, teoria de colisões, catálise, equação de Monod); conceitos básicos de cinética bioquímica (cinética enzimática, cinética microbiológica); obtenção e avaliação de dados cinéticos. Projeto de reatores.

Bibliografia Básica:

LEVENSPIEL, O. Engenharia das reações químicas. São Paulo: E. Blücher, 2000. 563 p FOGLER, H. S. Elementos de engenharia das reações químicas. 4. ed. Rio de Janeiro: LTC, 2009. 853 p. SCHIMIDELL, W, LIMA, U. A., AQUARONE, E., BORZANI, W. Biotecnologia Industrial:

Engenharia bioquímica. Vol. 2, 1 ed. Edgard Blucher, 2001.

Bibliografia Complementar:

BORZANI, W.; SCHIMIDELL, W.; LIMA, U. A.; AQUARONE, E. Biotecnologia Industrial:

Fundamentos. Vol. 1, 1 ed. Edgard Blucher, 2001. COOPER, A. R; JEFFREYS, G. V. Chemical kinetics and reactor design. Edinburgh: Oliver &Boyd, 1971. 390p. JORDAN, Peter C. Chemical kinetics and transport. New York ; London: c1979. 368p. LAIDER, Keith J. Chemical kinetics. 2 ed. New Delhi: Tata McGraw-Hill, 1973. 566p. BAILEY, James E. (James Edwin); OLLIS, David F. Biochemical engineering fundamentals. 2. ed. New York: McGraw-Hill, c1986. 984p.

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Metodologias de Avaliação de Impactos Ambientais (ESA118) – 30h

Ementa: Determinação de bases para a caracterização de impactos ambientais. O conceito do desenvolvimento sustentável. Os princípios de custo e benefício aplicados às questões ambientais. Avaliação de impactos ambientais: procedimentos definidos pelo CONAMA; EIA/RIMA. Os processos de licenciamento ambiental. Metodologias específicas de avaliação de impactos ambientais: fundamentos; quantificação dos impactos; descrição dos métodos; escolha da metodologia.

Bibliografia Básica:

SÁNCHEZ, L. E. Avaliação de Impacto Ambiental – conceitos e métodos. São Paulo : Oficina de Texto, 2008. BRAGA, B. et al. Introdução à Engenharia Ambiental. São Paulo, Prentice Hall, 2002. VESILIND, P. A., MORGAN, S.M. Introdução à Engenharia Ambiental. São Paulo: Cengage Learning, 2011.

Bibliografia Complementar:

McGraw-Hill, 2002 -

655 p. AB’SABER, A. N., MÜLLER-PLANTERBER, C. Previsão de Impactos: O Estudo de Impacto Ambiental no Leste, Oeste e Sul. Experiências no Brasil, Na Rússia e na Alemanha. 2ª Ed. São Paulo: EDUSP, 2006.

JAIN, RAVI. JAIN, RAVINDER KUMAR. Environmental assessment. 2ª ed

TOMMASI, L.R. Estudos de Impacto Ambiental. São Paulo, Editora CETESB, 354p. (1994) CUNHA, S. B.; GUERRA A. J. Avaliação e perícia ambiental. Bertrand do Brasil, 2002, 4ª Ed.,

284p.

AHMAD, Y. J.; SAMMY, G. K. Guidelines to environmental impact assessment in developing countries. London (UK), Hooder and Stougthon, 1985.

Gerenciamento de Resíduos Sólidos Urbanos (ESA119) – 45h

Ementa: Definição de resíduos sólidos. Caracterização quantitativa e qualitativa do resíduo urbano. Reciclagem e reaproveitamento de resíduos gerados no meio urbano. Gerenciamento de sistemas de limpeza pública: acondicionamento, coleta, transporte, tratamento e disposição final do resíduo e outras atividades dos serviços de limpeza pública. Resíduos Especiais. Saúde, industrial, Interfaces sociais, políticas, econômicas e culturais.

Bibliografia Básica:

IBAM: Instituto Brasileiro de Gestão Municipal. Manual de Gerenciamento Integrado de Resíduos Sólidos. José Henrique Penido Monteiro et al. Rio de Janeiro: IBAM, 2001 IPT: Instituto de Pesquisas Tecnológicas. Lixo Municipal: Manual de Gerenciamento Integrado. 2000. LIMA, José Dantas. Gestão de Resíduos Sólidos Urbanos no Brasil. ABES: 2001

Bibliografia Complementar:

BARROS, R. Resíduos Sólidos - apostila – EEUFMG, 2000. BARROS, R.T.V., CHERNICHARO,C.A.L., HELLER, L., VON SPERLING, M. (eds.) (1995). Manual de Saneamento e Proteção Ambiental para Apoio aos Municípios (Volume 2). Departamento de Engenharia Sanitária e Ambiental – DESA-UFMG / Fundação Estadual de Meio Ambiente – FEAM. BIDONE, FRANCISCO R. A.; POVINELLI, J. Conceitos Básicos de Resíduos Sólidos. São Carlos: EESC-USP, 1999. BROLLO M.; SILVA M. Politica e gestão ambiental em resíduos sólidos. Revisão e análise sobre a atual situação no Brasil. In: Anais XXI Congresso da ABES, João Pessoa (Brasil), set/2001, 27p. CASTILHOS JR, A. B. (coord.) Resíduos Sólidos Urbanos: Aterro sustentável para Municípios de Pequeno Porte. ABES, 2003, 294pp. CETESB – Resíduos Sólidos Industriais – 1992, 234 pp.

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Atividades Integradoras de Conhecimentos 3 (EHR023) – 15h

Ementa: Integração do conhecimento entre as disciplinas em curso. Preparação para o Trabalho Temático 3.

Bibliografia Básica:

VON SPERLING, M. Estudos e modelagem da qualidade da água de rios. Belo Horizonte:

Departamento de Engenharia Sanitária e Ambiental, UFMG, 2007. J. GRIBBIN. Introdução à hidráulica, hidrologia e gestão de águas pluviais. M.BAPTISTA e M. LARA. Fundamentos de Engenharia Hidráulica. Editora UFMG.

Bibliografia Complementar:

C. E. Tucci. Hidrologia: Ciência e Aplicação. Editora ABRH. Lucas Nogueira Garcez, Guillermo Acosta Alvarez. Hidrologia. Editora EDGARD BLUCHER. Lencastre e Franco. Lições de Hidrologia. Editora FCT. Handbook of hydrology, Maidment, McGraw Hill. FRANÇA, J L; Vasconcellos, AC. Manual para normalização de publicações técnico-científicas. 8.ed. revista. Belo Horizonte: Editora UFMG, 2011.

Subtotal da carga horária do semestre: 420 h.

6º Período:

Sistema de Abastecimento de Água (ESA011) – 60h

Ementa: Conceitos fundamentais: quantidade e qualidade das águas, relação com a saúde pública, alcance do projeto, etapas de construção, usos e consumos de água. Introdução ao tratamento. Projeto dos órgãos constituintes do sistema de abastecimento de água: captação das águas superficiais e subterrâneas; adução; reservatórios de distribuição; redes de distribuição e introdução ao tratamento. Racionalização do consumo.

Bibliografia Básica:

HELLER, L.; PÁDUA, V.L. (org.). Abastecimento de água para consumo humano. Belo Horizonte: Editora UFMG, 2006. 859p. (Ingenium). ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DE NORMAS TÉCNICAS - ABNT, Rio de Janeiro. Coletânea de normas para concepção e elaboração de projeto de unidades de sistemas de abastecimento de água. Rio de Janeiro: ABNT, 1989 a 1994 AZEVEDO NETTO, J.M., FERNANDEZ, M.F., ARAUJO, R., ITO, A.E. Manual de Hidráulica. 8.ed. atualizada. São Paulo: Edgard Blücher, 1998, 670p.

Bibliografia Complementar:

AZEVEDO NETTO, J.M et al. Técnica de abastecimento e tratamento de água – V.1. 2.ed. São Paulo: CETESB, 1976, 549p. AZEVEDO NETTO, J.M et al. Técnica de abastecimento e tratamento de água – V.2. 3.ed. São Paulo: CETESB, 1987, 317p. BARROS, R.T.V.; CHERNICHARO, C.A.L.; HELLER, L. & VON SPERLING, M. Manual de Saneamento e Proteção Ambiental para os Municípios, Vol1: Saneamento. Belo Horizonte:

DESA/UFMG, 1995, 221p. DACACH, Nelson Gandur. Sistemas urbanos de água. Rio de Janeiro: LTC, 1975, 389p. Textos complementares, disponibilizados pelos professores.

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Hidráulica II (EHR017) – 60h

Ementa: Escoamentos à superfície livre: energia específica, escoamento uniforme, escoamento permanente gradualmente variado, escoamento permanente bruscamente variado. Estruturas hidráulicas. Fundamentos de hidráulica fluvial e transporte de sedimentos.

Bibliografia Básica:

M. BAPTISTA ; M. LARA. Fundamentos de Engenharia Hidráulica. Editora UFMG.

BAPTISTA., M. Hidráulica Aplicada. Editora ABRH RODRIGO DE MELO PORTO. Hidráulica Básica. Editora USP.

Bibliografia Complementar:

J. GRIBBIN. Introdução à hidráulica, hidrologia e gestão de águas pluviais. Editora Cengage. AZEVEDO NETTO. Manual de Hidráulica vol. 1 e 2. Editora Blucher. R. V. GILES; J.B. EVETT E C. LIU. Mecânica dos Fluidos e Hidráulica. Editora. ANTONIO DE CARVALHO QUINTELA. Hidráulica. Editora Calouste Gulbenkian. ANDREW CHADWICK; JOHN MORFETT. Hidráulica em Engenharia Civil e Ambiental. 2004, Edição 1. Editora: INSTITUTO PIAGET.

Geotecnia Ambiental (ETG044) – 60h

Ementa: Resistência ao cisalhamento de solos. Estabilidade de taludes e encostas. Técnicas de estabilização. Empuxos de terra. Erosão e assoreamento em áreas urbanas e rurais. Uso de geossintéticos em problemas ambientais.

Bibliografia Básica:

MARIA EUGENIA GIMENEZ BOSCOV. Geotecnia Ambiental. Oficina de Textos, 2008. BRAJA M. DAS. Fundamentos de Engenharia Geotécnica. Editora Thomson, 2006.

G. GUIDICINI E C.M. NIEBLE. Estabilidade de Taludes Naturais e de Escavação.Editora Edgard

Blücher – 1976.

Bibliografia Complementar:

CARLOS SOUZA PINTO. Curso Básico de Mecânica dos Solos. Oficina de Textos, 2000. FAIÇAL MASSAD. Obras de Terra: Curso Básico de Geotecnia. Oficina de Textos, 2010. R.B. FIGUEIREDO. Engenharia Social. Makron Books, 1994. O.Y BITAR. Curso de Geologia Aplicada ao Meio Ambiente. ABGE/IPT, 1995. BOSCOV, M.E.G. Geotecnia Ambiental. Cia. Dos Textos, 1ª Ed., 2008, 248p.

Hidrologia Ambiental (EHR024) – 60h

Ementa: Ciclo hidrológico. Descrição, medição e análise de fenômenos hidrológicos: precipitação, interceptação, infiltração, evapotranspiração, escoamento superficial, escoamento sub-superficial. Análise Estatística de Variáveis Hidrológicas. Vazões: análise de enchentes e estiagens. Erosão e transporte sólido: análise e controle. Modelos hidrológicos. Sensoreamento remoto e sistemas de informação geográfica em hidrologia.

Bibliografia Básica:

TUCCI., C. E. Hidrologia: Ciência e Aplicação. Editora ABRH. GARCEZ, L. N., ALVAREZ, G. A. Hidrologia. Editora EDGARD BLUCHER. LENCASTRE e FRANCO. Lições de Hidrologia. Editora FCT.

Bibliografia Complementar:

NAGHETTINI, M., PINTO, E. Hidrologia Estatística. Editora CPRM. PAULHUS, L. K. Applied Hydrology. McGraw Hill. MAIDMENT. Handbook of hydrology. McGraw Hill.

Projeto Pedagógico do Curso de Graduação em Engenharia Ambiental da UFMG – Volume 2 - Versão 2009/1

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PONCE. Engineering Hydrology. Editora. ROBERT WILBY (org.). Contemporary hydrology. Editora Wiley.

Hidrogeologia Ambiental (EHR025) – 45h

Ementa: Conceitos fundamentais de hidrogeologia. Qualidade das águas subterrâneas. Impactos ambientais relacionados a sistemas hidrogeológicos. Contaminação de águas subterrâneas. Explotação de águas subterrâneas. Proteção de águas subterrâneas. Modelagem matemática em hidrogeologia. Legislação.

Bibliografia Básica:

BEDIENT, P. B.; H. S. RIFAI e C. J. NEWELL. Ground Water Contamination – Transport and Remediation, Prentice-Hall. DOMENICO, P. A. e F. W. SCHWARTZ. Physical and Chemical Hidrogeology. Ed., John Wiley & Sons. FEITOSA, F. A. C., J. M. FILHO, FEITOSA, E. C. e DEMETRIO, J. G. (Editores). Hidrogeologia – Conceitos e Aplicações. CPRM / Serviço Geológico do Brasil.

Bibliografia Complementar:

FETTER, C.W. Applied Hydrogeology, Ed. Prentice-Hall, Inc. KAVANAUGH, M. C. Alternatives for Ground Water Cleanup, National Research, Council, National Academy Press. LAMOREAUX, P. E.; LAMOREAUX, J. W.; SOLIMAN, M. M.; MEMON, B. A.; ASSAAD, F. Environmental Hydrogeology, CRC Press. LUCKNER, L. e W. M. SCHESTAKOW. Migration Processes in the Soil and Groundwater Zone, Lewis Publishers. PANKOW, J. F. e J. A. CHERRY. Dense Chlorinated Solvents and other DNAPLs in Groundwater, Waterloo Press.

Diagnóstico e Avaliação da Poluição das Águas Superficiais (ESA120) – 45h

Ementa: Águas superficiais: qualidade e proteção de mananciais. Geomorfologia fluvial e processos erosivos. Processos e rotas de poluentes nas águas superficiais. Qualidade das águas em reservatórios e rios. Parâmetros de qualidade das águas para diferentes usos. Legislação ambiental para proteção de corpos d´água. Coleta e redes de amostragem de qualidade das águas. Índices de qualidade das águas. Capacidades assimilativas dos recursos hídricos.

Bibliografia Básica:

VON SPERLING, M. Princípios do tratamento biológico de águas residuárias. Vol. 1. Introdução à qualidade das águas e ao tratamento de esgotos. Departamento de Engenharia Sanitária e Ambiental - UFMG. 3a ed. 452 p. 2005. VON SPERLING, M. Princípios do tratamento biológico de águas residuárias. Volume 7. Estudos e modelagem da qualidade da água de rios. Departamento de Engenharia Sanitária e Ambiental - UFMG. 588 p. 2007. PIVELI, R.P., KATO, M.T. Qualidade das águas e poluição: aspectos físico-químicos. Associação Brasileira de Engenharia Sanitária e Ambiental. 285 p. 2006.

Bibliografia Complementar:

IGAM. Projeto Águas de Minas. Relatórios anuais de qualidade das águas. Instituto Mineiro de Gestão das Águas. Disponíveis para download em www.igam.mg.gov.br. LIBÂNIO, M. Fundamentos de qualidade e tratamento de água. Editora Átomo. 494 p. 3ª ed.

2010.

MATOS, A.T. Poluição ambiental. Impactos no meio físico. Editora UFV. 260 p. 2010. TUNDISI, J.G., TUNDISI, T.M. Limnologia. Oficina de Textos, 2008, 632 p. REBOUÇAS, A.C., BRAGA, B.B., TUNDISI, J.G. Águas doces no Brasil: capital ecológico, uso e

Projeto Pedagógico do Curso de Graduação em Engenharia Ambiental da UFMG – Volume 2 - Versão 2009/1

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conservação. Editora Escrituras, 2007, 747 p.

Trabalho Temático 3 (EHR026) – 30h

Ementa: Estudo de corpos d´água. Preparação de relatório técnico e apresentação oral do trabalho.

Bibliografia Básica:

VON SPERLING, M. Estudos e modelagem da qualidade da água de rios. Belo Horizonte:

Departamento de Engenharia Sanitária e Ambiental, UFMG, 2007. J. GRIBBIN. Introdução à hidráulica, hidrologia e gestão de águas pluviais. Editora: Cengage. CHRISTOFOLETTI, A. Geomorfologia Fluvial. EditoraEdgard Blucher.

Bibliografia Complementar:

FRANÇA, J L; Vasconcellos, AC. Manual para normalização de publicações técnico- científicas.8.ed. revista. Belo Horizonte: Editora UFMG, 2011. NEWTON DE OLIVEIRA CARVALHO. Hidrossedimentologia Prática. Editora Interciência, 2a ed. 2008, 600p. TAYLOR, C. Recognising channel and flood plain forms. Editora Water and Rivers Commission, Report RR17, 2002, < http://www.wrc.wa.gov.au/public/feedback>. LEOPOLD, L. B. Water, Rivers and Creeks. University Science Books, Sausalito California, 1997.

185p.

LEOPOLD, L. B., DAVIS, K. S. Water. Ed. Time Inc., 2010, 200 p.

Subtotal da carga horária do semestre: 390 h.

7º Período:

Sistemas de Esgotamento Sanitário e Pluvial (ESA012) – 60h

Ementa: Problemática dos esgotos sanitários. Conceito de sistema de coleta e seus componentes. Classificação dos sistemas. Caracterização quantitativa e qualitativa dos esgotos. Soluções individuais. Plano de escoamento. Projeto dos órgãos constituintes do sistema de esgotamento sanitário: redes coletoras, interceptores, emissários, estações elevatórias de esgoto e introdução ao tratamento.

Bibliografia Básica:

BRASIL/FUNASA. Manual de Saneamento. Cap. 3: Esgotamento sanitário. Fundação Nacional de Saúde, 3ª edição, p. 153-226, 2006. BARROS, R.T.V.; CHERNICHARO, C.A.L.; HELLER, L. &von SPERLING, M. Manual de Saneamento e Proteção Ambiental para os Municípios, Vol 2: Saneamento, DESA/UFMG, Belo Horizonte, 221 pp., 1995. TSUTIYA M.T. & ALEM SOBRINHO, P. Coleta e transporte de esgotos sanitário, Escola Politécnica da USP, 1ª. edição, São Paulo, 548pp., 1999.

Bibliografia Complementar:

CHERNICHARO, C.A.L. Princípios do tratamento biológico de águas residuárias. Vol. 5 – Reatores anaeróbios. DESA/UFMG, 2ª edição ampliada e atualizada, 379 pp., 2007. CHERNICHARO, C.A.L. (coordenador). Pós-tratamento de efluentes de reatores anaeróbios. FINEP/ PROSAB, Belo Horizonte, 544 pp., 2001. Disponível para download no site http://www.finep.gov.br/ PROSAB/produtos.htm HELLER, L. & CHERNICHARO, C.A.L. Tratamento e Disposição Final dos Esgotos no Meio Rural. Escola de Engenharia da UFMG, Belo Horizonte, 53 pp., 1996 (mimeografado). VON SPERLING, M. Princípios do tratamento biológico de águas residuárias. Vol. 1 – Introdução à qualidade das Águas e ao tratamento de esgotos. DESA/UFMG, 3ª edição, 452 pp.,

Projeto Pedagógico do Curso de Graduação em Engenharia Ambiental da UFMG – Volume 2 - Versão 2009/1

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2005.

VON SPERLING, M. Princípios do tratamento biológico de águas residuárias. Vol. 2 – Princípios básicos de tratamento de esgotos. DESA/UFMG, 211 pp., 1996.

Operações Unitárias e Processos para Engenharia Ambiental (EQM062) – 60h

Ementa: Conceitos preliminares de caracterização do sistema de partículas (tamanho e forma da partícula). Sedimentação, ciclones e hidrociclones, filtração, coagulação e floculação, flotação, precipitadores eletrostáticos. Conceitos preliminares de Físico-química – equilíbrio de fases. Absorção, secagem, umidificação, cristalização e adsorção, processos de separação por membranas.

Bibliografia Básica:

REYNOLDS, TOM. D.; RICHARDS, PAUL. Unit Operations and Processes in Environmental Engineering. 2 nd ed. Editora CL-Engineering, 1995, 816 p. McCABE, WARREN; SMITH, JULIAN; HARRIOTT, PETER. Unit Operations of Chemical Engineering. 7th edition, McGraw Hill Chemical Engineering Series. 2004, 1152 p. TREYBAL, ROBERT E. Mass-Transfer Operations, 3rd Edition, McGraw-Hill Book Company; 3rd edition, January 1, 1980, 800 p.

Bibliografia Complementar:

BOHUSLAV DOBIAS (Editor). Coagulation and Flocculation (Surfactant Science). CRC Press; 1 edition, January 19, 1993, 720 p. BRATBY, JOHN. Coagulation and Flocculation in Water and Wastewater Treatment. International Water Association (IWA); 2 edition (May 13, 2008), 424 p. FOGLER, H. Scott, Elements of Chemical Reaction Engineering, Prentice-Hall, 2a ed. LEVENSPIEL, Octave, Engenharia das Reações Químicas, Edgard Blucher, v.1. COOPER, A.R., Chemical kinetics and reactor design, Edinburgh: Oliver & Boyd.

Sistemas de Drenagem Pluvial (EHR027) – 30h

Ementa: Tópicos de Hidrologia Aplicada. Sistemas de drenagem em áreas urbanas; utilização de técnicas compensatórias. Sistemas de drenagem de infraestrutura de transportes. Sistemas de drenagem de áreas industriais e de mineração. Drenagem agrícola.

Bibliografia Básica:

FCTH/PMSP. Diretrizes básicas para projeto de drenagem urbana no município de São Paulo, 1995 – FCTH – USP – São Paulo. IPR/DNIT. Manual de Drenagem de Rodovias, 2006. PINHEIRO, M. C. Diretrizes para Elaboração de Estudos Hidrológicos e Dimensionamentos Hidráulicos em Obras de Mineração, ABRH, 2011.

Bibliografia Complementar:

RIGHETTO, A. M. (ORG.) Manejo de águas pluviais urbanas, PROJETO PROSAB, 2009.Disponível em < www.finep.gov.br/prosab/index.html>.

IPR/DNIT. Manual de hidrologia básica para estruturas de drenagem, 2005. TUCCI, R. L. PORTO E M. T. L. BARROS. Drenagem Urbana –C.E.M. - ABRH, 1995. SUDECAP. Sistemas de microdrenagem – Instruções, 2004. Disponível em <

portalpbh.pbh.gov.br/pbh/

DAEE / CETESB. Drenagem Urbana - Manual de Projeto, 1980.

/files.do >.

Diagnóstico e Avaliação da Poluição do Solo e das Águas Subterrâneas (ESA121) – 60h

Ementa: Caracterização dos cenários de contaminação de solos e águas subterrâneas:

contaminantes orgânicos e inorgânicos. Procedimentos de amostragem: solo, vapores do solo e

Projeto Pedagógico do Curso de Graduação em Engenharia Ambiental da UFMG – Volume 2 - Versão 2009/1

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águas subterrâneas. Fundamentos de análises químicas e físico-químicas de solo e águas subterrâneas. Análises de risco à saúde humana.

Bibliografia Básica:

FEITOSA, F. A. C. e J. M. FILHO (Editores). Hidrogeologia – Conceitos e Aplicações, CPRM / Serviço Geológico do Brasil, em parceria com o Laboratório de Hidrogeologia da Universidade Federal de Pernambuco. Terceira Edição Revisada e Ampliada, 812 pg., 2008. FETTER, C. W. Contaminant Hydrogeology, Prentice-Hall, Inc., New Jersey, EUA, 458 Pg., 1993. DOMENICO, P. A. e F. W. SCHWARTZ, Physical and Chemical Hidrogeology, 2nd. Ed., John Wiley& Sons, Inc., New York, EUA, 506 pg., 1998.

Bibliografia Complementar:

REBOUÇAS, A. C., BRAGA, B. e TUNDISI, J.G. (Editores), Águas Doces no Brasil: Capital Ecológico, Uso e Conservação. Escrituras Editora – São Paulo, SP. 748 pg., Terceira Edição, 2006. NIELSEN, D. M. (Editor), Practical Handbook of Environmental Site Characterization and Ground-Water Monitoring. Second Edition. CRC Press, Taylor and Francis Group. Boca Raton, Fl. USA, 1318 pg., 2006. WEIGHT, W.D, e SONDEREGGER, J.L. Manual of Applied Field Hydrogeology. McGraw-Hill, New York, NY, USA. 608 pg., 2001. BEDIENT, P. B.; H. S. RIFAI e C. J. NEWELL. Ground Water Contamination – Transport and Remediation, Prentice-Hall, Inc., New Jersey, USA, 542 Pg., 1994. MONTGOMERY, J.H. Groundwater Chemicals – Desk Reference, CRC Press, Inc., Lewis Publishers, Boca Raton, Fl., USA. 1345 pg., 1996.

Tratamento de Resíduos Sólidos (ESA122) – 30h

Ementa: Tecnologias para Tratamento (térmicas – incineração, pirólise, gaseificação, físicas – microondas, esterilização e químicas – ionização desinfecção química).Disposição Final de Resíduos Sólidos (aterros sanitários: projeto, implantação, operação e monitoramento).

Bibliografia Básica:

La GREGA, M. et al. Hazardous Waste Management. 2 nd Edition, 2001. ELIAS, Xavier (Editor). Reciclaje de Resíduos Industriales. 2ª Edicion. 2009. CETESB – Resíduos Sólidos Industriais – 1994.

Bibliografia Complementar:

Normas da ABNT 10004, 10005, 10006, 10007 / 2004 WANG, L. K.; HUNG, Y.; SHAMMAS, N.K. (Editors) Handbook of Advanced Industrial and Hazardous Wastes Treatment. CRC Press. 2010. KREITH, F., “Handbook of Solid Waste Management”: New York: MacGraw Hill, Inc., 1994. ROCCA, A. C. C. (OUTROS) Resíduos sólidos industriais. CETESB, 2ª edição, 234p, SAO PAULO, 1993. LIMA, L. M. Q. LIXO: Tratamento e Biorremediação. Ed. HUMUS 3ª edição, 265p. SÃO PAULO, 1995.

Diagnóstico e Avaliação da Poluição Atmosférica (ESA123) – 60h

Ementa: Elementos de meteorologia: estrutura, composição e propriedades da atmosfera. Parâmetros físicos fundamentais: pressão, temperatura, estabilidade térmica. Evolução da atmosfera. Gases componentes e sua importância ecológica. Umidade do ar. Energia, dinâmica da circulação atmosférica, ventos. Climatologia e mudanças climáticas. Poluentes atmosféricos:

origens, efeitos sobre a saúde e o ambiente, e estratégias de controle. Legislação ambiental aplicável para o controle da qualidade do ar. Química da atmosfera. Modelos de dispersão. Monitoramento da qualidade do ar.

Projeto Pedagógico do Curso de Graduação em Engenharia Ambiental da UFMG – Volume 2 - Versão 2009/1

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Bibliografia Básica:

VAREJÃO SILVA, M. A. Meteorologia e Climatologia. Ed. INMET, versão digital 2. 2006. GOMES, JOÃO. Poluição Atmosférica - Um Manual Universitário - 2ª Ed. Editora: Publindústria DE NEVERS, Noel. Air pollution control engineering. 2nd ed. Boston: McGraw-Hill, c2000. xxii, 586p.: (McGraw-Hill series in water resources and environmental engineering) ISBN 0070393672.

Bibliografia Complementar:

JACOBSON, Mark Z. Atmospheric pollution: history, science, and regulation. New York:

Cambridge University Press, 2002. 399 p. ISBN 0-521-01044-6. WARK, Kenneth; WARNER, Cecil Francis; DAVIS, Wayne T. Air pollution: its origin and control. 3rd ed. Menlo Park, Calif.: Addison-Wesley, c1998. 573 p. ISBN 0673994163 HOUGHTON, David D. Handbook of applied meteorology. New York: J. Wiley, c1985. 1461p. BUONICORE, ANTHONY J; DAVIS, WAYNE T; AIR & WASTE MANAGEMENT ASSOCIATION. Air pollution engineering manual. New York: Van Nostrand Reinhold, 1992.

918p.

MYCOCK, John C; MCKENNA, J. D; THEODORE, Louis. Handbook of air pollution control engineering and technology. Boca Raton: CRC ; Lewis, c1995. 405p. ISBN 1566701066 (enc.).

Atividades Integradoras de Conhecimentos 4 (ESA124) – 15h

Ementa: Integração do conhecimento entre as disciplinas em curso. Preparação para o Trabalho Temático 4.

Bibliografia Básica:

VESILIND, P. A., MORGAN, S. M. Introdução à engenharia ambiental - Tradução da 2ª edição norte-americana. Cengage Learnig. 2011. SPIRO, T. S., STIGLIANI, W. M. Química ambiental. 2ª edição. Pearson, 2009. REYNOLDS, T. D.; RICHARDS, P. Unit Operations and Processes in Environmental Engineering. 2 nd ed. Editora CL-Engineering, 1995, 816 p.

Bibliografia Complementar:

BAIRD, Colin, Química ambiental, 4ª e. Porto Alegre: Bookman, 2011. DAVID DREW. Processos Interativos Homem-Meio Ambiente. Editora: Bertrand Brasil. McCABE, WARREN; SMITH, JULIAN; HARRIOTT, PETER. Unit Operations of Chemical

Engineering. 7th edition, McGraw Hill Chemical Engineering Series. 2004, 1152 p. LEVENSPIEL, Octave, Engenharia das Reações Químicas, Edgard Blucher, v.1. METCALF & EDDY, INC. Water Reuse: Issues, Technologies, and Applications. McGraw-Hill,

2007.

Subtotal da carga horária do semestre: 345 h.

8º Período:

Tratamento de Águas de Abastecimento (ESA014) – 60h

Ementa: Fundamento das técnicas, processos e operações utilizadas no tratamento de águas de abastecimento: coagulação, decantação, filtração, desinfecção. Critérios e parâmetros para o dimensionamento, implantação e operação de estações de tratamento de águas de abastecimento. Técnicas e processos alternativos. Aspectos econômicos.

Bibliografia Básica:

LIBANIO, M. (2005). Fundamentos de qualidade e tratamento de água. Campinas, SP: Editora Átomo, 444p. RICHTER, C.A.; AZEVEDO NETTO, J.M. (1991). Tratamento de água. Ed. Edgard Blücher, São

Paulo,332p.

Projeto Pedagógico do Curso de Graduação em Engenharia Ambiental da UFMG – Volume 2 - Versão 2009/1

25

VIANNA, M. R. (1992). Hidráulica aplicada às estações de tratamento de água. Instituto de Hidráulica Aplicada, 2a Ed. Belo Horizonte, 343p.

Bibliografia Complementar:

DI BERNARDO, L.; DANTAS, A. D. B (2005). Métodos e técnicas de tratamento de água. Editora Rima, São Carlos-SP, vol. 1 e 2.

DI BERNARDO, L.; SABOGAL PAZ, L. P. (2008). Seleção de tecnologias de tratamento de água.

São Carlos, SP: Editora LDIBE LTDA, vol. 1 e 2 KAWAMURA, S. (2000). Integrated design and operation of water treatment facilities. John Wiley & Sons, Inc. 2nd edition. SCHNEIDER, R. P. e TSUTIYA, M. T. (2001). Membranas filtrantes para o tratamento de água, esgoto e água de reuso. ABES: São Paulo, 234p. VIANNA, M. R (2001). Casas de química para estações de tratamento de água. 2a ed. Belo Horizonte: Imprimatur Artes Ltda.

Tratamento de Águas Residuárias (ESA015) – 60h

Ementa: Fundamento das técnicas, processos e operações utilizadas no tratamento de águas

residuárias: tratamento físico (gradeamento, desarenação, decantação ), estabilização biológica, processos físico-químicos. Critérios e parâmetros para o dimensionamento, implantação e operação

de sistemas de tratamento de águas residuárias: lagoas de estabilização, lodos ativados, sistemas de

biofilmes, tratamento anaeróbico. Tratamento e disposição do lodo. Técnicas e processos

alternativos. Aspectos econômicos.

Bibliografia Básica:

VON SPERLING, Marcos (1996). Princípios do tratamento biológico de águas residuárias. Vol. 1. Introdução à qualidade das águas e ao tratamento de esgotos. DESA - UFMG. 2a ed. 243 p. VON SPERLING, Marcos (1996). Princípios do tratamento biológico de águas residuárias. Vol. 2. Princípios básicos do tratamento de esgotos. DESA - UFMG. 211 p VON SPERLING, Marcos (1996). Princípios do tratamento biológico de águas residuárias. Vol. 3. Lagoas de estabilização. DESA - UFMG. 134 p.

Bibliografia Complementar:

VON SPERLING, Marcos (1997). Princípios do tratamento biológico de águas residuárias. Vol. 4. Lodos ativados. DESA - UFMG. 416 p. CHERNICHARO. C.A .L. (1997). Princípios do tratamento biológico de águas residuárias. Vol. 5. Reatores anaeróbios. DESA - UFMG. 246 p. BARROS, R.T.V., CHERNICHARO, C.A.L., HELLER, L., VON SPERLING, M. (eds) (1995). Manual de saneam. e proteção amb. para apoio aos municípios (Volume 2). DESA - UFMG / Fund. Estadual do Meio Ambiente - FEAM. BRAILE, P.M., CAVALCANTI, J.E.W.A. Manual de tratamento de águas residuárias industriais. CETESB, 1979. METCALF & EDDY. Wastewater engineering: treatment, disposal and reuse. Mc Graw Hill, 3rd ed, 1991.

Noções de Materiais e Técnicas de Construção (EMC031) – 45h

Ementa: Introdução aos materiais de construção. Aglomerantes. Agregados. Concretos. Aditivos. Materiais metálicos. Materiais cerâmicos. Rochas ornamentais. Madeiras. Fundações. Fôrmas. Armação. Concretagem. Alvenaria. Revestimentos. Orçamentação.

Bibliografia Básica:

ARAUJO, R.C.L.; RODRIGUES, E.H.V.; FREITAS, E.G.A. Materiais de construção. EDUR, 2000, 203p. v.1. ISBN 8585720239 BAUER, L. A. F. Materiais de Construção. LTC, 2001. 448p. v. 1. ISBN 8521612494

Projeto Pedagógico do Curso de Graduação em Engenharia Ambiental da UFMG – Volume 2 - Versão 2009/1

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BAUER, L. A. F. Materiais de construção. LTC, 1994. 532p. v.2. ISBN 8521610033.

Bibliografia Complementar:

CREDER, H. Instalações hidráulicas e sanitárias. Rio de Janeiro: LTC, 1999. ISBN 8521607172 YAZIGI, W. A técnica de edificar. São Paulo: PINI, 2001. ISBN 8572661549. Concreto – ensino, pesquisa e realizações. IBRACON, vols. I e II, 2005. Materiais de construção civil. Ed. Geraldo C. Isaia, IBRACON, vols. I e II, 2007. Publicações técnicas da ABCP - Associação Brasileira de Cimento Portland.

Controle da Poluição do Solo e das Águas Subterrâneas (ESA125) – 45h

Ementa: Contaminação de solos e águas subterrâneas: caracterização das fontes e dos cenários de desenvolvimento. Procedimentos de prevenção da contaminação do solo. Controle da expansão da pluma de contaminação das águas subterrâneas: barreiras hidráulicas. Técnicas de remoção de produtos orgânicos em fase livre do solo. Técnicas de tratamento: vapores do solo e águas subterrâneas. Técnicas de remediação de cenários de contaminação de solos e águas subterrâneas.

Bibliografia Básica:

U.S.EPA, How to Evaluate Alternative Cleanup Technologies for Underground Storage Tank Sites. United States Environmental Protection Agency. EPA 510-B-95-007. May, 1995. BEDIENT, P. B.; H. S. RIFAI e C. J. NEWELL, Ground Water Contamination – Transport and Remediation, Prentice-Hall, Inc., New Jersey, EUA, 542 Pg., 1994. FETTER, C. W., Contaminant Hydrogeology, Prentice-Hall, Inc., New Jersey, EUA, 458 Pg., 1993

Bibliografia Complementar:

FEITOSA, F. A. C. e J. M. FILHO (Editores), Hidrogeologia – Conceitos e Aplicações, CPRM / Serviço Geológico do Brasil, em parceria com o Laboratório de Hidrogeologia da Universidade Federal de Pernambuco. Terceira Edição Revisada e Ampliada, 812 pg., 2008. SARA, M. N., Site Assessment and Remediation Handbook, SecondEdition. Lewis Publishers, CRC Press, Boca Raton, Fl., USA. 2003. NIELSEN, D. M. (Editor), Practical Handbook of Environmental Site Characterization and Ground- Water Monitoring. Second Edition. CRC Press, Taylor and Francis Group. Boca Raton, Fl. USA, 1318 pg., 2006. DOMENICO, P. A. e F. W. SCHWARTZ, Physical and Chemical Hidrogeology, 2nd. Ed., John Wiley & Sons, Inc., New York, EUA, 506 pg., 1998. WEIGHT, W.D, e SONDEREGGER, J.L., Manual of Applied Field Hydrogeology. McGraw-Hill, New York, NY, USA. 608 pg., 2001. FETTER, C.W., Applied Hydrogeology, 3rd. Ed., Prentice-Hall, Inc., New Jersey, EUA, 691 pg., 1994.

Controle da Poluição Atmosférica (ESA126) – 45h

Ementa: Fontes naturais e antropogênicas de emissão de poluentes atmosféricos. Inventário de fontes e emissões. Emissões atmosféricas de origem industrial e veicular. Emissões fugitivas. Legislação ambiental aplicável para o controle de fontes. Estratégias preventivas para minimizar emissões. Sistemas de ventilação local exaustora. Concepção, projeto e operação de sistemas, processos e equipamentos de tratamento de gases e emissões atmosféricas. Amostragem e medições em chaminés e escapamentos. Monitoramento de fontes.

Bibliografia Básica:

DE NEVERS, Noel. Air pollution control engineering. 2nd ed. Boston: McGraw-Hill, c2000. xxii, 586p.: (McGraw-Hill series in water resources and environmental engineering) ISBN 0070393672 MYCOCK, John C; MCKENNA, J. D; THEODORE, Louis. Handbook of air pollution control engineering and technology. Boca Raton: CRC ; Lewis, c1995. 405p. ISBN 1566701066 (enc.) VALLERO, Daniel A. Fundamentals of air pollution. 4th ed. Amsterdam; Boston: Elsevier, 2008. xxiii,

Projeto Pedagógico do Curso de Graduação em Engenharia Ambiental da UFMG – Volume 2 - Versão 2009/1

27

942 p. ISBN 9780123736154.

Bibliografia Complementar:

JACOBSON, Mark Z. Atmospheric pollution: history, science, and regulation. New York:

Cambridge University Press, 2002. 399 p. ISBN 0-521-01044-6. NOLL, Kenneth; DUNCAN, Joseph. Industrial air pollution control. Ann Arbor: Ann Arbor Science, c1973. 343p. WARK, Kenneth; WARNER, Cecil Francis; DAVIS, Wayne T. Air pollution: its origin and control. 3rd ed. Menlo Park, Calif.: Addison-Wesley, c1998. 573 p. ISBN 0673994163 STERN, Arthur C. Air pollution. 3rd. ed. Orlando: Academic Press, c1986. v CHEREMISINOFF, Paul N. Air pollution control. Houston; London: Gulf, c1989. xiii, 1066p. (Encyclopedia of Environmental Control Technology; 2).

Trabalho Temático 4 (ESA127) – 30h

Ementa: Projeto de unidade ou sistema de controle ambiental. Preparação de relatório técnico e apresentação oral do trabalho.

Bibliografia Básica:

METCALF & EDDY, INC. Water Reuse: Issues, Technologies, and Applications. McGraw-Hill,

2007.

SANO, Takashi. Water Reuse: Issues, Technologies, and Applications. 1st Edition. New York:

McGraw-Hill Science / Engineering/Math, 2007. REYNOLDS, TOM. D.; RICHARDS, PAUL. Unit Operations and Processes in Environmental Engineering. 2 nd ed. Editora CL-Engineering, 1995, 816 p. P. AARNE VESILIND E SUSAN M. MORGAN. Introdução à engenharia ambiental - Tradução da 2ª edição norte-americana. Cengage Learnig. 2011. THOMAS G. SPIRO E WILLIAM M. STIGLIANI. Química ambiental. 2ª edição. Pearson, 2009.

Bibliografia Complementar:

BAIRD, Colin, Química ambiental, 4ª e. Porto Alegre: Bookman, 2011. DAVID DREW. Processos Interativos Homem-Meio Ambiente. Editora: Bertrand Brasil. McCABE, WARREN; SMITH, JULIAN; HARRIOTT, PETER. Unit Operations of Chemical Engineering. 7th edition, McGraw Hill Chemical Engineering Series. 2004, 1152 p.

Subtotal da carga horária do semestre: 345 h.

9º Período:

Legislação e Gestão de Saneamento e Meio Ambiente (ESA128) – 30h

Ementa: Histórico da legislação ambiental no Brasil; Situação atual da legislação ambiental no Brasil: Constituição Federal; leis ambientais. O Sistema Ambiental Legal Brasileiro, nos níveis federal, estadual e municipal. Normas e padrões ambientais: água, ar, solo e resíduos sólidos. Gestão ambiental: processos industriais; legislação; sistemas de gestão ambiental; sistemas integrados de gestão. Panorama histórico da organização da área de saneamento no Brasil. Modelo institucional brasileiro. Marcos legais. Modalidades de organização dos serviços. Aspectos econômico-financeiros. Planejamento e avaliação em saneamento. Participação e controle social. A intersetorialidade do saneamento.

Bibliografia Básica:

HELLER, L.; CASTRO, J.E. (org.). Política pública e gestão de serviços de saneamento. Belo Horizonte, Rio de Janeiro: Editora UFMG, Editora Fiocruz. (no prelo).

Projeto Pedagógico do Curso de Graduação em Engenharia Ambiental da UFMG – Volume 2 - Versão 2009/1

28

CORDEIRO, B. S. et al. Lei Nacional de Saneamento Básico: perspectivas para as políticas e a gestão

dos serviços públicos. Vol. I: Instrumentos das políticas e da gestão dos serviços públicos de saneamento básico. Vol. II: Conceitos, características e interfaces dos serviços públicos de saneamento básico. Vol. III: Prestação dos serviços públicos de saneamento básico. Brasília: Ministério das Cidades, 2009. 3v.

709p.

PHILIPPI Jr., A.; MAGLIO, I.C.; COIMBRA, J.A.A; FRANCO, R.M. (org.). Municípios e meio ambiente. Perspectivas para a municipalização da gestão ambiental no Brasil. São Paulo: ANAMA,

1999.

Bibliografia Complementar:

ROMÉRO, M.A.; BRUNA, G.C.; PHILIPPI JR., A. Curso de gestão ambiental. São Paulo: Manole.

2004.

BRASIL. Lei no. 11.445. Estabelece diretrizes nacionais para o saneamento básico providências. 05.jan.2007.

RAFAEL COSTA FREIRIA. Direito, gestão e políticas públicas ambientais. Ed. SENAC, 2011. ALCIR VILELA JÚNIOR , JACQUES DEMAJOROVIC. Modelos e ferramentas de gestão ambiental | Desafios e perspectivas para as organizações. Editora: Senac São Paulo. CARLOS ALBERTO LUNELLI. Direito, Ambiente e Políticas Públicas - Volume 2, Ed. JURUÁ.

2011.

dá outras

e

Gestão de Recursos Hídricos (EHR029) – 30h

Ementa: Aspectos históricos da gestão de recursos hídricos no Brasil e no Mundo. Princípios da gestão de recursos hídricos: domínio das águas, valor econômico da água, uso prioritário, usos múltiplos, unidade de gestão, gestão descentralizada e participativa. Instrumentos da gestão de recursos hídricos: instrumentos normativos, instrumentos econômicos. Modelos institucionais para a gestão de recursos hídricos. Aspectos legais da gestão de recursos hídricos. Instrumentos de gestão de recursos hídricos na legislação brasileira em nível federal: planos de bacia, enquadramento de cursos d’água em classes, outorga dos direitos de uso dos recursos hídricos, cobrança pelo uso dos recursos hídricos, compensação a municípios, sistemas de informação de recursos hídricos. A gestão de recursos hídricos nos estados. Interfaces entre as políticas nacionais ambiental, de recursos hídricos e de saneamento.

Bibliografia Básica:

MARCOS AIRTON DE SOUSA FREITAS. A regulação dos recursos hídricos: estado e esfera pública na gestão de recursos hídricos : análise do modelo atual brasileiro, críticas e proposições. 1. ed. Rio de Janeiro:CBJE, 2009. 21cm - 174p. DEMETRIUS DAVID DA SILVA; FERNANDO FALCO PRUSKI (eds.). Gestão de Recursos Hídricos - aspectos legais, econômicos, administrativos e sociais . Editora: Folha de Viçosa. RODRIGO CONSTANTEMARTINS NORMA FELICIDADE L. S. VALENCIO – RIMA. Uso e Gestão dos Recursos Hídricos no Brasil - Volume II - Desafios Teóricos e Político-Institucionais. Bibliografia Complementar:

ANA. Disponibilidade e demandas de recursos hídricos no Brasil. Brasília: ANA, 2007. (Cadernos de Recursos Hídricos, 2). 123p. 1 CD-ROM. ARNALDO AUGUSTO SETTI, JORGE ENOCH FURQUIM WERNECK LIMA, ADRIANA GORETTI DE MIRANDA; CHAVES, ISABELLA DE CASTRO PEREIRA. Introdução ao gerenciamento de recursos hídricos. 2ª ed. – Brasília: Agência Nacional de Energia Elétrica, Superintendência de Estudos e Informações Hidrológicas, 2000. 207 p. BEVEN, K.J. Rainfall-Runoff Modelling: The primer. Chichester: John-Wiley & Sons, 2000. 360p. BISWAS, A.K. History of hydrology. London: North-Holland Publish Company, 1970. 336p. PAOLO ALFREDINI (ed.). Uso e Gestão dos Recursos Hídricos no Brasil. Ed. Laboratório de Hidráulica da Escola Politécnica da Universidade de São Paulo - Área de Hidráulica Marítima. ANEEL. INTRODUÇÃO AO GERENCIAMENTO DE RECURSOS HÍDRICOS.

Subtotal da carga horária do semestre: 345 h.

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10º Período:

Estágio Supervisionado (ENG087) – 165h

Ementa: Atividades supervisionadas na área de atuação do profissional.

Bibliografia Básica:

Bibliografia Complementar:

Trabalho de Conclusão de Curso (ENG088) – 15h

Ementa: Trabalho de conclusão de curso. Tema livre, que agregue e sintetize conhecimentos do curso. Trabalho com relatório escrito e apresentação oral.

Bibliografia Básica:

Bibliografia Complementar:

Subtotal da carga horária do semestre: 180 h.

Total da carga horária do Curso: 3600 h.

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1.2

Ementário das disciplinas OPTATIVAS

1.2.1 Formação complementar: Técnicas de construção

Materiais de construção I (ARQ027) – 45h

Ementa: Propiciar aos alunos a compreensão dos materiais e técnicas de construção tanto sob o ponto de vista de sua fundamentação teórica como de sua realização prática. Fundamentos tecnológicos de projeto de arquitetura, articulação do uso dos materiais e a linguagem arquitetônica, dinâmica sobre o uso de materiais, principalmente os empregados em edificações, sob o ponto de vista de suas propriedades, e características. Conceitos fundamentais, classes, tipos, produtos, componentes; características gerais e específicas. Estudo dos materiais: rochas, agregados, aglomerantes, concreto e argamassa.

Materiais de construção II (ARQ028) – 45h

Ementa: Propiciar aos alunos a compreensão dos materiais e técnicas de construção tanto sob o ponto de vista de sua fundamentação teórica como de sua realização prática. Estudo dos materiais:

cerâmica para vedação, blocos, gesso, divisórias especiais, revestimento de alvenarias e piso (argamassa, emboço e reboco), acabamentos para alvenarias e pisos (cerâmica, tintas), vidro, utilização e emprego de polímeros principalmente os empregados em edificações, sob o ponto de vista de suas propriedades, e características. Conceitos fundamentais, classes, tipos, produtos, componentes; características gerais e específicas. Normas técnicas e regulamentos. Eficiência energética e sustentabilidade.

Técnicas construtivas (ARQ006) – 60h

Ementa: Fundamentos tecnológicos de projeto de arquitetura, articulação do uso dos materiais aço, madeira e especiais. Técnicas de execução de fundações, arrimos, drenagem, blocos de fundações e cintamento, canteiro de obras, esquadrias, tubulações hidráulicas, elétricas. Telefonia e cabeamentos especiais, telhados, andaimes e equipamentos de sustentabilidade.

Tecnologia da construção (TAU024) – 60h

Ementa: Compatibilização dos materiais de construção e dos sistemas construtivos no projeto arquitetônico e urbanístico. Apropriação tecnológica: noções dos princípios e fundamentos concorrentes nos processos de escolha. Noções básicas das forças que convergem a produção da Arquitetura e do Urbanismo. Mercado de trabalho e demandas sociais.

Orçamento, planejamento e administração de obras (TAU021) – 45h

Ementa: Gerenciamento do planejamento de empreendimentos. Organização econômica do empreendimento arquitetônico e urbanístico. estudos de viabilidade técnico econômico-financeira. Previsão e controle de custos tecnológicos. Cadernos de encargos e dossiê técnico. Condomínios e incorporações. Sistemas e processos de orçamentação. Acompanhamento físico-financeiro de projetos e obras.

Introdução à tecnologia da qualidade (EPD069) – 60h

Ementa: Introdução a competitividade. Definições e conceitos da qualidade. Estratégias de gestão pela qualidade. Conceito da garantia da qualidade. Sistemas de garantia da qualidade. Gestão da qualidade total. Sistema e elementos de gestão da qualidade total. Ambiente da qualidade: 5S. Gerenciamento da rotina do trabalho diário. Gerenciamento pelas diretrizes. Círculos de controle da

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qualidade. Sistema de gestão segundo ISO série 9000. Uso e aplicação das normas. Implantação e certificação de sistemas. Metodologia de implantação. Casos reais de implantação.

Introdução à análise estrutural (EES154) – 60h

Ementa: Conceitos básicos. Método das forças. Método dos deslocamentos. Sistemas estruturais. Aplicações básicas do Método dos Elementos Finitos.

Aproveitamento de resíduos na construção civil (EMC032) - 45h

Ementa: Introdução. Tipos de resíduos. Classificação e caracterização dos resíduos. Alternativas de reciclagem. Aplicação dos resíduos na construção. Desempenho dos produtos fabricados com resíduos.

1.2.2 Formação complementar: Planejamento urbano

Urbanismo I (URB001) – 75h

Ementa: Sítio urbano. Imagem da cidade. Percepção urbana. Imagem, leitura, percepção e escalas de estudo. Análise, diagnóstico, prognóstico e diretrizes do planejamento. Coleta e tratamento de dados. Análise cartográfica. Relações com o uso e ocupação do solo e condicionantes legais de ocupação.

Urbanismo II (URB002) – 75h

Ementa: Planejamento integrado. Trabalho com a comunidade. Sistema viário: dimensionamento e greides, hierarquia, transporte coletivo, estacionamento, carga e descarga, limpeza, sinalização. Uso e ocupação do solo urbano: levantamento, análise, mecanismo de controle. Equipamentos urbanos. Normas para elaboração de cartografia técnica.

Planejamento urbano (URB010) – 90h

Ementa: Planejamento Urbano no Brasil. Espaço urbano, estrutura urbana, terra urbana. Mercado imobiliário e habitação. Estudos econômicos e demográficos. Transporte e sua relação com o uso e ocupação. Conforto ambiental. Paisagem urbana. Planejamento abrangente, interdisciplinar e participativo.

Geomorfologia (GEO022) – 30h

Ementa: Aplicabilidade da Geomorfologia na Arquitetura e Urbanismo. Aplicabilidade no âmbito do planejamento e no uso racional do espaço. Dinâmica e funcionalidade das vertentes no contexto ambiental. Análise das limitações geomorfológicas inerentes à ocupação do espaço.

Planejamento regional (GEO023) – 45h

Ementa: Planejamento Regional no Brasil. Potencialidades e preservação. Redes urbanas: funções, hierarquia, relações político-administrativas, interação cidade-campo. Análise integrada do meio ambiente regional. Impactos ambientais e sociais das atividades econômicas no meio regional. Técnicas de análise cartográfica e interpretação de imagens por satélites.

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Geoprocessamento (CRT009) – 60h

Ementa: Bases conceituais e teóricas sobre os Sistemas de Informações Geográficos (SIG). Métodos de abstração, conversão e estruturação nesse sistema computacional. Potencial das técnicas de Geoprocessamento para a representação de fenômenos e modelos ambientais relacionados a diversos campos de estudo. Instrumentalização de técnicas do Geoprocessamento para diversas aplicações levando em consideração os componentes de análise do espaço geográfico.

Bases ecológicas para o desenvolvimento sustentável (ICB001) – 30h

Ementa: Conceitos ecológicos fundamentais para os diferentes aspectos do desenvolvimento sustentável. Conscientização de problemas e soluções para a crise ambiental contemporânea.

Planejamento de sistemas de recursos hídricos (EHR030) – 60h

Ementa: Trabalho de conclusão de curso. Tema livre, que agregue e sintetize conhecimentos do curso. Trabalho com relatório escrito e apresentação oral.

1.2.3 Formação complementar: Processos industriais

Processos metalúrgicos (EMT053) – 30h

Ementa: Introdução à metalurgia extrativa. Processos unitários empregados na produção dos principais metais.

Processos de engenharia mineral (EMN013) – 30h

Ementa: Estudo de processos minerais. Principais propriedades e características de funcionamento. Comportamento linear e não linear. Representação sistêmica. Modelagem por blocos.

Hidro e eletrometalurgia (EMT030) – 45h

Ementa: Termodinâmica das soluções aquosas. Diagramas de estabilidade. Cinética das reações sólido-líquido. Lixiviação. Tratamento e purificação da lixivia: extração por solventes, troca iônica e adsorção em carvão ativado. Recuperação de metais de lixivias: eletrólise, cementação e redução por hidrogênio. Eletro-refino. Aplicações à metalurgia dos metais não ferrosos.

Siderurgia I (EMT046) – 45h

Ementa: Matérias primas siderúrgicas. Aglomeração. Coqueificação. Redução Alto-forno. Processos especiais de redução. Redução direta. Forno elétrico de redução. Fabricação de ferro- ligas.

Siderurgia II (EMT047) – 45h

Ementa: Fabricação do aço. Aciaria LD. Aciaria elétrica. Fabricação do aço em processos especiais. Lingotamento convencional, contínuo e por refusão de eletrodos.

Flotação (EMN008) – 60h

Ementa: Fenômeno de interface. Reagentes e mecanismos de ação. Tecnologia: máquinas e equipamentos, circuitos. Variáveis de processo. Novas técnicas. Estudo de casos.

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Separação sólido-líquido no processamento mineral (EMN015) – 60h

Ementa: Introdução ao tema. Escolha de equipamentos. Espessamento. Filtragem. Ciclonagem. Peneiramento. Outros métodos. Obs: baseada na disciplina atualmente existente - Tópicos em Engenharia de Minas.

Ventilação industrial e controle da poluição (EMA176) – 60h

Ementa: Conceitos fundamentais. Ar atmosférico e ar poluído. Necessidades humanas de ventilação. Generalidades sobre toxicologia. Ventilação geral. Ventilação industrial diluidora. Projeto de sistemas de dutos para ventilação. Ventiladores. Ventilação local exaustora. Purificação do ar. Medições em ventilação industrial. Exemplo de verificação de um sistema de ventilação local exaustora. Equipamentos especiais: ejetor de aroubomba de jato.

Gerência da qualidade industrial (EPD016) – 60h

Ementa: Controle de qualidade (CQTE). Aspectos humanos e motivacionais na qualidade. Análise da qualidade. Gerência de processo: análise e controle de processo, sete ferramentas do controle da qualidade, metodologia de solução de problemas, padronização. Implantação do CQTE

Segurança e higiene do trabalho (EPD059) – 60h

Ementa: Gerência de riscos. Legislação de segurança. Determinantes sociais. Confiabilidade técnica, confiabilidade humana. Ambiente de trabalho. Riscos em sistemas complexos.

Economia industrial (ECN029) – 30h

Ementa: Modelo de estrutura-conduta-desempenho: significado e críticas. Progresso tecnológico e dinâmica industrial. Padrões de concorrência, estrutura de mercado e evolução de indústrias. Características básicas da indústria brasileira.

Tratamento de efluentes industriais (ESA129) – 45h

Ementa: Caracterização de efluentes líquidos industriais: fontes e contaminantes. Monitoramento de efluentes. Legislação aplicável. Projeto de reatores. Tratamento biológico. Tratamento físico- químico. Sistemas combinados de tratamento. Estudos de caso: tipologias industriais em MG.

Noções de mineração (EMN014) – 30h

Ementa: Introdução aos conceitos principais relacionados às atividades de mineração e sua ligação com o meio ambiente.

Controle Ambiental na Indústria Têxtil (ESA018) – 45h

Ementa: Descrição dos processos produtivos da indústria têxtil. Identificação de impactos ambientais. Caracterização de efluentes e resíduos. Medidas de controle no processo. Tratamento de efluentes e resíduos.

Bibliografia Básica:

LEÃO, M. M. D.; CARNEIRO, E. V.; SCHWABE, W. K.; RIBEIRO, E. D. L.; TORQUETTI, Z. S. C.; SOARES, A. F. S.; FERNANDES NETO, M. L. – Controle Ambiental na Indústria Têxtil – Belo Horizonte. Segrac Editora e Gráfica, 2002. 356 p. USEPA – Manual: Best Management Practices for Pollution Prevention in the Textile Industry - EPA/625/R-96/004 - September 1996. BASTIAN, ELZA Y. ONISHI - Guia técnico ambiental da indústria têxtil - Elaboração Elza Y.

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Onishi Bastian, Jorge Luiz Silva Rocco ; colaboração Eduardo San Martin CETESB : SINDITÊXTIL, 2009.

[et al.]. - São Paulo:

Bibliografia Complementar:

EUROPEAN COMISSION - Integrated Pollution Prevention and Control (IPPC) - Reference Document on Best Available Techniques for the Textiles Industry - July 2003 BRAILE, P. M. E CAVALCANTI, J. E. W. A. (1993) Manual de tratamento de águas residuárias e industriais. CETESB.

1.2.4 Optativas simples

Introdução à Engenharia de Controle (ELT002) – 45h

Ementa: Introdução ao controle de processos, funções de transferência, modelagem matemática de sistemas dinâmicos, simulação de sistemas dinâmicos com o pacote de Software "MatLab", estudo da resposta temporal de sistemas dinâmicos, análise de sistemas de controle, projeto de controladores, sintonização de controladores PID.

Metrologia (EMA092) – 45h

Ementa: Metrologia. Sistema SI. O Sistema de medição. Resultado da medição. Incertezas x Erros de medição. Tolerâncias: dimensional, de forma e de posição. Controle geométrico: causas de erros. Sistemas de medição: mecânicos, elétricos, óticos, pneumáticos, máquinas de medição. Medição de grandezas: temperatura, pressão, deslocamento, dimensão, elétricas.

Geração de Energia Elétrica (ELE045) – 60h

Ementa: Energia e desenvolvimento. Formas de conversão de energia. Usinas hidroelétricas e termelétricas. Princípios de funcionamento dos sistemas de regulação de tensão e de frequência. Operação de pequenas e micro centrais hidroelétricas. Potencial eólico e características operativas de usinas eólicas. Potencial de energia solar e princípios de funcionamento de painéis fotovoltaicos. Sistemas de armazenamento de energia elétrica. Características técnicas de baterias. Princípios básicos do funcionamento de células de combustível. Aplicações e dimensionamento.

Engenharia de Recursos Hídricos (EHR018)

Ementa: Recursos hídricos: indissociabilidade quantidade-qualidade, valorização econômica, gestão. Legislação e balanço disponibilidade-demanda. Estruturas de controle do regime hidrológico: reservatórios, barragens, órgãos extravasores, comportas, válvulas e tomadas d'água. Atenuação dos efeitos das enchentes. Sistemas de recursos hídricos: demandas, planejamento, operação, simulação e otimização. Perspectivas: preservação, desenvolvimento sustentável, balanço disponibilidade-demanda, modelo de gestão, efeitos de alterações climáticas e ambientais globais.

Usinas Hidrelétricas (EHR020) – 60h

Ementa: Tipos de usinas hidrelétricas ( UHE's ); estudos hidrológicos. Modelos de UHE's em escala. Impactos ambientais. Estudos energéticos. Diagramas de carga. Dimensionamentos de componentes civis. Dimensionamentos da casa de máquinas. Rotação específica. Classificação, curvas de rendimento e cavitação em turbinas hidráulicas. Aspectos econômicos dos empreendimentos hidrelétricos. Custos de instalações hidrelétricas. Análise de custo/benefício aplicada a UHE's. Noções sobre operação e manutenção de UHE's.

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Hidráulica e Hidrologia Computacionais (EHR019) – 60h

Ementa: Princípios de construção e utilização de modelos matemáticos em hidrologia e hidráulica. Modelos determinísticos de simulação da transformação chuva-vazão: tipos, etapas da modelagem- calibração, validação e simulação. Modelos estatísticos uni-variados e multi-variados de variáveis hidrológicas. Modelos hidráulicos do escoamento permanente e do escoamento transitório em rios e canais.

Aplicações de Radioisótopos (ENU001) – 60h

Ementa: Radioisótopos. Princípios e técnicas de radiotraçadores: Método dos traçadores, traçadores em problema de engenharia e pesquisa tecnológica. Aplicação dos radiotraçadores ao escoamento de fluidos, transporte de massa e de difusão, medidas de parâmetros de processos, medidas de desgaste e de corrosão. Aplicações em hidrologia, sedimentologia, planejamento de descarga e rejeitos. Utilização de isótopos estáveis, radioisótopos naturais, traçadores ativáveis e outros. Radiocalibração: Aplicações de radiações em medidas e controle de processos. Radioisótopos como fonte de radiação: radiografia, gamagrafia, neutrografia.

Fundamentos de Engenharia Econômica (EPD095) – 30h

Ementa: Matemática financeira: juros, fluxo de caixa; relações de equivalência entre valores presente e futuro. Séries uniformes e gradientes. Análise econômica de projetos: taxa mínima de atratividade e valor presente líquido. Aplicações na substituição de equipamentos.

Cultura e Ambiente (SOA091) – 60h

Ementa: Trajetória do conceito de cultura na antropologia com ênfase na relação cultura e natureza. Introdução às vertentes clássicas do conceito de cultura em sua relação com a natureza e o meio ambiente e discussão das abordagens contemporâneas.

Ecologia política e justiça social (SOA093) – 60h

Ementa: Crítica do desenvolvimento sustentável. Análise das contradições inerentes ao campo de poder do projeto hegemônico de desenvolvimento. Problematização do paradigma da modernização ecológica. Ênfase à Ecologia Política em contraposição às análises consensuais. Noções de conflito socioambiental e justiça ambiental.

Fundamentos de LIBRAS (Língua brasileira de sinais) (LET223) – 60h

Ementa: Aspectos históricos e conceituais da cultura surda e filosofia do bilinguismo. Fundamentos linguísticos da Língua Brasileira de Sinais (LIBRAS). Aquisição e desenvolvimento de habilidades básicas expressivas e receptivas em LIBRAS.

Psicologia Comunitária e Ecologia Humana I (PSI634) – 60h

Ementa: Relação do homem com seu meio ambiente. Modelos de intervenção e planejamento institucional, urbano e rural. Programas de desenvolvimento comunitário. Psicologia Comunitária e Saúde Pública.

Psicologia do Trabalho (PSI334) – 60h

Ementa: O curso aborda os conceitos fundamentais que fazem parte do campo da Psicologia do Trabalho, oferecendo ao aluno os primeiros conhecimentos a respeito da relação homem/trabalho. Pretende-se, nesse primeiro momento, lançar as bases para futuras intervenções nos contextos laborais no sentido da torná-los mais compatíveis com as necessidades humanas.

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Psicologia e Cultura (PSI320) – 60h

Ementa: Abordagem de temas centrais para um debate atual de "Psicologia e Cultura" através da leitura e discussão sistemática de textos que percorrerão a conceituação de cultura e sua origem

ligada à Antropologia, o lugar próprio da Psicologia nesse campo interdisciplinar, a relação pessoa

– comunidade / sociedade, a cultura popular.

Psicologia na Saúde Coletiva (PSI316) – 60h

Ementa: Abordagem introdutória à saúde pública, enfocando sua evolução histórica no mundo ocidental e no Brasil. O processo de reforma sanitária e as novas concepções de saúde. Políticas públicas atuais (aspectos de gestão pública, epidemiologia e modos de abordagem e tratamento),

com destaque para: saúde mental; saúde da família; cuidados materno-infantis; situações de risco e de violência envolvendo crianças e adolescentes, toxicodependência, AIDS, envelhecimento. Papel

e atuação do psicólogo na saúde.

Planejamento SócioAmbiental (PSI321) – 60h

Ementa: Ecodesenvolvimento: gênese e fundamentos epistemológicos – meio ambiente e questão socioambiental; Diretrizes gerais para o planejamento socioambiental: do diagnóstico à avaliação; descentralização versus planejamento central, autonomia local e internacionalização econômica; desigualdade e conflitos socioambientais.

Microbiologia aplicada ao tratamento de resíduos (ESA016) – 30h

Ementa: Fundamentos da Microbiologia aplicada aos processos de tratamento Aeróbio e Anaeróbio; Novos processos microbiológicos de interesse ao tratamento: processo ANAMMOX (para remoção de N), Desnitrificação Autotrófica (remoção de N e S); oxidação de metano associado à desnitrificação (remoção de CH4 e N). Outros processos microbiológicos de interesse:

oxidação biológica de S, oxidação e transformação de compostos tóxicos (como hidrocarbonetos aromáticos). Noções de técnicas moleculares para quantificação e detecção de microrganismos em sistemas de tratamento.

Controle Ambiental na Indústria Têxtil (ESA018) – 45h

Ementa: Descrição dos processos produtivos da indústria têxtil. Identificação de impactos ambientais. Caracterização de efluentes e resíduos. Medidas de controle no processo. Tratamento de efluentes e resíduos.

Saneamento e meio ambiente em grupos étnico-raciais (ESA136) - 15h

Ementa: Seminários, enfatizando a problemática sanitário-ambiental específica para grupos étnico- raciais, com especial destaque para a realidade cultural dos países africanos de língua portuguesa.

Modelos Estatísticos para Engenharia Ambiental (EHR028) – 45h

Ementa: Teoria de probabilidades: funções de distribuição, momentos, estimação de parâmetros e quantis. Teoremas limites. Teoria de valores extremos. Análise de freqüência de variáveis aleatórias ambientais. Testes de hipóteses e intervalos de confiança. Regressão e correlação. Análise de variância. Análise multivariada.

Economia Ambiental (ESA130) – 30h

Ementa: Conceitos básicos de economia. Valor econômico de resíduos e rejeitos. Bolsa de resíduos. Ciclo de vida de insumos, produtos e resíduos e rejeitos industriais. O conceito do crédito ambiental: créditos de carbono. Commodities. Cobrança pelo uso dos recursos naturais.

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Bibliografia Básica:

THOMAS, J. M., CALLAN, S. J. Economia Ambiental. 1ª Edição. Cengage Learnig. 2009. MAY, P., LUSTOSA, M.C., VINHA, V. Economia do Meio Ambiente. R. J: Campus, 2003. VESILIND, P. A., MORGAN, S.M. Introdução à Engenharia Ambiental. São Paulo: Cengage Learning, 2011.

Bibliografia Complementar:

RONALDO SEROA DA MOTTA. Economia Ambiental. Edição 1. Editora FGV. 2006. KOLSTAD, C. D. Environmental Economics. Nova York: Oxford, 2000. DAVID DREW. Processos Interativos Homem-Meio Ambiente. Editora: Bertrand Brasil. THOMAS G. SPIRO E WILLIAM M. STIGLIANI. Química ambiental. 2ª edição. Pearson, 2009.

Disposição de resíduos (ETG046) – 45h

Ementa: Caracterização tecnológica de resíduos, rejeitos e estéreis. Disposição em aterros sanitários e industriais, barragens de rejeitos e pilhas de estéreis: estudos preliminares, projeto, implantação, monitoramento e descomissionamento.

Recuperação de áreas degradadas (ETG045) – 30h

Ementa: Processos e diagnóstico de degradação ambiental. Avaliação de impactos. Técnicas de recuperação. Monitoramento.

Tópicos em Engenharia Ambiental I (ENG089) – 15h

Ementa: Temas complementares relacionados à Engenharia Ambiental, ofertados na forma de aulas ou seminários.

Tópicos em Engenharia Ambiental II (ENG090) – 30h

Ementa: Temas complementares relacionados à Engenharia Ambiental, ofertados na forma de aulas ou seminários.

Tópicos em Engenharia Ambiental III (ENG091) – 45h

Ementa: Temas complementares relacionados à Engenharia Ambiental, ofertados na forma de aulas ou seminários.

Tópicos em Engenharia Ambiental IV (ENG092) – 60h

Ementa: Temas complementares relacionados à Engenharia Ambiental, ofertados na forma de aulas ou seminários.

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