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Moha m ed E L AYO U B I

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L es

Me r v e i ll es

du

Rif

CO N TES BE R BÈRE S

N a rrés pa r F a t i m a 1 / Mu beh n «

éditi o n bi ling u e

berbère" français

u u nazi: tt ajransist

Publications of the: i\1. Th. Houtsma Stichting

Utrecht

2000

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1

1

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T A B LE DE S i \IA T I È R ES

R E. \t: :R. CI E \!E : \TS

!

: \TR . O Dl:CT I O: \

P r é s e nt at i o n d u corpus

La biograp h i e d e la con t eu se

9

I l

I l

17

L

e pays e t l e pa r l e r de s Ay t Weryaghe l

20

Syst è me de t ranscrip t io n

25

R

ema r ques s ur l a t r anscri ptio n

27

Bib l i ograph i e

29

LES CO:\TES E T LEUR TR .- \DlCT I O : \

CO : \TE 1

Danfust n dn a y e n wu r n a t e n Les de ux frèr e s

C

O;-;T E 2

 

D

a n fust n dâw a useffâ

Les de u x fils du vo l eur

CO; \ TE 3

Dan f ust

n B u-Sebca i zc gi fen

La b ête à sept têtes

CO; - ;TE4

D

anf u st

n Ernâ çj w eè r n a - s

Oma r et sa so e ur

CO:\T E 5

Danfust n sebca wurnaten çj weërna-tscn

Les s e p t f rères e t leur s oe ur

C

O : \ TE 6

 

Danfust

n Eziza

çj T uli s fi

Aziza et Tulisfi

C

O : \ TE 7

 

D

an f u s t n \ ' unb

m - dnif a :

i

\u:-: j a m T n if a s

33

34

35

58

59

7 0

71

88

89

130

131

142

IJ~

140

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9

l'liu5iTJ.t:on et: couv t :r~u r t .: :

L3 km I T '.e au ch am p , ~ \ " H 3 m ed A bettoy

C

( Sc hi e d3 m 1 997 )

Photo : F r a ns V erdonk

ISBN 90 8 0\ 0 4 0 - 4 - 3 l'vi Th H outs ma

E l Ayoubi et 1.

.

opy ri ght © Moha m ed

S t i c h t ing

Ce t O U \ T age peu t ê t re comm3ndé cha:

1\1 . T h H outsm3 S l i chung

Dr i fl 15

35\2BRCl r ech l

The ~e;hèrbnds

R D I ER C ID I E ; \T S

J

e t ien s à r eme r cier

m o n ma it re e l ami M o ha rnc d

Ch a rn i ,

q ui m ' a i n i au

dom a in e b e r b è r e e t q ui n ' a c ess é d e rr.e sou t e ni r e t d e m ' ai d e r da n s me s

premièr e s

C'e s t

l ing u i s tiqu e berbère. Qu'i l t r o u v e i ci , l'ex p ress io n d e r na t rè s gr a n d e

r e connaissance.

a nnée s d e r ec h erch e

à l a faculté

d e s lettres

de l 'Uni v er sité

d O u j d a.

e n

g râ ce à s e s en c o u ra ge me n t s

et il s o n a p p u i q u e j ' ai pu m e sp é c i a liser

M

e s remer c i e ment s

v o nt également au p r o f e sse u r

D r . Frederick

D e l ong ,

d e

l

chaleu r e u seme nt acc u e ill i a u s e in d e l e u r d é p a r te me n t e t q u i o n t m is à ma

d

m

r ema rq ue s et leur s co mme ntai res m ' o n t é t é d e s pl u s préc ie ux .

ma p r o f o nde g ratit u d e à M. Sa l em Cha k e r, p r of e s s e ur

l 'Ina l co

co

c o l l è gue s d u C RB, tout p ar ti cu l i è r e m ent M . A b d e lla h Bo u n fo ur, q u i m ' a

e nco u rag é à la p u blica tio n d e ces c o n te s e t m on a m i Ka m3 1 N a ï t - Ze rr ad s o n a s si s tanc e i nf o r m atiq u e e t ces commentai r e s .

p o ur

et se s

j e

D irecte ur du D ép ar t emen t

d

e s L angue s

e t d es Cu l tu r e s

O r ien ta le s

( O T C )

'U n i v e rsi té

is po s itio n

'é t ais

J'exprime

n s eil s

d ' u tre c ht

a u x P a y s - B a s

e t m o n a mi Dr s . R o e ! On e n ,

d e p ho n éti q ue,

d e

m a

c ol le ct e.

q ui m'on t

d o nt

Leu r s

de berb èr e à

l es i ns t r u m ents

s o nor e s p r of es si o n n e l s

d ' u ne

par t ie

se rv i p o u r l'e n reg is tre men t

et D i re cteu r

m 'o nt

d u C en tre de R e ch e r c he

B erb è re. Son ensei g nem e nt

ét é d es plu s p r é c i eu x.

M es remer c i e m e n ts

v on t auss i à tou s m es

Ma t rè s grande r e co nnai ssance

v a au s s i à L e ï l a Khal fat,

qu i a b i en vo ulu fra nç ai s e a vec

r e lir e , corr iger e t commen te r

beauco up

t o u s m es p roc h es,

ave c moi l e s t e x tes de la tr a duction

d e patie nce et d e soin. A i n si q u 'à me s p a r e nt s , m e s f r è res et soeu r s et

q ui n'ont ce s sé d e m e s outeni r et d e m ' e n c our a g er .

Q u e to u s m es a mis e t c eux q ui m ' ont

a i d é de p rès ou d e l oin d ans

l a

r é ali s atio n

- Y o uss e f A y t Le rnk ed am , version fr an ça i se .

de c e t o uvr a ge , s oient é g a l e me n t ic i re m e r c ié. N otamme nt:

qu i a bien vo ul u l i r e e t c o r r ig e r

u ne p ar t i e d e l a

 

- A b d elr no n aï m

El

Azr ak ,

g r âc e

à

qui

j 'a i

d éco u v ert

en

1 99 0 ,

l 'e x t r aord i n aire

c o nte us e F at i m a n M ube h r ur .

 
 

- Ali B e n

Abdell a h ,

F o u ad C h ar ni , M o ha rncd

 

E l M ezd i o u i ,

Moha rn ed

A

rnez i a n ,

H a ssan B udic h a t ,

M oha rned Sa ad o uru, A b d e r ra hma n

E l A i ssati ,

Maa r t en K ossrnann, H arry S t ro o m er,

H art , qui

D ani e lla M e rolla e t D avid M ontgomery

m 'ont beaucoup aidé et en cou rag é .

Mes plus v i fs r e merciements

n

qu i m'a of f ert Ies c o ntes de c e pre se n t r ccu e. l av ec ta 1 de cha l e u r e t

vont à l a me r veil l euse

cor . teuse

F atima

\f u bel) rur,

de disponibilité

Enf in, j e t iens à r eme r cier

l

a fond a uon

Î\l . T h. H out s rna

d a voir

ac c ept e

dcdite r

pu être publier sous sa forme a ctuelle.

ce t ou v rag e

et pour son p ré c ieux

soutien . s an s l equel ce l iv re n' aurau

;" ';'!J"i'- -r=::

~ ,

CONTES

 

Danfusj n dnayen çj.:briyin

166

Les deux jeunes

filles

167

CO:-;TE 9

 

Danfust n Refqi

d Rhajj

174

Le Fqih et le Hajj

175

CONTE 10 Danfust n Ttewdiyyet uzegid Le testament du roi

192

193

CONTE Il

 

Danfust n Crnâ Kippus Omar Kippus

200

201

CONTE 12 Danfust n çjrata

n debrivin

206

 

Les trois jeunes filles

207

CONTE 13 Danfust n Ralla Lila d Emar Bumehdiyya Ralla Lila et Omar Bumehdiyya

220

221

CONTE 14 Danfust n Sultan n Bab Lhind Le Sultan de Bab-Lhind

228

229

CO/';TEI5

 

Danfust n Eemmi Yehya t-tiyiqet u wezvâ Eemmi Yehya et la gazelle des plaines

236

237

 

o .

1.'

.~

u

12

« C e s r éc its. c e n e so m pas d es m è nsong i ? s . n i d es d ébili t es ,

ni des faits

d e l a

I \TRODtCT l O\

sorce l l e r i e, c e s o n t d es co n l e s. C 'e st I I lle mise en s c ène. I I l le forme

d ' i nt e rpréta t io n not r e Hi stoir e .

du p a s sé

et d e c e q l l ' 011 a v ec u

L

es c ontes.

m es f ils. '

c ' es t

c' e s t l a tr ad i t i o n

or a l e d e no t r e p e u ple. f i s n ous ont é t é co n tés

â gé d e 80 an s.

m aintena n t j e l es c onte à mon t ou r p ou r »

pa r n o s a nc ê t r e s, j ' é ta is

enc o r e t o u t e p et i te qu an d m o n on c l e' ,

à ve n i r

Ille l e s a c o ntés. J e l es a i m é m o ri s é s ,

les t r an s met t r e Gl U gé n é rat io ns

P

rése n tat i on

du C o r puS

.

fa it p a rt ie

.

té d a ns c et ou v r ag e ,

s d e l i tt' : r a tur e plu s ieurs

c

o

e

 

'1 de cont6

b erb è res

Le -ecue i

.

.

 

're r iche e t d iv e r s if ie . , . '

I

que . j a l n S

re gl

O

e

du R I e p r~s en ~ l ' cr t d u n co rpu

a u pr e s 'd e

r a l e e t de

et .

j e

M

alg r é \ e u r spé c if i c i t é

b e r b è r e r if ai ne, le s t h è me s de c e s c on t es,

d o nt n ous

de s

d . un r epe . r t O l tes et h nog ra p hi qu e s

tex

conteu

pr~,e"

j

se-

"

s ru a ~ = l lhs l .

r - ~ ,c

on . teu rs

. an s c ett e pr emi è r e pub lica tion ,

pr és e nt o n s ici u n ré su mé , sont un iv e rse l l eme nt c o n n us . On p eu t r etro u v er

qu e l ques v er s i o n s de c e s de r n i e r s da n s d' au t re s ré gi o n s d u m on de , notam m e n t

dan s la tr a di tio n o r al e m é d iter ran é e nn e.

co n t es merveille ux

t ra i t an t d e l a r e l a t io n de p a r e n té (ex ce pt é

L e r e c u e il c onti en t pri ncipa l eme n t

d ;ns différe n tes ' t

du R i, · Dt _ Il s' a crit s u rtou t

r i s d a n s

l

e a s .

0

d e la p é r iode

m a r é g i on u n e Rifa in e ,

E

de c on t eS q u:

d 1 990 a

a lla nt

l ' n a! : l e , a u p r e m on o hng ue,

s

l e co n te 15 qui est

n

' ai co l lecté s

199ï dans l e pays des Ay t \\1 e r yag

te ~. au:( l e cteurs

1 ) c on e s p - . et tes au c o u r s

.'

s u . r c ~ ':hel

(AyC

u

n c o nte

f acé tieu x . p our e n fa n t ) .

L es r e lat io n s

e n t re f r è r e s ( de mi-f r ères )

e t

s

o eu r s ( demi - so e u rs ),

entr e par e nt s ( m a râ t re s)

e t e n f an t s,

en tr e h o m me s

e t

fem mes , e t c. T e l s so n t l e s th è me s t r a i t é s d a n s les con tes de n o t r e r e c u eil . C'e st

le héros

l

a re l a t i o n entr e le s p e r so n n ages

des c o n te s et les co n f l its q u i oppo se nt

o

u l 'h é roï n e

à s o n e n v i ro n n e m e n t

f a mi l ia l o u s ocia l qu i n o u rr i t

l e r écit e t l u i

d

o n n e un a spect me r veill e u x.

 

L

a re l a tion fr è r e / f r è r e

s t c a r a ctér i s é e

e

rec on na i ss a nc e

e s t l e th è m e du cont e de s d eu x f r è r e s (co n te

e t

p a r l' abse nce

d u

fr è r e

r ic h e

d e

l ' e n t r aide

en v e rs

son

en tr e

frère

l es

d eux .

m is érabl e .

1 ). E l le la

on

n

Plu s i eu r s

c

ar actér i s t i q u e s

de l a cul tur e r if a i ne t r anspa ra is s en t

d a n s ce te xt e , n o t a m me nt

la

p

l ace pr iv i l ég i ée que t ie n t l a f emme r ifai n e dan s l' o r g ani sa t i on

soc ia l e . A ins i

qu e l ' a s p e ct

(c

g uerrie r

d e c et t e s ociété . D a ns I t < c o nte d es d eux . f i l s du v ole ur

d ' une mani è r e

f acéti eu s e .

Le s

o nte 2 ), la re l at i on e nt re l e s d eu x e s t p ré s e n t ée

d

eux f r è r e s s 'o rg an is ent

p o ur vo l e r l e s tr és o r s d u r oi. L a r elat i o n

e ntre fr èr e e t

d

e mi- fr è re

o ccup e e ga le m en t u n e pla c e pr i v ilégiée

dan s le s cont es d e ce r e c ue il .

et enreg I stres

W ây ay er ),

~ ! - beh r ur

d

ma conteuse

p r d ér ée

F ati m a

n

u A ' t H d i fa .

 

e

8 9

on « m atr e de s

y

.

an:llpha b ète,

évén e men t s

â gée d e

.

.

h l sto n qu e

d~b ' arq u ement

' Ab d elkarim

d

a n s , R ' fO d s du

l ,

1

U

dé b ut

1 9 1 '

d e c e

lle a v éc u l e s gran ds l e

'.

à n o s

jo ~ r s l l a r eve u u o n i f a i

l a

s i è c l e

"b les c o n f lIts

t n a u: ( , .

colon i a l esp ag ~ ~ -1 ~ ~ 6 ) I ; ~ oul è veme nt

E l Khattab l

'

( 1 9 -

-

c

de s populat IOns n a in es

d e l a c ont e u s e .

a l ' habit ud e

d e

.

e s t t r ès ri che e t

le

à l e s co n ter .

Dev a nt

d' a u tres p e r s onn es,

e . m e t un

b r u i t l e

s a ss u r e r

q ue

r aiso n s : .

et d e s c on te~ de l a r e all te

nt es c omme

l eur

n l\\ ube l 1 r u r ,

.

a

i - a rès da n s l a bi o grap hI e

P

n tpuse

~ .

a u

.

d n i n né

( 19) ' 8 , 1959) etc. dont nous pa r le ron s

,

Mme Mubel 1 r ur ,

1

ex c el ente

c o

n

v

-,. , - ot i o n.

~

a r t e .

h

m

n

E lle jo u i t d'une

0 '

S o n r ép e rto i r e

exce l l;e n te ~~u~r:te l e re J OUI

_

l ' b r e ment

plaisi r pr ése n c e

" ~ O n l 'a s en ti , à l'oeuvr e

one ,

'in t erromp e -

e nan

~agnétoscope

u

.

ic r op

.

t l'en r e a lstre m e nt .

J'ai

choi s i

o .

est tOU j o ur s en

les contes

1

el le s ' . e:(pnme .

jamaIs une se~ ~r fo is ,

m e m e e n e de narra t IO n sa u

.:

<

elle

s'arrêt e

marc he e ~;u b eh ru r ,

d'

f s: SI, l ' a ud i to i r e

p o ur

d '

 

E

lle e st t rè s c lai re me n t

il l u st r é e da n s l e con t e d e l a b ê te à se p t t êtes (co n te 3 ).

un e

L

e d emi - f r è r e

m altrai té

par l a ma r â t r e

q uitte l a m aiso n

p are nt ale.

A p r ès un e

l eu r

l e hér os f ini ra p a r ê t re d évo ré p a r l 'og re sse

e t le d e m i - frère

série d 'é p reuv e s vien t à son a i de.

M a lg ré

q ue le s de ux j eu ne s

ho mmes

s o ient d e d eux m è r es

d

sout ien mutue l .

i f fé rent es,

l a re la ti on

e n t r e l e s d eux e st t rès a ffectue u se

e t t émo i gn e

d ' u n

. La re l ati on ent r e frè r e ( d e m i - fr è r e) / s o e u r

i

p us ieurs tex t e s, no t amment

s

confrontés

mporta nt e

d ans l es con tes

(demi - soeu r )

o cc u p e u n e p lace t r è s

d a ns

d e n ot r e co r p us .

E l l e m an ife s te

c l ai r e ment

dan s l e s contes 4 et 5 . L a r e l ation

l'af f ection et l ' entraide .

été aband o nnés

e nt r e O m a r e t sa

o e u r (conte 4) est c ara c térisée

p ar

à l e ur destin aprè s avoir

se sont

par l eu r père dan s une f o r êt .

Ces de r niers

p o u r d iffér e nt es

d e Mm

t r e p a r t , p our l e ur h ar m om e ,

a u

_ c ontes merve i l leu x .

de, .

pl US I e ur s ~ a, a

, ctér i stiques

d e c es co

p

ar F a\lma

rt p o ur leur qualité d 'en r e gI st re m e nt ,

P~a Ùt é narrativ e et leur richesse.

q

' 1 co n t i e n t e sse ntI e llement ~

fic t ifs, et r e f l étant

.

.

rifam e . tradlllon ne au , ter rO Ir nf : lln

. repr i s e ,

_ \

ior s

~e re c ~ e l facetleux . ,a b uL u x . ,.

so

c i o cult u rell e

a part e n a nce

p

l u si eur s

p

« D i ! lu j a ·y a

-

5S! ) ( I !W . '

.

/iur l . \-l1ll !.

,/ i ll jc n .a .

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1I L'authentlclte

e. t conf I rmées se son

J

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. de l e ur narratIon.

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H I I I I

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n Bouzclrnad.

\ lJ l . sr ~ qu e I "Jr : de 1 J n.:;;Jt!Qn d.ms il SOC1 C: ~ nf am c est essentiellement

nous Jf:lr:T,C iC1 qcc ses contes lUI ont éré tr msrtus par son

1

Il ) ' J . : :;I { I C i de vtoho-ncd

lonc! c de IJ c o nteu s e qui es! 1J. source de ses con t es

fcrrurun, I J conteuse

.

II . t O

k lj Î v -l t . ' l 1 d.

fl u a .

l . i"

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n

( / e n 1 - : -l

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1

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oncle, q u ' c it e s'JmUSJ1( d'uppclcr

·X( li/

C : \\(· . { ' ter tr- e u u bs c

;:;' ) ' '':~ a ppe l er

l e s po ule s

C ~ don t c t ! c s ' e s t

se rvi pou r le! su rnomme r

•.

.- : .

1 3

C'e st

a

soeu r et ses fr è re s d a ns le c o n te 5, q ui r et race l ' h i st oi re

u ne relatio n

t rè s h armo n i euse,

ju s q u' a u

mom ent

où l e f r ère

tombe

m ou r eu x

d ' un e é t r a ngè r e qui ac c use r a

la s oeu r d ' ad u l tè r e.

L e s r a p po r ts en t r e la

d e l a jeu n e f il le p art a nt à

l

a r ec h e r che de s es se p t fr è r e s, s on t a us si t rè s a ffe c tue u s es .

etrou va illes n e durera p as lon g te mp s, c a r l 'h éro ïne n'obé issa n t

M a i s l a joi e d es

r

p a s a u x c on s eils

d

e s on f rè r e aî né H e r nrn u f i n i r a pa r m o u ri r my s té r ie u s eme n t . P a r co n tre d ans l e

c o nt e d e R a l la L ila e t O m ar Bumeh d i y ya

pr e n dr a un e t o u r n u r e

mar iage qui lui a ét é im p o sé p a r s e s s e p t f r è res.

(

cont e

14 ) , la rela t i o n

f r ère / soeu r

v i o l en t e e t cru el l e,

s ui te à l 'ho st il ité

d e R al l a L ila à un

La rel a t io n so e u r / so e u r

e s t c aract ér i s é e

p ar l 'a ff ec t i o n

et l 'e nt raide

d an s le

c o n te de A z iza et T uli sf i (c o n te 6).

( c o nte 7 ) , l a re la ti on entre Nu nj a et sa de m i- s o e u r

un é tat c r ue l d a ns ce r é c it qui m et e n s c èn e u n e or phe l i n e

L 'hé ro ï n e m ét a m o r ph osée

l

r i va l ité entr e s oeur e t d em i- s o eu r s e r etro u v e auss i d a n s le c on te de d e u x je unes

à un e série de tr i b u l atio n s bonn e ou mau va i s e su i van t

d

f i lles (con te 8) . C e s d e r ni è r es

vo nt êtr e s oumi se s

P a r c ontr e d a ns le c on t e d e N u n ja m T n i f as

es t v i ol e n te. Ell e va attein d re

vi ct i m e d e s a ma r âtre . en ê t r e humain dev i ent

Ee kca. La

et

e n pige o n , p u i s transfo rmé e

'é p o u s e

' ép reu v e s

du r o i e t s e v enge d' un e

c a ra c téri s é e s

f a çon c r ue l le de s a d emi - soeu r

d e l ' o g re sse

p ar l a p ré sence

l

es c irc onstances.

La r ela tio n pèr e / f ils

e st le th èm e d es c ontes 9, 10 e t I l .

L a p ass a t i on

d u

o u v oir est l 'att rai t

p

t e s t ame nt

pr in c i pa l

d u c o n t e d u F q ih et le H ajj ( co n t e 9) et c elu i du

m et en s c è n e un ro i qui n'a pa s r er.du

du r o i ( c ont e 1 0) . L e p r em i er

t r ô n e à so n fils qui va

pas le c as d ans le se co n d r éc it qu i i l l ust r e u n r o i q u i l ai sse un t es t a m ent

fi l s en l ui d i san t :

é r itie r honor e l e te stam e nt ses y e ux . Le m a l he u reux

h

l a succ e ssio n

c he min d e l'e x i l . L 'é l oignem e nt d u pays e s t é g a l e me nt l e sort d'Om ar Kippus

( c o nt e Il). La rel ati o n en t r e O mar e t s on p è r e p re n d la f or me d' u n e op po si tion

pl us ou m o ins viol e nt e . Le fi l s es t mi s à l 'épr e u ve

celu i - c i

Kip p us n 'a s su me

alo r s

caractérisé e s par l a p r ésence d e l ' o gre sse .

e t l a r ela t ion

assu mer se s r es p o nsa bili t é s et r é g n e r au t r emen t. Ce n' e s t

p o u r son

Il N e j ure p a s e t n e l ai s se pa s l es au tr es j u rer », L e p r i n ce

d e son père et voit son r o y au m e

s'eff o ndr er

pr in ce qui n ' a pa s pu a ssu m er

d eva n t p r e n d l e

par le pè r e qui veut s a voi r si

Omar Il ser a épr euv e s

s o n e nfant e t , u l térie u rem e n t ,

e t commet

p ou r

son suc c esse u r .

d e g r av e s b êtises.

s ubir

d ' a u tres

p as

e s t d ign e d'ê tr e

ob l ig é

de qui tt er

ses r e s p o nsabilités

l a mai s on

p at ernelle

B ea u c oup de qu estions con c e r nan t l e r a p port h omm e / femme

amoureu se

sont soul e v ées

par le bia is du conte tel (la jalo u sie,

l e mar i a ge,

la

p

olygami e , l ' en d ogam ie ,

e tc.) . E l le s sont po sé e s d ans plusie u r s

cont es de notre

c

orpu s , notamm ent d an s l e s con te s 1 1 , 1 3 et 1 - 1 . L a p o l yga mie e t la jalousie sont

i

~

l

q u i met en scène une r el at ion darn i t i é

homme.

r ec ue i l e s t tr è s souv ent v i o l e n te et conflic t ue l le,

f

e s d e u x traits p r incipa u x ca r ac téris a nts

La r elatio n entre l e s coépouses

1). El l e d e v i e n t m o n s tru eu se

d

t

en or ; l e u r manigance

qu i me t a u m onde un m agn i f iq ue

l e co n te d es trois j e une s

fill e s (c on te 12)

q ui se bri s e ap r è s avo i r épou sé l e même

i llu s t r ée d an s plu s ieu r s

c o ntes d e c e

excepté dans l e c o n te d e de u x

et cr ue lle dans l e co n t e

comm e ttre

l 'h o rr e ur

12 c ité ci- au pr ès d e l a

g a rç o n o r n é d' u ne

que ue de che v al

que cette

rè r e s (conte

ess us. La jalou s i e m ène l es de ux co é pouses à

ro i s ième

réu s s ir a à fa i re cr o i r e aux yeux d e l 'épou x

d

e rni ère e s t un m o n s tr e . La r e lati o n h omme / f e mme pr end a u ss i une f orme

v

iol e nte dans l e co n te de Ral la L i la e t O mar Bur n ehdiyya

( co n t e 1 3). L e j o ur de

ses noces, l' hé r o ï ne

de ce c ont e f u i t s on pay s en compa g n i e

de so n amant Omar

B

mariage e t o ur

r

veng e r . Le d ern i e r cont e d e ce cy c le l e Su l tan de Bab -Lhind

la qu e stion d ' in f idélité.

u m e hdi yy a

et sac rifie

s e s sep t f re r es et s e s pr oc h es

sa f e mme déc o u p ée

L'épo u s e maltraitée

qu i l ui ont i mp osé

B u r neh d i y ya et d éc id e

(conte

un d e d e s e

a r rang é , p our épou ser l 'homme

d ' un

vo y age trouvera

d e ses rêv e s . Om a r

e n t ra n che s

1 4) i llu s tr e

p ar so n mari qui croi t avo i r é té

t

rompé par u n de s e s esclaves, f u it mys t érie u se m e nt

l e do mic ile

c onj uga l

su r un

ta

pi s vo la nt

pour rejo i nd r e l e pu is s a n t S ul t a n d e Bab - L h ind.

 

d o n ne à ses t exte s u n e sav eur p ar tic uliè r e

en l es r a conta nt

d a n s

La c onte u se un e l angue

t r è s h armo ni euse ,

avec u n sty l e

ri c h e d'im a ges

p oéti qu e s q ui

au g mente

c

n

e s t u n e

onteu s e extraordina ir e,

o u s tr a n s m e t une l a n gu e p a rl ée trè s a nc i e nn e , partic u l ièr e m e nt r ich e et

d e leur valeur

li ng u istique

et littérai r e.

M me Mub e hr u r

u ne m e r ve illeuse artisa n e d e la langue arch a ïque.

E l le

e xt rêm e men t rythmée. E ll e u til i se un st y l e qui m a rie l a rom a n c e d e l a po és ie,

géné r a l e m e n t

ch a nté e

a v ec d es m é l o d i es

rifa in es t r è s anc i enne s ,

e t l ' art d e l a

p rose . Au cour s de la narrat io n , e lle s' appuie sd r l es d i f fére n t es

v o ix e t s u r le po u vo ir du l ang a ge p a r l é pou r obten i r l 'effet

t

Ol I S l e s con t es de c e r e c u e i l c on t i enn ent

d es r ef r ains c h a nt é s :

i n t onation s r ech e r c h é.

d e la Pr es que

l es sep t f r è r es e t

l

e ur soeur (conte 5), la bête à sept têt e s (conte 3 ) , A z i za et T ulis f i

(con t e 6) ,

Nu nj a

passage s

m Tnif as

(conte

7 ) , e t c. P arfo i s ,

i l s so n t d éc lamé s

e n ve r s a vec d es

réc i t a tifs

à f o rm e f i xe , t el dans l e c ont e de O mar e t s a soeu r ( c o n t e 4),

l

Abderrah m an

de l a v o i x de l a tal e ntueu s e

ou v rira d e nouv e lle s

qu i s i n t é r ess ent

I

bcrbérisants pou r f o rmer u n l ex ique r i f arn d e b as e r é p o n dant a ux n o r mes

scicnu fiques .

pré s ente (l ès caractén s riques hnguisuques

o r sque 1' hé r o ï ne

J' espère

l p eu t

c onstit u e r

r a c o nt e

son h i s t o ire à ses de u x p e tit s

e n fan t s

Lc ut rn an et

en p ré s ence de s o n père et d u r oi, sous un e forme en ver s, chan t ée

que c e t o u vrage

Fa t ima n Mu b ehrur.

p erspe cti ve s

aux cher c heurs

i l la c ul tu r e ber bère , en g é néra l , et à cell e du RIf en partic ulier.

un o u u l

d e trava il

pr é cieux,

no t amm e nt

a ux l inguis t es

d e f air e connaîtr e

un par l e r spécifique

tr è s imp o rt a ntes .

q u i

ce q ui p e rm e ttra

 

15

 

I

l é t ait

t emps

de pré s enter

ces c on t es m ag n i fiq u e men t

n arrés,

p our le ur

a

s s urer

l e p a ssa g e

à l ' é c r it et c om b l e r

un e l a cun e da n s l e d om ain e

r if a i n . C e tte

p

r

écrite

t rave r s d e n otre c o r pu s . Al ors q u e l a mémoi r e s ' efface,

u b l ica t ion

p e r me t a ujourd'hu i

d e sau ver c e s mer v eille s

aux g éné ra t i o n s e t l eur f r a î c he u r

o r a le

à v eni r s o u s u ne f or m e au

d e l a l i tt é ra t ur e

i f a i ne de l 'ou b li

e t de l es tra ns m ett r e

l e u r v ivacité

t o ut en gardant

ora le q ui t ranspa r aît l ' é c r it , l ui, r e s te.

-

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1

~

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F,zrillld /1 .\Iu v d " ,, , , '

Al

,

(p 1 ,,' l < J

B , H b )

H

' 1 at'ril 19<}S

< J C Cll I I , ,

La b i ographie

L

e n om c o mp le t

d e l a c o n teuse

de notre c o nteuse

es t Fa ti ma n C c aye b

n [m ar

17

n T tiy e b ,

c

on n u e pa r F a r irna n Mu b ehru r .

C ' es t un p erson na ge

m e rveille u x

po ur qui j 'ai

beaucoup d' adm ir ation.

E n é té 1 997, l orsque j e l u i ai d emandé

de m e r a cont e r

l

' hi s to ir e

de sa vie , elle n'a pa s h é s i té un i n stant "

 
 

N é e e n 1 910 à A y t H d ifa, d an s la r é g i on d es A y t W erya g hel

(p r o v in c e d' AI

H

o c e i r n a),

l e p a ys de son p è r e. Q U : J. nt à s a mèr e , el l e e s t or ig i nai r e

d es A yt Czi z

p

r ès d e T a m a s i nt .

E l le était encor e t o ut e pe t i t e qu a n d s e s pa ren ts se s ép a r è rent

à

c

a us e de s c o n f li t s

qu i o ppo s èrent

s o n p è r e à sa bel l e - f a mi l l e

en A yt E ziz , A

ce t t e épo q ue

mai s on p ate rne l le à A y 1 H dif a f ut br ûl ée,

E

Y eitef t :

( 1 91 0 -19 2 1 )

le R i f v i v a i t d e s con fl its

t riba u x ( L e cda wat ) ':

L e ur

à cau s e d ' un e hi sto i r e

de v e ng ea nce .

l l e q u itt a s o n v i ll a ge

e n co m pagn i e

de s o n p ère p our ém i g r er c he z le s Ayt

« Je m e souvi e ns

des t emp s

l es g e ns

ont b r ûlé n otre mai so n à A y t Hdi fa . N o u s éti on s

des c o nf lits

tribaux

(A rrif u bIikj2,

s'e n tre- t uai e nt .

ob ligés d e q uitte r n ot re pay s pour n o us i nstall e r ch e : l e s A y t Y eu e f t ».

No s ennemis

E lle se sou v ient de la pénétrati o n

eur opée n ne

au débu t du X X ' s iècle ( 1 9 1 0-

1 9 2 6) e t de l ' oppo s i t i o n far o u che m en ée p a r la p o p u l ation d e s A y t Wer y a g h el

c

d i s pa ru d a ns l'u n e des at t aque s

témoigne de ce t te é poq u e :

o ntr e

les forces co lo nia l es

fran ç aise s et e s pagn oles.

S on pèr e a été por t é

menée s p a r la gu é ri ll a rifain e .

Mme M ub ehrur

« J ' étais

d an s

en c ore toute peti t e

u n en d ro i t

qu a nd

m o n p è r e r e j o i gni t B di c a en compagni e

l es tr o u p e s

d e l a

d e m o n oncl e

Moham e d qu e je s ur no mmais x a i i Ciwec. Ce d e r n i e r es t re v enu, qu a nt à mon

gu é rilla

qu i s ' ap p e lait

p

è r e , il y es t rest é . Je suis all ée c h e : lui , pour m e r e n se ign e r

su r l e sort d e mo n

p

è re . J e lui ai d e m a nd é :

« M o n on c l e C i w e c 1 Où a v e z-v al l s

la is sé m on p è re ?

»

I l m e r é p o n dit:

« M a c h ère f i l l e , t o n pè r e e st a ll é J a ir e l es v e nd ang es »

o n p è r e, d e pui s , je n e l'a i jam ai s

M

r ev u 1 »

Or ph e l ine,

el l e q uitt a A y t Y e ue f t

e n c o mpag nie

d e son on cle C i w ec p ou r

s'insta l l e r

à T am a s in t ,

a up r ès de s a mèr e. L: J . r el ati o n en t r e M m e M ubeh r u r

e t

1 T e rme e r n p r u ntc à l a r a b c .

il d é s i g n e l cpoq u c

des v e nd e tta s , C'est

A b dc l knrn qU I n- u fin J

c e n e ana rc h i e e t s e s v c n cca nc c s c r . : n t cr dI S J, r H

l e s en v a hi sse urs

JU X al ent ou r s des rn a -so n s . ou l e s h o mmes sc: p i c ç a r c nt pour tirer sur leurs enne mie s

1 3 por tee d e s ar m e s . s a u f si) S' J g!S S J I I

J~ c o rn b . ittr c

frJnçJi; et e s p agn o l e t fit d é r no h r t outes les petites tours ( l c cb r a w en , constru.rcs

~ Ar ru u b h k

e ,r l . m c k h z c n j R e p u b l i qu e

d

e s t l c qu i v a lcn r d e . ( S s bu » q~1 de s i g ne If l u n . s r c tn e

tr sb c l c , ) C I qUI e s t l'oppose

, ) H i s t o rt qu c rn c nt

l e s r n s u t u n on s

De R i p u bh k

s oc j c p o lr tr q u c s nf . n n c s e l l c s ref o r mes d A bd c l k n rn , u ! A!:dc'!kr:,,:

c'est 1.:1pé n c dc a nt e ri e ur e

j 1 ~ 2 1

VOIr 0 .\1. Hari'

l '( : • .:. R.:p u b ! : q ui ! d:1 RI/ PJ r::i , 1976,33·

:5

l'

i

son oncle Ciwec,

que :-'!:ne Mubehrur

yeux elle voyait passa les prisonniers

I :! source

d e ses contes,

était très affectueuse,

et une partie

dAbdelkr irri'.

C'est à Tarnasint

Sous ses

passa son enfance

d e SJ jeunesse,

(

( L es p r i so n n i ers

i e n t r a it é s ,

de M m i s n 5 5 i E e bd ek rim p assaient

a

p a r l a où j ' h a b ù ai s

L

T a ill a i t (l)a h ia é ) .

I ls é t aien t

( T a masi n t ) et se d i ri ge ai en t v e r s I l n el/ dr o it q ui s ' ap pe lait

v i e est l a mé n i e q lle s e so i ! p O ll r I l ll m usulm a n

b

S O ll 'Ù I/S é ga l e m e n t de S O I/ d e p a r t e l / ex i l ( 1 9 : :6), el d e l a péné t r a tio n

a

il p o ur u n ch r é t ien .

i l s l eur d onn aie nt

un p e! l d e c a r o u b e

d a ns des p a n i e rs. J e m e

colo niale

d

u n s notre p ay s N,

Fatima n Mubehrur,

l'unique

fille

de ses parents

mena une vie difficile,

Elle:

n'a pas connaître

son père.

Après que sa mère

fût remariée

par son oncle,

elle I~ suivit à Ayt Mhend

de Swani.

de sa mere

Wc:ryaghli de Sidi Buxiyyar,

auprès

Uyehya. Très jeune,

mois

elle épousa

après

un homme

originaire

Ce dernier

mourut quelque

les Ayt

le mariage,

Elle

Elle retourna

à un

chez

Mhend

Uyehya .

fut remariée

où elle passa des moments

difficiles

avec sa belle-

famille,

Elle émigra en compagnie

de son mari et de ses deux fils Moharned

et

Ali vers le Gharb-'. Restée

veuve avec deux enfants

dans une région arabophone,

elle quitta

la ferme

où travaillait

son défunt

mari pour essayer

de trouver

de

l'aide

auprès des autorités

d'Azila.

Eile se présenta

devant un responsable

local

(lmu raq i b ) pour lui demander

une aide

au logement:

t

(( J e m e s ui s présen t é e

d ans son bu r e au ,

i l a v ait

ra duis a i t e n a r ab e m ar o c ain c e que j e d isa is e n t amazigh t t

un inte r prè t e

qui l ui

. -

( ( I w a a L a ll a daba nredd c lik ' »

(je t e d onn e r a i m a r é p on se a près ' } , m e répo n di t -i l .

A ce j our , j' a t t e nds

t o uj o ur s s a rép on s e ' , »

Elle s'installa

avec ses deux fils i l Larache

dans un foyer,

quelques

francs que lui rapportait

la vente du bois :

Elle vit avec les

" Le n uui n ci l 'a u be. j e sortais r a m a s se r

d u b o i s , j e l e v e n da i s à s e pt - hu i t

[ r u n es ( rbu r at). C d" mo! p e rmettuit

d

e n o u rr ir

m es e n fa n t s

e t d e fair e

d es

cro n o nii

s.

en I Ik'l l .11 1 !

LlI ! peu

cf 'arg

'11 1 dr! cote. A p r cs

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o u tr e séjour

à Belli

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région des Ayr \Veryaohe

pénétration

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' i v me " u ehrur '

en la co m me nr J . n r:

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d on t je

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1 es 1 / ' ail a va 't'

a m b a q r deme n ts

J' a i vé c u d a n s d

a nn e m e mo ir e

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(1,

Je rn e 111_ so u v i e n ; d e l a p éné tr a t io n '

et d e SO li e xi l (/ 9) 6 - 'J, j e I l l e

/9 5 8 - / 959)

L'

, J ' a i

,

"

u n e

,

enj e r , j e 1 al v ec u d '

I r e q ue d a n s

,r;

s .

J

1:' p e ux

'1 C '

,

e s t ça 1 hi s t o ir e d e

1 prise , d A b d e l kr i m

d av i

~ lI sd qc~bare ll

" 1

'1

jj '

g r a lld e h is to i r e,

,

"

l i a vie j a i c onnu

,

,

Su r t e rre, S I Un a u tre e n fer exi st e

i

ma V i e e t ce que j ' a i

, e s

p e r io e s tr es ' dirf j cil e '

'

l 'enf e r e t ql e " , , ql l " 1 S O li e b , ie n v e n u'

J'

,

v éc u Er D 1 ' j Y a l v ec u e t D, · U! " ,

J'

, t

, ,

l e u a c co m p l i t s a v ol ont é »,

"_ 1 C I ,

Actuellement,

Hoceima,

la COnteuse à<>ée de 90,' '"

, ans, vu entre Tarnasint

et la ville d'Al

1. Khorn,

des Ayr Yuscf u [I, et

déS A y: [II.

II. Khorns des Ayt Abcellah.

III. Khorns des Ayt Hdita.

1

\'. Khorns de s Ayt [alhya

V. Khorns dés Irnrabden.

Historiquement,

la population

e t des Ayt Bu Eiyyach.

des Ayt Weryaghe1

a joué ur. grand raie dans

l'histoire

du Maroc. La situation et le relief du pays ont aussi

influence

son

h.

s toi rc .

à cause de son accè s difficile,

le pays des Ayt Weryaghel

est reste en

dehors dé l'emprise

au "Blad

Royaume

la plupart

à vaincre

Khatrabi

environ

du pouvoir central "Blad Lrnckhzen",

1965. Ayache

siècles), de gouverner

et a souvent appartenu

a permis

au

trois siècles

Abdelkrim

du Ri f (1921-

El

Siba" (Wcolman

de Nekour

1990).

Cet aspect

pendant il a aidé

(IXe-Xk

des tribus

les Espagnols

rifaines.

Par ailleurs.

et i l p r oc l amer

la Republique

1926) le 1" février

1923 dont Abde lkrim était lui-même

le premier président.

Ajd i r,

dans la baie d'AI Hoceirna,

fut sa capitale

constituent

Hart 19ï6, Pennell

le coeur et le c er v e au d e l'Etat Rifain

1986).

et le pays des Ay t Weryaghel,

indépendant

(Arnezian

19ï1,

Au plan linguistique,

le parler rifain

au groupe

des Ayt Weryaghel appartient

à la zone

rifaine, plus précisément

des

parlers du Rif central,

dont il partage

la

plupart

groupe

Igzennayen.

l'Ouest

des particularités

les parlers

linguistiques

(El Ayoubi

1994).

On classe T a r g i st ,

dans ce

Irnarnisen,

suivants:

Ayt Arnrnart,

Ayt Mezdu y ,

La zone linguistique

Ibeqquyen,

A y t Yetteft.

rifaine s'étend

de

Asi f n L a w qui

à l' Est. des montagnes

des Ber.i SEicf, plus précisément

marque

les limites

entre le s parlers arabophones

de Jbala

et certains

parlers

berbères

de Ghrnara, jusqu'à

la frontière algérienne

( B el li Snu s)

Phonologiquement,

le système consonantique

du parler

\\'eryaghd

ne diffère pas beaucoup

du système consonantique

rifain

des

du berbère

A y t nord

(tarif i t ,

tarnazight,

taqbaylit.

). Quant

au système

vocalique

de

ce parler

spécifique

compte

à coté des trois voyelles

fondamentales

du berbère

a,

i et u,

trois autres voyelles

longues

correspondantes

â.

î et

ü .

Cet allongement

des

voyelles

de I~ durée vocalique des A. W de> autres

ccrtams

q .!c;ques par.ers

est le résultat

par l a s

de

la chu e de phonème I r ! érymologque. Le phénomène

(Igzcnnayen,

qui distinguent II est attesté

le parler

surtout

Avt

[mar'.

Ayt Mezduy

).

Ayt T uzin, , \ yl Sr id

rifain

dans

) et

J'une des parucularités

parlers arnazighs (berbères).

est

du R lr central

du R I f Oriental (.-\yt T ernsarnan.

La chute Je .r dans le parler des .-\.\\" est systematique.

Cette chute atteint le

r cr. rnologrquc

et non l e /fi provenant

de 13 mutation consonantique

devant

de / 1 e n

Ce t te

de la

le

i L· l " : - !~ ! L : : : rr.' -· !î : 1.1L; phone-ne

qr'-::-::::!o;-! ;] C () ; T.~~

\ n:. ,:1 le- concernee

p: ~( ) r.ê: l~~ C:"r"3":":

è':î que suon e s: atteste

les voyelles.

r é s u!~Jt l e cn:! :- : ~er: : t : : lt

par l'augrncntat.or:

cc !J r.: . !:~ :- ~p honolo g r q u c

voye llc precedant

de: la UL! r - : ~ de la 2 ~ -2 ) 1.

f E: A y ou b : l 'JI)":

A YT WER Y-\GHEL

O G' 0 < . 1'5" - \ o G RÙ l ? E ·
O
G' 0 < . 1'5" - \
o G RÙ l ? E · 8
1
. A n Y U SEF u E L I
(A
) -. - \ nT . ' '' " iURT
2.
AnE L I
( 8 J- T ! . \l 'RZG A
I
l
3 . An AB DELL'H
\ [B \ / ED r . E ' - .'l _ \SEE
ID
4 . An l;f oc F . '
B . \lE D · . - \ !
H ( CEI:\l \
5.
AYT CRus
I BEQQl 'r ü
6
. f c E K XlY ë .'f
1 -1
~
Î . A v r €' wry.-\
)
8
. A T T Bt. [ ' rYY.' C H
1
-2
v
9. hlR.->.BPE:<
1
V-9
_ / TE\ r S . - \.\l - \ . '\
L - _\
' ~ -6/
\
1
/
/
i
)
- - f i - J'
_
f -
-
-
Y'
\
, /
,"
1 - 1
)
\
- '
/
/
V-9 /
\
-
'-
1
AYT~9 _ ,
1
I I - 3
1 1-2 " -
N-
7
)
\
TV
1
~ < ,
8
\
- 1 - 2 '
-
1 - 1
'.
' -
r
>
,
,-
1 '1 ' TV - 7
1
,
\
A
YT M Ez O C Y
' j
ID-
5
,
.
\
l (Al
AYT E n ", ,~
1 (El
Le territoire
et les fractions
de la trib
d
_
D'
.
.
U es A ,1 \ \ - ervauhel
(
, 1p r~ s E B lanco f : a'Za 1 9 ' - 1 D If If
-
-
c-
'
.'
" .
ar t. f ??7,

On p eur ré surncr s u . : :

- L ~ spiranrisme

C0 r: 1 : - : 1 è

l es autres

p.irucularités

lmguisnques

du parler

Le s phonèmes

sp i ra nt s a ttes tés

da n s l e parler

de; .-\. \\.

sont

L a

b . labi a le m l , les int er d e n tal e s

« renard

s

It/, 101 et Id) e t l e s f r icat i ve s

p alat a l es !'r;1 ( a ~ !: e Q

» ] e t Ig! (ag e m « puiser » ] : Ce s dern iers

sont deux tr a i t s p h onétiq u e s

r i fa in s .

pé c if i ques qu i distinguent

ce parler d es a ut r es par l a s

- Le phonème

I t / - qu i e s t l e p r éf i xe d u fémin i n d a n s l a majorité

t el l e tach e l hit,

de s p a rl e r s

se ré alise dan s le p arler de s A . \ V c o r nme

arna z i g h s ( b e r b èr e s ) ,

un e i n terde n t a le

interdenrale

s onore /QI. D ans d ' a utres p arle r s r i f ai n s , il s e r é al i s e co mm e un e

g an /i l s ! « c o nt e »

au lieu d e i a nf ust ,

sourde It/ par exempl e :

- La chu te de la voye ll e

init i ale

l a i d e s n o m s mas c ulins :

Ce p h én o m è ne

n 'est

pas général,

la c h u t e e s t att e s tée dan s qu e l q ues cas seu l e men t ,

par e xempl e . fus

«

ma i n » a u l i e u de a ff/S.

- L'a utr e ca r actéri s t i que

p h o n é t i qu e

du p a rle r

d es A yt W er yaghel

q u ' i l

par;ag ~ avec d 'a utres

p ar l e rs ri fa i n s e st la m u t ati o n

conson a n t i qu e

I I I en li ]

(ires < iles « langue

» ; ariri < ali l i « laurier-rose

» ) , 1111en 1';/ (Oag è s . < tallest

« t"~ ~ b r cs»

« âne s s e »;

; am s s a g

< a r nessa l l

« moule » ) e t ! H·t/ en IcI (tavyuë

Oif â f-:c < t i f elfel t « p i ment »} ,

< t . ivyult

S Y S TOlE DE TR - \ . \ SC R I PT I O. \ '

TR.->''.'SCRIPTIO'.'

E X E,\fPL E

 

labial es

b

 

f

p

m

I

n ter -dentales

 

t

d

q

D

ent al es

 

d

n

Siff la nte s

C

hUintantes

 

A

f fj i qué es

é

P

a la ta les

 

Ii:

V

èbires

 

g

k

ko

go

y

q

h

LJr~. n.:pl:::-i

h

l

l' 1~ : J t :S

(fn c atl v e spiran t e Sonore ) b a n d a ( { dra pe au »

fn c o tlve s ou rde) S ou r de )

(

(

( na s a l e)

( spirante sour de)

(s

(s p i r a n t e s o n o re )

( O C C lUSiv e sour d e )

(

( S o u rd e e mp hati qu e)

( so n o r e emf ' b 'iq u e )

(na s a l e)

( f r ica tive s o n o r e )

(f r i c a tive so u r d e)

(s o n o re emphat iq ue )

(

( f r i cative so n o r e)

( fr icat i v e s ou r d e)

(

(

(f

fi

.

us « r n J I O

»

a.rJl/ v U5 « pioche: »

a rn nn i « uni o n »

d ut r a « m~ndlCit~

»

d a d t md « grJissc: »

a d u « vent »

t t u « oublier»

d h cn « be u rre »

d

{ t e s « d o r m ir »

n d u « saut er

»

in i « di r e »

â :u « chercht!f »

su « boire »

z ;u « planter »

s sa bun « s a v o n »

e:: « laisser»

e s} « m an g e r »

éiQu « Ch e \T O n

»

a , ~ l lIl « tambourin»

« accrocher »

ikâ ri « m o u t o n »

a g i a « fortune ~)

s . r : »

" ' I \ . Q { ( se l eve r ' )

p i r J n ; <

50r: 0 r < )

OC c lu s i ve sonor e )

s o u rde e mp h ati q u e )

p a l a t ale so urd e )

palat a le sono r e )

i cati v e son o r e)

r

( oser

f

(o

(

r i car i ve S o u r de)

cc lu s ive S o no re)

o c c lu s ive so u r d e) '

(occJU:iI\.C Sourée b b i :lI l s c e ) a - , . I .: .)

(OL •. /USI.\e sonore fJblJlIsëe)

(co ns tn Ctlw,

S ono r e )

(fncJ [I \ " e

Sourde 1

(o

cclu s l ' ,"

s ù ur~e )

(fn.,::1tlvc 50n o : -; : !

(f ~ : "': J rl \ : : :5 0urJe l

( ": () r .:i ~ :

: ~ ! \ : :

- iO r . 'lr' . : )

( ruu! ~ :i\ ' : ~ \) t - :

(\ l~ :~ r .: " ) '": '.'; : '

" " " l n. H

gr Jp p e »

ss:« pétr r r »

y

xe::.- ( v o u lo ir

a n i » ,

C( ro seJ U ) )

) ,

fi ~\ et .( d l ' 'i( ' :: ; ~ , : ;

( ':rU.·'I-=- :r1:: ;;-:.,

:

••

1/,,:' , J: - : ~ J r. !, )

25

-

Ir ,1

1

,

!

\

\' m EL L ES

- lo n gu~s

S E\ 1i - \'OYELLE S

T

R

.

.\ :\SCR ! PTIO "

,

u Cou' frJnçJis)

a

e

(schw a a l! voyelle n e ut re )

y

w

( "i , de l'A.PI)

E \! : : ' I PL E

iz! « mou che ~)

u r « c oeur » ] « t r o uver »

a

; ,:•.·5. « l angu e

H

« ble »

û [an « f ig ui a s H

I ( iCI I

d:u « c he r c he r »

ayc.ji « c h i e n »

a w a i « paro l e »

Re m a rq u e s

sur la tran sc r ip ti o n

L

a no tation

e tran sc r iption ,

ocuteu r n a t i f .

q u e j 'adopt e

d ans c e t o uvr a ge a u n caractère

sc i ent .fiq u c .

El l e le

est d ' i n spirati o n

systè me d e tra ns cr i ption

d

phono lo giqu es d u p a r k .

l

p h on é t i c o -pho no l og i q ue

ti ent co m p te

et suit da ns s es gr ande s

lignes

util is é par le s a rnazighi sant s (be r b ér isa nt s ) . C e sy s tèm e

de l a r éa l i s a t i on

ré el l e de s t ra its phonétiques

et

d o nt j e suis

r ifain des A y r W e r yaghe l ( A yt Wâ yaye r ) .

P

o ur fa cili t e r

l e décodage de s éno n c e s , j 'a i

à l ' u sage

u til is é dans l e do m ain e

de la

ber bér is a nts ' le

et le urs affixes)

segme n tation c o n f o r m émen t

t i ret pou r r attache r les synt a gm es

au l ieu de l es sép ar e r avec de s b la nc s .

a ct u e l des cher c heurs

: ( Nom 1 V e r b e 1 Prép os iti on

V

oici q uelq u e s remarque s su r l e s caractères

u tilis é es dans l a tr a nscri p tion:

-

Le trait s u bs c rit mar qu e la lo n gue u r des v o y ell es :

1 , i l, û

-

Le t r a it so u sc r i t in di q u e l a s pirant is at i on

: b . t, Q, c j, k. ~

 

-

Le po i n t sous l e s consonn es marqu e l a ph a r y ng alisati on

: 1, z, s . o., el

-

Le p e tit '

en e xp os an t ind ique la labiovélarisation : k", g"

-

Le che n on sur c [ t s] et g [d z ] note l ' aff r i c t i on .

-

5 e t z ( c et j de la no t a t io n u s ue l l e) r ep ré sente nt

les ch ui nta n te s .

- UR note l e f vib r a n t pro v e n a nt

- h / H n o t e la c onst r ict i v e ph a r y ng a le sou r de .

de l a m utati o n con so nan ti q u e

de 1