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Desempenho

traDuziDo
em números.

demonstrações financeiras 2009


CNPJ nº 33.042.730/0001-04

os maiores navios de contêineres operados na América do Sul: o MSC Laura e o MSC Messina, ambos com 300 metros de
1 MENSAGEM DO PRESIDENTE comprimento, e o MSC Stella, com 304 metros.
Como já era previsto, o ano de 2009 foi de muitos desafios para a economia mundial. O Brasil soube reagir de maneira adequada Para 2010 estão previstos investimentos em infraestrutura, com a equalização do berço 301, e em novos equipamentos: dois
ao difícil cenário econômico e logrou êxito em reduzir os impactos negativos da crise. Da mesma forma, a CSN demonstrou portêineres Super Post Panamax, quatro transtêineres e seis Reach Stackers. Estão ainda em desenvolvimento projetos para
agilidade em se preparar para um cenário incerto e, ao mesmo tempo, pronta para aproveitar as oportunidades criadas assim um pólo logístico multimodal e para a adequação dos berços 302/303.
que a economia começou a reagir. As medidas de contenção adotadas no início do ano e a coragem de ser uma das poucas Todos esses fatores confirmam a posição do Sepetiba Tecon como porto concentrador de cargas (Hub Port), contribuindo para
siderúrgicas do mundo a não desligar seus altos-fornos são exemplos dessa resiliência e capacidade de reação da Companhia. que seja, além do maior terminal de contêineres do Rio de Janeiro, um dos maiores do Brasil em seu segmento.
Em 2009, a CSN entrou no mercado de cimentos e comercializou suas primeiras 338 mil toneladas do produto. Um marco Ferrovias
em nossa história, a entrada num novo segmento de negócios e a certeza que novos investimentos virão. A Companhia está A CSN tem participação em duas companhias ferroviárias: a MRS Logística, que opera a antiga Malha Sudeste da Rede
preparada para aumentar a produção de cimento em Volta Redonda (RJ), promover aquisições e construir novas plantas Ferroviária Federal S.A. (RFFSA), no eixo Rio de Janeiro-São Paulo-Belo Horizonte, e a Transnordestina Logística S.A. (ex-
industriais no país. Companhia Ferroviária do Nordeste - CFN) operadora da antiga Malha Nordeste da RFFSA, nos estados do Maranhão, Piauí,
Os investimentos, mesmo num momento adverso, totalizaram R$1,9 bilhão. Demonstração inequívoca de nosso compromisso Ceará, Rio Grande do Norte, Paraíba, Pernambuco e Alagoas.
com o desenvolvimento do país, com a geração de emprego e riqueza. Entre os investimentos, é importante ressaltar a unidade A CSN detém diretamente 22,93% do capital da MRS, além de uma participação indireta de 10,34%. Somando-se as
de produção de aços longos na Usina Presidente Vargas. O equipamento já está no Brasil e as obras civis aceleradas. Vamos participações diretas e indiretas, a CSN tem 33,27% do capital total da MRS.
vender a primeira tonelada de aço longo no início de 2011 e outros investimentos virão nesse segmento. A MRS Logística, que completou 13 anos de atividade reafirmando uma trajetória de expressivo crescimento, continua
Também em mineração os números são expressivos. A produção de produtos acabados de Casa de Pedra atingiu 17,1 apresentando bons resultados. Em 2009 transportou cerca de 129 milhões de toneladas, volume 5,1% inferior ao do exercício
milhões de toneladas. A NAMISA, empresa composta pela CSN e por consórcio formado entre a Itochu Corporation, JFE Steel anterior, em função da crise mundial que afetou o nível de atividade industrial, principalmente no primeiro semestre do ano.
Corporation, Posco, Sumitomo Metal Industries, Kobe Steel e Nisshin Steel, somou a produção de 5,5 milhões de toneladas. No setor de contêineres a MRS manteve a posição de maior transportadora do setor ferroviário nacional, com 60 mil contêineres
O número reforça o acerto da Companhia em acreditar nessa parceria estratégica com as siderúrgicas asiáticas. Em 2009 o transportados, mesmo com a queda de 32% em relação ao exercício de 2008.
segmento de mineração representou 16% da receita líquida da Companhia. O principal segmento de atuação da MRS é o de clientes chamados heavy haul (cargas de minério, carvão e coque), responsável
As estratégias da CSN, construídas ao longo dos últimos anos - tais como a verticalização produtiva, integração, diversificação pelo transporte de cerca de 96 milhões de toneladas, o equivalente a 75% do total transportado pela Companhia, bem como
de produtos e foco no mercado interno - se mostraram coerentes e são responsáveis pelos bons números do ano de 2009. A para contratos de longo prazo, novos negócios e projetos que visam alavancar o crescimento da empresa. Os serviços de
forte valorização de nossas ações, 108% na Bovespa e 168% na Bolsa de Nova Iorque, reforçam a segurança de que nossos transporte ferroviário prestados pela MRS são fundamentais no abastecimento de matérias-primas e no escoamento de produtos
investidores reconhecem e aprovam nossas decisões. finais. A totalidade de minério de ferro, carvão e coque consumidos pela Usina Presidente Vargas é transportada pela MRS,
O ano de 2009 foi um teste para a economia e para a CSN. Cumprimos nosso dever e estamos prontos para um ano de 2010 bem como parte do aço produzido pela CSN para o mercado doméstico e para exportação, além dos produtos de mineração.
que se apresenta muito promissor. Mais uma vez a Companhia saberá escolher o caminho certo. A participação da CSN na Transnordestina até dezembro de 2009 era de 84,3%. Estão sendo investidos, em parceria com o
Benjamin Steinbruch governo federal, cerca de R$5,4 bilhões na construção de 1.728 quilômetros de trilhos, criando assim a Nova Transnordestina.
Presidente do Conselho de Administração A nova malha deverá entrar em operação no segundo semestre de 2012, com capacidade projetada para transporte de até 14
milhões de toneladas em carga em 2013 e cerca de 25 milhões em 2020. A Nova Transnordestina terá papel importante no
2 A EMPRESA desenvolvimento da região Nordeste.
A Companhia Siderúrgica Nacional é uma empresa altamente integrada, atuando em toda a cadeia produtiva do aço, desde a Energia
extração do minério de ferro até a produção e comercialização de bobinas, folhas metálicas e embalagens de aço, incluindo A CSN é uma das maiores consumidoras industriais de energia elétrica do país, superada apenas pelas empresas do setor de
participações em ferrovias, terminais portuários, produção de cimento e geração de energia. Fundada em 1941, iniciou suas alumínio. Por isso, vem investindo desde 1999 em projetos de geração de energia elétrica, visando garantir sua autossuficiência.
operações em 1946, tornando-se pioneira na produção de aços planos no Brasil e propiciando condições para a implantação Seus ativos neste segmento são a Usina Hidrelétrica de Itá, em Santa Catarina, onde a CSN possui participação societária
do setor automotivo nacional. Foi privatizada em 1993, passando por uma profunda reestruturação que a tornou uma das na ITASA, com 29,5%, o que corresponde a 167 MW; a Usina Hidrelétrica de Igarapava, em Minas Gerais, com capacidade
siderúrgicas mais competitivas e rentáveis do mundo. de 210 MW e participação de 17,9% e a Central de co-Geração Termoelétrica, instalada na Usina Presidente Vargas, em
O sistema integrado de produção da Companhia, aliado à qualidade de gestão, faz com que a CSN tenha um dos mais baixos Volta Redonda, com capacidade instalada de 238 MW. Esta unidade utiliza como combustível os próprios gases residuais da
custos de produção da siderurgia mundial. produção siderúrgica. Estes três ativos asseguram à CSN uma capacidade de geração média de 430 MW, atendendo dessa
A CSN busca sempre maximizar o retorno aos seus acionistas através de uma atuação concentrada nas cinco atividades-chave forma a necessidade total de energia elétrica do grupo.
mencionadas: mineração, siderurgia, logística, cimento e energia. A Companhia está desenvolvendo o projeto para instalação de uma turbina de topo no Alto-Forno 3 da Usina Presidente Vargas,
o que permitirá à CSN adicionar 20 MW à sua atual capacidade de geração. A empresa estuda ainda outros investimentos em
2.1. Mineração energia para acompanhar os projetos de expansão e manter sua autossuficiência.
2.1.1. Minério de Ferro 2.4. Cimento
O mercado de minério de ferro em 2009 centralizou suas atenções em um só país, a China. Diante de um cenário mundial com A indústria cimenteira oferece alta complementaridade com a siderurgia e abastece todo o segmento industrial que atua na
constantes reduções de capacidade produtiva de aço, reflexo de uma crise financeira sem precedentes, as mineradoras não construção civil, setor de importância fundamental no desenvolvimento econômico do país. O déficit habitacional brasileiro é
tiveram alternativa para garantir o escoamento de sua produção senão concentrar seus esforços comerciais no único mercado estimado em 7,2 milhões de unidades. Hoje, metade do consumo de cimento no Brasil está concentrada na região Sudeste.
onde ainda havia demanda forte. A necessidade de minério da China foi resultado de um pacote de estímulo econômico ousado Está previsto um crescimento médio para a construção civil por volta de 5% para os próximos anos, e com isso o consumo
e da substituição do minério doméstico de pouca qualidade e alto custo pelo importado, de alta qualidade e com preço reduzido de cimento no Sudeste deve crescer cerca de 1 milhão de toneladas ao ano. No ano de 2009, o Brasil atingiu a marca de 50
em função da crise financeira. Naquele momento era inevitável a redução do preço benchmark do minério de ferro aos níveis milhões de toneladas consumidas no mercado interno.
praticados antes da crise, ou seja, uma redução de aproximadamente 28% a 48%, dependendo do tipo de minério. A Usina Presidente Vargas, em Volta Redonda, produz cerca de 1,4 milhão de toneladas de escória de alto-forno por ano.
Mesmo diante deste cenário, a produção na Mina Casa de Pedra quase não sentiu os reflexos da crise, tendo inclusive Essa escória é largamente utilizada na produção dos cimentos com adição (tipo CPII-E e CP III), produtos cuja produção a
registrado recorde de produção em julho de 2009. A produção total de Casa de Pedra foi de aproximadamente 17 milhões de CSN Cimentos iniciou em 2009 na sua unidade de Volta Redonda, onde possui duas linhas de moagem com capacidade de
toneladas, número que só não foi melhor devido aos ajustes realizados na planta de beneficiamento no segundo semestre em produção de 2,8 milhões de toneladas ao ano.
função da expansão de um projeto brownfield. Em 2009, a CSN Cimentos produziu e comercializou 338 mil toneladas de cimento, principalmente na região da Baixada
Os resultados da CSN demonstram que já no final do primeiro semestre de 2009 o ritmo de comercialização de minério de Fluminense e sul do estado do Rio de Janeiro, Vale do Paraíba e Grande São Paulo, além do sul do estado de Minas Gerais.
ferro se normalizou. Essa unidade operacional atingirá sua maturidade nos próximos dois anos, e deverá chegar a uma capacidade de produção e
Internamente procurou-se trabalhar com redução de custos (embora a CSN já fosse considerada uma produtora de baixo custo), vendas da ordem de 2,4 milhões de toneladas de cimento com adição de escória de alto forno.
melhoria na qualidade dos produtos, garantia de entrega através de suas operações integradas de mineração e logística, e
práticas de preços alinhadas ao mercado. 3 PERSPECTIVAS, ESTRATÉGIA E INVESTIMENTOS
Para 2010, a estimativa dos principais bancos e agências é de um expressivo aumento de preços do minério de ferro,
suportados pelo crescimento da demanda da China e pela recuperação dos mercados da Europa e da América do Norte. Apesar das dificuldades enfrentadas em 2009 pela economia mundial, a economia brasileira reagiu satisfatoriamente, e a CSN
Os projetos de investimento da CSN continuam em andamento, conforme cronogramas físico-financeiros das obras. No atingiu seus objetivos e apresentou resultados acima das expectativas e previsões do mercado, mantendo sua disciplina de
segundo semestre de 2010, Casa de Pedra estará apta a produzir 40 milhões de toneladas de minério de ferro. A elevação da capital e capacidade de investimento.
capacidade portuária suportará o aumento da produção das minas pertencentes ao grupo CSN. Para 2010 e os anos seguintes, a combinação de recuperação gradual da economia mundial com a perspectiva positiva do
Durante os meses tomados pela crise financeira, a CSN foi uma das poucas mineradoras a operar em 100% de sua capacidade consumo interno no Brasil torna o cenário ainda mais favorável para os negócios da CSN.
produtiva, comprometida com os desafios inerentes à expansão da capacidade de produção e das vendas. Dessa forma, a CSN Os investimentos previstos pela CSN se beneficiarão desse momento favorável, corroborando a decisão da empresa de não ter
vem firmando sua posição como um importante player no mercado transoceânico de minério de ferro. paralisado seus projetos em implantação no momento de crise em 2008/09, o que implicaria a perda de captura de valor no
A CSN e sua investida NAMISA pretendem em 2014 estar comercializando aproximadamente 90 milhões de toneladas de momento de recuperação.
minério de ferro. Além dos projetos de crescimento orgânico, a empresa permanece atenta às oportunidades de aquisição e aliança estratégica
em todos os segmentos em que atua no Brasil e no exterior, de forma a acelerar sua expansão e geração de valor.
2.1.2. Calcário A CSN tem apresentado, consistentemente, resultados financeiros robustos e baixo nível de endividamento. A confortável
A mineração em Arcos, mina localizada na Pedreira da Bocaina - MG, é responsável pelo suprimento de calcário e dolomita, situação corrente de caixa permite sustentar a carteira de crescimento orgânico, financiar eventuais aquisições e ao mesmo
fundentes consumidos pela CSN para a produção de aço em Volta Redonda. Em 2009, a mina forneceu para a Usina Presidente tempo manter uma política de distribuição de dividendos diferenciada para seus acionistas, estando em posição competitiva
Vargas cerca de 1,6 milhão de toneladas de calcário e dolomita. muito favorável em relação a outros grupos do setor.
Em maio de 2009, a CSN entrou no mercado de cimentos, com a construção de uma fábrica em Volta Redonda, junto à Usina
Presidente Vargas. 3.1. Minério de ferro
A partir de outubro de 2010, a mina de Arcos responderá pelo fornecimento do calcário não siderúrgico, a ser utilizado para a No setor de minério de ferro, a expectativa para 2010 e os anos seguintes é de crescente consumo e aumento de importação
produção de clínquer, uma das principais matérias-primas utilizadas na fabricação do cimento. pela China, que em 2009 superou pela primeira vez a produção local.
A produção prevista é de 4 milhões de toneladas de calcário por ano, com investimentos reduzidos nas instalações atuais, O cenário internacional projeta um aumento expressivo de preços para 2010. A atual diferença entre os preços do mercado
basicamente no sistema de transporte por correias. “spot” e o benchmark, da ordem de 90%, os baixos estoques na China e a oferta próxima à demanda mundial, com viés de
Com isso, a CSN demonstra ainda mais integração entre suas atividades, verticalizando a produção e ganhando em déficit, confirmam essa tendência.
competitividade e rentabilidade. Em 2010, a CSN atingirá um marco importante na sua expansão em mineração e entrará em ritmo de produção de 40 milhões
de toneladas ao ano na sua unidade de Casa de Pedra. Para os próximos anos, os projetos de expansão, já com alto percentual
2.1.3. Estanho de contratação, elevarão essa produção para 50 milhões de toneladas ao ano.
Uma das matérias-primas essenciais para a produção de folhas de flandres é o estanho, produzido pela ERSA - Estanho de Além disso, a Namisa também prossegue com sua expansão para um nível de comercialização de 39 milhões de toneladas ao
Rondônia S.A., subsidiária da CSN. A ERSA é constituída pela Mineração Santa Bárbara, em Itapuã do Oeste e por uma ano, contando com projetos de concentração e pelotização em estágio avançado de desenvolvimento.
fundição em Ariquemes ambas no Estado de Rondônia. Para garantir o escoamento dessa produção, o porto atingirá a capacidade de 84 Mtpa de embarque, chegando a um ritmo de
2.2. Siderurgia 45 milhões de toneladas ao ano ainda em 2010.
Dominando toda a cadeia produtiva do aço, a CSN atende a diferentes segmentos da indústria, com uma diversificada linha Esse aumento combinado de produção e embarque aproveita uma janela muito favorável ao mercado transoceânico de minério de ferro.
de produtos de alto valor agregado. A empresa produz os mais diversos tipos de materiais revestidos galvanizados, resistentes Simultaneamente, a CSN prossegue os estudos para a segregação dos ativos relacionados ao negócio de minério de ferro e
à corrosão e menos suscetíveis a oscilações de preços no mercado internacional. Os principais mercados atendidos pela CSN logística correlata, mediante transferência para uma nova empresa controlada, de forma a capturar o valor integral do negócio
são: o automotivo, o de construção civil, grande rede (distribuição), linha branca (eletrodomésticos), OEM (bens de capital, de mineração. Dependendo do resultado de estudos e de condições de mercado, a empresa poderá realizar uma oferta pública
motores etc.) e embalagens metálicas. de ações ou a combinação desses negócios com terceiros.
A Companhia possui cinco linhas de galvanização no Brasil, assim distribuídas: três na Usina Presidente Vargas, em Volta Tendo em vista as mudanças no modelo de comercialização e precificação do minério de ferro no mercado transoceânico, a
Redonda; uma na GalvaSud, em Porto Real, RJ; e outra na filial CSN Paraná, em Araucária, onde se opera também com os CSN tem desenvolvido estudos na área de shipping, de forma a ajustar-se de forma competitiva a essa nova realidade.
processos de laminação a frio e pré-pintura. A CSN vem continuamente estudando ativos exploratórios para agregar recursos e reservas ao seu portfólio, inclusive unidades
Conta ainda com duas subsidiárias no exterior: a CSN LLC, instalada em Terre Haute, no estado de Indiana, nos EUA, que em operação.
atua em laminação a frio e galvanização; e a Lusosider, em Paio Pires, Portugal, que também produz laminados revestidos. 3.2. Siderurgia
A CSN é a única fabricante de folhas metálicas no Brasil e uma das cinco maiores do mundo, com capacidade instalada de Apesar da leve recuperação observada na produção siderúrgica mundial e do cenário mais positivo para o Brasil, a situação
1 milhão de toneladas por ano de folhas de flandres, largamente utilizadas no setor de embalagens. A Companhia também é ainda exige cautela e rigor na decisão de investimentos. A ociosidade de capacidade ainda está em níveis superiores à média
produtora de Galvalume, aço revestido com zinco e alumínio, que conjuga brilho e durabilidade, além de aços pré-pintados, histórica, e os valores de capex, altos no mundo, exigem preços de incentivo compatíveis para viabilizar novos projetos.
ambos muito aplicados nos setores de construção civil e linha branca. Nesse contexto, a CSN avalia diversas alternativas e arranjos de crescimento do seu parque siderúrgico de aços planos, com
A produção de aço bruto da CSN em 2009 atingiu 4,4 milhões de toneladas, representando uma utilização de 78% da potencial de crescimento de sua produção de aço, e que atualmente opera no ritmo de 5,2 Mtpa de aços laminados.
capacidade instalada de 5,6 milhões de toneladas anuais da Usina Presidente Vargas, a partir da produção de 4,2 milhões A empresa aumentou sua participação no mercado automobilístico e tem projetos em implantação que permitirão avançar nos
de toneladas de gusa nos Altos Fornos 2 e 3. Deve-se destacar que o Alto-Forno 2 esteve em manutenção por 50 dias a partir segmentos de maior valor agregado, de forma a otimizar os resultados por tonelada produzida.
de março de 2009. Ainda no mercado de planos, em 2010 e 2011 a CSN diversificará sua oferta de produtos de maior valor agregado. Destacam-
Em decorrência da desaceleração econômica verificada no primeiro semestre de 2009, a produção de laminados da empresa se as ampliações dos centros de serviços para o segmento automotivo e a ampliação da linha de pré-pintados para os
apresentou queda de 9% em relação ao volume produzido em 2008. segmentos de linha branca e construção civil.
Em 2009 foram iniciadas as obras da nova unidade para produção de aços longos, utilizando a infraestrutura existente no Continuando com seu objetivo de diversificação e apostando na expectativa de crescimento da construção civil no mercado
complexo siderúrgico da Usina Presidente Vargas. A conclusão está prevista para meados de 2011. interno, a planta de longos de 500 Kta da CSN, contemplando vergalhão e fio-máquina no seu portfólio, está com obras em
Metalic Nordeste estágio avançado de implantação, projetando-se sua entrada em operação no primeiro trimestre de 2011. No segmento de aços
Controlada pela CSN, a Metalic é a única produtora de latas de aço de duas peças para bebidas da América Latina, produzindo longos, a empresa estuda a implantação de duas novas plantas no Brasil, de 500 kta cada, além de uma unidade de laminação
também tampas de alumínio com a mesma finalidade. Em 2009, a companhia vendeu 784 milhões de latas de 350 ml, 15,7 a frio de forma a oferecer uma carteira mais completa de produtos para o mercado.
milhões de latas de 250 ml e 983 milhões de tampas. Além disso, a CSN está atenta a oportunidades de aquisição no setor de siderurgia, em diversos países e segmentos, de forma
Atualmente a Metalic detém 5% da participação no mercado nacional e 38% de participação no mercado do Nordeste de latas a ampliar seu portfólio, escala e geração de valor.
para bebidas. 3.3. Cimento
Em 2009 a Metalic iniciou a produção de latas de 250 ml, aumentando o seu portfólio de produtos e atendendo a demanda Após ter concluído com sucesso o ramp-up da nova fábrica, projeta-se que em 2010 a unidade opere em ritmo de 1 milhão de
de mercado por latas especiais. toneladas ao ano, e em 2012 atinja a comercialização de 2,4 milhões de toneladas ao ano.
Prada Embalagens A aceitação do produto e da marca tem sido excelente, superando inclusive as estimativas iniciais como um novo entrante.
Fundada em 1936, a Companhia Metalúrgica Prada foi integrada ao Grupo CSN em 2006. Com o maior parque industrial da Com a conclusão do projeto de produção de clínquer e o aumento gradual no uso de escória própria, a empresa poderá reduzir
América Latina voltado à produção de embalagens de aço, a Prada possui 3 plantas localizadas em São Paulo, SP, Uberlândia, de forma significativa seus custos, elemento crítico no negócio de cimento, e com isso sua competitividade comercial. Projetos
MG, e Pelotas, RS, constituindo-se em importante cliente de folhas metálicas da CSN. de centros de distribuição e otimização logística, em estudo, devem contribuir adicionalmente nessa direção.
Suas linhas estão capacitadas a atender os elevados volumes e especificações técnicas demandados pelas indústrias de A CSN estuda alternativas de crescimento orgânico a fim de aproveitar integralmente sua capacidade de moagem (2,8 milhões
alimentos, química e de aerossóis. de toneladas ao ano) através do aumento de produção de clínquer. O objetivo é produzir cerca de 4,0 milhões de toneladas ao
A Prada revalidou em 2009 sua Certificação ISO 9001:2008, obtida inicialmente em 1995, tendo sido a primeira empresa ano no Brasil a partir de 2013, de forma a capturar o forte crescimento previsto no mercado em função de Copa do Mundo e
do segmento a alcançar tal qualificação. das Olimpíadas, além do forte ritmo de construção de novas unidades habitacionais, comerciais e projetos de infraestrutura.
Em 2009, a empresa completou seu Plano de Investimentos trienal de mais de R$100 milhões. A empresa reafirma seu interesse em crescer no setor e obter uma participação relevante no mercado brasileiro e mundial,
Prada Distribuição avaliando eventuais oportunidades de aquisição.
A CSN atua no mercado de distribuição e serviços por meio da unidade de negócios Prada Distribuição. 3.4. Carvão
Cobrindo todo o território nacional, a empresa possui três centros de serviço e sete centros de distribuição preparados para Em 2009 a CSN adquiriu 16,1% da Riversdale Mining Limited (“Riversdale”), companhia de mineração com ações listadas na
atender aos mais diversos segmentos, tais como: automotivo, autopeças, eletrodomésticos, construção civil, máquinas e Bolsa de Valores da Austrália, e que tem ativos promissores de exploração de carvão, em especial na África.
equipamentos, sucroalcooleiro, agrícola, revendas e moveleiro. Estando entre as maiores do segmento de distribuição e O objetivo de entrada nesse setor tem como principal vertente a busca por suprimento próprio de carvão, que tem custos
processamento de aços planos, vende toda linha de produtos CSN e atende às necessidades dos consumidores mais exigentes, crescentes no mundo e é um dos itens importantes no custo da siderurgia.
agregando valor a uma ampla gama de serviços de corte, conformação e logística.
A unidade de negócios Prada Distribuição é uma atividade estratégica para a CSN. Em 2009 a empresa comercializou 362 mil 3.5. Excelência Operacional
toneladas de produtos, volume 13% inferior ao verificado no ano anterior, mas expandiu os negócios com a abertura de dois Simultaneamente ao esforço de crescimento, a CSN tem promovido e planeja uma série de projetos de redução de custos e
novos centros de distribuição, nas cidades de Bebedouro, SP, e Uberlândia, MG. aumento de produtividade, a fim de melhorar cada vez mais sua competitividade e rentabilidade em todos os elos da cadeia.
Para os próximos anos, a meta da empresa é continuar crescendo, de modo a valorizar seus produtos e se manter entre as Destaca-se a carteira de excelência na siderurgia, com projetos nas áreas de energia elétrica, produção própria de coque e
líderes no seu segmento de atuação. pelotas, redução e reaproveitamento de resíduos, eficiência energética, entre outros. Esses projetos têm o potencial de reduzir
GalvaSud de forma expressiva e rápida o custo de produção, em especial na Usina Presidente Vargas.
Em 29 de janeiro de 2010, a CSN incorporou a controlada GalvaSud S.A., que passou a ser uma filial da CSN denominada SUMÁRIO EXECUTIVO
CSN Porto Real, e buscou otimização dos processos, maximização dos resultados, concentrando em uma única estrutura
organizacional todas as atividades comerciais, operacionais e administrativas das duas sociedades.  O lucro líquido de 2009 atingiu R$2,60 bilhões;
A CSN Porto Real está situada estrategicamente entre as cidades do Rio de Janeiro e São Paulo, atendendo principalmente o  A CSN é uma empresa altamente capitalizada, com R$8,1 bilhões em caixa;
setor automotivo, oferecendo ampla gama de produtos e serviços de padrão internacional. Conta com uma linha de galvanização  O volume total vendido de produtos siderúrgicos cresceu 58% no 2º semestre de 2009 em relação ao realizado no 1º semestre;
a quente e um centro de serviços de corte, além de um moderno centro de solda a laser. Em 2009, sua produção esteve mais  Num cenário de retração econômica, as vendas totais de aços planos no mercado brasileiro em 2009 se retraíram em 26%,
direcionada para o mercado automotivo, produzindo mais de 280 mil toneladas, dos quais 89% para o segmento e mantendo enquanto as vendas da CSN se reduziram em 22%;
praticamente o mesmo volume de 2008, apesar da crise no primeiro trimestre de 2009.  O volume total de vendas de produtos acabados de minério de ferro (CSN+Namisa) atingiu o recorde de 22,4 milhões de toneladas
CSN LLC em 2009, 22% acima do volume vendido em 2008;
Braço da Companhia nos EUA, a CSN LLC administra uma usina de laminação a frio e galvanização, instalada no estado de  As exportações totais de produtos acabados de minério de ferro da CSN e da Namisa totalizaram a marca histórica de 21,8 milhões
Indiana. Em 2009 foram produzidas nesta unidade 218 mil toneladas de bobinas laminadas a frio e galvanizadas. de toneladas, um crescimento de 48% em relação a 2008;
Lusosider  Em 2009 a CSN inaugurou sua fábrica de cimento, junto à Usina Presidente Vargas em Volta Redonda, agregando valor à escória
Instalada em Paio Pires, Portugal, a companhia opera com laminação a frio e galvanização por imersão a quente. No ano de gerada na produção de aço. No ano de 2009 foram comercializadas 338 mil toneladas;
2009 a Lusosider produziu e comercializou no mercado europeu 197,5 mil toneladas de produtos galvanizados.  Superando os efeitos da crise econômica, as ações da CSN apresentaram em 2009 uma rentabilidade de 108% na Bovespa e de
2.3. Logística e energia 168% na NYSE, muito superior à valorização do IBOVESPA de 87% e do índice Dow Jones de 19%.
Portos Retorno sobre Patrimônio Líquido e Payout % Retorno sobre o Capital Empregado
A CSN administra dois terminais no Porto de Itaguaí, no Rio de Janeiro: o Terminal de Granéis Sólidos (Tecar) e o Terminal de
Contêineres (Sepetiba Tecon).
Em 2009, o Tecar embarcou 23,5 milhões de toneladas de minério de ferro, resultado que demonstra um aumento de 47% em
relação ao ano anterior e desembarcou 3,2 milhões de toneladas de outros produtos como carvão, coque de petróleo, enxofre, 123%
concentrado de zinco para consumo próprio e para clientes diversos. Encontra-se em andamento o projeto de expansão do Tecar. 115%
Estima-se para 2010 um volume de exportação de 38 milhões de toneladas para atendimento à CSN, NAMISA e a terceiros. 108%
O terminal terá mais duas etapas de expansão, passando por fases intermediárias de 60 milhões de toneladas por ano, até 70%
atingir a capacidade total de 84 milhões em 2013. Após a conclusão destes investimentos, o Tecar consolidará o complexo 76% 71%
portuário de Itaguaí como um dos principais do país, permitindo o escoamento de todo o volume de minério negociado pela 73% 70%
CSN no mercado transoceânico e posicionando a Companhia como uma importante exportadora da matéria-prima. 29% 28%
O Sepetiba Tecon, terminal de contêineres e carga geral administrado pela CSN, é um dos pilares do projeto da plataforma 37%
logística da Companhia em Itaguaí. 41% 24%
15% 11%
Em 2009, apesar da crise financeira mundial, quando o comércio exterior brasileiro sofreu redução de 23%, o terminal se
manteve na primeira posição no market share entre os quatro principais terminais dos estados do Rio de Janeiro e Espírito 2005 2006 2007 2008 2009 2005 2006 2007 2008 2009
Santo com 28% do total de contêineres movimentados. O Sepetiba Tecon movimentou 154 mil contêineres, 565 mil toneladas
de produtos siderúrgicos e 14 mil toneladas de carga geral.
ROE (Return on Equity) Payout Ratio
Ainda em 2009, foi concluída a duplicação da rodovia Rio-Santos, importante via de acesso ao terminal. Como resultado dos
constantes investimentos e das excelentes condições de acessos marítimo e terrestre, o Sepetiba Tecon recebeu em 2009

 CONTINUAÇÃO
CNPJ nº 33.042.730/0001-04
 CONTINUA

2009 x 2008 PRODUÇÃO


Destaques Consolidados 2008 2009 (Var %)
Produção de Aço Bruto (mil t) 4.985 4.371 -12,3% No ano de 2009, tanto a produção de aço bruto como a de laminados foram afetadas pela retração econômica do início de
Vendas Siderurgia (mil t) 4.891 4.110 -16,0% 2009. Mesmo com a recuperação iniciada a partir do segundo semestre de 2009, a produção de aço bruto da CSN em 2009
Mercado Interno 4.158 3.243 -22,0% atingiu 4.371 mil toneladas, 12% inferior às 4.985 mil toneladas produzidas em 2008. Já a produção de laminados totalizou
Mercado Externo 733 867 18,3% 4.109 mil toneladas em 2009, uma redução de 9% em relação às 4.520 mil toneladas produzidas em 2008.
Rec.Liq. Produção de Aço (R$/t) 2.163 1.921 -11,2% Variação
Dados Financeiros (R$ MM) Produção (em mil toneladas) 2008 2009 2009 x 2008
Receita Líquida 14.003 10.978 -21,6% Produção aço bruto (U P V) 4.985 4.371 -12%
Lucro Bruto 6.979 4.190 -40,0% Consumo Placas de Terceiros 151 0 -
EBITDA 6.546 3.606 -44,9% Total Aço Bruto 5.136 4.371 -15%
Margem EBITDA 47% 33% - 14 p.p. Laminados* (Usina Pres. Vargas) 4.451 4.090 -8%
Lucro Líquido (R$ MM) 5.774 2.599 -55,0% Consumo de BQ de Terceiros 69 19 -
Dívida Líquida (R$ MM) 2.386 6.276 163,0% Total Laminados (U P V)* 4.520 4.109 -9%
CONTEXTO ECONÔMICO E CENÁRIO SETORIAL CUSTO DE PRODUÇÃO (CONTROLADORA)
Brasil No ano de 2009, o custo total de produção siderúrgica atingiu R$4,55 bilhões, uma redução de R$860 milhões, ou 16% em
A recuperação da atividade econômica doméstica está se consolidando. Dados divulgados recentemente indicam uma melhora relação aos R$5,41 bilhões verificados no ano de 2008, basicamente em função dos menores volumes produzidos em 2009.
nos indicadores de confiança e mostram que a produção industrial está retomando os níveis que antecederam a crise. A As principais reduções ocorreram nos custos variáveis, sendo:
produção de bens duráveis foi o carro chefe para a retomada do dinamismo da produção industrial em 2009, contribuindo para Matérias-primas: redução de R$845 milhões, em função do menor consumo de praticamente todas as matérias-primas:
uma melhora na demanda por produtos siderúrgicos. – Carvão e coque: redução de R$84 milhões e R$48 milhões, respectivamente;
O NUCI (Nível de Utilização da Capacidade Instalada), medido pela FGV, registrou índice de 84% em dezembro de 2009, 3,6 – Minério de ferro: queda de R$55 milhões;
p.p acima do mesmo período de 2008. Com a redução da margem de ociosidade das indústrias por conta da expansão da – Metais: redução de R$98 milhões, devido ao menor consumo e aos menores custos de aquisição;
atividade, muitos investimentos foram retomados. Outro indicador que está sinalizando o otimismo do setor produtivo, o ICEI – Placas e BQ compradas: queda de R$412 milhões, com forte redução em 2009 da utilização de placas e bobinas a quente
(Índice de Confiança dos Empresários Industriais), atingiu 113 pontos em dezembro, o patamar mais elevado desde julho de adquiridas de terceiros;
2008. – Sucata: redução de R$36 milhões, com o menor consumo;
Medidas do governo de estímulo ao consumo, controle de inflação, queda nas taxas de juros, melhora na renda e emprego, e – Pelotas: redução de R$44 milhões, também devido ao menor consumo;
disponibilidade de crédito incentivaram a demanda no ano de 2009 e restabeleceram o crescimento econômico. – Outras matérias-primas: redução de R$68 milhões.
Embora haja um otimismo com relação à criação de empregos, dados do CAGED, divulgados pelo Ministério do Trabalho, Mão-de-obra: em 2009 houve pequena redução de R$4 milhões em relação aos custos de mão-de-obra de 2008.
indicam que foram criados 995 mil empregos em 2009, o menor resultado desde 2003. A expectativa para 2010, segundo o Custos gerais: em 2009 houve uma redução de R$45 milhões, principalmente em suprimentos e ferramentas, basicamente
ministro do trabalho, é de criar 2 milhões de novos empregos com carteira assinada. em função da menor produção anual.
No que tange à liquidez, as operações de crédito continuam em franca expansão nas transações com pessoas físicas e jurídicas, Depreciação: aumento de R$34 milhões em 2009 tendo em vista novas incorporações de ativos.
e já totalizam 45% do PIB. No ano de 2009, o volume total de crédito do sistema financeiro alcançou R$1,4 trilhão, um
crescimento de 14,9% sobre o ano de 2008. As taxas de juros mais baixas nas operações de crédito impulsionaram a aquisição
de bens duráveis e imóveis.
A inflação segue dentro da trajetória da meta. No ano de 2009 o IPCA (Índice de Preços ao Consumidor Amplo) encerrou
em 4,3%, número 0,2 p.p. abaixo da meta estabelecida pelo Banco Central. Com a expectativa do mercado de pressões
inflacionárias no decorrer do ano de 2010, espera-se que o Banco Central venha a aumentar a taxa SELIC para conter a
inflação.
Os principais indicadores macroeconômicos do mercado sinalizam uma retomada do crescimento econômico em 2010, com
destaque para o PIB e a Produção Industrial.
Quadro de Projeções Macroeconômicas
2010 2011
IPCA (%) 4,86 4,50
Dólar comercial (final) - R$ 1,80 1,85
SELIC (final - %) 11,25 11,00
PIB (%) 5,50 4,50
Produção Industrial (%) 8,41 4,95
Fonte: FOCUS BACEN Base: 19 de fevereiro de 2010
Setores
Aço: A indústria brasileira de aço terminou o ano de 2009 com evidências consistentes de recuperação. Os dados demonstram
um cenário bem diferente do final de 2008, fortemente impactado pela crise econômica. VENDAS
Até o início de 2009, 6 dos 14 altos-fornos no Brasil foram desligados pela diminuição na demanda. Ao longo do ano foi
percebida uma recuperação no consumo e nos preços internacionais. Hoje apenas um alto-forno permanece inativo e a Volume de Vendas Totais
expectativa é melhor em relação ao ano de 2010. Em 2009, o volume vendido foi de 4,1 milhões de toneladas, uma redução de 16% em comparação ao mesmo período de 2008.
De acordo com o IABr (Instituto Aço Brasil), a produção acumulada de janeiro a dezembro totalizou 26,5 milhões de toneladas Mercado Interno
de aço bruto e 11,8 milhões de toneladas de laminados planos, uma queda de 21,4% e 17,3%, respectivamente, em
No ano de 2009, as vendas no mercado interno totalizaram 3,2 milhões de toneladas, representando uma retração de 22% em
comparação ao ano anterior.
relação ao mesmo período de 2008, fruto da desaceleração na demanda registrada, principalmente, no primeiro semestre do ano.
No acumulado do ano de 2009, as vendas internas de laminados planos totalizaram 9,0 milhões de toneladas, apresentando
queda de 25,9% com relação a 2008. No que se refere às exportações de planos, em 2009 elas totalizaram 2,5 milhões de Mercado Externo
toneladas, representando alta de 53,6% quando comparadas ao ano anterior. No ano de 2009, o volume exportado de 867 mil toneladas foi 18% superior ao volume exportado no mesmo período de 2008,
Segundo o IABr, para 2010 o consumo interno deve crescer 23,3%, atingindo 22,9 milhões de toneladas de produtos quando houve uma forte demanda no mercado doméstico e a CSN procurou atender a demanda local, antes da retração no
siderúrgicos, enquanto as exportações devem subir 23,4%, chegando a 11 milhões de toneladas. Já a produção deve aumentar mercado brasileiro no 1S09.
25,1%, chegando a 33,2 milhões de toneladas.
É esperado para 2010 um aumento nos preços dos principais insumos produtivos do aço, principalmente carvão e minério,
impactando os custos de produção de aço das principais usinas siderúrgicas e beneficiando os produtores mais integrados que
contam com acesso às principais matérias-primas.
Segmentos
Automotivo: O mercado automotivo nacional fechou o ano de 2009 com o terceiro recorde consecutivo de vendas. O total de
veículos licenciados neste período foi de 3,1 milhões de unidades, superando em 11,4% a marca histórica de 2008. O volume
alcançado surpreendeu até os mais otimistas, diante do cenário de crise que ameaçava abalar o setor no início de 2009.
Segundo dados da ANFAVEA (Associação Nacional de Fabricantes de Veículos Automotores), a produção total de veículos em
2009 foi de 3,2 milhões de unidades, apresentando uma ligeira queda de 1% em relação a 2008.
De acordo com a ANFAVEA, 2010 será o melhor ano da história do setor no país, com crescimento de 9,3% nas vendas, o que
corresponde a um volume de 3,4 milhões de unidades. Estão previstos para 2010 investimentos de R$16,2 bilhões.
Construção Civil: O setor de construção civil, mesmo com as dificuldades encontradas ao longo do ano, termina 2009
apresentando sinais positivos, de acordo com o SindusCon-SP (Sindicato da Indústria da Construção Civil do Estado de São
Paulo). Estima-se que o PIB do setor tenha crescido 1% em 2009, se comparado com o ano de 2008.
Ainda conforme o Sinduscon-SP, o PIB da construção civil brasileira deverá crescer 8,8% em 2010, puxado pela ampliação dos
investimentos públicos e privados. O programa habitacional Minha Casa Minha Vida, o Programa de Aceleração do Crescimento
- PAC, além das obras que serão realizadas para a Copa do Mundo e as Olimpíadas terão impacto positivo no setor.
A Caixa Econômica Federal bateu novo recorde de financiamento habitacional em 2009, ultrapassando a marca de R$45
bilhões em recursos liberados. O número supera em 27% a soma de todas as operações registradas nos anos de 2007 e 2008.
Grande Rede: No acumulado de 2009 o setor de distribuição apresentou um volume de vendas de 3.397 milhões de toneladas,
queda de 8,6%, atribuída à forte retração na demanda do primeiro semestre.
Para 2010 a previsão do INDA (Instituto Nacional dos Distribuidores de Aço) é de um crescimento de 15% nas vendas, com
um volume de 3,9 milhões de toneladas, maior que o comercializado em 2008, recorde de vendas do setor. O crescimento para
2010 será puxado principalmente por um aumento na produção de bens de consumo duráveis e pela retomada do segmento
de bens de capital.
Linha Branca: Impulsionado pelos incentivos fiscais que se iniciaram no mês de abril de 2009 e se encerraram no mês de
janeiro de 2010, o setor de linha branca conseguiu contornar os impactos gerados pela crise econômica mundial, trazendo
números importantes para o segmento. A previsão no início de 2009 era negativa e com quedas nas vendas do ano estimadas
em 20%.
Dados da Eletros (Associação Nacional de Fabricantes de Produtos Eletroeletrônicos) mostram que no período de redução do
IPI as vendas de fogões, refrigeradores e lavadoras de roupa cresceram 6%, 20% e 25%, respectivamente.
Para 2010 a previsão é positiva para as vendas de produtos da Linha Branca por conta da maior disponibilidade de crédito
principalmente para as classes C e D.
Internacional
EUA: O PIB americano decresceu 2,5% no ano de 2009, com uma queda de 0,5% no último trimestre, principalmente por
conta dos estímulos fiscais e monetários implementados durante o ano.
Para 2010 a estimativa da OECD (Organisation for Economic Co-operation and Development) é de uma lenta recuperação no PREÇOS
crescimento da economia americana que poderá chegar a 2,3%. O mercado de trabalho deteriorado, a restrição de crédito e
o alto endividamento das famílias americanas ainda serão empecilhos para uma forte expansão do PIB em 2010. O mercado Em 2009 a receita líquida média por tonelada no mercado interno ficou em R$2.087, queda de 5% se comparada à do ano de
siderúrgico norte-americano enfrentará um lento período de recuperação nos próximos dois anos. 2008, por conta dos descontos concedidos durante o 1S09, compensados parcialmente pelo melhor mix de produtos vendidos.
No ano de 2009 foram produzidas 58 milhões de toneladas de aço bruto, queda de 36% se comparado ao mesmo período de No mercado externo a receita líquida média por tonelada do ano de 2009 foi impactada pela maior venda de produtos de menor
2008. As vendas da distribuição ficaram estáveis no segundo semestre de 2009, porém em níveis abaixo do volume normal valor agregado e pela valorização do dólar em relação ao real ao longo do ano.
registrado antes da crise. Os cortes de produção e os esforços de vendas surtiram seus efeitos: o mês de novembro/09 foi o
13º mês consecutivo de queda nos estoques. MINERAÇÃO
As condições estão indicando um processo de lenta recuperação e já refletem numa melhora da utilização da capacidade
 PRODUÇÃO
produtiva, que está próxima dos 65%.
Europa: A economia européia sofreu uma forte recessão em 2009 e ainda amarga os efeitos da crise em 2010. Projeções Em 2009, a produção própria de produtos acabados* de minério de ferro atingiu 22,6 milhões, sendo 17,1 milhões de Casa
da Eurometal mostram que dentre as 27 economias que compõem a União Europeia, apenas a Polônia terá crescimento do de Pedra e 5,5 milhões de toneladas da Namisa.
Produto Interno Bruto em 2009. A média do PIB estimado para o bloco em 2009 é de -4,1%. Para 2010 as previsões são No ano de 2009 as compras de terceiros totalizaram 8,9 milhões de toneladas, sendo 3,5 milhões de toneladas compradas da CSN.
modestas: espera-se que o PIB apresente crescimento de 0,7%.  VENDAS
Alguns países estão enfrentando sérias dificuldades com suas dívidas públicas, em especial a Espanha, Portugal, a Irlanda e As vendas de produtos acabados* de minério de ferro da CSN, excluindo o consumo próprio, totalizaram 22,4 milhões de
principalmente a Grécia. toneladas em 2009. As exportações alcançaram a marca de 21,8 milhões de toneladas, responsáveis por 97% do volume
A produção industrial vem se recuperando lentamente. No acumulado dos onze primeiros meses do ano, apresentou queda total vendido. Já as vendas no mercado interno, de 0,6 milhão de toneladas, representaram 3% do total. Estes volumes
de 5,7%. incluem 100% das vendas da Namisa. A Namisa vendeu ao longo de 2009 15,4 milhões de toneladas, sendo 14,7 milhões
Dados da Worldsteel mostram que a produção de aço do bloco europeu encerrou 2009 com 139 milhões de toneladas, número de toneladas destinadas à exportação.
30% inferior ao do ano de 2008. Esse dado ratifica as previsões da Eurometal que estima um consumo aparente de aço 33% O volume de minério de ferro enviado para a UPV totalizou, no ano de 2009, 6,4 milhões de toneladas.
abaixo do registrado no mesmo período do ano anterior. Para 2010 e 2011 a expectativa é que o consumo aparente cresça  ESTOQUES
12,5% e 7,6%, respectivamente, mas ainda fique abaixo dos níveis de 2007. O estoque consolidado de produtos acabados* de minério de ferro ao final do ano de 2009 alcançou 7,4 milhões de toneladas.
O processo de desestocagem teve início em março. Os estoques em dezembro de 2009 eram de 68 dias de vendas, comparáveis * Produtos acabados: Granulado, Sinter Feed, Concentrado, Pellet Feed, Hematitinha.
com a média histórica de 71 dias ao longo do ano de 2008, de acordo com a Eurometal. A recuperação da demanda no curto
prazo virá, principalmente, através da reposição de estoques. CIMENTO
Ásia: A China continua sendo um dos principais atores a impulsionar o crescimento da economia mundial. Somente no 4T09 o A indústria cimenteira oferece alta complementaridade com a siderurgia e abastece todo o segmento industrial de construção
produto interno bruto cresceu 10,7%, fechando o ano de 2009 com a expressiva marca de 8,7%. O desempenho da economia civil e infraestrutura. A CSN iniciou, em meados de 2009, a produção de cimento em sua nova fábrica em Volta Redonda, junto
chinesa exerce forte influência sobre o preço das commodities, principalmente petróleo e minério de ferro. O governo, de olho à Usina Presidente Vargas, agregando valor à escória gerada na produção de aço bruto. Os principais fatores de diferenciação
nas pressões inflacionárias e na especulação do mercado imobiliário, decidiu, recentemente, reduzir a liquidez no sistema desse projeto residem na autossuficiência em relação às principais matérias-primas da cadeia de produção e na logística
financeiro aumentando a exigência de depósito compulsório e a taxa de juros de referência dos bancos. existente. Além da escória obtida dos alto-fornos da Companhia, o clínquer, atualmente adquirido de terceiros, será produzido
A produção industrial na China promete um nível de crescimento significativo nos próximos dois anos, porém abaixo do na mina própria de Arcos em Minas Gerais. A logística própria, incluindo ferroviária e distribuição, é fator fundamental no
registrado no período que antecedeu a crise. processo de comercialização do cimento.
No aspecto da demanda, espera-se um desaquecimento no início de 2010, devido aos efeitos sazonais ocasionados pelo No ano de 2009 foram produzidas e comercializadas pela CSN, 338 mil toneladas de cimento, com uma capacidade instalada
inverno, com uma retomada gradual ao longo do ano com os distribuidores chineses aumentando paulatinamente os níveis de de moagem de 2,8 milhões de toneladas.
estoques. Além da expansão de sua própria fábrica de cimento, cuja atuação se concentrará na região Sudeste do Brasil, a CSN busca
As exportações asiáticas continuam impactadas pela fraca demanda mundial e pela pouca competitividade nos custos de ampliar sua participação nesse segmento, tanto no Brasil como em outros países emergentes, visando à diversificação de
produção, principalmente num cenário de pressão de custos das principais matérias-primas. produtos e mercados e contribuindo para a redução de riscos e adição de valor para seus acionistas.
No que se refere à produção de aço, 2009 foi um ano ruim para quase todos os países, com exceção da China, que manteve Nesse sentido, a CSN anunciou em dezembro de 2009 os termos preliminares de uma oferta pública para aquisição das ações
durante todo o ano um ritmo forte de produção de aço alcançando 568 milhões de toneladas, 14% superior ao ano anterior. representativas do Capital Social da CIMPOR - Cimentos de Portugal, SGPS, S.A. Essa oferta foi formalizada em janeiro de
Esse desempenho aumentou sua representatividade na produção mundial, que passou para 47%. 2010, através da CSN Cement S. à r.l., sociedade totalmente detida de forma indireta pela CSN, propondo a aquisição da
Minério: Estimativas do IBRAM (Instituto Brasileiro de Mineração) mostram que a produção brasileira de minério de ferro em totalidade das ações da CIMPOR pelo valor unitário de 5,75 por ação. A conclusão da oferta estava sujeita à aquisição pela
2009 será de aproximadamente 300 milhões de toneladas, 19% inferior à produção de 2008. Para 2010 as estimativas são CSN Cement de um número de ações que representassem pelo menos 50% do capital social da CIMPOR mais uma ação.
mais otimistas: espera-se uma produção de 380 milhões de toneladas. Esta oferta foi revisada em 12 de fevereiro de 2010, com um novo preço de 6,18 por ação, ficando subordinada à aquisição
No ano de 2009, as exportações brasileiras de minério de ferro totalizaram 267 milhões de toneladas uma queda de 5% pela CSN Cement de um número de ações que representem pelo menos um terço do capital social da CIMPOR mais uma ação.
quando comparadas às do ano de 2008. Em 22 de fevereiro de 2010, o prazo da oferta pública terminou, sem que a CSN Cement conseguisse adquirir um terço do
A China, maior consumidor do minério brasileiro, apresentou mais um recorde de importação de minério de ferro em 2009 capital da CIMPOR.
totalizando 628 milhões de toneladas, 41% superior à tonelagem importada em 2008. Com isto, a participação do produto
importado aumentou de aproximadamente 60% em 2008 para cerca de 70% em 2009. Este movimento é atribuído ao RECEITA LÍQUIDA
aumento na produção de aço, que cresceu 14% em relação ao mesmo período de 2008, e à melhor qualidade do produto
No ano de 2009, a receita líquida de R$10,98 bilhões apresentou-se inferior em relação ao ano anterior, basicamente pela
importado perante o produto local. retração na demanda e pelos menores preços praticados no primeiro semestre de 2009.
O baixo preço do frete melhorou a competitividade do minério brasileiro frente ao produto chinês. O preço benchmark (Brasil
- Ásia) manteve-se na casa dos US$51/t em 2009, enquanto que o preço spot em fevereiro de 2010 superou os US$130/t.
Brasil e Austrália continuam sendo os maiores fornecedores de minério de ferro para a China, superando os 68% das
importações chinesas, também por conta da redução relativa das exportações da Índia.
O governo chinês continua investindo no setor de mineração, seja através do crescimento orgânico, seja em novos projetos.
Cimento: No ano de 2009, as vendas de cimento totalizaram 51,3 milhões de toneladas queda de 0,8% se comparado
ao mesmo período de 2008. Apesar da ligeira queda nas vendas totais, as vendas para o mercado interno tiveram o
modesto crescimento de 0,1% em 2009. O SNIC (Sindicato Nacional da Indústria de Cimento) projeta um crescimento de
aproximadamente 6% para 2010.
As exportações brasileiras de cimento atingiram 41 mil toneladas em 2009, representando pequena parcela do total das
vendas do período, principalmente para os países do Mercosul.
No que tange a capacidade instalada, hoje, a indústria de cimento brasileira tem capacidade de produzir 60 milhões de
toneladas e está operando a um ritmo de cerca de 90%.
Em 2009, o consumo mundial de cimento cresceu cerca de 6%. Porém, se excluirmos a China, esse número cai em 6%. O país
demanda atualmente 1 bilhão de toneladas do produto por ano, o que representa metade do consumo mundial.
Nos mercados tradicionais, a queda no consumo foi em média de 20%. Os mercados mais afetados foram: EUA, Rússia e
Europa Ocidental.
Com essas quedas experimentadas pelos mercados tradicionais, espera-se que o Brasil fique em 4º lugar no ranking de 2009
dos maiores consumidores de cimento do mundo, atrás somente da China, Índia e EUA.

 CONTINUAÇÃO
CNPJ nº 33.042.730/0001-04
 CONTINUA

vista de matérias-primas, parcialmente compensados por maiores provisões de “Tributos a Recolher” (R$334 milhões). Já o
saldo de ativos foi inferior (R$896 milhões) principalmente por conta do menor saldo de “Estoques” (R$943 milhões).
A CSN reduziu o prazo médio de pagamento a seus fornecedores em 72 dias, de 98 dias em dezembro de 2008 para 26 dias
em dezembro de 2009.
Já o prazo médio de recebimento dos clientes aumentou em 8 dias no mesmo período, passando de 22 dias em 2008 para
30 dias em 2009.
O giro de estoques alcançou prazo médio de 130 dias, representando um decréscimo de 46 dias em relação a dezembro de
2008.
R$ MILHÕES
Variação
CAPITAL DE GIRO Dez/08 Dez/09 2009
Ativo 4.726 3.830 (896)
Contas a Receber 1.086 1.186 100
- Mercado Interno 1.333 1.191 (142)
- Mercado Externo (1) 362 363
- PDD (246) (347) (101)
- Créditos de Clientes - (20) (20)
Estoques 3.402 2.459 (943)
Adiantamentos a Fornecedores 221 130 (91)
DESPESAS COM VENDAS, GERAIS E ADMINISTRATIVAS Antecipação de Impostos 17 55 38
Passivo 2.696 1.643 (1.053)
As despesas com vendas, gerais e administrativas da CSN em 2009 totalizaram R$1,34 bilhão, representando um acréscimo Fornecedores 1.939 504 (1.435)
de 9% em relação a 2008, principalmente pelos aumentos nos custos de distribuição e um maior esforço de vendas ao longo Salários e Contribuições Sociais 118 134 16
do ano de 2009. Tributos a Recolher 585 919 334
Adiantamentos de Clientes 54 86 32
OUTRAS RECEITAS E DESPESAS Capital de Giro 2.030 2.187 157
Em 2009, a CSN registrou um resultado positivo de R$722 milhões na linha de “Outras Receitas e Despesas”, em contrapartida TURN OVER RATIO Variação
a um resultado positivo de R$3,9 bilhões registrado em 2008. A variação negativa de R$3,2 bilhões deve-se basicamente ao Prazos Médios Dez/08 Dez/09 2009
ganho não recorrente de R$4,04 bilhões no ano de 2008, resultante da variação percentual de equivalência patrimonial da
alienação da Namisa, enquanto no ano de 2009 foi registrado o efeito positivo não recorrente de R$835 milhões no 3T09, Recebimento 22 30 8
devido ao ganho de incorporação reversa da Big Jump Energy Participações S.A. pela Namisa. Pagamento 98 26 (72)
Estoques 176 130 (46)
EBITDA
MERCADO DE CAPITAIS
No acumulado do ano de 2009 a CSN apresentou margem EBITDA de 33%, inferior à margem de 47% registrada em 2008,
pela forte retração na demanda ao longo do primeiro semestre de 2009. Desempenho das Ações
Em 2009, o EBITDA da Companhia atingiu R$3,6 bilhões, inferior em 45% em relação ao EBITDA registrado no ano de 2008. Em 2009, as ações da CSN apresentaram rentabilidade total acumulada de 108%, mais de 20 p.p. acima da valorização de
87% do IBOVESPA no mesmo período.
Na NYSE, os ADRs da CSN apresentaram uma valorização muito mais expressiva, fechando 2009 com uma rentabilidade
acumulada de 168%, enquanto o índice Dow Jones apresentou uma alta de apenas 19% no ano.
As ações da CSN fecharam o ano de 2009 entre as 10 ações mais negociadas do IBOVESPA, e entre os 10 ADRs latino-
americanos mais negociados na NYSE.
Rentabilidade - CSNA3/SID/IBOVESPA/DOW JONES 2008 2009
Nº de ações 793.403.838 755.179.610
Valor de mercado
Cotação de fechamento (R$/ação) 29,00 56,00
Cotação de fechamento (US$/ADR) 12,81 31,93
Valor de mercado (R$ milhões) 22.001 40.823
Valor de mercado (US$ milhões) 9.719 23.276
Retorno total inclusive dividendos e JCP
CSNA3 -43% 108%
SID -56% 168%
Ibovespa -41% 87%
Dow Jones -34% 19%
Consolidado - Controladora Volume
Acumulado Acumulado Acumulado Acumulado Média diária (mil ações) 2.881 2.465
Apuração do EBITDA 2008 2009 2008 2009 Média diária (R$ Mil) 147.051 110.860
Lucro Líquido do Período 5.774.149 2.598.665 5.774.131 2.568.577 Média diária (mil ADR´s) 4.610 3.607
Média diária (US$ Mil) 135.562 83.492
(-) Resultado Financeiro Líquido 2.780.730 251.377 1.582.232 681.890
(-) Contribuição Social 221.790 177.451 229.196 35.901 Fonte: Economática
(-) Imposto de Renda 733.009 513.607 626.143 139.842
(-) Depreciações e Amortizações 840.303 787.249 652.670 573.530
(-) Participações em Sociedades Controladas 97.212 0 60.738 (450.749)
(-) Outras Receitas (Despesas) Líquidas * (3.901.306) (722.148) (4.049.430) (728.260)
EBITDA 6.545.887 3.606.201 4.875.681 2.820.731
(*) De acordo com a MP 449/08, outras receitas (despesas) operacionais e não operacionais passam a ser classificadas como
“Outras Receitas (Despesas) Líquidas”, sendo ambas excluídas para fins de cálculo do EBITDA. Outras receitas (despesas)
operacionais são excluídas por não representar desembolso efetivo de caixa.
O EBITDA da CSN representa o lucro (prejuízo) líquido antes do resultado financeiro, contribuição social e imposto de renda,
depreciação e amortização, e outras receitas e despesas. O EBITDA não deve ser considerado como uma alternativa para o
lucro (prejuízo) líquido, como um indicador de desempenho operacional da CSN, ou uma alternativa para fluxo de caixa como
um indicador de liquidez. A Administração da CSN acredita que o EBITDA é uma medida prática para aferir seu desempenho
operacional e permitir uma comparação com outras companhias. Entretanto, ressalta-se que o EBITDA não é uma medida
estabelecida de acordo com os Princípios Contábeis Brasileiros (Legislação Societária ou BR GAAP) ou Princípios Contábeis
Norte-Americanos (US GAAP) e pode ser definido e calculado de maneira diversa por outras companhias.
RESULTADO FINANCEIRO E DÍVIDA LÍQUIDA
No ano de 2009, o resultado financeiro líquido da CSN foi negativo em R$251 milhões. Os principais fatores que afetaram Remuneração aos Acionistas
negativamente este resultado foram: O Conselho de Administração da CSN reunido em 25/02/2010 aprovou a destinação do lucro líquido do exercício de 2009. A
 Provisões com encargos de empréstimos e financiamentos, no total de R$1.236 milhões; proposta, a ser submetida à Assembleia Geral Ordinária, inclui a seguinte remuneração total aos seus acionistas:
 Atualização monetária das provisões fiscais no total de R$280 milhões;  Distribuição de R$320 milhões em juros sobre o capital próprio, a título de antecipação do dividendo mínimo obrigatório de 2009, à
Compensaram parcialmente estes efeitos negativos no resultado financeiro: conta de lucros apurados no balanço de 30/06/2009, aprovada em reunião do Conselho de Administração da Companhia realizada
 Ganho de R$902 milhões nas variações monetárias e cambiais incluindo o resultado das operações com derivativos; em 17/12/2009. Desse total, R$250 milhões já foram pagos aos acionistas a partir de 29/12/2009 e os R$70 milhões restantes
 Rendimento de R$276 milhões sobre aplicações financeiras; serão pagos em 2010, em data a ser definida pelo Conselho de Administração. Fazem jus ao recebimento destes Juros sobre o
 Outras receitas financeiras no valor de R$87 milhões. Capital Próprio os acionistas inscritos na instituição depositária em 17/12/2009.
Em 31/12/2009 a dívida líquida consolidada totalizou R$6,3 bilhões, um crescimento de R$3,9 bilhões em relação àquela de  Dividendos, no valor de R$1.500 milhões, declarados em 2009.
31/12/2008, no montante de R$2,4 bilhões. Os principais fatores responsáveis por esta variação foram: Assim, a distribuição total referente ao exercício de 2009 totaliza R$1.820 milhões.
 EBITDA de R$3,6 bilhões;
 Realização de investimentos no montante de R$1,9 bilhão; 4 GOVERNANÇA CORPORATIVA
 Pagamento de R$2,1 bilhões em dividendos e juros sobre o capital próprio; Relações com Investidores
 Efeito de R$1,2 bilhão referente ao custo da dívida alocado ao resultado; Ao longo de 2009 a CSN buscou ampliar seu canal de comunicação com o mercado, visando melhorar a percepção dos
 Desembolso de R$0,8 bilhão para liquidação do equity swap e recompra dos ADRs correspondentes; investidores sobre os fundamentos da Companhia. O ano de 2009 foi marcado por importantes conquistas.
 Liquidação financeira de swap cambial e de juros, no valor de R$0,3 bilhão; CONQUISTAS:
 Aumento de depósitos judiciais em R$0,7 bilhão;  Aumento da participação em eventos nacionais e internacionais, conferências e reuniões com o mercado financeiro, totalizando mais
 Pagamento de tributos (IR e CSL) no valor de R$0,3 bilhão. de 270 participações, 59% superior ao ano de 2008;
A relação dívida líquida/EBITDA de 1,74x, calculada com base no EBITDA de R$3,6 bilhões em 2009. Além do aumento da  Diversificação dos mercados de atuação com a realização de um Non Deal Roadshow em Tóquio, Hong Kong e Singapura;
dívida líquida, contribuiu para o aumento da relação, a própria queda do EBITDA no ano de 2009.  Realização de atividades voltadas para investidores “Pessoa Física”: 4º ano consecutivo de participação na Expomoney São Paulo;
 Estreitamento de relações com analistas sell-side, realização de visitas às instalações da Mina Casa de Pedra, do Porto de Itaguaí e
da Usina Presidente Vargas em Volta Redonda, proporcionando maior visibilidade de suas operações, estratégias e investimentos.
AÇÕES DA CSN - BOVESPA & NYSE
 100% das ações da CSN são ordinárias, ou seja, cada ação equivale a um voto nas Assembléias de Acionistas da Companhia;
 Mais de 43% das ações da CSN são negociadas em Bolsas de Valores, principalmente BOVESPA e NYSE.
Composição Acionária da CSN em 31/12/2009

IMPOSTOS SOBRE LUCRO


No ano de 2009, as despesas com Imposto de Renda e Contribuição Social acumularam R$691 milhões, menores em R$264
milhões quando comparadas àquelas de 2008, basicamente em função do menor lucro tributável no período.
Programa de Recuperação Fiscal (Refis)
Em 26 de novembro de 2009, a CSN e algumas de suas controladas aderiram ao Programa de Recuperação Fiscal (Refis)
instituído pela Lei nº 11.941/09 e pela Medida Provisória no 470/09, visando regularizar os passivos fiscais por meio de um
sistema especial de pagamento e de parcelamento de suas obrigações fiscais e previdenciárias. Lei Sarbanes-Oxley
A decisão da Administração levou em consideração matéria julgada pelos tribunais superiores, bem como a avaliação de seus A Companhia está na fase final da Certificação dos controles internos relativos às Demonstrações Financeiras Consolidadas de
consultores externos quanto à possibilidade de êxito nos casos em andamento. 2009 (CSN e suas Subsidiárias), em atendimento à seção 404 da Lei Sarbanes-Oxley (SOx).
A abrangência dos débitos compensados com crédito-prêmio de IPI, migração de parcelamento ordinário e débitos diversos Em 2009, foram realizados testes para avaliar a eficácia dos controles internos da CSN, CSN Export, CSN Madeira (antiga
superavam R$5,0 bilhões, incluindo juros e encargos. Jaycee), Prada e GalvaSud, empresas consideradas relevantes para efeito de Certificação da SOx, tendo sua avaliação
A adesão aos programas fiscais especiais reduziu o montante a pagar de multas, juros e encargos legais anteriormente devidos, iniciada em agosto de 2009. Os gestores de cada processo (process owners) foram responsáveis pela execução de testes e
gerando um efeito positivo no resultado antes de IRPJ e CSLL da Companhia de R$507milhões. monitoramento dos pontos de existentes na Companhia.
O novo valor de débitos após aplicação das reduções relativas ao programa fiscal da Lei nº 11.941/09 foi compensado com Cabe ressaltar que, os Processos de Fechamento Contábil, Financeiro e Entity Level são corporativos e contemplam todas as empresas CSN,
depósitos judiciais relacionados a essas ações. Estes débitos ainda estão sujeitos à validação pelas autoridades competentes. exceto NAMISA, a qual possui estrutura própria para execução destes processos/atividades.
O saldo remanescente apurado pela Lei nº 11.941/09 será pago em 180 parcelas a partir da consolidação dos débitos pelas Código de Ética
autoridades. As Empresas CSN dispõem de um Código de Ética desde 1998. Esse Código é revisado e atualizado, sempre que necessário.
Já os débitos inscritos nos termos da Medida Provisória nº 470/09 estão sendo pagos em 12 parcelas e tiveram início em As entregas aos colaboradores são realizadas no treinamento de integração corporativa, em que é possível a discussão e o
novembro de 2009. esclarecimento de possíveis dúvidas.
O Código de Ética das Empresas CSN, além de reunir os padrões de conduta pessoal e profissional esperados nas relações
LUCRO LÍQUIDO mantidas com colaboradores, clientes, acionistas, fornecedores, comunidades, concorrentes e com o meio ambiente, é
também uma declaração de nossa conduta corporativa e dos nossos compromissos. Suas diretrizes são públicas e podem ser
No ano de 2009, o lucro líquido de R$2,60 bilhões foi inferior em R$3,17 bilhões em relação ao verificado no ano anterior, encontradas no website da CSN, no endereço: www.csn.com.br.
devido basicamente: Um dos aspectos tratados em nosso Código de Ética, desde sua criação, é a orientação sobre “Negócios com Ações da
 Ao efeito positivo não recorrente em 2008 do ganho de R$4,04 bilhões, decorrente da variação percentual de equivalência Empresa”.
patrimonial referente à alienação de 40% do capital social da Namisa; Divulgação de Atos e Fatos Relevantes
 À redução de R$2,79 bilhões do lucro bruto, pelo impacto da crise econômica principalmente no 1S09; A CSN tem Política de Divulgação de Ato ou Fato Relevante, que determina que toda divulgação seja feita com dados fidedignos,
Estes fatores foram parcialmente compensados por: adequados e transparentes, com homogeneidade e dentro dos prazos previstos, tudo conforme estabelece a Instrução CVM nº
 Efeito positivo de R$0,84 bilhão em 2009, referente ao ganho na incorporação reversa da Big Jump pela Namisa; 358, de 3 de janeiro de 2002, que também atende à seção 409 - Divulgação em Tempo Real, da Sox.
 Melhora de R$2,53 bilhões no resultado financeiro líquido de 2009 em relação ao anterior. Todo ato ou fato relevante é divulgado aos mercados em que as ações da empresa são listadas em Bolsa. Esses mercados são
hoje o brasileiro (BOVESPA) e o norte-americano (NYSE).
INVESTIMENTOS Administração
Em 2009, os investimentos realizados pela CSN atingiram a marca de R$1,9 bilhão, sendo que na controladora totalizaram A CSN é controlada pela Vicunha Siderurgia S.A., que detém aproximadamente 46% do capital total da empresa. A
R$1,2 bilhão, tendo como principais destinos os seguintes projetos: administração compete ao Conselho de Administração e à Diretoria Executiva.
 Expansão da mina de Casa de Pedra: R$426 milhões; Assembleia Geral de Acionistas
 Manutenção e reparos: R$326 milhões; Uma vez por ano, conforme estabelece a legislação, a Assembleia Geral de Acionistas, órgão soberano, reúne-se ordinariamente
 Melhorias tecnológicas: R$162 milhões; para deliberar, entre outras matérias, sobre a eleição dos membros do Conselho de Administração, a apresentação das contas
 Expansão do Porto de Itaguaí: R$47 milhões; pelos administradores, as demonstrações financeiras, a destinação do lucro líquido do exercício e a distribuição de dividendos.
 Plano de Obras: R$40 milhões. Sempre que necessário, a Assembleia Geral de Acionistas reúne-se extraordinariamente para deliberar sobre matérias que não
O saldo remanescente dos investimentos foi aplicado nas controladas e alcançaram R$696 milhões, distribuídos conforme a são de sua competência ordinária.
seguir: Conselho de Administração
 CSN Aços Longos: R$183 milhões; O Conselho de Administração é composto, atualmente, por 7 membros, sendo 5 membros independentes, e se reúne ordinariamente
nas datas previstas no calendário anual por ele aprovado e extraordinariamente, sempre que necessário. O mandato dos membros do
 CSN Cimentos: R$163 milhões; Conselho de Administração é de 1 ano, com possibilidade de reeleições.
 Transnordestina Logística: R$141 milhões; O papel do Conselho de Administração consiste em definir e acompanhar as políticas e estratégias da Companhia, acompanhar
 MRS Logística: R$125 milhões; os atos da Diretoria Executiva e decidir sobre assuntos relevantes para os negócios e operações da CSN. É responsável pela
eleição da Diretoria Executiva e pode, se necessário, criar comitês especiais de assessoramento para auxílio na execução de
 NAMISA: R$40 milhões. suas atividades.
CAPITAL DE GIRO Diretoria Executiva
A gestão da CSN e a condução geral de seus negócios são realizadas pela Diretoria Executiva, conforme as políticas e
Ao final de dezembro de 2009, o montante de capital de giro aplicado no negócio era de R$2,2 bilhões, representando um estratégias definidas pelo Conselho de Administração. A Diretoria Executiva é formada atualmente por 5 diretores executivos,
crescimento de 8% em relação ao saldo no final de dezembro de 2008. O decréscimo no saldo de passivos (R$1,1 bilhão) sendo um deles Diretor-Presidente. A Diretoria Executiva se reúne periodicamente, ficando a cargo de cada Diretor Executivo
deve-se em grande parte à diminuição do saldo de “Fornecedores” (R$1,4 bilhão) decorrente do aumento de pagamentos à determinadas operações, processos fundamentais e/ou negócios da empresa. O mandato dos Diretores Executivos é de 2 anos,

 CONTINUAÇÃO
CNPJ nº 33.042.730/0001-04
 CONTINUA

permitida a reeleição. grande renome nacional, para as quais foram indicados profissionais oriundos do Programa de Trainee 2006. Esta ação foi
Comitê de Auditoria integralmente patrocinada pela CSN.
O Comitê de Auditoria tem autonomia para a tomada de decisões no que se refere às disposições da Lei Sarbanes-Oxley - O Programa Capacitar tem como objetivo investir na capacitação de jovens profissionais com idade entre 18 e 24 anos que
Seções 301 e 407. Algumas de suas atribuições principais são: revisar, considerar e recomendar ao Conselho de Administração concluíram o ensino médio, qualificando-os para o ingresso no mercado de trabalho, na área de Mineração e Siderurgia; contou
a indicação, remuneração e contratação de auditor externo, bem como supervisionar a atuação das auditorias interna e externa. com a participação de 461 jovens.
Com relação à contratação de auditores externos, são adotados procedimentos visando assegurar que não ocorram conflitos de O Programa de Aprendizagem visa qualificar e incorporar à formação de jovens, competências que favoreçam o prosseguimento
interesse, dependência ou perda de objetividade do auditor no seu relacionamento com a CSN. de seus estudos, ampliando a perspectiva de inserção e permanência do aprendiz no mercado de trabalho, além de oferecer
Auditoria Interna cursos profissionalizantes organizados em parceria com o SENAI. Em 2009, contou com a participação de 169 jovens
A CSN dispõe de serviços de Auditoria Interna, com atuação independente, conforme definido no estatuto da empresa. Realiza aprendizes.
exames, análises, levantamentos e comprovações, com adoção de procedimentos de auditoria geralmente aceitos, em todas Em 2009, iniciou-se um Programa de Desenvolvimento voltado aos Supervisores e Coordenadores, com o objetivo de fortalecer
as empresas CSN, com objetivo de avaliar a integridade, adequação, eficácia e economicidade dos processos, bem como a a cultura CSN, alinhando conhecimentos e criando sinergia entre os gestores do Grupo, visando formar uma liderança
efetividade dos controles internos. Os trabalhos da Auditoria Interna são definidos conforme Matriz de Riscos e aprovados pelo sustentável, baseada na visão e valores da organização.
Comitê de Auditoria. Os seus resultados também são acompanhados por este Comitê. Gestão de Competências
Auditores Independentes A CSN desenvolve ações que visam o acompanhamento dos níveis de competências de seus colaboradores. As competências
No exercício de 2009, os auditores independentes que prestam serviços para a CSN e suas controladas - a KPMG Auditores são o conjunto de conhecimentos, habilidades e atitudes demonstradas pelo colaborador, com foco no presente.
Independentes - foram contratados para serviços adicionais ao exame das demonstrações financeiras. Em 2009, foi realizado a revisão do modelo de avaliação por competências, deixando-o alinhado aos objetivos estratégicos da CSN, além
É entendimento tanto da Companhia quanto dos seus auditores independentes que tais serviços representados basicamente de buscar características fundamentais da alta performance para o nível superior e executivo.
por trabalhos de due dilligence, laudo de avaliação, treinamento e suporte técnico e revisões do preenchimento de declarações Foram definidas 10 novas competências e divididas em três blocos: Core (“Competências Essenciais”), Sustentabilidade e
do imposto de renda, não afetam a independência dos auditores. Os serviços adicionais contratados não ultrapassam 5% do Negócios. Este instrumento irá suportar a identificação dos talentos da organização, subsidiando a tomada de decisão em
valor total dos honorários de auditoria externa. relação aos recursos, bem como ações de treinamento e desenvolvimento.
Os serviços prestados pelos auditores externos, em adição ao exame das demonstrações financeiras, são previamente O Programa Rumo Certo (avaliação de competências para o nível operacional), que teve início em 2008 na Unidade de Volta
apresentados ao Comitê de Auditoria, para que se conclua, à luz da legislação pertinente, se tais serviços, pela sua natureza, Redonda, em 2009, foi estendido para a Prada Distribuição, e em breve será implantado em todas as unidades.
não representam conflito de interesse ou afetam a independência e objetividade dos auditores independentes. Participação nos Resultados
Nos termos da Instrução CVM 480/09, em ata de reunião realizada em 24 de fevereiro de 2010, a Diretoria Executiva declara O Programa de Participação nos Resultados, busca assegurar melhoria contínua dos resultados da empresa e o aumento na geração de
que discutiu, reviu e concordou com as opiniões expressas no parecer dos auditores independentes e com as demonstrações valor ao acionista através da ênfase em gestão da performance na execução da estratégia.
financeiras relativas ao exercício social encerrado em 31 de dezembro de 2009. Os gestores e colaboradores são avaliados pelos indicadores de resultados da empresa, da unidade de negócio em que estão
inseridos, de desempenho específico e comportamental, sempre alinhados aos mapas estratégicos e ao GVA®.
5 GESTÃO DE RISCOS Tal balanceamento entre os resultados permite que a remuneração variável seja baseada na efetiva contribuição de cada área
A CSN atua em um mercado globalizado e cada vez mais complexo. Está, portanto, exposta a diversos riscos, que podem na realização das metas estratégicas definidas pela empresa, garantindo a premiação dos melhores desempenhos.
afetar seu desempenho e consequentemente suas estratégias. Visando aprimorar o monitoramento dos riscos inerentes a esta Segurança no Trabalho
exposição, a Companhia possui uma área de Riscos Corporativos, a qual é formada por profissionais especializados. A CSN promove ações fortes em prol da segurança do trabalho, zelando por um ambiente seguro e saudável. Trata a segurança no trabalho
A área de Riscos Corporativos da CSN tem como objetivo principal a identificação, mensuração e monitoramento dos riscos e com prioridade, tendo-a como um valor inegociável. As áreas têm como diretriz administrativa não operarem caso haja risco para o
níveis de Governança Corporativa, garantindo o atendimento aos requisitos da Lei Sarbanes-Oxley (seções 302 e 404), além colaborador. O preceito é que “se algo não pode ser feito com total segurança, não faça!”. Acredita no colaborador como principal gerador
de manter a Administração da Companhia e seus acionistas informados sobre os riscos inerentes aos processos de negócio. de valor para a companhia, priorizando educá-lo, para que aprenda a cuidar de si próprio, de seu próximo e do ativo da empresa, mediante
A Companhia atua na gestão de riscos visando minimizar o impacto em seus negócios, considerando, entre outros, aspectos comportamentos e ações seguras.
econômicos, financeiros, fiscais e regulatórios, no Brasil e no exterior. O Sistema de Gestão de Segurança e Saúde Ocupacional adotado pela CSN, é parte integrante do processo produtivo e
Os controles internos existentes na CSN, responsáveis pela mitigação dos riscos, são executados pelas áreas operacionais e diretriz fundamental no programa de qualidade total, trata a segurança no trabalho com prioridade e seu objetivo é garantir
monitorados pelas áreas de Riscos Corporativos, Auditoria Interna, vinculada ao Conselho de Administração da Companhia e a segurança e a saúde dos colaboradores próprios e contratados. A CSN adota os seguintes procedimentos de suporte ao
pelos Auditores Externos Independentes. processo de segurança: Visitas Diárias ao Posto de Trabalho, Padronização, Programa de Qualidade Total focado em 5 SENSUS-
Os riscos descritos abaixo são aqueles conhecidos pela CSN e que atualmente podem afetar de maneira negativa os negócios 5S: seleção, limpeza, ordenação, higiene e auto disciplina, Relato e Tratamento de Anomalias, Certificação de mão-de-obra,
da Companhia. Diagnóstico de Trabalho Operacional, Análise Crítica do Processo, Manual de Comportamento Seguro, Programa de Auditoria
Riscos de Mercado Comportamental - Pare e Observe, Procedimentos de adequação das condições de uso do espaço de trabalho, Análise de Risco
O setor siderúrgico é, por natureza, bastante cíclico devido às oscilações de demanda e oferta, causadas por flutuações e Auditorias. Essas atividades são acompanhadas através dos seguintes comitês: Central (diretoria executiva de produção e
macroeconômicas em nível mundial. Quedas expressivas de demanda por aço nos mercados atendidos pela Companhia, no gerências gerais), Tático (gerências gerais e gerências) e Operacional (gerências e supervisões).
Brasil e no exterior, podem causar impacto em suas operações, que acompanham as tendências dos setores automotivo, de Dentre as várias ações contempladas em nosso sistema destacamos:
construção civil, de utilidades domésticas e de embalagens. 1 - Centro de Treinamento de Segurança, com o objetivo de reduzir o número de acidentes causados por falha na percepção de
A Companhia, no entanto, costuma atravessar esses ciclos sem grandes impactos nos negócios, uma vez que possui vantagem riscos, através da simulação prática para sensibilização do trabalhador na execução das atividades de forma segura.
competitiva de custo de produção, por operar de forma integrada, contemplando, entre outros, mineração, transporte ferroviário, 2 - Comportamento Seguro no Trajeto - programa que visa conscientizar os colaboradores sobre a segurança no trânsito, no
operações portuárias e energia elétrica. deslocamento entre a residência e o local de trabalho.
3 - Implementação do projeto de auditoria trimestral baseado na referência SUMITOMO - tem como objetivo promover
Riscos de Fornecimento de Matérias-primas a mudança e o aculturamento das pessoas a um ambiente de organização, limpeza, higiene e disciplina, fatores básicos
A Companhia possui uma operação totalmente integrada, sendo autossuficiente na produção de aço. Neste sentido, os únicos condicionando a autodisciplina.
insumos adquiridos de terceiros (mercado externo) são carvões (100%) e coque (cerca de 25% do consumo), além do zinco e A CSN vem buscando sistematicamente a melhoria contínua do Sistema de Gestão de Segurança e Saúde Ocupacional adotado
alumínio, adquiridos no mercado interno. pela empresa, obtendo com isso a redução na taxa de frequência e taxa de gravidade de acidentes com pessoal próprio e
A operação da Companhia é considerada integrada por utilizar recursos de empresas do grupo, como CSN - Casa de Pedra, contratado.
NAMISA, Arcos e ERSA (mineradoras), MRS e Transnordestina Logística (transporte ferroviário), CSN Energia (energia elétrica)
e Sepetiba Tecon (operações portuárias). 8 RESPONSABILIDADE SOCIAL
Adicionalmente, para se proteger de eventuais práticas abusivas de preço por parte de seus fornecedores, a Companhia procura
diversificar a procedência dos insumos importados (carvão e coque). Responsabilidade Social Empresarial
Riscos de Concorrência A CSN desenvolve políticas socialmente responsáveis de grande alcance nas comunidades onde atua. Estes projetos, hoje concentrados na
Há alguns anos a siderurgia mundial vive momentos de intensa transformação, marcados por fusões e aquisições que buscam aumentar a Fundação CSN, fortalecem vínculos com a população e demonstram o compromisso da Companhia com o desenvolvimento local. Entre os
competitividade, por meio da redução de custos. O Brasil não está imune a esse movimento. anos de 2006 e 2009 foram investidos mais de R$ 67 milhões em projetos dessa natureza. No ano de 2009 os investimentos totalizaram
A CSN busca estar cada vez mais próxima de seus clientes, oferecendo-lhes produtos de maior valor agregado e mais adequados R$14 milhões. As iniciativas abrangem as áreas de educação, saúde, cultura e esporte e sempre em parceria com instituições rigorosamente
às suas necessidades, em relação à qualidade, ao serviço e aos prazos de entrega. Visando atender com eficiência aos selecionadas.
mercados nacional e internacional, a Companhia adquiriu participação em duas laminadoras - CSN LLC, nos EUA e Lusosider, Para além das iniciativas propostas e executadas diretamente pela Fundação, a CSN patrocinou projetos culturais e de
em Portugal. A presença na América do Norte e na Europa garante, a longo prazo, expansão e estreitamento de laços com assistência social, por meio de incentivos fiscais, para projetos e instituições de excelência. Entre esses projetos, podemos
clientes estrangeiros. destacar: Orquestra Filarmônica de Israel; Circuito Indústria Cultural do SESI de Minas Gerais, livro de Direitos Humanos:
Riscos Cambiais Imagens do Brasil; TV Cultura, entre outros. A CSN patrocinou, ainda, produções cinematográficas que valorizam aspectos
Como opera e capta recursos no exterior, a Companhia tem parte de suas receitas (exportação) e despesas (importação de culturais e sociais da sociedade brasileira, como: o “Contador de Histórias”, “Garapa”, “Abaixo a ditadura ou os melhores anos
insumos - carvão e coque - e equipamentos) em moeda estrangeira. da nossa vida”, “De corpo Inteiro” e “Tropa de Elite II”.
Como resultado, a Companhia está sujeita a variações de taxas de câmbio e juros e administra o risco das flutuações dos Na área de Assistência Social, a CSN apoiou projetos de instituições inscritas junto aos Conselhos Municipais de Direito da
valores em reais que serão necessários para pagar as obrigações em moeda estrangeira, utilizando instrumentos financeiros Criança e do Adolescente nos estados de São Paulo, Minas Gerais, Rio de Janeiro, Mato Grosso do Sul e Acre. O foco desses
diversos, incluindo caixa aplicado em dólares e derivativos (contratos derivativos sem alavancagem financeira, a exemplo de projetos é a atenção às crianças e aos jovens em situação de vulnerabilidade social. Entre as entidades apoiadas, podemos
opções de compra e venda), principalmente swaps e contratos futuros. destacar: ACTC (Associação de Assistência à Criança e ao Adolescente Cardíacos e aos Transplantados do Coração); GRAAC
(Grupo de Apoio ao Adolescente e à Criança com Câncer); Casa Taiguara e o Projeto Caminhada e Corrida contra o Câncer,
Riscos Ambientais em prol do Hospital do Câncer de Barretos. No Acre, o projeto beneficiou crianças desnutridas com a distribuição de farinha
As siderúrgicas geram empregos e produtos que impulsionam a economia brasileira, mas também produzem resíduos e múltipla.
efluentes que podem causar danos ao meio ambiente. Por isso, são obrigadas a cumprir uma série de exigências da rígida A seguir, os principais programas sociais realizados diretamente pela Fundação CSN com apoio da Companhia e que atenderam
legislação ambiental brasileira, que visa controlar as emissões atmosféricas, os efluentes hídricos e a manipulação e destinação mais de 115 mil pessoas em 2009:
dos resíduos sólidos, para resguardar a saúde humana e ambiental.
Mais que atender às exigências da legislação, a CSN adota uma postura preventiva e pró-ativa nas questões ambientais, Ensino Profissionalizante
buscando antecipar eventuais riscos e/ou problemas. A Escola Técnica Pandiá Calógeras (ETPC), localizada em Volta Redonda (RJ), prepara profissionais para o mercado de trabalho e
também para o Vestibular, já tendo garantido o ingresso de muitos jovens nas universidades.
Riscos Legais Em 2009, foram 1.072 alunos matriculados e a ETPC ofereceu 273 bolsas de estudo integrais, 116 parciais de 50% e 33
A CSN tem ações na Justiça referentes a reclamações cíveis, trabalhistas e ambientais, além de cobrança de impostos e parciais de 60%.
contribuições federais, estaduais e municipais. Com relação a esses processos, a Companhia tinha ao final de 2009, cerca O Centro de Educação Tecnológica General Edmundo Macedo Soares e Silva (CET) marca presença na Cidade de Congonhas
de R$3,1 bilhões provisionados e R$1,5 bilhão em depósitos judiciais, mas não existe certeza quanto a resultados favoráveis (MG). Há mais de 47 anos, a instituição contribui para a formação e capacitação profissional técnica dos estudantes, oferecendo
nesses processos, mesmo porque podem vir a ser julgados improcedentes. profissionais de qualidade para as empresas da região do Alto Paraopeba.
A Companhia procura também atenuar seus riscos legais através de procedimentos de consultoria preventiva, acompanhamento Em 2009, foram matriculados 730 alunos e o CET ofereceu 55 bolsas integrais e 20 parciais para cursos regulares, 24
da legislação, participação em consultas públicas referentes a processos de elaboração e aperfeiçoamento de normativos que integrais para cursos de qualificação. Realizou ainda o Curso Capacitar, em parceria com a CSN, Operador de Mineração, com
impactem suas atividades, e presença em órgãos de classe e entidades representativas empresariais. 15 bolsas integrais.
Riscos de Seguros O Projeto Hotel-Escola Bela Vista oferece capacitação em serviços de hotelaria para jovens, em situação de risco social, da
Visando a adequada mitigação dos riscos e face à natureza de suas operações, a Companhia e suas Controladas contratam vários tipos região Sul-Fluminense, na faixa etária de 18 e 25 anos. O curso contempla os módulos de governança, recepção, cozinha,
diferentes de apólice de seguros. As apólices são contratadas em linha com a política de Gestão de Riscos e são similares aos seguros eventos, manutenção preventiva, orientação profissional, garçom, higiene e manipulação de alimentos, empreendedorismo,
contratados por outras empresas do mesmo ramo de atuação da CSN e suas Controladas. As coberturas destas apólices incluem: informática, atendimento ao cliente e oficina experimentando.
Transporte Nacional, Transporte Internacional, Responsabilidade Civil Transportador, Importação, Exportação, Seguro de Vida e Acidentes A cada semestre, por meio de publicação de edital, são selecionados 80 jovens para participar do projeto. Importante ressaltar
Pessoais, Saúde, Frota de Veículos, D&O (Seguro de Responsabilidade Civil Administradores), Responsabilidade Civil Geral, Riscos de que a região conta com grande demanda por mão-de-obra qualificada para serviço de hotelaria, de maneira que os jovens que
Engenharia, Riscos Diversos, Crédito a Exportação, Seguro Garantia e Responsabilidade Civil Operador Portuário. passam pelo Hotel Escola saem do curso já empregados por hotéis, restaurantes, hospitais e empresas de eventos da região.
A Companhia renovou também os seguros de Danos Materiais e Lucros Cessantes para suas Unidades e Controladas com as seguintes Projetos socioculturais
exceções: Usina Presidente Vargas - UPV, Casa de Pedra, Mineração Arcos, CSN Paraná, Terminal de Carvão TECAR (possui Danos Projeto Garoto Cidadão
Materiais), que encontram se em fase de negociação com seguradoras e resseguradores no Brasil e no exterior para a obtenção, colocação O objetivo do projeto é estimular o desenvolvimento social, educacional e emocional de seus participantes - e, assim, favorecer
e integralização destas demais apólices. a formação de cidadãos bem informados, sensibilizados para perceber o mundo com consciência crítica. Implantado em 1999,
Riscos de Crédito o projeto é voltado para crianças e adolescentes da rede pública de ensino (entre 6 e 16 anos) em situação de vulnerabilidade
A exposição ao risco de crédito com instrumentos financeiros é administrada pela restrição de contrapartes em instrumentos social. O projeto acontece em parcerias com os governos locais e funciona no contra turno da escola. O projeto oferece, para
derivativos para instituições financeiras de grande porte, com respeitável qualidade de crédito. Dessa forma, a administração crianças e adolescentes, aulas da música, dança, inclusão digital e reforço escolar.
acredita que o risco de não cumprimento pelas contrapartes é insignificante. O projeto completou, em 2009, 1.110 atendimentos e ampliou sua área de atuação para quatro estados brasileiros. Em 2009
o projeto esteve presente em Araucária (PR), com duas unidades; Congonhas e Arcos (MG), Mogi das Cruzes (SP) e Itaguaí
6 INOVAÇÃO (RJ).
Atender às novas demandas do mercado investindo em projetos inovadores visando surpreender os clientes com soluções O custo per capita por mês do projeto passou de R$ 173 em 2008 para R$ 137 em 2009, uma redução de 21%, resultado da otimização
criativas envolvendo produtos e serviços de alto padrão - esta é uma das principais linhas de ação da CSN para consolidar o dos recursos do projeto, sem perda na qualidade do atendimento. O número de beneficiados foi ampliado, passando de 845 em 2008 para
crescimento e sua participação no mercado. 1.110 crianças e adolescentes em 2009. O atendimento se deu em cinco diferentes municípios brasileiros (Itaguaí-RJ, Congonhas-MG,
Pesquisa e Desenvolvimento Arcos-MG, Araucária-PR e Mogi das Cruzes-SP).
A CSN, empresa líder no Brasil em produtos siderúrgicos planos revestidos de alto valor agregado, tem investido continuamente Um Caminhão para Ziraldo - Ziraldo de A a Z
nas melhorias de seus processos, produtos e serviços. Nas suas atividades destaca-se a forte atuação em desenvolvimento de O Projeto “Um Caminhão para Ziraldo” objetiva o desenvolvimento de jovens das mais diversas regiões do país, formando
novos produtos e aplicações que atendam as necessidades atuais e futuras do mercado. Um projeto que demonstra o caráter público para a arte cênica e estimulando o hábito da leitura e da escrita, além de difundir o ECA (Estatuto da Criança e do
inovador e pioneiro da CSN, é o desenvolvimento do aço pré-pintado para Tanques de Combustíveis Organo-Metálicos aplicados Adolescente) e conceituar o valor da cidadania.
em automóveis, substituindo os tanques de plásticos, com demanda já superando o patamar de 475 mil tanques por ano. O Um caminhão, especialmente adaptado para se transformar em palco de teatro, leva por todo o país a obra do autor. Entre
projeto foi concebido com novo aço base e aplicação de revestimento em Linha de Pintura contínua no “estado da arte” em 2006 e 2009, o Projeto percorreu 20 unidades da federação levando ainda mais entretenimento e cultura ao público desses
suas instalações da CSN/PR Araucária, com propriedades de maior resistência a corrosão, conformabilidade e soldabilidade. locais. Estima-se que ao todo as apresentações do Caminhão foram assistidas por mais de 360 mil pessoas.
Outro projeto desenvolvido e que vem encontrando grande aceitação no mercado é o aço laminado a frio “CSN Extra Fino®” para novas Centro Cultural Fundação CSN
aplicações em produtos da linha branca e móveis de aço respondendo a uma tendência mundial. Com o objetivo de disseminar e ampliar o acesso da comunidade de Volta Redonda ao desenvolvimento de valores culturais,
No segmento de embalagens, a CSN investiu na consolidação e montagem de um Centro de Inovação, que permite, maior o Centro Cultural tem o desafio da transformação social através da cultura. Suas ações envolvem a promoção de seminários,
proximidade com os clientes e envasadores apresentando novas propostas, conceitos e design, em embalagens expandidas com oficinas, workshops, palestras, exposições, recitais e concertos.
formatos chamativos e inovadores. Somente neste campo foram depositados 19 novos pedidos de patente no INPI em 2009. O Projeto Galeria de Arte, por meio de suas exposições, cursos, oficinas comunitárias e seminários, estimula e promove artistas
Com algumas destas inovações a CSN foi premiada no evento Innovation Day promovido pela Nestlé. que trazem propostas inovadoras de arte contemporânea, aliando a investigação e o debate da prática artística.
No segmento automotivo destaca-se o desenvolvimento do aço Dual Phase, que tem como característica principal a redução de Orquestra Sinfônica Jovem da Fundação CSN
peso dos automóveis que permite à indústria fabricar veículos mais leves, seguros e com redução de emissão de CO2. O projeto O Projeto Orquestra Sinfônica Jovem e Orquestra Experimental tem como sede o Centro Cultural da Fundação CSN, na cidade
capacita a CSN para o fornecimento de um novo produto de alta resistência mecânica e grande potencial de uso. Além do aço de Volta Redonda. A Orquestra é composta por 80 jovens músicos em situação de vulnerabilidade social, selecionados através
Dual Phase, foram desenvolvidos novos aços de alta resistência tais como Bake Hardening, aços refosforados e microligados, de pré-requisitos divulgados por meio de edital para seleção.
bem como novos aços de elevada conformabilidade, para peças expostas, como o Aço Super Ultra Baixo Carbono estabilizado Os participantes são inseridos na formação orquestral, complementando o aprendizado com as atividades das oficinas de canto
ao Titânio. coral, técnica vocal, teoria e percepção musical e história da música.
No ano de 2009 foram investidos R$40 milhões nas atividades de Pesquisa & Desenvolvimento. A CSN, sendo uma Companhia Em 2009, a Orquestra apresentou os seguintes espetáculos: Concerto com Renato Teixeira; Arca de Noé; Encontro de
de vanguarda, tem o compromisso de buscar a inovação tecnológica, melhoria contínua e sistêmica de seus processos Orquestras e Beatles Sinfônico. Os três primeiros eventos foram apresentados em Volta Redonda (RJ). Já as apresentações do
produtivos e a geração de produtos atrativos ao mercado. Beatles Sinfônico ocorreram nas cidades de Arcos, Congonhas e Belo Horizonte (MG); em São Paulo (SP) e também em Volta
A empresa também mantém dedicado esforço no desenvolvimento tecnológico na área de mineração, investindo nos estudos e na Redonda (RJ). Ao todo, mais de 12 mil pessoas assistiram às apresentações da orquestra.
aplicação de novas tecnologias de processamento mineral com o objetivo de aumentar a qualidade dos seus produtos e o aproveitamento Oficinas Culturais
do minério lavrado através do incremento na recuperação mássica dos processos. Em paralelo, parte dessas novas tecnologias está As oficinas culturais são formadas por produtores e artistas, entre músicos, atores, pintores e dançarinos, possibilitando que
viabilizando projetos para beneficiamento dos atuais rejeitos da planta de beneficiamento de Casa de Pedra, transformando parte deles crianças, jovens e adultos, tenham acesso a atividades culturais em áreas como música, teatro e artes visuais. Em 2009, as
em produto pellet feed fines. Uma terceira linha de pesquisa consolidada nos últimos anos é a apresentação de viabilidade para os oficinas atenderam cerca de 1.200 pessoas.
projetos de plantas de beneficiamento para a produção de pellet feed fines a partir dos itabiritos pobres disponíveis na Mina Casa de Projeto Fonoteca
Pedra, onde grande parte deles até então eram considerados estéril dentro do corpo mineralizado. A Fundação possui um valioso acervo fonográfico, composto por 16.000 discos de 33 e 78 rotações e mais 3.000 partituras,
7 PESSOAS material da extinta Rádio Siderúrgica Nacional, de Volta Redonda. O acervo, restaurado e digitalizado, é disponibilizado para
a comunidade para fins de pesquisa, lazer e preservação da memória do rádio. O projeto conta ainda com um rádio web para
Após intensificar seus esforços no sentido de alinhar cada vez mais seu modelo de Gestão de Pessoas com a cultura de socializar o acesso a esse precioso acervo. Em 2009, foi lançado o Catálogo Fonoteca, que está disponível para pesquisa no
maximização da geração de valor, em 2009 a CSN enfatizou o desenvolvimento e a capacitação de seus colaboradores, no Centro Cultural da Fundação CSN.
intuito de sustentar projetos de expansão em cada um dos seus segmentos. Projeto de Saúde Oral
As políticas e suas respectivas gestões são, além de compatíveis com o ambiente competitivo, fortemente orientadas para a O Projeto Rindo à toa é voltado para as crianças das Escolas da Rede Pública Municipal, até a 4ª série do Ensino Fundamental
performance e liderança, tendo como suporte os conceitos de aprendizagem e disseminação do conhecimento. e apresenta a odontologia em seus aspectos educativos e preventivos.
A empresa - CSN e controladas encerraram 2009 com 16.974 colaboradores. Este número representa um incremento de 8,6% O objetivo é motivar e estimular as crianças, assim como o corpo docente, na prática da promoção da saúde oral, adequando
em relação aos 15.629 colaboradores registrados no ano anterior. cada faixa etária à sua realidade e ritmo de evolução.
Comunicação interna Em 2009, o Projeto completou mais de 60 mil atendimentos, com visitas realizadas em cidades do Rio de Janeiro, Paraná,
A CSN dispõe de diversos canais de comunicação com seus colaboradores. A intranet CSN reúne informações sobre a empresa São Paulo e Minas Gerais.
e suas práticas, com livre consulta ao código de ética, manual da organização e manual do comportamento seguro, entre
outros. 9 RESPONSABILIDADE AMBIENTAL
Os informativos corporativos e setoriais são divulgados por e-mail, arquivados na intranet e distribuídos nos murais das A Responsabilidade Ambiental integra a Missão e os Valores da CSN e é pilar de sua estratégia de negócio. A CSN busca em
unidades. Os colaboradores também são atualizados sobre os projetos da empresa por meio de jornal trimestral, com tiragem seu dia a dia a melhoria contínua de seus processos, de forma a obter ganhos consistentes em seu desempenho ambiental.
de 20 mil exemplares e de campanhas internas, divulgadas em outdoors e banners nas unidades. Além da Certificação Ambiental ISO 14.001 em suas principais unidades, a CSN busca constantemente a integração de seus
Em 2009, a CSN reformulou o jornal, com novo nome e projeto gráfico e sua periodicidade passou a ser bimestral. processos, eliminando desperdícios e aumentando a eficiência energética de suas unidades industriais.
Alinhada às boas práticas de comunicação corporativa, a CSN disponibiliza endereços de e-mail específicos para contatar Em suas operações, a CSN busca a consolidação de iniciativas sustentáveis de desenvolvimento local e regional, integrando os
diversos departamentos da empresa, tais como: comunicação, assessoria de imprensa, auditoria interna e comitê de ética e diferentes interesses das partes envolvidas.
divulga um número de telefone gratuito para denúncias de desvios de conduta. Em 2009, foram desembolsados R$290 milhões em projetos ambientais, entre investimentos de capital e custeio.
Capacitação e desenvolvimento
A CSN investe em projetos de atração e retenção de talentos, desenvolvimento e qualificação profissional de forma a contribuir 10 DECLARAÇÕES SOBRE PROJEÇÕES E PERSPECTIVAS FUTURAS
no crescimento das pessoas e da organização.
Em 2009, a empresa concedeu 252 bolsas parciais para estudantes de curso superior de forma a contribuir no crescimento Este documento contém afirmações sobre o futuro que expressam ou sugerem expectativas de resultados, desempenho ou
profissional e pessoal dos colaboradores. eventos. Os resultados, desempenho e eventos reais podem diferir significativamente daqueles expressos ou sugeridos pelas
O programa de estágio é direcionado para estudantes de cursos superiores e técnicos das mais diversas especialidades, tendo afirmações sobre o futuro em função de vários fatores, tais como: condições gerais e econômicas do Brasil e de outros países,
como principal objetivo integrar os jovens ao mundo corporativo. Em 2009, contamos com aproximadamente 500 vagas taxa de juros e câmbio, renegociações futuras e pagamento antecipado de obrigações ou créditos em moeda estrangeira,
preenchidas em todas as unidades do Grupo. medidas protecionistas nos EUA, Brasil e outros países, mudanças em leis e regulamentos e fatores competitivos em geral (em
Os trainees que ingressaram no Programa em 2008, durante 2009 participaram de diversas ações de desenvolvimento. escala global, regional ou nacional).
A intenção é desenvolvê-los, para em curto espaço de tempo ocuparem posições seniores na organização, suportando as As informações financeiras da Companhia Siderúrgica Nacional aqui apresentadas estão de acordo com os critérios da
demandas das diversas áreas de negócio. legislação societária brasileira, a partir de informações financeiras auditadas. As informações não financeiras, assim como
Em relação ao desenvolvimento e retenção de talentos, foram disponibilizadas 13 vagas para MBA em instituições de outras informações operacionais, não foram objeto de auditoria por parte dos auditores independentes.

 CONTINUAÇÃO
CNPJ nº 33.042.730/0001-04
 CONTINUA

Nota Consolidado Controladora Nota Consolidado Controladora


ATIVO Explicativa 2009 2008 2009 2008 PASSIVO E PATRIMÔNIO LÍQUIDO Explicativa 2009 2008 2009 2008
Circulante Circulante
Disponível 7 142.045 232.065 31.023 68.753 Fornecedores 504.223 1.939.205 337.444 1.669.447
Contas a receber controladas 6 13.798 73.583 1.031.593 1.144.854 Empréstimos e financiamentos 15 1.160.407 2.916.759 1.679.464 2.683.841
Contas a receber terceiros 8 1.172.517 1.012.974 388.842 418.391 Debêntures 15 e 16 30.659 44.428 21.592 33.947
Títulos e valores mobiliários 7 7.944.697 8.992.048 2.841.896 1.200.793 Contas a pagar - empresas controladas 74.691 36.261 200.152 109.911
Estoques 9 2.588.946 3.622.775 1.955.541 2.664.862 Salários e contribuições sociais 134.190 117.994 89.685 75.649
IR/CSLL a compensar 438.483 128.055 366.928 26.999 Tributos a recolher 336.804 333.811 89.880 54.716
IR/CSLL diferidos 10 749.272 739.227 522.391 610.027 Tributos parcelados 20 582.190 249.930 547.292 229.471
Dividendos propostos a receber 42.890 369.981 305.391 Provisão fundo de pensão 57.158 54.818 57.158 54.818
Instrumentos financeiros equity swap 2.473.976 Dividendos propostos e JCP a pagar 23 1.562.085 1.790.642 1.561.713 1.769.348
Outros 518.836 1.011.107 245.192 158.600 Passivos contingentes líquidos de depósitos judiciais 21 83.462 91.710 75.423 84.650
13.568.594 18.328.700 7.753.387 6.598.670 Instrumentos financeiros equity swap 18 1.596.394
Não Circulante Outros 602.327 461.276 448.855 306.549
Realizável a longo prazo 5.128.196 9.633.228 5.108.658 7.072.347
IR/CSLL diferidos 10 1.112.299 753.831 377.153 620.120 Não Circulante
Outros tributos 236.852 302.831 153.578 189.401 Exigível a longo prazo
Créditos com controladas 479.120 1.201.162 404.841 Empréstimos e financiamentos 15 12.547.840 8.040.773 11.132.108 9.511.784
Depósitos judiciais 1.214.670 740.341 1.197.136 722.165 Debêntures 15 e 16 624.570 632.760 600.000 600.000
Títulos e valores a receber 212.486 376.374 27.139 90.711 Provisões líquidas de depósitos judiciais 21 1.568.966 2.521.551 1.495.091 2.442.131
Títulos e valores mobiliários 23.370 IR/CSLL diferidos 10 28.325
Despesas antecipadas 105.921 125.011 17.390 29.283 Tributos parcelados 20 437.231 795.052 277.050 631.813
Outros 278.814 192.414 162.717 28.396 Provisão para perda em investimentos 11 (72) 51.246 39.014
3.640.162 2.514.172 3.136.275 2.084.917 Contas a pagar empresas controladas 2.980.772 2.878.200 8.016.557 8.000.005
Permanente Outros 257.903 333.286 209.067 177.286
Investimentos 321.889 1.512 14.029.455 19.581.327 18.445.535 15.201.622 21.781.119 21.402.033
Investimentos em controladas 11 14.029.424 19.581.296 Participação de acionistas não controladores 83.060
Outros investimentos 11 321.889 1.512 31 31 Patrimônio líquido 4 e 22
Imobilizado 12 11.145.530 10.083.777 7.418.185 6.887.348 Capital social integralizado 1.680.947 1.680.947 1.680.947 1.680.947
Intangível 13 457.580 526.796 88.594 36.049 Reservas de capital 30 30 30 30
Diferido 14 33.469 42.482 28.514 34.531 Reservas de lucros 4.211.770 4.781.485 4.265.970 3.768.756
11.958.468 10.654.567 21.564.748 26.539.255 Ajuste de avaliação patrimonial (382.314) 200.127 (382.314) 1.298.729
Total do ativo não circulante 15.598.630 13.168.739 24.701.023 28.624.172 5.510.433 6.662.589 5.564.633 6.748.462
TOTAL DO ATIVO 29.167.224 31.497.439 32.454.410 35.222.842 TOTAL DO PASSIVO E PATRIMÔNIO LÍQUIDO 29.167.224 31.497.439 32.454.410 35.222.842
* As notas explicativas são parte integrante destas demonstrações financeiras

Nota Consolidado Controladora Consolidado Controladora


Explicativa 2009 2008 2009 2008 Receitas 2009 2008 2009 2008
RECEITA BRUTA Vendas mercadorias, produtos e serviços 14.708.726 18.857.359 11.472.219 14.496.904
Mercado interno 10.855.252 14.593.386 9.414.730 12.900.814 Outras receitas/despesas 787.212 4.154.931 790.334 4.164.628
Mercado externo 3.197.187 3.274.628 1.494.799 960.722 Provisão/rev. créds. liquidação duvidosa (125.943) (87.054) (120.209) (90.473)
14.052.439 17.868.014 10.909.529 13.861.536 15.369.995 22.925.236 12.142.344 18.571.059
DEDUÇÕES DA RECEITA BRUTA Insumos adquiridos de Terceiros
Tributos sobre vendas (2.997.574) (3.501.657) (2.205.914) (3.101.461) Custos prods., mercs. e servs. vendidos (7.596.065) (8.791.322) (6.194.709) (6.685.507)
Abatimentos e devoluções (76.501) (363.486) (99.255) (255.521) Materiais-energia-servs. terceiros-outros (1.388.024) (1.264.486) (958.837) (824.449)
(3.074.075) (3.865.143) (2.305.169) (3.356.982) Perda/recuperação de valores ativos (29.715) 159.852 (27.642) 177.450
RECEITA LÍQUIDA 24 10.978.364 14.002.871 8.604.360 10.504.554 (9.013.804) (9.895.956) (7.181.188) (7.332.506)
Custo dos produtos e serviços vendidos 24 (6.788.092) (7.023.504) (5.544.860) (5.434.460) Valor adicionado bruto 6.356.191 13.029.280 4.961.156 11.238.553
LUCRO OPERACIONAL BRUTO 4.190.272 6.979.367 3.059.500 5.070.094 Retenções
DESPESAS E RECEITAS OPERACIONAIS Depreciação, amortização e exaustão (787.249) (768.679) (573.530) (652.670)
Despesas com vendas (888.253) (775.624) (489.986) (517.935) Valor adicionado líquido produzido 5.568.942 12.260.601 4.387.626 10.585.883
Despesas gerais e administrativas (483.067) (498.159) (322.313) (329.148) Valor adicionado recebido em transferência
Outras despesas 26 (987.512) (740.768) (862.123) (430.980) Resultado de equivalência patrimonial (97.212) 450.749 (60.738)
Outras receitas 26 1.705.907 4.642.074 1.590.383 4.480.409 Receitas financeiras/variações cambiais ativas 101.223 2.138.251 (605.519) 1.381.310
(652.925) 2.627.523 (84.039) 3.202.346 Outros 629.260 20.800 634.080 20.718
LUCRO OPERACIONAL ANTES DOS 730.483 2.061.839 479.310 1.341.290
EFEITOS FINANCEIROS E Valor adicionado total a distribuir 6.299.425 14.322.440 4.866.936 11.927.173
DAS PARTICIPAÇÕES 3.537.347 9.606.890 2.975.461 8.272.440 DISTRIBUIÇÃO DO VALOR ADICIONADO
Receitas (despesas) financeiras líquidas 25 (1.305.551) (1.091.886) (2.477.682) (218.035) Pessoal 1.022.844 815.199 702.061 634.447
Variações monetárias e cambiais líquidas 25 1.054.174 (1.688.844) 1.795.792 (1.364.197) Remuneração direta 796.990 648.619 536.268 485.647
Resultado de equivalência patrimonial 11 (97.212) 450.749 (60.738) Benefícios 167.570 123.600 121.267 112.484
LUCRO ANTES DO IMPOSTO DE RENDA F.G.T.S. 58.284 42.980 44.526 36.316
E DA CONTRIBUIÇÃO SOCIAL 3.285.970 6.728.948 2.744.320 6.629.470 Impostos, taxas e contribuições 2.323.574 2.762.501 1.519.906 2.504.489
Imposto de renda e contribuição Federais 1.831.872 2.024.922 1.122.403 1.843.886
social correntes (581.735) (1.355.770) (270.649) (572.075) Estaduais 463.497 722.298 379.093 654.917
Imposto de renda e contribuição Municipais 28.205 15.281 18.410 5.686
social diferidos (109.323) 400.971 94.906 (283.264) Remuneração de capitais de terceiros 354.342 4.970.592 76.392 3.014.106
10 (691.058) (954.799) (175.743) (855.339) Juros 346.598 4.970.533 74.123 3.014.048
LUCRO ANTES DA PARTICIPAÇÃO DE Aluguéis 7.744 59 2.269 58
ACIONISTAS NÃO CONTROLADORES 2.594.912 5.774.149 2.568.577 5.774.131 Remuneração de capitais próprios 2.598.665 5.774.148 2.568.577 5.774.131
Participação de acionistas não controladores 3.753 Juros sobre o capital próprio 319.965 268.405 319.965 268.405
LUCRO LÍQUIDO DO EXERCÍCIO 2.598.665 5.774.149 2.568.577 5.774.131 Dividendos 1.500.000 1.500.000 1.500.000 1.500.000
Quantidade de ações em circulação Lucros retidos 748.612 4.005.725 748.612 4.005.726
no final do exercício (em milhares) 22 728.985 758.670 Eliminação de lucro nos estoques 30.088 18
Lucro por ação no final do exercício 3,52350 7,61086 6.299.425 14.322.440 4.866.936 11.927.173
* As notas explicativas são parte integrante destas demonstrações financeiras * As notas explicativas são parte integrante destas demonstrações financeiras

DEMONSTR AÇÕES DA MUTAÇÃO DO PATRIMÔNIO LÍQUIDO


Exercícios findos em 31 de dezembro de 2009 e 2008
(Em milhares de reais)

Reserva de Capital Reservas de Reavaliação Reservas de Lucros


Lucro na Ajustes de Total do
Capital Social Alienação de De Bens De Bens de De Lucros Ações em Lucros Avaliação Patrimônio
Integralizado Ações Próprios Controladas Legal Investimentos a Realizar Tesouraria Acumulados Patrimonial Líquido
SALDOS EM 31 DE DEZEMBRO DE 2007 1.680.947 30 4.360.515 225.038 336.190 1.768.320 (743.430) 7.627.610
Ajustes de exercícios anteriores
Reversão reserva de reavaliação - Adoção inicial da Lei nº 11.638/07 (4.360.515) (225.038) (4.585.553)
Reversão por prescrição de dividendos conf. Ata de 29/04/2008 297 297
Reversão por prescrição de juros sobre o capital próprio conf. Atas de 14 e 29/04/2008 56 56
Saldo ajustado 1.680.947 30 336.190 1.768.320 (743.430) 353 3.042.410
Lucro líquido do exercício 4.675.526 4.675.526
Destinações
Reserva de investimentos 2.725.172 (2.725.172)
Dividendos antecipados pagos em 12/08/2008 (R$0,21090 por lote de mil ações) (160.000) (160.000)
Juros sobre o capital próprio declarados (R$0,35378 por lote de mil ações) (268.405) (268.405)
Dividendos declarados (R$1,97714 por lote de mil ações) (1.500.000) (1.500.000)
Ajustes de avaliação patrimonial Lei 11.638/07
Ajustes acumulados de conversão 1.298.729 1.298.729
Ajustes ativo diferido (22.302) (22.302)
Recompra de ações em tesouraria (317.496) (317.496)
Cancelamento de ações em tesouraria (341.884) 341.884
SALDOS EM 31 DE DEZEMBRO DE 2008 1.680.947 30 336.190 4.151.608 (719.042) 1.298.729 6.748.462
Ajustes de exercícios anteriores
Reversão por prescrição de dividendos conf. Ata de 31/01/2006 268 268
Reversão por prescrição de Juros sobre o capital próprio conf. Ata de 28/04/2006 36 36
Efeito da variação cambial do exercício de 2008 conf. deliberação CVM nº 624/10 1.098.605 (1.098.605)
Constituição de lucros a realizar conf. AGE 30/04/2009 (2.493.493) 2.493.493
SALDO AJUSTADO EM 31 DE DEZEMBRO DE 2008 1.680.947 30 336.190 1.658.115 2.493.493 (719.042) 1.098.909 200.124 6.748.766
Lucro líquido do exercício 2.568.577 2.568.577
Destinações
Dividendos declarados (R$2,05766 por lote de mil ações) (1.500.000) (1.500.000)
Juros sobre o capital próprio (R$0,43892 por lote de mil ações) (319.965) (319.965)
Reserva de investimentos 561.657 (561.657)
Reserva de lucros a realizar 1.285.864 (1.285.864)
Ajustes de avaliação patrimonial Lei 11.638/07
Ajustes acumulados de conversão (619.323) (619.323)
Ajuste a valor de mercado reflexo - Investimento Riversdale Mining Limited 36.885 36.885
Recompra de ações em tesouraria conf. AGE 13/08/2009 (1.350.307) (1.350.307)
Cancelamento de ações em tesouraria conf. AGE 21/08 e 14/09/2009 (877.790) 877.790
SALDOS EM 31 DE DEZEMBRO DE 2009 1.680.947 30 336.190 1.341.982 3.779.357 (1.191.559) (382.314) 5.564.633
* As notas explicativas são parte integrante destas demonstrações financeiras

DEMONSTR AÇÕES DOS FLUXOS DE CAIX A


Para os períodos findos em 31 de dezembro de 2009 e 2008
(Em milhares de reais)
Consolidado Controladora Consolidado Controladora
Fluxo de caixa das atividades operacionais: 2009 2008 2009 2008 2009 2008 2009 2008
Lucro líquido do período 2.598.665 5.774.149 2.568.577 5.774.131 Encargos sobre empréstimos e financiamentos pagos
Ajustes para reconciliar o lucro líquido do período
com os recursos provenientes das atividades - Juros pagos (992.280) (805.046) (1.073.098) (698.278)
operacionais: - Juros sobre swap pagos (742.700) (317.991) (17.000) (396.424)
- Variações monetárias e cambiais líquidas (2.024.573) 2.640.046 (2.625.095) 1.588.025 (1.734.980) (1.123.037) (1.090.098) (1.094.702)
- Provisão para encargos sobre empréstimos Caixa líquido proveniente das atividades operacionais 3.370 3.983.934 (1.175.471) 3.891.850
e financiamentos 1.130.089 734.975 1.666.715 699.166 Fluxo de caixa utilizado nas atividades de investimentos:
- Depreciação/exaustão/amortização 787.249 840.303 573.530 652.670
- Resultado na baixa e alienação de bens 70.494 59.183 59.733 23.822 - Realização de Swap 248.966
- Resultado de participações societárias 97.212 (450.749) 60.738 - Redução de capital de sociedade controlada 5.948.849
- Ganho e Perda na variação percentual (835.115) (4.036.544) (819.927) (4.036.544) - Depósitos judiciais (737.041) (328.389) (702.598) (319.113)
- Participação dos acionistas não controladores (3.753) - Efeitos liquidos do Equity Swap 1.420.322 (656.476)
- Imposto de renda e contribuição social diferidos 109.324 (400.971) (94.906) 283.264 - Investimentos/AFACs (284.232) (40.937) (1.485.149) (8.310.253)
- Provisão Swap (88.986) (1.213.053) (51.722)
- Provisão passivo atuarial (47.622) (114.815) (47.622) (114.815) - Imobilizado (1.996.759) (2.305.347) (1.164.430) (1.217.660)
- Provisão para contingências 99.157 80.738 91.436 58.404 - Intangíveis (1.729)
- Outras provisões 435.622 288.331 381.869 244.959 - Diferido (118.705) (79.440)
2.230.551 4.749.554 1.303.561 5.182.098 Caixa líquido usado nas atividades de investimento (1.350.473) (3.449.854) 2.596.672 (9.926.466)
(Aumento) diminuição nos ativos: Fluxo de caixa proveniente das atividades de financiamento:
- Contas a receber (51.082) (434.943) (321.750) (653.856) - Empréstimos e financiamentos 7.671.696 5.831.674 5.946.354 10.185.700
- Estoques 926.260 (1.138.139) 598.805 (744.089)
- Créditos com controladas e coligadas (41.465) 614.296 - Recebimento pela emissão de ações 4.036.544
- Impostos a Compensar (313.697) (392.546) (354.068) (123.472) - Instituições financeiras - principal (2.783.313) (1.814.824) (2.384.724) (1.385.459)
- Outros 311.966 (537.709) 17.343 241.383 - Juros sobre capital próprio/dividendos (2.027.600) (2.274.565) (2.027.600) (2.274.565)
873.447 (2.503.337) (101.135) (665.738) - Ações em tesouraria (1.350.307) (317.498) (1.350.307) (317.498)
Aumento (diminuição) nos passivos: Caixa líquido usado nas atividades de financiamento 1.510.476 5.461.331 183.723 6.208.178
- Fornecedores (1.137.203) 322.676 (1.027.178) 452.858
- Salários e encargos sociais 15.257 7.681 14.037 2.752 Variação cambial sobre caixa e equivalentes de caixa (1.300.744) 861.349 (1.551) 350.869
- Tributos 263.734 460.596 269.107 (376.338) Aumento (redução) do caixa e equivalentes de caixa (1.137.371) 6.856.760 1.603.373 524.431
- Tributos parcelados - Refis (103.775) (103.500) Caixa e equivalentes de caixa no início do exercício 9.224.113 2.367.353 1.269.546 745.115
- Contas a pagar - empresa controlada 106.787 145.260 Caixa e equivalentes de caixa no final do exercício 8.086.742 9.224.113 2.872.919 1.269.546
- Passivos contingentes (422.375) 135.536 (427.355) 184.849
- Outros 18.714 1.934.265 (119.697) 60.811 Informações adicionais aos fluxos de caixa
(1.365.648) 2.860.754 (1.287.799) 470.192 - Imposto de renda e contribuição social pagos 747.845 975.320 570.561 778.811
* As notas explicativas são parte integrante destas demonstrações financeiras

 CONTINUAÇÃO
CNPJ nº 33.042.730/0001-04
 CONTINUA

1 CONTEXTO OPERACIONAL • Empréstimos e recebíveis


Incluem-se nessa categoria os empréstimos concedidos e os recebíveis que são ativos financeiros não derivativos com pagamentos
As principais atividades da Companhia Siderúrgica Nacional (“CSN” ou “Companhia”) são a produção de aços planos, tendo como
fixos ou determináveis, não cotados em um mercado ativo. São incluídos como ativo circulante, exceto aqueles com prazo de
principal instalação industrial a Usina Presidente Vargas (“UPV”) localizada no Município de Volta Redonda no Estado do Rio de
vencimento superior a 12 meses após a data do balanço (estes são classificados como ativos não circulantes). Os empréstimos e
Janeiro e a produção de minério de ferro cuja operação é desenvolvida no município de Congonhas Estado de Minas Gerais.
recebíveis da Companhia compreendem os empréstimos a coligadas, contas a receber de clientes, demais contas a receber e caixa e
A CSN explora minério de ferro, calcário e dolomito em filiais no Estado de Minas Gerais e estanho no Estado de Rondônia para suprir equivalentes de caixa, exceto os investimentos de curto prazo. Os empréstimos e recebíveis são contabilizados pelo custo amortizado,
as necessidades da UPV sendo que o excedente dessas matérias-primas é comercializado com controladas e terceiros. Para maior usando o método da taxa de juros efetiva.
sinergia aos processos, a Companhia investe estrategicamente em empresas de mineração, transporte ferroviário, energia elétrica,
cimento e está construindo uma fábrica de aços longos em Volta Redonda. • Ativos mantidos até o vencimento

Com o objetivo de se aproximar dos clientes e conquistar mercados em nível global a Companhia possui distribuidora de aço, fábricas São basicamente os ativos financeiros que não podem ser classificados como empréstimos e recebíveis e são adquiridos com a
de embalagens metálicas, além de uma planta de galvanização no Sul e outra no Sudeste do Brasil para atendimento às indústrias da intenção e capacidade financeira para sua manutenção em carteira até o vencimento. São mensurados pelo custo amortizado por meio
linha branca, construção civil e automobilística. No exterior possui uma laminadora de aço em Portugal e outra nos Estados Unidos. da utilização do método da taxa de juros efetiva.

As ações da Companhia são listadas em Bolsa, no mercado brasileiro (BOVESPA) e norte-americano (NYSE). • Ativos financeiros disponíveis para venda
São os ativos financeiros não derivativos que não são classificados em nenhuma outra categoria. Eles são incluídos em ativos não
2 APRESENTAÇÃO DAS DEMONSTRAÇÕES FINANCEIRAS circulantes, a menos que a administração pretenda alienar o investimento em até 12 meses após a data do balanço. Os ativos
financeiros disponíveis para venda são contabilizados pelo valor justo. Os juros de títulos disponíveis para venda, calculados com
As demonstrações financeiras individuais e consolidadas foram preparadas de acordo com as práticas contábeis adotadas no Brasil, o uso do método da taxa de juros efetiva, são reconhecidos na demonstração do resultado como receitas financeiras. A parcela
com base na Lei das Sociedades por Ações, pronunciamentos emitidos pelo Comitê de Pronunciamentos Contábeis - “CPC” e normas correspondente à variação no valor justo é lançada contra o patrimônio líquido, na conta ajustes de avaliação patrimonial, sendo
expedidas pela Comissão de Valores Mobiliários - (“CVM”). realizada contra resultado quando da sua liquidação ou por perda considerada permanente (impairment).
As principais práticas contábeis adotadas na elaboração destas demonstrações financeiras correspondem às normas e orientações • Valor justo
vigentes para as demonstrações financeiras encerradas em 31 de dezembro de 2009, que são diferentes daquelas que serão utilizadas
para elaboração das demonstrações financeiras de 31 de dezembro de 2010, conforme descrito a seguir, no item 4. Os valores justos dos investimentos com cotação pública são baseados nos preços atuais de compra. Para os ativos financeiros sem
mercado ativo ou cotação pública, a Companhia estabelece o valor justo através de técnicas de avaliação. Essas técnicas incluem o
Conversão em moeda estrangeira uso de operações recentes contratadas com terceiros, a referência a outros instrumentos que são substancialmente similares, a análise
As transações em moeda estrangeira são convertidas para reais usando-se as taxas de câmbio em vigor nas datas das transações. de fluxos de caixa descontados e os modelos de precificação de opções que fazem o maior uso possível de informações geradas pelo
Os saldos das contas de balanço são convertidos pela taxa cambial da data do balanço, sendo US$1 equivalente a R$1,7412 em mercado e contam o mínimo possível com informações geradas pela administração da própria entidade.
31 de dezembro de 2009 (R$2,3370 em 31 de dezembro de 2008). As receitas de vendas, custos e despesas denominadas em A Companhia avalia, na data do balanço, se há evidência objetiva de que um ativo financeiro ou um grupo de ativos financeiros
moeda estrangeira, são convertidos pela taxa de câmbio média do mês de suas ocorrências. Ganhos e perdas cambiais resultantes da está registrado por valor acima de seu valor recuperável (impairment). Para os ativos financeiros disponíveis para venda, se houver
liquidação dessas transações e da conversão de ativos e passivos monetários denominados em moeda estrangeira são reconhecidos alguma evidência, a perda cumulativa - mensurada como a diferença entre o custo de aquisição e o valor justo atual, menos qualquer
na demonstração do resultado.
perda por impairment desse ativo financeiro previamente reconhecida no resultado - é retirada do patrimônio e reconhecida na
demonstração do resultado.
3 PRINCIPAIS PRÁTICAS CONTÁBEIS
ii) Instrumentos derivativos e atividades de hedge
(a) Apuração do resultado
Inicialmente, os derivativos são reconhecidos pelo valor justo na data em que um contrato de derivativos é celebrado e são,
O resultado das operações é apurado em conformidade com o regime de competência dos exercícios. As receitas de vendas de subsequentemente, remensurados ao seu valor justo, com as variações do valor justo lançadas contra o resultado, exceto quando o
produtos são reconhecidas quando todos os riscos e benefícios significativos relacionados com a propriedade dos bens são transferidos derivativo for designado como um instrumento de hedge de fluxo de caixa.
para o comprador, sendo que a receita de serviços prestados é reconhecida em função de sua realização.
A Companhia mantinha instrumento financeiro denominado total return equity swap com objetivo elevar o retorno dos ativos
A Companhia adota como política de reconhecimento de receita a data em que o produto é entregue ao comprador, e quando puder financeiros. Esse instrumento era registrado a valor justo e os ganhos e perdas foram reconhecidos no resultado por competência.
medir o seu valor com segurança.
O registro deste instrumento estava em outras contas a pagar e a sua margem de garantia em outras contas a receber sendo que o
O resultado inclui os rendimentos, encargos e variações monetárias e cambiais, atualizados de acordo com índices e taxas oficiais, instrumento foi liquidado em 13 de agosto de 2009.
incidentes sobre os ativos e passivos e quando aplicável, os efeitos de ajustes a valor de mercado ou de realização.
Embora a Companhia faça uso de derivativos com o objetivo de proteção, ela não aplica a chamada contabilização de hedge (hedge
(b) Ativos circulante e não circulante accounting).
• Caixa e equivalentes de caixa O valor justo dos instrumentos derivativos está divulgado na Nota 17.
Caixa e equivalentes de caixa incluem o caixa, os depósitos bancários e outros investimentos de curto prazo de liquidez imediata, (e) Ações em tesouraria
resgatáveis no prazo de até 90 dias das datas dos balanços e com risco insignificante de mudança de seu valor de mercado e os
Conforme determina a Instrução CVM nº 10 de 14 de fevereiro de 1980 as ações mantidas em tesouraria estão registradas pelo
certificados de depósito que podem ser resgatados a qualquer momento pela Companhia sem penalidades.
custo de aquisição e o valor de mercado dessas ações é calculado com base na cotação média em bolsa do último dia do exercício.
• Contas a receber de clientes
(f) Estimativas contábeis
Registradas pelo valor faturado incluindo os respectivos impostos e despesas acessórias, sendo os créditos de clientes em moeda
estrangeira atualizados pela taxa de câmbio na data das demonstrações financeiras. A provisão para créditos de liquidação duvidosa Na elaboração das demonstrações financeiras, é necessário o uso de estimativas contábeis para contabilizar certos ativos, passivos
foi constituída em montante considerado suficiente para suportar eventuais perdas. A avaliação da Administração considera o histórico e outras transações. Portanto, as demonstrações financeiras da Companhia incluem estimativas para mensurar provisão para
do cliente, a situação financeira e a avaliação de nossos assessores jurídicos quanto ao recebimento desses créditos para constituição créditos de liquidação duvidosa, provisão para perdas nos estoques, provisões para passivos trabalhistas, cíveis, fiscais, ambientais
dessa provisão. e previdenciários, depreciação, amortização, exaustão, provisão para redução do valor recuperável, tributos diferidos, instrumentos
financeiros e benefícios a empregados. A Companhia revisa as estimativas e premissas periodicamente, no entanto, os resultados reais
• Estoques podem apresentar variações em relação às estimativas.
São registrados pelo menor valor entre o custo e o valor líquido realizável. O custo é determinado utilizando-se o método do custo
médio ponderado na aquisição de matérias-primas, e os produtos em processo ou acabados ao custo de produção ou aquisição. As 4 NOVOS PRONUNCIAMENTOS, INTERPRETAÇÕES E ORIENTAÇÕES EMITIDOS E NÃO ADOTADOS.
importações em andamento são registradas ao custo de compra identificado.
a) Dentro do processo de convergência das práticas contábeis adotadas no Brasil para as normas internacionais de relatórios financeiros
• Investimentos (IFRS) diversos pronunciamentos, interpretações e orientações foram emitidos durante o ano de 2009 com aplicação mandatória para
Os investimentos em sociedades controladas, controladas em conjunto e coligadas são registrados e avaliados pelo método da os exercícios encerrados a partir de dezembro de 2010 e para as demonstrações financeiras de 2009 a serem divulgadas em conjunto
equivalência patrimonial e os ganhos ou as perdas são reconhecidos no resultado do exercício como receita (ou despesa) operacional. com as demonstrações de 2010 para fins de comparação.
No caso de variação cambial de investimento no exterior, que apresentam moeda funcional diferente da Companhia, as variações no A Companhia está em processo de avaliação dos potenciais efeitos relativos a esses pronunciamentos, interpretações e orientações, os
valor do investimento decorrentes exclusivamente de variação cambial são registradas na conta “Ajuste de Avaliação Patrimonial”, no quais poderão ter impacto relevante nas demonstrações financeiras relativas ao exercício findo em 31 de dezembro de 2009 a serem
patrimônio líquido da Companhia, e somente são registrados ao resultado quando o investimento for vendido ou baixado por perda.
apresentadas comparativamente às demonstrações financeiras relativas ao exercício a findar-se em 31 de dezembro de 2010, bem
Os ganhos ou transações a realizar entre a Companhia e suas controladas e equiparadas são eliminados. Outros investimentos são
como sobre os próximos exercícios.
registrados e mantidos ao custo.
As demonstrações financeiras consolidadas do próximo exercício serão elaboradas conforme o CPC 37 - Adoção Inicial das Normas
Quando necessário, as práticas contábeis das controladas e controladas em conjunto são alteradas para garantir consistência e
Internacionais de Contabilidade, conforme Instrução CVM nº 457 de 13/07/2007.
uniformidade de critérios com as práticas adotadas pela Companhia.
b) Revisão de pronunciamentos emitidos
• Imobilizado
Em 28 de Janeiro de 2010, a CVM aprovou o documento de revisão nº 01 referente aos Pronunciamentos CPC 02, CPC 03, CPC
Registrado pelo custo de aquisição, formação ou construção. A depreciação é calculada pelo método linear com base na vida útil econômica
16, CPC 26 e CPC 36 e à Orientação Técnica OCPC 01, emitidos pelo Comitê de Pronunciamentos Contábeis - CPC, através da
remanescente dos bens conforme nota 12 e a exaustão das minas é calculada com base na quantidade de minério extraída. Os custos
deliberação CVM Nº 624.
dos empréstimos relativos a recursos captados para obras em andamento são capitalizados até que esses projetos sejam concluídos.
Após análise dos impactos destes pronunciamentos, a Companhia concluiu que exceto pelo CPC 2(R1) - Efeitos das mudanças nas
Conforme facultado pelo Pronunciamento CPC 13 - “Adoção Inicial da Lei nº 11.638/07”, a Companhia optou por reverter a reserva
taxas de câmbio e conversão de Demonstrações Contábeis, as demais revisões não impactam as demonstrações contábeis individuais
de reavaliação constituída até 31 de dezembro de 2008 e tributos incidentes contra o custo dos terrenos, edifícios, máquinas e
ou consolidadas.
equipamentos e minas.
Os principais impactos do CPC 2(R1) nas Demonstrações Contábeis estão listadas abaixo:
Máquinas, equipamentos, edificações, e demais itens do imobilizado são demonstrados pelo custo histórico de aquisição, corrigidos
monetariamente até 31 de dezembro de 1995. i) Mudança do tratamento das empresas Islands VII, Islands VIII, Islands IX, Islands X, Islands XI, Tangua e International Investment
Fund, tratadas anteriormente como filiais, passaram a ser registradas como entidades controladas pela CSN.
• Redução ao valor recuperável de ativos
O imobilizado e outros ativos não circulantes, inclusive ágio e ativos intangíveis são revisados anualmente para se identificar evidências ii) Os ajustes de itens monetários com característica de investimento líquido no exterior, anteriormente registrados somente no
de perdas não recuperáveis, ou ainda, sempre que eventos ou alterações nas circunstâncias indicarem que o valor contábil não patrimônio líquido do balanço consolidado, passaram a ser registrados na Controladora.
pode ser recuperado. Para fins de avaliação, os ativos são agrupados no menor grupo de ativos para o qual existem fluxo de caixa O quadro abaixo demonstra os impactos nos saldos patrimoniais e na demonstração de resultado do exercício.
identificados separadamente. • Ativo e Passivo
• Ativos intangíveis 2008
Controladora
Os ativos intangíveis compreendem os ativos adquiridos de terceiros, inclusive por meio de combinação de negócios e/ou gerados
Ajustes da Saldo
internamente pela Companhia.
Deliberação anterior
Esses ativos são registrados pelo custo de aquisição ou formação e deduzidos da amortização calculada pelo método linear com base Balanço Final 624/10 aos ajustes
nos prazos de exploração ou recuperação. ATIVO
Os ativos intangíveis com vida útil indefinida e o ágio por expectativa de rentabilidade futura não são mais amortizados a partir de 1º Circulante 6.598.670 (7.396.906) 13.995.576
Aplicações financeiras - Liquidação imediata 1.200.793 (6.096.509)(1) 7.297.302
de janeiro de 2009 e têm o seu valor recuperável testado anualmente ou sempre que julgado necessário.
Outros 5.397.877 (1.300.397)(1) 6.698.274
• Diferido Não Circulante
A Companhia mantém neste grupo apenas os saldos remanescentes de despesas pré-operacionais diferidas que serão amortizadas de Realizável a longo prazo 2.084.917 (2.638.068) 4.722.985
acordo com os critérios anteriores à Lei nº 11.638/07 em função da opção oferecida pelo pronunciamento técnico CPC-13 (adoção Empréstimo Intercompany 255.061 (2.640.073)(1) 2.895.134
inicial da Lei nº 11.638/07) e MP 449/08. Outros 1.829.856 2.005(1) 1.827.851
Permanente 26.539.255 7.237.848 19.301.407
• Demais ativos circulantes e não circulantes Investimento 19.581.327 7.237.848(1) 12.343.479
Apresentados ao valor de realização incluindo, quando aplicável, os rendimentos auferidos até a data das demonstrações financeiras Outros 6.957.928 6.957.928
ou, no caso de despesas antecipadas, ao custo. TOTAL DO ATIVO 35.222.842 (2.797.126) 38.019.968
PASSIVO
(c) Passivos circulantes e não circulantes Circulante 7.072.347 (361.032)(1) 7.433.379
Apresentados pelos valores conhecidos ou calculáveis e acrescidos, quando aplicável, dos correspondentes encargos e variações Não Circulante
monetárias e cambiais incorridas até a data das demonstrações financeiras. Exigível a longo prazo 21.402.033 (2.436.094) 23.838.127
Empréstimos e financiamento 17.299.432 (2.448.378)(1) 19.747.810
• Benefícios a empregados Outros 4.102.601 12.284(1) 4.090.317
i) Obrigações de pensão Patrimônio líquido 6.748.462 6.748.462
O passivo relacionado aos planos de pensão de benefício definido é o valor presente da obrigação de benefício definida na data do Capital 1.680.947 1.680.947
Reservas 3.768.786 3.768.786
balanço menos o valor de mercado dos ativos do plano, ajustados por ganhos ou perdas atuariais e custos de serviços passados.
Ajuste de avaliação patrimonial
A obrigação de benefício definido é calculada anualmente por atuários independentes. O valor presente da obrigação de benefício
Reversão variação cambial intercias (730.502) (730.502)(2)
definido é determinado pela estimativa de saída futura de caixa, usando-se as taxas de juros de títulos públicos cujos prazos de Reversão variação empréstimos intercias (713.955) (713.955)(2)
vencimento se aproximam dos prazos do passivo relacionado. Reversão variação cambial contrato de mútuo (220.095) (220.095)(2)
Os ganhos e as perdas atuariais advindos de mudanças nas premissas atuariais e emendas aos planos de pensão são apropriados ou Provisão IR/CSLL diferida s/ ajustes de avaliação patrimonial 565.947 565.947(3)
creditados ao resultado pela média do tempo de serviço remanescente dos funcionários relacionados. Outros 1.298.729 1.298.729
Lucro ou (Prejuízo) acumulado 1.098.605 1.098.605
Para os planos de contribuição definida, a empresa paga contribuições a planos de pensão de administração pública ou privada
No resultado do exercício 5.774.131 1.098.605 4.675.526
em bases compulsórias, contratuais ou voluntárias. Assim que as contribuições tiverem sido feitas, a empresa não tem obrigações
TOTAL DO PASSIVO 35.222.842 (2.797.126) 38.019.968
relativas a pagamentos adicionais. As contribuições regulares compreendem os custos periódicos líquidos do período em que são
devidas e, assim, são incluídas nos custos de pessoal. • Resultado
2008
Em atendimento à Deliberação CVM nº 371/00 a Companhia optou por contabilizar o passivo atuarial a partir de 1º de janeiro de Controladora
2002 nos termos da referida deliberação e consubstanciada em estudos de atuários independentes realizados anualmente. Ajustes da Saldo
ii) Participação nos lucros e bônus Resultado Deliberação anterior
Final 624/10 aos ajustes
A participação dos colaboradores está vinculada ao alcance de metas operacionais e financeiras, substancialmente alocadas ao custo
RECEITA LÍQUIDA 10.504.554 10.504.554
de produção quando aplicável e às despesas gerais e administrativas. Custo dos produtos e serviços vendidos (5.434.460) (5.434.460)
• Imposto de renda e contribuição social LUCRO OPERACIONAL BRUTO 5.070.094 5.070.094
O imposto de renda é calculado com alíquota de 15% acrescida do adicional de 10% sobre a base tributável e a contribuição social DESPESAS E RECEITAS OPERACIONAIS
sobre o lucro líquido com alíquota de 9% sobre a base tributável. No cálculo dos impostos é considerada, ainda, a compensação de Despesas com vendas (517.935) (517.935)
Despesas gerais e administrativas (329.148) 12(1) (329.160)
prejuízos fiscais e base negativa de contribuição social, limitada a 30% do lucro real.
Outras despesas operacionais (159.856) 98(1) (159.954)
Os impostos ativos diferidos decorrentes de prejuízo fiscal, base negativa da contribuição social e diferenças temporárias entre bases Ganhos patrimoniais 4.209.285 (3.492)(1) 4.212.777
de cálculo do imposto sobre ativos e passivos e valores contábeis das demonstrações financeiras foram constituídos em conformidade LUCRO OPERACIONAL ANTES DOS EFEITOS
com a Instrução CVM nº 371/02 e levaram em consideração o histórico de rentabilidade e a expectativa de geração de lucros FINANCEIROS E DAS PARTICIPAÇÕES 8.272.440 (3.382) 8.275.822
tributáveis futuros, fundamentados em estudo técnico. Despesas e receitas financeiras
(1)
Ganhos e perdas p/ equiv. Patrimonial (60.738) (175.205) 114.467
(d) Instrumentos financeiros
Variação monetária e cambial líquida (1.611.316) 1.844.877(1) e (2)
(3.456.193)
i) Classificação e mensuração Outros despesas/receitas financeiras 29.084 (1.738)(1) 30.822
A Companhia classifica seus ativos financeiros sob as seguintes categorias: mensurados ao valor justo por meio do resultado, LUCRO ANTES DO IMPOSTO DE RENDA E DA
empréstimos e recebíveis, mantidos até o vencimento e disponíveis para venda. A classificação depende da finalidade para a qual os CONTRIBUIÇÃO SOCIAL 6.629.470 1.664.552 4.964.918
ativos financeiros foram adquiridos. A Administração determina a classificação de seus ativos financeiros no reconhecimento inicial. IR/CSLL (855.339) (565.947)(3) (289.392)
LUCRO LÍQUIDO DO EXERCÍCIO 5.774.131 1.098.605 4.675.526
• Ativos financeiros mensurados ao valor justo por meio do resultado
(1) Mudança do tratamento das empresas Islands VII, VIII, IX, X, XI; Tangua e International Investment Fund, tratadas anteriormente
Os ativos financeiros mensurados ao valor justo por meio do resultado são ativos financeiros mantidos para negociação ativa e como filiais, passaram a ser registradas como entidades controladas pela CSN, conforme a Deliberação CVM nº 624 de 28 de janeiro
frequente. Os derivativos também são categorizados como mantidos para negociação e, dessa forma, são classificados nesta categoria, de 2010.
a menos que tenham sido designados como instrumentos de hedge (proteção). Os ativos dessa categoria são classificados como ativos
circulantes. Os ganhos ou as perdas decorrentes de variações no valor justo de ativos financeiros mensurados ao valor justo por meio (2) Variação cambial de empréstimos e financiamentos com operações intercias: Fixed rate notes, intercompany, pré-pagamento e
do resultado são apresentados na demonstração do resultado em “Resultado financeiro” no período em que ocorrem, a menos que o mútuo.
instrumento tenha sido contratado em conexão com outra operação. Nesse caso, as variações são reconhecidas na mesma linha do (3) IR e CSLL referente variação cambial de empréstimos e financiamentos com operações intercias: Fixed rate notes, intercompany,
resultado afetada pela referida operação. pré-pagamento e mútuo depreciação da reavaliação.

 CONTINUAÇÃO
CNPJ nº 33.042.730/0001-04
 CONTINUA

• Fluxo de caixa Participação no


2008 capital social (%)
Controladora Empresas 2009 2008 Atividades principais
Ajustes da Saldo CSN Finance (Netherlands)
Deliberação anterior (Extinta em 15/12/2009) 100,00 Operações financeiras e participações
Saldo Final 624/10 aos ajustes societárias
Fluxo de caixa das atividades operacionais: CSN Finance UK Ltd 100,00 100,00 Operações financeiras e participações
Lucro líquido do período 5.774.131 1.098.605 4.675.526 societárias
Ajustes para reconciliar o lucro líquido do período CSN Holdings UK Ltd 100,00 100,00 Operações financeiras e participações
com os recursos provenientes das
societárias
atividades operacionais:
- Variações monetárias e cambiais líquidas 1.588.025 (1.792.101) 3.380.126 Itamambuca Participações 99,99 99,93 Mineração e participações societárias
- Provisão p/ encargos s/ empréstimos e financiamentos 699.166 (18.758) 717.924 Lusosider Aços Planos 99,94 99,94 Siderurgia e participações societárias
- Resultado de participações societárias 60.738 175.205 (114.467) CSN Energia 0,10 0,10 Comercialização de energia elétrica
- Imposto de renda e contribuição social diferidos 283.264 565.947 (282.683) Companhia Siderúrgica Nacional Partners LLC
- Provisão Swap (51.722) 75.706 (127.428) (Extinta em 15/12/2009) 100,00 Participações societárias
- Outras provisões 244.959 (92.897) 337.856 Participação direta: consolidação
- Outros sem o efeito da Deliberação CVM nº 624 (1) (3.416.463) (3.416.463) proporcional
5.182.098 11.707 5.170.391 Transnordestina Logística 84,50 Transporte ferroviário
(Aumento) diminuição nos ativos: Nacional Minérios 59,99 59,99 Mineração e participações societárias
- Créditos com controladas e coligadas 614.296 3.824.446 (3.210.150) Itá Energética 48,75 48,75 Geração de energia elétrica
- Outros 240.574 109.610 130.964 MRS Logística 22,93 22,93 Transporte ferroviário
- Outros sem o efeito da Deliberação CVM nº 624 (1) (1.520.608) (1.520.608) Consórcio da Usina Hidrelétrica de Igarapava 17,92 17,92 Consórcio de energia elétrica
(665.738) 3.934.056 (4.599.794) Sociedade em Conta de Participação 39,47 39,47 Participações societárias
Aumento (diminuição) nos passivos: Participação indireta: consolidação
- Contas a pagar - empresa controlada 145.260 (25.032) 170.292 proporcional
- Outros 60.811 (107.324) 168.135 Sociedade em Conta de Participação 60,53 60,53 Participações societárias
- Outros sem o efeito da Deliberação CVM nº 624 (1) 264.121 264.121 Namisa International Minerios SLU(3) 60,00 60,00 Participações societárias e comercialização de
470.192 (132.356) 602.548
produtos e minérios
Encargos sobre empréstimos e financiamentos pagos
Namisa Europe(4) 60,00 60,00 Participações societárias e comercialização de
- Juros pagos (698.278) 16.836 (715.114)
- Outros sem o efeito da Deliberação CVM nº 624 (1) (396.424) (396.424) produtos e minérios
(1.094.702) 16.836 (1.111.538) Pelotização Nacional 59,99 59,99 Mineração e participações societárias
Caixa líquido proveniente das atividades operacionais 3.891.850 3.830.243 61.607 MG Minérios 59,99 59,99 Mineração e participações societárias
Fluxo de caixa utilizado nas atividades de investimentos: MRS Logística 10,34 10,34 Transporte ferroviário
- Investimentos /AFACs (8.310.253) (7.408.004) (902.249) (1) Nova denominação social da empresa Minas Pelotização alterado em 27 de agosto de 2009.
- Outros sem o efeito da Deliberação CVM nº 624 (1) (1.616.213) (1.616.213)
Caixa líquido usado nas atividades de investimento (9.926.466) (7.408.004) (2.518.462) (2) Nova denominação social da empresa Nacional Siderurgia alterado em 25 de junho de 2009.
Fluxo de caixa proveniente das atividades (3) Nova denominação social da empresa Inversiones CSN Espanha alterado em 26/11/2009.
de financiamento:
- Empréstimos e financiamentos 10.185.700 (2.896.050) 13.081.750 (4) Nova denominação social da empresa NMSA Madeira alterado em 14/09/2009.
- Outros sem o efeito da Deliberação CVM nº 624 (1) (3.977.522) (3.977.522) (*) De acordo com o relatório de revisão do Comitê de Pronunciamentos Contábeis, que alterou o CPC 02, e a Deliberação CVM 624,
Caixa líquido usado nas atividades de financiamento 6.208.178 (2.896.050) 9.104.228 a Companhia entende que essas controladas no exterior consideradas filiais em 2008, deixam de ser filiais em 31 de dezembro de
Variação cambial sobre caixa e equivalentes de caixa (2) 350.869 350.869 2009 (vide nota 4).
Aumento (redução) do caixa e equivalentes de caixa 524.431 (6.122.942) 6.647.373
Caixa e equivalentes de caixa no início do exercício 745.115 745.115 Na elaboração das demonstrações financeiras consolidadas adotamos os seguintes procedimentos de consolidação:
Caixa e equivalentes de caixa no final do exercício 1.269.546 (6.122.942) 7.392.488  Eliminação dos saldos das contas de ativos e passivos entre as empresas consolidadas;
(1) Referem-se ao total das operações do fluxo de caixa que não sofreram alterações da Deliberação CVM nº 624 de 28/01/2010.  Eliminação dos saldos de investimentos e patrimônio líquido entre as empresas consolidadas;
 Eliminação dos saldos de receitas e despesas, bem como de lucros não realizados decorrentes de negócios entre as empresas
(2) Para melhor apresentação de acordo com o pronunciamento técnico do CPC nº03 - Demonstração dos fluxos de caixa, as variações
consolidadas;
cambias sobre caixa e equivalentes de caixa foram reclassificadas na controladora e no consolidado.
 Apresentação do imposto de renda e da contribuição social sobre a parcela do lucro não realizado como tributos diferidos nas
2008 demonstrações financeiras consolidadas;
Controladora  Reclassificação das variações cambiais de itens monetários com característica de investimento líquido no exterior, de resultado
 Demonstração do Valor Adicionado Ajustes da Saldo financeiro para patrimônio líquido. Em função de mudança na intenção da Administração com relação à liquidação desses
Deliberação anterior empréstimos, os efeitos cambiais apurados após 31 de agosto de 2009 passaram a ser reconhecidos no resultado do exercício e o
Balanço Final 624/10 aos ajustes valor acumulado apurado até 31 de agosto de 2009 será reconhecido no resultado à medida que os respectivos itens monetários
Receitas forem liquidados.
Vendas mercadorias, produtos e serviços 14.496.904 14.496.904
Outras receitas/despesas 4.164.628 4.164.628 De acordo com a instrução CVM nº 408 de 18 de agosto de 2004 a Companhia consolida as demonstrações financeiras dos fundos
Provisão/rev. créds. liquidação duvidosa (90.473) (90.473) de investimentos exclusivos Diplic e Mugen.
18.571.059 18.571.059 A data base das demonstrações financeiras das controladas e controladas em conjunto é coincidente com a da controladora.
Insumos adquiridos de Terceiros
Custos prods., mercs. e servs. vendidos (6.685.507) (6.685.507) A conciliação entre o patrimônio líquido e o lucro líquido do exercício da controladora e do consolidado é apresentada a seguir:
Materiais-energia-servs. terceiros-outros (824.448) (824.448) Lucro líquido
Perda/recuperação de valores ativos 177.450 177.450 Patrimônio líquido no exercício
(7.332.505) (7.332.505) 2009 2008 2009 2008
Valor adicionado bruto 11.238.554 11.238.554 Controladora 5.564.633 6.748.462 2.568.577 5.774.131
Retenções Eliminação de lucros nos estoques (54.200) (85.873) 31.674 18
Depreciação, amortização e exaustão (652.670) (652.670) Outros ajustes (1.586)
Valor adicionado líquido produzido 10.585.884 10.585.884 Consolidado 5.510.433 6.662.589 2.598.665 5.774.149
Valor adicionado recebido em transferência
Resultado de equivalência patrimonial (60.738) (175.205) 114.467
Receitas financeiras/variações cambiais ativas 1.381.310 (249.932) 1.631.242 6 TRANSAÇÕES ENTRE PARTES RELACIONADAS
Outros 20.717 20.717
a) Transações com a Controladora
1.341.289 (425.137) 1.766.426
Valor adicionado total a distribuir 11.927.173 (425.137) 12.352.310 A Vicunha Siderurgia S.A. é uma Holding que tem por finalidade participar em outras sociedades sendo a principal acionista da
DISTRIBUIÇÃO DO VALOR ADICIONADO Companhia detendo 46.20% de participação no capital votante.
Pessoal 634.447 634.447
Remuneração direta 485.647 485.647 A estrutura societária da Vicunha Siderurgia é a seguinte (informações não auditadas):
Benefícios 112.484 112.484 Rio Purus Participações S.A. - detém 60% da National Steel e 59,99% da Vicunha Steel S.A.
FGTS 36.316 36.316
Impostos, taxas e contribuições 2.504.489 565.946 1.938.543 CFL Participações S.A. - detém 40% da National Steel e 39,99% da Vicunha Steel S.A.
Federais 1.843.886 565.946 1.277.940 National Steel - detém 33,04% da Vicunha Aços
Estaduais 654.917 654.917
Municipais 5.686 5.686 Vicunha Steel - detém 66,96% da Vicunha Aços
Remuneração de capitais de terceiros 3.014.106 (2.089.688) 5.103.794 Vicunha Aços - detém 99,99% da Vicunha Siderurgia
Juros 3.014.048 (2.089.688) 5.103.736
Aluguéis 58 58 A CSN registrou os juros sobre o capital próprio do exercício, distribuiu dividendos e pagou juros sobre o capital próprio para a Vicunha
Remuneração de capitais próprios 5.774.131 1.098.605 4.675.526 Siderurgia no montante indicado no quadro abaixo de acordo com o percentual de participação da Vicunha Siderurgia na CSN, até a
Juros sobre o capital próprio 268.405 268.405 data de fechamento dessas demonstrações financeiras.
Dividendos 1.500.000 1.500.000 Dividendos
Lucros retidos 4.005.726 1.098.605 2.907.121 Dividendos JCP distribuídos JCP Pagos
11.927.173 (425.137) 12.352.310 Controladora Propostos Propostos no Período no Período
Total em 2009 717.834 153.121 689.747 243.060
5 DEMONSTRAÇÕES FINANCEIRAS CONSOLIDADAS Total em 2008 689.947 123.421 938.223 93.210
As práticas contábeis refletem as mudanças introduzidas pelos novos pronunciamentos e foram tratadas de maneira uniforme em b) Transações com controladas em conjunto
todas as empresas consolidadas. Nas áreas estratégicas de mineração, logística e energia a Companhia mantém participação em empresas com controle conjunto. As
As demonstrações financeiras consolidadas nos exercícios encerrados em 31 de dezembro de 2008 e 2009 incluem as seguintes características, objetivos e as transações com essas companhias são demonstradas a seguir:
controladas e controladas em conjunto, direta e indiretamente: • Ativo
Participação no Empréstimos/
capital social (%) Contas Dividendos Mútuos/contas
Empresas 2009 2008 Atividades principais Empresas a receber a receber correntes(*) Total
Participação direta: consolidação integral
Nacional Minérios 26.161 275.139 1.231.721 1.533.021
CSN Islands VII(*) 100,00 100,00 Operações financeiras
CSN Islands VIII(*) 100,00 100,00 Operações financeiras MRS Logística 786 65.979 66.765
CSN Islands IX(*) 100,00 100,00 Operações financeiras Itá Energetica 5.790 5.790
CSN Islands X(*) 100,00 100,00 Operações financeiras Total em 2009 26.947 346.908 1.231.721 1.605.576
CSN Islands XI(*) 100,00 100,00 Operações financeiras Total em 2008 185.802 190.068 375.870
Tangua(*) 100,00 100,00 Operações financeiras (*) Contrato de mútuo de R$1.197.800, com início em 28 de janeiro de 2009, sobre o valor nominal desse contrato incide juros
International Investment Fund(*) 100,00 100,00 Participações societárias
remuneratórios correspondentes a 101% do CDI Cetip, com vencimento em 31 de janeiro de 2012.
CSN Energy 100,00 100,00 Participações societárias
CSN Export 100,00 100,00 Operações financeiras, comercialização • Passivo e patrimônio líquido
de produtos e participações societárias Passivo Patrimônio Líquido
CSN Overseas 100,00 100,00 Operações financeiras e participações Ajuste de
societárias Mútuos/ Avaliação
CSN Panama 100,00 100,00 Operações financeiras e participações
Adiantamento Contas Patrimonial
societárias
CSN Steel 100,00 100,00 Operações financeiras e participações Empresas de Clientes Correntes Outras (*) Total - Reflexa Total
societárias Nacional Minérios 7.638.658 9.681 7.648.339 (20.183) (20.183)
DIPLIC - Fundo de investimento multimercado 100,00 100,00 Fundo de investimento MRS Logística 2.142 73.423 75.565
Mugen - Fundo de investimento multimercado 100,00 100,00 Fundo de investimento Itá Energetica 13.212 13.212
Arame Corporation (Extinta em 07/10/2009) 100,00 Companhia dormente Total em 2009 7.638.658 11.823 86.635 7.737.116 (20.183) (20.183)
TdBB S.A. 100,00 100,00 Companhia dormente Total em 2008 7.286.154 2.142 68.266 7.356.562 51.825 51.825
International Charitable Corporation
(Extinta em 04/12/2009) 100,00 Companhia dormente Namisa: O adiantamento de clientes recebido da controlada em conjunto Nacional Minérios S.A. refere-se a obrigação contratual de
GalvaSud 99,99 99,99 Siderurgia fornecimento de minério de ferro e serviços portuários pela CSN. O contrato tem taxa de juros de 12,5% a.a. e vencimento previsto
Sepetiba Tecon 99,99 99,99 Serviços portuários para junho de 2042. Sendo que o curto prazo no montante de R$110.520, vence em 2010.
Mineração Nacional(1) 99,99 99,99 Mineração e participações societárias O ajuste de avaliação reflexa refere-se a investida no exterior cuja moeda funcional é diferente do real.
CSN Aços Longos 99,99 99,99 Indústria e comércio de produtos siderúrgicos
e/ou metalúrgicos (*) MRS: Em outras contas a pagar com a MRS logística registramos o montante provisionado pela CSN para cobrir despesas
Itaguaí Logística(2) 99,99 99,99 Logística contratuais de take or pay e block rates relativo ao contrato de transporte ferroviário.
Estanho de Rondônia - ERSA 99,99 99,99 Mineração
(*) Itasa: Refere-se ao fornecimento de energia elétrica que é faturada em condições normais do mercado brasileiro de energia,
Cia. Metalic Nordeste 99,99 99,99 Fabricação de embalagens
Companhia Metalúrgica Prada 99,99 99,99 Fabricação de embalagens regulamentado pela Câmara de Comercialização de Energia Elétrica.
CSN Cimentos 99,99 99,99 Fabricação de cimento • Resultado
Inal Nordeste 99,99 99,99 Centro de serviços de produtos Receitas Custos/Despesas
siderúrgicos Juros e
CSN Gestão de Recursos Financeiros 99,99 99,99 Companhia dormente
variações
Congonhas Minérios 99,99 99,99 Mineração e participações societárias
CSN Energia 99,90 99,90 Comercialização de energia elétrica Produtos Monetárias Produtos e
Transnordestina Logística 84,34 Transporte ferroviário Empresas e Serviços e Cambiais Total serviços Juros Total
Participação indireta: consolidação integral Nacional Minérios 508.779 105.407 614.186 120.980 898.349 1.019.329
CSN Aceros 100,00 100,00 Participações societárias MRS Logística 104 104 363.660 363.660
CSN Cayman 100,00 100,00 Operações financeiras, comercialização Itá Energética 134.775 134.775
de produtos e participações societárias Total em 2009 508.883 105.407 614.290 619.415 898.349 1.517.764
CSN Iron 100,00 100,00 Operações financeiras Total em 2008 290.936 14.440 305.376 693.749 693.749
CSN Cement (Adquirida em 23/12/2009) 100,00 Operações financeiras e
participações societárias • Nacional Minérios S.A. (“Namisa”)
Companhia Siderurgica Nacional LLC 100,00 100,00 Siderurgia Tem como objeto principal a extração e comercialização de minério de ferro próprio e de terceiros. As principais operações são
CSN Holdings Corp (Extinta em 31/12/2009) 100,00 Participações societárias desenvolvidas nos Municípios de Congonhas, Ouro Preto, Itabirito e Rio Acima no Estado de Minas Gerais e em Itaguaí, no Estado do
Energy I 100,00 100,00 Participações societárias
CSN Madeira 100,00 100,00 Operações financeiras, comercialização Rio de Janeiro. A CSN mantém transações de fornecimento de minério de ferro e prestação de serviços portuários, além de suporte
de produtos e participações societárias administrativo, operacional e financeiro.
CSN Cinnabar (Extinta em 30/11/2009) 100,00 Operações financeiras e participações • MRS Logística S.A.
societárias
CSN Ibéria (Adquirida em 17/11/2009) 100,00 Operações financeiras e participações Tem como objetivo a exploração e o desenvolvimento de serviço público de transporte ferroviário de carga na Malha Sudeste que
societárias atende o eixo Rio de Janeiro, São Paulo e Belo Horizonte. A MRS presta serviços de transporte ferroviário de carga de matérias-primas
Hickory 100,00 100,00 Operações financeiras e e produtos acabados para o abastecimento e escoamento da CSN.
comercialização de produtos • Itá Energética S.A. - Itasa
Lusosider Projectos Siderúrgicos 100,00 100,00 Participações societárias
CSN Acquisitions 100,00 100,00 Operações financeiras e participações A Itasa é detentora de participação no consórcio da Usina Hidrelétrica de Itá e as operações entre as partes são relativas à contratação
societárias do fornecimento de energia elétrica para as operações da CSN.

 CONTINUAÇÃO
CNPJ nº 33.042.730/0001-04
 CONTINUA

c) Transações com controladas e sociedades de propósitos específicos (fundos exclusivos) 2009 2008 2009 2008
• Ativo Ativo Passivo Ativo Passivo Resultado Resultado
Empréstimos Adianta mento Benefícios de curto prazo para empregados
Aplicações /Mútuos para Futuro e administradores 4.988 6.589 39.924 42.196
Contas Financeiras /Contas Dividendos Aumento Benefícios pós-emprego 297 430
Empresas a Receber (**) Correntes(*) a Receber de Capital Total Outros benefícios de longo prazo n/a n/a n/a n/a
Fundos Exclusivos 2.724.714 2.724.714 Benefícios de rescisão de contrato de trabalho n/a n/a n/a n/a
CSN Export 503.748 503.748 Remuneração baseada em ações n/a n/a n/a n/a
CSN Madeira 418.805 418.805 4.988 6.589 40.221 42.626
Prada 55.124 55.124
n/a - não aplicável
Sepetiba Tecon 23.073 23.073
IIF 20.521 20.521
7 CAIXA E EQUIVALENTES DE CAIXA
Inal Nordeste 11.094 11.094
Namisa Europe 5.734 5.734 Consolidado Controladora
GalvaSud 4.739 4.739 2009 2008 2009 2008
Cia. Metalic Nordeste 4.524 4.524 Circulante
Transnordestina 3.362 3.362 Disponibilidades
CSN Cimentos 878 878 Caixa e Bancos 142.045 232.065 31.023 68.753
Total em 2009 1.004.646 2.724.714 20.521 23.073 3.362 3.776.316 Aplicações Financeiras
Total em 2008 959.052 1.188.464 29.229 115.323 398.998 2.691.066 No País:
Fundos de investimento exclusivos 2.724.714 1.188.464
(*) Contrato em US$ - IIF: juros de 3% a.a. com vencimento indeterminado.
Títulos públicos (*) 3.339.972 1.395.692
(**) As aplicações financeiras nos fundos exclusivos administrados pelo Banco BTG Pactual são basicamente lastreadas em títulos Renda fixa e debêntures (**) 1.304.713 182.683 116.545 1.598
públicos do governo brasileiro e com liquidez diária. 4.644.685 1.578.375 2.841.259 1.190.062
As contas a receber são decorrentes de operações de vendas de produtos e serviços entre a controladora e as controladas. No Exterior:
Time Deposits 3.300.012 7.413.673 637 10.731
• Passivo
Total das Aplicações Financeiras 7.944.697 8.992.048 2.841.896 1.200.793
Empréstimos e financiamentos Contas a pagar
Caixa e equivalentes de caixa 8.086.742 9.224.113 2.872.919 1.269.546
Empréstimos Mútuos(3)
Fixed Rate e Intercompany /Contas (*) 62,80% - Notas do Tesouro Nacional
Empresas Pré-pagamento(1) Notes(2) Bonds(2) correntes Outros Total 13,01% - Letras do Tesouro Nacional
CSN Cement 1.841.259 1.126.163 2.967.422
CSN Islands VIII 1.266.588 1.600 1.268.188 24,19% - Letras Financeiras do Tesouro
CSN Ibéria 678.971 269.249 948.220 (**) Debêntures: Aplicações da controlada em conjunto MRS no montante de R$205.473 em Debêntures Compromissadas, com
CSN Export 527.424 10.450 537.874 remuneração baseada na variação dos Certificados de Depósitos Interbancários - CDI em títulos do Unibanco, Votorantim, Safra, Itaú
CSN Madeira 17.752 307.015 324.767 BBA, Bradesco e ABN.
CSN Aceros 17.504 17.504
Renda Fixa: Aplicações financeiras CSN no montante de R$116.545 e aplicações controladas no montante de R$982.695.
Outras(*) 1.728 1.728
Total em 2009 2.368.683 1.945.559 1.143.915 605.818 1.728 6.065.703 Os recursos financeiros disponíveis na controladora e nas controladas estabelecidas no país são aplicados basicamente em fundos
Total em 2008 3.387.512 2.223.821 1.531.644 131.507 7.054 7.281.538 de investimentos exclusivos, com operações compromissadas lastreadas em títulos públicos do governo brasileiro e com liquidez
imediata. Adicionalmente, parte significativa dos recursos financeiros da Companhia e de suas controladas no exterior é aplicada em
As condições das transações com essas controladas estão demonstradas a seguir:
Time Deposits com bancos de primeira linha.
(1) Contratos em US$ - CSN Export: juros de 6,01% a 7,43% a.a. com vencimento em maio de 2015.
Os fundos exclusivos, administrados pelo BTG Pactual Serviços Financeiros S.A. DTVM e os seus ativos respondem por eventuais
Contratos em US$ - Cement: juros de 4,00% a 10,0% a.a. com vencimento em junho de 2018. perdas nos investimentos e operações realizadas. A Companhia pode arcar com as taxas de funcionamento do fundo (administração,
(2) Contratos em US$ - Cement: Intercompany Bonds juros de 9,12% a.a. com vencimento em 1º de junho de 2047. custódia e auditoria), bem como pode ser chamada a garantir o patrimônio líquido em caso de perdas decorrentes de alterações de
Contratos em YEN - CSN Ibéria: juros de 1,5% a.a. com vencimento em 13 de julho de 2010. taxa de juros, câmbio ou de outros ativos financeiros.
Contratos em US$ - Cement (parte): 3,99% a.a. com vencimento em abril de 2013.
8 CONTAS A RECEBER DE CLIENTES
Contratos em US$ - CSN Madeira (parte): Libor semestral + 2,25% a.a. com vencimento em 15 de setembro de 2011.
Consolidado Controladora
Contratos em YEN - CSN Islands VIII: Juros de 5,65% a.a. com vencimento de dezembro de 2013. 2009 2008 2009 2008
(3) Contratos em US$ - CSN Madeira (parte): Libor semestral + 3% a.a. com vencimento indeterminado. Mercado interno 1.159.813 1.259.746 675.719 715.819
Mercado externo 359.355 139.608 3.256 4.920
Contratos em US$ - CSN Export: Euribor semestral + 0,5% a.a. com vencimento indeterminado.
Cambiais ACE (140.220) (140.220)
Contratos em US$ - CSN Ibéria (parte): Libor semestral + 3% a.a. com vencimento indeterminado. Provisão para créditos de liquidação duvidosa (346.651) (246.160) (290.133) (162.128)
(*) Outras: CSN Cimentos, Prada, Metalic, Galvasud, Ersa e Inal Nordeste. 1.172.517 1.012.974 388.842 418.391
• Patrimônio líquido - ajustes acumulados de conversão (Lei nº 11.638/07) A Companhia mantém também outros contas a receber de longo prazo e dentre esses ativos encontram-se 77% de debêntures
Variação emitidas pela Companhia Brasileira de Latas em 2002, no montante de R$212.870. Em 31 de dezembro de 2009 a companhia
Cambial de Variação mantinha provisão para perda da totalidade dessas debêntures.
Variação Cambial Equivalência Cambial de
Empresas de Investimentos Reflexa Emprestimos Total 9 ESTOQUES
CSN Steel (17.134) (6.753) (23.887)
Overseas (30.027) 5.714 (24.313) Consolidado Controladora
Panama 15.460 8.000 23.460 2009 2008 2009 2008
Energy I (32.075) 28.884 (3.191) Produtos acabados 596.940 779.130 373.744 462.067
CSN Iron (59.646) (59.646) Produtos em elaboração 501.891 720.258 433.922 695.383
Cinnabar (231.524) (231.524) Matérias-primas 578.936 1.189.815 421.772 830.123
CSN Madeira (79.454) (79.454) Almoxarifado 711.855 726.946 595.550 608.103
Aceros (1.157) (1.157) Adiantamento a fornecedores 129.836 220.666 77.337 84.568
CSN Export (30.389) (72.469) (102.858) Provisão para perdas (53.145) (23.354) (44.796) (18.546)
Total em 2009 (94.165) 35.845 (444.250) (502.570) Materiais em trânsito 122.633 9.314 98.012 3.164
Total em 2008 1.270.127 (23.223) 1.664.552 2.911.456 2.588.946 3.622.775 1.955.541 2.664.862
Os ajustes acumulados de conversão (ajuste de avaliação patrimonial) referem-se a investidas no exterior cujas moedas funcionais Determinados itens considerados obsoletos, ou de baixa rotatividade, foram objetos de constituição de provisões para ajuste a valor
são diferentes do real. de realização.
• Resultado
Receitas Custos/Despesas 10 IMPOSTO DE RENDA E CONTRIBUIÇÃO SOCIAL DIFERIDOS
Juros e Juros e
Variações CPV/ Variações (a) Imposto de renda e contribuição social diferidos
Produtos Monetárias e Produtos e Monetárias e São registrados para refletir os efeitos fiscais futuros atribuíveis às diferenças temporárias entre a base fiscal de ativos, passivos e o
Empresas e Serviços Cambiais Total Serviços cambiais Total respectivo valor contábil.
CSN Export 797.593 797.593 674.884 (94.353) 580.531 Controladora
CSN Iron 9.330 9.330 Diferido ativo
Cinnabar (12.532) (12.532) 2009 2008
CSN Madeira 618.368 618.368 189.283 (129.546) 59.737 Prejuízos fiscais de imposto de renda 143.688 233.643
CSN Cement (15.200) (15.200) Bases negativas de contribuição social 54.574 83.855
Namisa Europe 47.146 47.146 9.660 (9.705) (45) Diferenças temporárias 701.282 912.649
Prada 846.963 846.963 480.918 480.918 - Provisão para contingências 265.092 544.120
CSN Ibéria (32.415) (32.415) - Provisão para perdas em ativos 39.173 35.072
CSN Cimentos 22.087 22.087 8.539 8.539 - Provisão para perdas de estoques 15.231 6.306
Sepetiba Tecon 2.896 2.896 1.985 1.985 - Provisão para ganhos/perdas em instrumentos financeiros 139.297 90.772
GalvaSud 555.687 555.687 328.238 328.238 - Provisão para pagto planos prev. privada 23.782 39.973
Cia. Metalic Nordeste 77.507 77.507 45.743 45.743 - Provisão para JCP 20.706 91.276
Inal Nordeste 44.338 44.338 23.228 23.228 - Provisão vendas a longo prazo 6.806 2.383
ERSA 21.564 21.564 - Provisão para consumos e serviços 34.008 25.696
Aceros (1.459) (1.459) - Provisão para devedores duvidosos 78.520 38.318
IIF (6.798) (6.798) - Outras 78.668 38.733
Tangua (11.278) (11.278) Total 899.544 1.230.147
Island VIII (347.993) (347.993) Circulante 522.391 610.027
Fundos Exclusivos (677.400) (677.400) Não circulante 377.153 620.120
Total em 2009 3.012.585 9.330 3.021.915 1.784.042 (1.338.679) 445.363 De acordo com a Instrução CVM nº 371/02, algumas companhias do grupo registraram créditos tributários sobre prejuízos fiscais e
Total em 2008 2.802.125 1.266.034 4.068.159 1.422.901 1.107.949 2.530.850 base negativa de contribuição social não sujeitos a prazo prescricional e fundamentadas no histórico de rentabilidade e na expectativa
Durante 2009, a controlada CSN Export S.à.r.l. realizou exportações intermediadas por terceiros para as controladas da CSN, de lucros tributáveis futuros determinados em estudo técnico aprovado pela Administração.
Lusosider em Portugal e CSN LLC nos Estados Unidos, cujos efeitos foram eliminados das demonstrações financeiras consolidadas. A Companhia possui créditos sobre prejuízo fiscal no montante de R$143.688 e R$54.574 (R$233.643 e R$83.855 em 2008)
d) Outras partes relacionadas sobre a base negativa na controladora e R$156.934 e R$56.661 respectivamente no consolidado. Por estarem sujeitos a fatores
• CBS Previdência relevantes que possam modificar as projeções de realização, o valor contábil do ativo fiscal diferido é revisado mensalmente e as
projeções anualmente. Tais estudos indicam a realização desses ativos fiscais dentro do prazo estipulado pela referida instrução e do
A Companhia é a principal patrocinadora da CBS Previdência, sociedade civil sem fins lucrativos constituída em julho de 1960 e cujo
limite de 30% do lucro real.
principal objetivo é o pagamento de benefícios complementares aos da previdência oficial para os participantes. Como patrocinadora
da CBS Previdência a CSN mantém transações de pagamento de contribuições e reconhecimento de passivo atuarial apurado em O benefício fiscal do ágio da Nacional Minérios S.A., originado na incorporação da Big Jump, foi de R$ 1.391.858. Em 2009 foi
planos de benefícios definidos. realizado R$115.988 e nos anos seguintes (2010 a 2013) essa realização será de R$ 278.372 por ano. No último ano, em 2014,
o benefício será de R$ 162.382.
• Fundação CSN
A CSN desenvolve políticas socialmente responsáveis concentradas hoje na Fundação CSN da qual é mantenedora. As transações entre (b) A conciliação das despesas e receitas de imposto de renda e contribuição social da controladora e consolidado e o produto da
as partes são relativas a apoio operacional e financeiro para a Fundação conduzir os projetos sociais desenvolvidos principalmente alíquota vigente sobre o lucro antes do IR e da CSLL são demonstrados a seguir:
nas localidades onde a CSN atua. Consolidado Controladora
2009 2008 2009 2008
• Banco Fibra Lucro antes do IR e da CSLL 3.285.970 6.728.948 2.744.320 6.629.470
O Banco Fibra está sob a mesma estrutura de controle da Vicunha Siderurgia e as transações financeiras com esse banco estão Alíquota 34% 34% 34% 34%
limitadas a movimentações em contas correntes e aplicações financeiras em renda fixa. IR/CSLL pela alíquota fiscal combinada (1.117.230) (2.287.842) (933.069) (2.254.020)
Os saldos das transações entre a Companhia e essas entidades estão demonstrados a seguir: Ajustes para refletir a alíquota efetiva:
Ativo e Passivo Ativo Passivo Benefício de juros sobre capital próprio - JCP 108.788 91.258 108.788 91.258
Conta corrente Outras Equivalência Patrimonial/Resultados de subsidiárias
e aplicação Passivo Contas c/ alíquotas vigentes diferenciadas ou não tributadas 169.314 1.224.964 441.498 1.336.033
Empresa financeira Total Atuarial a Pagar Total Incentivos fiscais 11.732 12.008 9.309 11.728
CBS Previdência 69.944 69.944 Registros de créditos fiscais - IR e CSLL (60.256) 51.096
Fundação CSN 906 906 90 90 Ajustes decorrentes dos Parcelamentos
Banco Fibra 34 34 da Lei nº 11.941 e da MP 470 252.838 252.153
Total em 2009 940 940 69.944 90 70.034
Outras exclusões (adições) permanentes (56.244) (46.283) (54.422) (40.338)
Total em 2008 2 2 117.568 83 117.651
IR/CSLL no resultado do exercício (691.058) (954.799) (175.743) (855.339)
Alíquota efetiva 21% 14% 6% 13%
Resultado Receitas Despesas
(c) Incentivos fiscais
Receitas
de Juros e Despesas A Companhia goza de incentivos fiscais do imposto de renda sobre o resultado auferido na comercialização de produtos produzidos.
Variações com Esses incentivos foram concedidos pelos seguintes órgãos Federais, Programa de Alimentação do Trabalhador, Lei Rouanet, Incentivos
Monetárias Outras Fundo de Outras Fiscais de Atividade Audiovisual, Fundos do Direito da Criança e do Adolescente e Incentivo a Projetos Desportivos e Paradesportivos,
Empresa e Cambiais Receitas Total Pensão Despesas Total em 31 de dezembro de 2009, somavam o montante de R$9.309 (R$11.728 em 2008) na controladora e R$11.732 (R$12.008
CBS Previdência 190 190 76.420 66 76.486 em 2008) no consolidado.
Fundação CSN 1.305 1.305
(d) Regime Tributário de Transição
Banco Fibra 225 225
Total em 2009 225 190 415 76.420 1.371 77.791 O Regime Tributário de Transição (RTT) terá vigência até a entrada em vigor de lei que discipline os efeitos fiscais dos novos métodos
Total em 2008 20.215 3.439 23.654 contábeis, buscando a neutralidade tributária.
e) Pessoal-chave da administração O regime é optativo nos anos-calendário de 2008 e de 2009, respeitando-se: (i) aplicar ao biênio 2008-2009, não a um único ano-
calendário; e (ii) manifestar a opção na Declaração de Informações Econômico-Financeiras da Pessoa Jurídica (DIPJ).
O pessoal-chave da administração, que tem autoridade e responsabilidade pelo planejamento, direção e controle das atividades da
Companhia inclui os membros do conselho de administração, os diretores estatutários e demais diretores. A Companhia apresenta no A Empresa optou pela adoção do RTT em 2008. Consequentemente, para fins de apuração do imposto de renda e da contribuição
quadro a seguir, informações sobre remuneração e saldos existentes em 31 de dezembro de 2009. social sobre o lucro líquido dos exercícios findos em 2009 e 2008, a Companhia utilizou das prerrogativas definidas no RTT.

 CONTINUAÇÃO
CNPJ nº 33.042.730/0001-04
 CONTINUA

11 INVESTIMENTOS A CSN Energia mantém um saldo a receber relativo às transações de venda de energia elétrica realizada no âmbito da Câmara de
Comercialização de Energia Elétrica - CCEE, no montante de R$54.224 (R$54.224 em 2008) que são devidos por concessionárias
a) Participações diretas em empresas controladas e controladas em conjunto que detém liminares para suspensão dos pagamentos correspondentes. A Administração entende que não é necessária constituição de
2009 2008 provisão para créditos de liquidação duvidosa tendo em vista as ações judiciais tomadas pelas entidades oficiais do setor.
Quantidade Lucro Lucro  CSN CIMENTOS
de Ações % (Prejuizo) % (Prejuízo)
(em Unidades) Partici- Líquido Partici- Líquido Sediada em Volta Redonda no Estado do Rio de Janeiro, a CSN Cimentos tem como objetivo a fabricação e comercialização de cimento
pação do Patrimônio pação do Patrimônio e utiliza como uma de suas matérias-primas a escória de alto-forno gerada no processo de produção de gusa da UPV. A companhia
Empresas Ordinárias Preferenciais Direta Exercício Líquido Direta Exercício Líquido iniciou suas operações em 14 de maio de 2009 e tem resultados, também, relativos a gastos residuais decorrentes das atividades
Siderurgia descontinuadas em 2002, quando a sociedade era denominada FEM - Projetos, Construções e Montagens.
Cia. Metalic Nordeste 87.868.185 4.424.971 99,99 (3.553) 90.568 99,99 10.733 94.236  ESTANHO DE RONDÔNIA - ERSA
INAL Nordeste 43.985.567 99,99 (10.579) 36.958 99,99 2.004 41.537 Sediada no estado de Rondônia, a controlada opera duas unidades, sendo uma na cidade de Itapuã do Oeste e outra em Ariquemes.
CSN Aços Longos 240.278.171 99,99 (1.451) 268.475 99,99 36.807 Em Itapuã do Oeste está sediada a mineração onde se extrai a cassiterita (minério de estanho) e em Ariquemes a fundição onde se
GalvaSud 11.610.671.043 99,99 108.585 783.421 99,99 115.238 687.927
obtém o estanho metálico que é matéria-prima utilizada na UPV para fabricação de folhas metálicas.
CSN Steel 480.726.588 100,00 (43.527) 1.414.208 100,00 58.352 1.926.587
 TRANSNORDESTINA LOGÍSTICA
CSN Overseas 7.173.411 100,00 27.039 1.005.117 100,00 90.744 1.305.054
CSN Panama 4.240.032 100,00 136.473 692.836 100,00 (136.810) 767.227 Tem como objetivo principal a exploração e desenvolvimento do serviço público de transporte ferroviário de carga na malha nordeste
CSN Energy 3.675.319 100,00 635.848 920.618 100,00 (529.270) 511.574 do Brasil.
CSN Export 1.036.429 100,00 (9.606) 207.613 100,00 29.540 178.466
A Transnordestina assinou contrato de concessão com a União em 31 de dezembro de 1997 por um período de 30 anos prorrogável
Cia. Metalurgica
por igual período. O contrato permite o desenvolvimento de serviço público de exploração da malha nordeste que engloba sete estados
Prada 3.155.036 100,00 (80.907) 483.657 100,00 (5.706) 628.073
CSN Islands VII 20.001.000 100,00 (14.963) 32.559 100,00 13.533 47.522 da Federação em uma extensão de 4.534 km. A concessão se estende também ao arrendamento dos bens da Rede Ferroviária Federal
CSN Islands VIII 1.000 100,00 (2.089) 10.658 100,00 4.159 8.394 S. A. (RFFSA) que servem a essa malha e contempla, dentre outros, edificações, vias permanentes, locomotivas, vagões, veículos,
CSN Islands IX 1.000.000 100,00 (4.604) (28) 100,00 (2.968) 2.560 trilhos e acessórios.
CSN Islands X 1.000 100,00 6.666 (32.348) 100,00 (13.456) (39.014) Em 10 de dezembro de 2009 ocorreu um aumento no capital social da Transnordestina, com a emissão de 124.831.721 ações
CSN Islands XI 50.000 100,00 (24.381) (18.277) ordinárias, as quais foram subscritas e integralizadas pela Companhia mediante a capitalização de AFAC. Com este evento, a
Tangua 15 100,00 (986.513) 248.943 100,00 (179.964) 7.184.305 participação da CSN na companhia passou para 84,34%, a partir desse aumento, a Transnordestina passou a ser consolidada
International integralmente pela controladora.
Investment Fund 50.000 100,00 31.649 107.615 100,00 (18) 3.475
Logística e) Informações adicionais sobre as principais empresas controladas em conjunto
MRS Logística 188.332.667 151.667.313 22,93 605.730 1.669.836 22,93 663.190 1.551.827 Os saldos do balanço patrimonial e demonstração de resultados das empresas cujo controle é compartilhado estão demonstrados a
Transnordestina seguir e foram consolidados nas demonstrações financeiras da Companhia de acordo com o percentual de participação descritos no
Logística 790.526.537 45.513.333 84,34 (23.708) 530.589 84,50 (10.702) 287.998 item (a) desta nota.
Sepetiba Tecon 254.015.053 99,99 31.856 176.457 99,99 30.204 167.058 2009 2008
Itaguaí Logística 1.000.000 99,99 (2) 998 99,99 (365) 1.000 TRANSNOR-
Energia NAMISA MRS ITASA NAMISA DESTINA MRS ITASA
Itá Energética 520.219.172 48,75 50.011 636.193 48,75 35.160 598.060 Ativo circulante 2.498.453 1.281.774 79.207 653.027 37.465 1.086.480 60.077
CSN Energia 1.000 99,90 (1.965) 61.420 99,90 (9.799) 84.382 Ativo não circulante 9.761.700 3.589.593 882.126 8.530.730 590.303 3.505.537 935.540
Mineração Realizável a longo prazo 8.477.713 700.242 4.184 7.267.099 46.725 651.421 5.657
ERSA 34.236.307 99,99 (8.052) 14.719 99,99 4.958 27.481 Investimentos, imobilizado
Congonhas Minérios 5.010.000 99,99 381 5.900 99,99 437 5.519 e diferido 1.283.987 2.889.351 877.942 1.263.631 543.578 2.854.116 929.883
Mineração Nacional 1.000.000 99,99 (2) 998 99,99 (433) 1.000 Total do Ativo 12.260.153 4.871.367 961.333 9.183.757 627.768 4.592.017 995.617
Nacional Minérios 475.067.405 59,99 917.128 9.828.637 59,99 198.516 8.103.235 Passivo circulante 675.519 1.516.128 117.447 490.141 44.441 1.362.579 117.628
Pelotização Nacional 1.000.000 99,99 (421) 1.000 Passivo não circulante 1.755.997 1.685.403 207.693 590.381 295.329 1.677.611 279.929
Cimento Patrimônio líquido 9.828.637 1.669.836 636.193 8.103.235 287.998 1.551.827 598.060
CSN Cimentos 722.113.330 99,99 (29.179) 427.377 99,99 (6.430) 64.548 Total do Passivo e
Patrimônio Líquido 12.260.153 4.871.367 961.333 9.183.757 627.768 4.592.017 995.617
b) Movimentação dos investimentos 2009 2008
2008 2009 TRANSNOR-
Adições (baixas) NAMISA MRS ITASA NAMISA DESTINA MRS ITASA
Saldo Resultado de Saldo Receita Líquida 1.338.932 2.275.978 226.453 655.847 75.219 2.955.007 209.492
Inicial dos equivalência final dos Custos dos Produtos
Investimentos e patrimonial e investimentos e e Serviços Vendidos (843.688) (1.217.998) (73.583) (499.705) (63.404) (1.676.572) (58.666)
Provisão para Aumento - Ajustes provisão para provisão para Lucro (Prejuízo) Bruto 495.244 1.057.980 152.870 156.142 11.815 1.278.435 150.826
Empresas Perdas de capital Dividendos CPC 02 perdas Outras perdas (Despesas) e Receitas
Siderurgia Operacionais (187.445) (118.866) (51.676) 98.540 (4.967) 60.746 (52.726)
Cia. Metalic Nordeste 94.228 (3.660) 90.568 Resultado Financeiro Líquido 1.015.063 (51.995) (25.509) (145.841) (17.550) (320.752) (45.031)
INAL Nordeste 41.537 6.000 (10.579) 36.958 Lucro (Prejuízo) antes
CSN Aços Longos 36.807 174.633 (1.451) 58.486(4) 268.475 do IR/CSL 1.322.862 887.119 75.685 108.841 (10.702) 1.018.429 53.069
GalvaSud 687.927 108.585 (13.091)(2) 783.421 IR/CSL correntes e diferidos (405.734) (281.389) (25.674) 89.675 (355.239) (17.909)
CSN Steel 1.926.587 (485.322) (43.527) 16.470(1) 1.414.208 Lucro (Prejuízo)
CSN Overseas 1.305.054 (332.689) 27.039 5.713(1) 1.005.117 líquido do exercício 917.128 605.730 50.011 198.516 (10.702) 663.190 35.160
CSN Panama 767.227 (218.864) 136.473 8.000(1)+(5) 692.836
CSN Energy 511.574 (255.688) 635.848 28.884(5) 920.618  NACIONAL MINÉRIOS - NAMISA
CSN Export 178.466 110.482 (71.729) (9.606) 207.613 Sediada em Congonhas, no estado de Minas Gerais, a NAMISA, tem por objeto principal a produção, compra e venda de minério
Cia Metalurgica de ferro. A NAMISA tem o mercado externo como foco principal na comercialização de seus produtos. As principais operações da
(2)
Prada 628.073 (80.907) (63.509) 483.657 NAMISA são desenvolvidas nos municípios de Congonhas, Ouro Preto, Itabirito e Rio Acima, no estado de Minas Gerais, e em Itaguaí,
CSN Islands VII 47.522 (14.963) 32.559 no estado do Rio de Janeiro.
CSN Islands VIII 8.394 (2.089) 4.353(4) 10.658
CSN Islands IX (*) 2.560 2.016 (4.604) (28) Em dezembro de 2008 a CSN alienou 2.271.825 ações do capital votante da Nacional Minérios S.A. (“NAMISA”) para empresa
CSN Islands X (*) (39.014) 6.666 (32.348) Big Jump Energy Participações S.A. (Big Jump), cujos acionistas são as empresas Posco e Brazil Japan Iron Ore Corp (Itochu
CSN Islands XI (*) 6.104 (24.381) (18.277) Corporation, JFE Steel Corporation, Sumitomo Metal Industries, Ltd., Kobe Steel Ltd., Nisshin Steel Co. Ltd., Nippon Steel).
Tangua 7.184.305 (986.513) (5.948.849)(9) 248.943 Subsequentemente a essa venda, a Big Jump subscreveu novas ações integralizando em dinheiro o total de US$3,041,473 mil
International correspondentes a R$7.286.154, dos quais R$6.707.886 foram registrados como ágio na subscrição de ações.
Investment Fund 3.475 31.649 72.491(8) 107.615 Devido à nova estrutura societária da controlada em conjunto, onde a Big Jump detém 40% e a CSN 60% e, devido ao acordo de
13.384.722 299.235 (1.364.292) (236.020) (5.831.052) 6.252.593 acionistas assinado entre as partes, a CSN consolida a NAMISA proporcionalmente.
Logística
MRS Logistica 414.768 (111.843) 138.904 (58.907)(8) 382.922 Em continuidade ao processo de reestruturação da Namisa, em 30 de julho de 2009 a controlada em conjunto incorporou a sua
Transnordestina controladora Big Jump Energy Participações S.A. sem haver, nessa incorporação, nenhuma alteração no quadro de participação.
Logística 243.359 239.805 (20.447) (15.189) (7)
447.528  MRS LOGÍSTICA
Sepetiba Tecon 167.058 (23.073) 32.472 176.457 A sociedade tem como objetivo explorar, por concessão onerosa, o serviço público de transporte ferroviário de carga nas faixas de
Itaguaí Logística 1.000 (2) 998
domínio da Malha Sudeste, localizada no eixo Rio de Janeiro, São Paulo e Belo Horizonte da Rede Ferroviária Federal S.A. - RFFSA,
826.185 239.805 (134.916) 150.927 (74.096) 1.007.905
privatizada em 20 de setembro de 1996. A CSN integralizou na Namisa 10% de sua participação na MRS, baixando essa participação
Energia
Itá Energética 291.554 (5.790) 24.380 310.144 direta de 32,93% para 22,93%.
CSN Energia 84.290 (20.968) (1.963) 61.359 Além dessa participação direta, a Companhia ainda mantém participações indiretas de 6% por meio da Nacional Minérios S.A. -
375.844 (26.758) 22.417 371.503 Namisa, companhia consolidada proporcionalmente e, 4,3377% por meio da International Investment Fund.
Mineração
A MRS poderá explorar, ainda, os serviços de transportes modais relacionados ao transporte ferroviário e participar de projetos visando
ERSA 22.523 (8.052) 248(6) 14.719
Congonhas Minérios 5.519 381 5.900 a ampliação dos serviços ferroviários concedidos.
Mineração Nacional 1.000 (2) 998 Para a prestação dos serviços objeto da concessão obtida pelo período de 30 anos a partir de 1º de dezembro de 1996, prorrogáveis
Nacional Minérios 4.861.941 157 (278.301) 550.277 763.109(1)+(3) 5.897.183 por igual período por decisão exclusiva da concedente, a MRS arrendou da RFFSA, pelo mesmo período da concessão, os bens
4.890.983 157 (278.301) 542.604 763.357 5.918.800 necessários à operação e manutenção das atividades de transporte ferroviário de carga.
Cimento  ITÁ ENERGÉTICA S.A. - ITASA
CSN Cimentos 64.548 275.672 (29.179) 116.336(4) 427.377
Total MEP 19.542.282 814.869 (439.975) (1.364.292) 450.749 (5.025.455) 13.978.178 A Itasa detém 60,5% de participação no Consórcio Itá, criado para exploração da Usina Hidrelétrica de Itá, conforme contrato de
Outros concessão de 28 de dezembro de 1995 e seu termo aditivo nº 1 datado de 31 de julho de 2000, firmado entre as consorciadas
Investimentos 31 31 (Itasa e Centrais Geradoras do Sul do Brasil - Gerasul, antiga denominação da Tractebel Energia S.A.) e a agência Nacional de Energia
Total 19.542.313 814.869 (439.975) (1.364.292) 450.749 (5.025.455) 13.978.209 Elétrica.
(*) Empresas com provisão para perda em investimento. A CSN detém 48,75% do capital subscrito e do total de ações ordinárias de emissão da Itasa, uma sociedade de propósito específico,
originalmente criada para viabilizar a construção da Usina Hidrelétrica de Itá: a contratação do fornecimento de bens e serviços
(1) Outros ajustes de subsidiárias de acordo com as normas do CPC 02 - Classificados no patrimônio líquido em ajustes acumulados
necessários à realização do empreendimento e a obtenção de financiamento oferecendo as garantias correspondentes.
de conversão.
f) Informações adicionais sobre participações indiretas no exterior
(2) Ajuste referente Ágio na incorporação reversa conforme Instrução CVM 319/99.
 COMPANHIA SIDERURGICA NACIONAL - LLC
(3) Ganho na Equivalência Patrimonial referente a reserva especial de ágio na incorporação reversa da empresa Big Jump.
Constituída em 2001 com os ativos e passivos da extinta Heartland Steel Inc., sediada em Wilmington, no Estado de Delaware - EUA,
(4) Adiantamento para Futuro Aumento de Capital. possui planta industrial em Terre Haute, Estado de Indiana - EUA, onde está o complexo composto de laminação a frio, linha de decapagem
(5) Ajuste ao valor justo, reflexo do investimento designados como disponível para venda (Riversdale Mining Ltd.). de bobinas a quente e linha de galvanização. A CSN LLC é uma sociedade controlada integral e indiretamente por meio da CSN Panama.
 LUSOSIDER
(6) Reclassificação dividendos propostos referente dezembro 2008.
Constituída em 1996 em continuidade à Siderurgia Nacional - empresa privatizada pelo governo português naquele ano. A Lusosider
(7) Perda na variação percentual ocorridas em Abril/09, Junho/09 e Dezembro/09. é a única indústria portuguesa do setor siderúrgico a produzir aços planos relaminados a frio, com revestimento anti-corrosão. A
(8) Transferência de filiais - CPC 02. Empresa dispõe, em Paio Pires, de uma capacidade instalada de cerca de 550 mil toneladaS.Ano para produzir quatro grandes grupos
(9) Redução de Capital ocorrida de janeiro a outubro de 2009. de produtos siderúrgicos: chapa galvanizada, chapa laminada a frio, chapa decapada e oleada.
c) Outros investimentos Os produtos fabricados pela Lusosider podem ser aplicados na indústria de embalagens, construção civil (tubagens e estruturas
 A Companhia por meio da sua subsidiária CSN Madeira possui participação indireta na empresa Riversdale Mining Limited, metálicas) e em componentes de eletrodomésticos.
empresa de capital aberto com ações listadas na Australian Stock, com uma participação, em 31 de dezembro de 2009, de  RIVERSDALE MINING LIMITED
14,99%, correspondente a 28.750.598 ações do capital social. Atualmente esse investimento foi designado como disponível para Constituída em 1986, a Riversdale Mining Limited é uma empresa de mineração listada na Australian Stock. A Riversdale
venda (Vide nota 31). Mining pretende desenvolver-se como uma casa de mineração diversificada, com foco no crescimento através do investimento em
d) Informações adicionais sobre as principais empresas controladas operacionais oportunidades de mineração. A empresa possui mina de carvão na África do Sul, uma reserva em Moçambique, dentre outras minas.
 GALVASUD
12 IMOBILIZADO
Situada em Porto Real, no Estado do Rio de Janeiro, a sociedade tem como objeto social todas as atividades industriais, comerciais e
de promoção de vendas relativas a: i) instalação e operação de um centro de serviços de produtos siderúrgicos; ii) instalação e operação Consolidado
Taxa de
de uma linha de galvanização por imersão a quente; iii) instalação e operação de linhas de solda a laser para a produção de blanques
depreciação, Depreciação,
soldados voltados para a produção automobilística; iv) fornecimento em tempo certo (Just in time) para a indústria automobilística e, exaustão e exaustão e
v) promoção e vendas dos produtos da Companhia e de terceiros, incluindo os acionistas, para a indústria automobilística. Empresa amortização amortização Valor residual
incorporada na CSN em janeiro de 2010. Vide nota 31 de eventos subseqüentes. (% a.a.) Custo acumuladas 2009 2008
 INAL NORDESTE Máquinas e equipamentos 2,98 a 8,14 7.961.895 (1.736.098) 6.225.797 5.294.887
Sediada em Camaçari, Estado da Bahia, a sociedade tem como objetivo reprocessar e atuar como distribuidora de produtos siderúrgicos Minas e jazidas 0,06 a 1,44 5.332 (981) 4.351 5.207
da CSN na condição de centro de serviços e de distribuição na região nordeste do país. Edificações 2,11 a 4,00 1.534.307 (196.284) 1.338.023 1.010.856
 COMPANHIA METALÚRGICA PRADA Móveis e utensílios 8,06 a 14,87 126.165 (103.750) 22.415 24.794
Terrenos 126.719 126.719 132.578
Sediada na cidade de São Paulo, a Prada tem filiais em diversos estados da federação e tem como atividades principais o reprocessamento Imobilizado em andamento 2.089.253 2.089.253 2.366.255
e distribuição de aços laminados, fabricação e comércio de produtos metálicos, fabricação e comércio de embalagens de aço, bem Outros bens 4,00 a 20,00 1.948.523 (609.551) 1.338.972 1.249.200
como a importação e exportação desses produtos. 13.792.194 (2.646.664) 11.145.530 10.083.777
Em 30 de dezembro de 2008, para obter maior sinergia, otimização das operações, redução de custos e, ainda, para tornar-se mais
Controladora
eficiente, a Prada incorporou o acervo líquido da Indústria Nacional de Aços Laminados - INAL.
Máquinas e equipamentos 8,82 6.611.051 (1.289.871) 5.321.180 4.484.433
 CIA. METALIC NORDESTE Minas e jazidas 0,06 2.323 (4) 2.319 2.321
Sediada em Maracanaú, Estado do Ceará, a companhia tem como objeto social a fabricação de embalagens metálicas destinadas Edificações 3,68 788.004 (59.904) 728.100 526.950
basicamente à indústria de bebidas. Móveis e utensílios 10,00 102.059 (86.412) 15.647 17.590
Terrenos 83.875 83.875 85.368
Sua unidade operacional se caracteriza como uma das mais modernas existentes no mundo e conta com duas linhas de produção
Imobilizado em andamento 1.107.449 1.107.449 1.598.458
distintas: a de latas, cuja matéria-prima é o aço revestido de estanho e o fornecedor é a controladora CSN e a de tampas, cuja matéria- Outros bens 20,00 248.555 (88.940) 159.615 172.228
prima é o alumínio. 8.943.316 (1.525.131) 7.418.185 6.887.348
Sua produção está voltada principalmente para mercado norte e nordeste do Brasil, com oferta do excedente de tampas para o A movimentação do imobilizado entre 31 de dezembro de 2009 e 2008 pode ser assim demonstrada:
mercado externo. Consolidado
A controlada recebe incentivo do PROVIN - Programa de Incentivo ao Funcionamento de Empresas estabelecido pelo governo do Ajuste de
Estado do Ceará, o qual tem como objetivo principal a promoção do desenvolvimento industrial e a geração de empregos naquele Líquido Trans- Depreciação conversão Líquido
Estado. 2008 Adição ferências Baixas Outros acumulada para reais 2009
 SEPETIBA TECON Máquinas
e equipamentos 5.294.887 774.999 828.860 (22.978) - (602.726) (47.245) 6.225.797
Tem como objetivo a exploração do Terminal de Contêineres nº 1 do Porto de Itaguaí, localizado em Itaguaí, no Estado do Rio de Minas e jazidas 5.207 - - - - (856) - 4.351
Janeiro. O terminal é ligado à UPV pela malha ferroviária Sudeste, que está concedida à MRS Logística. Edificações 1.010.856 14.265 376.836 (181) (51.619) (12.134) 1.338.023
A Sepetiba Tecon foi vencedora do leilão ocorrido em 3 de setembro de 1998 para assumir a concessão do terminal e tal concessão Móveis e utensílios 24.794 1.872 306 (24) (3.912) (621) 22.415
permite a exploração do referido terminal pelo prazo de 25 anos prorrogáveis por igual período. Terrenos 132.578 4.479 (5.972) (4.366) 126.719
Imobilizado
 CSN ENERGIA
em andamento 2.366.254 1.060.237 (1.305.710) (26.658) (3.920) (950) 2.089.253
Tem como objetivo principal a distribuição e comercialização do excedente de energia elétrica gerada pela CSN e por sociedades, Outros 1.249.201 140.907 105.680 (20.653) (6) (132.232) (3.925) 1.338.972
consórcios ou outros empreendimentos nos quais a Companhia detenha participação. Total imobilizado 10.083.777 1.996.759 (70.494) (3.926) (791.345) (69.241) 11.145.530

 CONTINUAÇÃO
CNPJ nº 33.042.730/0001-04
 CONTINUA

Controladora Sobre os empréstimos, financiamentos e debêntures, incidem juros cujas taxas anuais em 31 de dezembro de 2009 estão apresentadas
Líquido Trans- Depreciação Líquido como segue:
2008 Adição ferências Baixas Outros acumulada 2009 Consolidado Controladora
Máquinas e equipamentos 4.484.433 753.754 638.673 (21.384) (534.296) 5.321.180 Moeda Nacional Moeda Estrangeira Moeda Nacional Moeda Estrangeira
Minas e jazidas 2.321 (2) 2.319 Até 7% 167.064 4.914.931 - 5.944.501
Edificações 526.950 10.199 217.515 (26.564) 728.100
Móveis e utensílios 17.591 827 57 (2.828) 15.647 De 7,1 a 9% 957.227 182.960 579.491 1.084.691
Terrenos 85.368 4.479 (5.972) 83.875 De 9,1 a 11% 1.290.233 3.076.387 1.186.341 1.416.794
Imobilizado em andamento 1.598.456 384.019 (850.812) (21.372) (2.842) 1.107.449 Acima de 11% 249.812 47.408
Outros 172.229 11.152 539 (16.977) (7.328) 159.615 Derivativos 95.876 (150.025)
Total imobilizado 6.887.348 1.164.430 (59.733) (2.842) (571.018) 7.418.185 Variáveis 3.469.544 1.317 3.450.999
a) A Companhia capitalizou custos dos empréstimos no montante de R$82.713 (R$144.130 em 2008) na controladora e R$85.260 6.133.880 8.318.879 5.216.831 8.295.961
(R$148.021 em 2008) no consolidado. Esses custos são apurados, basicamente, sobre os contratos de financiamento para os 14.452.759 13.512.792
projetos de mineração, cimento e aços longos. Composição percentual dos empréstimos, financiamentos e debêntures por moeda/indexador de origem:
b) Os bens dados em garantia nas operações financeiras totalizaram R$47.985 em 31 de dezembro de 2009 e 2008. Consolidado Controladora
2009 2008 2009 2008
c) A depreciação do período é alocada substancialmente ao custo de produção no montante de R$558.471 em 2009 (R$486.611 em 2008).
Moeda Nacional
CDI 28,75 5,68 30,14 4,71
13 INTANGÍVEL
IGPM 0,23 0,37 0,67
Consolidado TJLP 13,26 10,14 8,40 5,65
Taxas IGP-DI 0,07 0,08 0,07 0,07
Prazos de anuais de Amortização Valor Residual
Outros índices 0,13 20,06
vida útil amortização % Custo Acumulada 2009 2008
42,44 36,33 38,61 11,10
Software 05 anos 20 48.717 (24.838) 23.879 25.527
Moeda Estrangeira
Ágio por expectativa de rentabilidade futura 753.917 (320.216) 433.701 501.269
Dólar norte-americano 57,53 65,60 57,49 74,67
802.634 (345.054) 457.580 526.796
Iene 3,90 14,22
Controladora Euro 0,03 0,09
Taxas Outras moedas (2,02) 0,01
Prazos de anuais de Amortização Valor Residual 57,56 63,67 61,39 88,90
vida útil amortização % Custo Acumulada 2009 2008 100,00 100,00 100,00 100,00
Software 05 anos 20 20.172 (8.178) 11.994 12.912 Em julho de 2005, a Companhia, por meio de sua subsidiária CSN Islands X Corp. emitiu bônus perpétuos no montante de US$750
Ágio por expectativa de rentabilidade futura 283.528 (206.928) 76.600 23.137 milhões. Esses bônus sem vencimento determinado têm cupom de 9,5% a.a. e a Companhia tem o direito de liquidar a operação
303.700 (215.106) 88.594 36.049 ao “par” (valor de face) após 5 anos, nas datas de vencimento dos juros. Até o fechamento dessas demonstrações financeiras a
Software: Avaliado ao custo de aquisição, deduzido da amortização acumulada e quando aplicável de perdas por redução do valor Administração da Companhia não tinha intenção de liquidar a operação em prazo previsível.
recuperável.
As garantias concedidas em razão dos empréstimos constituem-se de bens do imobilizado, avais, fianças e operações de securitização
Ágio: O fundamento econômico do ágio é a expectativa de rentabilidade futura e de acordo com os novos pronunciamentos esses valores (exportações), conforme demonstrado no quadro a seguir e não contemplam garantias concedidas para empresas controladas e
não são amortizados contabilmente desde 1º de janeiro de 2009, quando passaram a estar sujeitos apenas aos testes de impairment. controladas em conjunto mencionadas na nota 18.
Benefício fiscal conforme 2009 2008
Instrução CVM nº 319/99
Imobilizado 47.985 47.985
Transfe-
rência ref. Garantia fidejussória 74.612 95.254
Saldo em Equivalência IR/CSLL Adições/ Saldo em Importações 41.964 83.853
Ágios em Investimentos 2008 Provisão Patrimonial Diferido Baixas 2009 Investidora Securitizações (Exportações) 206.125 117.369
Controladora 370.686 344.461
Ersa (**) 23.137 (23.137) CSN A tabela a seguir demonstra as amortizações e captações durante o exercício corrente:
Galvasud 13.091 13.091 CSN 2009
Prada (***) 63.509 63.509 CSN Saldo Inicial 14.549.180
Subtotal controladora 23.137 76.600 (23.137) 76.600
Captações 7.671.696
Galvasud
CSN I (*) 19.837 (13.091) (6.746) GalvaSud Amortizações (3.700.866)
Prada Outros (*) (4.067.251)
Inal (*) 86.412 (63.509) (22.903) Prada Sado final 14.452.759
Onomatopéia 9.814 (9.814) Prada (*)Inclusos variações cambiais e monetárias.
NAMISA
CFM (***) 339.616 21 339.637 Namisa a) Os empréstimos e financiamentos com determinadas instituições financeiras possuem certas cláusulas contratuais restritivas
Cayman do Brasil 7.481 7.481 Namisa (covenants) usuais em contratos financeiros em geral e que se encontram adequadamente atendidas pela Companhia em 31 de
ITASA 14.972 (4.989) 9.983 dezembro de 2009. Informamos, a seguir, algumas das principais cláusulas restritivas:
Total consolidado 501.269 (76.600) 76.600 (39.463) (28.105) 433.701
Em operações de financiamento à exportação e importação:
(*) Constituição de provisão na incorporadora para refletir os ajustes previstos na instrução CVM 319/99.
“A Companhia deve manter todas as autorizações necessárias ao cumprimento das obrigações previstas no contrato.”
(**) Constituído provisão de impairment no valor de R$23.137 em junho de 2009.
“A Companhia compromete-se a exportar em quantidade suficiente ao valor agregado de principal e juros devidos nas respectivas
(***) Conforme descrito na nota 3, a Companhia elaborou estudo de recuperabilidade do benefício fiscal sobre ágio decorrente de datas de pagamento.”
aquisição de controladas, não encontrando necessidade de registrar impairment sobre o referido ativo.
Em Notas de Crédito à Exportação emitidas em favor do Banco do Brasil S.A. e Banco Nossa Caixa S.A.
Para a controlada Namisa, o método utilizado foi o fluxo de caixa descontado, baseado em projeções do orçamento oficial da empresa
com as premissas abaixo: “A Companhia compromete-se a exportar produtos siderúrgicos em geral e/ou minério em quantidade suficiente ao valor de principal
a) taxa de câmbio - R$1,78 em 2010; R$1,91 em 2011; R$1,99 em 2012 e entre R$2,05 a R$2,30 a partir do exercício de 2013. da operação.”
b) volumes de vendas = considerados os planos de expansão já em construção. Em financiamentos obtidos junto ao Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social – BNDES
c) preços = a companhia considerou os preços benchmarking (Vale Sinter Feed, Tubarão, Mercado Externo, Ásia) atualizados pela “A Companhia obriga-se a comprovar a aplicação dos recursos próprios previstos no projeto.”
inflação projetada do período. “A Companhia obriga-se a não promover atos ou medidas que prejudiquem ou alterem o equilíbrio econômico-financeiro da Beneficiária
Para a controlada Prada, o método utilizado foi o valor de mercado, suportado por estudo técnico elaborado pela Companhia. do crédito.”
Em emissões Debêntures:
14 DIFERIDO
“A Companhia deve notificar imediatamente o Agente Fiduciário da convocação de qualquer assembléia geral de debenturistas pela
Em atendimento à Lei nº 11.638/07 e pronunciamento técnico CPC-13 a Companhia mantém o registro do saldo remanescente dos emissora.”
ativos diferidos relativos a despesas pré-operacionais reconhecidas até 31 de dezembro de 2007.
b) A Companhia e suas controladas assumem também cláusulas restritivas que são específicas a determinados contratos, mas habituais
Esses ativos serão mantidos na contabilidade da companhia até sua amortização total e/ou baixa por impairment. Em 31 de dezembro de em operações da mesma natureza, e que também encontram-se cumpridas em 31 de dezembro de 2009. Exemplificativamente:
2009 o saldo desses ativos era de R$28.514 (R$34.531 em 2008) na controladora e R$33.469 (R$42.482 em 2008) no consolidado.
Cláusulas restritivas da Companhia e controladas em Eurobonds emitidos por suas controladas:
15 EMPRÉSTIMOS, FINANCIAMENTOS E DEBÊNTURES “Em operações de dívida em moeda estrangeira representadas por valores mobiliários negociados em bolsas de valores fora do Brasil,
Consolidado Controladora a Companhia não deve constituir garantias sobre seus ativos, exceto as permitidas nos contratos da operação, sem ao mesmo tempo
Passivo Passivo garantir as notas.”
Passivo Circulante não Circulante Passivo Circulante não Circulante CSN Islands IX Corp.,CSN Islands X Corp. CSN Islands XI Corp. (Eurobonds): “A emissora não deve assumir dívidas, exceto as
2009 2008 2009 2008 2009 2008 2009 2008
MOEDA ESTRANGEIRA representadas pelas Notas, ou dívidas representando comissões, custos ou indenizações devidas de acordo com o previsto na
Captados a Longo Prazo documentação da operação.”
ACC 233.837 2.190.556 241.553 233.837 2.190.556 241.554 Cláusula restritiva da Companhia em Cédula de Crédito Bancário (“CCB”) com a Caixa Econômica Federal:
Pré-pagamento 309.437 275.084 2.872.698 1.963.539 590.442 307.561 4.470.437 4.402.184
Bônus perpétuos 26.191 35.152 1.305.900 1.752.750 “A Companhia deve manter em cobrança, junto à Caixa Econômica Federal, recebíveis no valor de 25% do saldo devedor da operação.”
Fixed rate notes 62.857 51.261 2.960.040 2.220.150 690.896 18.962 2.155.612 3.855.522 Cláusulas restritivas aplicáveis às controladas da Companhia:
Importações financiadas 80.148 121.733 122.161 212.474 58.284 80.640 58.292 98.467
BNDES/Finame 19.796 8.639 75.241 106.641 17.479 8.290 67.615 100.286 CSN Export S.à.r.l (Securitização): “A CSN Export não deve assumir dívidas exceto as previstas na documentação da operação e as
Outros 27.826 247.203 126.870 133.421 28.204 11.692 74.887 13.671 dívidas decorrentes de lei e que não tenham efeito materialmente adverso.”
760.092 2.929.628 7.462.910 6.630.528 1.619.142 2.617.701 6.826.843 8.711.684 Em 2 de julho de 2009, a CSN (1) notificou os credores das notas série 2003-1 sua intenção irrevogável de realizar o resgate antecipado
MOEDA NACIONAL
Captados a Longo Prazo das mesmas, cuja liquidação ocorreu no dia 5 de agosto e (2) realizou processo de consulta aos credores (consent solicitation) das
BNDES/Finame 280.802 248.361 1.634.920 1.223.306 181.348 187.492 953.492 695.900 notas séries 2004-1 e 2005-1 do programa de Securitização, a fim de obter dos mesmos consentimentos ou renúncias com relação às
Debêntures 30.659 44.429 624.570 632.760 21.592 33.947 600.000 600.000 seguintes matérias: (i) inclusão de recebíveis de minério de ferro no programa de Securitização; (ii) flexibilização das datas para realização
Pré-pagamento 31.217 2.224 1.400.000 100.000 31.217 2.224 1.400.000 100.000 de resgates antecipados das notas; (iii) alteração de alguns índices de cobertura de exportações previstos no programa (coverage ratios); e
CCB 19.782 2.000.000 19.782 104.693 2.000.000 (iv) desconsideração dos Eventos de Acumulação (accumulation events) ocorridos no 21º e 23º trimestres do programa, para fins de uma
Outros 18.488 41.152 93.442 94.504 1.568 6.961 7.833 4.200 eventual caracterização de um evento de amortização antecipada (early amortization event). Em 5 de agosto de 2009 obtivemos confirmação
380.948 336.166 5.752.932 2.050.570 255.507 335.317 4.961.325 1.400.100 do The Bank of New York Mellon do recebimento de aprovações (consents) de credores de ambas as séries em quantidades suficientes para
Sub Total 1.141.040 3.265.794 13.215.842 8.681.098 1.874.649 2.953.018 11.788.168 10.111.784
Derivativos 77.147 (304.607) 18.730 (7.565) (150.025) (235.230) a aprovação de todas as matérias acima mencionadas. Não obstante a obtenção pela Companhia de tais aprovações, o direcionamento
Custos de transação (27.121) (62.162) (23.568) (56.060) temporário de recursos neste trimestre (até o valor equivalente a duas vezes o serviço da dívida) para uma conta administrada pelo banco
Total 1.191.066 2.961.187 13.172.410 8.673.533 1.701.056 2.717.788 11.732.108 10.111.784 custodiante (Evento de Acumulação no montante de R$70.829), em função de nível de exportação insuficiente para cumprir determinados
Em 31 de dezembro de 2009 os custos de transação das captações de recursos estavam apresentados como segue: índices de cobertura de exportações (coverage ratios) no 23º trimestre do programa (findo em 30 de abril de 2009), será mantido até que
Consolidado a Companhia retome o cumprimento dos coverage ratios originalmente previstos nos termos dos contratos do programa de securitização.
Curto prazo Longo prazo TJ(1) TE(2) Transnordestina (Financiamento BNDES): “A Transnordestina obriga-se a não alterar, sem prévia e expressa autorização do BNDES,
Fixed rate notes 3.700 4.661 6,88% até 10% 10,01% até 10,7% seu controle acionário.”
BNDES 2.236 11.022 1,3% até 3,2% + TJLP 1,44% até 9,75%
Pré-pagamento 6.015 22.469 6,25% até 8,62% 6,75% até 10,08% 16 DEBÊNTURES
CCB 13.843 23.072 117,5% CDI 11,33% Quarta emissão
Outros 1.327 938 103,6% CDI 12,59%
Total 27.121 62.162 Conforme aprovado na reunião do Conselho de Administração realizada em 20 de dezembro de 2005 e ratificado em 24 de abril de
Controladora 2006, a Companhia emitiu, em 1º de fevereiro de 2006, 60.000 debêntures não conversíveis e quirografárias, em série única, ao
Curto prazo Longo prazo TJ(1) TE(2) valor nominal unitário de R$10. As referidas debêntures foram emitidas ao valor total de R$600.000, sendo que os créditos gerados
Fixed rate notes 701 2.104 1,5% até 10% 10,01% até 10,7% nas negociações com as instituições financeiras foram recebidos em 03 de maio de 2006.
BNDES 1.856 8.246 1,3% até 3,2% + TJLP 1,44% até 9,75%
Pré-pagamento 5.840 21.700 6,25% até 8,62% 6,75% até 10,08% Sobre o valor nominal dessas debêntures incide juros remuneratórios correspondentes a 103,6% do CDI Cetip, e o vencimento do valor
CCB 13.843 23.072 117,5% CDI 11,33% nominal está previsto para 1º de fevereiro de 2012, sem opção de resgate antecipado.
Outros 1.328 938 103,6% CDI 12,59% As escrituras dessa emissão de debêntures possuem cláusulas contratuais restritivas, usuais a esse tipo de operações, tais como as
Total 23.568 56.060 indicadas a seguir, que estão adequadamente atendidas pela Companhia:
(1) TJ – Taxa de juros anual contratada a) Prestação de informações: a Companhia deve fornecer ao agente fiduciário qualquer informação que lhe venha a ser razoavelmente
(2) TE – Taxa efetiva da transação solicitada no prazo de até dez dias úteis contados da data da respectiva solicitação;
Em 31 de dezembro de 2009, os custos de transação das captações de recursos a serem apropriados ao resultado em períodos b) Auditoria: a Companhia deve submeter, na forma da lei, suas contas e balanços a exame por empresa de auditoria independente
subsequentes, são apresentados como segue. registrada na CVM;
Consolidado
2011 2012 2013 2014 2015 Após 2015 c) Assembleia Geral de Debenturistas: deve notificar imediatamente o agente fiduciário da convocação de qualquer Assembleia Geral
Fixed rate notes 1.088 1.088 1.088 387 224 786 pela Emissora.
BNDES 1.980 4.341 1.980 618 300 1.802 17 INSTRUMENTOS FINANCEIROS
Pré pagamento 6.015 6.015 6.015 4.353 73
CCB 13.843 9.229 I - Identificação e valorização dos instrumentos financeiros
Outros 753 185
Total 23.679 20.858 9.083 5.358 597 2.588 A Companhia opera com diversos instrumentos financeiros, com destaque para disponibilidades, incluindo aplicações financeiras,
Controladora duplicatas a receber de clientes, contas a pagar a fornecedores e empréstimos e financiamentos. Adicionalmente, a Companhia
2011 2012 2013 2014 2015 Após 2015 também opera com instrumentos financeiros derivativos, especialmente operações de swap cambial, e swap de juros.
Fixed rate notes 701 701 701 Considerando a natureza dos instrumentos, excluindo-se os instrumentos financeiros derivativos, o valor justo é basicamente
BNDES 1.856 1.856 1.856 577 300 1.802 determinado pela aplicação do método do fluxo de caixa descontado. Os valores registrados no ativo e no passivo circulante têm
Pré-pagamento 5.840 5.840 5.840 4.178 liquidez imediata ou vencimento, em sua maioria, em prazos inferiores a três meses. Considerando o prazo e as características desses
CCB 13.843 9.229 instrumentos, que são sistematicamente renegociados, os valores contábeis aproximam-se dos valores justos.
Outros 753 185
Total 22.993 17.811 8.397 4.755 300 1.802 II - Caixa e equivalentes de caixa, aplicações financeiras, contas a receber, outros ativos circulantes e contas a pagar
Em 31 de dezembro de 2009, o principal dos empréstimos, financiamentos e debêntures de longo prazo apresenta a seguinte Os valores contabilizados aproximam-se dos de realização.
composição por ano de vencimento: III - Investimentos
Consolidado Controladora
2011 2.123.107 16,0% 2.099.057 17,8% Consistem, principalmente, em investimentos em entidades de capital aberto, registrados pelo valor justo e designados como
2012 3.760.038 28,4% 3.736.737 31,7% disponíveis para venda, nas quais a Companhia tem interesse estratégico.
2013 2.234.338 16,9% 2.457.450 20,8% IV - Política de gestão de riscos financeiros
2014 1.080.312 8,2% 1.256.349 10,7%
2015 835.367 6,3% 399.467 3,4% A Companhia possui e segue política de gerenciamento de risco, que orienta em relação a transações e requer a diversificação de
Após 2015 1.895.510 14,3% 1.839.108 15,6% transações e contrapartidas. Nos termos dessa política, a natureza e a posição geral dos riscos financeiros é regularmente monitorada
Bônus Perpétuos 1.305.900 9,9% e gerenciada a fim de avaliar os resultados e o impacto financeiro no fluxo de caixa. Também são revistos, periodicamente, os limites
13.234.572 100,0% 11.788.168 100,0% de crédito e a qualidade do hedge das contrapartes.

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A política de gerenciamento de risco da Companhia foi estabelecida pelo Conselho de Administração. Nos termos dessa política, os de taxa de juros que variam entre 4,35% a 9,00% a.a., multiplicado pelo valor de referência (ponta ativa) e paga juros baseados no
riscos de mercado são protegidos quando é considerado necessário suportar a estratégia corporativa ou quando é necessário manter Certificado de Depósito Interbancário - CDI, sobre o valor em reais de referência na data da contratação (ponta passiva). O valor de
o nível de flexibilidade financeira. referência destes swaps, em 31 de dezembro de 2009, era de US$1.519.500 mil, (US$1.530.000 mil em 2008). Os ganhos e perdas
Nas condições da política de gerenciamento de riscos, a Companhia administra alguns dos riscos por meio da utilização de instrumentos destes contratos estão diretamente relacionados às oscilações no câmbio (dólar) e do CDI. Tratam-se em geral de operações no mercado
derivativos. A política de riscos da Companhia proíbe negociações especulativas e venda a descoberto. de balcão brasileiro tendo como contraparte instituições financeiras de primeira linha, contratadas dentro dos fundos exclusivos.
V - Risco de liquidez Em 31 de dezembro de 2009, a posição desses contratos é a seguinte:
É o risco de a Companhia não dispor de recursos líquidos suficientes para honrar seus compromissos financeiros, em decorrência de a) Operações em aberto
descasamento de prazo ou de volume entre os recebimentos e pagamentos previstos. Valor Justo Valor a pagar
(mercado) ou a receber no
Para administrar a liquidez do caixa em moeda nacional e estrangeira, são estabelecidas premissas de desembolsos e recebimentos Valor de Referência (US$ mil) Valorização - 2009 (R$ mil) (R$ mil) exercício (R$ mil)
futuros, sendo monitoradas diariamente pela área de Tesouraria. Vencimento Posição Posição Valor a
VI - Risco de taxa de câmbio Contrapartes 2009 da operação Ativa Passiva 2009 Pagar/Pago
Apesar da maior parte das receitas da Companhia estar denominada em reais, em 31 de dezembro de 2009, R$8.223.002 ou 57% Santander 1.024.500 04/01/2010 e
dos empréstimos e financiamentos consolidados da Companhia eram denominados em moeda estrangeira (R$9.560.155 ou 66% 5/3/2010 1.788.212 (1.824.172) (35.960) (35.960)
em 2008). Como resultado, a Companhia está sujeita a variações de taxas de câmbio e juros e administra o risco das flutuações dos Goldman Sachs 300.000 4/jan/10 523.270 (527.928) (4.658) (4.658)
valores em reais que serão necessários para pagar as obrigações em moeda estrangeira, utilizando instrumentos financeiros diversos, Itau BBA 130.000 4/jan/10 226.753 (228.968) (2.215) (2.215)
incluindo caixa aplicado em dólares e derivativos (contratos derivativos sem alavancagem financeira, a exemplo de swaps e contratos Westlb 65.000 4/jan/10 113.379 (114.569) (1.190) (1.190)
futuros de moeda estrangeira). 1.519.500 2.651.614 (2.695.637) (44.023) (44.023)
VII – Derivativos b) Operações liquidadas
Valor a Pagar
a) Políticas de utilização de derivativos de proteção Valor de Referência Valorização - Valorização - Valor Justo ou a Receber no
A política financeira da empresa reflete os parâmetros de liquidez; risco de crédito e de mercado aprovados pelo comitê de auditoria (Nocional) US$ mil 2009 (R$ mil) 2008 (R$ mil) (mercado) (R$ mil) exercício (R$ mil)
e conselho de administração. A utilização de instrumentos derivativos com objetivo de evitar que flutuações de taxas de juros e taxas Valor a
de câmbio tenham impacto negativo sobre o balanço patrimonial e demonstração de resultados da empresa, deve observar estes Data da Contra- Posição Posição Posição Posição Receber/ Valor a
mesmos parâmetros. Nos termos das normas internas da Companhia, esta política de investimentos financeiros foi aprovada e é Liquidação partes 2009 2008 Ativa Passiva Ativa Passiva 2009 2008 Recebido Pagar/Pago
administrada pela diretoria. 2/1/2009 a
A Diretoria rotineiramente apresenta e discute, nas reuniões de Diretoria Executiva e Conselho de Administração, as posições 11/12/2009 Itaú BBA 2.901.000 1.121.000 5.774.873 (5.770.016) 2.638.918 (2.471.637) 4.857 167.281 19.288 (181.712)
financeiras da companhia. Nos termos do estatuto social, operações de valores expressivos requerem aprovação prévia dos órgãos da 2/1/2009 a
administração. A utilização de outros instrumentos derivativos está condicionada à aprovação prévia do Conselho de Administração. 01/12/2009 Santander 4.532.500 182.000 8.322.594 (8.539.139) 430.244 (429.500) (216.546) 744 5.360 (222.649)
Neste contexto, uma vez que instrumentos de renda variável apresentam historicamente maior rendimento do que instrumentos de 13/01/09 a
renda fixa e como o objetivo de reduzir o custo de capital de terceiros, a Companhia contratou operação de total return equity swap 24/08/2009 ABN Amro 195.000 195.000 398.264 (353.741) 465.853 (335.894) 44.524 129.959 (85.435)
sobre ADRs de sua própria emissão que foi liquidado em 13 de agosto de 2009. 2/01/09 a
11/12/2009 Goldmam 670.000 30.000 1.199.378 (1.239.072) 71.369 (71.509) (39.694) (140) 1.912 (41.466)
Para financiar suas atividades a Companhia recorre ao mercado financeiro de capitais, tanto local quanto internacional e, em função
1/7/2009 a
do perfil de endividamento que busca, parte da dívida da Companhia está atrelada a moeda estrangeira, substancialmente ao dólar
01/12/2009 Westlb 575.000 1.040.812 (1.073.609) (32.797) (32.797)
norte-americano, o que motiva a Companhia buscar proteção para o endividamento através de instrumentos financeiros derivativos.
8.873.500 1.528.000 16.735.921 (16.975.577) 3.606.384 (3.308.540) (239.656) 297.844 26.560 (564.059)
Para contratar instrumentos financeiros derivativos com objetivo de proteção dentro da estrutura de controles internos, a Companhia
A posição líquida dos contratos acima está contabilizada em conta específica de derivativos no grupo de empréstimos e financiamentos
adota as seguintes políticas:
como perda no montante de R$44.023 em 2009 (ganho de R$295.972 em 2008) e seus efeitos reconhecidos no resultado
• apuração contínua da exposição cambial que ocorre por meio do levantamento dos ativos e passivos expostos a moeda estrangeira, financeiro da companhia como perda no montante de R$581.523. A controlada em conjunto MRS Logística tem operações com
dentro dos seguintes termos: (i) contas a receber e a pagar em moeda estrangeira; (ii) disponibilidades e dívida em moeda estrangeira; derivativos (swap) que geraram perdas proporcionais à participação da Companhia no montante de R$65.249 reconhecidos no
• apresentação da posição financeira e exposição cambial da Companhia, rotineiramente, em reuniões de diretoria executiva e do balanço consolidado de 2009 da CSN.
conselho de administração que aprovam a estratégia de proteção; IX - Métodos e premissas utilizadas para cálculos e mensuração dos instrumentos financeiros -derivativos
• realização de operações de derivativos de proteção somente com bancos de primeira linha; • Transações de swap cambial, Transações de swap Libor x CDI
A exposição líquida consolidada da Companhia em 31 de dezembro de 2009 está demonstrada a seguir: A Companhia utiliza um fundo exclusivo para suas operações de swap cambial. O administrador do fundo, Banco BTG Pactual calcula
2009 e divulga diariamente o valor de mercado dos ativos do fundo (NAV – Net Asset Value), usando para apuração do valor de mercado
Consolidado de swap cambial a seguinte metodologia de precificação.
(valores em US$ mil)
Caixa e equivalente no exterior 1.925.602 Dólar
Contas a receber - clientes mercado externo 184.970 Metodologia de Precificação
Adiantamentos a fornecedores 31.944
Fundo de reserva securitização 72.416 O primeiro passo para o cálculo do swap é atualizar o financeiro nocional do swap pela variação cambial.
Outros Ativos 240.192
Total ativo 2.455.124 ⎛ PtaxVcalc ⎞
Empréstimos e financiamentos (4.597.472) FinNocSwapcorr = ⎜1 + ⎟ .FinNocSwap
Fornecedores (33.642) ⎝ PtaxVini ⎠
Outros Passivos (36.073)
Total passivo (4.667.187) O segundo passo consiste em levar o valor nocional corrigido para o vencimento.
Exposição bruta (2.212.063)
⎛ DCvcto ,ini ⎞
Notional de derivativos contratados 2.169.000 FinSwapvcto = FinNocSwapcorr . ⎜1 + i. ⎟
Exposição líquida (43.063)
⎝ 360 ⎠
Os resultados obtidos com estas operações estão condizentes com as políticas e estratégias definidas pela Administração da
Companhia. A terceira e última etapa do cálculo é trazer o valor do swap no vencimento para a data de cálculo.
b) Principais riscos decorrentes das operações da Companhia FinSwapvcto
FinSwapcalc =
• Risco de taxa de juros ⎛ DCvcto ,calc ⎞
A Companhia possui passivos de curto e longo prazos, indexados à taxa de juros flutuantes e índices de inflação. Devido a essa ⎜1 + tx. 360 ⎟
exposição, a Companhia mantém derivativos para melhor administrar esses riscos. ⎝ ⎠
• Risco de crédito Colocando todos os passos na equação obtém-se:
A exposição a riscos de crédito das instituições financeiras observa os parâmetros estabelecidos na política financeira da Companhia. A
⎛ ⎛ DCvcto ,ini ⎞⎞
⎜ FinNocSwap. ⎜1 + i.
exposição a risco de crédito de nossos clientes e fornecedores observa os parâmetros estabelecidos pela política de crédito da Companhia.
⎛ PtaxVcalc ⎞⎜ 360 ⎟⎟
Uma vez que parte dos recursos é investida em títulos do governo brasileiro, há exposição também ao risco de crédito da Companhia.
FinSwapcalc = ⎜1 + ⎝ ⎠⎟
⎟ .⎜ ⎟
Para atenuar os riscos de mercado a exemplo de taxa de câmbio e taxa de juros, a administração da Companhia contrata operações
⎝ PtaxVini ⎠ ⎛ DCvcto ,calc ⎞
com derivativos demonstrados abaixo: ⎜ ⎜1 + tx. 360 ⎟ ⎟
• Transações de swap Libor x CDI ⎝ ⎝ ⎠ ⎠
Têm por objetivo proteger suas obrigações indexadas a libor de dólar americano contra oscilações dos juros brasileiros. Basicamente, Onde:
a Companhia realizou swaps de suas obrigações indexadas a libor, nos quais recebe juros de 1,25% a.a. sobre o valor nocional FinSwapcalc Financeiro do swap na data do cálculo
em dólar (ponta ativa) e paga 96% do Certificado de Depósito Interbancário – CDI sobre o valor de referência em reais na data da
contratação (ponta passiva). O valor de referência destes swaps, em 31 de dezembro de 2009 era de US$150.000 mil, protegendo FinNocSwap Financeiro Nocional do swap (financeiro inicial)
uma operação de pré-pagamento de exportação de mesmo valor. Os ganhos e perdas destes contratos estão diretamente relacionados FinNocSwapcorr Financeiro Nocional do swap Corrigido para a data de cálculo
às oscilações de câmbio (dólar), Libor e do CDI. Tratam-se em geral de operações no mercado de balcão brasileiro tendo como
FinSwapvcto Financeiro estimado do swap em seu vencimento
contraparte instituições financeiras de primeira linha.
PtaxVcalc PTAX800 de Venda na data de cálculo. Fonte: BC
Em 31 de dezembro de 2009, a posição desses contratos é a seguinte:
PtaxVini PTAX800 de Venda na data inicial do swap. Fonte: BC
a) Operações em aberto
Valor de Valor a pagar DCvcto.ini Dias corridos entre o início do swap e o vencimento
referência Valor justo ou a receber DCvcto.hoje Dias corridos entre o início do swap e a data do cálculo
(Nocional) Valorização (mercado) no período
i Taxa de remuneração do swap
US$ mil 2009 (R$ mil) (R$ mil) (R$ mil)
Data do Posição Posição Valor a tx Taxa do Cupom Cambial atual de mercado. Fonte Primária: BM&F
vencimento Contrapartes 2009 ativa passiva 2009 pagar Para todos os swaps, as taxas divulgadas pela BM&F são utilizadas. Na ausência das mesmas, ou em situações de estreitamento de
12/fev/10 CSFB 150.000 254.787 (256.971) (2.184) (2.184) liquidez ou de crise sistêmica, os cupons dos títulos públicos de cada um dos respectivos indexadores é utilizado como referência
b) Operações liquidadas para o cálculo. Na ausência da taxa para o vértice específico que deseja-se calcular são utilizadas as taxas interpoladas da BM&F.
Valor de Referência Valorização- Valorização Valor justo O swap Libor x CDI foi contratado diretamente pela Companhia e portanto, o seu valor de mercado foi calculado da seguinte forma:
(Nocional) US$ mil 2009 (R$ mil) 2008 (R$ mil) (mercado) (R$ mil)
Data da Contra- Posição Posição Posição Posição Valor • Ponta ativa: carregado ao valor futuro pela Libor corrente e descontado a valor presente pela curva pré-fixada de dólar americano.
liquidação partes 2009 2008 ativa passiva ativa passiva 2009 2008 pago • Ponta passiva: carregado ao valor futuro de CDI corrente e descontado a valor presente pela curva pré-fixada de reais.
12/fev/09 CSFB 150.000 150.000 257.290 (262.062) 256.524 (258.398) (4.772) (1.874) (2.898)
12/mai/09 CSFB 150.000 256.121 (260.398) (4.277) (4.277) As fontes de dados utilizadas para marcação de mercado desses instrumentos são as seguintes: BBA (British Bankers Association),
12/ago/09 CSFB 150.000 255.783 (259.894) (4.111) (4.111) BM&FBOVESPA e CETIP, sendo que todos os dados foram extraídos da Bloomberg.
12/nov/09 CSFB 150.000 255.356 (259.331) (3.975) (3.975) X - Análise de sensibilidade
1.024.550 (1.041.685) 256.524 (258.398) (17.135) (1.874) (15.261)
Para as operações cambiais consolidadas com risco de flutuação do dólar, a partir da taxa de câmbio de 31 de dezembro de 2009 de
A posição líquida dos contratos acima está contabilizada em conta específica de derivativos no grupo de empréstimos e financiamentos R$1, 7412 por US$1,00, foram estimados ajustes para cinco cenários sendo:
como perda no montante de R$2.184 em 31 de dezembro de 2009 e seus efeitos reconhecidos no resultado financeiro da companhia
como perda no montante de R$17.445. - Cenário 1: taxa de R$1,7536 por US$1,00;
- Cenário 2: (25% de valorização do real) taxa de R$1,3059 por US$1,00;
• Contrato Futuro de Taxa de Câmbio de Reais por Dólar Comercial
- Cenário 3: (50% de valorização do real) taxa de R$0,8706 por US$1,00;
Tem por objetivo proteger as obrigações denominadas em moeda estrangeira contra variação do Real. A Companhia pode comprar
ou vender contratos futuros de dólar comercial na Bolsa de Mercadorias e Futuros (BM&F) para mitigar a exposição cambial frente - Cenário 4: (25% de desvalorização do real) taxa de R$2,1765 por US$1,00;
aos seus passivos denominados em dólar norte americano. As especificações do contrato futuro de taxa de câmbio de Reais por - Cenário 5: (50% de desvalorização do real) taxa de R$2,6118 por US$1,00.
Dólar, incluindo explicações detalhadas sobre as características dos contratos e cálculo dos ajustes diários, são publicadas pela Bolsa 2009
de Mercadorias e Futuros – BM&F e divulgadas em seu website (www.bmf.com.br). Em 31 de dezembro de 2009, a Companhia Valor de
possuía uma posição comprada dentro de seu fundo exclusivo de US$649.500 mil. Ao longo do exercício, a Companhia pagou referência
R$1.396.772 e recebeu R$1.165.209 em ajustes, obtendo assim uma perda de R$231.563. Os ganhos e perdas destes contratos Risco US$ Cenário 1 Cenário 2 Cenário 3 Cenário 4 Cenário 5
estão diretamente relacionados às oscilações no câmbio. 1,7536 1,3059 0,8706 2,1765 2,6118
Swap Cambial Flutuação do dólar 1.519.500 18.810 (661.438) (1.322.877) 661.438 1.322.877
Em 31 de dezembro de 2009, a posição dessas operações é a seguinte: Swap CDI vs. Libor Flutuação do dólar (1.254) (16) 546 1.092 (546) (1.092)
Valor de referência Dolar Futuro Flutuação do dólar 649.500 8.040 (282.727) (565.455) 282.727 565.455
(Nocional) US$ mil Valor justo Valores pagos ou recebidos no período Posição cambial Moeda
Descrição 2009 2009 Valor recebido em R$ Valor pago em R$ funcional BRL Flutuação do dólar (1.021.269) (12.642) 444.558 889.117 (444.558) (889.117)
Posição Comprada (incluindo derivativos
cambiais acima)
Moeda estrangeira
Posição cambial
(Dólar Futuro norte-americano) 649.500 187 1.165.209 (1.396.772)
consolidada Flutuação do dólar (43.063) (533) 18.745 37.491 (18.745) (37.491)
VIII - Transações de swap cambial (incluindo derivativos
Têm por objetivo proteger suas obrigações denominadas em moeda estrangeira contra flutuação do Real. Basicamente, a Companhia cambiais acima)
realizou swaps de suas obrigações em dólar, nos quais receberá a diferença entre a variação cambial observada no período acrescida (*) Fonte: Fechamento do Dólar Futuro fevereiro de 2010 em 31 de dezembro de 2009.

XI – Classificação de instrumentos financeiros


2009 2008
Empréstimos e Empréstimos
Valor Justo Recebíveis - Outros Passivos - Valor Justo e Recebíveis - Outros Passivos -
Através do Taxa de juros Método do Custo Através do Taxa de Juros Método do Custo
Consolidado - R$ mil Saldos Resultado Efetiva Amortizado Saldos Resultado Efetiva Amortizado
Ativo
Circulante
Caixa e Equivalente de Caixa 8.086.742 8.086.742 9.224.113 9.224.113
Contas a Receber Líquidas 1.186.315 1.186.315 1.086.557 1.086.557
Margem de garantias de instrumentos financeiros 2.473.976 2.473.976
Não Circulante
Títulos e Valores Mobiliários 23.370 23.370
Outros títulos a receber 64.524 64.524 137.287 137.287
Passivo
Circulante
Empréstimos e financiamentos 1.083.260 1.083.260 3.257.627 3.257.627
Debêntures 30.659 30.659 44.428 44.428
Derivativos 77.147 77.147 (304.607) (304.607)
Fornecedores 504.223 504.223 1.939.205 1.939.205
Salários Encargos e Contribuições Sociais 134.190 134.190 117.994 117.994
Instrumento Financeiro Equity Swap) 1.596.394 1.596.394
Dividendos, JCP e Participações no Resultado 1.633.891 1.633.891 1.851.933 1.851.933
Não Circulante
Empréstimos e Financiamentos 12.529.110 12.529.110 7.948.338 7.948.338
Debêntures 624.570 624.570 632.760 632.760
Derivativos 18.730 18.730 (7.565) (7.565)

 CONTINUAÇÃO
CNPJ nº 33.042.730/0001-04
 CONTINUA

18 INSTRUMENTOS ASSOCIADOS A OUTROS RISCOS DE OSCILAÇÃO DE PREÇOS DE ATIVOS FINANCEIROS A movimentação das provisões para contingências nos exercícios findos em 31 de dezembro de 2009 e 2008 podem ser assim
demonstradas:
Contratos de total return equity swap Consolidado
A Companhia liquidou antecipadamente em 13 de agosto de 2009 a operação de total return equity swap contratada em 5 de Natureza 2008 Adições Atualização Utilização 2009
setembro de 2008 conforme aprovação do Conselho de Administração de 8 de julho de 2009. Cível 62.114 26.305 8.651 (37.070) 60.000
Trabalhista 151.732 64.642 43.000 (102.314) 157.060
Valor de
Fiscais 3.594.856 1.313.088 157.600 (2.393.868) 2.671.676
Data de Data de referência Ativo Passivo Ativo Passivo Valor de mercado
Ambiental 73.961 50.001 7.907 (12.726) 119.143
emissão liquidação (US$ mil) 2009 2009 2008 2008 2009 2008
Previdenciário 97.508 52.005 19.169 (31.830) 136.852
5/9/2008 13/8/2009 1.050.763 1.364.812 (1.934.741) 888.661 (2.485.053) (569.929) (1.596.394)
Total 3.980.170 1.506.041 236.327 (2.577.808) 3.144.731
Apesar do prejuízo acumulado dessa operação desde 5 de setembro de 2008 até a data de sua liquidação, no montante de
R$569.929, durante o exercício de 2009 a operação gerou ganho no montante de R$1.026.465. Controladora
Natureza 2008 Adições Atualização Utilização 2009
Contrato de swap sem caixa que tinha como contraparte o Banco Goldman Sachs International e estava atrelado a 29.684.400
Cível 44.704 25.568 7.903 (36.550) 41.625
American Depositary Receipts (“ADR”) da Companhia Siderúrgica Nacional (ponta ativa) e a Libor de 3 meses + spread de 0,75% Trabalhista 120.403 31.192 27.746 (48.309) 131.032
a.a., (ponta passiva). Fiscais 3.574.137 1.313.070 151.139 (2.364.653) 2.673.693
Os ganhos e perdas deste contrato estavam diretamente relacionados às oscilações do câmbio e cotação dos ADRs da Companhia e Ambiental 71.361 49.766 7.907 (12.725) 116.309
da Libor. Este instrumento estava registrado em outras contas a pagar no balanço patrimonial e os ganhos e perdas, por competência, Previdenciário 66.651 16.046 (31.817) 50.880
no resultado financeiro da Companhia. Total 3.877.256 1.419.596 210.741 (2.494.054) 3.013.539

Esta operação tinha depósito referente a margem de garantia junto à contraparte no montante de US$593.410 remunerados As provisões para passivos cíveis, trabalhistas, fiscais, ambientais e previdenciários foram estimadas pela Administração
diariamente pela taxa de FedFund e esse depósito foi liberado na data de liquidação da operação. A margem de garantia estava consubstanciadas significativamente na avaliação de assessores jurídicos, sendo registradas apenas as causas que se classificam
registrada em outras contas a receber no ativo circulante da Companhia. como risco de perda provável. Adicionalmente, são incluídos nessas provisões os passivos tributários decorrentes de ações tomadas
por iniciativa da Companhia, acrescidos de juros SELIC (Sistema Especial de Liquidação e Custódia).
19 AVAIS E FIANÇAS A Companhia e suas controladas defendem-se em outros processos administrativos e judiciais (trabalhistas, cíveis e fiscais), no
montante aproximado de R$4,6 bilhões, sendo R$3,2 bilhões de processos fiscais, R$0,4 bilhões de cíveis e R$1,0 bilhão de
A Companhia possui responsabilidade por garantias fiduciárias, no montante de R$4.863 milhões (R$4.597 milhões em 2008), processos trabalhistas e previdenciários. As avaliações efetuadas por assessores jurídicos definem esses processos administrativos
junto às suas controladas e controladas em conjunto, como apresentado a seguir: e judiciais como risco de perda possível, não sendo provisionados em conformidade com o julgamento da Administração e com as
Em milhões práticas contábeis adotadas no Brasil.
Empresas Moeda 2009 2008 Vencimento Condições
Transnordestina 253,0 241,4 11/11/2009 a a) Ações trabalhistas
15/11/2020 Garantia de empréstimo BNDES A Companhia figura como ré, em 31 de dezembro de 2009, em 9.417 reclamações trabalhistas, sendo provisionado o montante
Transnordestina R$ 45,0 21/5/2010 Garantia de empréstimo BNB FNE de R$131.032 (R$120.403 em 2008). Os pleitos das ações, em sua grande maioria, estão relacionados com a responsabilidade
Transnordestina R$ 2,8 9/12/2010 Garantir a responsabilidade no Termo de Permissão de Uso subsidiária e/ou solidária, equiparação salarial, adicionais de insalubridade e periculosidade, horas extras, diferença da multa de 40%
entre Transnordestina e a Temmar sobre o FGTS em decorrência de planos econômicos do governo federal e diferenças de participação nos lucros e resultados nos anos
CSN Cimentos S.A. R$ 27,0 27,0 Indeterminado Garantir a responsabilidade do afiançado em mandado de de 1997 a 1999 e de 2001 a 2003.
citação penhora avaliação e registro
b) Ações cíveis
CSN Cimentos S.A. R$ 26,1 7,9 Indeterminado Garantir a responsabilidade do Afiançado referente a Execução
Fiscal Dentre os processos judiciais cíveis que a Companhia faz parte, encontram-se, principalmente, ações com pedido de indenização.
Prada R$ 9,9 9,9 Indeterminado Garantir a responsabilidade do Afiançado referente a Tais processos, em geral, são decorrentes de acidentes de trabalho e doenças ocupacionais relacionadas às atividades industriais da
Execução Fiscal Companhia. Para processos envolvendo as matérias cíveis, foi provisionado o montante de R$41.625 em 31 de dezembro de 2009
Prada R$ 0,2 0,2 Indeterminado Garantir a responsabilidade do Afiançado referente a ICMS (R$44.704 em 2008).
Prada R$ 0,1 Indeterminado Garantir o pagamento do Auto de Infração c) Passivos ambientais
nº 03.009135-9 (ICMS)
Prada R$ 0,4 0,4 3/1/2012 Garantir a responsabilidade do afiançado referente a compra Em 31 de dezembro de 2009, a Companhia mantinha provisão no montante de R$116.309 (R$71.361 em 2008) para aplicação
e venda de energia elétrica em gastos relativos a serviços para investigação e recuperação ambiental de potenciais áreas contaminadas em estabelecimentos da
Prada R$ 1,2 10/3/2010 Garantir Instrumento Particular de Distrato e Confissão de Companhia nos Estados do Rio de Janeiro, Minas Gerais e Santa Catarina.
Dívida de 9/9/2005 d) Ações fiscais
Metalic R$ 0,9 Indeterminado Garantir a responsabilidade do Afiançado referente aos autos de
• Imposto de renda e Contribuição social
Infração 2006.19291 e 2006.24557-7 à Secretaria da
Fazenda do Estado do Ceará (i) Plano Verão - A Controladora pleiteia o reconhecimento dos efeitos financeiro-fiscais na apuração do imposto de renda e contribuição
CSN Energia R$ 1,0 1,0 Indeterminado Garantir a responsabilidade do Afiançado referente a social sobre lucro líquido relativos ao expurgo inflacionário do IPC ocorrido em janeiro e fevereiro de 1989, de 51,87% (“Plano Verão”).
Execução Fiscal Em 2004 o processo chegou ao fim tendo transitado em julgado a decisão que deferiu à CSN o direito de aplicação do índice de
CSN Energia R$ 3,3 22/3/2010 Garantir a participação em leilão de energia eólica 42,72% (jan/89), devendo ser descontado deste índice os 12,15% já aplicados. Foi deferida também a aplicação do índice de
Itá Energética S.A. R$ 93,7 15/9/2013 Garantia de empréstimo BNDES 10,14% (fev/89). Atualmente o processo encontra-se em fase pericial.
Sepetiba Tecon R$ 5,0 5,0 1/6/2010 Garantir responsabilidade do afiançado no contrato de
prestação de fiança nº 181020518 A CSN mantém depósito judicial no montante de R$339.215 em 31 de dezembro de 2009 (R$336.826 em 2008) e provisão de
Sepetiba Tecon R$ 1,9 15/1/2012 Garantia de empréstimo BNDES R$20.892 (R$20.892 em 2008), que representa a parcela não reconhecida pelos tribunais.
Sepetiba Tecon R$ 61,5 26/9/2011 Aval em Nota de Crédito Comercial nº 40/00048-6 (ii) CSLL Exportação – Em fevereiro de 2004, a Controladora ajuizou ação judicial para não se sujeitar ao recolhimento de CSLL
Sepetiba Tecon R$ 15,0 15,0 5/5/2011 Prestação de garantia pela CSN para emissão de nota de sobre suas receitas/lucros de exportação, bem como obter autorização judicial para poder repetir/compensar todos os valores de CSLL
crédito de exportação indevidamente pagos sobre as receitas/lucros de exportação desde a publicação da Emenda Constitucional 33/2001, que deu nova
Total em R$ 547,1 308,7 redação ao artigo 149, parágrafo 2º da CF/88, ao determinar que “as contribuições sociais não incidirão sobre as receitas decorrentes
CSN Islands VIII US$ 550,0 550,0 16/12/2013 Prestação de garantia na emissão de Bonds de exportação”.
CSN Islands IX US$ 400,0 400,0 15/1/2015 Prestação de garantia na emissão de Bonds
CSN Islands X US$ 750,0 750,0 Perpétuo Prestação de garantia na emissão de Bonds Em março de 2004 foi concedida a medida liminar, confirmada posteriormente em sentença, que autorizou a exclusão (da base de
Cinnabar US$ 20,0 29/10/2009 Prestação de garantia na emissão de Promissory Notes cálculo da CSLL) apenas do lucro decorrente da exportação.
CSN Madeira US$ 76,8 21/8/2009 Garantia em Import Loan A referida sentença foi reformada pela 4ª Turma do TRF da 2ª Região, que denegou a segurança pleiteada pela Controladora. Contra
Namisa US$ 20,0 20,0 31/12/2009 Garantia em contrato para prestação de garantia externa tal sentença foi interposto Recurso Extraordinário, que teve o seu andamento sobrestado até que o STF julgue a matéria nos autos
Aços Longos US$ 8,7 17,3 31/12/2011 Carta de crédito para aquisição de equipamentos do RE nº 564.413 (leading case), em que foi reconhecida a existência de repercussão geral dessa mesma questão constitucional.
CSN Cimentos US$ 0,2 0,9 30/3/2010 Carta de crédito para aquisição de equipamentos
Em dezembro de 2008, a Controladora recebeu Carta de Cobrança dos valores referentes à exclusão das “receitas” na base de
CSN Islands XI US$ 750,0 21/9/2019 Prestação de garantia na emissão de Bonds
cálculo da CSLL. Por conseguinte, o Conselho de Administração da Controladora aprovou a adesão da Carta Cobrança ao programa
Total em US$ 2.478,9 1.835,0
de recuperação fiscal instituído pela Lei nº 11.941/2009 (REFIS), e também a continuidade da discussão judicial da tese principal,
relativa à não incidência da CSLL sobre os lucros de exportação, atualmente aguardando posicionamento do STF nos autos do RE nº
20 TRIBUTOS PARCELADOS
564.413 (leading case).
a) Programa de recuperação fiscal (Refis) Até 31 de dezembro de 2009, o montante da exigibilidade suspensa e os créditos compensados com base na referida ação era de
Em 26 de novembro de 2009, a Companhia e algumas de suas controladas aderiram aos Programas de Recuperação Fiscal instituídos R$1.240.158 (R$1.156.830 em 2008), o qual está acrescido da taxa SELIC.
pela Lei nº 11.941/09 e pela Medida Provisória nº 470/09, visando regularizar os passivos fiscais por meio de um sistema especial • Contribuição de intervenção no domínio econômico - CIDE
de pagamento e de parcelamento de suas obrigações fiscais e previdenciárias. A Controladora questiona a validade jurídica da Lei nº 10.168/00, que instituiu a cobrança de CIDE sobre importâncias pagas,
A decisão da Administração levou em consideração matérias julgadas pelos tribunais superiores, bem como a avaliação de seus creditadas ou remetidas a beneficiários não residentes no país - a título de royalties ou remuneração sobre contratos de fornecimento,
consultores externos quanto à possibilidade de êxito nos casos em andamento. assistência técnica, cessão e licenças de uso de marcas e exploração de patentes.
Em 2009, as empresas registraram contabilmente os ajustes necessários nas provisões, bem como as reduções nos débitos previstos A sentença de 1ª instância judicial foi desfavorável, o que foi ratificado pelo TRF da 2ª Região. Foram interpostos Embargos de Declaração,
nos programas especiais, considerando: os quais foram rejeitados, tendo sido interposto Recurso Extraordinário ao STF, o qual aguarda decisão quanto à sua admissibilidade.
(i) Abrangência dos débitos incluídos nos programas especiais, cujos efeitos contábeis ocorreram em 2009. Por conta das decisões desfavoráveis e dos benefícios de redução de multa e juros, o Conselho de Administração da Companhia
Consolidado aprovou a adesão de referida discussão judicial ao programa de recuperação fiscal da Lei nº 11.941/2009. Após aplicação dos
Natureza Principal Juros Encargos Total benefícios deste programa, a controladora mantém depósitos judiciais no montante de R$5.614, sendo R$2.895 a excesso de
Débitos compensados com crédito-prêmio de IPI 1.253.273 886.696 1.625.443 3.765.412 depósitos após aplicação das reduções do REFIS que poderá ser compensado com outros débitos discutidos judicialmente pelo
Migração de parcelamento ordinário 345.742 294.172 69.656 709.570 contribuinte ou convertido em renda. Em 31 de dezembro de 2009 há provisão no montante de R$27.674 (R$27.390 em 2008),
Débitos diversos 48.532 66.031 494.363 608.926 o qual inclui acréscimos legais.
Total 1.647.547 1.246.899 2.189.462 5.083.908 • Salário-educação

Controladora A Controladora discutiu a inconstitucionalidade do salário-educação e a possibilidade de recuperação das parcelas recolhidas no
Natureza Principal Juros Encargos Total período de 05 de janeiro de 1989 a 16 de outubro de 1996, sendo que o processo foi julgado improcedente, tendo o TRF mantido
Débitos compensados com crédito-prêmio de IPI 1.253.273 886.696 1.625.443 3.765.412 decisão desfavorável à CSN, decisão essa que transitou em julgado.
Migração de parcelamento ordinário 343.293 291.993 68.659 703.945 Ante o trânsito em julgado da decisão, a CSN tentou efetuar o pagamento do valor devido, sendo que o FNDE e o INSS não chegaram
Débitos diversos 47.749 65.226 494.311 607.285 a um entendimento sobre quem deveria receber, bem como exigiam que dito valor fosse pago acrescido de multa, com o que a CSN
Total 1.644.315 1.243.915 2.188.413 5.076.642 não concordou.
(ii) A adesão aos programas fiscais especiais reduziu o montante a pagar de multas, juros e encargos legais anteriormente devidos, A CSN interpôs ações judiciais questionando os fatos acima e depositou judicialmente os valores envolvidos nos referidos processos.
gerando um efeito positivo no resultado antes de IRPJ e CSLL no montante de R$ 505.853 mil na controladora e R$507.633 mil No primeiro processo, a sentença de 1º grau julgou parcialmente favorável o pedido da CSN, onde o Juiz afastou o valor da multa,
no consolidado, que foram contabilizados no resultado financeiro e outras receitas e despesas operacionais (vide notas 25 e 26). mantendo, porém a taxa SELIC. A Companhia apresentou contra-razões à apelação do réu, e recorreu em relação à taxa SELIC.
(iii) O novo valor de débitos após aplicação das reduções relativas ao programa fiscal da Lei nº 11.941/09 foi compensado com O valor provisionado e depositado judicialmente em 31 de dezembro de 2009 e 2008 totaliza R$33.121.
depósitos judiciais relacionados a essas ações. Estes débitos ainda estão sujeitos à validação pelas autoridades competentes, o que • Seguro acidente do trabalho - SAT
ocorrerá em 2010. O saldo remanescente será pago em 180 parcelas mensais a partir da consolidação dos débitos pelas autoridades.
A Controladora discute em juízo a ampliação da alíquota do SAT de 1% para 3% e também discute a majoração do SAT para fins de
Já os débitos inscritos nos termos da Medida Provisória nº 470/09 estão sendo pagos em 12 parcelas a partir de novembro de 2009. Contribuição para Aposentadoria Especial, que teve a sua alíquota estipulada em 6%, conforme legislação, para aqueles empregados
Em 31 de dezembro de 2009 a posição dos débitos a pagar decorrentes do Refis, registrados em tributos parcelados era de R$824.342 expostos a agentes nocivos.
na controladora e R$826.842 no consolidado. Quanto ao primeiro processo supracitado, a sentença da 1ª instância foi desfavorável e o processo encontra-se em julgamento no TRF
b) Tributos parcelados da 2ª Região. Já quanto ao segundo processo o mesmo se encerrou de forma desfavorável à Companhia e os valores devidos neste
processo no montante de R$33.077 que estavam depositados judicialmente foram convertidos em renda em favor do INSS.
Em 2008 a controlada em conjunto MRS Logística parcelou o débito de ICMS com o Estado de Minas Gerais em 120 meses, e está
cumprindo esse parcelamento de forma regular. O montante provisionado em 31 de dezembro de 2009 totaliza R$50.880 (R$66.650 em 2008), o qual inclui acréscimos legais e se
refere, exclusivamente, ao processo de diferença de alíquota de 1% para 3% para todos os estabelecimentos da Companhia. Em razão
Em 31 de dezembro de 2009 a posição desse parcelamento era de R$192.579 (R$183.698 em 2008). da probabilidade de perda dessa discussão o Conselho de Administração da Controladora aprovou a adesão de referidas discussões
ao parcelamento da Lei nº 11.941/2009.
21 PROVISÕES E DEPÓSITOS JUDICIAIS
• Crédito prêmio de IPI sobre exportação
A Companhia discute nas esferas competentes, ações e reclamações de diversas naturezas. O detalhamento dos valores provisionados A legislação tributária permitia às companhias brasileiras o reconhecimento do crédito prêmio de IPI até 1983, quando em ato
e respectivos depósitos judiciais relacionados a essas ações são apresentados a seguir: executivo do governo brasileiro foram cancelados tais benefícios proibindo a utilização desses créditos.
2009 2008
A Controladora contestou a constitucionalidade desse ato e ajuizou ação pleiteando o direito de utilização do crédito prêmio de IPI
Depósitos Passivo Provisões Depósitos Passivo Provisões
sobre exportação de 1992 a 2002, uma vez que somente leis elaboradas pelo poder legislativo podem cancelar ou revogar benefícios
Judiciais Provisionado Líquidas Judiciais Provisionado Líquidas
pontualmente elaborados por legislação pretérita.
Circulante
Provisões: Em agosto de 2003, a Companhia obteve decisão favorável de 1ª instância autorizando a utilização dos referidos créditos. O Tesouro
Trabalhistas (66.278) 131.032 64.754 (43.331) 105.095 61.764 Nacional apelou dessa decisão e obteve decisão favorável sendo que a Companhia então interpôs recurso especial e extraordinário
Cíveis (30.956) 41.625 10.669 (21.818) 44.704 22.886 contra essa decisão no Superior Tribunal de Justiça - STJ e STF, respectivamente.
Controladora (97.234) 172.657 75.423 (65.149) 149.799 84.650 Entre setembro de 2006 e maio de 2007, a Fazenda Nacional ingressou com 5 execuções fiscais e 3 processos administrativos contra
Consolidado (106.055) 189.517 83.462 (69.434) 161.144 91.710 a Companhia requerendo o pagamento no montante de aproximadamente R$3,8 bilhões em 31 de dezembro de 2009, referentes à
Não Circulante cobrança dos impostos que foram compensados com créditos prêmio de IPI.
Provisões: Em 29 de agosto de 2007 a CSN ofereceu bens à penhora consubstanciados por ações em tesouraria no montante de R$536 milhões
Trabalhistas 15.308 15.308 sendo que o equivalente a 25% desse montante foi substituído por depósitos judiciais em parcelas mensais efetuados até 31 de
Ambientais (282) 116.309 116.027 (207) 71.361 71.154 dezembro de 2007 e na medida em que ocorreram essas substituições, foi requerida a liberação da penhora do equivalente em ações
Fiscais 15.753 15.753 1.266 1.266 pelo valor de cotação da ação no fechamento do dia anterior ao depósito, sendo que este requerimento estava para ser deferido.
(282) 132.062 131.780 (207) 87.935 87.728
Em março de 2009, foram também oferecidas Cartas de Fiança no montante de R$830 milhões, as quais visavam a substituição de
Obrigações legais questionadas penhora de valores realizada a partir da divulgação do pagamento de dividendos. A prevalência da garantia em ações de tesouraria,
judicialmente: fiança bancária ou dinheiro em depósito judicial ainda não foi resolvida no âmbito do Tribunal Regional Federal da 2ª Região.
Fiscais
Crédito Prêmio IPI. (1.227.892) 1.227.892 (1.196.822) 2.227.203 1.030.381 Em 13 de agosto de 2009, o STF proferiu decisão, dotada de efeitos de repercussão geral, determinando que o Crédito Prêmio de
Crédito CSLL sobre exportação 1.240.158 1.240.158 1.156.830 1.156.830 IPI somente vigorou até outubro de 1990. Dessa forma os créditos apurados após 1990 não foram reconhecidos e em razão dessa
decisão do STF o Conselho de Administração da Companhia aprovou a adesão de referidas discussões aos programas de recuperação
SAT. 50.880 50.880 66.650 66.650
fiscal de débitos tributários instituídos pela Medida Provisória nº 470/09 e pela Lei nº 11.941/09, em que há benefício da redução
Salário- educação (33.121) 33.121 (33.121) 33.121
de multas, juros e encargos legais.
CIDE (27.674) 27.674 (27.390) 27.390
IR/Plano Verão (20.892) 20.892 (20.892) 20.892 A Controladora mantinha provisionado o montante dos créditos já compensados, acrescido dos encargos moratórios até 30 de
Outras provisões (35.930) 108.203 72.273 (6.894) 107.436 100.542 setembro de 2009 (R$2.227.203 em 2008). O novo valor de débitos após a aplicação das reduções previstas no programa da Lei nº
(1.345.509) 2.708.820 1.363.311 (1.285.119) 3.639.522 2.354.403 11.941/09, foi compensados com depósitos judiciais relacionados a estas ações, resultando em um excesso de depósitos no montante
Controladora (1.345.791) 2.840.882 1.495.091 (1.285.326) 3.727.457 2.442.131 R$516.215 após aplicação das reduções do REFIS que poderá ser compensado com outros débitos discutidos judicialmente pelo
Consolidado (1.386.248) 2.955.214 1.568.966 (1.297.475) 3.819.026 2.521.551 contribuinte ou convertido em renda. Estes débitos ainda estão sujeitos a validação pelas autoridades competentes, o que ocorrerá
Total controladora (1.443.025) 3.013.539 1.570.514 (1.350.475) 3.877.256 2.526.781 em meados de 2010.
Total consolidado (1.492.303) 3.144.731 1.652.428 (1.366.909) 3.980.170 2.613.261 Já os débitos inscritos nos termos da MP nº 470/09 estão sendo pagos em 12 parcelas a partir de Novembro/09.

 CONTINUAÇÃO
CNPJ nº 33.042.730/0001-04
 CONTINUA

• Outros (6) Em AGE realizada em 21 de agosto de 2009, foi aprovado o cancelamento de 8.539.828 ações existentes em tesouraria, sem
A Controladora possui, ainda, provisões para processos relativos ao FGTS LC 110, COFINS Lei nº 10.833/03, PIS Lei nº 10.637/02 redução do capital social.
e PIS/COFINS - Zona Franca de Manaus, cujo montante em 31 de dezembro de 2009 totaliza R$72.124 (R$100.540 em 2008), o (7) Foi aprovada em AGE realizada em 14 de setembro de 2009 cancelamento de 29.684.400 ações existentes em tesouraria, pelo
qual inclui acréscimos legais. custo histórico das aquisições pelo valor unitário de R$25,28, sem redução do capital social;
Com relação ao débito de COFINS Lei nº 10.833/03, o Conselho de Administração da Companhia aprovou a adesão de referidas (8) Em 18 de dezembro de 2009 o Conselho de Administração autorizou a abertura de um novo programa de recompra de ações de
discussões ao programa de recuperação fiscal Lei nº 11.941/09. A Controladora mantinha provisionado o montante dos créditos emissão da própria Companhia, para permanência em tesouraria e posterior alienação ou cancelamento, até o fechamento dessas
já compensados, acrescido dos encargos moratórios até 30 de setembro de 2009 (R$38.612 em 2008). O novo valor de débitos
demonstrações a Companhia não havia recomprado as ações.
após a aplicação das reduções previstas no programa da Lei nº 11.941/09, foi compensado com depósitos judiciais relacionados a
estas ações, resultando em um excesso de depósitos no montante R$9.141 após aplicação das reduções do REFIS que poderá ser Em 31 de dezembro de 2009 a posição das ações em tesouraria era a seguinte.
compensado com outros débitos discutidos judicialmente pelo contribuinte ou convertido em renda da União. Estes débitos ainda Quantidade Valor de mercado
estão sujeitos a validação pelas autoridades competentes, o que ocorrerá em meados de 2010. adquirida Valor total pago Custo unitário das ações das ações em
(em unidades) pelas ações Mínimo Máximo Médio 31/12/2009 (*)
22 PATRIMÔNIO LÍQUIDO 26.194.556 R$ 1.191.559 R$ 45,49 R$ 45,49 R$ 45,49 R$ 1.466.895

i. Capital social integralizado (*) Utilizada a cotação média das ações na BOVESPA em 31 de dezembro de 2009 no valor de R$56 por ação.
O capital social totalmente subscrito e integralizado em 31 de dezembro de 2009 é de R$1.680.947 (R$1.680.947 em dezembro v. Composição acionária: Em 31 de dezembro de 2009, a composição acionária da Companhia era a seguinte:
de 2008) dividido em 755.179.610 ações ordinárias e escriturais (793.403.838 ações em 2008), sem valor nominal. Cada ação 2009
ordinária dá direito a um voto nas deliberações da Assembleia Geral. Quantidade
ii. Capital social autorizado de ações % Total % Sem ações
ordinárias de ações em tesouraria
O estatuto social da Companhia vigente em 31 de dezembro de 2009 define que o capital social pode ser elevado a até 1.200.000.000
Vicunha Siderurgia S.A. 348.859.995 46,20% 47,86%
de ações, por decisão do Conselho de Administração.
Caixa Beneficente dos Empregados da CSN - CBS 35.490.867 4,70% 4,87%
iii. Reserva legal BNDESPAR 20.093.158 2,66% 2,76%
Constituída à razão de 5% do lucro líquido apurado em cada período social nos termos do art. 193 da Lei nº 6.404/76. A Companhia Diversos (ADR - NYSE) 171.689.292 22,73% 23,55%
atingiu o limite para constituição da reserva legal, conforme determina a legislação vigente. Outros acionistas (aproximadamente 10 mil) 152.851.742 20,24% 20,96%
728.985.054 96,53% 100,00%
iv. Ações em tesouraria
Ações em tesouraria 26.194.556 3,47%
O Conselho de Administração autorizou diversos programas de recompra de ações, tendo como objetivo a sua permanência em Total de ações 755.179.610 100,00%
tesouraria e sua posterior alienação e/ou cancelamento, conforme quadro demonstrativo a seguir:
Custo vi. Política de investimentos e pagamento de juros sobre o capital próprio e distribuição de dividendos
Custo médio mínimo e Em 11 de dezembro de 2000, o Conselho de Administração da CSN decidiu adotar uma política de distribuição de lucros que,
Autorização Quantidade Prazo Quantidade Cancelamento ponderado custo máximo Saldo em observadas as disposições constantes da Lei nº 6.404/76 alterada pela Lei nº 9.457/97, implicará na distribuição de todo o lucro
do Conselho autorizada do programa adquirida das ações de aquisição de aquisição tesouraria
líquido aos seus acionistas, desde que preservadas as seguintes prioridades, independentemente de sua ordem: (i) a estratégia
21/12/2007 4.000.000 De 23/01/2008
a 27/2/2008 (1) Não aplicável Não aplicável 34.734.384 empresarial; (ii) o cumprimento das obrigações; (iii) a realização dos investimentos necessários; e (iv) a manutenção de uma boa
20/3/2008 10.800.000(2) Até 28/4/2008 Não aplicável Não aplicável 34.734.384 situação financeira da Companhia.
6/5/2008 10.800.000 Até 28/5/2008 Não aplicável Não aplicável 34.734.384
2/6/2008 10.800.000 Até 26/6/2008 Não aplicável Não aplicável 34.734.384 23 REMUNERAÇÃO AOS ACIONISTAS
27/6/2008 10.800.000 De 30/6/2008 2009
a 29/7/2008 Não aplicável Não aplicável 34.734.384
Lucro Líquido do Exercício 2.568.577
1/8/2008 10.800.000 De 04/8/2008
Lucro remanescente de 2008 (CPC 02R) 1.098.605
a 27/8/2008 Não aplicável Não aplicável 34.734.384
26/9/2008 10.800.000 De 29/9/2008 Dividendos e JCP prescritos 304
a 29/10/2008 10.800.000(3) 29,40 24,99 e 41,85 45.534.384 Lucro Líquido para destinação 3.667.486
3/12/2008 10.800.000(4) Não aplicável Não aplicável 34.734.384 Destinação proposta:
3/12/2008 9.720.000 De 04/12/2008 Reserva de investimentos (561.657)
a 04/01/2009 Não aplicável Não aplicável 34.734.384 Reserva de lucros a realizar (1.285.864)
7/1/2009 9.720.000 De 08/01/2009 Total de apropriação em reservas (1.847.521)
a 28/01/2009 Não aplicável Não aplicável 34.734.384 Juros sobre o capital próprio declarados em 2009 (319.965)
2/2/2009 9.720.000 De 03/02/2009 Dividendos propostos (1.500.000)
a 25/02/2009 Não aplicável Não aplicável 34.734.384 Total de dividendos e juros sobre o capital próprios propostos (1.819.965)
20/7/2009 29.684.400 até liquidação Informacões adicionais
do Equity
Dividendos mínimos obrigatórios 642.144
Swap(5) 29.684.400(5) 45,49 45,49 64.418.784
21/8/2009 8.539.828(6) Não aplicável Não aplicável 55.878.956 • Juros sobre o capital próprio
14/9/2009 29.684.400(7) Não aplicável Não aplicável 26.194.556 Em 17 de dezembro de 2009, o Conselho de Administração da Companhia aprovou o pagamento de juros sobre o capital próprio no
18/12/2009 14.437.405 De 18/12/2009
montante de R$319.965, valor este sujeito à incidência de Imposto de Renda na fonte, correspondendo a R$0,438918 por ação do
a 15/01/2010(8) Não aplicável Não aplicável 26.194.556
capital social em circulação na data da aprovação.
(1) O início deste programa somente se deu após o cancelamento de ações aprovado na AGE de 22 de janeiro de 2008.
Conforme previsto no Estatuto Social em 31 de dezembro de 2009 a Companhia reverteu para a conta de lucros acumulados o
(2) A partir deste programa de recompra de ações as quantidades informadas já refletem o desdobramento e cancelamento de ações
montante de R$268 relativos a dividendos e R$36 relativos a juros sobre capital próprio aprovados em Reunião do Conselho de
aprovados na AGE de 22 de janeiro de 2008.
Administração de 31 de janeiro de 2006 e Assembléia Geral Ordinária de 28 de abril de 2006 respectivamente, não reclamados
(3) Todas as ações adquiridas neste programa foram recompradas a partir de outubro de 2008. pelos acionistas no período de 3 anos.
(4) Em AGE realizada em 03 de dezembro de 2008, foi aprovado o cancelamento de 10.800.000 ações mantidas em tesouraria,
O cálculo dos juros sobre o capital próprio tem como base a variação da Taxa de Juros de Longo Prazo - TJLP sobre o patrimônio
sem redução do capital social da Companhia.
líquido, limitado a 50% do lucro do período antes do imposto de renda ou 50% dos lucros acumulados e das reservas de lucros,
(5) O Conselho de Administração aprovou a aquisição pela Companhia, por meio de uma operação privada, de 29.684.400 ADRs podendo ser utilizado o maior entre os dois limites, conforme legislação vigente.
que eram detidos pela Goldman Sachs em decorrência da operação denominada “Total Return Equity Swap Transaction”, pelo preço
de liquidação que foi definido pela média ponderada da cotação em mercado das ações da Companhia nos 30 pregões imediatamente Em atendimento à Deliberação CVM 207 de 31 de dezembro de 1996 e às normas fiscais, a Companhia optou por contabilizar os
anteriores à data em que ocorreu a liquidação, convertido em dólares norte-americanos, mediante utilização da taxa de conversão juros sobre o capital próprio propostos em contrapartida da conta de despesas financeiras e, reverter na mesma conta, não sendo
dólar spot do dia útil imediatamente anterior à data em que ocorreu a liquidação, nos termos da Decisão do Colegiado da Comissão apresentado na demonstração do resultado e não produzindo efeito no lucro líquido, exceto quanto aos reflexos fiscais reconhecidos
de Valores Mobiliários – Processo RJ2009/5962. Em 13 de agosto ocorreram a liquidação da operação e a recompra dos ADRs, os nas linhas de imposto de renda e contribuição social. A Administração proporá que o montante de juros sobre o capital próprio seja
quais foram convertidos em ações ordinárias e posteriormente cancelados. imputado ao dividendo mínimo obrigatório.

24 RECEITA LÍQUIDA E CUSTO DOS PRODUTOS VENDIDOS


Consolidado
2009 2008
Toneladas (mil) Receita Toneladas (mil) Receita
(não auditado) líquida CPV Lucro Bruto % (não auditado) líquida CPV Lucro bruto %
Siderurgia
Mercado interno 3.243 6.769.608 (4.262.481) 2.507.128 37 4.158 9.166.237 (4.169.044) 4.997.193 55
Mercado externo 867 1.124.218 (1.090.460) 33.758 3 733 1.399.779 (1.180.903) 218.876 16
4.110 7.893.826 (5.352.941) 2.540.886 32 4.891 10.566.016 (5.349.947) 5.216.069 49
Mineração
Mercado interno 3.942 97.819 (42.865) 54.954 56 4.891 371.280 (148.469) 222.811 60
Mercado externo 16.766 1.716.050 (959.885) 756.165 44 14.304 1.713.980 (416.765) 1.297.215 76
20.707 1.813.869 (1.002.750) 811.119 45 19.195 2.085.260 (565.234) 1.520.026 73
Infraestrutura/Cimentos
Mercado interno 1.047.732 (363.359) 684.373 65 1.193.648 (886.621) 307.027 26
Centro Corporativo/outros
Mercado interno 191.375 (10.059) 181.316 95 80.117 46.770 126.887 158
Mercado externo 31.562 (58.983) (27.421) -87 77.830 (268.472) (190.642) -245
222.937 (69.042) 153.895 69 157.947 (221.702) (63.755) -40
10.978.364 (6.788.092) 4.190.272 38 14.002.871 (7.023.504) 6.979.367 50

25 RESULTADO FINANCEIRO E VARIAÇÕES MONETÁRIAS E CAMBIAIS LÍQUIDAS 26 OUTRAS (DESPESAS) E RECEITAS OPERACIONAIS
Consolidado Controladora Consolidado Controladora
2009 2008 2009 2008
2009 2008 2009 2008
Despesas financeiras:
Outras despesas operacionais (987.512) (740.768) (862.123) (430.980)
Empréstimos e financiamentos - moeda estrangeira (513.588) (527.891) (56.181) (89.790)
Empréstimos e financiamentos - moeda nacional (277.699) (206.723) (257.776) (179.967) Impostos e taxas (107.617) (11.658) (88.462) (9.394)
Partes relacionadas (362.871) (1.955.035) (429.334) Efeito REFIS Lei 11.941/09 e MP 470/09 (122.344) (122.344)
PIS/COFINS sobre demais receitas (1.072) (23.894) (1.072) (23.893) Provisão para contingências (177.137) (93.947) (156.552) (73.311)
Juros, multas e moras fiscais (281.190) (426.382) (242.593) (336.541)
Provisões para perdas (175.148) (38.092) (173.935) (28.433)
Perdas com derivativos (*) (895.781) (872.149) (17.445) (74.746)
Provisão passivo atuarial (10.275) 60.946 (8.605) 60.946
Efeito REFIS Lei 11.941/09 e MP 470/09 (462.089) (462.089)
Outras despesas financeiras (304.070) (101.566) (275.422) (83.665) Multas contratuais (11.719) (137.142) (27.912) (107.095)
(3.098.360) (2.158.605) (3.267.613) (1.217.936) Parada de equipamentos (34.198) (45.274) (29.571) (45.356)
Receitas financeiras: Impairment ERSA (23.137) (23.137)
Partes relacionadas 54.430 5.397 106.013 912.680
Perdas patrimoniais (82.767) (158.043) (79.632) (121.966)
Rendimentos sobre aplicações financeiras 276.177 71.782 7.072 5.229
Ganhos com derivativos (*) 743.679 804.758 Multas indedutíveis (35.163) (35.163)
Efeito REFIS Lei 11.941/09 e MP 470/09 464.425 463.180 Amortização de ágio (108.684)
Outros rendimentos 254.098 184.782 213.666 81.992 Perdas no estoque (29.717) (22.333) (27.644) (4.735)
1.792.809 1.066.719 789.931 999.901 Gastos com projetos de engenharia (6.385) (6.385)
Resultado financeiro líquido (1.305.551) (1.091.886) (2.477.682) (218.035)
Variações monetárias: Outras despesas (171.905) (186.542) (82.781) (101.635)
- Ativas 8.465 3.670 7.947 3.339 Outras receitas operacionais 1.705.907 4.642.074 1.590.383 4.480.409
- Passivas 69.266 (110.737) 2.331 (60.018) Efeito REFIS Lei 11.941/09 e MP 470/09 627.641 627.106
77.731 (107.067) 10.278 (56.679) Ganhos com investimentos (*) 835.115 4.043.559 835.115 4.043.559
Variações cambiais:
Indenizações 6.848 5.664 6.301 5.269
- Sobre ativos (295.526) 239.885 (199.809) 208.613
- Sobre passivos 989.183 (1.354.194) 1.985.323 (1.516.131) Reversão da provisão para contingência 71.648 71.648
- Variações cambiais com derivativos (*) 282.786 (467.468) Seguros reclamados 182.185 182.185
976.443 (1.581.777) 1.785.514 (1.307.518) Outras receitas 164.655 410.666 50.213 249.396
Variações monetárias e cambiais líquidas 1.054.174 (1.688.844) 1.795.792 (1.364.197) Outras (despesas) e receitas operacionais 718.395 3.901.306 728.260 4.049.429
(*) Demonstração dos resultados das
operações derivativas (*) Em dezembro de 2008 a Companhia alienou parte de sua participação na Namisa para a Companhia Big Jump Energy que,
Swap CDI x USD (581.523) 786.726 (74.808) posteriormente a essa aquisição integralizou capital na Namisa, no montante de R$7.286.154. Diante desse aumento de capital
Swap Libor x CDI (17.445) (11.432) (17.445) realizado pela Big Jump, a CSN apurou ganho e perda na variação percentual no montante de R$4.043.559, substancialmente
Dolar Futuro (231.563) (5.486)
relativo ao ágio pago pelo novo acionista. Posteriormente em 30 de julho de 2009 a Namisa incorporou a controladora Big Jump
Total return equity swap 1.026.463 (1.328.185)
Outros (65.248) 23.518 62 Energy Participações S.A. e, em conseqüência dessa incorporação que ocorreu sem alteração da participação percentual, a Companhia
130.684 (534.859) (17.445) (74.746) registrou ganho de equivalência patrimonial no montante de R$835.115.

 CONTINUAÇÃO
CNPJ nº 33.042.730/0001-04
 CONTINUA

27 INFORMAÇÕES POR UNIDADE DE NEGÓCIO Reconhecimento do passivo atuarial

(i) Balanço patrimonial consolidado por unidade de negócio A Administração da Companhia decidiu reconhecer os ajustes do passivo atuarial no resultado conforme estabelecido nos parágrafos
2009 83 e 84 da NPC 26. Em 31 de dezembro de 2009, o saldo da provisão para cobertura do passivo atuarial soma R$69.946
Logística, Centro (R$117.568 em 2008).
Energia e Corporativo
Siderurgia Mineração Cimento e Outros Total No âmbito do reconhecimento do passivo atuarial, a contribuição amortizante relacionada à parcela dos participantes no
Ativo Circulante 2.332.838 1.053.035 547.101 9.635.620 13.568.594 equacionamento da insuficiência de reserva foi deduzida do valor presente das obrigações atuariais totais dos respectivos planos.
Caixa e equivalentes de caixa 8.086.742 8.086.742 Alguns participantes encontram-se questionando judicialmente essa contribuição amortizante, mas a Companhia, consubstanciada
Clientes 325.232 617.695 243.388 1.186.315
na opinião de seus assessores legais e atuariais, entende que essa contribuição amortizante foi devidamente aprovada pela Secretaria
Adiantamento a Fornecedores 59.884 10.208 59.744 129.836
Impostos a Recuperar 1.548.878 1.548.878 da Previdência Complementar – SPC, sendo, portanto, legalmente devida pelos participantes.
Estoques 1.871.454 412.994 174.661 2.459.109 De acordo com os cálculos atuariais elaborados pelo método da unidade de crédito projetada, os valores a apropriar em 2010 estão
Outros 76.268 12.138 69.308 157.714
Ativo Não Circulante 8.247.842 3.583.961 3.766.827 15.598.630 assim demonstrados:
Realizável a longo prazo 2.429.529 797.307 413.326 3.640.162 ESTIMATIVAS POR PLANO - 2010
Investimentos, imobilizado e intangível 5.818.313 2.786.654 3.353.501 11.958.468
Total do Ativo 10.580.680 4.636.996 4.313.928 9.635.620 29.167.224 35% da Suplementação Plano misto
Passivo Circulante 3.543.614 (13.015) 258.074 1.339.523 5.128.196 média da média de benefício
Empréstimos, financiamentos e debêntures 1.191.066 1.191.066
salarial salarial suplementar Total
Fornecedores 460.933 (29.367) 72.657 504.223
IR/CS Corporativo 148.457 148.457 Custo de serviço corrente (12) (203) (3.673) (3.888)
Tributos a Recolher 713.470 14.407 42.660 770.537 Juros sobre obrigações atuariais (31.980) (124.918) (22.109) (179.007)
Contas a Pagar 1.706.746 3.706 25.765 1.736.217 Rendimentos esperados dos ativos 34.873 152.055 35.295 222.223
Provisões e Contigências 428.608 5.800 47.792 482.200 Custo das amortizações 16.257 46.205 2.659 65.121
Outros 233.857 (7.561) 69.200 295.496
Passivo Não Circulante 23.699 441 25.604 18.395.791 18.445.535 - Ganhos atuariais não reconhecidos 16.257 46.205 1.568 64.030
Empréstimos, financiamentos e debêntures 13.172.410 13.172.410 - Custo de serviço passado não reconhecido 1.091 1.091
Contingências líquidas depósitos judiciais 1.568.966 1.568.966 Impacto esperado no resultado de 2009 19.138 73.139 12.172 104.449
Obrigações e Tributos Parcelados 635.697 635.697
Contas a Pagar LP 23.699 441 25.604 49.744 Principais premissas atuariais adotadas no cálculo do passivo atuarial em 31 de dezembro de 2009
Outros 3.018.718 3.018.718 Método atuarial de financiamento Crédito Unitário Projetado
Participação de acionistas não controladores 83.060 83.060 Moeda Funcional Real (R$)
Diferenças Líquidas 7.013.367 4.649.570 3.947.191 (10.099.694) Contabilização dos ativos do plano Valor de Mercado
Patrímônio líquido 5.510.433 Valor utilizado como estimativa do patrimônio de
Total do Passivo e Patrimônio Líquido 10.580.680 4.636.996 4.313.928 9.635.620 29.167.224
fechamento do exercício Melhor estimativa para patrimônio na data do encerramento do
(ii) Demonstração do lucro bruto consolidado por unidade de negócio exercício fiscal, obtida a partir da projeção dos valores contabilizados
2009
de outubro.
Infra Centro
Estrutura/ Corporativo Taxa anual nominal de retorno dos investimentos 35% da média: 10,27%; Suplementação: 10,21%; Milênio: 10,78%
Siderurgia Mineração Cimentos e outros Consolidado Taxa anual nominal para desconto da obrigação atuarial 11,18%
Receita líquida de vendas 7.893.826 1.813.869 1.047.732 222.937 10.978.364 Taxa nominal anual de crescimento salarial 5,24%
Custo dos produtos e serviços Índice nominal anual de reajuste dos benefícios
vendidos (5.352.941) (1.002.750) (363.359) (69.042) (6.788.092) previdenciários 4,2%
Lucro bruto 2.540.885 811.119 684.373 153.895 4.190.272
Taxa anual de inflação de longo prazo 4,2%
Tendo em vista o pronunciamento técnico CPC-22 aprovada pela deliberação CVM nº582 de 31 de julho de 2009 e, consequentemente, Despesas Administrativas Os valores utilizados estão líquidos das despesas administrativas
as alterações que serão introduzidas por esse instrumento normativo, a companhia optou por manter esta divulgação e apresentará, Tábua de mortalidade geral AT2000 segregada por sexo
apenas o lucro bruto por unidade de negócio.
Tábua de entrada em invalidez Mercer Disability com probabilidades multiplicadas por 2
Tábua de mortalidade de inválidos Winklevoss - 1%
28 FUNDO DE PENSÃO
Tábua de rotatividade Plano Milênio 2% ao ano, nula para os planos BD
(i) Administração do plano de previdência privada Idade de aposentadoria 100% na primeira data na qual se torna elegível a um benefício de
A Companhia é a principal patrocinadora da CBS Previdência, sociedade civil sem fins lucrativos constituída em julho de 1960 e cujo aposentadoria programada pelo plano
principal objetivo é o pagamento de benefícios complementares aos da previdência oficial. A CBS Previdência congrega empregados Composição familiar dos participantes em atividade 95% estarão casados à época da aposentadoria, sendo a esposa
da CSN, de empresas a ela vinculadas e da própria entidade, na medida em que esses firmem convênio de adesão. 4 anos mais jovem que o marido
(ii) Descrição das características dos planos A CSN não possui outros planos de benefício pós-emprego.
A CBS Previdência possui três planos de benefícios:
Plano de 35% da média salarial 29 SEGUROS
Trata-se de plano de benefício definido (BD) iniciado em 01 de fevereiro de 1966, cujo objetivo é pagar aposentadorias (tempo de Visando a adequada mitigação dos riscos e face à natureza de suas operações, a Companhia e suas Controladas
serviço, especial, invalidez ou velhice) de forma vitalícia, equivalente a 35% da média dos 12 últimos salários do participante. O plano
também garante o pagamento de auxílio doença ao participante licenciado pela Previdência Oficial e garante, ainda, o pagamento contratam vários tipos diferentes de apólice de seguros. As apólices são contratadas em linha com a política de Gestão de Riscos e são
de auxílio morte e auxílio pecuniário. Os participantes ativos e aposentados e os patrocinadores realizam 13 contribuições por ano, similares aos seguros contratados por outras empresas do mesmo ramo de atuação da CSN e suas controladas. As coberturas destas
sendo igual ao número de benefícios pagos. Este plano foi desativado em 31 de outubro de 1977, quando entrou em vigor o plano de apólices incluem: Transporte Nacional, Transporte Internacional, Responsabilidade Civil Transportador, Importação, Exportação, Seguro
suplementação da média salarial que está em fase de extinção. de Vida e Acidentes Pessoais, Saúde, Frota de Veículos, D&O (Seguro de Responsabilidade Civil Administradores), Responsabilidade
Plano de suplementação da média salarial Civil Geral, Riscos de Engenharia, Riscos Diversos, Crédito a Exportação, Seguro Garantia e Responsabilidade Civil Operador Portuário.
Este plano teve início em 01 de novembro de 1977 e é um plano de benefício definido (BD). Tem por objetivo complementar a A Companhia renovou também os seguros de Danos Materiais e Lucros Cessantes para suas unidades e controladas com as seguintes
diferença entre a média dos 12 últimos salários e o benefício da Previdência Oficial para as aposentadorias, também de forma exceções: Usina Presidente Vargas, Casa de Pedra, Mineração Arcos, CSN Paraná, Terminal de Carvão TECAR (possui Danos
vitalícia. Assim como no plano de 35%, há a cobertura dos benefícios de auxílio doença, pecúlio por morte e pensão. São realizadas
Materiais), que encontram se em fase de negociação com seguradoras e resseguradores no Brasil e no exterior para a obtenção,
13 contribuições e pagos o mesmo número de benefícios por ano. Este plano foi desativado em 26 de dezembro de 1995, com a
criação do plano misto de benefício suplementar. colocação e integralização destas demais apólices.
Plano misto de benefício suplementar As premissas de riscos adotadas, dada a sua natureza, não fazem parte do escopo de uma auditoria de demonstrações financeiras,
Iniciado em 27 de dezembro de 1995, é um plano misto de Contribuição Variável (CV). Além do benefício programado de consequentemente não foram examinadas pelos nossos auditores independentes.
aposentadoria é previsto o pagamento de benefícios de risco (pensão em atividade, invalidez e auxílio doença). Neste plano, o benefício
de aposentadoria é calculado com base no que foi acumulado pelas 13 contribuições anuais dos participantes e dos patrocinadores. 30 REMUNERAÇÃO DOS ADMINISTRADORES
Depois de concedida a aposentadoria, o plano passa a ter a característica de um plano BD e são pagos 13 benefícios por ano.
Os honorários dos administradores foram fixados pela Assembléia Geral Ordinária, em 30 de abril de 2009, no montante global
Em 31 de dezembro de 2009 e 2008 os planos apresentavam a seguinte composição de participantes:
Plano de Plano misto anual de R$55.000 (R$50.000 em 2008) e foi apropriado em despesas gerais e administrativas durante o exercício findo em 31 de
Plano de 35% suplementação de benefício Total de dezembro de 2009 o montante de R$21.538 (R$25.146 em 2008).
da média salarial da média salarial suplementar participantes
2009 2008 2009 2008 2009 2008 2009 2008 31 EVENTOS SUBSEQUENTES
Associados
Ativos 8 13 18 30 12.858 12.363 12.884 12.406 • Aquisição adicional de participação minoritária na Companhia Panatlântica S.A.
Aposentados 4.663 4.888 4.679 4.762 775 665 10.117 10.315
4.671 4.901 4.697 4.792 13.633 13.028 23.001 22.721 Em 06 de janeiro de 2010 a Companhia adquiriu a participação minoritária no capital social da Panatlântica S.A., Sociedade Anônima
Beneficiários vinculados de Capital Aberto, cuja principal atividade é a industrialização, comércio, importação, exportação e beneficiamento de aços e metais.
Beneficiários 3.892 4.004 1.435 1.394 91 82 5.418 5.480
Total de participantes Essa aquisição compreendeu a compra de 802.069 (oitocentas e duas mil e sessenta e nove) ações ordinárias representativas de
(associados/beneficiários) 8.563 8.905 6.132 6.186 13.724 13.110 28.419 28.201 9,3963% do capital social total da Panatlântica.
(iii) Equacionamento do déficit atuarial
• Incorporação da sociedade controlada GalvaSud S.A
De acordo com o ofício nº1555/SPC/GAB/COA, de 22 de agosto de 2002 ratificado pelo ofício nº 1598/SPC/GAB/COA de 28 de
agosto de 2002, foi aprovada proposta de refinanciamento das reservas a amortizar de responsabilidade dos patrocinadores, em 240 Em 29 de janeiro de 2010 a CSN incorporou a controlada GalvaSud S.A., tendo em vista que havia similaridade nas atividades
parcelas mensais e consecutivas, atualizadas monetariamente pelo INPC + 6% a.a. a partir de 28 de junho de 2002. desenvolvidas por ambas as empresas. A incorporação do patrimônio resultou em otimização dos processos e maximização dos resultados,
O contrato prevê a antecipação de parcelas se houver necessidade de caixa nos planos de benefício definido e a incorporação ao saldo concentrando em uma única estrutura organizacional todas as atividades comerciais, operacionais e administrativas das duas sociedades.
devedor atualizado de eventuais déficits/superávits de responsabilidade dos patrocinadores, para preservar o equilíbrio dos planos sem • Oferta pública para Aquisição da companhia Cimpor – Cimentos de Portugal, SGPS, S.A.
que o prazo máximo de amortização previsto no contrato seja ultrapassado.
(iv) Passivo atuarial Em 18 de dezembro de 2009 a Companhia divulgou anúncio preliminar de lançamento de uma oferta pública de aquisição direta ou
Com o advento da Deliberação CVM nº 371/00 que aprovou a NPC 26 do IBRACON – “Contabilização de Benefícios a Empregados” indireta pela CSN de ações de emissão da Cimpor – Cimentos de Portugal, SGPS, S.A. (“CIMPOR”), empresa com ações negociadas
e que instituiu novas práticas contábeis de apuração e divulgação, a Administração, por meio de estudo de atuários externos, apurou na Euronext Lisboa (“Oferta”). A Oferta foi registrada e o respectivo anúncio de lançamento divulgado no dia 27 de janeiro de 2010
os efeitos decorrentes dessa prática e a Companhia mantém os registros conforme laudo atuarial emitido em 21 de janeiro de 2010. e, em 12 de fevereiro de 2010, foi anunciada a alteração de determinadas condições da Oferta.
Planos
Em 23 de fevereiro de 2010, foi declarado, em sessão especial da Euronext Lisboa que, tendo sido definida no prospecto da oferta
35% da Suplementação Plano misto uma condição de eficácia consistente na aquisição de, pelo menos, 1/3 das ações mais uma da Cimpor, e não se tendo verificado essa
média da média de benefício condição, não foram transacionados quaisquer valores mobiliários no âmbito da Oferta.
salarial salarial suplementar Total
Valor presente das obrigações atuariais com cobertura 307.302 1.187.161 1.351.213 2.845.676 • Aquisição de participação minoritária na Riversdale Mining Limited
Valor justo dos ativos do plano (348.787) (1.514.694) (1.481.034) (3.344.515) Em 8 de janeiro de 2010 a Companhia obteve a aprovação das autoridades australianas permitindo a conclusão da segunda etapa
Valor presente das obrigações em excesso ao valor justo dos ativos (41.485) (327.533) (129.821) (498.839)
de aquisição de 2.482.729 ações do capital social da Riversdale Mining Limited (“Riversdale”), ao preço de A$6.10 (seis dólares
Ajustes por diferimentos permitidos: 67.392 400.975 78.294 546.661
- Ganhos atuariais não reconhecidos 67.392 400.975 60.394 528.761 australianos e dez centavos) por ação. A conclusão da segunda etapa de aquisição se deu em 13 de janeiro de 2010 e a CSN atingiu,
- Custo de serviço passado não reconhecido 17.900 17.900 indiretamente, participação total de 16,29%, correspondente a 31.233.327 ações do capital social da Riversdale.
Valor presente das contribuições amortizantes dos participantes (6.443) (22.960) (29.403) • Aprovação das demonstrações financeiras
Passivo/(ativo) atuarial 19.464 50.482 (51.527) 18.419
Passivo/(ativo) atuarial provisionado (Exigível a Longo Prazo/Outros) 19.464 50.482 69.946 As demonstrações financeiras supra citadas foram aprovadas pelo Conselho de Administração da Companhia em 25 de fevereiro de 2010.

CONSELHO DE ADMINISTRAÇÃO DIRETORIA COMITÊ DE AUDITORIA

BENJAMIN STEINBRUCH JACKS RABINOVICH BENJAMIN STEINBRUCH FERNANDO PERRONE


Diretor-Presidente YOSHIAKI NAKANO DIONÍSIO DIAS CARNEIRO NETTO
Presidente Vice-Presidente
JUAREZ SALIBA DE AVELAR ENÉAS GARCIA DINIZ CONTADORES
Conselheiros Diretor-Executivo Diretor-Executivo
ROGERIO LEME BORGES DOS SANTOS
PAULO PENIDO PINTO MARQUES ALBERTO MONTEIRO DE QUEIROZ NETTO Diretor de Controladoria
ANTÔNIO FRANCISCO DOS SANTOS GILBERTO SAYÃO DA SILVA Diretor-Executivo e Diretor de Diretor-Executivo Contador – CRC/SP 174860/O-2
Relações com Investidores
FERNANDO PERRONE YOSHIAKI NAKANO JOÃO LAURIANO BERNARDO
JOSE TARAGANO Gerente de Contabilidade Geral
DIONÍSIO DIAS CARNEIRO NETTO Diretor-Executivo Contador - CRC/SP 123598/O-0

Ao 3. Em nossa opinião, as demonstrações financeiras acima referidas representam, adequadamente, em todos os aspectos relevantes,
Conselho de Administração e aos Acionistas da a posição patrimonial e financeira da Companhia Siderúrgica Nacional e a posição patrimonial e financeira consolidada dessa
Companhia Siderúrgica Nacional Companhia e suas controladas em 31 de dezembro de 2009 e 2008, os resultados de suas operações, as mutações de seu patrimônio
Rio de Janeiro - RJ líquido, os seus fluxos de caixa e os valores adicionados nas operações referentes aos exercícios findos naquelas datas, de acordo com
1. Examinamos os balanços patrimoniais da Companhia Siderúrgica Nacional e os balanços patrimoniais consolidados dessa as práticas contábeis adotadas no Brasil.
4. Conforme mencionado na nota explicativa 29 às demonstrações financeiras, a Companhia está em negociação com seguradoras e
Companhia e suas controladas, levantados em 31 de dezembro de 2009 e 2008, e as respectivas demonstrações do resultado,
resseguradoras no Brasil e no exterior para obtenção de cobertura para danos materiais e lucros cessantes em determinadas unidades
das mutações do patrimônio líquido, dos fluxos de caixa e do valor adicionado correspondentes aos exercícios findos naquelas
da Companhia.
datas, elaborados sob a responsabilidade de sua Administração. Nossa responsabilidade é a de expressar uma opinião sobre essas
São Paulo, 25 de fevereiro de 2010
demonstrações financeiras.
2. Nossos exames foram conduzidos de acordo com as normas de auditoria aplicáveis no Brasil e compreenderam: a) o planejamento
dos trabalhos, considerando a relevância dos saldos, o volume de transações e os sistemas contábil e de controles internos da Anselmo Neves Macedo
Companhia e suas controladas; b) a constatação, com base em testes, das evidências e dos registros que suportam os valores e Contador CRC SP-160482/O-6 S-RJ
as informações contábeis divulgados; e c) a avaliação das práticas e das estimativas contábeis mais representativas adotadas pela Auditores Independentes Carla Bellangero
Administração da Companhia e suas controladas, bem como da apresentação das demonstrações financeiras tomadas em conjunto. CRC SP-014428/O-6 F-RJ Contadora CRC SP-196751/O-4 S-RJ