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UNIVERSIDADE TECNOLÓGICA FEDERAL DO PARANÁ

CURSO DE ENGENHARIA MECÂNICA

TRABALHO ACADÊMICO

PATO BRANCO

1.

INTRODUÇÃO

O desenvolvimento do projeto visa a padronização da execução e gerenciamento das atividades

de manutenção, além da elaboração de um cronograma de 52 semanas para os planos de manutenção. O tipo de manutenção que prevalecia era a “corretiva não planejada”, que acarreta

em parada de máquinas. Por este motivo, optou-se por dar início ao projeto.

2. EMPRESA

A empresa situa-se na região norte de São Paulo, e atua no ramo industrial de confecção de

vestuário feminino, atuando no mercado como atacadista e varejista.

2.1 Processos produtivos

O processo produtivo das confecções e está demonstrado na figura 01 em forma de organograma.
O processo produtivo das confecções e está demonstrado na figura 01 em forma de organograma.
Desenho
Modelagem
Pilotagem
Corte
Costura
Acabamento
Passar e expediçao e Lavagem controle de Embalagem despacho qualidade
Passar e
expediçao e
Lavagem
controle de
Embalagem
despacho
qualidade

Figura 01 - Fluxograma de atividades.

O layout (presente no apêndice A) facilita a localização e identificação das máquinas e equipamentos. Neles, descreve-se os setores da fábrica. Dividiu-se em:

Setor 1 - Área 1: local onde os processos de corte, costura e acabamento acontecem. As

máquinas, que encontram-se no local são as de tipo costura reta, de corte, overloque, interloque

e galoneira.

Setor 2 - Área 2: local onde os processos de pilotagem e acabamento. As máquinas, que encontram-se no local são as de tipo esteira, botoneira e caseadeira.

Setor 3 - Área 3: local onde os processos de desenho e pilotagem ocorrem. Não há maquinário industrial no local.

Setor 4 - Área 4: local onde os processos de embalagem, expedição e despacho acontecem. Não há maquinário industrial no local.

Setor 5 - Lavanderia: Ocorrem, nesse espaço, a lavagem, a etapa de passar roupa e o controle de qualidade. Há no local máquinas de lavar e ferro industrial.

Setor 6 - Tingimento têxtil: no local tinge-se pequenas peças de tecido. Não há maquinário industrial no local.

Setor 7 - Área de alimentação: local destinado ao tempo de almoço e pausas dos colaboradores.

Setor 8 - Banheiro: local para higienização dos colaboradores.

Setor 9 - Escritório: sala reservada ao setor administrativo.

Setor 10 - Loja: setor de varejo da fábrica.

Setor 11 - Estoque: área disponível para deposito de peças finalizadas da fábrica.

Um layout atualizado facilita no planejamento e na execução das manutenções, oferecendo uma localização rápida e precisa dos equipamentos.

2.2 Identificação do setor de aplicação do plano

Os setores abordados neste trabalho são os que possuem máquinas de âmbito industrial, ou seja, a área 1, área 2 e lavanderia.

Regime de operação dos setores:

Hora/Dia

Dias/Mês

8 horas por dia

22 dias por mês

Quadro 01 - Regime operacional

3. IDENTIFICAÇÃO DOS EQUIPAMENTOS ENVOLVIDOS NO PLANO

Faz-se necessário identificar as máquinas e equipamentos por meio de códigos, facilitando, assim, a comunicação entre setores que têm envolvimento com a manutenção. Primeiramente o maquinário foi dividido por tipo, chegando-se às nove divisões abaixo:

Máquina de costura reta: ideal para malharia, confecções em geral de tecidos leves e médios, faz acabamento em vários tecidos.

Overloque: utilizada para fazer os fechamentos e acabamentos internos das peças.

Interloque: utilizada para reforço e fechamento do overloque.

Galoneira: utilizada para realizar a manga de camisetas.

Botoneira: utilizada para colocar botões em blusas e camisas.

Caseadeira: utilizada para caseamento em blusas e camisas.

Máquina de corte: utilizada para cortar tecidos de acordo com os moldes.

Esteira: utilizado para dar acabamento a roupa.

Ferro industrial: utilizado para passar roupa de maneira mais eficaz.

A divisão levou aos seguintes códigos:

Equipamentos

Códigos

Costura reta

CORE

Overloque

OVER

Interloque

INTE

Galoneira

GALO

Botoneira

BOTO

Caseadeira

CASE

Corte

CORT

Esteira

ESTE

Ferro industrial

FEIN

Tabela 1 - Codificação dos equipamentos.

Em seguida cada equipamento recebeu um código, que segue o modelo elaborado por (Liotto

2003):

Código AAAA-NN/NNN, em que:

AAAA: refere-se ao tipo do equipamento, indicado por alfanumérico (indicado por A). Exemplo: CORE (costura reta)

NN: refere-se ao setor. Exemplo: 01 (Área 1)

NNN: número sequencial do equipamento. Exemplo: 001 (primeira máquina das três existentes)

Finalmente, a codificação do exemplo ficaria: CORE-01/001

A relação completa dos equipamentos encontra-se no apêndice B.

4.

DETALHAMENTO DA MANUTENÇÃO

4.1

Ordem de serviço

Para facilitar o controle das manutenções corretivas e, de certa forma, garantir que os

defeitos sejam solucionados da melhor maneira possível, é necessária a confecção de uma

ordem de serviço. A mesma será preenchida inicialmente pelos funcionários da produção, que

irão informar qual equipamento está com defeito e qual defeito apresenta. Em seguida é enviada

para a equipe de manutenção, que é encarregada de solucionar o problema e concluir o seu

preenchimento (Liotto 2003).

A tabela 2, mostra de forma detalhada o modelo da ordem de serviço:

N° ORDEM DE SERVIÇO Solicitante: Setor: Data: Equipamento: Descrição do problema: Descrição do serviço
ORDEM DE SERVIÇO
Solicitante:
Setor:
Data:
Equipamento:
Descrição do problema:
Descrição do serviço executado:
Materiais utilizados
CONTROLE
Observações
Início - término
Funcionário
Data
Visto (solicitante):
Visto (Manut.):

Tabela 2 - Ficha de ordem de serviço

4.2 Recomendado no manual

Abaixo encontra-se quais procedimentos é recomendado pelo fabricante:

quais procedimentos é recomendado pelo fabricante: Figura 1 - Ações recomendadas pelo fabricante para a

Figura 1 - Ações recomendadas pelo fabricante para a máquina de corte CORT-01/001

Figura 2 - Ações recomendadas pelo fabricante para a esteira ESTE-02/001 Figura 3 - Ações

Figura 2 - Ações recomendadas pelo fabricante para a esteira ESTE-02/001

recomendadas pelo fabricante para a esteira ESTE-02/001 Figura 3 - Ações recomendadas pelo fabricante para a
Figura 4 - Ações recomendadas pelo fabricante para a máquina do tipo costura reta, CORE-01/001

Figura 4 - Ações recomendadas pelo fabricante para a máquina do tipo costura reta, CORE-01/001

fabricante para a máquina do tipo costura reta, CORE-01/001 Figura 5 - Ações recomendadas pelo fabricante

Figura 5 - Ações recomendadas pelo fabricante para a máquina do tipo interloque, INTE-01/001

Figura 6 -Ações recomendadas pelo fabricante para a máquina do tipo galoneira, GALO-02/001 Figura 7

Figura 6 -Ações recomendadas pelo fabricante para a máquina do tipo galoneira, GALO-02/001

fabricante para a máquina do tipo galoneira, GALO-02/001 Figura 7 - Ações recomendadas pelo fabricante para

Figura 7 - Ações recomendadas pelo fabricante para a máquina do tipo caseadeira, CASE-01/001

Figura 8 - Ações recomendadas pelo fabricante para a máquina do tipo botoneira, BOTO-02/001 4.3

Figura 8 - Ações recomendadas pelo fabricante para a máquina do tipo botoneira, BOTO-02/001

4.3 Realizado

Atualmente a empresa só faz a manutenção mecânica quando os equipamentos apresentam problemas ou quando o visor indicativo do nível de lubrificante encontra-se abaixo da linha aceitável. No último caso, completa-se o nível com um lubrificante único para todas as máquinas.

4.4 Proposto

Elaborou-se uma ficha, contendo itens necessários para a identificação e manutenção de cada máquina. Tal ficha tem o objetivo de servir como base de consulta na hora da manutenção, possuindo uma lista com itens a serem observados e realizados.

Cada ficha possui um código no canto superior direito, o qual serve para identificar a atividade no cronograma para os planos de manutenção. As fichas de cada máquina encontram-se no apêndice C.

4.5 Cronograma (52 semanas) para os planos de manutenção/lubrificação

Dada a caraterística dos equipamentos é necessário dividir as atividades em duas classes:

Classe A realizada pelo operador, são atividades que ocorrem a cada início de turno. Indicado no apêndice C.

Classe I itens realizados pelo setor de lubrificação e manutenção previstos nos manuais.

   

Equipamento

 

Tipo

CORE

OVER

INTE

CASE

CORT

GALO

BOTO

ESTE

FEIN

Setor

 

1

 

2

5

Numeração

1

1

2

1

1

1

1

1

1

1

Semana

 

1

         

I2

   

I5

I6

2

I1

I3

I3

             

3

     

I1

I1

       

I6

4

           

I1

I1

   

5

         

I2

   

I5

I6

6

I1

I3

I3

             

7

     

I1

I1

       

I6

8

           

I1

I1

   

9

         

I2

   

I5

I6

10

I1

I3

I3

             

11

     

I1

I1

       

I6

12

           

I1

I1

   

13

         

I2

   

I5

I6

14

I1

I3

I3

             

15

     

I1

I1

       

I6

16

           

I1

I1

   

17

         

I2

   

I5

I6

18

I1

I3

I3

             

19

     

I1

I1

       

I6

20

           

I1

I1

   

21

         

I2

   

I5

I6

22

I1

I3

I3

             

23

     

I1

I1

       

I6

24

           

I1

I1

   

25

         

I2

   

I5

I6

26

I1

I3

I3

             

27

     

I1

I1

       

I6

28

           

I1

I1

   

29

         

I2

   

I5

I6

30

I1

I3

I3

             

31

     

I1

I1

       

I6

32

           

I1

I1

   

33

         

I2

   

I5

I6

34

I1

I3

I3

             

35

     

I1

I1

       

I6

36

           

I1

I1

   

37

         

I2

   

I5

I6

38

I1

I3

I3

             

39

     

I1

I1

       

I6

40

           

I1

I1

   

41

         

I2

   

I5

I6

42

I1

I3

I3

             

43

     

I1

I1

       

I6

44

           

I1

I1

   

45

         

I2

   

I5

I6

46

I1

I3

I3

             

47

     

I1

I1

       

I6

48

           

I1

I1

   

49

         

I2

   

I5

I6

50

I1

I3

I3

             

51

     

I1

I1

       

I6

52

           

I1

I1

   

Tabela 3 - Cronograma (52 semanas)

4.6 CONCLUSÃO

Embora seja uma proposta, o trabalho apresentado traz uma forma de como gerenciar um setor

de manutenção, elaborando métodos de controle, dimensionando pessoal, materiais e ferramentas.

E, o mais importante, traça todo o cronograma para ser aplicado, de forma simples facilitando sua

execução por qualquer gestor.

Sabe-se que esse projeto é apenas o início da implantação de um plano de manutenção de

máquinas e equipamento e que não basta apenas possuir um setor de manutenção, mas sim,

fornecer a ele as condições e espaços para que possa evoluir, como qualquer outro setor.

REFERÊNCIAS

[1] Singer.com.br

[3] siruba.com

[8] LIOTTO, MaykelGilliard. Sistema de Gerenciamento e Administração da Manutenção. 2003. 42 f. Trabalho de Conclusão de Curso (Graduação) Curso Superior de Tecnologia em Eletromecânica. Universidade Tecnológica Federal do Paraná.

[9] PINTO, Alan K., XAVIER, Júlio A. N. Manutenção Função Estratégica, Rio de Janeiro, Qualitymarck Ed., 2001.

APÊNDICE A Layout da empresa

APÊNDICE A – Layout da empresa APÊNDICE B – Relação dos equipamentos Código Descrição Fabricante

APÊNDICE B Relação dos equipamentos

Código

Descrição

Fabricante

Modelo

CORE-01/001

Costura reta

Singer

191D 200a

OVER-01/001

Overloque

Kingtex

Sh6000

OVER-01/002

Overloque

Kingtex

SH6000

INTE-01/001

Interloque

Siruba

F007e

GALO-02/001

Galoneira

Singer

522D

BOTO-02/001

Botoneira

Singer

655D

CASE-01/001

Caseadeira

Singer

635D

CORT-01/001

Corte reto

KM

Fx

ESTE-02/001

Esteira

Hashima

HP-450MS

FEIN-05/001

Ferro industrial

Sun Special

1,8L

APÊNDICE C Fichas de manutenção dos equipamentos.

PROCEDIMENTO DE MANUTENÇÃO PADRÃO DE MÁQUINA

 

Código:

PM1

Equipamento: CORE

 

Tempo total estimado: 40 minutos

 

Periodicidade (menor/maior): turno/mensal

 
 

FICHA TÉCNICA

 

Máquina: costura reta

Fabricante: Singer

 

Aplicação: leve a média

Modelo:191D 200a

 

Agulha: 1955-01 #14

Óleo lubrificante: Shell spindle oil

Velocidade máxima [ppm]: 5000

 
 

ATIVIDADES

 

A1

Lubrificação - antes de ligar a máquina, encha o reservatório com o óleo lubrificante até a marca "MAX". Quando o nível de óleo estiver abaixo da marca "MIN", encha a bandeja com o óleo lubrificante.

 

Turno

A2

Limpe o cabeçote periodicamente com um pano macio e seco para retirar o excesso de poeira do cabeçote.

 

Semanal

Verificar se os dispositivos de segurança estão ajustados (protetor da correia)

   

Verificar se todos os parafusos de fixação e suporte do cabeçote estão devidamente apertados.

 

I1

Verificar se a correia não está excessivamente desgastada e se está com a tensão adequada.

 

Mensal

Verificar se não há sobreaquecimento do motor e se o cabo e o conector de força não estão danificados

 

PROCEDIMENTO DE MANUTENÇÃO PADRÃO DE MÁQUINA

 

Código:

PM2

Equipamento: CORT

 

Tempo total estimado: 40 minutos

 

Periodicidade (menor/maior): turno/mensal

 
 

FICHA TÉCNICA

 

Máquina: corte reta

 

Fabricante: KM

Aplicação: leve a média

 

Modelo: KS-FX

Lâmina: Aço rápido

 

Óleo lubrificante: Shell spindle oil

Velocidade [rpm]: 2800/3400

 
 

ATIVIDADES

 

A3

Ligue a máquina para aquecimento, ainda sem acrescentar óleo lubrificante, por dez minutos. Desligue a máquina a cada 15 a 30 minutos para limpeza e remoção de resíduos e eventual excesso de óleo na ranhura da faca.

Turno

A4

Preencher o reservatório de óleo sempre que o mesmo ficar vazio. Esse óleo previne a oxidação das peças da cortadora e deve ser deixado até a próxima utilização da máquina.

Turno

Posicionar o protetor da lâmina e o pé calcador na posição mais baixa. A lâmina não pode ser afiada durante o corte de tecidos. Acionar a alavanca do afiador, a qual está localizada no lado oposto à manopla de operação.

 

I2

Limpar a máquina periodicamente removendo todos os resíduos do motor e do amolador.

Mensal

Limpar o mecânismo de rosca do afiador e remover a lâmina e limpar seu encaixe todos os dias em que a máquina é utilizada.

 

PROCEDIMENTO DE MANUTENÇÃO PADRÃO DE MÁQUINA

 

Código:

PM3

Equipamento: OVER

 

Tempo total estimado: 40 minutos

 

Periodicidade (menor/maior): turno/mensal

 
 

FICHA TÉCNICA

 

Máquina: overloque

Fabricante: Kingtex

 

Aplicação: leve a média

Modelo: Sh-6000

 

Agulha: DC*27

Óleo lubrificante: Shell spindle oil

Velocidade [rpm]: 7500

 
 

ATIVIDADES

 

A5

 

Remover a tampa do óleo. Coloque o óleo lubrificante até o indicador vermelho ficar entre as duas linhas indicativas.

Turno

I3

 

Verificar o filtro, limpando-o e se necessário renová-lo. Renovar o óleo.

 

Mensal

 

Colocar silicone na esponja da agulha

 

PROCEDIMENTO DE MANUTENÇÃO PADRÃO DE MÁQUINA

 

Código:

PM4

Equipamento: INTE

 

Tempo total estimado: 40 minutos

 

Periodicidade (menor/maior): turno/mensal

 
 

FICHA TÉCNICA

 

Máquina: interloque

Fabricante: Siruba

Aplicação: leve a média

Modelo: F007e

Agulha: UYX128GAS#10

Óleo lubrificante: Mobil #10

Velocidade [rpm]: 7500

 
 

ATIVIDADES

 

A6

Usar uma escova macia para limpar a poeira e tecido dos dentes de transporte.

Diário

A7

Remover a tampa do óleo. Coloque o óleo lubrificante até o indicador vermelho ficar entre as duas linhas indicativas.

Diário

 

Checar se as peças elétricas estão frouxas ou na posição correta

 

I4

Verificar se a correia não está excessivamente desgastada e se está com a tensão adequada.

Mensal

Verificar se não há sobreaquecimento do motor e se o cabo e o conector de força não estão danificados

 

PROCEDIMENTO DE MANUTENÇÃO PADRÃO DE MÁQUINA

Código:

PM5

Equipamento: INTE

 

Tempo total estimado: 40 minutos

 

Periodicidade (menor/maior): turno/mensal

 
 

FICHA TÉCNICA

 

Máquina: galoneira

Fabricante: Singer

Aplicação: leve a média

Modelo: 522D

Agulha: 30115002

Óleo lubrificante: Mobil #10

Velocidade [rpm]: 6000

 
 

ATIVIDADES

 

A1

Lubrificação - antes de ligar a máquina, encha o reservatório com o óleo lubrificante até a marca "MAX". Quando o nível de óleo estiver abaixo da marca "MIN", encha a bandeja com o óleo lubrificante.

Turno

A2

Limpe o cabeçote periodicamente com um pano macio e seco para retirar o excesso de poeira do cabeçote.

Semanal

 

Verificar se os dispositivos de segurança estão ajustados (protetor da correia)

Mensal

I1

Verificar se todos os parafusos de fixação e suporte do cabeçote estão devidamente apertados.

Mensal

Verificar se a correia não está excessivamente desgastada e se está com a tensão adequada.

Mensal

 

Verificar se não há sobreaquecimento do motor e se o cabo e o conector de força não estão danificados

Mensal

 

PROCEDIMENTO DE MANUTENÇÃO PADRÃO DE MÁQUINA

Código:

PM8

Equipamento: ESTE

 

Tempo total estimado: 40 minutos

 

Periodicidade (menor/maior): turno/diário

 
 

FICHA TÉCNICA

 

Máquina: esteira

 

Fabricante: Hashima

velocidade da esteira [m/min]: 8,7

 

Modelo: Hp-450ms

Pressão máxima [kg/cm²]: 1,5

 

Temperatura máx. [°C]: 195°C

Tempo de pressão [seg]: 5-20 segundos

 
 

ATIVIDADES

 

A8

Limpar a escova ao iniciar a máquina

Turno

A9

Limpar o filtro. Encontra-se na parte traseira da máquina

Diário

I5

Limpar a esteira com um pano úmido, enquanto ainda está quente, após o uso do equipamento.

Diário

 

PROCEDIMENTO DE MANUTENÇÃO PADRÃO DE MÁQUINA

Código:

PM9

Equipamento: FEIN

 

Tempo total estimado: 40 minutos

 

Periodicidade (menor/maior): turno/mensal

 
 

FICHA TÉCNICA

 

Máquina: ferro industrial

Fabricante: Sun Special

 

Aplicação: leve a média

Modelo: 1,8L

 

Voltagem: 220 Volts

Potência: 1500W

 

Base: 36 x 48 x 44 cm

 
 

ATIVIDADES

 

I6

Encher o reservatório até o nível máximo indicado e selecionado a função "0" no seletor de vapor. Coloque o seletor de temperatura no nível máximo e aguarde a luz piloto desligar. Retire o plugue da tomada e segure o ferro horizontalmente sobre a pia. Gire o seletor de vapor para a posição SC e retire o conjunto do seletor de vapor do ferro. Agite o ferro vigorosamente mantendo-o sobre a pia. Água quente e vapor sairão dos furos da base junto com impurezas e sujeiras. Após o reservatório de água se esvaziar, coloque o conjunto do seletor de vapor de volta no ferro. Ligue novamente o ferro, aguarde a luz piloto acender e apagar e passe um pedaço de pano velho para esgotar toda a água e as impurezas que restaram nos furos da base. Quando a base do ferro esfriar, limpe-a com um pano úmido.

Cada 2

semanas

APÊNDICE D Propriedades dos lubrificantes utilizados.

APÊNDICE D – Propriedades dos lubrificantes utilizados. Figura 9 - Propriedades do lubrificante Shell Spindle Oil

Figura 9 - Propriedades do lubrificante Shell Spindle Oil

utilizados. Figura 9 - Propriedades do lubrificante Shell Spindle Oil Figura 10 - Propriedades do lubrificante

Figura 10 - Propriedades do lubrificante Mobil #10