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Cabeamento Estruturado Aula 08 – Técnicas e Subsistemas – Parte 1 Prof : Robercy Alves
Cabeamento Estruturado Aula 08 – Técnicas e Subsistemas – Parte 1 Prof : Robercy Alves
Cabeamento Estruturado Aula 08 – Técnicas e Subsistemas – Parte 1 Prof : Robercy Alves
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Cabeamento Estruturado Aula 08 – Técnicas e Subsistemas – Parte 1 Prof : Robercy Alves

Cabeamento

Estruturado

Aula 08 Técnicas e Subsistemas Parte 1

Prof : Robercy Alves

Norma ANSI/EIA/TIA 568B Divide um sistema de cabeamento em subsistemas: 1. 1. 2. 3. 4.

Norma ANSI/EIA/TIA 568B

Divide um sistema de cabeamento em subsistemas:

1.

1.

2.

3.

4.

5.

Facilidades de Entrada

(pela NBR14565: Sala de Entrada de Telecomunicações SET)

Sala de Equipamentos (ABNT - SEQ)

Cabeamento Vertical ou Backbone

(NBR 14565: Cabeamento Primário)

Sala de Telecomunicações (NBR 14565:AT- Armário de Telecomunicações)

Cabeamento Horizontal

(NBR 14565: Cabeamento Secundário)

Área de Trabalho (NBR 14565: ATR)

6

5
5

1

Cabeamento Horizontal (NBR 14565: Cabeamento Secundário) Área de Trabalho (NBR 14565: ATR) 6 5 1 3

3

Cabeamento Horizontal (NBR 14565: Cabeamento Secundário) Área de Trabalho (NBR 14565: ATR) 6 5 1 3

4

NBR 14565 e ANSI/TIA/EIA 568   NBR 14565 ANSI/TIA/EIA 568 1 Área de trabalho (

NBR 14565 e ANSI/TIA/EIA 568

 

NBR 14565

ANSI/TIA/EIA 568

1

Área de trabalho ( ATR )

Work Area ( WA )

2

Cabeamento Horizontal ou secundário

Horizontal Cabling ( HC )

3

Salas ou armários de Telecomunicações (AT)

Telecomunications Closets (TCs) ou Telecomunications Room ( TRs)

4

Cabeamento vertical ou primário

Cabeamento tronco ou Backbone

5

Sala de equipamentos (SEQ )

Equipament Room ( ER)

6

Entrada da edificação ou Sala

Entrance Facilities ( EF )

de entrada de

telecomunicações (SET)

1- Facilidades de Entrada  Interface entre a cabeamento externo e o cabeamento intra- edifício.

1- Facilidades de Entrada

Interface entre a cabeamento externo e o cabeamento intra- edifício. Também conhecida por ser o local que abriga o DG (

Distribuidor Geral ) e reune os cabos que vem da parte externa

do prédio e das concessionárias de Telecomunicações

( Distribuidor Geral ) e reune os cabos que vem da parte externa do prédio e
( Distribuidor Geral ) e reune os cabos que vem da parte externa do prédio e
SET 5

SET

SET 5
2- Sala de Equipamentos • Sala onde ficam os equipamentos de telecomunicações: PABX, Modems, switchs

2- Sala de Equipamentos

Sala onde ficam os equipamentos de telecomunicações: PABX, Modems, switchs core, roteadores, servidores.

Também conhecida como Sala Técnica

Ponto em que se faz a transição dos cabos de entrada para o

cabeamento primário. Ex: DIO

como Sala Técnica • Ponto em que se faz a transição dos cabos de entrada para
D I O – Distribuidor ótico Cabo óptico backbone Bandeja de acomodação Conexão saída para

D I O Distribuidor ótico

Cabo óptico backbone

D I O – Distribuidor ótico Cabo óptico backbone Bandeja de acomodação Conexão saída para cordão

Bandeja de acomodação

ótico Cabo óptico backbone Bandeja de acomodação Conexão saída para cordão óptico Protetor da emenda

Conexão saída para cordão óptico

Protetor da emenda óptica

2- Sala de Equipamentos Recomendações: • Evitar locais restritos a expansão e que possam comprometer

2- Sala de Equipamentos

Recomendações:

Evitar locais restritos a expansão e que possam comprometer o crescimento da rede

Manter ambiente com temperatura controlada

Utilizar dispositivos de proteção e aterramento

Observar distanciamento de fontes de EMI (No Breaks > 80kva devem ficar em outra sala)

Piso anti-estático e de fácil limpeza

Definir políticas de segurança e manter acesso restrito a sala

• Considerar instalações físicas, tais como infiltração, inundação

Considerar instalações físicas, tais como infiltração, inundação

• Considerar instalações físicas, tais como infiltração, inundação
SEQ dimensionamento  Para seu dimensionamento multiplica-se o número de áreas de trabalho por 0,07m2,

SEQ dimensionamento

Para seu dimensionamento multiplica-se o número de áreas de trabalho por 0,07m2, sendo que para locais com menos de 200

áreas, considera-se o tamanho de 14m2.

de áreas de trabalho por 0,07m2, sendo que para locais com menos de 200 áreas, considera-se
Cabeamento Vertical Cabeamento Vertical • Conjunto de cabos que faz a conexão entre os vários

Cabeamento Vertical

Cabeamento Vertical Cabeamento Vertical • Conjunto de cabos que faz a conexão entre os vários pontos
Cabeamento Vertical Cabeamento Vertical • Conjunto de cabos que faz a conexão entre os vários pontos

Cabeamento Vertical

Conjunto de cabos que faz a conexão entre os vários pontos de administração ou sala de telecomunicações dos andares até a sala de equipamentos

Em função do crescimento das redes e da velocidade de

comunicação, recomenda-se especificar o Cabeamento Vertical com no mínimo o dobro da capacidade da planta atual instalada, sempre que possível com fibra optica.

Cabeamento Vertical Os cabos homologados na norma EIA/TIA 568A • Cabo coaxial (500 metros) •

Cabeamento Vertical

Os cabos homologados na norma EIA/TIA 568A

Cabo coaxial (500 metros)

Cabo UTP de 100 Ohms:

800 metros para voz (20 a 300 Mhz); 90 metros para dados

. Fibra óptica multimodo de 62,5/125 m:

2.000 metros para dados. . Fibra óptica monomodo de 9/125 m:

3.000 metros para dados.

de 62,5/125 m: – 2.000 metros para dados. • . Fibra óptica monomodo de 9/125 m:
Topologia em Estrela Hierárquica Router Core Sala de Equipamentos

Topologia em Estrela Hierárquica

Topologia em Estrela Hierárquica Router Core Sala de Equipamentos
Router
Router

Core

Sala de Equipamentos

Cabeamento Vertical  Utiliza patch panel, blocos 110 e distribuidores ó pticos de acordo com

Cabeamento Vertical

Utiliza patch panel, blocos 110 e distribuidores ópticos de

acordo com os tipos de cabos a serem dimensionados.

de acordo com os tipos de cabos a serem dimensionados. : – A utilização de blocos

:

de acordo com os tipos de cabos a serem dimensionados. : – A utilização de blocos
de acordo com os tipos de cabos a serem dimensionados. : – A utilização de blocos

A utilização de blocos 110 permite o gerenciamento do cabeamento par-a- par. desta forma, aplicações que não utilizem os 4 pares do cabo são

favorecidas.

Diagrama Unifilar  O diagrama unifilar consiste em apresentar esquematicamente os meios físicos e os

Diagrama Unifilar

O diagrama unifilar consiste em apresentar esquematicamente os

meios físicos e os cabos que partem do DG ou da SEQ e atingem

os AT no pavimento . As extremidades destes cabos devem ser conectadas em blocos ou painéis de conexão, localizados nos AT

e DGT.

Cada pavimento pode ser conectado aos de cima e aos de baixo através de cabos, de acordo com a demanda desejada.

Devem ser representados todos os cabos que partem dos AT, até

a ATR,

Diagrama unifilar tipo 1 16

Diagrama unifilar tipo 1

Diagrama unifilar tipo 1 16
Diagrama unifilar tipo 2 17

Diagrama unifilar tipo 2

Sala de Telecomunicações – Ponto onde estão localizados os equipamentos ativos intermediários do sistema. –

Sala de Telecomunicações

Sala de Telecomunicações – Ponto onde estão localizados os equipamentos ativos intermediários do sistema. –

Ponto onde estão localizados os equipamentos ativos intermediários do sistema. Local onde se encontram os painéis de distribuição e interconexões com o cabeamento horizontal. Pode ser uma sala ou simplesmente um quadro ou armário.

Distinta da sala de equipamentos devido à natureza ou complexidade dos equipamentos que elas contém. Qualquer uma ou todas as funções de um Armário de

de

Telecomunicações

podem

ser

atendidas

por

uma

Sala

Equipamentos.

Sala de Telecomunicações – Dimensionamento: 1 por andar ate 1000m2 – Armários adicionais deverão ser

Sala de Telecomunicações

Sala de Telecomunicações – Dimensionamento: 1 por andar ate 1000m2 – Armários adicionais deverão ser fornecidos

Dimensionamento: 1 por andar ate 1000m2

Armários adicionais deverão ser fornecidos caso:

A área do andar a ser servido exceder 1000 m2

A distância da subsistema horizontal à ATR exceder 90 m.

Aterramento, controle de temperatura, piso anti-estático,

Racks fechados, se for instalada em áreas de uso comum e fluxo de pessoas

Sala de Telecomunicações ou Armário de Telecomunicações Dimensionamento da sala de telecomunicações 20

Sala de Telecomunicações ou Armário de Telecomunicações

Dimensionamento da sala de telecomunicações

Sala de Telecomunicações ou Armário de Telecomunicações Dimensionamento da sala de telecomunicações 20
Sala ou armário de telecomunicações Como principais características propostas por norma para o Armário de

Sala ou armário de telecomunicações

Como principais características propostas por norma para o Armário de Telecomunicações (Telecommunication Room),

temos:

O AT não deverá ser suportado por teto falso, pois este pode

dificultar o acesso e a distribuição do cabeamento horizontal;

Tamanho mínimo da porta deverá ter 900mm de largura por

2.000mm de altura e sua abertura voltada para fora do AT;

Recomendações para sala de telecomunicações Ao projetar a sala de telecomunicações deve-se observar algumas

Recomendações para sala de telecomunicações

Recomendações para sala de telecomunicações Ao projetar a sala de telecomunicações deve-se observar algumas

Ao projetar a sala de telecomunicações

deve-se observar algumas características

principais, para que ela possa atender as suas funções:

a)A altura mínima da sala deverá ser de

2,6 m

b) Recomenda-se utilizar a codificação

padrão de cores dos dispositivos de conectividade ( tabela a seguir)

c) Para permitir o máximo de flexibilidade

não deve-se utilizar rebaixamentos de teto

Cores para terminações 23

Cores para terminações

Cores para terminações 23

23

Recomendações para Sala ou armário de telecomunicações 24

Recomendações para Sala ou armário de telecomunicações

Recomendações para Sala ou armário de telecomunicações 24
Exemplo de ST Deve ser deixado um espaço de 1,2 m do rack tanto para

Exemplo de ST

Exemplo de ST Deve ser deixado um espaço de 1,2 m do rack tanto para frente

Deve ser deixado um espaço de 1,2 m do rack tanto para frente como para trás.

Cabeamento Horizontal – Conjunto de cabos, construídos normalmente no teto ou piso, que faz a

Cabeamento Horizontal

Cabeamento Horizontal – Conjunto de cabos, construídos normalmente no teto ou piso, que faz a conexão

Conjunto de cabos, construídos normalmente no teto ou piso, que faz a conexão entre a Área de Trabalho e a sala de Telecomunicações.

Topologia física em estrela

Por recomendação da norma, cada ponto de Telecomunicações

deve ser ligado no Patch Panel do respectivo local onde se encontra.

Cabeamento Horizontal – Não deverão em qualquer hipótese existir emendas nos cabos. – Os cabos

Cabeamento Horizontal

Cabeamento Horizontal – Não deverão em qualquer hipótese existir emendas nos cabos. – Os cabos devem

Não deverão em qualquer hipótese existir emendas nos cabos.

Os cabos devem terminar em painéis e conectores de mesma

categoria

A norma recomenda não utilizar patch cords com crimpagem manual. Utilizar somente Patch Cords injetados (conexão realizada de fábrica)

Conexão horizontal  Existem 2 esquemas reconhecidos para conexão do cabeamento horizontal:  Conexões cruzadas

Conexão horizontal

Existem 2 esquemas reconhecidos para conexão do cabeamento horizontal:

Conexões cruzadas

Interconexões.

Cabeamento Horizontal 29

Cabeamento Horizontal

Cabeamento Horizontal 29
Cabeamento Horizontal Conexões cruzadas ( Cross-connections ) : Os cabos vindos das tomadas de telecomunicações

Cabeamento Horizontal

Conexões cruzadas ( Cross-connections ) :

Os cabos vindos das tomadas de telecomunicações e dos

equipamentos ativos, são ligados a dispositivos de conexão diferentes, sendo necessário a utilização de cordões de manobra para fazer a sua interligação. Isto pode ser motivado pelo uso de espelhamento do ativos ou para integrar equipamentos que não possuem portas

baseadas em conectores reconhecidos pelas normas

Switch

Patch

Pannel ou

Bloco 110

30

90 metros 5 metros Área de Trabalho Switch Para possibilitar manutenção do ponto, deve-se deixar
90 metros 5 metros Área de Trabalho Switch Para possibilitar manutenção do ponto, deve-se deixar
90 metros
5 metros
Área de
Trabalho
Switch
Para possibilitar manutenção do ponto,
deve-se deixar na tomada fêmea uma
folga mínima de 30 cm no caso de cabo
UTP e 1 metro quando for utilizado
fibra optica

5 metros

Na conexáo com o Patch Panel, deve-

se

folga mínima de 3

m

UTP e 7 metros

quando for utilizado fibra optica

deixar uma

no caso de cabo

Cabeamento por zonas  Devido a grande variação de layout em escritórios foram desenvolvidas algumas

Cabeamento por zonas

Devido a grande variação de layout em escritórios foram desenvolvidas

algumas técnicas para minimizar os problemas de tantas reconfigurações.

A arquitetura de cabeamento por zonas baseia-se na introdução de um ponto de consolidação intermediário no cabeamento horizontal, o qual fica bem próximo

da área de trabalho. Estes podem ser identificados como Muto ou MUTOA e

ainda CP Consolidation Point

A principal vantagem é que no caso de uma mudança de layout o lance de cabos

a ser alterado é bem menor do que no método tradicional.

Outra vantagem é a possibilidade de uma instalação parcial do cabeamento da sala de telecomunicações em um ponto intermediário, permitindo a instalação

na área de trabalho seja feita depois.

Cabeamento Horizontal Múltiplos Cabos de 4 pares Patch Panel Armário de Telecomunicações Open Office -

Cabeamento Horizontal

Múltiplos Cabos de 4 pares

Cabeamento Horizontal Múltiplos Cabos de 4 pares Patch Panel Armário de Telecomunicações Open Office - MUTOA
Cabeamento Horizontal Múltiplos Cabos de 4 pares Patch Panel Armário de Telecomunicações Open Office - MUTOA
Cabeamento Horizontal Múltiplos Cabos de 4 pares Patch Panel Armário de Telecomunicações Open Office - MUTOA
Cabeamento Horizontal Múltiplos Cabos de 4 pares Patch Panel Armário de Telecomunicações Open Office - MUTOA
Cabeamento Horizontal Múltiplos Cabos de 4 pares Patch Panel Armário de Telecomunicações Open Office - MUTOA
Cabeamento Horizontal Múltiplos Cabos de 4 pares Patch Panel Armário de Telecomunicações Open Office - MUTOA

Patch

Panel

Armário

de

Telecomunicações

Open Office - MUTOA

Panel Armário de Telecomunicações Open Office - MUTOA Ponto Intermediário Arquitetura tradicional Cabo Multi

Ponto

Intermediário

Telecomunicações Open Office - MUTOA Ponto Intermediário Arquitetura tradicional Cabo Multi MUTOA Pares Cabos

Arquitetura

tradicional

Cabo Multi MUTOA Pares Cabos OU CP UTP Patch Panel Armário de Telecomunicações
Cabo Multi
MUTOA
Pares
Cabos
OU CP
UTP
Patch
Panel
Armário
de
Telecomunicações
Cabeamento Horizontal  O multi-user telecom outlet assembly (MUTOA ou MUTO) facilita a terminação de

Cabeamento Horizontal

Cabeamento Horizontal  O multi-user telecom outlet assembly (MUTOA ou MUTO) facilita a terminação de um

O multi-user telecom outlet assembly (MUTOA ou MUTO) facilita a terminação de um ou múltiplos cabos

horizontais numa localização

comum próximo a um conjunto de móveis num escritório aberto.

O cabeamento que vem do Armário de Telecom vai direto pela infra-estrutura até o MUTOA e dele saem cabos para a área de trabalho

•Projetado para escritorios abertos estilo “baias”.

Possibilita economia de cabos em mudanças. O Objetivo é alterar o layout do

escritório ou área sem alterar grandes lances de cabeamento horizontal.

Cabeamento Horizontal Um MUTOA pode servir no máximo a 12 áreas de trabalho. Deve ser

Cabeamento Horizontal

Um MUTOA pode servir no máximo a 12 áreas de trabalho.

Deve ser instalado em local de fácil acesso, sobre um meio permanente

como colunas e paredes estruturais.

Não pode ser colocada em espaços no teto ou qualquer área obstruída,

Os cabos da área de trabalho que estejam ligados a um MUTOA devem ser

identificados em ambas terminações.

Na terminação próxima ao equipamento identifica-se a porta e qual é o MUTOA, na outra terminação indica-se qual a área de trabalho servida.

ao equipamento identifica-se a porta e qual é o MUTOA, na outra terminação indica-se qual a
ao equipamento identifica-se a porta e qual é o MUTOA, na outra terminação indica-se qual a
ao equipamento identifica-se a porta e qual é o MUTOA, na outra terminação indica-se qual a
MUTOA 36

MUTOA

MUTOA 36
Dúvidas ?
Dúvidas
?
Cabeamento Horizontal Ponto de Consolidação Trata-se de ponto de telecomunicação de alta densidade, aplicado a

Cabeamento Horizontal

Ponto de Consolidação

Trata-se de ponto de telecomunicação de alta densidade, aplicado a sistema

de cabeamento estruturado, para instalação em piso falso, que atua como ponto intermediário de conexão de consolidação entre o cabeamento horizontal e a área de trabalho.

Só deve existir um ponto de consolidação por rota de cabos.

entre o cabeamento horizontal e a área de trabalho. Só deve existir um ponto de consolidação
entre o cabeamento horizontal e a área de trabalho. Só deve existir um ponto de consolidação
entre o cabeamento horizontal e a área de trabalho. Só deve existir um ponto de consolidação
Diferença entre Mutoa e Ponto de Consolidação • Mutoas devem ficar em locais de fácil

Diferença entre Mutoa e Ponto de Consolidação

Diferença entre Mutoa e Ponto de Consolidação • Mutoas devem ficar em locais de fácil acesso

Mutoas devem ficar em locais de fácil acesso

CP podem ficar sobre o forro ou piso elevado

Do Mutoa, os cabos saem direto para os micros

Nos CP os cabos terminam

em Pontos de Telecom (tomadas fêmea) de onde saem Patch Cords para os micros.

Diferença entre Mutoa e Ponto de Consolidação • Mutoas funcionam como um Hub Passivo. Nele

Diferença entre Mutoa e Ponto de Consolidação

Diferença entre Mutoa e Ponto de Consolidação • Mutoas funcionam como um Hub Passivo. Nele chegam
Diferença entre Mutoa e Ponto de Consolidação • Mutoas funcionam como um Hub Passivo. Nele chegam

Mutoas funcionam como um Hub Passivo. Nele chegam um conjunto de

cabos ou um cabo multipares e saem portas para conexão direta dos micros.

O CP funciona como um Painel intermediário de conexões. Dele saem outros cabos até os pontos específicos de telecom, de onde saem os patch cords para conexão com os micros.

Meios físicos reconhecidos Cabos STP são reconhecidos mas já existe uma orientação para se utilizar

Meios físicos reconhecidos

Meios físicos reconhecidos Cabos STP são reconhecidos mas já existe uma orientação para se utilizar F.O
Meios físicos reconhecidos Cabos STP são reconhecidos mas já existe uma orientação para se utilizar F.O

Cabos STP são reconhecidos mas já existe uma orientação para se utilizar F.O em redes novas

Classificação dos cabos quanto a Flamabilidade CMR (Cabos Riser - Comunicação vertical) - Estes cabos

Classificação dos cabos quanto a Flamabilidade

CMR (Cabos Riser - Comunicação vertical) - Estes cabos são projetados e construídos

para instalação em shafts (poços) sem fluxo de ar forçado. Em eventos de queima, de acordo com a norma UL-1666, a altura da chama não pode exceder 3,7m e a temperatura medida em qualquer acoplamento térmico não pode ser superior a 454,4ºC.

- Estes cabos são projetados e construídos para operar em instalações

em presença de fluxo de ar forçado. Em eventos de queima, de acordo com a norma NFPA-262, estes cabos devem apresentar um espalhamento máximo de chama de 1,5m, uma densidade de pico de fumaça visível de no máximo 0,5 e uma densidade média de fumaça visível de 0,15.

CMP (Cabos plenum)

CM e CMG (Cabos de uso Geral) Estes são cabos de uso geral com pouca proteção contra incêndios. Estes cabos devem atender aos requisitos de testes da norma UL-1685.

CMX (Cabos de Comunicação) Cabo de uso limitado em instalações que requerem alguma

proteção quanto à propagação de chamas, emissão de fumaças e gases tóxicos. Estes cabos devem atender aos requisitos de testes da norma UL-1581.

Simbologia

Simbologia

Simbologia
Simbologia

Simbologia

Simbologia
Área de Trabalho – Local onde o usuário interage com a rede – Compreende conectores,

Área de Trabalho

Local onde o usuário interage com a rede

Compreende conectores, tomadas, adaptadores, plugs e pontos

de saída no local de trabalho do usuário que possibilitam a

conexão entre os micros ou telefones á rede.

a conexão entre os micros ou telefones á rede. Deve-se ter no mínimo 2 tomadas de
a conexão entre os micros ou telefones á rede. Deve-se ter no mínimo 2 tomadas de

Deve-se ter no mínimo 2 tomadas de telecomunicação / 10 m2

Área de Trabalho Porem, estas “adaptações” não são recomendadas pelas normas.

Área de Trabalho

Área de Trabalho Porem, estas “adaptações” não são recomendadas pelas normas.
Área de Trabalho Porem, estas “adaptações” não são recomendadas pelas normas.

Porem, estas “adaptações” não são recomendadas pelas normas.

Pontos na Área de Trabalho e Cabeamento Horizontal – A cada dois pontos na área

Pontos na Área de Trabalho e Cabeamento Horizontal

Pontos na Área de Trabalho e Cabeamento Horizontal – A cada dois pontos na área de

A cada dois pontos na área de trabalho, no mínimo 1 deve ser

para cabos do tipo UTP.

Logo, no cabeamento horizontal pode-se usar cabos UTP, STP ou fibra, desde que respeitada a regra acima.

Tomadas de telecomunicações Terminações dos cabos na área de trabalho 49

Tomadas de telecomunicações

Terminações dos cabos na área de trabalho

Tomadas de telecomunicações Terminações dos cabos na área de trabalho 49