CORPO
GREINER, Christine. O corpo – pistas para estudos indisciplinares. São paulo. Annablume, 2005.
GREINNER, Cristine; AMORIN, Cláudia. (Orgs.). Leituras do corpo. São Paulo: Annablume, 2003.
LINS, Daniel e Gadelha Sylvio (Orgs.). Nietzsche e Deleuze: que pode o corpo. Rio de Janeiro:
Relume Dumará; Fortaleza, CE: Secretaria da Cultura e Desporto, 2002.
NANCY, Jean Luc. Corpus. Ed, Arena Libros, Madrid, 2003.
SCHUSTERMAN Richard, Conscience du corps. Pour une soma-esthétique. éd. de l’Éclat, Paris-tel
Aviv, 2007
DANÇA
BANNES, Sally. Terpsichore and sneakers: post-modern dance. Hanover: Wesleyan University Press,
1987.
BANNES, Sally. Democracy’ s body. Judson Dance Theatre 1962-1964. Michigam: Umi research
press, 1993.
BENOIT, Agnes. Nouvelles de Danse, France, n. 32/33, 1998.
BRITTO, Fabiana Dutra. Temporalidade em dança: parâmetros para uma história contemporânea.
Belo Horizonte: FID Editorial, 2008.
GREINER, Christine. Butô, um pensamento em evolução. São Paulo: Escrituras, 1998.
GIL, J. Movimento total, o corpo e a dança. Lisboa: Relógio D`agua Editores, 2001.
HUMPHREY, Doris. The Art of making Dances. Princenton Books.
IANNITELLI, Leda M. Gipe-cit, corpo, movimento e criação. 1998. (Texto didático, mimeo.)
IANNITELLI, Leda M. Explorações coreográficas. 1998. (Texto didático, mimeo.).
KATZ, helena. O coreógrafo como Dj. Em PEREIRA, Roberto; SOTER Silvia ( org) Lições da dança 1.
Rio de Janeiro, Universidade, pág 11-24. 1998.
KERKHOVEN, Marianne Van. O Processo Dramatúrgico. Nouvelles de Danse, Dossier Danse et
Dramaturgie, n.31. Bruxelas: Contradanse, 1997.
LOUPPE, Laurence Poética de la danza contemporánea. España: Universidad de salamanca, 2011.
LOUPPE, Laurence. Corpos híbridos. In: PEREIRA, Roberto; SOTER, Silvia (Org.). Lições de dança 2.
Rio de Janeiro: UniverCidade, 2000
LEPECKI, ANDRÉ. Agotar la Danza: Performance y Política del movimiento. Traducción Antonio
Fernández Lera. España: Universidad de Alcalá, 2008.
NOVAK, Cynthia J. Sharing tha dance – Contact Improvisation and American Culture. The University
of Wisconsin Press, 1990.
NOUVELLES DE DANSE: n. 31. Bruxelas:. NOUVELLES DE DANSE: On the Edge: Createurs de
l'Imprevu. Contradanse,1997
ROBATTO, Lia. Dança em Processo. Salvador: Centro Editorial e Didático da UFBa, 1994.
SETENTA, Jussaira Sobreira. O fazer-dizer do corpo: Dança e performatividad. Salvador EDUFBA.
2008
IMPROVISAÇÃO
ALBRIGHT, Ann cooper & GERE, david, Taken by surprise. A dance improvisation reader. Hanover:
Middletown. FORTI Simone. Contact Improvisation. . 1988. Distributed to the book trade by Consortium Book Sales and Distribution. Manuel en mouvement GAILLARD. David Gere. Kent. Jacques. 2003. K. São Paulo: Perspectiva. MARTINS. (p209-224). "The Cutting Edge of Awareness. Contredanse. Serralves. Dissertação de mestrado. and Tina Landau. pp: 58-63. “Intro to J.« le contact improvisation a été une question de ma génération ». revue Nouvelles de Danse. trad.Entretien avec Christophe Wavelet. Nouvelles de Danse 48/49. » (1996). 1. Marie." Contact Quarterly. Programa de Pós-graduação em teatro. BLOOM. Universite paris VIII – vincennes – saint-denis. par DESTREE Claire. Florianópolis. London: Books. automne 1998. Brussels. The moment of movement: dance improvisation. Dissertação (Mestrado em Comunicação e Semiótica) . Dance Improvisation. Tesis de doutorado. Tarin. “L’improvisation dansée : risquer le vide. Kent. étude de l’immédiateté. Os tunning score de Lisa Nelson. . 1987. CHACRA. 2000.Graduação “Lato Sensu” em Dança Cênica) . 19. éd. 20-26. No.Universidade do Estado de Santa Catarina. L. 2004. De Spain. automne-hiver 2000. 1993. printemps-été 1999. BARDET. in Improviser dans la danse. p. Improvisação como processo de composição na dança contemporânea. DE Spain. Improvisação em dança: um diálogo do corpo. éd. Pour une approche psychophénoménologique” HAMILTON Julyen. . Paris. Winter/Spring 2004. Une pratique de l’improvisation en danse. 2003. Joyce. 1st ed. 2001. Anne. Numero 36-37. Pennsylvania. Volumen 22 número 1. Sandra. Stephen. éd. 1999. Universidade do Estado de Santa Catarina. du cratère. (1994) "More Thoughts on Science and the Improvising Mind. L`ensegignement de Robert Ellis Dunn” Traducción ao espanhol Raul Parra. Bogart. Cleide. contredanse. p. Print. MUNIZ. Lynne Anne e CLAPLIN. NACHMANOVITCH. 2008.” Contact Quarterly. São Paulo: Summus.Wesleyan University Press. 27-38. New York. Anne Cooper Albright and Ed. Portugal. In: improvisação e colaborações. Simone Forti. n°44-45. 1999. São Paulo. Florianópolis. Bruxelles.J. DE SPAIN.Pós-Graduação em Comunicação e Semiótica. MORGENROTH. Monografia (Pós. the teaching of Robert Ellis Dunn” tradução francesa hecha por Martine Bom para NOVELLES DE DANSE. (trad. Pontifícia Universidade Católica de São Paulo. “Before your Eyes: Seeds of a Dance Practice. Gibson’s ‘The Senses Considered as Perceptual Systems. Zilá. n°2. Bruxelles. fr Agnès Benoît-Nader). Ed. Ser criativo – o poder da improvisação na vida e na arte.1. Pittsburg Press. Lisa. The Viewpoints Book: A Practical Guide to Viewpoints and Composition. du Mouvement. Paul. 29. 98. Zilá. 2000. Philadelphia. Silvia Pinto. A improvisação em dança: um processo sistêmico e evolutivo. Natureza e Sentido da Improvisação. in revue Nouvelle de Danse n° 38-39. 1983 COELHO. p 42-51 bajo él título de “ improvisation& coreographiy. Connecticut: Wesleyan University Press.198-199. Ed. ____ « Danse animée. la composition.” VU DU CORPS: Mouvement et Perception. MUNIZ. Unpublished doctoral dissertation. NELSON. St. Temple University. éd. in revue Mouvement. "Taken by Surprise-A Dance Improvisation Reader. MN: Theatre Communications Group.84-102 bajo el titulo “ Improvisation et choréographie. ___________. 2005. (1997). Print. Solo movement improvisation: Constructing understanding through lived somatie experience. 32-34. Rééd. Philosophie des corps en mouvement entre l’improvisation en danse et la philosophie de bergson. CONTACT QUARTERLY” Invierno/primavera 97. p. 2012. Lisa Nelson.
Roselle.: seis proposições para o próximo milênio. Greenwich Village 1963: Avant Garden. Obra aberta. 2010.1. Baltimore. NAJMANOVICH. Northhampton. The Johns Hopkins University Press. Nilda Alves e Paulo Sgarbi. Before you eyes: seeds of a dance pratice. 2003.F. ___________. Universidad Iberoamaericana. São Paulo: perspectiva. 1999. 1978. Jorge. Afeto. O que é o contemporâneo? e outros ensaios. trad.. N 2. 4-16. DIDI-HUBERMAN. A Woman Who. Salvador. 2006. Hugo Leonardo. Programa de Pós-graduação em Dança – PPGDança. 29/41. éd. Mexico D. Muniz. Improvisation is. Bruxelles. Dissertação de mestrado. in revue Nouvelles de Danse n° 38-39. Petrópolis: Vozes. Giorgio. O sujeito encarnado: questões para pesquisa no/do cotidiano. CIÊNCIAS COGNITIVAS DAMÁSIO. Contact Quartely dance journal vol. OUTROS AGAMBEM.. in Yvonne RAINER. Contact Improvisation. Lisa nelson. SPINOZA. Sally. “Review. 144-158. A arte da Performance do Futurismo ao Presente.“Interview avec Lyn Blumenthal”. Umberto. 2003. Itálo. Mídia e Política. 1974. CALVINO. printemps-été 1999. NOUVELLES DE DANSE: n. Baruch. “« La sensation est l’image ». automne 1984. Ética.. António. p. Contradanse. “ Em busca de Spinoza: prazer e dor na ciência dos sentimentos.. Jan/Fev/Mar/Abr 2002. 1999. BOURRIAUD. NOUVELLES DE DANSE: On the Edge: Createurs de l'Imprevu. As estratégias sensíveis.1997 PERFORMANCE BANNES. SILVA. Notas sobre a experiência e o saber de experiência. PAXTON. São Paulo: . J. Tradução e organização Maria Tereza Esteban. Fall.. vol. Contredanse. RAINER Yvonne. Tradução João Wanderley Geraldi. Michel de. in Profile. Coleção Metodologia e pesquisa do cotidiano. 1990.___________. LUCCIONI Denise. The Sensation is the Image” Writings on Dance 14. São Paulo: Perspectiva. Estética Relacional. Tradução de Paulo Neves. Denise. Rio de Janeiro: 2001. Universidade Federal da Bahia. GLUSBERG. Contact Quarterly. 2006. n0. Nicolas. Bruxelas:. 19. V 12.. n°6. 2008. 2005. NELSON Lisa. Invención de lo cotidiano. 4. LARROSA BONDÍA. Halifax : the Press of Novia Scotia College of Art and Design. ________Work 1961-73. São Paulo: Martisn fontes. 31. Revista Brasileira de Educação. Poética da oportunidade: tomada de decisão em estruturas coreográficas abertas à improvisação. SODRÉ. 1994. pág 15-19 New York: 1987. 1996. Chapecó: Argos Editora da Unochapecó. éd. CERTEAU. São Paulo: Autentica. performance e corpo efervecente. Steve. GOLDBERG. wrinter spring 04. no. A arte da Performance. O que vemos. São Paulo: Companhia das letras. 35. São Paulo: Editora 34. Río de Janeiro: Rocco. 2009. 2005.” Contact Quarterly: A Vehicle for Moving Ideas 4. ECO. o que nos olha.
São Paulo: Editora WMF Martins Fontes. . António. MERLEAU-PONTY. Phénoménologie de la perception. O Visível e o Invisível. Sulina. 2000. São Paulo: Companhia das Letras. Gallimard. Elyana. DAMÁSIO. 2003. Salvador BA: Editora Universitária Americana. FENOMENOLOGIA BARBOSA. 2005.1993. Gaston Bachelard: a arauto da Pós-modernidade. Maurice. 2009. SILVA. MERLEAU-PONTY Maurice. 2009. 2005. A poética do espaço: Tradução de Antônio da Costa Leal e Lídia do Valle Santos Leal São Paulo: Editora WMF Martins Fontes. Perspectiva. BACHELARD. éd.78-94.companhia das letras. Gaston. p. Paris. “As tecnologias do imaginário” Porto Alegre. A poética do devaneio: tradução Antônio de Pádua Danesi. O mistério da consciência do corpo e das emoções ao conhecimento de si. São Paulo. Gaston. BACHELARD. 2004. Juremir machado.