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Escola Secundária/3 José Cardoso Pires
Escola Secundária/3 José Cardoso Pires

Março de 2009 * Periodicidade: Semestral * Realizado pelo Grupo de Português e Francês, com os alunos de Língua Portuguesa e Português * Colaboração da Oficina de Escrita

D ESTAQUES

SAÚDE

AsMedicinasAlternativassãomile-

nares e recorrem a uma variedade

de disciplinas para harmonizar o corpoeamente.

uma variedade de disciplinas para harmonizar o corpoeamente. Página 2 AMBIENTE Impacto da utilização dos recur-

Página 2

AMBIENTE

Impacto da utilização dos recur- sos energéticos não renováveis. Desenvolvimento versus Nature- za. Reciclar, reciclar, reciclar.

Páginas3e4versus Nature- za. Reciclar, reciclar, reciclar. ESCRITA CRIATIVA Onde pode ler diversos textos

ESCRITA

CRIATIVA

Onde pode ler diversos textos

escritosporalunosdaescola,des-

deoensinobásicoaosecundário.

deoensinobásicoaosecundário. Páginas5a7 LEITURAS Nesta secção terá oportunidade de

Páginas5a7

LEITURAS

Nesta secção terá oportunidade de conhecer ou relembrar o CONTEÚDO LIVROS, através da opiniãodosleitores.

D E ALGUNS

LIVROS , através da opiniãodosleitores. D E ALGUNS Página 8 ACONTECEU N A ESJCP Rubrica dedicada

Página 8

ACONTECEU N A ESJCP

Rubrica dedicada à divulgação de algumas actividades, onde poderá encontrar informação sobre VISITAS

DE ESTUDO .

poderá encontrar informação sobre VISITAS DE ESTUDO . Páginas 9 a 12 ASSOCIAÇÃO DE ESTUDANTES

Páginas 9 a 12

ASSOCIAÇÃO DE ESTUDANTES

Oqueé,comofuncionaeparaque

serve a ASSOCIAÇÃO D E ESTUDANTES

danossaescola.

SSOCIAÇÃO D E E S T U D A N T E S danossaescola. Página 13

Página 13

ConcursoLiterário

inspirado na obra de

José Cardoso Pires

ConcursoLiterário inspirado na obra de José Cardoso Pires urante o mês de Março, os D professoresdeLínguaPortu-

urante o mês de Março, os

D professoresdeLínguaPortu-

guesa e Português da Es- cola Secundária/3 José

Cardoso Pires organizaram um Con- curso Literário aberto a todos os alu- nos deste estabelecimento de ensino, inspirado na obra do patrono da nossa escola,oescritorJoséCardosoPires. Os temas para este concurso foram escolhidos a partir dos títulos de uma crónica, de um conto e de um excerto de um ensaio do autor, nomeadamente «A Cidade Inventada», «Histórias de Amor» e «Há mil maneiras de dizer liberdade e mil maneiras de a aprender». Havendo duas modalidades, poesia ou prosa, os alunos concorrentes foram integrados em dois escalões, um para o ensino básico e outro para o

ensino secundário, cabendo a atribuição de um prémio ao melhor trabalho em cada escalão, e sen- do distribuídos diplomas de participação a todos os concorrentes. A entrega dos prémios terá lugar durante as activi- dades da Escola Viva - Escola Comunidade, no próxi- modia24de Abril. Paraalémdoaliciantedosprémios,osalunostiveramaquiaoportunidadede participar numa iniciativa que tem sido realizada todos os anos, e dar asas à suacriatividadeeàsuaimaginaçãonaescrita. Desdejá,aquificamosparabénsdaredacçãodojornalatodososalunosque

quiseram

No nosso próximo número esperamos publicar os trabalhos vencedores.

participar nesta iniciativa.

SAÚDE

Medicinas

Alternativas

"As Medicinas

sobre estas medi- cinas; no entanto, isso não significa que a terapia seja ineficaz,masquea suaeficácianãofoi comprovada, o que leva a que a sua prática não seja recomendada cien- itficamente. A se- gurança é outra questão importan- te. Algumas tera- pias de medicina

al ternativa podem provocar potenci - ais lesões e paraasevitar é neces-

sáriopessoalespecializado.Amaioria dos profissionaisutiliza instrumentos

descartáveis,devendo os instrumen-

tosreutilizáveisseresterilizadosade-

quadamente.

instrumen- tosreutilizáveisseresterilizadosade- quadamente. A chocoterapia consiste em envolver o corpo com uma fina

A chocoterapia consiste em envolver

o corpo com uma fina camada de

produtos à base de cacau quente, deixando-o actuar sobre a pele

durante20minutos.

O aroma e as propriedades que ca- racterizam o cacau unem-se para

venceralutacontraoacne,oenve-

lhecimento,aflacidez,aceluliteeo

stress. Além dos benefícios para o

corpo,estaapreciadaiguariainduza

pr odução de endorfinas, que aumen -

tam a actividade de serotonina, um neurotransmissor que favorece o bom humor.

H IDROTERAPIA

Ahidroterapia pode ser muitoútilna reabilitação de inúmeros problemas de saúde, uma v ez que anula a f or ça da gravidade do corpo, permitindo que ele relaxe e alongue, com o objectivodefazer um melhor traba- lhoderecuperação e reabilitação.O poder curativo desta terapia baseia- -sesobretudonareacção do corpo a estímulos térmicos, exercidos pela

água,eàsensaçãodebem-estarque

esta provoca. Os benefícios consis- tem em melhorar a moral e autocon-

fiançadopaciente,possibilitarmaior

liberdade de movimento e reduzir a

sensibilidadeàdor(possibilitaarea-

lização de exercícios que, em terra, seriamdolorosos).

ChristopherRemtula;MelissaVieira;

PatríciaCatarino;SusanaDias

12º B

Alternativas

são milenares e recorrem a uma variedade de

disciplinas para

harmonizar

o corpo

e

a mente."

Ana Serra, Revista Mundo da Saúde, Janeiro 2009

Desde o início do tempo, uma das únicas verdades imutáveis tem sido o facto de a vida de qualquer ser vivo

ser

Numa cruzada contraafragilidade ou

apenas

humano criou uma linha de defesa contra as doenças e deu-lhe o nome

de medicina. Esta foi sofrendo uma

evolução,influenciadaporváriascivi- ACUPUNCTURA

lizações humanas (como a civilização

grega e/ou egípcia), por várias cul- turas e por várias tradições. Esta evoluçãomundialdamedicinanãofoi uniforme,levandoàcriaçãodevárias perspectivas e tratamentos, ramiif- cando-se em várias medicinas, de

ondesedestacaamedicinaalternati-

va/complementar, a medicina tradi- cionaleamedicinaconvencional.

efémera.

para suavizar a dor, o ser

TERAPIAS ALTERNATIVAS

A Acupunctura é uma das técnicas de medicina alternativa mais aceite no mundo ocidental. Esta implica a estimulaçãodepontosespecíficosdo corpo,geralmente introduzindo agu- lhasmuitofinasnapeleenostecidos subjacentes. Ao estimular esses pontos específi- cos,acredita-se que o fluxo do qi é desbloqueado ao longo das vias de acesso (meridianos), restabelecendo assim o equilíbrioentreo ying e o yang. Algumas investigações de- monstraram que a acupunctural iber - ta vários mensageiros químicos no cérebro (neurotransmissores), in- cluindo a serotonina, que servem de

atenuadores naturais da dor.

Medicina Alternativa Otratamentonamedicinaalternativa engloba a pessoa no seu todo,tanto noaspectofísico, como nos aspectos psíquico e social, não considerando

apenas os ór gãos onde se mani festa

a doença como partes individuais

e/ou separadas. A medicina é uma

variedade de métodos/terapias cura- tivasepreventivas podendo ser uti-

lizadasisoladamente(medicinaalter-

nativa) ou em conjunto com a medi - cina convencional (medicina comple- mentar).

Eficácia e Segurança Existe uma grande falta de estudos

CHOCOTERAPIA

Quando os Maias descobrir am o cacau como alimento, há mais de dois mil anos, provavelmente não imaginaramquenoséculoXXIseriam

descobertastantasqualidadeseapli-

cações paraessefruto nobre,nativo dasAméricas.

REFLECTINDO…

Impacto da utilização dos recursos energéticos não renováveis

OfactodeoHomemtervindoausar

aumento do ef ei to de estuf a e conse -

Osrecursosnatu-

em excesso os recursos não reno-

rais renováveis

váveis tornou-se um assunto polémi-

permi tem-nos

co. O aumento da queima dos com -

tirar proveito da

bustíveis fósseis (carvão, petróleo e

energiasolar,eó-

gás natural)liberta enormes quanti- dades de dióxido de carbono . Acontecequeestegásretém a ener- gia calorífica na atmosferaterrestre, e, quando existe em demasiada quantidade na atmosfera, causa um aumento da temperatura geral do planeta-oAquecimentoGlobal.Este

quente aquecimento da Terra, a jun -

lica, geotérmica, das marés e bio- massa, sem pôr em grande risco a preservação am- biental. No en- tanto, devido ao seu fraco poten- cial energético e pouco equipa-

taraosconflitospolíticosqueadispu-

mento disponível,

ta dos recursos causa, constitui um

não têm sido

ta dos recursos causa, constitui um não têm sido grande peso nos contrasdasuauti- lização. O apr

grande peso nos contrasdasuauti- lização.

O apr ovei tamento da ener gia nuclear

(obtidaapartirdourânio,queétam-

bém um recurso não renovável), pode ser uma alternativa aos com- bustíveis fósseis, embora a sua pro- dução requeira elevados custos económicos e as centr ais não gar an - tamtotalsegurança.

aprovei tados ao máximo. Os recursos que o Homem mais uti- liza são os que trazem consequências mais graves ao meio ambiente e põem em causa a segurança e o sus - tento das gerações futuras, para alémdeestarem em risco de acabar. Mesmo que nos tenha parecido a melhor escolha, hoje existem conhe- cimentos mais alargados sobre os

prós e os contras da produção de

tipo de energia, e é urgente

arranjar uma alternativa viável enquanto elas ainda existem e estão aonossoalcance.

cada

InêsFerreira

9º C

Desenvolvimento

vs.

Natureza

No nosso quotidiano,aprotecção da natureza é um assunto recorrente que aparece em todos os meios de informação: televisão, Internet, imprensa,etc. Desde a revolução industrial que o mundo tem sofrido grandes transfor- mações, muitas delas positivas, por ém outr as negativ as: desflo - restação,poluiçãodoar,água,solos, entre outros, ou seja, o planeta já não é o que era.Por exemplo, um dos assuntos que mais tem afligido o

planetaazuléoaquecimentoglobal,

queimplicaoaumentodatemperatu-

ra devido à poluição atmosférica, levando ao degelo das calotes polares, o que implica a subida do nível médio das águas do mar.Esta subida poderá deixar países submer- sos, entre eles Portugal, apesar de não contribuir tanto para a poluição como os Estados Unidos da América, país que até ao momento não se mostr ou minimamente disponív el para reduzir as suas emissões de

gases poluentes. Quanto a nós, po- pulação, se quisermos que as gera- ções f uturas tenham um planeta

ondeviver,temosdecomeçaraorga-

nizar manifestações e exigir ao

Estado que trabalhe para que haja um bom relacionamento entre a

indústriaeanatureza,nãoesquecen-

doaseparaçãodolixoerespeitando

aregrados3érres.

LudmilaSilva

10º B

AMBIENTE

AMBIENTE

Ecopontos, descobre-os …

A naturezaprecisadeserrespeitada voltam a e existem cuidados a ter para esta ser usadas nãoserdestruída. Há
A
naturezaprecisadeserrespeitada
voltam
a
e
existem cuidados a ter para esta
ser usadas
nãoserdestruída.
Há algumas "regras" para ajudar a
e assim já
nãohátan-
protegeranaturezaqueosecologis-
tas aconselham a respeitar, como,
por exemplo, utilizar os transportes
públicos em vez de se usar veículo
tas pilhas
no chão ao
Sol, o que
também
privadotodososdias,paradiminuira
contribui
emissão de CO2 para a atmosf era.
paraades-
Outra"regra" a seguir é separar o
lixo,e,paraisso,existemecopontos.
truição da
natureza.
Osecopontossãodivididosporcores:
Oelectrãoémaisrecen-
verde, para vidro, amarela, para
embalagens e azul, para o papel e
cartão.
Agora também existem o pilhão e o
electrão.Opilhãoserveparareciclar
teeservepararecolhertodosos
electrodomésticos velhosqueaspes-
soasjánãoutilizam.
Reciclaréumgestodecidadaniaque
IvoJoséDiasMartins
se impõe com ur gência.
10º B
pilhasquejánãosejamprecisas,que

Energia nuclear em Portugal

Durante o primeiro período,

nas aulas de Geografia,

no âmbito do estudo dos

recursos energéticos,

os alunos do 9º ano

de escolaridade

(turmas A, B e C) tiveram

a oportunidade de conhecer

melhor as vantagens e as

desvantagens da utilização

da energia nuclear.

gia nuclear em Portugal?”, deram a

seguinteresposta:

Concordas com a instalação de uma central de energia nuclear em Portugal? Sim Não 47%
Concordas com a instalação
de uma central de energia
nuclear em Portugal?
Sim
Não
47%
53%

Após a tomada de consciência das

potencialidadesparaonossopaísdo

aproveitamento desta energia, mas também dos possíveis perigos a ela

associados, debateram ar gumentos e, posteriormente, votaram, num re- ferendo criado na plataforma Moodle paraoefeito.

À questão colocada: “Concordas com

ainstalaçãodeumacentraldeener- com ef ei to de estuf a, e como tal não

é uma energia que não liberta gases

Os resultados obtidos revelam que esta questão está longe de ser con- sensual e a sua discussão e votação

foram bastante úteis, pois os alunos constataram que há decisões bas-

tantedifíceisdetomarporquemtem

o poder de decidir. Os apoiantes do

sim apr esentam ar gumentos de peso:

contribuipara o aquecimento global;

tem um potencial energético tremen-

do, podendo dar resposta às necessi - dades energéticas do país e atenuar

anossacrónicadependênciadoexte-

rioraestenível;Portugal é rico em urânio e não necessitaria sequer de importar este mineral para a pro- dução de energianuclear… Poroutro lado, os defensores do não argumen- tam que os custos com a instalação, manutenção e futuro desmantela- mentodestascentraissãodemasiado elevadose,acimadetudo, emboraa segurança seja bastante apertada, nada pode garantir que um acidente como o que aconteceu em Chernobyl, na Ucrânia, no dia 26 de Abril de 1986, não se voltearepetir. Nesse caso, os custos ambientais e huma- nos seriam demasiado elevados.

Ana Cristina Marques

Professora de Geografia

O tempo cicatriza, mas não sara. O

tempo não apaga as memórias, ape -

nas as guarda. É uma idiotice pedir ao tempo que elimine um sentimento tão forte, que apague as memórias que um dia nos fizeram. Quem somos.Felizes.

A vida nem sempre corre como que-

que sobraram. Nós, sim, somos os ver- dadeiros vence- dores. Não há que

agradecer a mais ninguém, aquilo que conseguimos fazer e

superar,foiméritonosso.

NÃ O TE PREOCUPES COM O TEMPO

Peguei no p assado, e modelei um

remos, muito menos é justa

asaberimprovisarosgestoseasati-

presentequegostodeviver,umpre-

connosco, mas cabe-nos a nós aprender a lidar com os imprevistos,

Eu andei perdida em mim mesma. Um emaranhado de pequenas coisas que transformaram a minha cabeça

sente onde me sinto bem, um pre- sente apenas com quem importa. Um presente sem os pequenos detritos

tudes.

numa confusão, e já nem eu mesma me reconhecia. O tempo que me foi

que me sujaram o p assado. Pode ser que, assim, o futuro seja mais riso-

Aprender

concedido, transformei-o em força e

nho.

superei-me,amim,àsminhasexpec-

tativas, às expectativas que tinham

de mim. E provei, a quem queria provar,eaosrestantesespectadores, que não preciso de quem não me merece, nem de quem não quer

O tempo fica sempre com os louros

quando damos a volta por cima de algo mau, mas a ele pertence-lhe apenas a medalha de prata.Nãoéo tempo. Somos nós que aprendemos

aconstruiralgoforteentreasruínas saber se estou bem ou mal.

V ive como se não houvesse amanhã! É um passo para se ser feliz. Não te preocupes com o tempo.

RitaMzq(RitaMarques)

11º A

Vou falar-vos um pouco do que aqui

vaicádentro,seéquevaiaquialgu-

ma coisa… Na verdade, não sei.

Seráquealgumaveztequestionaste

sobre os porquês do mundo onde vives? Porque é que nos zangamos

uns com os outros? Porque é que há pessoas que não gostam umas das

outras?Porqueéque,nosgruposde

amigos, há sempre uma "ovelha negra"? E há sempre o superior do grupo? Há tantas e tantas coisas sobre as quais, de certeza, muita

gente se questiona. Também há

coisas que imaginamos, mas que, na

realidade,sãoapenasfrutodanossa

imaginação. Alguma vez te ques - tionaste sobre como seria o mundo se ninguém ouvisse, falasse ou

tivesse visão? Como seria a convivência entre nós, seres humanos, se assim fosse? Consegues imaginar o mundo sem os telemóveis,

computadores, mp3 e todas estas novas tecnologias do novo mundo? Durante séculos, foi assim que se viveu e os nossos antepassados jamaisimaginaramque,nofuturo,se iriainventarestasnovastecnologias. Imagina que todos estes aparelhos nos fossem retirados para que passássemos a viver sem eles du- rantealgunsanos. Achasquetecon-

A LÓGICA D O SENTIDO

E O S PORQUÊS

seguiriasverlivredeles? Bem, já consegui exprimir um pouco do que aqui ia dentro. Agora que acabastedelerestedesabafo,tenta encaixá-lo,àtuamaneira,epensana lógica e no sentido do mundo onde vives…

Célia

9º A

Rejeitar um diálogo só porque sim, por preconceito e discriminação.

Evitar uma conversa só porque a pessoa em causa é diferente na cor, raça, religião, classe social, fisiono- mia ou opinião. Aceitar apenas aque - le que é semelhante. Julgar o outro

comoadversáriosóporgostooumal- osmortoseosvivos,

dade.

Vamos parar um pouco, ser racionais echegaràconclusãocerta de que o indivíduoquejulgamoséigualanós. Não é surdo-mudo, tem sentimentos

e t alvez precise de alguém com

quem falar.Afinal, essas pessoas "diferentes"sãopessoas.

Então que tal arris- carmos? Deixarmos de ser preconceituo- sos e construir um diálogo em que se pode conversar de noiteededia,sobre

TEXTO D E REFLEXÃO

VIVER

A DIFERENÇA

ospaíseseosgover-

nos, do presente e

do futuro, revelar medos e alegrias,

partilharideiaseatésonhos,desaba-

far e pedir ajuda. Sim, todos pre-

cisamos de ajuda, embora p ara muitos seja difícil admitir que pre- cisamos de um ombro amigo nos

bons e nos maus momentos. Eaquelesquesemprerejeitámosaté podem ser o suporte emocional e afectivoquetanto procurámos.

PatríciaTeixeira

12º B

Redacção para este número:

Colaboradores :Todos os alunos e professores nomeados como autores dos artigos, professores de Língua Portuguesa e Português.

Revisão do texto: Professoras Filomena Neves e Maria de Fátima Mascarenhas Paginação: Professor João Carlos Costa T iragem: 50 exemplares

ESCRITA CRIATIVA

ESCRITA CRIATIVA

) Umdia,alguémespecialequenunca te abandonará vai buscar-te ao jardimdosperdidosevaimostrar-teo mundo de uma forma completamente

diferente,evaisverqueaquelesque julgavas amigos não eram mais do que pessoas que também pertenci- am ao mundo dos perdidos e que,

sas como é que é possível não

durantetodoessetempo,sótequise- chorar numa altura em que a cada

ram para que tu fosses o tal, aquele que os fosse buscar, o que lhes desseamão Mas nunca ninguém te explicou isso Perdeste tempo e pessoas na tua vida e sentes-te humilhado, trocado, de coração partido, sem vontade de lutarpeloqueperdeste,eétarde,e

(

agora tens de arran- jar força para cons- truir tudo de novo, para talvez voltar a serdestruído

'Não chores' é o que

JARDIM DOS PERDIDOS

ouvestodaagentedizer,mastupen-

segundo que passa morre mais um

bocadinhodeti.Jánadaésuficiente-

mente bom para arrancar um peque- ninosorrisoquesejaejáninguémé suficientemente especial parateale- grar.Olhasparaosorrisodatuamãe e já nem isso te faz feliz. Morreste por dentro, ninguém se apercebeu e quando os tentaste avisar acharam

que eram apenas palavras que saíamdetiequenãotinhamnenhum

significadoquejustificasseasuapre-

ocupação! Agora é tarde, não há esperança nem amor, pois os que um dia mais amaste são agora o passado que te fazcrescerparaofuturo!

 

Cataryna

 

11º E

 

V erdade, em p arte,

É DIFÍCIL ESCREVER

 

mas

o

frio

que

Édifícilescrever,quandoaspalavras se começam a esgotar. É difícil es- crever, quando todo o meu corpo treme. As mãos tremem. Têm medo de escrever o errado, de expressar

a idealizar é errado. Tremo, porque a tua almaestátãogelada queéimpossívelnão

somos

levados

alguns sentimentos atravessados na garganta. Atravessados no coração. Quero ser forte, e por isso digo que os meus tremores se devem ao frio.

tremer.

 

É difícil escrever, quando já me arrancastetodasaspalavras.

RitzMitz

11º A

Escrever é um prazer Mas nem todos o fazem bem Há quem rime sem querer E há quem escreva como ninguém. Escrevesobreoquequiseres Escrevesobreoquevives Escreve apenas porque queres Eu vou escrever sobre José Cardoso Pires

 

JOSÉ

CARDOSO

 

PIRES

Foijornalistaeredactordepublicidade Com uma carreira de inquietação e deambulação Mas escrevia com qualidade

   

Escreveu um pouco sobre tudo Nãocopiouoestilodeninguém

 
 

Eu

considero-o um sortudo

Poisescreviacomalmaecoração.

Escreverliberta-nos

Etravamuitaslutas

 

Por haver quem reconheça a sua escrita

É

um homem que não teve tudo

Aescritainfluencia-nos

Mas cuja alma ainda palpita Conseguiuabrirumaportinhola Para me dar gosto escrever Deu o nome à nossa escola

E

permaneceu vivo depois de morrer.

Ecriamuitasdisputas

Oimportanteéterprazeraoescrever

 

Nãoéprecisoonossonomeficarparaahistória

Paramimescreverfaz-meviver

 

Eeusintoaminhaglória

AnaRita

MasCardosoPiresfoimaisalém

   

12º B

Relações

no entanto tão fáceis de acabar. Porquê? Porque será que uma

relação demora tanto a crescer,a consolidar-se, se, num ápice, aca-

ba

outro? Porque será que a confiança nasce tão tímida, encolhida, hesitante, se não mostra hesitação em desapare- cer?

tão difíceis de cimentar,

assim

de um momento parao

Talvez porque nunca

foi real

foi apenas

fingimento

apenas

RELAÇÕES

algo em que se que -

riadesesperadamenteacreditar,para assim preencher um desconhecido vazio Porque só mesmo um duro, aliás, duríssimo golpe pode acabar com

umarelação

Qual o propósito de construir algo

ouseráquenão?

que,narealidade,pordetrásdeuma aparente solidez e equilíbrio, é tão terrivelmentefrágil?

André Pinto

11º E

«Luz e sombra, dois caminhos paralelos entre os quais oscilamos. Somesilêncio.Espelhosquesereflectemenosseduzem como

«Luz e sombra, dois caminhos paralelos entre os quais oscilamos. Somesilêncio.Espelhosquesereflectemenosseduzem como encanto de canto oculto.Transparênciaeenigma.Assiméavida!»

Fotografiaetextode:

Joana Franco

11ºA

Fotografiaetextode: Joana Franco 11ºA A S S A T E M P O S SOLUÇÕES MOTS

ASSATEM POS

SOLUÇÕES

MOTS CACHÉS

Franco 11ºA A S S A T E M P O S SOLUÇÕES MOTS CACHÉS -
Franco 11ºA A S S A T E M P O S SOLUÇÕES MOTS CACHÉS -

- NIAMALSUOV-ZEVA

?ETREV ?

SOPA DE LETRAS

S S A T E M P O S SOLUÇÕES MOTS CACHÉS - NIAMALSUOV-ZEVA ?ETREV ?

ESCRITA CRIATIVA

LEITURAS

Partilha de experiências de livros lidos pelos alunos

Partilha de experiências de livros lidos pelos alunos Título da obra: Crepúsculo Autor: Stephenie Meyer

Título da obra:

Crepúsculo

Autor:

Stephenie

Meyer

Crepúsculo é um romance espantoso de Stephenie Mey er, lançado no dia 5 de Outubro de 2005, e fazpartedeumasérie decincolivros:

Crepúsculo,Lua Nova, Eclipse, Amanhecer e Sol da Meia-Noite.A adaptação cinemato- gráfica do primeiro volume estreou em Portugal no dia 4 de Dezembro de 2008 e foi, de imediato, um sucesso estrondoso. Rotten Tomatoes, o célebresitedeclassificaçãodefilmes, atribuiua Crepúsculoumaclassificaçãode50em100,oque consideroserbastanteinjusto.Afinal,ofilme, assim como o livro,temtodasascaracterísticasparaserextraordinário:um romance proibido adolescente entre uma rapariga humana e um rapaz vampir o particularmente atraente, alguma cono - tação filosófica e uma lição de moral sobre Bem versus Mal. As personagens são imediatamente cativanteseoenredo é alucinante. OromancecontaahistóriadeIsabella"Bella"Swan,quese muda de Phoenix, Ariz ona, para Forks, em Washington, para irviver com o pai. Decide fazê-lo para que a mãe, Renée, possa viajar com o seu novo marido,Phil Dwyer.Naescola

nova, B el la, para seu desagrado, atrai a atenção de diversos rapazes e rapidamente arranja um extenso grupo de amigos. Na aula de Biologia,Bella senta-se ao pé de EdwardCullen que, aparentemente, sente repulsa pela sua presença. Contudo, nos dias seguintes, tornam-se mais próximos e, um dia, B el la quase é atr opelada no par que de estacionamento da escola. Para sua surpresa, Edward consegue parar o carro apenascomasmãosantesdeesteaatingir.Bellaficaentão obcecada ao descobrir como é que Edw ar df oi capaz de a sal - var. Eventualmente, consegue convencer um amigo da família,JacobBlack,acontar-lhelendassobreastriboslocais e chega à conclusão de que Edward Cullen é, na verdade, um

vampiro,masquesóbebeosanguedeanimais.Edwardcon-

fessa-lhe também que a evitava porque o cheiro do seu sangueera,paraele,umatentaçãoconstante.Comotempo, Edward e Bella apaixonam-se. Contudo, a sua recente relação é posta em perigo com a chegada de James, um vampiro que gosta de caçar pessoas e, por vezes, animais por desporto. James decide tornar Bella o seu próximo alvo. Os Cullen (Edward e os seus pais e irmãos adoptivos)deci- dem distrair James, ao separar Edw ar d e B el la. B el la é man - dada para um hotel em Phoenix. Aí, recebe uma chamada de Jamesquedizterasuamãeeque,paraasalvar,Bellatem que se entregar. Ela obedece e James ataca-a, porém, os Cullen conseguem salvar Bella e destruir James antes que este a consiga matar.Bellatinha,entretanto, sido mordida por James mas Edw ar d consegue extrair o v eneno do seu corpo antes que se alastrasse e a transformasse permanen- temente num vampiro. AoregressaraForks,Bella e Edwardvãojuntosaobailede finalistas, onde Bella expressa a vontade de se transformar

num vampiro, mas Edwardrecusa.

Jezebel James

9º C

num vampiro, mas Edwardrecusa . Jezebel James 9º C Título da obra: Balada da Praia dos
num vampiro, mas Edwardrecusa . Jezebel James 9º C Título da obra: Balada da Praia dos
num vampiro, mas Edwardrecusa . Jezebel James 9º C Título da obra: Balada da Praia dos

Título da

obra:

Balada da

Praia dos

Cães

Autor:

José Cardoso

Pires

Informações sobre o

autor: José Cardoso PiresnasceunaAldeia

oficialdoexércitoeopositoraoregimedeSalazar.Ainvesti-

gação da sua morte é levada a cabo por Elias Santana, Inspector da PolíciaJudiciária.Asuainvestigação baseia-se nas confissões de Filomena Ataíde (Mena), amante de Dantas Castr o. Mena, nas suas declarações, f ala da f uga de Dantas Castro da prisão de Elvas e dos seus relacionamentos com o major, os maus tratos a que era sujeita, entre eles o de ser queimada com pontas de cigarro.Fala também do seu rela- cionamento com o ar qui tecto Fonteno va, o cabo B arr oca e o

advogado Gama e Sá, cúmplices de Luís Dantas Castro quan- to à sua oposição ao regime. Quanto à morte de Dantas, Mena confessa que o matou, juntamente com o arquitecto e ocabo,porqueomajorestavadescontroladoeelesacharam porbemmatá-loantesqueelefizessequalquercoisadeque

dePeso,CasteloBran- se viesse a arrepender.

co,a2deOutubrode

1925 e morreu a 26 de Outubr o de 1998, em Lisboa. É conside- rado um dos mais importantes escritores portugueses con- temporâneos. A sua obrafoitraduzidaemdiversaslínguase distinguida com vários prémios, entre eles o Prémio Pessoa, em 1997. Outras obras do autor, individualmente, foram tam- bém alv o de pr émios. Este l ivr o r ecebeu o Grande Pr émio de Romance e Novela da Associação Portuguesa de Escritores.

Outras obras do autor: O Delfim ; O Hóspede de Job ; AlexandraAlpha;DeProfundis ValsaLenta. Resumo: Esta história começa com a descrição de um cadáver encontrado na Praia do Mastro por cães. Esse cadáver corresponde ao do major Luís Dantas Castro, antigo

Citações:"Eliasquasenãointerrogouoarquitecto,quasenão interrogou o Barroca.Recebeu-osjáconfessados e passados alimpo dentro dum dossier da PIDE. (…) "Foram expurgados os factos que integram crimes contra a segurança do

Estado",previnemosautos"(p.259).

Comentário: Na minha opinião, é uma obra interessante, porque, além de retrataroPortugal dos anos 60, o descon-

tentamento dos mi litar es com o r egime e a interac ção entr e

apolíciaJudiciáriaeaPIDE,retratatambémafaltadecama-

radagem entre eles, ao ponto de matarem o major para "não se queimarem".

RuiCapelas

10º A

D IA M UNDIAL D A A LIMENTAÇÃO

16 |DE |O UTUBRO

O Dia Mundial da Alimentação come- mora-se na escola hátrêsanoseaideia foitrazidaapartir do Projecto de Intervenção de Saúde Escolar(PISE).

A dinamizadora das actividades

desenvolvidasnestediafoiaprofes-

sora de Educação Física, Madalena Tavares, que lançou o desafio à turma C do 9º ano, tendo esta optado

por um almoço veget ariano. As alu -

nasquecolaboraramnoprojectotra-

balharam no refeitório da escola durante seis horas seguidas, ao

longo do dia de quarta-feira, com o

apoiodetrêsmães,quederamoseu

contributo na confecção de alguns pratos. A primeira actividade foi um almoço vegetariano,cujaementa constou de

quiches e feijoada vegetariana. Para acompanhar a refeição, foi servida uma sangria sem álcool e sumos e, como sobremesa, uma belíssima sa- ladadefrutas. Após algumas entrevistas realizadas

aospresentes,pudemosconcluirque

foi uma iniciativa positiva, que criou

um bom convívio entre todos os ele-

mentospresentese,porisso,deveria

repetir-senoutrasdatas.

A segunda actividade, mas não

menos importante, foi uma caminha-

da pelo circuito de manutenção, que

teveinícioàs18horase30minutos.

Realizaram-se múltiplas actividades

ao ar livre, que tiveram numa acção conjunta as escolas José Cardoso

que tiveram numa acção conjunta as escolas José Cardoso Pires, General Humberto Delgado e ainda o
que tiveram numa acção conjunta as escolas José Cardoso Pires, General Humberto Delgado e ainda o

Pires, General Humberto Delgado e ainda o Centro de Saúde de SAC. De entre as actividades desenvolvidas, destacaram-seasseguintes:marcha, flexões, redacção de frases criativas sobre o dia da alimentação e jogos sobrearodadosalimentos. Os participantes receberam diplomas

de participação e folhetos infor- mativos sobre a alimentação e tudo isto com o acompanhamento de mú- sica.Foiumatardebemaproveitada, num ambiente de festa com alunos, professores, enfermeiros e encar- regados de educação que partici -

param nas actividades. Apesar de tudo,aparticipaçãofoimuitofracae

esperamosque,numapróximainicia-

tiva, todos os elementos da comu- nidadeescolarestejampresentes. Deixamos os p arabéns ao PISE, aos alunos do 10º ano do Curso Tec- nológico de Desporto, aos agrupa- mentos e a todos os participantes que colaboraram no Dia da Alimen- tação.

João Miranda

9º A

ACONTECEU NA ESJCP

ACONTECEU NA ESJCP
ACONTECEU NA ESJCP

ACONTECEU NA ESJCP

ACONTECEU NA ESJCP
ACONTECEU NA ESJCP
L
L
ACONTECEU NA ESJCP L ciativas desta natureza e, natural- mente, com a presença de todos quantosqueiramnelasparticipar.

ciativas desta natureza e, natural- mente, com a presença de todos quantosqueiramnelasparticipar.

Professora Fátima

Mascarenhas

JANTA R

D E N ATA

Mais uma vez, e de acordo com a tradição, a nossa escola organizou um jantar de Natal que contou com a presença de 80 pessoas, entre professores, alunos e pessoal não docente.

Este ano, houve algumas inovações, entre as quais a decoração da sala, cuja responsabilidade foi da nossa

arquitecta Rosvita Neves, coadjuvada

pordoisprofessores"antigos".Ojan-

tar f oi or ganizado pelo ór gão de gestão da escola e contou com o auxílio de duas funcionárias do refeitório e de alguns alunos do CEF Bar, a quem muito agradecemos. A animação esteve a cargo dos pro- fessor es Madalena Tavar es e Al fredo

Brissos e contou com a presença de

res".Derealçarqueaparticipaçãode ambos contribuiu, em muito,paraa

satisf ação total dos pr esentes, ger an - do um ambiente geral de boa dis - posição. O jantar decorreu de forma

alunasdançarinasedealgunsprofes- muito animada, saudável e agradá-

sorescandidatosa"cantores/acto- vel.Esperamospodercontarcomini-

vel.Esperamospodercontarcomini- V I S I T A S D E E S T U D O
vel.Esperamospodercontarcomini- V I S I T A S D E E S T U D O
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TEATRO DA

M ALAPOSTA

Na sexta-feira, no dia 30 de Janeiro deste ano, deslocámo-nos ao teatro da Malaposta para uma visita aos bastidores deste conhecido palco português. Omeiodetransporteutilizadoerada responsabilidade de cada um e ainda houve alunos que foram acompanha- dos por um professor numa camione- tapública, uma viagem até engraça-

dadesever! Jáládentro,avisitafoi guiada pela Senhora Dora Santos e pelo Director técnico da Malaposta, António Plácido, que mostraram sempre muita simpatia e disponibilidade para as nossas perguntas e pedidos cons- tantes. Paraalémdevermosqueoteatroda Malaposta é uma ex celente demons-

tração do bom teatro português, podemos ainda ver que pretende alargar-separaasoutrasartes,como o cinema, a pintura e a escultura, para as quais foram criadas salas próprias. Existe também uma videoteca apenas com entrevistasou documentários de realizadores de todo o mundo (a maior da Europa), umasalaparaencontrosdemúsicae outra para espectáculos mais pequenos. Agora não vamos desvendar mais segredos deste maravilhososítiopor descobrir, o que deixamos por vossa conta.

CatarinaR.

9º C

IDAAO

CINEMA

No dia 3 de Novembro, as turmas do 9º ano deslocaram-se ao centro comercial Loureshopping, paraassistir ao filme "Entre les Murs"

(A Turma),

que teve a duração de 2 horas.

les Murs" ( A Turma ), que teve a duração de 2 horas. Foi um dia

Foi um dia muito agradável e sem chuva. O filme retratava uma escola france- sa de hoje em dia e espelha também inúmeras si tuações que se passam hoje nas nossas escolas. Este filme ensina-nos que devemos pensar sempre antes de agir,evitando preju-

dicar-nos como alunos e como seres humanos. Os actores representam alunos com personalidades e culturasdiferentes que também têm as suas div er gên - cias. Contudo, percebem que, apesar das suas diferenças, possuem um objectivo em comum.

Houve alguns problemas técnicos durante o filme mas nada que não fosse r esolvido numa questão de minutos. De r esto , corr eu mui to bem, edivertimo-nostodos.

João Miranda

9ºA

eu mui to bem, edivertimo-nostodos. João Miranda 9ºA I DAAO TEATRO No dia 6 de Fevereiro
eu mui to bem, edivertimo-nostodos. João Miranda 9ºA I DAAO TEATRO No dia 6 de Fevereiro

IDAAO

TEATRO

No dia 6 de Fevereiro do ano em curso, os alunos das turmas do 9º ano A, B e C reuniram-se no Teatro da Malaposta, juntamente com os professores Alfredo Brissos, Fátima Mascarenhas e Deolinda Peralta, para assistir ao espectáculo musical "O Elixir do Amor".

Numa visita anterior aos bastidores, foi-nos explicado todo o funciona- mento do teatro. A peça decorreu num ambiente muito divertido, tendo envolvido os espec- tadores e até mesmo os actores em palco.

os espec- tadores e até mesmo os actores em palco. É uma história de amor aparente-

É uma história de amor aparente- mente impossível e cujo fio condutor é o humor. No final da peça, os alunos tiveram a oportunidadedeestabelecercontacto com os actor es em cena e com ou- trosqueforamapenasassistir. Resumindo e concluindo: usufruímos de um momento de convívio único e, ao mesmo tempo, adquirimos novos conhecimentos na área da represen- tação.

InêsFerreiraeMarianaVarela

9ºC

A acção passa-se

numa aldeia ita-

liana com poucos habitantes, onde

o dia-a-dia sofre

uma reviravolta com a chegada de D. Adina e do seu mordomo, Joseph, que re-

gressam à sua aldeia natal durante a 2ª Guerra Mundial. Nemorino, personagem interpretada por Diogo Morgado, apaixona-se perdidamente por Adina, personagem interpretada por Elsa Galvão, que, entretanto, fica noivadosargento Belcore.

Entretanto, surge o Dr. Dulcamara, que tenta vender um elixircapazde sarar todos os males. Embora este seja um charlatão, Nemorino, que

entretantolhecompraraumfrascodo

elixir, acaba por vercorrespondida a suapaixãoporAdina.

ACONTECEU NA ESJCP

ACONTECEU NA ESJCP

ACONTECEU NA ESJCP

U M DIA DIFERENTE

M USEU D O AZULEJO

No dia seis de Novembro de 2008, os alunos do Curso de Educação e Formação Artesão Pintor de AzulejoII, acompanhados pelos seus professores, realizaram uma visita de estudo ao Museu Nacional do Azulejo em Lisboa e ao Museu da Cerâmica em Sacavém, com o objectivo de complementar as aprendizagens específicas do curso.

N O
N O

Ficámos deslumbrados com a beleza eariquezadaigreja MadredeDeus, cujas paredes estão revestidas de ouroeazulejosdetonalidadeazul. Ficámos igualmente impressionados com um painel de azulejos que repre- senta uma panorâmica de Lisboa antes do terramoto de 1755. Esta obra, atribuída a Gabriel del Barco, tem 23 metr os de comprimento . Vimos ainda uma sala referente à azulejaria contemporânea, onde encontrámos painéis da autoria de Paola Ferreira, Cecília de Sousa,

Manuel Car galeir o, Eduar do Nery, Querubim Lapa… A guia explicou-nos que,nosúltimosanos,oazulejotem sido integrado em modernos progra- mas ar qui tectónicos, como , por exemplo, no Metropolitano de Lisboa. Os pintores e os ceramistas contem- porâneos têm proposto o uso do

azulejo em grandes contextos urbanos, o que tem contribuído para a sua renovação e ligação aos tempos modernos. Observámos com atenção uma exposição temporária de Ana Cordoval, consti tuída por painéis de azulejos alusivos às fachadas das

Joaquim Afonso, e que acabou por servendida a um inglês, John Stott

Howorth, devido a problemas finan- ceiros. Este inglês introduziu novas técnicas da produção oriundas do Reino Unido. Em poucos anos, esta fábrica de loiça tornou-se numa das mais importantes de Portugal, no ramo da pr odução de cerâmica. Manteve-se em funcionamento até 1983. A sua falência foi declarada em 23 de Mar ço de 1994 . No local onde se erguera a fábrica, nasceu uma nova urbanização, o Real Forte, tendo sido construído no seu interior, em torno de um antigo forno de doze metr os de al tur a, o Museu da Cerâmica. O museu foi inaugurado

em7deJulhode2000.Em2002,foi

galar doado com o Pr émio Micheletit de Melhor Museu Eur opeu do Ano , na categoriadePatrimónioIndustrial. Começámos a nossa visita por uma exposição temporária que apresenta- va loiças sanitárias, domésticas e decorativas,cedidasporparticulares, comoobjectivo de mostraroquede melhorsefazianafábrica.Àmedida que fomos percorrendo o museu, a guia foi explicando a história e a importância da fábrica paraacidade de Sacavém e para Portugal. Regressámos à escola às 17h, satis- fei tos com tudo o que vimos e apr en - demos. Foi um dia enriquecedor, pois ampl iámos os nossos conhecimentos efortalecemosasnossasrelaçõesde amizade.

Turma do

C.E.F.Artesão Pintor de Azulejo II

Partimos da escola às 10h, rumo ao Museu Nacional do Azulejo , em Lisboa. Tínhamos uma visita guiada mar cada para as 10h45. Quando chegámos, tirámos algumas

fotografias junto à fachada exterior do museu, bem como no seu jar dim interior.

O Museu Nacional do Azulejo está

instalado no antigo Convento da Madre de Deus, fundado em 1509 pelarainha Dª Leonor. O museu foi criado em 1980 e contempla alguns

dos mais significativos exemplares da azulejarianacionaldoséc.XVatéaos nossosdias.

A primeira sala que visitámos apre- sentava uma amostra técnica de

manufactura do azulejo, bem como alguns ex emplos de decor ação .

Vimospainéisdeazulejocommotivos

geométricos,florais,delaçariasealu-

sivos à época do Renascimento. A

guiafalou-nosdatécnicadopicotado casas de Lisboa e um abecedário

e mostrou-nos uma obra-prima da

azulejaria portuguesa, datada de 1580, que consiste num painel de 1344 azulejos, intitulado "Painel de Nossa Senhora da Vida". Percorremos várias salas com azule- jos de padrão dos séc. XVII e XVIII, provenientes de conventos e mosteiros de Lisboa e Coimbra,alu- sivosàreligião e aos Descobrimen- tos.

laborarem1856,dirigidaporManuel

inspirado nos padrões de fachada da azulejariaportuguesa. À tarde, fomos até ao Museu da Cerâmica de Saca vém, pertencente ao concelho de Loures. Trata-se de um espaço museológico, destinado a preservaroantigonúcleodaFábrica de Loiça de Sacavém que começou a

Associação

de

Estudantes

A Associação de Estudantes

é constituída por um grupo

de jovens de uma determinada escola, que representa os alunos, pois estes também são sujeitos de intervenção na escola, sendo a Associação que estabelece essa ligação.

escola, sendo a Associação que estabelece essa ligação. c) estabeleceraligaçãodaescolaedosseusassociados

c) estabeleceraligaçãodaescolaedosseusassociados

àrealidade;

d) defender e promover os valoresfundamentais do ser

humano;

e) contribuirpara a participação dos seus membros na

discussãodosproblemas educativos;

f) cooperarcomtodososorganismosestudantis;

g) dignificaraEscola,osseuscursoseosseusalunos,

juntodasociedadeondeseinsere;

h) garantirodireitodeparticipaçãodosalunos.

A.E.

Assumindo esse papel, a Associação de

Estudantes impulsiona uma participação activa em todas as actividades da Escola, colaborando em todas as iniciativas de divulgação e promoção, envolvendo-se, com responsabilidade,namonitorizaçãodaactividade lectiva e no bom desempenho pedagógico. No fundo, é este o papel de uma Associação de Estudanteseoqueadefine:avontadederepresentara

escolaefazeralgoporela,odesejoselutarpelosinte-

ressesdosestudantes,tentarfazeralgo.

Emsíntese:

O que compete então à Associação de Estudantes é:

a) representarosestudantesedefenderosseusinteres-

ses;

b) promoveraformação cívica, física, culturalecientífica

dos seus membros;

Está já a decorrer o concurso para a criação de um logótipo do Clube de
Está já a decorrer o
concurso para a
criação de um
logótipo do Clube de
Línguas.
Todos os alunos
podem concorrer.
Há prémios para os
melhores trabahos!
Informa-te junto
dos teus professores
de Inglês, Francês
ou de Artes.
Consulta
o Regulamento e
habilita-te.
CONCURSO
CRIAÇÃO DE UM
LOGÓTIPO PARA O
CLUBE DE LÍNGUAS
Vale a pena!

ACONTECEU NA ESJCP

PASSATEMPOS

SOPA DE LETRAS

PASSATEMPOS SOPA DE LETRAS ABATIMENTO CREPITANTE AFANO ESTAGNA ANDANTE EMIGRAR ARQUIMANDRITA

ABATIMENTO

CREPITANTE

AFANO

ESTAGNA

ANDANTE

EMIGRAR

ARQUIMANDRITA

ESPECTACULOSA

BANANO

LAÇAROTE

BELTRANA

LINEANA

CORREADA

LONGARINA

PINGADEIRA

PONTIFICADO

SOPORTAL

Soluções na página 7

Joana

9º C

PONTIFICADO SOPORTAL Soluções na página 7 Joana 9º C Seésloiraetensotomdepelepáli- do, aconselhamos-te um bege

Seésloiraetensotomdepelepáli-

do, aconselhamos-te um bege rosado

eomarfimparaatuaface.

- Mas se a tua pele é definitivamente seca, opta pela textura em creme, mais untuosa e rica em agentes

-

Se, por outro lado, tens cabelo

nutritivos.

preto e o teu tom de pele é rosado, aconselhamos-te então um bege

Sombra:

claroouneutro,areiaeorosa natu- ral. -Pararaparigascomcabelocastanho

-Olhosazuis-cores pastéis e gama decorfrias.

e pele citrina, aconselhamos bege

dourado.

- Mas se, finalmente, a cor do teu

cabelo for ruiva e a pele azeitona,

aconse-lhamos o bege rosado.

Tipos de pele:

-Seachasqueatuapeleédemasia-

do oleosa, usa maquilhagem sem óleo,detexturafluidaoumousse. -Seatuapeleestáentreosecoeo oleoso, então utiliza maquilhagem líquidaelivredeóleos.

-Olhoscastanhos-ascoresdaterra realçam a impr essão de quente;

aproveita o rosa e o lilás. - Olhos verdes - Tons verdes com contrasterosa.

Lábios:

Paraodia-a-dia,setiverespeleclara, utiliza nos lábios um tom rosa choque; se tiveres pele intermédia, utilizarosavivo;mas,setiverespele escura,optapelorosapálido.

MODA

C ONSELHOS ÚTEIS

Roupa

OUT
OUT

Lenços israelitas,

leggins, sabrinas,

boinas, malas com lantejoulas, xailes, calças à boca de sino, saias de pregas, calças até à cintura,camisolasdaavó.

INsaias de pregas, calças até à cintura,camisolasdaavó. brincosgrandes. Malas XXL, calças largas, blusões de

brincosgrandes.

Malas XXL, calças largas, blusões de cabedal, casacos com botões grandes,

Mariana

9º C

Malas XXL, calças largas, blusões de cabedal, casacos com botões grandes, Mariana 9º C Página 14

PASSATEMPOS

Uma versão em Francês da

SOPA DE LETRAS:

PASSATEMPOS Uma versão em Francês da SOPA DE LETRAS: Retrouve dans la grille les mots de
Retrouve dans la grille les mots de la liste. Les mots qui restent te donneront
Retrouve dans la grille les mots de la liste.
Les mots qui restent te donneront une question.
Petales
Fraises
Fleurs
Bourgeon
Secateur
Gants
Oiseau
Feuille
Terre
Caisse
Arrosoir
Table
Plante
Pot en terre
-
?
Dans: Jeunes
Soluções na página 7
Soluções na página 7
Professora Graciete Carvalho

EM DESTAQUE

EM DESTAQUE DIZ NÃO À VIOLÊNCIA NO NAMORO HÁ TERNURA. HÁ CONQUISTA, HÁ CARINHO MAS NO
DIZ NÃO

DIZ NÃO

À VIOLÊNCIA

NO NAMORO HÁ TERNURA. HÁ CONQUISTA, HÁ CARINHO

MAS

NO NAMORO EM PORTUGAL

- 1 EM CADA 4 -

TAMBÉM EXISTE VIOLÊNCIA.

MUITAS VEZES ESCONDIDA, POR VERGONHA

A ESTA SITUAÇÃO DIZ NÃO!

A VIOLÊNCIA NUNCA ESTÁ ASSOCIADA AO AFECTO!

ONDE HÁ VIOLÊNCIA NÃO HÁ AMOR!

É importante que jovens,

rapazes e raparigas, renovem o modo de viv er o af ecto!

É importante que não aceitem

passivamente comportamentos errados, como uma fatalidade!

Temos o direito e o dever de escolher como queremos viver uma relação

Aviolêncianoafectoéinaceitá-

vel e permanece ao longo da vida,muitasvezes, por quem a mani festa no namor o.

Há a esperança de mudar o

outro

e QUANDO sentir que o deve

mas o outro só muda SE

fazer.

A nossa opção é sempre a

dignidade

de

não aceitar

oinaceitável!

A VIOLÊNCIA NUNCA TEM MOTIVO PARA EXISTIR E SER ACEITE COMO COMPORTAMENTO! NUNCA!

MOTIVO PARA EXISTIR E SER ACEITE COMO COMPORTAMENTO! NUNCA! WWW.AMORVERDADEIRO.COM.PT Professora Conceição Castro
MOTIVO PARA EXISTIR E SER ACEITE COMO COMPORTAMENTO! NUNCA! WWW.AMORVERDADEIRO.COM.PT Professora Conceição Castro
MOTIVO PARA EXISTIR E SER ACEITE COMO COMPORTAMENTO! NUNCA! WWW.AMORVERDADEIRO.COM.PT Professora Conceição Castro

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Professora Conceição Castro nobloguecolectivo Quem És tu? http://quemestuquemestu.blogspot.com
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