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http://www.laboratoriodedesenhos.com.br/home.

htm
A PÁGINA DEVE TER :

CONTADOR DE VISITAS VISIVEL AO INTERNAUTA


Um relógio
http://www.worldtimeserver.com/clocks/wtsclock001.aspx
De cor verde hora de brasilia
ESCREVER NO GUEST BOOK
LER O GUEST BOOK
ESCREVA PARA NÓS
NA COR AZUL DE FUNDO IGUAL A
http://geocities.yahoo.com.br/gastou2002/comeco.htm
E, ou algo mais interessante.

Receber mensagem do internauta para perguntas e outras coisas a mais que voce
sabe que pode haver.

http://geocities.yahoo.com.br/gastou2002/ESQUIZOFRENICO20002.html

PÁGINA QUE TEM UM NUMERO DE VISITA EM TORNO 60 POR DIA. Mas não mais atuamte
Contagem regressiva para o dia 12 de agoto de 2012

Aqui a contagem regressiva

Um amigo começou a fazer e ficou assim

http://geocities.yahoo.com.br/r3_comunicacao/clientes/luciano/index.htm

início

FIM DO CALENDÁRIO MAIA

Aqui tem um eclipse da Lua Colocá-lo aqui

http://br.geocities.yahoo.com/v/ao/day.html

contagen regressiva
12 de agosto de 2012

MEDO-ANSIEDADE- ANGÚSTIA- PANICO- INCERTEZA – AFLIÇÃO

Gostaria que esta foto fôsse amarelo dourada com fundo verde sem estas figuras e
sem estes nomes ao lado.

Verificar efeito legal de usar uma figura de livro


AGRADECIMENTOS

A TODOS AQUELES QUE ENTREGAM O CONHECIMENTO.

MENSAGEM

NÃO SÃO AS CAÍDAS, NEM AS DERROTAS QUE


FAZEM FRACASSAR AS NOSSAS VIDAS,
E SIM A FALTA DE CORAGEM DE LEVANTARMOS
E SEGUIRMOS A FRENTE.

SAMAEL AUM WEOR

FELICIDADE ?
PROCURANDO A ?

Só teremos felicidade quando tivermos um centro de gravidade permanente


dentro de nós.

NOME: LUCIANO DELMO DE ALENCAR


E-MAIL virush5n1@terra.com.br

MEUS LINKS FAVORITOS

http://www.freewebs.com/neidson/oslinksdoneidson.htm

A história de um sonho de um Itabirano


Colocar esta página

3 - O SONHO DO RUFINO
A busca agora não era mais a caverna, e sim um outro lugar que o coração
dizia existir. Mas uma bela noite todo o sonho mudou, porque o Rufino teve um
sonho dantesco. Sonho este que permaneceu uma semana inteira: - ''o sonho'' corria
o ano de 2012. Dia 12 de agosto. A cidade de Itabira corria o seu ritmo normal. A
extração de minério de ferro era feita por uma companhia muito conhecida pelo povo
itabirano: O povo vivia feliz. O nivel de vida sócio econômico já havia melhorado
bem acima das expectativas. Itabira já tinha uma faculdade de direito que era
mantida gratuitamente pela companhia mineradora. A linha de trem que ia de Itabira
até Vitória do espirito santo, estava totalmente duplicada. De repente surgiu em
Itabira um processo diferente para extrair minério e pode -se ver a velocidade com
que o buraco ia aumentando de largura e profundidade. As pessoas iam ao local só
para ver a profundidade algumas desmaiavam ao ver o buraco tão fundo. E então
começava a surgir uma nova crença e aflição ao mesmo tempo.
segundo dia de sonho 12/08/2012
Apesar de todos os cidadãos manterem sua posição sócio-econômica
estabilizada, devido ao movimento da mineradora, já começava a sentir uma
inquietude. As pessoas já viam com pessimismo a extração de minério. Pensavam eles
''ganhamos muito dinheiro mas a nossa paz acabou'' grande de massa de população
saia pelas ruas a procura de emprego e comida. Pois todos pensavam que a cidade
era toda de ouro, e vinha multidões de pobres de outros estados procurar abrigo em
Itabira: Com isto a miséria dos pobres da cidade aumentou também o crime, o roubo,
a desmoralização dos valores da família e da sociedade.
terceiro dia de sonho 13/08/2012
Certa noite enquanto Itabira dormia, no local da extração de minério
homem e máquina disputavam para ver quem era mais velozes. Quando as 00:35 horas
ouviu-se um estampido tão alto e comoção de terreno balança que quase todas as
casa da cidade balançaram. Algumas igrejas velhas ruíram. No local de extração do
minério grandes nuvens e fogo subiram em direção ao céu com uma velocidade
espantosa. Todas as pessoas da cidade acordaram e saíram para o meio da rua
pensando ser o fim do mundo. Ninguém sabia ao certo o que tivera acontecido lá no
local da extração de minério. A única coisa que viam era a labareda de fogo subir
a uma altura de mais de 200 metros e iluminar o céu a uma distãncia de mais de 100
quilômetros. A altura do fogo podia ser vista das parte mais altas da cidade de
Belo Horizonte. A cada explosão eram nuvens de pedra e poeira que iam jogando em
cima de de toda a cidade. Quando o povo pensou que tudo tinha terminado, as
explosões começaram de novo. E desta vez bem mais que durante a noite. No antigo
bairro do Campestre era só escombro de pedras, casas, máquinas, corpos de pessoas.
As casas que pertenciam a rua Santana, bairro antigo de Itabira, haviam sido
destruídas. Eram mais ou menos 09:00 h, daquele dia fatídico do ano de 2012 quando
ouviu-se a maior explosão de todos os tempos no planeta terra: todo o bairro do
campestre com rua Santana voaram pelos ares em uma série de explosões, que
encheram todo o vale de terra e pedra. Até mesmo os locais mais distante como poço
da água santa, o cruzeiro de aparecida, a caixa d'água encheram de pedra e poeira
com cinzas de larvas incandescentes. Todos os corpos estavam soterrados na cinza
vulcânica e nas pedras. Só se salvou quem estava bem distante como a velha vila da
conceição e da Gabiroba, mas mesmo assim estavam tão traumatizados que não
compreendiam o que estava acontecendo. Na cidade nada mais funcionava,
nem telefone, nem luz, nem prosseguir a vida. Depois de toda a hecatombe, como se
não bastasse, começou a cair a chuva de fogo saindo da cratera. Era tanto fogo que
saiu durante dias que iluminou as noites à centenas de quilômetros. Neste terceiro
sonho o Rufino acordou assustado. Ficou sentado na cama tentando não esquecer um
só detalhe do sonho. Ficou assim durante uma hora. Depois olhou para o lado e viu
os companheiros dormindo. Lembrou que eles tinham passado em uma fenda do tempo e
recuado a 214 anos. Então viu que tudo aquilo parecia mais um pesadelo. Que não
estava com jeito de acabar. Acabar como? Se a cidade de Itabira nem sequer havia
sido fundada. Agora que os bandeirantes caminhavam em direção ao interior do
Brasil. E agora no sonho ele via a sua cidade natal toda destruída? Só podia ser
um pesadelo !! Tudo isto...
Leitor amigo pense bem !!! Que aflição a do Rufino!!
-- Naquele dia seguinte todos levantaram cedo água, nem rádio.
Quando chegaram os primeiros socorros vindos de Belo Horizonte, os
bombeiros depararam com um quadro desolador. Difícil de ser descrito e
compreendido pelas pessoas. Entre o antigo bairro do campestre e o local onde
outrora retirava minério de ferro e ouro, era só uma cratera de mais de 300 metros
de profundidade que saia chamas e cinzas a mais de 500 metros de altura. A cinza
vulcânica já haviam coberto mais da metade da cidade, e já começava a atingir até
os bairros mais distantes. Era impossível uma alma vivente passar por ali. Não era
possível contar os mortos, pois havia mais de 100 metro de pedra, areia e cinzas
em cima deles. Era tanta terra que saiu de dentro da cratera que plainou toda a
região até além do centro da cidade. E o que sobrou não tinha mais condições de
Próximo capítulo >>
12 de agosto de 2012

http://www.aondefica.com/calcdias.asp
calcular os dias
CONTAGEM REGRESSIVA PARA O GRANDE EVENTO 12 08 2012 às 00:00horas

Contagem regressiva

Colocar Esta contagem regressiva que encontrei noYahoo

http://br.geocities.yahoo.com/v/ao/day.html contagem regressiva

Adicionando a Contagem Regressiva a sua página

http://www.aondefica.com/calcdias.asp

calculo do numero de dias

HOJE 03 de agosto DE 2007

FALTAM 1835 DIAS

FALTAM

44040 HORAS
2642400 MINUTOS
158544000 SEgundos

PARA O GRANDE ACONTECIMENTO. EM 12 DE AGOSTO DE 2012

O QUE VIRÁ DEPOIS? NÃO SABEMOS.

Tenhamos coragem de viver cada minuto da nossa vida sem se preocupar com o
dia de amanhã. Viver somente o dia de hoje, ou mais precisamente, o minuto de
agora , ou o segundo que está se passando neste momento.

CALENDÁRIO MAIA

Todos nós sabemos que o calendário Maia, verdadeiro enígma para a


humanidade, teve o seu início em 13 de agosto 3113 antes de Cristo e com
previsão para terminar em 12 de agosto de 2012 ás 24:horas, fechando um ciclo de
5125 da tragetória humana.
Muitos estudiosos, através dos tempos, teem feito estudos a
respeito deste calendário, lançando muitas hipóteses do que poderá acontecer após
o dia 12 de agosto de 2012. O mais interessante é que todo mundo pergunta o que
vai acontecer após o 12 de agosto de 2012.Esquecemos de tudo que já está
acontecendoe, a gente nem se toca nas mudanças, devido o aormecimento total das
nossas mentes.
E, como já estamos bem perto, podemos notar que não aprendemos, ainda, a
conviver com as dificuldades do cotidiano, haja visto, as guerras em que o mundo
está sendo submetido, e por esta razão vivemos enfiados nesta angústia sem saber
o que fazer com as nossas vidas.
Por esta razão, nestes tempos de Angústia, de Incertezas, de
Aflição, escreví este pequeno Manual de ajuda em Problemas mentais, que
poderá ocorrer nas mais variadas classes sociais.

DEDICATÓRIAS

* Aos funcionários do Hospital Psiquiátrico da Vila Mariana, São Paulo,


que, ao longo de trinta anos, construiram uma história.E a todos os integrantes
da Saúde,que neste longo Brasil trabalham para a saúde de todos.

* A todos aqueles que entregam o conhecimemto.

* E, enfim a todos aqueles que tenham um coração,e amam a humanidade.

ACONSELHAMENTO

Aconselhamos ler os livros de Josë Arguelles que escreveu o livro. ( O


FATOR MAIA) “”Um caminho além da tecnologia”” Publicado pela Editora Cultrix
em 1994
em São Paulo

ACONSELHAMENTO N* 2
Aconselhamos também a ler o olivro. ‘Momo e o Senhor do Tempo’ de
MICHAEL ENDE
“MANU,A MENINA QUE SABIA OUVIR” este nome foi substituido por Momo, O senhor do
tempo. Onde uma pequena menina de uns 11 anos salva o mundo dos homens cinzentos
juntamente com o Mestre Hora, O Distribuidor do Tempo .

MANUAL DE AJUDA A FAMILIA DO DOENTE MENTAL

MANUAL DE PROCEDIMENTO TÉCNICO DE ENFERMAGEM PSIQUIATRICA


ÍNDICE

- 2ª CAPA - INTRODUÇÃO + AGRADECIMENTO + MENSAGEM Pag.02


- SÍNDROME NEUROLÓGICA DE NEUROLEPTICA Pag.03
- PACIENTE COM TENTATIVA DE SUICÍDIO Pag.04
- CRISE CONVULSIVA Pag.05
- PACIENTE COM TENTATIVA DE FUGA Pag.07
- PACIENTE COM SÍNDROME DE ABSTINÊNCIA ALCOÓLICA Pag.08
- PACIENTE COM DISTÚRBIO DE CONDUTA Pag.09
- PACIENTE COM INTOXICAÇÃO EXÓGENA Pag.10
- PACIENTE COM RITUAL Pag.11
- PACIENTE EM SONOTERAPIA Pag.12
- PACIENTE EM TRATAMENTO POR COMA/INSULINOTERAPIA Pag.13
- PACIENTE EM TRATAMENTO POR ELETROCONVULSOTERAPIA Pag.15
- PACIENTE COM HIV + EM HOSPITAL PSIQUIÁTRICO Pag.17
- PACIENTE COM AGITAÇÃO PSICOMOTORA Pag.19
- PACIENTE COM COMPORTAMENTO BIZARRO Pag.20
- PACIENTE COM INSÔNIA Pag.21
- PACIENTE POLIQUEIXOSO Pag.22
- PACIENTE ENCAMINHADO PARA FAZER E.E.G. Pag.23
- O DEFICIENTE MENTAL Pag.24
- PACIENTE EM USO DE NEUROLÉPTICO Pag.25
- COMPORTAMENTO ANTI-SOCIAL Pag.26
- PACIENTES TOXICÔMANOS - USUÁRIOS DE DROGAS Pag.27
- COMPORTAMENTO EPLÉTICO Pag.28
- ALGUNS TIPOS DE PERSONALIDADES Pag.29
- COMPORTAMENTO HISTÉRICO Pag.31
- PSICOSE MANÍACO-DEPRESSIVA Pag.32
- BIBLIOGRAFIA Pag.33
- GLOSSÁRIO Pag.34

Destina-se este Manual de Procedimento Técnico de Enfermagem


Psiquiátrica para todos os Profissionais da área de Enfermagem.
Nenhum procedimento deve ser feito com dúvida, se nós não
soubermos, podemos consultar este manual; que por sua vez também poderá ser
criticado, acrescentando ou retirando o que não estiver de acordo com a Técnica de
Enfermagem.

AGRADECIMENTOS

A TODOS AQUELES QUE ENTREGAM O CONHECIMENTO.

MENSAGEM

NÃO SÃO AS CAÍDAS, NEM AS DERROTAS QUE


FAZEM FRACASSAR AS NOSSAS VIDAS,
E SIM A FALTA DE CORAGEM DE LEVANTARMOS
E SEGUIRMOS A FRENTE.
SAMAEL AUM WEOR

SÍNDROME NEUROLÓGICA DE NEUROLÉTICO (S.N.N.) - IMPREGNAÇÃO

SINAIS E SINTOMAS

O paciente com S.N.N. é aquele que está em uso de medicação neuroléptica por
mais de um dia e pode apresentar os seguintes sintomas: Sialorréia, ecolalia,
marco automática, andar em bloco, contraturas musculares e liberação de
esfíncteres.
Os sintomas da S.N.N. são semelhantes aos da Síndrome de PARKINSON, quando a
pessoa em idade avançada começa a apresentar tremores incontroláveis de mãos e
membros inferiores.

OBJETIVOS

O objetivo do cuidado de enfermagem é manter o paciente em contato com a


pequena comunidade sem nenhuma restrição de sua liberdade assegurando-lhe as
condições necessárias para sua recuperação.

ASSISTÊNCIA DE ENFERMAGEM

1. Oferecer líquidos constantemente, convidá-lo a usar o vaso sanitário, não


deixar objetos contundentes que possam ferí-lo;
2. Trocar-lhe as roupas diariamente;
3. Conversar com o paciente mesmo que ele não responda;
4. Auxiliá-lo na alimentação;
5. Convidá-lo a deambular para relaxar a musculatura.

Observação :
Como a medicação anti-porkinsaniana pode causar dependência psíquica, muitos
pacientes podem simular impregnação com o intuito de receber um comprimido de
Artane ou Akineton. Alguns usuários de drogas também podem simular impregnação.
Para sabermos se está realmente impregnado, podemos fazer o teste da RODA
DENTADA:
Com a mão esquerda pegamos no cotovelo do paciente apoiando-o em nossa mão.
Com a mão direita, pegamos na mão do paciente e fazemos movimento no sentido de
ABDUÇÃO: Se apresentar como se estivesse desfazendo uma roda de dente, o paciente
está realmente “impregnado”; se não apresentar esta resistência não existe a
impregnação.

PACIENTES COM TENTATIVA DE SUICÍDIO

O paciente que tem tentativa de suicídio pode apresentar-se deprimido,


isplado, não gosta de estabelecer contato social. Permanece várias horas isolado
em um canto da casa ou se estiver internado, em um canto da Enfermaria. Fica de
cabeça baixa, com olhar inexpressivo. Não se interessa por nenhuma atividade de
recreação. Não atende às solicitações sempre se esquivando, dizendo quaisquer
palavras que justifiquem sua atitude.

CUIDADOS DE ENFERMAGEM

Os objetivos dos cuidados da enfermagem é trazê-lo à realidade usando sempre


os meios de socialização, grupos operativos e, última análise, o relacionamento
terapêutico. Devemos permanecer a seu lado quando o mesmo se esquiva. Convidá-lo
para as refeições nos horários estabelecidos, oferecer-lhe novas oportunidades.
Estabelecer o Rapport.

ASSISTÊNCIA DE ENFERMAGEM

1. Convidá-lo para sua higiene matinal;


2. Convidá-lo e insistir para as refeições. Levá-lo à Sala de Recreações;
3. Participar de jogos com o paciente;
4. Participar e convidá-lo a participar de reuniões da Enfermaria. Nunca
deixá-lo sozinho;
5. Retirar de sua presença objetos contundentes que ofereçam riscos de se
mutilar;
6. Nunca deixá-lo sozinho, principalmente no período noturno, onde a sua cama
deve ficar sob a vigilância dos funcionários ;
7. Verificar se ele realmente está dormindo ou apenas simulando. Estar atento
quando ele for ao banheiro;
8. Considerar as insinuações do paciente;
9. Manter sempre diálogo com o paciente procurando trazer-lhe a realidade.
Pedir-lhe opinião sobre assunto que foi visto na televisão ou nos jornais
para prender sua atenção. Responder-lhe as perguntas objetivamente;
10. Apresentá-lo à equipe multiprofissional, por ocasião de sua admissão;
11. Durante as visitas de familiares, manter um ambiente calmo e tranqüilo,
orientando aos familiares que não tragam problemas particulares de família para
o paciente;
12. Discutir com o paciente a sua alta juntamente com toda a equipe
multiprofissional, orientando-o que toda equipe de saúde mental está a
sua disposição para a continuidade do tratamento ambulatorial.

CRISE CONVULSIVA

SINAIS E SINTOMAS

O paciente epiléptico com crise convulsiva apresenta abalos clônicos e


tônicos que podem ser generalizados, isto é, em todos os membros do corpo, ou em
um só membro. Por exemplo: convulsão apenas em um lado do corpo, ou apenas em um
braço ou em um dos membros inferiores.
Para a Assistência de Enfermagem Psiquiátrica nós só vamos abordar o
paciente que apresenta crise convulsiva generalizada.
Para alguns autores a crise convulsiva tem a ver com o Porte Psiquiátrico em
si. Porém como muitos pacientes que apresentam crise convulsiva teem modificação
de comportamento, vamos relacionar os cuidados que devemos ter na hora da crise.
Muitos pacientes antes de ter a crise apresentam modificação de
comportamento : - Fazem referências de sentir coisas estranhas dentro do seu
corpo, ou começam a falar com dificuldade, enrolando a língua, ou apresentando
dislalia, e, às vezes, apresentam o chamado “Grito do Pavão” muito conhecido
popularmente. É um grito em tom alto e fino, e, logo em seguida apresenta os
abalos clônicos e tônicos, caindo no chão, se estiver em pé. A esses sintomas da
modificação do comportamento e o grito do pavão, chamamos de AUREA que são o
anúncio da “crise” em poucos segundos.
Existem 250 causas conhecidas de crise convulsiva. Desde intoxicação exógena
por substância química, arsênico, etc., luz estroboscópica, trauma de crânio
encefálico, beber água em excesso, etc.
A crise convulsiva tem o seu período de duração que geralmente varia de 30 a
60 segundos. Perdendo a consciência , haverá liberação dos esfíncteres. Pode
haver, também, contratura mandibulares e podendo morder a língua. Pode haver
também saliva em excesso. Esta saliva em excesso nada tem a ver com a transmissão
da doença segundo a crença popular.
O paciente epiléptico que tem crise convulsiva pode apresentar uma
modificação de comportamento ao longo do tempo, ficando irritado com qualquer
coisa, evitando reuniões de pessoas. Há possibilidade, com o correr do tempo de
esquecimento de fatos simples ou modificações da personalidade. A pessoa sente
que é outra pessoa, muda de nome e em casos raros, pode mudar até de endereço,
constituir nova família. A literatura especializada apresenta bastante exemplos
nestes casos.

ASSISTÊNCIA DE ENFERMAGEM

1. Assim que notar modificação do comportamento em um paciente epiléptico,


colocá-lo em posição tal que o proteja de quedas;
2. Na hora da crise colocar um pano entre os seus dentes para que não morda a
língua;
3. Se o paciente cair no chão, ou mesmo estiver deitado no leito, colocá-lo em
decúbito lateral afim de que não sufoque com a saliva;
4. Se estiver na hora da refeição abrir a boca do paciente retirar com os
dedos, protegidos com um pano, os restos de alimentos para não sufocá-lo;
5. Durante a crise manter a cabeça do paciente protegida de fatores
contundentes;
6. Após a crise o paciente pode ter um estado de agitação PSICOMOTORA,
apresentar os olhos exaftálmicos;
7. Após passada a crise e o paciente recobrar novamente a consciência, manter
seguro pelas mãos para evitar quedas;
8. Tratá-lo com naturalidade;
9. Dirigir-lhe a palavra sempre na mesma TONALIDADE;
10. Após a crise não fazer nenhum comentário sobre o que ocorreu, evitando assim
constrangimento;
11. Manter o paciente em observação durante mais ou menos 2 horas devido a
OBNUBILIDADE;
12. Lembrar ao paciente das suas obrigações assumidas em reunião de grupo.
13. Tratá-lo com naturalidade.

PACIENTES COM TENTATIVA DE FUGA

Geralmente o paciente psiquiátrico recém internado em um hospital


psiquiátrico pode apresentar vontade de sair do mesmo tentando fugir pelas portas,
pelos muros ou janelas. Tudo pela simples razão que o seu estado mórbido está
exacerbado. O paciente psiquiátrico tem o seu mundo próprio e ele reage a
qualquer tentativa de tratamento porque ele não se sente doente : os seus
familiares e o mundo é que não lhe entende, segundo ele. Portanto a atitude normal
do mesmo é evadir-se do local onde ele se encontra procurando outro local, ou
simplesmente tornar-se andarilho sem destino.
Todo paciente com tentativa de fuga não gosta de ficar na sala de lazer ou
de jogos. Fica sempre olhando o lugar por onde ele poderá sair,
Às vezes fica observando as atividades dos funcionários da Enfermagem ou
mesmo de outros serviços da manutenção, ou simplesmente, este tipo de paciente vai
andando desordenadamente não sabendo retornar ao ponto de origem.

OBJETIVOS

1. Evitar que o paciente fuja.


2. Evitar que o paciente se acidente na evasão.
3. Assegurar aos seus familiares que o paciente está protegido dentro da
INSTITUIÇÃO.
4. Evitar problemas de ordens sociais com a evasão do paciente.
5. Assegurar-lhe continuidade de tratamento especializado.
6. Propiciar ao paciente e comunidade o seu retorno ao lar em condições de
continuar o tratamento ambulatorial.
7. Propiciar-lhe um ambiente terapêutico.

ASSISTÊNCIA DE ENFERMAGEM

1. Manter o paciente ocupado em atividades;


2. Alertar toda equipe quando surgir pacientes com tentativa de fuga;
3. Dar ênfase ao tratamento em grupo-operativo, diminuindo assim a ansiedade do
paciente;
4. Manter sempre um ambiente calmo e tranqüilo dentro da comunidade
terapêutica;
5. Manter bom relacionamento de toda equipe com os pacientes;
6. Convidar os pacientes a participarem mais atentamente das Reuniões de
Enfermaria e Grupo-Operativo;
7. Solicitar aos familiares visitas mais freqüentes, diminuindo assim a
ansiedade do paciente;
8. Considerar as insinuações do paciente quando diz que vai fugir.

Observação :
Se houver fuga do paciente, não devemos sair correndo atrás do mesmo, pois
esta atitude pode provocar um acidente mais grave ainda devido a ansiedade do
paciente

PACIENTES COM SÍNDROME DE ABSTINÊNCIA ALCOÓLICA

O paciente com Síndrome de Abstinência Alcoólica pode apresentar uma pré-


síndrome que é a modificação de comportamento estando internado em uma enfermaria
por problemas clínico, cirúrgico, ortopédico, etc. começa a dizer coisas
incoerentes e sem nexo com a realidade. Fica muito alegre com risos imotivados,
deambulando de um lado para o outro, claudicando ora para a direita ora para a
esquerda, enfia os dedos nas grades, nos buracos das fechaduras, fica gritando
nomes de pessoas que estão ausentes. Recusa-se a alimentar prevaricando de todas
as recomendações. A esta situação podemos chamar de Pré-síndrome de Abstinência
Alcoólica.
Em uma segunda fase ele começa a sentir-se perseguido por animais. Esta
situação é chamada de ZOOPSIAS, ou têm alucinações auditivas e delírio de
perseguição. Neste período pode sentir-se perseguido por pessoas agride as pessoas
para se defender. Ou começa a fazer movimentos com as mãos como se estivesse
puxando linha. O pensamento é confuso e desagregado. Às vezes quer sair pela
janela ou por qualquer outra saída existente.
Todos estes sinais e sintomas são devido a falta de álcool etílico, que é a
Síndrome de Abstinência Alcoólica. Nesta fase é prescrito Poção de TODD para o
paciente. A Poção de TODD é composta de 75% de água + 24% de álcool + 1% de
tintura de canela. Ferve-se durante 5 minutos e deixa esfriar + açúcar. Este tipo
de medicação é feito por prescrição médica e, assim que o paciente começa a tornar
melhorar daquele quadro de abstinência.
O paciente alcoólatra alcoolista apresenta logarréia viscosidade, tem humor
jocoso, fazendo piadas e trocadilho com quase tudo que se fala com ele. Podendo
também apresentar numa fase já de melhora:
- Stress
- Isolamento
- Vergonha de seus atos
- Falta de crítica
- Desestruturação familiar

ASSISTÊNCIA DE ENFERMAGEM E SEUS OBJETIVOS

1. Proteger o paciente das reações físicas e psíquicas;


2. Ajudar os familiares no tratamento do paciente;
3. Mostrar a comunidade que o alcoolismo é uma doença, que deve ser tratada
como qualquer outra;
4. Orientar pacientes e família sobre a importância da continuidade do
tratamento;
5. Tratá-lo com naturalidade, ajudando a conscientizar das suas
responsabilidade e deveres;
6. Nunca criticar as suas atitudes por meio de palavras chulas ou
depreciativas;
7. Não expor aos familiares as suas atitudes de enfermaria;
8. Manter restrições de movimentos adequada na fase aguda;
9. Manter o paciente sempre higienizado;
10. Estimular o paciente e os familiares a participarem de reuniões na A.A.A.,
por ocasião da alta;
11. Manter comunicação terapêutica;
12. Estimular que o paciente participe de Reuniões de Enfermaria ou Grupos-
Operativos;
13. Propiciar-lhe um ambiente terapêutico.

PACIENTES COM DISTÚRBIO DE CONDUTA

O paciente com distúrbio de conduta que é internado em hospital


psiquiátrico, é bastante cooperador com o Pessoal de Enfermagem. E, sua internação
se deve a outras patologias, e não somente o distúrbio de conduta, que é apenas
uma faceta de patologia.
Sendo jovem, o que é mais freqüente, procura conversar com pessoas do mesmo
sexo e gosta de manter-se mais atraente perante os outros pacientes. Normalmente
este tipo de paciente procura fora seus amigos, as pessoas mais jovem que ele.
Geralmente se é do sexo feminino gosta de manter relacionamento amoroso com
mocinhas, jovens, adolescentes. Se é do sexo masculino gosta de manter como amigo
os rapazes mais jovens do que ele.
O que é preciso entender é que as pessoas com distúrbio de conduta são
doentes. ou seja, “Elas são de polaridade genética invertida”. E, como doentes
mentais, devem ser tratadas. Estas pessoas não tem consciência dos seus atos e por
esta razão não se acham doente, e a Assistência de Enfermagem pode ser tão eficaz
no tratamento dessas pessoas, que podemos até mudar os seus hábitos. Todavia, não
podemos isolar a patologia pela qual ela foi internada.
Este tipo de paciente gosta de ajudar a todos na enfermaria em detrimento de
algumas regalias, e assim, ele vai ganhando a confiança dos Profissionais de
Enfermagem até conseguir o seu intento que é ter conduta inadequada com outros
pacientes, principalmente em horário onde a vigilância é mais tênue.

ASSISTÊNCIA DE ENFERMAGEM

1. Sempre tratar o paciente de acordo com o seu sexo definido no prontuário.


por exemplo : “- Sim Senhor ! - Sim Senhora !” , falando seu nome;
2. Impor-lhe limites controlados;
3. Convidá-lo a participar do Grupo-Operativo;
4. Distribuir as tarefas de acordo com as decisões das Reuniões do Grupo-
Operativo;
5. Propiciar-lhe uma comunicação terapêutica no sentido da pessoa tomar
consciência das suas atitudes de acordo como o seu sexo;
6. Se o paciente manifestar desejo de readaptar a um novo conceito de vida,
fazer de tudo para ajudá-lo incentivando as novas mudanças;
7. Orientar ao paciente em forma de diálogo que a mudança precisa ser radical e
depende exclusivamente da pessoa. Porque o trabalho é interno em cada um, e só
depende dele;
8. Durante as visitas de familiares orientar a família no sentido de ajuda o
paciente a resolver os seus problemas;
9. Estimular o paciente a fazer tratamento ambulatorial como egresso, por
ocasião da alta;
10. Se o paciente realmente quiser fazer uma mudança radical em sua vida em
relação a sua vida sexual, propor-lhe um relacionamento terapêutico.

PACIENTE COM INTOXICAÇÃO EXOGENA

CONSIDERAÇÕES

O paciente com Intoxicação Exógena quando é trazido pelos familiares os


mesmos informam qual foi a substância que o mesmo ingeriu, facilitando o trabalho
da equipe de saúde. Sabendo o nome da substância ingerida e o tempo de ingestão
até a chegada ao hospital. Ligar para o telefone (011) 275.5311 (CCI) - Centro de
Controle de Intoxicação, que dão toda orientação para o caso. Quando não sabemos o
nome da substância que foi ingerida, colher o sangue e/ou urina de acordo com a
orientação do CCI e encaminhar o material e aguardar os resultados dos exames.

SINAIS E SINTOMAS

O paciente com intoxicação exógena quando da entrada no pronto-socorro, pode


apresentar os seguintes sintomas: - Palidez, sudorese, bradicardia, hipotensão
arterial, olhar inexpressivo, prostrado, respondendo pouco aos estímulos
dolorosos, hálito com cheiro da substância ingerida, nível de consciência baixo,
podendo também apresentar um quadro de confusão mental. O Capítulo das
intoxicações exógenas é muito extenso e não podemos esquecer aqui do Diagnóstico
diferencial onde o paciente pode apresentar os mesmos sintomas acima e não estando
em intoxicação exógena. Podemos citar os casos mais complicados da intoxicação
endógena e as infecções gerais. Como por exemplo a “Loucura Cardíaca” e a loucura
urêmica de DIEULAFOY, as lesões infecciosas do cérebro provocam os mesmos
sintomas. Em outros casos, a evolução da doença mental pode ser via de acesso ou
episódio evolutivo de delírios crônicos, esquizofrenia, epilepsia, demência senil.
Lesões infecciosas do encéfalo muitas vezes provocam confusão mental, após
traumatismo craniano, hemorragia cerebral, amolecimento cerebral e tumores
cerebrais. Outro diagnóstico diferencial que não podemos esquecer é a neurose
conversiva onde as emoções são transferidas para o músculo estriado, deixando a
pessoa em torpor, palidez, olhar inexpressivo, porém não apresentando bradicardia,
o pulso está firme e forte. Enfim, o estado confusional pode suceder a uma emoção
violenta, assim como a s psicoses de guerra e depois de acidentes
automobilísticos, em que a confusão não supõe necessariamente comoção cerebral.

ASSISTÊNCIA DE ENFERMAGEM

1. Levantar a cabeça para evitar aspiração endo-traquial;


2. Aquecer o paciente com cobertores e jornal;
3. Não fazer comentário jocoso, mesmo com o paciente semi-consciente;
4. Ligar soro fisiológico, se pressão arterial baixa, após prescrição;
5. Se for prescrito lavagem gástrica, passar sonda naso-gástrica e fazer a
sanfonagem, ou seja : Introduzir 100ml de Soro Fisiológico; deixar mais ou menos
2 minutos o líquido no estômago, deixar refluir o líquido do estômago até
completar a quantidade de 100ml, observando o aspecto do líquido de retorno.
Continuar colocando o líquido e fazer o retorno até sair completamente limpo. Não
devemos colocar mais do que 100ml de soro fisiológico de uma vez, pois grande
quantidade de líquido no estômago pode emigrar para o intestino onde a substância
pode ser absorvida mais rapidamente;
6. Terminado a lavagem gástrica manter o paciente em observação mantendo apoio
psico- espiritual.

PACIENTE COM RITUAL

CONSIDERAÇÕES

Alguns tipos de pacientes internado em enfermaria podem apresentar uma certa


ritualistica antes de proceder qualquer atividade. Exemplo : antes de deitar tem
que bater 3 vezes na porta ou antes de começar a tomar café ou almoçar tem que
executar um ato ou uma ação. estes rituais podem estar ligados a outro estado
mórbido que causou a internação do paciente em Instituição Psiquiátrica.
Geralmente pacientes que apresentam uma ritualística nos seus atos são neuróticos,
ou paranóicos sem muitos problemas de comportamento.

OBJETIVOS

1. Fazer com que o paciente retorne o mais rápido ao convívio familiar;


2. Propiciar aos familiares e à comunidade conhecimento do estado de saúde
desse membro

ASSISTÊNCIA DE ENFERMAGEM
1. Respeitar o horário e o tempo necessário para fazer o ritual;
2. Não impor a sua opinião no momento do ritual;
3. Ouvir as queixas do paciente;
4. Oferecer-lhe outras oportunidades convidando-o a participar de reuniões de
grupo- operativo, decisões de distribuição de tarefa;
5. Considerá-lo uma pessoa normal;
6. Propiciar-lhe um ambiente terapêutico;
7. Mantê-lo sempre ocupado em atividade programática;
8. Não deixá-lo junto com pacientes oligofrênicos ou mais jovens;
9. Manter o seu leito o mais próximo do Posto de Enfermagem, para facilitar a
vigilância em período noturno: paciente que tem esta patologia pode ter tentativa
de suicídio;
10. Tratar-lhe como se não houvesse problema de nenhuma natureza;
11. Esperar do mesmo um comportamento de acordo com o ético-normativo.;
12. Estabelecer com o paciente Regras de Valores;
13. Impor-lhe limites moderados;
14. Nunca comentar, em hipótese alguma, as suas atitudes de praticar o ritual;
15. Manter com o paciente uma comunicação terapêutica, orientando aos seus
colegas de enfermaria a necessidade de uma boa camaradagem entre todos.

PACIENTES EM SONOTERAPIA

CONSIDERAÇÕES

O tratamento por Sonoterapia já está em desuso atualmente nas instituições


psiquiátricas. No entanto, pode aparecer paciente em uso de diazepinicos e dormir
mais do que o normal durante o uso do medicamento. E assim podemos considerar uma
Sonoterapia.

OBJETIVOS

Os objetivos da Sonoterapia era , ou é, desfazer os traumas que uma pessoa


podia ser acometido, e assim, através do sono ela esquecia completamente o que
aconteceu ou ia acostumando com uma nova situação. Como não está mais em uso a
Sonoterapia, apenas vamos considerar os pacientes em uso de Diazepan em
quantidades maiores. Um dos objetivos é fazer com que o paciente durma e cesse a
agitação, ou angústia que o mesmo encontrava.

ASSISTÊNCIA DE ENFERMAGEM

1. Receber o paciente na enfermaria, mantendo a comunicação terapêutica;


2. Manter o quarto em boas condições de higiene e arejado;
3. Verificar condições do colchão, lençol e cobertores;
4 Verificar pressão arterial e pulso antes da administração da medicação;
5. De manhã, acordar o paciente no horário habitual;
6. Aconselhá-lo a fazer a higiene matinal;
7. Providenciar-lhe vestes limpas e folgadas;
8. Solicitar dieta leve ou líquido;
9. Acordar o paciente para as necessidades fisiológicas se estiver dormindo há
mais de 06 horas;
10. Anotar quantas vezes o paciente levanta espontaneamente para ir ao banheiro.
PACIENTES EM TRATAMENTO POR COMA DE INSULINOTERAPIA

O tratamento por Insulinoterapia no hospitais psiquiátricos foi largamente


usado até os 80. Usava-se o coma insulínico para tratar uma das fases da
esquizofrenia. O paciente era submetido a aplicação de insulina simples até entrar
em coma, onde então era prescrito o tempo que ficaria em coma. Por exemplo:
Até 15 minutos: ou então prescrevia-se coma com BABINSKI presente. Depois que
passasse o tempo estipulado, aplicava-se Glicose Hipertônica 50% e o paciente
recobrava a consciência.
O esquema de tratamento era feito da seguinte maneira:
1º dia : Prescrevia-se, por exemplo, 5 u.i. de Insulina simples
intramuscular. O paciente permanecia deitado no leito durante duas horas, e se não
entrasse em coma, interrompia-se o tratamento com 20 ml de glicose hipertônica e o
paciente deixava a sala de tratamento.
2º dia : Era aumentada a dose de insulina e repetia-se os mesmos
procedimentos citados no primeiro dia e assim sucessivamente até o paciente
começar a entrar em coma. Desde que entrasse em coma a primeira, o médico
prescrevia quantos coma era preciso e a duração do mesmo, e quantidade de
insulina era mantida até o final do tratamento.
Às vezes acontecia que o paciente não entrava em coma, assim sendo era usado
uma aplicação de insulina, um termo chamado ZIGUE-ZAGUE que consistia em aplicar
uma determinada dose de insulina em um dia e, se não entrasse em coma, no dia
aplicava uma quantidade menor, e assim sucessivamente até entrar em coma.
Alguns pacientes mais sensíveis começavam a apresentar os primeiros sinais e
sintomas da Hipoglicemia, logo após o segundo dia: que era sudorese intensa,
palidez, tremores de extremidades, nível de consciência em rebaixamento. A este
tipo de paciente dizíamos que ele era sensível ao tratamento e poderia entrar em
coma mais rápido que os outros pacientes menos sensíveis e, para estes devíamos
ter atenção voltada com mais intensidade.
A Insulinoterapia era um tipo de tratamento para os pacientes portadores de
esquizofrenia na fase hebefrênica, onde o paciente jovem tinha um surto de
agitação súbita e incontrolável com delírio persecutório e, às vezes,
agressividade e, a idéia do tratamento daquela época era desmanchar os traumas
através do coma controlado. Hoje este tratamento está totalmente abandonado.
Também as doenças mentais sofreram outras classificações e a esquizofrenia
Hebefrênica hoje é tratada de outra maneira.
Os objetivos do tratamento eram :
- Desmanchar os traumas psíquicos, trazendo o paciente à realidade;
- Interromper uma agitação psicomotora;
- Devolver o paciente à comunidade em melhor estado de saúde mental;

ASSISTÊNCIA DE ENFERMAGEM

1. Conversar com o paciente, explicando como era o tratamento;


2. Vestí-lo com roupas leves e folgadas;
3. Aplicar-lhe a insulina prescrita e observar possíveis reações de imediato;
4. Mantê-lo em repouso no leito;
5. Manter comunicação terapêutica com o paciente durante todo o tempo do
tratamento, mesmo que se ele estiver em coma;
6. Verificar a pressão arterial de quinze em quinze minutos;
7. Verificar batimentos cardíacos de quinze em quinze minutos;
8. Observar sinais e sintomas da Hipoglicemia, anotando em prontuário próprio
quanto tempo gastou entre a aplicação da insulina e o aparecimento dos
primeiros sintomas;
9. Retirar do coma no horário estabelecido, aplicando a glicose hipertônica
endovenosa;
10. Encaminhá-lo ao chuveiro para higienização;
11. Mantê-lo em observação durante o restante do dia, pois pode aparecer o “coma
tardio”;
12. Manter comunicação terapêutica com o paciente.

CONSIDERAÇÕES

Como foi dito este tratamento já está em desuso nos Hospitais Psiquiátricos.
Também podemos lembrar aqui que os pacientes em tratamento por insulinoterapia
depois de três meses que haviam feito o tratamento começavam a apresentar uma
erupção cutânea Por todo o corpo, e qualquer solução de continuidade demorava para
cicatrizar e a pessoa tornava-se susceptível a qualquer estado infeccioso ou mesmo
gripe.
O tratamento de insulinoterapia foi desenvolvido durante muitos anos no
Hospital Psiquiátrico da Vila Mariana, desde a sua fundação até os anos 70.

PACIENTES EM TRATAMENTO POR ELETROCONVULSOTERAPIA (E.C.T.)

CONSIDERAÇÕES

O tratamento do E.C.T. foi idealizado pelos irmãos Celerte e Bini na Itália


no início do século. Todavia a história registra que na Roma Antiga, os médicos
faziam o tratamento de eletrochoque em enguias elétricas. Há registro também nos
papiros que Ramsés II, rei do Egito Antigo, foi tratado com eletrochoque por
médico daquela época. De 1985 para cá ofereceu no mundo psiquiátrico uma
verdadeira guerra contra os tratamentos de Eletrochoques. Existem muitos
congressos de Psiquiatria que condenaram o tratamento em si, e outros que o
defenderam. De uma maneira geral ele está fora de uso. Mas alguns psiquiatras de
renome são de opinião que, quando bem indicado o E.C.T. resolve alguns problemas
psiquiátricos. Geralmente as causas mais indicadas para o E.C.T. são depressões
muito acentuadas, psicose inespecífica com grande agitação psicomotora e psicose
pos portum em pacientes jovens sem problemas físicos.
De acordo com a lei da natureza o equilíbrio tem de ser mantido. Se um
tratamento por E.C.T. pode desaparecer um sintoma grave citado anteriormente, por
outro lado, o tratamento por E.C.T., pode deixar seqüelas que não devem ser
esquecidas.
Outra consideração é o preparo psicológico da equipe multiprofissional que
vai tratar o paciente. Algumas pessoas acham que o tratamento é um castigo para o
paciente. Se houver algum membro da equipe que pense dessa maneira, precisa ser
rediscutido o assunto.

OBJETIVOS

O tratamento por E.C.T. deve ser discutido pela equipe multiprofissional,


devido as opiniões diversas a respeito do tratamento e bem indicado tem o seguinte
objetivo:

1. diminuir as depressões com tentativa de suicídio;


2. diminuir as angústias;
3. em grandes agitações psicomotoras em que os Neuropléticos não deram
resultados;
4. em agitações de pacientes com Psicose Pos-Portum.

ASSISTÊNCIA DE ENFERMAGEM

1. Conversar com o paciente sobre a decisão da equipe multidisciplinar sobre o


tratamento proposto;
2. Manter comunicação terapêutica com o paciente 24 horas antes do tratamento;
3. Informá-lo do jejum de 12 horas antes;
4. Uma hora antes do tratamento permanecer ao lado do paciente, conversando;
5. Levá-lo para o quarto de tratamento e deitá-lo no divã;
6. Colocá-lo de decúbito dorsal, retirando prótese;
7. Molhar a região temporal com água e sal;
8. Segurar a região mandibular com a mão direita aberta e outra pessoa segurar
os membros inferiores e superiores nas articulações, durante a aplicação dos
eletrodos na região temporal e manter seguro enquanto permanecer em “crise”;
9. Após o tratamento manter o paciente em decúbito lateral afim de evitar
aspirar secreção;
10. Quando o paciente acordar, ainda abnubilado, levá-lo a enfermaria,
acompanhá-lo ao chuveiro e após oferecer-lhe o desjejum;
11. Não tecer comentários a respeito do tratamento, só o fazendo se a equipe
multidisciplinar assim o desejar;
12. Mantê-lo em observação durante todo o dia e anotar as queixas e medicar com
prescrição caso queixa de cefaléia.

PACIENTES COM H.I.V.(+) POSITIVO EM HOSPITAL PSIQUIÁTRICO

CONSIDERAÇÕES

O paciente com H.I.V. (+) grau 1 ou grau 2 quando procura assistência médica
em hospital psiquiátrico, na maioria das vezes, apresenta-se deprimido e
angustiado em razão da grande propaganda nos meios de comunicação, incutindo na
população a evitar a doença porque a cura é impossível.
Assim, alguns pacientes sabem que sendo positivo o H.I.V. ele poderá entrar
em um quadro de deficiência imunológica, o que lhe causará a morte em um
determinado tempo. E como todos nós gostamos de “negar a morte” e, inevitavelmente
um dia partiremos, ele pode apresentar os seguintes sintomas:
- Negação
- Tristeza
- Isolamento
Quando ele procura o serviço de assistência especializada é porque ainda
existe uma margem grande de esperança para a vida e é aí que nós devemos atuar com
a nossa posição terapêutica.
Podemos lembrar ao paciente que pelo simples fato de estar com H.I.V. (+)
não é razão para dizer que estamos com a doença e vamos morrer em breve. Pode ter
acontecido várias hipóteses:

1. O sangue pode ter sido trocado no laboratório;


2. Muitas pessoas com H.I.V. (+) não desenvolveram a doença;
3. Consolá-lo de tal maneira que, sendo todos nós mortais, muitas pessoas
podem morrer, até mesmo sendo mais jovem por outros fatores. Isto seria uma
racionalização e que devemos ter bastante cuidado e tática para expor ao paciente.

CUIDADOS

1. Apresentar-se ao paciente como membro da equipe multiprofissional;


2. Mantê-lo orientado à respeito dos exames realizados;
3. Seguir rigorosamente os procedimentos técnicos;
4. Nunca mentir para o paciente;
5. Todos da equipe devem ter uma única atitude perante o paciente, por
quaisquer que sejam as razões que ele contraiu a enfermidade.

ASSISTÊNCIA DE ENFERMAGEM

1. Manter o paciente psiquicamente saudável;


2. Prolongar a vida do paciente;
3. Manter toda a equipe de saúde e toda comunidade alerta para a prevenção
desta doença;
4. Prevenir, pervenir, prevenir;
5. Proporcionar-lhe um ambiente terapêutico;
6. Aconselhá-lo a participar da reunião de grupo-operativo;
7. Lembrar aos familiares visitantes os cuidados para prevenção;
8. Usar a máscara e avental quando o paciente está acometido de Tuberculose;
9. Colocar as agulhas e seringas descartáveis usadas em um recipiente fechado;
10. Usar luvas descartáveis quando for fazer curativos ou manusear o paciente;
11. Usar luvas quando for fazer a limpeza concorrente e terminal;
12. Colocar a roupa de cama usada em um saco plástico;
13. Colocar em solução de hipoclorito a 0,5% nas louças e talheres por 30
minutos antes de serem lavados;
14. Colocar o lixo do quarto do paciente em saco plástico e rotular contaminado;
15. Lavar a mão antes e depois de entrar em contato com o paciente;
16. Usar luvas, avental e óculos quando for colher material para exame;

PRECAUÇÕES UNIVERSAIS DE PREVENÇÃO

- Dar privilégios de ir a sala de TV ou recreação quando deambular;


- Em caso de exposição acidental de sangue contaminado, ou ferimento
contuso, comprimir o local do ferimento durante cinco minutos e lavar com água e
sabão durante cinco minutos;
- Se for respingo nos olhos ou na boca, lavar com água ou soro fisiológico;
- Fazer a comunicação de Acidente de Trabalho através do serviço
especializado de Medicina e Segurança do Trabalho;
- O funcionário acidentado deverá fazer exames periódicos de 06 em 06 meses
de H.I.V., durante 05 anos. Seu estado de saúde será documentado pela Segurança e
Medicina do Trabalho.

PACIENTES COM AGITAÇÃO PSICOMOTORA

SINTOMAS

Geralmente os pacientes com agitação psicomotora são pessoas jovens, fortes,


com surto agudo de psicose que apareceu em Pronto-Socorro. Alguns deles deixaram
de tomar a medicação ambulatorial por descuido da família e quando mesmo é trazido
ao PS de Psiquiatria torna-se agitado.

OBJETIVOS

1. Proteger os pacientes das agressões contundentes;


2. Estabelecer os vínculos familiares;
3. Devolvê-lo à sociedade em condições de tratamento ambulatorial;
4. Ou interná-lo em instituição para tratamento mais ou menos prolongado.

ASSISTÊNCIA DE ENFERMAGEM

1. Deixar o paciente falar à vontade antes do atendimento médico;


2. Na aplicação de injeções solicitar ajuda de mais funcionários;
3. Se o paciente começar a atirar objetos em cima das pessoas, pegar um colchão
para proteção e ir em direção do mesmo;
4. Conter o paciente com faixs;
5. Verificar a contenção de hora em hora;
6. Solicitar ajuda de mais funcionários para conter o paciente;
7. Não permitir que familiares fiquem junto no momento da assistência, pois às
vezes o paciente está criticando a família e a presença da mesma só atrapalha;
8. Quando o paciente acalmar, manter comunicação terapêutica.

PACIENTES COM COMPORTAMENTO BIZARRO

CONSIDERAÇÕES

Paciente com comportamento bizarro é aquele que gosta de estar colocando uma
apêndice a sua vestimenta ou incrementando-a com uma dobrinha à mais em qualquer
parte do corpo roupas coloridas, sem nenhum objetivo.
Pode apresentar também comportamento na maneira de agir e falar, além de
falar radiando o assunto, isto é, falando em círculos, falando a mesma frase ele
fica balançando o corpo. Embora não tenha sido o comportamento Bizarro que motivou
a internação, neste período este comportamento é exacerbado e para isto é preciso
um certo procedimento técnico adequado.

OBJETIVOS

1. Adequar o comportamento do paciente dentro da sociedade;


2. Preparar a família e a comunidade para compreendê-lo;
3. Orientação apra acompanhamento ambulatorial após a alta;
4. Diminuir ao máximo o número de internações.

ASSISTÊNCIA DE ENFERMAGEM

1. Manter o paciente sempre ocupado em atividades;


2. Impor limites adequado;
3. Exigir-lhe o cumprimento das regras estabelecidas pelo grupo de enfermagem;
4. Exigir-lhe um comportamento normal de acordo com a ocasião. Ex. Na hora de
reunião de enfermaria, horário de visita, refeição etc.;
5. Mostrar-lhe que somente ele está tendo esse tipo de comportamento;
6. Propiciar-lhe um ambiente terapêutico;
7. Estabelecer o RAPPORT;
8. Nunca criticar seu comportamento;
9. Ouvir as queixas do paciente sem criticá-lo.

PACIENTES COM INSÔNIA

CONSIDERAÇÕES

O paciente que apresenta insônia quando está internado em hospital


psiquiátrico pode ter diversas causas: a mudança de rotina diária, os seus
familiares que estão ausentes, o uso de medicação neuroplética (ex. Haldal,
Anatensol, etc) ou mesmo mudança de hábito, pacinete dorme de dia e de noite não
tem sono. Levando em consideração os motivos acima, podemos ter as seguintes
atitudes que são os objetivos.

OBJETIVOS

Propiciar ao paciente um ambiente terapêutico onde os problemas de insônia


não intervenha no tratamento.

ASSISTÊNCIA DE ENFERMAGEM

1. Manter o paciente em atividade a maior parte do tempo durante o dia;


2. Oferecer-lhe líquidos com freqüência para maior diurese e consequente
eliminação residual medicamentosa;
3. À noite, antes de deitar, conversar com o paciente assuntos de interesse do
mesmo;
4. Ter uma atitude terapêutica;
5. Ouvir as queixas do paciente;
6. Dividir o número de comprimidos neurolépticos por dia de tal maneira, que à
noite seja o mínimo. Ex. prescrição médica 5 comprimidos Hadol por dia, ministrar
2 de manhã, 2 à tarde e 1 à noite;
7. Se tiver prescrição de Diazepino e outra medicação que tenha como efeito
colateral, o sono, só ministrá-lo uma hora antes de deitar;
8. Durante a noite, verificar se o paciente está dormindo;
9. De manhã conversar com o paciente indagando se omesmo dormiu bem à noite;
10. Não permitir que se fale alto ou tenha aparelhos de som após o horário
estabelecido para dormir;
11. Não esquecer que o paciente com insônia é um paciente com problemas mentais
e portanto devemos vê-lo como um todo e não somente a insônia.

PACIENTES POLIQUEIXOSO
CONSIDERAÇÕES

A presença de um paciente poliqueixoso dentro da enfermaria deve ser de


atenção especial do corpo de enfermagem, pois a queixa de uma pessoa pode gerar em
cadeia de queixas em outras pessoas. Geralmente as pessoas poliqueixosas são
hipocondríacas, isto é, queixa de tudo e é muito importante a assistência da
enfermagem nesses casos, pois o paciente foi internado por outra patologia e não
as suas queixas.

CUIDADOS

Na admissão, fazer uma avaliação do estado geral do paciente elaborando o


planejamento assistencial, após identificação das necessidades humanas básicas
afetadas.
Antes do exame, levar em consideração todas as queixas do paciente.
Após ter afastado todas as causas possíveis da queixa, levar o problema para
reunião de enfermaria e para equipe multiprofissional.

ASSISTÊNCIA DE ENFERMAGEM

1. Afastar todas as causas objetivas das queixas;


2. Abreviar o tratamento que motivou a internação;
3. Ouvir as queixas;
4. Manter atitude terapêutica;
5. Exigir do paciente respeito às normas e regras estabelecidas pelo grupo em
reunião de enfermaria.

PACIENTE ENCAMINHADO PARA FAZER E.E.G (ELETROENCÉFALOGRAMA)

CONSIDERAÇÕES HISTÓRICAS

O E.E.G. apareceu por volta de 1939 e é um aparelho que mede as ondas


elétricas do cérebro. Foi usado muito nos anos 50 e 60, porém existem muitas
escalas organisistas que usam o E.E.G. para diagnósticos.
Durante os anos 70 e 80, do século XX, algumas escolas de medicina só davam
alta ao paciente após a realização do E.E.G., e muitos dos exames ou quase todos
eram normais. Outro exemplo de nulidade deste exame é quando se faz em pacinete
com comportamento anti-social e o resultado é o E.E.G. sem nenhuma alteração,
aliás é uma condição sine qua non, para o indivíduo ter diagnóstico de (P.A.S.)
personalidade anti social. Porém se algum médico solicitar o E.E.G., devemos ter
os seguintes cuidados.

ASSISTÊNCIA DE ENFERMAGEM

1. Conversar com o paciente explicando toda a rotina do exame;


2. Procurar acalmá-lo dizendo que o exame é apenas um diagnóstico;
3. Informá-lo de que será colocado uns eletrodos em sua cabeça e que esses não
lhe farão nenhum mal;
4. Lavar a cabeça na noite anterior com sabão neutro, não usar óleos ou
brilhantina;
5. Retirar toda medicação 48 horas antes do E.E.G., a critério médico;
6. Conversar com o paciente na noite anterior, acalmando-o sobre o exame;
7. No dia do exame fazer a refeição matinal, acompanhar o paciente até o local
do exame ficando ao seu lado até o término do exame;
8. Terminado o exame, lavar a cabeça do paciente com sabão neutro e secá-la.

O DEFICIENTE MENTAL

CONSIDERAÇÕES

O paciente deficiente mental, geralemente é internado em


hospitalpsiquiátrico por outra patologia psiquiátrica que não seja sua doença de
origem. Um paciente aligofrênico, qualquer que seja o seu grau de aligofrenia ele
pode apresentar os seguintes sintomas:
- Surto Psicótico
- Psicose Epiléptica
- Ou mesmo crises convulsivas por epilepsia

Observação:

Não fazer confusão com demência. A demência se dá em paciente psicótico em


estado precário de tratamento. Então costuma-se dizer : Ele ficou
“demenciado”enquanto que aligofrênico já nasceu desta forma.

ASSISTÊNCIA DE ENFERMAGEM

1. Colocar o paciente em enfermaria mais calma;


2. Mantê-lo vestido adequadamente;
3. Alimentá-lo na hora de costume;
4. Solicitar exames clínicos periódicamente, pois o paciente não reclama;
5. Ministrar a medicação em horário normal, não esquecendo sua origem
aligofrênica;
6. Deixar que o paciente expresse suas idéias;
7. Nunca deixá-lo junto com paciente anti-social ou paciente agitado e
agressivo;
8. Orientar familiares por ocasião da alta quanto aos cuidados que o mesmo
necessita;
9. Em grupo de família e/ou funcionários, orientar como ter uuma vida saudável
para si e para os seus filhos;
10. Dar ênfase que :
1. O uso abusivo de drogas psico-ativas durante a gestação (Iatrogenia);
2. Tentativa de aborto por droas vendidas em farmácias;
3. Idade materna alta;
4. Traumatismo de crânio ao nascimento;
5. Hipoxia cerebral no momento do nascimento, pode causar nascimento de
crianças com deficiência mental, assim como a Síndrome de Down e outros;
6. Orientar aos jovens que no exame pré-nupcial, fazer pesquisas da árvore
genética, onde esta pesquisa pode mostrar a percentagem da
probabilidade de ter um filho deficiente mental.
PACIENTES EM USO DE NEUROLÉPTICO

CONSIDERAÇÕES

Todo neuroléptico usado na psiquiatria tem algo em comum, que é o efeito


colateral. Podemos citar:
- Excitação do Sistema extra-piramidal;
- Modificação do metabolismo;
- Aumento da Prolactina no sangue. A hiperprolactinemia dá ao paciente
em uso de medicação neuroléptica por muito tempo, aquele olhar
característico, lambroso, cara de lua cheia, ou um cheiro de suor
característico que desaparece com a diminução da medicação;
- Insônia;
- Contraturas;
- Marcha Automática;
- Andar em bloco;

ASSISTÊNCIA DE ENFERMAGEM

1. Verificar a pressão arterial e pulso antes e depois da medicação;


2. Manter o paciente higienizado durante todo o dia;
3. Trocar a roupa de cama diariamente;
4. Manter observação rigorosa em relação a marchas sialorréia;
5. Ministrar a medicação neuroléptica e dosagem no horário estabelecido;
6. Distribuir a medicação de tal maneira que o menornúmero de comprimidos seja
dado à noite;
7. Não apresentar neuroléptico se o paciente apresentar crise convulsiva;
8. Anotar diariamente hábito intestinal do paciente;
9. Orientar aos funcionários que o paciente em uso de neuroleptico pode ter
uma impotência sexual transitória ou pode haver um aumento exacerbado da
potência sexual, devendo manter maior vigilância neste período, ou haver inversão
de comportamento sexual;
10. Ministrar o Gardenal via oral, de meia a uma hora antes de deitar;
11. Quando o paciente estiver recebendo o carbolítio não deve receber lasix,
pois há uma interação com o sódio duodenal e o litio;
12. O triptanol deve ser dado antes de deitar e pode causar bloqueio cardíaco e
constipação intestinal;
13. O Anatensal Depat pode causar contraturas musculares, inclusive contratura
na glote e pode causar no fim processo intestinal crônico;
14. Verificar diurese de 24 horas.

PACIENTES COM COMPORTAMENTO ANTI-SOCIAL

O paciente com comportamento anti-social é o mais difícil de se controlar em


enfermaria psiquiátrica. E existe o mais agressivo e o menos agressivo. Não mantém
vínculo social duradouro.
A pessoa com comportamento anti-social a princípio é um indivíduo muito
atraente, cordial e está sempre pronto a cooperar com os membros da enfermagem,
porém quando as suas vontades não são correspondidas, ele começa a fazer agitação
na enfermaria, induzindo os menos agressivos a fazer a agitação e ele pode passar
como uma pessoa “boazinha”.
Geralmente este tipo de paciente é internado por outra razão que não seja o
seu comportamento.
Os usuários de drogas, álcool também pode apresentar um comportamento desta
natureza, associados a outras Patologias Psiquicas.

ASSISTÊNCIA DE ENFERMAGEM

1. Tratá-lo como uma pessoa normal;


2. Estabelecer o RAPPORT;
3. Não dar privilégios;
4. Mantê-lo sempre em observação;
5. Só aceitar colaboração se assim for decidido pelos membros da enfermaria e
que o porte da cooperação destinada, é na mesma proporção para outro
paciente;
6. Mantê-lo sempre ocupado com algum exercício ou atividade;
7. Impor limites rígidos;
8. Abreviar-lhe a alto
9. Orientar a família e comunidade como tratar este paciente e aceitação do
mesmo.

PACIENTES TOXICÔMANO - “USUÁRIOS DE DROGAS”

CONSIDERAÇÕES

Geralmente os pacientes toxicômanos são jovens e apresentam outra patologia


ao ser internado que não seja toxicomania. Apresentam-se nas emergências
psiquiátricas agitados, às vezes agressivos, reclamando de todo contexto familiar
ou da sociedade. Podem apresentar, também, dependência psíquica da droga que está
usando e ficar ansioso, procurando por todo meio usar qualquer tipo de droga
novamente para diminuir os “Fissura”.
O Consumo de drogas aumentam em uma sociedade durante a época de contestação
de valores, por exemplo durante a Guerra do Vietnã, o consumo de drogas nos EE.UU.
aumentou muito, porque os jovens não encontravam respostas para uma guerra tão
complicada como foi aquela. Todos querem ser diferentes na sua época. Quando
chegam aos 40 anos, passam a ser ocasional ou trocam pelo álcool.
A alteração de comportamento resulta da decadência psíquica, demência
precoce, marginalização social e familiar. Havendo modificação da personalidade,
passando a racionalista, mentirosos e com atitudes jocosas. E inventam aspecto
cultural:
- “Saber beber é machismo”; “O vinho é bom e dá vida longa” ; “O uso de
drogas leva à viagens maravilhosas”.

ASSISTÊNCIA DE ENFERMAGEM

1. Ter muito cuidado ao abordar o problema de tóxico;


2. Deixar primeiro que o paciente fale de seus problemas;
3. Nunca contestar o uso de drogas;
4. Estabelecer o RAPPORT;
5. Orientar familiares e comunidade, que o uso de drogas é irreversível como
mal para a saúde e só aparece no futuro;
6. Enviar mensagens ao adolescente utilizando os ídolos da juventude;
7. Utilizar mensagens de acordo com os padrões culturais;
8. Organizar grupo de estudo com atitudes situacionais de que as drogas
prejudicam a sociedade inteira;
9. Convidar o paciente a participar das reuniões de enfermaria e de grupos
operativos;
10. Durante todo o período de internação, devemos ganhar a confiança do paciente
fazendo- lhe entender que, para deixar o uso da droga, depende exclusivamente
dele e que nós podemos apenas ajudar se assim ele quiser.

COMPORTAMENTO EPLÉTICO

CONSIDERAÇÕES

O paciente com comportamento eplético é aquele que se interna com grande


agitação psicomotora, falante,deambula de um lado para outro sem causa aparente.
Provoca brigas com outros pacientes. Este paciente não apresenta crise convulsiva
completa como foi explicado em páginas anteriores. Porém podem apresentar
ausências “que são verdadeiras”. Hiatos no tempo onde eles não tem noção do que
acontece no período de ausência, ganham outra personalidade, adquirem outros
costumes:, mudam de cidade, adquirem outra personalidade, podem entrar em furor
eplético com grande agitação psicomotora quase que incontrolável e esse furor
eplético pode ser provocado por alguns estímulos externos : agitação de outro
paciente, atitudes não terapêuticas da equipe, abstinência da medicação ou outros
fatores intrínsecos com o comportamento da enfermaria, como ruídos excessivos ou
brigas de outros pacientes.
Geralmente estes comportamentos epléticos podem ser gerados por muitas
causas.

CAUSAS

Desde traumatismo cranioencefálico durante o parto, transmissão genética,


trauma psicológico durante os primeiros meses de vida, até traumatismo crânio
encefálico na fase adulta.
Não esquecer que todos os problemas podem agravar com a problemática social
e cultural. Ex.; qualquer doença desenvolve de maneira diferente em família de
nível sócio-cultural abastado em relação à família que veio da região pobre do
país e vem morar em favelas nas grandes cidades.
A literatura especializada conta casos de pessoas que entraram em ausência
no meio da rua sem nenhum motivo, ganharam outra personalidade, viajaram para
outros lugares, adquiriram família e só voltaram da ausência por estímulo externo
acontecendo ocasionalmente.
O indivíduo não tem noção do tempo que ficou em ausência.
Aquele fato que provocou a ausência, apesar de já ter passado anos, para ele
tem se a impressão de que aconteceu há poucos segundos. E nós, membros da equipe
devemos compreender perfeitamente essa situação.
Este tipo de paciente se entrar em crise convulsiva aplicar os mesmos
procedimentos em criss convulsivas.

ASSISTÊNCIA DE ENFERMAGEM

1. Propiciar-lhe um ambiente terapêutico;


2. Mantê-lo o maior tempo em recreação;
3. Usar luzes indireta nos quarto;
4. Aconselhá-lo ouvir música suave (as músicas de Beethoven, Vivaldi, são
aconselháveis);
5. Orientar grupo de família que o controle ambulatorial é muito importante;
6. Se entrar em crise convulsiva usar os procedimentos já descrito.

ALGUNS TIPOS DE PERSONALIDADE

1. PERSONALIDADE EVASIVA

São aquelas pessoas que geralmente são hipersensíveis à rejeição e tem


medo de iniciar um novo relacionamento sem estarem bem certo da aceitação sem
crítica.

2. PERSONALIDADE OBCESSIVA-COMPULSIVA

São pessoas que tem alto nível de aspiração, mas também tem tendência a
ser perfeccionista e, freqüentemente incapazes de obter satisfação adequada em
suas conquistas. São confiáveis, ordeiras e metódicas; são cautelosas e pesam
todos os aspectos de um problema, prestando atenção a cada detalhe. Por qualquer
assunto banal pode entrar em agitação psicomotora.

3. PERSONALIDADE PASSIVA E/OU OPRESSIVA

É caracterizada por impotência dependência pegajosa e protelação. A


aparente passividade é para chamar atenção e ganhar afeto. Elas podem ser
provocativas e argumentativas, especialmente com aqueles que tem autoridade. Tal
comportamento, geralmente serve para negar ou esconder necessidades altamente
dependentes. Geralmente apresentam atitudes hipocondríacas e predisposição contra
si mesmo, que são mecanismos de defesa comum.

4. PERSONALIDADE ANTI-SOCIAL

São pessoas que apresentam dificuldade para estabelecer relações co


outras pessoas. Sempre querem prevalecer o seu ponto de vista. No início quando
recém chegado a um determinado local mantém toda atenção sobre si, principalmente
se é jovem. Mas logo depois desfaz toda aquela aparência, pois ele não consegue
manter um vínculo de amizade permanente com as pessoas, caindo na
incompatibilidade das pessoas. Geralmente este tipo de pessoa não sabe esperar e
quer sempre prate a sua opinião. Fazem tudo perturbar a ordem constuituída; não
aceitam regras de valores, precisam de imposição rígida de limites.

ASSISTÊNCIA DE ENFERMAGEM

1. Imposição de limites;
2. Exigir cumprimento de regras de valores

5. PERSONALIDADE INVASIVA

São pessoas que não respeitam regras de valores tentam a todo momento
invadir a vida alheia, com perguntas ou intromissão desnecessária. Este tipo de
pessoa praticam toda esta ação involuntariamente, sem perceber a sua crítica
destrutiva. Geralmente quando lhes é imposto limie, o mesmo não reconhece e fica
prevaricando com suas atitudes incompatíveis.
Este tipo de personalidade é difícil de ser tratada ou orientada, pois
as pessoas não aceitam que são inconvenientes. Quando se apresentam com outra
patologia psiquiátrica, tornam-se mais difícil ainda a abordagem terapêutica.

ASSISTÊNCIA DE ENFERMAGEM

1. Impor limites rígidos;


2. Exigir cumprimento das regras de valores;
3. Dar atividades contínuas.

COMPORTAMENTO HISTÉRICO

O paciente com comportamento histérico é aquele que dentro do hospital


psiquiátrico gosta de chamar atenção sobre si em todas as suas atitudes. São
manipuladores, apresentando comportaento teatral em quase todas as situações que
podem incluir tentativa de suicídio, como por exemplo : tomar cândida meio copo ou
ingerir quantidades mínimas de comprimidos ansialítico. Ao chegarem no Pronto
Socorro para serem atendidos, para uma lavagem gástrica, apresentam atitudes de
injustiçados, se adaptam perfeitamente ao tratamento. E, após o tratamento,
permanecem em atitudes passivas até adquirir novamente o comportamento histérico.

ASSISTÊNCIA DE ENFERMAGEM

1. Manter estreito relacionamento social com o paciente, ganhar-lhe a


confiança;
2. Solicitar do paciente um comportamento adequado de acordo com a situação.
Por exemplo, se ele está na sala de lazer, não deixar que ele manipule a mesa de
jogos;
Se perder o jogo, não deixar que o mesmo brigue com outros pacientes ou
abandonar o jogo, e sim, ele deve acatar a decisão de ser vencido. Pois ele
terá de jogar novamente para tentar a sorte. Antes, porém, de iniciar um
jogo, explicar-lhe todas as regras do mesmo;
3. Propiciar-lhe um ambiente terapêutico;
4. Durante as horas noturnas, solicitar ao paciente, respeitar o sono das
outras pessoas, colocando o seu leito às vistas do pessoal da enfermagem;
5. Quando o paciente for participar do (G.O.) Grupo Operativo, explicar, para
todos, que as responsabilidades são iguais e que o tempo de fala de cada membro
do grupo é igual;
6. Durante a visita de familiares conversar com os mesmos orientando quanto à
necessidade da imposição de limites afim de que o paciente aprenda que os
seus atos impulsivos podem ter uma conseqüência desastrosa para ele;
7. Propiciar-lhe um ambiente terapêutico e saudável.

PSICOSE MANÍACO- DEPRESSIVA

FASE MANÍACA

DEFINIÇÃO

É um episódio psicótico recorrente de natureza afetiva, que pode apresentar


os dois cojuntos de clínicos: depressão ou mania.
O paciente com psicose maníaco depressiva (P.M.P.) caracteriza-se por
episódios de tristeza e euforia com uma perda apreciável do juízo de realidade,
acompanhado de retardo motor ou hiperatividade. No retardo motor temos as
depressões profundas, onde o paciente permanece em distanciamento, dificuldade de
estabelecer relações inter-pessoais e tendência ao isolamento.
Na hiperatividade o paciente pode apresentar exaltação extrema,
aniquilamento do amor próprio, delírio de grandeza, etc.

ASSISTÊNCIA DE ENFERMAGEM

FASE MANÍACA

1. Quando temos na enfermaria um paciente P.M.D. na fase maníaca, precisamos


controlar as suas atividades, colocando horários para suas atividades;
2. Durante a noite manter a ordem e o silêncio após as 22:00 horas;
3. Ouvir o paciente com atenção às suas reclamações e depois explicar-lhe os
motivos pelos quais o seu pedido não pode ser atendido;
4. Durante a visita manter vigilância quanto aos objetos trazidos pela família;
5. Manter estreita relação entre família e equipe multidisciplinar, explicando
a importância do tratamento e o retorno ao ambiente familiar o mais breve
possível.

FASE DEPRESSIVA

1. Conversar com o paciente,mesmo que ele não responda;


2. Manter estreita vigilância durante a hora de maior movimento na enfermaria,
ou seja, horário de almoço, de café na hora de passar o plantão, pois nestas
horas de vigilância mais fraca, o paciente pode aproveitar para tentar o
suicídio;
3. Na hora do lazer convidar o paciente para participar dos jogos em grupo,
podendo ser tômbola, baralho, bingo etc. Tem de ser um tipo de jogo onde ele
seja obrigado a falar e participar;
4. Na fase aguda da depressão, insistir na alimentação assistida;
5. Propiciar-lhe um ambiente terapêutico.

BIBLIOGRAFIA

1. REVIERE, ENRIQUE PICHON


PROCESSO GRUPAL, Tradução de Marco Aurélio
Editora Martins Fontes , São Paulo, 1994

2. DANIEL, HILIANE FELCHER


ATITUDES INTERPESSOAIS EM ENFERMAGEM
Editora E.P.E. , São Paulo, 1993

3. BRUNNER, LILIAN SHOLTIS


PRÁTICA DE ENFERMAGEM, 3ª Edição - Vol 2
Editora Guanabara
4. TRAVELBEE, JOYCE
INTERNENCIAIS ENFERMERIA PSIQUIATRICA : EL PROCESSO DE LA RELACION
Editora Organizacion Panamericana de la Salud, 1979

GLOSSÁRIO

A.A.A. - Associação dos Alcoólatras Anônimos, onde os alcoólatras se


reunem para se tratar.
AUREA - Aviso que vai acontecer alguma coisa; ventos anunciadores; estado
crepuscular da crise convulsiva.
ANGÚSTIA - Estado de tristeza, desesperador, sem consolo emocional.
AGITAÇÃO PSICOMOTORA - Estado confusional da mente provocando brigas e falando
coisas que não tem relação coma realidade.
AKINETON - Medicação Anti Porkinsaniana também usada em paciente impregnado.
AMBIENTE TERAPÊUTICO - Todas as condições física, psíquica, administrativa,
ornamental de um local para tratamento e desenvolvimento da saúde
mental.
ABSTINÊNCIA ALCOÓLICA - Sinal e sintomas da pessoa que parou momentâneamente de
tomar álcool.
APOIO PSICO-ESPIRITUAL - Dialogar procurando elevar o estado emocional das
pessoas.
ANATENSOL - Medicação usada em paciente psicótico.
ABALO CLÔNICO
ABALO TÔNICO - Movimentos dos músculos na hora da crise convulsiva.
ANDARILHO - Andando sem destino.
ANDAR EM BLOCO - Andar com as mãos paradas levantadas e sem movimento normais de
pernas e braços, como se fosse um robô.

BRADICÁRDIO - Movimento lento do coração.


BIZARRO - Atitudes das pessoas, colocando roupas extravagates, colorida,
colocando um apêndice na roupa.

CONTUNDENTE - Que contunde, que machuca.


CRISE CONVULSIVA - Doença epilética.
COMUNICAÇÃO TERAPÊUTICA - Exposição de assuntos, palavras que melhoram as
condições física e psíquicas das pessoas.
CONSCIÊNCIA - A parte mental das pessoas.
CONTUSÃO - Aquilo que contundiu. Machucou-se.

DISLALIA - Falar com dificuldade, gaguejar.


DEFENESTRAÇÃO-Sair pela janela (fenetre).
DESAGREGADO - Pensamento confuso, sem noção da realidade.
DISTÚRBIO DE CONDUTA - Pessoas que não sabe se comportar no meio de outras
pessoas.
DIAGNÓSTICO DIFERENCIAL - Mesmos sintomas e sinais de outra doença.
DEMÊNCIA SENIL- Empobrecimento mental em pessoas idosas por calcificação das
artérias do cérebro.
DEPRESSÃO - Doença psiquiátrica onde a pessoa não tem ânimo para viver.
DEPRIMIDO - Pessoas que se encontram triste, sem ânimo, sem consolo, apática.
DEFICIÊNCIA IMUNOLÓGICA - Ausência de defesa do organismo contra as doenças e
infecções.
DEPENDÊNCIA PSÍQUICA DE DROGAS - A necessidade de voltar a usar ou qualquer
substância psico-ativa.
DEFICIT MENTAL- Baixo nível intelectual e mental.

EFEITO COLATERAL - O efeito não desejado de uma medicação.


ECOLALIA - Atitude da pessoa que repete tudo o que se fala com ela; ato de
repetir as coisas.
ESFÍNCTERES - Pertuitos naturais do corpo humano. Abertura por onde saem as
secreções.
ÊNFASE - Colocar em nível superior o assunto que está se falando.
EVASÃO - Fugir do lugar de onde está.
EXACERBADO - Elevado em mais alto grau um determinado assunto ou atitude.
EQUIPE MULTIDISCIPLINAR - Médico, enfermeiro, assistente social, psicólogo,
terapêuta ocupacional, dentista, enfim todos que trabalham em
conjunto.
ESTÍMULOS DOLOROSOS - Aplicação de objetos contundentes no corpo humano,
aguardando uma resposta.
EMIGRAR - Sair de um lugar para outro.
ENGUIA ELÉTRICA - Peixe elétrico de alta voltagem.
E.C.T. - Eletroconvulsoterapia.
ÉTICO NORMATIVO - Conjunto de regras de Valores em uma sociedade.
E.E.G. - Exame de eletroencéfalograma.
EVASIVA - Atitudes fugitivas de pessoas que não gostam de contato com as
pessoas.
ESQUIVAR-SE - Sair de perto das pessoas, não contatuar.

FALTA DE CRÍTICA - Ausência de educação, prática de atos contrária a boa educação.


FACETA - Apenas um lado do problema, da situação.
FISSURA - Atitude do Usuário de drogas que está na dependência. Fica
ansioso para usar a droga.

GRUPOS OPERATIVOS - Reunião de pessoas com objetivo de resolver problemas do


grupo.
GRITO DO PAVÃO- Grito em tom alto na hora da crise do eplético.

HALDAL - Medicação neuroléptica.


HIV + - Doença física que provoca deficiência imunológica.
HIPÓTESE - Teoria relativa a alguma situação.
HIPOCÔNDRIO - Lado direito ou esquerdo do estômago, também chamado flanco.
HIPÓXIA CEREBRAL - Ausência de oxigênio no cérebro.
HIPER PROLACTINA - Aumento da proteina do leite.
HIATO - Ausência de alguma coisa.

I
IMPREGNAÇÃO - Aumento da medicação com efeito colateral.
INEXPRESSIVO - Aquilo que não expressa algo.
INSTITUIÇÃO - Local, casa, abrigo, onde cuida de pessoas.
INSINUAÇÃO - Ameaçando praticar um ato com objetivos sujos.
INTOXICAÇÃO EXÓGENA - Ingestão de substâncias nocivas ao organismo.
IMPOR LIMITES - Não deixar que a pessoa faça tudo aquilo que quer para prejudicar
os outros.
ISOLAMENTO SOCIAL - Manter-se longe do grupo, ficar sozinho.
IMPREGNADO -
INTRÍNSECO - Relativo a alguma coisa.

LUZ ESTROBOSCÓPICA - luz de boite, piscando, fluorescente.


LOGORREICO - Falando muito e coisas sem nexo.
LOUCURA URÊMICA - Estado confusional das pessoas quando a uréia encontra em taxa
alta no organismo.

MEIOS DE SOCIALIZAÇÃO - O relacionamento social, a comunicação, jogos, etc.


MODIFICAÇÃO DE COMPORTAMENTO - Tendo um comportamento diferente daquele que
tinha.
METABOLISMO - Toda a transformação química do organismo humano.

NEUROLÉPTICO - Medicação psiquiátrica que modifica o comportamento. Ex. Haldal,


Diazepan, Tofranil, etc.
NECESSIDADE FISIOLÓGICA - Ato de comer, beber água, urinar, etc.

OLIGOFRENIA - Doença mental grave; baixo nível mental.


OBNUBILIDADE - Nível de consciência rebaixado, sonolento.

PROLACTINA - Hormônio do leite no organismo humano.


PSICO-ATIVA/DROGAS - Substância que causa dependência psíquica.
PSICOSE EPLETICA - Doença mental do eplético.
POLIQUEIXOSO - Aquele que se queixa de tudo.
PARKINSON - Doença caracterizada por temores na pessoa idosa.
POÇÃO DE TODD - Bebida feita com álcool + água + canela + açúcar, para o
alcoólatra que está em síndrome/abstinência.
POLARIDADE INVERTIDA - Termo usado em Psicologia para definir homosexuais.
PUXANDO LINHAS - Estado confusacional do alcoólatra que fica fazendo movimento com
as mãos.
PAPIRO - Antigo papel usado no Egito Antigo.
PREVARICANDO - Mudando de assunto, posição, etc.
PROPICIAR - Dar oportunidade.

Q
R

RODA DENTADA - Movimentos interrompidos dos músculos em adução quando o


indivíduo está impregnado por medicação neuroléptica.
RAPPORT - Estabelecer vínculo, dar confiança, ser amigo.
RISOS IMOTIVADOS - Rir sem motivos.
RITUAL - Atos repetitivos com uma simbologia interna.
REGRAS DE VALORES - Conceitos unânimes de uma determinada lei.
RAMSÉS II - Faraó do antigo Egito.
RACIONALIZAÇÃO - Mecanismo de defesa do superego para o indivíduo não sofrer.
Exemplo o jovem que não passou no vestibular diz assim : - “Ainda
bem que não passei no vestibular porque aquela escola é
muito ruim”.

SIALORRÉIA - Grande quantidade de saliva na boca, sem deglutir.


STRESS - Cansaço mental e físico por problemas emocionais e físico.
SUDORESE - Vem de suor, grande suor pelo corpo.
SONOTERAPIA - Tratamento de traumas psíquico através do sono.
SURTO-PSICÓTICO - Doença mental grave surgida de repente.

TÊNUE - Leve, fraco, sensível.


TÁTICA - Meio artificial para conseguir um intento.

USUÁRIO DE DROGAS - O toxicômaco que usa drogas psico-ativas.

ZOOPSIAS - Termo usado quando o alcoólatra está em síndrome de abstinência,


e refere estar sendo perseguido por animais.