Vous êtes sur la page 1sur 18

CREMERJ

Custo
Controle, Registro e Análise

Outubro / 2006 Márcio S.Câmara


CREMERJ CUSTO – CONTROLE, REGISTRO E ANÁLISE

Conteúdo

¾ Conceitos de Controle Interno

¾ Avaliação de Risco

¾ Registro das Transações

¾ Análise das Transações

2 MÁRCIO S. CÂMARA
CREMERJ CUSTO – CONTROLE, REGISTRO E ANÁLISE

Conceitos de Controle Interno


Tempestividade de aplicação do Controle

¾ Preventivos ou de Limitação

• Aprovação
• Autorização

¾ Detectivos

• Conciliação
• Comparação

3 MÁRCIO S. CÂMARA
CREMERJ CUSTO – CONTROLE, REGISTRO E ANÁLISE

Conceitos de Controle Interno


Alcance

¾ A Integridade da Documentação e dos Processos

• Precisão dos dados

- Descrição
- Valor
- Data
- Taxas
- Parte (3os)

¾ Quantidade

• População das transações

4 MÁRCIO S. CÂMARA
CREMERJ CUSTO – CONTROLE, REGISTRO E ANÁLISE

Conceitos de Controle Interno


Formas de Aplicação e Exercício

¾ Manual

• Depende de intervenção humana


• Gera risco diferente do controle sistêmico
• Produz falhas individuais
• Está sujeito à oscilação do nível de aplicação dos controles

¾ Sistêmica

• São controles baseados em TI


• Usualmente mantém o mesmo nível de aplicação dos controles

5 MÁRCIO S. CÂMARA
¾CREMERJ CUSTO – CONTROLE, REGISTRO E ANÁLISE

Conceitos de Controle Interno


Estrutura da Atividade de Controle

¾ Atividade

¾ Ambiente de Controle

¾ Processo das Transações

¾ Sistemas de TI

¾ Áreas de Apoio

6 MÁRCIO S. CÂMARA
CREMERJ CUSTO – CONTROLE, REGISTRO E ANÁLISE

Conceitos de Controle Interno


Visão Celular e de Fronteira da Entidade

¾ Controles no Limite

• Autorizam ou não uma transação


• São controles preventivos Processamento

A entidade

Núcleo

Contabilidade
Tesouraria

Fronteira

7 MÁRCIO S. CÂMARA
CREMERJ CUSTO – CONTROLE, REGISTRO E ANÁLISE

Conceitos de Controle Interno


Visão Celular e de Fronteira da Entidade

¾ Controles no Processamento

• Buscam assegurar que todas as transações autorizadas no limite cheguem à Contabilidade


e à Tesouraria com integridade

¾ Controles de Monitoração

• São controles de nível mais elevado executados pela alta gerência


• Usualmente são controles baseados em análise e julgamento
• São controles detectivos

8 MÁRCIO S. CÂMARA
CREMERJ CUSTO – CONTROLE, REGISTRO E ANÁLISE

Avaliação de Risco
Classificação de Riscos

¾ Inerentes à Atividade

• São riscos genéticos que nascem com a atividade

¾ De Processo

• São riscos que não nascem com a atividade, mas são produzidos por má execução de um
processo, ou por forças externas

9 MÁRCIO S. CÂMARA
CREMERJ CUSTO – CONTROLE, REGISTRO E ANÁLISE

Avaliação de Risco
Classificação de Riscos

¾ Inventário de Risco

Nível Nível
Processos/ Definição de Procedimentos de
Área Original de Controles Documentos Residual de
Atividades Riscos Auditoria
Risco Risco

Caso o Solicitante não possua


alçada, este deve enviar à Verificar se os
Solicitação feita Alto Baixo
Solicitação Administração seu e-mail com Ordem de solicitantes possuem
Compras por pessoa não
de Compra sua solicitação com cópia para compra alçada para requerer
autorizada (1a) (1b)
seus superiores que tenham pedido de compra.
alçada.
A cotação deve conter as
seguintes informações: Mapa
comparativo, propostas dos Verificar se as compras
fornecedores e cópia dos e- Cotações de três efetuadas possuem
Super Alto Moderado
Cotação de mails da solicitação do produto fornecedores e cotações com três
Compras faturamento de
Compra com as especificações do mapa fornecedores
Compras (2a) (2b)
mesmo. Já as propostas comparativo compondo o processo
encaminhadas pelos de compras.
fornecedores devem constar:
nome do fornecedor.
A Administração verifica produto
recebido com as especificações, Verificar se existe
Recebimento
Moderado compara o produto com a NF e Cotações, ordem indício de recebimento Baixo
Entrega do de produtos
Compras a NF com a Ordem de de fornecimento do produto nas NF's.
produto diferente do
( 3a) fornecimento. Informa e NF's Identificar os produtos (3b)
especificado
recebimento dos produtos no fisicamente.
corpo da nota fiscal.

10 MÁRCIO S. CÂMARA
CREMERJ CUSTO – CONTROLE, REGISTRO E ANÁLISE

Avaliação de Risco
Classificação de Riscos

¾ Coordenada de Risco

1a 2a Alto Risco
Alta
Risco Moderado
Baixo Risco
3a
Magnitude
do Impacto Moderada
2b

3b
Baixa
1b

Baixa Possível Alta


Probabilidade de Ocorrência

11 MÁRCIO S. CÂMARA
CREMERJ CUSTO – CONTROLE, REGISTRO E ANÁLISE

Avaliação de Risco
Procedimentos Recomendados de Controle

¾ Compras e contratos

• Julgar a necessidade da compra


• Segregar as funções entre a compra e o controle de recebimento de material
• Cadastro de assinaturas autorizadas
• Cadastro de fornecedores
• Cotação rotativa de preços entre fornecedores diversos
• Conferência das assinaturas no momento da compra
• Classificação por centro de custos
• Registro das operações
• Controle e manutenção do caixa pequeno, reembolsos e adiantamentos
• Apuração e análise do volume mensal de compras
• Renovação negociada e não automática de contratos
• Controle de estoque e inventário físico da farmácia
• Controle de ativo imobilizado e inventário físico do imobilizado
• Participação das áreas responsáveis no processo de apuração e avaliação de gastos
• Revisão sazonal dos códigos de despesas

12 MÁRCIO S. CÂMARA
CREMERJ CUSTO – CONTROLE, REGISTRO E ANÁLISE

Avaliação de Risco
Procedimentos Recomendados de Controle

¾ Tesouraria

• Controle de pagamentos
• Consulta de contratos para conferência de pagamentos
• Conferência das assinaturas e da identidade do item comprado no momento do pagamento

¾ Contabilidade

• Registro das operações contabilmente


• Comparação do comportamento das despesas
• Conciliação bancária

¾ Auditoria
• Interna
• Externa

13 MÁRCIO S. CÂMARA
CREMERJ CUSTO – CONTROLE, REGISTRO E ANÁLISE

Registro das Transações - Conceito


Princípios Fundamentais de Contabilidade que Norteiam o Registro das Transações

¾ Entidade
• Propriedade da transação

¾ Continuidade
• Comparabilidade da informação
• O registro contábil de uma empresa em marcha

¾ Competência
• A tempestividade do registro

¾ Prudência
• O conservadorismo no registro
• Sempre se reconhecer uma despesa
• Nunca antecipar uma receita

14 MÁRCIO S. CÂMARA
CREMERJ CUSTO – CONTROLE, REGISTRO E ANÁLISE

Registro das Transações - Conceito


Princípios Fundamentais de Contabilidade que Norteiam o Registro das Transações

¾ Valorização

• Por custo de aquisição


• Por custo de formação

¾ O Julgamento do Contador

• Apuração de impostos
• Juízo sobre a realização do ativo
• Definição sobre ativo, custo ou despesa
• A data contábil a que compete o registro
• Incerteza de ocorrência - contingência ou impairment

15 MÁRCIO S. CÂMARA
CREMERJ CUSTO – CONTROLE, REGISTRO E ANÁLISE

Registro das Transações - Conceito


Classificação dos desembolsos

¾ Despesas Operacionais
• Administrativas
• Financeiras
• Tributárias
• Comerciais

¾ Custo
• Faz parte direta da condução do negócio
• Custo do corpo clínico
• Custo de intervenções cirúrgicas
• Custo de medicamentos

¾ Investimento
• Aparelhos
• Construções
• Reformas / Manutenção

16 MÁRCIO S. CÂMARA
CREMERJ CUSTO – CONTROLE, REGISTRO E ANÁLISE

Análise das Transações


¾ Demonstração de Resultados
2006
(em R$ 000) Junho AV % Julho AV % AH %

Receita Bruta 22.860,6 127,4% 25.033,7 128,2% 9,5%


Receitas operacionais Receita Líquida 17.938,8 100,0% 19.532,6 100,0% 8,9%

Custo Variáveis dos Serviços Prestados /


(8.219,8) -45,8% (9.561,4) -49,0% 16,3%
Produtos Vendidos
Resultado para diluição de custos e despesas fixas Margem de Contribuição 9.719,0 9.971,2 2,6%
Margem de Contribuição 54,2% 51,0% -3,1 p.p.

Custos Fixos (2.000,0) -11,1% (1.900,0) -9,7% -5,0%


Depreciação Industrial (1.800,0) -10,0% (1.810,0) -9,3% 0,6%

Resultado após diluição de custos fixos Lucro Bruto 5.919,0 6.261,2 5,8%
Margem Bruta 33,0% 32,1% -0,9 p.p.

Despesas Comerciais (3.760,9) -21,0% (3.989,5) -20,4% 6,1%


Despesas Adminstrativas (1.625,3) (1.500,2)
Despesas operacionais Depreciação e Amortização Comercial e Adm. (150,0)
-9,1%
-0,8% (141,0)
-7,7%
-0,7%
-7,7%
-6,0%
Outras Receitas/Despesas Operacionais (300,0) -1,7% (200,0) -1,0% -33,3%

Resultado da operação Lucro Operacional 82,8 430,4 420,0%


Margem Operacional 0,5% 2,2% 1,7 p.p.

Receitas Financeiras 236,5 1,3% 258,8 1,3% 9,4%


Despesas não-operacionais Despesas Financeiras (327,8) -1,8% (678,8) -3,5% 107,1%
Outras Receitas/Despesas Não Operacionais (155,0) -0,9% 75,0 0,4% n.m.

Lucro/prejuízo antes do IR/CSLL LAIR


Margem LAIR
(163,5)
-0,9%
85,4
0,4%
n.m.
1,3 p.p.

Imposto de Renda - 0,0% (21,4) -0,1%


Contribuição Social - 0,0% 7,7 0,0%
Lucro (Prejuízo) Líquido (163,5) 71,8 n.m.
Margem Líquida -0,9% 0,4% 1,3 p.p.

(+) Impostos de Renda e Contribuição Social - 13,7 n.m.


(+) Receitas/Despesas Não-Operacionais 246,3 345,0 40,1%
(+) Depreciação e Amortização 1.950,0 1.951,0 0,1%

EBITDA 2.032,8 2.381,4 17,2%


Margem EBITDA 11,3% 12,2% 0,9 p.p.

17 MÁRCIO S. CÂMARA
CREMERJ CUSTO – CONTROLE, REGISTRO E ANÁLISE

Análise das Transações Análise Vertical: Índice que mede a


participação relativa dos custos e
¾ Demonstração de Resultados despesas com relação à receita
líquida. Variações entre período
2006
(em R$ 000) Junho AV % Julho AV % AH % indicam ganho ou perda de eficiência
Receita Bruta 22.860,6 127,4% 25.033,7 128,2% 9,5% operacional.
Receita Líquida 17.938,8 100,0% 19.532,6 100,0% 8,9%

Custo Variáveis dos Serviços Prestados /


(8.219,8) (9.561,4)
Produtos Vendidos
-45,8% -49,0% 16,3%
Análise Horizontal: Medição da
Margem de Contribuição
Margem de Contribuição
9.719,0
54,2%
9.971,2
51,0%
2,6%
-3,1 p.p.
variação absoluta entre as contas do
Custos Fixos (2.000,0) -11,1% (1.900,0) -9,7% -5,0%
demonstrativo.
Depreciação Industrial (1.800,0) -10,0% (1.810,0) -9,3% 0,6%

Lucro Bruto 5.919,0 6.261,2 5,8%


Margem Bruta 33,0% 32,1% -0,9 p.p.

Despesas Comerciais (3.760,9) -21,0% (3.989,5) -20,4% 6,1%


Despesas Adminstrativas (1.625,3) -9,1% (1.500,2) -7,7% -7,7%
Depreciação e Amortização Comercial e Adm. (150,0) -0,8% (141,0) -0,7% -6,0%
Outras Receitas/Despesas Operacionais (300,0) -1,7% (200,0) -1,0% -33,3%
Lucro Operacional 82,8 430,4 420,0%
Margens: Índice que mede a
Margem Operacional 0,5% 2,2% 1,7 p.p.
eficiência da Empresa em cada nível
Receitas Financeiras 236,5 258,8
Despesas Financeiras (327,8)
1,3%
-1,8% (678,8)
1,3%
-3,5%
9,4%
107,1%
de resultado (contribuição, bruto,
Outras Receitas/Despesas Não Operacionais (155,0) -0,9% 75,0 0,4% n.m. operacional, LAIR, líquida, EBTIDA)
LAIR (163,5) 85,4 n.m.
Margem LAIR -0,9% 0,4% 1,3 p.p.

Imposto de Renda - 0,0% (21,4) -0,1%


Contribuição Social - 0,0% 7,7 0,0%
Lucro (Prejuízo) Líquido (163,5) 71,8 n.m.
Margem Líquida -0,9% 0,4% 1,3 p.p.

(+) Impostos de Renda e Contribuição Social - 13,7 n.m.


(+) Receitas/Despesas Não-Operacionais 246,3 345,0 40,1%
(+) Depreciação e Amortização 1.950,0 1.951,0 0,1%

EBITDA 2.032,8 2.381,4 17,2%


Margem EBITDA 11,3% 12,2% 0,9 p.p.
18 MÁRCIO S. CÂMARA