Vous êtes sur la page 1sur 3

Relatório Tipo

____________________________________________________________________________________________

RELATÓRIO de INTRODUÇÃO À ELECTRÓNICA


Curso de Engenharia de Sistemas e Computação
Ano Lectivo de 1999/2000, 2º Semestre

Grupo:
Aluno: No.:

Medição de Grandezas Eléctricas


Trabalho realizado em: 16-03-2000

Resumo
Resumo dos resultados e conclusões do trabalho efectuado
(última parte do relatório a ser escrita).

O trabalho permitiu aos elementos do grupo familiarizarem-se com algum do equipamento usado
em laboratórios/oficinas de Electrónica e Electricidade: osciloscópio, multímetro, geradores de
sinais, e componentes eléctricos (resistências e condensadores).
Verificou-se de forma satisfatória, o desempenho de alguns circuitos lineares. Os resultados
obtidos estão de acordo com o previsto pela teoria, considerando as aproximações feitas e o erro
experimental associado aos componentes e aos aparelhos de media.

1. Objectivo da Experiência

Familiarização com a medição de grandezas eléctricas elementares, com o osciloscópio, com o


multímetro digital, fontes de tensão contínua e geradores de sinais variáveis no tempo.
Observação de formas de onda no osciloscópio, medição de tensões constantes e variáveis no
tempo usando o osciloscópio e o multímetro digital. Implementação de circuitos eléctricos
lineares: divisor de tensão, circuitos RC passa-baixo e CR passa-alto. Medição de corrente
eléctrica usando o amperímetro.

(Se um dos objectivos fosse a verificação da validade de uma determinada lei e/ou expressão matemática,
deveriam enunciar a lei e/ou indicar a fórmula em causa, identificando as grandezas que a lei/equação
relaciona.)

2. Equipamento/Material Usado

Osciloscópio, multímetro, fonte de tensão dc ajustável, gerador de sinais, base de contactos,


resistências, condensadores, e cabos de ligação.

3. Procedimento Experimental

Montagem de circuitos eléctricos lineares na base de contactos, e conexão dos terminais de


entrada e saída aos canais do osciloscópio usando as pontas de prova.

____________________________________________________________________________________________
jlongras@ualg.pt 1/3
Relatório Tipo
____________________________________________________________________________________________

(Desenhar os circuitos ou esquema da montagem.)

4. Medições efectuadas

A. Circuito Divisor de Tensão

Tensão dc aplicada ao circuito: 5 V.

Medição do valor da resistência R1 (1 k Ω ) usando o ohmímetro: 987 Ω .


Medição do valor da resistência R2 (1 k Ω ) usando o ohmímetro: 993 Ω .
Medição do valor da intensidade de corrente usando o amperímetro: 2.5 mA

Medição da tensão aos terminais de cada resistência usando o OSC e voltímetro digital:

Tensão (terminais R1+R2) Escala: 5 V/d iv Escala: 2 V/d iv


Osciloscópio 5V 5.1 V
Multímetro 5.18 V 5.18 V

Tensão (terminais R1) Escala: 5 V/d iv Escala: 2 V/d iv


Osciloscópio 2.5 V 2.4 V
Multímetro 2.35 V 2.35 V

Tensão (terminais R2) Escala: 5 V/d iv Escala: 2 V/d iv


Osciloscópio 2.6 2.5
Multímetro 2.4 2.4

Nota: a escala V/div só se aplica às medidas realizadas com o osciloscópio.

B. Circuito Passa-Baixo (Integrador)

Amplitude do sinal de tensão aplicada ao circuito (sinal de entrada): 5 V.

Sinal de entrada: sinal sinusoidal

Sinal de saída 100 Hz 1 kHz 10 kHz 100 kHz


Amplitude (V) 5 4 0.2 0.1
Valor pico-a-pico (V) 10 8 0.4 0.2

Observou-se que o sinal de saída (aos terminais do condensador) apresenta forma sinusoidal, independentemente
do valor da frequência. Verificou-se que a diferença de fase entre o sinal de entrada e o sinal de saída aumenta com
a frequência.

Sinal de entrada: sinal quadrado

Sinal de saída 100 Hz 1 kHz 10 kHz 100 kHz


Amplitude (V) 5 3 0.1 0.05
Valor pico-a-pico (V) 10 6 0.2 0.1

A variação temporal do sinal aos terminais do condensador altera-se à mediada que a frequência aumenta,
mantendo o período do sinal de entrada. A alta frequência a forma do sinal assemelha-se ao sinal “dente–de-serra”.

Sinal de entrada: sinal “dente-de-serra”

____________________________________________________________________________________________
jlongras@ualg.pt 2/3
Relatório Tipo
____________________________________________________________________________________________

Sinal de saída 100 Hz 1 kHz 10 kHz 100 kHz


Amplitude (V) 5 3.5 0.15 0.05
Valor pico-a-pico (V) 10 7 0.3 0.1

O sinal de saída é distorcido à medida que a frequência aumenta, mantendo, contudo, o período do sinal de
entrada. A alta frequência a forma do sinal assemelha-se a um sinal sinusoidal, embora as concavidades não
coincidam.

(Devem representar, para cada frequência, as formas de onda observadas no osciloscópio.)

5. Tratamento de Resultados

Dependendo da experiência, esta secção pode ser incluído na secção anterior.

Em geral é incluída aqui, a estimação dos erros que afectam os resultados. Por exemplo, usando a lei de ohm,
pode-se determinar o valor da resistência R1 (R2), comparando-o com o valor medido. O erro é então estimado.

6. Conclusões e Sugestões

Os objectivos do trabalho foram atingidos de forma satisfatória. No caso do circuito composto por duas resistências
em série, a tensão aos terminais da resistência R2, é aproximadamente metade do valor da tensão aplicada,1
justificando-se o nome atribuído à montagem.

A alta frequência, o circuito RC passa-baixo integra (no sentido matemático) o sinal de entrada, situação
claramente ilustrada no caso de sinal de entrada quadrado: em cada meio período o sinal de entrada é constante no
tempo (variando apenas no sinal algébrico), o sinal de saída, a alta frequência, em cada meio período corresponde
a um segmento de recta com declive constante (tomando sinal aposto ao do declive do meio período anterior).
Podemos, portanto, dizer que o sinal injectado sofreu uma integração.

Da mesma forma, se poderia concluir que o circuito RC passa-alto, actua como diferenciador para sinais de baixa
frequência.

Sugestão: realizar o trabalho usando cabos de ligação que facilitem as conexões entre as fontes de sinal e os nodos
do circuito na base de contacto.

1
Isto acontece porque as resistências são iguais. No caso de resistências diferentes, a diferença de tensão aos
R1
terminais da resistência R1, por exemplo, compre a relação: V R1 = Vdc .
R1 + R2
____________________________________________________________________________________________
jlongras@ualg.pt 3/3