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UNIVERSIDADE FEDERAL DO RECÔNCAVO DA BAHIA

CENTRO DE CIÊNCIAS DE SAÚDE

COMPONENTES DO GRUPO Nº 01

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ARTIGO: EFEITO DE CONSEQÜÊNCIAS


PROGRAMADAS SOBRE O COMPORTAMENTO
DE SEGUIR REGRAS

Santo Antonio de Jesus


Novembro de 2009
ARTIGO: EFEITO DE CONSEQÜÊNCIAS PROGRAMADAS SOBRE O
COMPORTAMENTO DE SEGUIR REGRAS
O artigo “Efeito de conseqüências Programadas sobre o comportamento
de seguir Regras” busca demonstrar, através da execução de um teste
psicológico, como crianças de sete a nove anos se comportam face à mudança de
regras. A maior parte do repertório humano é estabelecida por regras, e outra
parte é controlada por contingências.
Para melhor entender as particularidades do controle exercido por cada
vertente, faz-se necessário conceituar alguns eventos relacionados ao processo
de aprendizagem:
• Banaco afirma, sobre contingência, que: “Em sentido geral,
contingência pode significar relação de dependência entre
eventos ambientais ou entre eventos comportamentais e
ambientais”. Complementa ainda: “O enunciado de uma
contingência é feito em forma de afirmações do tipo se ...
então...”;

• Regra pode ser um conjunto de coordenadas de funcionamento de


um determinado sistema para fins de organização, ou seja para
manter a ordem do mesmo. Regra pode ser ainda um conjunto de
leis formais de prescrições e proibições, que expõem os
principais requisitos quanto à atitude do indivíduo em uma
sociedade.

• Reforço é o estímulo de um comportamento capaz de alterar a


freqüência deste comportamento, tornando mais provável que ele
ocorra.

O teste foi aplicado em 16 crianças, em quatro fases distintas, e em cada


uma individualmente. A cada fase as regras eram mudadas, mas, apesar disso,
verificou-se que a maioria dos participantes não abandonava facilmente as regras
imediatamente anteriores. Evidenciou-se então uma resistência à mudança do
comportamento e uma tendência a seguir antigas regras. Este fato demonstra que
o ser humano não abandona seus comportamentos tão facilmente, e a aquisição
de um novo comportamento vai depender da forma como ele for apresentado.
Existem pessoas com grande resistência a mudanças, e que podem, por este fato,
apresentar dificuldades de adaptação ou até mesmo de convivência social.
No experimento, o não seguimento de uma nova regra pelos participantes
tinha contingencialmente uma suspensão de reforçamento ou punição. A simples
mudança da regra mostrou-se insuficiente para que o novo comportamento fosse
adotado, mas, à medida que as sanções foram aplicadas, a nova regra passou a
ser seguida gradualmente. Este fato permite afirmar o comportamento humano é
sim controlado por regras. Vale também ressaltar que regras sociais passam a ser
obedecidas, em muitos casos, sem que se perceba ou que seja expressa
formalmente.
Contextualizando o que foi abordado pelo artigo, podemos observar que
a maior parte das pessoas, quando mudam de país, estado ou região,
permanecem por algum tempo com suas próprias práticas culturas. Contudo, ao
passar do tempo, pela falta de reforçamento ou até mesmo punição do
comportamento anterior e presença de reforçamento ao seguimento das regras
determinadas pelo novo grupo, seus comportamentos adaptam-se
gradativamente à nova cultura.
Numa análise mais direcionada ao conteúdo do artigo, observam-se
algumas falhas, como: Poucos conceitos, dificultando o entendimento do leitor
ainda não familiarizado; Não destaca a diferença entre contingência e regra;
Limita-se ao experimento, na análise de resultados das freqüências acumuladas;
Não relaciona a experiência com exemplos práticos do cotidiano social.
As regras possibilitam a vida em sociedade e estão presentes desde que
nascemos. Elas podem variar desde pequenas regras domésticas ou morais
(quando a mãe diz: “não fale de boca cheia”, por exemplo) até regras
estabelecidas por meio de leis (nossa constituição, por exemplo). O seguimento
destas está diretamente ligado à harmonia do convívio social, mas a não
adaptação ou uma limitação às regras pode constituir-se em patologia. O
entendimento de como acontece a aquisição destes conceitos pode ser de grande
valia para a elaboração de estratégias mais eficazes na construção de novas
regras, e, principalmente, para o auxílio de indivíduos que apresentam os
distúrbios supracitados.
REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS:

http://pt.wikipedia.org/wiki/Regra
http://pt.wikipedia.org/wiki/Refor%C3%A7o
Comportamento e cognição Banaco