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Acta número três

Aos vinte e sete dias do mês de Janeiro do ano dois mil e dez, pelas dezoito

horas e trinta minutos, na sala dezanove da Escola Básica Integrada da Cordinha,

reuniu em assembleia o Conselho Geral do Agrupamento de Escolas da Cordinha, sob a

presidência do Docente António Martins, com a presença de todos os seus elementos,

à excepção da representante do Pessoal Docente, Rosa Dinis, e da representante dos

Pais e Encarregados de Educação, Ana Borges.

A reunião teve a seguinte ordem de trabalhos:

Ponto um - Análise e aprovação do Regimento Interno do Conselho Geral;

Ponto dois - Informações;

Ponto três - Análise e aprovação do Projecto Educativo;

Ponto quatro- Análise e aprovação das alterações ao Regulamento Interno;

Ponto cinco - Análise e aprovação do Plano Anual de Actividades;

Ponto seis - Outros assuntos.

O Presidente do Conselho Geral deu início à reunião começando por agradecer a

eleição para a presidência de um órgão tão importante na vida do Agrupamento.

Também referiu a importância de todos colaborarem no sentido de melhorar cada vez

mais o Agrupamento. Por fim desejou a todos um Bom Ano de dois mil e dez e passou à

leitura da acta da reunião anterior, tendo a mesma sido aprovada com uma abstenção.

No primeiro ponto da ordem de trabalhos, análise e aprovação do Regimento

Interno do Conselho Geral, o Presidente do Conselho Geral começou por apresentar

uma proposta de Regimento Interno, no sentido de se aprovar um documento que

facilite a condução dos trabalhos do Conselho Geral. O Director do Agrupamento,

Carlos Carvalheira, sugeriu a intervenção dos presentes caso houvesse algum

desacordo, aquando da leitura do documento, uma vez que a ordem de trabalhos era

extensa. O Regimento Interno foi lido e aprovado por unanimidade.

Passando ao segundo ponto da ordem de trabalhos, informações, o Presidente

do Conselho Geral deu a palavra ao Director do Agrupamento a fim de transmitir aos

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presentes informações relativas à vida do Agrupamento. O Director do Agrupamento

começou por informar que está previsto para o próximo ano lectivo deslocar o Jardim

de Infância do Ervedal da Beira para a Escola-Sede do Agrupamento. Também está

prevista a colocação de uma cobertura desde o portão até à entrada do edifício da

Escola-Sede do Agrupamento. No presente ano lectivo foi constituído um

Observatório da Qualidade cuja principal finalidade é a promoção da avaliação interna

do Agrupamento, promovendo assim uma cultura de melhoria continuada do mesmo.

Finalmente referiu que tudo decorre dentro da normalidade no dia-a-dia do

Agrupamento.

Ainda neste ponto, o representante da Autarquia Carlos Maia tomou a palavra

para alertar para o facto de já ter recebido diversas reclamações sobre a situação

que ocorre diariamente em frente à Escola-Sede do Agrupamento aquando da saída

dos alunos, nomeadamente o estacionar a par dos autocarros da Câmara Municipal.

Estes ocupam as duas vias de circulação e dificultam a circulação de viaturas. O

próprio já observou esta situação e é seu entendimento que esta não pode voltar a

acontecer. Sugeriu a criação de um espaço próprio para evitar esta ocorrência.

O Director do Agrupamento informou que já foram enviados diversos ofícios

para a Câmara Municipal no sentido de se criar um espaço próprio, uma vez que se põe

em causa a segurança dos alunos. Considerou inconcebível que durante os quinze anos

de vida do Agrupamento nunca tenha havido qualquer resposta por parte do Município.

No entanto sabe que o actual Executivo da Câmara Municipal está sensibilizado para

este problema e acredita que brevemente se possa solucionar esta questão. Também

referiu que já sensibilizou algumas pessoas da população, pedindo a compreensão das

mesmas, uma vez que facilita a entrada dos alunos quando chove.

No terceiro ponto da ordem de trabalhos, análise e aprovação do Projecto

Educativo, o Presidente do Conselho Geral começou por informar que o conjunto de

documentos a que se refere este ponto e os seguintes são aqueles que servem de

estrutura à vida do Agrupamento. Também referiu que o Projecto Educativo é o

documento que consagra a orientação educativa do Agrupamento, no qual se explicitam

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os princípios, os valores, as metas e as estratégias segundo os quais o Agrupamento se

propõe cumprir a sua função educativa. Por fim informou que é uma competência do

Conselho Geral aprovar o Projecto Educativo e acompanhar e avaliar a sua execução.

Ainda neste ponto, o Director do Agrupamento referiu que o Projecto Educativo

consagra a vida do Agrupamento sendo o documento mais importante de um

agrupamento conducente à melhoria do sucesso escolar. É a espinha dorsal da

componente pedagógica do Agrupamento, pelo que é fundamental o conhecimento

deste documento, uma vez que contém sugestões de melhoria e a identificação de

necessidades. O documento já foi discutido entre a Comunidade Educativa e pretende

dar a conhecer a filosofia que rege este Agrupamento. O Projecto Educativo é

aprovado por quatro anos, no entanto poderão ocorrer alterações de acordo com a

legislação e, sempre que necessário, acrescentar adendas. Será o Conselho Geral a ter

um papel de vigilante para poder avaliar a sua execução. O Director considerou o

Projecto Educativo a “Bíblia de um Agrupamento”.

O Representante da Autarquia Carlos Maia pediu a palavra para referir que já

tinha tido conhecimento da existência do Projecto Turma Mais, no entanto pediu um

maior esclarecimento sobre o mesmo. O Director explicou que o Projecto consiste em

munir a Escola com uma psicóloga a tempo inteiro (vinte e quatro horas semanais) e

que o Agrupamento é pioneiro neste projecto desde há dois anos e na altura único no

distrito de Coimbra. O projecto surgiu no Conselho Pedagógico com a necessidade de

inverter a situação de insucesso escolar, uma vez que o Agrupamento ocupava a última

posição em termos de “ranking” concelhio a nível de Exames Nacionais do Ensino

Básico e Provas de Aferição. As disciplinas abarcadas pelo Projecto são a Língua

Portuguesa, a Matemática e o Inglês, uma vez que apresentavam maiores taxas de

insucesso. Os anos escolares são os sextos, sétimos e nonos anos do ensino regular,

visto os sextos e nonos anos serem anos terminais de ciclo e no sétimo ano ocorrer

uma mudança de currículo. A Turma Mais é uma turma fictícia constituída por alunos

de diferentes turmas. O Projecto será supervisionado pelo Ministério da Educação, já

que o Agrupamento faz parte dos três agrupamentos abrangidos pelo projecto no

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Distrito de Coimbra e dos cento e vinte a nível nacional. Informou ainda que os

Encarregados de Educação entenderam e aderiram fortemente a este Projecto.

Actualmente todos os alunos passam pela Turma Mais e existe um esforço de todos no

sentido de se alcançar bons resultados.

Ainda sobre este projecto, o Director referiu que existem convites para falar

sobre o mesmo e tudo o que seja para inovar é sempre bem-vindo. No entanto ocorrem

situações em que alguns Encarregados de Educação, sem darem o devido valor à

Escola, pactuam com a indisponibilidade dos educandos para frequentar a mesma e, em

vez de motivar os discentes, fazem com que os mesmos não a frequentem. Isto tem

que ser resolvido e a formação / educação é fundamental.

Após análise, o Projecto Educativo foi aprovado por unanimidade.

No ponto quatro da ordem de trabalhos, análise e aprovação das alterações

ao Regulamento Interno, o Presidente do Conselho Geral começou por informar que o

Regulamento interno é um documento que define o regime de funcionamento do

Agrupamento, de cada um dos seus órgãos de administração e gestão, das estruturas

de orientação e dos serviços administrativos, técnicos e técnico -pedagógicos, bem

como os direitos e os deveres dos membros da comunidade escolar. Também

comunicou que é uma competência do Conselho Geral aprovar o Regulamento Interno

ou qualquer alteração. O Director tomou a palavra para referir que existe a

necessidade de alterar o Regulamento Interno sempre que este esteja condicionado

pela publicação de novos normativos ou assuntos essenciais ao bom funcionamento do

Agrupamento. Referiu ainda que existe uma comissão responsável pela triagem dos

normativos do Diário da República, compilando assim a documentação necessária à

alteração do Regulamento Interno. Sempre que haja alterações em número suficiente,

estas serão submetidas a Conselho Geral para que o Regulamento Interno seja

devidamente actualizado. Também informou que após aprovação o Regulamento

Interno será enviado a todos os presentes. Referiu ainda que um exemplar do

Regulamento Interno encontra-se disponível em cada escola do Agrupamento em

suporte de papel e no Sítio do Agrupamento encontra-se num ficheiro em formato

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PDF. Após aprovação, estes últimos serão actualizados. Cada Director de Turma

também o terá em formato digital para disponibilizar aos Encarregados de Educação,

após aprovação do Conselho Geral.

Após análise, o Regulamento Interno foi aprovado por unanimidade.

No ponto cinco da ordem de trabalhos, análise e aprovação do Plano Anual de

Actividades, o Presidente do Conselho Geral começou por referir que são

competências do Conselho Geral aprovar o Plano Anual de Actividades e promover o

relacionamento com a Comunidade Educativa. Também informou que o Plano Anual de

Actividades é um documento de planeamento, que define, em função do Projecto

Educativo, os objectivos, as formas de organização e de programação das actividades

e que procedem à identificação dos recursos necessários à sua execução. Tomou a

palavra o Director do Agrupamento para esclarecer que o Plano Anual de Actividades é

constituído no início do ano lectivo com base no que os Departamentos propõem

realizar em termos de actividades, baseadas no Projecto Educativo e visando as

expectativas e necessidades dos alunos, bem como a filosofia do Agrupamento. Dessas

actividades salientou o Expo-Escolas, a feira de S. Martinho, o “Halloween” e as

visitas de estudo. Referiu que o Plano Anual de Actividades já teve um parecer

positivo do Conselho Pedagógico.

A Representante do Pessoal Docente Maria João Damásio questionou o órgão

relativamente à possibilidade de aprovar visitas de estudos programadas pelo Primeiro

Ciclo, uma vez que não estão incluídas no Plano Anual de Actividades por motivo de

falta de conhecimento de uma data concreta para a sua realização, nomeadamente,

uma vista de estudo da Escola Básica Um do Seixo da Beira à Bobadela e uma vista de

estudo da Escola Básica Um de Vila Franca da Beira à Lourinhã. Todos foram de

acordo que qualquer alteração ao Plano Anual de Actividades deverá passar primeiro

pelo Conselho Pedagógico, no entanto e atendendo ao interesse máximo dos alunos foi

decidido aprovar a sua realização desde que o Conselho Pedagógico desse um parecer

positivo às mesmas.

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Relativamente ao Corta-Mato Escolar, a representante dos Encarregados de

Educação Maria do Carmo Silva sugeriu que de futuro o mesmo se realizasse mais

cedo, talvez em Outubro. O Director respondeu que tal não será viável, uma vez que

existe a necessidade de preparar os alunos para o mesmo, como tal nunca poderá

decorrer antes do dia quinze de Outubro ou até quinze de Novembro. O que aconteceu

este ano é que as condições atmosféricas não foram as melhores e o Corta-Mato teve

que ser sucessivamente adiado.

O Director informou ainda que, em conjunto com o Departamento de Ciências

Sociais e Humanas e a Câmara Municipal de Oliveira do Hospital se estão a preparar as

Comemorações da Implantação da República. Haverá uma edição especial do Jornal

“Nacordinhadamba” em Outubro e estão a realizar-se esforços para convidar

personalidades como José Hermano Saraiva não se tendo obtido qualquer resposta até

ao momento. Passou a palavra à Representante da Autarquia Graça Silva que referiu

ter tido uma reunião com todos os coordenadores do Departamento de Ciências

Sociais e Humanas das escolas do concelho. Estão previstas inúmeras actividades do

interesse da Câmara e parcerias com todas as Escolas. A agenda cultural da Câmara

Municipal vai ter um suplemento com as actividades desenvolvidas pelas escolas,

juntas de freguesia e outras instituições. Também referiu que a agenda cultural vai

passar a ter um conteúdo diferente, será mais selectiva, nomeadamente nas

actividades de interesse público dirigidas a uma grande comunidade. Todas as

actividades relacionadas com o centenário podem ser acompanhadas na agenda de

Março a Outubro.

Também foi proposta pelo Pré-Escolar a decoração de t-shirts no âmbito da

Protecção do Ambiente. Esta proposta já teve um parecer positivo do Conselho

Pedagógico. Continuarão as actividades que já apareceram em anos anteriores como o

“Dramatizando” e as previstas no Plano Nacional de Leitura.

O Representante da União Desportiva Vilafranquense João Dinis tomou a

palavra para referir que no que concerne às comemorações do Centenário da República

seria de averiguar uma história que se conta em Vila Franca da Beira na qual um

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vilafranquense teria conspirado contra o Rei, tendo feito parte do grupo que cometeu

o regicídio. No entanto o mesmo teria desistido e passou a viver escondido numa mina

que existe nos arredores da localidade. Referiu que neste âmbito também deveria ser

abordado o tema da Carbonária que terá sido a base do Regicídio.

A Representante do Pessoal Docente Maria Teresa Marques informou que no

Concelho de Seia existe a possibilidade de contacto com o Doutor Almeida Santos que

costuma passar férias na Vide, tendo-se disponibilizado para uma tentativa de

contacto.

Após análise do Plano Anual de Actividades e das novas propostas, o documento

e as propostas foram aprovadas por unanimidade.

No último ponto da ordem de trabalhos, outros assuntos, e sendo uma das

competências do Conselho Geral apreciar os relatórios periódicos de execução do

Plano Anual de Actividades, o Relatório de Actividades do primeiro período foi

analisado e teve uma apreciação positiva por unanimidade. O Director passou então à

apresentação de propostas para as Linhas Orientadoras do Orçamento de dois mil e

dez, referindo que o Conselho Geral tem a responsabilidade de definir essas linhas

orientadoras. Explicou que o orçamento é feito por duodécimos de mais ou menos

quatro mil e setecentos euros por mês. Para além do orçamento geral do estado

também existe o privativo que engloba as receitas próprias do Agrupamento. Tem-se

conseguido melhorar o equipamento da Biblioteca, algumas vezes a título particular,

nomeadamente com donativos de mecenas que têm ajudado o Agrupamento.

Relativamente às propostas para as Linhas Orientadoras do Orçamento de dois

mil e dez, o Director enumerou as seguintes:

- adquirir materiais educativos e didácticos que suportem a melhoria continuada das

condições de aprendizagem;

- melhorar o espaço escolar exterior da Escola-Sede do Agrupamento;

- mudar a caixilharia da Escola-Sede do Agrupamento;

- colocar uma cobertura na entrada da Escola-Sede do Agrupamento;

- criar um anfiteatro amovível na Escola-Sede do Agrupamento;

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- a nível da acção social escolar acompanhar os alunos com mais dificuldades;

- melhorar os meios informáticos (computadores, quadros interactivos,etc.).

A Representante do Pessoal Docente Maria Teresa Marques sugeriu uma

parceria com a empresa Energias De Portugal relativamente à instalação de painéis

solares. O Director tomou nota da sugestão e irá efectuar os devidos contactos no

sentido de ver se é viável a instalação dos mesmos.

A Representante da Autarquia Graça Silva referiu que estão a trabalhar para a

contratação de uma cooperativa no âmbito da distribuição de fruta ao primeiro ciclo

do ensino básico, solicitando assim uma sensibilização dos alunos para uma alimentação

saudável e equilibrada.

Ainda neste ponto, o Presidente do Conselho Geral informou que o Orçamento é

um documento em que se prevêem, de forma discriminada, as receitas a obter e as

despesas a realizar pelo agrupamento de escolas ou escola não agrupada.

Após análise das propostas, o Conselho Geral decidiu recomendar ao Conselho

Administrativo que na elaboração do Orçamento de dois mil e dez sejam levadas em

linha de conta as supracitadas linhas orientadoras propostas pelo Director.

No que se refere ao artigo nove do regimento Interno do Conselho Geral, o

Director esclareceu que as reuniões passariam a ser sempre secretariadas pela

Representante do Pessoal Não Docente Margarida Ferreira.

Por fim, o Presidente do Conselho Geral pediu aos presentes que completassem

o documento referente aos endereços de correio electrónico com números de

contactos telefónicos ou móveis a fim de possuir mais do que uma forma de contacto.

Nada mais havendo a tratar, deu-se por encerrada a reunião, da qual se lavrou a

presente acta que, depois de lida a aprovada, será assinada pelo respectivo presidente

e por mim que a secretariei.

O Presidente do Conselho Geral, A Secretária,

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