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UNIVERSIDADE FEDERAL DO ABC

FERNANDO HENRIQUE GOMES ZUCATELLI


ROBERTO DENIN LIU

RELATÓRIO DE FENÔMENOS MECÂNICOS

SANTO ANDRÉ
2009
UNIVERSIDADE FEDERAL DO ABC

FERNANDO HENRIQUE GOMES ZUCATELLI


ROBERTO DENIN LIU

EXPERIÊNCIA 5 – MOMENTO LINEAR E COLISÕES

Trabalho apresentado como


avaliação parcial da
disciplina de Fenômenos
Mecânicos do BC&T da
UFABC.

Orientador: Profº Pedro

SANTO ANDRÉ
2009
Sumário

1. RESUMO ...........................................................................................................................3
2. INTRODUÇÃO..................................................................................................................3
3. OBJETIVOS.......................................................................................................................6
4. PARTE EXPERIMENTAL................................................................................................6
4.1. Materiais .....................................................................................................................6
4.2. Métodos ......................................................................................................................6
5. RESULTADOS E DISCUSSÃO .......................................................................................8
6. CONCLUSÃO..................................................................................................................13
7. REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS .............................................................................13
3

1. RESUMO
Quando se deseja conhecer o resultado da colisão de dois corpos após seu
choque, devem-se aplicar algumas leis de conservação para a correta visualização
do cenário.
Assim, foi aplicado neste experimento de colisões a cinemática de lançamento
horizontal para observar as conservações do momento linear e da energia cinética.
Com base nos dados, observou-se que a energia cinética praticamente se
conserva, pois uma parcela dela é transformada em outras formas de energia como
a energia sonora.
Na colisão entre corpos de massas diferentes, foi possível observar a
conservação do momento linear, todavia, quando as massas usadas foram iguais,
não foi possível obter um cenário nítido de conservação.

2. INTRODUÇÃO
O momento linear de uma partícula é uma grandeza vetorial que é definida
como:
 
p = m.v (1)
Na qual m é a massa da partícula e v é a sua velocidade. Como m é sempre
uma grandeza escalar positiva, a equação (1) nos diz que p e v têm o mesmo
sentido.
Em um sistema de n partículas, cada uma com a sua própria massa,
velocidade e momento linear, elas podem interagir umas com as outras e forças
externas também podem atuar sobre elas. O sistema como um todo tem um
momento linear total P, o qual é definido como a soma vetorial dos momentos
lineares individuais das partículas. Assim:
    
P = p1 + p 2 + p 3 + ... + p n
    
P = m1 v1 + m2 v 2 + m3 v 3 + ... + mn v n (2)
O momento de qualquer corpo que se comporta como uma partícula não pode
variar, a menos que uma força externa resultante atue sobre o corpo. Por exemplo,
pode-se empurrar um corpo para mudar seu momento, ou pode-se fazer com que o
corpo colida com um taco de beisebol. Em tal colisão, a força sobre o corpo é breve,
tem grande intensidade e muda repentinamente o momento do corpo capaz de
desacelerar, parar e até mesmo reverter seu movimento.
4

Quando a força externa resultante atuando sobre um sistema de partículas é


zero, o momento linear total do sistema não pode variar, este resultado é chamado
de lei da conservação do momento linear.
No experimento, por não existir aceleração ao longo da direção horizontal, a
componente horizontal da velocidade da esfera permanece inalterada e igual ao seu
valor inicial durante todo o movimento e no movimento vertical há uma aceleração
constante, assim, as equações para um lançamento horizontal serão no Eixo Z:
 2
g.t
z = z0 + v0 z t +
2
0 g.t 2
0 = h + v0bz t −
2
2
g.t
h =
2 (3)
Onde g é a aceleração da gravidade cujo módulo é 9,8 m/s2. A esfera pode se
deslocar no plano XY, formando uma parábola nestes dois eixos, no entanto, pode-
se decompor este curva como duas parábolas, uma ao longo do Eixo X e a outra ao
longo do Eixo Y. A equação para estes dois eixos será portanto: (Usando o Eixo X
como referência)
x = x0 + vx .t
S n = 0 + vnx .t
S n = vn .t (4)
Como o tempo de queda é o mesmo necessário para a esfera se deslocar Sn
então as equações são igualadas pelo tempo Usando o índice da esfera n=b.
Sb g Sb2
t= ⇒h =
vb 2 vb2
2 g .Sb2 g
v =
b ⇒ vb = Sb .
2.h 2.h
(5)
A esfera a é colocada no ponto de altura h e liberada do repouso, ou seja,
velocidade inicial é zero. A esfera rola pelo trilho até se chocar com a esfera b.
Assim pela conservação da energia mecânica, a velocidade de a partindo do
repouso é:
m.v 2 2 m gh
mgh = ⇒ v2 = = 2 gh
2 m
v = 2 gh
(6)
5

Esta velocidade é a velocidade imediatamente antes da colisão com a esfera b.


O momento linear se conserva, assim o momento antes da colisão deve ser
igual ao momento depois da colisão. Antes da colisão a esfera b encontra-se parada
e a esfera a terá velocidade igual à velocidade dada pela eq.(6). O esquema da
colisão encontra-se na Figura 1.

Figura 1 – Esquema de uma colisão com componentes finais bidimensionais.


   
p ai = p f = p af + p bf (7)
Analisando cada eixo. Eixo X:

( )
 
    m a v a i − v afx
m a v ai = m a v afx + m b v bfx ⇒ v bfx =
mb (8)
No eixo Y:

   − m a v a fy
0 = m a v a fy + m b v b fy ⇒ v b fy =
mb (9)
O módulo do vetor pode ser calculado a partir de suas componentes extraindo
a raiz da soma dos quadrados de cada componente:

r x2 + r y2

r = (10)
Para analisar a energia cinética antes e após a colisão, será comparada a
energia potencial da esfera a em relação à diferença de altura entre as esferas e a
soma das energias cinéticas calculadas com base nas velocidades de cada esfera
após a colisão.
6

3. OBJETIVOS
O objetivo deste experimento é estudar a conservação da grandeza física
conhecida como momento linear através de colisões de corpos rígidos que não
sofrem deformação. Também é objetivo verificar o comportamento da energia
cinética numa colisão.

4. PARTE EXPERIMENTAL
4.1. Materiais
Os materiais utilizados neste experimento foram:
- 2 Macacos mecânicos.
- Réguas.
- Trilho de madeira.
- Bloco de madeira
- Esferas de aço inoxidável.
- Papel sulfite.
- Papel carbono.
- Fita crepe.

4.2. Métodos
Para o estudo das colisões, foram colocadas duas esferas de massas ma e mb
em diferentes alturas relativas entre si e acima da altura da mesa com uso de dois
macacos. Sobre a mesa, colocou-se uma folha de sulfite com uma folha de papel
carbono por cima para que as esferas marcassem os pontos em que atingissem a
mesa. A folha foi presa na mesa com uso da fita crepe e o papel carbono colocado
apenas para que as esferas pudessem deixar uma marca no sulfite.
Convencionando a esfera que fica no topo da montagem por “a” e a que sofrerá
a colisão por “b”, a esfera a encontra-se a uma altura h2 do referencial mesa e a
esfera b encontra-se a h1 da mesma mesa. Sendo h3 a diferença de altura (eixo Z)
entre as esferas.
A distância ao longo do eixo X entre o ponto em que a esfera toca a mesa é Sa
e Sb, sendo c o comprimento do bloco de madeira que distanciava a esfera b do fim
do trilho inclinado para o rolamento da esfera a, conforme Figura 2.
7

Figura 2 – Vista lateral da queda das esferas, eixos X e Z.


A esfera b foi colocada na extremidade do bloco de madeira de comprimento c
e mantida numa posição fixa devido a uma pequena concavidade feita no bloco. O
bloco foi alinhado com o trilho e sua face alinhada em Z com a folha de papel
abaixo. O trilho e o bloco foram fixados com a fita crepe para que não se
movimentassem durante o experimento.
A marcação da altura h2 da qual a esfera seria lançada, também foi garantida
com a marcação com a fita crepe.
Para garantir que o eixo X fosse exatamente o eixo paralelo ao eixo imaginado
como prolongado do trilho, após todos os elementos terem sido fixados, lançou-se a
esfera a de alturas diferentes e sem colisão para que ela marcasse o papel sulfite.
Foram feitas 3 marcas e baseando-se nestas marcas deixadas, foi traçada a reta
que ligava estes 3 pontos e assim foi definido o eixo X.
O eixo Y ficou definido como o eixo perpendicular a X na folha de sulfite e seu
ponto inicial igual ao ponto do qual as esferas iniciavam sua queda (Figura 3).

Figura 3 – Vista superior da queda das esferas, eixos X e Y.


8

Inicialmente, a esfera a foi lançada da altura h2 sem colisão com a esfera b de


forma a poder comparar a velocidade que ela deveria ter em h1 calculada usando a
conservação de energia ao longo de h3 com a velocidade inicial do lançamento
horizontal que propiciou a esfera atingir a Sa.
As precauções de se fixar os elementos e traçar uma reta que fosse a real
projeção de trilho para ter o eixo X foram tomadas após um conjunto preliminar de
medições cuja análise dos dados mostrou que algum erro de procedimento foi
cometido pois todos os valores calculados apresentavam um erro constante e na
mesma direção.

5. RESULTADOS E DISCUSSÃO
A primeira série de medições foi feita com a esfera de massa igual a 16g e
anotadas as distâncias alcançadas pela esfera a quando esta não colidia com a
esfera b. Em todas as descidas a distância atingida pela esfera a fio a mesma. Os
dados e resultados dos cálculos estão na Tabela 1.
Tabela 1 – Esfera a sem colisão.

Sa no eixo X [mm] (5 vezes) Sa no eixo Y [mm] (5 vezes)


140 0
vafx [m/s]
1,139
vai [m/s] 1,2043
pai [g.m/s] 19,2692
E = m.g.h3 [mJ] 11,6032
2
Ea = 0,5.m.vafx [mJ] 10,3827
E – Ea [mJ] 1,2205

Onde vai é a velocidade de a inicial, pai é o momento da a inicial, E é a energia


em calculada em relação a altura h3 e Ea é a energia calculada com base na
velocidade vafx – velocidade de a final no eixo x – necessária para que a esfera
percorresse Sa pela equação (5).
A velocidade vai é aproximadamente 0,06 m/s maior que a velocidade vafx, o
que significa que as perdas de velocidade no sistema são muito pequenas, portanto,
nos cálculos posteriores de conservação de momento e de energia será usado no
valor inicial (antes da colisão) esta velocidade e por consequência, momentos e
energias referentes a ela.
9

Agora que se conhecem os valores das grandezas antes da colisão, pode-se


fazer o estudo de conservação de momento linear e energia nos casos de colisões
de mesmas massas e massas diferentes.
O próximo conjunto de medições foi realizado com a colisão da esfera a com a
esfera b, neste conjunto a esfera a possui massa de 66g e a esfera b massa de 16g.
Todas as alturas foram mantidas em relação à Tabela 1. Os valores das distâncias
alcançadas por cada esfera após a colisão estão na Tabela 2.
Tabela 2 – Esfera a de massa maior colide com b.
Sa eixo X [mm] Sa eixo Y [mm] Sb eixo X [mm] Sb eixo Y [mm]
98 0 210 0
99 0 215 0
100 4 215 -14
93 4 210 -14
97 6 209 -28

Usando a equação (5) tem-se as velocidades das esferas.


Tabela 3 – Velocidades das esferas a e b em m/s a partir da Tabela 2.
vafx vafy vbfx vbfy
0,797 0,000 1,709 0,000
0,806 0,000 1,750 0,000
0,814 0,033 1,750 -0,114
0,757 0,033 1,709 -0,114
0,789 0,049 1,701 -0,228
média 0,793 0,023 1,723 -0,091
desvio padrão 0,022 0,022 0,024 0,095

As velocidades de a em x e em y são respectivamente: 0,793 ± 0,022 m/s e


0,023 ± 0,022 m/s. E as velocidades b em x e em y são respectivamente: 1,723 ±
0,024 m/s e -0,091 ± 0,095 m/s (Sinal negativo pela orientação dos eixos).
Com base nas médias destas velocidades, os momentos finais de cada esfera
após a colisão em cada eixo, o momento total usando a equação (10) para a soma
das componentes e a diferença entre o momento total final e o inicial são
apresentados na Tabela 4.
10

Tabela 4 – Momentos lineares das esferas a e b a partir da Tabela 3 em [g.m/s].

pafx pafy pbfx pbfy


52,3100 0,6445 27,5758 -1,4582

pai 79,4855
pfx 79,886
pfy -0,814
pf 79,890
pf – pai 0,4045

A diferença dos momentos calculados em g.m/s é de 0,4045, percentualmente


esta diferença é 0,50%, o que permite dizer que o momento linear se conservou no
sistema e estas diferenças são decorrentes de pequenas variações no experimento.
É interessante notar que o valor do momento final calculado a partir do
momento final de cada esfera e estes por sua vez com base na média das
velocidades de cada esfera é ligeiramente superior ao momento inicial. Todavia, se
a altura h1 fosse de 192 mm, ou seja, 1 mm acima, o momento final seria menor que
o inicial e a diferença seria de 0,67 g.m/s, isto significa que uma pequena diferença
na medição é suficiente para dar a impressão de que houve um ganho de momento
no sistema.
Utilizando-se a equação (10) para obter o vetor velocidade total das esferas
após a colisão e usando os valores das velocidades finais médias, pode-se obter os
valores da energia cinética após a colisão, conforme mostra a Tabela 5
Tabela 5 – Velocidades finais e energia das esferas a e b a partir da Tabela 3.

vaf 0,7926
vbf 1,7259
E= ma.g.h3 [mJ] 47,8632
2
Ea = 0,5.ma.vaf [mJ] 20,747
2
Eb = 0,5.mb.vbf [mJ] 23,830
Ea + Eb [mJ] 44,577
E – (Ea + Eb) [mJ] 3,2865

A energia antes da colisão é de 47,86 mJ, energia correspondente à diferença


de alturas entre as esferas. Após a colisão, a velocidade que cada esfera possui
permite calcular e energia após a colisão e chegar no valor de 44,58 mJ. A diferença
11

de energia é de 3,29 mJ, uma perda pequena em valores absolutos mas que
representa uma porcentagem de 6,87% da energia inicial do sistema.

O conjunto de medições seguinte foi realizado com esfera a com massa de 16g
e a esfera b massa de 16g. Todas as alturas foram mantidas em relação à Tabela 1.
Os valores das distâncias alcançadas por cada esfera após a colisão estão na
Tabela 6.
Tabela 6 – Esfera a colide com b de mesma massa.
Sa eixo X [mm] Sa eixo Y [mm] Sb eixo X [mm] Sb eixo Y [mm]
37 10 140 -7
36 5 138 -4
35 13 137 -10
35 27 134 -24

Usando as equações (5) tem-se as velocidades das esferas.


Tabela 7 – Velocidades das esferas a e b em m/s a partir da Tabela 6.
vafx vafy vbfx vbfy
0,301 0,081 1,139 -0,057
0,293 0,041 1,123 -0,033
0,285 0,106 1,115 -0,081
0,285 0,220 1,090 -0,195
média 0,291 0,112 1,117 -0,092
desvio padrão 0,008 0,077 0,020 0,072

As velocidades de a em x e em y são respectivamente: 0,291 ± 0,008 m/s e


0,112 ± 0,077 m/s. E as velocidades b em x e em y são respectivamente: 1,717 ±
0,020 m/s e -0,092 ± 0,072 m/s (Sinal negativo pela orientação dos eixos).
Com base nas médias destas velocidades, repete-se os procedimentos usados
para confeccionar a Tabela 4. Os resultados estão na Tabela 8.
Tabela 8 – Momentos lineares das esferas a e b a partir da Tabela 7 em [g.m/s].

pafx pafy pbfx pbfy


4,6546 1,7902 17,8696 -1,4647

pai 19,2692
pfx 22,5241
pfy 0,3255
pf 22,5265
pf – pai 3,2573
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A diferença dos momentos calculados em g.m/s é de 3,2573, percentualmente


esta diferença é de 16,90%, este valor é aproximadamente 32 vezes maior que a
diferença percentual da colisão entre as massas de 66g e 16g. Percebe-se que este
resultado é incoerente em relação ao obtido com as massas diferentes. No entanto,
de acordo com Halliday et al numa colisão elástica unidimensional entre dois corpos
de mesma massa a velocidade final do corpo que atinge o outro (esfera a) deve ser
zero, e esta velocidade é totalmente transferida para o outro corpo. Partindo disto, o
novo cálculo da diferença entre o momento inicial e o final sendo este o momento
final de b ao longo de X é:
Tabela 9 – Diferença do momento inicial em relação ao final de b em X.

pai 19,2692
pbfx 17,8696
pai – pbfxf 1,3996

Pela Tabela 9, a diferença é de 1,40 g.m/s, percentualmente esta diferença


representa 7,26%. Valor menor que o obtido a partir da Tabela 8, todavia, esta
diferença pode se interpretada como a parcela de momento remanescente do fato
dessa colisão não ter sido unidimensional.
No cálculo das energias deste sistema, serão usadas as velocidades finais das
esferas, pois enxerga-se que o comportamento da energia independe do eixo
adotado ou da colisão ser uni ou bidimensional, logo, utilizando-se a equação (10)
para obter o vetor velocidade total das esferas após a colisão e usando os valores
das velocidades finais médias, os valores da energia cinética após a colisão, são
exibidos na Tabela 10.
Tabela 10 – Velocidades finais e energia das esferas a e b a partir da Tabela 7.

vaf 0,3117
vbf 1,1206
E= ma.g.h3 [mJ] 11,6032
2
Ea = 0,5.ma.vaf [mJ] 0,777
2
Eb = 0,5.mb.vbf [mJ] 10,046
Ea + Eb [mJ] 10,823
E – (Ea + Eb) [mJ] 0,7802

A energia antes da colisão é de 11,60 mJ. Após a colisão, a energia é igual a


10,82 mJ. A diferença de energia é de 0,78 mJ, uma perda pequena em valores
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absolutos que representa porém uma porcentagem de 6,72% da energia inicial do


sistema. Esta porcentagem é muito próxima da porcentagem da diferença de
energia na colisão entre as massas diferentes, o que significa que ambos os
sistemas tiveram suas perdas de energia relacionadas a fatores comuns, dentre
eles, cita-se a audível produção de energia sonora no momento do choque entre as
esferas, e a diferença é 0,5% menor que a porcentagem da diferença entre o
momento inicial e o final de b em X, sendo este valor é o mesmo da diferença dos
momentos no choque com massas diferentes.

6. CONCLUSÃO
Conclui-se que num choque mecânico elástico, em um sistema isolado, tanto o
momento linear quanto a energia do sistema devem se conservar. Como no
momento da colisão é produzido som, conclui-se que uma das formas de energia
para a qual é desviada a energia inicial do sistema é para a produção desse som.
Isto foi verificado pela porcentagem da diferença das energias nos casos de colisões
estudados, em ambos os caso está porcentagem ficou ao redor de 6,8%.
O momento linear também deve ser conservado como visto na colisão entre
corpos de massas diferentes. No entanto, não na colisão de corpos de mesma
massa, não ficou evidente este comportamento. De acordo com os dados, não
houve nenhum choque perfeitamente unidimensional, desta forma, a esfera a não
ficou imobilizada após colidir com b, isto é uma consequência da dificuldade de duas
esferas de mesmo diâmetro colidirem perfeitamente sobre suas linhas de centro,
assim, nesta colisão a esfera a sempre pode manter parte de sua velocidade, rolar
pela beirada do bloco de madeira e cair sobre o papel sulfite, o que contribuiu para
que o momento final parecesse muito diferente do inicial.
Contudo, mesmo perante as dificuldades que ocorreram quando as massas
foram iguais, a energia do sistema permaneceu conservada, incluindo a parcela
transformada em som.

7. REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS
FENDT, Walter. Colisões Elástica e Inelásticas. Disponível em <http://www.walter-
fendt.de/ph11br/collision_br.htm>. Acesso em 07 de set. 2009
HALLIDAY, David; RESNICK, Robert; WALKER, Jear. Fundamentos de Física,
7.ed. Rio de Janeiro, LTC, 2005. V.2. p.227-233, 239-241.