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Resultados do 1º Trimestre de 2010

GRUPO FLEURY ANUNCIA AUMENTO DE 11,2% NA RECEITA


Fleury ON
(Bovespa FLRY3)
BRUTA, 14,3% NO LUCRO BRUTO, 16,7% NO EBITDA E DE
114% NO LUCRO LÍQUIDO.

Capital total (13/05/2010) São Paulo, 13 de Maio de 2010 - O Grupo Fleury (BOVESPA: FLRY3)
131.298.550 ações anuncia hoje o resultado do primeiro trimestre de 2010 (1T10). As informações
Financeiras e Operacionais contidas neste relatório foram preparadas
com base no resultado consolidado, em conformidade com a Lei das S.A
Free float (13/05/2010) 11.638/07 e os princípios contábeis adotados no Brasil (BR GAAP).
39.389.570 ações
(30,0%) Todas as comparações realizadas são relativas ao mesmo período
de 2009 (1T09), exceto quando especificado diferentemente.

Cotação em 13/05/2010 Destaques Financeiros


R$ 17,70/ação
Elevação da receita bruta em 11,2%, atingindo R$217 milhões, cabendo
ressaltar:
Valor de Mercado (13/05/2010)
R$ 2.323,98 milhões
• Crescimento impulsionado principalmente por Medicina Diagnóstica,
distribuído de forma equilibrada entre Análises Clínicas, Imagem e outras
Caixa e Equivalentes especialidades diagnósticas; Unidades de Atendimento com expansão
(13/05/2010) de 12,9% e Operações Hospitalares com 18,7% de crescimento.
R$ 576 milhões • Medicina Preventiva e Terapêutica (MP&T) atingiu um crescimento de
51,6%, excluindo-se o efeito da descontinuidade do Fleury Hospital-Dia
(agora denominado Fleury CPMA). Incluindo CPMA, MP&T reduziu sua
Relações com Investidores
receita em 4,1%.
Fábio Marchiori
Diretor Executivo de Finanças e RI
O Lucro bruto aumentou 14,3%, atingindo R$ 86 milhões, devido ao
João Patah enobrecimento do mix de serviços e ganhos obtidos com as integrações
Gerente de RI dos sistemas de atendimento e de áreas técnicas, bem como de sinergias
Tel. (11) 5014-7413 das aquisições. Como resultado, a Margem Bruta melhorou 110 basis
ri@fleury.com.br points, atingindo 42,2%.
www.fleury.com.br/ri

EBITDA (sem qualquer forma de ajuste) atingiu R$44,9 milhões,


Teleconferências um aumento de 16,7%. A Margem EBITDA foi de 22,0%, 101 basis points
14 de Maio de 2010 acima do 1T09. Importante destacar que, durante o 1T10, o Grupo teve
R$ 4,0 milhões de gastos não recorrentes, representando 2,0% da Receita
Português Líquida.
12:30 PM (11:30 AM EST)
Inglês
11:00 AM (10:00 AM EST) Elevação do lucro líquido em R$ 12,6 milhões, atingindo R$23,5
milhões (11,5% da receita líquida), influenciado pela elevação do Lucro
Phone numbers:
Bruto (R$ 10,8 milhões acima do 1T09) e Resultado Financeiro Líquido (R$
Participantes do Brasil:
+55 11 4688-6361
3,8 milhões positivos, comparado a uma despesa de R$ 7,3 milhões no
Participantes do EUA: 1T09).
(+1) 888-700-0802
Participantes de outros países:
(+1) 786-924-6977 Fluxo de Caixa de R$ 48 milhões, incluído o lote suplementar (R$ 82,2
milhões), parcialmente compensado por atividades de investimento (R$ 9,6
Password: Fleury milhões) e amortizações de empréstimos (R$ 4,5 milhões).
Webcast: www.fleury.com.br/ri

1
Indicadores Financeiros

R$ milhões 1T10 1T09 r 4T09 r


Receita Bruta 217,2 195,2 11,2% 215,7 0,7%
Receita Líquida 203,9 183,2 11,3% 202,5 0,7%
Lucro Bruto 86,0 75,3 14,3% 75,5 13,9%
% RL 42,2% 41,1% 110 bps 37,3% 490 bps
EBITDA 44,9 38,4 16,7% 41,0 9,5%
% RL 22,0% 21,0% 101 bps 20,2% 178 bps
Lucro Líquido 23,5 11,0 114,3% 20,1 17,2%
% RL 11,5% 6,0% 555 bps 9,9% 163 bps

Dívida Líquida (402,2) 104,3 (327,8)


Quantidade de Ações (milhões) 131,3 4,6 126,2

Destaques Operacionais

• Finalização da integração das operações Biesp (Estado de São Paulo) e do Centro de Mastologia do Rio de
Janeiro, com a unificação dos sistemas de TI.
• Otimização da rede de Unidades de Atendimento no Rio de Janeiro, com o início de serviços de imagem em
duas unidades e encerramento das atividades de dez unidades deficitárias
• Finalização da unificação das áreas técnicas no Estado de São Paulo com a desativação de uma área técnica.
• Incorporação do Laboratório Weinmann, adquirido pelo Grupo em Outubro de 2009.

Cenário Econômico e Setor

O crescimento e a formalização dos empregos são os principais impulsionadores da expansão do número de beneficiários
das Operadoras de Planos Saúde. As tendências atuais continuam a delinear oportunidades de crescimento no setor; foram
criados 657 mil empregos formais líquidos durante o 1T10, totalizando 1,7 milhões nos últimos 12 meses.

Ao mesmo tempo, números recentemente divulgados pela Agência Nacional de Saúde (ANS) revelam que o setor de planos
de saúde alcançou um total de 42,9 milhões de beneficiários no final de 2009, um aumento de 4,9% comparado ao ano
anterior e um CAGR de 5,1% desde 2006. O principal impulsionador desta performance tem sido os Planos de Saúde
Corporativos, com 6,3% de crescimento comparado ao ano anterior.

Brasil e Áreas Metropolitanas

Criação de Emprego Formal (milhares) Beneficiários de Planos de Saúde (milhões)


1T10 LTM rLTM 2009* r Y.o.Y* Penetração
Brasil 657,3 1.710,1 5,3% 42,9 4,9% 22,4%
São Paulo 111,2 289,7 5,2% 17,2 2,1% 49,7%
Rio de Janeiro 27,9 99,0 4,1% 5,5 5,6% 38,5%
Rio Grande do Sul 23,1 55,2 5,8% 2,4 13,5% 32,5%
Bahia 17,1 56,6 8,1% 1,3 1,2% 22,4%
Pernambuco 4,7 47,7 7,4% 1,3 5,8% 26,6%
Paraná 25,5 49,1 5,7% 2,2 10,9% 34,1%
* Números Estaduais, fonte MTE - Cadastro Geral de Empregos e Desempregos

Ainda de acordo com a ANS, as despesas no setor da saúde privada atingiram R$ 52,2 bilhões em 2009, representando
um aumento de 8,3% sobre 2008. Há uma estimativa de que aproximadamente 21% dessas despesas (R$ 11,1 bilhões)
ocorreram em Medicina Diagnóstica.

Outro importante propulsor de crescimento no setor privado de saúde é a mobilidade social da população. Embora não haja
informações públicas oficiais relativas à segmentação dos planos por faixa de renda familiar, pesquisas feitas pela PNAD
/ IBGE, entre 2004 e 2008 mostraram um CAGR de 10% do número de famílias das classes A e B, de 9% na classe C,
enquanto as classes D e E registraram diminuição de 0,8% ao ano.

2
Performance Financeira

Receita Bruta

A receita bruta atingiu R$ 217 milhões no 1T10, um aumento de 11,2% comparado ao 1T09 e 0,7% sobre o 4T09. Este
montante é resultado do consistente crescimento das unidades de atendimento, das Operações Hospitalares, de MP&T e
das aquisições no Rio de Janeiro (CMRJ) e no Rio Grande do Sul (Weinmann). Neste trimestre, o volume de testes realizados
atingiu 7,6 milhões.

Receita Bruta
(R$ milhões)

A unidade de negócio Medicina Diagnóstica - MD (que inclui nossas Unidades de Atendimento - UAs, Diagnósticos para
Hospitais e Laboratório de Referência) aumentou em 11,5% sua receita bruta, atingindo R$ 214 milhões. O crescimento
orgânico de dois dígitos em UAs e nas Operações Diagnósticos para Hospitais, somadas aos efeitos das aquisições de
Weinmann e CMRJ, compensaram as quedas na receita provocadas por:
(i) Racionalização do portfólio de testes e procedimentos em operações específicas durante 2009 e
(ii) Descontinuidade da operação de Pesquisas Clínicas.

Abertura da Receita Bruta


por Linha de Negócio

A unidade de negócio Medicina Preventiva e Terapêutica - MP&T (que inclui os serviços de Check-Up, Promoção de Saúde
e Gestão de Doenças Crônicas - GDC) atingiu uma receita bruta de R$ 3,6 milhões, um aumento de 51,6% excluindo-se o
efeito do Fleury Hospital-Dia (cujas atividades foram suspensas a partir do 4T09) e uma retração de 4,1% se incluirmos o
efeito do Fleury Hospital-Dia.

A receita bruta por fonte pagadora manteve-se estável e diversificada, conforme segue:
• Provedores de Plano de Saúde são responsáveis por 72% da receita do Grupo, sendo os 5 primeiros responsáveis por
aproximadamente 40%.
• Clientes particulares somam 14% da receita.
• Hospitais, outros Laboratórios e Companhias são responsáveis por 7%, 5% e 2% respectivamente.

3
Performance das Unidades de Negócio

Medicina Diagnóstica

Conforme mencionado anteriormente, esta Unidade de Negócio continua a entregar um crescimento consistente, devido
aos seguintes fatores:
• Otimização da rede de Unidades de Atendimento, associada ao aumento do tamanho médio das unidades, e da oferta
de mix de exames por unidade;
• Implantação contínua da oferta de serviços de imagem e exames de alta complexidade;
• Desenvolvimento de nossas parcerias com Hospitais;
• Aquisições estratégicas;

O crescimento da receita foi obtido de forma equilibrada entre Análises Clínicas (11,7% de aumento, incluindo operação
da marca Weinmann) e exames de Imagem e Outras Especialidades Diagnósticas (11,2% de aumento, incluindo operação
CMRJ). O número de exames de análises clínicas atingiu 7,2 milhões, um crescimento de 6,4%, e o número de exames de
imagem totalizou 0,3 milhões, uma expansão de 5,3%.

Receita Bruta de Medicina Diagnóstica


Abertura por tipo de exame/teste (%)

Unidades de Atendimento

O número de atendimentos e o volume de exames em UAs aumentou 6,4% e 7,1% respectivamente. Como consequência, a
receita aumentou 12,9%, atingindo R$186 milhões.

A receita média por UAs cresceu 16,2%, como resultado de esforços contínuos para otimizar a rede e melhorias do mix de
serviços. Como exemplo, foram fechadas durante o 1T10, no Rio de Janeiro, 10 UAs que representavam receita total de R$
0,2 milhão por mês.

Evolução da Receita Média por Unidade de Atendimento


(R$ Milhões)

No conceito de “same store sales”, cujo cálculo considera as unidades que estiveram abertas no período comparável, o
crescimento do 1T10 foi 7,4%.

4
Operações em Hospitais

O Grupo Fleury segue com planos de ampliação dos serviços prestados a hospitais, tornando-se responsável pelos
exames clínicos, através de suas diferentes marcas (Fleury, Biesp e Paulo Loureiro). O Grupo possui expressiva atuação em
importantes instituições hospitalares em São Paulo, Rio Grande do Sul e Pernambuco.

A receita das operações nesses hospitais atingiu R$ 17,7 milhões no 1T10, um crescimento de 18,7%. Esta expansão foi
alcançada principalmente pelos seguintes fatores:

I. Ampliação de atendimento por parte dos hospitais nos quais o grupo atua – Hospital Sírio-Libanês, Hospital Santa
Catarina e Hospital Samaritano (parcerias com a marca Fleury, São Paulo), Hospital Alemão Oswaldo Cruz (parceria com
a marca Biesp, São Paulo) e Hospital Santa Joana e Unicordis (parceria com a marca Paulo Loureiro, Pernambuco).
II. Aquisição do Laboratório Weinmann, que tem operações nos Hospitais Moinhos de Vento e Ernesto Dorneles (Rio
Grande do Sul).

O número de testes realizados por esta linha de negócio expandiu 13,1%. A receita média por exame aumentou 5%, como
conseqüência da realização de procedimentos altamente especializados dos hospitais.

Vale realçar que essa expansão das atividades do grupo em hospitais foi obtida mesmo diante do encerramento de operações
em três hospitais (Hospital Nove de Julho, Hospital Sabará e Hospital Nossa Senhora de Lourdes).

Laboratório de Referência e Pesquisas Clínicas

Em 2009 foi concretizado o plano de adequação da diferenciação estratégica na linha de negócio Laboratório de Referência;
o resultado desta importante decisão (em termos de rentabilidade) foi a redução na quantidade de exames de baixa
complexidade realizados. Como resultado, a receita diminuiu 1,6% neste segmento específico.

O grupo decidiu interromper os serviços de Pesquisas Clínicas, mantendo apenas os estudos que já estavam em curso.
Dentro deste contexto, as receitas diminuíram de R$ 2,1 milhões no 1T09 para R$ 0,2 milhão em 1T10.

No consolidado, as receitas desta linha de negócios diminuíram 17,4%.

Medicina Preventiva e Terapêutica

A unidade de negócio Medicina Preventiva e Terapêutica (MP&T) elevou sua receita em 51,6% (excluindo-se a operação do
Hospital-Dia), devido a:

• Maturação gradual do serviço de Gestão de Doenças Crônicas: o principal propulsor deste serviço é o número de vidas
contratadas; o desempenho deste indicador no 1T10 foi excepcional e o Grupo atingiu 13,0 mil vidas, 55% de aumento
sobre 4T09. Um aspecto importante deste negócio é que as receitas são recorrentes e cumulativas, pois esta é uma
prestação contínua de serviços.
• A receita de Check-Up e Promoção de Saúde cresceu 33.4%, principalmente devido ao aumento de 27% do número
de Check-Ups realizados.

Considerando-se o Fleury Hospital-Dia, cujo efeito no 1T09 foi de R$1,5 milhões, a receita de MP&T decresce 4,1%.

Impostos e Cancelamentos

A taxa de Impostos (incorridos sobre receita bruta) representou 5,7%, 32 basis points menor que 1T09, já refletindo os
benefícios das incorporações de controladas, realizadas em Agosto e Setembro de 2009, permitindo a redução de dupla
tributação.

Cancelamentos permaneceram estáveis em 0,4% da receita bruta.

Receita Líquida

A receita líquida consolidada totalizou R$ 204 milhões, um aumento de 11,3%.

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Custos dos Serviços Prestados

Os custos dos serviços prestados compreendem principalmente os custos com pessoal, remuneração médica, materiais,
manutenção de equipamentos e despesas gerais com instalações, incorridas pelo Grupo para realização dos exames de
análises clínicas e procedimentos de diagnóstico por imagem e outras especialidades em nossas Unidades de Atendimento
e Hospitais, bem como despesas para fornecer uma alta qualidade em Serviços ao Cliente (pessoal do Call Center).

Os principais custos fixos são compostos por custos de pessoal, aluguéis, manutenção dos imóveis e serviços gerais
e públicos, enquanto os principais custos variáveis constituem-se de custos com materiais e serviços relacionados aos
exames.

Durante o trimestre, o custo dos serviços prestados foi impactado principalmente por:

• Aumento do volume de exames e procedimentos nas Unidades de Atendimentos e Hospitais;


• Integração das áreas técnicas e unificação das plantas de processamento em São Paulo (concluída no 1T10) com
positivos efeitos sobre os custos e sobre a produtividade;
• Gastos relacionados ao fechamento de unidades e otimização de operações – redundâncias, despesas com multas de
aluguel e desligamento de colaboradores;
• Unificação da plataforma de TI.

No 1T10, o Custo dos Serviços Prestados atingiu R$ 118 milhões (57,8% da receita líquida), um aumento de 9,2%. O
resultado foi uma diluição de 110 basis points sobre 1T09.

A seguir, encontra-se descritivo sobre as linhas de custo mais representativas sobre a receita líquida do grupo no 1T10:
• Pessoal e Médicos (28,4% da receita líquida, com aumento de 71 basis points sobre 1T09) representa o principal custo
do Grupo, reflexo da alta qualificação de nossos profissionais e da participação relevante de serviços de alto valor
agregado;
• Materiais e Terceirizações (12,3% da receita líquida, com um decréscimo de 50 basis points sobre 1T09);
• Serviços Gerais, Aluguéis e Serviços Públicos (11,9% da receita líquida, decréscimo de 199 basis points sobre 1T09);
• Gastos Gerais (5.2% da receita líquida, aumento de 68 basis points sobre 1T09).

1T10 1T09 4T09


% Receita % Receita % Receita
R$ milhões R$ milhões  R$ milhões 
Líquida Líquida Líquida
Pessoal e Médicos 57,9 28,4% 50,7 27,7% 71 bps 60,7 30,0% -157 bps

Materiais e terceirizações 25,1 12,3% 23,5 12,8% -50 bps 27,7 13,7% -134 bps
Serviços gerais, alugueis e serviços 24,2 11,9% 25,4 13,9% -199 bps 29,3 14,4% -260 bps
públicos
Gastos Gerais 10,6 5,2% 8,3 4,5% 68 bps 9,3 4,6% 61 bps

Custos dos Serviços Prestados 117,9 57,8% 107,9 58,9% -110 bps 127,0 62.7% -490 bps

Lucro Bruto
O lucro bruto no 1T10 atingiu R$ 86,0 milhões, com uma margem bruta sobre receita líquida de 42,2%. Este resultado
representa um aumento de 14,3% quando comparado ao 1T09, 110 basis points de melhoria.

Abaixo segue a abertura do lucro bruto por unidade de negócio:


• Medicina Diagnóstica melhorou sua margem sobre receita líquida de 43% no 1T09 para 44% no 1T10, principalmente
impulsionada por melhorias nas marcas regionais;
• Medicina Preventiva e Terapêutica melhorou sua margem negativa sobre receita líquida, de -58% no 1T09 para -39% no
1T10, consequência das receitas iniciais do serviço de Gestão de Doenças Crônicas.

Despesas Operacionais

Despesas gerais e administrativas (G&A) - As despesas gerais e administrativas, excluindo-se as provisões para o Programa
de Participação de Resultados (PPR) e as Depreciações, foram de R$32,9 milhões, um aumento de 6,0% sobre 1T09. A inflação,
gastos com demissões e despesas adicionais de empresas adquiridas foram parcialmente compensadas pelos ganhos obtidos
com as reestruturações realizadas no decorrer de 2009. Despesas G&A, excluindo-se o PPR e as Depreciações, foram diluídas
para 16.2% da receita líquida, dos 17,0% no 1T09. Comparando ao 4T10, houve uma diluição de 444 basis points.

As provisões para o Programa de Participação de Resultados (PPR) totalizou R$ 2,5 milhões, próximo ao valor do 1T09, e inclui
valores para os funcionários operacionais (áreas técnicas e unidades de atendimento) e administrativos.
6
A depreciação aumentou R$ 1,2 milhão, totalizando R$ 8.0 milhões, principalmente como resultado da incorporação dos ativos
fixos das aquisições realizadas em 2009.

Apesar da Amortização de Ágio não mais ser refletida nas demonstrações de resultado, o Grupo Fleury continua se beneficiando
dos seus efeitos de crédito fiscal, reduzindo a taxa efetiva de impostos.

Outras receitas (despesas) operacionais, líquidas - Outras receitas (despesas) operacionais líquidas aumentaram R$
2,9 milhões, principalmente para ajustar o nível das provisões para devedores duvidosos ao crescimento do nível do contas a
receber de 2009. É importante salientar que no 1T10 o contas a receber demonstra melhoria no aging superior a 120 dias.

Provisão de Contingências - As provisões para contingências apresentaram reversão de R$ 0,2 milhão.

1T10 1T09 4T09


% Receita % Receita % Receita
R$ milhões R$ milhões  R$ milhões 
Líquida Líquida Líquida
Despesas Gerais e Administrativas 32,9 16,2% 31,1 17,0% -81 bps 41,7 20,6% 444 bps

Programa de Participação de Resultados 2,5 1,2% 2,9 1,6% -36 bps 2,7 1,4% 16 bps
Outras receitas (despesas) operacionais Líq 6,0 2,9% 3,0 1,6% 128 bps -5,7 -2,8% -571 bps
Provisão de Contingências -0,2 -0,1% 0,2 0,1% -16 bps -4,2 -2,1% -200 bps

Despesas Operacionais (sem depreciação) 41,2 20,2% 37,1 20,2% -5 bps 34,6 17,1% -313 bps

EBITDA

O EBITDA atingiu R$ 44,9 milhões, 16,7% de aumento, representando uma margem sobre a receita líquida de 22,0%, 101
basis points acima do ano anterior. Comparando ao 4T09, a margem EBITDA aumentou 178 basis points.

Gastos não-recorrentes totalizam R$ 4,0 milhões. Este montante, originado principalmente por despesas relacionadas à
reestruturação administrativa, despesas com integrações e de encerramento de unidades, não foi utilizado em qualquer
forma de ajuste no cálculo do EBITDA apresentado acima.

Evolução do EBITDA
(R$ Milhões)

1T10 1T09
R$ milhões % Receita Líq. R$ milhões % Receita Líq. 
Lucro Líquido 23,5 11,5% 11,0 6,0% 555 bps

Resultado Financeiro Líquido (3,7) (1,8%) 7,3 4,0% 583 bps


Depreciação e Amortização 8,0 3,9% 6,8 3,7% -20 bps
IR e Contribuição Social 17,0 8,4% 13,3 7,3% -109 bps

EBITDA (SEM ajustes) 44,9 22,0% 38,4 21,0% 101 bps

7
Resultado Financeiro

O Grupo atingiu R$ 3,7 milhões - receita financeira líquida, comparado a R$ 7,3 milhões de despesas financeiras líquidas no
1T09.

R$ milhões 1T10 1T09

Resultado Financeiro Líquido 3,7 (7,3)


Juros e variação monetária pagos (7,0) (8,0)
Variação cambial e hedge (0,0) (0,0)
Juros de aplicações financeiras 11,6 2,3
Taxas e outros (0,9) (1,6)

Receitas Financeiras 12,3 2,9


Despesas Financeiras (8,6) (10,2)

Imposto de Renda e Contribuição Social

Impostos Diretos somaram R$ 17,0 milhões, uma taxa de 42%, principalmente devido à baixa de impostos sobre ativos
diferidos (R$ 3,0 milhões). A baixa foi resultado de uma diferença temporária transformada em Permanente.

Considerando o montante do imposto corrente registrado, a taxa efetiva foi de 13%.

Lucro Líquido

O Lucro líquido atingiu R$ 23,5 milhões, 114,3% maior que o registrado no 1T09, representando uma margem de lucro de 11,5%
sobre a receita líquida.

Lucro líquido
(R$ Milhões)

Investimentos e Retorno

Os investimentos em CAPEX totalizaram R$ 9,6 milhões no 1T10. Os investimentos mais significativos foram relacionados
com o Plano de Expansão das Unidades de Atendimento, além de equipamentos de análises clínicas e serviços de imagem
e em sistemas de TI.

Deve-se ressaltar que os investimentos em CAPEX serão crescentes ao longo do ano devido à evolução do Plano de
Expansão e do cronograma de instalação de equipamentos de imagem que exigem a preparação anterior das Unidades de
Atendimento correspondentes.

8
Mercado de Capitais

As ações de Fleury S.A. (BOVESPA: FLRY3) finalizaram o 1T10 em R$ 19,00, 18,8% de aumento desde a Oferta Pública
Inicial de Ações, frente a um recuo de 2.5% do índice Ibovespa. No trimestre, as ações tiveram 2,5% de decréscimo (com
uma média diária de R$ 4,0 milhões de volume de negociação).

FLRY3
Fechamento (31/03/2010) R$ 19,00

1T10 Alta R$ 20,00


1T10 Baixa R$ 17,69

Departamento de Relações com Investidores

Telefone: (11) 5014-7413 | E-mail: ri@fleury.com.br | Website: www.fleury.com.br/ri


Endereço: Avenida General Valdomiro de Lima, 508 - 04344-903 - São Paulo, SP - Brasil

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FLEURY S.A. E CONTROLADAS

BALANÇOS PATRIMONIAIS LEVANTADOS EM 31 DE MARÇO DE 2010 E 31 DE DEZEMBRO DE 2009


(Em milhares de reais - R$)

Nota Controladora Consolidado


ATIVO explicativa 31/03/2010 31/12/2009 31/03/2010 31/12/2009

CIRCULANTE
Caixa e equivalentes de caixa 4 575.764 526.735 575.764 527.828
Contas a receber 5 169.606 135.142 170.823 152.596
Estoques 6 9.579 9.116 10.097 12.450
Impostos a recuperar 7 17.808 15.693 17.895 16.307
Despesas do exercício seguinte 4.221 1.617 4.347 1.837
Outros 9.728 8.035 9.989 8.650
Total do ativo circulante 786.706 696.338 788.915 719.668

NÃO CIRCULANTE
Realizável a longo prazo:
Partes relacionadas 21 3.652 6.131 - -
Contas a receber 5 - 63 - 63
Impostos a recuperar 7 14.659 15.109 14.659 15.109
Depósitos judiciais 14 3.844 3.657 3.847 3.657
Imposto de renda e contribuição social diferidos 26 40.852 46.157 40.852 47.768
Outros 1.258 1.893 1.258 1.893
Total do realizável a longo prazo 64.265 73.010 60.616 68.490
Investimentos 8 3.889 10.323 246 246
Imobilizado 9 152.491 148.816 158.630 158.246
Intangível 10 317.806 316.796 318.017 317.819
Total do ativo não circulante 538.451 548.945 537.509 544.801

TOTAL DO ATIVO 1.325.157 1.245.283 1.326.424 1.264.469

As notas explicativas são parte integrante das demonstrações financeiras.

2
Nota Controladora Consolidado
PASSIVO E PATRIMÔNIO LÍQUIDO explicativa 31/03/2010 31/12/2009 31/03/2010 31/12/2009

CIRCULANTE
Empréstimos e financiamentos 11 49.759 37.975 49.781 39.424
Instrumentos financeiros derivativos 17 - 13 - 13
Fornecedores 12 35.921 39.692 36.382 44.239
Salários e encargos a recolher 13 30.237 37.648 30.948 40.858
Provisão para imposto de renda e contribuição social 4.520 970 4.520 970
Impostos e contribuições a recolher 15 20.204 19.322 20.204 19.682
Contas a pagar - aquisição de empresas 16 14.534 35.187 14.534 35.187
Outras contas a pagar 650 702 723 5.672
Total do passivo circulante 155.825 171.509 157.092 186.045

NÃO CIRCULANTE
Empréstimos e financiamentos 11 80.027 92.608 80.027 92.834
Imposto de renda e contribuição social diferidos 26 18.055 13.241 18.055 13.241
Provisão para contingências 14 7.742 15.587 7.742 17.183
Impostos e contribuições a recolher 15 82.704 72.228 82.704 74.996
Contas a pagar - aquisição de empresas 16 29.205 32.607 29.205 32.607
Outros 7 1.164 7 1.224
Total do passivo não circulante 217.740 227.435 217.740 232.085

PATRIMÔNIO LÍQUIDO
Capital social 20 832.058 750.420 832.058 750.420
Reserva de capital 1 1 1 1
Reseva de capital - opções outorgadas reconhecidas 67 - 67 -
Reserva de reavaliação 3.866 4.107 3.866 4.107
Reservas de lucros 115.600 91.811 115.600 91.811
Total do patrimônio líquido 951.592 846.339 951.592 846.339

TOTAL DO PASSIVO E PATRIMÔNIO LÍQUIDO 1.325.157 1.245.283 1.326.424 1.264.469

2
FLEURY S.A. E CONTROLADAS

DEMONSTRAÇÕES DO RESULTADO
PARA OS PERÍODOS DE TRÊS MESES FINDOS EM 31 DE MARÇO DE 2010 E DE 2009
(Em milhares de reais - R$, exceto o lucro líquido por ação)

Controladora Consolidado
Nota 01/01/2010 a 01/01/2009 a 01/01/2010 a 01/01/2009 a 01/01/2010 a 01/01/2009 a 01/01/2010 a 01/01/2009 a
explicativa 31/03/2010 31/03/2009 31/03/2010 31/03/2009 31/03/2010 31/03/2009 31/03/2010 31/03/2009

RECEITA DE PRESTAÇÃO DE SERVIÇOS 22 206.797 143.634 206.797 143.634 217.159 195.223 217.159 195.223

IMPOSTOS (11.980) (8.127) (11.980) (8.127) (12.460) (11.818) (12.460) (11.818)

CANCELAMENTOS (534) (49) (534) (49) (802) (249) (802) (249)

RECEITA LÍQUIDA 194.283 135.458 194.283 135.458 203.897 183.156 203.897 183.156

CUSTO DOS SERVIÇOS PRESTADOS 23 (110.717) (67.402) (110.717) (67.402) (117.868) (107.889) (117.868) (107.889)

LUCRO BRUTO 83.566 68.056 83.566 68.056 86.029 75.267 86.029 75.267

(DESPESAS) RECEITAS OPERACIONAIS


Gerais e administrativas 24 (40.863) (32.948) (40.863) (32.948) (43.399) (40.767) (43.399) (40.767)
Outras receitas (despesas) operacionais, líquidas 25 (5.863) 315 (5.863) 315 (5.955) (3.008) (5.955) (3.008)
Reversão (provisão) para contingências (150) (150) (150) (150) 164 (150) 164 (150)
Equivalência patrimonial 8 (337) (9.416) (337) (9.416) - - -

LUCRO OPERACIONAL ANTES DO RESULTADO


FINANCEIRO 36.353 25.857 36.353 25.857 36.839 31.342 36.839 31.342

RESULTADO FINANCEIRO 26 3.772 (2.647) 3.772 (2.647) 3.738 (7.313) 3.738 (7.313)

LUCRO ANTES DO IMPOSTO DE RENDA E DA


CONTRIBUIÇÃO SOCIAL 40.125 23.210 40.125 23.210 40.577 24.029 40.577 24.029

IMPOSTO DE RENDA E CONTRIBUIÇÃO SOCIAL


Correntes 27 (4.847) (7.984) (4.847) (7.984) (5.299) (8.091) (5.299) (8.091)
Diferidos 27 (11.730) (4.240) (11.730) (4.240) (11.730) (5.204) (11.730) (5.204)

LUCRO ANTES DA PARTICIPAÇÃO


DOS MINORITÁRIOS 23.548 10.986 23.548 10.986 23.548 10.734 23.548 10.734

PARTICIPAÇÃO DOS MINORITÁRIOS - - - - - 252 - 252

LUCRO LÍQUIDO DO PERÍODO 23.548 10.986 23.548 10.986 23.548 10.986 23.548 10.986

Quantidade de ações em circulação no final do período (*) 131.298.550 4.595.449 131.298.550 4.595.449

LUCRO LÍQUIDO POR AÇÃO - R$ 0,18 2,39 0,18 2,39

(*) O aumento de ações no exercício de 2010 comparado com 2009 se deve à emissão de novas ações e ao desdobramento de ações existentes

As notas explicativas são parte integrante das demonstrações financeiras.

3
FLEURY S.A.

DEMONSTRAÇÕES DAS MUTAÇÕES DO PATRIMÔNIO LÍQUIDO (CONTROLADORA)


PARA OS PERÍODOS DE TRÊS MESES FINDOS EM 31 DE MARÇO DE 2010 E PARA O EXERCÍCIO FINDO EM 31 DE DEZEMBRO DE 2009
(Em milhares de reais - R$, exceto os dividendos por ação, propostos e distribuídos)

Capital Reservas de lucros


Nota Capital Gastos na emissão Reserva de Reserva de capital - opções Reserva de Reserva Reserva para Lucros
explicativa social de ações capital outorgadas reconhecidas reavaliação legal Investimentos acumulados Total

SALDOS EM 31 DE DEZEMBRO DE 2008 94.439 - 1 - 5.272 9.458 41.503 - 150.673

Aumento de capital 20 678.199 - - - - - - - 678.199


Gasto com emissão de ações - (22.218) - - - - - - (22.218)
Realização da reserva de reavaliação - - - - (1.165) - 1.165 -
Lucro líquido do exercício (R$0,66 por ação) - - - - - - - 83.685 83.685
Destinação do lucro:
Dividendos distribuídos, AGE de 12 de agosto de 2009 (R$1,96 por ação) 20 - - - - - - - (9.000) (9.000)
Dividendos distribuídos, AGE 19 de outubro de 2009 (R$7,62 por ação) 20 - - - - - - - (35.000) (35.000)
Constituição da reserva legal 20 - - - - - 4.185 - (4.185) -
Apropriação para reserva de lucros - - - - - - 36.665 (36.665) -

SALDOS EM 31 DE DEZEMBRO DE 2009 772.638 (22.218) 1 - 4.107 13.643 78.168 - 846.339

Aumento de capital 20 82.204 - - - - - - - 82.204


Gasto com emissão de ações - (566) - - - - - - (566)
Realização da reserva de reavaliação - - - - (241) - - 241 -
Plano de opção de compra de ações - - - 67 - - - - 67
Lucro líquido do período (R$0,18 por ação) - - - - - - - 23.548 23.548
-

SALDOS EM 31 DE MARÇO DE 2010 854.842 (22.784) 1 67 3.866 13.643 78.168 23.789 951.592

As notas explicativas são parte integrante das demonstrações financeiras.

4
FLEURY S.A. E CONTROLADAS

DEMONSTRAÇÕES DOS FLUXOS DE CAIXA


PARA OS PERÍODOS DE TRÊS MESES FINDOS EM 31 DE MARÇO DE 2010 E DE 2009
(Em milhares de reais - R$)

Controladora Consolidado
31/03/2010 31/03/2009 31/03/2010 31/03/2009

FLUXO DE CAIXA DAS ATIVIDADES OPERACIONAIS


Lucro líquido do período 23.548 10.986 23.548 10.986
Itens que não afetam o caixa líquido proveniente das atividades operacionais:
Depreciações e amortizações 7.367 5.049 8.011 6.837
Plano de opção de compra de ações 67 - 67 -
Custo residual de ativos imobilizados baixados 1.049 - 1.049 -
Participação dos minoritários - - - 164
Resultado de equivalência patrimonial 337 9.416 - -
Juros e variação monetária 6.845 3.707 6.886 5.628
Impostos diferidos 11.730 4.240 11.730 5.204
Constituição (reversão) de provisão para contingências 150 150 (164) 150
Provisão para créditos de liquidação duvidosa 4.407 - 4.412 3.040
Baixas de títulos incobráveis 7 7
(Aumento) redução nos ativos:
Contas a receber (26.995) (28.436) (27.333) (37.320)
Estoques 1.927 852 2.353 1.228
Outros ativos circulantes (5.381) (860) (5.376) (2.049)
Ativos não circulantes 335 (62) 335 469
Aumento (redução) nos passivos:
Fornecedores (5.507) 10 (6.638) (2.716)
Contas a pagar e provisões (8.979) 758 (9.069) 5.472
Imposto de renda e contribuição social 3.444 (55) 3.550 224
Outros passivos não circulantes (5.058) (528) (5.243) (8.049)
Outros-
Juros pagos (2.227) (2.713) (2.331) (5.470)
Liquidação de instrumentos financeiros - 873 - 1.139
Caixa líquido proveniente das atividades operacionais 7.066 3.387 5.794 (15.063)

FLUXO DE CAIXA DAS ATIVIDADES DE INVESTIMENTO


Adições ao ativo imobilizado (8.852) (3.099) (9.004) (10.342)
Adições ao ativo intangível (591) (1.385) (617) (2.845)
Adições em investimentos e ágio na aquisição de controladas (21) (10.888) (21) -
Contas a pagar - aquisições de empresas (24.134) (1.168) (24.134) (4.463)
Caixa líquido incorporado 336 - - -
Caixa líquido aplicado nas atividades de investimento (33.262) (16.540) (33.776) (17.650)

FLUXO DE CAIXA DAS ATIVIDADES DE FINANCIAMENTO


Aumento de capital 82.204 130.170 82.204 130.170
Gastos com emissão de ações (1.759) - (1.759) -
Empréstimos e financiamentos obtidos com instituições financeiras 1.333 3.000 1.359 3.000
Empréstimos pagos (4.858) (15.147) (5.886) (28.725)
Partes relacionadas (1.695) (28.912) - -
Caixa líquido proveniente das atividades de financiamento 75.225 89.111 75.918 104.445

AUMENTO DE CAIXA E EQUIVALENTES DE CAIXA 49.029 75.958 47.936 71.732

CAIXA E EQUIVALENTES DE CAIXA


No início do período 526.735 12.282 527.828 18.401
No fim do período 575.764 88.240 575.764 90.133

AUMENTO DE CAIXA E EQUIVALENTES DE CAIXA 49.029 75.958 47.936 71.732

As notas explicativas são parte integrante das demonstrações financeiras.