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UNIVERSIDADE FEDERAL DE ALAGOAS CENTRO DE TECNOLOGIA - CTEC CURSO DE ENGENHARIA QUÍMICA Relatório de

UNIVERSIDADE FEDERAL DE ALAGOAS

CENTRO DE TECNOLOGIA - CTEC CURSO DE ENGENHARIA QUÍMICA

Relatório de Aula Prática

CURSO DE ENGENHARIA QUÍMICA Relatório de Aula Prática FENÔMENOS ELETROSTÁTICOS Aluno: Alesson Gomes dos Santos

FENÔMENOS ELETROSTÁTICOS

Aluno: Alesson Gomes dos Santos Professor: Vinícius Manzoni Vieira

UNIVERSIDADE FEDERAL DE ALAGOAS CENTRO DE TECNOLOGIA - CTEC CURSO DE ENGENHARIA QUÍMICA Relatório de

UNIVERSIDADE FEDERAL DE ALAGOAS

CENTRO DE TECNOLOGIA - CTEC CURSO DE ENGENHARIA QUÍMICA

Relatório de Aula Prática

CURSO DE ENGENHARIA QUÍMICA Relatório de Aula Prática FENÔMENOS ELETROSTÁTICOS Relatórios dos experimentos que

FENÔMENOS ELETROSTÁTICOS

Relatórios dos experimentos que se enquadram no título acima citado, os quais foram realizados no laboratório de física 3 do Instituto de Física, sob a orientação do professor Vinícius Manzoni Vieira, como requisito para avaliação da disciplina

MACEIÓ - AL

2016

SUMÁRIO

4

2. DEMONSTRAÇÃO DOS TIPOS DE CARGAS EM CORPOS ATRITADOS 5

1. INTRODUÇÃO TEÓRICA

a. Objetivo

5

b. Material e Procedimentos Utilizados

5

c. Resultados e Discussão

5

d. Conclusões

5

3. FORÇA ENTRE CORPOS CARREGADOS

5

a. Objetivo

5

b. Material e Procedimentos Utilizados

5

c. Resultados e Discussão

6

d. Conclusões

6

4. MODELO DE UM ELETROSCÓPIO

6

a. Objetivo

6

b. Material e Procedimentos Utilizados

6

c. Resultados e Discussão

6

d. Conclusões

6

5. O FUNCIONAMENTO DE UM ELETROSCÓPIO

7

a. Objetivo

7

b. Material e Procedimentos Utilizados

7

c. Resultados e Discussão

7

d. Conclusões

7

6. INDUÇÃO ELETROSTÁTICA EM CONDUTORES E NÃO-CONDUTORES

7

 

a. Objetivo

7

b. Material e Procedimentos Utilizados

 

7

c. Resultados e Discussão

 

8

d. Conclusões

 

8

7. EFEITO

DE

UMA

FORÇA

SOBRE

UM

CORPO

COM

INDUÇÃO

ELETROSTÁTICA

 

8

 

a. Objetivo

8

b. Material e Procedimentos Utilizados

 

8

c. Resultados e Discussão

 

9

d. Conclusões

 

9

8.

INDUÇÃO ELETROSTÁTICA EM UM ELETROSCÓPIO

 

9

a. Objetivo

9

c.

Resultados e Discussão

9

 

d.

Conclusões

9

9.

REFERÊNCIAS

10

1.

INTRODUÇÃO TEÓRICA

Existem quatro interações fundamentais na natureza: nuclear forte, eletromagnética,

nuclear fraca e gravitacional. O objeto de estudo necessário para compreender os fenômenos físicos observados no laboratório será a interação eletromagnética.

O eletromagnetismo foi estudado pela primeira vez, mesmo de forma indireta, pelos

filósofos da Grécia Antiga que descobriram que se um pedaço de âmbar fosse friccionado

e depois aproximado de pedaços de palha, esta seria atraída pelo âmbar. Esta interação é data por conta de uma força elétrica, hoje conhecida.

A carga elétrica é uma propriedade das partículas fundamentais de que é feita a

matéria. A grande quantidade de cargas que existem em qualquer objeto geralmente não pode ser observada porque o objeto contém quantidades iguais de dois tipos de carga:

positivas e negativas. Estes termos foram escolhidos de forma arbitrária por Benjamin Franklin. Quando existe igualdade de cargas, o objeto é considerado eletricamente neutro; quando são diferentes, dizemos que este objeto se encontra eletricamente carregado. Esses objetos eletricamente carregados interagem exercendo forças uns sobre os outros. Os materiais podem ser classificados conforme a facilidade em que as cargas elétricas se movem em seu interior. A cetegorização é feita da seguinte forma:

Condutores: Materiais em que as cargas elétricas se movem com facilidade. Exemplos: metais, corpo humano e água da torneira;

Isolantes: Aqueles em que as cargas não podem se mover. Exemplos:

plásticos, borracha, vidro e água destilada;

Semicondutores: Com propriedades elétricas intermediárias, como silíco e germânio;

Supercondutores: Condutores perfeitos em que as cargas se movem sem encontrar nenhuma resistência. Duas partículas carregadas exercem forças uma sobre a outra. Se as cargas das partículas têm o mesmo sinal, as partículas se repelem, ou seja, são submetidas a forças que tendem a afastá-las. Se as cargas das partículas têm sinais opostos, as partículas se atraem, ou seja, são submetidas a forças que tendem a aproximá-las. Esta força de repulsão ou atração associada à carga elétrica dos objetos é chamada de força eletrostática. A lei que permite calcular a força exercida por partículas carregadas é chamada de Lei de Couloumb e é dada pela seguinte equação:

=

1 2

2

O processo de retirar ou acrescentar elétrons a um corpo neutro para que este passe a

estar eletrizado denomina-se eletrização. Existem, no entanto, três formas de se eletrizar

um objeto:

Eletrização por atrito ocorre quando atritamos dois corpos, inicialmente neutros, e haverá transferência de elétrons de um corpo para o outro, de tal forma que um corpo fique eletrizado positivamente (cedeu elétrons), e outro corpo fique eletrizado negativamente (ganhou elétrons);

Eletrização por contato é outro processo capaz de eletrizar um corpo é feito por contato entre eles;

Eletrização por indução é um processo feito por indução, quando um corpo eletrizado negativamente, que chamamos de indutor, e outro corpo, inicialmente neutro, que chamamos de induzido. Ao aproximar um corpo eletrizado de outro neutro, haverá a separação das cargas elétricas. Se ainda na presença do corpo eletrizado e o neutro (induzido) for ligado a outro de grande capacidade eletrostática, esses trocarão cargas e o corpo neutro ficará eletrizado.

2.

DEMONSTRAÇÃO DOS TIPOS DE CARGAS EM CORPOS ATRITADOS

a. Objetivo

Identificar os tipos de cargas presentes em hastes de plástico, através de uma

lâmpada neon, ao serem friccionadas com papel áspero.

b. Material e Procedimentos Utilizados

1. Haste de polipropileno;

2. Haste acrílica;

3. Lâmpada.

4. Folha de papel áspero e seco;

A haste de polipropileno foi segurada por uma extremidade e o outro extremo foi

atritado intensamente ao papel seco durante um certo tempo. Segurando a lâmpada por uma das extremidades metálicas, esta foi encosta a outra extremidade da haste que foi

atritada. Este mesmo procedimento foi repetido para a haste de acrílico.

c. Resultados e Discussão

Após a haste de polipropileno ser atritada e a lâmpada ser aproximada da sua extremidade, foi percebido que a luz vermelha ascendia próxima a mão. Quanto a haste de acrílico, a luz vermelha ascendia na direção da mão para a extremidade da haste. A luminosidade da lâmpada é oriunda da movimentação de elétrons, logo a carga do bastão

de polipropileno é negativa, uma vez que os elétrons se movimentam do bastão em direção ao dedo. No bastão de acrílico, acontece exatamente o contrário, a carga é positiva, pois os elétrons se movimentam a partir do dedo em direção a haste.

d. Conclusões

O resultado do experimento realizado correspondeu ao esperado teoricamente, já que

foi observada a aquisição de cargas nas hastes (negativa na haste de polipropileno e positiva na de acrílico) após serem atritados com o papel áspero o que se confirmou com

a descoberta da carga em cada haste pela observação do sentido da iluminação ao na lâmpada de neon.

3. FORÇA ENTRE CORPOS CARREGADOS

a. Objetivo

Verificar as forças que atuam entre hastes de polipropileno, hastes acrílicas e folhas

de plástico quando atritadas com papel.

b. Material e Procedimentos Utilizados

1. Base de eletroscópio;

2. Haste de polipropileno;

3. Haste acrílica;

4. Grampo para hastes redondas;

5. Folhas de papel áspero, secas.

No ponto médio da haste de polipropileno o grampo para hastes foi fixado e, logo após, pendurado na base do eletroscópio. Segurando uma das extremidades da haste pendurada, atritou-se o outro lado com um papel seco, tornando a pendurá-la na balança. Então, a extremidade da segunda haste de de prolipropileno e da de acrílico foram atritadas. Em seguida, aproximou-se o extremo friccionado da haste de polipropileno aos

extremos neutro e carregado da haste na balança eletrostática, anotando as observações.

O mesmo foi feito com a haste de acrílico carregado.

c. Resultados e Discussão

Quando a haste de polipropileno foi aproximada da parte carregada da haste que estava no grampo houve repulsão, já na parte neutra, atração. A haste de acrílico foi muito mais atraída. Isso decorreu após a esta ser encostada a parte carregada da baçança elétrica. Estes acontecimentos notados podem ser explicados porque, ao atritar a haste de acrilico, ela se carrega positivamente. Já a de polipropileno, negativamente. Como cargas iguais sofrem repulsão e cargas diferentes se atraem, os feitos desse experimento pôde ser observado.

d. Conclusões

As observações teóricas em relação a atração e repulsão de cargas puderam ser comprovadas com este experimento, já que as hastes de polipropileno sofreram repulsão

e, quando colocadas próximas polipropileno e acrílico, elas se atraíram.

4. MODELO DE UM ELETROSCÓPIO

a. Objetivo

Montar um modelo de eletroscópio e comprovar seu funcionamento com hastes

de plásticos carregadas eletricamente.

b. Material e Procedimentos Utilizados

1. Haste de polipropileno;

2. Haste acrílica;

3. Haste metálica;

4. Tira condutora (papel alumínio);

5. Suporte de borracha com orifício para hastes;

6. Fita adesiva;

7. Folhas de papel áspero, secas

Uma haste metálica foi posta no orifício do suporte na posição vertical e o papel alumínio foi fixado na parte superior da hasta com um pedaço de fita adesiva. Então, a

haste de polipropileno foi atritada com o papel e, em seguida a haste de polipropileno foi passada sobre a haste metálica buscando-se encostar a maior longitude de ambas. Depois,

a haste condutora foi tocada. O mesmo foi feito com a haste acrílica. Mais uma vez a haste de polipropileno foi carregada e encontada a haste metálica. Imediatamente depois, o mesmo foi feito com a haste acrílica.

c. Resultados e Discussão

Ao atritar o bastão de polipropileno, este fica carregado. Como o bastão metálico é um bom condutor, ao encostá-lo da haste de polipropileno o metal adquire a mesma carga,

que se espalha por todo o corpo e chega ao papel alumínio. Como o papel alumínio tem

a mesma carga, ela irá ser repelida. A mesma coisa aconteceu com a haste de acrílico, mas com uma intensidade menor.

d.

Conclusões

Em todos os experimentos feitos, mas neste com mais afinco, foi possível notar que

o comportamento elétrico de um material varia muito em relação a espécie que o compõe.

Foi visto, também, que a os resultados finais conferem com a literatura; esperava-se repulsão da tira condutora em ambos materiais, o que foi observado.

5. O FUNCIONAMENTO DE UM ELETROSCÓPIO

a. Objetivo

Verificar o que acontece com o eletroscópio ao tocá-lo com um objeto carregado e

depois com a mão.

b. Material e Procedimentos Utilizados

1. Haste de polipropileno;

2. Haste acrílica;

3. Eletroscópio com agulha metálica;

4. Folhas de papel áspero, secas.

A agulha foi posta no eletroscópio, dentro do orifício central de forma que a parte mais larga ficou para baixo, dessa forma a agulha ficou na posição vertical. A haste de polipropileno foi atritada com o papel seco e o extremo carregado foi passado sobre o

eletroscópio com a haste sendo girada. O procedimento foi repetido. Logo após, colocamos a mão no eletroscópio. Novamente, a haste de polipropileno foi atritada com o papel seco, mas, dessa vez, ela foi encostada no eletroscópio. A haste de acrílico tambeém foi atritada com papel seco

e encostada no eletroscópio. Depois, o eletroscópio foi descarregado totalmente, o tocando.

c. Resultados e Discussão

A haste de polipropileno fez com que a agulha tivesse certa inclinação e, ao descarregar, esta voltava a sua posição inicial. Com a haste acrílica, conforme ela era

carregada e tocada no eletroscópio, mais a balança ficava carregada e a agulha tinha uma inclinação maior; ao encostar a mão, o eletroscópio era descarregado e a agulha voltava

a posição original.

d. Conclusões

Como esperado na literatura, foi possível observar a movimentação da agulha por conta da carga que o eletroscópio (condutor) tinha e acumulava cada vez que as hastes eram atritadas. Como o material ficava mais carregado, a parte móvel (agulha, ta,bém condutora) buscava a posição em que a distribuição de carga no corpo seria a mais equilibrada.

6. INDUÇÃO ELETROSTÁTICA EM CONDUTORES E NÃO- CONDUTORES

a. Objetivo

Verificar o efeito causado por hastes e folhas carregadas sobre pedaços de papel e de

papel alumínio.

b. Material e Procedimentos Utilizados

1. Haste de polipropileno;

2. Base do eletroscópio;

3. Par de pêndulos;

4. Folhas de papel áspero, seco.

Os papais fotam cortados em pequenos pedaços e a haste de polipropileno foi carregada, atritando-a com o papel áspero. Após isso, a haste foi aproximada dos pedaços

de papel cortados. Estes mesmos passos foram repetidos até que a haste foi aproximada do papel alumínio. Em seguida, os mesmos passos foram feitos com a haste acrílica. Tendo concluído com com os papeis, o par de pêndulos foi posto na base do eletroscópio de forma que um lado estava acima do outro, e a haste de polipropileno foi atritada com o papel. Em seguida, a haste foi aproximada dos tubos e, posteriormente, os dois foram tocados. O eletroscópio foi descarregado e os pêndulos foram postos a uma mesma altura. A haste de polipropileno foi carragada novamente e aproximada dos pêndulos. Depois disso, os tubos de alumínio foram descarregados.

c. Resultados e Discussão

Ao passar a haste de polipropileno eletrizada sobre os pedaços de papel, a haste atraiu os pedaços de papel, os quais ficaram grudados no objeto eletrizado. Ao passar a mesma haste sobre os pedaços da folha de alumínio, observou-se o mesmo fenômeno. O extremo atritado da haste de polipropileno ficou com acúmulo de cargas negativas. Com a proximidade da haste eletrizada, a superfície dos pedaços de papel foi polarizada e houve uma separação de cargas nos pedaços de folha de alumínio, onde as cargas positivas ficaram concentradas na região mais próxima da haste.

Ao utilizar a haste de acrílico no mesmo experimento, foi possível observar uma interação atrativa com os pedaços de papel. No entanto, ao aproximar a haste de acrílico sobre os pedaços de folha de alumínio, houve uma interação atrativa seguida de uma forte repulsão. Em contato com a haste de acrílico, que estava carregada positivamente, houve uma neutralidade nas cargas na haste. Com a presença de outros pedaços de folha de alumínio carregadas negativamente, as interações repulsivas prevaleceram. Quando aproximamos a haste de polipropileno de um dos tubos, há atração por indução, porém quando entra em contato há repulsão repentina. Quando aproximamos a haste carregada da parte inferior dos tubos de alumínio é verificada uma repulsão maior que a anterior entre os tubos.

d. Conclusões

Foi possível perceber na prática de eletrização por indução, que a indução pode se comportar de formas diferentes se mudamos o corpo eletrizado (hastes de polipropileno e de acrílico). Além disso foi possível também analisar o comportamento de objetos neutros quando postos em contato com corpos eletrizados.

7. EFEITO DE UMA FORÇA SOBRE UM CORPO COM INDUÇÃO ELETROSTÁTICA

a. Objetivo

Verificar o efeito da força entre uma haste de polipropileno carregada eletricamente

e uma placa metálica descarregada segura por um isolante.

b. Material e Procedimentos Utilizados

1. Haste de polipropileno;

2. Base do eletroscópio;

3. Grampo para as hastes redondas;

4. Placa condutora com grampo para haste redonda;

5. Folhas de papel áspero, secas

A haste de polipropileno foi fixada pelo ponto médio no grampo da base do eletroscópio. Daí uma das extremidades desta haste foi eletrizada, criando uma balança

elétrica. A placa condutora foi segurada através dos grampos na outra haste de polipropileno. Em seguida, a placa condutora foi aproximada aos extremos descarregado e carregado da balança elétrica, respectivamente. Para concluir, aproximamos um dedo de cada um dos extremos da balança.

c. Resultados e Discussão

No extremo descarregado nem a placa, nem o dedo atraíram a balança. Por outro lado, o extremo carregado foi atraído pelos dois. Isso por conta das cargas opostas que são encontradas na balança elétrica e no dedo / placa.

d. Conclusões

Os fenômenos de atração causados pela presença de corpos eletrizados com cargas opostas pôde ser observado através da balança eletrostática e os materiais que foram utilizados para atraí-la. Fazendo um adendo, se comparado com a equação que rege as forças eletrostáticas, que diz que a força aumenta inversamente proporcional ao tamanho

do raio, o experimento confere com esta informação, tendo em visat que, quanto mais próximo a placa ou o dedo eram próximos

8. INDUÇÃO ELETROSTÁTICA EM UM ELETROSCÓPIO

a. Objetivo

Verificar a reação da agulha de um eletroscópio quando aproximamos corpos

carregados eletricamente.

b. Material e Procedimentos Utilizados

1. Haste de polipropileno;

2. Haste de acrílico;

3. Eletroscópio com agulha metálica;

4. Folhas de papel áspero, secas.

A agulha foi posta no eletroscópio, de forma que o extremo mais largo ficou para baixo. Então a haste de polipropileno foi carregada, atritando-a com papel seco, e o extremo carregado foi aproximado da agulha pela parte externa do eletroscópio. O mesmo foi feito com a haste de acrílico. Em seguida o extremo carregado da haste de polipropileno foi aproximado da parte superior do eletroscópio, mas sem o tocar.

c. Resultados e Discussão

Quando a haste de polipropileno foi aproximada da agulha, esta foi atraída e não voltou a sua posição normal. Com a de acrílico, o mesmo aconteceu. Este fenômeno pode ser explicado pela eletrização por indução. Através da aproximação das hastes para a agulha, houve uma troca de carga, fazendo com que todo eletroscópio fosse carregado (já que é condutor) e a agulha não voltasse à posição inicial.

d. Conclusões

Esse comportamento não foi o esperado, após retirar as hastes de perto da agulha estadeveria voltar a sua posição de início. Alguns fatores podem ter afetado para que esse fenômeno acontecesse desta forma, tais como: umidade da sala, temperatura não ideal, falha humana no uso dos materiais, etc.

9.

REFERÊNCIAS

GAROTTI, Humberto. AS

QUATRO

FORÇAS

FUNDAMENTAIS

DA

NATUREZA. 2003.

Disponível

em:

<http://www.if.ufrgs.br/tex/fis01043/20032/Humberto/index.html>. Acesso em: 26 jul.

2016.

NUSSENZVEIG, Herch Moysés. Curso de Física Básica. São Paulo, Sp: Edgard Blücher Ltda., 1997. 333 p.

HALLIDAY, David; WALKER, Jearl. Fundamentos de Física. 8. ed. Rio de Janeiro, Rj: Ltc, 2009. 3 v.