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Este livro é gratuito;

por favor, copie,


por favor, grave cópias,
por favor, imprima,
por favor, distribua,
por favor, traduza,
por favor, transforme,
e faça mudanças
NOTA IMPORTANTE:
Estas não são lições ou passo-a-passos!
Eu quero que você viaje e faça seus
próprios erros
Adiante!
Em setembro de 2002 fiz uma publicação online de uma seleção de técnicas de corte
chamada de »Escola de Corte de Subtração», que eu usei como base para várias das
minhas primeiras coleções para a Semana de Moda de Londres.
Estas técnicas foram gratuítas para seres vistas e dividas por 7 anos.
Em junho de 2006 eu defendi meu mestrado na Universidade de Hearthfordshire,
chamado »Contra o Fio: Aventuras na Modelagem Criativa», e embarquei numa volta ao
mundo bem lenta, mostrando e demonstrando essas técnicas de corte ao vivo, em palcos
e salas de aula, para milhares de estudantes, professores e designers.
Até hoje eu já consegui chegar a 20 universidades no Reino Unido e fiz demonstrações ao
vivo em mais de 17 países.
Durante as viagens, em fevereiro de 2009, essas técnicas foram publicadas numa
brochura pela CFPD da California, a quem eu agradeço e credito por ter me ajudado a
alcançar novos leitores nas Américas, e acabei com a versão online gratuita.
Eu descontinuei a versão impressa em agosto de 2012 e agora estou lançando as
técnicas gratuitamente em versão online sem limitações quanto aos custos.
Eu descobri pela experiência que idéias criativas vão muito mais além quando
elas são gratuitas, e, consequententemente, acabam sendo usadas de forma
mais diversa e em lugares mais improváveis, e aonde minhas técnicas vão, eu
geralmente sigo.
Isto me mantém em movimento e praticando, e, apesar de não me deixar
rico, há mais alegria em fazer moda do que fazer dinheiro, mantendo idéias
ocultas e exclusivas.
Neste livro eu revisei a versão original das minhas anotações de 2002,
escrevi à mão, e incluí uma grande seleção de textos e imagens para dar
uma idéia do que é possível quando palavras e cortes são livres.

Julian Roberts, agosto de 2013.


INTRODUÇÃO

O QUE É «CORTE DE
SUBSTRAÇÃO»?
Eu chamo essa técnica de corte de roupas «Corte
de Substração» porque a silhueta resultante é
criada pela remoção do tecido, ao invés de
adicionar tecidos.
A remoção cria espaços vazios que o corpo ocupa
mas também afeta a forma como o tecido se
molda ao corpo.
As técnicas podem ser usadas em peças masculinas
e feminias, bolsas ou chapéus; ou numas escala
maior, qualquer coisa oca como uma tenda ou
abajur.
«Corte de Substração» é uma forma de modelagem que
incorpora a descoberta da sorte, a distância e a habilidade
de cortar rápido e sem precisão, sem muita referência a
números, frações e escalas de temanho.

Modelagem e design são atividades físicas, elas se estendem


da mão e dos olhos para rotações do pulso, cotovelos e
ombros, mas também vêm da mente e da percepeção
espacial, de processos psicológicos de tranferência de idéias
e conceitos de moldes de 2 dimensões que são construídos
em 3D.
A premissa basica do «Corte de Substração» é que a
modelagem não representa a silhueta externa das
roupas, mas ao contrário, mostrando os espaços
negativos dentro da peça que a torna oca. De forma
simples, são buracos feitos a partir de enormes peças
de tecido pelos quais o corpo se move.
Corte de Substração é o DESIGN COM MOLDES ao invés
de criar moldes para desenhos.
Quando você explora novas técnicas e métodos de fazer,
você lida com a sorte e a esperança.
Algumas vezes você estraga tudo; outras vezes os erros
são muitos melhores do que você esperava; e algumas
vezes vocês descobre alguma coisa sobre o tecido que você
não imaginava ser possível.
CAPÍTULO 1:

3 TÉCNICAS DE CORTE DE
SUBSTRAÇÃO
(versão original de 2002)
As bases principais

Isto é uma casa numa visão elevada

Esta é a mesma casa numa visão aérea

e isto é como fazer uma casa

numa visão planificada, todos os lados são impressos numa única dimensão
A Geometria trata das definições de «espaço» e
«forma».
Linhas desenhadas na tela de um computador, e
círculos, triângulos, quadrados e formas tridimensionais,
e medidas matemáticas, geometria e ângulos são todos
DIFÍCEIS.
Tudo isso são abstrações: eles são conceitos concretos,
não tecidos.
Eles são úteis para descrever «como» algo é feito, mas
não «o que» será feito, ou no que resultará.
Isto é uma linha

A linha de A até B separa ambos no espaço.

A linha de A até A os une no espaço

qualquer coisa
um quadrado
um círculo

O espaço que se forma é vazio.


Isto é um tubo

O tubo é oco:

uma roupa é somente um tubo oco,


e a modelagem só define o espaço negativo
pelo qual o corpo passa.

Formas de costurar nada:

um tubo com uma costura

um tubo com
duas costuras
um tubo com uma costura, com volume
no centro

um tubo com uma costura, com volume


em sua abertura
As regras maleáveis:

- Tecidos são maleáveis. Eles se inclinam, dobram, caem, se


movem: são instáveis.

- A gravidade faz a modelagem cair em uma direção: para baixo.


É assim que são as coisas.

- Você entra dentro de um molde e sai dele. Você passa por ele.
Portanto, a o posição da entrada&saída distorce a forma.

O corpo se move.
O molde se torce, repuxa, inverte, dobra, fecha, sanfona, esculpe.

Ele segue o movimento do corpo, mas também extende seu


movimento.
Isto é uma saia
cintura

numa visão elevada do molde


dianteiro traseiro

barra
o corpo passa por um
tubo para formar uma saia

Isto é uma saia godê:


traseiro
cintura
visão aérea do molde
barra

dianteiro 1 2 3 4

o tecido é puxado
para cima, usando
a gravidade para
formar um tubo.
Isto é uma saia de uma parte
cintura

na visão planificada, o
tras.
dianteiro e o traseiro são
diant.

partes de uma única modelagem


barra

Esta é outra saia de uma parte:


B B Porém, ela mistura
tras.

cintura tanto a visão aérea quanto


A
A

tras.
a visão elevada
dia.

barra
Esta vista «dupla» pode ser aplicada a qualquer tubo:

Vista elevada vista aérea vista dupla

dia

Saia
dia tras tras
cint.
decote
dia C C
tras
B B

top/vestido decote
cavas
A A

tras dia tras


dia tras
tras
barra
cintura
esq C C
tras
calça B B
tras dia
tras

dia
cintura
A A

esq. dir esq


dir.
Estas são somente algumas bases para se pensar quando se
modelar:

Moldes podem girar em mais de uma direção, portanto


considere que uma modelagem tem movimento.
Um molde pode se dobrar, girar, rodar, ziguezaguear e
formar nós: sendo assim, ele não é somente uma foto ou
uma visão estática.
O molde parece mais com uma estória que se desdobra em
estágios, terminando por formar uma roupa.

A modelagem não é somente matemática e medidas: é


espaço e equilíbrio.
Por que utilizar régua e lápis quando você pode usar uma tábua
de madeira, uma caixa de fita cassete, uma lata de biscoitos,
uma caneta marca-textos para fazer as linhas e curvas que você
precisa.
Suas mãos, braços, pernas e comprimento do corpo podem ser
usados como referências para que a modelagem compreenda o
espaço & distância, incorporando seu próprio corpo à
modelagem.
Modelagem trata de possibilidades & «e se» & experimentação &
pences & novidades incríveis que te surpreendem.
Novas formas de modelar surgem numa mistura de sorte, risco &
erro.
Ser amador é sempre uma vantagem.
Telefone Sem Fio

As 3 regras a seguir formaram as bases para muitas das peças que


criamos nas últimas nove estações.
Cada uma é extremamente fácil de fazer e nós fizemos variações,
reformulações e extensões nas idéias em cada estação para demonstrar
que um simples conceito pode expressar várias características e estilos.
Todos esses conceitos de modelagem envolvem um método não-
representativo à mão-livre.
Eles estão na sua natureza hipotética e abertos a interpretação.
Qualquer um que os interprete, automaticamente adiciona algo de seu
próprio estilo.
Explicá-los e entendê-los toma muito mais tempo do que demonstrá-los
e praticá-los, portanto

Tente.
1) A Técnica do «Tunel»

A base desta técnica é entender como o corpo atravessa a superfície do


molde diversas vezes, e se trata de um cruzamento entre um molde de um
simple tubo e um tubo com uma costura e volume em suas aberturas.
Assim, na sua forma mais simples, ele parece com algo do tipo

Os buracos que são costurados juntos


devem ser largos o suficiente para que o
corpo possa passar, portanto, mais
largos que a medida do quadril.
dobra (p.e.: > 90cm de circunferência para o
tamanho 38)
Se nós desdobrarmos o tudo para
vermos seu molde, ele será assim:

Os dois buracos são costurados


juntos por dentro para criar um
só buraco pelo qual o corpo vai passar

Saída entrada
Se ampliarmos esse conceito para um tubo muito maior,
com o tubo sendo dobrado para frente e para trás, como
um abanador ou uma sanfona, vários buracos surgirão,
por onde o corpo vai passar

vista lateral
o molde se parecerá com algo como isso:

saída
entrada

Até agora, isto é somente um tubo.


O movimento do tecido para frente e para trás também é normal.
Para avançarmos nesse conceito, para fazermos uma roupa, eu vou
primeiro explicar algumas variações nesse mesmo tema.
A dobra do tubo nesta demonstração foi reta,
ou vista de cima, dessa forma:

Todos os 8 buracos são posicionados mais ou


menos alinhados, sendo que, quando
costurados, eles formam 4 buracos
internamente, por onde o corpo vai passar.
O centro do molde é estruturado, mas o
volume externo longe do centro é
desestruturado e se move para baixo com a
gravidade.
Isso se dá uniformemente, já que as dobras do
tubo foram feitas simetricamente.
Se, ao contrário, o tubo fosse dobrado
aleatoriamente, as posições dos buracos seriam
variadas, e o tecido distante do centro cairia
assimetricamente.
O efeito disso é para torcer o tubo
original horizontalmente ao redor do
centro, ou seja, o dianteiro e o
traseiro do tubo giram ao redor do
corpo.
O molde deve ser algo como isso.

entrada
saída
Até agora, não mencionamos qualquer tipo de roupa.
Estamos lidando com pura construção.

Algumas vezes, quando faço uma modelagem, não penso em


«saia», «top», «vestido», etc, mas em «o que esta forma
pode se tornar», ou «que efeito isto criar».
Trabalhar desta forma não-específica permite que se veja o
resultado primeiro e então gire ao redor do eixo do corpo antes
de decidir o que será a frente ou o traseiro.

De forma similar, você pode virar o molde de ponta cabeça ou


do avesso e então decidir o que ele será.

Você também pode redimensionar ele para um tamanho menor,


criando uma manga.

O ponto é que você não está limitado pelo conceito de um único


uso, ou qualquer resultado definitivo.

Para aplicar a técnica do «Conceito do Túnel» em uma roupa,


você pode fazê-lo de diversas formas.

Aqui estão duas possibilidades:


Crie a parte superior da peça, dessa forma

dianteiro traseiro

Faça isso:

1) usando um gabarito e removendo as pences fundamentais,


ou
2) desenhe ao redor de uma peça básica como uma camiseta,
ou
3) desenhe ao redor do seu corpo ou de alguém,
ou
4) construa as linhas usando medidas ou o moulage/draping.

Quando você obtiver uma base, estenda ela para baixo, em pelo
menos 3 metros.
Ela será muito mais comprida que o corpo, e
larga o suficiente para que o corpo tenha
bastante espaço dentro dela.
Ela não precisa ser reta.
Ela pode ter qualquer forma.

dia tras ou
ou

dia
dia tras tras

ou qualquer coisa!
costure o dianteiro e
o traseiro, formando
um tubo.
É importante que o comprimento e a largura que você
der ao molde não limite o número de dobras.
Não pense na proporção do corpo em relação à
modelagem, somente que você deve (sempre) excedê-la.
Você está lidando com volume e espaço, assim quanto
mais você tiver, mais você pode manipular.
O maior tunel sanfonado que eu fiz tinha 18 metros
entre a frente e o traseiro, o mais largo, tinha uma
barra de 6 metros de circunferência.
É importante lembrar que o comprimento e a largura
vão afetar em muito o peso da roupa, porém, quanto
mais circulos são removidos do tecido (ou seja, quanto
mais buracos pelos quais o corpo passa), mais leve o
tecido fica, mas isso é algo que você deve sempre
balancear e controlar.
Uma alternativa para esse primeiro método é começar com um corte de tecido.

Quando costurado, isto não é


mais um tunel, mas um tubo
com um lado fechado.

Lado aberto
Lado fechado (virado para fora)

em seguida, posicione os moldes do dianteiro e do traseiro próximos a parte costurada do tubo.

Nota: Veja Apêncie 1 para um exemplo de como preparar um tunel para o Corte de Subtração.
Trace ao redor somente da
metade superior
(PS: as partes podem ser
posicionadas próximas ou Lado fechado
do tubo

tras
distantes umas das outras, da

dia
forma que você quiser.)

a volta:
a t e r a i s num
as l
costur
una as
então,
Lado fechado
do tubo

Então corte essa parte (somente o tecido de cima)


Finalmente, costure os ombros e laterais para criar a parte superior da roupa

PS: Com este método, as laterais abaixo das cavas terminarão em nada.
Ombros

volta contínua
da lateral

O tubo está pronto para ser dobrado e os buracos


centrais cortados e costurados.
O molde dessa peça deve se parecer com algo desse tipo:

barra
Isto é um método de corte de subtração porque
resulta numa forma criada pela remoção de tecido, e
não pela adição dele.
Esta remoção cria espaço para o corpo, mas também
controla como o tecido cai ao redor do corpo.
Aqui estão alguns exemplos de tuneis que usamos.
Há uma outra forma na qual você pode usar a técnica do túnel, que
chamamos de Método da «Mola»;
Ao invés de dobrar o tubo como uma sanfona, você enrola ele por cima
dele mesmo.

Vista lateral
O molde fica parecido com isto:

traseiro
barra

dianteiro
Os 6 buracos deste exemplo são costurados juntos, para
criar 3 buracos pelos quais o corpo passa, e as duas
pontas do tubo precisam ser viradas para fora para
formar uma mola.
puxar

puxar
Então a forma removida vai encaixar no
A Técnica do «Plug»
buraco exatamente ao se adicionar o
dobro da margem de costura nas suas
laterais exteriores.
p.e.: se você utilizar 0,5 cm de margem
de costura, aumente para 1,0 cm. Se
você usa 1,0 cm de margem, aumente
Se você pegar um corte de para 2,0 cm.
tecido e cortar qualquer
Quando costurados, eles ficaram lisos, sem
forma como esta,
perda de largura ou comprimento.
Ambos se juntam não porque têm a
mesma forma, mas porque têm o mesmo
perímetro (p.e. a linha na qual você
costurou).
Este princípio pode ser usado para criar
volume e espaço numa superfície plana,
usando perímetros iguais, mas formas
diferentes.
Esta é uma linha contínua que atravessa a
superfície plana de uma pedaço de tecido.

Digamos que a medida da linha é de 300cm.

Se eu construir um triângulo com um


perímetro de 300cm (cada lado com 100cm)
e adicionar 1,0 cm ao redor de seus lados,
então ambos se encaixarão com uma margem
de costura de 0,5 centímetro, exatamente.
O resultado é um conflito entre uma forma angulosa de
um triângulo, as curvas do buraco, e (também) a oposição
da direção do fio do tecido ao redor do perímetro.

Porque o molde do buraco, ao contrário do quadrado,


triângulo ou círculo, não remove muito do volume físico da
superfície do tecido, a adição de um triângulo aumenta o
volume da superfície, criando uma forma tridimensional.
A sobra do buraco e da parte adicionada depende de experimentação. Vários
pequenos buracos e forma criam um padrão de folga repetitiva na superfício
do tecido, enquanto que buracos enorme e forma podem alterar totalmente
a estrutura da superfície.

Aqui estão alguns exemplos sendo utilizados:

dia tras Do buraco B-->B=240 cm,


assim, o perímetro do triânglo
B-->B também deve ser de 240
cm (cada lado com 80 cm) e
mais 1,0 cm de margem de
costura é adicionado margem
exterior do triângulo para que,
Vestido de uma parte em viés
quando costurados com uma
margem de 0,5 cm, as formas se
encaixem exatamente.
eu chamo isso de Vestido «Luva»

Para tornar a costura mais precisa e fácil, e


para criar oposições do fio do tecido, você
deve dar piques do buraco e na parte que
será adicionada, com 10 cm de distância
entre cada pique, por todo o perímetro.
Outro exemplo:
Um buraco em forma de espiral com
dia tras
B-->B=280 cm. Assim o perímetro do
quadrado B-->B deve ser de 280 cm
(pe. cada lado com 70 cm), uma
margem de 1,0 cm para costura é
adicionada na forma quadrada, para
que, quando costuradas, as duas
formas se unam perfeitamente com
0,5cm de margem de costura.
vestido de uma parte em viés

eu chamo esse exemplo de Vestido «Quadrado-Espiral»

Esse conceito pode seguir adiante dessa forma:


Uma forma de espiral sutil, com B-->B=260 cm. Um círculo é
dia tras
então construído com circunferência de B-->B=260cm,
aumentando-se 1,0 cm.

Um segundo buraco em espiral é


adicionado no primeiro círculo,
viés
eça em
Vestid
o de u
m a p
também com um perímetro de
C-->C=260cm. Assim, o segundo
círculo é construído para
encaixar no buraco.
Finalmente, para reduzir o peso
dessas adições de tecido, um
buraco é feito no segundo círculo
e fechado (costurado) para
formar uma costura de meia lua.
Este vestido é criado com uma série de partes opostas
adicionadas, buracos, adição e subtração e forma
intermediárias.
Eu chamo esta versão de Vestido «Espiral-Interface».
Há uma outra forma que este conceito pode ser
aplicado. Dessa vez, para adicionar volume não
somente na superfície mas também na abertura
(barra ou decote);

tras
dia

Esta saia básica de uma parte, teve uma pedaço retirado, mas
dessa vez, o pedaço retirado começa e termina numa ponta (a
barra). A distância ao redor do buraco é de A-->B=90cm. Um
círculo maior é construído muito mais largo que o buraco no
qual ele será encaixado, então A-->B encaixa no perímetro do
buraco, mas o excesso simplesmente adiciona volume à barra.
Para controlar esse excesso de volume, dois buracos circulares
são retirados do círculo que será adicionado, que é unido de
forma similar ao método do túnel.
Aqui estão alguns exemplos do uso dessa técnica.
: extra
ssim
o [e a
te vestid
lde des ex
O mo tr
a

Ele tem dois buracos feitos nele, ambos terminados


nas extremidades (decote e barra).
Ambos os círculos têm os mesmos perímetros dos
buracos, mas extendem-se além para adicionar
volume ao decote e à barra.
Isto é controlado pelos buracos que são feitos a essas
formas adicionais, que no caso mantém o equilíbrio
da roupa.
ç ão»
ib u i
i s t r
da «D
c a
Té cni

Este é um conceito que já foi abarcado na


Técnica do Tunel.
Eu só não mencionei nada sobre ele.
A idéia é que o dianteiro e o traseiro não
precisam se localizar próximos um do outro.
mas eles precisam ou ambos puxarem o resto da forma
com eles, ou torcer ou passar por buracos até que
possam se juntar. Os caminhos formados pelo
movimento é «gravado» pelo tecido que os segue.
O exemplo dado na Técnica do «Túnel» era o seguinte.

lado fechado

tras
dia
e virado

nota: veja apêncie 1 para um exemplo de como preparar


o tubo para o Corte de Subtração
Isso pode ser, contudo, expressado de uma forma
diferente, distanciando o traseiro do dianteiro.

s a
lado costurado e virado

tr
di
a
as duas partes estão
também em posições
difentes de fio.
Outro método:

um pedaço circular de tecido é cortado


com um buraco no meio.

O dianteiro e o traseiro da saia são


então adicionados ao circulo numa
costura contínua.
a
di

tr Os lados da saia são costurados somente


s a

depois que o traseiro for rotacionado


através do círculo interno 2 ou 3 vezes:
Isso faz o círculo se torcer à medida que segue a forma da
saia.
O corpo passar através do tubo da saia e também pelo meio
do buraco do círculo.

Estes são exemplos da técnica.


Este top é uma variação dessa
tras
modelagem

dia
O top é unido ao círculo no decote pela frente, e então na barra pelo
traseiro.

O dianteiro passa 3 vezes pelo buraco interno do círculo antes que as


laterais e ombros da frente e do traseiro sejam unidos.
Levando este conceito adiante, a mesma regra
pode ser aplicada ao tubo ao invés do círculo:

o traseiro é unido à
parte interior to tubo.
tras

dia

o dianteiro é unido à parte exterior do tubo

assim, uma parte está dentro enquanto outra está


fora. Elas se unem passando o traseiro pelo corte
circular do tubo e por uma abertura no final do
tubo. Isto é repetido de 2 a 3 vezes.
O resultado é uma variação particular
da Técnica da «Distribuição», que fica
assim:

Enquanto uma versão


da saia fica assim

Então, esse é o fim da lição. Espero que


estas 3 técnicas possam ser seguidas e
entendidas: elas são muitos mais fáceis
quando postas em prática.
Esperamos que você possa utilizá-las para
inspirar novas variações e técnicas de
modelagem que dêem continuidade ao nosso
exemplo divertido e experimental.
«Paisagens de Formas», por Julian Roberts C 2010. 9 Páginas