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O Abuso da Beleza, Arthur C.

Danto
cap. 5: Beleza e Poltica
1. Introduo
1.1. A Bienal de 1993
1.2. Os modelos educacionais: apreciao artstica e discernimento cultural
2. Boa arte pode ser feia
2.1. O que aconteceu com a beleza?
2.2. Excelncia artstica
2.3. A beleza e o discurso socioeconmico
3. As Elegias de Motherwell
3.1. Elegias Repblica Espanhola e a beleza esttica artisticamente correta
3.2. Guernica, de Picasso
3.3. Somos sentimentais em relao s runas
3.4. Vita contemplativa e vita activa
4. A beleza como uma consolao e uma condimentao
4.1. Picasso: a beleza sedutora em desacordo com a misria genuna
4.2. O mercado do sentimentalismo relacionado ao sofrimento
4.3. Erotismo e sadismo: uso perverso da beleza
4.4. Nu Azul: a beleza em Matisse
4.5. A beleza como mitigao da verdade
5. O mundo merece beleza?
5.1. Um argumento moral contra a beleza e a arte
5.2. O questionamento de Philip Guston
5.3. Embelezadores como colaboracionistas
6. Beleza opcional
6.1. A arte e a questo da prioridade moral
6.2. Hegel e o autoconhecimento
6.3. A bienal de 1993 como um mercado de ressentimentos
6.4. A beleza como uma opo
6.5. O contedo na arte
6.6. O pragmatismo
6.7. Os moduladores: beleza, repulsa, ultraje e indiferena
6.8. A beleza interna ao pensamento da obra
6.9.