Vous êtes sur la page 1sur 9

i

Dworkin que comeca a publicar uma serie de artigos no anos 60. publicado 77, desde 64.

1.

i Dworkin que comeca a publicar uma serie de artigos no anos 60. publicado 77, desde
Para D. deve a tudo deve ser uma t drt de como o direito é (como

Para D. deve a tudo deve ser uma t drt de como o direito é (como devemos conhecer

e interpretar o direito como é agora) e como deve ser (quais os conteudos que deveria ter, quais os procedimentos que deveria seguir e como deveria se posicionar a respeito das coisas); se fossemos descrever conforme os positivistas fazem, ela

está autorizado a legislar, qual o conteúdo ele deveria transformar legislacao concreta . Teoria da jurisdição (quem deve julgar, quais coisas devem ser julgadas e com que criterios devem ser julgadas). Teoria da obediencia da lei (perspectiva do cidadao, quais leis podem ser impostas ao cidadao, quais leis podem reclamar obediencia, em que casos os cidadão não estariam obrigados a obedecer). O q d quer fornecer no lev drta serio é uma teoria que passe por todos esses pontos e ao mesmo tempo uma teoria liberal. Então uma teoria completa do drt tem tres partes. A atual teoria completa do drt para d. é um misto de positi e ultiraismo. No 2 e 3 a teoria dominante ó pj. Pj, segundo, Dworkin é uma teoria segundo a qual o direito consiste numa serie de regras explicitas, que seja criada por uma fonte formal e autorizada, que seja objetivamente identificaveis e nas quais o drt se exaure. O drt não é mais do que essas regras dizem. O drt não é nada que não esteja nessa regras não é juridico; para d o utilitarismo é uma teoria especifica que trata que leis deveriam existir. Se fazo o papel da teoria com a leg. que as leis e instituiões devem buscar o maior

Uma teoria que esteja comprometida com a melhor descrição os que as regras juridicas são e o que os juizes efetivamente fazem (não uma descrição estitamente

positivsta). Não esta preocupada em legitimar, com essas melhor descrição. Mas pret se legitimar a partir de que essa teoira do direito q corresponda uma teoria politica liberal. Teoria do direito que corresponda a uma teoria politica liberal. As ideias juridicas de D. não somente juridico, você está comprando uma teoria politica NECEssariamente liberal. Venda nec casada. Embora queira formar uma teoria liberal do drt; que formar uma t. alternativa DO DRT, substitutiva DAKELA QUE ele considerava dominante do drt (misto de

do drt. Existe uma teoria da legislçao (quem deve legislar, o que ele

 

teoria descritivista-normativa do direit

completa

 

Diz isso explicitamente na introdução.

postivismo e utlitarismo, no dizer dele).

o; é preciso que a tudo seja uma

seria uma

teoria

bebeficio possível do maior numero possível de individuos. Quando falamos de u na otica de Dworkin estamos falando do u. muito menos do que é dentro da historias das ideias diferente do que ele´e na história das ideias. Uma certa

abordagem filosofica da etica e da politica que leva em conta os efeitos em termos

de maximização dos resultados. Descritivamente fiel. Mas já para d, o u.

certa forma de abordar o que é o justo,

é uma
é uma

aquilo que pode levar uo maior numero

possível de resultado positivos, para o maior numero possível de pessoas, então o d está chamando de u. é senao uma certa estrategia generica de maxzimização do bem , uma concepcao em que você se identifica como sendo bom, justo ou desejável aquilo que produz o melhor resultado possível para o maior numero e portanto uma estrategia quantitativa, generalista e maximizadora da abordagem do bem e da justiça. D consideraque sua época domina a teoria utilitarista. Por isso d. ao abordar o estado de direito, e ao considerar a liberdade de expressao, o aborto e a pornografia serem permitidas, dworkin considera que a abordagem dominante no mundo de língua inglesa, na época em que ele está escrevendo, é considerar cada um desses pontos, fazendo a seguinte pergunta: admitindo ou não qual será o resultado em termos da maximização em de resultados positivos para o maior numero de pessoas? Mais do que o positivus e u é mais impor entender do q d esta fqalando quando fala pj e u. quando ele fala em pos já na introducao e recorrentemente ao longo da obra, ele está falando de uma certa estratégia de como definir o que é juridicamente sustentável, do que é jur válido. É juridicamente válido aquilo que estiver sustentado numa regra explicitamente formulada, produzida por uma fonte autorizada. Esta estrategia é ser positivista no sentido de que dworkin está falando. Utilitarismo, certa estrtegia de dizer o que é bom e o justo. O bem. É aquilo que produz para nós resultados pos para o maior no de pessoas. Est de maximiacao do bem. Ele diz que a sua época quando fala EM TEORIA LIBERAL DO DIREITO, no que se refere a teoria da jur e obed é uma t positivista e em teoria da 1eg, utilit. podiamos fazer um contraste entre o que essas coisas são para d. e o que elas realmente são. Pk d. é como grim disse “d é o mestre dos argumentos a mesmo tempo que é o mestre das caricaturas” o teorico que consegue falar de maneira convicente sobre sua concepecao e contra outra, na exata mesma medida em que a outra é absolutamente caracterizada naquilo que ela realmente é, isso é uma estrategia frquente na argumentação de dworkin. Mas nosso objetivo aqui é compreender e não exatemtne até que ponto ele foi justo com seus adversarios. d. diz se nossa teoria é centrada no positivismo e utilitarismo, ela tem um defeito muito sério do ponto de vista liberal. Uma das crenças centrais do lib é que os indivíduos possuem determinados direitos e esses direitos não são depedentes do que a legislacão lhe confere. Esses drts são anteriores e indepedente do que a legislação lhes confere. Podem usar entre as pas a expressao “drt nat”, não no sentido que eles estão definidos por natureza, esse é uma concepcao que dworkin rejeita, mas no sentido que eles não estao definido por convencao, por que uma lei

diz isso e mais eles são o referencial pelo qual podemos julgar se uma lei promulgadas, instituições e próprio Estado são boas ou ruins. Não conforme elas maximizem o bem. Mas conforme ela proteja os direitos que os individus tem antes e idepedentemente das leis. Admitindo esse pressuposto, então a atual teoria do direito falha em pelo menos em dois pontos: os indivíduos tem apenas os drts previstos em regra, atribuiram a eles, os direitos do ponto de visto juridico é só que as regras expressamente formuladas atribuem a ele, qual drt postulado que va para alem do conteudo das regras explicitamente formulada., é portanto direito juridicamente inexistente. Portanto para d. o pos jur é essencialmente anti-liberal, por isso não é uma boa estratégia, mas uma estrategia de restrição quanto aos drts que ele efetivamente tem. E portanto não temos nenhuma base moral de apreciação das leis. Então as regras são sempre boas e correspondem as regrasw que dizem o s drts que o individou efetivamete tem. Porque não há nenhum direito anterior com a qual elas possam ser julgadas. Então se o positivismo é uma teoria de como o drt é, então ele é uma teoria que

RESTRINGE DIREITOS, ao invés de realizá-los. Logo, É ANTI-Liberal no seu cerne, logo é uma má t lib do drt. É importante enfatizar o lib do drt, ela é ma teoria não porque exista uma coisa intrinsecamente errada, ao considerarmos que o direito são aqueles que as regras nos dao, mas existe alguma coisa de errado se você quiser

ser, no sentido mais próximo do IDEAL,

pois uma teoria liberal do drt está

comprometida com direitos pre existentes.

 

E se a teoria drt pos restringe drts preessxx ela é uma ma teoria liberal do drt. Da mesma forma se a nossa teoria da legislação é informada por uma teoria utilitarista, teremos um outro tipo de problema. Esse outro tipo é correspondente. d. formula uma crritica ao utilitarismo que é muito semelhante a uma critica feita por Rawls em uma teoria da justiça e qué correspondente CARICATURAL em relação ao utilitarismo. D sustenta que o utilitarismo não é capaz de sustentar a ideia de direitos. D acredita quie det são TRUNFOS, determinadas protecoses que o ind tem contra o interesse geral, contra a coletivização do bem contra o interesse da coletividade como um todo, PORTANTO OS DRTS SAO DEFINIDIS POR D. COM um caracteristica anti-utilitarista, esse termo é usado por alguns de seus interpretes (Stephen Guest) e é aceito por d, em justiça de toga., aqui a minha definiccão de drt é anti-utilitarista em justiça de toga. Trunfos, logo tem que nos proteger de um posicao utilitarista, pois viola os drts, pois sacrifica a proteção de alguns interesses em particualr, protecao contra o interesse geral da comunidade. O meu é que prevalece. A concepcao de d. é uma concepcao que protege contra o raciocinio utilitarista. O argumento de rawls é diferente, se eu raciocionio que aquilo produzira o maior bem possível para o maior numero, exigirá em muitos casos, que eu sacrifique muitos interesses que estão protegidos sob a forma de direitos, o não sacrificio desse drts não tem que ser justificado ele próprio com o raciocinio utilitarista. O util para ser plausivel e resguardar os drts, ele tem que ser complementado com alguma outra consideração não utilitarista, que justifique proteger o ind e não bem de toda a

comunidade. Esse é o argumento de rawls.

O de dworkin é muito mais forte que esse, se forem pra fazerem sentido numa pratica politica liberal, eles devem ser definidos como trunfos. Portanto o raciocionio do bem maior da comunidade não pode fundar drts, mesmo drts de ntz relativa. O que dworkin, mesmo drt que fossem trunfos fracos poderiam ser

fundamentados por via do utilitarismo, e

portanto o utilt é um tipo de raciocionio

   

ético e politico, que no só consegue fundamentar o drt, mas que o viola , os ameaca necessariaemnte.

 

Significa ao falar de legislação, quais instituiçoes deverioam existir, quais instituiçãoes seriam justas, se estã raciocionando em função o bem geral das comunidades, e naoi dos drts que os ind realemtne tem, preexistente,que são o marco referencial de justiça, dentro da comidade. O utilitarismo ma teria liberal d legislação. Todo o livro está arquitetado pra sustentar essas afimação,; se eu levo a serio a tese dos drts, não os drts propriamente ditos como sendo central definição do liberalismo, então o positi é uma mã teoria liberal do drt. Se quisermos uma t lib mais satisfatoria. O primeiro livro é fundamental nessa tarefa. No contexto brasileiro , é muito comum que os professores recomendaam o cap ii, o modelo de regra i. e mal sabe o leitor que dworkin esta raciocinando ali como pano de fundo o liberalismo e a tese liberal dos direitos. Você tem como pano de fundo um sistema formadopor um conjunto de regras, aprovados por um teste de pedigree não é uma boa teoria liberl do drt. Definidndo a tese do drt como central do liberalismo, a refutação de dworkin é politica, não é uma fundamentação epistemoçógica de que o positivismo não descreve bem de como as regras realmente são, o que os juzes reealemte fazem. De que se o drt é aquilo que o positivismo diz que é . entaõ é impossivel que ele realize os ideais do liberalismo.

Dito isto vamos falar do MODELOS DE REGRAS I de Dworkin.

É o texto de dworkin mais lido, no mundo de inglesa e no brasil. Famoso cap em que ele faz a distinção entre regras e principios. Em que ele caracteriza o positivismo como um modelo de regras e que estes não conseguem modelar adequadamente os principios. A concepção de discricionariedade do positivismo não contemplam o papel que os principios desempenham. Etc. O debate qual é a melhor teoria liberal do direito. Comeca de maneira propositdmente com conveito de drt de HART. Ver na INTRODUÇÃO AO CONCEITO DE DIREITO DO HART. Hart fala do conceito de direito. Dworkin faz isso em relçao ao conceito de direitos e obrigações. Drt subj e obg subj. d diz embora quando nós advogados e juristas discutimos com que critrerios se determina que drts e obg as pessoas tem, nós temos profundos divergencias. Agora a grande diferença em relação a HART; para HART pois se temos um acordo quanto

ao conceito e um desacordo quanto à prática; é porque o conceito não está refletindo adequadamente os critérios que usamos na prática. Ou vive-versa. O pressuposto que esta na teoria de HART uma td 1 deve ser descritivo, 2 descrição deve ser análise no sentido da filosofia analítica, 3 análise parte do pressuposto de que existem acordo de sentido entre os sujeitos, senao eles não conseguiriam se entender nas suas práticas concretas, 4 – havendo acordo de sentido, adotando-se o ponto de vista desses sujeitos, pode-se explicitar os critérios desse acordo e isso é o que significa definir o conceito.

motivos pelos quais temos divergências é que nossas concepções de direito baseam- sem em concepcoes morais e politicas diferentes.

Só que para d a teoria atual do direito é um misto de positivismo e utilitarismo.

 

RAWLS chama de teoria dominante do direito. ( the ruling theory of law), por ser influente e popular.

Nevertheless – não obstante. Widely thouthgt por muito amplamente

considerada.

Entitled – autorizados. Officials agentes publicos.

The rtl tem duas partes independentes:

1) a teoria do positivismo jurídico – o que é o direito (teoria sobre as condições necessárias e suficientes para a verdade de uma proposição jurídica. Verdade essa que consiste em fatos a respeito de regras que foram adotadas por instituições sociais específicas e nada mais que isso).

2) teoria do utilitarismo - o que o direito deve ser e o modo como as instituições juridicas que nos são familiares deveriam comportar-se. Os quais deveriam estar ao serviço do bem-estar geral, somente isso. As duas partes da teoria derivam de jeremy Bentham.

2. TEORIA GERAL DO DIREITO PARTE NORMATIVA PARTE CONCEPTUAL Teoria da legislation . a) teoria da

2.

2. TEORIA GERAL DO DIREITO PARTE NORMATIVA PARTE CONCEPTUAL Teoria da legislation . a) teoria da

TEORIA GERAL DO DIREITO

PARTE NORMATIVA

PARTE CONCEPTUAL

Teoria da legislation .

 
  • a) teoria da legitimidade (legitimacy) -

descreva as circunstancias nas quais um

indivíduo ou um grupo particular está autorizado a fazer leis.

  • b) uma teoria da justiça legislativa (legislative

justice) - que descreve o tipo de lei que estão

autorizados ou obrigados a fazer.

Teoria da adjudication – decisão judicial. (seus procedimentos e a decisão, e dificuldades conceituais)

 
  • a) teoria da controvérsia – padroes a serem

seguidos pelos juizes para decidire hard cases at

law.

  • b) teoria da jurisidção – porque e quando os

juizes devem tormar decisoes e não outros

grupos.

Teoria da compliance – observância da lei, das

 

decisões judiciais. Obediencia mais aplicação. Deferenc and application.

 
  • a) t of deference – t do respeito à lei, discuta a

natureza e o limites do cidadao observar aa lei

  • b) t of enforcement – t da execução da lei –

objetivos da aplicacao e punicao e como os

officials devem reagir às diferentes categorias de crimes e inflação.

Questoes normativas do dirieto from the standpoints of the law maker, a judge and a ordinary citizen.

Enacting law – sancionar leis. Law fair and efficiente. Em dworkin – fair (adj) Fairness (subst).imparcialidade e equidade. Honestidade, isenção, equilibrio, ausencia de preconceitos e equidistancia na ponderação de interesses equidistantes. Justiça. Fair play:

decisões judiciais. Obediencia mais aplicação. Deferenc and application. a) t of deference – t do respeito
decisões judiciais. Obediencia mais aplicação. Deferenc and application. a) t of deference – t do respeito

related – conexa. Plainy bears – remete claramente. Title of judges – prerrogativas embedded – inscritos na cf requires – cf determina. Constraint -restriçoes ao poder da maioria. Direito natural.

Draw upon – fara uso.

Take up – adotar , tomar posição. Not legal – não juridica.

i